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Aerofotogrametria e Tecnologias Topográficas

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Aerofotogrametria e Tecnologias 
Topográficas
Topografia
Diretor Executivo 
DAVID LIRA STEPHEN BARROS
Gerente Editorial 
CRISTIANE SILVEIRA CESAR DE OLIVEIRA
Projeto Gráfico 
TIAGO DA ROCHA
Autoria 
LAIS MACEDO DANTAS
ALEXSANDRO DE ALMEIDA PEREIRA
AUTORIA
Lais Macedo Dantas
Sou formada em Arquitetura e Urbanismo, com uma pós-graduação 
em Design de Interiores, e trabalho atualmente como autônoma na área 
de arquitetura e escrevendo aulas. Sou apaixonada pelo que faço e adoro 
transmitir minha experiência de vida àqueles que estão iniciando em suas 
profissões. Por isso, fui convidada pela Editora Telesapiens a integrar seu 
elenco de autores independentes. Estou muito feliz em poder ajudar você 
nesta fase de muito estudo e trabalho. Conte comigo!
Alexsandro de Almeida Pereira
Sou arquiteto e urbanista graduado pela Universidade Federal de Juiz 
de Fora (2007) e mestre pelo Programa de Pós Graduação em Arquitetura 
e Urbanismo (PPGAU) da Universidade Federal Fluminense (UFF) com 
enfoque na área de Habitação de Interesse Social. Sou membro do corpo 
docente do grupo ITEC, em que leciono para o curso de Arquitetura e 
Urbanismo da faculdade TECSOMA diversas disciplinas ligadas a projeto 
arquitetônico. Fui, ainda, membro do NDE e coordenador substituto do 
curso de Arquitetura e Urbanismo por seis meses e lecionei para o curso 
de Engenharia Civil das faculdades Atenas e FINOM de Paracatu — MG 
durante o período de dois anos e meio. Sou responsável pelo escritório 
Moinho, atuando nas mais diversas áreas de Projeto Arquitetônico, e ex-
presidente do Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB), núcleo de Juiz de Fora 
– MG, na gestão 2014-2016. Participei como Delegado da revisão do Plano 
Diretor da Cidade de Juiz de Fora (2015) e fui Conselheiro do Conselho 
Municipal de Meio Ambiente (CONDEMA) de Juiz de Fora, participando 
da elaboração do Plano Municipal de Saneamento Ambiental de Juiz de 
Fora (2013). Por isso, fui convidado pela Editora Telesapiens a integrar seu 
elenco de autores independentes. Estou muito feliz em poder ajudar você 
nesta fase de muito estudo e trabalho. Conte comigo!
ICONOGRÁFICOS
Olá. Esses ícones irão aparecer em sua trilha de aprendizagem toda vez 
que:
OBJETIVO:
para o início do 
desenvolvimento de 
uma nova compe-
tência;
DEFINIÇÃO:
houver necessidade 
de se apresentar um 
novo conceito;
NOTA:
quando forem 
necessários obser-
vações ou comple-
mentações para o 
seu conhecimento;
IMPORTANTE:
as observações 
escritas tiveram que 
ser priorizadas para 
você;
EXPLICANDO 
MELHOR: 
algo precisa ser 
melhor explicado ou 
detalhado;
VOCÊ SABIA?
curiosidades e 
indagações lúdicas 
sobre o tema em 
estudo, se forem 
necessárias;
SAIBA MAIS: 
textos, referências 
bibliográficas e links 
para aprofundamen-
to do seu conheci-
mento;
REFLITA:
se houver a neces-
sidade de chamar a 
atenção sobre algo 
a ser refletido ou dis-
cutido sobre;
ACESSE: 
se for preciso aces-
sar um ou mais sites 
para fazer download, 
assistir vídeos, ler 
textos, ouvir podcast;
RESUMINDO:
quando for preciso 
se fazer um resumo 
acumulativo das últi-
mas abordagens;
ATIVIDADES: 
quando alguma 
atividade de au-
toaprendizagem for 
aplicada;
TESTANDO:
quando o desen-
volvimento de uma 
competência for 
concluído e questões 
forem explicadas;
SUMÁRIO
O que é e Como Funciona a Aerofotogrametria ............................. 10
Fotogrametria .....................................................................................................................................10
Softwares de Apoio à Topografia e Cartografia ..............................23
Softwares ...............................................................................................................................................23
SIG ...........................................................................................................................................24
QGIS .......................................................................................................................................28
TopoGRAPH ......................................................................................................................29
DataGeosis Office ........................................................................................................ 30
Idrisi ........................................................................................................................................ 31
CAD .........................................................................................................................................33
Lidando com Plantas Topográficas em CAD .................................... 37
Plantas Topográficas em CAD ................................................................................................37
Curvas de Nível ............................................................................................................ 39
Corte e Perfil Topográfico .......................................................................................43
Plotagem de Cartas Topográficas ........................................................ 51
Plotagem ............................................................................................................................................... 51
Gerando PDF ......................................................................................................................................61
7
UNIDADE
04
Topografia
8
INTRODUÇÃO
Você sabia que a área da topografia é uma das áreas mais 
importantes na Arquitetura e Engenharia e que é responsável por elaborar 
cada vez mais construções? Isso mesmo, pois, sem o conhecimento das 
aerofotogrametrias e tecnologias topográficas, não é possível fazer a 
medição de grandes áreas, e, assim, a construção não dará certo. Para 
uma boa obra ser realizada, é preciso compreender o que é e como se 
processa a aerofotogrametria no levantamento topográfico; identificar 
os softwares de apoio à topografia e cartografia; abrir, entender e 
manipular plantas topográficas por meio de ferramenta CAD; e entender 
o processo de plotagem de cartas topográficas, identificando os recursos 
tecnológicos necessários, bem como suas métricas. Entendeu? Ao longo 
desta unidade letiva, você vai mergulhar nesse universo!
Topografia
9
OBJETIVOS
Olá. Seja muito bem-vindo à Unidade 4. Nosso objetivo é auxiliar 
você no desenvolvimento das seguintes competências profissionais até o 
término desta etapa de estudos:
1. Compreender o que é e como se processa a aerofotogrametria no 
levantamento topográfico.
2. Identificar os softwares de apoio à topografia e cartografia.
3. Abrir, entender e manipular plantas topográficas por meio de 
ferramenta CAD.
4. Entender o processo de plotagem de cartas topográficas, 
identificando os recursos tecnológicos necessários, bem como 
suas métricas.
Topografia
10
O que é e Como Funciona a 
Aerofotogrametria
OBJETIVO:
Ao término deste capítulo, você será capaz de entender 
o que é e como funciona a aerofotogrametria. Isso será 
fundamental para o exercício de sua profissão. As pessoas 
que tentaram realizar essa técnica sem a devida instrução 
tiveram problemas ao representá-la. Motivado para 
desenvolver essa competência? Então vamos lá. Avante!.
