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UNIVERSIDADE CESUMAR - UNICESUMAR 
CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE 
CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
TROMBOSE VENOSA PULMONAR E ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO EM 
PACIENTE JOVEM USUÁRIA DE ANTICONCEPCIONAL ORAL: UM RELATO 
DE CASO 
 
 
 
ISABELA KIM LAI 
MATHEUS NICHELE BUSCHLE 
 
 
 
 
 
 
 
MARINGÁ – PR 
2020
Isabela Kim Lai 
Matheus Nichele Buschle 
 
 
 
TROMBOSE VENOSA PULMONAR E ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO EM 
PACIENTE JOVEM USUÁRIA DE ANTICONCEPCIONAL ORAL: UM RELATO 
DE CASO 
 
 
 
 
 
 
 
Artigo apresentado ao curso de graduação 
Medicina da Universidade Cesumar – 
UNICESUMAR como requisito parcial para a 
obtenção do título de bacharel(a) em 
Medicina, sob a orientação do Prof. Dr. Sergio 
Grava 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
MARINGÁ – PR 
2020 
FOLHA DE APROVAÇÃO 
ISABELA KIM LAI 
MATHEUS NICHELE BUSCHLE 
 
 
 
 
TROMBOSE VENOSA PULMONAR E ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO EM 
PACIENTE JOVEM USUÁRIA DE ANTICONCEPCIONAL ORAL: UM RELATO 
DE CASO 
 
 
Artigo apresentado ao curso de graduação em Medicina da Universidade Cesumar – 
UNICESUMAR como requisito parcial para a obtenção do título de bacharel(a) em Medicina, 
sob a orientação do Prof. Dr. Sergio Grava. 
 
 
Aprovado em: ____ de _______ de _____. 
 
 
 
BANCA EXAMINADORA 
 
 
 
__________________________________________ 
Nome do professor – (Titulação, nome e Instituição) 
 
 
__________________________________________ 
Nome do professor - (Titulação, nome e Instituição) 
 
 
__________________________________________ 
Nome do professor - (Titulação, nome e Instituição) 
Matheus N Buschle
Me.Dr. Sergio Grava, Unicesumar
Matheus N Buschle
Dr. Weber Alexandre, Unicesumar
Matheus N Buschle
Outubro
Matheus N Buschle
2020
Matheus N Buschle
23
TROMBOSE VENOSA PULMONAR E ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO EM 
PACIENTE JOVEM USUÁRIA DE ANTICONCEPCIONAL ORAL: UM RELATO 
DE CASO 
 
 
Isabela Kim Lai 
Matheus Nichele Buschle 
Sergio Grava 
 
 
RESUMO 
 
A relação entre anticoncepcionais orais, eventos trombóticos e acidente vascular cerebral, têm 
sido foco de inúmeras pesquisas, visto que há milhões de usuárias de pílulas por todo o 
mundo. A maioria dos casos descritos na literatura são de trombose venosa profunda em 
membros inferiores, e tromboembolismo em artéria pulmonar. Este artigo tem como objetivo 
relatar um caso raro de trombose em veia pulmonar, juntamente com acidente vascular 
encefálico em uma paciente jovem usuária de anticoncepcional oral. Procuramos elucidar essa 
relação entre o uso de diferentes anticoncepcionais orais e o risco de formação de trombos, 
além de fornecer uma breve revisão desses episódios patológicos no organismo. Espera-se 
fornecer informações a toda a comunidade médica, tendo em vista a existência de poucos 
estudos com relato de trombose venosa pulmonar. 
 
Palavras-chave: Trombose venosa; Anticoncepcional oral; Embolia pulmonar; Acidente 
vascular cerebral; Tromboembolismo pulmonar. 
 
 
PULMONARY VENOUS THROMBOSIS AND STROKE IN A YOUNG ORAL 
ANTICONCEPTIONAL USER PATIENT: A CASE REPORT 
 
ABSTRACT 
 
The relationship between oral contraceptives, thrombotic events and stroke has been the focus of 
numerous studies, as there are millions of pill users around the world. Most of the cases 
described in literature are of deep venous thrombosis in the lower limbs, and thromboembolism 
in the pulmonary artery. This article aims to report a rare case of pulmonary vein thrombosis, 
along with stroke in a young patient using oral contraceptives. We seek to elucidate this 
relationship between the use of different oral contraceptives and the risk of thrombus formation, 
in addition to providing a brief review of these pathological episodes in the body. In view of the 
existence of few studies with reports of pulmonary venous thrombosis, It is expected to provide 
information to the entire medical community. 
 
