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ATLAS SIMPLIFICADO DE ANATOMIA VETERINÁRIA II (VF)

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Prévia do material em texto

Alexandre Navarro Alves de Souza 
Vitória.................... 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, 
CIÊNCIA E TECNOLOGIA. 
AMAZONAS 
Campus Manaus – Zona Leste 
ATLAS SIMPLIFICADO DE 
ANATOMIA VETERINÁRIA II 
 
Alexandre Navarro Alves de Souza 
Hevellen Vitória dos Santos Gomes 
Adriele de Sousa Gonçalves 
Mariana Ivia dos Anjos Souza 
Thainá Lira Santos 
Paula Fernanda Neves Campos 
 
 
ATLAS SIMPLIFICADO DE 
ANATOMIA VETERINÁRIA II 
 
PRIMEIRA EDIÇÃO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Alexandre Navarro Alves de Souza 
Professor em Anatomia e Cirurgia de 
Pequenos animais do curso de Medicina 
Veterinária do IFAM-CMZL, Manaus, AM. 
Pós-Doutor em Cirurgia de pequenos 
animais pela FMVZ-USP, São Paulo, SP. 
Hevellen Vitória dos Santos Gomes; 
Adriele de Sousa Gonçalves; 
Mariana Ivia dos Anjos Souza; 
Thainá Lira Santos; 
Paula Fernanda Neves Campos. 
 
Discentes do curso de graduação de 
Medicina Veterinária do IFAM – CMZL, 
Manaus, AM. 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) de acordo com ISBD 
 
 
A881 
 Atlas simplificado de anatomia veterinária II / Alexandre Navarro 
Alves de Souza .. [et al.]. - Manaus: IFAM Campus Manaus Zona 
Leste, 2020. 
 66 p. : 30 cm. 
 
 
1. Anatomia animal. 2. Medicina Veterinária. 3. Órgãos e 
Sistemas. I. Souza, Alexandre Navarro Alves de. II. Gomes, Hevellen 
Vitória dos Santos. III. Souza, Mariana Ivia dos Anjos. IV. Santos, 
Thainá Lira. V. Campos, Paula Fernanda Neves. VI. Título. 
 
 
 
 CDD – 636.0891 
 
 
Elaborado por Diego Leonardo de S. Fonseca – CRB 11/828 
 
 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
 
 
AGRADECIMENTOS 
 
Nesta primeira edição, eu Prof. Dr. Alexandre Navarro Alves de Souza, 
gostaria de agradecer aos autores discentes do curso de graduação da turma de 
Medicina Veterinária de 2019 do IFAM-CMZL, sem o qual não seria possível a 
produção deste material. 
A obtenção das imagens foi realizada pela discente Hevellen Vitória dos 
Santos Gomes e editada pela mesma juntamente com os discentes: Adriele de 
Sousa Gonçalves; Mariana Ivia dos Anjos Souza; Thainá Lira Santos; Paula 
Fernanda Neves Campos., e revisada pelo docente que aqui faz este 
agradecimento em nome dos autores. 
As dissecações e obtenção de peças realizadas pelos docentes 
Alexandre Navarro Alves de Souza e Rodrigo de Souza Amaral contribuíram 
para o acervo de peças anatômicas da instituição supracitada, bem como a ajuda 
de monitores, orientados de iniciação científica (Diego R. S. Silva pelas peças 
de encéfalo e Jonas E.M. Maciel pelo cadáver de cão e gato) e aos alunos de 
anatomia topográfica de 2017 a 2019. 
Agradecemos também a coordenação do curso na figura de Kilma 
Cristiane Silva Neves e Eduardo Lima de Sousa e para nossa técnica de 
laboratório Anne Caroline Dantas Tavares de Oliveira pelo suporte e apoio as 
demandas do Laboratório de Anatomia. 
Agradecemos ao Centro de Controle de Zoonoses, abatedouros, setor de 
produção do campus CMZL e clínicas parceiras pela obtenção de procedência 
ética dos cadáveres cujo óbito não teve qualquer relação com a finalidade 
didática a qual serviram após as doações. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
 
 
 
DEDICATÓRIA 
 
Este volume é dedicado a todos os discentes do curso de Medicina 
Veterinária do IFAM-CMZL. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
 
 
 
PREFÁCIO 
 
Esta obra tem a finalidade de ensino a graduandos do curso de Medicina 
Veterinária. Sabe-se que dentro do mundo vasto da anatomia veterinária com 
tantas estruturas e nominas em diferentes espécies, o aluno pode sofrer certa 
dificuldade, dentro de um atlas mais completo, nortear o que é o mais importante, 
o que é de mais fácil visualização e o que é o básico a ser aprendido. 
A partir desta problemática e verificando a dificuldade de alguns discentes 
principalmente nos instrumentos avaliativos práticos, se fez a necessidade de 
um atlas com as peças da própria instituição. Apesar da qualidade das peças 
bem como a abrangência das estruturas necessitar de melhorias em futuras 
edições, o objetivo aqui é mostrar peças reais com as estruturas mais 
importantes e que podem facilmente serem visualizadas pelo graduando. 
Procuramos então nortear a importância de algumas estruturas dentro das 
figuras expostas a seguir para facilitar o estudo anatômico dos discentes que 
ainda no primeiro ano do curso podem estar com dificuldades devido a 
adaptação da escola para o ensino superior. Muitas vezes o aluno pode se 
perguntar o porquê em decorar tantas estruturas, em que momento este 
conhecimento pode me servir. 
Para isto alguns exemplos são dados ao longo das imagens, bem como 
também são fornecidas dicas de estudos principalmente no que tange a 
anatomia comparada uma vez que existem muitas diferenças entre as espécies. 
Esperamos que esta obra o ajude acrescendo seus conhecimentos nestes 
primeiros passos e lhe desejamos sucesso profissional em um futuro que 
chegará em breve e enfatizamos que o conhecimento anatômico deve ser 
complementado com atlas mais completos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
 
 
 
