Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

SEMIOLOGIA E SEMIOTÉCNICA 
 
 
 
 
 
Amanda Ribeiro Mendonça 
amanda-mendonca@hotmail.com 
 RESOLUÇÃO COFEN-358/2009: Dispõe sobre a SAE 
 
 ETAPAS DO PROCESSO: 
 
 1- EXAME CLÍNICO: ANAMNESE + EXAME FÍSICO 
 
 2- DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM 
 
 3- PLANEJAMENTO 
 
 4- IMPLEMENTAÇÃO 
 
 5 - AVALIAÇÃO 
 
2 
ANAMNESE: 
 Identificação; Queixa Principal (QP); 
História da Doença Atual (HDA); História 
Patológica Pregressa (HPP); História 
familiar; História pessoal e social. 
 
 
EXAME FÍSICO: 
 Revisão dos sistemas 
 Realizado no sentido céfalo-podálico 
3 
 Paciente com queixas de dificuldades para dormir e dores 
abdominais. Lucido, orientado, responsivo as solicitações 
verbais, ventilando em ar ambiente e dieta por SNE. Ao EF: 
Couro cabeludo íntegro e sem sujidades. Mucosa ocular 
normocorada. Presença de prótese dentária em arcada superior. 
Linfonodos palpáveis em região submentual, submandibular e 
retroauricular. AC: BNF em 2T, Ictus Córdis palpável. AP: 
MVUA s/ RA com Roncos Bilaterais em base. Manobra de 
Rualt e Fremito Tóraco Vocal sem alterações. Abdome plano, 
doloroso a palpação profunda em QSD. Ruídos Hidroaéreos 
Normoativos (50 p/ min). Percussão timpânica em rebordo 
costal D. Diurese presente por CVD de coloração amarelo 
âmbar. Região genital sem presença de odores e secreção. 
MMII com presença de edema (+2/+4). 
 FC: 85 FR:18 PA: 130x78 T: 37,1ºC SpO2: 98% 
 
4 
5 
6 
7 
Posição Ortostática 
 
Posição Supina ou decúbito dorsal 
usada para exames de tórax, parte anterior do 
abdômen e extremidades. 
 
Posição Prona (usada para exames da 
parte posterior do tórax, região cervical, 
lombar e glútea) 
 
Posição de Trendelenburg: posição 
utilizada em casos de edema. 
 
Posição litotômica: usada para exames 
dos órgãos genitais internos, externos, etc. 
 
Posição Genupeitoral: usada para 
exames retais 
 
 
 8 
 Inspeção geral e comportamento: 
 
• Gênero, etnia, idade, postura, marcha, roupas, 
higiene, odor, fala, afeto, humor, cognição... 
 
• Dados Subjetivos e Objetivos (estado geral, nível de 
consciência, estado nutricional, linguagem, 
movimentação). 
 
• Estado geral: BEG/ REG / MEG 
 
 
• Obs: O exame físico é feito no sentido céfalo-caudal. 
 
 
9 
 Atitude e/ou decúbito preferido 
 
 Marcha: normal / marcha ceifante / parkinsoniana / 
cerebelar / claudicante 
 
 Estado de nutrição 
 
 Estado de hidratação 
 
 
 
• Obs: O exame físico é feito no sentido céfalo-podal. 
 
 10 
QUESTIONAR E AVALIAR O PACIENTE 
PARA A PRESENÇA DE: 
 
 amnésia, perda da consciência, cefaleia, 
convulsões, amaurose, diplopia, diminuição 
ou perda da acuidade auditiva, zumbidos, 
vertigens, náuseas, vômitos, disfagia, 
disfonia, disartria, dislalia, dor, fraqueza 
muscular, tremores, parestesias, paresias, 
plegias, alteração da marcha. 
11 
ESTADO MENTAL: alerta, orientado ou 
desorientado, calmo ou agitado, sonolento, 
letárgico, torporoso, comatoso. 
 Escalas de coma: escala de glasgow ou escala de ramsay 
 
FUNÇÕES COGNITIVAS: Disartria, disfasia, 
dislalia, afasia, coordenação motora, 
equilibrio e marcha, motricidade. 
12 
13 
 Deambular 
 
 Ceifante (paciente com hemiplegia) 
 
 Cerebelar (não tem equilíbrio) 
 
 Tabética (como se o chão não existisse) 
 
