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PSICOPEDAGOGIA-INSTITUCIONAL-DIAGNÓSTICO-E-INTERVENÇÃO

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1 
 
PSICOPEDAGOGIA INSTITUCIONAL: DIAGNÓSTICO E 
INTERVENÇÃO 
 
 
 
2 
 
 
 
NOSSA HISTÓRIA 
 
 
A nossa história inicia com a realização do sonho de um grupo de empre-
sários, em atender à crescente demanda de alunos para cursos de Graduação 
e Pós-Graduação. Com isso foi criado a nossa instituição, como entidade ofere-
cendo serviços educacionais em nível superior. 
A instituição tem por objetivo formar diplomados nas diferentes áreas de 
conhecimento, aptos para a inserção em setores profissionais e para a partici-
pação no desenvolvimento da sociedade brasileira, e colaborar na sua formação 
contínua. Além de promover a divulgação de conhecimentos culturais, científicos 
e técnicos que constituem patrimônio da humanidade e comunicar o saber atra-
vés do ensino, de publicação ou outras normas de comunicação. 
A nossa missão é oferecer qualidade em conhecimento e cultura de forma 
confiável e eficiente para que o aluno tenha oportunidade de construir uma base 
profissional e ética. Dessa forma, conquistando o espaço de uma das instituições 
modelo no país na oferta de cursos, primando sempre pela inovação tecnológica, 
excelência no atendimento e valor do serviço oferecido. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
3 
 
Sumário 
 PSICOPEDAGOGIA INSTITUCIONAL: DIAGNÓSTICO E INTERVEN-
ÇÃO……………………………………………………………………………….......Er
ro! Indicador não definido. 
NOSSA HISTÓRIA………………………………………………………………..…2 
PSICOPEDAGOGIA: O QUE É, IMPORTÂNCIA E ATUAÇÃO PROFISSIO-
NAL....................................................................................................................4 
SOBRE A PRÁTICA PSICOPEDAGÓGICA NA ESCOLA.................................6 
O DIAGNÓSTICO E INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA NA ESCOLA......7 
DIAGNÓSTICO PSICOPEDAGÓGICO.............................................................9 
SEQUENCIA DIAGNÓSTICA..........................................................................10 
A COMPREENSÃO DIAGNÓSTICA................................................................12 
INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA: O QUE É E QUAL A SUA IMPORTÂN-
CIA PARA O APRENDIZADO..................................................................13 
IMPORTÂNCIA DA INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA...........................14 
A INTERVENÇÃO............................................................................................15 
DIAGNÓSTICO DO DISTÚRBIO DE APRENDIZAGEM.................................17 
RECURSOS A SEREM USADOS NO DIAGNÓSTICO E INTERVENÇÃO PSI-
COPEDAGÓGICA............................................................................................20 
IMPORTÂNCIA DA PSICOPEDAGOGIA NA ES-
COLA....................................................................................................................
22 
CONSIDERAÇÕES FINAIS............................................................................23 
REFERÊNCIAS...............................................................................................25 
 
 
 
 
 
 
 
 
file://192.168.0.2/E$/Pedagogico/MODELO%20APOSTILA-%20AVALIAÇÃO/MODELO%20NOVO%20-%20APOSTILA.docx%23_Toc56085344
file://192.168.0.2/E$/Pedagogico/MODELO%20APOSTILA-%20AVALIAÇÃO/MODELO%20NOVO%20-%20APOSTILA.docx%23_Toc56085344
 
 
 
4 
PSICOPEDAGOGIA: O QUE É, IMPORTÂNCIA E ATUAÇÃO 
PROFISSIONAL 
 
 
Fonte:https://www.sbcoaching.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/04/Psicopeda-
gogia-o-que-e-importancia-atuacao-profissional-730x543.jpg 
 
 
A psicopedagogia, como o próprio nome já sugere, vem da união dos saberes 
de duas áreas, a psicologia e a pedagogia. 
Mas a verdade é que se trata de um campo ainda mais multidisciplinar, que 
aborda conhecimentos da antropologia e até mesmo da neurologia. 
O objetivo é um só: entender todo o processo que leva o ser humano a assimilar 
e construir o conhecimento. 
Afinal, desde que nascemos, estamos expostos a um universo de possibilidades, 
o que significa estarmos em constante aprendizagem. 
Como já citamos no início do texto, estamos sempre em contato com novos 
aprendizados. 
https://www.sbcoaching.com.br/blog/educacao/conhecimento-guia-completo/
 
 
 
5 
O papel do psicopedagogo, então, é compreender como assimilamos cada um 
deles desde que somos apenas recém-nascidos até a fase adulta. 
Com isso, o profissional tem a oportunidade de identificar problemas, que po-
dem ser dificuldades ou até mesmo transtornos, e encontrar alternativas para 
melhorar o processo de ensino e garantir que os conteúdos possam ser absor-
vidos e compreendidos. 
Também cabe a ele decifrar a origem da dificuldade apresentada, que pode ser 
mental, social, física e mesmo emocional. 
É possível ainda que o psicopedagogo atue no desenvolvimento de ações pre-
ventivas, a partir do acompanhamento, sobretudo de crianças. 
 
