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Gestão de riscos ambientais (1)

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Avaliação de Pesquisa: Gestão de Riscos Ambientais 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
1. Qual alternativa abaixo, não está relacionada a um exemplo de risco ambiental? 
 
a) Incêndios Florestais; 
b) Poluição Ambiental; 
c) Erosão Ambiental; 
d) Desertificação; 
e) Reciclagem. 
 
2. A disciplina de gerenciamento de riscos ambientais compreendemos conteúdos relativos ao 
cotidiano que apresenta um histórico dos principais agentes de riscos ambientais e dos 
princípios de gestão relacionados a situação de perigo, desde moto o foco da prevenção na área 
industrial é: 
a) Elaboração de um programa de prevenção de riscos ambientais. 
b) Elaborar relatórios médicos que avalie a situação do entorno. 
c) Empresa traçar metas de qualidade. 
d) Elaborar o chamado mapa de assuntos ambientais. 
 
3. Sobre as diferentes leis ambientais, numere a coluna da direita com base na coluna da esquerda. 
1. Lei 5.197 de 3 de janeiro de 1967. ( 4 ) Política Nacional de Recursos Hídricos 
2. Lei 6.938 de 31 de agosto de 1981. ( 5 ) Política Nacional de Educação Ambiental 
3. Lei 7.661 de 16 de maio de 1988. ( 1 ) Proteção à Fauna 
4. Lei 9.433 de 8 de janeiro de 1997. ( 3 ) Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro 
5. Lei 9.795, de 27 de abril de 1999. ( 2 ) Política Nacional de Meio Ambiente. 
 
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta na coluna da direita, de cima para 
baixo. 
a) 5 – 4 – 2 – 3 – 1. 
 
Gestão de Riscos Ambientais 
Aluno (a): Anthony Gulthierrez Joanes Soares Silva Data:31 / 01 /23 
Atividade de Pesquisa NOTA: 
ORIENTAÇÕES: 
❖ Ler atentamente as instruções contidas no documento é de fundamental importância na realização da 
avaliação. 
❖ Para esta atividade o aluno poderá utilizar-se das ferramentas de pesquisas como: internet, artigos científicos, 
manuais técnicos, livros e literaturas disponibilizadas em nossa biblioteca. 
❖ Preencha todos os dados referente a sua identificação como: nome completo, data de entrega. 
❖ As respostas poderão ser de escritas forma manual e/ou digitadas abaixo de cada pergunta. 
❖ Ao terminar a avaliação o arquivo deverá ser salvo com o nome: "Avaliação de Pesquisa" (nome do aluno). 
❖ Envie o arquivo pelo sistema em formato digital em pdf ou word. 
Bons Estudos! 
 
 Avaliação de Pesquisa: Gestão de Riscos Ambientais 
b) 5 – 4 – 1 – 2 – 3. 
c) 4 – 5 – 1 – 3 – 2. 
d) 4 – 5 – 2 – 1 – 3. 
e) 3 – 5 – 1 – 4 – 2. 
4. Uma Avaliação de Impacto Ambiental (AIA) compreende diversos processos que buscam 
considerar a variável ambiental no planejamento de uma ampla gama de ações, planos e 
projetos. Sobre o assunto, assinale a alternativa que NÃO FAZ PARTE dos objetivos da AIA. 
a) Identificar e estimar a importância e magnitude dos impactos de uma determinada 
intervenção sobre os meios biológico, físico e socioeconômico. 
b) Analisar as implicações de se implantar o empreendimento ou atividade, considerando as 
vantagens e desvantagens técnicas, econômicas, sociais e ambientais. 
c) Decidir sobre a realização ou não de um determinado empreendimento público ou privado, 
com base em um relatório técnico imparcial sobre os impactos ambientais. 
d) Oferecer uma alternativa menos impactante (em termos de localização, de opções técnicas 
ou de medidas de intervenção). 
e) Conhecer o estado dos ecossistemas antes da intervenção, acompanhando e monitorando os 
impactos previstos. 
 
