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9 DISTÚRBIOS DO METABOLISMO DO CÁLCIO docx

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I 
 
- avaliar osteoporose 
- coluna lombar e quadril total (região de fêmur 
proximal) + região distal do antebraço (pode haver 
um acometimento maior nessa região) 
 
- exame localizatório 
 > marcação * em um nódulo da tireoide 
 > seta aponta para a paratireoide – 
pequena, hipoecoica 
 | geralmente a paratireoide não é vista no 
US – se ela está sendo visualizada, está 
aumentada 
 - obs: pode ser que um paciente com 
hiperparatireoidismo I não possua alterações ao 
US (não haja ainda a visualização da paratireoide) 
 | lembrete: a paratireoide tem variações 
anatômicas e pode estar intramediastinal 
 
TXXIV Larissa Cardeal 
 
 
- visualização da glândula tireoide e das glândulas 
salivares em 10 e 20min > esses órgãos também 
captam o Tc-sestamibi 
 > as tireoides captam e logo descartam o 
sestamibi, permitindo a visualização das 
paratireoides tardiamente 1h e 4h 
 > obs: mesmo que não haja alterações na 
cintilografia, ainda não exclui o 
hiperparatireoidismo I 
 
- localização de paratireoides mediastinais 
 
- a cintilografia óssea não é comumente solicitada 
 > mostra padrão difuso de reabsorção 
óssea 
 > pode ser confundida com imagens de 
metástases ósseas – cuidado!! Pois a absorção 
óssea pode ocorrer em áreas de metástases 
também 
- biópsia óssea nunca é solicitada 
 > i. trabéculas ósseas regulares, osso 
cortical grosso 
 > ii. Ausência de cortical e trabéculas 
ósseas irregulares e rarefeitos 
 
- antes do tratamento do hiperparatireoidismo, 
deve-se tratar a hipercalcemia que, se for grave, 
que trata-se de uma emergência médica 
 > hipercalcemia maior do que 14 – deve-se 
internar o paciente e manejar a hipercalcemia – 
geralmente suspeita-se de neoplasia maligna, 
mas pode ser que ocorra em hiperparatireoidismo 
 > no hiperparatireoidismo, geralmente, a 
hipercalcemia é leve, até 12mg/dL 
| não focar no tto de hipercalcemia 
 
- exérese do adenoma hiperprodutivo que está 
gerando hipercalcemia > feita por um cirurgião de 
cabeça e pescoço, especialista em paratireoides 
 > sintomático (manifestações ósseas e 
renais) 
 > assintomáticos (sem envolvimento ósseo 
e renal) – hipercalcemia razoavelmente elevada 
(>1mg/dl do valor de referência laboratorial); 
osteoporose – T-score <=-2,5 (causa curável de 
osteoporose); se comprometimento da função 
renal e se paciente tiver <50a 
TXXIV Larissa Cardeal 
 
 
 
- nadir de cálcio > menor valor de Ca após 4 a 7d 
PO 
- pode haver recuperação da massa óssea > 
reavaliar após 6m da cirurgia 
 
- menos comum > a principal forma é o 
iatrogênico - opera a tireoide e as paratireoides 
vão embora acidentalmente 
- paciente chega com histórico de câimbras, 
crises convulsivas, hipocalcemia e histórico de 
cirurgia cervical 
| não focar nessa parte 
 
 
 
 
 
TXXIV Larissa Cardeal 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
- raquitismo e osteomalácia são distúrbios da 
mineralização óssea 
TXXIV Larissa Cardeal 
 
 
 | o raquitismo é quando o distúrbio de 
mineralização óssea ocorre na criança – ossos 
mais elásticos, mais flexíveis – baixa estatura, 
arqueamento dos ossos longos, alterações na 
coluna (escoliose) 
 | a osteomalácia é quando o distúrbio de 
mineralização óssea ocorre nos adultos – adulto 
já cresceu, ossos não são mais maleáveis e já não 
há mais cartilagem de crescimento aberta – se 
apresenta principalmente com fraturas | 
importante DD de osteoporose – a osteomalácia 
pode produzir uma osteoporose por deficiência de 
vit. D, por ex (mais comum) 
- distúrbios de mineralização podem envolver 
quaisquer componentes do osso, mas é mais 
comum o envolvimento da porção da matriz 
inorgânica 
 > crianças: deficiência de Ca, de Vit. D, de 
fósforo – raquitismo carencial 
 > adultos: deficiência de vit. D – 
osteomalácia carencial 
 
