Manual Arquitetura e Engenharia
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Manual Arquitetura e Engenharia


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implica em possibilidade de riscos, danos ou 
prejuízos a trabalhadores, moradores e transeuntes; deve, portanto, ser acompanhada 
por profissional habilitado. 
Manual de Fiscalização - AC71
n FOTOS/ EXEMPLOS/ INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES:
* Importante:
- Nos Loteamentos \u201cpropriamente ditos\u201d há modificação ou abertura de vias 
públicas, bem como implantação de equipamentos comunitários públicos (praças, 
parques, etc), todos transmudados em bens públicos de uso comum da população.
- Na implantação dos \u201cLoteamentos Fechados\u201d é concedido aos moradores o uso 
exclusivo das áreas públicas, embora a área seja de propriedade do Município. 
- Para os casos citados acima será utilizado o código 115 quando da fiscalização.
- Para implantação de \u201cCondomínios Horizontais\u201d (popularmente conhecidos 
como \u201ccondomínios fechados\u201d) vide código . XXX \u2013 IMPLANTAÇÃO DE CON-
DOMÍNIO HORIZONTAL.
- Entende-se como \u201cexecução\u201d a coordenação de todos os trabalhos previstos 
para a implantação do loteamento.
** Projetos e Serviços Complementares e/ou Específicos deverão ser fiscali-
zados separadamente, sempre que constatados.
*** Anexo 2 \u2013 Manual do CONFEA:
Fiscalização de loteamento
\u201c...Solicitar, por meio de notificação, a relação das empresas que estão atuando (projetos 
e execução) na infra-estrutura \u2013 topografia, terraplenagem, pavimentação, redes de drena-
gem pluvial, redes Manual de Procedimentos parta a Verificação do Exercício Profissional de 
abastecimento de água, redes coletoras de esgoto, estação de tratamento de esgoto, reservató-
rios de água - anexar cópias da ART, do contrato ou Notas Fiscais e tirar fotos no local. 
Solicitar também PPCI, LTCAT e PPRA, para verificar se o autor é um profis-
sional habilitado....\u201d
Lei Federal nº 6.766, DE 19 DE Dezembro De 1979
\u201c... CAPÍTULO I - DISPOSIÇÕES PRELIMINARES 
Art. 2º. O parcelamento do solo urbano poderá ser feito mediante loteamento ou 
desmembramento, observadas as disposições desta lei e as das legislações estaduais 
e municipais pertinentes. 
§ 1º. Considera-se loteamento a subdivisão de gleba em lotes destinados à edifi-
cação, com abertura de novas vias de circulação, de logradouros públicos ou prolon-
gamento, modificação ou ampliação das vias existentes. 
§ 2º. Considera-se desmembramento a subdivisão de gleba em lotes destinados a 
edificação, com aproveitamento do sistema viário existente, desde que não implique 
na abertura de novas vias e logradouros públicos, nem no prolongamento, modifica-
ção ou ampliação dos já existentes. 
Art. 3º. Somente será admitido o parcelamento do solo para fins urbanos em zo-
nas urbanas ou de expansão urbanas, assim definidas por lei municipal. ...\u201d
AC72 - Manual de Fiscalização
XXX \u2013 MURO CEEC / CEARQ
n Descrição
Construção em pedra, alvenaria ou concreto para divisão de lotes ou arquitetura 
de fachadas.
O QUE FISCALIZAR ONDE FISCALIZAR PARÂMETRO LEGISLAÇÃO PERTINENTE
Projetos:
001-	Arquitetônico
002-	Estrutural
050-	Execução
*
\u2022	 Onde	for	constatada	a	
ocorrência de obra com estas 
características;
\u2022	 Obras	em	geral.
\u2022		Acima	de	02	
metros de altura.
\u2022	 ATO	02/06	CREA-PR	
REGISTRO DE ARTS
MÚLTIPLA \uf06f	SIM
\uf06e		NÃO
Observações:
n POR QUE FISCALIZAR?
- Porque a participação efetiva dos profissionais nos serviços de planejamen-
to, elaboração de projetos, execução e fiscalização promove trabalhos focados em 
qualidade, conforto, eficiência, racionalidade, coerência com aspectos ambientais e 
legais, que necessitam de conhecimentos técnicos específicos, tendo em vista que o 
CREA possui a finalidade de defesa da sociedade procurando assegurar o uso ade-
quado do conhecimento e da tecnologia.
- Porque a execução dos serviços implica em possibilidade de riscos, danos ou 
prejuízos a trabalhadores, moradores e transeuntes; deve, portanto, ser acompanhada 
por profissional habilitado.
