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Câncer de Próstata

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Ana Luiza Spiassi Sampaio 
Medicina UFSM – Turma 109 
 Adenocarcinoma de próstata (98%); 
 Incidência crescente → envelhecimento da 
população; 
 “Câncer da terceira idade” → maioria dos casos 
> 65 anos; raramente < 45 anos; 
 Fisiopatologia multifatorial; 
 Diagnóstico é feito com base em alterações do 
PSA ou no toque retal; 
 
 Neoplasia de órgão sólido mais prevalente entre 
homens; 
 Segundo tumor mais letal no Brasil; 
 Excluindo tumores de pele não melanoma, o 
câncer de próstata é o mais frequente em todas as 
regiões do Brasil; 
 Após a instituição do rastreio pelo PSA, o 
diagnóstico, em 80%, é realizado em fase inicial e 
subclínico, muitas vezes sem lesões palpáveis ao 
toque retal; 
 
 Antecedentes familiares de CA de próstata; 
o 1 parente de 1º grau (pai, irmão) acometido pelo 
tumor → risco 2,2x maior; 
o 2 parentes de 1º grau → risco 4,9x maior; 
o 3 parentes de 1º grau → risco 10,9x maior; 
 > 50 anos; 
 Maior acometimento em negros; 
o Afrodescendentes norte-americanos apresentam 
maior índice de mortalidade (1x maior do que 
brancos); 
o Tumores mais agressivos; 
 Dieta rica em gorduras e pobre em fibras; 
 Correlação entre CA de próstata e hormônios → 
dependência androgênica; 
** Reposição de testosterona em pacientes 
hipogonádicos não aumenta risco de CA de 
próstata; 
 
 Adenocarcinomas se localizam na zona periférica 
da glândula em cerca de 75% dos casos, na zona 
transicional em aproximadamente 25% dos 
pacientes e na zona central em menos de 5% dos 
casos. 
 Disseminação hematogênica ocorre, em especial, 
para ossos, pulmão, fígado e rins; 
 
 Biópsia; 
 Grau 1: lesões mais diferenciadas; Grau 5: mais 
indiferenciadas; 
 Adenocarcinomas da próstata apresentam mais de 
um padrão histológico → diagnóstico final é dado 
pela soma dos graus do padrão primário 
(predominante) e do padrão secundário 
(segunda maior área representada); 
(Grau 1: 1 ponto; Grau 2: 2 pontos; Grau 3: 3 
pontos...) 
Ana Luiza Spiassi Sampaio 
Medicina UFSM – Turma 109 
** Graus 1 e 2, geralmente, não são utilizados para 
biópsia; 
** Maior soma possível: 10; 
 
 Grau 1: tecido cancerígeno se parece muito com o 
tecido prostático normal; 
 Grau 2 a 4: características entre os extremos 
 Grau 5: células cancerigenas e seus padrões de 
crescimento anormais; 
 
 Comumente latente; 
 Fases iniciais → tumor localizado, curável, 
raramente sintomático; 
 Maioria se localiza na zona periférica → dificulta 
desenvolvimento de sintomas; 
Diferença entre CA de próstata e HPB → HPB se 
desenvolve na zona de transição, que é periuretral, 
causando sintoma miccional com frequência; 
 Sintomas decorrentes do crescimento local → o 
do jato, esforço miccional, hematúria e 
hemospermia; 
 Fase avançada → dor óssea, compressão medular 
por lesão vertebral e fraturas patológicas; 
o Acometimento de órgãos vizinhos (reto e a 
bexiga) → obstrução e sangramento; 
Tumor localizado → assintomático; 18% com nódulo 
prostático ao toque; 
Tumor localmente avançado → sintomas obstrutivos, 
hematúria, hemospermia; próstata heterogênea, 
múltiplos nódulos, limites imprecisos; 
Tumor avançado: sintomas decorrentes das 
metástases, dor óssea, compressão vertebral; 
 
 PSA → há alteração na dosagem do PSA mesmo 
na fase inicial; 
 Sociedade Brasileira de Urologia recomenda que 
pacientes > 50 anos, mesmo assintomático, 
devem fazer avaliação prostática anual (PSA + 
toque retal); 
o Pacientes com fatores de risco → rastreamento 
aos 45 anos de idade; 
o PSA não é um marcador exclusivo desse 
tipo de CA; 
o Correlação entre volume prostático e 
produção do PSA, logo → grandes 
adenomas → maior elevação do PSA; 
 Densidade do PSA → quociente entre o PSA 
sérico e o peso ou o volume da próstata medido 
pela ultrassonografia; 
o Normal → < 20%; 
 Velocidade do PSA → eleva-se com o 
envelhecimento; 
o Normal → aumento de até 0,75 ng/mL/ano; 
 
