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01/06/2021
1
Patologias do Sistema 
Respiratório
REVISÃO MORFOLÓGICA
 Normal
 Anatomia
 Histologia
 Mecanismos de defesa
 Avaliação post mortem
 Patologias
 Divisão estrutural
 Trato respiratório superior
◼ Cavidade nasal, seios paranasais e laringe
 Trato respiratório inferior
◼ Traquéia, brônquios, bronquíolos e alvéolos
 Com exceção das narinas e laringe, que possuem epitélio estratificado
pavimentoso não queratinizado, o predomínio do trato respiratório é
composto por epitélio pseudoestratificado ciliado com células
caliciformes.
Revisão morfológica
 Nasofaringe
Boca
Fossas nasais 
Faringe
 Laringe
 Traquéia
 Brônquios
Principais
Lobares
Segmentares
 Bronquíolos
Respiratórios
Terminais 
Alvéolos
Revisão morfológica
Sistema respiratório normal
Revisão morfológica
Sistema respiratório normal
Revisão morfológica
3 4
5 6
7 9
01/06/2021
2
Sistema respiratório normal
Revisão morfológica
▪Bronquíolos respiratórios, 
sacos alveolares e alvéolos
– predomínio de 
pneumócitos do tipo I 
Divisão funcional: 
▪Vias aéreas condutoras
de ar (narinas até os
bronquíolos terminais),
▪Parênquima pulmonar
(bronquíolos respiratórios, 
sacos alveolares e alveolos
pulmonares.
▪Pneumócitos do tipo I 
(predomínio) 
▪Pneumócitos do tipo II 
(surfactantes e diferenciação
celular)
Transição 
Trocas 
Condutora 
ESTRUTURA E FUNÇÃO ESTRUTURA E FUNÇÃO
10 11
12 13
14 15
01/06/2021
3
INTRODUÇÃO
 As doenças e/ou lesões são causadas principalmete
por agentes lesivos presentes no ar inspirado (via 
aerógena).
 Animais em confinamento
 Maior concentração dos agentes lesivos
◼ Gases irritantes, amônia (NH3) e gás carbônico.
 ou presentes no sangue (via hematogênica).
Fractal de pulmão canino – vista dorsal
Introdução
Via aerogênica
Fractal de pulmão canino – vista ventral
Introdução
Via aerogênica
Introdução
Via hematogênica
MECANISMOS DE DEFESA
Ar inalado não é estéril – pode conter
agentes lesivos ao sistema respiratório.
◼Partículas gasosas ou em suspensão que
podem causar injúria
◼Impedem que agentes infecciosos cheguem
até os pulmões.
 Tipos de Mecanismos
 Lençol Muco-ciliar ou Sistema Muco-ciliar
◼ Funções
◼ proteger o parênquima pulmonar dos agentes lesivos,
◼ umedecer e aquecer o ar inspirado.
◼ Remoção de partículas
◼ Transporte e difusão de substâncias humorais protetoras
 Tecidos linfóides associados
 Flora bacteriana saprófita
 Macrófagos alveolares
 Tosse
Mecanismos de Defesa
16 17
18 19
20 21
01/06/2021
4
Mecanismos de Defesa
CAVIDADE NASAL e SEIOS PARANASAIS
 Anormalidades do dessenvolvimento (congênitas)
 Fenda palatina (palatosquise – abertura naso-oral / 
comum em rebanhos endogâmicos de bovinos e suínos)
 Nem sempre está associado à quelatosquise (lábio
leporino)
 Alterações do metabolismo
 Amiloidose (equinos – cavidade do vestíbulo nasal, 
porções anteriores do septo nasal e os cornetos nasais)
Fenda Palatina
Cavidade Nasal e Seios Paranasais
Fenda Palatina
Cavidade Nasal e Seios Paranasais
Cavidade Nasal e Seios Paranasais
Lábio leporino Cistos nasais bilateral
Cavidade Nasal e Seios Paranasais
22 23
24 25
26 27
01/06/2021
5
 Palatosquise
*Ovino
Fonte: Riet-Correa Fonte: Luciano Pimentel
 Queilosquise
*Caprino
Sequelas:
Fome: inabilidade de manter a pressão negativa na boca => insuficiência de sucção
Pneumonia aspirativa: não existe separação efetiva entre as cavidades oral e nasal.
