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6- AUDIENCIA INSTRUÇÃO

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AUDIENCIA INSTRUÇÃO E JULGAMENTO
COMARCA: COMARCA DE CAMPO GRANDE		VARA: 4ª VARA CRIMINAL RESIDUAL
AUTOR: Ministério público do estado	ADV: Marcus Vinicius Tieppo Rodriguês.
RÉU: Allan Cruz da Macena	ADV: Fabio Odacir Marinho de Rezende
NATUREZA DA AÇÃO: ação penal pública incondicionada
TIPO PENAL: furto qualificado - resistência - desobediência
Nº PROCESSO: 0040050-65.2017.8.12
PARTICIPAÇÃO DO MINISTERIO PUBLICO: (x)sim ( )não
PARTICIPAÇÃO DE ASSISTENTE DE ACUSAÇÃO: ( )sim (x)não
PARTICIPAÇÃO DE PERITOS E ASSISTENTES TÉCNICOS: ( )sim (x)não
TEST. A/: (x)sim ( )não 		QUANTAS: 5
TESTE. D/: ( )sim (x)não		QUANTAS: ____
INTERROGATÓRIO: (x)sim ( )não
DEBATES/SUSTENTAÇÕES OU MEMORIAIS: ( )sim (x)não
DESIGNAÇÃO DE DATA PARA NOVA AUDIENCIA: (x)sim ( )não
SENTENÇA EM AUDIENCIA: ( )sim (x)não
OUTRAS OCORENCIAS NOTADAS PELO ESTAGIARIO: O ministério publico desistiu da oitiva da testemunha Glauber Alves Rodrigues.
RELATO DO ANDAMENTO DA AUDIENCIA: 
Trata – se de uma audiência de furto qualificado onde Allan Cruz da Macena teria invadido uma residência e teria subtraído para si vários objetos, dentre eles um aparelho de celular a Samsung, um GPS, dois coldres, um carregador de pistola, um molho de chaves, um par de tênis, uma mochila da vítima Luis Mario Correa Farias que estava viajando no momento da ocorrência. 
Aberta a audiência a juíza chamou a vitima para prestar depoimento, o mesmo é policial e estava viajando no momento do ocorrido. A vítima descreveu que quando o imóvel foi invadido ele estava vazio, era um feriado e estava viajando para ponta porã, e apenas notou o arrombamento quando retornou e viu que o apartamento estava todo revirado, disse que deu falta apenas destes itens. O réu teria pulado o muro e entrado pela janela. Descreveu que recuperou os itens após o roubo. Relatou também que obteve informações graças ao celular Samsung que Allan teria vendido para o cunhado dele, e impressões digitais que estavam pelo imóvel e deram positivo para Allan. Segundo ele o réu teria confessado o crime. As munições estariam com um tal de ‘‘Anderson Bandido’’. Todos os itens do furto foram recuperados pois o réu teria confessado o paradeiro dos objetos. 
Após foi ouvida a testemunha o policial Clodoaldo Silva Pereira, segundo ele após terem recebido a informações de que o aparelho furtado estaria com uma pessoa de nome Cleiton e este disse que tinha comprado de Allan o celular, e logo após já foram para outra residência para autuar o réu, que confessou o paradeiro das munições e que teria praticado o furto.
Em seguida foi ouvido o Policial Civil Juliano Cesar Marques, que relatou que ocorreu esse furto e que teriam tido informações de onde estaria o celular furtado da vítima, a partir dele encontraram o réu Allan que confessou o furto e informou onde estariam os outros objetos furtados. Disse também que houve perícia no local onde encontraram uma impressão digital do réu. 
Logo após foi ouvida a testemunha, Vander Felipe Da silva Gumercindo, amigo do réu. Este afirmou que soube dos fatos na hora que ocorreu. Que Allan chegou em casa e disse que tinha um celular para vender que seria da mãe dele, que Vander teria feito o intermédio para venda do celular para Cleiton. Disse que não sabia dos fatos e que só ficou sabendo quando a policia entrou em contato. Que houve resistência por parte de Allan na hora da abordagem. 
Após a testemunha Kleiton Vasques de Alvarenga, que afirmou ter comprado o celular Samsung que havia sido furtado pelo Allan, mas que não sabia que era objeto de furto, que Vander havia oferecido o celular para ele primeiro, após Allan teria oferecido também, e disse que o celular era da mãe dele, e que precisava vender para comprar medicamentos para a mesma. Que não sabia que Allan teria feito o furto. Que não sabia das munições ou dos coldres roubados. 
Anderson Araújo Paes também foi ouvido, este disse que morava perto da casa de Allan, este havia recebido as munições e os coldres do mesmo, e que ele deveria guardar estas. Este disse que só ficou sabendo da origem destas quando a polícia as veio buscar. 
E por último o réu Allan Cruz da Macena, que aceitou responder as perguntas. Este já havia sido condenado por trafico de drogas. Trabalhava com a mãe em serviços gerais. Ele afirmou que pulou o muro estourou a janela e subtraiu os objetos, que estava sobre efeito de entorpecentes e álcool, que deixou os itens furtados na casa de Kleiton, e deixou as munições e os coldres na casa do Anderson. Por fim confessou a pratica do crime.
O Ministério Publico requereu a juntada de dois laudos, o exame de corpo de delito e a pericia do local do crime. 
Sem mais encerrou – se a audiência.

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