PSICOPEDAGOGIA INSTITUCIONAL 
 
O psicopedagogo institucional, atua com grupos de pessoas. Pode ser em esco-
las, hospitais e empresas, por exemplo. 
Seu papel pode variar de instituição para instituição, mas suas atribuições cos-
tumam envolver a avaliação de comportamentos e a identificação de fatores que 
podem influenciar no desempenho individual, com repercussões coletivas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SOBRE A PRÁTICA PSICOPEDAGÓGICA NA ESCOLA 
 
https://www.sbcoaching.com.br/blog/pensamento-positivo/6-tecnicas-para-cultivar-emocoes-positivas/
https://www.sbcoaching.com.br/blog/carreira/trabalho-grupo/
 
 
 
6 
A prática psicopedagógica na escola implica num trabalho de caráter preventivo 
e de assessoramento no contexto educacional. Segundo Bossa, "pensar a es-
cola à luz da Psicopedagogia, significa analisar um processo que inclui questões 
metodológicas, relacionais e socioculturais, englobando o ponto de vista de 
quem ensina e de quem aprende, abrangendo a participação da família e da 
sociedade". 
Na prática pedagógica, é essencial que se considere as relações entre produção 
escolar e as oportunidades reais que a sociedade dá às diversas classes sociais. 
A escola e a sociedade não podem ser vistas isoladamente, pois o sistema de 
ensino (público ou privado) reflete a sociedade na qual está inserido. Observa-
se que alunos de baixa renda ainda são estigmatizados, na questão do aprendi-
zado, como deficientes. 
 
A escola caracteriza-se como um espaço concebido para realização do processo de 
ensino/aprendizagem do conhecimento historicamente construído; lugar no qual, mui-
tas vezes, os desequilíbrios não são compreendidos (GASPARIAN, 1997, p.24) 
 
Ao chegar numa instituição escolar, muitos acreditam que o psicopedagogo vai 
solucionar todos os problemas existentes (dificuldade de aprendizagem, evasão, 
indisciplina, desestímulo docente, entre outros). No entanto, o psicopedagogo 
não vem com as respostas prontas. O que vai acontecer será um trabalho de 
equipe, em parceria com todos que fazem a escola (gestores, equipe técnica, 
professores, alunos, pessoal de apoio, família). O psicopedagogo entra na es-
cola para ver o "todo" da instituição. 
Barbosa afirma que "à escola se caracteriza como um espaço concebido para 
realização do processo de ensino/aprendizagem do conhecimento historica-
mente construído; lugar no qual, muitas vezes, os desequilíbrios não são com-
preendidos”. A aprendizagem escolar, durante várias décadas, foi vista como 
algo distante do prazer e entendida como um mal necessário. Então, o grande 
desafio das escolas, nos dias de hoje, é despertar o desejo dos alunos para que 
possam sentir prazer no aprender. 
 
 
 
7 
O DIAGNÓSTICO E INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA NA 
ESCOLA 
Na escola temos uma grande necessidade de um profissional em aprendiza-
gem com a formação psicopedagógica a partir de um curso de especialização 
em nível de pós-graduação com uma fundamentação nos aspectos pedagó-
gica, psicológico, técnico, histórico, político e social, atendendo os problemas 
cruciais da educação em sala de aula e em seu ambiente. 
 Esse profissionalvai utilizar de instrumentos especializados, sistemas específi-
cos de avaliação e estratégias capazes de atender aos alunos em sua individu-
alidade e de auxiliá-los em sua produção escolar e além dela. 
 O psicopedagogo desenvolve na escola: o levantamento, a compreensão e a 
análise das práticas escolares e sua relação com o processo ensino-aprendiza-
gem, estabelece a ressignificação do sujeito entre o objeto de conhecimento e 
suas possibilidades de conhecer, observar e refletir atua diretamente na pre-
venção de fracassos na aprendizagem e na melhoria desse processo. 
Com isso, o diagnóstico tem grande importância passando a identificar as dife-
rentes etapas do desenvolvimento evolutivos dos alunos e a compreensão de 
sua relação com a aprendizagem, e depois dele se possível e preciso, encami-
nhar a criança para profissionais fora da escola. 
As intervenções psicopedagógicos também aparecem para a melhoria da quali-
dade de ensino no ambiente escolar entendendo e compreendendo as compe-
tências técnicas e compromissos políticos presentes em toda a dimensão do 
aprendizado. As intervenções visam à solução de problemas de aprendizagem 
com foco na criança e a instituição de ensino. O diagnóstico e intervenção psi-
copedagógica utiliza métodos e técnicas próprias da Psicopedagogia atuando 
na prevenção de problemas de aprendizagem. 
 