Fotogrametria
Para se obter informações sobre as propriedades do terreno, 
como vegetação, relevo, hidrografia, ou até mesmo rodovias, ferrovias 
existentes, é necessário realizar o mapeamento, procedimento que 
contém pontos de controle geodésicos e é utilizado para cadastros 
rurais e urbanos, no plano diretor. Ou seja, o mapeamento é realizado a 
partir do levantamento fotogramétrico.
IMPORTANTE:
A fotogrametria pode ser obtida por meio de medidas das 
fotografias. Ela pode ser dividida em fotogrametria terrestre 
e fotogrametria aérea (aerofotogrametria). Ela é bastante 
utilizada para mapeamento topográfico e, a partir das fotos 
aéreas,são realizados os mapas planialtimétricos. 
A fotogrametria terrestre consiste em uma câmera fixada no solo, 
a distância não muito longe, retirando fotos do terreno. Esse método tem 
a precisão muito grande e não é muito utilizado no Brasil devido ao seu 
alto custo. 
De acordo com a CEBRAPOT (2000), o conceito de aerofotogrametria 
pode ser definido como “a ciência da elaboração de cartas mediante 
fotografias aéreas tomadas com câmaras aerotransportadas, utilizando-
se de aparelhos e métodos estereoscópicos” (CEBRAPOT, 2000, p. 1876).
Topografia
11
As câmaras utilizadas para a realização das fotos são câmaras 
especiais que têm muita precisão. De acordo com Fontes (2005), 
A distancia focal da câmara é fator determinante para a 
altura do voo, e muitas vezes, o uso final das imagens. As 
distâncias focais variam entre 80mm ate 610mm, sendo 
as mais utilizadas as de valores 153mm e 300mm.(...) são 
equipadas com sistemas que registram no negativo, no 
momento da tomada da fotografia, informações, como: 
marcas fiduciais, altitude de voo, inclinação da câmara, 
número sequencial, hora da tomada e, em alguns modelos, 
a distância focal. (FONTES, 2005, p. 4)
Na figura a seguir, podemos ver um exemplo de uma câmara 
fotográfica utilizada para a realização da aerofotogrametria.
Figura 1 – Câmara fotográfica
Fonte: Fontes (2005, p. 4).
Segundo Fitz (2008):
A confecção de cartas topográficas, entendidas como 
aquelas que compreendem as escalas médias, situadas 
entre 1:25000 e 1:250000, e que contém detalhes 
planimétricos e altimétricos, ainda hoje se baseia em 
levantamentos aerofotogramétricos com o apoio de bases 
topográficas já existentes. (FITZ, 2008, p. 109)
Pode-se citar, como exemplo, a aerofotogrametria utilizada na área 
urbana na escala de 1:10.0000.
Topografia
12
Figura 2 – Área urbana
Fonte: Fontes (2005, p. 5).
E, na figura a seguir, há um exemplo de aerofotogrametria utilizada 
em uma área de reflorestamento, na escala de 1:15.000.
Figura 3 – Área de reflorestamento
Fonte: Fontes (2005, p. 5).
Topografia
13
O avanço das tecnologias permitiu, por meio de vários tipos de 
sensores, a realização de imagens. No sensoriamento remoto, de acordo 
com Fitz (2008), 
Os sensores são dispositivos que possibilitam a captação 
de energia refletida ou emitida por uma superfície 
qualquer, registrando-a por meio de imagens que podem 
ser armazenadas nos formatos digitais ou analógicos ou, 
ainda, diretamente sobre um filme ou chapa sensível. 
(FITZ, 2008, p. 109)
Na figura a seguir, podemos ver a representação do sensor remoto.
Figura 4 – Sensor remoto
Fonte: Fonte e Vicente (2007, p. 87).
Eles podem ser classificados em dois tipos: ativos e passivos. 
Segundo Fitz (2008), os sensores ativos são classificados como “aqueles 
que possuem uma fonte de energia própria, ou seja, eles mesmo emitem 
energia na direção dos alvos e captam a sua reflexão” (FITZ, 2008, p. 109).
Topografia
14
EXEMPLO
Um tipo de sensor ativo é o radar, o qual faz a transmissão ou a 
emissão de dados por meio das ondas de rádio. Ele realiza o rastreamento 
como também a captação de objetos que estão localizados na Terra.
Figura 5 – Radar
 
Fonte: Pixabay.
Uma máquina fotográfica com flash também pode ser considerada 
um sensor ativo.
Figura 6 – Máquina fotográfica
Fonte: Pixabay.
Topografia
15
Fitz (2008) também classifica os sensores passivos: 
Por sua vez, não possuem fonte própria de energia, 
necessitando de fontes externas para sua captação 
da energia dos alvos. (...) Igualmente nessa condição 
situam-se outros imageadores, como os por varredura, 
que conseguem captar a imagem de um alvo com alta 
resolução espectral. Vale lembrar que os imageadores são 
sensores que apresentam a imagem de um alvo, como 
os escâneres e câmaras fotográficas; os sistemas não 
imageadores, como os espectrômetros e termômetros 
de radiação, apresentam dados alfanuméricos a respeito 
de um alvo, sem fornecer uma imagem correspondente. 
(FITZ, 2008, p. 110)
Caso a máquina fotográfica não possua flash ou fonte própria de 
energia, ela caracteriza-se como sensor passivo. 
A aerofotogrametria possui algumas determinações para que se 
caracterize como tal, sendo diferenciada das normais devido a estes 
pontos pontuados por Fitz (2008):
Formato do negativo: 23x23; registro da altura de voo e/ou 
escala da foto; registro de data e hora da tomada; registro 
do número da foto e da faixa de voo; registro das marcas 
fiduciais ou de fé. (FITZ, 2008, p. 110)
Ainda segundo Fitz (2008), as aerofotos classificam-se em relação 
à sensibilidade da película em quatro tipos: pancromáticas, coloridas, 
infravermelho preto e branco e infravermelhas falsa-cor. Ele conceitua as 
quatro como:
Pancromáticas: utilização de filmes preto e branco, 
com variação de tons de cinza médio a preto, quando 
há absorção da luz, como no caso de uma vegetação 
espessa, e de cinza médio a branco, quando há reflexão 
da luz, como no caso de solo exposto. 
Coloridas: quando os objetos aparecem com a verdadeira 
coloração que apresentam. Nesse caso, a escala das fotos 
deve ser maior (voos mais próximos do terreno) para evitar 
a interferência atmosférica.
Infravermelho preto e branco: quando o filme utilizado é 
sensível à radiação infravermelha. As imagens sofrerão 
variações de tons em razão da maior absorção ou reflexão 
Topografia
16
de radiação. A vegetação, nesse caso, aparecerá em tons 
claros.