Faixa etária (anos) Limite superior do PSA 
(ng/mL) 
40 a 49 2,5 
50 a 59 3,5 
60 a 69 4,5 
70 a 79 6,5 
 
 PSA livre-total → em portadores de câncer de 
próstata, a fração livre do PSA é inferior à da 
população normal; 
o Inadequada e possivelmente relacionada ao 
câncer de próstata → relação PSA livre-total < 
18%; deve ser utilizada apenas para dosagens de 
PSA ente 4 e 6 ng/mL; 
 
 Definições Valores 
normais 
Densidade do 
PSA 
PSA/volume da 
próstata pela USG 
< 20% 
Velocidade do 
PSA 
Elevação anual < 0,75 
ng/mL/ano 
PSA livre-total Forma livre/conjugada 
a proteínas 
> 25% 
 
 Biópsia transretal guiada por ultrassom é o 
método utilizado → permite a obtenção de pelo 
menos 12 fragmentos; 
 Relação PSA livre/total; em pacientes com PSA 
acima de 10ng/mL não se deve usar essa relação!!! 
 Velocidade de aumento do PSA; 
 Marcador urinário PCA3: PCA3 é um gene 
hiperexpresso no câncer; mRNA deste gene é 
dosado no sedimento urinária após massagem 
prostática; 
 
 
 
Ana Luiza Spiassi Sampaio 
Medicina UFSM – Turma 109 
 Inibidores da 5-α-redutase, estatinas, anti-
inflamatórios e moduladores de receptores 
seletivos de estrógenos; ou dietética pelo uso de 
vitaminas e redução da ingestão de gordura; 
 Finasterida: bloqueia a conversão da testosterona 
em di-hidrotestosterona, reduzindo a estimulação 
androgênica da próstata; 
o Critérios de elegibilidade: 
 > 55 anos; 
 PSA inferior a 3ng/mL; 
 um exame de toque retal normal; 
 Dutasterida: inibidores da 5-α-redutase tipo 1 e 2; 
o Reservada a: 
 Homens de 50 a 75 anos; 
 PSA de 2,5 a 10ng/mL; 
 Próstata de volume < 80Ml; 
 Uma biópsia de próstata negativa; 
 Estatina: não foi comprovada de forma 
satisfatória na prevenção; 
 
 
Prostatectomia Radical 
 Método mais difundido; padrão-ouro para 
doença localizada; 
 Remoção total da glândula; 
 Método de escolha principalmente para pacientes 
jovens e com boa saúde; 
 Maiores taxas de disfunção sexual, entretanto tem 
baixos níveis de incontinência grave e já é 
tratamento para obstrução infravesical; 
 Reinício da atividade sexual deve estimulada o 
mais precoce possível; 
 
Radioterapia (RT) 
 Resultados similares à cirurgia em termos de 
toxicidade sexual e urinária e maiores 
complicações retais e entéricas; 
 Indicações: pacientes > 75 anos ou que possuam 
maior risco cirúrgico, além daqueles que não 
desejam a cirurgia; pacientes com sintomatologia 
urinária prévia com piora do quadro; 
 Contraindicação: pacientes que já fizeram 
radioterapia na pelve; 
 
Braquiterapia (BT) 
 Consiste na implantação de sementes radioativas, 
usualmente de iodo-125, ouro ou paládio; 
 Baixa morbidade e com menor toxicidade sexual; 
 Resultados a longo prazo são inferiores a RT 
 Contraindicação: pacientes com RTU ou 
prostatectomias transvesicais prévias ou com 
próstata > 40g, especialmente naqueles com 
sintomas urinários obstrutivos ou pacientes de alto 
ou muito alto risco; colite ativa, irradiação 
prostática prévia e anticoagulação perene; 
 Indicações: pacientes de idade avançada e com 
neoplasias de baixo risco; 
 
Observação (watchful-waitining) 
 Observar os pacientes e apenas intervir quando 
houver progressão ou sintomatologia; 
 Utilizada nos mais idosos ou com comorbidade 
significativa e limitada expectativa de vida; 
 Maior índice de progressão e mortalidade, bem 
como necessidade de laminectomias 
descompressivas e RT; 
 Obstrução vesical é maior nesse grupo; 
 Só é oferecida para aqueles com expectativa de 
vida limitada; 
 
