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9 DISTÚRBIOS DO METABOLISMO DO CÁLCIO docx

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outros não 
modificáveis 
- def. de GH prejudica a deposição de massa óssea 
- aleitamento materno é fundamental para a 
deposição óssea > ingestão adequada de Ca 
- menopausa precoce > redução de estrógeno 
precipitada têm maiores riscos de osteoporose 
- 50% da massa óssea depende de fatores 
genéticos 
- baixo peso é fator de risco também 
- puberdade tardia é fator de risco 
TXXIV Larissa Cardeal 
 
 
- hipogonadismo > hormônios estimulam 
osteoblastogênese – formação de massa óssea 
- def. estrogênica (menopausa <45a, ovariectomia 
bilateral, amenorreia prolongada) 
| sempre orientar o ambiente, sapato de idosos, 
atividade física > prevenção de quedas 
 
- trata-se de uma doença silenciosa, cuja 
manifestação é a fratura 
- buscar diagnóstico precoce visando evitar 
fraturas 
 > fraturas geram diminuição na qualidade 
de vida e aumentam a mortalidade 
(principalmente de fratura de quadril – 
mortalidade ~25% após o 1º ano de fratura) 
- fraturas traumáticas não são associadas a 
osteoporose de forma imediata 
- fraturas patológicas são localizadas, por áreas 
de fragilidade óssea > não são em decorrência de 
osteoporose, mas sim de patologia do osso em 
específico 
- fratura de stress > associada a atletas – esforço 
muscular muito além do preparo ósseo 
- fraturas osteoporóticas > fratura de fragilidade 
– baixa energia traumática 
| importante entender o mecanismo de fratura, 
para avaliar a necessidade de investigação de 
osteoporose ou não 
 > se restarem dúvidas, investigar 
| obs: as fraturas de vértebras (evidenciadas por 
achatamento vertebral pelo Rx da coluna 
(anteroposterio e perfil) é a pior e de maior risco 
e é silenciosa 
 
- leitura da coluna e do fêmur, com indicação do 
terço distal do mmss em casos específicos 
- baixa radiação, pronto de forma rápida 
- a densitometria avalia a quantidade de massa 
óssea por metro quadrado 
 
 
- feita em mulheres >=65a e homens >=70a ou em 
pacientes que possuem os fatores de risco 
- T-score > comparado com pessoa em IO ideal, de 
30a; osteoporose e osteopenia > usadas em 
mulheres peri e pós menopáusicas e homens com 
idade >=50a 
TXXIV Larissa Cardeal 
 
 
- Z-score > comparado a paciente de mesma 
idade; deve-se relacionar alta, ideal ou baixa 
massa óssea > usadas para mulheres pré 
menopáusicas e homens com idade inferior a 50a 
 
- linha = distribuição da população 
- barra cinza = risco de fratura 
- osteopenia > há risco de fratura, mas menos 
intenso 
 > alguns podem ser tratados 
 
- PRIMÁRIA: senil/pós menopausa/homens >70a 
 > redução do estrógeno, aumento de 
citocinas, def. de vit. D (menor exposição solar, 
redução da função renal e hepática, 
envelhecimento da pele), aumento de tecido 
adiposo na medula óssea, menor mobilidade 
| osteoporose em crianças: baixa massa óssea 
com 2 ou + fraturas de ossos longos até 10a ou 
mais 3 fraturas até os 19a 
| no homem, sempre deve-se investigar causas 
secundárias 
 
- deve-se solicitar exames gerais para excluir 
causas de osteoporose secundária 
- os exames específicos para avaliar 
possibilidades de diagnósticos cogitados > não 
feitos para todos os pacientes 
 
- bisfosfonados (alendronato) > principal utilizado 
nos tratamentos 
 > simula hidroxiapatita – aumenta massa 
óssea, mas diminui qualidade óssea 
 > deve ser utilizada por muito tempo 
 > pode prejudicar a função renal 
 > pode-se fazer período de “férias” – 
avaliar como o osso se adequa sem o uso do 
medicamento 
- utilização da ferramenta Fraxx para avaliar 
necessidade de tratamento dos pacientes > para 
pacientes >40a 
TXXIV Larissa Cardeal