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A2 - Fundamentos da Educação

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11/12/2022 19:14 Ilumno
ilumno.sgp.starlinetecnologia.com.br/ilumno/schedule/resultcandidatedetailprint/7771304/ceef0bea-6d52-11e9-ad3e-0242ac11001e/ 1/10
Local: Sala 2 - TJ - Prova On-line / Andar / Polo Tijuca / POLO UVA TIJUCA
Acadêmico: EAD-IL70115-20224A
Aluno: BEATRIZ DE ASSIS DE CARVALHO
Avaliação: A2-
Matrícula: 20191302401
Data: 3 de Dezembro de 2022 - 08:00 Finalizado
Correto Incorreto Anulada  Discursiva  Objetiva Total: 10,00/10,00
1  Código: 23001 - Enunciado: “O iluminismo representa a saída dos seres humanos de uma
tutelagem que eles próprios se impuseram a si. Tutelados são aqueles que se encontram
incapazes de fazer uso da própria razão, independentemente da direção de outrem. É
considerado culpado da própria tutelagem quando essa resulta não de uma deficiência do
entendimento, mas da falta de resolução e coragem para se fazer uso do entendimento,
independentemente da direção de outrem. Sapere aude! ("Ouse saber!") Tem coragem para fazer
uso da tua própria razão! — esse é o lema do iluminismo.” KANT, Immanuel. An answer to the
question: "what is enlightenment?" Konigsberg, Prussia, 1784. Disponível em:
<http://library.standrews-de.org/lists/CourseGuides/religion/rs-
vi/oppressed/kant_what_is_enlightenment.pdf (http://library.standrews-
de.org/lists/CourseGuides/religion/rs-vi/oppressed/kant_what_is_enlightenment.pdf)>. A partir
da análise do texto exposto, indique as dimensões da perspectiva iluminista que influenciará a
ação pedagógica, contrastando com as perspectivas adotadas na Idade Média:
 a) Religião, sujeição e política.
 b) Sabedoria, servidão e religião.
 c) Razão, liberdade e política.
 d) Autoritarismo, ciência e liberdade.
 e) Absolutismo, religião e razão.
Alternativa marcada:
c) Razão, liberdade e política.
Justificativa: Resposta correta: Razão, liberdade e política. O texto de Kant aborda três aspectos
que foram fundamentais para o pensamento pedagógico iluminista: a clara defesa do uso da
razão e da liberdade (distanciando-se da autoridade, guarda ou proteção de outrem) e uma
terceira, decorrente das duas, que é política. O iluminismo preconizou a defesa irrestrita da razão
e o combate constante pelas liberdades dos indivíduos, contrapondo-se às concepções
obscurantistas da Igreja e à arrogância dos governantes absolutistas. Distratores: Religião,
sujeição e política. Errada. O iluminismo se opôs às formas de dominação religiosa da época e,
ao mesmo tempo, a todas as formas de sujeição do indivíduo. Autoritarismo, ciência e
liberdade. Errada. O iluminismo não defendeu as formas de autoritarismo. Absolutismo, religião
e razão. Errada. O iluminismo lançou as bases contrárias ao absolutismo e às formas de
dominação religiosa. Sabedoria, servidão e religião. Errada. O iluminismo se opôs às formas de
dominação religiosa da época e, ao mesmo tempo, às formas de sujeição e de servidão do
indivíduo. 
1,50/ 1,50
http://library.standrews-de.org/lists/CourseGuides/religion/rs-vi/oppressed/kant_what_is_enlightenment.pdf
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2  Código: 27111 - Enunciado: “Eu não estava me escolarizando na escola, eu estava me educando
no mundo.” (Fonte: FREIRE, P. Pedagogia da Tolerância. São Paulo: Paz e Terra, 2017.) A ideia de
que o aprendizado do estudante deve resumir-se a conteúdos escolares que não têm a
preocupação de construir uma relação com a realidade cultural e social e que colocará como
uma questão de indisciplina/desinteresse o não desenvolvimento esperado desse estudante
pode ser associada a que perspectiva pedagógica?
 a) Existencialista.
 b) Iluminista.
 c) Socialista.
 d) Niilista.
 e) "Senso comum.”
Alternativa marcada:
e) "Senso comum.”
