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UNICESUMAR - CENTRO UNIVERSITÁRIO DE MARINGÁ 
CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE 
CURSO DE GRADUAÇÃO EM FISIOTERAPIA 
 
 
 
 
 
PRODUÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO PARA CONSCIENTIZAÇÃO E 
TREINAMENTO DE MUSCULATURA DE ASSOALHO PÉLVICO PARA 
INCONTINÊNCIA URINÁRIA 
 
 
 
 
 
 LARISSA SANCHES ITAJUBÁ SANGREGÓRIO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
MARINGÁ – PR 
2020
 
LARISSA SANCHES ITAJUBÁ SANGREGÓRIO 
 
 
 
 
 
 
PRODUÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO PARA CONSCIENTIZAÇÃO E 
TREINAMENTO DE MUSCULATURA DE ASSOALHO PÉLVICO PARA 
INCONTINÊNCIA URINÁRIA 
 
 
 
 
 
 
 
Artigo apresentado ao curso de graduação em 
FISIOTERAPIA da UniCesumar – Centro 
Universitário de Maringá como requisito 
parcial para a obtenção do título de bacharel(a) 
em FISIOTERAPIA, sob a orientação do 
Profa Ms. KELLEY CRISTINA COELHO 
 
 
 
 
 
 
 
MARINGÁ – PR 
2020 
 
 
FOLHA DE APROVAÇÃO 
LARISSA SANCHES ITAJUBÁ SANGREGÓRIO 
 
 
 
 
PRODUÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO PARA CONSCIENTIZAÇÃO E 
TREINAMENTO DE MUSCULATURA DE ASSOALHO PÉLVICO PARA 
INCONTINÊNCIA URINÁRIA 
 
 
Artigo apresentado ao curso de graduação em Fisioterapia da UniCesumar – Centro 
Universitário de Maringá como requisito parcial para a obtenção do título de bacharel(a) em 
Fisioterapia, sob a orientação do Prof. Ms. Kelley Cristina Coelho 
 
 
Aprovado em: ____ de _______ de _____. 
 
 
BANCA EXAMINADORA 
 
__________________________________________ 
Nome do professor – (Titulação, nome e Instituição) 
 
 
__________________________________________ 
Nome do professor - (Titulação, nome e Instituição) 
 
 
__________________________________________ 
Nome do professor - (Titulação, nome e Instituição) 
 
 
 
PRODUÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO PARA CONSCIENTIZAÇÃO E 
TREINAMENTO DE MUSCULATURA DE ASSOALHO PÉLVICO PARA 
INCONTINÊNCIA URINÁRIA 
 
 
 Larissa Sanches Itajubá Sangregório 
 
RESUMO 
 
A Incontinência Urinária pode ser definida como qualquer perda involuntária de urina (ICS). 
Atinge 35% das mulheres com mais de 40 anos, e cerca de 5% da população entre homens e 
mulheres, afetando negativamente a vida dessas pessoas. A Incontinência Urinária de Esforço 
é a perda de urina, sendo que seu sintoma mais comum ocorre ao tossir, espirrar ou na prática 
de exercícios. O presente estudo teve por objetivo produzir um material didático no formato 
digital (ebook) e impresso com a finalidade de auxiliar no tratamento e prevenção da 
Incontinência Urinária. O material didático foi produzido contendo informações e ilustrações 
sobre o tema, de maneira lúdica e de fácil aprendizado. O que é Incontinência Urinária; 
Funcionamento da fase de enchimento e esvaziamento urinário; orientações sobre mudança de 
comportamento como promoção a saúde e hábitos saudáveis, posição correta do ato 
miccional; Informar a população sobre a fisioterapia pélvica no tratamento da Incontinência 
Urinária; Conhecimento e como encontrar a musculatura pélvica; Programa de treinamento do 
assoalho pélvico de quatro meses. Concluiu-se que a produção desse material didático é de 
grande auxílio para os profissionais da fisioterapia pélvica que trabalham com Incontinência 
Urinária e para a população na realização dos exercícios domiciliares. 
 