Keywords: Venous thrombosis; Oral contraceptives; Pulmonary embolism; Stroke; 
Pulmonary thromboembolism.
5 
 
1 INTRODUÇÃO 
 
A relação entre anticoncepcionais orais (ACO), eventos trombóticos e acidente 
vascular cerebral (AVC), têm sido foco de diversas pesquisas, visto que cerca de 100.000.000 
de mulheres utilizam pílulas em todo o mundo. Desse número, 27% das mulheres que estão 
em idade reprodutiva no Brasil, utilizam ACO1. Um estudo indicou que o tromboembolismo 
venoso (TEV), incluindo trombose venosa profunda e embolia pulmonar em não-usuárias de 
ACO, afeta por ano cerca de 4-5 mulheres a cada 10.000, aumentando para 9-10 casos quando 
o uso está presente2. Em relação ao acidente vascular cerebral, 14 estudos demonstraram que 
o uso de ACO eleva o risco desse evento, sendo considerado como complicação na atenção 
primária pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Tabagismo, hipertensão arterial, 
hipercolesterolemia, obesidade, álcool, enxaqueca e história pessoal e familiar de doenças 
trombóticas, são fatores implicados também no aumento de sua incidência3. 
O tromboembolismo venoso (TEV), é comumente representado pela trombose venosa 
profunda (TVP), que por sua vez, acomete principalmente veias dos membros inferiores. O 
tromboembolismo pulmonar (TEP), em quase 100% dos casos, acomete a artéria pulmonar 
sendo raros os casos em veia pulmonar. A incidência de TEV na população global é de 1-2 
casos a cada 1000 indivíduos/ano, enquanto que em pessoas de idade maior que 85 anos, 
aumenta para 8 casos a cada 1000 indivíduos/ano4. 
A incidência do AVC vem apresentando um declínio em países desenvolvidos, porém 
em países de baixa e média renda, continuam a aumentar, correspondendo a 85% da carga 
global de acidente vascular cerebral5. Um fator preocupante é que a prevalência global em 
adultos entre 20 – 64 anos teve um aumento de 25% entre 2010 - 2014 segundo o The Lancet 
Journal6. 
 
 
2 RELATO DE CASO 
 
Relatamos o caso de uma paciente do sexo feminino, 34 anos, branca, médica, 
previamente hígida, cujo único fator de risco era o uso de anticoncepcional oral composto por 
etinilestradiol + acetato de ciproterona. A paciente apresentou cefaleia na noite anterior e, 
duas horas antes da admissão hospitalar, iniciou com disartria súbita e hemiplegia à direita, 
sem histórico pessoal/familiar de TEV ou de acidente vascular cerebral isquêmico (AVCi). 
Ao exame físico apresentava-se corada, hidratada, orientada em tempo e espaço, força 
6 
 
muscular grau 5, pupilas isofotorreagentes; os exames físicos: respiratório, cardíaco e 
abdominal, sinalizavam quadros normais. 
Não haviam alterações em membros inferiores que pudessem sugerir TVP. Pelo 
quadro sugestivo de AVC, a paciente foi internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), 
com administração de dose plena de Enoxaparina, doses de ataque de Clopidogrel e ácido 
acetilsalicílico (AAS). Também foi submetida a exames laboratoriais e de imagem, como 
ressonância magnética, tomografia computadorizada (TC) de crânio e Angio-TC, nas quais 
foram evidenciadas lesões hiperdensas e falhas de enchimento em território de artéria cerebral 
média esquerda (ACME). (Imagens 1A e 1B). 
 Durante a investigação diagnóstica, foi realizada angiotomografia de tórax, cujo 
resultado evidenciou tromboembolismo em veias pulmonares de lobo inferior direito, não 
sendo encontrados trombos nas artérias pulmonares e suas segmentações (Imagens 1C e D). 
Foi mantida a anticoagulação plena com Enoxaparina e Varfarina na sequência, mantendo-se 
o uso de AAS e Sinvastatina. Houve boa evolução e a paciente recuperou-se totalmente, não 
restando sequelas. 
 