Infravermelho falsa-cor: quando o filme utilizado também 
é sensível à radiação infravermelha (normalmente, em 
relação ao infravermelho próximo), sendo, entretanto, 
aparentemente colorida. Em geral, de acordo com o filme 
utilizado, os objetos que absorvem radiação tendem a 
ficar azulados ou pretos, ao passo que os que refletem 
aparecem com tons avermelhados, como a vegetação, por 
exemplo. (FITZ, 2008, p. 111)
Na figura a seguir, podemos ver os quatro tipos de aerofotos, sendo 
possível observar a diferença entre eles.
Figura 7 – Quatro tipos
Fonte: Fontes (2005, p. 12).
Pode-se obter também as aerofotos oblíquas, que, de acordo com 
Fitz (2008): 
é quando o eixo óptico é intencionalmente inclinado em 
relação à vertical do terreno, sendo classificadas, ainda, 
em oblíquas altas, quando a inclinação é tal que permite 
o aparecimento da linha do horizonte (...). Já as aerofotos 
verticais são aquelas em que o eixo óptico coincide com a 
vertical do terreno, sendo as mais utilizadas, pois causam 
menores deformações. (FITZ, 2008, p. 111)
Topografia
17
IMPORTANTE:
Alguns elementos devem ser observados na hora da 
retirada das fotos durante o voo, como: ventos fortes (que 
podem mudar o percurso do avião), nuvens e inclinação do 
sol. Esses elementos mencionados e a falta ou presença 
muito forte do sol podem dificultar a interpretação das 
imagens.
Algumas etapas devem ser levadas em consideração para que o 
custo não seja tão alto. De acordo com Fitz (2008), são nove as etapas:
 • Planejamento de voo.
 • Execução do voo.
 • Revelação do filme.
 • Realização do apoio terrestre. 
 • Processo de fototriangulação ou triangulação da área: Fontes 
(2005) afirma que a aerotriangulação “é a densificação de pontos 
de controle que serão utilizados na correlação entre a imagem 
das fotos aéreas e o sistema de coordenadas do mapeamento” 
(FONTES, 2005, p. 5).
 • Processo de restituição fotogramétrica ou aerorestituição.
 • Processo de estereocompilação.
 • Processo de reambulação.
 • Impressão do mapa final.
Para que o voo aerofotogramétrico seja realizado, tendo em vista 
o custobenefício, é necessário levar em consideração duas condições 
especiais para que se tenha todas as informações sobre o terreno: o 
recobrimento lateral e o recobrimento longitudinal. De acordo com Fitz 
(2008):
O voo deve ser planejado de tal forma que as fotos tenham, 
entre duas faixas de voo paralelas, um recobrimento lateral 
‘sidelap’ situadoentre cerca de 20% e 30%, a fim de que 
eventuais problemas de identificação em uma imagem 
possam ser cobertos por uma foto da faixa vizinha. Por 
outro lado, deve-se observar que as fotos tenham, numa 
mesma linha de voo, um recobrimento longitudinal 
“overlap”, situado entre 50% e 60%, aproximadamente, a 
Topografia
18
fim de que se possa obter estereoscopia entre cada par de 
fotos tomadas em sequência. (FITZ, 2008, p. 113)
A figura a seguir apresenta um recobrimento lateral de 30%.
Figura 8 – Representação
Fonte: Fitz (2008, p. 114).
E, na figura a seguir, há a representação do recobrimento longitudinal 
de 60%.
Figura 9 – Representação
Fonte: Fitz (2008, p. 114).
Topografia
19
De acordo com Fitz (2008), em relação à geometria da aerofoto 
vertical, alguns elementos são conceituados como:
 • Distancia focal (f).
 • Altura de voo (H).
 • Aerobase (B).
 • Fotobase (b).
 • Centro transferido (cn’).
Na figura a seguir, temos a representação na hora da retirada da 
realização de duas fotos verticais.
Figura 10 – Representação
Fonte: Fitz (2008, p. 114).
Topografia
20
Alguns elementos são importantes na hora de analisar a aerofoto. 
Fitz (2008) conceitua esses elementos como:
Distância focal: distância perpendicular entre o centro da 
lente e o filme.
Altura do voo: distância vertical entre o terreno e o filme.
Aerobase: distância horizontal entre o centro de duas 
tomadas de fotos consecutivas de uma linha de voo.
Fotobase: distância correspondente à aerobase na 
fotografia, ou seja, distância entre o centro principal (cn) e 
o centro transferido (cn’) de uma aerofoto.
Centro transferido: imagem do centro de uma foto 
que aparece na consecutiva, em função do efeito de 
recobrimento ou superposição. (FITZ, 2008, p. 114)
A captação fotogramétrica, de acordo com Fontes (2005), é definida 
como:
A operação que visa a obtenção de todos os detalhes 
planimétricos de uma determinada região coberta 
aerofotogrametricamente, bem como a representação 
da sua altimetria, a partir de instrumentos e técnicas 
especificas. Ela é feita a partir de modelos estereoscópicos 
(que são a representação em escala do modelo 
tridimensional do terreno). É definida pela superposição 
ótica de 60% de dois dispositivos e deve transformar a 
projeção cônica das fotografias em projeção ortogonal, 
para a representação em cartas topográficas. (FONTES, 
2005, p. 7)
Alguns elementos são utilizados para a representação por meio de 
símbolos. Fontes (2005) pontua os(as):
 • Símbolos pontuais.
 • Pontos cotados.
 • Polilinhas.
 • Isolinhas.
A captação digital dá-se por meio das fotos digitais. Fontes (2005) 
explica como é realizado esse procedimento:
Uma tela especial é utilizada para polarizar as imagens 
e, com um sistema ótico apropriado, cada olho recebe 
uma das imagens (ponto de vista diferentes), permitindo 
Topografia
21
que o cérebro construa mentalmente uma imagem única 
tridimensional. (FONTES, 2005, p. 7)
A seguir, a foto da representação da captação digital. 
Figura 11 – Representação
Fonte: Fontes (2005, p. 9).
E, a seguir, na ordem, a imagem capturada e o resultado final. 
Figura 12 – Representação
Fonte: Fontes (2005, p. 9).
Topografia
22
RESUMINDO:
Gostou do que lhe mostramos? Aprendeu mesmo tudinho? 
Agora, só para termos certeza de que você realmente 
entendeu o tema de estudo deste capítulo, vamos resumir 
tudo o que vimos. Você deve ter aprendido o conceito e 
como funciona a aerofotogrametria e a fotogrametria 
no levantamento topográfico. Aprendeu também sobre 
sensores ativos e passivos e que as aerofotos se classificam 
em relação à sensibilidade da película em quatro tipos: 
pancromáticas, coloridas, infravermelho preto e branco e 
as infravermelhas falsa-cor. Além disso, você viu que, para 
que o voo aerofotogramétrico seja realizado, tendo em 
vista o custo-benefício, é necessário levar em consideração 
duas condições especiais para que se tenha todas as 
informações sobre o terreno: o recobrimento lateral e o 
recobrimento longitudinal.
