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Planejamento Mina_rev6

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1
Reservas Minerais e Planejamento de Mina
Renato Mastrela, 27/06/2016
2 A
g
e
n
d
a
1. Planejamento estratégico ~ lavra
2. Sequenciamento ótimo
3. Reservas Minerais
4. Planejamento de Lavra do futuro 
3
Siglas e Abreviaturas
 PE – Planejamento Estratégico 
 PLP – Planejamento de Longo Prazo
 PMP – Planejamento de Médio Prazo
 PCP – Planejamento de Curto Prazo
 LOM – “Life of Mine” (Vida útil da mina)
 ROM – “Run of Mine” (Minério bruto que vem direto da mina)
 LG – Lerchs & Grossmann
4
Planejamento Estratégico ~ 
Lavra
5
Em meados dos anos 60, surgiu a metodologia de Planejamento
Estratégico idealizada pelo prof. Igor Ansoff publicada em seu best-seller
“Corporate Strategy”, confirmada e detalhada pelos pesquisadores do
Stanford Research Institute (Taylor, 1975). "Não há nenhum problema em
formular uma estratégia, o problema é fazê-la funcionar” (Igor Ansoff)
Conceitos – Planejamento Estratégico
“É uma metodologia gerencial que visa estabelecer a direção a ser
seguida pela organização, visando maior grau de interação com o
ambiente" (Philip Kotler).
Em relação a direção, Kotler, reforça sobre o âmbito de atuação quanto
as macro políticas, macros objetivos, macro estratégia, estratégias
funcionais, políticas funcionais, objetivos funcionais e da filosofia de
atuação da organização.
“É uma forma de pensar no futuro, integrada no processo decisório, com
base em um procedimento formalizado e articulador de
resultados” (Mintzberg).
6
Estratégia Vale
7
O planejamento estratégico busca prever o futuro da empresa para
direcionar os elementos de crescimento a uma evolução lucrativa para
o negócio.
Conceitos – Planejamento Estratégico
“O planejamento estratégico não diz respeito a decisões futuras,
mas às implicações futuras de decisões presentes” (P. Drucker).
8
O planejamento estratégico de lavra corresponde ao processo para se
determinar o "melhor" projeto e sequenciamento da lavra, segundo uma
estratégia previamente estabelecida. É considerado um elemento chave
para o sucesso de um empreendimento de mineração, uma vez que
subsidia o processo decisório sobre a sua condução e desenvolvimento.
Conceitos – Planejamento Estratégico de Lavra 
“O planejamento é uma atividade criativa, enquanto a otimização é um
processo analítico. Não são muitas as otimizações a serem formuladas
para uma estratégia; isto é refinar a estratégia escolhida. Planejamento é
a atividade primária, a otimização é complementar” Kenneth Lane (Whittle
Strategic Mine Planning Conference, Perth 1999).
9
Conceitos - Planejamento de lavra 
É a arte e a ciência na gestão de negócios envolvendo o
aproveitamento de bens minerais, buscando alcançar os objetivos de uma
organização, de forma eficiente e eficaz, buscando atender a estratégia
do negócio alinhado a otimização de mina.
Trata-se de um conceito interdisciplinar envolvendo as atividades de
coordenar, planejar, organizar, dirigir, controlar, mitigando as mudanças
sociais, políticas e culturais de toda a cadeia produtiva do bem mineral até
o fechamento de mina.
10
Uso de tecnologia intensiva 
 Uso de computadores workstation high end
 Softwares especialistas
CAD
 Datamine Studio
 Vulcan
 Geopit
 Deswik
 Minesight
 GEMs
Sequenciamento
 NPVScheduler Multimina, MAO/MFO
 EPS Blend / SOT
 Whittle
 DeswikSched
 MineMax
Apoio 
 TALPAC
 Arcgis
 Arena
 AutoCAD
 SGDEM
11
Reservas Minerais 
12
Áreas de Interface
13
Conceitos - Planejamento de Lavra
Pesquisa 
Mineral
Planejamento
de Lavra
Projeto de 
Engenharia
Implantação Produção
Fechamento de 
Mina
Longo Prazo (PLP) – envolve toda a cadeia produtiva do bem mineral; A
estratégia é associada o que fazer, tática é associada a como fazer. Definir
uma estratégia é importante porque ela funcionará como um guia, partindo da
posição atual e permitindo traçar a melhor trajetória para se chegar a uma
outra determinada posição.
O planejamento estratégico de lavra tem relação direta com resultados de longo
prazo. Entretanto, mesmo se preocupando com o futuro, as empresas também
devem estar atentas ao presente. Por isso, iniciativas e respostas em curtos
espaços de tempo também devem serem levadas em conta.
14
Conceitos – Planejamento de lavra 
Curto Prazo (PCP)
 Contém os detalhes de como deverá ser implementado o plano
estratégico no dia-a-dia da organização. Está localizado no nível
operacional, e tem por objetivo obter regularidade com o “máximo” de
eficiência nas tarefas diárias e o “mínimo” de risco.
 É o detalhamento do PLP com objetivo de estabelecer a sequencia de
lavra que direcione e promova a produção cotidiana com qualidade,
quantidade e custo previamente estabelecidos.
 Preocupa-se basicamente com “como fazer” no nível em que as tarefas são
executadas.
 Planejamento Operacional
 O Planejamento operacional acontece muito próximo a execução envolve todas
as atividades operacionais de controle, verificação da execução.
 Envolve tarefas ou atividades isoladamente e preocupa-se com o alcance de 
metas especificas.
15
Fluxo de trabalho
16
Planejamento de Lavra 
17
O principal objetivo é encontrar a melhor sequência entre os resultados de
hoje e sustentabilidade do ativo para o desenvolvimento futuro, buscando a
melhor sequência de explotação de uma mina, atendendo a todos os
critérios técnicos, econômicos do empreendimento minero com nível de
risco gerenciável.
Macro Estratégias de Lavra
Mercado / VPL Qualidade
Recurso Mineral Legislação
Plano de Produção Ambiental
Social Outros ...
(Geográfico, Climáticos, 
Políticos, Culturais,...)
100
-
200
300
400
800
700
600
500
Firme Provável Emestudo
Planejamento de Lavra
18
1. Definição da estratégia do projeto.
2. Seleção do método de lavra.
3. Definição de cenários e premissas.
4. Função benefício.
5. Otimização de cava.
6. Sequenciamento de lavra.
7. Avaliação técnica, econômica e de risco.
Planejamento de Lavra
19
 Geralmente, o objetivo primário é a maximização do VPL.
 Não limitar-se às regras dos códigos de declaração de recursos e
reservas.
 É importante para o planejador saber da existência de recursos
inferidos e potenciais exploratórios.
 Tratar incertezas de forma explícita.
 Avaliar a capacidade ideal de produção para um determinado depósito
mineral.
