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unespunespunespunesp UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA 
 CAMPUS DE MARÍLIA 
 Faculdade de Filosofia e Ciências 
 
 1 
 
PROGRAMA DE DISCIPLINA/ ESTÁGIO Ano: 2008 
 
 
UNIDADE UNIVERSITÁRIA: Faculdade de Filosofia e Ciências 
 
 
 
CURSO: Fisioterapia 
 
 
 
HABILITAÇÃO: - 
 
 
 
OPÇÃO: - 
 
 
 
 
DEPARTAMENTO RESPONSÁVEL: Educação Especial 
 
 
 
IDENTIFICAÇÃO 
 
 
CÓDIGO 
 
DISCIPLINA OU ESTÁGIO 
 
SERIAÇÃO IDEAL 
 
 
- 
 
 
 
Cinesioterapia 
 
 
 
 
2º ano 
OBRIG./OPT/EST. PRÉ/CO/REQUISITOS ANUAL/SEM. 
 
 
Obrigatória 
 
 
 
 
semestral 
DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA 
CREDITO 
 
CARGA HORÁRIA TOTAL TEORICA PRÁTICA TEO/PR. OUTRAS 
 
 
04 
 
 
 
60 
 
 
 
30 
 
 
 
30 
 
 
 
 
 
 
 
 
NÚMERO MÁXIMO DE ALUNOS POR TURMA 
AULAS TEÓRICAS AULAS PRÁTICAS AULAS TEÓR./PR. OUTRAS 
 
 
40 
 
 
 
20 
 
 
 
 
 
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OBJETIVOS (ao término da disciplina o aluno deverá ser capaz de) 
 
• Conhecer os princípios básicos da Cinesioterapia. 
• Conhecer os mecanismos de aprendizagem motora com o objetivo de estabelecer 
estratégias terapêuticas que auxiliem no processo terapêutico. 
• Conhecer os conceitos de exercício terapêutico na teoria e na prática: a cinesioterapia 
passiva e a cinesioterapia ativa no desenvolvimento de força, resistência, equilíbrio, 
coordenação e função. 
• Estudar o exercício terapêutico e seus efeitos locais e sistêmicos sobre o organismo. 
• Conhecer os tipos de intervenção cinesioterapêutica, suas bases teóricas e seus 
procedimentos práticos. 
• Desenvolver a capacidade de programar e executar condutas cinesioterapêuticas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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CONTEÚDO PROGRAMÁTICO (Título e discriminação das unidades) 
 
1. Introdução a cinesioterapia 
1.1 bases conceituais 
1.2 objetivos 
1.3 condutas terapêuticas 
1.4 Modelo de incapacitação modificado 
 
2. Plasticidade e adaptação dos músculos esqueléticos 
2.1 Aspectos morfológicos e funcionais envolvidos no encurtamento e no alongamento 
dos músculos esqueléticos 
2.2 Adaptação da fibra muscular em relação à demanda funcional 
2.3 Adaptação do tecido conjuntivo 
 
3 Efeitos fisiológicos do exercício terapêutico 
 3.1 metabólicos 
 3.2 cardio-respiratórios 
3.3 endócrinos 
3.4 neurofisiológicos 
 
4 Contração muscular enquanto recurso terapêutico 
4.1. Excêntrica 
4.2. Concêntrica 
4.3. Isométrica 
 
5. Tipos de exercícios: indicações, contra-indicações, cuidados e precauções 
5.1. Exercícios passivos 
5.2. Exercícios ativos livres e assistidos 
5.3. Exercícios resistidos 
 
6. Alongamentos 
6.1 Indicações 
6.2 Contra- indicações 
6.3 Cuidados e precauções 
6.4 Técnicas específicas · 
 
7. Propriocepção e equilíbrio 
7.1. Conceito 
7.2 Estratégias 
 
8 Introdução aos métodos de tratamento cinesioterápico: 
8.1 Reeducação Postural Global (RPG); 
8.2 Isso-Stretching; 
8.3 Facilitação Neuromuscular Proprioceptiva (KABAT); 
8.4 Bases Neurofisiológicas - BOBATH 
 
 
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METODOLOGIA DO ENSINO 
 
 
O conteúdo programático será desenvolvido através de: aulas expositivas, aulas 
teóricas/práticas, observação clínica e discussões de leituras recomendadas. 
 
 
 
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA 
 
 
BANDY, W. D.; SANDERS, B. Exercício terapêutico: técnicas para intervenção. Rio de 
Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 
BOBATH, K. Uma base neurofisiológica para o tratamento de paralisia cerebral. São 
Paulo: Manole, 1990, 
HALL, C. M.; BRODY, L. T. Exercício terapêutico na busca da função. Rio de Janeiro: 
Guanabara Koogan, 2001. 
KISNER, C.; COLBY, L. A. Exercícios terapêuticos: fundamentos e técnicas. Manole: 
São Paulo, 2004. 
 
