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PUERPÉRIO E AMAMENTAÇÃO

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☆ Baixo nível sócio-econômico-cultural. 
 
Prevenção: 
☆ Na cesárea: antibioticoterapia profilática 
 
☆ Reduz a infecção puerperal em 2/3 
 
☆ Dose única de cefalosporina 1ª geração 
 
☆ Ideal é fazer até 30 minutos antes da incisão 
 
Etiopatogenia da infecção puerperal: 
☆ É polimicrobiana (por isso não adianta usar antibiótico de baixo espectro) 
 
Quadro clínico: 
✓ Geral: febre, mal estar geral e pode haver leucocitose. 
✓ Relembrando: nem toda leucocitose sem desvio é infecção, pode ser fisiológico, temos que ver o quadro 
todo. 
☆ Períneo: vulvovaginites: dor perineal, secreção vaginal; 
 
☆ Infecção da episiotomia/laceração: são alterações mais específicas daquele local, podem ser dividas em: simples, 
infecção da fascia, necrose fascial, mionecrose (não vamos entrar nesses detalhes); 
 
☆ Endometrites: infecção do endométrio; 
 
☆ Parametrites: infecção dos paramétrios; 
 
☆ Anexite: infecção dos anexos do útero (tuba, ovário); 
 
☆ Peritonite; 
 
☆ Tromboflebite pélvica: pequenos êmbolos infectados, causando embolites pélvicas infectadas. Devemos suspeitar 
em casos de dor pélvica e febre que não melhoram com 24-48 horas de antibiótico. E nesses casos, devemos associar 
anticoagulação para essas pacientes. 
 
☆ Choque séptico. 
 
Tratamento: 
No geral, devemos internar essas mulheres para fazer o uso de antibióticos de largo espectro. Em infecções 
simples e locais (infecção da laceração) podemos fazer tratamento oral e em casa. Geralmente o tratamento dura de 
7 a 14 dias, dependendo do grau de infecção. 
☆ Dúvida: considera infecção puerperal até quantos dias pós-parto? Até 45 dias pós-parto.