Buscar

Toxoplasma | Agressão e Defesa em Medicina Veterinária II

Faça como milhares de estudantes: teste grátis o Passei Direto

Esse e outros conteúdos desbloqueados

16 milhões de materiais de várias disciplinas

Impressão de materiais

Agora você pode testar o

Passei Direto grátis

Você também pode ser Premium ajudando estudantes

Faça como milhares de estudantes: teste grátis o Passei Direto

Esse e outros conteúdos desbloqueados

16 milhões de materiais de várias disciplinas

Impressão de materiais

Agora você pode testar o

Passei Direto grátis

Você também pode ser Premium ajudando estudantes

Faça como milhares de estudantes: teste grátis o Passei Direto

Esse e outros conteúdos desbloqueados

16 milhões de materiais de várias disciplinas

Impressão de materiais

Agora você pode testar o

Passei Direto grátis

Você também pode ser Premium ajudando estudantes
Você viu 3, do total de 3 páginas

Prévia do material em texto

Carolina Maschmann | @carolmedvet
Toxoplasma
Oocisto não esporulado – fezes do hospedeiro definitivo (felídeos) – 3-
4 dias ou 30-40 dias; 
Reprodução assexuada;
Reprodução sexuada.
Oocisto esporulado: sai nas fezes e possui alta resistência no
ambiente e é a forma infectante. Tem 2 esporocistos, cada um com 4
esporozoítos. O oocisto contamina alimentos, ambiente e água. Até
mesmo água tratada pode ter oocistos viáveis;
Taquizoito: é a reprodução rápida do protozoário, presente no
sangue e no leite (mulher, rata e cabra), fazendo contaminação
transplacentária. Em animais de produção pode provocar aborto
(ovinos, caprinos). Responsável pela forma e sinais clínicos agudos no
paciente; 
Bradizoito: cisto com 50-150 contendo bradizoitos, presentes no
cérebro, músculo estriado e fígado (taquizoitos encistados). Possui
multiplicação lenta e reprodução assexuada. Forma crônica da
infecção. A parede do cisto pode se romper e os taquizoitos podem
ser liberados novamente; 
O taquizoito pode virar bradizoito e o bradizoito pode virar taquizoito; 
Filo Apicomplexa – Toxoplasma gondii:
Morfologia - formas evolutivas:
Hospedeiros definitivos ou completos: felídeos;
Hospedeiros intermediários: cães, ruminantes, suínos, aves. Não
liberam oocistos. 
Se contaminam por ingestão de alimento ou água contaminados;
Ciclo evolutivo: o oocisto esporula no ambiente, com temperatura e
umidade ideal. O oocisto, após ingerido, chega ao estágio de
bradizoito na circulação e posteriormente bradizoito nos músculos,
cérebro ou fígado. O ciclo só irá adiante se a carne com bradizoitos
for consumida, ou através de transfusão de sangue contaminado com
taquizoitos; 
Ciclo biológico:
Carolina Maschmann | @carolmedvet
Aborto; 
Sinais neurológicos; 
Sinais em tgi em felídeos; 
Animais assintomáticos.
Técnica de Sheater (apenas em fezes de felídeos para identificar
presença de oocistos); 
Elisa, RIFI, PCR, isolamento em animais;
Teste de avidez em humanos.
Em oocistos, água de qualidade, evitar que felídeos tenham acesso às
fontes de captação e distribuição de água, pastagens, frutas e
verduras lavadas mecanicamente;
Em taquizoitos, cuidado com produtos lácteos oriundos de caprinos,
transmissão transplacentária (gestantes), descarte de animais de
produção e transfusão sanguínea;
Em bradizoitos, não ingerir carne crua ou mal cozida e embutidos; 
O gato não é o vilão da toxoplasmose. A maior forma de veiculação
da doença é a hídrica.
Sinais clínicos: 
Diagnóstico: 
Prevenção e controle: 
Carolina Maschmann | @carolmedvet

Outros materiais