 Vestibular (anda inclinado) 
 
 Escavante (anda na ponta do pé) 
 
 Claudicante (mancando) 
 
 
14 
 SINAL DE BRUDZINSKI — o levantamento involuntário das 
pernas em irritação meníngea quando levantada a cabeça do 
paciente, associada a rigidez da nuca. 
 OBS => Sinal observável na meningite aguda. Verifica 
estiramento ou compressão nervosa. Coloca-se o paciente em 
decúbito dorsal, sobre uma superfície reta, com membros 
inferiores estendidos, apoia-se a região occipital do paciente 
com as mãos e faz-se flexão do pescoço, se ocorrer flexão 
involuntária da perna sobre a coxa e dessa sobre a bacia ao se 
tentar ante-fletir a cabeça, o sinal de Brudzinski será positivo. 
 
 SINAL DE KERNIG — resistência e dor quando o joelho é 
estendido com o quadril totalmente flexionado. Os pacientes 
também podem apresentar espamo opistótono de todo o corpo 
que leva as pernas e cabeça a se dobrarem para trás, tornando o 
corpo arqueado para a frente. 
 
15 
16 
17 
 
TESTE DE BABINSKI: refere-se ao sinal do 
reflexo plantar patológico, quando há a 
extensão do hálux (1º dedo do pé). A presença 
do reflexo (extensão do hálux) é uma reação 
normal em crianças até 2 anos de idade. Em 
adultos indica lesão neurológica 
 
Teste de coordenação motora: 
- Teste do dedo no nariz; 
- Teste do calcâneo no joelho; 
- Teste de movimentação alternada. 
18 
19 
 Paresia/plegia: diminuição ou ausência do movimento 
em determinado segmento corporal. 
 
 Monoparesia/plegia: diminuição ou ausência do 
movimento em um membro. 
 
 Hemiparesia/plegia: diminuição ou ausência do 
movimento na metade do corpo (direito ou 
esquerdo). 
 
 Paraparesia/plegia: diminuição ou ausência do 
movimento nos MMII. 
 
 Tetraparesia/plegia: diminuição ou ausência do 
movimento nos quatro membros. 
20 
 O diâmetro das pupilas varia de 2 a 5 mm. O tamanho, a 
simetria e a reatividade à luz indicam se há ou não 
anormalidades. 
 
 Isocoria: pupilas com o mesmo diâmetro, simetria. 
 Anisocoria: diferença importante entre o diâmetro das 
pupilas, assimetria. 
 Miose: diâmetro pupilar < 2mm. 
 Midríase: diâmetro pupilar > 5mm. 
 
 OBS.: Normalmente as pupilas devem reagir à luz, 
diminuindo o seu diâmetro, respondendo com miose à luz 
direta. É considerado anormal as pupilas ficares fixas em 
resposta à luz. 
21 
22 
• DEVE-SE OBSERVAR: 
 
• Integridade cutânea 
• Manchas. 
• Presença ou ausência de pelos. 
• Coloração da pele. 
• Turgor cutâneo (realizar o sinal de prega). 
• Temperatura 
 
 
23 
 A temperatura é medida utilizando-se de termômetros que 
podem ser de mercúrio, digital ou infra-vermelho. 
 A medida pode ser ainda oral, axilar, inguinal e retal. 
 
 
Padrão de temperatura Variação da temperatura 
corporal 
Axilar: 36ºC a 37ºC (afebril) Subfebril ou febril: 37,5ºC a 
37,8ºC 
Oral: 36,2ºC a 37,2ºC Febre: 37,9ºC a 38,9ºC 
Retal: 36,4ºC a 37,4ºC Hiperpirexia: Acima de 39ºC 
Hipotermia: Abaixo de 36ºC 
Colapso Álgido: Menos de 
34ºC 
24 
• Avaliar coloração: locais mais apropriados: 
embaixo da lingua, mucosa labial, conjuntiva 
palpebral e esclerótica, 
 
• Palidez: normocorada / hipocorada / hipercorada 
 
• Cianose: acianótica / cianótica 
 
• Icterícia: anictérico / ictérico 
25 
• HEMATOMA: Coleção de sangue na 
derme ou no tecido subcutâneo, 
localizado e de cor variando de 
vermelho-arroxeado a amarelo. o 
extravasamento sanguineo provoca 
elevação da pele. 
 
