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Nomenclatura - Sistema Nervoso

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Nomenclatura – Pequenos Animais 
Bárbara Luiza de Rezende Possette 
ATAXIA – é a desordem de movimento. Normalmente o animal tem equilíbrio ou 
coordenação motora prejudicados. Perda de balanço. 
ATONIA – perda do tônus. Fraqueza, prostração. Perda da firmeza de um órgão ou 
tecido. 
ATROFIA MUSCULAR – quando o músculo enfraquece, diminui o volume muscular. 
Ocorre devido a falta de uso ou outras questões fisiológicas e patológicas. 
CIFOSE – é a curvatura da coluna vertebral, em casos de processos dolorosos na 
cavidade abdominal. 
CLAUDICAÇÃO – dor causada pela diminuição do fluxo sanguíneo em determinado 
local. É a obstrução arterial que ocorre em algum ponto, impedindo a chegada de 
oxigênio, causando a liberação de toxinas que causam dor e desconforto. 
DÉFICIT PROPRIOCEPTIVO – colocação da superfície dorsal do membro 
do animal no chão. A resposta normal é o retorno imediato à posição normal. 
DISMETRIA – diferença de comprimento dos membros inferiores. 
DOR – experiencia sensorial ou emocional desconfortável com vários graus de 
intensidade. Pode incapacitar o indivíduo. 
ESCOLIOSE – é uma curvatura anormal da coluna para um dos lados do tronco. 
ESPASTICIDADE – aumento involuntário das contrações musculares. 
ESTAÇÃO COM BASE AMPLA – lugar onde o animal é posicionado para o exame 
físico. 
HEMIPARESIA – fraqueza ou paralisia parcial em um dos lados do corpo. 
HEMIPLESIA – paralisia cerebral que atinge um lado completo do corpo, 
impossibilitando movimentos. 
HIPERESTESIA – excesso de sensibilidade de um sentido ou órgão a determinados 
estímulos. 
HIPERMETRIA – aumento da amplitude da passada, levando a dificuldade de 
deambulação. 
HIPERREFLEXIA – condição neurológica caracterizada pela atividade aumentada dos 
reflexos. 
HIPERTONIA – hiperatividade muscular que ocorre quando a comunicação entre o 
cérebro e medula espinhal é afetada por lesões. 
HIPOALGESIA – diminuição da sensibilidade a dor. 
HIPOMETRIA – perturbação dos movimentos voluntários que não chegam a alcançar 
o ato pretendido. 
HIPORREFLEXIA – diminuição ou fraqueza dos reflexos. 
HIPOTONIA – diminuição do tônus muscular, diminuição da força. 
INCONTINÊNCIA – dificuldade ou incapacidade de reter, controlar. 
LORDOSE – curvatura interna aumentada da espinha, curvado para dentro. 
MARCHA – modo de caminhar. 
OPISTOTONO – estado de distensão e espasticidade grave, a cabeça, o pescoço e a 
coluna vertebral do indivíduo formam uma postura de arco. 
PARALISIA – perda da capacidade de movimento voluntário do músculo. 
PARAPARESIA – incapacidade de mover parcialmente os membros inferiores, 
resultando em dificuldade para andar, incontinência urinaria e espasmos musculares. 
PARAPLEGIA – paralisia que afeta totalmente ou parcialmente o tronco, pernas e 
órgãos pélvicos. 
PARESIA SCHIFF-SHERRINGTON – posicionamento caracterizado por hiper 
tonicidade extensora dos membros torácicos do animal. 
REFLEXO BABINSKI – reflexo que pode identificar problemas na medula espinhal e 
cérebro. 
TETRAPARESIA – desordem na qual os músculos dos quatro membros ficam fracos. 
TETRAPLESIA – perda dos movimentos dos braços, tronco e pernas. 
TORCICOLO – tensão involuntária dos músculos do pescoço, faz com que a cabeça 
torça para um lado. 
AVALIAÇÃO DA PROPRIOCEPÇÃO CONSCIENTE – avalia a habilidade do sistema 
aferente em reconhecer uma posição alterada de um membro e a capacidade de o 
sistema eferente de retornar o membro a posição normal. 
HEMIESTAÇÃO E HEMILOCOMOÇÃO – os membros de um lado do corpo são 
erguidos do chão e o paciente é forçado a se manter parado sobre dois membros 
(hemiestação) e, em seguida, andar sobre os mesmos (hemilocomoção). 
SALTITAMENTO – o clínico eleva três membros e deixa somente um apoiado, 
fazendo o animal saltar em um único membro para a frente, para trás e para os lados. 
CARRINHO DE MÃO – segura-se o animal pelo abdome de modo que ele não apoie 
os membros pélvicos no chão, sendo forçado a caminhar com os membros torácicos. 
TÔNICA DO PESCOÇO – a cabeça é erguida com o animal em estação. Esse teste 
avalia principalmente centros vestibulares, musculatura do pescoço e receptores 
articulares. 
APRUMO VESTIBULAR – o animal é suspenso pela pelve, inicialmente com as patas 
dianteiras tocando o solo e o corpo, formando um ângulo de aproximadamente 90° 
com o solo. 
COLOCAÇÃO TÁTIL E COLOCAÇÃO VISUAL – na colocação tátil o animal é 
vendado e suspenso no ar, em seguida é movido em direção a borda de uma 
superfície regular. Na colocação visual o procedimento é o mesmo mas com os olhos 
descobertos. 
PROPULSÃO EXTENSORA – o animal é suspenso pelo tórax e abaixado até os 
membros pélvicos tocarem o solo. 
REFLEXOS MEDULARES – serve para determinar se a lesão está localizada no NMI 
ou NMS. O animal deve estar posicionado em decúbito lateral.

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