SUMÁRIO 
 
INTRODUÇÃO ................................................................................................... 8 
CAPÍTULO 1 – SISTEMA RESPIRATÓRIO ...................................................... 9 
CAPÍTULO 2 – SISTEMA CIRCULATÓRIO .................................................... 16 
CAPÍTULO 3 - SISTEMA URINÁRIO .............................................................. 24 
CAPÍTULO 4 – SISTEMA GENITAL FEMININO ............................................. 28 
CAPÍTULO 5 – SISTEMA GENITAL MASCULINO ......................................... 35 
CAPÍTULO 6 – SISTEMA DIGESTÓRIO ......................................................... 40 
CAPÍTULO 7 – SISTEMA TEGUMENTAR ...................................................... 52 
CAPÍTULO 8 – SISTEMA NERVOSO ............................................................. 58 
CONSIDERAÇÕES FINAIS ............................................................................. 66 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
 
 
 
INTRODUÇÃO 
 
Nesta introdução devo explanar que o conteúdo a seguir foi dividido em 
capítulos por sistemas. Os sistemas ósseo, articular e muscular não estão aqui 
contemplados. Somente os sistemas dados na disciplina de Anatomia dos 
animais do segundo semestre letivo do IFAM-CMZL estão aqui neste volume, 
pois contempla os órgãos e sistemas, e não a parte de musculoesquelético que 
está presente no primeiro semestre letivo desta instituição. 
No primeiro capítulo abordaremos o sistema respiratório, que a meu ver é 
de mais simples entendimento, apesar das diferenças entre as espécies 
principalmente na laringe e na segmentação pulmonar. Seguido do sistema 
circulatório cuja o desafio de conhecer as ramificações dos vasos é suprimido 
em uma forma mais simplista no conhecimento dos principais vasos mais 
visíveis, principalmente em membros dada a sua importância na traumatologia, 
além da importância das estruturas básicas do coração na avaliação clínica 
geral, os detalhes são fundamentais para o cardiologista. 
Posteriormente, seguiremos com o sistema urinário que apresenta 
grandes diferenças anatômicasentre as espécies no que tange aos rins e por 
isso se faz a importância da classificação renal. Continuando com os sistemas 
genitais, onde a comparação entre as espécies é de suma importância, pois 
sabemos que a cirurgia mais solicitada atualmente é a de castração e a 
reprodução animal é também uma especialidade, além do feminino albergar a 
base para a área da obstetrícia. 
No sistema digestório salientamos a importância tanto aos animais de 
produção, na eficiência de produção de carne e leite após o entendimento do 
sistema digestório, quanto aos pets, muito acometidos por ingestão de corpo 
estranho que muitas vezes requer cirurgia ou endoscopia. 
Finalizamos com os sistemas tegumentar e nervoso onde as peças são 
escassas, principalmente o sistema nervoso pela dificuldade de sua obtenção e 
conservação. Mas frisamos sua importância clínica mostrando os principais 
nervos periféricos apendiculares, também de grande importância a 
traumatologia. 
 
 
 
 
 
 
 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
9 
 
CAPÍTULO 1 – SISTEMA RESPIRATÓRIO 
 
Fig. 1.1 - Corte sagital de cabeça de caprino, antímero esquerdo. 
 
Fig. 1.2 - Corte sagital de cabeça de caprino, antímero direito. 
Estas estruturas do sistema respiratório cranial servem a inúmeros 
procedimentos como colocação de sondas nasais, endotraqueais além de servir 
ao entendimento de cirurgias mais agressivas como exéreses em casos de 
neoplasia. 
 
 
 
Meato nasal dorsal 
Seio frontal 
Palato mole 
Concha nasal média 
Concha nasal dorsal 
Concha nasal ventral 
Meato nasal médio 
Meato nasal ventral 
Palato duro 
Septo nasal 
Cavidade oral 
Cartilagem cricóidea 
Cartilagem aritenóidea 
Cartilagem epiglótica 
Traqueia 
Cartilagem tireóidea 
Esôfago 
Palato mole 
Palato duro 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
10 
 
 
Fig. 1. 3 - Ampliação da figura 1.2 para melhor visualização da laringe e nasofaringe. 
 
Fig. 1.4 – Exposição interna da laringe e traqueia a partir de peça de cão em vista dorsal. 
Nota-se o ventrículo laríngeo lateral comum a esta espécie e equinos. No 
grau I de colapso de laringe a eversão de sacos laríngeos ocorre a partir da 
mucosa desta estrutura. Visualiza-se a prega ariepiglótica entre o processo 
cuneiforme da aritenóide a epiglote, importante estrutura a ser visualizada em 
casos de colapso de laringe de maior grau. 
Arco da cartilagem 
cricóidea 
Lâmina cricóidea 
Laringofaringe 
Nasofaringe 
Cavidade infraglótica 
Vestíbulo da laringe 
Vestíbulo da laringe 
Cavidade infraglótica 
Cartilagem tireóidea 
Hioide 
Ventrículo laríngeo lateral 
Processo cuneiforme da 
cartilagem epiglótica 
Cartilagens traqueais 
Processo corniculado da 
cartilagem aritenóidea 
Cartilagem cricóidea 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
11 
 
 
Fig.1.5 – Exposição da laringe e aparelho hióideo de cão na vista lateral esquerda. 
 
Fig.1.6 – Vista ventral da laringe e traqueia em cão. 
O referencial do osso hioide para acesso a faringe é de extrema 
importância, assim como a membrana cricotireóidea em procedimentos de 
emergência de obstrução de via aérea em que é possível a colocação de cateter 
ou sondas temporárias de menor calibre. 
 
 
Epi-hioide 
Cerato-hioide 
Processo rostral da 
cartilagem tireóidea 
Estilo-hioide 
Tireo-hioide 
Processo caudal da 
cartilagem tireóidea 
Lâmina da cartilagem 
tireóidea 
Basi-hioide 
Membrana cricotireóidea 
Corpo da cartilagem tireóidea 
Articulação cricotireóidea 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
12 
 
 
Fig. 1.7 - Exposição da laringe de suíno na vista lateral esquerda. A epiglote foi 
removida. 
 
Fig. 1.8 - Exposição da laringe de suíno na vista dorsal. Mesma peça de 1.7. 
No estudo anatômico é importante conhecer a diferença entre as 
espécies. Apesar de removida a epiglote salientamos que o aluno se atente para 
a inexistência do processo cuneiforme nesta espécie. A articulação 
cricoaritenóidea é um ponto importante a algumas técnicas corretivas de 
estenose de laringe. 
 