 A medida “não financeira” que mais impacta na avaliação do valor das
ações de uma empresa é o tamanho de suas reservas.
 Redução de custos deve ser um objetivo secundário na maximização do
lucro. No entanto, por motivos estratégicos, pode sobrepor à
maximização do lucro. “Paradoxo”
Definição da Estratégia do Projeto Minero 
20
Método de 
Lavra 
21
21Conceitos – método de lavra
2
22
Principais métodos de lavra
Céu Aberto.
 Encosta, Cava, Tira, Dragagem, Desmonte Hidráulico
Subterrâneo.
 Câmaras e Pilares, Sub-nível, Corte e Enchimento, Sublevel Caving, Block Caving e 
Longwall.
Atualmente 70% da produção mundial provêm de lavra à céu aberto.
Entretanto, jazidas minerais mais próximas da superfície estão se
tornando mais escassas e mais pobres. A expectativa é de que em 25 anos
as minas subterrâneas sejam responsáveis por mais da metade da
produção mundial de minérios.
Outros fatores que influenciam esta mudança:
restrições socioambientais à lavra a céu aberto.
melhor conhecimento do comportamento de maciços rochosos.
desenvolvimento tecnológico.
Seleção do Método de Lavra
23
Principais variáveis que influenciam no método de lavra
 Propriedades físicas das rochas (minério e estéril).
 Dimensões, forma e mergulho do corpo mineral.
 Teor do minério (valor do minério).
 Competência da rocha.
 Hidrogeologia.
 Restrições socioambientais.
 Recuperação e diluição.
 Desenvolvimento.
 Escala de produção.
 Custos operacionais e de investimentos.
 Análise técnica, financeira e de riscos.
Seleção do Método de Lavra
24
Métodos de lavraa céu aberto ou subterrâneos
Em função da profundidade, quando a relação estéril/minério aumenta,
não sendo mais econômico continuar a lavra a céu aberto, pode ser
justificado o aproveitamento do minério remanescente por métodos
subterrâneos.
Esta relação chamada de limite de descapeamento, define a profundidade
máxima que se pode lavrar a mina por métodos a céu aberto, tornando mais
econômica sua lavra por métodos subterrâneos
Os custos de implantação da mina e características citadas no slide
anterior, sempre devem ser levados em consideração em qualquer tomada
de decisão, mesmo que sejam preliminares.
Seleção do Método de Lavra
25
Seleção do Método de Lavra
26
26Conceitos – método de lavra
27
27Conceitos – método de lavra
28
28
Lavra Convencional:
 Caminhões e escavadeiras 
/carregadeiras;
 Transporte para Britador e pilha.
Lavra continua: 
 Minerador contínuo
 Lavra por Correia
Conceitos – método de lavra
29
Conjunto MSR (Litologias Friáveis)
* MSR: Mobile Sizing Rigging
Conceitos – método de lavra por correia
30
Planejamento de Mina – Fluxograma de Operação de Mina
Conjunto MCR (Litologias Compactas)
Conceitos – método de lavra por correia
PMC – Portable Mobile Conveyor
31
Plano de Lavra
 Plano de Produção
 Qualidade
 Disposição de Estéril
 Desenvolvimento
 Cobertura
 Licenciamentos
 Acessos
 Perfil de transporte
 Drenagem
 Desenho de mina
Cenários e premissas
Função benefício
Otimização de cava
Pushbacks
Equipamentos de mina
A
v
a
lia
ç
ã
o
Sequenciamento de lavra
Capex e Opex
 Perfuração e desmonte
 Equipamentos de Mina
 Infraestrutura
 Britadores
 Correias
 Pessoal
 Opex
 Capex
 Risco
Planejamento de Lavra
32
Considerando que as macros estratégias para o empreendimento estão
definidas, e que o método de lavra já foi previamente analisado, deve-se
estudar os cenários mais relevantes
Cenários (lavra a céu aberto convencional)
 Produção:
 Escala de Produção;
 Tipos de ROM/Produtos;
 Qualidade;
 Diluição;
 Recuperação na Lavra;
 Rotas de processos.
 Estratégia de remoção de estéril.
 Estacionarização de variáveis de controle.
 Continua...
premissas a serem
Cenários e Premissas
33
Cenários (lavra a céu aberto convencional)
 Frentes de lavra.
 Tipo e porte de equipamentos.
 Alocação de britadores e correias.
 Pilhas de estoque e homogeneização.
 Restrições de lavra.
 Ângulos de taludes.
Cenários e Premissas
34
Premissas (“Assumption”)
Premissa tem o significado de proposição, informações e dados que
servirão de base para um raciocínio, análise de detalhes que levará a uma
conclusão num estudo.
É uma hipótese assumida como verdadeira para se chegar a uma
conclusão, ou simplesmente, para a condução de um estudo ou trabalho.
Exemplos:
 Preço de longo prazo 
 Taxa em dólar a ser utilizada 
 Mercado interno x externo
 Cenários de MKT (parceiros x competidores) 
Cenários e Premissas
35
Premissas
A definição de premissa, de acordo com (PMI 2008) é:
“Premissas são fatores que, para fins de planejamento, são
considerados verdadeiros, reais ou certos, sem prova ou
demonstração.”
“As premissas são afirmativas que são pressupostas como verdadeiras, mas
que poderão estar erradas” (Mulcahy, 2009).
Durante o planejamento aparecem necessidades ou fatores que são
incertos. Deve-se decidir se esta incerteza será assumida ou se a
incerteza será atenuada para continuidade do planejamento.
Para toda premissa assumida, um risco, invariavelmente, será criado.
Este risco deve ser gerenciado.
Cenários e Premissas
36
Premissas
Deve-se identificar, analisar e validar as premissas definidas pela
corporação. Também é necessário buscar, discutir e analisar com todo o
corpo técnico e gerencial as premissas que serão assumidas.
 Parâmetros geometalúrgicos.
 Parâmetros hidrogeotécnicos.
 Parâmetros econômicos (custos, preços, taxas, etc.).
 Produtividade de equipamentos.
 Incertezas ambientais (ex. assumir relevância de cavidades).
 Datas de licenciamento
 Startup.
 Ramp up.
Cenários e Premissas
37
 Área de terceiros
 Aumento ou restrição de capacidade produtiva
 Barragens
 Capacidade operacional da mina
 Cavidades
 Geotecnia, hidrogeologia
 Investimentos Capex e Opex
 Licenciamentos
 Mercado (interno x externo)
 Modelo geológico
 Participação Compras ou Venda de ROM (massa e qualidade)
 Pilhas de estéril formação ferrífera
 Pilhas de estéril franco
 Produção a umidade natural ou não 
 Restrições volumétricas (logística)
 Retomada de barragens
 Retomada de pilhas
 Sustentabilidade econômica da unidade produtiva (mina, usina)
 Variabilidade do produto
 % de minério de oportunidade (instalações existentes) 
P
re
m
is
s
a
s
 
–
O
p
e
ra
c
io
n
a
is
 
38
Premissas – atendimento ao Master Plan
• Produção a umidade natural / Redução na geração de rejeitos
• Manutenção do teor médio de Fe nos níveis atuais
63,6
63,8
64,0
64,2
64,4
64,6
64,8
65,0
65,2
65,4
65,6
65,8
66,0
2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016
- orç.
