Logo Passei Direto
Buscar
Material

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

FERTILIDADE 
DO SOLO E NUTRIÇÃO 
DE PLANTAS 
COAMO / CODETEC 
(2a edlc:',,•, revisada) 
 
 
Agridepolmontos 
AOS PESQUISADORES: 
Alfredo 
Áureo Rano.• 1 Antintinn 
Edson Falire. 	Lt.• 
Pela participação no treinanb 11111 
"Fertilidade do Solo e Nutrk:-1.. 	Pl4ntim" 
A COODETEC: 
Pelo empenho, dedicação e seriedade envillm los neste 
longo trabalho de estudos e montagem destil publica*. 
AOS PROFESSORES DA UNIVERSIDADE ESTADUAL 
DE MARINGÁ - DEPAftFAMEN R) DL A(;HONI()MIA 
Antonio Garlt”; 	tf.' 1 11.;111 
Antonio Saraiva 
Cassio Antonio Torm, 
José Carlos Pintro 
José de Deus Viana da Mata 
Pela colaboração e disposição no trabalho de revido tecnIco 
desta 2a ediçâo. 
iN ❑ ICE 
AMOSTRAGEM DO SOLO 	 9 
CONSIDERAÇÕES GERAIS 	 9 
DIVISÃO DA ÁREA EM TALHÕES OU GLEBAS HOMOGÉNEAS 	 9 
TIPO DE AMOSTRA DE SOLOS 	 9 
ÉPOCA E FREQUÊNCIA DE AMOSTRAGEM 	 9 
PROFUNDIDADE DA AMOSTRAGEM 	 9 
CUIDADOS NA AMOSTRAGEM 	 9 
MATERIAL NECESSÁRIO PARA AMOSTRAGEM DO SOLO 	 10 
FERRAMENTAS PARA AMOSTRAGEM DO SOLO 	 10 
NÚMERO DE AMOSTRAS DE SOLO NECESSÁRIO PARA ESTIMARA MÉDIA., 	 10 
AMOSTRAGEM DAS FOLHAS 	 11 
CONSIDERAÇÕES GERAIS 	 11 
CUIDADOS COM O MATERIAL DE PLANTA COLETADO 	 11 
RESUMO DE PROCEDIMENTOS DE AMOSTRAGEM DE PLANTAS 	 11 
COMPORTAMENTO DE ALGUNS NUTRIENTES NO SOLO E PLANTA 	 12 
CONSIDERAÇÕES GERAIS 	 12 
RELAÇÃO ENTRE O pH E A DISPONIBILIDADE DOS NUTRIENTES NO SOLO 	 12 
EFEITO DA DENSIDADE DO SOLO NA ABSORÇÃO DOS NUTRIENTES 	 13 
EFEITO DE UM NUTRIENTE SOBRE A ABSORÇÃO DO OUTRO PELA PLANTA 	 13 
VELOCIDADE DE ABSORÇÃO DOS NUTRIENTES PELAS FOLHAS 	 13 
RELAÇÃO ENTRE O PROCESSO DE ABSORÇÃO DO NUTRIENTE PELA PLANTA 
E LOCALIZAÇÃO DO ADUBO 	 14 
MOBILIDADE DE ALGUNS NUTRIENTES NO SOLO E PLANTA 	 14 
PROVÁVEIS CAUSAS MAIS COMUNS DAS DEFICIÊNCIAS E EXCESSOS DOS 
NUTRIENTES 	 10 
CLASSES OU NÍVEIS DE PARTICIPAÇÃO DE ALGUNS NUTRIENTES, DO 
ALUMÍNIO E HIDROGÊNIO NA CTC DO SOLO 	 17 
QUANTIDADE DE MACRO E MICRONUTRIENTES ABSORVIDA E 
EXPORTADA NOS GRÃOS PELA CULTURA DO MILHO 	 .17 
CALAGEM 	 10 
CONSIDERAÇÕES GERAIS 	 	111 
CALCÁRIO 	 111 
ÉPOCA E MODO DE APLICAÇÃO DE CALCÁRIO 	 111 
DISTRIBUIÇÃO DO CALCÁRIO 	 111 
MÉTODO DE INCORPORAÇÃO DE CALCÁRIO 	 	111 
PROBLEMAS DA MÁ INCORPORAÇÃO DO CALCÁRIO 	 	11J 
IMPLEMENTOS AGRÍCOLAS PARA INCORPORAÇÃO DE CALCÁRIO NO SOLO 	 1 I 
CALAGEM PARA OUTROS FINS 	 20 
ESCOLHA DO CALCÁRIO 	 ,. .20 
CÁLCULO DA NECESSIDADE DA CALAGEM 	 21 
INTERPRETAÇÃO DO COMPLEXO DE ACIDEZ E SATURAÇÃO DO SOLO 	 21 
CÁLCIO E MAGNÉSIO 	 . 
CARACTERISTICAS E CLASSIFICAÇÃO DOS PRINCIPAIS CORRETIVOS 
E FONTES DE CÁLCIO E MAGNÉSIO 	 
CÁLCIO E MAGNÉSIO: QUANTIDADE DE EXTRAÇÃO E INTERPRETAÇÃO 
DOS TEORES EM SOLOS E FOLHAS 	 
CÁLCULOS: EQUILÍBRIO DO CÁLCIO E MAGNÉSIO NO CORRETIVO 	 '4 
 
 
CÁLCULOS: EQUILÍBRIO DO CÁLCIO NO SOLO 	 
CÁLCULOS: EQUILÍBRIO DO MAGNÉSIO NO SOLO 	 
A POLÊMICA DA RELAÇÃO CÁLCIO: MAGNÉSIO 	 
GESSO AGRÍCOLA 	 
CONSIDERAÇÕES GERAIS 	 
CÁLCULO DA NECESSIDADE DE GESSO AGRÍCOLA 	 
NITROGÉNIO 	 
CONSIDERAÇÕES GERAIS 	 
CICLO DO NITROGÊNIO 	 
PERDAS DO NITROGÊNIO 	 
RESPOSTA E PARCELAMENTO DO NITROGÊNIO 	 
FORMAS DE APLICAÇÃO 	 
CONTRIBUIÇÃO DA MATÉRIA ORGÂNICA 	 
NITROGÊNIO: CARACTERÍSTICAS DOS FERTILIZANTES, EXTRAÇÃO, 
INTERPRETAÇÃO (SOLO E FOLHA) E RECOMENDAÇÃO 	 
FÓSFORO 	 
CONSIDERAÇÕES GERAIS 	 
FIXAÇÃO 	 
CORREÇÃO E FORMA DE APLICAÇÃO 	 
CRITÉRIOS PARA CÁLCULO DE CORREÇÃO DO FÓSFORO 	 
FÓSFORO: CARACTERÍSTICAS DOS FERTILIZANTES, EXTRAÇÃO, 
INTERPRETAÇÃO (SOLO E FOLHA) E RECOMENDAÇÃO 	 
POTÁSSIO 	 
CONSIDERAÇÕES GERAIS 	 
PERDAS DO POTÁSSIO 	 
EQUILÍBRIO DESEJADO NO SOLO 	 
CORREÇÃO E FORMA DE APLICAÇÃO 	 
APLICAÇÃO EM COBERTURA 	 
CRITÉRIOS PARA CÁLCULO DE CORREÇÃO DO POTÁSSIO 	 
POTÁSSIO: CARACTERÍSTICAS DOS FERTILIZANTES, EXTRAÇÃO, 
INTERPRETAÇÃO (SOLO E FOLHA) E RECOMENDAÇÃO 	 
ENXOFRE 	 
CONSIDERAÇÕES GERAIS 	 
ENXOFRE: CARACTERÍSTICAS DOS FERTILIZANTES, EXTRAÇÃO, 
INTERPRETAÇÃO (SOLO E FOLHA) E RECOMENDAÇÃO 	 
COMPOSIÇÃO DE FÓRMULAS DE ADUBOS 	 
ADUBOS: FÓRMULAS ABERTAS 	 
MICRONUTRIENTES 	 
CONSIDERAÇÕES GERAIS 	 
FILOSOFIAS E FORMA DE APLICAÇÃO 	 
COMPORTAMENTO DOS MICRONUTRIENTES 	 
MICRONUTRIENTES: CARACTERÍSTICAS DOS FERTILIZANTES, EXTRAÇÃO, 
INTERPRETAÇÃO (SOLO E FOLHA) E RECOMENDAÇÃO 	 
DICAS PARA TRANSFORMAÇÃO DE RESULTADOS ANALÍTICOS 	 
ROTEIRO PARA INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS DAS ANÁLISES DO SOLO 
COMPATIBILIDADE QUÍMICA DE MATÉRIA-PRIMAS PARA MISTURA 
DE FERTILIZANTES 	 
 	26 
 	27 
24 
25 
26 
26 
26 
27 
27 
27 
28 
28 
28 
29 
31 
31 
31 
31 
32 
32 
35 
35 
35 
35 
35 
35 
36 
36 
38 
38 
38 
39 
40 
42 
42 
42 
42 
45 
51 
 	52 
53 
ADUBOS: ROTEIRO PARA DEFINIÇÃO DE FÓRMULAS, MISTURA E 
QUANTIDADES A APLICAR. 	 
SINTOMAS DE DEFICIÊNCIAS E TOXICIDADES NUTRICIONAIS NAS CULTURAS 
CULTURA DA SOJA 	 
CULTURA DO MILHO 	 
CULTURA DO ALGODÃO 	 
CULTURA DO FEIJÃO 	 
CULTURA DO TRIGO 	 
SÍNTESE DO TREINAMENTO DE FERTILIDADE E NUTRIÇÃO DE PLANTAS 
PARA SER UTILIZADO COMO SUGESTÃO DE RECOMENDAÇÕES GERAIS 	 
AMOSTRAGEM DO SOLO 	 
CONSIDERAÇÕES GERAIS 	 
CRITÉRIOS PARA AMOSTRAGEM DO SOLO 	 
ESQUEMA DE AMOSTRAGEM DO SOLO - PLANTIO DIRETO 	 
ESQUEMA DE AMOSTRAGEM DO SOLO PLANTIO CONVENCIONAL 	 
ENCAMINHAMENTO DA AMOSTRA AO LABORATÓRIO 	 
CORREÇÃO DA ACIDEZ 	 
CONSIDERAÇÕES GERAIS 	 
CORREÇÃO DO FÓSFORO 	 
CONSIDERAÇÕES GERAIS 	 
FONTES DE FÓSFORO: RECOMENDAÇÕES EM FUNÇÃO DA ACIDEZ 	 
MODO DE APLICAÇÃO DO FÓSFORO EM ÁREAS DE PLANTIO DIRETO 	 
ÁREAS EM ADEQUAÇÃO E/OU IMPLANTAÇÃO DE PLANTIO DIRETO 	 
ÉPOCA IDEAL PARA APLICAR CALCÁRIO ÷ FOSFATO 	 
FOSFATAGEM CORRETIVA PARCELADA 	 
CORREÇÃO DO POTÁSSIO 	 
CONSIDERAÇÕES GERAIS 	 
FORMAS DE APLICAÇÃO 	 
CORREÇÃO DO ENXOFRE 	 
CONSIDERAÇÕES GERAIS 	 
CORREÇÃO DOS MICRONUTRIENTES 	 
CONSIDERAÇÕES GERAIS 	 
MODO DE APLICAÇÃO DOS MICRONUTRIENTES 	 
CONSIDERAÇÕES PARA DECISÃO DE ADUBAÇÃO 	 
PLANILHA DE INTERPRETAÇÃO DA FERTILIDADE DO SOLO 	 
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA E/OU COMPILADA 	 
PRODUÇÃO DAS CULTURAS DE SOJA, MILHO, TRIGO E ALGODÃO 
SOB DIFERENTES FONTES DE FÓSFORO, NUM LATOSSOLO VERMELHO 	 
EFEITO DA ADUBAÇÃO RESIDUAL DA CULTURA DO TRIGO NA CULTURA 
DA SOJA, NUM LATOSSOLO VERMELHO 	 
AVALIAÇÃO TÉCNICA E OPERACIONAL PARA DIFERENTES 
AMOSTRADORES DE SOLO 	 
LABORATÓRIOS DE ANÁLISES AGRONÔMICAS PARTICIPANTES DO CELA-PR.... 	 
LABORATÓRIO DE ANÁLISES AGRONÓMICAS - SÃO PAULO 
NÃO PARTICIPANTE DO CELA-PR 	 
55 
 57 
58 
61 
65 
69 
72 
74 
74 
74 
74 
75 
75 
76 
77 
77 
77 
77 
77 
78 
78 
78 
78 
78 
78 
79 
79 
79 
79 
79 
79 
80 
81 
82 
83 
86 
88 
92 
93 
UMIDADE CRITICA DOS FERTILIZANTES A 34°C, VALORES EM PORCENTAGEM 
DA UMIDADE RELATIVA 	 54 
 
 
AMOSTRAGEM DO SOLO 
CONSIDERAÇÕES GERAIS 
. a amostragem constitui a primeira etapa de uma avaliação racional da quantidade de calcário e adubo a 
ser aplicado. É urna fase critica e deve ser feita com todo o cuidado: quando bem feita origina uma 
interpretação adequada. A análise (tuim ica, não pode corrig I r fa lhas na retirada da amostra. 
DIVISÃO DA ÁREA EM TALHÕES OU GLEBAS HOMOGÊNEAS 
. dividir a propriedade em área homogênea no máximo de 20 ha, considerando topografia, cor do solo, 
textura, vegetação natural, sistema agrícola, preparo anterior, adubação, calagem e outros critérios que 
façam diferença nos talhões. 
• no caso de deficiência nutricional na lavoura, coletar uma amostra composta de solo na área com 
sintoma (reboleira) e outra na área sem sintoma. 
. lembre-se: caso a amostra não represente, de fato o talhão, todas as demais decisões e orientações 
estarão comprometidas. 
TIPO DE AMOSTRA DE SOLO 
• amostra simples é a porção coletadaem cada ponto do terreno. 
• amostra composta ou padrão é a mistura homogénea de várias amostras simples coletadas num 
mesmo talhão. Dessa mistura retiramos cerca de 300 g para enviar para análise Laboratorial. 
. Nota: para que os resultados da análise química do solo expressem um valor representativo da 
média dos nutrientes, é necessário quea amostra padrão seja formada por várias amostras simples, 
conforme a Tabela 1. (Ex. no mínimo fie no máximo 107 amostras simples para formar uma amostra 
composta ou padrão, independentemente que °tamanho da área, seja 1,0; 5,0; 10,0 e 20,0 ha.) ' 
ÉPOCA E FREQÜÊNCIA DE AMOSTRAGEM 
• a amostra de solo pode ser coletada em qualquer época do ano, no mínimo dois meses antes do inicio do 
plantio, possibilitando o uso da análise química no planejamento da compra dos insuetos agrícolas. 
. a freqüência da amostragem deve ser anual para atendimento ao crédito rural eiou no mínimo 2-3 anos 
para avaliar as mudanças na fertilidade do solo. 
PROFUNDIDADE DE AMOSTRAGEM 
. em áreas sob preparo convencional (arado de disco e aiveca), preparo mínimo (escarificarlor, grades, 
subsolador, pé de pato, etc.), retirar amostra na camada de O - 20 cm de profundidade. 
• em áreas sob plantio direto retirar amostra estratificada na camada de O - 10 e 10 - 20 cm de 
profundidade, Usar a primeira para recomendação da adubação e calagem superficial. A segunda para 
avaliar a necessidade de incorporações em profundidade e estudar a dinâmica dos nutrientes nas 
camadas ao longo do tempo. 
• usar a média das profundidades para decisão de cálculos das correções de acidez e nutrientes. 
. para culturas sensíveis ao alumínio (trigo), deve-se retirar amostra na profundidade de 20 - 40 cm para 
avaliar a sua presença no subsolo para escolha das cultivares mais adequadas, 
. no caso do enxofre e boro a amostra não deve ser restrita apenas à profundidade de O - 20 cm. Devido á 
sua movimentação para camadas mais profunda, retirar amostra na profundidade de 20 - 40 cm. 
CUIDADOS NA AMOSTRAGEM 
. limpar o local a ser amostrado, retirando restas de plantas mais grosseiros. Não remover o solo 
superficial contendo pequenas frações dos vegetais. 
• não amostrar próximo a casas, sulcos de erosão, linhas de plantio das culturas, barrancos, beiras de 
estradas, árvores, formigueiros, bases e camalhões de terraços. 
. não colocar amostra em recipientes usados ou sujos corno latas, saquinhos de leite e arroz, sacos de 
adubo e calcário, embalagens de defensivos e fertilizantes. 
9 
 
 
Trado 
Caneca 
Trado 
de Rosca 	Calador 
Figura 1. Ferramenta e procedimento para amostragem do solo. {forme: Siqueira 1987) 
Pá du 
C udu 
MATERIAL NECESSÁRIO PARA AMOSTRAGEM DO SOLO (Figura 1) 
Trado Holandês, adequado em qualquer classe de solo, exige grande esforço f isico. 
Trado de Rosca, adequado para solo arenoso e úmido. 
. Trado Caneco, adequado para solo seco e compactado, exigindo pouco esforço físico. 
trado catador, adequado para sola fofo e ligeiramente úmido. 
• pa de certa, adequado para solo úmidos fofo, 
• enxadão, adequado para solo seco e compactado. 
Irado COAM°, especial para amostragem estratificada (plantio direto). 
Tabela 1. Número de amostras de solo necessário para estimar a média dos nutrientes em 
função dos nivels de significáncia. 
Nutriente 
N° amostras para níveis significativos 
80% 90% 95% 
M. O. % 
pH CaCI0 2 2 2 
AIS crnol, dm4 2 4 6 
fC cmol, dm"' 5 10 30 
Cd* crnoj, dm4 11 19 35 
Mg2 cmck dm' 11 18 25 
P mg dm4 12 27 107 
V % 9 15 21 
CTC cmol, dm' 1 1 1 
AMOSTRAGEM DAS FOLHAS 
CONSIDERAÇÕES GERAIS 
• a folha é o órgão que reflete melhoro estado n utrici o nal da planta. 
• para que a interpretação dos resultados não seja prejudicada é essencial a padronização da amostra-
gem, estabelecendo partes, época, número e estádio de desenvolvimento das plantas (Tabela 2). 
• a coleta das folhas deverá ser feita em áreas homogêneas, considerando: a cultivar, preparo do solo, 
plantio, adubação, correção de acidez, níveis de fertilidade, época de plantio, espaçamento, plantas 
daninhas e cultura anterior. 
• não coletar folha em período de veranico, doente, com danos mecânicas ou danos causados par inse-
tos, contaminada com poeira, logo após pulverização com herb ici da, fungicida, inseticida e adubo foliar. 
• no caso de cultura onde foi aplicado herbidda, fungicida, inseticida e adubo foliar, amostrar somente 
sete dias após a última aplicação. 
• no caso de deficiência nutricional em reboleiras coletar uma amostra de plantas afetadas e outra de 
plantas sadias. 
CUIDADOS COM O MATERIAL DE PLANTA COLETADO 
▪ não armazenar amostra em saco plástico e jornal. 
• armazenara amostra em saco de papel comum, enviar ao laboratório o mais rápido possível, no máximo 
48 horas após a coleta. 
• na caso de demora, fazer a secagem do material ao sol, sem retirar do saco, até as folhas tomarem-se 
quebradiças. 
• havendo necessidade, as folhas podem ser armazenadas em geladeira por algum tempo até completar 
as amostragens, não prolongando por muito tempo para evitara deterioração do material. 
• no casa de lavar as folhas, fazê-lo antes de murcharem, somente com água limpa, não colocando-as 
em contato com produtos químicos (detergente: sabão, defensivo e adubo). 
Tabela 2. Resumo de procedimentos de amostragem de plantas para fins de diagnose nutridor/ai 
Cultura Estádio de desenvolvimento Parte da planta a amostrar N' plantas amostrar 
Soja No início do florescimento 3 ou 4 folha com pedalo a partir do ápice 30 - 40 
Milho Aparecimento da inflorescência feminina (cabelo) Folha oposta abaixo da espiga 30 - 40 
Algodão 	Inicio do florescimento 5 folha a partir do ápice. 30 - 
Feijão 
P ântula 	30 cin Parte aérea 30. - 40 
Plantas adultas antes do.floresdmerito 2 a 3 folhas da parte superior da planta 30 - 40 
Trigo Inicio do florescimento 1. a 4 folha &partir do ápice 80 -100 
Fonte:. Alalavolta et al, 1989. 
Fonte: Rei 1991. 	
"A análise do solo não pode ser melhor que a amostra" 
1:1 
 
 
P 
0,5 - 2 
10 - 24 
Cac 10 - 24 
Mg" 10 - 24 
Cl' 
Fe 
Mn 
Mo 
Zn 
'correção - neste caso quando constatada a deficiência 
corrigir o mais rápido possível, aplicando o adubo de 
uma só vez. 
*complemento - neste caso parte do adubo é aplicado 
ao solo, o restante complementado pela aplicaçã ololí ar, 
sendo muito usada para os micronutrien tes. 
5-10 
5-10 
1 - 4 
10 - 20 
1 - 2 
10 - 20 
1 - 2 
K' 
AI 
Ca" (Alta concentração) 
Cl- 
Mg'' 
Ca' 
H,B0,_ 
Mn 
Cd' (Baixa concentração) 
HiP0,_ 
Mg' 
Inibição competitiva 
Inibição não competitiva 
Inibição competitiva 
inibição não competitiva 
Inibição competitiva 
inibição competitiva 
Inibição competitiva 
Inibição competitiva 
Inibição competitiva 
Inibição não competitiva 
Inibição não competitiva 
Inibição competitiva 
Inibição competitiva 
Sinergismo 
Sinergismo 
Sinergismo 
COMPORTAMENTO DE ALGUNS NUTRIENTES 
NO SOLO E PLANTA 
CONSIDERAÇÕES GERAIS 
• ❑ pH do solo é um dos fatores mais importantes que influenciam a disponibilidade dos nutrientes 
essenciais, benéficos e tái xicos às plantas (Figura 2)- 
• a faixa ideal de pH CaCt está entre 5,5 a 6,5 onde há uma maior disponibilidade dos nutrientes para as 
plantas, exceto o moliladenio(pH > 7,0), uma das razões para não exceder na calagem! 
• aumento da densidade do solo (Tabela 3) e a presença de camada compactada: nutrientes em niveis 
tóxicos (manganês); ocorrência de alumínio tóxica; déficit hídrico (período de veranico) e localização 
dos adubos (Tabelas 6 e 8), além de afetar a absorção dos nutrientes, diminuiu a produção daS culturas. 
• a absorção pode ser influenciada pela presença de outros nutrientes (Tabela 4) e a sua mobilidade no 
solo e planta (Tabela 7), 
• a pulverização foliar não substitui a adubação via solo e não corrige os problemas básicos de deficiência. 
• o aumento de produção tem-se obtido quando se consegue aplicar o nutriente necessário na época e 
local adequado, na quantidade correta e ainda se dispuser de tempo suficiente para absorção (Tabela 5), 
Todas esses fatores são influenciados pela planta, ambiente a a técnica de aplicação. 
• os nutrientes para alcançarem a superfície das raizes das plantas, são conduzidos por três processo de 
absorção: int e rceptação radicular, fluxo de massa e difusão (Tabela6). 
• ❑ conhecimento desses processos ajuda na recomendação, localização e modo de aplicação dos 
adubos, minimizando a parda por volatilização, lixiviação e formação de compostos de baixa 
Solubilidade, maximizando seu aproveitamento pela planta. 
• uma vez atingido o estado de equilíbrio do solo (Tabela 9), uma quantidade constante de nutrientes é 
mantida no sistema. Essa quantidade forma a base necessária para suportar a produtividade do 
ecossistema, a um nivel de produção econômica (Tabela 10). 
Figura 2 • Relação entre o pi-1 e a disponibilidade das nutrientes no solo (Fonte tom, 1989) 
FE 
C 
M 
ZIN 
O 
RE 
GANES 
O 
FAIXA 
ADEOU 
PARA A 
MAIOR1 
DAS 
71711R 
A 
MO 
CLC574 
IRIDÉF.10 
SFORO 
. 
G GENIO 
XCJI-RF 
BORO 
. 
PO SIO 
tt 	CA I O 
Al_UMINI m KÉsio 
5 
	
6,5 
	
7 
	
8 
	
p11 em água 
4.4 
	
5,4 
	
5;9 
	
5,4 
	
7,4 
	
pH em CaCI, 
12 
Tabela 3. Efeito da densidade do solo' na absorção dos nutrientes pelas raizes das plantas 
Densidade 
---g 
lJ p tt 
ug 
Ca Mg 
1.03 86,4 2,47 82,9 90,0 
1,25 84,0 2,27 79,6 87,0 
1,48 65,8 1,88 61,6 71,0 9,7 
1,72 38,4 0,91 33,1 41,7 5,8 
(Fonte; Rosolem, et al 1994) * latossoloverrnelho-escuro 
Tabela 4. Efeito de um nutriente sobre a absorção do 
1° Nutriente 	2° Nutriente 	Efeito do 2° sobre o 1° 
C32' 	 Antagonismo 
o excesso do rnutriente provoca 
diminui* de absorção doi° 
a presença do 2° nutriente 
aumenta a absorção dar 
FOnte: Malavoita Ethial, 1989 
Tabela S. Velocidade de absoçâo dos nutrientes pelas folhas das plantas 
Tempo para 50% de absorção 	 Observação 
Horas 	 Dias 	 Tipo de adubação foliar 
Fonte: Rosoieni, 1994. 
13 
Cu 
Mg2', Cal' 
Kl, Cai, hrig', 
H, 50,_ 
K' 
So,2- 
Ma0,3" 
Zn 
Zn 
Zn 
Zn 
Fe 
Cu 
outro pela planta 
Observação 
a presença do 2° nutriente 
diminui a toxidez do 1° 
Nutriente 
 
 
Tabela 6, Relação entre e processo de absorção do nutriente pela planta e localização do adubo. 
Processo de absorção 
Difusão 
Distribuição rio adubo Nutriente 
Intercepta* radcular Fluxo de massa 
P 
..wor 
Ca- 
mdin 
B 
Cu!. 
Fe 
Nin 
Mo 
3 
3 
27 
13 
5 
3 
3 
13 
43 
5 
16 
I 
!!,11, 
IMO 
	% do total 
991,1 
73 
95 
97 
97 
66 
22 
95 
4a1 
1111111}`` 
92 
71 
o 
o 
o 
o 
o 
21 
35 
o 
MIM 
11111.1 
Distante o cobertura 
Porto o localizado 
Perto o localizado 
Lanço 
Lanço 
Distante ti cobertura 
Distante e cobertura 
Lanço o localizado 
Lanço e localizada 
Perto o localizado 
Lanço 
Perto e localizado 
é o movimento 
	
"o nutriente menos 
do nutriente de 
	
móvel tem que ser 
uma região de 
	
colocado próximo da 
maior 
	
semente ou da raiz e 
concentração 
	
os mais móveis podem 
para outra de 
	
ser colocados longe, 
menor, na 
	
visto que o fluxo de - 
superfície da raiz. 	massa os levará. 
Fonte: Citado Cruz et ai, 1996. 
Tabela T. Mobilidade de alguns nutrientes no solo e planta 
Nutriente 	Solo 
	
Planta 	Nutriente 	Solo 
N 
P 
 
móvel 
pouco móvel 
móvel 
 
móvel 
móvel 
móvel 
Cu 
Fe 
Imóvel 
Imóvel 
 
 
Mn 
 
Ca2+ 
	
pouco móvel 	imóvel 
	
Mo 
Mg 21. 	 pouco móvel 	móvel 
	
Zn 	pouco móvel 
s 
	
pouco móvel 
	
Cl- 
B 
	
imóvel 	Al 2+ 
Fonte: Malavolte, 1989. 
14 
Tabela 8. Prováveis causas mais comuns das deficiências e excessos dos nutrientes 
Faixa pH (H2O) maior 
disponibilidade 
-baixo teor de matéria orgânica 
-acidez (menor mineralização) 
-lixiviação 
x 	-período de veranico (compactação do solo) 
-bem teor no solo 
-solos ácidos 
-período de veranico 
x 	-adubação muito elevada 
-baixo tear no solo 
-lixiviação 
-período de veranico 
-calagem excessiva (excesso de Ca'" e Mg2') 
x 	*-adubação muito elevada 
-baixo teor no solo 
-excesso de adubação potássica 
-período de veranico 
-excesso de alumínio 
x 	-quantidade elevada de calcário e gesso 
-baixo teor no solo 
-acidez excessiva 
-excesso de adubação potássica 
-período de veranico 
x 	-quantidade elevada de calcário magnésiano 
-baixo teor de matéria orgânica 
-baixa mineralização da matéria orgânica 
-adubos "concentrados" sem enxofre 
-lixiviação 
-período de veranico 
-baixo teor no solo 
-baixo teor de matéria orgânica 
-acidez excessiva 
-lixiviação 
	
5,0 - 7,0 
-podado de veranico 
x 	-adubação muito elevada 
-baixo teor no solo 
-baixo teor de matéria orgânica (solo arenoso) 
-alto teor de matéria orgânica (solo argiloso) 
-calagem excessiva 
	