Topografia
23
Softwares de Apoio à Topografia e 
Cartografia
OBJETIVO:
Ao término deste capítulo, você será capaz de entender 
como funcionam os softwares de apoio à topografia e 
cartografia. Isso será fundamental para o exercício de sua 
profissão. As pessoas que tentaram executar sem a devida 
instrução tiveram problemas no levantamento de dados. 
Motivado para desenvolver essa competência? Então 
vamos lá. Avante!.
Softwares
Antigamente, a topografia era mapeada manualmente ou com 
alguns instrumentos não muito avançados, demorando ainda mais o 
processo do levantamento de dados. Com o avanço das tecnologias, 
foram criados diversos tipos de softwares para a topografia e cartografia, 
facilitando e otimizando o seu uso e o tempo dos topógrafos.
IMPORTANTE:
Alguns dos softwares, como: Computer Aided Design, ou 
Computer Aided Design and Drafiting (CADD), permitiram 
que surgisse a tecnologia da cartografia assistida por 
computador (Computer Assister/Aided Cartografhy), ou 
mapeamento assistido por computador (Computer Assisted 
Mapping). Logo, esses softwares utilizam o computador 
para criar mapas, armazenar, analisar e emitir relatórios que 
contenham informações processadas sobre o mapeamento 
automatizado e gerenciamento facilitado.
Topografia
24
SIG
Hoje em dia, para a elaboração de mapas, é necessário que se passe 
por um computador utilizando os softwares. O Sistema de Informações 
Geográficas (SIG) é um dos softwares que, de acordo com Kawai (2018), 
armazenam as informações geográficas e promovem 
o seu tratamento através de análises matemáticas e 
computacionais, transformando-as em informações 
espaciais de forma ágil e com grande precisão. É 
apresentado durante esse processo resultados, como: 
mapas altimétricos, curvas de nível, perfil de terreno, 
modelo, tridimensional, ajuste de curvas (vertical e 
horizontal) etc., os quais colaborarão para o mapeamento 
e a representação do local de interesse. (KAWAI, 2018, p. 5)
Figura 13 – SIG
Fonte: Kawai (2018, p. 6)
Topografia
25
O sistema é representado por camadas, conhecidas por layers, 
podendo ser vetoriais ou matriciais, sendo que fica uma sob as outras. 
Assim, a junção dessas camadas resulta em um mapa. Com isso, Fitz 
(2008) define a estrutura vetorial e a estrutura matricial, respectivamente, 
como
composta por pontos, linhas e polígonos, utilizando um 
sistema de coordenadas XY para sua representação. (...)
representada por uma matriz com ‘n’ linhas e ‘m’ colunas, 
M (n,m), em que cada célula, denominada pixel. (FITZ, 
2008, p. 100) 
Na figura a seguir, é apresentada a representação de uma imagem 
digital com a estrutura vetorial.
Figura 14 – Estrutura vetorial
84º
82º
30º
78
Fonte: Fitz (2008, p. 101).
Topografia
26
E, na figura a seguir, a estrutura matricial.
Figura 15 – Estrutura matricial
Fonte: Fitz (2008, p. 101).
De acordo com Sampaio e Brandalize (2018):
para poupar tempo na aquisição dos dados, as feições 
podem ser vetorizadas, de forma automática ou 
semiautomática (ou seja, assistida pelo usuário), por 
meio de software específico para este fim. (SAMPAIO; 
BRANDALIZE, 2018, p. 58)
Esse software seria ABLE SOFTWARE CORPORATION, como é visto 
na figura a seguir.
Topografia
27
Figura 16 – Software
Fonte: Sampaio e Brandalize (2018, p. 58).
Para o resultado final do mapa, são necessários alguns dados, como 
estradas, áreas urbanas, lavouras, cursos de água, áreas florestadas, entre 
outros.
Figura 17 – Representação
Fonte: Fitz (2008, p. 101).
Topografia
28
A seguir, o resultado final.
Figura 18 – Mapa final
 
Fonte: Fitz (2008, p. 101).
QGIS
A sigla QGSIS é mais um software, o Quantum Geographic 
Information System, que, de acordo com Kawai (2018),
é um sistema gratuito e de código aberto, o que significa 
que o código do software está disponível para instalação 
por qualquer pessoa, de modoque existe a colaboração 
por participantes e desenvolvedores do software, 
possibilitando um maior registro de atualizações de 
acordo com os problemas encontrados por cada usuário-
participante.(...) Dentre os principais recursos deste 
software, estão: a interpolação de dados, a construção 
de mapas altimétricos, a geração de curvas de nível e a 
criação de perfis de terreno. (KAWAI, 2018, p. 8)
Na figura a seguir, temos a representação do software QGIS.
Topografia
29
Figura 19 – QGIS
Fonte: Kawai (2018, p. 8).
TopoGRAPH
É um software pago adquirido pela Bentley Systems. De acordo 
com Kawai (2018):
O software possibilita ao usuário utilizar ferramentas, 
como: cálculos de poligonais e irradiações, nivelamento 
geométrico, desenho de planimetria, modelo digital de 
terreno. De acordo com o website Bentley Communities, 
[o software foi] criado para sanar as dúvidas dos usuários 
e contribuir no suporte técnico do software, além de 
disponibilizar gratuitamente tutoriais em vídeo de 
projetos topográficos com a nova atualização do Bentley 
topoGRAPH em seu website. (KAWAI, 2018, p. 8)
A seguir, temos a representação do software TopoGRAPH.
Topografia
30
Figura 20 – TopoGRAPH
Fonte: Kawai (2018, p. 9).
DataGeosis Office
Veja a definição desse programa, de acordo com Kawai (2018):
É um sistema pago, por meio da compra da chave de 
licenciamento. Foi desenvolvido pela Alezi Teodolini, uma 
empresa nacional. O DataGeosis Office possui diversas 
versões de softwares. (...) o software pode ser instalado 
apenas no ambiente Windows, aceitando Windows 95/98 
ou versões superiores. O DataGeosis Office disponibiliza 
gratuitamente tutoriais em vídeo de projetos topográficos 
na plataforma Youtube. Esta ferramenta possui funções 
que estão diretamente relacionadas ao conteúdo da 
disciplina de Topografia, são algumas delas: cálculos de 
poligonais, criação de Modelo Digital de Terreno (MDT), 
cálculo de curvas horizontais, geração de curvas de nível 
etc. (KAWAI, 2018, p. 9)
Topografia
31
A seguir, temos a representação do software DataGeosis.
Figura 21 – DataGeosis
Fonte: Kawai (2018, p. 10).
Idrisi
É um software que utiliza o MNT, que são Modelos Numéricos do 
Terreno. Fitz (2008) afirma que eles
Atribuem valores digitais z para a porção da superfície 
terrestre trabalhada com sua localização (x,y) 
conhecida. Esses modelos podem ser visualizados 
tridimensionalmente, ou transformados em mapas 
temáticos de declividade, de orientação de vertentes. 
