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Diagnóstico de Alterações Pulpares e Periapicais

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BIANCA ALI 
RESUMO PROVINHA ENDODONTIA 
➔ DIAGNÓSTICO DAS ALTERAÇÕES PULPARES E PERIAPICAIS 
Classificação 
• Tratamentos eletivos: são aqueles que o paciente não sente um incomodo 
relativo para poder relatar ao dentista, ou seja, esse paciente pode ser agendado, 
marcar uma consulta no horário que o paciente estiver disponível; 
• Tratamentos de urgência: requer uma intervenção IMEDIATA, devido 
principalmente a sintomatologia (casos de pulpite irreversível, abscessos → pois 
dessa forma temos a possibilidade de intervir e aliviar a dor do paciente naquele 
momento); 
• Tratamentos de emergência: casos que podem se agravar determinando até uma 
possível internação hospitalar (devido a dor e edema que o paciente possui) 
podendo esse paciente até mesmo vir a óbito. 
**Obs.: essa classificação é importante pois permite que julguemos com esses 
elementos qual a necessidade do meu paciente. 
 
➔ DIAGNÓSTICO: tem como tripé: 
históricos, narração do paciente, sintomas subjetivos, sensibilidade + 
resultados exames objetivos + radiografias e tomografias complementares → 
possibilitam um diagnóstico mais preciso. 
• Subjetivos: história médica e dental; 
• Objetivos: exame clínicovisual, testes de sensibilidade (vitalidade), pulpar 
(térmico, elétrico, cavidade), testes perirradiculares (palpação e percussão), 
sondagem periodontal. 
• Exame imaginológico: rx e/ou tomografia cone been. 
 
➔ Os termos de diagnóstico vão se alterando ao longo do tempo, e atualmente temos 
como referência os termos atuais que são baseados no: 
➔ GLOSSARY OF ENDODONTIC TERMS (GLOSSÁRIO DE TERMOS 
ENDODÔNTICOS – 2018), nomenclatura que determina as alterações 
pulpares e periapicais: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
• Polpa normal: preciso conhecer o que é uma polpa normal para conseguir 
identificar quando ela está alterada; 
BIANCA ALI 
➔ NOMENCLATURA DIAGNÓSTICA RECOMENDADA PELA AAE/ ABE 
(2018): termos para dentes que já foram tratados endodonticamente e preciso 
identificar: 
• há quanto tempo o dente foi tratado (recente ou faz muito tempo); 
• o que aconteceu na época do tratamento; 
• verificar se a obturação do canal está em boas condições ou não; 
• se apresenta falhas de obturação ou falhas de instrumentação 
→ é necessário avaliar tudo isso para poder indicar o retratamento. 
• 
 
**obs.: Terapia previamente iniciada: ex.: paciente iniciou o tratamento com quadro 
de dor e ainda não terminou esse tratamento (o tratamento está em curso) mas em algum 
momento, devido a algum motivo, o paciente pode não dar continuidade a esse tratamento 
e o dente voltar a ter a sintomatologia dolorosa → e necessitar de um atendimento de 
urgência. 
➔ Inflamação pulpar (pulpite): normalmente, essa inflamação se manifesta como 
resposta a agentes agressivos/irritantes (microbianos, químicos, físicos, mecânicos ou 
térmicos) que estão nesse tecido pulpar, o principal agente agressivo são os agentes 
microbianos (cárie dental). A classificação da pulpite para diagnóstico clínico, está 
baseada no tipo e severidade da inflamação. 
➔ ANAMNESE + EXAME CLÍNICO INTRAORAL E EXTRAORAL + 
RADIOGRAFIA/TOMOGRAFIA = descobrir a severidade da inflamação. 
➔ Anamnese: exame subjetivo realizado por meio da técnica do interrogatório do 
paciente e com relatos dele, que direciona a investigação ao surgimento dos sinais e 
sintomas envolvidos no processo patológico. A história clínica deve ser coletada e 
registrada de maneira organizada, em forma de perguntas objetivas e definidas. É 
fundamental perguntar ao paciente onde e quando a dor acontece, se ela é contínua, 
pulsátil, espontânea ou provocada. 
• O dente dói quando da ingestão de bebidas geladas? (se sim → significa que a 
dor está sendo provocada → sempre que a dor é provocada, a inflamação tende a 
ser menor na polpa coronária → é uma inflamação muito pequena que é 
direcionada ao local da agressão (da cárie) → inflamação pequena e crônica que 
envolve o tecido pulpar. 
• Consegue identificar o dente que dói? (se sim → possivelmente será uma 
inflamação pequena e crônica); 
• O dente está doendo espontaneamente ou continuamente? (se sim → 
inflamação mais severa, que abrange uma área maior no tecido pulpar → é uma 
inflamação aguda) 
• O dente está doendo faz muito tempo? (o tempo é importante, pois a inflamação 
vai agravando com o passar do tempo); 
BIANCA ALI 
• Ao deitar a dor aumenta? (ao deitar o aporte sanguíneo aumenta na região da 
cabeça → aumenta o volume e a pressão interna na polpa); 
• Bebidas geladas aliviam a dor do dente? (condição MUITO GRAVE, 
inflamação muito avançada e abrange muitas áreas → pois o aumento da 
inflamação provoca a vasodilatação que comprime e faz pressão nas fibras 
nervosas → essas fibras conduzem a dor constantemente → e ao beber algo gelado 
→ acontece a vasoconstrição → que da um alivio momentâneo naquela fibra que 
estava sendo comprimida → alivia a dor momentaneamente); 
• Está com tratamento endodôntico em curso? (paciente começou o tratamento 
e não terminou → preciso alertar o paciente da necessidade de retomar o 
tratamento e terminá-lo → para voltar a condição de cronicidade pois 
provavelmente esse paciente agora está na fase aguda → se ele não concluir o 
tratamento a sintomatologia dolorosa vai voltar sempre. 
• Realizou tratamento de urgência recentemente no dente que incomoda? 
(mesmo caso do paciente que está com um tratamento em curso e não terminou); 
• Realizou tratamento endodôntico no dente que dói? Recente? Faz tempo? 
(normalmente, ao terminar o tratamento endodôntico é esperado que tenha uma 
sintomatologia, sensibilidade de 1-7 dias, essa sintomatologia só não pode se 
prolongar; é necessário se o tratamento foi bem realizado, se foi bem 
instrumentado e obturado → caso o tratamento não esteja dentro dos padrões 
endodônticos é necessário intervir.) (quando tem um certo tempo que realizou o 
tratamento endodôntico e esse dente inesperadamente voltou a ter sintomatologia 
→ é necessário avaliação radiográfica para verificar como o tratamento foi 
conduzido, as vezes é necessário até uma tomografia pois várias causas não são 
possíveis de identificar pela radiografia ex.: canal MV2 que não foi tratado); 
• Ao tocar o dente sente dor? (se sim → significa que existe um envolvimento no 
tecido periapical mais intenso → determinando uma gravidade maior dessa 
inflamação). 
 