5,0 - 6,5 
-pres. excessiva de ferro, manganês e alumínio 
x 	-excesso de defensivos 
Continua ~- 15 
sr 
*a raiz ao 
desenvolver-se 
encontra o 
nutriente ao 
acaso na solu-
ção do solo 
para que possa 
ser absorvido. 
*é o movimento 
do nutriente (junto 
com a água) de 
uma região mais 
úmida e distante, 
até outra mais 
seca e próxima 
da raiz. 
Planta 
pouco móvel 
pouco móvel 
pouco móvel 
móvel 
pouco móvel 
móvel 
Nutriente Deficiência Excesso Fatores 
x 
x 
N x 
x 
x 
x 
x 
x 
x 
x 
x 
x 
x 
x 
x 
x 
x 
Mg2' 
x 
x 
X 
X 
X 
X 
X 
X 
X 
X 
X 
X 
X 
X 
Cu 	 X 
X 
5,5 - 7,0 
5,5 - 7,0 
> 5,5 
> 5,5 
> 5,5 
55 - 7,0 
 
 
Continuação... 
NutrienteDeficiência Excesso 
Faixa pH (H2O) maior 
Fatores disponibilidade 
Fe 
x 
x 
x 
x 
x 
x 
x 
x 
x 
x 
-calagem excessiva 
-alto teor de matéria orgânica 
-deseq, em relação moibdênio, atra e mertganés 
-adubação fosfatada elevada 
-baixa temperatura no solo 
-excesso de umidade 
-acidez excessiva 
-pouca aeração 
-efeito vadeia' 
4,0.6A 
Mn 
x 
x 
x 
x 
x 
x 
x 
x 
x 
-calagem excessiva 
-baixa temperatura no solo 
-deseq, em relação cálcio, magnésio e ferro 
-baixa CTC no solo arenoso 
-alto teor de matéria orgãnica 
-acidez excessiva 
-pouca aeração 
-compactação 
-excesso de umidade 
6A.6,6 
Mo 
x 
x 
x 
x 
x 
-acidez excessiva 
-excesso de enxofre 
-baixa disponibilidade de fósforo 
-calagem excessiva 
-adubação fosfatada elevada 
> 7,0 
Zn 
x 
x 
x 
x 
x 
x 
-baixo teor no saio 
-quantidade elevada de esterco orgânico 
-baixa temperara assoe. ao excesso de umidade 
-baixa CTC solo arenoso assoc, a chuva (lixivia) 
-calagem excessiva 
-adubação fosfatada elevada 
-adubação elevada 
5,0 - 6,5 
Ar x -solo ácido < 6,0 
Fonte: Malavolla et ai, 1989 
Tabela 9. Classes ou níveis de participação de alguns nutrientes, do alumínio e hidrogénio 
na CTC do solo e sua interpretação. 
Nutriente Desequilibrado equilíb
Tendendo ao 
rio 
Em equililxio Acima do 
equilíbrio CTC média-alta CTC baixa 
K* < 2,5 2,5 	4,0 4,0 - 5,0 2,5 - 5,0 > 5,0 
Cal" < 36,0 36,0 - 50,0 50,0 - 70,0 30,0 	40,0 > 70,0 
Mg2" < 7,0 7,0 -10,0 10,0 - 15,0 7,5 -12,5 > 15,0 
H" <15,0 15,0 - 20,0 20,0 - 25,0 > 25,0 
Al' > 5,0 5,0 - 00 0,0 
Tabela 10. Quantidade de macro e micronutrientes absorvida e exportada nos grãos 
pela cultura do milho - 
Nutriente 
Produção de grão • Kg ha-' 
5900 9100 
Absorção Exportação ....... Exportação 
N 
Kg 
190 129 163 135 
P 28 27 39 31 
96 30 196 39 
Cal" 20 0,6 40 0,9 
Mgl" 38 10 44 11 
s 16 12 21 12 
cr 
ha-' 
81 4,6 
1,226 163 
g 
2,110 110 Fe 
Mn 465 94 340 60 
Cu 122 23 110 20 
Zn 329 213 400 200 
179 40 
Mo 9 6 
Fonte: Citado Buli. 1993. 
16 	 17 
 
 
t. 
29 É 
ae 
50 
Calcário 
	 1,50 rri 
rOg.9-rn911.3. sem illeOrpqra0., 
tR 
2R :5 
fie 
	 1.50m 
Arado de aiveca • grade nivelados 
(50% • 50% ria dose de calcário): 
-R 
20 
oo 
40 
59 
CALAGEM 
CONSIDERAÇÕES GERAIS 
. sempre que a saturação de bases do solo estiver 10 pontos abaixo do percentual recomendado para as 
culturas, é necessário que se proceda a calagem. 
. o pH do solo não é a causa, mas o Indicador de uma situação de fertilidade, Ao fazer a calagem atentar 
para os níveis dos macro e micronutrientes no solo. 
. a acidificação do solo consiste na remoção dos cátions (caldo, magnésio, potássio o sódio), 
su bstitu in do-os por aluminio trocável e hidrogênio não dissociado. 
. em solos arenosos, mesma com a presença de aluminio trocável abaixo do nivol lotando pelas plantas, 
poderá ocorrer toxidez, devido ao baixocomplexo de saturação de bases. 
. a necessidade de calagem é dada em ton hal de CaCO, com eficiência 100%, para ser incorporada 
numa camada de 0 a 20 cm de profundidade. 
. a aplicação máxima, em qualquer caso (preparo convencional, preparo min imo o instalação do plantio 
direto), não deve excedera I0,0 ton ha'. 
. uma mesma quantidade de calcário aplicada em solos com baixa CTC 0/ou arenosos, apresenta maior 
variação de pH do que solos com alta CTC alou argilosos, 
. a quantidade de calcário a ser aplicada deve estar em conformidade com as caracterislicas do solo, 
especialmente a CTC. Para uma mesma variação de pH, normalmente ó maior no solo argiloso que no 
arenoso. 
. a calagem pode apresentar resultado positivo, ou negativo quando desequilibriar potássio, manganês, 
zinco, cobre e boro. 
. a calagem deve garantir um teor adequado de magnésio no minimo de 0,5 a 0,9 cmol, 	ao solo, 
dessa consideração resulta que a relação cálciaimagnésio não é um fator que precisa ser levado em 
conta na calagem. 
. em sistemas de rotação de culturas, a calagem deverá ser feita para a cultura mais exigente. 
CALCÁRIO 
. a eficiência do calcário em fornecer cálcio e magnésio depende de sua granulometria e dos teores 
destes. 
• quanto mais fino, mais rápido será seu efeito na correção da acidez, fornecimento de cálcio e magnésio e 
a resposta da cultura 
. quanto maior o diâmetro das partículas, mais lenta é a sua reação, porém seu efeito residual será maior, 
desejado nos casos de pastagem, cultura perene e aplicação superficial em plantio direto consolidado. 
• observara necessidade de usar o calcário calcifico, dolornitico ou mag n é si ano (Tabelas 11,14,15 e 18). 
ÉPOCA E MODO DE APLICAÇÃO DE CALCÁRIO 
. aplicar no mínimo dois meses de antecedência do próximo cultivo, sendo preferivel próximo ao plantio 
do que não fazê-lo, apesar do pouco efeito na produção. 
• quantidades maiores que 5,0 fon ha-1, aplicar metade antes da oração e a outra após, Incorporando com 
grade. 
• quantidades menores que 5,13ton h a4, aplicar tudo de uma vez antes da aração. 
• plantio direto, no i n ido da instalação, incorporar com arado, o mais profundo possivel. 
. plantio direto, já instalado, aplicara calcário sobre a superfície, podendo ser Incorporado por grade leve, 
escarificador ou pela semeadeira de inverno. Não deve exceder 2,0 a 3,0 ton ha 1, e só rea ali cá-lo após 
2 a 3an os, mediante mon itoramento da situação química do solo. 
DISTRIBUIÇÃO DO CALCÁRIO 
• a ação neutralizadora do calcário sobre o solo se propaga a pequenas distâncias, tanto no sentido 
vertical e horizontal, ressaltando a necessidade de espalhar uniformemente sobre a suparficie e com 
boa incorporação ao solo, 
. quando a distribuição for desuniforme sobre a superfície do solo, a incorporação não corrigirá este 
dnfnib. Esta problema agravará ainda mais se a incorporação também for dolicient 
18 
• a aplicação de calcário (rocha ou concha) na linha de plantio junto com o NPK, não é recomendada para 
correção da acidez. Apresenta efeito restrito a urna faixa do solo, podendo induzir a deficiência do 
fósforo e potássio. Exceção quando para o fornecimento de cálcio e magnésio, principalmente se este 
último for baixo. 
■ Formas de Distribuição: 
- cocho é o mais recomendado. A d istribu ição é uniforme sobre a superfície do solo. 
- caminhão ou carreta com caçamba. podem ser utilizados, tomando-se os cuidados: o vento pode 
arrastar partículas para outras áreas; a reposição entre as passadas e a desuniformidade na 
distribuição pode causar concentração na parle central e escassez nas extremidades da faixa da 
aplicação; a umidade do solo pode favorecera sua connpactação, ocasionada pelos pneus. 
- plantadeira com facão ou escarificador equipado podem ser usados quando deseja-se incorporar a 
calcário em profundidade, no caso do plantio direto ou pastagem já instalados (manutenção). 
MÉTODO DE INCORPORAÇÃO DO CALCÁRIO 
• para incorporação mais profunda da calcário e quantidades maiores que 5,0 ton ha , os arados de discos 
e de aiveca são mais indicados do que grade aradura e escarificador. (Figura 3). 
• para incorporação menos profunda do calcário e quantidades menores que 3,0 ton ha • , a grade aradura 
e o escarificador são os mais indicados. (Figura 3). 
PROBLEMAS DA MÁ INCORPORAÇÃO DO CALCÁRIO 
. a calagem muito próximo do plantio, apresenta pouco efeito na produção, devido ao pouco tempo para a 
reação do corretivo com o solo. 
. Incorporações mais raias de quantidades maiores que 5,0 ton ha , pode agravar deficiências de macro 
e micronutrientes e limitara desenvolvimento das raízes, com reflexo na produção. 
• calagem em excesso e superficial, resseca o solo, tornando as plantas mais vulneráveis ao veranico e 
pode favorecera desenvolvimento de alguns fitopatogenos (Mal-do-Pé do trigo, etc.). 
Figura 3. Implementos agrícolas na incorporação de calcário no solo 
Fonte: Oliveira, 1989 (não publicado) 
19 
 
 
CALAGEM PARA OUTROS FINS 
• em solo latossolo vermelho eutroférrico (latossolo roxo eutrólico), latossolo vermelho eutrofico 
(latossolo vermelho-escuro eufráfico), argissofo vermelho amarelo eutróko (podzálico vermelho-
amarelo eutrófico), nitossolo vermelho eutráfico (terra roxa eutrófica), cambissolo hápico (cambissolo 
eutrofico), neossolo flúvico eurráfico (solos aluviais eutróficos) e neossolo !itálico eutráfico (solos litálicos 
eutráfico), deve ser feita correção somente nas condições: 
- reposição das bases exportadas pelas produções (Tabelas 10,16 e 17). 
- suprimento do cálcio e magnésio, quando ambos estiverem abaixo do nivel critica (Tabelas 18 e 19). 
- quando a relação Ca + Mg 	, for < 17. 
- quando na relação Ca ./Mg , o magnésio for maior que o cálcio, 
- quando a relação Ca /Mg for muita estreita 1:1, e deseja-se aumentá-la. 
- quando for baixa a participação do cálcio e magnésio na saturação da CTC do solo (L 	9), 
ESCOLHA DO CALCÁRIO 
• na tomada de decisão sobre qual o calcário a ser usado, considerar: a percentagom de cálcio e 
magnésio, gra nu lometria, PRNT e preço por tonelada aplicada na propriedade (Tabelas 11, 015). 
• calcário calcifico - quando a relação Cá /Mg estiver muito estreita, o magnésio ou nivel alto e maior 
que o cálcio (Tabela 11). 
• calcário dolomitico - quando o cálcio e magnésio estiverem abaixo do nivel alto, independente da 
relação Cá /Mg. • (Tabela 11). 
. calcário magnésiano quando a relação Ca 714 estiver muito estreita, o magnésio estiver abaixo 
do nivel alto e o cálcio no nível alto (Tabela 11). 
Tabela 11. Tomada de decisão do calcário a ser usado em função da relação Ca2+11V1g2+ 
Teor no solo 
	
Relação Cal'/M92+ 
CW' 	Mg2 ' 	< 1:1 
	
> 1:1 	> 2:1 	> 3:1 	> 4:1 
Baixo M. Baixo 	Dolomitico 
	
Dolomffico 
	
Dolornifico 
	
Dolomítico 
	
Dobmitico 
Baixo 	Dolomítico 
	
Ddom itico 
	
Dolomitico 	Dolomitico 
	
Dolomitico 
Médio 	Dolomitico 
	
Ddomitico 
	
Ddomitico 	Dolomitico 
	
Dobmitico 
Alto 	Calcifico ou Gesso Calcifico ou Gesso Calcifico ou Gesso Calcifico ou Gesso Calcifico ou Gasto 
Médio M. Baixo 	Dobmitico 
	
Dolomitico 
	
Dolomitico 
	
Dolomitica 
	
Dolomllico 
Dolomítico 
	
Dolomítico 
	
Dolomítico 
	
Dolomítico 
	
Doloniitico 
Ddomitico 
	
Ddomitico 
	
Dolomitico 
	
Dobmitico 
	
Dolornitico 
Calcifico ou Gesso Calcifico ou Gesso Calcifico 041 Gesso Calcifico ou Gesso Calcifico ou Gesso 
Magnesiano 
	
Magnesiano 
	
Magnesiano 
	
Magnesiano 
	
Mingriusitoo 
Magnesiano 
	
Magnesiano 
	
Magnesiano 
	
Magnesiano 
	
Magraisi;ino 
Magnesiano 
	
Magnesiano 
	
Magnesiano 
	
Magnesiano 
Calcifico ou Gesso Calcifico ou Gesso 
• deve usar calcário quando: o Al' troçável estiver presente; quando a relação Ca Ni] ler baixa (Ex. 1:1 
o 2:1 olovar para 3:1); o cálcio e magnésio estiver abaixo do nivel médio. 
. ria rlusiliiuirl du Al' trocável pode-se usar outras fontes cálcio e magnésio com dupla finalidade (Ex. 
formi, Siq inrinsííito tiimples, Yoorin, Fosfato de arad, etc). 
20CALCULO DA NECESSIDADE DE CALAGEM 
• solo argiloso (argila > 360 g Kg-1), usar o método de saturação de bases desejada (Tabela 12), ou 
considerar. (V, = 70%). 
NC = (V, - V, ) x -
T
= ton.ha-1, PRNT 100% 
1D0 
onde: 
- NC = necessidade de calcário (ton. h a-i) 
S = soma das bases trocáveis (Ca'*+Mg'*+ Kl em anol,dm4 
- T = capacidade de troca de cátions (CTC) ou S +(H' +All, em cmol,dm4 
- V, = porcentagem de saturação por bases desejada (depende da cultura e classe de solo) 
- V, = porcentagem de saturação por bases fornecida pela análise =(100x S)/T 
- PRNT = poder relativo de neutralização total 
• solo arenoso (a[gil a < 350g Kg-') usar o método de bases desejada (Tabela 12), não excede-la a 50%. 
INJC ("12 - 	
0 
10 ton ha'', PRNT 100% 
• solo arenoso - apresentando alumínio trocável abaixo do nivel tolerado pela planta, pode ocorrer 
toxidez, devido à baixa saturação de'bases. Pode ser u sada uma das fórmulas abaixo, optando peia que 
apresentar maior quantidade de calcário. De qualquer modo não aplicar quantidade superior á estimada 
para elevação do V% desejado da cultura e/ou solo. 
NC= 2- (Ca2. +Mg2+ )- ton 	PRNT 100% 
NC=(2xPJ3`)-tonha-1, PRNT 100% 
• solo arenoso - não apresentando alumínio trocável, mas a somatória (Ca'*+ Mg1 <2,0 cmoi,c1m-' , 
usar a fórmula abaixo. 
NC 	(Ca'+ Md+ ). fon ha-I, PRI+11 100% 
INTERPRETAÇÃO DO COMPLEXO DE ACIDEZ E SATURAÇÃO DO SOLO 
Tabela 12. Limite de saturação por base e alumínio trocaval no solo para as culturas. 
Cultura 
Saturação por base V% Saturação por 
Al" % 
Al" dm-2 
Argiloso- Arenoso* 
Soja TO 50 M. Baixa < sp Não tóxico < 0,10 
Milho 70 50 Baixa 5,1 - 10,0 Pouco tóxico 0,11 - 0,50 
Algodão 70 50 Média 10,1 - 20,0 Tóxico 0,51 - 1,0 
Feijão 70 50 Alta 20.1 459 muita tóxico 1,1 - 2,0 
Trigo 60 50 M. Afta > 45,0 Altamente tóxico > 2,0 
• solos argilosos com teores de argila > 360 g Kg' e arenosos < 350 g Kg"' 
Fonte: Oliveira et ai 1989; Raij, 1991; Embjpa, 1999. 
Tabela 13. Níveis de interpretação da saturação por bases e pH do solo, independente da cultura. 
Níveis ou classes Saturação (V%) Acidez pH CaCI: 0,01M Acidez 	pH em H20 
M, Baixa < 25 M. alta < 4,3 M. alta 	< 4,5 
Baixa 26 - 50 Alta 4,4 -5,0 Alta 	4,6 - 5,0 
Média 51 - 70 Média 5,1 - 5,5 Média 	5,1- 6,0 
Alta 71 -90 Baixa 5,6 - 6,0 Fraca/neutra 	6,1 - 7,0 
M. Alta > 90 M. baixa > Alcalina 	> 7,0 
Fonte: Oliveira et ai 1959: Raij, 1991: Ernbrapa, 1999. 
21 
Baixo 
Médio 
Alto 
Alto M. Baixo 
Baixo 
Médio 
Alto 
 
 
CÁLCIO E MAGNÉSIO 
CARACTERÍSTICAS E CLASSIFICAÇÃO DOS PRINCIPAIS 
CORRETIVOS E FONTES DE CÁLCIO E MAGNÉSIO 
Tabela 14. Garantia mínima do gesso agrícola e dos principais corretivos, com capacidade para 
neutralizar a acidez do solo. 
Fonte Fórmula 
Teores de Nutrientes Equivalente 
CaO MgO CaCO2 
<>/u 
Calcário calcifico CaCO3, 56,0 -- 100 
Calcário dolomitico CaCO3, MgCO3 30,4 21,9 109 
Calcário magneslano MgCO3 -- 47,8 119 
Calcário de concha CaCO3, 54,0 0,32 -- 
Hidróxido de cálcio Ca(OH), 75,7 135 
Hidróxido de magnésio Mg(OH), ._._ 65,1 172 
Óxido de cálcio CaO 100,0 -- 179 
Óxido de magnésio MgO - 100,0 248 
Silicato de cálcio CaSiO, 48,3 -- 86 
Silicato de magnésio Mg310, - 40,2 100 
Gesso agrícola* CaS0,,, 2 H,0 28-30 
' não considerar como corretivo, pois não neutraliza a acidez do solo. 
Fonte: Raij , 1991. 
Tabela 15. Classificação dos corretivos quanto a concentração de Mg(, CeO e PRNT. 
Calcário MgO • % Cal] - % Grupo PRNT % 
Calcifico < 5 <40 Calcário A 45,0-60,0 
Magnésiano 5 -12 30 - 40 Calcário B 60,1 - 75,0 
Colomitico 712 25 - 30 Calcário C 75,1 - 90,0 
Calcário O > 90,0 
Fonte: Anda, 1986. 
CÁLCIO E MAGNÉSIO: QUANTIDADE DE EXTRAÇÃO E 
INTERPRETAÇÃO DOS TEORES EM SOLOS E FOLHAS 
Tabela 16. Quantidade média de cálcio (Cal extraído pelas culturas. 
Cultura 
Produção - ton Extraído • kg ha"' 
Grãos Resíduos Grãos Resíduos Total 
Soja 3,0 6,0 9,0 55,2 64,2 
Milho 6,4 0,4 35,6 36,0 
Algodão 1,3 11,0 50,0 61 
Feijão 1,0 2,0 4,0 50,0 54 
Trigo 3,0 5,0 3,0 13,0 16 
Fonte: Malavolta, 1980: Embrapa, 1999. 
Tabela 17. Quantidade média de magnésio (Mg') extraído pelas culturas. 
Cultura 
Produção - ton ha"' Extraído -. kg ha"' 
Grãos 	Resíduos Grãos Resíduos Total 
Soja 3,0 6,0 6,0 28,2 34,2 
Milho 6,4 _ 10,0 38,0 48,0 
Algodão 1,3 - 4,9 7,9 12,8 
Feijão 1,0 2,0 4,0 14,0 18,0 
Trigo 3,0 5,0 9,0 5,0 14,0 
Fonte: Malavoita, 1980; Embrapa, 1999 
Tabela 18. Níveis de interpretação dos teores de cálcio (Cal, magnésio (Mgl e CTC na 
ANÁLISE DE SOLO, independente da cultura e solo *. 
Níveis ou Classes 
Nutriente 
Ca" Mg" Ca,. * mg2. CTC 
cmol dm"' 	
 
M. baixo - < 0,40 < 2,40 < 5,00 
Baixo < 2,00 0,40 - 0,60 2,40 - 2,60 5,00 - 8,00 
Médio 2,00-4,00 0,61-0,80 2,61 - 4,80 8,01 -15,00 
Alto >4,00 > 0,8 > 4,80 15,01 - 20,00 
M. Alto - > 20,00 
Fonte: Fonte: Embrapa, 1999; Oliveira et al 1989. 
* Esses níveis são gerais e podem ter significado diferente dependendo da CTC do solo, Para uma 
adequada interpretação dos teores, deve ser considerada a porcentagem de saturação do 
nutriente no complexo de troca. 
Tabela 19. Níveis de interpretação dos teores de caldo (Cal e magnésio (111?) na ANÁLISE FOLIAR, 
considerado adequados para as culturas. 
Cultura 
Níveis ou Classes 
Ca" 	 Mgf' 
	 g kg-1 	 
Soja 	 4,0 - 20,0 	3,0 - 10,0 
Milho 	 2,5 - 40,0 	2,5 - 4,0 
Algodão 	30,0 - 40,0 	4,0 - 5,0 
Feijão 	15,0 - 20,0 	4,0 - 7,0 
Trigo 	 14,0 	 4,0 
quando os resultados da análise foliar 
apresentar abaixo do nivel adequado, adubar 
via foliar ou solo, corrigindo a deficiência na 
cultura e prevenindo para a próxima. 
Fonte: Malavolta, 1989; Embrapa, 1999. 
22 	 23 
 
 
CÁLCULOS: EQUILÍBRIO DO CÁLCIO E MAGNÉSIO NO CORRETIVO 
• a análise do solo revelou relação Cal+/Mg2+ de 4:1 e necessidade de aplicar 8,0 fon ha' de calcário. 
produto A) CaO = 32% e Mg0. 18% (calcário doíam ítico) 
produto B)Ca0= 55% (calcário calcifico) 
produto C) Ca0= 28% (gesso agrícola) 
manter a relação de 4:1 (CilMg"), no solo 
• produto A: quantidade de Ca2' e Mg" aplicado 
1% CaO --- 0,01783 crnol,drri4Ca" 
kg hal Ca'*= 0,01783 x 32 x 8 =4,56 cmol,drn-3 Ca" 
1% MgO 	0,0248 cmol,drri'Mg" 
kg ha4 Mg'= 0,0248 x 18 x 8 . 3:57 cmoldm"'Mg" 
relação Ca"/Mg" no produto .4,56 /3,57 =1,27 
-• produto B: quantidade de Ca" aplicado para manter a relação 4 :1. 
aplicar .3,57 x4 . 14,28 crnoldrede Ca2' 
falta fornecer 14,28 - 4,56 .9,72 cmol,cirri 'de Ca' ao solo 
produto B fornece em uma ton = 0,01783 x 55 x 1,0 = 0,98 cmol,drrr Ca" 
compl ementar com = 1,0 x 9,72 / 0,98 = 9,9 ton ha' do produto B 
• produto C: quantidade de Ca" aplicado para manter a relação 4 :1. 
aplicar= 3,57 x 4 =14,28 crnoldm''de Ca" 
falta tom ecer . 14,28 -4,56 = 9,72 cmol,drede Ca' ao solo 
produto C lornece em u m a ton = 0,01783 x 28 x 1,0 = 0,50 cmol,drrrde Ca2' 
complementar com =1,0 x9,72!0,50 =19,4 fon ha-1 do produto C 
• Conclusão: após a aplicação de 8,0 ton ha-, de calo, dolomitico, a relação Cal' Mgr obtida é de 1,27/1 
Para ajustá-la em 4:1, adicionar 9,9 ton ha-' de calcário calcifico ou 19,4 ton ha-' de gesso agrícola. 
CÁLCULOS: EQUILIBRIO DO CÁLCIO NO SOLO 
• participação na CTC 
a análise revelou participação do Ca2' na CTC de 35% (5,73 ernoldml. Equilibrá-la para 50%. 
• produto A: quantidade para elevara participação do Ca' na CTC a 50%, 
aplicar = [(5,73 x 50)/35] -5,73 .2,46 cmoLdrede Ca2' 
produto A fornece em u m a ton = 0,01783 x 32 x 1,0 = 0,57 cmol,dni'cle Ca" 
aplicar 1,0 x 2,46 / 0,57. 4,3 íon ha-l do produto A 
• produto B: quantidade para elevar a participação do C& na CTC a 50%. 
produto B fornece em uma ton = 0,01783 x55 x 1,0 .0,98 emolcdrede 
aplicar = 1,0 x 2,46 1 0,98 = 2,5 ton ha' do produto B 
• produto C: quantidade para elevar a participação do Ca' na CTC a 50%. 
produto C fornece em uma ton = 0,01783 x 28 x 1,0. 0,50 cmckdrrr de Ca' 
aplicar = 1,0 x 2,46 /0,50 = 4,9 ton ha'' do produto C 
• elevar nivel desejado 
a análise revelou nivel de 2,0 cmol,drif' de Ca'. Elevar para 6,0 cmoi,drri'. 
▪ produto A: quantidadepara elevar ao nível de 6,0 emolVdm-'. 
aplicar = (6,0 - 2,0) = 4,0 cmol,dm"' de Ca' 
produto A fornece em uma ton = 0,01783 x 32 x 1,0 = 0,57 cmoldrede 
aplicar =1,0 x4,0!0,57 = 7,0 ton 	do produto A 
• produto 8: quantidade para elevar ao nível de 6,0 cmoLdrri'. 
produto Bfornece em uma ton. 0,01783 x 55 x 1,0 = 0,98 cmoldm-'de Ca" 
aplicar =1,0 x4,0 / 0,98 = 4,1 ton ha-I do produto B 
• produto C: quantidade para elevar ao nivel de 6,0 cmol,dm-'. 
produto C fornece em uma ton .0,01783 x 28 x 1,0 = 0,50 crnol,clrede 
aplicar =1,0 x4,0 /0,50. 8,0 ton há' do pro$uto C 
• relação Cd'IMg» 
a análise revelou nível de 3,0 anoldrri'de Ca'e 3,0de Mg", com relação de1:1(baixa), Elevar para 4:1. 
• produto A: quantidade para elevara rel ação 4:1, 
aplicar .[(3,0 x 4) - 3,0] = 9,0 cmol,d rn-' de Ca' 
produtoA fornece em uma ton = 0,01783 x 32 x 1,0 = 0,57 cmol,drede 
aplicar = 1,0 x 9,0 /0,57= 15,8 ton ha-I do produto A 
• produto B: quantidade para elevara relação 4:1. 
produto °fornece em uma ton = 0,01783 x 55 x 1,0 = 0,98 emoldre de Ca' 
aplicar. 1,0 x 9,0 / 0,98 = 9,2 ton ha-' do produto B 
• produto C: quantidade para elevar a relação 4:1. 
produto C fornece em uma ton = 0,01783 x 28 x 1,0 = 0,50 cmol,d rn-' de Ca" 
aplicar =1,0 x 9,0 / 0,50 =18,0 ton ha-' do produto C 
CÁLCULOS: EQUILÍBRIO DO MAGNÉSIO NO SOLO 
• participação na CTC 
a análise revelou participação do M g' na CTC de 3% (1,70 crnoldm4). Equilibrá-la a 10%. 
• produto A: quantidade para elevara participação do Mg"n a CTC a 10%. 
aplicar =1(1,70x 10)13] -1,70 = 3,97 cmold rr'de Mg2' 
produtoA fornece em uma ton = 0,0248 x 18 x 1,0.0,45 emol,dni'd e Mg" 
aplicar. 1,0 x3,97 /0,45= 8,8 ton ha' doprodutoA 
• elevar nível desejado 
a análise revelou nivel de 0,50 emol., dm-'de M92'. Elevá-lo para 2,0 cmol,dm4. 
• produto A: quantidade para elevar ao nível de 2,0 crnol,c1m4 
aplicar = (2,0 - 0,5) =1,5 cmol,dnr de Mg" 
produtoA fornece em uma ton = 0,0248 x 18 x 1,0 = 0,45 cmoldni' d e Mg" 
aplicar =1,0 x 1,5 /0,45 = 3,3 ton ha-' do produto A 
24 
	 25 
 
