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Artrite Reumatoide

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Artrite Reumatoide (AR)
AULA 2021
https://www.youtube.com/watch?v=HLKd2wiGF6s
https://www.youtube.com/watch?v=CUAOPFlkhLE
TÓPICOS DA AULA
CONCEITO
ETIOLOGIA
EPIDEMIOLOGIA
QUADRO CLÍNICO
COMPLICAÇÕES ARTICULARES E EXTRARTICULARES
DIAGNÓSTICO
CLASSIFICAÇÃO COM BASE NO FR
TRATAMENTO (FARMACOLÓGICO E NÃO FARMACOLÓGICO)
PLANEJAMENTO DA AULA
LEITURA PRÉVIA
AULA EXPOSITIVA
RESOLUÇÃO DO ESTUDO DIRIGIDO
ARTRITE REUMATOIDE (AR)??
A artrite reumatoide é uma doença crônica, sistêmica, inflamatória, autoimune, que se caracteriza principalmente pelo comprometimento da membrana que recobre as articulações; no curso da doença, se não diagnosticada e tratada adequadamente, pode levar à incapacitação física.
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NÓDULO REUMATOIDE CLÁSSICO
DESVIO ULNAR/ DEDOS EM VENTANIA
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RELATO DE PACIENTE COM AR
 ”Enfermeira P.C descobriu a doença aos 26 anos e teve que se aposentar aos 32: agora, está se preparando para voltar ao mercado de trabalho. Ela ainda relata que sentia dor, inchaço, rigidez e, com o passar do tempo, perda da função articular, fadiga e fraqueza geral. A descoberta foi um choque para a jovem de 26 anos, mãe de um filho pequeno, dois empregos e muitos planos em mente. Consegui descobrir o que tinha em apenas seis meses. A média de tempo para se obter o diagnóstico de artrite reumatoide é de quatro anos.”
Vídeo para casa
TEMPO: 24 min
https://www.youtube.com/watch?v=HVSqV5sriKY
EXIBIR: https://www.youtube.com/watch?v=mdBsfeFz1c0
TEMPO: 10 min
Etiologia (MULTIFATORIAL)
Autoimune
Fatores genéticos/ Hereditários
Fatores ambientais (TABAGISMO, periodontite, disbiose intestinal, infecções)
É influenciado por fatores hormonais, ambientais e imunológicos, que atuam em conjunto sobre indivíduos geneticamente suscetíveis. Tabagismo.
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Epidemiologia
Mais comum em mulheres (3:1) 
30 – 60 anos; pico da doença
0,5 a 1,5% da população mundial adulta (é comum na população)
Também acomete em menor incidência crianças e adolescentes (artrite reumatoide juvenil)
QUANDO ACOMETE CRIANÇAS E ADOLESCENTES TEM UM PIOR PROGNÓSTICO
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Epidemiologia
Doença insidiosa
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Fatores de risco
Sintomas 
Poliartrite simétrica, difusa e deformante
Inicia-se geralmente nas mãos metacarpofalangeanas e interfalangeanas)
Deformações
Pescoço de cisne ou 
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PLEURITE
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ESCLEROMALÁCIA PERFURANTE É um tipo especifico de esclerite necrotizante que pode afetar, sobretudo, as mulheres idosas, com artrite reumatóide crônica. A apresentação clínica manifesta-se como irritação ocular inespecífica. Pode suspeitar-se de uma queratoconjuntivite seca. A evolução para o adelgaçamento da esclerótica e exposição da uvea subjacente é lenta e gradual. 