• EQUIMOSE: Coleção sanguínea em 
placas também causada por 
extravasamento sanguíneo, porém não 
produz elevação da pele. 
 
• PETÉQUIA: Mancha hemorrágica de 
aspecto puntiforme. Causada 
frequentemente por uma diminuição de 
plaquetas no sangue. 
 26 
• ERITEMA: decorrente de uma vasodilatação, tem cor rósea ou vermelho-
vivo e desaparece à digitopressão 
 
 
• PALIDEZ: Redução da quantidade de Oxiemoglobina. Comum nas 
Anemias e no Choque. 
 
• AUSÊNCIA DE PIGMENTAÇÃO: ACROMIA (Vitiligo). Atenção a 
hanseníase. 
 
• ICTERÍCIA: Aumento de bilirrubina nos tecidos. Doenças hepáticas, 
pancreáticas e Eritroblastose Fetal. 
 
27 
 EDEMA: IRC; INSUF. CARDÍACA; 
INSUF. VENOSA, HAS. 
 
 SINAL DE CACIFO OU SINAL 
DE GODET: É um sinal 
clínico avaliado por meio da 
pressão digital sobre a pele, por 
pelo menos 5 segundos, a fim de 
se evidenciar edema. 
 É considerado positivo se a 
depressão ("cacifo") formada 
não se desfizer imediatamente 
após a descompressão. 
 
 ANASARCA: 
edema generalizado 
 
 
28 
29 
 OBS.: 2+/4+ - lê-se: edema duas cruzes em quatro. 
 CRÂNIO: Tamanho ; simetria; 
 
 COURO CABELUDO: sujidades; ectoparasitas 
(pediculose), alopécia… OLHOS: campo visual, coloraçao da esclerótica, saco 
conjuntival, presença de secreções. 
 Xeroftalmia : Exoftalmia Enoftalmia 
30 
 Nariz : Inspeção – Simetria Nasal; Higiene; 
Lesões na mucosa. Verificar rinorréia, coriza, 
epistaxe… 
 
Palpação - Seios paranasais. 
31 
Orelhas: Presença de cerume, secreção, 
corpos estranhos, assimetria do canal 
auditivo. Otalgia, otorragia, otorréia, 
 
Boca: verificar presença de lesão nos 
lábios, lingua e mucosa oral. Verificar 
presença/ausência dos dentes ou 
próteses. Halitose, Higiene geral 
32 
Pescoço: 
 
1) Palpação das cadeias de Linfonodos; 
2) Palpação da tireóide – nódulos ou bócio 
3) Inspeção de V. Jugulares – Insuf. Cardíaca. 
4) Inspeção das artérias carótidas – irrigação da 
região cefálica. 
33 
QUESTIONAR E AVALIAR O PACIENTE 
PARA A PRESENÇA DE: 
 
 Chiado no peito, cianose, coriza, dispneia, 
dor torácica, epistaxe, expectoração, 
hemoptise, rouquidão, tiragem, tosse, 
batimento de asa de nariz... 
34 
 Inspeção Estática e Dinâmica – Sempre avaliar 
bilateralmente. 
 
 Assimetria torácica: 
 
 Respiração: FR, tipos de respiração… 
 
 Anormalidades: 
 
 Mamas: 
 
 
35 
 Frequencia respiratória: 
• Valores normais: 
• Homem: - 16 a 18 rpm (respiração por minuto) 
• Mulher: - 18 a 20 rpm 
• Criança: - 20 a 25 rpm 
• Lactentes: - 30 a 40 rpm 
 
 Tipos de respiração: 
 
Eupnéia: Respiração normal 
Apnéia: Parada respiratória 
Dispnéia: Respiração difícil ou dolorosa, falta de ar 
Bradipnéia: Respiração lenta e débil 
Taquipnéia: Respiração acelerada, ofegante 
Ortopnéia: Respiração facilitada posição vertical 
 
 
36 
 
 Alterações no ritmo respiratório: 
 
 Respiração de Cheyne-Stokes: alternância de períodos 
de apnéia, seguidos por hiperpneia crescente e 
decrescente, até a instalação de nova apnéia, e assim 
sucessivamente. 
 Respiração de Kussmaul: inspiração profunda, seguida de 
apnéia e expiração suspirante – Alternância sequencial 
de apneias inspiratórias e expiratórias – Característica 
de acidose metabólica (diabética) e coma. 
 Respiração de Biot ou atáxica: ritmo respiratório 
totalmente irregular em relação à amplitude das 
incursões respiratórias e frequência. 
 