Justificativa: Resposta correta: Senso comum.Na perspectiva pedagógica do “senso comum”, o
educador leva seus preconceitos para a sala de aula sem avaliar criticamente se está
reproduzindo julgamentos de valores excludentes ou não. Assim, pode ocorrer de o professor
comparar o aluno de diferente classe social ou meio sociocultural a seu próprio contexto
sociocultural e econômico e, com isso, criar uma expectativa de aluno “ideal” equivocada, pois
não parte da realidade do aluno para entender as suas dificuldades e formas de se relacionar.
Essa diferença de contexto entre o professor e o aluno, dentro dessa perspectiva de um “senso
comum” não reflexiva, pode ser motivo para reforçar uma educação punitiva e desinteressante
para o educando.
DistratoresSocialista. Errada, pois representa uma educação aliada à ideia de revolução
social.Existencialista. Errada, pois é uma educação voltada para questionar os sentidos das
coisas, da vida. do outro, da morte, do conhecimento, da liberdade etc.Iluminista. Errada, pois é
uma educação que aposta na razão como forma de guiar a humanidade e combater o
obscurantismo religioso. Niilista. Errada, pois é uma perspectiva filosófica de desconstrução do
estabelecido, é cética em relação a convicções, saberes e sentidos estabelecidos sobre o homem
e o mundo.
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3  Código: 24355 - Enunciado: Texto 1 Nós temos que fixar a atenção primeiramente na criança
para descobrir que tipo de experiência é apropriada para ela, em um período selecionado, para
descobrir, se possível, o que constitui a característica especial da experiência da criança naquele
período, e por que aquela experiência toma certa forma e não outra. Isso significa observar em
detalhes que experiências são mais significativas e têm maior valor para a criança, e que atitude
essa assume com respeito a elas. Nós procuramos pelo ponto ou foco de interesse nessas
experiências. Fonte: DEWEY, John. Early essays. The Early Works of John Dewey. Volume 5, 1882 –
1898. EUA: Southern Illinois University Press, 1972, p. 172. Texto 2 Durante o tempo da visita, não
falou Aristarco (o diretor da Escola) senão das suas lutas [...] "Um trabalho insano! Moderar,
animar, corrigir esta massa de caracteres, onde começa a ferver o fermento das inclinações;
encontrar e encaminhar a natureza na época dos violentos ímpetos; amordaçar excessivos
ardores; retemperar o ânimo dos que se dão por vencidos precocemente; espreitar, adivinhar os
temperamentos; prevenir a corrupção; desiludir as aparências sedutoras do mal; aproveitar os
alvoroços do sangue para os nobres ensinamentos; prevenir a depravação dos inocentes; espiar
os sítios obscuros; fiscalizar as amizades; desconfiar das hipocrisias; ser amoroso, ser violento,
ser firme; triunfar dos sentimentos de compaixão para ser correto; [...] punir [...] Ah! meus
amigos, conclui ofegante, não é o espírito que me custa, não é o estudo dos rapazes a minha
preocupação... É o caráter! [...] é a imoralidade! [...] O (Colégio) Ateneu é um colégio moralizado!
[...] Eu tenho um código..." Neste ponto, o diretor levantou-se de salto e mostrou um grande
quadro à parede. “Aqui está o nosso código. Leiam! Todas as culpas são prevenidas, uma pena
para cada hipótese [...] Se a desgraça ocorre, a justiça é o meu terror e a lei é o meu arbítrio!”
Fonte: POMPÉIA, Raul. O ateneu. São Paulo: Ática, 2007, p. 28. Analise os textos expostos e os
classifique de acordo com as suas respectivas filiações pedagógicas:
 a) Ambos pertencessem ao pensamento escolanovista.
 b) Ambos pertencem ao pensamento pedagógico socialista (textos 1 e 2).
 c) Pensamento pedagógico socialista (texto 1) e pensamento pedagógico escolanovista
(texto 2).
 d) Pensamento pedagógico funcionalista (texto1) e pensamento pedagógico escolanovista
(texto 2).
 e) Pensamento pedagógico escolanovista (texto 1) e pensamento pedagógico positivista e
funcionalista (texto 2).
Alternativa marcada:
e) Pensamento pedagógico escolanovista (texto 1) e pensamento pedagógico positivista e
funcionalista (texto 2).