 
• relação Ca'/M? 
a análise revelou nível de 15,40 cmol, dm"' de Ca'' e 0,50 cmol, drn4 de Mg'', com uma relação de 30,8:1' 
(muito alta). Diminui-la para 4:1, 
• produto A: quantidade aplicar para diminuir a relação para 4:1, 
aplicar = [(15,414)/1] - 0,50=3,35 cmol,drrikle 
produto A fornece em uma ton = 0,0248 x 18 x 1,0 = 0,45 cmol, d m4de 
aplicar = 1,0 x 3.3510,45 = 7,44 ton/há-' do produto A 
▪ LEMBRETE - Para cada 1% de CaO em um produto, quando se aplica 1,0 ton 	adiciona-se ao saio o 
equivalente a 0,01783 cmo1,41nr de cálcio. 
▪ LEMBRETE- Para cada 1% de Mg0 em um produto, quando se aplica 1,0 ton há', adiciona-se ao solo o 
equivalente a 0,0248 cmol, dm' de magnésio. 
A POLÊMICA DA RELAÇÃO CÁLCIO : MAGNÉSIO 
. na prática se houver magnésio efou cálcio suficiente, a relação é despraz ivel, 
. se os teores de cálcio e magnésio forem baixos, a adubação potássica julora agravar suas doficiências. 
• a literatura nacional e internacional mostra que as produções das culturas não são afetadas por essa 
relação, entre valores que variam de 1:1 ate 25:1, desde que nenhum dos dois nutrientes estejam 
próximos aos níveis baixos, 
. a relação Ca27Mg2* tem pouco efeito na produção das culturas, desde que ambos não estejam abaixo 
do nível critico e haja a presença do alumínio trocava' no solo, 
• deve considerara relação entre o (CaP+Ii.1?)1K*, 
. no caso de solos com CTC média, alta e muita alta (Tabela 18), a porcenlagorn do saturação, 
considerada adequada é de 50 a 70% para o cálcio, 10 a 15% para o magnésio e 4 a 5% para o potássio 
(Tabela 9). A saturação destes elementos varia em função da capacidade tampão do solo. 
▪ no caso de solos com CTC baixa e muita baixa (Tabela 18), a porcentagem de saturação, wi isiderada 
adequada é de 30 a 40% para o cálcio, 7,5 a 12,5% para o magnésio e 2,5 a 5% para o potássio 
(Tabela 9). A saturação destes elementos varia em função da capaci dada tam pão do solo. 
GESSO AGRÍCOLA 
CONSIDERAÇÕES GERAIS 
. além do calcário, o gesso agrícola constitui em importante fonte no fornecimento de cálcio e enxofre às 
plantas (Tabelas 14 e 37). Não apresenta efeito corretivo da acidez. 
• o uso do gesso na melhoria do ambiente radicular da planta, deve ser feito com base no conhecimento das 
características químicas e textura do solo, Recomenda-se quando a camada subsupeificial apresentar 
nível < 0,3 cmol,drri'de cálcio: alumínio > 0,5 cmol, dm e > 20% na saturação da CTC do solo, 
▪ em solo arenoso com < 150 g Kg"' argila, CTC < 3,0 emol, d e < 15 g dm"' de matéria orgânica, o risco 
de desequilíbrio nutricional, pelo uso de alta quantidade é grande, devido o excesso de cálcio em 
relação ao magnésio e potássio. 
• a aplicação deve ser feita a lanço, com o mesmo equipamento e cuidados com a distribuição e 
incorporação dispensadas ao calcário. O produto deve estar seco, 
• o uso do gesso agrícola associado ao calcário minimizai) possível desequilíbrio nutricional. 
CÁLCULO DA NECESSIDADE DE GESSO AGRÍCOLA 
. com base no teor de argila do solo, usar uma das propostas abaixo. 
-NO = 0,004 x g Kg' argila = ton h ou 
- solo arenoso < 150 g Kg-I argila, NG = 0,5 ton ha' 
- solo arenoso 160 - 350 g Kg'' argila, N G =1,0 ton hã1 
- solo argiloso 360 600 g Kg"' argila, NG 1,5 ton h 
- solo argiloso > 600 g 	NG = 2,0 ton h ã' 
• gesso coma fonte de enxofre utilizar 200 kg ha-' 
NITROGÊNIO 
CONSIDERAÇÕES GERAIS 
. estima-se que o índice de aproveitamento pela planta seja de 70 a 90%, quando bem incorporado. 
. para maximizar o 3_proveitamentódo_nitnagènio _peia planta de fundamental importância o 
parcelamento e a incorporação adequada aia solo, tantc_3.por ocasião dp.plantio, como em coberkira, - 
• os processos de imobilização e mineralização são influenciados pela relação_c/M (baixa favorece a 
mineralização e alta a imobilização), manejo dos resíduos (na superfície demoram mais para se 
decompor do que incorporados), temperatura do solo (ideal é 25° a 30°C), regime de água e/ou 
aeração, pH (maior decomposição em pH > 5,0) atear de nutrientes no solo, 
▪ não existe uma metodologia de análise de solo para fornecer índices confiáveis de nitrogênio 
disponível para as plantas. 
• a aplicação de quantidade elevada de nitrogênio não é recomendada, independentemente da cultura e 
classe de solo. Pode.prejudiear-aseurlinação das sementes (devido a s ali n ização, a pressão os meifica 
elou da elevação temporária do pH do solo . Aue, favorece o desenvolvimento de microorganismos 
fitopatoakniços),Jakrn comot_aperda do nitrogênio por lixiviação e volatifização, 
▪ a matéria orgânica contribui com 95% ou mais do nitrogénio do solo, dependendo da mineralização do 
nitrogénio orgânico e dos fatores climáticos. 
• capacidade da matéria orgânica fornecer nitrogênio ao solo: 1% de M.O. contribui com 20 kg/há-' de 
nitrogênio. Ex.: solo com 40 g drrf'M.O. x 2 = 80 kg hal de nitrogênio disponível por um período de um ano. 
CICLO DO NITROGÊNIO 
Incorporação 
solo tímido 
UREASE 
r 	 
Forma amonlacal 
(NH,),S0, 
URÉIA Amónia 
NH, 
lon amónlo ■ 
(Vola(ilização) (na solução) 
(solos drenados) 
NITRIFICAÇÃO 
acidifica o solo< 
(Volatilização) 
N, N20 	(Solos Inundados), 
DENITRIFICAÇÃO 	 
(na solução) 
NO3 
íon 
(Lixiviação) 
NO,- ou NH4- : forma preferencial de absorção da planta, dependendo da concentração. 
PERDAS DO NITROGÊNIO 
. fatores climáticos após a adubação tais como: alta temperatura, intensidade e distribuição da 
pluviosidade, umidade relativa do are evapotranspiração, favorecem as perdas do nitrogênio. 
• lixiviação - estima-se o caminhamento do nitrato no solo na ordem de 0,5 mrnImm de chuva em solo 
argiloso e mais de 3,0 mm/mm de chuva no solo arenoso. 
• volatilização - estima-se perda em média de 16% ou mais. 
. em solos com pH > 7,0 os adubos em forma amoniacal aplicados na superfície, estão sujeitos a perda 
por volatilização. 
• Forma nítrica 
(Maior lixiviação) 
21I 	 27 
 
 
• a uréiaquando aplicada na superfícle esta sujeita a perda mesmo em solo ácido, 
• as perdas serão maiores se for colocado sobre os resíduos das plantas (plantio direto), ou quando 
aplicado em solo úmido, seguido de vários dias de sol, devido a maior evaporação da água. 
▪ para minimizar as perdas de nitrogênio, o adubo deve ser aplicado de modo que a planta o receba no 
período em que possa ser prontamente absorvido e seja levemente incorporado ao solo. (até 5,0 em 
de profundidade). 
• solos compactados aumenta o risco de denitrificação. 
RESPOSTA E PARCELAMENTO DO NITROGÉNIO 
• não existem níveis críticos de nitrogênio no solo, O mesmo varia com a estação do ano, época de 
amostragem, umidade e classes de solo, etc. A adubação de plantio e cobertura deve ser feita com 
base nas Tabelas 22, 23 e 25. 
• baixa resposta - solos em pousio por dois ou mais anos; após pastagens ou rotação de culturas com 
leguminosas e uso constante de quantidades elevadas de adubos orgânicos. 
• média resposta - solos ácidos ou recém corrigidos com calcário; plantio esporádico com leguminosa, 
pousio de um ano e uso de quantidades moderadas de adubos orgânicos. 
• alta resposta - solos bem corrigidos com calcário e com boa disponibilidade de fósforo e potássio; 
cultivos após gramíneas ou cultura não fixadora de nitrogênio; áreas nos primeiros anos de plantio e 
solos arenosos. 
• no caso da necessidade de aplicação de quantidade elevada de nitrogênio, antecipara aplicação em 
cobertura para 15 a 20 dias após a emergência das plantas, 
• para aumentara eficiência do nitrogénio, além da incorporação, uma prática de manejo recomendada 
é o parcelamento da dose de acordo com a necessidade da cultura, característica do solo e clima. Em 
geral, deve ser usado o maior número de parcelamento (2 a 3), para altas doses (> 120 kg ha"' N); em 
solo arenoso; argiloso com baixa CTC; época de chuva intensa e variedade de ciclo longo. Um 
número menor (1 a 2), deve ser feito para baixas doses (< 120 kg hd N); em solo de textura média 
argilosa; argilosa com alta CTC; época de chuva de baixa intensidade, variedade de ciclo curto. 
FORMAS DE APLICAÇÃO 
• no plantio 
- na linha de plantio incorporado. 
a lanço na superfície, incorporado com grade ou máquina de plantio para decomposição dos 
resíduos de gramíneas no preparo convencional, preparo mínimo e plantio direto. 
• em cobertura 
- na linha ao lado das plantas, incorporado e como solo úmido. 
- na linha ao lado das plantas ou a lanço na superfície, com osolo úmido e o tempo nublado. 
• via foliar 
- diluído em água. (a concentração depende de cada cultura- Tabela 23). 
CONTRIBUIÇÃO DA MATÉRIA ORGÂNICA 
• o teor de matén a orgânica pode ser um indicativo da textura do solo. 
valores < 15 g drri)- solos arenosos. 
valores 16 a 30 g dre- solos de textura média. 
valores 31 a 60 g dre - solos argilosos. 
valores > 61 g dm4- indicam acúmulo de matéria orgânica no solo, 
NITROGÉNIO: CARACTERÍSTICAS DOS FERTILIZANTES, EXTRAÇÃO, 
INTERPRETAÇÃO (SOLO E FOLHA) E RECOMENDAÇÃO. 
Tabela 20. Garantia mínima dos principais fertilizantes que contém nitrogênio. 
Teores dos Nutrientes Equivalente Indico 
Fonte• 
N P205 Ca" fílg• 5 CaCO3" salino*" 
% -kg-- 
Uréia 45 -- -- - 	84 75 
Sulfato amônio 20 - - 24 -110 69 
Nitracál cio 21 - 5 3 - - 	28 61 
Fosfato mono amônica(MAP) 9 48 - 	65 30 
Fosfato diamônico(DAP) 16 45 - - 70 34 
Nitrato de sódio 16 - + 29 100 
Cianamida de cálcio 18 38 - + 51 
Nitrato de cálcio 14 - 1.9 - + 19 65 
Amônia anidra 82 - - - -148 47 
Nitrato de amônia 32 - - 58 105 
Cloreto de amônio 25 - - 140 
• Todas as fontes são solúveis em água. 
*" Equivalente CaCO,: (sinal- )kg de carbonatos necessários para neutralizara acidez provocada 
por 100 kg de adubo, sinal 4-) alcalinidade equivalente. 
-* índice salino: tendência para aumentara pressão osmotica da solução do solo, em números relativos. 
Fonte: Citado Rai], 1991. 
Tabela 21 Concentração média de nutrientes nos materiais orgânicos. 
Fonte Matéria Seca 	N P2O5 
%-- 
Cama de ave (1 e 2 lote) 70 	 3,0 3,0 2,0 
Cama de ave (3 lote) 70 	 3,2 3,5 2,5 
Cama de ave (6 lote) 70 	 3,5 4,0 3,0 
Esterco de suíno, solido 52 	 2,1 2,8 2,9 
Esterco de bovino, fresco 15 	 1,5 1,4 1,5 
Palha de café 1,0 -1,5 1,0 2,0 
Cama de ave poedeira 5,0 3,0 1,5 
kg m' chorume 
4,0 1,6 Esterco de suíno, liquido 6 	 4,5 
Fonte: Raij, 1991. 
Tabela 22. Quantidade média de nitrogênio extraído pelas culturas. 
Produção - ton 
Cultura 
Extraído - kg hal 
Grãos Resíduos 	Grãos Resíduos Total 
Soja 	 3,0 6,0 	153,0 192,0 345,0 
Milho 	 6,4 122,0 183,0 305,0 
Algodão 	 1,3 29,0 54,0 83,0 
Feijão 	 1,0 2,0 	35,0 67,0 102,0 
Trigo 	 3,0 5,0 	75,0 50,0 125,0 
Fonte: Malavoita, 1980; Ernbrapa, 1999. 
28 
	 29 
 
 
kg - ha-1 -- 
Soja 00 a 20 00 
Normal 	20 a 40 60 a 120 
Milho C 
Safrinha 10 a 15 30 a 45 
Algodão 10 a 15 30 a 50 
Feijão 10 a 15 30 a 60 
Trigo 10a30 20 a 30 
inocular a semente com inocula* especifico 
15 a 20 dias da emergência das plantas, solo com boa umidade. 
15 a 20 das ela emergência dm plantas, solo corri boa umidade. 
30 a40 das da emergência das plantas, solo com boa umidade. 
15 a 30 das da emergência das plantas, sob coro boa umidade e superficial. 
20 a 30 dias da emergência das plantas, sob com boa umidade e superficial. 
Matéria orgãnica 
g dm4 
X14 
15 - 25 
26 - 35 
36 - 60 
> 61 
Observação 
* para transformar carbono em 
matéria orgânica: 
M.0 (g dm-3)=1,72 x Carbono, 
*para percentagem dividir por 10 
M.O. (g dm- ): 10= M.O. (%) 
Tabela 23. Níveis de interpretação dos teores de nitrogénio na ANÁLISE FOLIAR considerado adequados 
para as culturas, e a sua tolerância á concentração de uréia em pulverização foliar. 
Nitrogénio 	 Concentração de Uréia 
Uréia 
Observação 	 Cultura 
Fonte: ISIalavoIta, 1989, Embrapa, 1999. 
Tabela 24. Níveis de interpretação da matéria orgânica na ANÁLISE DO SOLO. 
Níveis ou Classes Carbono 
M. Baixo <9 
Baixo 9-14 
Médio 14 - 20 
Alto 20 - 35 
M. Alto > 35 
Fonte: Embrapa, 1999; Oliveira et al 1989. 
Tabela 25. Quantidade de nitrogênio recomendado para adubação das culturas. 
Época de aplicação 
Cultura 	 Época de aplicação / Condições Plantio Cobertura 
Fonte: Embrapa, 1999; Oliveira et al 1989; IAPAR, 2000. 
30 
FÓSFORO 
. estima-se que o índice de aproveitamento pela planta seja 	40 %,) 
CONSIDERAÇÕES GERAIS 
• as formas de fósforo mais solúvel ou disponível ocorrem na 	'ffede pH em H,0 entre 5,5 a 7,0. 
• aspectos de maneja que devem ser considerados para maximizara eficiência do fósforo:0 
1) porcentagem de fósforo solúvel em relação ao fósforo total. 
- fontes mais eficientes têm sido as solúvel acidulados (superfosfatos e fosfatas de amónia). 
- Fosfatos com alta solubilidade em ácido cítrico (termafosfato e fosfatas de alta reatividade como 
Gafsa, Arad e Daoui), têm mostrado eficiência similar aos solúveis. 
- fosfatas naturais brasileiros (Patos, Catalão, Alvorada, Araxá, Abaete, Tapira), apresentam baixa 
eficiência em relação aos solúveis, melhorando um pouco por volta de 10 anos. 
2) fosfatas solúveis têm sua eficiência agronômica aumentada, quando: 
- aplicados após a calagem adequada; na forma granulada e de maneira localizada no sulco de plantio 
(cuja fin al id ade é diminuir a taxa de fixação). 
3) fosfatos naturais de baixa solubilidade (ígneos), apresentam razoável eficiência agronómica em 
pastagem; 
- culturas perenes; plantas tolerantes á acidez elou de baixa exigência em fósforo, quando: 
- a distribuição e incorporação (atado e grade) for uniforme e em forma de pó finamente moldo. Aplicar 
o calcário quando necessário apenas para a correção da deficiência de cálcio e magnésio. 
4) é relevante quando usar fosfato natural e calagem, que a aplicação do calcário seja feita 
preferencialmente, após 3 a 4 meses da incorporação do fosfato natural. 
FIXAÇÃO 
estima-se que 80 a 95% pode ser fixado ao solo. 
s em solo ácido, o fósforo reagupmos oxklos de ferro, manganês e alumínio para formar produto 
insolúvel,tornando-o menos disponível, 
▪ em sáto.a0M_Sa9jagem excessiva, o cálcio reage com o fósforo, diminuindo a disponibilidade deste à 
inedida queo_pHfica acima 7;0. 
▪ ã diiponibilidade do fósforo para as plantas é maior no solo arenoso e menor no argiloso devido aos 
teores de argila, sesquióxido de ferro e alumínio que são componentes do solo, fixadores. 
CORREÇÃO E FORMA DE APLICAÇÃO 
. em solos com disponibilidade muito baixa, baixa e média (Tabela 29), aplicar preferencialmente na linha 
de plantio, incorporado, onde as raizes das plantas possam interceptá-lo (correção gradual na 
manutenção). 
• solos com disponibilidade alta e muita alta (Tabela 29), além de aplicar na linha de plantio, também pode 
ser aplicado a lanço na superfície do solo incorporado com grade ou máquina de plantio, onde as raizes 
das plantas possam interceptá-lo. 
. a correção com fósforo deve ser feita em solo com plantio direto, ou em adequação para plantio 
direto quando apresentar nível inferior a 2,0 mg dm4 para solo argiloso e 5 -,0 mg dm4 para solo 
arenoso, visando elevar para 6,0 e 9,0 mg dm', respectivamente. 
• no plantio direto, preparo mínimo e convencional aplicar a lanço na superfície incorporado com grade 
ou máquina de plantio. O mesmo tem baixa mobilidade no solo, levando em média 6 meses para 
movimentar 0,5 cm. 
. quando adota-se a rotação de culturas, aplicar a lanço na superficie antes do cultivo de inverno (a 
semeadura fará a incorporação). A matéria orgânica decompondo-se, libera os ácidos que solubilizam 
o fósforo disponibilizando-o para as plantas. 
. no caso plantio direto estabelecido, para correção mais profunda (10 a 20 cm), aplicar no cultivo de 
verão utilizando máquina de plantio com facão, regulado para essa profundidade. 
. no caso dos fosfatos naturais, não aplica-los junto com o calcário, pois pode não ocorrer a sol ubilização 
31 
Cultura 	 
Níveis ouClasses 
g k -1 	 
Soja 45,0 - 55,0 
Milho 27,5 - 32,5 
Algodão 32,0 - 40,0 
Feijão 30,0 - 50,0 
Trigo 30,0 - 33,0 
'quando os resultados da análise foliar 
apresentar abaixo do nivel adequado, 
fazer a adubação via foliar ou solo, 
corrigindo a deficiência na cultura e 
prevenindo para a próxima. 
Soja 
Milho 
Algodão 
Feijão 
Trigo 
0,6 - 2,4 
2,4 - 6,0 
0,5 - 0,7 
2,4 - 9,6 
 
 
pelos ácidos do solo, com baixa liberação e/ou fixação do fósforo pelo cálcio. Neste caso, aplicara larica 
primeiro o fósforo e i ncorporar com grade, depois de 3 a4 meses aplicara calcário. 
. os fosfatos naturais de baixa solubilidade (patos de minas, araxã, etc.) produzem efeitos modestos. 
Melhores resultados são obtidos com os de alta reatividade (arad, gafs a, daoui, etc.), 
• quando das recomendações para a adubação de plantio (Tabela 31) prevê-se unia correção gradual do 
fósforo no solo ao longo do tempo. 
CRITÉRIOS PARA CÁLCULO DE CORREÇÃO DO FÓSFORO 
• curva de resposta económica é a relação entre a produção e o nutriente aplicado. 
• em função do teor de argila - para cada 10,0 g Kg' de argila, utilizam-se 4,0 kg M' de pp, solúvel, 
Ex. solo 780 g Kg' argila 
fonte de fósforo: superfosfato simples (18% P,O,), eficiência de 40% 
PA= (780 x4,0/10) x (100/40) = 780 kg ha' de fósforo solúvel, com teor 100% 
PA= 780 x 100/18 = 4.333 kg ha"-' superfostato simples 
■ elevar ao nível desejado, 
Ex. análise revelou 1,0 mg drn-3de (P), em gue deseja-se corrigir para atingir 6,0 mg d&, portanto, falta 
adicionar 5,0 mg drrf'. 
transformar 5,0 mg difi'em kg halde P = 2 x 5,0 =10,0 kg ha' 
transformar P em kg ha' de P,O,= 10,0 x 2,29 = 22,9 kg hal 
A -fonte de fósforo: superfosfato simples (18% PA), eficiência de 20% 
PA= 22,9 x 100 / 20 = 114,5 kg ha' de fósforo solúvel, com eficiência de 100% 
p0,-- 114,5 x 100118 - 636,110 kg ha' superfosfato simples 
B - fonte de fósforo: su perfasfato triplo (41% P,O,), eficiência de 20% 
P20,-= 22,9 x 100/20 =114,5 kg ha' de fósforo solúvel, com-efidência de 100% 
PA- 114,5 x 100/41= 279,27 kg há' superfosfato triplo 
. Lembretes: -1,0 m g dni' de P = 2,0 Kg há-Ide P 
P205 mg d 	P mg drn' x 2,29 
FÓSFORO: CARACTERÍSTICAS DOS FERTILIZANTES, EXTRAÇÃO, 
INTERPRETAÇÃO (SOLO E FOLHA) E RECOMENDAÇÃO. 
Tabela 26. Garantia mínima dos principais fertilizantes que contém fósforo, 
Fonte 
Teores de Nutrientes - % 
Indica 
N salino 
P205 
Ca"' Mg0 S 
Total 
CNA 	Acido 	Cal)* 
+ 	Cítrico Água 
Água 	2% 
Superfosfato simples 18,5 18 18 16 28 18 - 10 - 8 
Superfosfato triplo 41,5 41 41 37 17-20 12-14 - 1 -- 10 
Fosfato monoamônio (MAP) 48,5 48 48 44 - 	9 30 
Fosfato diarnônio (DAP) 45,5 45 45 42 -- 16 34 
Termofostato Yoorin 18 16,5 28 20 15 -- 
Fosfato Reativo Arad 33 6 10,5 52 37 0,12 1 
Fosfato Reativo Marrocos Daoui 32 9 52 36 0,5 - 
Fosfato Reativo Gafsa 29 10 45 32 0,9 3,2 
Fosfato Natural Patos de Minas 24 5 28 20 - - 
Escória de Tharnas 18,5 12 44,6 32 
Ácido Fosfórico (H,P0,) 52 51 -- 50 
Multifosfato Magnésiano (MFM) 18 18 3,5 11 
Obs.: os números em negritos são gera ntia rnin ima legai e serão utilizados nos calculas da fosfatagem. 
'nem todas as fontes contém a forma CaO. A equivalência em CaO, foram obtidas a pedir da conversão do Ca'. 
tonto: Citado Raij, 1991. 
32 
Tabela 27. Legislação sobre extratores na determinação da garantia mínima de fósforo (P,0,) 
nos produtos comerciais. 
Produtos Fosfatados 	 Extrator de PP, 
Exigência x 
	
'6 de PPS Extrator 
(exemplo) 
Acidulados isolados 
Ex. MAP, DAP, Superfosfato simples, Superfosfato 
Triplo 
Parcialmente acidulados 
Ex. Fosfato acidulado parcialmente solúvel (FAPS): 
Fosfato natural parcialmente acidulados (FHPA) 
CNA' + Água 
Água 	 
Total 	 
	
CNA + Água 	 
Água 	 
 
Superfosfato simples 
	 18 % 
16 % 
FNPA 
20% 
9 % 
5% 
 
 
 
 
 
 
Ex.: Fórmula 0-20-20 c/ 
fosf, reativo a 40% de 
Ácido cítrico 2%' 	11% 
P20s, solúvel em água 
Água 
	
8% 
'CNA = citrato neutro de amónia, 
Tabela 28. Quantidade média de fósforo (P) extraído e exportado peias culturas. 
Produção - ton 	 Extraído - kg ha-' 
Grãos 	 Resíduos 
	
Grãos 	Resíduos 	Total 
Sala 
	
3,0 	 6,0 	13,2 
	
14,1 
	
27,3 
Milho 
	
6,4 	 - 	 24,0 
	
32,0 
	
56,0 
Algodão 
	
1,3 	 - 	 4,0 
	
4,1 
	
5,1 
Feijão 
	
1,0 	 2,0 	4,0 
	
5,0 
	
9,0 
Trigo 
	
3,0 	 5,0 	15,0 
	
7,0 
	
22,0 
Fonte: Malavolta, 1980; Embrapa, 1999. 
Tabela 29. Níveis de interpretação do fósforo (P) na ANÁLISE DE SOLO para as culturas (Método Mehlich-1). 
Classes 
Níveis 
ou 
	 Soja 	Milho 	Algodão 	Feijão 	Trigo 
Arenoso' Argiloso* Arenoso* 	Argiloso' Arenoso' 
Normal 	Safrinha 	 
Cultura 
mg dm" 
M. Baixo 	- 	< 5,0 	- 	
- 	
- 
Baixo 	< 3,0 5,1 - 10,0 < 2,0 	< 3,0 	< 2,0 	< 3,0 	< 5,0 	< 2,0 	< 4,0 
Médio . 3,1 -6,0 10,1 -14,0 2,1 -4,5 35 -9,0 2,1 -4,5 35-8,0 5,1 -11,0 2,1-5,0 4,1 -9,0 
Alto 	6,1.9,0 	> 14,0 4,6 -11,0 9,1- 36,0 4,6 11,0 > 8,0 	711,0 5,1 - 13,0 	> 9,0 
M. Alto 	> 9,0 	 7 11,0 	> 36,0 	711,0 	- 	- 	713,0 	- 
• solos argilosos com teores de argila > 360 g Kg' e arenosos <356 g Kg K. 
Fonte: Embrapa, 1999; Oliveira et al 1989; TAPAR 2000. 
33 
Fórmulas contendo: 
Acidulados e/ou parcialmente acidulado 
Isolados 
Fosfatas naturais e naturais reativos 
Termofosfatos 
Escórias de desfosforação 
Farinha de ossos 
Misturas contendo 
Fosfatos naturais e/ou naturais reativos 
Escoria de desfosfaração 
Farinha de osso 
N P K 
CNA Agua 	 20 % 0-20-20 
Fosfato Natural Daoui 
Total 	 32% 
Ácido cítrico 2% 	 9 % 
(1:100) 
Cultura 
 
 
Tabela 30. Níveis de interpretação do fósforo (P) na ANALISE FOLIAR, considerados adequados para as culturas. 
observação 
" quando o resultado da análise foliar 
apresentar abaixo do nivel adequado, fazer a 
adubação via solo, corrigindo a deficiência a 
para a próxima cultura. 
Fonte: Madavolta, 1989; Embrapa. 1999. 
Tabela 31. Quantidade de fósforo (13205) recomendada para adubação das culturas 
Cultura 
Soja 	Milho 	Algodão 	Feijão 	Trigo 
Normal 	Safrinha 	 
Argiloso' Arenoso' Argiloso' Arenoso* 	Argiloso* Arenoso' 
M. Baixo — 100 — 
Baixo 90 -100 70 90 -120 70 - 90 40 90 60130 60 - 90 
Médio 70 - 80 60 60 - 90 50 - 70 30 60 40 120 30 - 60 
Alto 50 - 60— 60 50 - 60 40 - 50 20 30 20 20 10 - 30 
M. Alto 50 - 60— 30 - 50 30 - 40 20 — 
* solos argiloses com teores de argila >360 g Kgt e arenosos5 350 Ko-1. 
• nesses níveis ou lasses de disponiffidade de fósforo no 501o, é possível suprimir esta adubação no latossolo 
vermelho (fafossolo roxo) em plantio direta no verão (aduba-se apenas no inverno). 
Fonte: Ernbrapa. 1999: Oliveira et al 1989; IAPAR, 2000. 
POTÁSSIO 
CONSIDERAÇÕES GERAIS 
. estima-se que o índice de aproveitamento pela planta seja de 50 a 70%. 
▪ para maximizara eficiência do potássio, deve considerar que solo argiloso, precisa de mais potássio 
do que o arenoso, para manter a mesma concentração na solução. Em solo arenoso ou de textura 
média argilosa, em regiões de alta pluviosidade a aplicação do potássio deve ser parcelada. 
PERDAS DO POTÁSSIO 
. lixiviação - principalmente em solo arenoso. 
. erosão hídrica - a água da chuva arrasta os resíduos orgânicos, o solo superficial e a solução da solo, 
que contém o potássio. 
EQUILÍBRIO DESEJADO NO SOLO 
. participação na CTC do solo acima de 2,5%. 
• relação do Ca''+ Mg271c- com índices de 17 a 35 
abaixo de 17, o solo apresenta provável deficiência de C 	M 
acima de 35, o solo apresenta provável deficiência de potássio. 
• relação ,KiVCCa2 + M9'.3 com índice acima de 0,20: 
- menor que 0,13, provável resposta na razão direta da adubação com potássio. 
- entre 0,13 e 0,20, apresenta baixa resposta a adubação com potássio. 
- maior que 0,20, a resposta é baixa ou nula a adubação com potássio. 
• a ralação Ca'lk* , afeta a produção quando: 
- menor que 10, apresenta baixa resposta a adubação com potássio. 
entre 10 e 20, apresenta resposta crescente a adubação com potássio. 
- maior que 20, apresenta resposta linear a adubação com potássio. 
• a relação 	afeta a produção quando for menor que 0,6. 
CORREÇÃO E FORMA DE APLICAÇÃO 
. nas culturas anuais não excedera 60 kg de K,O no plantio, o restante aplicar em cobertura. 
• a aplicação de altas doses de potássio no sulco de plantio deve ser evitada devido ao efeito salino, que 
prejudica a germinação das sementes. 
▪ altas doses em solo arenoso, além do efeito salino, há o risco de perda por lixiviação. 
• em solos argilosos, aplicar a lanço na superfície antes do plantio incorporando com uma grade ou com a 
máquina de plantio. 
. solos arenosos e/ou com nivel baixo, aplicar metade da dose a lanço antes do plantio (incorporando 
com a máquina de plantio) e o restante em cobertura, após 20 - 30 dias da emergência das plantas, a 
lanço ou linha, na superfície. 
▪ a correção potássica deve ser feita quando o solo apresentar nível baixo (Tabelas 9 e 34), elevar a 
saturação para 2,5% da CTC. 
. quando o teor de potássio solo for muito baixo, inferior a 0,08 cmol,dm-, recomenda-se fazer adubação 
corretiva, principalmente para a soja. 
. a interpretação e recomendação para adubação do potássio no plantio, poderá ser feita com base nas 
Tabelas 33; 34; 35 e 36. 
APLICAÇÃO EM COBERTURA 
. aplicar na linha incorporado ou não, juntamente com a adubação nitrogenada. 
. solos arenosos fazer uma adubação de cobertura com o potássio, aplicando aos 20-30 dias após a 
emergência das plantas. 
. solos arenosos ou argilosos aplicar após o plantio a lanço na superfície, incorporando ou não, próximo 
a linha das plantas. 
Cultura Níveis ou Classes 
--------- g ha"' -- 
Soja 2,5 - 5,0 
Milho 2,2 - 3,5 
Algodão 1,7 - 3,5 
Feijão 2,0 - 3,0 
Trigo 2,0 - 3,0 
Níveis 
ou 
Ciasses 
34 	 35 
 