Palavras-chave: Incontinência Urinária, Fisioterapia, Métodos Educativos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PRODUCTION OF TEACHING MATERIAL FOR PELVIC FLOOR 
MUSCULATURE AWARENESS AND TRAINING FOR URINARY INCONTINENCE 
 
 
ABSTRACT 
 
Urinary incontinence can be defined as any involuntary loss of urine (ICS). It affects 35% of 
women over 40, and about 5% of the population between men and women, negatively 
affecting their lives. Stress Urinary Incontinence is the loss of urine, the most common 
symptom of which occurs when coughing, sneezing or exercising. The present study aimed to 
produce didactic material in digital format (ebook) and printed in order to assist in the 
treatment and prevention of Urinary Incontinence. The didactic material was produced 
containing information and illustrations on the theme, in a playful and easy to learn manner. 
What is Urinary Incontinence; Operation of the urinary filling and emptying phase; guidance 
on behavior change such as health promotion and healthy habits, correct position of urination; 
Inform the population about pelvic physiotherapy in the treatment of Urinary Incontinence; 
Knowledge and how to find the pelvic musculature; Four-month pelvic floor training 
program. It is concluded that the production of this didactic material is of great help for the 
professionals of pelvic physiotherapy who work with Urinary Incontinence and for the 
population when performing home exercises. 
 
Keyword: Urinary incontinence, Physiotherapy, Teaching methods 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
INTRODUÇÃO 
 
O assoalho pélvico é composto por músculos, fáscias ligamentos que fecham a pelve 
inferiormente e são responsáveis pelo suporte de órgãos pélvicos e contribuem para o 
fechamento uretral, vaginal e anal, assim auxiliando na continência urinária, fecal e atividade 
sexual (BARACHO, 2018). 
 A disfunção do assoalho pélvico feminino se caracteriza por uma condição clínica que 
acomete um número crescente de mulheres, tendo assim, como consequência a incontinência 
urinária (IU), a incontinência fecal (IF), e outras disfunções sexuais (DS) (KORELO et 
al,2011). 
De acordo com a Sociedade Internacional de Continência (ICS) a IU pode ser definida como 
qualquer perda involuntária de urina, acomete cerca de 5% da população (homens e 
mulheres). De acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia (ABRAMS et al, 2016), atinge 
35% das mulheres com mais de 40 anos, após a menopausa, como também em 40% das 
gestantes. IU pode ser classificada em: Incontinência urinária ao esforço, sendo o sintoma 
mais comum, a perda involuntária de urina ao tossir, rir e ao praticar exercícios. 
A incontinência urinária de urgência caracteriza-se pela vontade súbita de urinar que ocorre 
dentre as atividades diárias, na qual a pessoa perde urina antes mesmo de chegar ao banheiro. 
Os dois tipos de incontinência, tanto a de pequenos esforços, como a de urgência, faz com que 
a pessoa ao mínimo esforço, elimine a urina de forma imediata, sem conseguir chegar ao 
banheiro (BARACHO 2018). 
As pessoas que têm o diagnóstico de Incontinência Urinária se sentem constrangidas pelo 
odor, pela sensação de estarem sujas, gerando o impacto negativo na qualidade de vida dos 
pacientes assim a IU, representa um importante problema higiênico e social (REIGOTA et 
al,2016). 
A atuação da fisioterapia na incontinência urinária tem sido muito eficaz, sendo um 
gerenciamento inicial da incontinência urinária em mulheres, de custo relativamente baixo e 
com efeitos adversos mínimos (BERGHMAS, 2020). 
A fisioterapia pélvica inclui modificações no estilo de vida, treinamento vesical, treinamento 
do assoalho pélvico, causando assim uma reeducação perineal do assoalho pélvico. 
Promovendo conscientização e melhora da força da contração dessas fibras musculares. 
Melhora coordenação e recrutamento, melhorando assim o quadro da incontinência urinária 
(BARACHO, 2018). 
A população ainda não tem conhecimento adequado quando se trata do tema saúde da mulher, 
devido à grande escassez de informações sobre o tema, por isso, justifica-se a importância 
desta pesquisa. 
A pesquisa tem como objetivo produzir um material didático no formato digital (ebook) e 
impresso, para auxiliar no tratamento e na prevenção da incontinência urinária, ajudando 
assim, na conscientização e treinando a musculatura de assoalho pélvico, visando diminuir a 
perda de urina e melhorando a qualidade de vida dos pacientes com incontinência urinária. 
 
 
2DESENVOLVIMENTO 
 
 
2.1 METODOLOGIA 
 
Este trabalho foi desenvolvido em duas etapas, sendo a primeira etapa composta de uma 
revisão bibliográfica de natureza descritivo-discursiva referente à importância da 
conscientização do assoalho pélvico e também do fortalecimento dessa musculatura para 
manter a continência. Para fundamentação deste trabalho, foram realizadas pesquisas junto a 
sites de renome, como PubMeb, Scielo, além de consultas de Monografias publicadas, livros 
específicos que relatam estudos sobre o método de exercícios aplicados a Incontinência 
Urinária, entre os anos de 2016/2020. 
Foram utilizadas as palavras chaves: Incontinência Urinária, Fisioterapia, Musculatura do 
Assoalho Pélvico, Cinesioterapia Perineal. Constam inclusos 20 artigos, cinco livros 
específicos referentes ao tema, quatro Monografias que abordam o tema de Incontinência 
urinária, além de exercícios como tratamento para esta disfunção. Foram também excluídos 
20 artigos e monografias que relatavam a cirurgia como tratamento. A segunda etapa do 
estudo foi a produção do material didático no formato digital (ebook) e impresso, sobre IU e 
treinamento do assoalho pélvico. 
 