➔ EXAME CLÍNICO INTRAORAL E EXTRAORAL: 
• testes de sensibilidade: percussão vertical; testes pulpares (frio e quente) são os 
mais importantes (pedir para o paciente levantar a mão ao sentir a dor, 
importante perceber se ao tirar o estimulo o paciente abaixa o braço rapidamente 
ou lentamente) 
• observar restaurações, fraturas, fistulas; 
• no caso de fístulas → fazer o mapeamento dessa fistula: coloca o cone de guta 
persha 25 coloca na clorexidina → seca o cone → coloca na fistula → quando 
sentir um obstáculo para de introduzir o cone e radiografa; 
• áreas de lesões não cariosas: abfração, erosão → hipersensibilidade dentinária 
(pois as vezes a dor que o paciente está sentindo provém dessas lesões e não da 
endo); 
• Alterações cromáticas (mudanças na cor do dente) 
• notar edemas extraorais; 
• teste de palpação (teste que identifica onde está o edema, se esse edema está 
também no pescoço do paciente → quando envolve o pescoço são mais graves e 
perigosos) 
• pressão no seio maxilar (as vezes a inflamação está causando dor no seio maxilar; 
ou as vezes o paciente possui dor no dente mas a verdadeira causa é uma sinusite); 
 
 
 
BIANCA ALI 
➔ RADIOGRAFIA/TOMOGRAFIA: sempre que possível realizar as radiografias. 
• Analisar a instrumentação, obturação; 
• Verificar possível extravasamento; 
• Realizar a proservação a longo prazo: realizar radiografias 3m, 6m, 1 ano → notar 
se está havendo uma redução progressiva. 
 
➔ ANAMNESE + EXAME CLÍNICO INTRAORAL E EXTRAORAL + 
RADIOGRAFIA/TOMOGRAFIA = descobrir a severidade da inflamação. 
• Pulpalgia: dor de origem pulpar; 
• Pulpite: termo clínicoe histológico que denota inflamação da polpa dental; 
clinicamente descrita como reversível (grau leve) ou irreversível (grau mais 
avançado); e histologicamente como aguda ou crônica/hiperplásica/pulpite 
irreversível assintomática; 
Obs.: é necessário saber o estágio da inflamação → para instituir o melhor tratamento 
possível. 
Obs.: além de observar a sintomatologia e fazer uma indicação, é necessário também 
associar a remoção da causa da inflamação. 
 