- queijo, amêndoas, laranja, iogurte, sardinha em 
conserva 
 
- a principal fonte de vit. D é a exposição solar 
- a pele produz 7-DHC, que é convertida a pré-vit 
D que é convertida, posteriormente, em vit. D 
 > a vit. D vai para o fígado, onde é 
transformada em 25-hidroxilase 
 > a vit. D é um precursor do calcitriol - um 
hormônio esteroidal, pois deriva da vit. D 
- a principal fonte de vit. D advém da pele, mas 
pode haver também uma fonte dietética 
- caminhadas curtas podem ser feitas com 
exposição solar (preferir passar pelo sol, com uso 
de proteror solar) 
 
- as estações do ano e o local que o indivíduo 
mora podem influenciar no nível de vit. D 
produzidas por seu organismo 
- pigmentação da pele > quanto mais melanina, 
maior a necessidade de exposição solar para 
produzir quantidade equivalentes de vit. D 
- idosos são população de risco para deficiência 
de vit. D > a pele envelhecida perde um pouco da 
capacidade de produção de vit. D | pode-se dosar 
vit. D nos idosos e essa faixa etária pode 
necessitar de reposição dessa vitamina 
TXXIV Larissa Cardeal 
 
 
 
 
- causas adquiridas são as mais comuns 
 > Sd de má absorção intestinal promove 
perda de vit. D 
- causas genéticas são raras 
 
- muito raro > não focar 
 
- crianças desnutridas podem ter 
desenvolvimento de raquitismo 
 
 
- baixa estatura, arqueamento dos ossos longos, 
fraqueza proximal, rosário raquítico 
(abaulamento da junção costocondral) 
| alopécia (causa de raquitismo genética de 
def. de vit. D associada) 
 
TXXIV Larissa Cardeal 
 
 
- geno valgo, geno varo, baixa estatura, 
deformidades ósseas, desnutrição (carência 
nutricional) 
 
- encurvamento de mmii > osso tem grande carga 
mecânica 
- se criança engatinha, pode haver encurvamento 
dos braços 
 
- arqueamento dos ossos longos 
- alargamento epifisário (formato em taça de 
champagne) 
- atraso da idade óssea 
- linhas de pseudofraturas 
 
- no adulto, o que mais aparece são quadros de 
fraturas, geralmente vertebrais, podendo haver 
fraturas 
- ocorre aumento do osteóide > corte histológico 
evidenciando aumento do osteóide – não ocorre 
mineralização óssea pela deficiência de Ca e vit. D 
 > osso fica fraco e fratura 
 
- melhora da dieta + exposição ao sol + 
suplementos com Ca e vit. C 
- destaque para o raquitismo carencial com 
deficiência de vit. D 
TXXIV Larissa Cardeal 
 
 
 
- fragilidade óssea que irá predispor a fraturas 
- trata-se de uma doença silenciosa > não 
ocasiona dor no paciente 
- há alteração na qualidade e na quantidade de 
massa óssea (quantidade é avaliada pela 
densitometria óssea) 
 > no início, pode não haver alteração na 
densitometria – a fratura, por si só, já pode ser 
critério diagnóstico 
 
- ocorre mais na mulher 
- no estirão, os esteroides sexuais são 
importantes para dar um pico de massa óssea 
(primeiro pico) 
- o impedimento da puberdade pode promover 
prejuízos ósseos e predispor à osteoporose e 
fraturas no futuro 
- por volta dos 20 a 30a, a deposição óssea é 
estabilizada e finalizada, sendo que o homem 
possui maior deposição, tendo um pico de massa 
óssea maior do que na mulher 
- a partir dos 30a, o organismo humano começa 
entrar em uma perda de massa óssea > essa 
perda pode ser desacelerada (hábitos saudáveis, 
atividades físicas, não beber, não fumar, ingestão 
de Ca), mas não impedir 
- a mulher já parte de um ponto de partida mais 
baixo de quantidade de deposição óssea que, 
agora, começa ser perdida e, ao torno dos 50a 
ocorre um fenômeno endócrino, que é a 
menopausa, em que haverá um hipoestrogenismo 
e a deficiência estrogênica acelera a perda de 
massa óssea 
 > por volta dos 65a, a mulher já pode ter 
osteoporose e o homem ainda não chegou nos 
níveis para o desenvolvimento dessa doença 
 > a partir dos 60a passa-se a preocupar 
mais com os homens 
| obs: o consumo de Ca deve ser de 1000mg/dia – 
pelo menos 2 porções de leite e derivados por dia 
 
- há fatores de risco modificáveis e