5. Bons diagnósticos socioambientais são fundamentais para o planejamento e licenciamento de 
diversos projetos e empreendimentos públicos e privados, sendo uma importante atividade 
realizada pelos gestores ambientais. Sobre tais diagnósticos, assinale a alternativa que descreve 
corretamente esta atividade segundo as disposições da Política Nacional do Meio Ambiente. 
a) Diagnósticos socioambientais devem priorizar a descrição dos aspectos físicos do ambiente e 
sua capacidade de suporte das atividades econômicas que estão sendo planejadas de modo a 
assegurar a disponibilidade dos recursos. 
b) Diagnósticos socioambientais devem se valer de indicadores de qualidade de vida (IDH, 
indicadores de Saúde, Educação, Emprego) para favorecer a construção de cenários e prever as 
consequências políticas positivas e negativas de um empreendimento. 
c) Para atingir uma maior precisão e imparcialidade, os diagnósticos devem considerar aspectos 
científicos objetivos, com indicadores mensuráveis, para descrever características dos 
ambientes e das atividades humanas que ali se desenvolvem. Aspectos subjetivos, tais como 
ambições individuais ou comunitárias, questões políticas ou interesses econômicos indiretos, 
devem ser evitados pois podem induzir a erros de avaliação. 
d) Um diagnóstico socioambiental deve ter abordagem multidisciplinar e deve ser realizado de 
forma participativa, envolvendo a maior parte possível dos diversos atores sociais interessados 
ou afetados direta e indiretamente pelos empreendimentos. 
e) A atual legislação ambiental brasileira tem como objetivo assegurar a realização de 
diagnósticos socioambientais por iniciativa dos atores sociais afetados negativamente por um 
determinado empreendimento. 
 
6. Qual é a Resolução CONAMA que dispõe sobre procedimentos e critérios para o funcionamento 
de sistemas de tratamento térmico de resíduos? Detalhe o que todo sistema de tratamento 
térmico de resíduos deve dispor e por fim quais planos a Resolução contempla. 
 
 Avaliação de Pesquisa: Gestão de Riscos Ambientais 
Resolução CONAMA nº 316 de 29/10/2002. Sendo que a resolução detalhe que o sistema deve 
dispor as seguintes características: 
Art. 31. Todo sistema de tratamento térmico de resíduos deve dispor de: 
I - Plano de Inspeção e Manutenção do Sistema, com registros completos das intervenções de 
inspeção, manutenção, calibração; 
II - Sistema de Automonitoramento, capaz de manter o registro dos efluentes discriminados nas 
condicionantes do processo de licenciamento. 
Parágrafo único. Estes registros deverão ser disponibilizados integralmente ao órgão ambiental, 
sempre que solicitado. 
Sendo composto dos seguintes planos, a seguir descritos: 
Plano de Contingência 
Art. 1º É obrigatória a elaboração de Plano de Contingência, visando identificar as respostas para 
um conjunto de situações de emergência, previamente identificadas, atribuindo tarefas 
pessoais, equipamentos a serem utilizados e planos de evacuação, caso necessário. 
Parágrafo único. O Plano será implementado sempre que houver a ocorrência de fogo, explosão 
ou liberação de emissões perigosas, que possam causar impacto à saúde e/ou o meio ambiente. 
Art. 2º O Plano de Contingência deverá ter um coordenador a quem competirá a apresentação 
de relatório das ocorrências ao órgão ambiental competente. 
Art. 3º O Plano de Contingência deverá contemplar, no mínimo, os seguintes tópicos: 
I - sistemas de comunicação; 
II - sistemas de alarme interno; 
III - plano de auxílio mútuo; 
IV - equipamentos de controle de fogo e vazamentos; 
V - equipamentos e procedimentos de descontaminação; 
VI - procedimentos de testes e manutenção de equipamentos de proteção; 
VII - plano de manutenção, incluindo paralização da unidade e disposição dos resíduos; 
VIII - plano de remoção de feridos; 
IX - plano de treinamento e simulação; 
X - descrição dos procedimentos de recepção, estocagem, manuseio e disposição dos resíduos; 
XI - descrição dos procedimentos e equipamentos de segurança; 
XII - descrição das precauções para prevenção de ignição acidental ou reações de resíduos 
inflamáveis, reativos ou incompatíveis; 
XIII - descrição do transporte interno de resíduos, inclusive com indicação em planta das vias de 
tráfego interno. 
Art. 4º Todo equipamento deverá dispor de mecanismos de intertravamento, diante das 
seguintes ocorrências: 
I - baixa temperatura de combustão; 
II - falta de indicação de chama; 
III - falta de energia elétrica ou quedabrusca de tensão; 
IV - baixa concentração de oxigênio na câmara pós-combustão ou na chaminé; 
V - detecção de valores de monóxido de carbono (CO) entre cem e quinhentas partes por milhão 
por mais de dez minutos corridos; 
VI - mau funcionamento dos monitores e registradores de oxigênio ou de monóxido de carbono; 
VII - interrupção ou parada do funcionamento do equipamento de controle de poluição; 
 