➔ Para me aproximar o máximo possível da dor que o paciente está sentindo é 
necessário conhecer duas fibras dos dentes: 
 
 
 
 
 
 
 
 
• Fibras mielínicas: 
➔ calibrosas; conduzem o estimulo muito rapidamente; 
➔ são axônios em grande calibre, indicando que há um grande numero de voltas de 
bainha de mielina; 
➔ Delta A: 
→ A mais importante das fibras mielínicas; 
→ fica na camada de odontoblastos e na 
zona livre de células (acelular); 
→São responsáveis pela dor aguda → dor 
que aparece rapidamente ao fazermos um 
estímulo; 
→Possuem maior sensibilidade ao frio 
(termoreceptoras para frio); 
• A maioria das fibras nervosas mielinizadas do órgão dentário são Delta → que 
intervêm em dor bem localizada (paciente sabe que dói quando toma algo gelado 
e sabe em qual dente que está a dor); dor breve e aguda; relacionada com a 
sensibilidade dentinária, com grau de estimulação baixo e velocidade alta de 
condução 120 → então quando o paciente sabe qual dente dói, sabe que a dor é 
provocada pelo frio → quando o paciente tem uma situação assim ele tem muita 
fibra Delta A viva → ou seja, ele tem um processo que ao remover a carie 
adequadamente provavelmente o tecido pulpar vai se reestabelecer e voltar a suas 
condições normais → normalmente casos de pulpite reversível. 
 
BIANCA ALI 
• Fibras amielínicas: 
➔ são menos calibrosas, mais lentas (é necessário de um certo tempo para que elas 
consigam conduzir o estímulo); 
➔ são axônios de pequeno diâmetro que são envolvidas somente por uma única 
dobra de mielina. 
➔ Fibras tipo C: 
→são amielínicas; 
→diâmetro médio de 0,4-1um; 
→velocidade de condução 0,5-2m/s; 
→elevado limiar de excitabilidade; 
→fibras estimuladas mais pelo calor do 
que pelo frio (faz o teste do frio e o paciente 
demora a relatar que sentiu dor, demora a 
levantar a mão → muitas vezes ao aplicar o 
frio acaba aliviando a dor, pois estas fibras estão conduzindo o estimulo constante 
devido a vasodilatação e ao aplicar o frio ocorre a vasoconstrição que alivia a 
pressão e a dor); 
→são responsáveis pela dor: grave, contínua, excruciante, espontânea, 
fastidiosa e, as vezes, difusa, própria de pulpite irreversível sintomática 
(aquela dor que não passa nem com o uso de analgésicos e anti-inflamatorios) → 
inflamação mais severa → pois esse tipo de fibra estão mais no interior do tecido 
pulpar → sinal também que as fibras Delta A não existem mais, estão danificadas 
→ nesses casos há necessidade de intervenção endodôntica para alivio da 
sintomatologia. 
→há maior quantidade de fibras C do que delta A; 
→fibras tipo C: dor tardia, contínua e pode ser irradiada (não sabe qual dente 
está provocando a dor); 
**Obs.: se tem dúvida de qual dente está provocando a dor → fez o teste com o frio e 
não conseguiu identificar qual o dente está com a dor → realiza o teste com o calor → 
pois as fibras do tipo C possuem maior sensibilidade ao calor; 
➔ 1º TESTE DO FRIO 
→ deve ser realizado com o gás refrigerante → pois ele chega a temperaturas de -50, -60 
graus; 
→ sempre agitar o tubo do gás; 
→ utiliza a bolinha de algodão para fazer o teste em um dente só → deve-se trocar a 
bolinha para fazer o teste em outro dente; 
→colocar bastante gás na bolinha; 
→faz antes o isolamento relativo; 
→ sempre fazer o teste em um dente de referência também → para comparar a dor 
(suspeito da dor no 13 → devo realizar o teste no 23 também); 
→coloca o algodão no terço médio ou um pouco mais para cervical, desde que, o 
algodão não encoste na gengiva → pois se não, pode gerar um falso positivo pois a dor 
não vai estar sendo do dente, mas sim da gengiva → também não colocar o algodão 
distante demais do tecido pulpar (tipo colocar na incisal = errado); 
→ao colocar a bolinha → se o paciente levanta a mão (por estar sentindo dor) → retiramos 
a bolinha → observamos se a dor vai cessar rapidamente ou não; 
→fazia antigamente o teste do frio com o gelo → mas hoje em dia evita → pois muitas 
pessoas não tem sensibilidade de resposta ao frio na temperatura do gelo; 
 
BIANCA ALI 
**Obs.: teste do frio: deve ser o primeiro teste; teste de escolha para descobrir o grau de 
inflamação, se não conseguir identificar qual o dente está causando a dor → realiza o 
teste do calor; 
➔ 2º TESTE DO CALOR: 
→fiz o teste com o frio e não identifiquei qual dente está com a dor, ou a dor foi aliviada 
com o teste do frio → então tenho uma manifestação das fibras tipo C → ai realizo o teste 
do calor; 
→com um bastão de guta aquecido a uma certa distância da lamparina → vou fazendo 
pequenos testes para verificar quando a guta persha já está suficientemente amolecida na 
ponta → para então eu levá-la no dente no mesmo local que realizo o teste do frio (no 
terço médio ou um pouco mais para cervical); 
→importante realizar antes: o isolamento relativo + lubrificação da superfície que vai ser 
testada (para não ficar pedaços da guta persha grudados no dente ao tirar o bastão); 
 