Cavidade Nasal e Seios Paranasais
Anomalias do desenvolvimento
Fonte: Riet-Correa
Malformações em ruminantes
 Mimosa tenuifolia (jurema preta) causa
Cavidade Nasal e Seios Paranasais
 Altearações circulatórias
 Hiperemia ativa
 Epistaxe
◼ Causas
◼ Traumas
◼ Exercício
◼ Inflamação
◼ Neoplasias
◼ Diáteses hemorrágicas
◼ Micoses das bolsas guturais
 *Espuma sanguinolenta no nariz de cadáveres, pp. de ovinos, 
não deve ser considerado epistaxe, mas sim congestão, edema e 
hemorragia pulmonar.
Cavidade Nasal e Seios Paranasais
Epistáxis – hemorragia severa
Cavidade Nasal e Seios Paranasais
Hematomas etmoidais em equinos
Cavidade Nasal e Seios Paranasais Cavidade Nasal e Seios Paranasais
Hematomas etmoidais em equinos
28 29
30 31
32 33
01/06/2021
6
Cavidade Nasal e Seios Paranasais
Hematomas etmoidais em equinos
Amiloidose nasal em equino
 Cavalo, QM, 16 anos de idade com episódios de
epistaxe;
 Clinicamente: dispneia, dificuldade respiratória e
intolerância ao exercício;
 Excisão cirúrgica
Cavidade Nasal e Seios Paranasais
 Macro: Massa multinodular, lisa, brilhosa, avermelhada, 
não ulcerada e de consistência firme elástica;
 Micro: Material hialino eosinofílico arredondado na lamina 
própria e lúmen de vasos linfáticos e glândulas
AMILOIDE (VERMELHO CONGO)
Diagnóstico diferencial
 Granulomas fúngicos (Aspergillus spp., Cryptococcus
spp. Rhinosporidium spp. and Conidiobollus spp.);
 Hematoma etmoidal;
 Garrotilho;
 Neoplasias.
Cavidade Nasal e Seios Paranasais
Avaliação post mortem
34 35
36 37
38 39
01/06/2021
7
Cavidade Nasal e Seios Paranasais
Avaliação post mortem
Cavidade Nasal e Seios Paranasais
Avaliação post mortem
 Alterações inflamatórias
 Rinites
◼ Causas
◼ Vírus – mais frequente
◼ Alergenos – bovinos*, cães, gatos e equinos
◼ Bactérias – Bordetella brochiseptica e Pasteurella multocida
toxigênica
◼ Fungos – Rinosporidium seeberi
Fatores predisponentes: 
Gases (NH3, H2S…)
Poeira
Baixa umidade do ar
Cavidade Nasal e Seios Paranasais
 Alterações inflamatórias
 Rinites
◼ Classificação quanto ao Curso
◼ Agudas
◼ Crônicas
◼ Crônico-ativas
Cavidade Nasal e Seios Paranasais
Rinite Aguda – Febre Catarral Maligna
Cavidade Nasal e Seios Paranasais
Rinite Unilateral
Cavidade Nasal e Seios Paranasais
40 41
42 43
44 45
01/06/2021
8
 Alterações inflamatórias
 Rinites
◼ Classificação quanto ao exsudato
◼ Seroso
◼ Catarral
◼ Catarral-purulento
◼ Purulento
◼ Hemorrágico
◼ Fibrinoso
◼ Fibrino-necrótico
◼ Granulomatoso
*Rinites podem evoluir para broncopneumonias
Cavidade Nasal e Seios Paranasais
Rinite e Abscesso Cerebral
Cavidade Nasal e Seios Paranasais
Rinite Fibrinonecrótica - Bovino
Cavidade Nasal e Seios Paranasais
Rinite
 Granulomatosa
Rinite Granulomatosa
 Alterações inflamatórias
 Sinusites
◼ Causas
◼ Rinite
◼ Larvas de Oestrus ovis
◼ Periodontite
◼ Descorna e fratura de ossos do crânio
Cavidade Nasal e Seios Paranasais
46 47
48 49
50 51
01/06/2021
9
Oestrus ovis
Oestrus ovis
Oestrus ovis Oestrus ovis
Gedoelstia sp.
Sinusite
 Principais doenças que cursam com rinite
 Rinite viral dos suínos (Citomegalovírus – herpesvírus)
◼ Presença de corpúsculo de inclusão.
 Rinite atrófica dos suínos (complexa ou multifatorial)
◼ Pp. cepas toxigênicas daPasteurella multocida e Bordetella
brochiseptica (outros Citomegalovírus, NH3 e H2S, deficiência
de cálcio).