(FITZ, 2008, p. 107)
Para isso, realizam-se três etapas para a representação de uma 
área. A primeira são as curvas de níveis.
Topografia
32
Figura 22 – Primeira etapa
Fonte: Fitz (2008, p. 108).
Na segunda etapa, uma figura é resultada da interpolação das 
curvas de níveis, cujos tons mais escuros simbolizam altitudes menores e 
os tons mais claros, altitudes maiores.
Figura 23 – Segunda etapa
Fonte: Fitz (2008, p. 108).
E a terceira etapa é a representação tridimensional, de acordo com 
o MNT final. 
Topografia
33
Figura 24 – Terceira etapa
Fonte: Fitz (2008, p. 108).
CAD
O programa CAD foi feito para otimizar o tempo dos desenhistas. 
Antigamente, os desenhos eram feitos à mão, atrasando todo o processo. 
Com o surgimento do CAD, é necessário que o desenhista conheça o 
programa, sabendo utilizar as ferramentas para que tenha um bom 
resultado, conhecendo o desenho técnico e a representação topográfica. 
De acordo com Veiga, Faggion e Zanetti (2012):
é calcular as coordenadas dos pontos e lançá-las no 
editor gráfico para a realização do desenho. Além disto, 
apresentam uma série de facilidades e utilitários para 
o desenho, como traçado de curvas de nível utilizando 
Modelos Digitais de Terreno, criação automática de malha 
de coordenadas, elaboração de perfis do terreno, inserção 
automática de folhas de desenho, rotulação de linhas com 
azimutes e distâncias etc. (VEIGA; FAGGION; ZANETTI, 
2012, p. 236)
De acordo com Veiga, Faggion e Zanetti (2012): 
Outra facilidade na utilização de CAD é a possibilidade de 
dividir os elementos em diferentes camadas, ou layers, 
útil no gerenciamento e na elaboração do desenho, uma 
vez que podem ser mostradas em tela somente as feições 
Topografia
34
desejadas, sem que haja a necessidade de apagar as 
demais feições. (VEIGA; FAGGION; ZANETTI, 2012, p. 238)
IMPORTANTE:
Na triangulação para a modelagem digital do terreno, é 
possível retirar as camadas, ou layers, não fazendo parte do 
resultado final, ocultando as suas camadas. A figura a seguir 
representa quando a triangulação está ativada.
Figura 25 – Representação
Fonte: Veiga, Faggion e Zanetti (2012, p. 240).
E, agora, a representação quando está desativada:
Topografia
35
Figura 26 – Representação
Fonte: Veiga, Faggion e Zanetti (2012, p. 240).
Podemos citar inúmeros softwares, como:
 • PostGIS.
 • TerraView.
 • Spring.
 • gvSIG.
 • Geonode.
 • Geonetwork.
 • Openlayers.
 • Geoserver.
 • MapSever.
 • I3geo.
 • Fundação OSGeo.
 • CartoDB.
 • SAGA GIS.
Topografia
36
 • Udig.
 • ERDAS Imagine.
 • TerrSet, entre outros.
RESUMINDO:
Gostou do que lhe mostramos? Aprendeu mesmo tudinho? 
Agora, só para termos certeza de que você realmente 
entendeu o tema de estudo deste capítulo, vamos resumir 
tudo o que vimos. Você deve ter aprendido sobre os 
softwares de apoio à topografia e cartografia e as suas 
funcionalidades aplicadas no levantamento de dados. 
Nesse sentido, destacam-se alguns softwares, como: 
Computer Aided Design, ou Computer Aided Design 
and Drafiting (CADD), que possibilitaram o surgimento 
da tecnologia de cartografia assistida por computador 
(Computer Assister/Aided Cartografhy, ou mapeamento 
assistido por computador (Computer Assisted Mapping). 
Esses softwares utilizam o computador para a criação 
de mapas, dentre eles, cita-se: SIG, Topograph, Qgis, 
DataGeosis Office, Idrisi, como também vários outros, como: 
PostGIS, TerraView, Spring, gvSIG, Geonode, Geonetwork, 
Openlayers, Geoserver, MapSever, I3geo, Fundação 
OSGeo, CartoDB, SAGA GIS, Udig, ERDAS Imagine e TerrSet.
Topografia
37
Lidando com Plantas Topográficas em 
CAD
OBJETIVO:
Ao término deste capítulo, você será capaz de entender 
como funcionam as plantas topográficas em CAD. Isso será 
fundamental para o exercício de sua profissão. As pessoas 
que tentaram fazer as plantas topográficas sem a devida 
instrução tiveram problemas ao construir. Motivado para 
desenvolver essa competência? Então vamos lá. Avante!.
Plantas Topográficas em CAD
O projeto topográfico começa a partir do levantamento topográfico 
realizado por meio do topógrafo responsável. Com o recolhimento dos 
dados, estes são inseridos no autoCAD para a representação da poligonal.
O autoCAD utiliza coordenadas x e y para desenho em 2D. Ele 
possui três tipos de coordenadas, que são, de acordo com Fernandes, 
Silveira e Júnior (2019):
Coordenadas Absolutas (100,100): nesse tipo de 
coordenada, o desenho é executado em referência 
ao ponto de origem do eixo cartesiano, o ponto (0,0); 
- Coordenadas Relativas (@100,100): as coordenadas 
são especificadas a partir do último ponto executado. É 
necessário preceder cada coordenada por “@”, indicando 
ao programa que não será utilizada a coordenada absoluta 
e que o ponto de referência (último ponto executado) 
representa o ponto (0,0). - Coordenadas Polares (@100<90): 
as coordenadas funcionam vetorialmente e, por isso, deve-
se definir a distância e o ângulo. (FERNANDES; SILVEIRA; 
JÚNIOR, 2019, p. 87)
Para a inserção dos pontos do levantamento, comece pelo comando 
Point ou pelo comando script, depois disso abra o comando Units, onde é 
possível alterar a unidade de medida do desenho. 
Topografia
38
Para escolher o símbolo do ponto, clique no menu Format, em 
seguida, Point style, escolhendo, assim, o tipo de símbolo que representará 
os pontos.
Figura 27 – Simbologia
Fonte: Fernandes, Silveira e Júnior(2019, p. 91).
Escolhido o símbolo, pelo comando Point, serão pedidas as 
coordenadas x e y, onde o x é o Leste e o Y o Norte.
Figura 28 – Representação
Fonte: Fernandes, Silveira e Júnior (2019, p. 95).
Topografia
39
Curvas de Nível
Para alterar os intervalos das curvas de níveis, é necessário 
selecionar todo o desenho.
Figura 29 – Representação
Fonte: Fernandes, Silveira e Júnior (2019, p. 129).
Logo em seguida, clique com o botão direito. Aparecerá a opção 
Edit Surface Style; clique em selecionar Contours e depois em Contours 
intervals, onde serão mostrados os menores e maiores intervalos das 
curvas de níveis.