 
➔ ao fazer o teste do frio e do calor → temos respostas rápidas e eficientes → vou fazer 
um diagnostico tranquilo com as informações que obtive → já algumas situações 
(retração gengival, calcificação da câmara pulpar) podem provocar um falso 
negativo nesses testes → nessas IMPLICAÇÕES CLÍNICAS a radiografia é 
importante para auxiliar → pode ser necessário também realizar o teste da cavidade; 
➔ TESTE DA CAVIDADE: 
→ ponta montada 1011, 1012 → realiza um ponto de eleição → vai aprofundando a 
broca com uma boa refrigeração → observar se o paciente vai ter sensibilidade; 
→se ao aprofundar a ponta o paciente sente algum tipo de dor ou desconforto → 
sinal que o tecido tem vitalidade; 
→se ao aprofundar a ponta até próximo do tecido, e o paciente não sentiu dor → 
provavelmente o tecido está necrosado; 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
BIANCA ALI 
➔ SITUAÇÕES MAIS COMPLICADAS AINDA: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
→situações acima de: calcificação completa da câmara pulpar; calcificação parcial do 
canal radicular quase que totalmente; 
→nessas situações o teste da cavidade não funciona → sendo importante realizar 
tomografia → pois ela verifica algumas alterações muito mais rapidamente do que a 
radiografia (principalmente se o dente estiver necrosado); 
→nesses casos a sugestão é: TOMOGRAFIA + acompanhamento 
(PROSERVAÇÃO) para verificar o ápice ao longo dos anos + verificar se o paciente 
tem manifestação ou não de dor; 
 
 
 
 
 
 
Difícil pois há a retração da câmara pulpar quase que 
completamente; 
 
 
 
 
 
 
➔ TESTE DA PALPAÇÃO APICAL = PRESSÃO APICAL; 
→quando não sei qual o grau de envolvimento da 
inflamação; 
→necessário fazer o teste em um dente de referência 
também → para comparar; 
→se o paciente sente um desconforto nesse teste → 
sinal que a inflamação está chegando a nível apical 
→ inflamação mais grave → meu planejamento 
será diferente. 
 
 
 
 
BIANCA ALI 
➔ TESTE DA PERCUSSÃO VERTICAL: 
→realizado com a ponta do dedo ou com o cabo do espelho; 
→identifica a sensibilidade na parte apical → que não é um bom sinal; 
→mais usado para verificar problemas endodônticos; 
→melhor fazer sempre com a ponta do dedo para não ter risco de danificar alguma 
estrutura dental com a pancada do cabo do espelho; 
→pode ser feito também por pequenas estilingadas na incisal ou nas pontas de cúspide; 
 
 
 
 
 
 
➔ TESTE DA PERCUSSÃO HORIZONTAL 
→realizado com a ponta do dedo ou com o cabo do espelho; 
→Pode ser feito esse teste → pois pode ter também associação de dois fatores (problema 
periodontal + problema endodôntico); 
→teste mais usado paraproblemas periodontais 
→melhor fazer sempre com a ponta do dedo para não ter risco de danificar alguma 
estrutura dental com a pancada do cabo do espelho; 
 
➔ TESTE DE MOBILIDADE: 
→para verificar o envolvimento de um abscesso, verificar se o 
dente está com mobilidade ou sensibilidade; 
→pode ser realizado com as pontas do dedo → mas cuidado pois 
muitas vezes pensamos que o dente está movimentando, mas na 
verdade é a polpa do dedo que está; 
→pode ser realizado com dois cabos de espelho → perigoso, pois 
pode escapolir e machucar a gengiva do paciente; 
→pode ser realizado com um cabo de espelho e um dedo; 
→a mobilidade muito intensa + edema vestibular + dente que já 
possui tratamento endodôntico = pode ser algum tipo de fratura; 
 
➔ ELETRICAL PULP TEST (EPT) = TESTE ELÉTRICO 
→Um dispositivo que por ele passa uma corrente elétrica de baixa intensidade → que vai 
determinar o estimulo ou da Fibra Delta A ou da Fibra C; 
→as respostas dessas fibras são muito similares → então existe testes mais baratos e 
melhores; 
 
BIANCA ALI 
➔ TESTE DA MORDIDA 
→paciente que relata sentir dor ao morder; 
→dispositivos que permite que um grupo de dentes faça força sobre UM elemento dental 
→ assim descobriria qual dente está doendo; 
 
 
➔ TESTE DA SONDAGEM PERIODONTAL: 
→procurando por bolsa periodontal, perdas periodontais; 
→procura por dentes com trincas, fraturas, ou pela síndroma do dente gretado (dente que 
tem trincas e fraturas parciais); 
 
➔ TESTE DA TRANSILUMINAÇÃO 
→identifica fraturas → usa a luz do fotopolimerizador de Palatina→Vestibular (incisivos 
e caninos) ou de D→M (no caso dos molares e pré-molares); 
 