 Rinotraqueíte infecciosa bovina (IBR)
◼ Herpesvírus bovino tipo I (HVB-1)
◼ HVB-1.1 (Rinotraqueíte e abortamento)
◼ HVB-1.2 (Vulvovaginite postular e abortamento)
 Herpesvírus equino tipo I* e Herpesvírus felino tipo I
Cavidade Nasal e Seios Paranasais
52 53
54 55
57 58
01/06/2021
10
Rinite Atrófica em Suínos Rinite Atrófica em Suínos
Rinite Atrófica em Suínos Rinite Atrófica em Coelhos
 Principais doenças que cursam com rinite
 Garrotilho (Streptococcus equi)
◼ Internalização do patógeno (empiema: pus em cavidade)
 Mormo (Burkholderia mallei)
◼ Lesões nodulares e ulcerativas na mucosa nasal e pele e 
nódulos granulomatosos nos pulmões.
 Cinomose (Paramyxovírus)
◼ Vírus pantrópico e provoca imunossupressão.
Cavidade Nasal e Seios Paranasais
59 60
61 62
63 64
01/06/2021
11
http://cal.vet.upenn.edu/eqairway/index.htm
Garrotilho Garrotilho
Garrotilho
 Principais doenças que cursam com rinite
 Rinites granulomatosas
◼ Rinosporidiose (Rinosporidium seebei - pólipos uni ou
bilaterais)
◼ Aspergilose (Aspergillusfumigaus)
◼ Criptococose (Cryptococcus neoformans)
◼ Tuberculose bovina (Mycobacterium bovis, eventualmente
outros Mycobacterium…)
Cavidade Nasal e Seios Paranasais
65 66
69 70
71 72
01/06/2021
12
Rinosporidiose
 Neoplasias da cavidade nasal e seios paranasais
 Neoplasias epiteliais
◼ Benignas: papiloma e adenoma
◼ Malignas: Carcinomas de células escamosas
◼ Tumor etimoidal enzoótico
◼ Acomete suínos, caprinos e bovinos e é classificada como
adenocarcinoma – talvez associada a retrovírus)
 Neoplasias mesenquimais
◼ Benignas: fibroma, condroma
◼ Malignas: Fibrossarcoma (mais comum), osteossarcoma (mais
em cães e gatos) e condrossarcoma.
Cavidade Nasal e Seios Paranasais
Carcinoma Nasal - Equino
FARINGE e BOLSAS GUTURAIS
 Generalidades
 As bolsas guturais são divertículos ventrais das tubas 
de Estáquio (animais domésticos apenas em Equinos). 
 Capacidade aprox. 300mL, sendo revestidas por
epitélio ciliado e secretor de muco.
 Alterações inflamatórias
 Associadas à inflamação do trato respiratório superior
 Faringite crônica do equideo com hiperplasia linfóide
◼ Comum em potros de PSI (Streptococcus zooepidemicos e
Moraxella sp
 Inflamação supurada com empiema nas bolsas guturais
◼ Streptococcus equi (garrotilho), Exsudato de difícil drenagem.
 Guturite micótica
◼ Aspergillus sp., micose das bolsas guturais (evolui para necrose
profunda, invasão de vasos sanguíneos, erosão vascular, epistaxe, 
trombose, aneurisma e até ruptura da carótida interna.
Faringe e Bolsas Guturais
 Outras alterações
 Timpanismo (pp. em animais jovens)
 Neoplasias da faringe e bolsas guturais
 Raras
◼ Papilomas (faringe de cão e gatos)
◼ Carcinomas de células escamosas (faringe de cão e bolsa
gutural em equinos)
◼ Melanoma maligno (na faringe de cão)
Faringe e Bolsas Guturais
73 74
75 76
77 78
01/06/2021
13
LARINGE E TRAQUÉIA
 Alterações congênitas
 Colapso traqueal
◼ Achatamento dorso-ventral da traquéia (alteração no anéis
cartilaginosos)
 Hipoplasia traqueal (Rara)
◼ Redução do diâmentro luminal da traquéia.
 Alterações degenerativas
 Paralisia da laringe ou hemiplegia laríngea
◼ Cavalo roncador (degeneração do nervo lanringo
recorrente)
 Alterações circulatórias
 Hiperemia
 Hemorragia
 Edema
 Alterações Inflamatórias
 Laringites e traqueítes
 Alterações Progressivas
 Metaplasia escamosa do epitélio da traquéia
 Neoplasias
◼ Papilomas, condromas, osteocondromas, carcinoma de 
células escamosas e mastocitomas.