 
Arco da cartilagem cricóidea 
Lâmina da cartilagem tireóidea 
Processo caudal da 
cartilagem tireóidea 
Articulação cricoaritenóidea 
Crista mediana da 
cartilagem cricóidea 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
13 
 
 
Fig. 1.9 – Pulmão de suíno vista dorsal. 
 
Fig. 1.10 – Pulmão de suíno vista ventral. 
Lobo cranial esquerdo 
(parte cranial) 
Lobo cranial esquerdo 
(parte caudal) 
Lobo caudal esquerdo 
Lobo cranial direito 
Lobo médio 
Lobo acessório 
Lobo caudal direito 
Lobo cranial direito 
(parte cranial) 
Lobo cranial direito 
(parte caudal) 
Lobo médio 
Lobo acessório 
Lobo caudal direito 
Lobo cranial esquerdo 
(parte cranial) 
Lobo cranial esquerdo 
(parte caudal) 
Lobo caudal esquerdo 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
14 
 
No estudo comparado entre as espécies é fundamental importância 
conhecer a lobação e segmentação pulmonar, pois há diferenças. O lobo médio 
é sempre no pulmão direito e é um lobo que comumente no trauma pode sofrer 
torção, sendo que inexiste em equinos. Note que o suíno apresenta o brônquio 
traqueal, mas não a segmentação em porção cranial e caudal do lobo cranial 
direito como bovinos. 
 
 
Fig. 1.11 – Pulmão de canino vista dorsal. 
 
Fig. 1.12 – Pulmão de canino vista ventral. 
Lobo cranial esquerdo 
(parte cranial) 
Lobo cranial esquerdo 
(parte caudal) 
Lobo caudal esquerdo 
Lobo cranial direito 
Lobo médio 
Lobo acessório 
Lobo caudal direito 
Lobo cranial esquerdo 
(parte cranial) 
Lobo cranial esquerdo 
(parte caudal) 
Lobo caudal esquerdo 
Lobo cranial direito 
Lobo médio 
Lobo acessório 
Lobo caudal direito 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
15 
 
Na espécie canina (fig. 1.11-12) podemos ver a maior facilidade 
anatômica de torção do lobo médio e assim como suínos a segmentação em 
porção cranial e caudal do lobo cranial esquerdo (fig 1.9-10). 
 
Fig. 1.13 – Árvore brônquica do suíno vista ventral. 
 
Fig. 1.13 – Árvore brônquica do suíno vista dorsal. 
Nestas figuras é importante visualizar a hierarquia de segmentação 
brônquica tão importante as lobectomias para não comprometer lobos ou 
segmentos saudáveis durante as ligaduras desses brônquios. 
Traqueia 
Brônquio principal direito 
Brônquio traqueal 
Carina traqueal 
Brônquio principal esquerdo 
Brônquios lobares 
Brônquio segmentar 
Brônquio subsegmentar 
Carina traqueal 
Brônquio principal esquerdo 
Brônquio segmentar 
Brônquio subsegmentar 
Brônquio traqueal 
Brônquio principal direito 
Brônquios lobares 
Traqueia 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
16 
 
CAPÍTULO 2 – SISTEMA CIRCULATÓRIO 
 
Fig. 2.1 – Coração de equino vista lateral esquerda. 
 
Fig. 2.2 – Coração de equino vista lateral direita. 
Ápice 
Sulco interventricular 
paraconal 
Aurícula esquerda 
Aorta 
Ventrículo esquerdo 
Ventrículo direito 
Sulco coronário 
Tronco braquiocéfalico 
Aurícula direita 
Veia cava cranial 
Sulco coronário com 
artéria coronária direita 
Ventrículo direito 
Ápice 
Sulco interventricular 
subsinuoso 
Ventrículo esquerdo 
Veia cava caudal 
Veias pulmonares 
Aorta 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
17 
 
Optamos por mostrar o coração nesta espécie devido ao seu tamanho e 
facilidade de visualização, mas ressaltamos a importância da anatomia 
comparada que difere no formato, inclinação, topografia e circulação entre as 
espécies. Apresentamos aqui a face auricular (fig. 2.1) e atrial (fig. 2.2). 
Fig. 2.3 – Coração de equino em corte sagital, antímero direito. 
Fig. 2.4 - Coração de equino em corte sagital, antímero esquerdo. 
Ápice 
Valva da aorta 
Músculo papilar 
Trabécula septomarginal direita 
Trabécula septomarginal 
esquerda 
Átrio direito 
Aurícula do átrio direito 
Artéria coronária direita 
Septo interventricularAorta 
Ventrículo direito 
Ventrículo esquerdo 
Cordas tendíneas 
Valva atrioventricular direita ou 
valva tricúspide 
Átrio esquerdo 
Artéria pulmonar direita 
Tronco braquiocefálico 
Ventrículo esquerdo 
Aorta 
Miocárdio 
Endocárdio 
Músculo papilar 
Cordas tendíneas 
Valva atrioventricular esquerda 
ou valva mitral ou bicúspide 
Valva da aorta 
Epicárdio 
Artéria pulmonar direita 
Ventrículo direito 
Átrio direito 
Bulbo da aorta 
Artéria coronária direita 
Tronco braquiocefálico 
Trabéculas cárneas 
Ápice 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
18 
 
Nota-se o interior deste órgão (fig. 2.3 e 2.4), onde as câmeras e valvas 
são de fundamental importância a ausculta clínica e as estruturas mais 
detalhadas imprescindíveis, por exemplo ao exame de ecocardiograma. 
 
Fig. 2.5 – Ramificações iniciais da aorta de um cão na vista cranial. 
 
Fig. 2.6 - Vista lateral esquerda da dissecação de veias em pescoço de cão. 
Artéria subclávia direita 
Artéria carótida comum direita 
Artéria carótida comum esquerda 
Artéria subclávia esquerda 
Veia maxilar 
Veia facial 
Veia linguofacial 
Veia jugular externa 
Veia lingual 
Veia facial 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
19 
 
Vale citar, da fig. 2.5, que a ramificação mostrada é comumente 
encontrada nas espécies canina e felina que diferem entre outras espécies, 
complemente seu estudo verificando as diferenças de modo comparado. Na fig. 
2.6 salientamos a importância da jugular externa situada entre os músculos 
esternocefálico e braquiocefálico que estão removidos. 
 
Fig. 2.7 – Vista ventral de felino com exposição das artérias carótidas e artéria torácica. 
 