 
➔ DOR REFLEXA: dificulta o diagnóstico, pois muitas vezes o paciente relata dor em 
um dente mas é outro dente que está causando a dor; acontece muito com pré-molar 
superior (que reflete a dor no pré inferior ou no molar também); 
➔ TESTE DA ANESTESIA 
→bom teste para quando não conseguiu concluir qual dente está causando a dor; 
→anestesia o dente suspeito para ver se a dor cessa; 
 
➔ Sempre associar: ASPECTO RADIOGRÁFICO ou TOMOGRAFIA + ANAMNESE + 
ASPECTOS CLÍNICOS = formar um plano de tratamento; 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
BIANCA ALI 
• Baseado nesses testes é possível determinar que tipo de inflamação o paciente tem: 
 
 
 
• Pulpite reversível: cavidade fechada (cárie não avançou tanto ao ponto de comunicar 
o tecido pulpar com a cavidade oral); sintomas: são aqueles que o paciente identifica 
qual dente, a dor é provocada pelo frio, após remover o estímulo o paciente para de 
sentir a dor rapidamente → indicação: remover o agente agressor e consequentemente 
aquele tecido vai voltar à normalidade; 
 **resposta mais imediata com o teste do frio, o teste do quente vai demorar um pouco 
(pois o quente não estimula a fibra Delta A rapidamente); 
 
• Pulpite irreversível sintomática: envolvimento das fibras C → indicação 
normalmente é de biopulpectomia ou pulpectomia; 
• Pulpite irreversível assintomática: não tem sintomatologia mas a pulpite, a inflamação 
que ele apresenta é irreversível → normalmente associada a cavidade aberta (onde o 
tecido cariado já expos o tecido pulpar → a polpa é muito reativa → a polpa tem uma 
condição de desenvolver o tecido, aumentar o tecido e ainda ganhar uma camada 
epitelial na superfície desse tecido da polpa, dessa forma há um espaço para a 
inflamação sem a sensibilidade → acontece mais em pacientes jovens que tem mais 
recursos inflamatórios). → dificilmente o paciente vai procurar uma urgência pois não 
incomoda ele. 
BIANCA ALI 
 
 
• PULPITES NÃO TRATADAS (principalmente a irreversível sintomática e 
assintomática → VÃO EVOLUIR PARA NECROSE; 
• Polpa necrosada: diagnóstico clínico que indica morte do tecido pulpar, a polpa 
responde negativamente aos testes térmicos (quente e frio); 
• Uma lesão para aparecer na radiografia tem que estar envolvendo, ocupando pelo 
menos 40% do osso alveolar; 
• Analisar o TRATAMENTO PRÉVIO → paciente pode ter realizado já tratamento 
endodôntico, se ele estiver satisfatório provavelmente o problema pode ser em outro 
lugar, como sinusite no seio maxilar etc. 
• Analisar o TRATAMENTO PRÉVIO → paciente com sensibilidade, olhando 
clinicamente pode ter lesão de cárie → e radiograficamente a cárie envolve a furca → 
necessidade de retratamento ou até mesmo de exodontia. 
• Analisar o TRATAMENTO PRÉVIO → pode ter um tratamento endodôntico já 
realizado, e o paciente está com o periodonto muito afetado → pode ser necessário 
exodontia; 
• FRATURAS → necessidade de analisar a profundidade da fratura; 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
BIANCA ALI 
➔ CONDIÇÕES QUE NÃO REQUEREM TRATAMENTO ENDODONTICO 
(URGÊNCIA) 
 
**pessoas com essa hipersensibilidade dentinária 
→ possuem características do estimulo da fibra 
delta A → ou seja características da pulpite 
reversível, isso acontece pois: existem as 
situações ao lado, e na situação 4 não há o 
encontro do esmalte com o cemento (fica um 
pedaço de dentina descoberto) → com o tempo a 
pessoa tem retração gengival e expõem essa 
dentina → assim ele vai ter sensibilidade ao frio, a 
bebidas geladas. 
 
 
 
Condutas: 
• Remoção do tecido cariado e ou restauração defeituosa + restauração. 
• Cavidades profundas: aplicar um forro com cimento de hidróxido de cálcio e selar 
a cavidade com restauração definitiva de resina composta; 
• Cáries mais profundas: alguns indicam preservação da dentina afetada, após 45-
60 dias abre novamente e remove a dentina afetada; alguns indicam realizar a 
restauração e manter a preservação da dentina afetada. 
 
 
 
 
BIANCA ALI 
➔ CONDIÇÕES QUE REQUEREM TRATAMENTO ENDODONTICO 
(URGÊNCIA) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
BIANCA ALI 
➔ CONDIÇÕES QUE REQUEREM TRATAMENTO ENDODONTICO 
(URGÊNCIA) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PODE SER 
BIANCA ALI 
➔ CARACTERÍSTICAS CLÍNICAS DA DOR DE ORIGEM PULPAR 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
BIANCA ALI 
➔ TRATAMENTOS: dependendo se for reversível ou irreversível o plano de 
tratamento será diferente. 
 