Justificativa: RespostaCorreta: Pensamento pedagógico escolanovista (texto 1) e pensamento
pedagógico positivista e funcionalista (texto 2). O texto 1 aborda questões centrais da Escola
Nova. Dewey, o autor desse texto, trata tanto da criança como centro do processo de ensino-
aprendizagem como também da importância da experiência nesse processo, contrapondo-se a
uma tendência tradicional de ensino. O texto 2 — retirado da obra O Ateneu (1888), de Raul
Pompéia — pode ser interpretado a partir de alguns traços positivistas e funcionalistas. Na
medida em que, nessa perspectiva, vários elementos da sociedade são considerados
interdependentes, as “partes” da sociedade (indivíduos, a escola) desempenham funções
específicas que contribuem de forma interligada (orgânica) para a manutenção e a harmonia do
“todo” (sistema social, a sociedade como um todo). A preocupação excessiva com as normas, as
leis, a imoralidade, a punição, a vigilância, com o caráter etc. podem ser encarados como traços
dessa perspectiva. Distratores: Ambos pertencem ao pensamento pedagógico socialista (textos
1 e 2). Errada. O pensamento pedagógico socialista não tinha como elemento central a questão
da experiência, pelo menos não da forma como descrita no texto, e muito menos estava
preocupado com a questão da ordem, harmonia e moral. Pensamento pedagógico funcionalista
(texto1) e pensamento pedagógico escolanovista (texto 2). Errada. Nesse caso, houve uma
inversão: o texto 1 é escolanovista e o texto 2 é funcionalista. Embora o pensamento funcionalista
e positivista tivesse preocupação com a criança, sua perspectiva não era centrada na ideia de
experiência, ao menos, da maneira como ela é concebida no texto. A Escola Nova, por sua vez,
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não possuía a perspectiva moralizante e de ordem como apontado no texto 2. Ambos
pertencessem ao pensamento escolanovista. Errada. Apenas o texto 1 é pertencente à Escola
Nova. O texto 2 aponta para uma perspectiva pedagógica diferente, uma vez a Escola Nova não
possuía a perspectiva moralizante e de ordem como apontado no texto 2. Pensamento
pedagógico socialista (texto 1) e pensamento pedagógico escolanovista (texto 2). Errada. O
pensamento pedagógico socialista não tinha como elemento central a questão da experiência,
pelo menos não da forma como descrita no texto. A Escola Nova, por sua vez, não possuía a
perspectiva moralizante e de ordem como apontado no texto 2.
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4  Código: 27771 - Enunciado: Eu quero viver
Nessa metamorfose ambulanteDo que ter aquela velha opinião
Formada sobre tudo
Do que ter aquela velha opinião
Formada sobre tudoSobre o que é o amor
Sobre o que eu nem sei quem sou.(Disponível em: https://www.letras.mus.br/raul-seixas/48317/.
Acesso em: 5 mar. 2018.)
Na interpretação da música de Raul Seixas, podemos encontrar um elemento existencialista que
também é base para o pensamento pedagógico fenomenológico. Analise o trecho da música e
marque a alternativa que apresenta esse elemento:
 a) Quando Raul Seixas diz, em sua música, que prefere ser uma “metamorfose ambulante
do que ter uma velha opinião formada sobre tudo”, traz a ideia de uma negação de tudo, da vida,
da realidade e da opinião e da existência, assim como ocorre no pensamento pedagógico
fenomenológico.
 b) Quando Raul Seixas diz, em sua música, que prefere ser uma “metamorfose ambulante
do que ter uma velha opinião formada sobre tudo”, questiona a verdade absoluta, bem como
podemos observar no pensamento pedagógico fenomenológico. Por isso, defende que não
existem chances de o indivíduo se posicionar frente à realidade, já que não existe verdade.
 c) Quando Raul Seixas diz, em sua música, que prefere ser uma “metamorfose ambulante
do que ter uma velha opinião formada sobre tudo”, está falando da importância de se
desresponsabilizar diante do mundo, uma vez que não encontra respostas para suas questões,
assim como o pensamento fenomenológico propõe a desresponsabilização dos alunos frente a
questões existenciais.
 d) Quando Raul Seixas diz, em sua música, que prefere ser uma “metamorfose ambulante
do que ter uma velha opinião formada sobre tudo”, questiona a verdade absoluta, e os principais
eixos do pensamento pedagógico fenomenológico são o questionamento da verdade absoluta e
a valorização da dúvida.
 e) A letra de Raul Seixas expressa que, frente às questões existenciais da vida, não existe
nada a fazer e o único caminho é o imobilismo. Assim também é o pensamento fenomenológico,
pois se acredita que , frente à não existência de respostas, não há nada que se possa criar e o
único caminho é o fatalismo.