 
 
8 
Segundo Ferreira (2001), a criança ao chegar ao ambiente escolar pela pri-
meira vez ainda se encontra confusa, a discriminação, dissociação de seu eu 
nas sensações, emoções, percepções com a prática não se efetiva com o cog-
nitivo, intelectual, pois está confusa, não evolui se não tiver uma ação media-
dora no processo de aprendizagem, pra ela não vai ter sentido, é função de a 
instituição escolar promover isso, a construção e organização das ações dife-
renciando e percebendo os seus sentimentos e emoções, depois através da 
prática ligando ao prazer e a afetividade perceber seus avanços no âmbito inte-
lectual para que o processo de aprendizagem flua normalmente com qualidade 
e eficácia. 
O diagnóstico na instituição: é a primeira estratégia de intervenção que é ado-
tada pelo profissional, permitindo-lhe fazer uma análise do contexto da organi-
zação e uma leitura do sintoma emergente, não se pretende classificar o ele-
mento diagnosticado em determinadas categorias, mas compreender de uma 
maneira geral os elementos que estão presentes na crise, buscando a unidade. 
Não é apenas um levantamento das dificuldades, ele detecta a distância entre a 
realidade institucional vivida e a situação objetivada em seu projeto, sempre em-
basados de referenciais teóricos que possam te subsidiar e sua prática para que 
possa levantar hipóteses provisórias que irão ser confirmadas ou não ao longo 
da investigação. Todos os dados têm que ser observados em todos os âmbitos 
e expressão: individual, interpessoal, grupal, organizacional e comunitária, a par-
tir do ponto de vista de todos os envolvidos, para em seguida traçar as interven-
ções adequadas àquela instituição. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
9 
DIAGNÓSTICO PSICOPEDAGÓGICO 
 
A “QUEIXA” ou motivo do Encaminhamento 
O diagnóstico psicopedagógico inicia-se com uma “queixa” quanto ao aprendi-
zado de uma criança ou adolescente. Esta ‘queixa” relaciona-se ao fato de que 
a aprendizagem “não vai bem” em algum aspecto. 
Nesse caso, o psicopedagogo organiza os dados necessários para compreender 
o problema de aprendizagem, o significado do problema e sua causa. 
A “queixa” apresentada pelos pais e/ou pela escola precisa ser analisada e com-
preendida nos seus diferentes significados. 
É comum as queixas dos pais e dos professores serem assim expressas: 
 “Essa criança não aprende nada”. 
 “Ele não retém nada”. 
 “Ele parece aprender num dia, mas no outro esquece tudo”. 
 “Não tem racíocinio”. 
 “Não tem interesse”. 
 “Não quer aprender”. 
 Algumas vezes a “ 
É fundamental que o psicopedagogo procure compreender o significado da 
queixa para os pais, para a escola e para o próprio sujeito. 
Weiss (2007), sugere que durante a explicitação da “queixa” se inicie a reflexão 
sobre as duas vertentes dos problemas de aprendizagem: o sujeito e sua família 
e a própria escola em suas múltiplas facetas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
10 
SEQUENCIA DIAGNÓSTICA 
 
O diagnóstico psicopedagógico constitui-se de momentos diferenciados, medi-
ante necessidades específicas de cada caso, estruturando-se obedecendo a 
uma sequência, como temos Weiss 92007) propõe a seguinte sequência de di-
agnóstico a ser modificada segundo as necessidades de cada caso: 
 Entrevista familiar exploratória situacional; 
 Anamnese; 
 Sessões lúdicas centradas na aprendizagem; 
 Complementação com provas e testes (quando necessário); 
 Síntese diagnóstica – Prognóstico; 
 Devolução – Encaminhamento. 
Com base em experiências de trabalhos psicopedagógicos propomos para o di-
agnóstico psicopedagógico realizado na instituição escolar. 
 Alguns passos da Sequência Diagnóstica 
 Entrevista com o (a) professor (a) e com a equipe escolar; 
 Entrevista com os pais; 
 Sessões lúdicas centradas na aprendizagem; 
 E.O.C.A 
 Complementação com provas e testes; 
 Desenhos e jogos; 
 Testes Projetivos Psicopedagógicos; 
 Avaliação da leitura e da compreensão leitora; 
 Avaliação da escrita (produção de texto e avaliação da escrita ortográ-
fica); 
 Avaliação do raciocínio lógico-matemático; 
 Análise do material escolar; 
 Compreensão Diagnóstica; 
 Devoluções (entrevistas de devolução com pais, com o (a) professor (a), 
com o próprio sujeito; 
 Encaminhamentos e Indicações; 
 O laudo ou Informe Psicopedagógico. 
 