37 
 Normal 
 
 Tonel ou globoso: O diâmetro ântero-posterior é 
aproximadamente igual ao diâmetro transverso Ex: 
enfisema pulmonar 
 
 Sapateiro (Infundibiliforme) ou peito escavado: 
Há uma depressão na porção inferior do esterno. 
Pode ser congênito ou devido ao raquitismo 
 
 Cariniforme ou peito de pombo: O esterno é 
proeminente e desviado anteriormente. Ex: defeito 
congênito ou adquirido (raquitismo) 
 
38 
 Em sino: Aumento exagerado da parte inferior. 
Comum nas ascites ou hepatoesplenomegalias. 
 
 Escoliotico e/ou Cifoescoliotico: Defeito 
congênito ou adquirido por tuberculose, raquitismo, 
traumatismo, poliomielite, etc- Cifótico - curvatura da 
coluna dorsal. 
 
39 
40 
41 
Palpação: Objetivo de avaliar a presença de massas torácicas, 
desvios traqueais, frêmito toracovocal, simetria torácica e áreas 
dolorosas 
 Manobra de Rualt 
 Avalia assimetria da expansão 
torácica. 
 
 Frêmito Toraco Vocal 
 Vibrações causadas pelos sons 
vocais. Mais nítida no ápice. 
42 
Percussão: Objetiva a identificação de sons que evidenciem a 
presença de ar, líquidos ou massas, por meio do método dígito-digital. 
 Realizada entre os espaços intercostais, em toda a extensão do tórax, 
partindo da região do ápice para a base, bilateralmente. 
 
43 
44 
45 
 Sons da Percussão Torácica 
SOM CARACTERÍSTICA 
CLARO PULMONAR Timbre grave ou oco. “Normalidade” 
HIPERSONORIDADE Timbre mais grave, claro e intenso em 
relação claro pulmonar – Enfisema 
Pulmonar 
MACIÇO Som surdo e seco – Derrame Pleural, 
massas. 
SUBMACIÇO Som suave e de presença alta - fígado 
TIMPÂNICO Som oco como tambor. Presença de ar 
– região epigastrica, tórax, 
pneumotórax. 
46 
Ausculta Pulmonar: Capta sons de qualquer parte da 
caixa torácica, que podem indicar condições 
patológicas do aparelho respiratório. São denominados 
RUÍDOS ADVENTÍCIOS 
 SONS NORMAIS: MURMÚRIOS VESICULARES 
UNIVERSALMENTE AUDÍVEIS (MVUA). 
47 
Para sua realização exige-se silêncio, 
geralmente com o paciente sentado com 
o tronco bem vertical. 
 
Deve ser feita de maneira comparativa 
entre as regiões de cada lado do pulmão. 
 
O estetoscópio deve ser movimentado de 
um segmento pulmonar a outro em cada 
hemitórax. 
 
48 
 Iniciar-se a ausculta, com o examinador colocando-se 
atrás ou lateralmente ao cliente. 
 
 O cliente deve estar com o tórax despido para 
perfeito acoplamento do estetoscópio. 
 
 Deve ser orientado a respirar pausada e 
profundamente, com a boca entreaberta, sem fazer 
ruído 
 
 A ausculta deve ser realizada em linhas horizontais 
comparando-se os sons de cada hemitórax 
 
 Evita-se colocar o estetoscópio sobre escápula, 
saliências ósseas ou as mamas 
 
 Cada região deve ser examinada cuidadosamente. 
49 
 Ruídos Adventícios 
RUÍDO CARACTERÍSTICA 
RONCO SOM COM TIMBRE GRAVE – 
INSPIRAÇÃO E EXPIRAÇÃO – SUGERE 
SECREÇÕES NAS VIAS 
RESPIRATÓRIAS 
SIBILO SOM FINO CAPTADO NO FINAL DA 
INSP/ EXP – “MIADO DE GATO” – 
OBSTRUÇÃO DOS BRÔNQUIOS 
ESTERTOR/CREPITAÇÃO SOM PRODUZIDO QUANDO 
SUBSTANCIAS LIQUIDAS SE AGITAM 
SUBCREPITANTE SOM QUE SE ASSEMELHA AO 
ESTOURO DE PEQUENAS BOLHAS – 
Exsudato Intra Alveolar. 
50 
51 
QUESTIONAR E AVALIAR O PACIENTE PARA A 
PRESENÇA DE: 
 