Alternativa marcada:
d) Quando Raul Seixas diz, em sua música, que prefere ser uma “metamorfose ambulante do que
ter uma velha opinião formada sobre tudo”, questiona a verdade absoluta, e os principais eixos
do pensamento pedagógico fenomenológico são o questionamento da verdade absoluta e a
valorização da dúvida.
Justificativa: Resposta correta: Quando Raul Seixas diz, em sua música, que prefere ser uma
“metamorfose ambulante do que ter uma velha opinião formada sobre tudo”, questiona a
verdade absoluta, e os principais eixos do pensamento pedagógico fenomenológico são o
questionamento da verdade absoluta e a valorização da dúvida.O pensamento fenomenológico
valoriza as diversas perspectivas dos sujeitos diante do mundo, portanto as construções das
verdades estão ligadas às formas como as consciências em seus próprios processos se
relacionam com o mundo; assim, negam a verdade absoluta e valorizam a dúvida.
Distratores:Quando Raul Seixas diz, em sua música, que prefere ser uma “metamorfose
ambulante do que ter uma velha opinião formada sobre tudo”, traz a ideia de uma negação de
tudo, da vida, da realidade e da opinião e da existência, assim como ocorre no pensamento
pedagógico fenomenológico. Errada. O pensamento pedagógico existencialista, assim como a
música de Raul Seixas, é crítico a uma rigidez de viver e pensar; a ideia de uma “metamorfose
ambulante” se relaciona com o existencialismo a partir da noção de que estamos em constante
transformação e temos a liberdade mudar de opinião, de refletir e rever. Essa forma de pensar
está em consonância com a vida e não é uma negação da própria.Quando Raul Seixas diz, em sua
música, que prefere ser uma “metamorfose ambulante do que ter uma velha opinião formada
sobre tudo”, está falando da importância de se desresponsabilizar diante do mundo, uma vez que
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não encontra respostas para suas questões, assim como o pensamento fenomenológico propõe a
desresponsabilização dos alunos frente a questões existenciais. Errada. A música de Raul Seixas
se relaciona com o pensamento pedagógico existencialista por valorizar a crítica à verdade
absoluta, porém essa crítica não implica uma negação da vida, pelo contrário, implica uma
responsabilidade com a liberdade de pensamento e com as decisões sobre a própria vida.A letra
de Raul Seixas expressa que, frente às questões existenciais da vida, não existe nada a fazer e o
único caminho é o imobilismo. Assim também é o pensamento fenomenológico, pois se acredita
que , frente à não existência de respostas, não há nada que se possa criar e o único caminho é o
fatalismo. Errada. O pensamento pedagógico fenomenológico, ao contrário de uma proposta
fatalista, sugere o pensamento reflexivo, que crie novas possibilidades de existência. Para Sartre,
“Cada homem deve criar o seu próprio caminho”.Quando Raul Seixas diz, em sua música, que
prefere ser uma “metamorfose ambulante do que ter uma velha opinião formada sobre tudo”,
questiona a verdade absoluta, bem como podemosobservar no pensamento pedagógico
fenomenológico. Por isso, defende que não existem chances de o indivíduo se posicionar frente à
realidade, já que não existe verdade. Errada. Para o pensamento pedagógico existencialista, o
indivíduo se depara com a liberdade da escolha que, por se ampla, causa-lhe angústia, mas não
deve ser um limitador de possibilidades.
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5  Código: 24360 - Enunciado: "Desejamos dar-lhe os seus cinco anos de curso. E desejamos dar-
lhe seu programa completo de leitura, aritmética e escrita, e mais ciências físicas e sociais, e mais
artes industriais, desenho, música, dança e educação física. Além disso, desejamos que a escola
eduque, forme hábitos, forme atitudes, cultive aspirações, prepare, realmente, a criança para a
sua civilização — esta civilização tão difícil por ser uma civilização técnica e industrial e ainda
mais difícil e complexa por estar em mutação permanente. E, além disso, desejamos que a escola
dê saúde e alimento à criança, visto não ser possível educá-la no grau de desnutrição e
abandono em que vive [...] a escola primária será algo que lembra uma pequenina universidade
infantil." TEIXEIRA, Anísio. Educação não é privilégio. São Paulo: Companhia Editora Nacional,
1971, p. 141-146. O texto exposto é de um dos representantes do pensamento pedagógico da
escola nova. Diante isso, identifique o que Anísio Teixeira defende como papel da educação:
 a) A educação deveria defender o ponto de vista intelectualista no qual os conhecimentos
devem ser transmitidos como verdades, sendo separados da experiência e da realidade do aluno.