 
 
 
11 
O diagnóstico psicopedagógico é um processo que envolve e levantamento e a 
articulação de sentidos de vários conjuntos de dados, lembra Fonseca (2004) e, 
dependendo de cada sujeito, das queixas e de cada situação específica, alguns 
conjuntos de dados poderão ter maior relevância do que outros. 
A maior qualidade de validade do diagnóstico, assinala Weiss (2007) dependerá 
da relação entre psicopedagogo/sujeito: de empatia, confiança, respeito e enga-
jamento. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
12 
A COMPREENSÃO DIAGNÓSTICA 
 
 
 
Fonte: https://blog.psiqueasy.com.br/wp-content/uploads/2018/04/Di-
agn%C3%B3stico-Psicopedag%C3%B3gico-PsiquEasy.jpg 
 
Ao concluir a fase de diagnóstico, o psicopedagogo já tem elementos suficientes 
para formar sua compreensão diagnóstica, uma vez que já pode ter acesso a 
informações que o possibilitam uma visão global do paciente e de sua contextu-
alização na família, na escola e em seu grupo social. 
A entrevista de devolução deve ser vista como parte do processo eu se iniciou 
com o diagnóstico e se prolonga no tratamento psicopedagógico. O psicopeda-
gogo deve levar em conta que a dificuldade da devolução não está apenas num 
relato organizado resultante do processo diagnóstico, mas, como assinala 
Weiss, principalmente, na grande mobilização emocional que deflagra nos pais 
e que já vem acontecendo desde a primeira entrevista. 
A atitude do psicopedagogo deve ser compreensiva e acolhedora com os pais. 
Finaliza-se a entrevista fazendo-se as recomendações, indicações e encaminha-
mentos necessários. A tarefa do psicopedagogo é buscar a articulação e inte-
gração coerente dos dados e de seus significados para chegar, assim, a com-
preensão diagnóstica. 
 
https://blog.psiqueasy.com.br/wp-content/uploads/2018/04/Diagn%C3%B3stico-Psicopedag%C3%B3gico-PsiquEasy.jpg
https://blog.psiqueasy.com.br/wp-content/uploads/2018/04/Diagn%C3%B3stico-Psicopedag%C3%B3gico-PsiquEasy.jpg
 
 
 
13 
INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA: O QUE É E QUAL A SUA 
IMPORTÂNCIA PARA O APRENDIZADO 
 
Fonte:https://images.educamaisbrasil.com.br/content/noticias/intervencao-psicopeda-gogica-o-que-e-e-qual-a-sua-importancia-para-o-aprendizado_g.jpg 
 
A intervenção psicopedagógica é um procedimento realizado pelo psicopeda-
gogo com o intuito de melhorar o processo de aprendizagem e promover a au-
tonomia e autoestima dos educandos. A interferência no processo de desenvol-
vimento acontece após o diagnóstico psicopedagógico. A partir dessa avaliação, 
o profissional traça um plano de intervenção capaz de auxiliar o aluno a conquis-
tar o sucesso escolar. 
Como funciona a Intervenção Psicopedagógica 
 
 
De modo geral, a intervenção psicopedagógica é necessária quando se veri-
fica problemas de aprendizagem, que criam déficits de conhecimentos nas cri-
anças. O psicopedagogo passa a mediar a relação do aluno com a construção 
do saber. 
Existem diferentes recursos, técnicas e metodologias que podem ser adotados 
em uma intervenção. A escolha de cada um dependerá do quadro analisado. Um 
dos principais recursos utilizados é o jogo. A ludicidade pode ser adaptada a 
diferentes situações e transformada em jogo. Através dos jogos o psicopeda-
gogo pode interferir no desenvolvimento do aluno, estimular a sua criatividade, 
https://www.educamaisbrasil.com.br/cursos-e-faculdades/psicopedagogia
https://www.educamaisbrasil.com.br/cursos-e-faculdades/psicopedagogia
https://www.educamaisbrasil.com.br/educacao/noticias/os-principais-tipos-de-problemas-de-aprendizagem
 
 
 
14 
verificar como lida com as situações, proporcionar momentos de lazer e estabe-
lecer contatos sociais. 
 