2017 2018 2019 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026 2027 2028 2029 2030
Evolução Teor de Fe 
Realizado MP Cenário 1 Cenário 2
39
Plano de Lavra
 Plano de Produção
 Qualidade
 Disposição de Estéril
 Desenvolvimento
 Cobertura
 Licenciamentos
 Acessos
 Perfil de transporte
 Drenagem
 Desenho de mina
Cenários e premissas
Função benefício
Otimização de cava
Pushbacks
Equipamentos de mina
A
v
a
lia
ç
ã
o
Sequenciamento de lavra
Capex e Opex
 Perfuração e desmonte
 Equipamentos de Mina
 Infraestrutura
 Britadores
 Correias
 Pessoal
 Opex
 Capex
 Risco
Planejamento de Lavra
40
 Um modelo de custos para otimização comumente distingue:
1. Capital - Estes são custos que incidem apenas para novas instalações ou 
expansões de unidades produtivas.
2. Fixos - São custos que incidem periodicamente e não sofrem forte 
influência de pequenas alterações na capacidade produtiva.
3. Variáveis - Estes são custos que variam, proporcionalmente, com as 
atividades de mina, usina, logística e venda do produto.
4. Custos de paralização ou fechamento de mina.
5. Reposição ou Investimentos Correntes (Sustaining) - são
custos associados com a manutenção da capacidade produtiva.
Modelo Econômico – (Função beneficio)
 Durante a otimização de cava no planejamento de mina, os custos devem
estar associados às atividades envolvidas na mineração de tal maneira
que mudanças nos modelos de otimização possam refletir de maneira
realista mudanças nos custos.
41
 O custo de decapeamento pode ser considerado como um custo de capital,
por ser tratar de um custo para liberar a capacidade produtiva do depósito.
 Durante a otimização de cava, custos fixos devem ser recalculados como
custos variáveis, e associados com a atividade produtiva que representa o
gargalo produtivo da mina.
 De modo geral, não é aconselhável tentar incluir custos de capital ou de
fechamento de mina durante a otimização de cava, uma vez que, com
exceção de modelos específicos, não é possível introduzir tais custos sem
se introduzir um viés na otimização.
Modelo Econômico – (Função beneficio)
42
Definição para Otimização de Cava
Função beneficio é uma função que calcula o valor econômico da
produção de bens minerais, considerando toda a cadeia produtiva, para cada
bloco de um ou mais modelos de recursos minerais.
BENEFÍCIO = RECEITA – CUSTOS
RECEITA pode ser calculada a partir da tonelagem de minério, dos teores
de seus bens minerais, da recuperação dos bens minerais e dos preços
dos produtos.
CUSTOS deve incluir todos os custos diretos e indiretos de toda a cadeia 
produtiva.
BENEFÍCIO é a diferença entre os somatórios de todas as receitas e de 
todos os custos de produção do bem mineral.
Modelo Econômico – (Função beneficio)
43
Modelo Econômico – (Função beneficio)
44
Onde,Fb  Benefício.
P  preço de longo prazo do metal descontado o custo de venda.
g  teor de metal no bloco.
r  recuperação metalúrgica.
Pcaf  custo de processo por unidade de massa do bloco.
Mcaf_m  custo de mina por unidade de massa do bloco.
Mcaf_e  custo de mina por unidade de massa do bloco.
t  massa do bloco.
Fb  (P g  r) - Pcaf – (Mcaf_m + Mcaf_e)) t
Modelo Econômico – (Função beneficio)
45
Custos de Mina
 Geralmente medido em dólares por tonelada movimentada (US$/t
mov.).
 Esta categoria se aplica a todo material lavrado. O custo de mina pode
variar muito dentro da mina de acordo com a profundidade, distância
de transporte, tipo e qualidade dos acessos, tipo de rocha,
condições climáticas, eficiência operacional, etc.
 O custo de mina engloba os custos com perfuração e desmonte,
carregamento, transporte, drenagem de mina, geotecnia,
topografia, geologia, planejamento, manutenção de acessos e
praças, manutenção de equipamentos de mina, etc.
 Qualquer custo que dependa da quantidade total de material
movimentado (incluindo reabilitação de áreas) deve ser tratado
como custo de mina.
Modelo Econômico – (Função beneficio)
46
Custos de Processo
 Geralmente medido em dólares por tonelada alimentada (US$/t alim.)
 Esta categoria é tratada como um custo adicional ao custo de mina, a todo 
material beneficiado na usina.
 Cada rota de processo pode ter um custo diferente, sendo que este custo
também pode variar de acordo com as características da rocha.
 Qualquer custo que dependa da quantidade de material processado
(incluindo reabilitação de barragens) deve ser tratado como custo de
processo.
 Os custos de processo englobam os custos de processo, controle de
qualidade, manutenção de pilhas de estoque, manutenção de usina,
tratamento de reagentes, disposição de rejeitos, etc.
 Para efeito de otimização de cava os custos de estocagem, embarque, e
logística interna, podem ser somados ao custo de processo, estes custos são
medidos por tonelada produzida (US$/t Prod)
Modelo Econômico – (Função beneficio)
47
Outros Custos
 SG&A.
 Royalties.
 Investimentos Correntes.
 Fechamento de Mina.
 Custo de Venda.
Modelo Econômico – (Função beneficio)
48
Modelo Econômico – (Função beneficio)
Aplica-se, no modelo de recurso discretizado em “blocos”, uma determinada “Função Benefício”
que garante a lavra de “blocos” com valor econômico.
49
 A variável preço é uma das que mais afeta as decisões associadas ao
planejamento de mina, tais como escala de produção, cava final,
flexibilidade da operação, etc.
 Bem mineral pode ser comercializados em contratos ou no
mercado spot.
 Mercado Spot é a negociação de commodities realizadas à vista e
com entrega imediata. Um dos vários significados do termo spot é
"imediato", "instantâneo". O mercado spot abrange basicamente
operações na bolsa de mercadoria.
 Commodity é uma mercadoria de importância mundial, que tem seu preço
determinado pela oferta e pela procura internacional. Para ser considerado
uma commodity, um produto precisa seguir algum tipo de
padronização, como, ser similar em todas as partes onde é
negociado.
industrialização, como a soja, a carne, o minério de ferro, etc.