Laringe e Traquéia
BRÔNQUIOS e BRONQUÍOLOS
 Generalidades
 Responsáveis pela condução do ar da porção superior 
à porção inferior do Sistema Respiratório.
 Alterações inflamatórias
 Bronquites
◼ Causas virais, bacterianas, micóticas, parasitos, gases 
tóxicos, corpos estranhos e alergenos.
◼ *Traqueobronquite dos canis (Tosse dos canis) B. 
brincheseptica, parainfluenza tipo-1, adenovirus canino
tipo-1 (CAV-1), CAV-2, cinomose.
BRÔNQUIOS E BRONQUÍOLOS
 Alterações inflamatórias
 Bronquiolites
◼ Infecção pelo virus sincicial respiratório bovino.
◼ Evolui para Broquiolite crônica obliterante
◼ Causas: virus influenza, gases tóxicos NH3, H2S, O2 puro, vermes
pulmonares e pneumotoxinas.
◼ Pré-requisitos para ocorrência
◼ Necrose do epitélio na junção bronquíolo-alveolo
◼ Acúmulo de exsudato rico em fibrina no lumen bronquiolar
◼ Pode evolui para
◼ Broncopneumonia, atelectasia ou enfisema.
 Alterações no diâmetro luminal dos brônquios e 
bronquíolos (sequelas de bronquite e bronquiolite crônicas)
 Broncoestenose
◼ Causas
◼ Bronquite
◼ Compressões externas
◼ Contração da musculatura lisa
◼ Consequências
◼ Dependente do grau de estenose.
◼ Enfisema
◼ Atelectasia
Brônquios e Bronquiolos
 Alterações no diâmetro luminal dos brônquios e 
bronquíolos (sequelas de bronquite e bronquiolite
crônicas)
 Broncoectasia (dilatação do lume bronquial)
◼ Tipos de bronquioectasia
◼ Sacular
◼ Cilíndrica
◼ Mecanismo 1: Acúmulo de exsudato no lume, com 
enfraquecimento e destruição da parede bronquial
◼ Mecanismo 2: Controverso – extensa atelectasia devido
inflamação e obstrução bronquial.
Brônquios e Bronquiolos
79 80
81 82
83 84
01/06/2021
14
PULMÕES
 Generalidades
 Fluxo normal do ar
 Lençol muco-ciliar (traquéia, bronquios, bronquiolos –
desobstrução das vias aereas)
 Surfactantes (pneumócitos tipo II)
 Ventilação colateral (muito desenvolvida em cães e no 
gato, porém, ausentes em bovinos)
 Distúrbios metabólicos
 Pulmão “pedra pomes”- Uremia crônica, Vitamina D
Pulmões
 Alterações post mortem
 Colapso pulmonar
 Hipoestase
 Enfisema intersticial post mortem
 Anomalias do desenvolvimento
 Hipoplasia pulmonar
 Pigmentação anormal
 Melanose
 Antracose
Pulmões Pulmões
Melanose
Pulmões
Antracose
Pulmões
Antracose
85 86
87 88
89 90
01/06/2021
15
Antracose
Pulmões
Antracose
Pulmões
 Classificação do conteúdo de ar nos pulmões
 Atelectasia
◼ Congênita (natimorto) – parcial ou total.
◼ Adquirida (compressão do parenquima pulmonar)
◼ Obstrutivas
◼ Quando a ventilação colateral não é suficiente para
expansão da área afetada.
◼ Em bovinos, mesmo pequena quantidade obstrutiva, pode
levar a atelectasia
◼ Compressivas
◼ Causada por lesões pleurais, mediastínicas ou pulmonares
que ocupam espaço na cavidade torácica.
Pulmões
Atelectasia Adquirida
Pulmões
Atelectasia Adquirida
Pulmões
Hidrotórax
Atelectasia Adquirida
Pulmões
91 92
93 94
95 96
01/06/2021
16
Pneumotórax
Atelectasia Adquirida
Pulmões
Atelectasia Congênita (neonatal)
Pulmões
 Classificação do conteúdo de ar nos pulmões
 Enfisema
◼ Alveolar
◼ Obstrução parcial ou obstrução expiratória.
◼ Mais comum em equinos (complexo bronquiolite-enfisema
crônico)
◼ Intersticial
◼ Nos septos interlobulares
◼ Comum em bovinos com morte agônica.