IMPORTÂNCIA DA INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA 
 
 
A importância da intervenção psicopedagógica está relacionada a própria impor-
tância do psicopedagogo na escola. A atuação do profissional é fundamental 
para garantir o bom desempenho escolar e a inclusão de estudantes com pro-
blemas na aprendizagem. 
Importante ressaltar que o trabalho do psicopedagogo deve ser realizado em 
conjunto com a escola e a família. Dessa forma, é possível alcançar os resulta-
dos esperados e contribuir de forma significativa para a melhora do desenvolvi-
mento escolar das crianças. 
É importante salientar que as causas das dificuldades e dos transtornos de 
aprendizagem são diversas, e por isso não é uma tarefa fácil para os educadores 
reconhecerem e compreenderem essa plurianualidade. As escolas acabam ro-
tulando e punindo esse grupo de alunos à repetência ou reprovação apenas, o 
que pode vir a causar mais problemas psicológicos ao jovem no futuro. Neste 
contexto sugere-se que haja um trabalho em conjunto entre o psicopedagogo e 
o professor. É uma boa opção organizar turmas para o trabalho em grupo, reu-
nindo alunos que aprendem com mais facilidade e alunos que apresentam difi-
culdades de aprendizagem, porque crianças que entendem suas linguagens po-
dem funcionar como professores uns dos outros. 
 
 
 
 
 
 
https://www.educamaisbrasil.com.br/educacao/escolas/a-importancia-do-psicopedagogo-na-escola
https://www.educamaisbrasil.com.br/educacao/escolas/a-importancia-do-psicopedagogo-na-escola
 
 
 
15 
A INTERVENÇÃO 
 No início de seu desenvolvimento, a Psicopedagogia se utilizava tão somente 
de instrumentos de atuação diagnóstica, de intervenção e de prevenção vindos 
dos campos médico e psicológico. Atualmente, entretanto, a referida área tem 
atuado a partir de métodos próprios. 
O trabalho com equipes provenientes da educação e da saúde continua sendo 
muito privilegiado. Porém, a expectativa é a de que, na prática, o psicopeda-
gogo atue por meio de um olhar multidisciplinar. 
 A Psicopedagogia conta presentemente com duas fortes tendências de ação, 
sendo a de caráter clínico e a de caráter preventivo. A atuação clínica caracte-
riza-se por ter a finalidade de reintegrar o sujeito com problemas de aprendiza-
gem ao processo. Tal ação usualmente se dá em consultórios e hospitais, pos-
suindo uma conotação mais individualizada. Já a atuação preventiva tem a 
meta de refletir e discutir os projetos pedagógico-educacionais, os processos 
didático-metodológicos e a dinâmica institucional, melhorando qualitativamente 
os procedimentos em sala de aula, as avaliações, os planejamentos e ofere-
cendo assessoramento aos professores, orientações etc. (FAGALI ET AL, 
1993). 
Geralmente, esse tipo de ação ocorre dentro da própria instituição (escola, cre-
che, centro de habilitação etc.), atuando, segundo Bossa (1994), em três níveis 
de prevenção: o primeiro, que visa analisar os processos educativos para dimi-
nuir a frequência dos casos de problemas de aprendizagem na instituição; o 
segundo, que objetiva analisar e modificar os processos educativos para baixar 
e tratar os casos já instalados no local; e o terceiro, que atua diretamente e de 
modo mais individualizado (sob uma perspectiva mais clínica, inclusive) com os 
sujeitos com problemas de aprendizagem, prevenindo-lhes o aparecimento de 
outros problemas. Nesse último caso, seu papel não seria o de eliminar os sin-
tomas, agindo como um "professor de reforço", ensinando de forma particular o 
conteúdo não aprendido. Ao contrário disso, sua atuação seria a de diagnosti-
car e intervir no problema gerador do referido sintoma. 
Não obstante a distinção entre a atuação clínica e a preventiva constante da li-
teratura, há que se lembrar que toda a ação psicopedagógico tem em si um ca-
ráter clínico, localizado na atitude do profissional em investigar a situação como 
 
 
 