Fig. 2.8 - Vista medial de membro torácico de cão. 
Artéria torácica interna 
Artérias carótidas comuns 
esquerda e direita 
Artéria braquial 
Veia braquial 
Veia cubital mediana 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
20 
 
Nota-se a bainha carotídea na figura 2.7 em que percorre junto a carótida, 
a jugular interna (não presente em todas as espécies) e o tronco vagossimpático. 
Estas estruturas nobres são fundamentais as cirurgias de esôfago e traqueia. Já 
na figura 2.8 vemos a v. cubital mediana que faz a anastomose entre a v. braquial 
e a v. cefálica, ambas veias importantes. 
 
Fig. 2.9 – Vista medial de membro torácico de cão. 
 
A veia cefálica é de especial importância nesta espécie por ser o principal 
acesso venoso a coletas e fluidoterapia. A artéria mediana, a principal do 
antebraço situa-se medial e caudal ao rádio, seu cuidado durante a 
osteossíntese de rádio é fundamental. Já a artéria metacarpal é bastante 
utilizada para a colocação do doppler e aferição da pressão arterial através de 
manguito posto no braço do animal desta espécie. 
 
 
 
 
 
Artéria braquial 
Veia colateral ulnar 
Veia cefálica 
Artéria e veia medianas 
Artéria metacarpal 
Veia cubital mediana 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
21 
 
 
Fig. 2.10 – Vista medial de felino em decúbito dorsal. 
 
Fig. 2.11 – Vista medial de membro pélvico de cão. 
 
 
Artéria braquial 
Artéria mediana 
Artéria e veia 
femorais caudais 
proximais 
Artéria e veia 
femorais 
Veia safena medial 
e artéria safena 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
22 
 
Verificamos como a artéria mediana adentra de modo mais profundo em 
direção ao mm. pronador redondo na fig. 2.10. Na fig. 2.11 verificamos a artéria 
e veia femoral, é nesta artéria que essa espécie se faz facilmente a palpação do 
pulso na avaliação clínica. A ramificação venosa da v. femoral, a v. safena irá 
fornecer o ramo lateral que em pequenos animais também é um importante sítio 
de coleta de sangue e fluidoterapia. 
 
Fig. 2.12 – Vista lateral em perna de cão com exposição de artérias. 
Os vasos da fig. 2.12 mostram as principais artérias cujo conhecimento é 
de extrema importância, por exemplo as osteotomias para a estabilização 
dinâmica de insuficiência/ ruptura do ligamento cruzado cranial, que é uma 
afecção muito comum abordada na ortopedia. Já a A. dorsal do pé para acesso 
de mensuração de pressão invasiva. 
 
 
 
 
 
Artéria e veia tibiais craniais 
Artéria dorsal do pé 
Veia poplítea 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
23 
 
 
Fig. 2.13 – Vista lateral direita de abdome de cão expondo vascularização renal. 
Nesta imagem podemos ver a ramificação renal, veja que o trajeto da 
Artéria renal e veia renal é paralelo aos grandes vasos (a. aorta e v. cava), 
contrapondo-se ao direcionamento do ureter que percorre em direção caudal 
rumo a vesícula urinária. Este conhecimento é fundamental as cirurgias renais 
principalmente a nefrectomia. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RIM 
Veia hepática 
Aorta 
Veia renal Artéria renal 
Ureter 
Veia cava caudal 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
24 
 
CAPÍTULO 3 - SISTEMA URINÁRIO 
 
Fig. 3.1 – Rim de bovino com corte sagital a esquerda com vista interna e vista externa 
a direita. 
 
Fig. 3.2 – Rim de suíno com corte sagital a esquerda com vista interna e vista externa 
a direita. 
Perceba a diferença entre um rim multipiramidal unilobado (fig 3.2) e um 
multilobado (fig. 3.1) que não possui pelve. É fundamental perceber as 
diferenças entre as estruturas dentre as espécies domésticas, devido as 
insuficiências renais e cálculos, a ultrassonografia utiliza e muito essa arquitetura 
na avaliação principalmente a relação cortiço-medular. 
Lobos renais 
Córtex renal 
Cálice renal 
Ducto coletor 
Medula renal 
Papila renal 
Medula renal 
Cálice renal 
Pelve renal 
Córtex renal 
Cápsula renal 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
25 
 
 
 
Fig. 3.3 – Rim de cão aberto em corte parasagital em relação ao órgão para visualização 
de recessos pélvicos a esquerda e em corte sagital do órgão para evidenciação da pelve 
renal a direita. 
 
Fig. 3.4 – Rim de cão com corte para exposição de face interna do hilo renal. A esquerda 
está a face interna e a direita a face externa ainda com cápsula renal. 
Podemos notar agora os rins unipiramidais que ao invés de formarem as 
papilas renais que recebem a urina formada nos cálices (fig. 3.1 e 3.2), aqui 
desembocam direto a pelve pela crista renal (fig. 3.3 e 3.4). 
Pelve renal 
Crista renal 
Córtex renal 
Medula renal 
Hilo renal 
Recesso da 
pelve 
Córtex renal 
Medula renal 
Crista renal 
Pelve renal 
Hilo renal com artéria e 
veia renais e ureter 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
26 
 
 
Fig. 3.5 – Rim direito de Equino (formato triangular), face interna a esquerda e externa 
a direita ainda com cápsula renal. 
 
Fig. 3.6 – Vista ventral de vesícula urinária de animal da espécie suína. Realizada 
dissecação para mostrar a face interna com as principais estruturas. 
Na figura 3.5 vemos o rim direito do equino com formato diferenciado, o 
esquerdo é elíptico e ambos os rins são unilobares e unipiramidais. Na vesícula 
urinária é importante conhecer o trígono vesical, pois a cistotomia para remoção 
de urólitos é um procedimento comum e o meato uretral interno acima 
identificado é importante para a sondagem retrograda da uretra para testar 
patência de via urinária ou auxiliar em desobstrução uretral pela hidropropulsão. 
Medula renal 
Córtex renal 
Pelve renal 
Artérias arqueadas 
Ápice vesical 
Prega uretérica 
Trígono vesical 
Colunas uretéricas 
Óstio ureterais 
Crista uretral 
Óstio uretral 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
27 
 
 
Fig. 3.7 – Vista lateral esquerda dos ligamentos vesicais em caprino recém-nascido. 
 