Pulmões
Enfisema alveolar
Pulmões
Enfisema
Pulmões
Enfisema
Pulmões
97 98
99 100
101 102
01/06/2021
17
Enfisema
Pulmões
Enfisema
Pulmões
 Alterações circulatórias
 Isquemia
 Hiperemia
 Congestão passiva
 Edema pulmonar
◼ Aumento da pressão hidrostática
◼ Edema cardiogênico, hipervolemia, edema neurogênico.
◼ Aumento da permeabilidade vascular
◼ Diminuição da pressão oncótica do plasma
◼ Obstrução linfática
Pulmões
 Alterações circulatórias
 Hemorragia
 Embolismo, trombose e infarto
 Hipertensão pulmonar
Pulmões
 Hiperemia
Pulmões
Distúrbios Circulatórios
 Congestão
Pulmões
Distúrbios Circulatórios
103 104
105 106
107 108
01/06/2021
18
Consequência: Edema
Cão com congestão passiva crônica dos pulmões
Azul da Prússia
FONTE: LPV/UFSM
 Congestão
Pulmões
Distúrbios Circulatórios
 Hemorragia
Pulmões
Distúrbios Circulatórios
❑Cardiogênico
❑ICC
❑Sobrecarga fluída iatrogênica
❑Distúrbios da pressão osmótica
❑Obstrução linfática
 Edema Pulmonar
Pulmões
Distúrbios Circulatórios
 Não cardiogênico
◼Aumento da 
permeabilidade 
◼ Lesão endotelial
Edema pulmonar - Pneumonia (Cinomose)
 Edema Pulmonar
Pulmões
Distúrbios Circulatórios
 Edema Pulmonar
Pulmões
Distúrbios Circulatórios
 Embolia pulmonar: sépticos, gordurosos, tumorais e parasitários
Pulmões
Distúrbios Circulatórios
110 111
112 113
114 115
01/06/2021
19
◼ Raros e assintomáticos
◼ Casos de tromboembolismo
◼ Torção de lobo pulmonar
 Infarto Pulmonar
Pulmões
Distúrbios Circulatórios
 Alterações inflamatórias
Termos utilizados: pneumonia, pneumonite, alveolite (fase
exsudativa da pneumonia intersticial).
 Quanto ao curso
◼ Superaguda, aguda, subaguda e crônica.
 Quanto ao tipo de exsudato
◼ Catarral, fibrinoso, purulenta, hemorrágica, necrótica e 
granulomatosa.
 Quanto ao local de início do processo
◼ Broncopneumonia, pneumonia lobar e pneumonia 
intersticial.
Pulmões
 Alterações inflamatórias
 Broncopneumonias (crânio-ventral)
Fatores predisponentes à broncopneumonia
◼ Agrupamento de animais
◼ Comprometimento das defesas pulmonares
◼ Bovinos epequenos ruminantes
◼ Suínos
◼ Equinos
◼ Cães
◼ Aves
Na macroscopia observa-se hepatização nas região crânio-
ventral.
Pulmões
 Fases Progressivas da Broncopneumonia
 Congestão
 Hepatização vermelha
 Hepatização cinzenta
 Resolução
Nas resoluções podem ocorrer complicações como: atelectasia, 
fibrose, bronquiectasia (bovinos), necrose com formação de 
abcessos.
• Arcanobacterium pyogenes (suínos, ovinos e bovinos)
• Bordetella bronchiseptica (cães)
• Streptococcus sp. (equinos).
Pulmões
Via aerógena/bactérias/brônquios, bronquíolos e alvéolos 
 Broncopneumonia suporativa
Pulmões
Alterações Inflamatórias
 Broncopneumonia fibrinosa
Pulmões
Alterações Inflamatórias
116 117
118 119
120 121
01/06/2021
20
 Alteraçoes inflamatórias
 Pneumonia lobar (crânio-ventral)
◼ Bronquioalveolar (agentes chegam pela via aerógena)
◼ Bovinos – Mannheimia (Pasteurella) haemolitica associada ao
estresse do transporte
◼ Suínos – Acnobacillus (Haemophyllus) pleuropneuoniae
◼ Gato – Pasteurella multocida
◼ Equinos – Infecção severa Streptococcus sp
Pulmões
 Alteraçoes inflamatórias
 Pneumonia intersticial (hematogênica)
◼ Causas
◼ Infecciosas
◼ Cinomose, PIF - Coronavirus, Salmonelose septicêmica, 
toxoplasmose, vermes pulmonares e migração de larvas de 
Ascaris sp.
