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ordem economica social e financeira resumo av1

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Seguridade social: conheça e veja como funciona no 
Brasil 
Você já ouviu falar em Sistema de Seguridade Social? Esse sistema é composto 
por Saúde, Previdência e Assistência Social, e é um direito de todo brasileiro. 
Isso mesmo! Todo cidadão do país tem direito a políticas públicas que lhe 
assegure amparo para situações que venham a comprometer o seu sustento e o 
da sua família. 
E é basicamente isso que a seguridade social faz: ela promove a dignidade para 
o brasileiro, sendo um composto de proteção de direitos sociais. 
Quer saber como funciona o Sistema Brasileiro de Seguridade Social, sua 
função, seus princípios e como ele se aplica dentro do Direito Previdenciário? 
Então, continue lendo e confira! 
O que é seguridade social? 
Surgindo a partir do processo de redemocratização do Brasil, em 1985, a 
seguridade social foi criada para proteger o cidadão em situações que possam 
colocá-lo em risco de vulnerabilidade. 
Assim, podemos definir seguridade social como um conjunto de ações e 
iniciativas dos poderes públicos e da sociedade para garantir que o cidadão seja 
protegido quando seu sustento for colocado em risco, assegurando amparo nos 
momentos de dificuldade. 
De acordo com o Art. 194 da Constituição Federal de 1988, a seguridade social 
estabelece que todo cidadão brasileiro tem direito à proteção social do Estado, 
por meio dos pilares da Saúde, Previdência e Assistência Social. 
Qual é a função da seguridade social? 
Como mencionado, a seguridade social tem como base a valorização da 
dignidade do cidadão. Ela reúne direitos sociais de diversos setores, como 
educação, saúde, Previdência Social, entre outros. 
Sendo assim, o seu principal objetivo é instituir uma sociedade justa e solidária, 
visando diminuir as desigualdades sociais. 
https://blog.grancursosonline.com.br/direito-previdenciario-oab/
https://blog.grancursosonline.com.br/constituicao-federal/
Quais são os três pilares da seguridade social? 
A Constituição Federal pontua a seguridade social e apresenta os seus três 
pilares, detalhando sobre o atendimento de cada um deles. 
1. Saúde 
Como consta no Art.196 da Constituição, “a saúde é direito de todos e um dever 
do Estado”. A partir da sua universalidade, ela deve contemplar todas as pessoas 
que estejam no território brasileiro, garantindo assistência e cuidado, desde o 
atendimento até a prevenção de doenças e endemias. 
Uma das políticas públicas criadas pelo governo para assegurar essa assistência 
foi o Sistema Único de Saúde (SUS). 
2. Assistência Social 
Como consta nos artigos 203 e 204 da Constituição, a Assistência Social é uma 
política pública que visa prover, por meio do Estado, as necessidades básicas do 
cidadão. Ela deve ser prestada a quem necessitar, independentemente da sua 
contribuição à seguridade social. 
Entre os seus objetivos, estão: 
• proteção à família, à maternidade, à infância, à adolescência e à velhice; 
• amparo às crianças e aos adolescentes carentes; 
• integração ao mercado de trabalho; 
• habilitação e reabilitação de pessoas portadoras de deficiência, 
promovendo sua integração na comunidade; 
• garantia de um salário mínimo de benefício mensal às pessoas portadoras 
de deficiência e aos idosos que comprovem prover seu sustento e/ou da 
sua família, conforme dispuser a lei. 
3. Previdência Social 
O terceiro pilar está baseado nos artigos 201 e 202 da Constituição, norteando-
se a partir da lógica contributiva e filiação obrigatória. 
Ele observa critérios que preservem o equilíbrio financeiro e estrutura um 
sistema que legitime programas de transferência de renda para quando o 
segurado e contribuinte perde a capacidade de exercer a sua função, seja por 
questões de doença, invalidez, acidente, desemprego ou reclusão. 
Dessa forma, o contribuinte pode requerer aposentadoria por tempo de 
contribuição, que será determinado pelos cálculos previdenciários. 
Veja alguns princípios e diretrizes obedecidos pela Previdência Social: 
• participação nos planos previdenciários, por meio de contribuição; 
• valor da renda mensal dos benefícios, substitutos do salário de 
contribuição ou do rendimento do trabalho do segurado, não inferior ao 
do salário mínimo; 
• cálculo dos benefícios considerando os salários de contribuição, 
corrigidos monetariamente; 
• preservação do valor real dos benefícios; 
• previdência complementar facultativa, custeada por contribuição 
adicional. 
Quem tem direito à seguridade social? 
A Constituição Federal estabelece que todo cidadão brasileiro tem direito à 
proteção social do Estado. Portanto, a seguridade social é um direito de todos, 
garantindo o acesso à Saúde, Previdência e Assistência Social. 
Desde 1991, o sistema previdenciário foi ampliado, assegurando os benefícios 
também aos trabalhadores rurais. Além disso, o acesso aos serviços de saúde é 
universal e oferecido gratuitamente por meio do SUS. 
Já em relação à Assistência Social, o Estado deve garantir benefício e assistência 