 
CRITÉRIOS PARA CÁLCULO DE CORREÇÃO DO POTÁSSIO 
• participação na CTC 
Ex. análise revelou participação do potássio em 0,37% (0,06 cmol,dml na CTC (16,02 and, dm'), 
onde deseja-se 3%, portanto falta adicionar-. R 0,06 x 3%)/0,37%j- 0,06 = 0,43 cmolArn''K' 
passos: 
- transtoimar 0,43 cmolAmiC ern dm4= cmolArd ICxPeq.x 10= 0,43x 39,10 x10= 168,13 mg dm"' lc 
transformar 168,13 mg drif' rem Kg ha-l= 168,10 x 2=336,26 kg ha-' de K • 
-IcansformariC em kg ha' de K,0 =336,26 x 1,20=403,512 kg h a-' de K20. 
fonte de potássio: cloreto de potássio (58%), eficiência de 100% 
- transformar IV) Kg ha-' emKCl: 403,516 x 100 / 58 = 695,710 kg h cloreto de potássio (Kc1) 
. relação Ca''+ 
Ex. análise revelou índice da relação Ca' +Mg2TIc de 139 (0,12 crrioldm' de K. e 16,68 cmol,dm4de 
Ca2+ Mg'*), onde deseja-se 25, portanto falta adicionar = [(0,12 x 139)125]- 0,12 = 0,55 cmol,dm4 
Passas: 
-transformar 0,55 crnolAm4 K' em mg dm"' = cmolAm" K x P.eq.x 10-= 0,55 x 39,10 x 10 = 215,05 mg 
K* 
-transformar 215,05 mg.dn' K em Kg hal= 215,05x 2=430,10 kg ha-1 de K+ 
-transformarK em kg ha' em K,0 ha-1= 430,10 x 1,20 = 516,12 kg ha-' de K2O 
fonte de potássio: cloreto de potássio (58%), efidénda de 100% 
-transformar K20 Kg ha-1 em KCI: 516,12 x 100158 = 889_862 kg h g4 doreto de potássio (KCI) 
• Relação kill(Ca2+ Mg2+ ) 
Ex. análise revelou ínelce da relação Klroa2, 	* - fao") de 0,06 (0,28 and, dm-) ic e de 24,34 orno( dm' de 
Cai+Mg>) onde deseja-se 020, portanto falta adicionar = ((0,28 x 0,20)10,061- 0,28 = 0,65 cmoldm4 de K+ 
passos: 
- transformar 0,65 crnolAniX em mg dm"=cmol,dmic x Req.x 10 =0,65 x 39,10 x10 = 254,15 mg dm'K' 
-transformar 254,15 mg dm'kem Kg ha-1= 254,15 x 2 = 508,3 kg ha-1 de K+ 
-transformar IC Kg hal em K20 ha-1= 508,3 x1,20 = 609,96 kg ha-' delf20 
fonte de potássio: cloreto de potássio (58%), eficiência de 100% 
- transformar K,0 Kg ha-1 em KC1: 609,96 x100/58= 1.051,16 kg hal cloreto de potássio (KCI) 
. Lembrete: K20 (ornai, drri, = K+ (cmok 	x 1,2 
POTÁSSIO: CARACTERÍSTICAS DOS FERTILIZANTES, EXTRAÇÃO, 
INTERPRETAÇÃO (SOLO E FOLHA) E RECOMENDAÇAO. 
Tabela 32. Garantias mínimas dos principais fertilizantes que contém potássio. 
Fonte* 
Teores dos Nutrientes Equivalente 
CaCO3* 
indice 
salino** K20 MgO 5 Cl N 
Cloreto potássio 58 - -- - 116 45 
Sulfato potássio 58-52 1,2 15.18 - 46 
Sulfato potássio e magnésio 22 18 22 2,5 - 43 
Nitrato potássio 44 -- - - 13 ÷ 26 43 
Cinzas madeira 5 2 - - - 
* Equivalente CaCO, : (sinal 4.) alcalinidade equivalente, provocada por 100 kg do produto. 
" Índice salino.. tendência para aumentara pressão osinótica da solução do solo em números relativos. 
Fonte Citado Ralj, 1991, 
38 
Tabela 33. Quantidade média de potássio (W) extraído pelas culturas. 
Produção - ton ha' 	 Extraído - kg ha' 
Grãos 	Resíduos 	Grãos 	Resíduos 
Soja 3,0 6,0 50,1 90,0 140,1 
Milho 6,4 30,0 227,0 257,0 
Algodão 1,3 24,0 42,0 66,0 
Feijão 1,0 2,0 15,0 78,0 93,0 
Trigo 3,0 5,0 12,0 80,0 92,0 
Fonte: Maiavolta, 1980; Erobrapa, 1999. 
Tabela 34. Níveis de interpretação dos teores de potássio (K') na ANÁLISE DE SOLO para as culturas(Método Mehlich-1). 
Cultura 
Soja 	Milho 	Algodão 	Feijão 	Trigo 
Normal 	Safrinha 	 
Argiloso* Arenoso' 	Argiloso* Arenoso' 	Argiloso* Arenoso' 
cmol 
Baixo c 0,10 < 0,25 c 0,10 < 0,10 < 0,10 c 0,15 < 0,12 < 0,10 < 0,10 
Médio 0,11-0,20 0,26-0,50 0,11-0,30 0,11-0,30 0,11.0,30 0,16-0,40 0,13-0,24 0,11-0,30 0,11-0,30 
Alto 0,21-0,30 > 0,50 > 0,30 > 0,30 > 0,30 > 0,40 > 0,24 0,31-0,60 > 0,30 
M. Alto > 0,30 - - > 0,60 - 
' solos argilosos com teores de argila >360 g Kg' e arenosos <350 g Kg'. 
Fonte: Ernbrapa, 1999; Oliveira et al 1989; IAPAR, 2000. 
Tabela 35. Níveis do Interpretação do potássio (K') na ANÁUSE FOLIAR, considerados adequados para as culturas. 
Cultura 	 Níveis ou Classes 	 Observação 
----- - 
Soja 
	
17,0 - 25,0 
	
quando o resultado da análise foliar apresentar abaixo 
Milho 
	
17,5 - 22,5 
	
do nivel adequado, fazer preferencialmente a adubação 
Algodão 
	
14,0 -16,0 
	
via solo, corrigindo a deficiência para a próxima cultura. 
Feijão 
	
20,0 - 25,0 
	
(é possível adubação foliar). 
Trigo 
	
23,0 - 25,0 
Fonte: Malavolla, 1989; Ernbrapa, 1999. 
Tabela 36. Quantidade de potássio (IÇO) recomendado para adubação das culturas. 
Cultura 
Soja 	Milho 
Normal 	Safrinha 
Argiloso' Arenoso' Argiloso' Arenoso* 	Argiloso' Arenoso* 
kg
ha-, -____________________Baixo 90 100 60 - 70 60 - 70 30 80 60 45 60 
Médio 70 50 40 - 60 50 - 60 20 60 30 30 45 
Alta 50- 20 30 - 40 40 - 50 -- 40 30 15 30 
M. Alto 40" 20 - - -- - - 
** nesses níveis ou classes de disponibilidade de potássio no solo, caso plante culturas de inverno 
e as adube, é possível suprimir esta adubação no latossolo vermelho Oatossolo roxo) em 
plantio direto na cultura da soja (no verão). 
• algodão - solos arenosos quando o teor de potássio for inferior a 0,24 crnol,dm4, recomenda-se 
aplicar em cobertura 30 kg hal de KP aos 30 - 40 dias após a emergência das plantas, 
Fonte: Embrapa, 1999: Oliveira et al 1989; 1APAR, 2000. 
37 
Cultura Total 
Níveis 
OU 
Classes 
Níveis 
ou 
Classes 
Algodão 	Feijão 	Trigo 
* solos argilosos com teores de argila >360 g Kg' e arenosos <350g Kg'. 
 
 
Soja 	 25 - 3,0 
Milho 	 1,5.2,0 
Algodão 	 2,0 - 3,0 
Feijão 	 5,0 -10,0 
Trigo 	 4,0 
" quando os resultados da análise foliar apresentar 
abaixo do nível adequado, fazer a adubação via solo, 
corrigindo a deficiência na cultura e para a próxima. 
Fonte: Malavolta, 1989; Embrapa, 1999. 
Tabela 41. Quantidade de enxofre (5) recomendada para adubação das culturas 
Cultura 	Níveis ou Classes 	
Época de aplicação 	
Observação 
Plantio 	 Cobertura 
kg ha' ----------- 
ENXOFRE 
CONSIDERAÇÕES GERAIS 
• apesar da pouca informação sobre o enxofre, fazer a análise do solo e/ou folha interpretando e 
recomendando a adubação com base nas Tabelas 38, 39, 40 e41. 
• é mais provável ocorrer deli ci é'n cia em solos arenosos elou com baixo teor de matéria orgânica. 
• o suprimento pode ser pelo uso de adubos isolados como sulfato de amônio, superfosfato simples, 
gesso agrícola ou uso de fórmula de adubo menos concentrada contendo superfosfato simples. 
• o enxofre elementar ou flor de enxofre é urna fonte eficiente para as plantas, embora com baixa 
solubilidade, apresentando forte poder acidificante: 32 kg de enxofre aplicado, requer 100 kg de 
carbonato de cálcio puro para neutrailzar a acidez produzida. 
• plantas como leguminosas produtoras de grãos e cniciferas, são as mais exigentes. 
Tabela 39. Níveis de interpretação do enxofre (5 - 50,1 na ANÁLISE SOLO, independente da cultura. 
Níveis ou 	 Extrator 
Ciasses 	 NI-140Ac.110Ac.* 	 Ca(112PO4)f* 
M. baixo 	 < 5,0 	 < 2,5 
Baixo 	 5,1 -10,0 	 2,6 - 5,0 
Médio 	 10,1 - 15,0 	 5,1 -10,0 
Alto 	 > 15,0 	 > 10,0 
M. Mo 	 -- 	 - 
* Acetato de amônio acido acético 	 Fosfato mononálcio 
Fonte: Vith, 1982; Entrapa, 1999. 
Tabela 40. Níveis de interpretação do enxofre (5) na ANÁLISE FOLIAR, considerados 
adequados para as culturas, 
Cultura 	 Níveis ou Classes 	 Observação 
ENXOFRE: CARACTERíSTICAS DOS FERTILIZANTES, EXTRAÇÃO, 
INTERPRETAÇÃO (SOLO E FOLHA) E RECOMENDAÇÃO. 
Tabela 37. Garantia mínima dos principais fertilizantes que contém enxofre 
Fonte* 	
Teores dos Nutrientes 	 Equivalente ledice 
S 	Ca0 N PzOs KzO MgO Cu Fe Mn Zn CaCO3* salino' 
	 %_, --kg-- 
Gesso agrícola 	 15-16 28-30 - - 	- 	 - 
Sulfato Amónio 	 24 -- 21 - 	- 	- 	-100 -- 
Superfosfato simples 	12 	20 	- 19-21 -- 	- 	 - 	8 
Sulfato potássio 	 17 	- 
	
 --50-52 - 	- - 	 46 
Sulfato potássio e magnésio 22 	- 	- 	- 	22 	18 	-- - 	 43 	 Soja 
Sulfato de magnésio 	13-14 - 	- 	-- 	16-17 - 
Sulfato de cobre 	 18 	- - 	- 13 - -- 
Sulfato ferroso 	 11 	- 	- 	- 	- 	- 	- 17 	- 
Sulfato de manganês 	15 - - 	- 	26 	 
Sulfato de zinco 	 18 - - 	- -- 20 - 	 Feijão 	 20 	 30 
Ácido sulfúrico (HiSiDi) 	29-33 - 	- 	- 	 - 	 _ Trigo 	 10 	 20 
' Equivalente CaC0-;: (sinal -) kg de carbonatos necessários para neutralizar a acidez provocada por 101) kg de adubo. 	 Fonte: Embrapa, 1999; Oliveira et ar, 1 99 5. 
'" índice salino: tendência para aumentar a pressão osmOtin da solução do solo, em números relativos. 
Fonte: Citado Raij, 1991. 
COMPOSIÇÃO DE FÓRMULAS DE ADUBOS 
. as indústrias de adubos têm colocado no mercado uma diversidade de fórmulas que ajustam as 
necessidades das culturas tantos em macro e mícron utrientes (Tabela 42). 
solo etouloti ar, recomendara fórmula mais adequada a cada situação. 
. a adubação é uma prática que não pode ser considerada isoladamente, devendo ser avaliada as 
interações que podem ocorrer entre os diversos fatores (práticas culturais, interações macro e 
micronutrientes, a planta, etc.) que podem comprometera produção. Sempre com o objetivo de obter-se 
o maior lucro por área cultivada. 
. Além de escolher fórmulas contendo apenas os nutrientes necessários e nas quantidades adequadas 
para cada solo, é igualmente importante conhecer a matéria-prima de origem do adubo, para 
rente: Malavolta, 1980, Embrapa, 1999. 	 com pafibil iza r com as condições químicas cio solo. (fórmulas abertas). 
38 	 39 
Milho 	 20 	 40 
Algodão 	 20 	 40 
Baixo 	 60 
Médio 	 45 
Alto 	 30 Aplicar em cobertura 
quando deseja-se alta 
produção 
Tabela Quantidade média de enxofre (5) extraído 38. 
Cultura 
Produção • tem ha' Extraído - kg ha' 
Grãos 	Resíduos Grãos Resíduos Total 
Soja 3,0 6,0 16,2 60,0 76,2 
Milho 6,4 -- 9,0 35,0 44,0 
Algodão 1,3 10,0 22,8 32,8 
Feijão 1,0 2,0 10,0 15,0 35,0 
Trigo 3,0 5,0 5,0 9,0 14,0 
pelas culturas. 	
. cabe ao técnico com sua bom conhecimento do histórico da área e da análise do experiência, senso, 
 
 
o 
E 
In
O 
O 
o 
2 
O 
O 
N 
c 
o o 
c3 = 
c 
o 
o .ct 
o 
o 
o 
15 
2 
GI 
E 
o o 
o o 
ã 
O) o 
E 
IS 
= 
o 
o 
o 
o 
o 
a 
E 
o 
O 
o 
5) 
I 
'6'
 
Ta
be
la
 4
2
. C
o
m
p
o
s
iç
ã
o
 d
e 
al
gu
m
as
 f
ór
m
u
la
s 
co
m
er
ci
ai
s 
d
e
 a
du
bo
s 
d
is
tr
ib
uí
da
s 
n
a
 C
L
A
M
O
. 
ADUBOS - FÓRMULAS ABERTAS 
I 
T
eo
re
s 
d
o
a
 N
u
tr
io
nt
•s
 
-K
g
 
/T
o
n
. d
e
 a
d
u
b
o
 
 
I 
N
 
P
A
,
 
 K
a0
 S
 C
a
 
M
g 
Z
n
 
 
8
 
C
u
 
 
M
n 
M
o 
C
D
 
I
 
 
91.N0.• 
	Q. 
. 	A 
.0 
6dm 	m 	=; 
o 	d 	, 
M 
‹.4 	.o 	O 	, 	 . 	 o 	 -o 
o 	 -- 	 , 
	
o ol 	 om .-....,,4,..., 	 o 	 o 	 oo 	. 	 =<,.., 
	
el 	.-,- 	 mm 	 O 
. 	 u1 	
V1 .v1 	 . 
.-AN 	.N 	N 	. 	N 	 ..-. 	 ..- 	 ,..-. 	. o. 	 -. 	 d'- 
O 	 . 
Aa. 	.0 	.....A 	 a 	 a 	 •7•40‹.9 	 [4 ,1' 
I... 	 I, 	O 
00000. ..A..0 
NNNON 	ANMONA 
4,„„oonownwnnonnnolo40 	 • .....,konm, 
	
.,,,,,,„«d.non,r-o-n.,”..-<-,,%p;: 	22g■g%%.4s, -.; 	,0000000 ...... .,..--,.,- 	 • 
• • • 
	
O0 000000 0000 	,,0000„,00 	 o,,o,00 
	
..~ANA 	 .„NA 	aaaa0 	...,- 	NOOM. 	„„A 	a..a 	Or.. 
.. 
	
nnondonn 	oponono•nnnoonn=monesn'onoodnnonno 
	
cso nnow 	0004000:0000Ow....00A0001,...O.4000r.-A 
	
ONN , No , .. 	1-,ANAN.ANOMONNANNAN'N.-ria NNANN 
	
. 	 . 
OOWA400000moo0.0.00O00ooAo.o000000000000A00A 
0.aa.WWWAmOnAno000000..o...00000Noo.0,00. ,,,,,,N 
	 ANNNANNANNANNANNoo. ,-ANNANNANA 
• 
Op00000Õ0000,0000.0000.00000000000000Q0,00QQ00 
• ANNAN.ANANN 
9 O 
mg 
ó zi 
C 
!.=, .z - 
. 
. 
OE 
9 g 
PO 
Oe 
7 
0/ 9 
•-..5 
,KnE 
.:..- 
1.',. 
.. 
9. O = 
o 
ti_. 
2 
N 
4. 
en 
< 
V 
p..
0 
4 	mo, 	 ,,,, g4,0o,=.c. 
a 
	Offi. 	 OMM 
o 	.NN 	 q 
. 	 'cA 
M 	 . 
o 	 aa 
O. 
LO 	 w0 
A 
O 
,,, 
i- 
O 	 MN 
. 	 ro 
'; 	..&-; 
.. 
F 
• 
r,,,:,,..,,,,,-,, 
.9,0000 	.-1--ooMMOWOM 
MOOMO.A. 	a'7 a '7 MO 
	
.. 	y 
Ol: 
..-., 
O I 
maNN..N. 	m.O0Nao0N 
o.9-. 	 N.00l--g 
 oonr,roo 	roononow 
"h-M94.-7H 	oo..-. 
	,,,o,..,a 
_ 
(..,(1- 
N 
• 
O 
,,OOfflaA 
.A....1970.y 
	
.-.- P-O 	NNOoOM.a 
	
44 	1 
.. 
,00,0AQ ,„
no 	.- o 
o 	.im 	,own.,o 
..-0,40.-4o 
- 	om'. 	.-.444 , 44- 
ONANN 
r:o•Aoco 
m 
- 
. 	 . • • 	• 
0aaa010W 	 0
OY 
 
.494N oop- ANNA,, ,IN,..,o .,N14.1 
'?A,4449p;mmaóC,090A.VfmaMmfoa7.79FP7ÓtigsáAAAN 
94; 	 .. ANNANANNAL,NANNM AA NA 
.:,m-ná6.g;6.“.;4“á.366g;oa■000.:,...4.!..á.,.,o4.,..ná4 
ADUBOS - FÓRMULAS ABERTAS (Continuação) 
[
 	
T
o
o
ra
s 
d
o
a
 N
u
tr
ie
n
te
s
 -
 K
g
 /
T
o
n
. d
e 
ad
ub
o
 
 
N
 P
=a
, 
K
2 0
 
S
 C
A
 
M
g 
Z
n
 
i
S
 C
u
 f
d
n
 
M
 C
o 
	
._, 	 Õ 
. . 
•., 
• 
	
- 	
II 
.'k... 	 <rico 
c 	 do 	 ‹:;”' O 	
,oi 	
. „,. 	.. , 	„ 
	
... 	...., 	.. 	. 	,.., 	. 
	
2c9p.R,94 	
.• 	. 
,,<, 
	
ev oo,... '2a.D.:: ,0000000NN..-.. 0. 	oo 	o wor,,,[-..0. 7„-000r-r,0000wooNc,.ol.-00,-- 	04.- 	,J. 
• 
• 
oo,,..o.o.,,,o0,000 rmo,...-oo,,,00,-000N oor--,,, 	oa 
N ,-". ^.--...A0.04-.0......aaaaNAN.P-'a:O.aNN,...-., 	AN 
:. 	 ' 	
.. 
g0000doo,„2.8gs22,52gR2s82. 2”›oo.o0o0000000 0000.,,,I. „, 000,0000000000 
Neq.N.rr.-'” 	«"'..Nell..~0.4e4.. .-...N.,1- 	<-,-oioloro4N,-Nol 
nonnnononnoon000nonowõnonnnnoon•nw0000noon 	OMAm...Na0.000000Õo 	 ..49a.O00000O.
NNANN 	 NNANNANANNOMO.ANNA 	r NO~MOON 
0.0A00,000o0A000000.000O04OO4000A00000000A0P,R2 
ANNNAO.Maa ....... aaaaaaOaa......NOWA...., 
ao 
'2 
C 
V 
ei % 
5o2 
11- 
o 
°E 
no 
= 
-g-:= 
«. 
v.7z. 7, 
gl, 
1-. -...- 
■ 
~ 
m 	.2 
:<NO 
Se 
w ulE 
E 	<C 
.':.'.- 
CL.,5 
o. 
ff 
Z 
0.. 
z0 
u- 
..;. 
99 
O 9 
LL 
Li.. 
2 
O 
SIC 
m 
gp 	.:J 
 ❑ 
LO 
• ■' 	[,1 
o 
o 
0 
•-• 
' ou 
,4- 
en 
04 
• 
o 
QD-!>.; 	:")`O'?v44.,.. 	
. 	V. 	
::?,=3.2 	n v 
• 
o..,,--,- 	 AA>S IA 	N.aaa.", 	mo 
on....0 	 MOmN.O.MOP,OOMWO 	 OOMMA ,-0 	MA 
onmoNAN 	 .......MON.- aaaa 	No.MA.:. 	MA 
O 	 O
I0 a 
N 
N 
ir-i, 
24—.4..; 	
,.J. 
	
,, 	 voo.. 	
o 
aNA4A 	 ,1 aMOM 	 • 	o 	 N 
.• 	
. 	 . 
‹,2?9.1-'A. 	
m•P-Acon.NA.A 	.09.aA.A 
.N.ao.00 	aAAN-P,9,,-- 	
Na, 	, 	A O 
P- 	̂ '-',-• 	 MaMAMOMM 	aA0...,,,-,- 	...- 	
o 	N 
r gg'',A 99"° 	
,-- 	m 	OAON 	Aa404.oNN 	NN.ow 	o 	O 
... 	 a 	. 	oNaa 	...091ANaN 	..-1,-.P,.A. 	N 	N r---- 	 Cl 	NANA 	nnn-i-n-d-7i1-«, 	..... 
. 
• 
• 
mo
A
nnaaa 	 •odon
A
000040000...won 	.000000
n 
 0 
ANNN
•
- 	9.0NNANNA 	 NNANI 	 NANN
. 
A...4o ,Ao ,.;44,2.4;.6o666.66 6.6..n. ,;W,4.6‘ogo,....;.) 
WANNAN-T-wrp.,-,NNAHNN:NesAoom9ANNA NO'OolOo.60 
A 4.Z. 4 4 4'.. A g n.44.:4444 414 4 4. 4. 4 . 4 4 4 4 . .4 .i ,4 mi ,e, ,A, r. ' 4 ,. .ol, O o .i ‹.; - «..'. 
41 
e 
o 
E 
o 
E 
O 
 
 
M1CRONUTRIENTES 
CONSIDERAÇÕES GERAIS 
. fórmulas de adubo com alta concentração oferece menos micronutrientes. 
. o cultivo intensivo, o excesso de adubação fosfatada, a falta de reposição de alguns micronutrientes, a 
calagem (zinco, cobre, ferroe manganês) e o aumento da produtividade são fatores que tem favorecido 
a redução da oferta de micronutrientes ás plantas. 
• solos com matéria orgânica e CTC baixas, em regiões com alta pluviosidade ou arenosas, são mais 
propensos a apresentar deficiência de micronutrientes, principalmente o bom, cobre e zinco. 
• a deficiência de micronutrientes além de diminuir a produção, afeta a qualidade do produto e induz à 
incidência de doenças. 
▪ quando os resultados da análise de solo (Tabelas 53 e 54) apresentarem teores médio ou inferior, e 
foliar (Tabela 55), abaixo do adequado ou mesmo se for constatada deficiência visual, aplicar 
mi cron utriente na dose recomendada, conforme a Tabela 56. 
FILOSOFIAS E FORMA DE APLICAÇÃO 
• filosofia de segurança: aquela que adiciona esporadicamente, pequenas quantidades de 
micronutrientes ao solo. Sena uma adubação de manutenção. Pode representar custo desnecessário 
elou induzir excessos no solo 
• filosofia da prascric-ão; aquela que utiliza resultados da análise do solo elou folha para avaliação, 
recomendando somente se necessário e apenas o(s) m icron utrie nte(s) em deficiência. 
• a aplicação pode ser isoladamente, ou em misturas com outros produtos (adubos, herbicidas, 
fungicidas e inseticidas). Verifique com o fabricante dos produtos sobre a compatibilidade da 
mistura. 
• via solo 
- no sul co de plantio ou junto com o adubo. 
- Junto com a semente. 
- a lanço na superfície incorporado com grade antes do plantio convencional. 
- pulverização na su perficie do solo (solúveis). 
- a lanço na superfície sem incorporação é menos eficiente, devido a baixa mobilidade dos 
micronutrientes no solo. 
• via foliar 
- para aumentar a eficiência da adubação fali ar usar surfactante que promova maior aderência da 
solução à folha. Efetuar a pulverização no perlado da manhã e à tarde. 
- podem ser aplicados isoladamente em solução de alta concentração ajustando o pH entre 5,5 a 6,5, 
-Aplicar junto com fungicida, inseticida, herbicida pós-emergente, somente na forma de quelatos. 
(Verifique com o fabricante dos produtos sobre a compatibilidade da mistura,) 
- para aplicarjun to com fungicida, inseticida e herbicida pós-emergente, não usar óleo mineral, 
COMPORTAMENTO DOS MICRONUTRIENTES 
BORO 
- é absorvido n a forma de ânion, 
- a maior disponibilidade é em pH (1-120) de 5,0 a 7,0, 
-pH baixo, forma complexos insolúveis, borosilicato de ferro ou de alumínio, 
- pH alto, forma o complexo borato de cálcio, podendo combinar com a argila e a matéria orgânica, 
formando produto de menor disponibilidade. 
- regiões com alta pluviosidade ou excesso de irrigação, o boro solúvel é I ixiviado, ficando resíduos de 
si boato insolúvel, 
- o stress hídrico acelera o aparecimento da deficiência de boro, devido baixar a decomposição da 
matéria orgânica (fonte importante de boro), liberando-o menos para a solução do solo. ()stress reduz 
ainda o desenvolvimento das raizes, que num volume menor de solo explorado, absorve menos boro. 
- o excesso de matéria orgânica pode causar a formação de compostos de ferro reduzindo sua 
disponibilidade temporariamente. 
- a aplicação do boro via solo é mais eficiente do que afobar, pois somente as folhas que o recebe são 
corrigidas. 
cuidado: o limite entre deficiência e toxidez é muito estreito e o grau de sensibilidade é diferente para as 
culturas. 
COBRE 
- é absorvido na forma de cátion. 
- a maior disponibilidade é em pH (HA de 5,0 a 6,5. 
- em pH baixo é absorvido pelos coloides dos*, óxidos de ferro e alumínio, silicatos e matéria 
orgânica, formando complexos insolúveis. 
-em pH alto diminui sua disponibilidade devido a formação de compostos insolúveis com os hidróxidos 
e carbonatos, tornando-se ainda inerte. 
- em solos orgânicos ou turfosos, quantidades elevadas de esterco orgânico aplicadas, propicia a 
formação de complexos, deixando o cobre fora do alcance das raízes, face a alta disponibilidade de 
ácidos orgânicos. 
- solos arenosos com baixo teor de matéria orgânica pode tornar-se deficientes em função da perda por 
lixiviação. 
- adubação com altas quantidades de nitrogênio pode provocar deficiência. 
FERRO 
- é absorvido na forma de cátion. 
- a maior disponibilidade é em pH (H20) de 4,0 a 6,0. 
- a elevação de uma unidade no pH diminui a disponibilidade de ferro na solução do solo em mil vezes, 
por formar hidróxidos de ferro de baixa disponibilidade. 
- em pH alto, precipita-se em forma de FeO, insolúvel. 
- o desequilíbrio em relação ao cobre, manganês e molibciênio, afeta sua disponibilidade. 
- o excesso de fosfatas inibe a absorção de ferro formando complexos insolúveis. 
- baixa temperatura e adubação com altas quantidades de nitrogênio pode provocar deficiência. 
MANGANÊS 
- é absorvido na forma de cation, 
- a maior disponibilidade é em pH (H20) de 5,0 a 6,5, 
- em pH alto e em condições de oxidação, precipita em forma de MnO,insoluvel, 
- em solos orgânicos ou turfosos, ocorre a formação de complexos estáveis coma matéria orgânica, 
tendendo a apresentar problemas. 
- solos com alto teor de matéria orgânica associados a excesso de umidade (saturado) na estação fria, 
apresentam sintomas severos de deficiência. 
- solos arenosos com baixa CTC, em regiões de alta pluviosidade, tem sua disponibilidade diminuiria, 
-o desequilíbrio em relação ao cálcio, magnésio e ferro, afeta sua disponibilidade. 
-solos arenosos, excesso de calcário ou fosfatagem pesada, diminuem sua disponibilidade. 
-adubação com altas quantidades de nitrogênio pode provocar deficiência. 
42 
	 43 
 
