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ATIVIVIDADE 1 sistema urbanos de agua e esgoto charles

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UNIVERSIDADE POTIGUAR – UnP 
ESCOLA DE CIENCIAS EXATAS E TECNOLOGIA 
CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL 
POLO: LIMOEIRO DO NORTE-CE 
 
DISCIPLINA: SISTEMAS URBANOS DE ÁGUA E ESGOTO 
– TURMA 2021.2 
PROFESSOR(A)/TUTOR(A): Gabriel Freitas 
ALUNO: CHARLES ANDERSON SILVA COSTA - 201817899 
ATIVIDADE 1 
 O c o n s u m o m é d i o p e r c a p i t a d e á g u a ( c p q ) é o c o n s u m o m é d i o d i á r i o p o r i n d i v í d u o 
d e u m a c i d a d e o u p o p u l a ç ã o , s a t i s f a z e n d o o s c o n s u m o s d o m é s t i c o s , c o m e r c i a l , 
p ú b l i c o e i n d u s t r i a l . E s s e v a l o r é u s a d o p a r a o d i m e n s i o n a m e n t o d e s i s t e m a s d e 
a b a s t e c i m e n t o d e á g u a , a m p l i a ç õ e s e a t i v i d a d e s o p e r a c i o n a i s . 
 V e j a o s e g u i n t e t e x t o d o S i s t e m a N a c i o n a l d e I n f o r m a ç õ e s s o b r e S a n e a m e n t o 
( S N I S ) s o b r e o c p q d a C i d a d e d e R i o d e J a n e i r o . 
 “ [ . . . ] c h a m a a a t e n ç ã o o c o n s u m o m é d i o p e r c a p i t a d e á g u a n o e s t a d o d o R i o d e 
J a n e i r o , s e m p r e b a s t a n t e e l e v a d o q u a n d o c o m p a r a d o c o m a s d e m a i s U n i d a d e s d a 
F e d e r a ç ã o . C o m 2 5 4 , 9 l / h a b . / d i a e m 2 0 1 8 , o e s t a d o a p r e s e n t a v a l o r 3 9 , 6 % a c i m a d a 
m é d i a d a m a c r o r r e g i ã o S u d e s t e e 6 4 , 6 % a c i m a d a m é d i a d o p a í s . A s s i m c o m o n o s 
a n o s a n t e r i o r e s , e m 2 0 1 8 , o v a l o r d o e s t a d o é f o r t e m e n t e i n f l u e n c i a d o p e l o c o n s u m o 
m é d i o p e r c a p i t a d a C o m p a n h i a E s t a d u a l d e Á g u a s e E s g o t o s d o R i o d e J a n e i r o 
( C E D A E / R J ) , i g u a l a 2 8 1 , 9 l / h a b . / d i a ” ( B R A S I L , 2 0 1 9 , p . 7 4 - 7 5 ) . 
 B R A S I L . M i n i s t é r i o d o D e s e n v o l v i m e n t o R e g i o n a l . S e c r e t a r i a N a c i o n a l d e 
S a n e a m e n t o . S i s t e m a N a c i o n a l d e I n f o r m a ç õ e s s o b r e S a n e a m e n t o : 2 4 º D i a g n ó s t i co 
d o s S e r v i ç o s d e Á g u a e E s g o t o s – 2 0 1 8 . B r a s í l i a : S N S / M D R , 2 0 1 9 . D i s p o n í v e l e m : 
h t t p : / / w w w . s n i s . g o v . b r / d o w n l o a d s / d i a g n o s t i c o s / a e / 2 0 1 8 / D i a g n o s t i c o _ A E 2 0 1 8 . p d f . 
A c e s s o e m : 1 5 a b r . 2 0 2 0 . 
C o m a s i t u a ç ã o a p r e s e n t a d a s o b r e o a l t o c o n s u m o p e r c a p i t a d a c i d a d e d e R i o d e 
J a n e i r o , d i s s e r t e c o m o o e s t a d o d e c o n s e r v a ç ã o d o s i s t e m a d e a b a s t e c i m e n t o , a i d a d e 
d a s c o n s t r u ç õ e s e o t i p o d e a t i v i d a d e s e c o n ô m i c a s p o d e m e s t a r r e l a c i o n a d o s a e s s a 
s i t u a ç ã o . A o e n v i a r e s t e r e l a t ó r i o , v o c ê c o n c o r d a : ( 1 ) q u e e s t á e n v i a n d o e s t e 
r e l a t ó r i o p a r a s e r u s a d o e a r m a z e n a d o c o m o p a r t e d o s s e r v i ç o s d o S a f e A s s i g n ™ , d e 
a c o r d o c o m P o l í t i c a d e p r i v a c i d a d e d a B l a c k b o a r d ; ( 2 ) q u e s u a i n s t i t u i ç ã o p o d e u s a r 
s e u r e l a t ó r i o d e a c o r d o c o m a s p o l í t i c a s d a i n s t i t u i ç ã o ; e ( 3 ) q u e s e u u s o d o 
S a f e A s s i g n s e d a r á s e m d i r e i t o a r e c u r s o c o n t r a a B l a c k b o a r d I n c . e s u a s a f i l i a d a s . 
 
RESPOSTA: 
A impor tância de se ter manutenções prevent ivas no s i s tema de 
abas tec imento de água potável que abas tece uma determinada 
população , faz com que o es tado de conservação desse s i s tema tenha 
uma aumento de ef icácia , gerando menos perdas , t an to de carga quanto 
do produto em s i “água” , fazer sempre reparos e t rocas prevent ivas são 
t rabalhos essencia is para se ter uma maior ef icácia do s i s tema, que 
desde o manancia l passando pela ETA (es tação de t ra tame nto de água) , 
seguindo em sua rede de d i s t r ibuição , armazenando em seus 
reservatór ios de abas tec imento , a té a chegada ao consumidor f inal . 
Esse t ra je to que é fundamenta l para o abas tec imento de água potável , 
de uma população , es tá d i re tament e l igado ao consumo p or cabeça “per 
capta” de uma c idade . 
No caso do Rio de Janei ro (capi ta l ) onde é cons iderado a c idade que 
tem maior consumo de água potável no Bras i l , p reci sar o que rea lme nte 
ocorre a l i é um missão d i f íc i l , mas podemos apontar a lgumas 
poss ibi l idades : es ta c idade é a mais tur í s t ica do nosso país , sua rede 
de hote lar ia es tá sempre cheia , o ano todo , e esse segmento detém um 
al to consumo de água por hospede, out ro fa tor ser ia também a rede 
gas t ronômica que tem sua parcela de consumo al ta também; se fa larmos 
que o Rio de J anei ro fo i nossa capi ta l imper ial e o s i s tema de 
abas tec imento de água tem in íc io a l i a t ravés dos chafar izes em alguns 
locais , como alguns aquedutos , onde poster iormente fora fe i ta a lgumas 
ins ta lações subter râneas para o abas tec imento de a lguns bai r ros que 
pers i s tem até hoje , essas ins ta lações , gerando sua parcela de perda de 
carga e água também; suas comunidades que tem uma dens idade 
populacional mui to grande , onde em sua maior i a são local izadas em 
morros e encos tas , l evando o s i s tema de abas tec imento a ter que 
aumentar a pressão in terna , provocando em mui tos casos o rompimento 
do mesmo, provavelmente causado pelos inúmeros caso s de l igações 
c landes t inas na rede , que é a lgo recorre nte nesses locais . Tudo i sso , 
pode es tar re lac ionado e fazendo com que o Rio de J anei ro se ja o 
campeão de consumo de água no Brasi l .