 Avaliação de Pesquisa: Gestão de Riscos Ambientais 
VIII - queda de suprimento do ar de instrumentação; 
IX - parada do ventilador ou exaustor; 
X - sobre pressão positiva na câmara de combustão. 
ANEXO IV 
Plano de Emergência 
Art. 1º O Plano de Emergência é obrigatório e deverá conter, no mínimo, os procedimentos a 
serem adotados nos seguintes casos: 
I - incêndio na estocagem de resíduos; 
II - riscos nas operações de descarregamento; 
III - vazamentos das áreas de estocagem e manuseio de resíduos perigosos para o meio 
ambiente, ou para se prevenir contra enchentes; 
IV - falhas no equipamento e interrupção de fornecimento de energia elétrica; 
V - exposição indevida de pessoas aos resíduos; 
VI - liberação de gases para o ambiente. 
Art. 2º O responsável, por todo e qualquer equipamento ou sistema de tratamento térmico de 
resíduos, deve comunicar ao órgão licenciador, de imediato, a ocorrência de qualquer acidente. 
§ 1º Deverá ser enviado, ao órgão ambiental, relatório destacando causas, avaliação das 
conseqüências e medidas adotadas, em prazo a ser fixado na Licença de Operação. 
§ 2º As tecnologias que exigirem a instalação de chaminé de emergência, devem dispor de 
sensor de abertura e registro automático do dispositivo, com registro dos dados relativos às 
causas e tempo de abertura. 
§ 3º A falta de informação ao órgão ambiental sujeitará o infrator às penalidades estabelecidas 
na legislação em vigor. 
ANEXO V 
Plano de Desativação 
Art. 1º O encerramento das atividades dos sistemas de tratamento térmico deverá ser 
precedido da apresentação de Plano de Desativação, que conterá, no mínimo, os seguintes 
tópicos: 
I - descrição de como e quando a unidade será parcialmente ou completamente descontinuada; 
II - diagnóstico ambiental da área; 
III - inventário dos resíduos estocados; 
IV - descrição dos procedimentos de descontaminação das instalações; 
V - destinação dos resíduos estocados e dos materiais e equipamentos contaminados; 
VI - cronograma de desativação. 
Art. 2º O Plano de Desativação deverá ser apresentado pelo empreendedor e elaborado por 
profissional habilitado e submetido à aprovação prévia do órgão ambiental competente. 
Parágrafo único. Qualquer alteração no Plano de Desativação deverá ser autorizada pelo órgão 
ambiental. 
Art. 3º Deverão ser estabelecidos pelo órgão ambiental competente, quando couber, no âmbito 
do Plano de Desativação, procedimentos de pós-desativação. 
Art. 4º Após a conclusão das atividades propostas, o proprietário do sistema de tratamento 
térmico deverá submeter, ao órgão ambiental, um relatório final. 
 
 Avaliação de Pesquisa: Gestão de Riscos Ambientais 
Fonte: 
https://www.legisweb.com.br/legislacao/?id=98287#:~:text=Todo%20e%20qualquer%20equip
amento%20ou,Art, acessado em 31/01/23. 
 
 
 
 
 
 
 
7. O Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) deverá conter, no mínimo qual 
estrutura? Qual o seu período de avaliação. 
 
O Programa de Prevencao de Riscos Ambientais devera conter, no minimo, 
a seguinte estrutura: 
a) planejamento anual com estabelecimento de metas, prioridades e cronograma; 
b) estrategia e metodologia de acao; 
c) forma do registro, manutencao e divulgacao dos dados; 
d) periodicidade e forma de avaliacao do desenvolvimento do PPRA. 
Devera ser efetuada, sempre que necessario e pelo menos uma vez ao ano, uma analise global do 
PPRA[32] para avaliacao do seu desenvolvimento e realizacao dos ajustes necessarios e 
estabelecimento de novas metas e prioridades. 
 