TRATAMENTOS CONSERVADORES: 
**capeamento indireto: só deve ser indicado em sintomas de pulpite reversível 
**capeamento direto: casos de pulpite reversível com exposição pulpar; 
**pulpotomia: casos de pulpite irreversível sintomática; 
→tratamentos conservadores estão relacionados com a idade: paciente jovem tem 
uma resposta mais favorável a tratamentos conservadores. 
 
 
**muitas vezes ao ir realizar a biopulpectomia tem um sangramento com vermelho vivo 
(rutilante) e a polpa está consistente com resistência ao corte → pode ser realizado a 
pulpotomia parcial/ rasa (pulpotomia sevec): em que corta a polpa em apenas 2mm de 
profundidade com uma cureta afiada; 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
BIANCA ALI 
➔ TRATAMENTO ENDODÔNTICO EM DENTES COM RIZOGÊNESE 
INCOMPLETA 
• Materiais: 
o MTA: induz a produção de dentina reparadora; 
o Hidróxido de cálcio; 
o Biodentina: a base de MTA; 
• Polpa viva: Pulpotomia; 
• Polpa necrosada: apicificação ou revascularização (estimula a formação do 
ápice). 
 
➔ TRATAMENTO ENDODÔNTICO EM DENTES COM RIZOGÊNESE 
COMPLETA 
• Biopulpectomia: polpa viva. 
• Necropulpectomia: polpa morta. 
 
➔ DENTES NECROSADOS (urgência) 
• SEM SANGRAMENTO = NECROSADO → TRATAMENTO RADICAL 
• Polpa necrosada: diagnóstico clínico que indica morte do tecido pulpar, a polpa 
responde negativamente aos testes de vitalidade (quente e frio); 
• Rizogênese incompleta: apicificação ou revascularização/regeneração 
pulpar; 
o Apicificação: tratamento tradicional, é uma tentativa de formar uma 
barreira mineral no ápice desses dentes; 
o Regeneração pulpar: técnica mais recente; 
• Osteíte condensante: dente com inflamação que se segue de necrose; 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
BIANCA ALI 
 
 
 
 
➔ TRATAMENTO DAS NECROSES: remoção do tecido necrosado, e 
possivelmente infectado → medicação intracanal→ obturação. 
 
➔ O DIAGNÓSTICO deve estar ligado com o PLANO DE TRATAMENTO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
BIANCA ALI 
➔ Nomenclatura recomendada pela AAE (2018) → para DIAGNÓSTICO APICAL: 
• TECIDOS APICAIS NORMAIS. 
 
• PERIODONTITE APICAL SINTOMÁTICA: 
→ urgência → que pode virar emergência; 
 
• PERIODONTITE APICAL ASSINTOMÁTICA: dente necrosado → desenvolve 
uma lesão (cisto, abscesso, granuloma); 
 
• NECROSE PULPAR COM PERIODONTITE APICAL AGUDA: 
→urgência que pode virar emergência; 
→dor intensa a mastigação; 
→teste da percussão (positivo); 
→dor ao toque → sensação de dente crescido (ligeira extrusão dental) devido a 
deposição de pus no ápice; 
→na radiografia pode haver aumento do ligamento periapical (edema no ligamento) 
 
• ABSCESSO APICAL CRÔNICO: 
→dificilmente entra na fase aguda pois normalmente esses abscessos possuem uma 
fistula; 
→tratamento: quando presença de fístula → fazer a fistulografia ou mapeamento da 
fistula com cone de guta persha. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
BIANCA ALI 
• ABSCESSO APICAL AGUDO: 
→urgência → ou até mesmo emergência; 
→dor espontânea, pulsátil, a mastigação; 
→teste da percussão e palpação (positivos; 
→pode haver mobilidade; 
→pode haver envolvimento sistêmico (febre) 
→Três fases: inicial, em evolução, evoluído → o tratamento depende da fase; 
→Fase inicial: o pus encontrasse próximo ao forame apical; sem edema (tumefação), 
a drenagem via canal confirma o abscesso → tratamento: explora o canal, faz o 
glide path até a patência para dilatar e desbridar o forame ( esvaziamento do canal para 
que o pus saia por ele e o forame fique limpo) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
→Fase em evolução: o pus invade o trabeculado ósseo e está próximo ao periósteo 
(edema difuso sem ponto de flutuação) tumefação não flutuante → tratamento: tenta 
a drenagem intracanal, mas muitas vezes não é possível pois o pus já ultrapassou do 
ápice para o osso alveolar → se não conseguir a drenagem intracanal é necessário 
realizar uma drenagem forçada. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
BIANCA ALI 
 
 
→Fase evoluído: o pus perfura o periósteo e invade o tecido mole (edema com ponto 
de flutuação ou tumefação flutuante) → tratamento: preferência pela drenagem 
cirúrgica → só se o paciente estiver muito colaborador que vamos abrir e instrumentar, 
se não, deixa para fazer depois de 24hrs 48hrs (se não foi feito o preparo químico-
mecânico o abscesso vai voltar. 
➔ Tratamentos opcionais: tratamento com sistemas rotatórios; obtenção da odontometria 
com métodos eletrônicos; sistema MRA ou reciprocante; 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
BIANCA ALI 
 
• OSTEÍTE CONDENSANTE: mineralização do osso alveolar. 
 