Figura 30 – Representação
Fonte: Fernandes, Silveira e Júnior (2019, p. 129).
Topografia
40
REFLITA:
De acordo com Fernandes, Silveira e Júnior (2019, p. 130), 
“para alterar as distâncias das curvas de nível com intervalo 
menor e para alterar as distâncias das curvas de nível com 
intervalo maior, basta clicar no campo correspondente à 
Major Interval.” Para modificar as cores das curvas de nível, 
segundo Fernandes, Silveira e Júnior (2019, p. 131), “na 
mesma caixa de comunicação Surface Style, é necessário 
clicar na aba Display para que as configurações relacionadas 
às cores do desenho sejam apresentadas”. 
Na figura a seguir, temos a representação.
Figura 31 – Representação
Fonte: Fernandes, Silveira e Júnior (2019, p. 129).
Para conferir as cotas das curvas de nível, Fernandes, Silveira e 
Júnior (2019, p. 132) explicam que: “basta deixar o mouse sobre uma das 
linhas, e essa informação será descrita em um quadro temporário que 
permanecerá aberto enquanto o mouse estiver em cima da curva de 
nível”.
Topografia
41
Na figura a seguir, temos a representação.
Figura 32 – Representação
Fonte: Fernandes, Silveira e Júnior (2019, p. 132).
De acordo com Fernandes, Silveira e Júnior (2019): 
Caso não esteja na unidade de metros, basta digitar o 
comando Units e alterar a unidade. Para cotar as curvas de 
nível é necessário clicar na aba Annotate e, posteriormente, 
na aba interna Add Labels, a qual abrirá uma caixa de 
comunicação. (FERNANDES; SILVEIRA; JÚNIOR, 2019, p. 132)
Na figura a seguir, temos a representação.
Figura 33 – Representação
Fonte: Fernandes, Silveira e Júnior (2019, p. 133).
Topografia
42
Ainda de acordo com Fernandes, Silveira e Júnior (2019): 
Depois de feitas as alterações, é necessário clicar no 
botão Add e traçar uma linha que interligará as curvas 
de nível que deverão ser cotadas. Os valores aparecerão 
imediatamente após traçar uma linha entre as curvas 
de nível que você deseja cotar. (FERNANDES; SILVEIRA; 
JÚNIOR, 2019, p. 135)
Na figura a seguir, temos a representação.
Figura 34 – Representação
Fonte: Fernandes, Silveira e Júnior (2019, p. 135).
Para a cotação das curvas, Fernandes, Silveira e Júnior, (2019) 
afirmam que 
Para cotar as curvas de nível é necessário clicar na aba 
Annotate e, posteriormente, na aba interna Add Labels, 
a qual abrirá uma caixa de comunicação. Para o campo 
Feature, seleciona a opção Surface. Para o campo Label 
type, pode-se clicar na opção Contour - Multiple para 
editar algumas características do texto que informará a 
cota das curvas de nível. Clicando no botão, abrirá outra 
janela, na qual é possível alterar a altura do texto, a cor, 
a borda etc. Basta modificar e posteriormente clicar em 
Apply. (FERNANDES; SILVEIRA; JÚNIOR, 2019, p. 132)
Topografia
43
Na figura a seguir, temos a representação.
Figura 35 – Representação
Fonte: Fernandes, Silveira e Júnior (2019, p. 134).
Corte e Perfil Topográfico
O perfil topográfico é definido por Fernandes, Silveira e Júnior (2019) 
como uma espécie de gráfico que traça o perfil de uma 
região ou lugar ao longo de uma determinada linha de 
corte, muito usado por geólogos e na construção civil. 
O processo de criação de um perfil topográfico simples 
pode ser realizado facilmente. O procedimento adotado 
para a confecção dos perfis é denominado método gráfico. 
Primeiramente você precisa ter um mapa feito em curva 
de nível, além disso o uso de uma régua é indispensável 
para obter resultados precisos. (FERNANDES; SILVEIRA; 
JÚNIOR, 2019, p. 137)
Podemos citar a curva de nível. Na figura a seguir, temos sua 
representação.
Topografia
44
Figura 36 – Curva de nível
Fonte: Fernandes, Silveira e Júnior (2019, p. 137).
Em seguida, Fernandes, Silveira e Júnior (2019) continuam: 
De início, deve-se selecionar o lugar que deseja conhecer a 
forma de seu relevo; em seguida, posicionar uma folha de 
papel abaixo do mapa original, onde será desenhado o perfil 
do topográfico. Feito isso, deve-se criar duas linhas, uma em 
vertical, onde poderá colocar a altura, e a outra horizontal, 
que será usada como base para o perfil. Além disso, deve-se 
traçar uma linha que corte as curvas de nível. Será a partir 
delas que se obterá a base para a topografa; após fazer isso, 
sugere-se colocar um ponto a cada cruzamento da linha que 
acabou de ser traçada a do mapa original. (FERNANDES; 
SILVEIRA; JÚNIOR, 2019, p. 138)
Na figura a seguir, temos a representação.
Figura 37 – Representação
Fonte: Fernandes, Silveira e Júnior (2019, p. 138).
Topografia
45
De acordo com Fernandes, Silveira e Júnior (2019):
Após feito o passo anterior completamente, deve-se 
traçar uma nova linha vertical, ligando estes pontos ao da 
altura correspondente no gráfico. Faça isso com todos os 
cruzamentos até o fim do gráfico usando o auxílio de uma 
régua. A escala vertical conveniente significa que deve ser 
escolhida pelo construtor do perfil e que varia de caso para 
caso, região para região. De maneira genérica, o exagero 
vertical deve ser suficiente para que o observador possa 
ter uma ideia do relevo (nem muito suave nem muito 
acidentado). (FERNANDES; SILVEIRA; JÚNIOR, 2019, p. 139)
Na figura a seguir, temos a representação.
Figura 38 – Representação
Fonte: Fernandes, Silveira e Júnior (2019, p. 139).
Com isso, liga-se os pontos do gráfico, resultando no relevo da 
região. 
Topografia
46
Figura 39 – Representação
Fonte: Fernandes, Silveira e Júnior (2019, p. 139).
Para desenhar um modelo 3D do terreno com o autoCAD, de acordo 
com Fernandes, Silveira e Júnior (2019), basta seguir os comandos:
 • Toolspace.
 • Surface, o qual cria superfícies.
 • Create surface.
 • Renomeie a superfície.
 • Point files.
 • Add (nessa opção, importe os dados do levantamento topográfico).
 • Clique no ‘mais’ e selecione o arquivo de extensão .txt que contém 
os pontos.
 • Specify point file format (formato das coordenadas).
Topografia
47
Com esses passos concluídos, abra o arquivo com a poligonal do 
terreno.
Figura 40 – Representação
Fonte: Fernandes, Silveira e Júnior (2019, p. 123).