Preço dos Bens Minerais
50
 O preço futuro de commodities é uma das variáveis mais difíceis de se
prever. Existem vários modelos e maneiras de se tentar prever o valor
futuro de uma commodity, e o que eles guardam em comum é o fato de
que, muito provavelmente, suas previsões serão falhas.
 Muitas commodities apresentam um comportamento cíclico de seus
preços. O risco de se operar uma mina durante apenas o ciclo de baixos
preços pode ser mitigado ao se estender o tempo de vida da mina.
 Devido a estas dificuldades, o profissional não deve se limitar a uma
simples previsão do preço futuro. Deve-se fazer uma análise crítica das
consequências do mesmo em diferentes cenários.
 Finalmente, vários modelos sofisticados existem para o
modelamento de preços como exemplo as funções aleatórias. Não será
foco deste curso discorrer sobre o assunto. Vale ressaltar ainda que
alguns códigos de mineração exigem a declaração de reservas
baseados em médias de valores históricos.
Preço dos Bens Minerais
51
Plano de Lavra
 Plano de Produção
 Qualidade
 Disposição de Estéril
 Desenvolvimento
 Cobertura
 Licenciamentos
 Acessos
 Perfil de transporte
 Drenagem
 Desenho de mina
Cenários e premissas
Função benefício
Otimização de cava
Pushbacks
Equipamentos de mina
A
v
a
lia
ç
ã
o
Sequenciamento de lavra
Capex e Opex
 Perfuração e desmonte
 Equipamentos de Mina
 Infraestrutura
 Britadores
 Correias
 Pessoal
 Opex
 Capex
 Risco
Planejamento de Lavra
52
 Otimização – Ato de tornar uma condição ou um resultado o melhor
possível. Processo pelo qual se determina o valor ótimo de uma grandeza.
Minimiza ou maximiza uma função.
 Uma cava ótima é definida como a de maior valor econômico.
(considerando os parâmetros/valores atribuídos).
Otimização de Cava 
53
Observações importantes
 O nível de detalhamento nos modelos de receita ou de custos depende
dos objetivos e da fase em que se encontra o estudo. Depende também, do
nível de informação disponível, do prazo de conclusão e do nível de risco
aceitável.
 O otimizador trabalha como uma ferramenta que maximiza as diferenças entre
receitas e custos variáveis.
 O modelamento de custo para as etapas de otimização são realizadas em uma
base livre de impostos. Isto não significa que os custos associados à impostos
devem ser ignorados, porém eles devem ser, preferencialmente, contabilizados
durante a construção de um fluxo de caixa mais robusto e elaborado.
 O fato de que o otimizador segue no intuito de maximizar o NPV antes dos
impostos, não implica em grandes problemas, uma vez que existe uma
relação positiva entre o NPV antes e depois da incidência de impostos.
Algoritmos de otimização 
 Métodos heurísticos (Korobov, cones flutuantes, etc.).
 Métodos teoria dos grafos (LG).
 Métodos simulação condicional e/ou estocástico
54
Otimização – Algoritmo de Lerchs e Grossmann
55
Algoritmo de Lerchs e Grossmann (3D)
 Algoritmo apresentado em Montreal (1965)
 O intuito dos autores foi de propor um novo algoritmo para resolver uma classe de
problemas de pesquisa operacional, denominada maximal closure, que no
ponto de vista do engenheiro de minas, nada mais é do que encontrar o conjunto
de blocos que se lavrado com os seus predecessores, possa retornar o
maior lucro possível.
 Para introduzir o algoritmo, precisamos introduzir algumas definições:
i. Grafo (X,E): Conjunto de nós (X) e vértices (E).
ii. Grafo direcionado (G,A): É um grafo em que os vértices
possuem uma direção específica, e são denominados arcos. No
nosso caso, estes arcos indicam as relações de predecessores e
sucessores.
iii. Subgrafo: é um subconjunto de nós do grafo principal
juntamente com todos os arcos que conectam estes nós.
56
De uma forma geral, “tc” é o teor limite de metal ou mineral contido em um
minério, abaixo do qual, sua exploração se torna antieconômica. O “tc” define
o teor mínimo capaz de pagar a lavra do bloco, seu beneficiamento, e
demais custos indiretos e financeiros, sem dar lucro e também sem suportar a
remoção do estéril associado.
O teor de corte é um valor que depende de variáveis econômicas e
tecnológicas. Como estas variáveis mudam com o tempo, uma jazida
pode se tornar economicamente interessante com essas mudanças, ou pode
deixar de ser atrativa
As variáveis tecnológicas dizem respeito às metodologias e
equipamentos que são utilizados para explotação do minério e de seu
beneficiamento.
Qualquer mudança tecnológica que venha a alterar, significativamente, os
custos de processo produção terá um impacto sobre o tc.
Teor de Corte
57
Teor de Corte – Parametrização
58
Efeitos Teor de corte
 Alteração nas reservas e recursos podendo impactarno LOM.
 Plano de produção comprometido, impactando na qualidade e 
quantidade dos produtos.
 Penalidades e conflitos com clientes. Imagem da empresa 
desgastada.
 Necessidadede revisões frequentes no sequenciamento de lavra, 
incluindo pilhas, barragens e áreas licenciadas.
 Interferências no dimensionamento de equipamentos de mina.
 Clima organizacional e gestão impactados. Dificuldades operacionais.
 Aumento da incerteza do retorno econômico esperado.
 O tc de LP deve ser menos restritivo que do CP. Minérios de
oportunidade (momentaneamente não são aproveitáveis técnica ou
economicamente) devem ser estudados com mais detalhe pelo PCP.
59
 Kenneth Lane publicou em 1964 “Escolhendo o teor de corte ótimo”.
Lane construiu sua teoria baseando-se em três etapas principais da
cadeia de produção mineral:
 Mina;
 Beneficiamento;
 Refino.
 Cada uma destas etapas possui um custo e uma capacidade
associada.
 O teor de corte pode afetar diretamente o VPL da mina. O foco foi
encontrar o tc que maximize este VPL.
Teor de corte – algoritmo de Lane
60
Material Etapa Capacidade Max. Custo Unitário
 Minério Mina M m
 Concentrado Beneficiamento C c
 Produto Refino R r
Mercado
Outros Fatores:
 Custos Fixos
 Preço de Venda
 Recuperação Total
f
s
y
Teor de corte – algoritmo de Lane
61
Onde,
M  é a quantidade máxima de material (minério e estéril) que uma mina pode
produzir em um dado período de tempo (ex. 1000 t/ano).
C  é a quantidade máxima de minério que pode ser alimentado na planta de
beneficiamento em um dado período de tempo.
R  é a quantidade máxima de produto final gerado em um dado período
de tempo.
m  é a soma dos custos de mina em $/t mov.
c é a soma dos custos de concentração em $/t alim.
r  inclui todos os demais custos com o produto e a venda, como fundição,
refino, embalagem, frete, seguro, etc. Em US$/massa prod. (t, Kg, g).