◼ Químicas
◼ Fumaças, ingestão de querose por cães.
◼ Toxinas endógenas
◼ metabólitos urêmicos, acidose…
Pulmões
Via hematógena (vírus) aerógena (gases tóxicos) parede dos alvéolos 
 Pneumonia intersticial
Pulmões
Alterações Inflamatórias
Pneumonia intersticial - Cinomose
 Pneumonia intersticial
Pulmões
Alterações Inflamatórias
 Pneumonia intersticial
Pulmões
Alterações Inflamatórias
Via hematógena/êmbolos sépticos/aspecto multifocal
 Pneumonia embólica
Pulmões
Alterações Inflamatórias
122 123
124 125
126 127
01/06/2021
21
Via hematógena ou aerógena/bactérias ou fungos que resistem a fagocitose
 Pneumonia granulomatosa
Pulmões
Alterações Inflamatórias
 Cinomose
 Pneumonia de cães
Pulmões
Alterações Inflamatórias
 Alterações inflamatórias
 Formas especiais de pneumonias
 Aspiração
◼ Leite
◼ Conteúdo ruminal
◼ Exsudato
◼ Vômito
◼ Material caseoso
Pulmões
 Alteraçoes inflamatórias
 Formas especiais de pneumonias
 Gangrenosa
 Hipostática
 Verminótica
◼ Bovino: Dyctiocaulus viviparus
◼ Equideos: Dyctiocaulus arnifield
◼ Suínos: Metastrongylus salmi
 Urêmica
 Granulomatosa
 Trombo-embólica (êmbolo metastático)
Pulmões
Broncopneumonia
normal
Cranioventrais
Consolidadas
Bacteriana
Aerógena
Lobar
Fibrina
Dura
Lobular
Purulenta
Firme
aspecto do exsudato, distribuição e textura...
FibrinosaSupurativa
Pulmões Pulmões
Broncopneumonias
128 129
130 131
132 133
01/06/2021
22
Pulmões
Broncopneumonias
Pneumonia Intersticial
normal
Difusa
Elástica (com impressão das costelas)
Exsudato não é evidente
Virais, alergenos, toxinas, sepsis
Aerógena ou hematógena
Distribuição, textura, (aspecto) e exsudato
Pulmões
Pulmões
Hepatização
Pneumonia Embólica
normal
Multifocal
Nodular
Focos purulentos
Hematógena (êmbolos sépticos)
Distribuição, textura, (aspecto) e exsudato
Pulmões
Pulmões
Pneumonia embólica
Multifocal
Nodular
Focos purulentos
Hematógena (êmbolos 
sépticos)
Distribuição, textura, (aspecto) e exsudato
Pneumonia Granulomatosa
normal
Multifocal
Nodular
Granulomas ou piogranulomas
Aerógena ou Hematógena
Distribuição, textura, (aspecto) e exsudato
Pulmões
134 135
136 137
138 139
01/06/2021
23
Pulmões
Tuberculose
Multifocal
Nodular
Granulomas ou piogranulomas
Aerógena ou Hematógena
Distribuição, textura, (aspecto) e exsudato
Pulmões
Tuberculose
Pneumonias
normal
Broncopneumonias
Pneumonia Embólica
Pneumonia Intersticial
Pneumonia Granulomatosa
Pulmões
 Pneumonias espécie-específicas
Equino
◼Pneumonia piogranulomatosa
◼Rhodococcus equi
Pulmões e pleura
Pleurite granulomatosa Pulmões e pleura Pleurite granulomatosa Pulmões e pleura
140 141
142 143
144 145
01/06/2021
24
Pleurite granulomatosa Pulmões e pleura Pleurite granulomatosa Pulmões e pleura
Rhodococcus equi - Pneumonia piogranulomatosa
Pulmões e pleura
Rhodococcus equi - Pneumonia piogranulomatosa
Pulmões e pleura
Rhodococcus equi - Pneumonia piogranulomatosa
Pulmões e pleura
Rhodococcus equi - Pneumonia piogranulomatosa
Pulmões e pleura
146 147
148 149
150 151
01/06/2021
25
Rhodococcus equi - Pneumonia piogranulomatosa
Pulmões e pleura
◼Broncopneumonia supurativa
◼Mycoplasma
+
◼Bactérias oportunistas
◼ Pasteurella multocida, Arcanobacterium
pyogenes, E. coli e outras
Pulmões e pleura
 Pneumonia enzoótica bovina
Espécie específicas
Pulmões e pleura
 BRSV (vírus sincicial respiratório bovino) + 
 Pasteurella multocida
Espécie específicas
Pulmões e pleura
 BRSV (vírus sincicial respiratório bovino) + 
 Pasteurella multocida
Espécie específicas
◼Broncopneumonia (pleuropneumonia) fibrinosa
◼ Mannheimia haemolytica
Pulmões e pleura
 Febre dos transportes - bovinos
Espécie específicas
 Dictyocaulus viviparus
Pulmões e pleura
 Pneumonia parasitária (verminótica – bovinos)
Espécie específicas
152 153
154 155
156 157
01/06/2021
26
 Dictyocaulus viviparus
Pulmões e pleura
 Pneumonia parasitária (verminótica - bovinos
Espécie específicas
◼ Pleuropneumonia
◼ Actinobacillus pleuropneumoniae
◼ Pneumonia enzoótica
◼ Mycoplasma
Pulmões e pleura
 Suínos
Espécie específicas
Pulmões e pleura
 Suínos
Espécie específicas
 Neoplasias pulmonares
 Primárias são raras entre os animais domésticos. 