Observação vigilante (active surveillance - 
AS) 
 Pacientes com tumores de baixo risco de 
progressão, não são tratados radicalmente, mas são 
acompanhados ativamente (constantes avaliações 
do PSA, toque retal trimestral e biópsias 
prostáticas a cada 12 a 18 meses); 
 Caso ocorra progressão no toque, no grau de 
Gleason, na velocidade de elevação do PSA 
desfavorávelou na redução do PSA doubing time 
→ pacientes encaminhados ao tratamento radical; 
 Critérios: 
o Estádio T1c a T2; 
o PSA < 10 a 15 ng/mL; 
o escore de Gleason ≤ 6, em até três fragmentos; 
 Exclusão: 
o Gleason 4 e 5 são fatores de exclusão; 
 
Hormonioterapia 
o Idosos ou aqueles com expectativa de vida 
limitada; 
o Modalidade de tratamento paliativo; 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Ana Luiza Spiassi Sampaio 
Medicina UFSM – Turma 109 
 
 
Questão 1) 
Homem, 62 anos de idade, apresenta febre, 
intensa lombalgia e mau estado geral no 13º pós-
operatório de prostatectomia. Considerando-se os 
sinais de alerta, os exames de imagem mais indicados 
para a avaliação da coluna lombar são: 
a) tomografia computadorizada e cintilografia óssea. 
Tomografia pode ajudar na determinação de 
complicação de metástase óssea, porém a 
cintilografia é pouco sensível e específica na dor 
lombar aguda 
b) radiografia convencional e ressonância 
magnética. O enunciado inicialmente será sobre 
complicações pós-operatórias da 
prostatectomia, mas ao final questiona sobre os 
melhores exames para avaliação da coluna 
lombar no contexto do câncer de próstata. 
Especificamente sobre esse questionamento, de 
fato a radiografia — na admissão no PS — e a 
ressonância magnética são os exames mais bem 
indicados para avaliação de dor lombar aguda, 
seja por pinçamento nervoso ou metástase da 
doença prostática, esta podendo causar fraturas 
patológicas ou compressão neural 
c) radiografia convencional e cintilografia óssea. 
Cintilografia óssea não é um exame bem indicado 
na avaliação de dor lombar aguda em paciente com 
neoplasia de próstata. É mais bem utilizada no 
estadiamento da doença. A radiografia como 
exame de admissão é válida 
 
d) radiografia convencional e ultrassonografia. 
Ultrassonografia de coluna lombar não ajudaria na 
condução de uma possível lesão em coluna 
lombar. A radiografia como exame de admissão é 
válida. 
e) ultrassonografia e tomografia computadorizada 
Tomografia pode ajudar na determinação de 
complicação de metástase óssea. Já a 
ultrassonografia de coluna lombar não seria 
indicada na condução de uma possível lesão em 
coluna lombar. 
 
 
Questão 2) 
Juvenal, 65 anos, assintomático. Vem para 
consulta com urologista, trouxe exame de PSA 8,5 
ng/ml e relação livre/total 8%. Ao toque retal: próstata 
30 g, fibroelástica e indolor. Fez biopsia de próstata 
que revelou: ੦ Adenocarcinoma de próstata ISUP 1 
(Gleason 3+3), 2+/12 fragmentos 
1. Qual a classificação de risco desse câncer? 
Baixo risco 
2. Qual o estadiamento desse tumor? T1c 
3. Quais as opções de tratamento para esse 
paciente? Prostatectomia radical Radioterapia 
Vigilância ativa 
 
Questão 3) 
De acordo com a anatomia zonal da próstata, 
de McNeal, qual é o sítio mais comum de 
adenocarcinoma de próstata? 
a) zona de transição 
b) estroma anterior 
c) tecido periuretral 
Ana Luiza Spiassi Sampaio 
Medicina UFSM – Turma 109 
d) zona periférica. 70 a 80% zona periférica 20 a 
30% zona transição ou central 
e) zona central 
 
Questão 4) 
Toque retal com nódulo independe do valor 
do PSA 
Um paciente de 50 anos, assintomático, vai ao 
urologista, e, na avaliação, o toque retal e o exame 
parcial de urina são normais, e o PSA, que era de 1,5 
ng/mL no ano anterior, aumentou para 4,5 ng/mL. 
Nesse caso, a conduta mais adequada é: 
a) realizar uma ultrassonografia transretal com 
biópsia da próstata 
b) administrar ciprofloxacino por 30 dias e repetir o 
PSA 
c) reavaliar o paciente após 6 meses, uma vez que o 
nível do PSA pode ter sofrido flutuação 
d) realizar uma ultrassonografia transretal, para 
avaliar a presença de nódulos na zona periférica 
e) fazer tomografia computadorizada da próstata, por 
ser um exame com sensibilidade e especificidade 
superiores à ultrassonografia no diagnóstico do 
câncer da próstata 
 