 
- 0,4 
- 0,5 
	
0,3 
- 0,2 0,02 
- 0,2 
0,01 	0,4 
	
0,07 
0,01 	0,3 
- 0,06 
0,01 
	
0,01 
0,01 
- 0,2 
0,1 
- 0,3 
0,01 	- 
0,03 47,0 
1,5 
	
0,0002 2,1 
	
0,01 
0,02 	0,1 
	
0,02 
0,03 1,0-12 0,02 
0,10 
	
1,1 	-- 
0,16 
	
0,2 	0,12 
	
- 	0,002 
0,10 	- 	0,02 
0,01 0,20 0,040,18 0,005 
0,02 0,002 
0,5 0,003 
0,04 
- 0,04 
0,03 	0.0002 
- 2,2 	-- 
0,03 
0,0
- 
3 
0,2 
0,76 
	
1,3 
	
0,04 0,00007 
	
4,0 
	
0,06 
	
0,0001 
	
0,42 
	
0,42 
	
0,03 
	
0,1
- 
4 
	0,003 0.005 
	
0,08 
	
0,003 0,004 
0,01 	
- 	
0,01 
MOLIBD ÊNIO 
- é absorvido na forma de ânion,. 
- a maior disponibilidade é em pH (H20) > 7,0. 
- aumentando o pH aumenta a liberação do molibdênio para a solução do solo. 
- em pH baixo (solo ácido) tem-se pouca disponibilidade devido aformação de complexos insolúveis de 
molíbda to de ferro e alumínio, 
- em pH alto (solos neutros e alcalinos), forma-se o molibdato de cálcio que é mais solúvel. A calagem 
aumenta a disponibilidade do molibdênio. 
- solos arenosos apresentam deficiência mais frequente que os de textura média ou argilosa. 
- Adubação pesada e com alta concentração de sulfato pode induzir à deficiência 
- o molibdénio em excesso é toxico, especialmente para os animais em pastoreio, em cujos, o sintoma é 
diarréia forte. 
- animais com pastoreio em áreas deficientes do molibdênio podem sofrer de toxidez de cobre, se este 
estiverem nível elevado. Animais alimentados com forragem com alto teor foliar de molibdênio podem 
apresentar deficiência de cobre contraindo a nnolibdenose. 
ZINCO 
- é absorvido na forma de cânon, 
- a maior disponibilidade é em pH (H2O) de 5,0 a 6,5. 
- em pH baixo, é ad sorvido pelo óxidos, silicatos de ferro ou de alumínio. 
- em pH alto, é absorvido pelas argilas, matéria orgânica e cal óldes do solo. 
- baixa disponibilidade devido aformação de precipitado, é adsorvido por siticatos e óxidos do solo. 
- quando o pH do solo aumenta uma unidade, o teor de zinco na solução do solo diminui em 100 vezes, 
formando compostos de menor solubilidade. 
- solos arenosos, pH alto e rico em fósforo, combinados ou isoladamente, diminuem sua 
disponibilidade. 
- solos ácidos ou pobres em zinco; excesso de calagem, ou de luminosid ade e fosfatos, podem 
provocar ou acentuar sua deficiência. 
- o excesso de boro, cobre, ferro e manganês pode dificultara absorção do zinco. 
- pode ser fixado pela matéria orgânica efou imobilizad o tem porari amante pelos microrganismos do 
solo, quando da aplicação de resíduos orgânicos. 
- baixa temperatura associada ao excesso de umidade aumenta a deficiência, principalmente no 
estádio inicial de crescimento das plantas. 
- solos arenosos com baixa CTC e em regiões de alta pluviosidade, aumenta a lixiviação. 
- adubação com alias quantidades de nitrogênio, potássio e magnésio podem provocar deficiência. 
CLORO 
- aumenta a disponibilidade coma elevação do pH, por razões semelhantes ao do molibdénio. 
COBALTO 
- o excesso de cobalto pode induzira deficiência de ferro. 
M1CRONUTRIENTES: CARACTERÍSTICAS DOS FERTILIZANTES, 
EXTRAÇÃO, INTERPRETAÇÃO (SOLO E FOLHA), E RECOMENDAÇÃO 
Tabela 43. Relação de alguns adubos e corretivos comerciais que contém micronutrientes. 
Adubo ou corretivos 	 B 	Cl 	Cu 	Fe 	Mn 	Mo 
Nitrato de amónia 
Nitrocálcio 
Sulfato de amônia 
Calciocianamida 
Nitrato de cálcio 
Salitre do Chile 
Torta de mamona 
Torta de algodão 
Esterco de curral (seco) 
Escória de Thomas 
Farinha de ossos 
Fosfato natural 
Superfosfato simples 
Superfosfato triplo 
Cloreto de potássio 
Sulfato de potássio e magnésio 
Sulfato de potássio 
Fosfato monoamón leo 
Nitrafasf atos 
Nitrato de potássio 
Cinzas de madeira 
Calcários 
Termofosfato 
Hiperfosfato Gafza (Fertipar) 
Hiperfasfato Gafza (CRA) 
Fosfato reativo Daoui 
Fosfato de Arad 
• 
Concentração % 
0,0
- 
1 
0,02 
0,03 
0,001 
0,2 
0,01 
0,03 
0,02 
0,2 
0,002 
0,2 
0,04 
0,04 
0,04 
0,04 0,56 
Zn 	Si 
0.01 
0,1 
44 45 
 
 
1 
82 
75 
16 
13 
- 5 
- 32 
16-18 
Insolúvel 
Insolúvel 
Solúvel 
- Solúvel 
- Solúvel 
5-7 32-36 Solúvel 
18-20 	- 
- Solúvel 
- Solúvel 
- Insolúvel 
- Solúvel 
- Solúvel 
Insolúvel 
- Insolúvel 
- 19 - 
- 5 	 
- 2 	-- 
- 23 
29 -- 
- 22 -- 
- 	22 
- - 26 - 
- -- 41 - 
- 5 - 
- 2 
- Solúvel 
insolúvel 
- Solúvel 
- insolúvel 
- 15 
39 
66 
- 0,1 
- 5-7 - 	Solúvel 
- Solúvel 
- Insolúvel 
Insolúvel 
- 0,1 
34 
75 
- - 	Insolúvel 
- - 	Solúvel 
- - 	Insolúvel 
	
- 20 	- 	16- 
- 50 	- 	18 
- 7 
	
3 	 
	 52 
Solúvel 
Insolúvel 
- Solúvel 
- Insolúvel 
- Insolúvel 
- - 	 11 
Dose por* 
Aplicação 
3 a kg/na 
Cultura 
soja, milho, 'ligo, 
algodão. feijão 
N ümero!Época aplicação* 
Pulverização superficial no solo 
em pré-plank 
11/ha 
soja, milho, trigo, 
algodão. feijão 
2 Apicações loliar. aos 25130 
dias e aos 40/45 dias após a 
emergência 
algodão 
2 Aplicações folar, aos 20/40 
2 liba 	dias e aos 40150 dias após a 
emergência 
2 Voa 
soja. milho trigo, 
algodão 
Voa foliar, aos 20/40 dias após 
a emergência 
3 Lha sola, Trigo. feijão 
2 Aplicações Miar, a 1' na 
pra-gorada e a 2',15 dias após 
300miiha soja, milho, feijão 
Ma semente ou foliar. aos 
20130 dias após a emergência 
Aplicação foliar no estágio 
de 4 a 8 lobas 
100 5 200911/11a 
	semenle ou foliar. 20/30 
- citas após a emergência soja 
4inla milho 
Via semenle ou foliar, aos 
sola, 	 lgo a 150miffia 	30 dias após a emergência 
(estadio 114 a V6 sola) 
3 ffia 
soja, milho, trigo, 
algodão. feijão 
3 Aplicaçoes foliar, aos 
25; 40 e 50 dias após a 
emergência 
2 iiha 
milho e Trigo 
soja feijão 
1.5 a 21/11a 
2 Aplicações foliar, aos 25 e 
45 dias após a emergência 
2 Aplicações folar, aos 25 e 
40 dias após a emergência 
21/ha 
soja, rilho, trigo, 
algodão, feijão 
2 Aplicações foliar. aos 25 e 
aos 40 dias após a emergência 
250ml/ha 
soja, milho, 09a 
algodão, feijão 
Apicação via semente ou 
foliar. aos 30/35 dias após a 
emergência 
milho 1,51Ala 
Aplicação foliar, aos no início 
do desenvolvimento vegetativo 
(4 a 6 folhas) 
70m1/ha soja. feijão 
Via semenle ou foliar, aos 
15/20 dias após a emergência 
3 Aplicações foliar. aos 
25; 40 e 50 dias após a 
emergência 
Apicação foliar. aos 25 dias 
após a emergência 
ingo, 3 ilha 
3 a 511Im 
milho,tilgo 
Tabela 44. Garantia ~ima dos principais fertilizantes que contém micronutrientes. 
Fonte 
Teores de Nutrientes - % 	Solubilidade 
B Cu Fe Mn Mo Zn Co Ca" 5 	N P2o5 em água 
Boro - B 
Bórax 
Ácido bórico 
Pentaborato sódio 
Ulexita 
Silicato de boro 
Colenrianita 
Cobre - Cu 
Silicato de cobre 
óxido cuproso 
Óxido cúprico 
Cloreto cúprico 
Sulfato de cobre 
Quelato de cobre 
Fosfato cúprico amoniacal 
Ferro - Fe 
Sulfato ferroso 
Quelato de ferro 
Silicato de ferro 
Sulfato fénico 
Fosfato ferroso amoniacal 
Fosfato de ferro e amónio 
Polifosfato de ferro e amónio 
Manganês - Mn 
Sulfato mangarmo 
Óxido manganoso 
Quelato de manganês 
Silicato de manganês 
Molibdênio - Mo 
Molibdato de amônio 
Molibdato de sódio 
Triõxido de nnolibdênio 
Silicato de molibdênio 
Zinco - Zn 
Sulfato de zinco 
Óxido de zinco 
Quelato de zinco 
Silicato de zinco 
Carbonato de zinco 
Cobalto - Co 
Silicato de cobalto 
Cloreto de cobalto 
Óxido de cobalto 
0bs: - considerar para cálculo da quantidade dos mEcnnulnentes a aplicar, sua solubilidade em agua, 
I urda: Ciado Raij, 1991, 
Tabela 45. Relação de alguns produtos comerciais que contém micronutrientes 
Produto Densidade g cor' Concentração' 
Acido Clórico 17558 
Arbóre Boro 1,34 10%13 
BasioNar 1,30 10%8 
Basidar Comol 1,45 2%Co; 10%15o 
Cerrado Flc 
13askiltar Mn 1,31 10%4In 
Bastliar Zn 1,22 731.Zn 
Ca Eli 1,39 Et%Ca 2%8 
1%Co; 5%Mo 
COIOTF101 I 1,22 0,2%Fe, 
Co Mo iStolter) 170 1.531.0a; 15%Mo 
1455El; 4%P20+;69V.21) 
Masterrnins 1,39 0,8%5; 1,5115g; 231.2n 
1.5%Mn; 0.1%k 0,05%Mo 
14%11; 4%P205; 6%1Q5 
Mastermins 2n 1,35 5%Zrc 1%Mrc 0,19613; 
0.05%Mo 
113401; 4%Pe:a; 730(0 
Nirofoska 'A' 1,20 0.05%Ctc 0,02968: 0,0005%Mo 
0.05%Zn; 0,02%15n 
Starter 1,25 
53‘2n; 3544ri; 0,5%13 
0,5%Ctr 2965 
Slarter Mn 1,28 
555gke 3%Zre 0,5%Cu 
05568; 0.05%Mo; 3%5 
Slimulate Mo 1,10 4',4ldo 
11.4%N; 11,4%1'45; 8,135k?0 
Wuxal 1.40 0,7968; 0.79í2o 0,025%Mn 
0,0018515o, 0,0006Co; 0.4%5 
Wuxal 
Extra Co Mo 170 
1,60%Co; 16,5%Mo 0,90%5- *Verificar instruções mais detalhadas. no manual técnico do produto especifico para cada cubra. 
1% porcentagens peso/peso 
 
- Solúvel 
Solúvel 
Solúvel 
Insolúvel 
Insolúvel 
Insolúvel 
8 
1 
10 
_ - - 14 _ 
46 
	 47 
 
 
Tabela 46. Quantidade média de zinco (Zn) extraído pelas culturas. 
Cultura 
Produção - ton Extraído - g ha- 
Grãos Resíduos Grãos Resíduos Total 
Soja 3,0 6,0 120,0 63,0 183,0 
Milho 6,4 178,0 366,0 544,0 
Algodão 1,3 16,0 44,0 60,0 
Feijão 1,0 2,0 20,0 
Trigo 3,0 5,0 120,0 80,0 200,0 
Fonte: Matavolta, 1980: Embrapa, 1999. 
Tabela 4T. Quantidade média de boro (B) extraído pelas culturas. 
Cultura 
Produção • ton hã' Extraído - g ha' 
Grãos Resíduos Grãos Resíduos Total 
Soja 3,0 6,0 60,0 342,0 402,0 
Milho 6,4 20,0 60,0 80,0 
Algodão 1,3 43,0 122,0 165,0 
Feijão 1,0 2,0 10,0 
Trigo 3,0 5,0 • 100,0 200,0 300,0 
Fonte: Malavoita. 1980; Embrapa, 1999. 
Tabela 48. Quantidade média de manganês (Mn) extraído pelas culturas. 
Cultura 
Produção - too hã' Extraído • g ha-' 
Grãos Resíduos Grãos Resíduos Total 
Soja 3,0 6,0 90,0 600,0 690,0 
Milho 6,4 - 53,0 714,0 767,0 
Algodão 1,3 _ 19,0 111,0 130,0 
Feijão 1,0 2,0 8,0 
Trigo 3,0 5,0 140,0 320,0 460,0 
Fonte: Malavoita, 1980; Embrapa, 1999. 
Tabela 49. Quantidade média de ferro (Fe) extraído peias culturas. 
Cultura 
Produção ton hã' Extraído • g ha' 
Grãos Residuos Grãos Resíduos Total 
Soja 3,0 6,0 210,0 2340,0 2550,0 
Milho 6,4 160,0 1714,0 1874,0 
Algodão 1,3 - 316,0 1425,0 1741,0 
Feijão 1,0 2,0 2,5 - 
Trigo 3,0 5,0 190,0 500,0 690,0 
Fonte: Malavoita, 1980; Embrapa, 1999. 
Tabela 50. Quantidade média de cobre (Cu) extraído pelas culturas. 
Cultura 
Produção • ton UI Extraído • g ha-1 
Grãos Resíduos Grãos Resíduos Total 
Soja 3,0 6,0 30,0 96,0 126,0 
Milho 6,4 25,0 156,0 181,0 
Algodão 1,3 13,0 46,0 59,0 
Feijão 1,0 2,0 4,0 _ 
Trigo 3,0 5,0 - 
t,onto: malavolta. 1980; Embrapa, 1989. 
	
Tabela 51. Quantidade média 	de molibdênio (Mo) extraído pelas culturas. 
Resíduos 	Grãos 
Produção - ton 	 Extraído - g ha' 
	
Grãos 	 Resíduos 
Soja 	 3,0 
Milho 	 6,4 
Algodão 	 1,3 
Feijão 	 1,0 
Trigo 	 3,0 
Fonte: Malavoita, 1980; Embrapa, 1999. 
Tabela 52. Quantidade média de cobalto (Co) extraído pelas culturas. 
Produção • ton hã' 
Grãos 	Resíduos 
Soja 	 3,0 
	
6,0 
Milho 	 6,4 
Algodão 	 1,3 
Feijão 	 1,0 
	
2,0 
Trigo 	 3,0 
	
5,0 
Fonte: Malavoita, 1980; Embrapa, 1999. 
Tabela 53. Níveis de interpretação da ANÁLISE DE SOLO, independente da cultura. 
Agua Quente" hei 0,05' 
" Ácido dietilenotriaminopentacetico " BaC1-Cloreto de Bário 
1 Níveis padrão para interpretação. 
Outras referências para interpretação . 
Observação: Quando os resultados da análise de solo apresentarem teor médio ou 
Inferior, aplicar micronutriente na dose recomendada, conforme tabela 56. 
Fonte: Embrapa, 1999. 
Tabela 54. Níveis de interpretação da ANÁUSE DE SOLO, independente da cultura. 
Extrator - Mehllch-1 
Fe 	 Mn 
	
Zn 
 
< 0,4 
0,5 -1,5 
> 1,6 
1,5 - 2,0 
8,0 
 
Observação: Quando os resultados da análise do solo apresentarem teor médio ou inferior, 
aplicar micronutrientes na dose recomendada, conforme tanela 56. 
Níveis padrão para interpretação. 
3 Outras referências para interpretação. 
Fonte: Embrapa, 1999. 
Cultura 
Total 
	
6,0 
	
15,0 
	
12,0 
	
27,0 
	
2,5 
	
1,5 
	
4,0 
	
0,2 
	
1,2 
	
1,4 
	
2,0 
	
1,0 
5,0 
Cultura 
Extraído • g ha' 
Grãos 	Resíduos 
	
Total 
5,0 
Níveis ou 
Classes 
Baixo' 
Médio' 
Alto' 
Bom= 
Excesso2 
Extrator DTPA * 
Cu 	 Fe 	Mn 	Zn 
rng 
<0,3 	< 4,0 	< 1,2 
0,4 - 0,9 	5,0 - 12,0 	1,3 - 5,0 
>1,0 	>12,1 	75,1 
- 3,0 	12,0 - 90,0 	5,C T- 30,0 
6,0 	300,0 	150,0 
	
< 0,5 	< 0,2 	< 0,2 
	
0,6 -1,5 	0,3 - 0,4 	0,3 - 0,6 
	
>1,6 	70,5 	?0,7 
	
1,5 - 6,0 	0,5-1,5 
	
30,0 	3,0 
"" Ácido clorídrico 
Níveis ou 
Classes 
Baixo' 
Médio' 
Alto' 
Bom2 
Excesso2 
40,1 -60,0 
	
9,0 -12,0 
300,0 
	
150,0 
mg dm' 	 
	
< 15,0 	 <4,0 
	
16,0 - 40,0 	5,0 8,0 
	
> 40,1 	 > 9,0 
<0,8 
0,9 -1,5 
> 1 6 
1,5 - 2,0 
30,0 
48 	 49 
 
 
Magnésio 
Mg2 = Mg0 x 0,60 
Mg0 = Mg2' x 1,66 
MgCO3 = Mg' x 3,47 
1,0 cmot, drn4Mg" 120 mg dm' Mg' 
= 240 kg ha' Mg'' 
400 kg hal Mg0 
= 810 kg hal MgCO3 
Potássio 
1,0 cmol, dni'IÇ 
	
= 400 mg dm4 
= 800 kg halc 
= 960 kg ha' IçO 
Tabela 55, Níveis de interpretação da ANÁLISE FOLIAR, considerados adequados para as culturas. 
Níveis dos Micronutrientes 
211 	B 	Co 	Mn 	Mo 	Fe 	Cu 
Soja 20 - 50 20 - 55 - 	20 - 100 1,0 - 5,0 50 - 350 10 - 30 
Milho 20 - 50 15 - 20 - 	50 - 150 0,15 - 0,20 50 - 250 6-20 
Algodão 10 - 30 20 - 50 15 - 40 1,0 - 2,0 60 - 80 8-40 
Feijão 30 - 100 20 - 60 30 - 300 - 100 - 450 8-20 
Trigo 20 - 40 20 16 - 28 1,0 - 5,0 9-18 
Fonte: Malavolta, 1989: Embrapa, 1999. 
Observação: Quando os resultados da análise foliar apresentarem teor abaixo do 
adequado, ou mesmo se for constatada deficiência visual, aplicar o micronutriente na dose 
recomendada conforme tabela 56. 
Tabela 56 Quantidade de micronutrientes recomendado.para adubação das culturas. 
Cultura Níveis ou 
Classes 
Micronatrientes 
Zn* R** Co*" Mn" Fe" Cu" 
Soja 
Baixo 
Médio 
Alto 
6,0 
5,0 
4,0 
1,5 
1,0 
0,5 
	
0,030 	- 
	
0,012 	- 
- 	- 
2,5 
1,5 
0,5 
0,003 
0,002 
- 
6,0 
4,0 
2,0 
Milho - 3,0 a 5,0 1,0 - - - 
Algodão -- 3,0 0,5 a 1,0 
Feijão 3,0 1,0 
Trigo 3,0 1,0 
DICAS PARA TRANSFORMAÇAO DE RESULTADOS ANALITICOS 
. transformar mg dm"em cmol, dm' 
-cmoi,dnn"- mg 	eq. x 10 
• Ex. cmol, dm'- 186,5 mg I•(39,10 x10) = 0,48 crnol, dm' 
. transformar cmol, dm'em mg dm' 
mg dm"'-cmol,dm'xP.eq. x10 
Ex.mg drn"= 0,65 cmol,K- x 39,10 x 10 = 254,15 mg dm' ic 
. transformar P em P20, e vice versa P,0,= P X2,29 	 P PA:2,29 
• transformar K' em K,0 e vice versa lc0= Ir X1,20 	 1("= IC20 :1,20 
• transforrnar mg dm" em kg ha' kg ha-1= mg dm" X2,0 
• transformar % ern g kg-l: g kg' = %X 10 
Cálcio 
Cai - CaO x 0,71 
Ca0 = Ca x 1,4 
CaCO, = Cai x 2,5 
1,0 crio!, dm' Ca' 
 
= 200 mg 
= 400 kg hal Ca' 
= 560 kg ha' CaO-
=1000 kg hal CaCO, 
Fósforo 
1 mg drri' (ppm) 	= 2,0 kg.iha' 
1,0 cmol, 	=100 mg dm' P 
= 200 kg hal P 
= 450 kg ha' PA 
Cultura 
***a plica r via semente. *aplicar vias solo, adubo e foliar, 	*aplicar vias foliare adubo. 
Fonte: Embrapa, 1999 Tabela 57. Peso equivalente (P,Eq.) de alguns nutrientes, 
Nutriente P.Eq.(g moi-') Nutriente P.Eq.(g 
1,00 Mn 27,47 
39,10 Zn 32,68 
Cai 20,00 Cu 21,18 
Mgr 12,15 AI 8,99 
Observação 
1,0 mg dm-3 = 2,0 kg ha-1 
1,0 kg ha-1 = 0,5 mg dm' 
Tabela 58. Fatores multiplicativos de transformação dos resultados analíticos do solo, 
	
quando expresso em g 100g4 (%), mg 	mg dm-3, kg ou ton ha-1. 
Expressões a transformar g 100g 	mg 100g-1 	mg dm-' 	kg ha'''. 	ton ha-'4 
g 100g' 
	
1 	1,000 
	
10.000 
	
20.000 	20 
mg 100g' 
	
0,001 	1 
	
10 
	
20 	0,02 
mg dm' 
	
0,0001 	0,1 
	
1 
	
2 	0,002 
kg ha' 
	
0,00005 	0,05 
	
0,5 
	
1 	0,001 
ton ha' 
	
0,05 	50 
	
500 
	
1.000 	1 
" considerando o hectare 2.000 ton (profundidade de 20 cm e densidade do solo = 1,0). 
Fonte: Lopes et a1,1987. 
51 
50 
 
 
E 
o o 
E 
-as 
«.f> 
o 
o.
a> 
E E 
(o 
-o 
'C> .2 
7 o 
E 
N 
C 
o 	a 	-o 
o o O 
2 
o 
o 
o o 
C o 
41 
O O a> 
--o "C 'O 
O O 	 o 
'cã 	co 
2 2 
o 
I- ri 	 ±- 
o 
'e 
Y 
4.8 
Cl) 
a, 
C 41 
O 
o 
-o 
Tabela 59.Quantidade de nutriente esperado pela adição de adubo e calcário. 
Quantidade no solo 
Quantidade adicionada 
Total adicionado 	 Teor da análise' 
--kg ha-'x 20 cm----- mg dm-' - cmol. dm-3 - ---mg dm-3 --- orno', dm-3 --- 
 P205 ou 20 P 10 < 1 
94 K20 ou 78 K+ 
1000 CaCO3 ou 400 Ca2+ 200 
0,10 
1,0 
0,05 
0,5 
ts 
N 
842 MgCO3 ou 242 Mg2+ 121 1,0 0,5 
20 S 10 <5 t 
2 Zn 1,0 < 0,5 
2B 0,5 < 0,25 to 
1 Cu 0,5 < 0,25 "O 
os valores são variáveis. 
Fonte: Raij, 1991. 
Tabela 60. Sistema internacional de unidades adotadas pelos laboratórios brasileiros 
nas análises de solo e folha. 
Determinação 	 Anterior 	 Atualmente 
- Solo (exemplos)pH 	 admensional 	 admensional 	 admensional 
Carbono 	 2,4 % 	 24 g dm-3 	 24 g dm-3 
P 	 3,20 ppm 	 3,20 mg dm-3 	3,20 mg dm-3 
H' +A1' 	 3,42 meq 100 m1-3 	3,42 orno', dm-' 	34,2 mmole dm-3 
Ca" 	 2,99 meq 100 m1-1 	2,99 orno', dm-3 	29,9 mmole dm-3 
mg2. 	 0,88 meq 100 ml-3 	0,88 emale dm-' 	8,8 mmole dm-3 
Cal. + Mg2' 	 6,87 meq 100 mt-' 	6,87 cmole dm-3 	68,7 mmok dm-3 
Ar* 	 1,27 meq 100 m1-1 	1,27 orno', dm-3 	12,7 mmole dm-3 
1K+ 	 0,08 meq 100 ml-' 	0,08 cmole dm-3 	8 mmole dm-3 
S (Soma de bases) 	6,98 meq 100 ml-' 	6,95 crnol, dm-' 	69,5 mmole dm-3 
CTC (T) 	 10,37 meq 100 ml-' 	10,37 cmole dm-3 	103,7 mmole dm-' 
V (Saturação por bases) 	67,02 % 	 67,02 % 	 67,02 % 
Folha (exemplos) - 
Macronutrientes 	 050 % 	 5,0 g ha-1 	 5,0 g kg-' 
Micronutrientes 	 5,0 ppm 	 5,0 mg ha-' 	 5,0 mg kg-' 
ROTEIRO PARA A INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS 
DAS ANÁLISES DO SOLO 
. calcular os valores não identificados no laudo Ex. Ca3', Mg", Ca'+ Mg3'; 
. interpretar os nutrientes e demais resultados, individualmente por cultura e tipo de solo (solo e folha) 
. calcular e interpretar os níveis de participação dos nutrientes na CTC; 
• calcular e interpretar as relações Ca27Mg', Ca2'7Ic, Mg'71c, Ca3'+ Mg3 7K* e KINI(Ca2. +M92`) ; 
. calcular e interpretar a necessidade e o tipo de calcário, o modo de aplicação e incorporação no solo; 
. calcular e interpretar a necessidade e o tipo de fósforo, o modo de aplicação e incorporação no solo; 
• calcular e interpretar a necessidade do potássio, o modo de aplicação e incorporação no solo; 
• calcular e interpretar a necessidade de micronutrientes e modo de aplicação; 
• calcular e interpretar a necessidade de adubação de manutençãolcultura (fórmula em aberto); 
. verificar a compatibilidade na mistura dos adubos; 
• escolhera produto (adubo/corretivo), analisando o preço de seus nutrientes. 
E 
O. 
0m 
E 
9- 
ta 
nY 
E 
-o 
3 
E 
tT 
-om 
•.- 
' a 
o 
o 
o_ 
2 
:2 
g 
E
.0 
N
ão
 m
is
tu
rá
ve
l 
53 52 
 