◼ Maior frequência em cães e gatos.
◼ Carcinomas bronquíolo-alveolar
◼ Metástases – comuns nos pulmões
Pulmões
PLEURA e CAVIDADE TORÁCICA
 Alterações degenerativas
 Mineralização pleural: Solanum malacoxylon –
calcinose por ergosterol
 Pneumotorax
 Traumático
 Espontâneo
 Hérnia diafragmática
 Deslocamento de visceras para a cavidade torácica.
◼ Congênita
◼ Adquirida
Hérnia diafragmática
158 159
160 161
162 163
01/06/2021
27
 Efusões pleurais não inflamatórias
 Hidrotórax (edema na cavidade torácica)
 Hemotórax (traumatismo, neoplasia – sangue na
cavidade torácica)
 Quilotórax (acúmulo de linfa rico em lipídeos na
cavidade torácica – traumatismo, neoplasia, tosse
severa.
Pleura e Cavidade Torácica
Hidrotórax
Pleura e Cavidade Torácica
Pleura e Cavidade Torácica
Hemotórax
Pleura e Cavidade Torácica
 Distúrbios Circulatórios
 Edema
 Distúrbios Circulatórios
 Edema
Pleura e Cavidade Torácica
 Alterações inflamatórias
 Pleurites ou pleuresias
◼ via hematogênia, linfática, penetração traumática da
cavidade, extensão de abscessos mediastinais e esofagites.
◼ Causas: 
◼ Gatos: PIF 
◼ Cães e gatos (Nocardia sp., Actinomyces sp., Bacterióides sp.)
◼ Cavalos: Nocardia sp. 
◼ Bovinos: Brucella abortus
 Neoplasias (Raras)
 Mesotelioma
 Metástases também são raras
Pleura e Cavidade Torácica
164 165
166 167
168 169
01/06/2021
28
Pulmões e pleura
 Pneumonia de cães – Nocardia sp.
Espécie específicas
 Criptococose
 Agente oportunista;
 Inalação;
 Presença de pombos.
Pulmões e pleura
 Pneumonia de cães - Cryptococcus neoformans
Espécie específicas
Pulmões e pleura
 Pneumonia de cães – Cryptococcus neoformans
Espécie específicas
Pulmões e pleura
 Pneumonia de cães – Aspergillus sp.
Espécie específicas
Pulmões e pleura
 Pneumonia de cães – Aspergillus sp.
Espécie específicas
Pulmões e pleura
 Pneumonia de cães – Aspergillus sp.
Espécie específicas
170 171
172 173
174 175
01/06/2021
29
 Aspergillus fumigatus e Aspergillus flavus
 Superpopulação
 Encontrado na “cama de frango”
 Perdas econômicas (principalmente perus)
 Ventilação adequada e limpeza reduzem 75% 
Pulmões e pleura
 Pneumonia de aves – Aspergillus sp.
Espécie específicas
Pulmões e pleura
 Pneumonia de aves – Aspergillus sp.
Espécie específicas
 Dispneia 
 Disfagia 
 Não é contagioso Aspiração dos Conídios 
 Nódulos caseosos, medindo aprox. 8,0mm
 Aerossaculite
Pulmões e pleura
 Pneumonia de aves – Aspergillus sp.