 b) A educação deveria possibilitar o desenvolvimento das capacidades dos indivíduos,
tendo como fundamento a perspectiva de educação integral (intelectual, moral e física) e a
educação ativa e prática a partir da experiência.
 c) A educação baseia-se, principalmente, na ideia de que o papel central da escola consiste
na preparação dos alunos para ocupar um lugar no mercado de trabalho, constituindo-se no
mesmo e único caminho para todos.
 d) A educação deve se basear em perspectivas que possuam métodos de ensino
fundamentados, principalmente, de um lado, na exposição verbal e demonstração do professor,
e de outro, na memorização por parte do aluno.
 e) A educação deveria possibilitar o desenvolvimento de competências dos alunos tendo
como principais pilares a educação intelectual e moral do aluno, a hierarquia das matérias e a
noção de coletivo sobrepondo-se ao indivíduo.
Alternativa marcada:
b) A educação deveria possibilitar o desenvolvimento das capacidades dos indivíduos, tendo
como fundamento a perspectiva de educação integral (intelectual, moral e física) e a educação
ativa e prática a partir da experiência.
Justificativa: Resposta correta: A educação deveria possibilitar o desenvolvimento das
capacidades dos indivíduos, tendo como fundamento a perspectiva de educação integral
(intelectual, moral e física) e a educação ativa e prática a partir da experiência. Os escolanovistas
compartilham perspectivas, que têm como eixo norteador o desenvolvimento das capacidades
dos indivíduos, além de concepções e práticas, baseadas na educação integral (intelectual, moral
e física), e a educação ativa e prática a partir da experiência. Distratores: A educação baseia-se,
principalmente, na ideia de que o papel central da escola consiste na preparação dos alunos para
ocupar um lugar no mercado de trabalho, constituindo-se no mesmo e único caminho para
todos. Errada. Os escolanovistas opõem-se à perspectiva de que o papel central da escola
consiste na preparação dos alunos para ocupar um lugar no mercado de trabalho. Além disso,
eles negam a concepção de que todos os alunos devem seguir o mesmo caminho. A educação
deveria defender o ponto de vista intelectualista no qual os conhecimentos devem ser
transmitidos como verdades, sendo separados da experiência e da realidade do aluno. Errada. Os
escolanovistas, ao contrário, não defendem o ponto de vista intelectualista, e sim valorizam a
ideia de experiência e reconstrução da experiência. Ademais, não consideram que há uma única
verdade ou verdades absolutas. A educação deve se basear em perspectivas que possuam
métodos de ensino fundamentados, principalmente, de um lado, na exposição verbal e
demonstração do professor, e de outro, na memorização por parte do aluno. Errada. Os
escolanovistas valorizam a ideia de experiência e reconstrução da experiência (e não de apenas a
exposição verbal), além de defenderem as perspectivas de aprendizagem centradas nos alunos. A
educação deveria possibilitar o desenvolvimento de competências dos alunos tendo como
principais pilares a educação intelectual e moral do aluno, a hierarquia das matérias e a noção de
coletivo sobrepondo-se ao indivíduo. Errada. Apesar de os escolanovistas defenderem o
desenvolvimento dos alunos, esse deve se basear na educação integral (intelectual, moral e
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física). Além disso, para os escolanovistas, não deveria haver nem hierarquia das matérias nem
uma sobreposição da ideia de coletivo ao indivíduo.
6  Código: 22997 - Enunciado: “A natureza quer que as crianças sejam crianças antes de serem
homens. Se quisermos perturbar essa ordem, produziremos frutos precoces, que não terão
maturação nem sabor e não tardarão em corromper-se; teremos jovens doutores e crianças
velhas. A infância tem maneiras de ver, de pensar, de sentir que lhe são próprias.” ROUSSEAU,
Jean-Jacques. Emílio ou a educação. São Paulo: Difel, 1968. Como foi ilustrado na citação,
o iluminismo trouxe novas questões para o pensamento pedagógico. Considerando o texto de
Rousseau, identifique uma das marcas do ineditismo do pensamento pedagógico iluminista:
 a) A formação dos adultos como uma única e exclusiva preocupação, baseada na ideia de
consciência coletiva em detrimento da consciência individual. 