 
F
on
te
: A
lc
a r
de
 e
t a
l, 
19
91
 
o 
"o 0 
o • 
co 
CO o_ 
GC2 
Cr; 
a 
O 
fd 
O .7 
o U 
E 
o 
• 	2 .5 
cl= 
a) 
GO aD 
CO 
CO 
O 
C.- 
o) 
co 
co 
o 
-CU 
CL 
o 
C.) 
co 
r-- 
co 
r-- 
Fo
s f
at
o 
di
am
ôn
io
 ( D
AP
) 
a, 
CO coO ti 
a 
ti 
a ' ti 
Cl
o r
e t
o 
de
 a
mó
ni
o 
C.4 
ti CO CO Su
lfa
to
 d
e 
am
ón
io
 
ao 
c‘i Cr> 
ti 
C`.1 4.0 a 
cti 
co a, <O 
Ni
tra
to
 d
e a
m
ôn
io
 
0o 
a, 
a 
LO 
a) 
cif tD 
ti 
Cr! 
a 
o 
4? 
o 
a 
o 
Vl Fo
s f
at
o 
m
o n
oc
ál
c io
 
Fo
s f
at
o 
m
on
oa
m
ôn
io
 (M
A
P)
 
a 
o. 
a 
Fo
sf
a t
o 
di
am
ôn
io
 (D
AP
) 
Su
lfa
to
 d
e 
am
ôn
ia
 
Cl
or
et
o 
d
e 
am
ôn
io
 
.03 
o 
co 
Ni
tra
to
 d
e a
m
ôn
io
 
Oc 
o 
"Cf 
.0 
a) 
O 
CU -cr 
ca- 
t-- 
aó 
co O) 
CaA 
u", 
of 
N 
co 
CO 
CO 
ADUBOS: ROTEIRO PARA DEFINIÇÃO DE FÓRMULAS, 
MISTURA E QUANTIDADE A APLICAR 
1° PASSO: determinar a quantidade dos nutrientes através da análise do solo. Ex.: a necessidade de 
10-40-20 kg ha Ide N, P20, e K20. 
2° PASSO: estabelecer a relação N:P:K. De posse da necessidade 10-40-20 kg ha' de NPK, dividir cada 
nutriente pelo menor. Ex.: N= 10 / 10 =1 ; P,O,= 40 / 10 = 4 e K2O 20 / 10 = 2. Logo, a fórmula 
deverá ter uma relação aproximada dei :4:2. 
3° PASSO: para encontrar a fórmula que satisfaça a recomendação da análise do solo, multiplicas a 
relação N:P:K, por 2, 3, 4, 5, 10, etc, conforme abaixo. 
Fator 2 3 4 5 8 10 
N=1 2 3 4 5 8 10 
P=4 8 12 16 20 32 40 
K=2 4 6 8 10 16 20 
4° PASSO: a fórmula que satisfaz a recomendação da análise do solo é como no exemplo a 4-16-8. 
Existindo no mercado fórmula definida ou outra semelhante, estipular a quantidade a ser 
aplicada, conforme o 6°passo. Não existindo a fórmula, desejando fazer a sua própria 
formulação com base na mistura dos nutrientes, proceder da seguinte maneira. 
N=4 	100 -----20 (sulfato de amônio) ---------X= 100 x4/20 = 20 kg sulfato de amónio 
x----4 
N=4 	100 	—45(uréia) 	 X- 100 x 4/45 = 8,8 kg uréia 
x---4 
P=16 	100-------20 (superfosfato simples)--------X =100 x 16/20 = 80 kg superfosfato simples 
x---16 
P=16 	100----------45 (superfosfato triplo)--------- -------X =100 x 16/45 = 35,5 kg superfosfato triplo 
x----16 
Ic=8 	100-----60 (cloreto de potássio)---------------X = 100 x 8160 = 13,3 kg cloreto de potássio 
Ic=8 	100---------48 (sulfato de potássio)-----------X= 100 x 8148 = 16,7 kg sulfato de potássio 
. a mistura envolvendo os produtos: sulfato de amônio + superfosfato simples + cloreto de potássio; 
sulfato de amônio + superfosfato simples + sulfato de potássio; uréia + superfosfato simples + cloreto de 
potássio; uréia + superfosfato simples + sulfato de potássio (113,3; 116,7; 102,1;105,5 kg). Todas as 
opções acima ultrapassam a somatória de 100 kg. Neste caso, fazer os ajustes das misturas. 
. como a mistura dos produtos sulfato de amônio + superfosfato triplo + cloreto de potássio; sulfato de 
amônio 	superfosfato triplo + sulfato de potássio; uréia + superfosfato triplo + cloreto de potássio; 
uréia + superfosfato triplo + sulfato de potássio (68,8; 72,2; 57,6; 61,0 kg), ficaram abaixo de 100 kg, 
neste caso, adicionar material inerte para o enchimento. Ex.: areia, esterco de galinha, etc. 
o 
a> 
-o 
55 
 
 
5° PASSO: calcular a fórmula sem o enchimento com material inerte. (Por resolução de sistema de 
equações lineares). 
Ex.: usando a mistura de sulfato de amônia + superfosfato simples + cloreto de potássio, 
obtém-se uma quantidade de 113,3 kg. A somatória de 20 kg sulfato de amônia +13,3 kg 
doreto de potássio = 33,3 kg de mistura, que para 100 kg, falta: (100 - 33,3)= 66,7 kg que 
fornece 16 kg P 
Portanto 66,7 kg de superfosfato simples = 13,3 kg P 
Portanto 66,7 kg de superfosfato triplo. 30 kg P 
- quantidade de Pfornecida e a necessidade 13,3 < 16 <30 
Para fornecer 16,0 kg de P20, poderá usar uma mistura de 66,7 kg de superfosfato simples 
(X) + superfosfato triplo (Y). Considerando o teor de P,05, no superfosfato simples (18%) e 
superfosfato triplo (41%), tem-se: 
x 	+ y = 66,7 
0,18 + 0,41 =16,0 
Então: 
x 66,7 - y 
0,18(66,7 y)+0,41 y =16,0 
12,006 ( 0,18 y +041 y)= 16,0 
12,006+0,23 y = 16,0 
0,23 y =16,0 12,006 
y = (16,0 - 12,006) /0,23 = 17,37 kg de superfosfato triplo 
Portanto: a quantidade de superfosfato simples= 66,7 17,37 = 49.33 kg 
• a fórmula 4 Kg-16-8 terá a mistura de: 
N = 4,0Kg--20,00 kg de sulfata de amônia 
P205 = 16 Kg -49,33 kg de superfosfato simples 
17,37 kg de superfosfato triplo 
K20 = 8 Kg -13,30 kg de cloreto de potássio 
Total 28 Kg 100,00 Kg 
6° PASSO: cálculo da quantidade a ser aplicada 
▪ dividir o fator 1000 pelo valor qu e foi multiplicado a relação. Ex. 100014 = 250 kg ha-I 
• da quantidade recomendada pela análise do solo, dividir pelo equivalente da fórm ul a e 
multiplicar por 100. 
Ex. recomendado: 10 Kg N; 40Kg P205 e 20 Kg de K20 
N =10/4 = 2,5 x 100= 250 kg ha' 
P205. 40/16 = 2,5 x 100 = 250 kg 
K20 = 20/8 = 2,5 x 100 . 250 kg ha' 
• da quantidade recomendada pela análise do solo, fazer sua somatória e dividi-la pela somatória da 
quantidade da fórmula e multiplicar por 100. Ex. quantidade a aplicar (10+40+20)/ quantidade da 
fórmula (4+16+8)x 100. 250 kg ha"' 
SINTOMAS DE DEFICIÊNCIAS E 
TOXICIDADES NUTRICIONA1S 
NAS CULTURAS 
SOJA - MILHO - ALGODÃO 
FEIJÃO - TRIGO 
56 
	
57 
 
 
59 
Foto 6. Folha com sintoma de deficiência de potássio. r $11$. fi À Irene, parcela com deficiência de potássio. 
parcela com 160 Kg de K, /ha. 
CULTURA DA SOJA 
FOTOS: Clóvis Manuel Borkert, Gedy Jorge Sfredo e Áureo Francisco Lantmann 
Pesquisadores da Embrapa-Soja - Londrina - PR 
Foto 2. À frente, deficiência de fósforo. Atrás, resposta 
ao fósforo aplicado (100 Kg 
Foto 4. À direita, plantas com deficiência de fósforo (O 
kgIha de P CO e à esquerda com 300 kg(ha de 
P O , em latossolo vermelho-amarelo de Bal-
sas MA (solo de serrado de 1e ano decultivo). 
I mo 3. Folha sem deficiência de fósforo (à esquerda) 
e com deficiência de fósforo (à direita) 
Foto 7. Colapso do peclolo causado pela deficiência 
de cálcio. 
Foto 9. Folha com deficiência de magnésio: clorose 
internerval e nervuras de cor verde pálida. 
Foto 10. Folhas com deficiência de manganês: clorose 
internerval e nervuras de cor verde-escuro. 
Foto 11. Vista de uma lavoura com deficiência de 	Foto 12. Toxidez de manganês em solos ácidos, de 
manganês induzida pelo excesso de má 	 origem basáltica. O sintoma é um 
incorporação de calcário, em região de 	 encarquilhamento com pontos marrons 
cerrado. 	 no limbo foliar. 
 
 
Foto 13. Tox idez de manganês (detalhe do Foto 14. Folhas deficientes de zinco apresentam 
encarquilhamento dos foliolos). 	 coloração amarelo-ouro entre as nervuras. 
Foto 15. Folha com sintoma avançado de deficiência Foto 18. Deficiência de cobre em folha nova: 
de zinco, com nervuras de coloração verde• 	 necrose nas pontas e margens. 
escuro intenso. 
Foto 17. Sintonias de deficiência de nitrogênio 
induzida pela deficiência de molihdênio 
em solo ácido (à frente): ao fundo, acidez 
corrigida. 
60 
CULTURA DE MILHO 
FOTOS: Antonio Marcos Coelho e Gonçalo Evangelista de França 
Pesquisadores da Embrapa-Milho e Sorgo - Sete Lagoas - MG 
61 
 
 
Foto 7. Tombamento do milho devido à deficiência 	Foto 8. Deficiência de magnésio. 
de potássio. 
63 
1i2 
 
 
65 
Foto 20, Encurtamento dos internodios 
coloração amarela-esbranquiçaria. 
(Deficiência de zinco) 
CULTURA DO ALGODÃO 
FOTOS: Luiz Henrique Carvalho e Nelson Machado da Silva 
Pesquisadores do IAC - Centro de Algodão e Plantas Fibrosas - Campinas - SP 
	
Foto 1. Clorose geral do algodoeiro adubado com 	Foto 2. Aspecto sadio de plantas adubadas com 
	
apenas 25 Kg de Ni/ha. em solo 	 75 Kg de NI/ha_ 
continuamente cultivado . 
Foto 5. Aspecto de plantas adubadas sem Foto 6. Plantas adubadas com 100 kg de K,0 /ha 
potássio. em solo deficiente. 
 
 
I reter 11. Aspecto das flores de plantas normais 
(abaixo.) e de plantas deficientes em hora 
(acima). 
Foto 10, Contraste entre plantas adubadas 
continuamente com superf osfato triplo (-5), 
à frente, e com superfosfato simples 
ao fundo. 
Foto 12. Deficiência de boro: escurecimento interno 
na base de formações reprodutivas de 
algodoeiro. 
Foto 13. Deficiência de boro: escurecimento de 	Foto 14. Deficiência de boro: pontas com ponteira 
medula dopeciolofoliar. 	 clorótico, superbrotada e com carga só de 
"baixeiro". 
Foto 15. Toxicidade de boro devido no uso continuo 
de alta dose (2,25 Kg de ailinfom* em ano 
seco. 
Foto 16. Deficiência de zinco: clorose do ponteiro 
com folhas novas tendo os bordos virados 
para cima. 
Foto 17. Deficiência de manganês: Clorose 
internerval de folhas novas contrastando 
com overde normal das nervuras. 
Foto 1$. Aspecto de algodoeiro cultivado em solo 
arenoso. sob condições de chuva 
excessivas. 
67 
 
 
Foto 20. Desenvolvimento irregular da raiz 
principal da planta ("pião torto") em 
condições de acidez excessiva. 
CULTURA DO FEIJÃO 
FOTOS: Ciro Antonio Rosolem e Osvaldo Marabayashi 
Pesquisadores/Professores da UNESP - Botucatu - SP 
Foto 1. Deficiência de nitrogênio: Clorose nos 
folioios das folhas mais velhas com 
posterior necrose e queda. 
Foto 2. À esquerda, planta com nutrição normal. a 
direita, planta deficiente em nitrogênio. 
Foto 19. Aspecto do algodoeiro cultivado em soco 
raso, encharcação, em época chuvosa. 
	
Foto 3. Deficiência de fósforo: folhas inferiores 	Foto 4. Deficiência de fósforo, à direita: caules mais 
	
com coloração verde pálido e as 	 curtos e finos. menor desenvolvimento 
	
superiores com tons verdes mais escuros. 	 geral da planta. 
Foto 5, Deficiência de potássio, à direita: menor 	Foto 6. Deficiência de potássio: menor crescimento 
crescimento do caule, da área foliar e do 	 da planta em geral e menor número de 
número defolhas. 	 vagens 
69 
 
 
Foto 7. Planta com nutrição potassica adequada 	Foto 8. Deficiência de cálcio: morte dos pontos de 
maior número de vagens. 	 crescimento: murchamento de caule. 
preciolo e brotos. 
Foto 13. Deficiência de boro: secamento dos 	Foto 14 Toxicidade de boro em 
pontos de crescimento. 
Foto 15. Deficiência de cobre: folhas novas com 
tonalidade mais escura, com enrugamento 
dos bordos e curvamento da ponta do 
limbo para baixo. 
Foto 16 Deficiência de manganês: folhas novas 
com clorose internervaI caracterizando 
um "reticulado grosso". Foto 9. Deficiência de cálcio. à direita: folhas com 	Foto 10. Deficiência de magnésio: folhas mais velhas 
clorose parcial intensa e menor crescimento 	 com clorose internervai que progride do 
da planta. 	 centro para os bordas do fol i 
Foto 11_ A direita, planta deficiente ern magnésio, à 	Foto 12. Á esquerda, planta deficiente em enxofre: 
esquerda, planta normal. 	 à direita, planta normal. 
Foto 17. Toxicidade de manganês, à direita: 	Foto 18. Deficiência de zinco, à esquerda: 
encarquilharnento da folha, pontuações 	 encurtamento dos intemõdios, folhas de 
escuras nos falidos. Á esquerda, folha 	 tamanho reduzido, folíolos em formato de 
normal. 	 lança. 
70 71 
 
 
CULTURA DE TRIGO 
FOTOS: STOLLER do BRASIL - Divisão ARBORE 
Foto 11. ENXOFRE - Folhas novas apresentam urna 
tonalidade mais clara e uniforme por todo 
❑ limbo foliar. O crescimento da planta 
menor 
Foto 1. ZINCO - Plantas com desenvolvimento 
reduzido e menor área foliar, podendo 
ocorrer clorose internerval, que se inicia 
pelas folhas mais novas. 
Foto 3. BORO - ❑ sintoma mais frequente á a 
presença de mflorescencias pouco 
desenvolvidas ou deformadas, apresen-
tando alto índice de esterilldade, associada 
com uma ma formação dos grãos. 
Foto 2. MANGANES - Clorose internerval das 
folhas mais novas que evoluem para estrias 
de coloração pardo-amarronzada. 
Foto 4. FERRO - Folhas novas exibindo clorose 
internerval de coloração amarelada sob um 
reticulado de estrias de coloração verde. 
Foto 7. FÓSFORO - Bronzeamento e posterior 
secamento das Folhas mais velhas, 
progredindo da ponta para a base. 
Redução no perfilhamento e desen-
volvimento da planta. 
Foto 9. MAGNESIO - Folhas mais velhas exibindo 
uma coloração verde-amarelada 
generalizada. mesclada com manchas 
amarelo-amarronzadas. 
Foto 8. POTÁSSIO Fothas mais velhas mostram 
seu ápice amarelado e que posteriormente 
torna-se bronzeado, secando nesta região. 
Estes sintomas podem evoluir para o 
restante do limbo foliar. apesar de mais 
concentrados nos bordos da folha. 
Foto 10. CÁLCIO -Folhas mais novas apresentando 
inicialmente um amarelecimento das 
pontas, que posterirrnente secam e 
enrolam-se na região do ápice. O 
amarelecimento progrido pelas margens 
da folha, que podem se mostrar 
deformadas e necróticas. 
1 Mo 5. COBRE - Folhas mais novas com coloraçao 
verde-pálida e apresentando um aspecto 
flácido, podendo enrolar-se. Na progressão 
do deficiência, a ponta das folhas secam 
Foto 6. NITROGÊNIO - Coloração verde-pálida nas 
folhas mais velhas. Na progressão da 
deficiência, ocorre um amarelecimento e 
necrosamento da folha, iniciando pelo seu 
ápice. 
73 
 
 
macro e micro 
Nutrientes a 	Amostra 
ser(em) analisados Profundidade (cm) Objetivo de uso 
	
00 -10 	- recomendação 
	
10 - 20 	- observar - (raio x) 
micro 	 00 - 10 	- recomendação 
- recomendação 00 - 20 
adubação 
de manutenção enxofre 
adubação de 
manutenção 
e correção" 
macro, micro e 
granulometria = 
2 ESQUEMA DA AMOSTRAGEM DO SOLO - PLANTIO DIRETO 
• Amostragem do solo para análise química 
Embalagem 1 saquinho 
Balde 	 Finalidade Talhão amostraiprofund. cm 
X A 0-10 A (vermelho) 	- Macronutrientes - adubação de manutenção 
- M icronutrlen les • adubação de correção/manut. 
X B 10-20 B (azul) 	- Macronutrientes - observação e distribuição 
no perfil (ralo x) 
X C 0-20 C (A+B=vercie)- Determinação da quantidade de cal-8-ário e 
macronutrientes nas correções 
- Granulométrica -determinação do teor de 
argila, silte e areia 
D 	Enxofro e alumínio (escolha do cultivares trigo) X D 20-40 
. Representação gráfica a nível de campo 
3 - ESQUEMA DE AMOSTRAGEM DO SOLO - PLANTIO CONVENCIONAL 
E PREPARO MÍNIMO 
▪ Amostragem do solo para análise química 
Embalagem I saquinho 	Balde ou 
Talhãojamostralprofund. cm recipiente 
-análise obrigatória para plantio direto com 4 anos ou mais 
• - limitar a dose do calcário em 1/3 a 2/3, a cada dois anos (usar também para correção de 
outros nutrientes) 
- limitara dose de calcário em 10 ton ha para todos os preparos 
4 análise obrigatória para lodosos sistemas de preparo do solo 
• a granulometria deverá ser analisada no mínimo em 2 amostras compostas, de modo que 
uma represente as partes mais altas e a outra as mais baixas da propriedade (também para 
propriedades de transição de solos) 
74 
- Macro e Micronutfientes - adubação de 
manutenção e correção 
- Granulométrica - determinação do teor de 
argila silte e areia 
- Calagem - determinação da quantidade de 
calcário 
- Enxofre e A;uminio (escolha de cultivares trigo) 
Observação: o equilíbrio entre os nutrientes no solo e mais importante que seus teores 
75 
SÍNTESES DO TREINAMENTO DE FERTILIDADE E 
NUTRIÇÃO DE PLANTAS PARA SER UTILIZADO COMO 
SUGESTÃO DE RECOMENDAÇÕES GERAIS 
AMOSTRAGEM DO SOLO 
CONSIDERAÇÕES GERAIS 
■ área máxima representativa de uma amostra composta = 20,0 ha. 
■ número mínimo de sub-amostras para compor uma amostra composta =12 unidades. 
■ Quantidade de solo da amostra a ser enviada ao laboratório para análise química eiciu 
granulométrica = 300 a 500 gramas. 
■ Amostrador de solo: do tipo caneca / rosca, com limitador de profundidade. 
1 - CRITÉRIOS PARA AMOSTRAGEM DO SOLO 
macro, enxofre e 
granulometria ' 
	
00 - 20 	- recomendação 
	
20 - 40 	- observar - (raio x) 
	
00 - 20 	- recomendação 
- recomendação 
do enxofre 
- observar (raio x) e 
recomendação 
Sistema 
Finalidade 
da amostra 
adubação de 
manutenção' 
Plantio direto correção' 
Preparo 
convencional; adubação de 
preparo 	manutenção 
mínimo, etc 	e correçao' 
escolha de 
cultivares 
trigo 
1 
 
Finalidade 
X 	A 	0-20 	A (vermelho) 
X 	B 	20-40 	B (azul) 
enxofre e alumínio 
trocável 00 - 20 
Enxofre a alumínio 
trocável 
20 - 40 
 
 
4 - ENCAMINHAMENTO DA AMOSTRA AO LABORATÓRIO (300 A 500g SOLO) 
Plantio direto 
Embalagem 1 saquinho 
Talhão 'amostra iprofund. cm 
X A 0-10 Macronutrientes e Micronutrientes 
X B 10-20 Macronutrientes 
X C 0-20 Macronutrientes; enxofre e granulometna 
X D 20-40 Enxofre e alumínio 
• Plantio convencional e preparo mínimo 
Embalagem 1 saquinho 
Talhãolamostra profund. cm 
X 	A 	0-20 	Macronutrientes; micronutrientes; enxofre e granulometria 
X 	B 	20-40 	Enxofre e alumínio 
Observação: o equilíbrio entre os nutrientes no sob é mais importante que seus teores 
76 
CORREÇÃO DA ACIDEZ 
CONSIDERAÇÕES GERAIS 
. Calagem superficial 
- da dose total de calcário calculada, aplicar de 30% a 50%, limitando a 2,0 ton ha-1. 
- obedecer intervalos mínimos de dois anos entre as aplicações. 
- para efeito de cálculos de correção e adubação os solos serão considerados como: 
Solos 	 Teor de argila 
Argilosos 	 > 360 g Kr 
Arenosos 	 < 350 g Kg-1 
. Calagem incorporada 
- obedecer intervalos de 3 a 5 anos aproximadamente entre as aplicações, dependendo do efeito 
residual do calcário, 
- aplicar no máximo 10,0 ton ha', incorporando 50% com arado e o restante com grade. 
• Critérios para escolha da fórmula para cálculo da calagem: 
- em solos argilosos corrigir somente quando a saturação de bases (VI) < 60% e/ou a presença do 
alumínio trocável com saturação > 10% (tabela 12). Utilizar o método da saturação de bases 
considerando o V2 = 70%. 
- em solos arenosos corrigir somente quando: 
1) apresentar saturação de bases (V/) < 40% (tabela 12). Utilizar o método da saturação de bases, 
considerando o V2 = 50% 
2) na presença do alumínio trocável (tabela 12) utilizar os métodos: NC (ton h(1)=.A1"x2 ou 
NC (ton hal= 2-(Cav'i-Mr), optando para o que apresentar maior dose. 
CORREÇÃO DO FÓSFORO 
CONSIDERAÇÕES GERAIS 
. poderá ser orientada a fosfatagem corretivamente e em dose única, desde que: 
- sua presença no solo, expressa na análise química, apresente resultado abaixo de 2,0 mg dm-3 
para solos argilosos e abaixo de 5,0 mg dril" para solos arenosos 
- para efeito do cálculo, a correção fosfatada visa elevar os níveis para: solos argilosos = 6,0 mg dni 
e solos arenosos = 9,0 mg dm". 
- Somente em plantio direto (culturas anuais) ou áreas em adequação para instalação de plantio direto. 
• a pesquisa não recomenda a fosfatagem para o sistema de plantio convencional, por haver urna 
mobilização intensa do solo. 
• a eficiência do fósforo no fertilizante corretivo será considerada 20% e para calcular a quantidade a 
aplicar do produto comercial, considerar sua garantia mínima de P205, em: CnA+Agua para as fontes 
solúveis e total para as demais. (Tab. 26) 
▪ a decisão sobre a correção deverá basear-se nos resultados da análise do solo amostradas de O a 
20an. de profundidade. 
Fontes de Fósforo a serem utilizadas em função da acidez do solo: 
Acidez do solo 	 Fontes mais indicadas 
Baixa 1 Muito Baixa 	 Superfosfato simples, Superfosfato triplo, Fosfato 
monoamõnio (MAP), Fosfato diamõnio (DAP) 
Média /Ma 	 Fosfatos naturais reativos, termofosfatos, fosfatos 
magnesian os 
Solicitação ao laboratório: 
Solicitação ao laboratório: 
77 
 
 
MODO DE APLICAÇÃO DO FÓSFORO EM ÁREAS DE PLANTIO DIRETO 
Situação da acidez do solo na faixa 
de O a 20cm de profundidade 
	 Forma e época de aplicação do Fósforo 
-Com semeadeira, incorporando-se na profundidade possível 
no solo (inverno) 
-Incorporar ao solo com arado + grade (casos de revolvimento 
do plantio direto) no inverno, ou; 
-com escarificador ou semeadeira, adaptados com facão para 
distribuição em profundidade (inverno) 
ÁREAS EM ADEQUAÇÃO EIOU IMPLANTAÇÃO DE PLANTIO DIRETO 
. preferencialmente, aplicar 50% da dose antes da aração e o restante antes da gradagem, ou 
. em dose única (100%), após a aração e antes da gradagem. 
ÉPOCA IDEAL PARA APLICAR CALCÁRIO + FÓSFORO 
. aplicar o fósforo três meses antes do calcário, para fontes parcialmente solúveis. 
. aplicar o calcário três meses antes do fósforo, para fontes solúveis. 
FOSFATAGEM CORRETIVA PARCELADA 
. a fosfatagem corretiva parcelada pode ser realizada dentro dos critérios: 
- o nivel do fósforo no solo estiver baixo, porém, acima do que se recomenda para correção em dose única. 
- a dose total calculada deve ser parcelada e adicionada anualmente na própria adubação de manuten-
ção, por três a cinco anos, monitorando até atingir o nível desejado. 
CORREÇÃO DO POTÁSSIO 
CONSIDERAÇÕES GERAIS 
• poderá ser orientada a potassagem corretiva desde que: a participação do K+ na CTC(T) seja < 2,5% 
independentemente de seu teor no solo 
• não é recomendado para solos arenosos, exceto quando contemplartod as as condições abaixo: 
- em plantio direto; 
-com carbonos 12,0g dm-'(Mo> 20,0g dm-'); 
- com adoção da rotação de culturas e 
- com parcelamento da dose total, junto com a adubação de manutenção 
▪ para efeito do cálculo, a correção potássica visa elevar os teores determinados na análise do solo, aos 
valores d e qualquer uma das relações abaixo: 
A) 2,5% da CTC 
B) Gaz.+ mgE•-1- 25,0 
C) IW(Ca .1- M92* ) 0,13 
• procurar não ultrapassar dose de 120 kg ha" de K20. 
• doses maiores que 60 kg ha" de K20 elou M.0 < 20,0 g dm-3, parcelar aplicando 50% no plantio e o 
restante em superfície, antes do plantio ou em cobertura. 
• fonte e eficiência do nutriente. 
- cloreto de potássio. A eficiência do potássio neste fertilizante será considerada 100% e para estimar a 
quantidade a aplicar do produto comercial, considerar 60% de K20 
• - a decisão sobre a correção deverá basear-se nos resultados da análise do solo amostra do 
de 0 a 20cm de profundidade. 
• cuidados na potassagem!- equilíbrio entre os nutrientes: Cal" , 	e Kl- 
- relações: K+/Ca" e K+ írng21 
- u !v!sso pode lixiviar o K• para camadas mais profundas. 
FORMAS DE APLICAÇÃO 
Formas de aplicação 	 Época de aplicação 
- a lanço, antes do plantio 	 Preferencialmente 
- em cobertura, a lanço ou em linha 	 no inverno 
- na serneadeira, no plantio 
- combinando as situações acima 
- a lanço, antes da gradagem 
- a lanço, antes do plantio 
- em cobertura, a lanço ou em linha 	 Preferencialmente 
- na semeadeira, no plantio 	 no inverno 
- combinando as situa ões acima 
CORREÇÃO DO ENXOFRE 
CONSIDERAÇÕES GERAIS 
. poderá ser orientada a adubação corretiva ou de manutenção, desde que: a análise do solo apresente 
resultado com teor médio ou inferior, na profundi d ad e de 0 a 20cm. 
CORREÇÃO DOS MICRONUTRIENTES 
CONSIDERAÇÕES GERAIS 
• a importãnda dos micronutrientes no Paraná é relativa, haja vista as produtividades obtidas e a 
formação geológica da maioria dos solos. 
. poderão ser usados corretivamente ou em manutenção, de acordo com o elemento em questão e 
considerando ainda: níveis no solo e folha; sintomas visuais na lavoura e as produtividades obtidas. 
. enquadrando-se nas condições anteriores, aplicar o(s) fertilizante(s), preferencialmente na próxima 
safra. 
. é possível, dependendo do nutriente e a critério da técnico, recomendar a adubação para a lavoura 
estabeleci da e com problemas (paliativo, UTI foliar). 
• Caso a análise do solo indicar deficiência, acompanhara próxima lavoura com amostragem foliar como 
complemento, podendo ainda utilizar adubação preventiva em pequena área experimentai como 
testemunha antecipada. 
• caso a deficiência seja detectada primeiramente por sintomas na lavoura, amostrar as folhas 
obrigatoriamente e posteriormente o solo, visando orientar medidas para a próxima safra. 
. recomendar somente quando a sua presença no solo estiver no nivel médio ou inferior, e nas folhas, 
abaixo do adequado. Exceção para cobalto e molibidenio em leguminosas, onde sempre devem ser 
aplicados! 
MODOS DE APLICAÇÃO DOS MICRONUTRIENTES 
Local da aplicação 	
Zn 	Mn Cu 	B Mo Co 
Solo - como forma corretiva (cuidado com o boro) 	X 	X 
Folha - paleativo emergencial (U T I foliar) 	X 	X 	X 	X 
Semente - realizar sempre! 
NPK - conforme prescrição 	 X 	X 	X 	X 
Não necessita calagem 
Necessita calagem 
Sistema de manuseio do solo 
Plantio Direto 
Preparo mínimo ou 
preparo convencional 
Micronuttientes 
x x 
70 	 79 
 