 Dor, coloração da pele, palpitações, síncope, 
HAS, dispnéia, intolerância aos esforços, tosse 
e expectoração, alterações do sono, edema, 
claudicações, febre. Investigar fatores de risco 
para doenças cardiovasculares (tabagismo, 
dislipidemia, HAS, DM, dieta, atividade física, 
consumo de álcool.) 
52 
Camadas do 
coração 
 
 
 
 
 
Cavidades do 
coração 
53 
Ciclo cardíaco 
 
- Sístole 
 
- Diástole 
54 
 INSPEÇÃO / PALPAÇÃO 
 
 Verificar cianose central ou cianose 
periférica (de extremidade). 
 
 Ictus Cordis ou “ Ponta do Coração” 
 
 Detectar dilatações ou aumento do VE 
 
 5 EIC, a esquerda do esterno, linha 
hemiclavicular. 
55 
Locais onde pode ser verificado: 
 
56 
Frequência Fisiológica: 
Homem 60 a 100 bpm 
Mulher 65 a 80 bpm 
Crianças 120 a 125 bpm 
 Lactentes 125 a 130bpm 
 
Regularidade: Rítmico | Arrítmico 
 
Volume: cheio ou filiforme. 
 
Terminologia: 
- Normocardia: frequência normal 
- Bradicardia: frequência abaixo do valor normal 
- Bradisfigmia: pulso fino e bradicárdico 
- Taquicardia: frequência acima do valor normal 
- Taquisfigmia: pulso fino e taquicárdico. 
57 
Observações importantes: 
 
- Evitar verificar o pulso em membros afetados de 
paciente com lesões neurológicas ou vasculares 
ou queimaduras; 
- Não verificar o pulso em membro com fístula 
arteriovenosa (FAV); 
- Nunca usar o dedo polegar na verificação, pois 
pode confundir a sua pulsação com a do 
paciente; 
- Nunca verificar o pulso com as mãos frias; 
- Em caso de dúvida, repetir a contagem; 
- Não fazer pressão forte sobre a artéria, pois isso 
pode impedir de sentir o batimento do pulso. 
58 
Focos de Ausculta 
FOCO CARDÍACO LOCALIZAÇÃO 
AÓRTICO 2 EIC, A DIREITA DO 
ESTERNO 
PULMONAR 2 EIC, A ESQUERDA JUNTO 
AO ESTERNO 
TRICÚSPIDE 4 E 5 IEC, A ESQUERDA DO 
ESTERNO 
MITRAL 5 EIC ESQUERDO, LINHA 
HEMICLAVICULAR 
ESQUERDA. 
59 
60 
Bulhas Cardíacas: 
- 1ª Bulha (B1) e 2ª Bulha (B2): são 
produzidas pelo fechamento das 
válvulas cardíacas e correspondem a 
sístole. 
- B1: produzidas pelo fenômeno simultâneo de 
fechamento das válvulas mitral e tricúspide. São 
audíveis na área mitral, ou seja, área de ápice 
cardíaco. 
- B2: produzida pelo fechamento das válvulas 
aórtica e pulmonar. 
 
 61 
Sopros: 
Vibrações decorrentes de alterações do fluxo sanguineo. 
Estenose AO, pulmonar / Insuf Mitral, Tricúspide. 
 
 REGISTRO DEENFERMAGEM - AC: BNF EM 2T 
 
 OBS.: Não esquecer de verificar e registrar: 
 Teste de perfusão capilar periférico 
 Baqueteamento dos dedos 
 
62 
 Normotenso PA = 130 x 85 mmHg 
Normal Limítrofe PA = menor 140 x 90 mmHg 
Hipotenso PA = menor 90 x 50 mmHg 
Hipertensão leve (Estágio 1) PA = 140 X 90 a 
159 x 99 mmHg 
Hipertensão moderada (Estágio 2) PA = 160 x 
100 a 179 x 109 mmHg 
Hipertensão grave (Estágio 3) PA = maior 
180 x 110 mmHg 
 
63 
 -PA convergente: quando a sistólica e a 
diastólica se aproximam. (Ex: 120/100). 
 
 -PA divergente: quando a sistólica e a 
diastólica se afastam. (Ex: 120/40). 
 
