A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
3 pág.
Fichamento 1_A estrutura da personalidade

Pré-visualização | Página 1 de 2

O processo graças ao qual a consciência de
uma pessoa se individualiza ou se diferencia
da de outras é conhecido pelo nome de
individuação;
A meta da individuação é conhecer a si
mesmo tão completamente quanto possível;
ou a autoconsciência;
O início da consciência é também o início da
individuação;
Quanto mais estamos nos individuando, mais
o ego terá condições de trazer o conteúdo
para a consciência;
A história de um indivíduo é a história da
expansão da consciência.
 um todo separado e indivisível
A estrutura da personalidade
A personalidade como um todo é denominada
como psique;
A psique abrange todos os pensamentos,
sentimentos e comportamento, tanto os
conscientes como os inconscientes;
Um pessoa, em primeiro lugar, é um todo;
Jung rejeita a concepção fragmentária da
personalidade, ele já é um todo, ele nasce
como um todo;
A psique compõe-se de numerosos sistemas e
níveis diversificados. Podem-se distinguir 3
níveis na psique:
Consciência;
Inconsciência pessoal e;
Inconsciente coletivo.
A PSIQUE
1.
2.
3.
 
É a única parte da mente conhecida
diretamente pelo indivíduo;
Estas percepções consciente cresce
diariamente por força da aplicação das 4
funções mentais que Jung denominou:
Pensamento;
Sentimento;
Sensação e;
Intuição.
Existem 2 atitudes que determinam a
orientação da mente consciente:
CONSCIÊNCIA
1.
2.
3.
4.
1.Extroversão: orienta a consciência para o
mundo externo, objetivo;
2.Introversão: orienta a consciência para o
mundo interior, subjetivo
PSIQ
U
E
C
O
N
SC
IÊN
C
IA
IN
C
O
N
SC
IEN
TE PESSO
A
IN
C
O
SC
IEN
TE C
O
LETIV
O
4 FUNÇÕES: pensamento,
sentimento, sensação e
intuição
ATITUDE: externo e
introvertida
Organização da mente consciente e que se
compõe de percepções conscientes, de
recordações, pensamento e sentimento;
Desempenha a função básica de vigia da
consciência;
Fornece a personalidade identidade e
continuidade, em vista da seleção e da
eliminação do material psíquico que lhe
permite manter uma qualidade contínua de
coerência na personalidade individual.
O EGO
Nada do que foi experimentado deixa de
existir;
Ficam armazenadas no que Jung denominou
inconsciente pessoal;
É o receptáculo que contém todas as
atividades psíquicas e os conteúdos que não
se harmonizam com a individuação ou função
consciente;
Todas as experiências fracas demais para
atingir a consciência, ou para nela
permanecer, ficam armazenadas no
inconsciente pessoa;
Tem fácil acesso a consciência quando surge
tal necessidade;
Na realidade o inconsciente pessoal
desempenha um papel importante na
produção dos sonhos.
O INCONSCIENTE PESSOAL
A primeira comprovação da existência dos
complexos foi obtida por Jung por meio da
aplicação do teste de associação das palavras;
Quando afirmamos que uma pessoa tem um
complexos queremos dizer que vive tão
intensamente preocupada com uma coisa que
dificilmente consegue pensar noutra;
Um forte complexo é facilmente percebido
por outras pessoas, embora quem o tem talvez
não o perceba
COMPLEXOS
Um pessoa não tem um complexo: o complexo
é que a tem;
Eles podem ser, e frequentemente o são
fontes de inspiração e de impulso, essenciais
para uma realização digna de notas;
Jung chegou a acreditar que têm origem nas
experiências traumáticas da primeira infância
 mas compreendeu que os complexos devem
ter raízes em algo muito mais profundo na
natureza humana que as experiências da primeira
infância.
O ego, como centro da consciência, e o
inconsciente pessoal, como repositório do
material psíquico reprimido, não constituíam
conceitos novos;
O inconsciente coletivo é um reservatório de
imagens latentes em geral denominadas
"imagens primordiais" por Jung;
O homem herda tais imagens do passado
ancestral, passado que inclui todos os
antecessores humanos, bem como os
antecessores pré-humanos ou animais;
O inconsciente coletivo também pode ser
explicado pela mutação ou pela seleção
natural;
Vale dizer: uma mutação ou uma série d e