Fig. 3.8 – Vista oblíqua em decúbito dorsolateral de um cão com exposição dos 
ligamentos (o lig. Vesical mediano está rompido devido a celiotomia realizada na 
dissecação). 
O estudo dos ligamentos vesicais é de extrema importância, veja na fig. 
3.7 o resquício das artérias umbilicais bem aparentes dado a ser um recém-
nascido que veio a óbito.Este vaso obliterado regride pela mudança da 
circulação fetal após o nascimento, formando forte reforço aos lig. Vesicais 
laterais. Vemos na fig. 3.8 como estes ligamentos são direcionados dorsalmente 
e cranialmente ao passo que o lig. vesical mediano segue em direção ventral e 
caudal. Em OSHs de fêmeas deve se ter cuidado com estes ligamentos. 
Ligamento vesical lateral 
Ligamento vesical 
lateral 
Ligamento vesical mediano 
Ligamento vesical 
mediano 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
28 
 
CAPÍTULO 4 – SISTEMA GENITAL FEMININO 
 
Fig. 4.1 – Vista dorsal do genital feminino da espécie bovina. 
 
Fig. 4.2 – Vista dorsal do genital feminino de bovina expondo o lúmen com o óstio uterino 
externo. 
Notamos nas imagens como o fórnice é acentuado, tal peculiaridade é de 
grande importância para a inseminação artificial, além das pregas circulares 
nesta espécie. 
Ligamento intercornual 
Carúncula 
Ureter 
Bexiga urinária 
Lábio vulvar 
Corno uterino 
Óstio da tuba uterina 
Ovário 
Ligamento largo do 
útero ou mesométrio 
Pregas circulares da cérvix 
Óstio uterino externo 
Óstio uretral externo 
Clitóris 
Óstio uterino externo 
Vagina 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
29 
 
 
Fig. 4.3 – Vista dorsal da porção final do genital feminino de bovina. 
 
Fig. 4.4 – Vista dorsal do sistema genital de uma suína. 
 Aqui frisamos a comparação entre espécies, ao passo que os cornos 
se aproximam medialmente do corpo uterino, somente na suína ele é sinuoso. 
Óstio externo da uretra 
Vestíbulo da vagina 
Lábio vulvar com clitóris 
Corpo do útero 
Colo do útero 
Tuba uterina 
Bexiga urinária 
Corno uterino sinuoso 
Ligamento largo do útero 
ou mesométrio 
Ovário 
Vagina 
Lábio vulvar 
Clitóris 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
30 
 
 
Fig. 4.5 – Ampliação do ligamento intercornual em uma suína. 
 
Fig. 4.6 - Ampliação do ligamento próprio do ovário em uma suína. 
Ressaltamos a importância do conhecimento dos ligamentos, pois 
algumas técnicas de castração utilizam esse conhecimento, alguns necessitam 
ser rompido ou seccionados ao passo que outros não. 
Ligamento intercornual 
Ligamento próprio do ovário 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
31 
 
 
Fig. 4.7 – Ampliação do colo uterino de uma suína. 
 
Fig. 4.8 – Ampliação do vestíbulo da vagina com a exposição do óstio uretral externo. 
Vemos na fig. 4.7 a característica marcante dos pulvinos cervicais, uma 
particularidade na espécie suína. Na fig. 4.8 vemos a abertura final do sistema 
urinário no sistema genital feminino. 
Colo com canal cervical e 
pulvinos cervicais 
Óstio uterino externo 
Vestíbulo da vagina 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
32 
 
 
Fig. 4.9 – Fig. 4.8 em menor ampliação. 
 
Fig. 4.10 – Vista caudal da vulva de suína. 
Óstio uretral externo 
Prega longitudinal 
 Clitóris 
Lábio vulvar 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
33 
 
 
Fig. 4.11 - Exposição do mesovário de suína. 
 
Fig. 4.12 Exposição da tuba uterina e mesosalpinge. 
Nestas duas figuras, ambas serosas expostas formam em conjunto a 
bolsa ovárica. 
Mesovário 
Istmo da tuba 
uterina 
Mesossalpinge 
Tuba uterina 
Ampola da tuba 
uterina 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
34 
 
 
Fig. 4.13 – Exposição da tuba uterina com visualização do infudíbulo em suína. 
 
Fig. 4.14 – Feto com placenta ainda preso ao útero. 
Veja a particularidade dos bovinos onde as carúnculas uterinas são bem 
visíveis. 
Óstio abdominal da tuba uterina 
Infundíbulo com fímbrias 
Cotilédone 
Carúnculas 
Feto 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
35 
 
CAPÍTULO 5 – SISTEMA GENITAL MASCULINO 
 
Fig. 4.15 – Testículo de bovino. 
 
Fig. 4.16 – Vascularização que irriga e drena o testículo. 
É notável o enovelamento da artéria testicular entremeada ao plexo 
pampiniforme. Esta particularidade anatômica facilita o resfriamento sanguíneo 
e mantém junto com a bolsa escrotal o testículo em menor temperatura corpórea. 
Plexo pampiniforme 
Bolsa testicular 
Corpo do Epidídimo 
Cauda do epidídimo 
Ligamento próprio do testículo 
Testículo 
Cabeça do epidídimo 
Artéria testicular e 
plexo pampiniforme 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
36 
 
 
Fig. 4.17 – Testículo de cão com exposição de envoltórios internos. 
 
Fig. 4.18 - Testículo de cão em corte transversal. 
Nos envoltórios vale salientar que não pode ser evidenciado o ligamento 
da cauda do epidídimo, uma importante estrutura para orquiectomia, pois este 
ligamento é rompido para separar o testículo do processo vaginal. 
 
 
Ducto deferente 
Plexo pampiniforme 
Cabeça do epidídimo 
Lâmina visceral da túnica vaginal 
Mesórquio 
Lâmina parietal da túnica vaginal 
Cauda do epidídimo 
Mediastino 
testicular 
Parênquima 
testicular 
Lâmina visceral 
da túnica vaginal 
Túnica albugínea 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
37 
 
 
Fig. 4.19 – Pênis de bovino recolhido no prepúcio, vista lateral. 
 
