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Aula 6 Próteses

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PARA MEMBROS
INFERIORES
As próteses biônicas para membros inferiores promovem uma infinidade de possibilidades
funcionais, desde o ato de caminhar mais próximo do natural, até práticas de esportes radicais,
como trilhas ecológicas e escaladas. Isso se deve ao desenvolvimento de sistemas
mioelétricos parecidos com o que é utilizado para desenvolvimento da mão. As próteses para
membro inferior podem ser utilizadas nestes níveis:
Os dispositivos são desenvolvidos com tecnologias capazes de reconhecer o que o paciente
está fazendo, desde um simples descanso numa poltrona até um salto entre obstáculos. Isso
se deve aos eletrodos que funcionam como uma espécie de sensores, tornando a prótese
capaz de interceptar uma atividade específica e se ajustar. O objetivo é facilitar o usuário no dia
a dia, além de promover mais segurança. Existem casos em que as próteses são à prova
d’água, permitindo que o usuário se locomova com água em nível acima da cintura. O
dispositivo é capaz de interpretar essa condição e se ajusta para alterar sua resistência e
realizar um movimento mais próximo do natural.
O papel do fisioterapeuta é fundamental para que a utilização das próteses biônicas tenha
resultados satisfatórios; é sua função ajudar o paciente a restabelecer sua funcionalidade,
mediante treinamentos específicos para cada tarefa – como subir e descer uma escada, ou
pegar objetos –, além de estimulá-lo a recuperar a confiança em si mesmo.
PRÓTESES BIÔNICAS NA AMPUTAÇÃO
Neste vídeo, o especialista apresentará aspectos importantes das próteses biônicas e seus
objetivos em indivíduos amputados.
VEM QUE EU TE EXPLICO!
O sinal mioelétrico
Próteses biônicas para a mão
VERIFICANDO O APRENDIZADO
CONSIDERAÇÕES FINAIS
As próteses, utilizadas desde o Egito antigo, têm como característica comum propiciar a
funcionalidade de segmento do corpo acometido por doença, trauma ou amputação.
A maior longevidade da população mundial faz com que algumas patologias, como as
osteoartrites, acometam cada vez mais pessoas. Permitir que aliviem a dor e suas
incapacidades é o papel desempenhado pelas próteses articulares, contribuindo para melhorar
a qualidade de vida e o bem-estar de quem delas faz uso. E o fisioterapeuta? Ele desempenha
uma importante função, tanto no preparo para a cirurgia como no pós-operatório, sendo sua
atuação fundamental para a melhor recuperação do paciente.
Neste estudo, você viu que a evolução protética avança a passos largos. Com mãos biônicas,
hoje é possível realizar movimentos complexos, os quais nenhum outro animal é capaz de
realizar, como o movimento de oponência tenar (pinça). Existem também protótipos capazes de
sentir alterações de temperatura e pressão; eles se adaptam a tais condições para fornecer ao
usuário maior liberdade e segurança. Os fisioterapeutas precisam acompanhar essa evolução
CONCLUSÃO
tecnológica e lançar mão de técnicas próprias à preparação do coto dos pacientes,
reeducando-os para uso desses novos dispositivos.
 PODCAST
Neste podcast, o especialista apresentará o que é uma prótese, e como elas se
desenvolveram, desde os primeiros indícios no Egito Antigo até os dias atuais, com as próteses
biônicas.
AVALIAÇÃO DO TEMA:
REFERÊNCIAS
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and Knee Arthroplasty. [s.l.] Inglaterra: InTech, 2012.
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studies at 10-year follow-up. In: Journal of Shoulder and Elbow Surgery, v. 30, n. 6, p. 1423–
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FISCHER, P. et al. Total wrist arthroplasty: a 10-year follow-up. In: Journal of Hand Surgery,
v. 45, n. 8, p. 780, 2020.
JUNIOR, E.A. et al. Prótese mioelétrica para membro superior. Monografia de conclusão de
curso de Engenharia Mecânica. USF. Campinas, 2016. Consultado na internet em: 23 nov.
2021.
LEITE, J. M. C. Desenvolvimento da metodologia de projeto e fabrico de próteses
articulares. Dissertação de Mestrado Integrado em Engenharia Mecânica. U.PORTO/FEUP,
2014. Consultado na internet em: 23 nov. 2021.
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Confecção e manutenção de órteses, próteses e meios
auxiliares de locomoção. [s.l: s.n.], 2013
MOULTON, L. S.; GIDDINS, G. E. B. Distal radio-ulnar implant arthroplasty: a systematic
review. In: Journal of Hand Surgery: European Volume, v. 42, n. 8, p. 827–838, 2017.
VERONESE, N.; MAGGI, S. Epidemiology and social costs of hip fracture. In: Injury, v. 49,
n. 8, p. 1458–1460, ago. 2018.
EXPLORE+
O artigo Perfil dos pacientes submetidos à artroplastia do quadril em hospital de ensino,
de Vania Regina Goveia e colaboradores, publicado em 2015 na Revista do Colégio
Brasileiro de Cirurgiões, objetiva caracterizar o perfil epidemiológico de pacientes
submetidos à artroplastia do quadril, primária ou de revisão. Acesse a revista na internet
e leia o artigo na íntegra. Vale a pena!
CONTEUDISTA
Pedro Pena
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