Figura 1. Imagens A e B apresentam áreas com isquemia recente em território de artéria cerebral 
média esquerda (setas). Imagens C e D evidenciam falha de enchimento em veia pulmonar direita 
devido a presença de trombo (setas). 
 
 
 
3 DISCUSSÃO 
7 
 
A princípio, a suspeitado caso relatado foi AVCi, isso porque o quadro clínico 
apresentado na admissão hospitalar – mais tarde confirmado pela ressonância magnética –, 
evidenciou áreas de isquemia em território de artéria cerebral média esquerda (Imagens 1A e 
1B). Durante a investigação da possível etiologia, foi constatado na angiotomografia de tórax, 
uma falha de enchimento em veia pulmonar de lobo inferior direito, devido à presença de 
trombo e ausência de alterações em artérias pulmonares e suas segmentações (Imagens 1C e 
1D). O panorama apresentado sugere, portanto, um caso raro de trombose venosa pulmonar. 
Em consequência a este evento, pode ocorrer a formação, ou, mais comumente, a 
migração dos trombos oriundos das cavidades cardíacas para vasos cerebrais. Ocluindo-os e 
desencadeando, assim, um AVC isquêmico, bem como relatado no caso acima. Logo, 
acredita-se que a etiologia do AVCi, neste caso, foi a formação do trombo em veia pulmonar, 
que se deslocou para o átrio e ventrículo esquerdo, artéria aorta, artéria carótida interna e 
artéria cerebral média esquerda, sofrendo, dessa forma, oclusão e consequente isquemia em 
seu território. 
Dentre os fatores de risco dessa patologia, o único apresentado pela paciente foi o uso 
do anticoncepcional oral, composto por etinilestradiol 0,035 mg e acetato de ciproterona 2,0 
mg, o qual é relacionado a maiores alterações nos componentes de coagulação e consequente 
aumento de eventos tromboembólicos7. 
O TEV é um processo patológico desencadeado pela alteração dos componentes de 
coagulação e consequente obstrução parcial ou total de vasos por um agregado de fibrinas e 
plaquetas. Sendo explicado por 3 fatores: estase sanguínea, hipercoagulabilidade e lesão 
endotelial, conhecidos como a Tríade de Virchow1. O trombo formado em veias profundas 
dos membros inferiores, podem migrar para cavidades cardíacas direita e então artérias 
pulmonares, não sendo possível causar um AVC4. 
 Os ACOs são compostos por hormônios sintéticos, como estrógeno e progesterona, 
que podem ser utilizados isoladamente (progestágenos) ou em combinação. Os combinados 
são classificados em: 1ª geração - ACO com etinilestradiol (EE) combinado com 
medroxiprogesterona; 2ª geração - EE combinado com levonorgestrel; 3ª geração - EE 
combinado com gestodeno, norgestimato ou desogestrel; 4ª geração - EE combinado com 
drospirenona e ACO não classificado em gerações: acetato de ciproterona1,8. 
 O estrogênio, notadamente o etinilestradiol, pode causar alterações importantes no 
sistema hemostático, como o aumento de 30-50% da atividade dos fatores pró-coagulantes 
(fatores II, VII, VIII, IX, X, XI, XII, XIII e fibrinogênio)9, a redução dos fatores 
anticoagulantes naturais (proteína C reativa, proteína S, antitrombina) e a estimulação da 
8 
 
disfunção endotelial, o que resulta em eventos tromboembólicos, como TVP, TEP e 
AVC1,2,3,9. Além dessas alterações hemostáticas, os combinados com doses mais elevadas de 
etinilestradiol, como o ACO utilizado pela paciente, desenvolvem uma maior resistência à 
proteína C ativada (PCa), maiores níveis de dímero D e alterações no perfil lipídico, como 
aumento de LDL e colesterol total8,9. 
Inicialmente, acreditava-se que apenas a dose de estrogênio estava relacionada aos 
eventos tromboembólicos. Entretanto, em 1995 descobriu-se que ACOs combinados contendo 
desogestrel, gestodeno ou norgestimato, estão relacionados à um risco maior de TEV em 
comparação aos combinados com levonorgestrel ou norgestrel1. Estima-se que os de 3ª e 4ª 
geração aumentam em 9 - 12 vezes este risco, enquanto os de 2ª geração aumentam em 5-7 
vezes10. 
De acordo com o Comitê de Avaliação de Risco de Farmacovigilância da Agência 
Europeia de Medicamentos, os combinados com EE e acetato de ciproterona configuram um 
risco similar aos de 3ª geração, sendo esta a composição do anticoncepcional utilizado pela 
paciente7. Esse aumento de risco está diretamente relacionado à alta afinidade dos 
progestágenos tanto por seus próprios receptores como por outros receptores esteróides como 
mineralocorticoides, estrogênios, glicocorticóides e principalmente androgênios9. Desta forma 
podemos concluir que os progestágenos de 3ª geração e o acetato de ciproterona apresentam 
este risco aumentado pela menor ação androgênica e forte ação antiandrogênica, 
respectivamente11. 
 