 
CONSIDERAÇÕES PARA DECISÃO DE ADUBAÇÃO 
• considerar a(s) cultura(s) a ser(em) adubada(s). 
• tempo de cultivo da área. 
• dados sobre a última calagem; forma de aplicação, quantidade e tipo do calcário; 
porcentagem de saturação de bases; da disponibilidade de cálcio e magnésio; 
classe do solo. 
• informações sobre o tipo de preparo do solo: quantos anos de plantio convencional, 
preparo mínimo ou plantio direto; se adota a rotação de culturas e adubação verde 
▪ análise de solo dos anos anteriores, especialmente dos últimos cinco anos, para 
avaliar a evolução da fertilidade, associada com as produtividades das culturas. 
• avaliar os resultados das análises de solo e confrontar com os níveis críticos 
estabelecidos para cada cultura e nutrientes. 
• variedades cultivadas e a sucessão de culturas, estabelecidas. 
• estabelecer metas de produtividade das variedades cultivadas, em função das 
médias da região, da propriedade, dos resultados de pesquisa e das unidades de 
observação. 
▪ adubações anteriores: fórmulas, composição, quantidades, formas de aplicação e 
solubilidade dos componentes dos nutrientes. 
• consultar as tabelas, com as quantidades média de nutrientes extraídas e 
necessárias para atingir as metas de produtividade estabelecidas. Considerar: 
potencial das variedades cultivadas; médias da região e da propriedade; 
rendimentos máximos observados em resultados de trabalhos de pesquisa e 
unidades de observação. 
• aplicar as quantidades de adubo necessárias para cada classe de solo e cultura. 
PLANILHA DE INTERPRETAÇÃO DA FERTILIDADE DO SOLO 
COOPERADO: 	 Data: 
Localização da lavoura: 	 Prod. Anterior: 
NI° Análise: 	 Prod. Atingida: 
Nutriente 	Equilíbrio 	Falta mEq. Coeficiente' kg ha" 	Coeficiente' kg ha' Nutriente 
Caldo 400,80 560,00 CaO 
Magnésio 243,12 403,00 Mg0 
Potássio 781,95 938,40 K20 
Fósforo 2,00 4,58 P205 
Sat. Bases - - - 
Relações - "/. CTC 
Equilíbrio desejado 
Argiloso' 
Equilíbrio 	Equilíbrio atual 	 após correção 
Arenoso' 
% K+ 3,5 - 5,0 2,5 - 5,0 
% Caz+ 50,0 - 70,0 30,0 - 40,0 
Mg2+ 10,0 -15,0 7,5 -12,5 
% H+ 20,0 - 25,0 
% Na+ < 13,0 
% Alz+ 0,00 
Caz+/Mg' 1/1 - 2511 
Ca2+/K+ 8 -16 
Mg2+1K+ 	 3 - 6 
	
Caz+ + Mg2+1 K+ 	17 - 35 
k.VE•'• - 	 > 0,20 
Micronutrientes - Enxofre 
	
Níveis ou classes 	Fe 	Cu 	Zn 	Mn 	13 	S-SO4 
Baixo 
Médio 
Bom 
Alto 
Excesso 
Fontes • concentrações 
1(20 	P205 (Total) 	CaO 	MgO 
	 s 	Zn 	N (Total) 
KCI 60% 	S. R Triplo IS% 	C. Nomeio 30% 	C. Dolomitico 22% 	Gesso IS% 	SuK Soco 2054 	Uréia 43% 
	
S. F. Simples 18% 	l Calcifico 59% 	C. Calcilice 4% 	S. F. Simpies 1044 	 Sor. Arndeia 20% 
	
Mein 113% 	Gesso 28% 	 &A Arritmia 249E 
	
F. Ana 32% 	9. E Simples 28% 	 Sulf. Irma 18% 
	
Gafsa 29% 	S. F. Rip» 20% 	 F. Galra 3% 
80 
os coeficientes acima são para amostras de solo 20 cm de profundidade e densidade 1,0 g cm'', 
- solos argilosos com teores de argila > 360 g Kg'' e arenosos < 350 g Kg', 
Fonte. Detec/Coamo - São Domingos SC. 
81 
 
 
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA E/❑U COMPILADA 
Ag anta, G. et ai Adubação nitrogenada em milho implantado em semeadura direta após aveia preta Cie. Rural, 
1999. 
Alcarde, J. C. atai Os adubos e a dolência das adubações ANDA,1991, 
ANDA Acidez do solo ecalagem ANDA,1986. 
Araujo, RS. atai-Cultura do feijoeiro comum no Brad-POTAFOS,1996. 
Boareto, A.E.et al Adubação foliar Fundação Carg 1989. 
Borket, C.M. etal - Enxofre e micronutrientes na agricultura brasileira- EMBRAPA-CNPSo.. 
Bull, L7 etal - Cultura do milho: fatores que afetam a produtividade - POTAFOS, 1993, 
Cruz, J.C. atai - Recomendação técnicas paraa cultura do milho - EMBRAPA-CNPMS,1996. 
Costa, J.M. etal Fertilidade do solo e nutrição de plantas CoamolCoodetec, s/d. 
Dechen,A.R, etal -Adubação, produtividade e ecologia, simpósios- Fundação Cargi II, 1992. 
EMBRAPA-GNPSo- Recomendaçaes técn loas para a cultura da soja no Paraná 1997/98 - EMBRAPA-CNPSo, 1997. 
EMBRAPA-SOJA - Recomendações técnicas para a cultura da soja na região central do Brasi1199912000 - EMBRAPA-
SOJA, 1999. 
Espinoza, W, etal -Anais do simpósio sobre fertilizantes na agricultura brasileira - EMBRAPA-DEP, 1984. 
Fabricio, A.C. - Instruções para coleta de amostras de terra - EMBRAPA-CPA0,1995. 
Fadigar S.A.. 
Fetiizante Serrana S.A. 
Fundação Cargili Micronutrientes Fundação Cargill, 1982. 
IAPAR - Amostragem de solo para análise química plantio direto e convencional, culturas perenes, várzeas, pastagens e 
capineiras. IAPAR, 1996. 
IAPAR Informações técnicas paraa cultura do trig o no Paraná 2000. IAPAR, 2000. 
1APAR Ofeijão noParaná Circulam° 63 julho/89.1APAR, 1989. 
IAPAR- Soja no arenito proposta tecnológica básica para uma agricultura sustentável - IAPAR, 1997. 
Khasawneh, F.E. etal - Role of pbosphorus in agricultura- ASA.1980. 
Lopes, A.S.- Anais do simpósio sobre fertilizantes na agricultura brasileira- EMBRAPA-DEP, 1984. 
Lopes, AS.- Manual de fertilidade do solo - ANDNPOTAFOS, 1989. 
Lopes, A.S. etal - Interpretação de análise de solo conceitos e aplicações -ANDA, 1987. 
Malavolta, E. Elementos de Nutrição Mineral de Plantas Ed. Agr. Ceres. 1980. 
Malavolta. E. Micronufnentes na adubação NUTIRPLANT, 1986. 
Malavolta, E. - Seminário sobre corretivos ag ricdas- Fundação Ca rgill 1995. 
Malavolta, E. etal Avaliação do estado nutricional das plantas: princípios e aplicações POTAFOS, 1989. 
Malavolta, E. etal -Manual de adubação -ANDA, 1975. 
Manah S.A. 
Mangai, K, etal - Principies of plant nutrition- IKI, 1987. 
Morrvedt, J.J. et at Micronutrientensin agricultura- SSSA, 1982. 
Munson, R.D. etal Potassium in agricultura -ASA, 1985, 
Oleynik, J. - Manual de fertilização e correção do solo- Emabar-PR, 1980. 
Oleynik, .1, 	- Aná rise desolo- Emater-PR, 1989. 
Oliveira, E. L. et al Recomendação de adubação e calagem para as principais culturas do Estado do Paraná Manual 
técnico do subprograma de manejo e conservação do solo SEABAAPAR, 1989. 
Oliveira, E.F. etal - Efeitos de fontes e doses de nitrogénio aplicados em cobertura nas cultura de trigo, milho e algodão 
()CEPA R, 1995. 
Pulamos Informações agronómicas: soja, feijão, algodão e milho, ri° 66, 68, 69 e 71, POTAFOS. 
Iraij, B. van - Fertilidade do solo e adubação, POTAFOS, 1991. 
Raij, B, van, atai - Recomendações de adubação e calagern para o estado de São Paulo- IAC & Fundação IAC, 
Rosolem, C.A. -Anais do simpósio sobre fertilizantes na agricultura brasileira- EfilBRAPA-DEP, 1984. 
Rosolem, C.A. et al - Adubação foliar- FEPAF, 1987. 
Rosolem, C.A, et al Sistema radicular e nutrição do milho em função da calagem e da compactação do solo Rev, Bras, 
Olo, Solo, 1994, 
Siqueira, O.J.F. - Recomendações de adubação e calagem para os estados do Rio Grande 43 Sul e Santa Catarina 
EMBRAPA-CNPT,1987. 
SolorrIco S.A., 
Stoller do Brasil Trigo g uia de identificação de deficiência (Fotos), Divisão Abora. 
Tiadale, S.M. et al - Soilfertility and fertilizers M.P.Company,1985. 
I rani, P, E, etal - Análise foliar: amostragem e interpretação - Fundação Cargill, 1983, 
- Avaliação e interpretação do enxofre na solo e na planta • F1J NEP, 1988. 
Yamede, T, ot al - Potássio na agricultura brasileira - IAPAR, 1982. 
PRODUÇÃO DAS CULTURAS DE SOJA, MILHO, TRIGO E ALGODÃO 
SOB DIFERENTES FONTES DE FÓSFORO, NUM latossolo vermelho 
distroférrico (latossolo roxo distrófico) 
Eng° Agr° Joaquim Mariano Costa Coamo 
Eng° Agr° Carlito Paulo Schuetz Coamo 
Eng° Age Roberto Bueno Silva Coamo 
Téc. Agr° Ademir A. Simionato Coamo 
A eficiência e resposta das plantas ao fósforo, dependem de fatores como a sua disponibilidade no solo. 
Com o objetivo de avaliar a resposta das culturas de soja, milho, trigo e algodão a diferentes fontes de 
fósforo aplicado no solo como forma de adubação corretiva e medida pela produção de grãos, instalou-se o 
experimento em julho de 1995, na Fazenda Experimental COAMO, num lalossolo vermelho distroférrico 
(iatossolo roxo distrófico), O delineamento é de blocos ao acaso, com sete tratamentos em três repetições. 
As parcelas (tratamentos) de 4,0 X 25m, foram subdivididas em subparcelas de 4,0x12,5m (com e sem 
calcário). A área útil das subparcelas é de 45m2 para as culturas de soja, milho e algodão e de 30.25m2 
para o trigo. Todos os tratamentos com fontes de fósforo receberam 150,0 Kg ha-1 de P, O, total, conforme 
descritos na tabela 1. 
Tabela 1. Descriçãos do tratamentos. Coamo, 2001. 
Tratamento Condição 
do solo 
 
Term ofosf ato 
	
com calcário 
Termofosfato 
	
sem calcário 
Formulado 0-18-0 +micro 
	
com calcário 
Formulado 0-18-0 +micro 
	
sem calcário 
H iperlosfato 
	
com calcário 
H iperfosfato 
	
sem calcário 
Fosfato natural reativo 
	
com calcário 
Fosfato natural reativo 
	
sem calcário 
Superfosfato simples 
	
com calcário 
Superfosfato simples 
	
sem calcário 
Superfosfato simples parcelado* 
	
com calcário 
Superfosfato simples parcelado* 
	
sem calcário 
Testemunha sem fósforo 
	
com calcário 
Testemunha sem fósforo 
	
sem calcário 
Superfosfato simples parcelado em cinco anos. 
Tabela 2. Caracterização química do solo latossolo vermelho distroférrico &fossai° roxo distrófko) 
em maio de 1995. COAM°, 2001. 
Prof. 	P 	C 	pH 	H' +Ai' Ca'i-lifg' Ca' 	Ir 	S 	T 	V 	Ar* 
cm mg dm4 g drn-3 CaCI, 	0110 I, d m' 
00-20 0,60 	19,7 	4,08 0,97 9,01 	1,25 	0,79 	0,31 1,56 	10,57 14,76 	38,34 
O calcário foi calculado para 70% da saturação de bases e aplicado em julho de 1995, na quantidade total de 6,62 
ton ha-1(4,55 ton ha-1 de calcado calcifico+ 2,07 ton ha-' de calcário dolom Rico). a lanço na superfície. Metade da 
dose foi aplicada antes da aração e a outra após, e incorporadas com arada e grade nivel ad ora, respectivamente. O 
fósforo foi aplicado nas subparcelas em outubro de 1995 e incorporado com grade. A adubação com N e K foi feita 
no sulco de plantio, conforme a recomendação para cada cultura. Os resíduos culturais e grãos, após colheita e 
pesagem, são devolvidos integralmente às parcelas. Utilizou-se o sistema de plantio direto para todas as culturas. 
83 
Quant, do produto comercial p205 no produto 
kg ha-' kg alq 
834 2018 18, 
834 2018 18 
834 2018 18 
834 2018 18 
536 1295 28 
536 1295 28 
455 1101 33 
455 1101 33 
834 2018 18 
834 2018 18 
166,8 x 5 403,66 x 5 18 
166,8 x 5 403,66 x 5 18 
82 
 
 
TABELA 3. Produção de grãos de SOJA em função das fontes de fósforo aplicadas 	 TABELA 5. Produção de caroço+fibra de ALGODÃO em função das fontes de fósforo 
no solo. COAMO, 2.001. 	 aplicadas no solo,COAMO, 2.001. 
Tratamento Produção de grãos kg ha-' Média 
% Rel. 
95/96 96/97 	97/98 	98/99 99100 kg ha-' se alq-1 Test. 
COM CALCÁRIO 	 
Formulado 0-18-04-micro 4470 2792 3362 3227 2132 3197 129 135 
Hiperfosfato 3781 2510 3204 3204 2071 2954 119 124 
Fosfato reativo natural 3700 2587 3262 3013 2050 2922 118 123 
Superfosfato simples 4277 2573 3178 3005 1423 2891 117 122 
Termofosfato 4092 2423 3059 29131 1939 2899 117 122 
Sperfosfato simples parc* 3751 2493 3193 2745 1756 2788 112 117 
Testemunha 3233 2351 2638 2337 1313 2374 96 100 
SEM CALCÁRIO 	 
Hiperfosfato 3292 1658 2041 1753 937 1936 78 175 
Fosfato natural reativo 3322 1783 1854 1440 968 1873 76 169 
Formulado 0-18-0+micro 3248 1731 1880 1762 788 1882 76 170 
Superfosfato simples 3270 1728 2036 1433 844 1862 75 168 
Termofosfato 2737 1497 1603 1628 849 1663 67 150 
Superfosfato simples parc.* 1944 1272 1498 956 758 1286 52 116 
Testemunha 1663 1091 1280 1048 453 1107 45 100 
Média 3341 2035 2435 2181 1306 2260 
*Superfosfato simples parcelado em cinco anos 
Tratamento 
Produção de grãos kg ha-' Média %Rel. 
95/96 96197 	97/98 	98/99 kg ha-' 	se ater' Test 
COM CALCÁRIO 	 
Superfosfato simples 2090 2609 	2850 	1446 2249 363 134 
Hiperfosfato 2019 2236 	2834 	1332 2105 340 126 
Fosfato natural reativo 1689 2286 	2723 	1597 2074 335 124 
Formulado 0-18-0+micro 2124 2366 	2588 	1018 2024 327 121 
Superfosfato simples pare. * 1609 2307 	2604 	1455 1994 322 119 
Termofosfato 1493 2225 	2797 	1253 1942 313 116 
Testemunha 1069 1956 	2561 	1107 1673 270 100 
SEM CALCÁRIO 	 
Termofosfato 1284 1255 	1455 	791 1196 193 145 
Fosfato natural reativo 1156 1336 	1326 	200 1005 162 122 
Superfosfato simples 1121 1170 	1528 	84 975 157 -118 
Hiperfosfato 1258 996 	763 	98 779 126 94 
Formulado 0-18-0+ micro 1070 - 	927 	837 	87 730 118 88 
Superfosfato simples parc. * 458 513 	418 	124 378 61 
Testemunha 513 680 	773 	1333 825 133 100 
Média 1354 1633 	1861 	852 1425 
*Superfosfato simples parcelado em cinco anos 
TABELA 4. 	Produção de grãos de MILHO em função das fontes de fósforo 
aplicadas no solo,COAMO 2.001 
Tratamento 
Produção de grãos kg ha-1 Média % Rel. 
95196 96/97 	97/98 	98/99 99/00 kg ha-1 se ale-' Test 
COM CALCÁRIO 	 
Termofosfato 7856 5764 6765 6646 3209 6048 244 128 
Formulado 0-18-0 +micro 8002 5739 6578 5973 3489 5956 240 126 
Superfosfato simples 7343 6072 6666 6313 3327 5944 240 126 
Fosfato natural reativo 6926 5457 6518 6023 3208 5626 227 119 
Hiperfosfato 6745 5139 6387 6095 3059 5485 221 116 
luperfas. Simples paro*. 
fustemu nh a 
6192 
5891 
4772, 
4977 
5943 
5385 
5585 
4798 
3606 
2598 
5220 
4730 
211 
191 
110 
100 
SEM CALCÁRIO 	 
Termofosfato 6296 4157 4696 3692 592 3887 157 185 
{)í rriulado 0-18-0+micro 7354 4113 3951 2906 475 3760 152 179 
1 I i 	IfuSfatO 6800 3793 3943 2981 330 3569 144 170 
I ()ululo natural reativo 5667 3540 4250 2964 799 3444 139 164 
;1Jrx:Ifosfato simples 5696 3276 3404 2179 415 2994 121 143 
!;t I R;rfo. simples parc.* 3405 2529 2646 2556 1029 2433 98 116 
3055 2573 2074 1486 1307 209985 100 
6231 4422 4943 4300 1960 4371 176 
slinploa parcelado em cinco anos 
TABELA 6. 	Produção de grãos de TRIGO em função das fontes de fósforo aplicadas 
no solo. COAMO, 2001. 
Tratamento 
Produção de grãos kg ha-' Média % Rel. 
1998 1997 	1998 	1999 2000 kg har' se alg-' Test. 
COM CALCÁRIO 	 
Hiperfosfato 1692 2174 2382 2661 1686 2119 85 140 
Formulado 0-18-0 +micro 1815 2253 2170 2485 1496 2044 82 135 
Termofosf ato 1712 1740 2041 2583 1465 1908 77 126 
Superfosfatosimples paro* 1886 1782 1958 2434 1473 1907 77 126 
Fosfato natural reativo 1659 1797 2027 2525 1467 1895 76 125 
Superfosfato simples. 1555 1904 2119 2463 1304 1869 75 123 
Testemunha 1890 1348 1694 1793 843 1514 61 100 
SEM CALCÁRIO 	 
Hiperfosfato 1697 903 1035 1520 518 1135 46 182 
Termofosfato 1290 736 907 1625 565 1025 41 165 
Formulado 0-18-04-micro 1484 829 827 1467 392 1000 40 161 
Fosfato reativo natural 1460 766 800 1411 382 966 39 155 
Superfosfato simples 1194 681 688 1276 338 835 34 134 
Superfosfato simples parc* 1288 282 373 916 238 619 25 100 
Testemunha 1216 318 557 822 196 622 25 100 
Média 1587 1323 1463 1935 936 1449 58 
*Superfosfato simples parcelado em cinco anos 
84 	 85 
 
 
Tabela 4. Análise conjunta do custo beneficio de SOJA X TRIGO média de 23 safras agrícolas. COAMO, 2001, 
Ganho de Produtividade 	Receita Custo Res. anual 
Trigo 	Soja 
	Total Adubo Financeiro 
sc alci" R$" sc aicf" Rr 	R$ R$ alq1(') R$(') 
00 	0.00 
	
00 	0,00 	0,00 	0.00 	0.00 
6.0 88.50 
	
2.3 	36.8 	125.3 185.85 	-60.5 
7.0 103.25 
	
4.3 	68.80 	172.00 185.85 	-13.8 
39.0 575,20 20.9 334.40 	909.60 406.19 503.40 
37.0 545.70 15.3 244.80 	790.50 406.19 384.30 
29.0 427.70 17.4 278.40 	706.10 220.30 485.80 
34.0 501.50 22.4 358.40 	859.90 331.50 528.40 
39.0 575.20 24.8 396,80 	972.00 441.70 530.30 
Tratamento 
Testemunha 
Testemunha +S.A. (200 kg hal no plantio 
Testemunha +SA. (200 kg hal em cobertura 
F.4-20-20 (206 kg hal+ S.A. (200 kg hal no plantio 
F. 4-20-20 (206 kg ha") + S.A. (200 kg hal cobertura 
Fórmula 4-20-20 206 kg ha' 
Fórmula 4-20-20 310 kg ha' 
Formula 4-20-20 413 kg ha' 
• Ganho de produção anual, em relação a testemunha 
" Resultado do preço da dia da soja(R$ 15,00/sc) e do trigo(R$ 14.75), pelo ganho de produção,em 03/0512001. 
e} custo real do fertilizante de cada tratamento, R$ 384,00/ton, de Sulfato de Amônia e R$ 442,00 /ton. 4-20-20, em 03/0512001 
(2) Lucro ou prejuízo anual. 
Tabela 7. Evolução das características químicas do solo latossolo vermelho distroférrico (fatossolo roxo 
disirofico) na profundidade de 0,0 a 20,0 cm. COAMO, 2001. 
Enxofre P 	C 	pH Ar 1-h+At" 757•Z Cav. 1(' 	5 	T 	V Al" 
mg dm-3 g dnP CaCl2 	 % 
Análise inicial da área antes da implantação 
1995 	- 	0,60 19,7 4,08 0,97 9,01 1,25 0,79 0,31 1,56 10,57 14,76 38,34 
Análise da área onde se aplicou o termofosfato, 60 dias após a correção. 
1995 	-- 	8,50 2,58 4,75 0,31 7,48 3,06 2,20 0,49 3,55 11,03 32,18 8,03 
2001 
Média* das análises das áreas com fosfato e testemunhas (com calcário), na conclusão do experimento. 
Termofos, 
0.18,0 
7,34 
8,70 
1,51 
1,83 
23,13 
23,80 
522 
5,00 
0,00 
0,03 
4,64 
5,13 
4,55 
3,99 
3,19 
2,83 
0,33 
0,33 
4,88 
4,32 
952 
9,45 
51,26 
45,71 
0,00 
0,69 
Hiperfos. 7,96 1,90 23,57 5,01 0,03 5,16 3,92 2,81 0,33 4,25 9,41 45,16 0,70 
F. Reativo 8,36 2,17 21,98 4,97 0,03 5,16 3,58 2,54 0,29 3,87 9,03 42,86 0,77 
Super F. S. 	11,02 2,82 22,38 4,95 0,03 5,19 3,61 2,62 0,33 3,94 9,13 43,15 0,75 
8.5 Parc. 	10,90 1,44 22,23 4,88 0,09 5,54 3,33 2,35 0,30 3,63 9,17 39,58 2,42 
Testem, 7,56 1,36 23,58 4,96 0,02 5,29 3,67 2,51 0,29 3,96 9,25 42,81 0,50 
'6 Repetições para cada tratamento, distribuidas em: duas para soja, duas para milho e duas para algodão. A amostragem 
de cada repetição compreende 12 subamostras. 
EFEITO DA ADUBAÇÃO RESIDUAL DA CULTURA DO 
TRIGO NA CULTURA DA SOJA, NUM latossolo vermelho 
distroférrico (latossolo roxo distrófico) 
Eng° Agr. Joaquim Mariano Costa Coamo 
Tec° Agi.' Ademir A, Si rnionato Coamo 
A sucessão envolvendo as culturas de trigo e soja tem-se revelado um sistema agrícola com um bom nivel de 
aproveitamento do efeito residual da adubação praticada, ao longo dos anos. Com o objetivo de avaliara efeito 
residual da adubação do trigo sobre a resposta da soja não adubada, medida pela produção de grãos, instalou-
se o experimento em 1987, na Fazenda Experimental COAMO, num letossolo vermelho distroférrico (latossolo 
roxo distrófico). O delineamento é de blocos ao acaso, com três repetições e as parcelas (4,85 x 16,0 m)constitui-
so de tipos, doses, misturas e formas de aplicação dos adubos, conforme a Tabela 1, 
Tabela 1. Descrição dos tratamentos, COAMO, 2001. 
Tratamento" 	 Quantidade e modo de aplicação dos adubos 
1 • Testemunha 	 - sem adubação do trigo e da soja 
2 - Testemunha * sulfato de amônio 	- apicou no plantio 200 kg ha' ano de sulfato de amônia 
3 - Testemunha + sulfato de amónia 	- apicou em cobertura 200 kg ha' ano de sulfato de amónia 
4 - Fórmula 4-20-20 + sulfato de amônio - apicou no plantio 206 kg há' ano da fórmula + 200 kg ha" ano de 
sulfato de amónio no plantio 
5 - Fórmula 4-20-20 +sulfato de amônio - aplicou no plantio 206 kg ha' ano da fórmula +200 kg ha' ano de 
sulfato de amônio em cobertura 
6 - Fórmula 4-20-20 	 - aplicou no plantio 206 kg ha' ano 
Familia 4-20-20 	 - apitou no plantio 310 kg ha-1 ano 
- Fórinuki 4-20-20 	 - aplicou no plantio 413 kg ha' ano 
á Ai minha yens foram realizadas somente nas safiras de trigo 
11 N,i 	nleola do Inverno de 1996, na área do experimento cultivou-se aveia para a cobertura, sem adubação. 
r.irik1É;;;É;1.; %rijo como lrigo adotou-se o sistema de plantio direto. 
H II 
Ano 
Tabela 2. Produção média do grãos de SOJA de 12 safras agrícolas sem adubo. COAMO, 2001. 
Traí. _ 	em kg ha" 	 Média 	% Rel. 
87,88 88/89 9/90 	90191 91192 92193 93/94 94195 95196 96197 98199 99/00 kg h3" sc akr 	Test. 
08 2850 2572 3554 3000 2131 3768 3109 3603 3716 3361 3426 3397 3207 129,4 	124 
07 2990 2555 3390 2739 2095 3433 3048 3526 3608 3541 3604 3252 3149 127,0 	121 
04 2957 2410 3467 2918 2(XC 3456 2991 3613 3541 3351 3413 3113 3111 125,5 	120 
06 3175 2381 3200 2734 1891 3454 2924 3582 3572 3331 3317 2749 3026 122,0 	117 
05 3020 2165 3128 2781 2009 3351 2939 3505 3454 3315 3150 2859 2973 119,9 	115 
03 3070 2328 3246 2626 1879 2968 2790 3202 2893 2996 2332 2072 2700 108,9 	104 
02 2826 1993 3348 2698 1937 2784 2677 3377 2919 2826 2284 2147 2651 106,9 	102 
01 3040 2212 3175 2453 1898 2881 2769 3320 2770 2857 2015 1735 2594 104,6 	100 
Média 2992 2327 3316 2744 1988 3262 2906 3466 3309 3197 2943 2666 2926 118,0 
Tabela 3. Produção média de grãos de TRIGO de 11 safras agrícolas com adubo. COAMO, 2001. 
Trat. 	 Produção em kg ha"" 	 Média 	% Re 	E. 
1987 1988 1989 1991 1992 1993 1994 1995 1997 1998 2000 
	
kg ha-' scalg-' 	Test. 
84 	2955 2732 2043 3518 1964 374 2000 1435 2627 3087 1795 	2230 90 	177 
08 	2802 2598 2120 3245 1468 485 2072 1608 3091 3280 1665 	2221 90 	176 
05 	2963 2517 1993 3337 1748 641 1911 1479 2797 3135 1576 	2191 	88 	173 
07 	2926 2514 2018 3064 1190 463 2124 1511 2803 3041 1546 	2109 85 	167 
06 	2727 2274 1793 2717 1369 553 2050 1387 2704 2768 1365 	1973 80 	156 
03 	2876 2018 1183 2321 1274 374 1396 1215 1392 1089 667 	1437 58 	114 
02 	2869 2283 1195 1793 1458 376 1225 1172 1453 1350 422 	1418 57 	112 
01 	2502 1864 1036 2050 779 345 1135 984 1541 1122 538 	1263 51 	100 
fn 	2827 2350 1673 2756 1406 451 1739 1349 2301 2359 1197 	1855 75 
87 
 