Teor de corte – algoritmo de Lane
62
Teor de corte – algoritmo de Lane
63
Teor de corte – Parametrização Multivariável
64
Teor de corte dinâmico 
65
Otimização – Algoritmo de Lerchs e Grossmann
66
Cavas – Algoritmo de Lerchs e Grossmann
144
156
166
177
188
Cava 
Selecionada
NPV 
US$ Bi
REM 
Incremental
REM 
Acumulada
Minério 
Mt
Estéril 
Mt
Pit 24 5.299 98.9% 0.44 0.21
Pit 23 5.285 98.6% 0.43 0.20
Pit 26 5.313 99.1% 0.74 0.23
Pit 25 5.307 99.0% 0.59 0.22
Pit 27 5.318 99.2% 0.81 0.24
Pit 97 5.360 100.0% 1.46 0.35 3991,145 100.0% 100.0%
36.1%
39.2%
41.7%
44.4%
47.0%
62.8%
65.3%
66.7%
68.0%
69.1%
719
748
764
779
792
67
Estes blocos 
minério pagam...
…a remoção deste 
estéril
Cavas – Algoritmo de Lerchs e Grossmann
68
Cavas 
 Otimização – Ato de tornar uma condição ou um resultado o melhor
possível. Processo pelo qual se determina o valor ótimo de uma
grandeza. Minimiza ou maximiza uma função.
 Otimização de Cava – Processo matemático de maximização do
valor econômico na determinação de reservas, ou seja, encontrar a massa
de minério a ser lavrada, com o estéril associado, retornando o maior lucro
possível.
 Família de Cavas – Conjunto de cavas geradas a partir da
modificação gradual de um parâmetro chave (Parametrização
Técnica) durante a otimização de cava. Geralmente é usado um fator com
variações incrementais na receita.
 Cava Ótima – Cava matemática encontrada em um processo de
otimização. É a cava que apresenta o maior VPL.
69
Cavas
Cava Selecionada – Cava escolhida dentro da família de cavas
devido a determinado(s) critério(s).
Cava Final – Muitas vezes é definida como a “Cava Ótima”, porém pode
ser designado para “Cava Selecionada” que será operacionalizada.
Cava Operacionalizada – É a cava selecionada com os parâmetros
geométricos, geotécnicos, operacionais e acessos, podendo conter aspectos
detalhados de um projeto minero detalhado.
70
Plano de Lavra
 Plano de Produção
 Qualidade
 Disposição de Estéril
 Desenvolvimento
 Cobertura
 Licenciamentos
 Acessos
 Perfil de transporte
 Drenagem
 Desenho de mina
Cenários e premissas
Função benefício
Otimização de cava
Pushbacks
Equipamentos de mina
A
v
a
lia
ç
ã
o
Sequenciamento de lavra
Capex e Opex
 Perfuração e desmonte
 Equipamentos de Mina
 Infraestrutura
 Britadores
 Correias
 Pessoal
 Opex
 Capex
 Risco
Planejamento de Lavra
71
Pushback *
Após a construção da Sequencia Ótima de Extração, os pushbacks devem
ser elaborados.
Pushbacks podem ser definidos como agrupamentos de blocos baseados
na sequencia ótima de extração, que incluem, algumas considerações
operacionais.
Os principais objetivos de criar pushbacks são:
 Inserir larguras mínimas entre as recorrências de lavra
(largura de acessos, bermas de segurança, etc);
 Usar parâmetros de produção;
 Continuidade de lavra;
 Controlar formas, tamanho e localização através de limites importados 
ou definidos;
 Auxílio no controle de direção de lavra;
 Ajustes manuais ou modificações desejáveis.
* Voltar a discussão deste ponto no sequenciamento ótimo 
72
Pushback
 A utilização de Pushbacks requer análise quanto a sua aplicabilidade
devido ao aumento nos custos de lavra.
 Buscar equacionar o equilíbrio entre a sequencia operacional e a
Maximização do NPV.
 Pushbacks mais largos requerem menos ajuste posteriores e
sempre reduzirá valor econômico da cava.
73
Plano de Lavra
 Plano de Produção
 Qualidade
 Disposição de Estéril
 Desenvolvimento
 Cobertura
 Licenciamentos
 Acessos
 Perfil de transporte
 Drenagem
 Desenho de mina
Cenários e premissas
Função benefício
Otimização de cava
Pushbacks
Equipamentos de mina
A
v
a
lia
ç
ã
o
Sequenciamento de lavra
Capex e Opex
 Perfuração e desmonte
 Equipamentos de Mina
 Infraestrutura
 Britadores
 Correias
 Pessoal
 Opex
 Capex
 Risco
Planejamento de Lavra
74
Sequenciamento de Lavra
Determinar uma sequência de lavra que maximize o VPL,
considerando os parâmetros operacionais e as metas de produção e
qualidade.
Outros objetivos secundários também devem ser alcançados:
 REM.
 Máximo de bancos por ano.
 Distância de transporte.
 Custos de mina.
 Relação entre tipologias.
 Metas por frentes de lavra.
 Continuidade de lavra.
 Restrições de lavra.
 Pode ocorrer o não atendimento das metas em alguns períodos. Devem ser 
quantificadas e indicadas as áreas de interface e as ações mitigadoras.
75
Sequenciamento de Lavra
Tarefa Saída
Sequenciamento de mina
Sequenciamento de Pilhas
Entrada
• Plano de Produção;
• Cenários de sequenciamento;
• Parâmetros hidrogeotécnicos;
• Parâmetros operacionais;
• Parâmetros e mapas de 
drenagem;
• Restrições;
• Cava Selecionada;
• Topografia de detalhe atualizada.
Sequenciar
Mina
• Tabelas cota-volume da pilha;
• Coordenadas de pontos fixos;
• Centro de massa das pilhas por 
nível;
• Licenciamento;
• Acessos;
• Distâncias fixas.