• FLARE UP: 
→emergência verdadeira; 
→se desenvolve entre as sessões de tratamento endodôntico, sendo caracterizada por dor 
e ou tumefação. 
→tipicamente após a intervenção endodôntica em um dente assintomático; 
→fatores: 
*microrganismos e seus produtos (causa principal); 
*iatrogenia (sobreinstrumentação, instrumentação errada do canal ZIP; extravasamento 
de solução irrigadora pelo forame apical; perfurações. 
Exemplos de desequilíbrios: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
BIANCA ALI 
➔ OUTROS TIPOS DE TRATAMENTOS PARA QUADROS 
SECUNDÁRIOS: 
 
 
JOÃO VITOR-ENDO 2 N3 
 
Retratamento ou reintervenção endodôntica 
 
 
A maior causa que leva ao retratamento e a persistência da infecção no canal radicular,e 
existe três tipos de infecções : 
 
1-persistente:e aquela onde se tem uma lesão visível na radiografia e o paciente tem 
sintomatologia dolorosa mesmo após a medicação 
2-Emergente:são aquelas onde tem dente com necrose ou que sofreu tratamento 
endodôntico, e que após certo tempo na radiografia de preservação e possível encontrar 
lesão periapical 
3-Recorrente -lesão pré-existente onde faz o tratamento ela reduz, porém depois de certo 
tempo ela parece novamente 
 
Os microrganismos mais presentes nas infecções persistentes e o enterococcus fecalis e 
a Cândida albicans 
 
 
O retratamento endodôntico consiste na realização de um novo tratamento, seja porque o 
anterior fracassou ou, simplesmente, porque de deseja fazer um tratamento mais correto 
ou adequado, principalmente nos casos em que surgiu a necessidade de os elementos 
dentais servirem de suporte a trabalhos protéticos. Em alguns casos além do retratamento 
dos canais, o cirúrgico também e necessário. 
 
➢ Causas das falhas do tratamento endodôntico 
 
1-Necrose (microrganismo, infecção, lesão periapical maior ou igual que 5 mm) 
2-Anatomia-canais não encontrados, ou seja, esquecidos, ou então a instrumentação 
inadequada dos canais 
3-Falha na modelagem e limpeza, instrumentação em locais de preferência e ausência de 
uma boa medicamentação intracanal 
4-Trincas e fraturas 
5-Infiltração pelo selamento 
6-Ambiente favorável a reinfecção 
7-Presença do enterococcus fecalis 
 
➢ Diagnóstico diferencial 
 
-Dor não odontogênica 
1. Cefaleia vascular, 
2. Dor neurogênica, 
3. Doença do sistema nervoso central 
4. Infecção herpética ou por vírus 
5. Dor psicossomática 
 
 
-Odontogênica de origem não endodôntica 
1. Trauma oclusal, 
2. Doença periodontal 
3. Fraturas 
 
 
O que analisar? 
 
1. Tratamento adequado? Analisar a radiografia e também a tomografia quando 
necessário, essa permite uma análise mais criteriosa como canais esquecidos 
2. Sintomatologia? Quando presente indicada uma gravidade maior 
3. Fístula? Tumefação -indica um quadro crônico 
4. Quanto tempo-após a obturação uma sensibilidade e comum 
5. Mobilidade-quando presente após a o tratamento isso e prognóstico ruim 
6. Presença de lesão periapical 
7. Presença de iatrogenia 
 
Quando se tem a exposição dos canais radiculares ao meio bucal por ausência ou perda 
do material restaurador, por mais de 3 meses ou mais indica o retratamento. 
 
 
Fatores ligados a anatomia 
1. Canais sem obturação 
2. MV2(molar superior) 
3. Disto lingual (molar inferior) 
4. Mesio-vestibular(primeiro pré molar superior) 
5. Canal lingual de pré-molares inferiores, caninos inferiores e incisivos inferiores 
6. Incisivo lateral superior 
7. Canais acessórios e istmo 
8. Para canais esquecidos deve se utilizar de instrumentos de aumento da imagem. 
 
 
Fatores que reduz o sucesso de um retratamento 
 
 
1-Reabsorção interna ou externa 
2-Presença de degrau ou ZIP 
3-perfurações apicais ou cervicais 
4-Instrumentos fraturados 
5-Fratura do dente 
 
 
Proservação 
 
E necessário sempre acompanhar o paciente após o tratamento, para se garantir o sucesso 
A sociedade europeia de endodôntia determina que até 4 anos a lesão pode regredir, mais 
que isso já e necessário fazer o retratamento 
 
 
Fatores microbianos 
 
1-As endotoxinas e um fator Complicador do tratamento, sendo necessário maior cuidado 
com esse canal. 
 