 b) A política como um aspecto irrelevante para o processo pedagógico e, por conseguinte,
social, sem interferência nas relações políticas absolutistas.
 c) A exclusividade de ensino para nobres e clérigos, considerados os eleitos por Deus para
dirigir a sociedade, reforçando, assim, a hierarquia social do mundo medieval.
 d) O princípio educativo, norteado pela perspectiva política, que defende que o monarca
deve concentrar todos os poderes, independente de outras instâncias. 
 e) O tema da infância na educação como um tema importante, baseado na noção de
indivíduo moderno e, por conseguinte, na consciência de si.
Alternativa marcada:
e) O tema da infância na educação como um tema importante, baseado na noção de indivíduo
moderno e, por conseguinte, na consciência de si.
Justificativa: Resposta correta: O tema da infância na educação como um tema importante,
baseado na noção de indivíduo moderno e, por conseguinte, na consciência de si. Duas são as
principais marcas de ineditismo do pensamento pedagógico iluminista: estabelece uma relação
entre a educação e política e centraliza o tema da infância na educação. Distratores: A formação
dos adultos como uma única e exclusiva preocupação, baseada na ideia de consciência coletiva
em detrimento da consciência individual. Errado. O iluminismo traz a questão da infância para o
centro das discussões pedagógicas. Até o advento do iluminismo, a criança era vista como a
reprodução em miniatura de um adulto. Sua educação era baseada na reprodução dos modos de
vida de pessoas maduras e já devidamente inseridas no meio social a que pertenciam. Por outro
lado, um outro aspecto importante da perspectiva iluminista é a consciência de si, enquanto
indivíduo, e não uma perspectiva coletivista. A política como um aspecto irrelevante para o
processo pedagógico e, por conseguinte, social, seminterferência nas relações políticas
absolutistas. / O princípio educativo norteado pela perspectiva política que defende que o
monarca deve concentrar todos os poderes, independente de outras instâncias./ A exclusividade
de ensino para nobres e clérigos, considerados os eleitos por Deus para dirigir a
sociedade, reforçando, assim, a hierarquia social do mundo medieval. Erradas. A defesa irrestrita
da racionalidade e o combate constante pela liberdade dos indivíduos (baseada na noção
moderna de indivíduo, que tinha consciência de si), contrapondo-se às concepções
obscurantistas da Igreja e à arrogância dos governantes absolutistas, eram os aspectos centrais
que orientavam os iluministas, os quais defendiam o ensino para todos.
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7  Código: 22995 - Enunciado: “A visão comum dos grandes professores é que eles nasceram desse
jeito. Como a ex-oficial da marinha interpretada por Michelle Pfei�er no filme Mentes perigosas, o
professor Jaime Escalante interpretado por Edward James Olmos em O preço do desafio e o
'carpe diem', de Robin Williams, entoado no filme Sociedade dos poetas mortos, professores
lendários transformam bandidos em estudiosos, analfabetos em gênios e indolentes e
preguiçosos em bardos através do carisma bruto. Ensinar é o seu chamado, sua vocação natural
— não é uma questão de artesanato e treinamento, mas inspiração alquímica.” Texto traduzido e
adaptado de: GREEN, Elisabeth. Building a better teacher: how teaching works (and how to teach
it to everyone). Nova Iorque: W. W. Norton & Company, 2015. O texto exposto aborda uma
perspectiva sobre a prática docente muitas vezes difundida em nossas sociedades. Cite as
características do ofício e da formação docente que contrapõem essa visão.
Resposta:
É muito comum sermos levados a pensar que para ser professor precisa ter algum tipo de "dom"
ou "vocação profissional" para realizar um trabalho de excelência. Entretanto, não podemos
esquecer de encarar a docência como uma prática de ofício. É fato que o professor é uma figura
de extrema importância na vida do aluno, mas a sua base é construída por uma mistura de
valores, conhecimento e experiência. Como agente ativo na formação dos alunos, é nosso dever
orientar e motivar pautado nas responsabilidades sociais. No fim, trata-se de um ofício que
necessita de muito estudo e prática para levar da melhor forma possível o conhecimento e a
formação de cidadãos críticos para os educandos.
