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a música voltava os passos, aos valores que a natureza necessitava[footnoteRef:11]. [11: O processo de ajustamento, a socialização e a cultura. (GARISON, KINNGSTON E BERNARD, 1967 – 1974, p.48–49)] 
A musicalidade deixou o conforto da sala de oficina, para aproveitar o ar livre, o sentido da liberdade, do brincar, do cantar, do grupo de rodas. No decorrer das apresentações, o ocorrido foi, que; as faltas diminuíram, as participações das crianças foram intensas, o desenvolvimento nas atividades e exercícios foi analisado, com tanta solicitude, que parecíamos às crianças e as crianças os professores[footnoteRef:12]. [12: Capacitar o sujeito à cidadania, integrando aos meios sociais através dos processos educativos. (MONTEIRO, 1997-1998, P.37).] 
Os procedimentos avaliativos seguem no quadro abaixo, conforme o desempenho das atividades e a participação das crianças. Tema do gráfico 3; Socialização da criança entre a música e o meio ambiente, através dos processos educativo.
Figura 3: Resultados obtidos da aplicação do Projeto de Musicalização “A natureza”, com as deferidas análises, no campo educacional cognitivo, psicomotror e instrumentalização. Redigidos e coletados pela Profª.Especialista Vanuza Almeida Prado – 56603808.
8. A arte da musicalidade produzida pelo corpo
Na educação o corpo fala, e os reflexos acompanham [footnoteRef:13], nestes aspectos, a criança, necessita de dois momentos importantes na motivação e expressão. Trabalhar no aspecto emocional com a criança em sala de aula retrata dois fatores muito importante um se torna o fator da sensibilidade ou rebeldia. São os processos que se tornam viáveis as condições em que a musicalidade, exerce o fator psicológico, sócio-afetivo e emocional[footnoteRef:14]. [13: Os processos interligados a desenvoltura, exploração e manipulação. (GESELL - AMES E BULLIS, 1940 – 963). ] [14: O comportamento emocional envolve os impulsos e reações motoras. (H.E. JONES e MARY C. JONES, 1955).] 
Quando aplicado um método onde requer da criança um total controle sobre o comportamento, a fala[footnoteRef:15] e os movimentos são necessários tanto às técnicas, quanto a execução das brincadeiras para descontração. É neste instante que a musicalidade trabalha o emocional, contribuindo para o autocontrole físico e sócio-afetivo da criança, em que; a mesma passa a perceber e ser estimulada pelos fatores ambiente-educação[footnoteRef:16]. No entanto a musicalidade entra com as dinâmicas de tempo-mímica e tempo-simbólico. O tempo-mímico são os vários exercícios executados através da musicalidade onde os processos é avaliação do silêncio e movimentos, não a palavra dita ou cantada, mas uma sequência de movimentos e paralisações. Estes momentos é preciso ser variados, com diversos macetes e brincadeiras, para que, não se torne uma atividade monótona[footnoteRef:17]. [15: Os processos da fala e gestos são chamados de Apraxia. ( AMORIN, 1972). ] [16: Jogo de regras são exercícios que classificam e processa a adaptação da criança ao processo de ensino. (PIAGET, 1964 – 1975). ] [17: Avaliação dos estímulos visuais e auditivos. ( AMORIN 1972, p.47).] 
Os processos metodológicos inseridos na musicalidade avaliam os movimentos coordenativos, quanto os processos visuais e auditivos. Quando há tais sinais a afetiva corresponde à realidade social e prática de qualquer execução educacional, que seria o fator afetivo a comunicação. É neste sentido que adquirimos os conceitos das aquisições de conhecimentos da criança, em termos da expressão e espontaneidade. Não se trata só da obediência em sala ao professor, mas das assimilações em respostas a inteligências, psicomotoras e cognitivas[footnoteRef:18]. [18: A complexidade do organismo em respostas aos fatores internos e externos. ( HILL, 1977). ] 
Quando a psicomotricidade envolve a linguagem egocêntrica é necessário que o professor proporcione momentos em que a criança, relate o que sente, o pensa, o que acha como gostaria que fosse sobre determinado tema em elaboração ou no momento de aplicação das dinâmicas ou brincadeiras. Dessa forma haverá um desenvolvimento interativo, na medida de propiciamos a linguagem socialização é contextualizada os reflexos no grupo de crianças, onde o há um desejo de expressar e comunicar uma determinada ideia[footnoteRef:19]. [19: A socialização através da linguagem egocêntrica e os processos de adaptação. (PIAGET, 1956 – 1961).] 