64 
QUESTIONAR E AVALIAR O PACIENTE PARA A 
PRESENÇA DE: 
 
 Via de alimentação (VO, SNE, SOE, SNG, SOG, NPT) 
Alteração do apetite, halitose, disfagia, pirose, 
regurgitação, soluço, sialorréia, hematêmese, 
dor, náuseas, vômitos (êmese), diarréia, 
esteatorréia, distensão abdominal, 
constipação, icterícia, eructação, melena, 
enterorragia, disúria, incontinência urinária, 
oligúria, noctúria, nictúria, hematúria, colúria, 
edema, febre. 
65 
Inspeção 
Percussão 
Palpação 
Ausculta 
66 
1.Hipocôndrio Direito 
 
2.Epigástrio 
 
3.Hipocôndrio Esquerdo 
 
4.Flanco Direito 
 
5.Mesogastro ou umbilical 
 
6.Flanco Esquerdo 
 
7.Fossa Ilíaca Direita 
 
8.Hipogastro ou púbica 
 
9.Fossa Ilíaca Esquerda 
 
67 
 
68 
 
69 
Observar sinais de alterações da pele, além 
da forma, volume e do tamanho. 
 
Simetria: plano, arredondado (musculatura 
flácida ou excesso de gordura); 
protuberante (obesidade, gestação); avental 
(obesidade grave); escavado. 
 
Presença de circulação colateral, cicatrizes, 
estrias, Massas, saliências, visceromegalias. 
70 
Normal ou atípico: é o que não compreende 
grandes variações. 
 
Globoso: é o que se apresenta globalmente 
aumentado com nítida predominância no 
diâmetro ântero-posterior. 
 
Em ventre batráquio: é o qual onde o cliente 
em DD apresenta aumento do diâmetro 
transversal em relação ao ântero-posterior. 
71 
 Pendular: é o qual onde o cliente na posição ereta 
sofre pressão das vísceras na parte inferior do 
abdome produzindo neste local uma protrusão. 
 
 Em avental: é encontrado em pessoas obesas 
devido o acúmulo do tecido gorduroso e sobressai 
como um avental na região pubiana e em alguns 
caso, chegando à coxa. 
 
 Escavado: é o que apresenta o diâmetro ântero-
posterior menor do que o transverso e ocorrem 
principalmente em pessoas muito emagrecidas. 
72 
73 
74 
 Borborígmos – sons abdominais normais que são 
ouvidos sem o uso do estetoscópio 
 
 Ruídos hidroaéreos – sons abdominais normais auscultado 
com estetoscópio. Avaliar ruídos intestinais devido ao 
peristaltismo (ruídos hidroaéreos) em todos os 
quadrantes com estetoscópio. 
 
75 
 No QID deve-se fazer a contagem por min de quantos RHA. 
• Ruídos Normoativos: 5 a 35 rha/min 
• Ruídos hipoativos: < 5 rha/min 
• Ruídos hiperativos: > 35 rha/min 
 
 Ruídos aumentados – 6 ou 7 horas após refeições copiosas, 
início de quadro obstrutivo, diarreias. 
 
 Ruídos diminuídos ou ausentes – obstrução em fase 
adiantada, íleo pós operatório. 
 
76 
 Objetivo: avaliar distensão abdominal, ascite ou massas na região 
abdominal. Podemos encontrar sons: 
 
 Timpânicos – ar existente no estômago e intestino. auscultada na 
região epigástrica e em toda região abdominal quando o cliente 
apresentar distensão abdominal por acúmulo de gases (flatulência). 
 
 Hipertimpânicos – indivíduos com abdome distendido ou com quadro 
de diarréia. Presença exacerbada dos ruídos hidroaéreos 
 
 Maciços – baque surdo (fígado, útero gravídico); localizado na região 
de flanco esquerdo na altura da implantação renal e em região do 
hipocôndrio direito, onde delimitaremos as bordas do fígado; 
 
 Submaciços – indivíduos com abdome protuberante. Quando no 
flanco direito e esquerdo, evidenciam ascite; localizado em toda região 
abdominal principalmente em região de mesogastro, hipogastro, 
flancos D e E. 77 
78 
Consiste na percussão realizada através 
de um toque em um dos lados do 
abdome, onde com a mão oposta é 
percebido a vibração no lado oposto do 
abdome. Este método é utilizado 
principalmente para identificação de 
ascite. 
79 
 Objetivo – detectar massas, forma e consistência de vísceras no 
abdome, áreas com aumento (hiperestesia) ou diminuição 
(hipoestesia) de sensibilidade 
 