para as pessoas que estiverem em situação de vulnerabilidade social. 
Quais são os princípios da seguridade social? 
Após a aprovação da Lei Orgânica de Seguridade Social, em 1991, que regula a 
sua organização e o seu custeio, foram definidos princípios e diretrizes para a 
seguridade social: 
• universalidade: atender todas as contingências sociais que coloquem os 
indivíduos em situação de necessidade, pois todas as pessoas 
necessitadas devem ser amparadas e protegidas; 
• uniformidade: independentemente do local onde residam ou trabalhem, 
os brasileiros devem receber o mesmo suporte da seguridade social; 
• seletividade: é preciso “selecionar” os riscos e necessidades mais 
importantes e de maior abrangência social para distribuir os benefícios ao 
maior número de pessoas possível. 
Nesse último ponto, é necessário considerar o impacto destas contingências: 
• irredutibilidade: o Estado não pode reduzir o valor dos benefícios; 
• equidade: o princípio impõe que quem tem mais capacidade econômica 
deve contribuir mais. Sendo assim, a parcela do empregador precisa ser 
maior que a do empregado; 
• diversidade e financiamento: o sistema deve ser financiado com 
recursos de várias fontes, e estas precisam garantir sua sustentabilidade 
financeira ao longo dos anos; 
• caráter democrático: gestão descentralizada, com a participação da 
comunidade, dos trabalhadores e dos empresários. 
Quais são os benefícios da seguridade social? 
Na área da Assistência Social, os mais comuns são: 
• Auxílio Brasil (antigo Bolsa Família); 
• Benefício de Prestação Continuada; 
• Auxílio Inclusão. 
No setor previdenciário, os mais principais são: 
• Aposentadoria Programada; 
• Aposentadoria por Idade Rural; 
• Aposentadoria da Pessoa com Deficiência (por idade e por tempo de 
contribuição); 
• Aposentadoria Especial; 
• Aposentadoria por Incapacidade Permanente; 
• Pensão por Morte. 
A maioria desses benefícios são disponibilizados por meio do Instituto Nacional 
do Seguro Social (INSS). 
- 
SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE SUS 
Art. 197. São de relevância pública as ações e serviços de saúde, cabendo ao Poder Público dispor, 
nos termos da lei, sobre sua regulamentação, fiscalização e controle, devendo sua execução ser feita 
diretamente ou através de terceiros e, também, por pessoa física ou jurídica de direito privado. 
Art. 198. As ações e serviços públicos de saúde integram uma rede regionalizada e hierarquizada e 
constituem um sistema único, organizado de acordo com as seguintes diretrizes: 
I - descentralização, com direção única em cada esfera de governo; 
II - atendimento integral, com prioridade para as atividades preventivas, sem prejuízo dos serviços 
assistenciais; 
III - participação da comunidade. 
§ 1º. O sistema único de saúde será financiado, nos termos do art. 195, com recursos do orçamento 
da seguridade social, da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, além de outras 
fontes. 
Art. 199.A assistência à saúde é livre à iniciativa privada. 
§ 1º - As instituições privadas poderão participar de forma complementar do sistema único de saúde, 
segundo diretrizes deste, mediante contrato de direito público ou convênio, tendo preferência as 
entidades filantrópicas e as sem fins lucrativos. 
§ 2º É vedada a destinação de recursos públicos para auxílios ou subvenções às instituições privadas 
com fins lucrativos. 
§ 3º É vedada a participação direta ou indireta de empresas ou capitais estrangeiros na assistência à 
saúde no País, salvo nos casos previstos em lei. 
EDUCAÇÃO 
Art. 205. A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada 
com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o 
exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. 
■ Princípios constitucionais do ensino (Art. 206): 
a) igualdade de condições para o acesso e permanência na escola; 
b) liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber 
(liberdade de cátedra); 
c) pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas, e coexistência de instituições públicas e 
privadas de ensino; 
d) gratuidade do ensino público em estabelecimentos oficiais; 
e) valorização dos profissionais da educação escolar, garantidos, na forma da lei, planos de 
carreira, com ingresso exclusivamente por concurso público de provas e títulos, aos das redes 
públicas; 
f) gestão democrática do ensino público, na forma da lei; 
g) garantia de padrão de qualidade. 
h) piso salarial profissional nacional para os profissionais da educação escolar pública, nos 
termos de lei federal. 
i) garantia do direito à educação e à aprendizagem ao longo da vida. 
EDUCAÇÃO E CULTURA E DESPORTO ART 205 A 2017 
O artigo 205 da Constituição Federal afirma que a educação é um direito de todos e dever do 
Estado e da família, e será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade. O artigo 
206 estabelece os princípios que norteiam a educação no Brasil, como a igualdade de condições 
para o acesso e permanência na escola, a liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o 
pensamento, a pluralidade de ideias e de concepções pedagógicas, entre outros . 
 