 
Fig. 4.20 – Pênis de bovino com glande exposta pela dissecção do prepúcio na vista 
lateral. 
Nos pênis fibrosos, a flexura sigmoide é o meio de retração peniana. 
Durante sua ereção a flexura se desfaz projetando o pênis. 
Flexura sigmoide 
Prepúcio 
Glande do Pênis 
Glande do Pênis 
Prega prepucial 
Flexura sigmoide 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
38 
 
 
Fig. 4.21 – Corte transversal de pênis de bovino. 
 
Fig. 4.22 – Pênis de equino na vista lateral. 
Podemos comparar agora um pênis do tipo musculoso (fig. 4.22) com um 
fibroso (fig. 4.20). 
 
Artéria dorsal do pênis 
Túnica albugínea 
Uretra 
Corpo cavernoso do pênis 
Corpo esponjoso do pênis 
Coroa da glande 
Colo da glande 
Prepúcio 
 Prega prepucial 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
39 
 
 
Fig. 4.23 – Glande de equino. 
Finalizamos aqui o genital masculino, relembrando que assim como o 
equino tem suas particularidades na glande, o cão por exemplo tem o bulbo da 
glande e o osso peniano. Complemente seu estudo comparando as espécies, 
tanto genital masculino, quanto feminino. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Processo uretral 
Coroa da glande 
Fossa da glande 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
40 
 
CAPÍTULO 6 – SISTEMA DIGESTÓRIO 
 
Fig. 5.1 – Língua de bovino vista dorsal. 
 
Fig. 5.2 – Ampliação do tórus lingual e papilas da fig. 5.1. 
O sistema digestório se inicia na boca, lábios, vestíbulo bucal, labial e 
cavidade oral além dos dentes, alvéolos dentários e músculos mastigatórios 
complementam o estudo. Note que o tórus lingual é uma característica marcante 
desta espécie. 
Papilas circunvaladas 
Tórus lingual 
Fossa lingual 
Papilas fungiformes 
Papilas filiformes 
Papilas cônicas 
Papilas circunvaladas 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
41 
 
 
Fig. 5.3 – Ampliação das papilas circunvaladas de um suíno. 
 
Fig. 5.4 – Teto da cavidade oral de bovino. 
Vemos a diferenças anatômica entre suínos e bovinos (fig. 5.1 e 5.3). Uma 
grande particularidade dos ruminantes é o pulvino dentário, pois há a ausência 
dos dentes incisivos. 
Papilas circunvaladas 
Corpo da língua 
Pulvino dentário 
Papila incisiva 
Palato duro com 
rugas palatinas 
Rafe palatina 
Papilas cônicas 
Palato mole ou 
véu palatino 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
42 
 
 
Fig. 5.5 – Abertura lateral do tórax e abdome de cão, vista lateral direita. 
 
Fig. 5.6 Abertura lateral do tórax e abdome de felino vista lateral esquerda. 
Nas figuras acima temos a ideia da complexidade do sistema digestório. 
Note a topografia dos órgãos como fígado, baço e intestinos (fig. 5.6). 
 
 
 
Omento 
Baço 
Intestino 
Diafragma 
Parte do pulmão 
Parte do fígado 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
43 
 
 
Fig. 5.7 – Fígado de equino na vista caudal (diafragma rebatido dorsalmente). 
 
Fig. 5.8 – Fígado de cão na vistacaudal (intestinos rebatidos dorsalmente). 
Visualiza-se a diferença anatômica dos lobos hepáticos entre as espécies, 
além da ausência de vesícula biliar dos equinos. 
 
 
Diafragma 
Lobo hepático 
lateral esquerdo 
Lobo hepático 
medial esquerdo 
Lobo hepático quadrado 
Lobo hepático direito 
Processo caudado 
Lobo hepático caudado 
(processo caudado) 
Lobo hepático 
lateral direito 
Vesícula biliar 
Lobo hepático 
medial direito Lobo hepático 
medial esquerdo 
Lobo hepático quadrado 
Lobo hepático 
lateral esquerdo 
Lobo hepático caudado 
(processo papilar) 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
44 
 
 
Fig. 5.9 – Fígado de caprino na vista caudal. 
 
Fig. 5.10 – Fígado de suíno na vista caudal. 
Veja como a lobação é mais simples nos ruminantes (fig. 5.10) e como o 
lobo hepático quadrado dos suínos difere por não atingir a margem ventral do 
fígado. 
 
Processo caudado 
Lobo hepático direito 
Vesícula biliar Lobo hepático quadrado 
Lobo hepático esquerdo 
Processo papilar 
Processo caudado 
do lobo caudado 
Lobo hepático 
lateral direito 
Vesícula biliar 
Lobo hepático 
medial direito 
Lobo hepático 
medial esquerdo 
Lobo hepático quadrado 
Lobo hepático 
lateral esquerdo 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
45 
 
 
Fig. 5.11 – Estômago de suíno aberto na curvatura maior com exposição de cárdia e 
piloro em sua face interna. 
 
Fig. 5.12 – Estômago de suíno vista caudal. 
Visualiza-se o estômago unicavitário composto do suíno (fig. 5.11) e sua 
particularidade da espécie que é o divertículo gástrico. 
Região fundo 
Parte aglandular 
Região pilórica 
Piloro 
Região cárdica 
Óstio cárdico 
Parte glandular 
Toro pilórico 
Esôfago 
Curvatura menor 
Divertículo gástrico 
Curvatura maior 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
46 
 
 
Fig. 5.13 – Retículo de bovino com corte longitudinal para exposição de sulco reticular 
e cristas reticulares. 
 
Fig. 5.14 – Rúmen de caprino na vista lateral direita. 
Ressaltamos a particularização do estômago pluricavitário composto dos 
ruminantes que é dividido em 4 estômagos sendo 3 deles aglandulares. 
 
 
Óstio retículo-omasal 
Célula reticular 
Crista reticular 
Saco cego 
caudodorsal 
Sulco coronário dorsal 
Sulco acessório direito 
Sulco longitudinal 
direito 
Saco cego 
caudoventral 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
47 
 
 
Fig. 5.15 – Rúmen de caprino na vista lateral esquerda. 
 