 Superficial – Aplica-se uma pressão de 1 cm 
 
 Profunda – objetiva detectar massas profunda. Precisa de 
experiência. Pressão de até 5 cm 
 
 
80 
 
 Superficial – Aplica-se uma pressão de 1 cm. Avalia sinais de 
contraturas, defesa muscular, rigidez abdominal e hipersensibilidade, 
característica da inflamação peritoneal. 
 
 Profunda – Objetiva detectar massas profunda. Precisa de 
experiência. Pressão de até 5 cm. Avalia tamanho, localização e 
consistência de alguns órgãos, verifica presença de massas ou 
sensibilidades anormais. Deve ser preferencialmente realizada 
durante a expiração. Pois a musculatura abdominal encontra-se 
menos tensa. 
 
 
81 
 SINAL DE ROSVING: Palpação profunda no QIE o qual produz 
dor irradiada no QSD; Evidência Apendicite Aguda 
 
 SINAL DE BLUMBERG ( PONTO DE MC BURNEY): Dor à 
descompressão brusca do Ponto de McBurney. É quando, palpando 
o ponto apendicular e realizamos a manobra de descompressão desta 
região rapidamente, o cliente relata dor intensa. O que indica 
apendicite. 
 
82 
 SINAL DE MURPHY: Dor ou sensibilidade no QSD. Ao comprimir 
o ponto cístico, solicita-se ao paciente que inspire profundamente. A 
resposta de dor intensa no ponto pressionado e a interrupção súbita 
da inspiração caracterizam o sinal, que é indicativo de colecistite 
aguda. 
 
83 
 Fígado : desliza-se as mãos e 
depois fazemos uma compressão 
da parede abdominal da fossa 
ilíaca direita para o rebordo 
costal direito durante o 
movimento de respiração do 
cliente, até sentir a reborda do 
fígado. peça ao cliente para 
inspirar profundamente e neste 
momento aprofunde a mão 
direita no rebordo costal . 
 Baço - A mão esquerda 
espalmada sobre a região costo-
lombar esquerda, fazendo uma 
firme pressão de fora para dentro 
e a mão esquerda coloca-se 
paralela à reborda costal 
esquerda, movimentando-se no 
sentido ascendente, da região 
umbilical para o hipocôndrio 
 
 Rins - palpação do rim é feita 
com uma das mãos aplicada 
trasnversalmente na região 
lombar e a outra se apoia 
longitudinalmente sobre a parede 
abdominal, à altura do flanco. A 
mão palpadora é homônima do 
lado que se palpa. 84 
85 
QUESTIONAR E AVALIAR O PACIENTE PARA A 
PRESENÇA DE: 
 
 Diurese: - espontânea; em fralda; CVD, CVA, 
cistostomia, nefrostomia. 
 (avaliar coloração: fisiológica, amarelo âmbar, 
concentrado... Presença de grumos) 
 Corrimentos, distenção abdominal, disúria, 
incontinência ou retenção urinária, oligúria, 
anúria, polaciúria, noctúria, nictúria, hematúria, 
colúria, piúria, febre... 
86 
87 
88 
89 
90 
 SINAL DE GIORDANO: dor no flanco a punho percussão leve. indica 
grande probabilidade doença renal (litíase e pielonefrite aguda) 
 
 Verificar presença de bexigoma: realizar palpação da região suprapúbica. 
91 
 Inspeção e Palpação. 
 
 Posição ginecológica 
 
 Observar a morfologia, a 
presença ou não de lesões 
e a distribuição de pêlos, 
corrimentos 
 Observa-se a presença de 
tumores, IST`S. 
 
 ATENÇÃO QUANTO A: Hemorragias, distúrbios menstruais, 
(dismenorréias, amenorréia...), dispaurenia, corrimentos... 
 92 
Durante o exame físico a paciente poderá 
estar nas posições: sentado, em pé (posição 
ortostática), deitado com a cabeceira de 0 a 
30 graus (posição de fowler); 
 
 Inspeção: 
 
Palpação: 
 
- Alterações encontradas: processos 
inflamatórios, abaulamentos, alterações da 
pele (retração, manchas), ginecomastia. 
93 
94 
95 
 INSPEÇÃO 
 
 Diagnosticar lesões, anomaliascongênitas, fimose, 
etc. Deve-se retrair completamente o prepúcio, 
investigar diâmetro, fazer palpação para verificar áreas 
de endurecimento e processos inflamatórios. Na bolsa 
escrotal, verificar forma, tamanho, características da 
pele, coloração, ulcerações. 
 
