Principio da Microbiologia

Principio da Microbiologia


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dos Procariotos
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 Membrana Plasmática
 Estruturas Internas dos Procariotos
	* barreira física, vital para a células
	* espessura aproximada de 8 nm
	* permeabilidade (H2O e subst. Baixo PM)
	* Proteínas de transporte contra gradiente
 de concentração
	* Produção de energia (força próton motiva)
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Tipos de Transportadores na Membrana Plasmática
Madigan et al., 2004
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 Material Genético
Estruturas Internas dos Procariotos
	Molécula única de DNA circular, intensamente dobrada,
	podendo expandir-se até 1 mm (bactéria típica mede poucos \uf06dm)
	
	* não associado com histonas 
	
	* tamanho do genoma variável:
		E. coli: 4,7 Mb
		Mycoplasma genitalium: 0,58 Mb
	
	* bactérias em crescimento podem conter várias cópias
	
	* haplóides: apenas uma cópia de cada gene.
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Bactérias e Arqueas têm ribossomos semelhantes (70S), mas diferentes 
na composição protéica
	* Subunidades: 50S + 30S (RNA e proteínas)
	* até 10.000 por célula
 Ribossomos
 Estruturas Internas dos Procariotos
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	Reserva de energia e de blocos estruturais:	
	 * poli-\uf062-hidroxibutirato, amido e outros
	 * polifosfatos (grânulos metacromáticos)
	 * enxofre
	 * magnetita (Fe3O4) (bactérias magnéticas usam para orientação)
\u201cMagnetobulus multicellularis\u201d (UFRJ) 
 Inclusões Citoplasmáticas
Estruturas Internas dos Procariotos
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Estruturas Internas dos Procariotos
Vesículas de Gás
	* procariotos aquáticos fotossintetizantes: ex. Cianobactérias
	* forma de fuso: 200-700 nm x 60-110 nm
	* poucos ou até centenas por célula
	* membrana composta de proteínas
	* 5-20% da densidade da célula
	* 1 atm de pressão interna
Madigan et al., 2004
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 3.2.7. Endósporos (estruturas de resistência)
3.2. Estruturas Internas dos Procariotos
Encontrados em algumas Gram positivas: 
	- Bacillus
	- Clostridium
	- Sporosarcina
	- Sporolactobacillus
	
10 % do peso seco é ácido dipicolínico (exclusivo de esporos): estabilização do DNA.
Resistentes ao calor, radiações, ácidos, 	desinfetantes, lisozima
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Microrganismos eucarióticos
Fungos, algas e protozoários
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Fungos
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Características
Núcleo bem definido
DNA envolto por membrana nuclear
Parede celular \u2013 quitina ou celulose
Citoplasma com citoesqueleto \u2013 suporte da celula
Reticulo endoplasmático 
Mitocondrias
Ribossomos
Complexo de golgi
Vácuolos
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Grupos de Fungos
Unicelulares
Pluricelulares
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Hifas
Micélio
Unicelulares
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Reino Fungi
A classificação baseia-se primariamente nos seguintes critérios:
Características morfológicas do micélio vegetativo ou de suas células
Características dos esporos sexuais e corpos de frutificação presentes durante os estágios sexuais dos seus ciclos de vida
Diversidade: cerca de 1,5 milhões de espécies (Hawksworth, 1991)
Cerca de 100.000 espécies descritas (< 7 %)
Calcula-se que o número de fungos seja igual ao das plantas.
 CLASSIFICAÇÃO DOS FUNGOS
	Classificar fungos não é tarefa fácil. 
	O grupo tem cerca de 600 milhões de anos e existem muitas dúvidas
	a respeito de sua origem e evolução. 
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Importância
dos fungos
Ecológica
 Decomposição
 Mutualistas (micorrizas, liquens)
Biotecnológica
 Alimentação (Champignon, morchella, Sacharomyces cereviseae, Penicillium roquefortii, Penicillium camembertii)
 Parasitas
As \u201cveias\u201d azuladas do queijo tipo gorgonzola se devem ao crescimento de um fungo do gênero Penicillium.
ROSENFELD/MAURITUS/LATINSTOCK
4 Fungos
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Algas
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Classificação das Algas
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Classificação das algas (protoctistas autotróficos) adotada neste material
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Filo Chlorophyta (clorofíceas ou algas verdes)
 Unicelulares
 Multicelulares com talos complexos 
 Algumas endosssimbiontes
Clorofíceas do gênero Ulva 
(verde mais claro) junto com algas pardas 
CHRIS HELLIER/CORBIS/LATINSTOCK
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Filo Phaeophyta (feofíceas ou algas pardas)
 Multicelulares e marinhas
 De alguns centímetros a 60 metros
Sargassum sp.
FABIO COLOMBINI
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Representantes de algas vermelhas macroscópicas (rodofíceas) 
 Maioria multicelular
 Abundantes nos mares tropicais, em água doce e em superfícies úmidas
Filo Rhodophyta (rodofíceas ou algas vermelhas)
Rodofíceas
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Filo Bacillariophyta (diatomáceas)
 Unicelulares
 Constituem parcela importante do fitoplâncton.
 De mares frios salgados, algumas espécies habitam a superfície de animais e algas de grande porte.
Micrografia de diversas espécies de diatomácea.
MANFRED KAGE/SPL/LATINSTOCK
3 Algas
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Filo Chrysophyta (crisofíceas ou algas douradas)
Algas douradas (crisofíceas)
 Maioria unicelular
 Marinhas e dulcícolas
ANDREW SYRED/SPL/LATINSTOCK
3 Algas
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Filo Euglenophyta (euglenoides)
 Unicelular
 Sem parede celular
 Maioria de água doce
Euglenoide
STEVE GSCHMEISSNER/SPL/LATINSTOCK
3 Algas
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Filo Dinophyta (dinoflagelados)
 Unicelular
 Formador do fitoplâncton oceânico	
 Alguns endossimbiantes
Dinoflagelado
STEVE GSCHMEISSNER/SPL/LATINSTOCK
3 Algas
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Filo Charophyta
(carofíceas)
Multicelulares de água doce que crescem geralmente ancoradas a fundos submersos.
Carofícea do gênero Nitella
JOHN CLEGG/SPL/LATINSTOCK
3 Algas
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Protozoários
Protozoários: organismos unicelulares, heterotróficos com tamanho entre 2 \u3bcm e 1 mm 
	