Sequenciar
Pilha
76
Planejamento de Lavra – Comparando Massas
0
20
40
60
80
100
5 10 15 20 25 30 35 40
Lucro
HE Mt IT Mt IC Mt Estéril Mt
0
20
40
60
80
100
0 5 10 15 20 25 30 35 40
Preço
HE Mt IT Mt IC Mt Estéril Mt
0
20
40
60
80
100
0 5 10 15 20 25 30 35 40
Custo
HE Mt IT Mt IC Mt Estéril Mt
NPV = US$ 9.2 Bi 
NPV = US$ 10.3 Bi 
NPV = US$ 10.8 Bi 
Sequenciamento de Lavra
77
Lavra em Tiras 
78
Sequenciamento de Lavra em tiras
79
Sequenciamento de Lavra em tiras
80
Sequenciamento de Lavra em tiras (box cut) 
81
Plano Pré Stripping
S2
S1
S4
S3
82
Plano 2016
S2
S1
S4
S3
83
Plano 2017
S2
S1
S4
S3
84
S2
S1
S4
S3
Plano 2018
85
S2
S1
S4
S3
Plano 2019
86
Sequencia de Extração – 2020
8
87
Sequencia de Extração – 2021
8
88
Sequencia de Extração – 2022
8
89
Sequencia de Extração – 2023
8
90
Sequencia de Extração – 2024
9
91
Sequencia de Extração – 2025
9
92
9
Sequencia de Extração – 2026 a 2030
93
LavraConvencional
94
Sequenciamento de Lavra Convencional 
ITM A
ITM B
ITM A
95
Sequenciamento de Lavra Convencional 
ITM A ITM B ITM C
ITM A ITM B/C
96
Plano 2017
itmabo %
cg 51.7%
hc 0.0%
hf 9.2%
ial 3.7%
ifr 35.4%
itmi %
ic 11%
if 87%
imn 3%
97
Plano 2018
itmabo %
cg 50%
hf 14%
ial 21%
ifr 16%
itmi %
ic 18%
if 77%
imn 6%
98
Plano 2019
itmabo %
cg 48%
hc 3%
hf 23%
ial 5%
ifr 19%
ro 1%
itmi %
ic 21%
if 78%
imn 1%
99
Plano 2020
itmabo %
cg 32%
hc 2%
hf 11%
ial 19%
ifr 27%
ro 8%
itmi %
ic 22%
if 60%
imn 18%
100
Plano 2021
itmabo %
cg 2%
hc 1%
hf 7%
ial 4%
ifr 13%
ro 73%
itmi %
ic 24%
if 63%
imn 14%
101
Plano 2022
itmabo %
cg 22%
hc 1%
hf 13%
ial 20%
ifr 44%
ro 0%
itmi %
ic 22%
if 68%
imn 10%
102
Plano 2023
itmabo %
cg 14%
hf 26%
ial 15%
ifr 44%
ro 1%
itmi %
ic 15%
if 73%
imn 11%
103
Plano 2024
itmabo %
cg 0%
hc 6%
hf 15%
ial 4%
ifr 53%
ro 23%
itmi %
ic 19%
if 71%
imn 10%
104
Plano 2025
itmabo %
cg 37%
hc 2%
hf 2%
ial 23%
ifr 35%
ro 0%
itmi %
ic 16%
if 76%
imn 9%
105
Plano 2026
itmabo %
cg 6%
hf 21%
ial 33%
ifr 41%
itmi %
ic 20%
if 68%
imn 12%
106
1
Plano 2016
107
1
Plano 2017
108
1
Plano 2018
109
1
Plano 2019
110
1
Plano 2020
111
1
Plano 2021
112
1
Plano 2022
113
1
Plano 2023
114
1
Plano 2024
115
1
Plano 2025
116
1
Plano 2026
117
Plano de Lavra
 Plano de Produção
 Qualidade
 Disposição de Estéril
 Desenvolvimento
 Cobertura
 Licenciamentos
 Acessos
 Perfil de transporte
 Drenagem
 Desenho de mina
Cenários e premissas
Função benefício
Otimização de cava
Pushbacks
Equipamentos de mina
A
v
a
lia
ç
ã
o
Sequenciamento de lavra
Capex e Opex
 Perfuração e desmonte
 Equipamentos de Mina
 Infraestrutura
 Britadores
 Correias
 Pessoal
 Opex
 Capex
 Risco
Planejamento de Lavra
118
Seleção e Dimensionamento de Equipamentos Mina
119
• Plano de Equipamentos de Mina 
(produtividade, aquisição, reposição e 
outros);
• Dimensionamento de pessoal de 
mina.
• Sequenciamento de lavra;
• Perfuração e Desmonte;
• Curva de DF e custo/ LCC 
detalhado ;
• Inputs operacionais.
• Tabela de parâmetros;
• Modelos e match de 
equipamentos;
• Matriz de avaliação de sistemas 
de lavra.
Quantitativos para elaboração do 
Capex & Opex de mina
• Abertura e desenvolvimento de 
mina ;
• Preços de equipamentos na 
mina;
• Custos operacionais;
• Insumos de mina;
• Equipamentos de mina e
• pessoal;
A
v
a
lia
ç
ã
o
Tarefa SaídaEntrada
Seleção e Dimensionamento de Equipamentos Mina
S
G
D
E
M
D
im
e
n
s
io
n
a
m
e
n
to
 d
e
 fro
ta
120
Dimensionamento de frota - SGDEM
Seleção e Dimensionamento de Equipamentos Mina
121
Seleção e Dimensionamento de Equipamentos Mina
Principais equipamentos de escavação e transporte (Céu Aberto)
Escavação/Carga:
 Shovel
 Retroescavadeira
 Pá-carregadeira
 Bucket Wheel Excavator (BWE)
 Surface Miner
Transporte:
 Caminhões
 Correias transportadoras
Transporte e escavação combinada:
 Draglines
 Scrapers
 Tratores
122
Avaliação Projeto Minero 
Avaliação técnica, econômica, risco e estratégica
Desenvolver análises econômicas de projetos pelas metodologias:
 Modelo Determinístico: Fluxo de Caixa Descontado (VPL, TIR,
Índice de Lucratividade e Payback Descontado);
 Modelo Probabilístico: Simulação de Monte Carlo (quando envolve incertezas em 
muitas variáveis, tais como preço, capex, opex, prazos, etc).
Avaliar cenários.
Permitir uma análise crítica para priorização de projetos, orientação de investimentos e 
controle de custos.
123
Sequenciamento ótimo
124
1
Sequenciamento ótimo 
125
1
Sequenciamento ótimo 
126
Sequenciamento ótimo 
Análise de Sensibilidade Caminho ótimo Caminho ótimo ajustado 
127
1
Sequenciamento ótimo 
128
1
Sequenciamento ótimo 
129
1
Sequenciamento ótimo 
130
Sequenciamento ótimo 
131
SEQUENCIAMENTOS – CAMINHO ÓTIMO E RESTRITO DOS PLANO LAVRA QUE
SERÃO FORNECIDOS AO PCP
Sequenciamento 
irrestrito priorizando uma 
variável macro 
econômica crítica que 
maximiza o NPV. 
Servindo como um guia 
para o planejador de 
mina.
$
$
$
Caminho ótimo x Caminho Possível 
132
Sequenciamento ótimo 
$
t
$ – Valor da cava final 
t – Massa cava final
Menor risco (foco operacional) – gera 
menor valor no tempo.
Maior risco (foco financeiro) – gera maior 
valor no tempo.
