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Bioquímica II

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gerais de regulação que obedecem a uma hierarquia. 
Fluxo de Moléculas da Via 
Esse nível hierárquico vai permitir que via tenha um fluxo coerente. A regulação da 
 pelo seu é um exemplo de regulação controlando o fluxo da via, a hexoquinase produto PFK1
também tem esse tipo de regulação, onde o pode inibir a PFK1. produto da reação
Reguladores Alostéricos 
O exemplo mais clássico é a regulação pelo , a carga energética da balanço energético
célula vai determinar que vias vão ser aceleradas e que vias vão ser diminuídas. Normalmente em 
altas concentrações de ATP às vias que levam a produção deste são diminuídas, o que permite 
aumentar a velocidade de vias que sejam energeticamente custosas. Em baixas concentrações de 
ATP a intensidade da via é aumentada para produzir mais ATP. 
Não é somente o ATP que entra nessa regulação, temos o ADP, o AMP, o NADH e o 
NAD
+
. O NADH tem o mesmo raciocínio de regulação do que o ATP, já o ADP, AMP e o NAD+ 
possuem o raciocínio oposto. 
Portanto quando temos de e a . Quando altas concentrações NADH ATP glicólise diminui
isso ocorre às concentrações de , e estão . ADP AMP NAD
+
baixas
Então o e o tendem a ATP NADH as vias que e a vias que inibir produzem ATP estimular
 para construir alguma coisa para célula, enquanto que o ADP, AMP e o NAD
+
 tendem gastam ATP
a fazer o oposto, tendem a estimular vias que levam a produção de ATP. 
 Quando temos de e às concentrações de , e baixas concentrações ATP NADH ADP AMP
 vão estar a glicólise aumenta (estimulo/ativação da via glicolítica). NAD
+
altas
Quando e estão que dizer que esta faltando energia, ADP AMP em altas concentrações
sendo assim estas duas moléculas vão precisar estimular não só a via glicolítica, mas qualquer outra 
via que leve a . produção de ATP
Sendo assim ATP e o NADH tendem a inibir as vias que produzem ATP e a estimular vias 
que gastem ATP, enquanto que o ADP, AMP e o NAD
+ 
tendem a fazer o oposto, estimulando vias 
que levam a produção de ATP. 
Reguladores alostéricos são moléculas que se ligam a enzima fazendo com que esta passe 
de uma forma relaxada para uma forma tensa. Exemplo, quando ligamos na , o ATP leva ATP PFK1
a PFK1 a ficar mais tensa e consequentemente ela irá mais a sua . Se metaboliza lentamente reação
a for regulada por , ou , provavelmente ela irá com maisPFK1 AMP ADP NAD
+
metaboliza 
a sua . eficiência reação
 Esse tipo de regulação alostérica esta em todas as vias. Sempre que tivermos uma Obs.:
etapa irreversível que envolve ATP teremos essa regulação! 
Hormonal 
O hormônio que sinaliza o é o e que o sinaliza o estado de jejum glucagon estado 
 é a . alimentado insulina
Vivian Rocha 
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Esses hormônios vão se ligam em algum receptor de um determinado tipo celular, esse sinal 
que é passado para dentro da célula, esse sinal que é passado para célula normalmente é ativação de 
enzimas que fazem fosforilação, que ativa uma cascata de sinalização até uma enzima, a mais 
comum é a que responde a proteína quinase A e a . A irá ativar glucagon adrenalina insulina
outras proteínas quinases. 
Exemplo, quando o sinal do (estado de jejum) é emitido, a é glucagon proteína quinase A
 e vai fosforilar enzimas da glicólise, essa fosforilação leva a da . Pois ativada inibição via glicolítica
no estado de jejum não é qualquer célula que pode gastar glicose, sendo essa restrita a tecidos mais 
nobres. 
O nível hierárquico mais alto é o hormonal é o nível que liga ou desliga vias inteiras. 
AULA 2 - METABOLISMO DE GLICOGÊNIO 
Estoque de Glicogênio 
O glicogênio é estocado no citosol e praticamente todas as células podem estoca-lo, mas em 
quantidades significativas para o metabolismo energético somente e o . fígado músculo
Para estocar glicogênio precisamos ter glicose em abundancia, consequentemente só 
estocamos glicogênio quando estamos (sinal de insulina). Para estoca-lo temos que ter alimentados
a carga energética da célula alta e o sinal hormonal correto. 