INDICAÇÕES DE BIÓPSIA 
 Indicações absolutas: 
o Toque retal suspeito, independentemente do 
valor do PSA 
o PSA alterado (afastar prostatite recente) 
o Biópsia anterior com ASAP 
 
Questão 5) 
Assinale a alternativa correta com relação ao 
câncer de próstata: 
a) a zona central da próstata é sede da maioria dos 
tumores malignos da próstata 
b) recomenda-se que a busca ativa da neoplasia seja 
realizada anualmente em homens sem fatores de 
risco a partir de 50 anos exclusivamente pela 
dosagem de PSA 
c) a vigilância ativa é um tratamento considerado na 
doença localizada de alto risco em pacientes 
saudáveis com menos de 70 anos 
d) a radioterapia externa está formalmente 
contraindicada aos pacientes com doença 
localmente avançada (T3) 
e) o escore de Gleason avalia o padrão da 
arquitetura glandular da próstata e tem valor 
prognóstico importante na evolução da doença 
 
 
 
Questão 6) 
Com relação ao grau primário e secundário da 
escala de Gleason no câncer de próstata, todas as 
afirmações a seguir são verdadeiras, exceto: 
a) o grau primário varia de 1 a 5 
b) o grau secundário varia de 1 a 5 
c) o grau primário e secundário é somado para 
fornecer uma pontuação de Gleason (2-10) 
d) o grau primário representa a 2ª maior área de 
câncer na amostra da biópsia 
e) a presença de um grau primário ou secundário de 
Gleason 4 ou 5, em qualquer amostra de biópsia, é 
indicadora de um prognóstico ruim 
 
Questão 7) 
Um paciente de 75 anos, fumante, diabético 
tipo II, com história de angioplastia coronariana há 2 
anos e usando clopidogrel, procurou um serviço 
médico com PSA = 7 ng/mL. O toque retal apresentava 
próstata levemente aumentada de volume, sem 
nodulações. A biópsia, por sua vez, evidenciou 
adenocarcinoma prostático, escore de Gleason 3 + 3 = 
6, comprometendo 25% de um fragmento, de um total 
de 12 fragmentos. Levando em conta os 
conhecimentos atuais, qual é a melhor conduta? 
a) radioterapia externa 
b) deprivação androgênica 
c) prostatectomia radical suprapúbica 
d) vigilância ativa 
e) quimioterapia antineoplásica 
 
Questão 8) 
É correto afirmar, com relação ao tratamento 
do câncer de próstata localizado, que: 
a) a prostatectomia radical por via laparoscópica 
provoca menor sangramento e maior taxa de cura 
do que a retropúbica 
b) a prostatectomia radical é o tratamento de escolha 
para pacientes com expectativa de vida menor do 
que 10 anos 
c) a monitorização ativa pode ser usada em pacientes 
com expectativa de vida menor do que 10 anos, 
associada a tumor de alto grau 
d) o tratamento é sempre cirúrgico 
e) a prostatectomia radical por via perineal 
apresenta maior taxa de lesão retal do que a 
retropúbica 
 
Questão 9) 
Um paciente de 74 anos, aposentado, natural 
de Pernambuco, procedente de São Paulo, hipertenso 
em uso de enalapril, queixa-se de dor lombar e dor na 
Ana Luiza Spiassi Sampaio 
Medicina UFSM – Turma 109 
região da articulação coxofemoral direita há 1 mês. 
Refere jato urinário médio, gotejamento terminal e 
nictúria 3 vezes por noite. Fez radiografia de coluna 
lombar e bacia que mostraram lesões osteoblásticas no 
corpo vertebral L1 e ramo do ísquio direito. Exames de 
PSA = 114; exame físico e específico inalterado, mas 
ao toque retal lobo direito da próstata endurecido. A 
conduta mais adequada envolve: 
a) tomografia computadorizada da coluna e bacia e 
biópsia óssea 
b) uso de alfabloqueador seguido de ressecção 
endoscópica da próstata 
c) biópsia da próstata seguida de bloqueio 
androgênico 
d) prostatectomia radical ou radioterapia na próstata 
e) uso de bloqueador de 5-alfarredutase e 
cintilografia óssea

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