Fonte: Aula 03, Riscos ambientais empresariais. 
 
 
8. Com relação aos Biomarcadores e o processo de avaliação de risco ambiental, na avaliação de 
risco ambiental há quatro etapas inter-relacionadas, quais são elas? Com relação ao 
biomarcadores biológicos, qual é a definição de Decaprio (1997)? 
 
Etapas Descrição 
Identificação do perigo: a primeira etapa para avaliar o risco. Para 
isso,deve-se identificar o contaminante 
primario, ou seja, aquele oriundo da fonte 
de Biomarcadores e o processo de avaliação 
de risco ambiental contaminacao, suspeito 
de representar riscos ao ambiente e a saude 
humana, e a quantificacao das 
concentracoes no ambiente ou ao menos 
sua ordem de grandeza. uma pergunta 
importante deve ser respondida: quais sao 
os perigos potenciais na area impactada? 
Essa sera a fundamental etapa para a 
formulacao do problema na estruturacao do 
estudo. 
https://www.legisweb.com.br/legislacao/?id=98287#:~:text=Todo%20e%20qualquer%20equipamento%20ou,Art
https://www.legisweb.com.br/legislacao/?id=98287#:~:text=Todo%20e%20qualquer%20equipamento%20ou,Art
 
 Avaliação de Pesquisa: Gestão de Riscos Ambientais 
Avaliação dose-resposta É a etapa que caracteriza a relacao entre a 
dose administrada ou recebida de uma ou 
mais substancias e a incidencia de um dado 
efeito deleterio significativo no ambiente 
e/ou numa populacao exposta a essas 
substancias. 
Avaliação da exposição: A exposicao e determinada pela medida ou 
estimativa de um agente quimico 
no meio e pela sua capacidade de 
incorporar no organismo (biota e homem) 
durante um determinado periodo. No caso 
da exposicao humana, as principais vias de 
contaminacao sao pelo pulmao, pele e trato 
gastrintestinal 
Caracterização do risco: A etapa final do processo de avaliacão de 
risco. Integra as três etapas e apresenta de 
forma sucinta a expressao do risco 
qualitativo, pela avaliacao da toxicidade da 
substancia e por meio de resultados 
quantitativos da exposicao para qualquer 
perigo associado ao agente de interesse. 
 
 Fonte: Aula 06, Biomarcadores e o processo de avaliação de risco ambiental. 
 
Decaprio (1997) definiu biomarcador como um indicador biológico que demonstra o efeito 
resultante de exposição a um estressor, que pode ser explicada como caso adaptativo não 
patogênico ou como alteração de um caso funcional, dependendo da toxicocinética e do 
mecanismo de ação do estressor. Existem biomarcadores moleculares, celulares e ao nível de 
indivíduo. As duas características mais importantes dos biomarcadores são: 
a) permitem identificar as interações que ocorrem entre os contaminantes e os 
organismos vivos; 
b) possibilitam a mensuração de efeitos sub-letais. Esta última característica permite por em 
pratica ações remediadoras ou, melhor ainda, ações preventivas. 
Fonte: Aula 06, Biomarcadores e o processo de avaliação de risco ambiental 
 
9. Qual Resolução CONAMA dispõe sobre o conteúdo mínimo do Plano de Emergência Individual 
para incidentes de poluição por óleo em águas sob jurisdição nacional? Descreva qual a 
estrutura mínima deve conter no conteúdo de emergência individual. 
RESOLUÇÃO No 398, DE 11 DE JUNHO DE 2008 
Conteúdo Mínimo do Plano de Emergência Individual 
O Plano de Emergência Individual deverá ser elaborado de acordo com o seguinte conteúdo 
mínimo: 1. Identificação da instalação 2. Cenários acidentais 3. Informações e procedimentos 
para resposta 3.1. Sistemas de alerta de derramamento de óleo 3.2. Comunicação do incidente 
3.3. Estrutura organizacional de resposta 3.4. Equipamentos e materiais de resposta 3.5. 
Procedimentos operacionais de resposta 3.5.1. Procedimentos para interrupção da descarga de 
óleo 3.5.2. Procedimentos para contenção do derramamento de óleo 3.5.3. Procedimentos para 
proteção de áreas vulneráveis 3.5.4. Procedimentos para monitoramento da mancha de óleo 
derramado 3.5.5. Procedimentos para recolhimento do óleo derramado 3.5.6. Procedimentos 
para dispersãomecânica e química do óleo derramado 3.5.7. Procedimentos para limpeza das 
áreas atingidas 3.5.8. Procedimentos para coleta e disposição dos resíduos gerados 3.5.9. 
 