 
4 CONCLUSÃO 
 
Relatamos a investigação de um acidente vascular cerebral com causa atribuída a um 
caso raro de trombose em veia pulmonar, no qual a paciente não apresentava doenças 
crônicas, fatores de risco, coagulopatias, histórico pessoal ou familiar que pudessem ser 
associados à formação de eventos trombóticos. Dessa forma, pode-se concluir que a causa do 
processo trombogênico pode ter sido o uso contínuo de um anticoncepcional oral com alto 
potencial antiandrogênico. 
 
 
 
9 
 
6 REFERÊNCIAS 
 
1. Sousa, ICA, Álvares, ACM. A trombose venosa profunda como reação adversa do uso 
contínuo de anticoncepcionais orais. Rev. Cient. Sena Aires. 2018; 7(1): 54-65. 
2. Febrasgo (Brasil). Tromboembolismo venoso e contraceptivos hormonais combinados. -- 
São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia, 2016. 
3. Lima ACS, Martins LCG, Lopes MVO, Araújo TL, Lima FET, Aquino PS, et al. 
Influence of hormonal contraceptives and the occurrence of stroke: integrative review. Rev 
Bras Enferm., 2017;70(3):647-55. 
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Suppl):S376‐S382. 
5. Esenwa C, Gutierrez J. Secondary stroke prevention: challenges and solutions. Vasc 
Health Risk Manag. 2015;11:437‐450. 
6. Giroud M, Jacquin A, Béjot Y. The worldwide landscape of stroke in the 21st century 
[published correction appears in Lancet., 2014, 22;383(9918):696]. 
7. Ferreira LF, D’Ávila AMFCO. Uso da pílula anticoncepcional e as alterações das 
principais vias metabólicas / The use of contraceptive pill and alterations of main metabolic 
pathways, Feminina ; 47(7): 426-432, 20190731. 
8. Silva JE, Santana KS, Nunes JS, Santos JC,Terra Júnior AT. A relação entre o uso de 
anticoncepcionais orais e a ocorrência de trombose. Rev Cient Fac Educ e Meio Ambiente, 
2018;9(1):383-398. 
9. BRITO, Milena Bastos; NOBRE, Fernando; VIEIRA, Carolina Sales. Contracepção 
hormonal e sistema cardiovascular. Arq. Bras. Cardiol. São Paulo, 2011, 96(4):e81-e89 
10. Klok FA, Barco S. Optimal management of hormonal contraceptives after an episode of 
venous thromboembolism. Thromb Res. 2019;181 Suppl 1:S1-S5. 
11. Davis KH, Asiimwe A, Zografos LJ, McSorley DJ, Andrews EB. Evaluation of Risk-
Minimization Activities for Cyproterone Acetate 2 mg/Ethinylestradiol 35 µg: A Cross-
Sectional Physician Survey. Pharmaceut Med. 2017;31(5):339-351. 
 
 
 
 
 
http://portal.revistas.bvs.br/transf.php?xsl=xsl/titles.xsl&xml=http://catserver.bireme.br/cgi-bin/wxis1660.exe/?IsisScript=../cgi-bin/catrevistas/catrevistas.xis%7Cdatabase_name=TITLES%7Clist_type=title%7Ccat_name=ALL%7Cfrom=1%7Ccount=50&lang=pt&comefrom=home&home=false&task=show_magazines&request_made_adv_search=false&lang=pt&show_adv_search=false&help_file=/help_pt.htm&connector=ET&search_exp=Femina
	1 INTRODUÇÃo
	2 RELATO DE CASO
	4 conclusão

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