Análise de Sensibilidade
740 casos
133
Reservas Minerais
134
Códigos Internacionais
 JORC Code 2012 – Australasian Code for Reporting of Exploration Results, Mineral 
Resources and Ore Reserves
 SEC Industry Guide 7 - United States Securities and Exchange Commission 
 The 2014 SME Guide – the Society for Mining, metallurgy and Exploration, Inc. 
 NI-43-101 – Standards of Disclosure for Mineral Projects
 CRIRSCO – Committee for mineral reserves internacional Reporting standards 
 SAMREC – the South African Mineral Codes
 CBRR Guide (Brasil)
135
http://www.smenet.org/
http://www.smenet.org/
Reservas Minerais
Representa a parte comprovadamente técnica e 
econômica dos Recursos Medidos e Indicados, no 
momento em que é declarada.
Devem ser suportadas por estudos de projeto que 
considerem todo tipo de fator que possa restringir a 
extração, sendo eles: fatores técnicos de cava, 
metalúrgicos, mercadológicos, sociais, econômicos, 
ambientais e legais.
As Reservas são classificadas considerando o grau 
crescente de exequibilidade:
. Provadas
. Prováveis
PROVÁVEIS
PROVÁDAS
Recursos e Reservas na Vale
Recursos Minerais
Concentração de material de interesse 
econômico, com quantidade e qualidade suficiente 
para eventual extração econômica. Os Recursos são 
classificados considerando o grau crescente de 
confiabilidade geológica:
. Medidos
. Indicados
. Inferidos
maior confiabilidade
menor confiabilidade
maior exequibilidade
menor confiabilidade
137
Reservas Minerais,
...maior ativo da indústria mineral. 
“É a parte técnica e economicamente
lavrável de um recurso mineral, de
conhecimento público”
138
Terminologia eDefinições
139
Terminologia eDefiniçõesVale
140
Terminologia eDefiniçõesnaVale
Potencial exploratório é uma indicação da
"estimativa potencial" de um depósito mineral em
um determinado contexto geológico, expresso em
intervalo de toneladas e intervalo de teores (ou
qualidade), relacionado à um corpo mineral cujos
trabalhos exploratórios são ainda insuficientes para
estimar um ‘Recurso Mineral’.
Recurso Mineral é a parte do ‘Inventário Mineral'
para qual há perspectivas razoáveis de eventual
extração econômica. A localização, quantidade, teor
(ou qualidade), continuidade e outras características
geológicas de um ‘Recurso Mineral’ são
conhecidas, estimadas ou interpretadas a partir de
evidencias que devem incluir necessariamente
amostragem e análises de teores in situ.
141
'Reserva Mineral' – é a porção técnica e
economicamente lavrável de um recurso mineral, de
conhecimento público, conforme códigos
internacionais. Objetivo é apontar Informações com
maior acurácia ao FEL2, FEL3, operação corrente,
MasterPlan e FORM20F.
O termo 'Recurso Mineral Lavrável' é de uso restrito interno, e não encontra respaldo em nenhum código 
internacional. Na Vale, Recursos Minerais Lavráveis são o resultado de estudos de FEL1.
Terminologia eDefiniçõesnaVale
Recurso Mineral Lavrável' é a porção
potencialmente lavrável de um ‘Recurso Mineral’,
considerando sequenciamento direcionado conforme
a classificação de maior para menor conhecimento
geológico (med, ind e inf) para vida útil. Objetivo é
apontar para o FEL1 a capacidade do depósito para
melhor definir a robustez do projeto.
142
Por que os Recursos e Reservas são classificados?
Para informar o risco relativo das estimativas dos depósitos minerais.
Seguimos JORC Code / SME
Os Códigos aplicam-seaos relatórios públicos, que é "relatórios sobre resultados de
exploração, recursos e reservas minerais, preparadas com o propósito de informar aos
investidores potenciais e seus consultores“
PadrõesdeDeclaraçãodeRecursoseReservas
143
Padrões de Declaração de Recursos e 
Reservas
Todos os códigos e guias como JORC Code, CRIRSCO Reporting Code, SME Reporting Guide, CIM 
Standards e SAMREC Code fornecem padrões mínimos, recomendações e guias para publicação de 
“Exploration Results”, “Mineral Resources” e “Mineral Reserves” nos seus respectivos domínios.
Os princípios que regem todos esses códigos são:
‘Transparência’: requer que relatórios públicos contenham informação suficiente, de maneira 
clara e sem ambiguidade, de forma que quem o ler compreenda o conteúdo;
‘Materialidade’ requer que relatórios públicos contenham todos os dados relevantes que 
investidores e seus consultores possam vir a necessitar para tomada de decisão em relação ao 
depósito objeto do relatório;
‘Competência’ requer que relatórios públicos sejam baseados em trabalhos executados sob a 
responsabilidade de uma “pessoa competente” (CP) que esteja sujeita a um código de ética 
profissional.
144
Informações sobre Reservas Minerais, devem
obrigatoriamente, seguir os princípios de
Transparência, Competência e Materialidade.