O artigo 207 dispõe sobre a autonomia universitária, garantindo que as universidades públicas 
brasileiras têm o direito de definir sua organização e funcionamento, além de criar e oferecer 
cursos de graduação e pós-graduação. Já o artigo 208º estabelece que o Estado tem o dever de 
garantir a educação básica obrigatória e gratuita dos 4 aos 17 anos de idade, assegurando ainda o 
acesso ao ensino fundamental e médio, preferencialmente na rede pública. 
 
O artigo 209.º prevê que o ensino é livre à iniciativa privada, mas que a sua oferta deve ser 
regulada pelo poder público, e o artigo 210.º dispõe sobre a organização do sistema de ensino 
brasileiro, que deve ser composta por instituições públicas e privadas, mantidas em regime de 
colaboração. 
 
Por fim, o artigo 211 estabelece que a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios 
devem cooperar para o desenvolvimento da educação, buscando assegurar o acesso e a 
qualidade do ensino em todo o país. Já o artigo 212 prevê a destinação de recursos públicos para 
a manutenção e o desenvolvimento do ensino, e o artigo 213 determina que o ensino 
fundamental público deve ser gratuito e que o poder público deve garantir transporte, 
alimentação e material escolar para os alunos que precisam. 
 
UNIÃO HOMOAFETICA SEGUNDO O STF 
Em 2011, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por unanimidade, reconhecer a união entre 
pessoas do mesmo sexo como entidade familiar, equiparando-a à união estável entre pessoas de 
sexos diferentes. 
 
A decisão foi tomada no julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4277 e da Arguição 
de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 132, em que se questionava a interpretação de 
dispositivos do Código Civil que excluíam a união homoafetiva do reconhecimento como entidade 
familiar. 
 