De acordo com Fernandes, Silveira e Júnior (2019): 
Após clicar em Edit Surface Style irá abrir a janela, 
onde pode-se, além de configurar diversas opções, na 
aba display, tornar os displays componentes visível ou 
invisível, clicando na lâmpada que está ao lado de cada 
componente. (FERNANDES; SILVEIRA; JÚNIOR, 2019, p. 
124)
Na figura a seguir, temos a representação.
Figura 41 – Representação
Topografia
48
Fonte: Fernandes, Silveira e Júnior (2019, p. 125).
De acordo com Fernandes, Silveira e Júnior (2019): 
Pode-se, por exemplo, tornar os triângulos oriundos da 
triangulação das curvas de níveis visíveis. Deve-se clicar 
na lâmpada para tornar o componente visível, em seguida, 
clicar em Apply. Os triângulos tornaram-se visíveis. Os 
passos são os mesmos para tornar qualquer componente 
visível. (FERNANDES; SILVEIRA; JÚNIOR, 2019, p. 125)
Na figura a seguir, temos a representação.
Figura 42 – Representação
Fonte: Fernandes, Silveira e Júnior (2019, p. 125).
Topografia
49
Segundo Fernandes, Silveira e Júnior (2019, p. 126): “Para visualizar o 
terreno em 3D, deve-se clicar com o botão direito do mouse em cima dos 
triângulos e, em seguida, clicar na opção Object Viewer”.Figura 43 – Representação
Fonte: Fernandes, Silveira e Júnior (2019, p. 126).
E, em seguida, aparecerá o perfil do terreno em 3D.
Figura 44 – Representação
Fonte: Fernandes, Silveira e Júnior (2019, p. 127).
Topografia
50
RESUMINDO:
Gostou do que lhe mostramos? Aprendeu mesmo tudinho? 
Agora, só para termos certeza de que você realmente 
entendeu o tema de estudo deste capítulo, vamos resumir 
tudo o que vimos. Você deve ter aprendido sobre como 
funcionam as plantas topográficas em CAD. Aprendeu 
também que o autoCAD utiliza coordenadas x e y para 
desenho em 2D e possui três tipos de coordenadas: 
Coordenadas Absolutas, Coordenadas Relativas e as 
Coordenadas Polares. Além disso, você viu sobre as 
curvas de níveis e como cotar e diferenciá-las, seguindo 
os comandos. Por fim, aprendeu sobre o corte e o perfil 
topográfico, sua definição e os comandos para desenhar 
um modelo 3D do terreno.
Topografia
51
Plotagem de Cartas Topográficas
OBJETIVO:
Ao término deste capítulo, você será capaz de entender 
como funciona a plotagem das cartas topográficas. Isso 
será fundamental para o exercício de sua profissão. As 
pessoas que tentaram realizar a plotagem sem a devida 
instrução tiveram problemas na impressão. Motivado para 
desenvolver essa competência? Então vamos lá. Avante!.
Plotagem
Para se fazer uma plotagem, siga estes passos: é necessário ocultar 
os pontos pelo comando ‘PTYPE’ e pressionar o Enter, em seguida será 
aberta uma janela; escolha o estilo do ponto e depois pressione Ok.
Figura 45 – Representação
Fonte: Fernandes, Silveira e Júnior (2019, p. 162).
Topografia
52
A partir disso, os pontos não serão mais vistos, somente as linhas e 
as poligonais. De acordo com Fernandes, Silveira e Júnior (2019):
Em seguida é necessário congelar alguns Layers, para 
que aqueles que contenham informações desnecessárias 
para a planta topográfica não apareçam na impressão, 
possibilitando uma imagem mais limpa e compreensível. 
Para isso, seleciona-se a barra referente aos Layers. E 
em seguida clica-se no item responsável por congelar as 
Layers para cada Layer desejado. (FERNANDES; SILVEIRA; 
JÚNIOR, 2019, p. 162)
Na figura a seguir, temos a representação.
Figura 46 – Representação
Fonte: Fernandes, Silveira e Júnior (2019, p. 163).
No canto esquerdo abaixo no autoCAD, há duas opções: model e 
layout I. O primeiro modelo constrói o desenho, e, no layout I, o desenho 
é colocado de uma forma padrão na folha. De acordo com a NBR 10068 
(2020), existem os formatos com as seguintes dimensões:
 • A0 com 841x1189.
 • A1 com 594x841.
 • A2 com 420x594.
 • A3 com 295x420.
 • A4 com 210x297.
Topografia
53
Logo, é preciso que toda plotagem tenha essas dimensões. De 
acordo com Fernandes, Silveira e Júnior (2019):
Para criar um formato de folha, basta clicar com o botão 
direito na aba Layout1 e em seguida na opção Page Setup 
Manager. Ao clicar nesta opção, abrirá uma janela, na qual 
não há padronização no formato e terá que ser configurada. 
(FERNANDES; SILVEIRA; JÚNIOR, 2019, p. 164)
Na figura a seguir, temos a representação.
Figura 47 – Representação
Fonte: Fernandes, Silveira e Júnior (2019, p. 166).
Para criar um novo modelo, siga os passos:
 • Opção New.
 • New page setup: escreva o formato da página.
 • Depois selecione Ok.
Na figura a seguir, temos a representação.
Topografia
54
Figura 48 – Representação
Fonte: Fernandes, Silveira e Júnior (2019, p. 167).
Depois disso, uma nova janela será aberta para escolher a 
impressora. Na opção do nome, escolha “Enviar para OneNote 2013”.
Figura 49 – Representação
Fonte: Fernandes, Silveira e Júnior (2019, p. 168).
Topografia
55
Escolha a opção “DWG to PDF.pc3”.
Figura 50 – Representação
Fonte: Fernandes, Silveira e Júnior (2019, p. 169).
Depois, para escolher o tamanho do formato, clique na opção Pager 
size. Em relação a essa opção, de acordo com Fernandes, Silveira e Júnior 
(2019):
Encontraremos vários formatos de acordo com a norma 
ISO, usada como base para a própria ABNT. Para todos os 
formatos, as dimensões são distribuídas de duas formas, 
de modo que a folha pode ter seu comprimento maior na 
vertical ou na horizontal. No AutoCad, a primeira medida 
é sempre x, e a segunda é sempre y, logo a folha ISO A1 
(841.00 x 594.00 MM) terá seu formato no modo paisagem. 
(FERNANDES; SILVEIRA; JÚNIOR, 2019, p. 169)
Na figura a seguir, temos a representação.
Topografia
56
Figura 51 – Representação
Fonte: Fernandes, Silveira e Júnior (2019, p. 168).
Escolhido o tamanho da folha, para selecionar o desenho para 
impressão, siga os passos apontados por Fernandes, Silveira e Júnior 
(2019):
(...) basta clicar em Layout. O campo Plot Scale só deve 
ser alterado caso deseje alterar a proporção da folha, e 
não o desenho. Caso não seja necessário, deixamos na 
escala 1:1. No campo Plot style table, podemos escolher 
se o desenho será impresso em tons de cinza, preto 
e branco ou colorido em várias escalas de opacidade. 
