A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
Apostila_de_logística

Pré-visualização | Página 3 de 4

a Logística. 
O que muda?
3. PONTO DE DISTRIBUIÇÃO
3.1.Ausência do PDV físico e ações de merchandising (definido como o empurrão final no PDV).
3.2.Exige uma logística ágil e eficiente como o processo de venda. Por exemplo, a Amazon remete uma segunda entrega em caso de reclamação.
*
*
*
A Nova Economia a Logística.
O que muda?
 PONTO DE DISTRIBUIÇÃO
3.3. Hipermediação. Ex: Apple, Amazon.
3.4. Alcance global: a mensagem não tem barreira geográfica, a entrega sim. Desse modo, certos produtos se prestam mais que outros ao comércio eletrônico.
*
*
*
A Nova Economia a Logística. 
O que muda?
4. PROMOÇÃO
4.1. Propaganda como estímulo e gerador de transações no próprio meio de divulgação.
4.2. Relações públicas – A Internet propicia o surgimento de comunidades virtuais.
*
*
*
A Nova Economia a Logística. 
O que muda?
PROMOÇÃO
4.3. Marketing interativo, ao invés da comunicação unilateral.
4.4. Maior grau de segmentação, pode-se falar de marketing one-to-one.
*
*
*
Gestão integrada dos processos do negócio,
desde o consumidor ou usuário final, até o
fornecedor da matéria prima básica, 
incluindo os serviços e informações que
agregam valor aos membros da cadeia.
GERENCIMENTO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS
(Supply Chain Management) 
*
*
*
LOGÍSTICA e SCM
Missão do gerenciamento logístico e o planejar e coordenar todas as atividades necessárias para alcançar níveis desejáveis dos serviços e qualidade ao custo mais baixo possível.
Esta lógica de integração da logística dentro da empresa deve ser levada até os clientes e fornecedores, e com essa extensão criamos o conceito de Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos, ou seja, o Supply Chain Management. 
*
*
*
SINERGIA DA CADEIA DE SUPRIMENTOS
Situação atual de muitas empresas
Empresas voltadas para o mercado
*
*
*
FORNECEDORES
INDÚSTRIAS
CENTROS DE
DISTRIBUIÇÃO
*
*
*
Desenvolvimento da Cadeia de Suprimentos
*
*
*
Execução do
Transporte e
Gestão de CD´s
Sistema
de
Manufatura
SCM
Planejamento
avançado
e Programação
Compras
Transporte e
Planejamento de estoques
Planeja.
Demanda
CRM e
Força de vendas
Suprimentos
Manufatura
Distribuidor
Varejista
Cliente
Cadeia de Suprimentos 
*
*
*
CRM(customer relationship Management)
-Gerenciamento de relacionamento com Clientes-
 A definição mais simples e ampla está no próprio nome: CRM é um meio abrangente de gerenciar o relacionamento com clientes — inclusive com os clientes em potencial — para benefício mútuo e duradouro. Mais especificamente, os modernos sistemas de CRM capacitam-no a capturar informações relativas às interações com cliente e a integrá-las em toda função relacionada a cliente e ponto de dados. 
*
*
*
 O desafio da cadeia é procurar 
desenvolver estratégias que permitam 
buscar um diferencial competitivo 
na qualidade do produto e do
serviço prestado e vantagens de custos. 
*
*
*
Propósitos da gestão da cadeia de
 suprimentos envolvem :
 Os insumos corretos.
 Nas quantidades corretas.
 Nas condições corretas.
 No lugar correto.
 No tempo certo.
 Ao menor custo.
*
*
*
PREVISÕES DE VENDAS
PEDIDOS DE COMPRAS
TRANSPORTE
PREVISÕES DE VENDAS
PEDIDOS DE COMPRAS
TRANSPORTE
ESTOQUE
FINAL
MATÉRIAS
PRIMAS
PRODUTOS 
EM PROCESSO
PRODUTOS 
EM PROCESSO
ESTOQUE
NO DEPÓSITO
ESTOQUE
NA LOJA
FORNECEDOR
FABRICANTE
VAREJISTA
CADEIA DE SUPRIMENTOS
MATÉRIAS
PRIMAS E INSUMOS
*
*
*
PRODUTOR
ADMINISTRAÇÃO
DE MATERIAIS
DO HOSPITAL
CLINICAS DO
HOSPITAL
DISTRIBUIDOR
PACIENTES
GRANDES
DESPACHOS
ENTREGAS
INTERNAS
ENTREGAS
CONSOLIDADAS
Uma cadeia de suprimentos e a geração de estoques
intermediários - Efeito Forrester
Formação de estoques ao longo
da cadeia de suprimentos
*
*
*
 Mudanças nos hábitos de consumo :
 Redução da fidelidade do consumidor
 Aumento da freqüência das compras
 Valorização dos serviços de conveniência
 Diminuição do tamanho da família
 Redução do número de refeições preparadas em casa
A Cadeia de Suprimentos e as mudanças no mercado