16 
o caso particular e único (BOSSA, 1994). Por outro lado, o trabalho clínico tam-
bém pode conter em si uma natureza preventiva: ao se tratar de determinado 
problema, está se contribuindo para evitar outros. 
Com base no Projeto de Lei 3.124/97 e nas discussões da Comissão de Regu-
lamentação e Cursos da ABPp, interpreta-se que, dentro desses espaços de 
atuação, seriam atribuições e competências dos psicopedagogos: 
 • Intervenção psicopedagógico no processo de aprendizagem e suas di-
ficuldades, tendo por enfoque o sujeito que aprende em seus vários contextos: 
da família, da educação (formal e informal), da empresa, da saúde; 
 • Realização de diagnóstico e intervenção psicopedagógico mediante a 
utilização de instrumento e técnicas próprios de Psicopedagogia; 
 • Utilização de métodos, técnicas e instrumentos psicopedagógicos que 
tenham por finalidade a pesquisa, a prevenção, a avaliação e a intervenção re-
lacionadas com a aprendizagem; 
 • Consultoria e assessoria psicopedagógico, objetivando a identificação, 
a análise e a intervenção nos problemas do processo de aprendizagem; 
 • Supervisão de profissionais em trabalhos teóricos e práticos de Psico-
pedagogia; 
 • Orientação, coordenação e supervisão de cursos de Psicopedagogia; 
 • Coordenação de serviços de Psicopedagogia em estabelecimentos pú-
blicos e privados; 
 • Planejamento, execução e orientação de pesquisas psicopedagógicos. 
 
 
 
 
 
17 
DIAGNÓSTICO DO DISTÚRBIO DE APRENDIZAGEM 
Investigação é um termo utilizado por Rubinstein (1987), e que definem a psico-
pedagogia. O profissional desta área deve vasculhar cada “canto” da pessoa, 
analisar o modo de como ela se expressa, seus gestos, a entonação da voz, 
tudo. O psicopedagogo deve também enxergar não só o que essa criança mos-
tra, mas saber perceber que ela pode ter algum problema imperceptível que está 
dificultando sua aprendizagem e saber conduzi-la para um outro profissional, 
como: psicólogos, fonoaudiólogos, neurologistas, etc., isso significa saber inves-
tigar os múltiplos fatores que levam está criança a não conseguir aprender. 
Diagnosticar um distúrbio de aprendizagem é uma tarefa difícil e para fazê-lo de 
modo preciso e eficiente há que se ter a participação de equipe interdisciplinar e 
utilização de diferentes instrumentos para avaliação. Fernández (1991) afirma 
que o diagnóstico, para o terapeuta, deve ter a mesma função que a rede paraum equilibrista. É ele, portanto, a base que dará suporte ao psicopedagogo para 
que este faça o encaminhamento necessário. É um processo que permite ao 
profissional investigar, levantar hipóteses provisórias que serão ou não confir-
madas ao longo do processo recorrendo, para isso, a conhecimentos práticos e 
teóricos. Esta investigação permanece durante todo o trabalho diagnóstico atra-
vés de intervenções e da “escuta psicopedagógica...” para que “se possa decifrar 
os processos que dão sentido ao observado e norteiam a intervenção” (BOSSA, 
2000, p. 24). Diagnosticar nada mais é do que a constatação de que a criança 
possui algum tipo de dificuldade na aprendizagem, fato que normalmente só é 
detectado quando ela é inserida no ensino formal. Porém, uma vez realizada 
essa constatação, cabe à equipe investigar a sua causa e, para tanto, deve-se 
lançar mãos de todos os instrumentos diagnósticos necessários para esse fim. 
O diagnóstico psicopedagógico abre possibilidades de intervenção e dá início a 
um processo de superação das dificuldades. O foco do diagnóstico é o obstáculo 
no processo de aprendizagem. 
É um processo no qual analisa-se a situação do aluno com dificuldade dentro do 
contexto da escola, da sala de aula, da família; ou seja, é uma exploração pro-
blemática do aluno frente à produção acadêmica. Durante o diagnóstico psico-
pedagógico, o discurso, a postura, a atitude do paciente e dos envolvidos são 
 
 
 