 
Tabela 5. Histórico das características químicas da área experimental. COAMO, 2001. 
Tratamento Ano Praf pH H' * AI" AP* Ci'+1h1( K' C 	P 
em Ca Cl, cmol, drri4 mg dm-' 
Inicio 1988 00-20 4,50 6,66 0,65 2,45 0,18 24,0 9,00 
Testemunha 1991 00-20 4,40 9,25 0,75 2,90 0,05 22,5 3,90 
Fórmula 4-20-20 (206 kg ha l) 00-20 4,30 9,25 0,70 3,50 0,09 20,2 5,70 
Testemunha(tratamentos, 1e2) 1998 00-20 4,54 7,10 0,43 2,98 0,09 22,83 3,28 
Testemunha ( tratamento 3) 00-20 4,467,76 0,51 2,77 0,14 23,90 3,47 
Fórmula 4-20-20-FSulf. Amônia. 00-20 4,50 7,81 0,56 2,86 0,23 23,67 7,33 
Fórmula 4-20-20+Sulf.Am á' n i a. 00-20 4,23 9,01 0,98 1,82 0,12 24,09 7,29 
Fórmula 4-20-20 (206 kg hã') 00-20 4,45 7,62 0,51 2,59 0,16 23,22 6,16 
Fórmula 4-20-20 (310 kg há ') 00-20 4,51 7,65 0,51 2,89 0,22 23,50 8,32 
Fórmula 4-20-20 (413 kg hã') 00-20 4,49 7,78 0,50 2,98 0,22 24,78 13,5 
AVALIAÇÃO TÉCNICA E OPERACIONAL PARA 
DIFERENTES AMOSTRADORES DE SOLOS 
Eng° Agr" Joaquim Mariano Costa Coamo 
Tec° Agi' José Armando de Vidis Coamo 
O objetivo deste trabalho foi padronizar e avaliar o desempenho operacional de diferentes amestradores 
de solos na Coamo. Foram utilizados cinco amostrado res (aparelhos para amostragem do solo): 
1. trado alemão de auto-penetração, tipo caneca; 
2. trado alemão de penetração forçada, tipo caneca; 
3. trado holandês; 
4. caiador de impacto 
5. trado Co amolde Vidis, tipo caneca + rosca. 
Os testes foram realizados em dois tipos de solos com dois níveis de umidade, envolvendo quatro 
operadores (homem), perfazendo um total de 16 amostras por tratamento. Os tratamentos 4 e 3 foram, 
e s poclivamente os que demandaram menos tempo de coleta; o tratamento 5 obteve o terceiro lugar e os 
lt i vais foram lentos, especialmente em solo argiloso úmido. O menor esforço f isico foi para °tratamento 5, 
com boa auto-penetração, o 2 teve ❑ pior desempenho. Os menores volumes de amostras foram, 
ehpectivamente, os tratamentos 4, 5 e 3. Em solo amido inviabilizou o tratamento 1. O tratamento 5 
ai ausentou a menor contaminação da amostras. Sendo o 3 e 4 os que apresentaram alta contaminação 
(mistu ❑ da amostra de diferentes camada de solo). Os tratamentos 5 e 1 apresentaram a melhor 
rir 1c llid;icle da camada de solo amostrada. Conforme as avaliações, a necessidade de amostragem em duas 
Aura lidadas (estratificadas) e diferentes tipos de solos e umidade, o tratamento 5 apresentou melhor 
i Ir i sia ti ponho. 
RESULTADOS OPERACIONAIS DOS AMOSTRADORES DE SOLO 
Tabela 1. Tempo médio' em segundos para retirar e descarregar a amostra de solo no 
balde em solo de textura arenosa e úmido. 
TIPOS DE TRADOS 
Operador Alemão auto 
penetração caneca 
Alemão 
Caneca Holandés 
Caiador de 
Impacto 
Coarne4De VIM 
Caneca + rosca 
Média 
José 98" 86" 50" 35" 51" 64" 
Sebastião 122' 112" 64" 48" 71" 83" 
Valdair 130" 94" 37" 35" 66" 72" 
Johnson 183" 137" 104" 59" 71" 111" 
Média 133" 107" 64" 44" 65" 
1 Médias de 4 repetições 
Tabela 2. Tempo médio' em segundos para retirar e descarregar a amostra de solo no 
balde em solo de textura argilosa e úmido. 
TIPOS DE TRADOS 
Operador Alem" auto 
penetração caneca 
Alemão 
Caneca Holandês 
Caiador de 
impacto 
CoamolDe Vidis 
Caneca + rosca 
Média 
José 125" 127" 69" 96" 93" 102" 
Sebastião 132" 169" 88" 97" 124" 122' 
Valdair 165" 124" 93" 64" 81" 105" 
Johnson 233" 117" 79" 93" 64" 117" 
Média 164" 134" 82" 87" 90" 
' Médias de 4 repetições 
Tabela 3. Tempo médio' em segundos para retirar e descarregar a amostra de solo no 
balde em solo de textura argilosa compactado e seco. 
TIPOS DE TRADOS 
Operador Alemão auto 
penetração caneca 
Alemão 
Caneca 
Holandês Calado( de impacto 
CoamoiDe Vidis 
Caneca + rosca 
Média 
José 108" 81" 89" 46" 74" 80" 
Sebastião 84.. 77" 106" 55" 120" 88" 
Valdair 97" 114" 144" 49" 80" 97" 
Johnson 267" 127" 140" 86" 131" 150" 
Média 139" 100" 120" 59" 101" 
' Médias de 4 repetições 
' Trabalho apresentado na XX Reunião de Pesquisa de Soja Região Central do Brasil Londrina•Pr, Agosto 1998 
H 89 
 
 
91 
COAMO HOLANDÉ8 
RESULTADOS OPERACIONAIS DOS AMOSTRADORES 
1 
160 -/ 
/ 
140-' 
120-f 
IDO- / 
80-" 
60-/ 
40- / 
g 20-+' 
o zy 
$' 
180 
Trado Trado Trado Caiador 
Alemão Alemão Holandês de 
Auto Pen. Caneca Impacto 
Caneca 
LEGENDA 
Solo Arenoso Solo Argiloso 
Úmido (71,7% areia) 	 Úmido (76,5% argila) 
PESO DAS AMOSTRAS DE SOLOS (Gramas) 
COMPARATIVOS/ASPECTOS TÉCNICOS 
TRADO COAMO 
FIDELIDADE DE COLETA 
DO MAT. DA SUPERFÍCIE 
(0-1 cm) 
COAMO 
DE VIDIS 
Caneca 
Rosca 
Solo Argiloso 
Compactado Seco 
1000—/ 	 
800 	 
600 
400 
200-7/ 
O 	 
"3 
Trado 
Alemão 
Auto Para. 
Caneca 
Trado 
Alemão 
Caneca 
Trado 	 Caiador 
Holandês 	 de 
impacto 
COAMO 
DE VIDIS 
Caneca 
Rosca 
a 
• 	e 
DIFERENTES TIPOS DE AMOSTRADORES 
DE SOLO AVALIADOS 
QUALIDADE DA PERFURAÇÃO 
ENTRE ALGUNS AMOSTRADORES 
COAMO 
CANECA/ROSCA 
CANECA 
AUTO PENET. 
 
 
LABORATÓRIOS DE ANÁ 
PARTICIPANTES 
LISES AGRONÔMICAS 
DO CELA-PR 
Continuação._ 
 
Laboratório - Endereço Laboratório - Endereço 
Laboratório - Endereço 
CEFET 
Av. João Bento, 1899 
Fone (0xx44) 523-4156 
CEP 87.300-000 Campo Mourão 
CEFET-UNED PB-CURSO DE AGRONOMIA 
Rod. PR 469, km 01 
Fone (0xx46) 225-2511Cx. Postal 571 
CEP 85.503-390 Pato Branco 
COODETEC 
Rod. Br 467 iirn 98 
Fone (0xx45) 226-3536 
Fax (0xx45) 226-3906 
Cx. Postal 301 
CEP 85.606-970 Cascavel 
EMBRAPA CNP Floresta 
Estrada da Ribeira, km 111 
Fone (0oi41) 766-1313 Ramal 232 
Cx. Postal 319 
CEP 83.411-000 - Colombo 
EMBRAPA Soja 
Rod. Carlos João Strass 
Fone (0xx43) 371-6000 
Cx. Postal 231 
CEP 86_001-970 - Londrina 
Laboratório - Endereço 
IAPAR 
Av. Piquiri, 389 
Fone (0xx45) 223-4844 
Cx. Postal 295 
CEP 85.809-030 Cascavel 
IAPAR 
Pólo Regional de Pesquisa de Ponta Grossa 
Fone (0xx42) 225-1919 
Cx. Postal, 129 
CEP 84.001-970 Ponta Grossa 
IAPAR 
Rod. Celso Garcia Cid, km 375 
Fone (Oxx43) 326-1525 
Cx. Postal 481 
CEP 86.047-902 - Londrina 
INTERPARTNER 
Av. Visconde do Rio Branco, 2889 
Fone (0xx42) 229.3031 
Fax (0xx42) 229-3334 
CEP 84.036-030 Ponta Grossa 
LAB. ANAL. AGRO. MARAVILHA Ltda 
Prefeitura Municipal 
Praça dos 3 Poderes 
Fone (0xx46) 232-1122 - Cx. Postal 13 
CEP 85.550-000 Coronel Vivida 
LAGRO 
Rua Pernambuco, 1911 
`'une (0xx44) 423-4790 
67.704-120 Paranavaí 
LANOSOLO 
Av, Tiraduntus, 114 
CEP 86.360-000 - Bandeirantes 
SOCIEDADE RURAL DE MARINGÁ 
Parque Emílio G, MOdicu 
Fonet0xx44) 226-4885 
Fax(Oxx44) 2213.2169 
Cx. Postai 1558 
CEP 87.001-970 - Maring 
SDLONALISE 
Rua Racha Pombo, 170 Jardim Gramado 
Fone (0)(05) 224-1961 
CEP 85.808-210 - Cascavel 
TERRANALISE 
Av.. General Osório, 500 
Fone (0xx46) 524-2488 
Cx. Postal 124 
CEP 85.604-240 Francisco Balirão 
UNIOESTE Campas de Mal. C. Rondam 
Rua Pernambuco, 1777 
Fone (0xx45) 254-3216 Ramal 216 
CEP 85.960-000 Marechal Cândido Ronclon 
UNISOLO. Lab. Análises Agronómicas 
Av.19 de Agosto, 1063 
Fone (0xx44) 522-2467 
Cx. Postal 51 
CEP 87.360-000 Goioeré 
UNIVERSIDADE EST. DE MARINGÁ 
Departamento de Agronomia 
Av. Colombo, 5790 
Fone (0xx44) 261.4436 ou 261-4407 
CEP 87.020-900 Maringá 
UNIVERSIDADE EST. DE MARINGÁ 
Departamento de Química 
Av. Colombo, 5790 
Fone (0xx44) 261-4449 
CEP 67,020-900 Maringá 
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ 
Rua dos Funcionários, sin Juvevé 
Fone (0xx41) 254-5464 Ramais 164 ou 167 
Cx. Postal 672 
CEP 80.035-050 - Curitiba 
FAC. DE AGRONOMIA LUIZ MBIEGNEL 
Rod. Elr 362, km 54 
Fone (0xx43) 542-8000 
Fax (0xx43) 542-3315 
Cx. Postal 261 
CEP 86.360-000 - Bandeirantes 
FLINTEC 
Rua Raimundo Leonardi,1586 
Fone (0xx45) 277-8865 
CEP 85.900-970 Toledo 
GI-IELLRE Lab. de Semente e Solos 
Av. Iguaçu, 1770 
Fone {0xx45) 565.1468 
CEP 85.877-000 São Miguel dó Iguaçú 
92 
LP.130RATORIO CORREIA & MORAES 
Rua Cel. Ottoni Ferreira Maciel, 101 
Fone (0xx42) 252-3732 ou 252-1439 
CEP 84.130-000 Palmeira 
LABORATÓRIO SANTA RITA SIC 
Av. Manoel Francisco da Silva, 622 
Fone (0xx44) 568-1413 
CEP 87.340-000 - Marritiorê 
LABORSOLO 
Rua Ciara Nunes, 22 
Fone (0xx43) 336-5738 
Cx Postal 5084 
CEP 86.072-280 - Londrina 
LABORATÓRIO DE ANÁLISE AGRONÔMICAS - SÃO PAULO 
NÃO PARTICIPANTE DO CELA-PR 
Laboratório - Endereço 
UNITHAL 
Paranavaí, 54 , Zona 6, Sala 11 
Fonelfax 044-262-5171 
CEP 87.015-430 - Maringá 
93 
 
 
I 	I kl i. 	. ■ 
!
,1 11 °' , Ni 'I 
,,,,,,,„ 
:,r.. 
''' 
- n 
I 	 ■ H1.1111;1,111 
►hA 
- • C) O ( . o 	LII 
I 11 111.■1 	1111 
°'' ZI 	..) 
O, tr -.4i'l 5 I V■: ■I(I 
.c.. 	.e. -.. 
4 ...., 4 
:;(1111(1 
" Z .-. 
w w - 
1 .111 1 
-.4 r W - 
11IDIROGÉMQ 
.-.. X -5, 
._., 
›. - 
,,,,,,,,,, .: 	..1,0r•,,,,,, ,:kr,,(1 mm..1bÉ MI :4E.H1L1.1 
 rt1',-4- 2 
,=.1.,-, 
g ?,7,• 
,1......! 
., 	 . 	1 
"' 	 . 	07 
• 	 : 	 : 	.., 
1111111 
ca „/ L., 
to ••••, ca 
FHONOPJ 
A CO k...7 
UI o .. 
r. ÇA 
..".• 
42. 
c] 	'''' 
4;1 	th 
w a' 
.„.„ 
2, 
kll 
3 o = 
a 	8- 2. 
Z 
❑ 
3
o ,L. 
❑ 
I IÁI 	2.:: 
:Z1 	2 
IIIISANID 
'42. 1'4 g 
11;919111 
t.' Z! 
1 ,111:1)11 , 
O 8 tr u., 
iffi fhl 10 
- -II --, ‘.2 o „ 
NibE110 	 • 
,r, Z 4., w to -, 
+.71..HA111(1 
fal < Kl ...■ 	oj 
ahl1D11.(110 
(11 ,;'' 
krt [h 
IUNDaTÈN10 
,7,,' N‘ -4 
A. % 4, 
5 
MOWDÈN10 
pp 3. 
O o ou 
CR194 
<A O n, 
Ns ■e 	.I.• 
1'.1 11 	1.,,,11 1 1 1 1:1,:11) 1EcW.C.10 MANG:J•;K 
co 
CO 
ci, 
cci 
e0 
co 
" 
r•J 
J 
O 
62" 
'I?. 
.1 
CAHONO 
o 
I 	\ 
F 	; 
ligssio 
z 2,.. 
o ou 
.r 
.jsmü 
7,,,.. o -4 
o o ci 
RuNici 
ã zvi,.. 
_.. C 4"^ 
FERINO 
v, ....-ri 
a) sii. o 
-- 
..7
1
1
1
1
1
J
U
Y
V
 
—
 M
a
s
s
a
 atô
m
ic
a
 
iç
ã
o
 pJETKÉPá 
E .6'. 
,,, u, 
1MLJK( 
,5., «,,, --4 
.,, 	 E 	-.I 
PáCild 
a'. XI s .r., = 111 
,,-.87,1..TO 
us O 1.) 
[O0 --4 
I 	És 
PLANA 
i'', "ti -.1 
a.rr Po o' 
l'?1ADID 
É "a*. 
rio a, c' 
NE9LIEL 
co Z rci 
<4 	...r, cc. 
I 	ra. 
OuRt) 
y:,. > --4 ..„, c 	,L0 
PRnrp. 
Z.‘ 	.,4' 
	
Ga trà 	' 
COBRE 
<,, (") is 
L, 	cf.. 
1,1E1::::[iP.1() 
6, Z O , cc O 
rd.I.D10110 
,.' n A 
Ny a CO 
7:!•:1:0 
a) zN c..3 
V; 	O 
m
e
ta
is
 - 1
\-
-
 nã
o
-m
e
tais
 
1-4 O 
2 _1„, ,, _, 
11.10IC: 
2,, - A u, = c. 
CÁL10 
-, O . o o - 
AW:Elk:5 
.„, 
H.Rr.i 
CC €7, 
ro3 	-.1. 
a u 
CHUICJIM 
15 44 cr N. 
ESTANHO 
to z. sz, to z . 
DEMANIID 
-4 O cu 
Lb C, N7 
■11 
S1LICW 
CO RÁ -. CO .A. A 
CP.'AROW 
,7: 0 . f,' 4:: 
.515.9I91T.5 
2 ce oa ,,,,. 	_, 	,.., 
.3N7.1MÊ1JlO 
7.,' O Lrs ,,, er - 
AR EN1,2 . 
--4 141 L7 
c,,, 01 	c,, 
F.DWRD 
c.] .p, -4 
...1. 	.... , 
P.X1-RODÉMO 
- z , A Y,. ri; 
p.;;LI:;!;;D 
.fi, -. Co 
O 4.• 
ia 1,....K 
,T.,` 	tr, 
‹,,, 	ID 	f ..] 
arirrHX.1 
..., CO ,,, 
CP e, 	J:. 
F.1"1:SOF•.E 
,,,,3 	/A -.4 
N v, O 
DX.110110 
. ri co 
cr' 9. 
O -, .h. 	cp, 
--- 	=, 
P.51.+ST.0 
,-.... 
li », C. . ,„,,, ,,, 
19910 
;■2 	th ..., 	. 
BROMO 
th rà1:1 <"› O Ag th 
(31090. 
‹,% C , -‘ ..,.. 	-.4 
FtelOR 
-‘ "11 UZ. C177 
w 
Õ 
Cr:i 	-A 
O' 	.... 31 - - 
PgDOt:.10 
„--:' z>C e 
XU*W 
2-, X 
CRIPTÓNie . 
0 x . 
AlIGONIO 
A >.9 C...,. 
kEbti"D. 
C 
Z
CL 
HÉLIO 
 
,.% c.- 
@
IL
LI
g
le
r 
o 
3 
o 
o 
nl 
z 
tn 
z 
o 
cn 
gim 
W 
 
 
	FERTILIDADE DO SOLO E NUTRIÇÃO DE PLANTAS - COAMO/CODETEC (2 edição, revisada)
	Índice
	Amostragens para análise
	Amostragem de solo
	Considerações Gerais
	Divisão da área em talhões ou glebas homogêneas
	Tipo de amostras de solo
	Época e frequência de Amostragem
	Profundidade de Amostragem
	Cuidados na amostragem
	Material necessário para amostras do solo
	Tabela 1. Numero de amostras de solo necessário para estimar a média dos nutrientes me função dos nívels de significancia
	Amostragem de folhas
	Considerações Gerais
	Cuidados com o material de planta coletado
	Tabela 2. Resumo dos procedimentos de amostragem de plantas para fins de diagnose nutricional
	Comportamento de alguns nutrientes no solo e plantas
	Considerações Gerais
	Figura 2. Relação entre o pH e a disponibilidade dos nutrients no solo
	Tabela 3. Efeito da densidade do solo na absorção dos nutrientes pelas raízes das plantas
	Tabela 4. Efeito de um nutriente sobre a absorção do outro pela planta
	Tabela 5. Velocidade de absorção dos nutrientes pelas folhas das plantas
	Tabela 6. Relação entre o processo de absorção do nutriente pela planta e localização do adubo
	Tabela 7. Mobilidade de alguns nutrientes no solo e planta
	Tabela 8. Prováveis causas mais comuns das deficiências e excessos dos nutrientes
	Tabela 9. Classes de participação de alguns nutrientes, do alumínio e hidrogênio na CTC do solo e sua interpretação
	Tabela 10. Quantidade de macro e micronutriente absorvida e exportada nos grãos pela cultura do milho
	Calagem
	Considerações Gerais
	Calcário
	Época e modo de aplicação de calcário
	Distribuição do calcário
	Métodos de incorporação do calcário
	Problemas da má incorporação do calcário
	Figura 3. Implementos agrícolas na incorporação de calcário no solo
	Calagem para outros fins
	Escolha do calcário
	Tabela 11. Tomada de decisão do calcário a ser usado em função da relação Ca e Mg
	Cálculo da necessidade de Calagem
	Interpretação do complexo de acidez e saturação do solo
	Tabela 12. Limite de saturação por base e alumínio trocável no solo para as culturas
	Tabela 13. Níveis de interpretação da saturação por bases e pH do solo, independente da cultura
	Cálcio e Magnésio
	Características e classificação dos principais corretivos e fontes de cálcio e magnésio
	Tabela 14. Garantia mínima do gesso e dos principais corretivos, com capacidade para neutralizar a acidez do solo
	Tabela 15. Classificação dos corretivos quanto a concentração do MgO, CaO e PRNT
	Cálcio e Magnésio: quantidade de extração e interpretação dos teores em solos e folhas
	Tabela 16. Quantidade média de Cálcio (Ca) extraído pelas culturas
	Tabela 17. Quantidade média de magnésio (Mg) extraído pelas culturas
	Tabela 18. Níveis de interpretação dos teores de cálcio (Ca) e magnésio (Mg) e CTC nas ANALISE DE SOLO, independente da cultura e solo
	Tabela 19. Níveis de interpretação dos teores de cálcio (Ca) e magnésio (Mg) na ANÁLISE FOLIAR, considerado adequado para as culturas
	Cálculos: Equilíbrio do cálcio e magnésio no corretivo
	Manter a relação 4:1 (Ca e Mg) no solo
	Cálculos: Equilíbrio do cálcio no solo
	Participação na CTC
	Elevar nível desejado
	Relação Ca/Mg
	Cálculos: Equilíbrio do Magnésio no solo
	Participação na CTC
	Elevar níveis desejados
	Relação Ca/Mg
	Lembretes
	A polêmica da relação cálcio: Magnésio
	Gesso Agrícola
	Considerações Gerais
	Cálculo da necessidade de gesso agrícola
	Nitrogênio
	Considerações gerais
	Ciclo do nitrogênio
	Perdas do nitrogênio
	Resposta e parcelamento do nitrogênio
	Formas de Aplicação
	No plantio
	Em cobertura
	Via foliar
	Contribuição da matéria orgânica
	Nitrogênio: Características dos fertilizantes, extração, interpretação (solo e folha) e recomendação
	Tabela 20. Garantia mínima dos principais fertilizantes que contém nitrogênio
	Tabela 21. Concentração média de nutrientes nos materiais orgânicos
	Tabela 22. Quandidade média de nitrogênio extraído pelas culturas
	Tabela 23. Níveis de interpretação dos teores de nitrogênio na ANÁLISE FOLIAR considerado adequados para as culturas, e a sua tolerância à concentração de uréia pulverizado via foliar
	Tabela 24. Níves de interpretação da matéria orgânica na ANALISE DO SOLO
	Tabela 25. Quantidade de nitrogênio recomendado para adubação das culturas
	Fósforo
	Condiderações gerais
	Fixação
	Correção e forma de aplicação
	Critérios para o Cálculo de correção do fósforo
	Curva de resposta econômica
	Em função do teor de argila
	Elevar o nível desejado
	Lembretes
	Fósforo: Características dos fertilizantes, extração, interpretação (solo e folha) e recomendação
	Tabela 26. Garantia mínima dos principais fertilizantes que contém fósforo
	Tabela 27. Legislação sobre extratores na determinação da garantia mínima do fósfoto (P2O5) nos produtos comercias
	Tabela 28. Quantidade média de fósforo (P) extraído e exportado pelas culturas
	Tabela 29. Níveis de interpretação do fósforo (P) na ANÁLISE DE SOLO para as culturas (MEHLICH-1)
	Tabela 30. Níveis de interpretação do fósforo (P) na ANÁLISE FOLIAR, considerada adequada para as culturas
	Tabela 31. Quantidade de fósforo (P2O5) recomendados para adubação das culturas
	Potássio
	Considerações Gerais
	Perdas de Potássio
	Equilíbrio desejado no solo
	Participação na CTC do solo acima de 2,5 %
	Observações quanto as relaçõesCa, Mg e K
	Correção e forma de aplicação
	Aplicação em cobertura
	Critérios para cálculo de correrreção do potássio
	Participação na CTC
	relações Ca, Mg e K
	Potássio: Características dos fertilizantes, extração, interpretação (solo e folha) e recomendação)
	Tabela 33. Quantidade média de potássio (k) extraído pelas culturas
	Tabela 34. Níveis de interpretação dos teores de potássio (k) na ANÁLISE DE SOLO para as culturas (MEHLICH-1)
	Tabela 35. Níveis de interpretação de potássio (K) na ANÁLISE FOLIAR, considerados adequados para as culturas
	Tabela 35. Quandide de potássio (K2O) recomendado para adubação das culturas
	Enxofre
	Considerações Gerais
	Enxofre: características dos fertilizantes, extração, interpretação (solo e folha) e recomendação
	Tabela 37. Garantia mínima dos principais fertilizantes que contém enxofre
	Tabela 38. Quandidade média de enxofre (S) extraído pelas culturas
	Tabela 39. Níveis de interpretação do enxofre (S-SO4-2) na ANÁLISE DE SOLO, independente da cultura
	Tabela 40. Níveis de interpretação de enxofre (S) na ANÁLISE FOLIAR, considerados adequados para as culturas.
	Composição de fórmulas de adubos
	Tabela 41. Quandidade de enxofre (S) recomendado para adubação das culturas
	Tabela 42. Composição de algumas fórmulas comercias de adubos distribuidas na COAMO
	Micronutrientes
	Considerações Gerais
	Filosofias e formas de aplicação
	via solo
	via foliar
	Comportamentos dos micronutrientes
	Boro
	Cobre
	Ferro
	Manganês
	Molibdênio
	Zinco
	Cloro
	Cobalto
	Micronutrientes: Características dos fertilizantes, extração, interpretação (solo e folha) e recomendação
	Tabela 43. Relação de alguns adubos comerciais que contém micronutrientes
	Tabela 44. Garantia mínima dos principais fertilizantes qua contém micronutrientes
	Tabela 45. Relação de alguns produtos comerciais que contém micronutrientes
	Tabela 46. Quantidade média de (Zn) extraído pelas culturas
	Tabela 47. Quantidade média de boro (B) extraído pelas culturas
	Tabela 48. Qauntidade média de manganês (Mn) extraído pelas culturas
	Tabela 49. Quantidade média de ferro (Fe) extraído pelas cultuas
	Tabela 50. Quantidade média de cobre (Cu) extraídos pelas culturas.
	Tabela 51. Quantidade média de molibdênio (Mo) extraído pelas culturas
	Tabela 52. Quantidade média de cobalto (Co) extraído pelas culturas
	Tabela 53. Níveis de interpretação da ANÁLISE DE SOLO, independente da cultura - DTPA
	Tabela 54. Níveis de interpretação da ANÁLISE DE SOLO, independente da cultura - MEHLICH-1
	Tabela 55. Níveis de interpretação da ANÁLISE FOLIAR considerados adequados para as culturas
	Tabela 56. Quantidade de micronutrientes recomendado para a adubação das culturas
	Dicas para transformação de resultados analíticos
	Cálcio - Magnésio - Fósforo - Potássio
	Tabela 57. Peso equivalente (P.Qq) de alguns nutrientes
	Tabela 58. Fatores multiplicativos de tranformação dos resultados analíticos do solo, quando expresso em g 100g-1 (%), mg 100g-1, mg dm-3, kg ou ton ha-1
	Tabela 59. Quandidade de nutrientes esperado pela adição de adubo calcário
	Tabela 60. Sistema internacional de unidades adotadas pelos laboratórios brasileiros nas análises de solo e folha
	Roteiro para interpretação de análises de solo
	Tabela 61. Compatibilidade química de matérias-prima para mistura de fertilizantes
	Tabela 62. Unidade crítica dos fertilizantes a 30 graus C, valores em porcentagens da unidade relativa
	Adubos: Roteiro para definicção de fórmulas, misturas e quantidade a aplicar
	Passos 1 - 4
	Passos 5 e 6
	Sintomas de deficiências e toxicidade nutricionais nas culturas
	Cultura da Soja
	Cultura do Milho
	Cultura do Algodão
	Cultura do Feijão
	Cultura do Trigo
	Síntese do treinamento de fertilizantes e nutrição de planta para ser utilizado como sugestão de recomendações Gerais
	Correção com Micronutrientes
	Considerações gerais
	Modos de aplicação dos micronutrientes
	Solo
	Folha
	Semente
	Correção com Enxofre
	Considerações gerais
	Amostragem de solo
	Considerações Gerais
	1 - Critérios para a amostragem do solo
	2 - Esquema da amostragem do solo - Plantio Direto (SPD)
	3 - Esquema de amostragem do solo - plantio Convencional (PC) e preparo mínimo (PM)
	4 - Encaminhamento da amostra ao laboratório (300 a 500g de solo)
	Plantio Direto (SPD)
	Plantio Convencional (PC) e Preparo Mínimo (PM)
	Correção com Potássio
	Considerações gerais
	Foramas de aplicação
	SPD
	PC e PM
	CORREÇÃO DA ACIDEZ
	Considerações Gerais
	Calagem Superficial
	Calagem incorporada
	Critérios para escolha da fórmula para cálculo da calagem
	Correção de Fósforo
	considerações Gerais
	Fontes de fósforo que podem ser utilizadas em função da acidez do solo
	Modo de aplicação de fósforo em áreas de Planti Direto (SPD)
	Áreas em adequação e/ou implantação de Plantio Direto (SPD)
	Época ideal para aplicar calcário + fósforo
	Fosfatagem corretiva parcelada
	Considerações para decisão de adubação
	Planilha de interpretação da fertilidade do solo
	Bibliografia consultada/ou compilada
	Anexos
	ARTIGO 1 - Produção das culturas de soja, milho, trigo, e algodão sob diferentes fontes de fósforo, num Latossolo Vermelho distroférico
	ARTIGO 2 - Efeito da adubação residual da cultura do trigo na cultura da soja num Latossolo Vermelho distroférrico
	ARTIGO 3 - Avaliação técnica e operacional para diferentes amostragens de solo
	Laboratórios
	Laboratórios de análises agronômicas participantes do CELA-PR
	Laboratório de análises agronômicas - São Paulo - não participante do CELA - PR
	Classificação periódica dos elementos

Mais conteúdos dessa disciplina