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Complicações extrarticulares
Inflamação do pericárdio, pulmão, pleura, olhos, nervos periféricos
Aumento do baço (SÍNDROME DE FELTY)
Vasculite
Diagnóstico (CLÍNICO, RADIOLÓGICO E LABORATORIAL)
4 dos 7 critérios:
Rigidez matinal (uma hora)
Artrite em pelo menos 3 articulações
Artrite em mãos e punhos
Artrite simétrica
Nódulos cutâneos
Fator reumatóide (FR) presente e/ou antipeptídeo citrulinado cíclico (CCP)
Raio x de mãos e punhos com características de AR
“American College of Rheumatology”
(1987)
POUCO UTILIZADO/ ATUALMENTE USA OS CRITÉRIOS DE 2010
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EXAMES COMPLEMENTARES
Fator reumatoide: positivo (também presente em pessoas com artrite; 70% das pessoas com AR tem) – anticorpo
Anticorpo antipeptídeo citrulinado cíclico (CCP): especificidade acima de 90%
Provas inflamatórias de fase aguda (PCR e VHS)
Raio X
Se o resultado do fator reumatoide é positivo para o anticorpo, não significa exatamente que se trata de artrite reumatoide. Por outro, há também casos comprovados da doença cujos testes são negativos para a presença do fator reumatoide (Sociedade Brasileira de Reumatologia). CLASSIFICAÇÃO DA AR: SORO POSITIVA E SORO NEGATIVA (com base na presença do FR)
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CLASSIFICAÇÃO DA AR
FATOR REUMATOIDE POSITIVO
FATOR REUMATOIDE NEGATIVO
Classificação da AR – pontuação igual ou maior a 6 = Artrite Reumatoide
MAIS UTILIZADA A CLASSIFICAÇÃO DE 2010.
Anticorpos anti-proteínas citrulinadas (ACPA)/ teste de anticorpo antipeptídeo citrulinado cíclico (CCP)
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Evidências nos raios-X de cápsulas articulares edemaciadas e perda de cartilagem e ossos.
Diagnóstico diferencial
Lúpus
Gota (artrite gotosa aguda/ etiologia metabólica/ presença de cristais de urato nas articulações)
Artrose
Artrite séptica (diagnóstico definitivo de artrite séptica somente é possível quando se isola o microrganismo do líquido sinovial, pela cultura ou coloração pelo Gram)
Artrite psoriática (POLIARTRITE ASSIMÉTRICA)
TRATAMENTO
NÃO MEDICAMENTOSO: 
(Fisioterapia; hábitos saudáveis; controle do peso; cessação do tabagismo; atividade física; cirurgias).
MEDICAMENTOSO: 
(DMARDs; analgésicos; antiinflamatórios; biológicos).
Classes de medicamentos
Tratamento sintomático: analgésicos e
Antiinflamatórios
AINES (iboprufeno, naproxeno) – 2 a 4 semanas para fazerem efeito e muitos efeitos colaterais ao longo do tempo. Não impede deformidades
AIE – corticosteroides (prednisona )
DMARDs: (Metotrexato, ciclosporina, lefrunomide, azatriopina, hidroxiclocoquina...) – inibe a progressão e inflamação. 
Após semanas ou meses de tratamento. 
Algumas são imunosupressoras. 
Atuam sobre células do sistema imune e substâncias por elas produzidas. 
Agem mais na causa do que na consequência da doença inflamatória e tem a capacidade de induzir remissão de doença em médio e longo prazos, a isso devendo sua denominação.
MEDICAMENTOS ANTIRREUMÁTICOS MODIFICADORES DO CURSO
DA DOENÇA (ação antimetabólica)
MEDICAMENTOS ANTIRREUMÁTICOS MODIFICADORES DO CURSO
DA DOENÇA (em inglês, Disease Modifying
Antirheumatic Drugs, DMARDS)
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Atualização do PCDT da AR/ 2021
Upadacitinibe é um medicamento que age na redução da atividade de uma enzima no organismo denominada Janus quinase (JAK). Ao reduzir a atividade desta enzima, Upadacitinibe auxilia na redução da dor, rigidez e inchaço das articulações, pode melhorar o cansaço e auxilia a postergar a lesão nos ossos e cartilagens em suas articulações.
https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/2021/20210910_relatorio-artrite_reumatoide_final_654_2021.pdf
Imunobiológicos (INJETÁVEIS)
Medicamentos capazes de melhorar significativamente as manifestações crônicas das doenças autoimunes, alterando de forma substancial a história natural dessas doenças.
Vias de administração: SB e EV.
DIRETRIZES 2016 PARA O TRATAMENTO DA AR
Uso Racional de Medicamentos: fundamentação em condutas terapêuticas e nos macroprocessos da Assistência Farmacêutica
FRIO X AUMENTO DA DOR NA AR
“No entanto, não foi possível encontrar nenhum mecanismo direto que ligue a temperatura ambiente à dor . "O que acreditamos, é que a explicação mais provável
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