A musicalidade no sentido da psicomotricidade estimula o autoconceito, o desenvolvimento intelectual, a percepção através dos movimentos a linguagem do corpo e reflexos, antecipando o pensamento formal para a realidade vivida, nestes conceitos a metodologia questiona os movimentos e assimetria da realidade em que o corpo é totalmente composto de uma variedade formas de linguagem-ação, e movimento-projetado[footnoteRef:20]. Para Jerome Bruner (1915), a criança estabelece seus conhecimentos na medida em que o meio-ambiente suscita as experiências pré-concebidas e pré-existentes na linguagem do corpo, na linguagem de símbolos, na linguagem em experiências, relacionando ao desenvolvimento intelectual e cognitivo, por meios dos estímulos, inseridos no sistema educacional e social. A experiência social, segundo John Broads Watson (1919–1927), vivenciada na família produzem as relações inter-humanas de sentimentos e emoções, que agrega as características da criança no processo educacional, estimuladas para produzirem capacidades e funções determinantes. O ambiente é essencial para o desenvolvimento humano, seja ela a família-escola, ou sociedade-família. A criança inserida na sociedade, obsorve todos os meios de comunicação, e adaptações aos sistemas e linguagem comunicativa. A escola desaflora o aprendizagem desta criança intermediando os conceitos a realidade como formas e meios complexos ou alternativos para resoluções das dificuldades ou grau assimilativo de aprendizagem. Quando há um ambiente estimulativo, as percepções projeta o pensamento operacional as operações concretas da criança a realidade do ensino[footnoteRef:21]. [20: A inteligência da criança. (PEAGET, 1974, p.138)] [21: Os conceitos teóricos a ações interações da aprendizagem. (PIAGET 1896)] 
9. O som na arte dos meios de transportes 
A arte contextual da musicalidade projetada para o sons dos meios de transporte são fatores que requer não só a dinâmica, mas as demonstrações figurativas que envolvem as cores, as classificações de alto (barulhento), o baixo (agradável), da velocidade, agilidade. É importante frisar que a música poética, diversificada é geradora de construção e analítica pelas linhas da perfeição. Na aprendizagem quanto mais se usa a inércia[footnoteRef:22]·, precisamos de algo concreto que prova a existência destes fatores. Quando se trata da criança, o mesmo busca entender para assimilar algo parecido, vivido, ou visto, nesta parecer é irrevogável, a clareza, da metodologia e as dinâmicas dos fatores representativos, para que a educação não caia na alienação ou rotina. [22: A inércia é uma propriedade geral da matéria] 
As oficinas de sons foram projetadas em áudio, com a contação de histórias, contribuindo para a realidade da criança. Em seguida, algumas atividades representativas com dobradura para a formação de carrinhos, aviões, rodas de carros, motos, trem, navios. Para finalizar as brincadeiras de rodas e trenzinhos com músicas cantadas e acompanhadas pelos gestos, passinhos e voz. 
A oficina em áudio, porque a cada parte da história que determina um meio de transporte o professor solta o som, é impressionante, mas é indescritível a reação do impacto que causa o barulho, a expressão da criança, como ela vê e assimila a barulho, a necessidade de dizer que determinado som é da moto ou carro, o desejo de aprender, de dar seu parecer, de ser ouvido, da própria expressão em demonstrar que ela conhece e sabe que o Pai tem igual, a fato de comparar e relatar alguns fatos acontecidos que relacionam com o meio de transporte, já desde cedo suas experiências

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