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PROTOCOLOS SAV – AEROMÉDICO
AERO1 Atribuições e responsabilidades específi cas da equipe aeromédica
AERO 2 Critérios gerais de indicação de missão aeromédica: transporte inter-hospitalar
AERO 3 Preparo da missão aeromédica
AERO 4 Segurança operacional
AERO 5 Aspectos do manejo clínico
AERO 6 Transporte aeromédico neonatal de alto risco Em fi nalização
AERO 7
AERO 8
Sumário
Protocolo Samu 192
SUPORTE AVANÇADO DE VIDA
11/11Elaboração: Agosto/2014 Revisão: Fevereiro/2016
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Protocolo Samu 192
SUPORTE AVANÇADO DE VIDA
PROTOCOLOS SBV EMERGÊNCIAS CLÍNICAS
AESP Atividade Elétrica Sem Pulso
AM Ambulância
APH Atendimento pré-hospitalar 
AVC Acidente vascular cerebral 
BVM Bolsa-valva-máscara
DEA Desfi brilador Externo Automático 
EAP Edema Agudo de Pulmão
ECG Eletrocardiograma
EPI Equipamento de proteção individual 
FV Fibrilação Ventricular
HAS Hipertensão arterial sistêmica 
IAM Infarto agudo do miocárdio 
IM Intramuscular 
IO Intraóssea 
IOT Intubação orotraqueal
IV Intravenoso 
KED Kendrick Extrication Device 
MMII Membros Inferiores 
MMSS Membros Superiores 
MV Murmúrio vesicular
OVACE Obstrução de vias aéreas por corpo estranho 
PAS Pressão arterial sistólica
PAD Pressão arterial diastólica
PCR Parada cardiorrespiratória 
PR Parada respiratória 
PIC Pressão intracraniana 
RCP Ressucitação cardiopulmonar 
RL Ringer lactato
SAMU Serviço de Atendimento Móvel de Urgência 
SAMPLA Sinais vitais, alergias, medicamentos em uso, passado médico, líquidos e alimentos, 
ambiente.
SatO2 Saturação de oxigênio
Lista de Siglas
1/2Elaboração: Agosto/2014 Revisão: Outubro/2014
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2/2Elaboração: Agosto/2014 Revisão: Outubro/2014
SAV Suporte Avançado à Vida 
SBV Suporte Básico à Vida 
TAx Temperatura axilar
TEP Tromboembolismo Pulmonar
TVSP Taquicardia Ventricular Sem Pulso
TCE Traumatismo cranioencefálico 
TRM Traumatismo raquimedular 
VA Vias aéreas 
3S Segurança de cena, Segurança do paciente, Biossegurança
Protocolo Samu 192
SUPORTE AVANÇADO DE VIDA
Lista de Siglas
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SAV
Clínico
AC
C
lín
ic
o
AGO
ATox
AMV
AERO
BGO
BTox
BMV
MOTO
SUPORTE AVANÇADO DE VIDA
Protocolo Samu 192
Emergências Clínicas
Quando suspeitar ou critérios de inclusão: 
Em toda abordagem de pacientes com agravo clínico.
Conduta
1. Avaliar a responsividade (chamar o paciente) e expansão torácica:
• Se não responsivo e sem movimentos respiratórios, checar pulso central: 
• Se pulso ausente, iniciar (Protocolo AC5) (PCR); 
• Se pulso presente, abrir VA e iniciar suporte ventilatório (Protocolo AC4).
• Se não responsivo com movimentos respiratórios: garantir a permeabilidade de via aérea e considerar 
suporte ventilatório; e
• Se responsivo, prosseguir avaliação.
2. Avaliar permeabilidade de via aérea (VA) e corrigir situações de risco com: hiperextensão da 
cabeça e elevação do queixo, cânula orofaríngea, aspiração, retirada de próteses e via aérea 
defi nitiva, se necessário.
3. Avaliar ventilação:
• Padrão ventilatório;
• Simetria torácica;
• Frequência respiratória;
• Presença e simetria de murmúrio vesicular (MV);
• Considerar a administração de O2; e• Considerar suporte ventilatório (máscara com reservatório, bolsa valva-máscara, dispositivos supraglóticos 
ou IOT).
4. Avaliar estado circulatório:
• Presença de hemorragias externas de natureza não traumática;
• Pulsos periféricos ou centrais: frequência, ritmo, amplitude, simetria;
• Tempo de enchimento capilar;
• Pele: coloração e temperatura;
• Na presença de sangramento ativo, considerar compressão direta, se possível; e
• Na presença de instabilidade hemodinâmica, avaliar necessidade de reposição volêmica e/ou 
• Uso de drogas vasoativas. 