Fig. 5.16 – Rúmen de bovino após incisão lateral esquerda, dorsal ao pilar longitudinal 
esquerda. 
Ressaltamos a presença e tamanho das papilas ruminais no saco ventral 
comparado ao dorsal onde são reduzidas. Isso se faz devido ao próprio estimulo 
mecânico do líquido ruminal de acordo com sua sedimentação e estratificação, 
além de formação de gases que se localizam dorsalmente gerando menor 
estímulo na parede do rúmen para o crescimento de papilas. 
Saco cego caudodorsal 
Saco cego caudoventral 
Sulco coronário ventral 
Pilar longitudinal direito 
Pilar caudal 
Pilar longitudinal 
esquerdo 
Pilar cranial 
Papilas ruminais 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
48 
 
 
Fig. 5.17 – Omaso de caprino com incisão longitudinal para exposição dos óstios e 
lâminas omasais. 
 
Fig. 5.18 – Abomaso de caprino face externa. 
Veja como o omaso é responsável pela absorção de líquidos apesar de 
ser pequeno comparativamente aos demais estômagos, aumenta sua área de 
superfície pelas lâminas omasais (5.17). Note a semelhança do abomaso ao 
estômago unicavitário, esta é a porção glandular do estômago pluricavitário dos 
ruminantes. 
Óstio retículo-omasal 
Lâminas omasais 
Óstio omaso-abomasal 
Curvatura menor 
Curvatura maior 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
49 
 
 
Fig. 5.19 – Duodeno e lobo pancreático direito de um cão. 
 
Fig. 5.20 – Alças jejunais com os vasos (mesojejuno removido). 
Ressaltamos a topografia do jejuno com o lobo pancreático direito, órgão 
que deve se ter cuidado na manipulação do duodeno durante as cirurgias (fig. 
5.19), relembramos que o duodeno nesta imagem está fora de sua topografia em 
formato de U entre as porções descendente e ascendente. Nota-se o jejuno 
como o mais longo segmento do intestino delgado (fig.5.20). 
Duodeno ascendente 
Flexura duodenal caudal 
Flexura duodenojejunal 
Duodeno descendente 
Flexura duodenal cranial 
Lobo pancreático direito 
Jejuno 
Artérias jejunais 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
50 
 
 
Fig. 5.21 – Íleo e ceco de cão. 
 
Fig. 5.22 – Porção ascendente do intestino grosso de caprino evidenciando a flexura 
central. 
Com o ceco e cólon ascendente inicia-se o intestino grosso, existem 
diferenças entre as espécies no cólon ascendente, complemente seu estudo 
vendo a anatomia comparada, pois alças centrípetas e centrífugas são 
evidenciadas somente em ruminantes e suínos. 
 
Íleo 
Prega ileocecal 
Ceco 
Prega duodenocólica 
Flexura central 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
51 
 
 
Fig. 5.23 – Cólon ascendente simples de um cão. 
 
Fig. 5.24 – Cólon transverso presente sempre cranial a raiz do mesentério, seguindo 
como cólon descendente, finalizando no reto com a ampola retal, findando no ânus. 
Finalizamos aqui o sistema digestório, relembrando passos importantes 
da topografia presente na fig. 5.24. 
 
Cólon transverso 
Cólon ascendente 
Ceco 
Prega ileocecal 
Íleo 
Cólon transverso 
Raiz do mesentério 
Cólon descendente 
Reto 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
52 
 
CAPÍTULO 7 – SISTEMA TEGUMENTAR 
 
Fig. 6.1 – Papila e parte da glândula mamária de animal da espécie bovina. 
 
Fig. 6.2 – Papila e parte da glândula mamária de animal da espécie bovina com 
exposição interna da papila mamária. 
Visualiza-se nas figuras acima uma parte da glândula mamária com a 
papila mamária. Esta glândula especializada é de extrema importância para 
quem trabalha com produção de leite. Estude as espécies de modo comparado, 
pois diferem em diversos aspectos anatômicos. 
Papila mamária do úbere 
Parênquima mamário 
Estroma 
Seio papilar 
Ducto papilar 
Orifício da papila 
Seio lactífero 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
53 
 
 
Fig. 6.3 – Papila e parte da glândula mamária de animal da espécie bovina com 
exposição de seios e ductos lactíferos. 
 
Fig. 6.4 – Pelos táteis encontrados na face do cão. 
Na fig. 6.4 podem ser visualizados os pelos táteis, que são pelos de maior 
calibre e em seu folículo possuem receptores de pressão mais sensíveis uma 
vez que os animais utilizam muito a boca e face para contato direto com objetos. 
Ductos lactíferos 
Seio lactífero 
Pelos táteis lábios 
superiores 
Pelos táteis lábios 
inferiores 
Pelos táteis bucais 
Pelos táteis mentuais 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
54 
 
 
Fig. 6.5 – Extremidade distal de casco de suíno após remoção do casco (Remoção de 
parte do segmento perióplico e coronário devido a intensa adesão destes ao casco). 
 
Fig. 6.6 – Extremidade distal de casco de suíno após remoção do casco (Remoção de 
parte do segmento perióplico e coronário devido a intensa adesão destes ao casco). 
Vemos na fig. 6.5 as lamelas dérmicas, estruturas estas que se interpõe 
as lamelas epidérmicas do casco para firme adesão. O casco é característico 
dos ungulados que nesta espécie é o casco fendido diferente de equinos que é 
um único casco proveniente de uma única falange. 
Limbo ou segmento perióplico 
Coroa ou segmento coronário 
Parede ou segmento parietal 
Lamelas dérmicas 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
55 
 
 
Fig. 6.7 - Nesta figura as falanges foram incisadas entre o terceiro e quarto dígito para 
exposição do segmento das saliências. 
 
Fig. 6.8 – Derme do dígito de suíno após remoção do casco na vista solear. 
Na fig. 6.7 Verificamos os coxins gordurosos, cuja sua principal função é 
de amortecimento e na fig. 6.8 além dosegmento solear podemos ver as 
margens axial e abaxial do dígito. 
Coxins gordurosos 
Lamelas dérmicas 
(margem parietal) 
Segmento solear 
(parte da derme) 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
56 
 
 
Fig. 6.9 – Vista carpal da extremidade de membro torácico de um felino. 
 
Fig. 6.10 – Vista lateral da unha de felino. 
Nas figuras 6.9 e 6.10, verificamos um animal unguiculado, que possuem 
mais coxins digitais que os ungulados e esses coxins não ficam inseridos na 
unha do gato assim como fica no casco dos ungulados, apesar do processo 
unguicular da falange distal estar no interior das unhas onde na fig. 6.10 
verificamos a derme através da unha translúcida. 
 
