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CURSO TÉCNICO EM ENFERMAGEM 
 
 
JUCIRENE ARAUJO SANTOS
INSUFICIÊNCIA RENAL AGUDA E CRÔNICA BALANÇO HIDROELETROLÍTICO, HÍDRICO E DE DIURESE
 
MACAPA-AP
2023
Orientador: Rosinaldo 
INTRODUÇÃO 
 
	Injúria renal aguda (IRA) é uma síndrome de elevada incidência, associada a altas taxas de morbimortalidade. Sepse, grandes cirurgias e baixo débito cardíaco são as principais causas de IRA no mundo (TAAL, et al, 2019).
DESENVOLVIMENTO 
 
Conceito de Insuficiência Renal 
 
Insuficiência renal é a condição na qual os rins perdem a capacidade de efetuar suas funções básicas. A insuficiência renal pode ser aguda (IRA), quando ocorre súbita e rápida perda da função renal, ou crônica (IRC), quando esta perda é lenta, progressiva e irreversível.
a- Insuficiência Renal Aguda 
 
	A insuficiência renal aguda ou, mais modernamente, Injúria Renal Aguda (IRA) é caracterizada por uma redução abrupta da função renal, que se mantém por períodos variáveis (TOWNSEND, 2008).
b- Insuficiência Renal Crônica 
 
A insuficiência renal crônica, pode incluir micção à noite, fadiga, náusea, coceira, espasmo muscular e cãibras, perda do apetite, confusão, dificuldade para respirar e inchaço do corpo (TAAL, et al, 2019).
 
Fisiopatologia 
 
A fisiopatologia da IRA isquêmica ou tóxica envolve alterações estruturais e bioquímicas que resultam, basicamente, em comprometimento vascular e/ou celular que leva à vasoconstrição, alteração de função e/ou morte celular (TAAL, et al, 2019).
Manifestação Clinicas 
a- Insuficiência Renal Aguda 
	Diminuição da produção de urina, embora, ocasionalmente, a urina permaneça normal; Retenção de líquidos, causando inchaço nas pernas, tornozelos ou pés; Sonolência; Falta de fome; Falta de ar; Fadiga; Confusão e Náusea e vômitos.
b- Insuficiência Renal Crônica 
	Os sintomas podem incluir micção à noite, fadiga, náusea, coceira, espasmo muscular e cãibras, perda do apetite, confusão, dificuldade para respirar e inchaço do corpo (mais comumente das pernas). O diagnóstico é realizado por exames de sangue e urina.
Complicações 
a- Insuficiência Renal Aguda 
As complicações da insuficiência renal aguda incluem danos permanentes nos rins, podendo causar insuficiência renal crônica, acúmulo de líquidos nos pulmões ou edema pulmonar, arritmia cardíaca, fraqueza muscular ou acidose metabólica (TOWNSEND, 2008).
 
b- Insuficiência Renal Crônica 
Se não tratada corretamente, a insuficiência renal crônica pode levar a complicações de saúde graves, como: Anemia. Hemorragia gástrica ou intestinal. Dor nos ossos, nas articulações e nos músculos (TAAL, et al, 2019).
Diagnostico 
 
a- Insuficiência Renal Aguda 
 
Medições da produção de urina. Exames de urina. Exames de sangue. Exames de imagem, como ultrassom e tomografia computadorizada. Remoção de uma amostra de tecido de rim para o teste (biópsia).
 
b- Insuficiência Renal Crônica 
O diagnóstico da insuficiência renal crônica depende de uma avaliação clínica que inclua uma boa análise da história do indivíduo, para identificar possíveis doenças crônicas, e da realização de diversos exames laboratoriais de sangue e de urina.
Tratamento 
a- Insuficiência Renal Aguda 
O paciente pode precisar restaurar o fluxo de sangue para os rins, parar todos os medicamentos que estão causando o problema ou remover uma obstrução no trato urinário. Deverá ser feita uma restrição alimentar e de líquidos (TAAL, et al, 2019).
b- Insuficiência Renal Crônica 
 
	No caso da insuficiência renal crônica, ou seja, a perda total ou parcial da função dos rins, é indicado o tratamento de diálise (hemodiálise ou diálise peritoneal) e o transplante renal. No caso da hemodiálise, o paciente deve comparecer a clínica três vezes por semana, para realização do tratamento (TAAL, et al, 2019).
Assistência de Enfermagem 
 
 O enfermeiro deve avaliar as condições físicas e emocionais, prescrever cuidados de acordo com as necessidades individuais e fortalecer vínculos de confiança com pacientes, familiares e demais membros da equipe por meio da comunicação terapêutica e interação (TAAL, et al, 2019).
BALANÇO HIDROELETROLÍTICO, HÍDRICO 
 
Conceito 
 
	O balanço hídrico deve ser administrado em pacientes com alta taxa de desidratação pelas mais diversas causas, bem como naqueles pacientes que estão sofrendo com doenças como a malária ou dengue, como uma maneira de prevenir a desidratação (BOMJARDIM, 2021).
Objetivo 
 
	É a mensuração e registro total de líquidos administrados/ingeridos e eliminados pelo paciente em um período de 24 horas. 
Finalidade 
 
	Avaliar o equilíbrio hídrico e detectar possíveis alterações. Obter dados para calcular a reposição hídrica e eletrolítica a ser administrada em 24 horas conforme a necessidade do paciente.
Tipos e indicação 
 
	NPO (nada por via oral), Posição semi fowler, Solução Dextrose 5% 1000ml 24 gotas / min, Solução Ringer normal 1000ml 30 gotas / min, Metamizol 1g, Vitamina C a cada 12h, Omeprazol 40mg (BOMJARDIM, 2021).
Material necessário 
 
	Os principais componentes para definir o balanço hídrico de um determinado local são: precipitação (P), evapotranspiração potencial (ETP), evapotranspiração real (ETR), armazenamento de água no solo (ARM), deficiência hídrica (DEF) e excedente hídrico (EXC).
Técnica de desenvolvimento 
 
	A fórmula é muito simples, primeiro utiliza o peso do paciente em kg, depois multiplica pela constante 0,5 e na sequência, multiplica também pela quantidade de horas ao qual o paciente está sendo submetido, normalmente o cálculo é feito a cada 24 horas ou de acordo a necessidade (BOMJARDIM, 2021).
Assistência e Cuidados de Enfermagem e seu registro 
O balanço hídrico tem a função essencial de controlar a volemia do paciente mediante inserção dos dados pela equipe de enfermagem na folha de controle. O balanço hídrico é obtido através da monitoração detalhada de liquido administrados e eliminados pelo paciente em determinado período, geralmente 24 horas (BOMJARDIM, 2021).
CONSIDERAÇÕES FINAIS 
Portanto, a doença renal crônica é considerada problema de saúde pública em todo o mundo. No Brasil, a incidência e a prevalência de falência de função renal estão aumentando; o prognóstico ainda é ruim e os custos do tratamento da doença são altíssimos.
REFERÊNCIAS 
BOMJARDIM, Rogério. Balanço hídrico: como calcular a entrada e saída de líquidos. 2021. 
TOWNSEND DR, Bagshaw SM. New insights on intravenous fluids, diuretics and acute kidney injury. Nephron Clin Pract 2008.
TAAL MW, et al. Seção V: Distúrbios da estrutura e função renal. In: The Kidney de Brenner & Rector. 11ª ed. Filadélfia, Pensilvânia: Saunders Elsevier; 2019.

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