 
2.2 REVISÃO DE LITERATURA 
 
 De acordo com a International Continence Society, a Incontinência Urinária é definida como 
a manifestação de qualquer perda involuntária de urina (CORREA; MOREIRA; GARCEZ, 
2015). Segundo Tortora (2017), a falta de controle voluntário sobre a micção, gera essa 
disfunção. 
É uma condição que afeta negativamente milhares de pessoas, homens, mulheres e crianças de 
todas as idades. Para ter uma micção adequada, as vias neurológicas, desde os nervos 
periféricos até a região medular, com a ponte e córtex cerebral devem estar íntegros. Assim o 
cerebelo coordena o relaxamento do assoalho pélvico e atua também na frequência, na força e 
na amplitude das contrações do detrusor. Além disso, ele atua nas interconexões com os 
centros de reflexos encefálicos. 
Já o córtex cerebral exerce efeito inibitório sobre a micção, que é deflagrada pelo sistema 
nervoso periférico e controlado pelo SNC. Associados aos fatores intrínsecos (tônus basal) e 
extrínsecos (MAP) na fase de enchimento urinário que proporcionará o fechamento uretral 
mantendo a continência. As estruturas de sustentação da uretra são denominadas fatores 
extrínsecos e são constituídas pelos músculos levantadores do ânus, da fáscia endopélvica e 
das suas fixações às paredes laterais da pelve e à uretra (BARACHO, 2018). 
A função de armazenagem e esvaziamento vesical é mediada pelo SN Parassimpático. No 
período da fase de enchimento, ocorre o desempenho do sistema simpático, executado pelo 
nervo hipogástrico, no qual se unindo com os receptores betas da bexiga, ocasionam o 
relaxamento do músculo detrusor e contração do esfíncter interno da uretra, no momento em 
que a bexiga se expande durante o enchimento são enviados estímulos aos receptores 
proprioceptivos e nociceptivos da bexiga. Essa mensagem será levada pelo nervo pudendo 
para o centro pontino da micção, no qual acontecerá a interpretação desse estímulo e irá 
enviar uma resposta parassimpática via nervo pélvico que vai derivar na contração do 
músculo detrusor e relaxamento do esfíncter interno da uretra, como resultado a eliminação da 
urina. (BARACHO, 2018). 
Petros e Ulmsten (1990) propuseram a teoria integral da continência, com o objetivo de 
explicar a fisiopatologia IUE, IUU, polaciúria, noctúria e alterações do esvaziamento vesical e 
intestinal. De acordo com essa teoria, os sintomas se originam de alterações ou frouxidão 
teciduais dos elementos de suporte uretral, dos ligamentos e músculos do assoalho pélvico, 
sendo essas alterações de tensão dos músculos e ligamentos sobre as fáscias justapostas à 
parede vaginal que determinam o fechamento ou a abertura do colo vesical e da uretra. 
Essa tensão sobre a vagina ativa prematuramente o reflexo miccional, desencadeando 
contrações involuntárias do músculo detrusor. O diafragma pélvico e os ligamentos 
pubouretrais, uretropélvicos e uterossacros são as estruturas principais envolvidas nesta teoria, 
(BARACHO, 2018). 
O assoalho pélvico é formado em seu interior pelo diafragma pélvico e urogenital constituído: 
músculo coccígeo, levantador do ânus, onde esse divide se em três: Puborretal, Pubococcígeo, 
Iliococcígeo, o músculo fascial, que fica na parte superior da pelve e desce centralmente até a 
parte inferior em forma de um funil, onde juntamente com outros músculos fáscias e 
ligamentos formam uma sustentação para os órgãos internos, atuando também na ação 
esfincteriana para uretra, para a vagina e reto. 
Estudos mostram que o relaxamento da musculatura pélvica é comum entre as mulheres e 
podem aumentar com a idade, mesmo não estando correlacionada a intensidade ou 
sintomatologia ocorrendo à perda do suporte que o tecido conjunto proporciona aos 
ligamentos e fáscias, e isso pode ocorrer por fatores determinados como: Intrínseco, sendo 
alterações esqueléticas, hormonais, etnia, hereditariedade, e Extrínseco como: gravidez e 
parto, etnias hormonais, tabagismo, constipação intestinal cônica. (BARACHO, 2018). 
O conhecimento sobre a anatomia do assoalho pélvico pode promover percepção corporal, 
melhora no padrão postural, higienização íntima adequada, consequentemente prevenir 
infecções genitais (GIRALDO et al, 2013). 
Na reabilitação do AP, o paciente inicialmente precisa saber identificar os músculos que 
compõem essa estrutura e controlar os movimentos de maneira consciente para depois poder 
trabalhar o fortalecimento, sem utilizar musculatura acessória como glúteos, abdominais e 
adutores (CINTAS J., 2018). 
Já alguns autores relatam que a paralisia ou fraqueza dos músculos, resultam na produção de 
força insuficiente para a realização de movimentos voluntários, como a contração do assoalho 
pélvico, podendo levar a incontinência urinária (TUONG; KLAUSNER; HAMPTON, 2016). 
O conceito dos 5F consiste em encontrar, sentir, forçar e seguir adiante e treino funcional da 
musculatura do assoalho pélvico. Esse conceito tem como objetivo auxiliar a paciente com IU 
a seguir uma sequência adequada dos exercícios e de tempo de duração. Começando pela 
conscientização encontrar onde a paciente identifica os músculos envolvidos nos exercícios, 
seguido por sentir, onde a paciente sente os músculos, a pré-contração, um movimento de 
tosse ou espirro antes da contração, isso ligado à força que se mantem, a contração realizada 
pelo período do exercício, podendo aumentar gradualmente (BERGHMANS, 2020). 
No tratamento para pacientes com IU utilizamos exercícios terapêuticos de tratamento de 
assoalho pélvico com o objetivo de ganhar força, resistência, coordenação, relaxamento e pré-
contração dessa musculatura (BERGHMANS, 2020). 
O principal intuído além de ensinar o paciente a realizar esses exercícios é fazer com que ele 
possa realizar os mesmos em casa, adaptando a sua rotina diária, realizando os exercícios 
durante 15 a 20 semanas, todos os dias, e assim, sentindo os efeitos com o passar das sessões 
(BRUBAKER et al, 2019). 
 