O objetivo de estoque de glicogênio no músculo é completamente diferente do objetivo de 
estoque de glicogênio no fígado. O do é de quando seu organismo entrar em jejum o objetivo fígado
glicogênio vai ser doado para o sangue, para o que os tecidos nobres como o cérebro, sistema 
nervoso e as hemácias do sangue consigam se manter bem utilizando glicose. 
Mobilização do Glicogênio 
O vai doar glicose para os tecidos mais nobres, sendo assim ele não consume essa fígado
glicose. Ele vai degradar o glicogênio, mas no momento de jejum o sinal hormonal do glucagon 
esta bloqueando a glicólise no fígado. Ou seja, o sinal hormonal não permite que fígado gaste 
glicose, sendo esta exporta para o sangue. 
O vai gastar o seu glicogênio, mas ele só irá degrada-lo o glicogênio quando músculo
estivermos em jejum e houver necessidade energética, se estivermos em jejum, mas em repouso o 
glicogênio a principio não esta sendo utilizado. 
Então em somente as e o usam a glicose do sangue, os jejum hemácias sistema nervoso
outros tecidos não possuem autorização hormonal para utilizar a glicose do sangue. 
Degradação do Glicogênio 
O glicogênio é degradado por uma reação chamada , onde a molécula que faz a fosforólise
reação é o fosfato. Quando quebramos por fosforólise o fosfato entra no produto final. A quebra do 
glicogênio gera . As pontas da cadeia são quebradas primeiro, quando chegamos glicose 1-fosfato
as ramificações, estas precisam ser desfeitas para continuarmos degradando a cadeia linear. A 
Vivian Rocha 
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enzima que cria a ramificação é chamada de enquanto que a enzima que a enzima ramificadora 
degrada é chamada de . enzima desramificadora
Essa é isomerizada em que é um intermediário da glicose 1-fosfato glicose 6-fosfato
glicólise. O destino da glicose 6-fosfato que é produzida a partir da quebra do glicogênio vai 
depender da necessidade do tecido. 
No o destino na glicose 6-fosfato é ficar ali ate ser desfosforilada. No a fígado músculo
glicose 6-fosfato vai seguir a via glicolítica. 
A glicose que o músculo estoca como glicogênio vai servir somente para ele, o músculo só 
mobilizará esse glicogênio em duas condições: e . jejum necessidade energética
A enzima que quebra o glicogênio é a e a enzima que faz a glicogênio fosforilase
isomerização de glicose 1-fosfato para glicose 6-fosfato é uma isomerase chamada de 
, essa enzima apresenta um fosfato preso em sua estrutura, este fosfato é colocado fosfoglicomutase
na posição 6 da glicose e depois essa enzima faz a retirada do fosfato que esta preso na posição 1 
na glicose. Esse fosfato que é retirado fica na estrutura da enzima até que esta encontre um novo 
substrato. 
 Precisamos entender onde eu mobilizo, quando eu mobilizo, quando eu estoco, porque Obs.:
e qual é objetivo daquilo. 
 O glicogênio só é quebrado quando estamos em jejum. Obs.:
Síntese de Glicogênio 
A síntese do glicogênio difere da degradação em uma reação, visto que quando quebramos o 
glicogênio ele vai direto para glicose 1-fosfato. Na hora de sintetizar existe uma etapa entre a 
 e o , essa gasta praticamente por glicose 1-fosfato glicogênio etapa intermediária 2 ATPs ligação 
 que é feita, ou seja, produzir glicogênio é caro. Essa etapa extra será regulada glicosídica
(controlada), por um intermediário ativado que é criado quando a é glicose 1-fosfato fusionada
com uma molécula que possui alta carga energética que é o , gerando um intermediário que é UTP
chamado de , nessa reação onde a glicose 1-P é fusionada com UTP existe a saída um UDP-glicose
piro fosfato (PPi). A elongação da cadeia de glicogênio é catalisada pela enzima glicogênio 
. Essa enzima é regulada e a reação é irreversível. sintase
Regulação do Glicogênio e da Glicólise 
A regulação do glicogênio precisa ser coerente com a regulação da glicólise. Os dois 
ocorrem no citosol e os dois vão ocorrer sob o sinal da insulina ou do glucagon e para isso os dois 
precisam

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