 
96 
 INSPEÇÃO 
 Anatomia do pênis 
 Anomalias congênitas 
 Presença de fimose 
 Lesões na pele 
 Testículos 
PALPAÇÃO 
 Dorso do pênis 
 Testículos. 
  ACHADOS ANORMAIS: Fimose, balanite, postite, anorquia, 
hidrocele, varicocele, criptorquidia, hematúria, priapismo, 
hemospermia, corrimento uretral, distúrbios sexuais, IST’s. 
97 
Avaliação de hérnia genital 
Hidrocele 
Avaliação de Testículo Transiluminação hidrocele 
98 
Hemorróidas 
Câncer cólon-retal 
Câncer de ânus 
Condiloma Anal 
99 
 MMSS: Verificar coloração, presença 
de lesões, de sinais de inflamação e 
condições de acesso venoso. 
 Palpar os pulsos; verificar perfusão 
periférica 
 Teste de Allen : importante para 
verificar a permeabilidade das artérias 
ulnar e radial. 
 
 
 
10
0 
 MMII: verificar a presença de edema, varizes, 
pele (integridade cutânea), manchas, lesões, 
coloração, simetria. 
 INSPEÇÃO: Sinal de Pratt = Trajetos venosos 
superficiais visíveis = veias sentinelas. 
 PALPAÇÃO: Palpar o pulso poplíteo, tibial e 
pedioso = Insuficiência vascular periférica/ TVP/ 
Ulceras venosas... 
 Trombose venosa profunda: dor, calor e edema no 
membro. Avaliar simetria 
 Sinal da Bancroft = Dor a palpação da panturrilha contra 
estrutura óssea. 
 Sinal da Bandeira = Empastamento da panturrilha 
devido ao edema da massa. 
 Manobra de Homans = Dor na panturrilha à dorsiflexão 
do pé. Baixa sensibilidade e especificidade. 
 
 
10
1 
 Paciente com queixas de dificuldades para dormir e dores 
abdominais. Lucido, orientado, responsivo as solicitações 
verbais, ventilando em ar ambiente e dieta por SNE. Ao EF: 
Couro cabeludo íntegro e sem sujidades. Mucosa ocular 
normocorada. Presença de prótese dentária em arcada superior. 
Linfonodos palpáveis em região submentual, submandibular e 
retroauricular. AC: BNF em 2T, Ictus Córdis palpável. AP: 
MVUA s/ RA com Roncos Bilaterais em base. Manobra de 
Rualt e Fremito Tóraco Vocal sem alterações. Abdome plano, 
doloroso a palpação profunda em QSD. Ruídos Hidroaéreos 
Normoativos (50 p/ min). Percussão timpânica em rebordo 
costal D. Diurese presente por CVD de coloração amarelo 
âmbar. Região genital sem presença de odores e secreção. 
MMII com presença de edema (+2/+4). 
 FC: 85 FR:18 PA: 130x78 SpO2: 98% 
 10
2 
 PORTO, C. C.; PORTO, A. L. Semiologia 
Médica. 6 ed. Rio de Janeiro: Guanabara 
Koogan, 2009. 
 
 GAIDZINSKI, R.R.; KIMURA, M. Entrevista e 
exame físico: instrumentos para 
levantamento de dados. In: CAMPEDELLI, 
M. C. et al. Processo de enfermagem na 
prática. São Paulo: Ática, 1989. p. 66-88. 
 
 SMELTZER, SC; Bare BG. 
Brunner&Suddarth. Histórico e tratamento de 
pacientes com distúrbios hematológicos. In: 
Smeltzer SC, Bare BG. Brunner&Suddarth. 
Tratado de enfermagem médico-cirurgica. 
10th ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 
2005. p. 918-991. 
 
 SOUZA, E.M. Casos Clinicos para a 
Enfermagem. Porto Alegre: Moriá Editora. 
2010. 260p; 
 
10
3

Mais conteúdos dessa disciplina