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Relações útero-fetais
Mariana Tiemi Okamoto Kamei
tiemikamei@gmail.com
TXVI
11/08/2022
Dr. Fabio
Atitude
Relação entre as diversas partes fetais
Eixo fetal: 25cm
Situação
Relação entre maior eixo uterino e maior eixo fetal
A e B podem passar na pelve menor, mas C não, com
o bebê nessa posição, ele só pode ser cesárea. Em C
ele não consegue mais mudar de posição pois o
líquido amniótico diminui, de forma que ele não
consegue mais se movimentar.
Apresentação
Região fetal que ocupa o estreito superior e nele vai
se insinuar
Definida após o 6° mês - começa a ficar fixa e não se
modifica mais
Situação longitudinal:
Apresentação cefálica
Apresentação pélvica
Situação transversa:
Apresentação córmica
Flexão completa - mais comum, sentimos o lâmbda.
Três graus de deflexão:
● Defletida de 1° grau - apresentação de
bregma - sentimos o losango - bregma -
normalmente não é um problema pois no
nascimento acaba fletindo a cabeça. Bregma
● Defletido de 2° grau - Apresentação de
fronte - não nasce, porque o diâmetro de
insinuação é o maior (occipitomentoniano)
13 cm. Sentimos a glabela. Glabela
● Defletido de 3° grau - apresentação de face -
encontramos o rosto do bebê, então o
diâmetro do colo cefálico é hiobregmático,
9,5cm, que é o mesmo que a flexão completa
- demora um pouco a nascer. Mento
Acavalamento dos ossos da cabeça do bebê - Sinal
do compasso. Não conseguimos sentir a fontanela,
só a sutura sagital e a lambdóide. É fisiológico
mailto:tiemikamei@gmail.com
Estatisticamente a apresentação pélvica não é
comum.
A - Apresentação pélvica incompleta -
circunferência sacro femural.
B - Posição do Buda - Apresentação pélvica
completa - sacro tibial.
C - Modo de pé - dá tempo de fazer cesárea.
Ombro se apresenta no estreito superior - situação
transversa, apresentação córmica. Sempre vai para
a cesariana.
A nomenclatura é sempre pelo feto
Acrômio (Direito ou esquerdo que se projeta no
estreito superior) e o dorso da criança, virado
anteriormente ou posteriormente.
ADA ADP
Determinantes da apresentação
Conversão uterina (20° semana) - Quando o útero
passa da forma esférica para cilíndrica, que é mais
fácil para o bebê ficar na posição longitudinal.
Teorias:
● Gravitação (Aristóteles)
● Acomodação (Pajot) - todo corpo esférico
tenta acomodar no sentido longitudinal.
Contração
● Localização placentária (Stevenson) -
quando temos a placenta localizada nas
laterais do útero, favorece a
longitudinalidade, mas se a placenta estiver
em localização fúndica ou de inserção baixa
(prévia) favorece a posição transversa.
Direita ou esquerda da mãe.
Nomenclatura
A. Ponto de referência da apresentação
B. Posição (direta ou esquerda da mãe)
C. Variedade de posição (anterior, posterior,
transversa)
Ex: OEA, ODP, SEA, SDA, OP, OS, etc.
Pontos de referência materno - de acordo com o
lâmbda.
Ao fazer o exame de toque, os pontos em cima
(Anterior), eminência iliopectínea D e E . Os pontos
embaixo (Posterior) são as articulações sacroilíacas,
do lado D e E.
ODA - occipito direita anterior
OEP - occipito esquerda posterior
ODA ODT ODP
OEA OET OEP
OEA é a mais frequente. 1° oblíquo
MDA MDP MEA
SEA SEP

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