Coxim digital 
Coxim metacarpal 
Coxim carpal 
Vascularização da garra 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
57 
 
 
Fig. 6.11 – Vista lateral de pé de cão. 
Finalizamos mostrando o pé de um cão, que possui uma unha muito 
menos afiada que os animais da espécie felina. Ressaltamos a importância de 
complementar este capítulo com as glândulas especiais e a arquitetura da pele 
e tecido subcutâneo, cuja arquitetura mais microscópica é de fundamental 
importância as amplastias e acessos cirúrgicos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Unha e coxim digital 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
58 
 
CAPÍTULO 8 – SISTEMA NERVOSO 
 
Fig. 7.1 – Corte sagital de encéfalo de suíno. 
 
Fig. 7.1 – Corte sagital de encéfalo de canino até a altura do cerebelo em vista dorsal 
com rebatimento lateral dos antímeros dos hemisférios, diencéfalo e mesencéfalo. 
A fixação e conservação do sistema nervoso central é um desafio na 
anatomia. Contudo, aqui nestas figuras expomos algumas das principais 
estruturas de mais fácil visualização no encéfalo. 
Corpos quadrigêmeos 
Aqueduto mesencefálico 
Pedúnculo cerebral 
Núcleo caudado 
Joelho do corpo caloso 
Fórnice 
Corpo do corpo caloso 
Giro supra caloso 
Esplênio do corpo caloso 
Vérmis 
Tálamo 
Núcleo da base 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
59 
 
 
Fig. 7.3 – Vista ventral de encéfalo de cão. 
 
Fig. 7.4 – Vista ventral da dura-máter removida de encéfalo de cão. 
Na fig. 7.3 temos a visualização do tronco encefálico em sua vista ventral 
com suas principais estruturas. Já na fig. 7.4 é notável as estruturas que separam 
os hemisférios cerebrais e estes do cerebelo. 
 
Ponte 
Pirâmide 
Corpo trapezoide 
Medula oblonga 
Foice do cérebro 
Tentório cerebelar 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
60 
 
 
Fig. 7.5 – Corte sagital de cerebelo de suíno conservado em peça de resina acrílica. 
 
Fig. 7.6 – Corte sagital de crânio de caprino. 
Aqui visualizamos o cerebelo em uma nova técnica de conservação 
realizada por Diego R. da Silva que permite maior durabilidade e visualização da 
peça anatômica, que foi parte de sua iniciação científica. Na fig. 7.7 verificamos 
o encéfalo inserido no crânio, note as fossas cranianas. 
 
Árvore da vida 
Corpo medular do cerebelo 
Córtex cerebelar 
Cerebelo com árvore da vida 
Medula oblonga 
Ponte 
Hipófise 
Nervo óptico 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
61 
 
 
Fig. 7.7 – Encéfalo de cão na vista dorsal. 
 
Fig. 7.8 – Membro pélvico de felino com exposição dos nervos periféricos de maior 
importância na face lateral. 
Na figura 7.8 já adentramos no sistema nervoso periférico, 
particularmente importante para qualquer cirurgia apendicular, seja na 
traumatologia, cirurgias articulares ou oncológicas. 
Lobo frontal 
Lobo parietal 
Lobo temporal 
Lobo occipital 
Hemisfério cerebelar 
Vérmis 
Fissura transversa 
Fissura longitudinal 
Sulco cruzado 
Nervo glúteo caudal 
Nervo tibial 
Nervo isquiático 
Nervo fibular comum 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
62 
 
 
Fig. 7.9 – Vista medial da perna de felino com exposição do nervo tibial. 
 
Fig. 7.10 – Vista medial de membro pélvico de cão com exposição do nervo femoral. 
Nervo tibial 
Nervo femoral 
Nervo safeno 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
63 
 
 
Fig. 7.11 – Vista lateral de antebraço de felino com exposição de nervos. 
 
Fig. 7.12 – Vista medial de antebraço de felino com exposição de nervos. 
Nervo radial (ramo superficial) 
Nervo ulnar 
Nervo ulnar 
Nervo mediano 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
64 
 
 
Fig. 7.13 – Vista lateral direita de tórax após remoção de lobos pulmonares para 
exposição de nervo frênico. 
 
Fig. 7.14 – Vista medial da escápula rebatida com exposição do nervo supraescapular 
que segue rumo a face lateral. 
Nervo frênico 
Nervo supraescapular 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
65 
 
 
Fig. 7.15 – Exposição do tronco vagossimpático após dissecção de pescoço em vista 
ventral. Lembramos que o mesmo se encontra junto a carótida comum e jugular interna. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Tronco vagossimpático 
esquerdo 
Souza, A. N. A., Gomes, H. V. S. et al. 
66 
 
CONSIDERAÇÕES FINAIS 
 
Finalizamos este atlas simplificado, o qual acreditamos que ajude a você, 
graduando de medicina veterinária, no seu estudo inicial. Complemente seus 
conhecimentos anatômicos em livros e atlas mais completos após a assimilação 
dos pontos mais importantes e de fácil visualização nas peças anatômicas que 
expomos aqui nesta obra. 
Ressaltamos que este conhecimento será muito importante para sua base 
acadêmica e serve a várias áreas de especialidades da medicina veterinária, 
assim como exposto aqui alguns exemplos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Esta obra tem a finalidade de ensino a graduandos do curso de Medicina 
Veterinária. Sabe-se que dentro do mundo vasto da anatomia veterinária com 
tantas estruturas e nominas em diferentes espécies, o aluno pode sofrer certa 
dificuldade, dentro de um atlas mais completo, nortear o que é o mais importante, 
de mais fácil visualização, em suma, qual o básico a ser aprendido. 
A partir desta problemática e verificando a dificuldade de alguns discentes 
principalmente nos instrumentos avaliativos práticos, o objetivo aqui é mostrar 
peças anatômicas com as estruturas mais importantes e que podem facilmente 
serem visualizadas pelo graduando. 
Muitas vezes o aluno pode se perguntar o porquê em decorar tantas 
estruturas, em que momento este conhecimento pode me servir. Para isto alguns 
exemplos são dados ao longo das imagens, bem como também são fornecidas 
dicas de estudos principalmente no que tange a anatomia comparada uma vez 
que existem muitas diferenças entre as espécies. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Vitória....................

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