Manual de Fiscalização - AC73
n FOTOS/ EXEMPLOS/ INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES:
* Importante:
Em algumas situações pode ser encontrado apenas o Projeto Estrutural.
EXEMPLO DE MURO ACIMA DE 2 METROS DE ALTURA.
AC74 - Manual de Fiscalização
XXX \u2013 PASSEIOS/ CALÇADAS CEEC/CEARQ
n Descrição
Parte da via, normalmente segregada e em nível diferente, não destinada à circu-
lação de veículos, reservada ao trânsito de pedestres e, quando possível, à implanta-
ção de mobiliário, sinalização, vegetação e outros fins.
O QUE FISCALIZAR ONDE FISCALIZAR PARÂMETRO LEGISLAÇÃO PERTINENTE
035-	Projeto
								Específico
050-	Execução
130-	Outros
\u2022	 Vias	Públicas	ou	Privadas;
\u2022	 Onde	for	constatada	a	
ocorrência de obra com estas 
características.
\u2022		NÃO	HÁ \u2022	 ATO	02/06	CREA-PR;	
\u2022	 LEI	ESTADUAL	Nº	15.449
\u2022	 NBR	9050/2004
REGISTRO DE ARTS
MÚLTIPLA \uf06f	SIM
\uf06e		NÃO
Observações:
n POR QUE FISCALIZAR?
- Porque a execução dos serviços implica em possibilidade de riscos, danos ou 
prejuízos a trabalhadores, moradores e transeuntes; deve, portanto, ser acompanhada 
por profissional habilitado.
- Porque a participação efetiva dos profissionais nos serviços de planejamen-
to, elaboração de projetos, execução e fiscalização promove trabalhos focados em 
qualidade, conforto, eficiência, racionalidade, coerência com aspectos ambientais e 
legais, que necessitam de conhecimentos técnicos específicos, tendo em vista que o 
CREA possui a finalidade de defesa da sociedade procurando assegurar o uso ade-
quado do conhecimento e da tecnologia.
- Para valorizar atividades que promovam a preservação e valorização de patri-
mônio público e/ou cultural e que, portanto, devem ser executadas por profissionais 
habilitados.
Manual de Fiscalização - AC75
n FOTOS/ EXEMPLOS/ INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES:
* Importante:
NBR 9050/2004:
- A inclinação transversal de calçadas, passeios e vias exclusivas de pedestres não deve 
ser superior a 3%. A inclinação longitudinal de calçadas, passeios e vias exclusivas de pedes-
tres deve sempre acompanhar a inclinação das vias lindeiras. Recomenda-se que a inclinação 
longitudinal das áreas de circulação exclusivas de pedestres seja de no máximo 8,33% (1:12). 
Inclinação: Calçadas, passeios e vias exclusivas de pedestres que tenham inclinação superior 
a 8,33% (1:12) não podem compor rotas acessíveis;
- Largura: Calçadas, passeios e vias exclusivas de pedestres devem incorporar faixa livre 
com largura mínima recomendável de 1,50m, sendo o mínimo admissível de 1,20m e altura 
livre mínima de 2,10m;
- Pisos: Os pisos devem ter superfície regular, firme, estável e antiderrapante sob qualquer 
condição, que não provoque trepidação em dispositivos com rodas (cadeiras de rodas ou carri-
nhos de bebê). Admite-se inclinação transversal da superfície até 2% para pisos internos e 3% 
para pisos externos e inclinação longitudinal máxima de 5%. Inclinações superiores a 5% são 
consideradas rampas. Recomenda-se evitar a utilização de padronagem na superfície do piso 
que possa causar sensação de insegurança (por exemplo, estampas que pelo contraste de cores 
possam causar a impressão de tridimensionalidade);
- Piso tátil de alerta: Este piso deve ser utilizado para sinalizar situações que envolvem 
risco de segurança. O piso tátil de alerta deve ser cromo-diferenciado ou deve estar associado 
à faixa de cor contrastante com o piso adjacente;
- Piso tátil direcional: Este piso deve ser utilizado quando da ausência ou descontinuida-
de de linha-guia identificável, como guia de caminhamento em ambientes internos ou exter-
nos, ou quando houver caminhos preferenciais de circulação;
- Desníveis: Desníveis de qualquer natureza devem ser evitados em rotas acessíveis. 
Eventuais desníveis no piso de até 5 mm não demandam tratamento especial. Desníveis su-
periores a 5 mm até 15 mm devem ser tratados em forma de rampa, com inclinação máxima 
de 1:2 (50%). Desníveis superiores a
Elias
Elias fez um comentário
Muito bom seu material. Obrigado Pedro.
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