5. Avaliar estado neurológico:
• Escala de Coma de Glasgow;
• Avaliação pupilar: foto-reatividade e simetria.
AC1 - Avaliação primária do paciente (agravo clínico)
• Considerar os 3 “S” (Protocolos PE1, PE2, PE3).
• O objetivo da avaliação primária é identifi car e corrigir situações de risco imediato de morte. 
Considera-se crítico todo paciente que apresentar alterações signifi cativas em qualquer etapa da 
avaliação.
• Se o paciente for considerado crítico, o tempo de permanência na cena deve ser o mínimo possível.
• Para realizar permeabilidade de VA: considerar o uso de manobras manuais e o uso de dispositivos 
de abertura de via aérea.
• Repetir avaliação primária durante o transporte.
Observação:
1/1
AC1 - Avaliação primária do paciente (agravo clínico)
Este protocolo foi pautado nas mais recentes evidências científi cas disponíveis. 
Adaptações são permitidas de acordo com as particularidades dos serviços. 
Elaboração: Agosto/2014 
Revisão: Março/2015
AC1
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SUPORTE AVANÇADO DE VIDA
Protocolo Samu 192
Emergências Clínicas
Quando suspeitar ou critérios de inclusão 
Em toda abordagem de pacientes com agravo clínico, após a realização da Avaliação Primária e das 
intervenções específi cas.
Conduta
1. Realizar entrevista SAMPLA (com o paciente, familiares ou terceiros):
• Nome e idade;
• Queixa principal;
• S: verifi cação dos sinais vitais:
• Respiração (frequência, ritmo e amplitude);
• Pulso (frequência, ritmo e amplitude);
• Pressão arterial; e
• Pele (temperatura, cor, turgor e umidade).
• A: história de alergias;
• M: medicamentos em uso e/ou tratamentos em curso;
• P: passado médico – problemas de saúde ou doença prévia;
• L: horário da última ingestão de líquidos ou alimentos; e
• A: ambiente do evento.
2. Realizar avaliação complementar:
• Monitorar a oximetria de pulso, se disponível; e
• Avaliar glicemia capilar, se disponível.
3. Realizar o exame da cabeça aos pés:
Cabeça e face:
• Inspecionar e palpar o couro cabeludo, orelhas, ossos da face, olhos, pupilas (verifi car diâmetro, reação 
à luz e simetria pupilar), nariz, boca; e
• Observar alterações na coloração e temperatura da pele.
Pescoço:
• Avaliar região anterior e posterior; e
• Avaliar, em especial, se há distensão das veias jugulares e/ou desvio de traqueia.
Tórax:
• Observar, em especial, se há uso de musculatura acessória, tiragem intercostal e de fúrcula, movimentos 
assimétricos, presença de ruídos adventícios e alteração da ausculta de murmúrios vesiculares.
Abdome:
• Observar dor ao rechaço e/ou abdome distendido, abdome em tábua, presença de visceromegalias.
Pelve:
• Observar formato da região, realizar palpação das cristas ilíacas na busca de dor e potencial 
instabilidade (pacientes com agravo clínico súbito podem sofrer quedas associadamente), realizando os 
dois testes de pressão bilateral (látero-medial e ântero-posterior); e
• sangramentos, principalmente através de orifícios naturais.
Membros superiores:
AC2 - Avaliação secundária do paciente (agravo clínico)
AC2
1/2
AC2 - Avaliação secundária do paciente (agravo clínico)
Este protocolo foi pautado nas mais recentes evidências científi cas disponíveis. 
Adaptações são permitidas de acordo com as particularidades dos serviços. 
Elaboração: Agosto/2014 
Revisão: Março/2015
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Protocolo Samu 192
Emergências Clínicas
SUPORTE AVANÇADO DE VIDA
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AC2 - Avaliação secundária do paciente (agravo clínico)
Este protocolo foi pautado nas mais recentes evidências científi cas disponíveis. 
Adaptações são permitidas de acordo com as particularidades dos serviços. 
Elaboração: Agosto/2014 
Revisão: Março/2015
AC2
• Considerar os 3 “S” (Protocolos PE1, PE2, PE3).
• A avaliação secundária é importante, porém não obrigatória, principalmente nos pacientes críticos ou 
se sua realização implicar em atraso de transporte.
• Objetivo específi co da avaliação secundária: localizar alterações na cor da pele ou mucosas, 
assimetrias morfológicas,
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