*
*
*
OBJETIVOS BÁSICOS DA
CADEIA DE SUPRIMENTOS
 Reduzir tempos dos ciclos
 Reduzir estoques e lotes de entrega
 Assegurar datas das entregas
 Fortalecer parcerias com fornecedores e clientes
 Melhorar produtividade e garantia de qualidade
*
*
*
FORNECEDOR
CREDENCIADO
SISTEMA DESCENTRALIZADO
SISTEMA CENTRALIZADO
Cadeia de Suprimentos 
*
*
*
 Barganha
 Discussão do preço
 Ganho é só na compra
 Estoque é fonte de lucro
 Esconder informações
 Vários fornecedores para
 reduzir risco
 Comprar mais cedo
 Atender requisições
 Uma questão funcional
 Parceria
 Objetivo é o custo total
 Ganhos em toda a
cadeia de suprimentos
 Estoque é fonte de custo
 Compartilhar informações
 Comprar mais tarde
 (postponent production)
 Participar do projeto
 Uma questão de negócio
CADEIA DE
SUPRIMENTOS
ANTES
DEPOIS
Enfoques da Cadeia de Suprimentos
*
*
*
Projeto de integração da cadeia de suprimentos
*
*
*
Integração : Custos x Benefícios
ATENDIMENTO
OPERAÇÃO
GESTÃO
INVESTIMENTO
PROCESSOS
RETORNOS
Equipamentos
Aplicativos
Recursos Humanos
Satisfação do Cliente
Produtividade
Lucratividade
Part. no Mercado
*
*
*
Supply Chain Management
Distribuidor
Fornecedor
Fábrica
Distribuidor
Varejista
Cliente
Suprimento = inbound
Distribuição Física = outbound
Fluxo produtos e serviços
Fluxo informações
Atividades vinculadas a Logística
 Transporte
 Armazenagem
 Manuseio
 Embalagem
 Processamento de pedidos
 Processamento de informações
*
*
*
DEFINIÇÃO:
“Conjunto de etapas de um processo de fabricação que envolve desde fornecedores de matérias-primas, montadores intermediários até redes de distribuição, chegando ao consumidor final”
EM SENTIDO AMPLO:
“O Gerenciamento da Cadeia de Suprimento utiliza a Logística, para colocar o produto adequado, na hora certa, na quantidade exata, no lugar correto, ao menor custo possível”
“Supply Chain Management”
(Gerenciamento da Cadeia de Suprimento)
*
*
*
O PLANEJAMENTO LOGÍSTICO PODE SER DIVIDIDO EM TRÊS PILARES BÁSICOS:
AS DECISÕES DE LOCALIZAÇÃO
AS DECISÕES DE ESTOQUES
AS DECISÕES DE TRANSPORTE
“Supply Chain Management”
(Gerenciamento da Cadeia de Suprimento)
*
*
*
AS DECISÕES EM LOCALIZAÇÃO ENVOLVEM DETERMINAÇÃO DE NÚMERO DE INSTALAÇÕES, DE SUA LOCALIZAÇÃO E DO TAMANHO DAS INSTALAÇÕES.
AS INSTALAÇÕES INCLUEM PONTOS NODAIS NA REDE DA CADEIA DE SUPRIMENTOS TAIS COMO PLANTAS, PORTOS, FORNECEDORES, ARMAZÉNS, FILIAIS DE VAREJO E CENTROS DE SERVIÇO. 
DECISÕES DE LOCALIZAÇÃO
*
*
*
EM CONTRASTE COM O TRANSPORTE, A ARMAZENAGEM E O MANUSEIO OCORREM NOS PONTOS NODAIS DA REDE DA CADEIA DE SUPRIMENTOS. ESTAS ATIVIDADES EM MÉDIA PODEM CONSUMIR 26 % DOS CUSTOS LOGÍSTICOS DA EMPRESA.
AS PRINCIPAIS DECISÕES:
SISTEMAS DE ARMAZENAGEM E MANUSEIO;
PREVISÃO DE DEMANDA POR SERVIÇOS LOGÍSTICA;
POLÍTICA DE ESTOQUES;
COMPRAS E PROGRAMAÇÃO DE SUPRIMENTOS;
DECISÕES EM ARMAZENAGEM E MANUSEIO
*
*
*
À EXCEÇÃO DOS CUSTOS DE AQUISIÇÃO DE BENS, O TRANSPORTE CONSOME EM MÉDIA O MAIOR VALOR PERCENTUAL DOS CUSTOS, EM SI COMPARANDO COM OUTROS ATIVIDADES LOGÍSTICAS.
AS PRINCIPAIS DECISÕES:
SELEÇÃO DO MODAL;
ROTERIZAÇÃO DO TRANSPORTE;
PROMOGRAMAÇÃO DE VEÍCULOS;
CONSOLIDAÇÃO DE CARGAS;
DECISÕES EM TRANSPORTE
*
*
*
Interface da Logística com a Administração, 
o Marketing e a Produção
Produção
Logística
Atividades de
Interface
 Promoção
 Pesquisa de marketing
 Mix de produtos
 Força de vendas
Marketing
 Transporte.
 Estoque.
 Ordem de Processamento
 Movimentação de materiais
Transporte
 Estoque
 Ordem de Processamento
 Movimentação de materiais
Padrões de serviço ao cliente.
Preço.
Embalagem.
Varejo.
Programação do produto
Localização da planta
Compras
Atividades de
Interface
*
*
*
 Tomada de Decisão em Supply Chain 
Fonte: CAPACINO, Willian C.
Gerência da Cadeia de Suprimentos
*
*
*
A Supply Chain representa: em Horizonte de tempo
Fonte: CAPACINO, Willian C.
Gerência da Cadeia de Suprimentos
*
*
*
Cadeia de Valor
*
*
*
O conceito de cadeia de valor é um dos pilares do moderno gerenciamento de cadeia de suprimentos.
Num ambiente competitivo o valor é o montante que os compradores