Com decisão do STF, passou a ser assegurado aos casais homoafetivos direitos como a inclusão no 
plano de saúde do companheiro, o direito à pensão em caso de falecimento do companheiro, a 
possibilidade de adoção de filhos, entre outros. 
 
A decisão foi considerada um marco na luta pelos direitos da população LGBT+ no Brasil. Desde 
então, outras decisões judiciais e adiantamentos legislativos têm ampliado ainda mais os direitos 
dessa população, mas ainda há muito a ser feito para garantir a plena igualdade de direitos e o 
combate à atendimento por orientação sexual e identidade de gênero. Algumas das consequências 
da decisão do STF sobre a união homoafetiva incluíram a possibilidade de casais do mesmo sexo 
oficializarem sua união por meio do casamento civil ou da união estável registrada em cartório, além 
do reconhecimento de direitos previdenciários e trabalhistas, como o direito à pensão por morte e ao 
auxílio-doença. 
 
No entanto, apesar desses avanços, ainda há muitos desafios a serem enfrentados pela população 
LGBT+ no Brasil. A violência e continua sendo um problema grave, com casos de agressões e 
assassinatos de pessoas LGBT+ ocorrendo com frequência no país. 
 
Além disso, a comunidade LGBT+ ainda enfrenta barreiras em relação a direitos básicos, como o 
direito à educação, à saúde e à liberdade de expressão, além de serem frequentemente alvo de 
preconceito e intolerância em diversos espaços sociais. 
 
Portanto, é importante que a sociedade brasileira continue lutando pela plena igualdade de direitos e 
pelo respeito à diversidade e à conquista humana de todas as pessoas, independentemente de sua 
orientação sexual ou identidade de gênero. 
 
crueldade contra os animais constituição 
No Brasil, a Constituição Federal prevê a proteção dos animais contra a crueldade em seu artigo 225, 
que estabelece que é dever do poder público e da sociedade defender e preservar o meio ambiente, 
incluindo os animais, vedando práticas que submetam os animais à crueldade. 
 
Além disso, a Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/98) prevê punições para quem praticar atos de 
abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou 
exóticos, incluindo animais de gripe. As taxas previstas pela lei incluem detenção de três meses a um 
ano, além de multa. 
 
Vale ressaltar que a proteção aos animais é uma questão de ética e moral, e que cabe a cada 
indivíduo a responsabilidade de cuidar e proteger os animais com os quais convivem. É importante 
denunciar casos de maus-tratos e crueldade contra animais às autoridades competentes, como 
delegacias especializadas ou órgãos de proteção animal, para que sejam tomadas as medidas 
cabíveis. 
Além disso, existem leis específicas que regulamentam o uso de animais em atividades como 
pesquisa científica, ensino e testes de produtos. A Lei Arouca (Lei nº 11.794/2008) estabelece 
critérios éticos para a utilização de animais em atividades de ensino e pesquisa, com o objetivo de 
assegurar o bem-estar dos animais e minimizar o sofrimento. 
 
Também existe a Lei de Proteção aos Animais (Lei nº 5.197/1967), que define normas para a proteção 
da fauna e estabelece punições para quem pratica maus-tratos ou crueldade contra animais. A 
legislação prevê, por exemplo, a proteção de abatimento de animais de forma cruel, a proteção de 
animais em extensão e a fiscalização do comércio de animais. 
 
Além das leis, existem organizações e entidades de proteção animal que trabalham em defesa dos 
direitos dos animais, promovendo ações de conscientização, resgate e adoção de animais em 
situação de abandono ou maus-tratos. 
 
Em resumo, a Constituição Federal e a legislação brasileira garantem a proteção dos animais contra a 
crueldade e o abuso, e cabe a todos nós, como cidadãos, fiscalizadores e zelar pelosdireitos desses 
seres vivos tão importantes para a biodiversidade e para a qualidade de vida no planeta .

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