Existe duas técnicas quando não se tem sucesso no tratamento endodôntico 
1-Retratamento 
2-Cirurgia endodôntico(apectomia)com obturação retrógrada ou não 
2-Infecção extrarradicular 
Quando presente, o biofilme bacteriano perirradicular, caracterizando uma infecção 
extradicular, pode ser uma das causas de fracasso da terapia endodôntica principalmente 
pelo fator de que se encontrar fora do campo de atuação dos processos endodônticos 
intracanal, e com o passar ela passa a ser independente, sendo necessário o processo 
cirúrgico para remoção da infecção. 
 
 
Apicectomia com obturação retrógrada 
E uma cirugia na qual se acessa o ápice do dente, faz se um corte horizontal em 90 graus 
removendo cerca de 3 mm,faz se um preparo e sela essa retro preparo com material a base 
de MTA e sempre lembra me de fazer a remoção da lesão 
 
Etapas do retratamento endodôntico 
 
1. Remoção a restauração coronária 
2. Remoção dos retentores intracanal 
3. Remoção do material obturador do canal 
4. Reinstrumentação do canalradicular 
5. Medicação intracanal canal 
6. Obturação do canal 
Deve evitar o uso de saca broca, uma vez que esse dispositivo pode facilitar a fratura 
radicular, deve optar por corte da peça protética com broca esférica ,molar e de 
vestibular para palatina e pré-molar de mesial para distal, ou então remoção com 
ultrassom 
A presença de retentor implica inicialmente na redução do mesmo e depois faz a 
vibração com o ultrassom que pode ser com a ponta E12 
Retentores de fibra de vidro deve ser feito com ultrassom e com ponta/inserto de 
diamante 
Existe o saco pino e o pequeno gigante quando não se tem ultrassom, e indicado para 
dente anteriores e sempre usar ruelas para ter apoio tanto na mesial quanto na distal e 
assim não ter efeito de alavanca que pode acabar resultando em fratura 
radicular(imagem abaixo) 
Outros método e através do desgaste onde se faz o corte com a 1557 e depois com 
brocas esféricas carbais,e um técnica onde se tem muito desgate da estrutura dental,uma 
vez que é de difícil diferenciação dente do metal. 
 
 
Remoção do material obturador 
 
1. Guta percha 
2. Cimento de OZE 
3. Cimento resinoso 
4. Cones de prata 
Essa remoção pode ser feita por meio 
1-manual 
2-mecânica 
3-Ultrassom 
4-Combinações 
Limas especiais tipo k e as limas flex. gaites e largo ,sistema rotatório e reciprocate 
O ideal é a remoção sem o solvente, pois a guta ao ser dissolvido acaba se depositando 
nas paredes do canal e impedindo a adesão/união do cimento na parede do canal, 
comprometendo o selamento do canal. 
 
Tipos de solvente 
1-Clorofórmio-mais eficaz e rápidos, porém e carcinogênico 
2-Halotano:eficaz porém difícil de ser encontrado 
3-Eucaliptol-mais lento e tóxico quando e aquecido ele tem efeito mais rápido e melhor 
efetividade 
4-Xilol -mais rápido que o eucaliptol(mais tóxico) 
5-Oleo de laranja-mais biocompativel 
 
Técnicas de desobturação 
 
A desobturação ela segue o mesmo caminho que a técnica de instrumentação 
 
1-Canais classe 1 técnica de aço 
 
1-Abertura coronária 
2-Isolamento absoluto 
3-Irrigação 
4--Obtém o CRI e faz a penetração de acordo com a técnica de preparo cervical 
escolhido 
2-Depois com limas 10,15 e faz a remoção do material até o CPC e irriga bastante. 
3-Instrumentação até a lima 35 
4-Medicação intracanal-Hidróxido de cálcio com PMCC 
 
2-Canais classe 2 
 
Deve tomar cuidado com o uso de gaites e largo, nunca passar ou nem chegar na 
curvatura, uma vez que essa pode provocar a formação de degrau e lembrar sempre de 
irrigar 
Do mesmo jeito de classe 1,com limas especiais ou a 15 chegar no CPC 
No CT com limas de aço chegar até a 35 e ampliar esse canal 
 
3-Canais classe 3. 
 
E muito perigoso 
Não dilatar mais que a lima #25 
 
Limas rotatórias 
1-Canais classe 1 
 
Utiliza o sistema logic 2 e prodsnaier s 
1. CRI e com a lima Dourada # 30/10 de tarja branca penetrar e remover 
2. Com lima de Taiper 01 chegar até até a 50/01 até a potência 
3. Com a 40/03 ou 40/05 instrumentar até a patência, ou seja, no terço apical 
Sempre limpar a lima para evitar a fraturas desses instrumentos 
 
2-Canais classe 2 
 
1. Lima 25/08 dourada de fixação amarela até o CRI, deve pincelar na parede de 
segurança e nunca forçar a lima 
2. Lima 10 ou 15 par confirmar o CPC com a radiografia 
3. Lima 25/01,30/01 até o CPC e depois dilatar o final a 35/03 
 
3-Canais classe 3 
 A mesma sequência porém nunca ultrapassar da 25/03

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