Espécie específicas
Pulmões e pleura
 Pneumonia de aves – Aspergillus sp.
Espécie específicas
Pulmões e pleura
 Pneumonia de gatos – Nocardia sp.
Espécie específicas
Pulmões e pleura
 Pneumonia de gatos – Nocardia sp.
Espécie específicas
176 177
178 179
180 181
01/06/2021
30
ACTINOMICOSE PULMONAR
Actinomyces sp.
GATO
ACTINOMICOSE PULMONAR
Actinomyces sp.
ACTINOMICOSE PULMONAR
Actinomyces sp.
183 184
185 186
187 188
01/06/2021
31
Pulmões e pleura
 Pneumonia de ruminantes – Mycobacterium bovis sp.
Espécie específicas
◼ Broncopneumonia por aspiração
Pulmões e pleura
 Pneumonia de ruminantes
Espécie específicas
Pulmões e pleura
 Pneumonia de equinos – Kleibsiela sp.
Espécie específicas
Pulmões e pleura
 Pneumonia de equinos – Kleibsiela sp.
Espécie específicas
Pleuropneumonia fibrinossupurativa
Pulmões e pleura
 Pneumonia de equinos
Espécie específicas
◼ Broncopneumonia por aspiração
Pulmões e pleura
 Pneumonia de equinos
Espécie específicas
◼ Broncopneumonia por aspiração
189 190
191 192
193 194
01/06/2021
32
◼ Toxoplasma gondii
Pulmões e pleura
 Pneumonia de suínos
Espécie específicas
Pulmões e pleura
 Pneumonia de equinos
Espécie específicas
Pulmões e pleura
 Pneumonia de equinos
Espécie específicas
Pulmões e pleura
 Pneumonia de equinos
Espécie específicas
Pulmões e pleura
 Pneumonia de equinos
Espécie específicas
Pulmões e pleura
 Pneumonia de equinos
Espécie específicas
195 196
197 198
199 200
01/06/2021
33
Pulmões e pleura
 Pneumonia de equinos
Espécie específicas
Pulmões e pleura
 Pneumonia de equinos
Espécie específicas
Pulmões e pleura
 Pneumonia de equinos
Espécie específicas
Pulmões e pleura
 Pneumonia de equinos
Espécie específicas
Pulmões e pleura
 Pneumonia de equinos
Espécie específicas
 Primárias (raros)
◼ Adenomas
◼ Carcinomas
◼ Mesotelioma (pleura)
 Secundárias
◼ Carcinomas
◼ Linfomas
◼ Sarcomas
◼ Melanomas
Pulmões e pleura
 Neoplasias
201 202
203 204
205 206
01/06/2021
34
Pulmões e pleura
 Adenocarcinoma pulmonar bovino - primário
Neoplasias
Pulmões e pleura
 Metástase Adenocarcinoma pulmonar bovino -
primário
Neoplasias
Pulmões e pleura
 Carcinoma cães - Primário 
Neoplasias
Cão (12 anos)
Dispneia e emagrecimento
Radiografia: Pneumonia 
Pulmões e pleura
 Carcinoma bronquíolo alveolar em cães - Primário 
Neoplasias
Pulmões e pleura
 Carcinoma bronquíolo alveolar em cães - Primário 
Neoplasias
Pulmões e pleura
 Carcinoma bronquíolo alveolar em cães - Primário 
Neoplasias
207 208
209 210
211 212
01/06/2021
35
Leoa (adulta)
Dispneia e emagrecimento 
Pulmões e pleura
 Carcinoma bronquíolo alveolar em felino
 (Leão Africano) - Primário 
Neoplasias
Pulmões e pleura
 Mesotelioma em cães - Primário 
Neoplasias
Pulmões e pleura
 Carcinoma mamário em cadela - Secundário 
Neoplasias
Hemangiossarcoma esplênico metastático
Pulmões e pleura
 Hemangiossarcoma em cão - Secundário 
Neoplasias
Mastocitoma metastático
Pulmões e pleura
 Mastocitoma em cão - Secundário 
Neoplasias
Sarcoma metastático Hemangiosarcoma metastático
Pulmões e pleura
 Em cão - Secundário 
Neoplasias
213 214
215 216
217 218
01/06/2021
36
Colangiocarcinoma / Platynosomum fastosum
Pulmões e pleura
 Em gato - Secundário 
Neoplasias
Melanoma metastático
Pulmões e pleura
 Em caprinos - Secundário 
Neoplasias
219 220