mutações pode ter como resultado uma
predisposição para temer as serpentes.
O INCONSCIENTE COLETIVO
O ego, como centro da consciência, e o
inconsciente pessoal, como repositório do
material psíquico reprimido, não constituíam
conceitos novos;
O inconsciente coletivo é um reservatório de
imagens latentes em geral denominadas
"imagens primordiais" por Jung;
O homem herda tais imagens do passado
ancestral, passado que inclui todos os
antecessores humanos, bem como os
antecessores pré-humanos ou animais;
O inconsciente coletivo também pode ser
explicado pela mutação ou pela seleção
natural;
Vale dizer: uma mutação ou uma série d e
mutações pode ter como resultado uma
predisposição para temer as serpentes.
O INCONSCIENTE COLETIVO
Os conteúdos do inconsciente coletivo
denominam-se arquétipo;
Existem tantos arquétipos quantas as
situações típicas na vida.
ARQUÉTIPOS
Alguns arquétipos têm uma importância tão
grande na formação de nossa personalidade e
de nossos comportamentos. São os
arquétipos:
Persona
Anima
Animus
Sombra
Eu
Os arquétipos podem formar combinações;
Os arquétipos são universais, isto é, todos
herdam as mesmas imagens arquétipos
básicas;
Agindo como centro de um complexo, o
arquétipo funciona como um imã, atraindo
para si experiências significativas a fim de
formar um complexo;
O complexo torna-se cada vez mais forte em
virtude de acumulação de novos materiais, até
adquirir força suficiente para forçar um
caminho para a consciência.
ARQUÉTIPOS
1.
2.
3.
4.
5.
PERSONA
A palavra persona significa originalmente
uma máscara usada por um ator e que lhe
permitia compor uma determinada
personagem numa peça;
Dá a um indivíduo a possibilidade de compor
uma personagem que necessariamente não
seja ele mesmo;
Persona é a máscara ou fachada ostentada
publicamente com a intenção de provocar
uma impressão favorável a fim do que a
sociedade o aceite;
Também pode ser denominada arquétipo de
conformidade;
Uma pessoa pode usar mais de uma máscara;
Este indivíduo está simplesmente
conformando-se de diferentes maneiras a
situações diversas;
A persona faz parte da existência humana
encontrar a sua expressão, preferencialmente
de forma modesta.
A ANIMA E O ANIMUS
Jung qualificou a persona de "face externa" da
psique por ser esta a face vista pelo mundo;
A "face interna", deu o nome de anima nos
homens e animus nas mulheres;
O arquétipo de anima constitui a lado
feminino da psique masculina; o arquétipo de
animus compõe o lado masculino da psique
feminina;
O desequilíbrio entre persona e a anima, ou
animus, pode ter como corolário o
desencadeamento de uma rebelião da anima
ou do animus, caso em que a pessoa reage
exageradamente.
SOMBRA
Há um outro arquétipo que representa o
gênero da pessoa que influi em suas relações
com pessoas do próprio sexo, Jung deu a este
arquétipo o nome sombra;
A sombra é persistente;
Quando o ego e a sombra trabalham em
perfeita harmonia, a pessoa sente-se cheia de
vida e de energia;
O ego canaliza, em lugar de obstruir, as forças
emanadas dos instintos;
A consciência expande-se e a atividade mental
fica cheia de vivacidade e vitalidade;
A sombra é dotada de um extraordinário
poder de resistência: nunca é vencida;
A sombra reprimida revida, mergulhando as
nações em implacáveis derramamento de
sangue.
O SELF
É o principal arquétipo do inconsciente
coletivo;
É o arquétipo da ordem, da organização e da
unificação; atrai a si e harmoniza os demais
arquétipos e suas atuações nos complexos e
na consciência, une a personalidade,
conferindo-lhe um senso de unidade e
firmeza;
O arquétipo do self só se torna evidente na
maturidade, visto se preciso que a
personalidade chegue ao pleno
desenvolvimento para que o self possa tornar-
se manifesto de modo mais ou menos
completo;
É preciso que tudo se torne consciente para
que se processe o efeito de individuação da
personalidade;
Pode ser descrito como um fator interno de
orientação, bastante diferente de nosso ego
consciente exterior. O self tem a capacidade
de regular ou governar e de influenciar a
personalidade;
Através do desenvolvimento do self, o