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 
ANTONIO, J.; GONYEA, W.J. - Skeletal muscle fiber hyperplasia. Medicine and 
Science in sports and exercise. 25 (12)1333-1345, 1993. 
BERTHERAT, T. ; BERNSTEIN, C. O corpo tem suas razões. 13. ed. São Paulo: 
Martins Fontes, 1987. 
BASMAJIAN, J.V. Terapêutica pelo exercício. São Paulo: Manole, 1980. 
BËZIERS, M.M. A coordenação motora. São Paulo: Summus, 1992. 
BIENFAIT, M. Os desequilíbrios estáticos: fisiologia, patologia e tratamento 
fisioterápico. São Paulo: Summus, 1995. 
BIENFAIT, M. Os equilibrios estáticos. São Paulo: Sumus, 1995. 
BOBATH, K. A deficiência motora em pacientes com paralisia cerebral. São Paulo: 
Manole, 1976. 
BOBATH, B. Hemiplegia no adulto: avaliação e tratamento. São Paulo: Manole, 1978. 
BOBATH, B., BOBATH, K. Desenvolvimento motor nos diferentes tipos de paralisia 
cerebral. São Paulo: Manole, 1989. 
BRICOT, B. Posturologia. São Paulo: Ícone, 1999. 
 
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BUSQUET, L. Las cadenas musculares. Barcelona: Frison-Toche 
CALLAIS, G. B. Anatomia para o movimento: bases de exercícios. São Paulo: Manole, 
1992. 
CARRIÈRE, B. Bola suíça: teoria, exercícios básicos e aplicação clínica. São Paulo: 
Manole, 1999. 
 DANIELS, L.; WORTHGAM, C. Provas de função muscular. 2. ed. Rio de Janeiro: 
Interamericanas, 1980. 
DENYS-STRUYF, G. Cadeias musculares e articulares. Summus, 1995. 
DURIGON, O.F.S. Alongamento muscular. P1. A interação neuromuscular. Rev. 
Fisioterapia da Universidade de São Paulo, 2(2), 1995. 
DURIGON, O.F.S. Alongamento muscular. P2. Rev. Fisioterapia da Universidade de 
São Paulo, 2(2), 1995. 
DUROUR, M. Cinesioterapia: avaliações e técnicas passivas e ativas. São Paulo: 
Panamericana, 1989. 
GARDINER, M.D. Manual de terapia por exercícios. São Paulo: Santos, 1995. 
KANDEL, E.R., SCHWARTZ, J.H.; JESSELL, T.M. Fundamentos da neurociência e 
comportamento. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1997. 
KANDEL, E.R.; SCHWARTZ, J.H.; JESSELL, T.M. Principles of neural science. 4rd 
edition. Appleton & Lange, 2000. 
KNOTT,M., VOSS, D. Facilitação neuromuscular proprioceptiva. Rio de Janeiro: 
Guanabara Koogan, 1990. 
KOTTKE, LEHMANN. Tratado de medicina física de Krusen. 4. ed. São Paulo: 
Manole, 1994. 
LIEBER, R.L. Skeletal Muscle Structure and Function. Implications for 
Rehabilitation and Sports Medicine. Williams & Wilkins, Baltimore, 1992 
 
MAGILL, R.A. (1984). Aprendizagem motora: conceitos e aplicações. São Paulo: 
Edgard Blucher. 
MARQUES, A. P. Cadeias musculares: um programa para ensinar avaliação 
fisioterapêutica global. São Paulo: Manole, 2000. 
MONTAGU, Ashley. Tocar: o significado humano da pele. 4. ed. São Paulo: Summus, 
1996. 
NIGG, B.M.; HERZOG, W. Biomechanics of musculo-skeletal system. John Wiley & 
Sons, Chichester, 1994. 
 
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O'SULIVAN, S B. e SCHMITZ, T S. Fisioterapia avaliação e tratamento. 2. ed. São 
Paulo: Manole, 1992. 
SALGADO, A. S. I. Reeducaçãofuncional e proprioceptiva do joelho e tornozelo. São 
Paulo; Lovise, 1995. 
SOUCHARD, P E. O stretching global ativo. São Paulo: Manole, 1996. 
SOUCHARD, P. E. Autoposturas respiratórias. 2. ed. São Paulo: Manole, 1997. 
SOUCHARD, Ph. E. Reeducação postural global. São Paulo: Icone, 1986. 
 WINTER, D.A. Biomechanics and motor control of human movement. John Wilwey 
& Sons Inc., Chichester, 1990. 
 XHARDEZ, Yves. Manual de cinesioterapia: técnicas, patologia, indicações e 
tratamento. São Paulo: Atheneu, 1990. 
 
 
 
 
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM 
 
 
 
 
Avaliações teóricas e práticas, seminários, relatórios das observações clínicas, e 
participação nas discussões de textos. 
 
 
 
 
 
EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino) 
 
 
 
Estudo da aplicação do movimento, sob forma terapêutica. Aumento da força muscular e 
amplitude de movimento: métodos, técnicas e recursos fisioterápicos. Coordenação, 
normatização de tônus, reeducação dos músculos respiratórios e condicionamento físico geral 
do indivíduo. Sensibilidade, postura, marcha e equilíbrio do indivíduo: avaliação de possíveis 
alterações. 
 
 
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APROVAÇÃO 
 
 
DEPARTAMENTO CONSELHO DE CURSO COMISSÃO DE ENSINO 
 
 
 
 
 
 
 
 
ASSINATURA(S) DO(S) RESPONSÁVEL(EIS)

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