18 
pistas importantes que ajudam a chegar nas questões a serem desvendadas. É 
através do desenvolvimento do olhar e da escuta psicopedagógica, trabalhados 
e incorporados pelo profissional que poderão ser lançadas as primeiras hipóte-
ses acerca do indivíduo. Esse olhar e essa escuta ultrapassam os dados reais 
relatados e buscam as entrelinhas, a emoção, a elaboração do discurso incons-
ciente que o atendido traz. O objetivo do diagnóstico é obter uma compreensão 
global da sua forma de aprender e dos desvios que estão ocorrendo neste pro-
cesso que leve a um prognóstico e encaminhamento para o problema de apren-
dizagem. Procura-se organizar os dados obtidos em relação aos diferentes as-
pectos envolvidos no processo de aprendizagem de forma particular. Ele envolve 
interdisciplinaridade em pelo menos três áreas: neurologia, psicopedagogia e 
psicologia, para possibilitar a eliminação de fatores que não são relevantes e a 
identificação da causa real do problema. É nesse momento que o psicopedagogo 
irá interagir com o cliente (aluno), com a família e a escola, partes envolvidas na 
dinâmica do processo de ensino-aprendizagem. Também é importante ressaltar 
que o diagnóstico possui uma grande relevância tanto quanto o tratamento, por 
isso ele deve ser feito com muito cuidado, observando o comportamento e mu-
danças que isto pode acarretar no sujeito. O diagnóstico psicopedagógico é visto 
como um momento de transição, um passaporte para a intervenção, devendo 
seguir alguns princípios, tais como: análise do contexto e leitura do sintoma; ex-
plicações das causas que coexistem temporalmente com o sintoma; obstáculo 
de ordem de conhecimento, de ordem da interação, da ordem do funcionamento 
e de ordem estrutural; explicações da origem do sintoma e das causas históricas; 
análise do distanciamento do fenômeno em relação aos parâmetros considera-
dos aceitáveis, levantamento de hipótese sobre a configuração futura do fenô-
meno atual e, indicações e encaminhamentos. O diagnóstico não pode ser con-
siderado como um momento estático, pois é uma avaliação do aluno que envolve 
tanto os seus níveis atuais de desenvolvimento, quanto as suas capacidades e 
possibilidades de aprendizagem futura. Por muitos anos, era uma tarefa exclu-
siva dos especialistas, que analisavam algumas informações dos alunos, obtidas 
através da família e às vezes da escola, e logo após devolviam um laudo diag-
nóstico, quase sempre com termos técnicos incompreensíveis. A distância exis-
tente no relacionamento entre os especialistas, a família e a escola impediam o 
desenvolvimento de um trabalho eficiente com o aluno. A proposta atual é que o 
 
 
 
19 
diagnóstico seja um trabalho conjunto onde todas as pessoas que estão envol-
vidas com o aluno devem participar, e não atuar como meros coadjuvantes desse 
processo. Ele não é um estudo das manifestações aparentes que ocorrem no 
dia-a-dia escolar, é uma investigação profunda, na qual são identificadas as cau-
sas que interferem no desenvolvimento do aluno, sugerindo atividades adequa-
das para correção e/ou compensação das dificuldades, considerando as carac-
terísticas de cada aluno. 
 
 
 
 
20 
RECURSOS A SEREM USADOS NO DIAGNÓSTICO E INTER-
VENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA 
O Código de Ética da Psicopedagogia, em seu Capítulo I – Dos Princípios – Ar-
tigo 1º afirma que o psicopedagogo pode utilizar procedimentos próprios da 
Psicopedagogia, procedimentos próprios de sua área de atuação. Rubinstein 
(1996) destaca que o psicopedagogo pode usar como recursos a entrevista 
com a família; investigar o motivo da consulta; conhecer a história de vida da 
criança, realizando a anamnese; entrevistar o aluno; fazer contato com a es-
cola e outros profissionais que atendam a criança; manter os pais informados 
do estado da criança e da intervenção que está sendo realizada; realizar enca-
minhamentos para outros profissionais, quando necessário. Já Bossa (2000) 
destaca outros recursos, referindo-se as Provas de Inteligência (WISC); Testes 
Projetivos; Avaliação perceptomotora (Teste de Bender); Teste de Apercepção 
Infantil (CAT.); Teste de Apercepção Temática (TAT.); Provas de nível de pen-
samento (Piaget); Avaliação do nível pedagógico (nível de escolaridade); Dese-
nho da família; Desenho da figura humana; Teste HTP ( casa, árvore e pes-
soa); Testes psicomotores; Lateralidade; Estruturas rítmicas... A autora não 
apresenta restrição quanto ao uso dos testes, no entanto, alguns destes testes 
(Wisc, Teste de Bênder, CAT, TAT, Testes Projetivos), aqui no Brasil, são con-
siderados de uso exclusivo de psicólogos. Para evitar atritos, o psicopeda-
gogo pode ser criativo e desenvolver atividades que possibilitem fazer as 
mesmas observações que tais testes. Ele também pode organizar uma 
equipe multidisciplinar, de maneira a que se faça uma avaliação de todos 
os aspectos sobre os quais recai nossa hipótese diagnóstica inicial. 
 