Hábitat: água doce, salgada e ambientes úmidos. Interior do corpo de animais
Nutrição: micro-organismos vivos (como bactérias, algas e outros protozoários), matéria orgânica obtida de cadáveres, matéria orgânica retirada do corpo de hospedeiros 
1 Protozoários
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Classificação dos protozoários
(protoctistas unicelulares heterotróficos)
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Classificação dos protozoários
(protoctistas unicelulares heterotróficos) 
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THE BRIDGEMAN/KEYSTONE
X SAIR
Protozooses humanas
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Amebíase ou disenteria amebiana
Ciclo de Entamoeba histolytica
Liberação da ameba
no intestino
Hemácias
ingeridas pela
ameba
INTESTINO
Eliminação de
cistos com as
fezes
Parede
do cisto
Formas
vegetativas
multiplicam-se
e lesam vasos
sanguíneos
Intestinais.
Contaminação de
alimentos e água
potável
Ingestão
de cistos
de ameba
Núcleos
Cisto
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Formas de prevenção da amebíase
Lavar as mãos com frequência.
Ferver a água a ser bebida.
Não defecar ao ar livre.
Lavar bem os alimentos.
Evitar contaminação da água dos poços.
2 Protozooses humanas
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Leishmaniose
tegumentar
Ferida causada pela leishmaniose tegumentar.
A. CRUMP, TDR, WHO/SPL/LATINSTOCK
Esquema leishmaniose
homem
cão
roedores
cães silvestres
flebótomos
flebótomos
flebótomos
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Leishmaniose visceral
Mosquito-palha
Protozoário flagelado Leishmania tropica
SINCLAIR STAMMERS/SPL/LATINSTOCK
EYE OF SCIENCE/SPL/LATINSTOCK
Doença de Chagas (tripanossomíase americana)
Representação esquemática do Trypanosoma cruzi 
Triatoma infestans
FABIO COLOMBINI
Representação esquemática de alguns aspectos da doença de Chagas
Barbeiro transmissor
(Triatoma infestans)
Fezes contaminadas
com tripanossomos
Local da
picada
Fibras musculares
do coração
Ninhos de
tripanossomos
Hemácias
Tripanossomo no sangue
Coração
Prevenção da doença de chagas
Proteger portas e janelas com telas.
Utilizar inseticidas.
Proteger camas com cortinados.
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Formas de prevenção da malária
Eliminar criadouros de mosquitos.
Proteger portas e janelas com telas.
Proteger camas com cortinados.
Usar inseticidas.
2 Protozooses humanas
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Outras protozooses
Giardíase
Causador: Giardia lamblia
Contágio: ingestão de água ou alimentos contaminados
Prevenção: saneamento básico e higiene pessoal
Tratamento: drogas antigiárdias 
2 Protozooses humanas
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Toxoplasmose
Causador: Toxoplasma gondii
Contágio: carne contaminada
ou contato com fezes de gato contaminadas 
Prevenção: alimentos cozidos e pouco contato com gatos
Tratamento: drogas antitoxoplasmas 
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Outras protozooses
Tricomoníase
Causador: Trichomonas vaginalis
Contágio: contato sexual desprotegido
Prevenção: uso de preservativo
Tratamento: drogas que matam as tricomonas.
2 Protozooses humanas
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Vírus
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PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DOS VÍRUS:
\uf0c6Não possui estruturas celulares (membrana plasmática,