 
2.3 PRODUÇÃO DO MATERIAL 
 
O material educativo foi produzido no formato digital (ebook) e impresso, contendo 
informações e ilustrações sobre o tema, de maneira lúdica, de fácil aprendizado. 1-
Informações sobre Incontinência Urinária, 2- Funcionamento da fase de enchimento e 
esvaziamento urinário, 3- Orientações sobre de mudança de comportamento como atividade 
física, hábitos saudáveis e posicionamento do ato miccional, 4- Informar a população sobre a 
Fisioterapia Pélvica no tratamento da IU, 5- Conhecimento e como encontrar a musculatura 
pélvica, 6- Programa de treinamento do assoalho pélvico de 04 meses para IU de esforço (em 
anexo).3 CONCLUSÃO 
 
Baseado em estudos que mostram que a população com Incontinência Urinária tem 
aumentado, e poucos vão à busca de tratamento, esse treinamento em formato digital (ebook) 
e impresso é de grande auxílio para tratamento de IU com o auxílio do Profissional de 
Fisioterapia especializado. 
 
 
REFERÊNCIAS 
 
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BERGHMANS B, Physioterapy for pelvic pain and female sexual dysfunction an 
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BERGHMANS B, FRAGA R, MUELLER V.C. LETORRE I.S.G, SELEME R.M, An ideal 
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acesso em 01 de maio 2020. 
 
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KASAWARAT. K., Desenvolvimento de um manual didático com orientações sobre os 
músculos do assoalho pélvico e atuação da fisioterapia em urologia, 2016 . 
 
CINTAS J. Reabilitação do Assoalho Pélvico, tudo que precisa saber, 2018 encontrado 
em: <https://janainacintas.com.br/reabilitacao-do-assoalho-pelvico/> acesso em 01 de maio, 
2020. 
 
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https://www.uptodate.com/contents/pelvic-floor-muscle-exercises-beyond-the-basics
https://janainacintas.com.br/reabilitacao-do-assoalho-pelvico/
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GIRALDO P.C, POLO R.C, AMARAL R.L, REIS V.V, BEGHINI J, BARDIN M.G. 
Hábitos e costumes de mulheres universitárias quanto ao uso de roupas íntimas, adornos 
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OLIVEIRA M, FERREIRA M, AZEVEDO M.J, MACHADO J.F, SAMNTOS P.C Pelvic 
floor muscle training protocol for stress urinary incontinence in women: A systematic 
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LATORRE G.F.S, FRAGA R, SELEME M.R, MUELLER C.V, BERGHMANS B.An ideal 
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Jan. Epub 2020 16 de março de 2020. 
 
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