Justificativa: Expectativa de resposta: Como o próprio texto destaca, muitas vezes somos
levados a acreditar que a docência é apenas uma questão de “dom”, “talento” ou “vocação”
natural para ensinar. Esquecemos de encarar a docência como a prática de um ofício. E como tal,
ela é possui algumas características. A docência é construída também a partir de uma mistura de
conhecimentos, valores e experiências que adquirimos ao longo das nossas vidas — tanto nos
meios acadêmicos, como na escola, nos cursos, na universidade e professores que tivemos
contato, quanto, também, fora deles, como a família, amigos etc. Isso significa que a trajetória e o
passado do professor não apenas influenciam e afetam (seja de forma consciente ou não) suas
concepções e práticas docentes atuais, como também definem e interferem na sua capacidade
docente futura. Portanto, não se trata simples ou exclusivamente de 'dom', 'talento' ou 'vocação'
natural, mas de um ofício que requer constante reflexão sobre a relação entre teoria, prática e
experiência, envolvendo bastante, como o texto chama atenção, “artesanato e treinamento”.
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11/12/2022 19:14 Ilumno
ilumno.sgp.starlinetecnologia.com.br/ilumno/schedule/resultcandidatedetailprint/7771304/ceef0bea-6d52-11e9-ad3e-0242ac11001e/ 10/10
8  Código: 23006 - Enunciado: (Tradução: Para uma seleção justa, todos terão que fazer o mesmo
exame: por favor, subam naquela árvore.) Fonte:
<https://marquetteeducator.wordpress.com/2012/07/12/climbthattree/
(https://marquetteeducator.wordpress.com/2012/07/12/climbthattree/)>. Acesso em: 14
ago. 2017. A figura exposta pode ser interpretada de diferentes maneiras. Explique por que ela
pode ser aplicada ao pensamento pedagógico positivista e funcionalista.
Resposta:
O pensamento pedagógico positivista e funcionalista tem como base o evolucionismo e as leis de
causa e efeito. Por isso, os alunos são classificados como aptos e não-aptos, partindo do
princípio que, se todos estão recebendo a mesma educação e passando pelos mesmos
processos, o progresso deve ser igual. Com essa perspectiva temos a construção das leis gerais
que, por meio da observação e experimentação, tem a capacidade prever qualquer objetivo.
Seguindo essa lógica, o desenvolvimento e o progresso do indivíduo seguem um padrão pré-
estabelecido centralizado na educação que não reconhece as particularidades dele assim como
os diferentes pontos de partida, o que ocasiona a segregação social.
Justificativa: Expectativa de resposta: A figura pode ser interpretada a partir de três aspectos
caros ao pensamento pedagógico positivista e funcionalista. Primeiro, porque ela se relaciona ao
evolucionismo e seus desdobramentos: o desenvolvimento unilinear e progressivo da sociedade
em direção aos estados mais complexos, nos quais toda a humanidade teria se desenvolvido, em
estágios sucessivos e obrigatórios, em uma trajetória, basicamente, unilinear e ascendente. Não
importa as diferenças e as condições variadas (elefantes, macacos, peixes etc.), todos teriam que
passar pelos mesmos estágios (i.e. pelo mesmo exame). Segundo, porque a figura se associa ao
cientificismo, o qual defende que a ciência só pode tratar de entidades observáveis — conhecidas
apenas diretamente pela experiência — opondo-se, portanto, às especulações que não possuem
evidência concreta. Essa perspectiva objetiva a construção de leis gerais por meio da observação
e da experimentação, sendo capaz de predizer qualquer fenômeno estudado. Ou seja, só é
possível medir por intermédio de um teste observável (o exame). E terceiro, relacionado
diretamente aos dois primeiros argumentos, porque as propostas positivistas e funcionalistas
defendiam que a realidade era regida por leis de causa e efeito. De posse do conhecimento
dessas leis, seria possível traçarmos um progresso cada vez mais melhorado da sociedade. Nesse
contexto, a educação tinha um papel central, classificando os alunos em fases de aprendizagem
absolutamente rígidas e orientadas pelo princípio de acúmulo de conhecimento e progresso
racional. A pedagogia positivista e funcionalista via na escola a instituição mais adequada para
impor um processo evolutivo da sociedade. Sendo ainda mais elitista que a proposta pedagógica
iluminista, a pedagogia positivista e funcionalista agrava a segregação social ao classificar os
alunos em aptos e não aptos, a partir de um padrão de normalidade preestabelecido. 
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https://marquetteeducator.wordpress.com/2012/07/12/climbthattree/

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