 
 
21 
Ex: teste de inteligência (psicólogos); testes de audição e de linguagem 
(fonoaudiólogos). Os pedagogos especialistas em psicopedagogia, po-
dem usar testes como o TDE, Metropolitano, ABC, Provas Piagetianas, 
provas pedagógicas, etc. O uso de jogos também é sugerido como re-
curso, considerando que o sujeito através deles pode manifestar, sem 
mecanismos de defesas, os desejos contidos em seu inconsciente. Além 
do mais, no enfoque psicopedagógico os jogos representam situações-
problemas a serem resolvidos, pois envolvem regras, apresentam desa-
fios e possibilita observar como o sujeito age frente a eles, qual sua es-
trutura de pensamento, como reage diante de dificuldades. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
22 
IMPORTÂNCIA DA PSICOPEDAGOGIA NA ESCOLA 
O profissional formado no curso de Psicopedagogia está apto a atuar em prol de 
melhorias no processo educativo de crianças, jovens e adultos. A Psicopedago-
gia Institucional, voltada aos transtornos de aprendizagem em ambientes de en-
sino, como as escolas, é fundamental para garantir que a os conteúdos possam 
ser assimilados e os alunos tenham a oportunidade de desenvolver o seu racio-
cínio, inteligência, imaginação, criatividade, entre outros aspectos. 
O psicopedagogo pode avaliar o aluno com o intuito de identificar possíveis situ-
ações que interferem em seu desempenho escolar. Dessa forma, a atuação do 
profissional visa garantir o bom andamento das atividades, além de possuir uma 
importância significativa para a inclusão escolar.Além disso, o psicopedagogo possui um importante papel para intervenção junto 
à família dos alunos, visto que o ambiente familiar também influencia no apren-
dizado e desenvolvimento infantil. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
23 
CONSIDERAÇÕES FINAIS 
Este trabalho abordou a importância do Psicopedagogo Educacional, pois essa 
profissão atualiza e amplia a apresentação completa e sucinta dos procedimen-
tos básicos da ação psicopedagógica. E também as funções multidisciplinares 
que esse profissional exerce, sendo que Nessa perspectiva, o psicopedagogo 
não é um mero “resolvedor” de problemas, mas um profissional que dentro de 
seus limites e de sua especificidade, pode ajudar a escola a remover obstáculos 
que se interpõem entre os sujeitos e o conhecimento e a formar cidadãos por 
meio da construção de práticas educativas que favoreçam processos de huma-
nização e reapropriação da capacidade de pensamento crítico. 
Sobre o docente esse trabalho deixou claro que o mesmo deve está preparado 
e ciente de sua principal função e responsabilidade, que é a de auxiliar na cons-
trução do aluno e não apenas um transmissor de conteúdos do currículo escolar. 
Consequentemente os alunos não ficarão retidos somente em conteúdos, mas 
se preocuparão com a postura que devem ter para se relacionar com o conheci-
mento. Desta forma, considera-se que os educadores são responsáveis pelo sa-
ber-fazer em seu contexto educacional, construirão alunos e se construirão 
numa relação permanente e diária fundamentada na consciência crítica, reflexiva 
e política, em que, cidadãos se transformarão e transformarão a sociedade, com 
novos olhares, novos pensamentos pautados num progresso pátrio. 
A Psicopedagogia, na instituição escolar, tem uma função complexa e por isso 
provoca algumas distorções conceituais quanto às atividades desenvolvidas 
pelo psicopedagogo. Numa ação interdisciplinar ela dedica-se a áreas relacio-
nadas ao planejamento educacional e assessoramento pedagógico, colabora 
com planos educacionais e lúdicos no âmbito das organizações, atuando numa 
modalidade cujo caráter é clínico institucional, ou seja, realizado diagnóstico ins-
titucional e propostas operacionais pertinentes. 
Portanto, o estudo psicopedagógico atinge seus objetivos quando, ampliando a 
compreensão sobre as características e necessidades de aprendizagem de de-
terminado aluno, abre espaço para que a escola viabilize recursos para atender 
às necessidades de aprendizagem. Para isso, deve analisar o Projeto Político-
Pedagógico, sobretudo quais as suas propostas de ensino e o que é valorizado 
como aprendizagem. 
 
 
 
24 
É nesse quadro que proponho a avaliação e o diagnóstico psicopedagógico pau-
tado no compromisso de promover desenvolvimento, autoestima e condições de 
maturidade emocional para resolver problemas e amadurecer o ser consciente, 
uma vez que a avaliação psicopedagógica deve ser um processo dinâmico e, 
como tal, os instrumentos usados devem cobrir, da melhor forma possível, as 
variáveis que se pretendem avaliar e com isso a intervenção psicopedagógica 
pretende despertar o desejo de aprender, o qual, uma vez construído, será o 
motor que promoverá o desenvolvimento. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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