Basta selecionar a opção correspondente. (FERNANDES; 
SILVEIRA; JÚNIOR, 2019, p. 175)
Na figura a seguir, temos a representação.
Figura 52 – Representação
Fonte: Fernandes, Silveira e Júnior (2019, p. 176).
Topografia
57
De acordo com Fernandes, Silveira e Júnior (2019):
Em seguida basta clicar em Ok e voltaremos para a primeira 
janela, na qual terá o novo formato criado. Basta darmos 
um duplo clique neste formato e clicar no botão Close. O 
desenho ficou bem menor do que a folha. Basta levar o 
mouse para cima das bordas do retângulo do desenho, 
selecionar e deletar. Você não excluiu o seu projeto, 
ele ainda se encontra na aba de modelagem Model. Na 
parte de Layout se encontra apenas o formato da folha. 
(FERNANDES; SILVEIRA; JÚNIOR, 2019, p. 176)
Na figura a seguir, temos a representação.
Figura 53 – Representação
Fonte: Fernandes, Silveira e Júnior (2019, p. 177).
Para inserir um novo desenho já pronto ou desenhar um modelo de 
folha, exporta-se o modelo de folha, seguindo os seguintes passos:
 • Aba layout.
 • Digite o comando insert.
 • Será aberta uma nova janela para selecionar o modelo desejado.
Topografia
58
Figura 54 – Representação
Fonte: Fernandes, Silveira e Júnior (2019, p. 178).
De acordo com Fernandes, Silveira e Júnior, “Como o modelo da 
folha utilizado está em Milímetros, e as dimensões do Layout foram 
configuradas em metros, aumentaremos a escala da folha em 1000 vezes 
alterando o campo Scale.” (FERNANDES; SILVEIRA; JÚNIOR, 2019, p. 178)
Na figura a seguir, temos a representação.
Figura 55 – Representação
Fonte: Fernandes, Silveira e Júnior (2019, p. 178).
Topografia
59
Ainda segundo os autores (2019),
Para excluir as informações do centro da folha, como sua 
nomenclatura e a escala, basta digitar o comando explode 
para desmembrar o desenho e, em seguida, excluir essas 
informações. Em seguida, usaremos o comando Viewports 
para importar o desenho que está na aba Model para a aba 
Layout. Ao digitar o comando e pressionar a tecla Enter, 
uma janela abrirá com algumas opções para dispor um ou 
mais desenhos de diferentes formas. Usaremos a opção 
Single. (FERNANDES; SILVEIRA; JÚNIOR, 2019, p. 178)
Na figura a seguir, temos a representação.
Figura 56 – Representação
Fonte: Fernandes, Silveira e Júnior (2019, p. 180).
De acordo com Fernandes, Silveira e Júnior (2019)
Em seguida basta clicar em Ok e selecionar a área na 
qual queremos que o desenho seja inserido. Nesse caso 
clicamos nas extremidades do retângulo interno do modelo 
da folha. Caso o desenho não fique centralizado, devemos 
clicar duas vezes com o botão esquerdo do mouse na área 
em que ele foi inserido e arrastar a imagem ao pressionar 
Topografia
60
o botão de rolagem do cursor do mouse, movendo-o para 
o local desejado. (FERNANDES; SILVEIRA; JÚNIOR, 2019, 
p. 180)
Na figura a seguir, temos a representação.
Figura 57 – Representação
Fonte: Fernandes, Silveira e Júnior (2019, p. 181).Localizado no lado direito, há algumas informações sobre o desenho 
que são apontadas por Fernandes, Silveira e Júnior (2019), como:
 • Planta de situação.
 • Observações.
 • Legenda.
 • Quadro de coordenadas da poligonal.
 • Assessoria técnica.
 • Recursos.
 • Programa.
 • Logomarca.
 • Título.
Topografia
61
 • Subtítulo.
 • Detalhe da prancha.
 • Desenho e diagramação.
 • Diretório. 
 • Endereço.
Gerando PDF
Para gerar o arquivo PDF para a impressão, de acordo com 
Fernandes, Silveira e Júnior (2019):
basta utilizar o comando “Plot” ou simplesmente a 
combinação das teclas “Ctrl + P”. Irá abrir uma das 
janelas anteriormente utilizada para a configuração das 
dimensões da folha. Geralmente esta janela ainda conterá 
as informações fornecidas no momento da configuração, 
que devem permanecer. (FERNANDES; SILVEIRA; JÚNIOR, 
2019, p. 181)
Na figura a seguir, temos a representação.
Figura 58 – Representação
Fonte: Fernandes, Silveira e Júnior (2019, p. 183).
Topografia
62
Caso o projetista queira a folha nos formatos pré-estabelecidos, 
ele pode criar com sua largura ou comprimento com múltiplo ou 
submúltiplo da forma já existente. Para criar um novo formato, de acordo 
com Fernandes, Silveira e Júnior (2019), devem ser seguidos os seguintes 
passos:
 • Botão Properties.
 • Plotter configuration editor.
 • Selecione a opção custom paper sizes.
 • Em seguida, botão Add.
Figura 59 – Representação
Fonte: Fernandes, Silveira e Júnior (2019, p. 170).
 • Opção start from scratch.
 • Avançar>. 
Topografia
63
A partir daí, você poderá alterar as medidas, na janela que se abrirá. O 
próximo passo é ‘avançar >’ e clicar em Printable area, (área da plotagem). 
Para aproveitar toda a área da folha, digite 0 em todos os campos. Em 
seguida, ‘avançar >’, no item paper size name, digitando o nome da folha, 
e depois ‘avançar >’. Depois disso, file name, continuando com “DWG to 
PDF”, acrescentando o 2 para diferenciar. Em seguida, ‘avançar >’, finish, e 
aperte em concluir. 
Figura 60 – Representação
Fonte: Fernandes, Silveira e Júnior (2019, p. 174).
Topografia
64
RESUMINDO:
Gostou do que lhe mostramos? Aprendeu mesmo tudinho? 
Agora, só para termos certeza de que você realmente 
entendeu o tema de estudo deste capítulo, vamos resumir 
tudo o que vimos. Você deve ter aprendido sobre o 
processo de plotagem de cartas topográficas, identificando 
os recursos tecnológicos necessários, bem como suas 
métricas e seus comandos para determinar o tamanho da 
folha (que são 5: A0, A1, A2, A3 e A4). Aprendeu, ainda, a 
fazer a plotagem, como também fazer o formato de folha 
personalizado para inserir um novo desenho já pronto, ou 
desenhar um modelo de folha, como também para gerar 
um PDF do arquivo.
Topografia
65
REFERÊNCIAS
CEBRAPOT. Centro brasileiro de aperfeiçoamento de profissionais 
de topografia. Curso técnico de agrimensura, módulo 13: fotogrametria 
e sensoriamento remoto. Criciúma: CEBRAPOT, 2000.
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