 Avaliação de Pesquisa: Gestão de Riscos Ambientais 
Procedimentos para deslocamento dos recursos 3.5.10. Procedimentos para obtenção e 
atualização de informações relevantes 3.5.11. Procedimentos para registro das ações de 
resposta 3.5.12. Procedimentos para proteção das populações 3.5.13. Procedimentos para 
proteção da fauna. 4. Encerramento das operações 5. Mapas, cartas náuticas, plantas, desenhos 
e fotografias 6. Anexos 
Fonte: http://www.mpce.mp.br/wp-content/uploads/2015/12/Resolu%C3%A7%C3%A3o-
CONAMA-n%C2%BA-398-08-Plano-Emerg%C3%AAncia-Individual-para-
polui%C3%A7%C3%A3o-por-%C3%B3leo.pdf, acessado em 31/01/23 
 
 
 
 
10. Com base na mesma Resolução anterior, qual o treinamento de pessoal e exercícios de resposta 
Deverão estar relacionados e descritos o conteúdo e a freqüência dos programas de 
treinamento de pessoal e de exercícios de resposta a incidentes de poluição por óleo, incluindo? 
 Treinamento de pessoal e exercícios de resposta Deverão estar relacionados e descritos o conteúdo 
e a freqüência dos programas de treinamento de pessoal e de exercícios de resposta a incidentes de 
poluição por óleo, incluindo, conforme o caso: a) exercícios de comunicações; b) exercícios de 
planejamento; c) exercícios de mobilização de recursos; d) exercícios completos de resposta. 
 
Fonte: http://www.mpce.mp.br/wp-content/uploads/2015/12/Resolu%C3%A7%C3%A3o-CONAMA-
n%C2%BA-398-08-Plano-Emerg%C3%AAncia-Individual-para-polui%C3%A7%C3%A3o-por-
%C3%B3leo.pdf, acessado em 31/01/23. 
http://www.mpce.mp.br/wp-content/uploads/2015/12/Resolu%C3%A7%C3%A3o-CONAMA-n%C2%BA-398-08-Plano-Emerg%C3%AAncia-Individual-para-polui%C3%A7%C3%A3o-por-%C3%B3leo.pdf
http://www.mpce.mp.br/wp-content/uploads/2015/12/Resolu%C3%A7%C3%A3o-CONAMA-n%C2%BA-398-08-Plano-Emerg%C3%AAncia-Individual-para-polui%C3%A7%C3%A3o-por-%C3%B3leo.pdf
http://www.mpce.mp.br/wp-content/uploads/2015/12/Resolu%C3%A7%C3%A3o-CONAMA-n%C2%BA-398-08-Plano-Emerg%C3%AAncia-Individual-para-polui%C3%A7%C3%A3o-por-%C3%B3leo.pdf
http://www.mpce.mp.br/wp-content/uploads/2015/12/Resolu%C3%A7%C3%A3o-CONAMA-n%C2%BA-398-08-Plano-Emerg%C3%AAncia-Individual-para-polui%C3%A7%C3%A3o-por-%C3%B3leo.pdf
http://www.mpce.mp.br/wp-content/uploads/2015/12/Resolu%C3%A7%C3%A3o-CONAMA-n%C2%BA-398-08-Plano-Emerg%C3%AAncia-Individual-para-polui%C3%A7%C3%A3o-por-%C3%B3leo.pdf
http://www.mpce.mp.br/wp-content/uploads/2015/12/Resolu%C3%A7%C3%A3o-CONAMA-n%C2%BA-398-08-Plano-Emerg%C3%AAncia-Individual-para-polui%C3%A7%C3%A3o-por-%C3%B3leo.pdf

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