Total responsabilidade do QP/CP 
Competent Person ou Qualified Person deve ser membro de uma sociedade
profissional internacional ROPO (AusIMM, SME, IMMM, MMSA...) que disciplinam e
regulamentam o cumprimento de suas normas de conduta;
145
Reserva Mineral – outubro : 2014 x 2015
Iron Ore Deposits
Ore 
tonnage 
Grade
Ore 
tonnage 
Grade
Ore 
tonnage
Grade
(million metric 
tons) (%Fe)
(million metric 
tons) (%Fe)
(million metric 
tons) (%Fe)
Southeastern System
Itabira Mine Operation:
Conceição 438.9 45.6 89.9 47.9 528.8 46.0
Minas do Meio 172.4 50.6 57.1 49.0 229.5 50.2
Centrais Mine Operation:
 Água Limpa (3) 14.0 41.6 4.5 42.5 18.4 41.8
 Brucutu 175.9 50.0 237.3 48.2 413.2 49.0
 Apolo 47.9 57.4 622.3 56.3 670.2 56.3
Mariana Mine Operation
 Alegria 195.1 45.7 141.0 43.8 336.1 44.9
 Fábrica Nova 350.9 43.0 772.7 40.8 1,123.6 41.5
 Fazendão 288.3 45.5 304.4 40.5 592.8 43.0
Mariana Expantion
 Capanema 610.7 47.0 610.7 47.0
 Conta História 515.9 45.4 515.9 45.4
Total Southeastern System 1,683.4 46.3 3,355.8 46.5 5,039.2 46.4
Southern System
Fábrica Mine Operation
 Segredo 142.9 51.5 96.7 44.3 239.5 48.6
 João Pereira 611.3 40.7 335.5 40.8 946.7 40.7
 Pico Mine Operation
 Sapecado 312.4 44.5 258.4 42.6 570.8 43.6
 Galinheiro 252.1 45.4 883.9 43.4 1,136.1 43.9
Vargem Grande Mine Operation
 Tamanduá 44.1 59.0 348.1 47.5 392.1 48.7
 Capitão do Mato 210.1 50.3 950.8 45.2 1,160.9 46.1
 Abóboras 303.9 41.3 592.3 39.9 896.2 40.4
Paraopeba Mine Operation
 Jangada 84.1 61.1 22.9 58.5 107.1 60.6
 Capão Xavier 47.3 65.0 3.5 63.8 50.8 64.9
Total Southern System 2,008.1 45.6 3,492.1 43.5 5,500.2 44.3
Midwestern System (4)
Corumbá Mine Operation
 Urucum Fe 5.8 63.1 21.8 62.2 27.6 62.4
 MCR 77.0 63.3 230.2 61.8 307.2 62.2
Total Midwestern System 82.8 63.3 252.0 61.8 334.8 62.2
Northern System
Serra Norte Mine Operation
 N4W 1,050.7 66.5 271.8 66.1 1,322.5 66.5
 N4E 202.2 66.5 79.2 66.0 281.3 66.4
 N5 169.3 66.9 680.8 67.3 850.1 67.2
Serra Sul
 S11 3,045.8 66.8 1,193.7 66.7 4,239.6 66.7
Serra Leste Mine Operation
 SL1 140.4 65.7 163.1 65.2 303.5 65.4
Total Northern System 4,608.3 66.7 2,388.6 66.6 6,996.9 66.7
Samarco Mine Operation (3)
 Alegria Norte/Centro
 Alegria Sul
 Germano
Total Samarco
Total Iron Ore Reserves 8,382.7 57.5 9,488.4 50.9 17,871.1 54.0
Reserve Statement for the year ended October 31, 2015
Proven reserves Probable reserves
Proven and Probable 
reserves (1) (2)
146
Reserva Mineral - dezembro: 2014 x 2015
Iron Ore Deposits
Tonnage (Mt) Fe (%) Tonnage (Mt) Fe (%) Tonnage (Mt) Fe (%) Tonnage (Mt) Fe (%)
Southeastern System (2)
Itabira (3) 605.5 47.0 141.2 48.3 746.7 47.2 800.3 47.3
Minas Centrais (4) 232.4 51.0 858.7 54.0 1,091.1 53.3 1,123.1 53.3
Mariana (5) 833.3 44.5 2,343.8 43.6 3,177.1 43.8 3,216.6 43.9
Total Southeastern System 1,671.3 46.3 3,343.6 46.5 5,014.9 46.4 5,140.0 46.5
Southern System (6)
Minas Itabirito (7) 1,315.6 43.7 1,571.4 42.8 2,887.0 43.2 2,931.3 43.3
Vargem Grande (8) 554.4 46.1 1,887.5 44.0 2,441.9 44.5 2,479.4 44.6
Paraopeba (9) 129.9 62.5 24.9 59.2 154.8 62.0 171.2 62.1
Total Southern System 1,999.9 45.6 3,483.8 43.5 5,483.7 44.3 5,581.9 44.4
Northern System (10)
Serra Norte (11) 1,408.4 66.6 1,018.0 66.9 2,426.4 66.7 2,535.4 66.7
Serra Sul (S11)(12) 3,045.8 66.8 1,193.7 66.7 4,239.6 66.7 4,239.6 66.7
Serra Leste (SL1) 140.4 65.7 163.1 65.2 303.5 65.4 305.6 65.4
Total Northern System 4,594.6 66.7 2,374.8 66.6 6,969.4 66.7 7,080.7 66.7
Midwestern System (13)
Urucum
Corumba (MCR)
Total Midwestern System
Total Vale Systems 8,265.7 57.5 9,202.3 50.6 17,468.0 53.8 17,802.6 53.9
Samarco (14)
Alegria (14)
Germano
Total Samarco
Total Iron Ore Reserves 8,265.7 57.5 9,202.3 50.6 17,468.0 53.8 17,802.6 53.9
Reserve Statement for the year ended December 31, 2015
as at 31 December 2015 as at 31 December 2014
Proven Probable Total Total
Iron Ore Reserves (1)
147
Life of Mine
Vale's Iron Ore Integrated Operations
Type Operating since Project exhaustion date Vale interest
Southeastern System
Itabira Open pit 1957 2025 100%
Minas Centrais Open pit 1994 2051 100%
Mariana Open pit 1976 2083 100%
Southern System
Minas Itabirito Open pit 1942 2050 100%
Vargem Grande Open pit 1993 2079 100%
Paraopeba Open pit 2001 2027 100%
Northern System
Serra Norte Open pit 1984 2034 100%
Serra Sul (S11CD) Open pit - 2065 100%
Serra Leste (SL1) Open pit 2014 2066 100%
Midwestern System
Corumba (MCR) Open pit 1978 100%
Urucum Open pit 1994 100%
Samarco
Alegria Open pit 2000 50%
Germano Open pit 2000 50%
148
Reserva Mineral: 2014 x 2015
Minério de Ferro
Manganês
149
Planejamento de Lavra do 
futuro 
150
Planejamento com Simulação Estocástica
151
Otimizações considerando simulação e riscos
 Otimização e planejamento de lavra com foco em custos e riscos, utilizando novos
algoritmos.
152
Drones
 Levantamento topográfico com melhor performance e acurácia nas informações
153
Drones
 Segurança operacional
154
Autônomos e robôs 
 Redução dos custos operacionais e eliminando os riscos nas atividades criticas.
155
Integração de ponto a ponta
 Integração dos sistemas técnicos legados, com análise de padrões escondidos em
grandes massas de dados utilizando tecnologia Big Data.
156
Tecnologia Big Data
Big Data é um termo amplamente utilizado na atualidade para nomear conjuntos de
dados muito grandes ou complexos, que os aplicativos de processamento de dados
tradicionais ainda não conseguem lidar. Os desafios desta área incluem: análise,
captura, curadoria de dados, pesquisa, compartilhamento, armazenamento,
transferência, visualização e informações sobre privacidade dos dados.
157
Processamento em nuvem
O conceito de computação em nuvem (cloud computing) refere-se à utilização
da memória e da capacidade de armazenamento e cálculo
de computadores e servidores compartilhados e interligados por meio da Internet,
seguindo o princípio da computação em grade.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Mem%C3%B3ria_RAM
https://pt.wikipedia.org/wiki/Computador
https://pt.wikipedia.org/wiki/Servidor
https://pt.wikipedia.org/wiki/Internet
https://pt.wikipedia.org/wiki/Computa%C3%A7%C3%A3o_em_grade
158
Salas e controle centralizados 
 Centralização das salas de controle, promovendo benchmark entre as operações e
melhoria de performance continua.
159
Contribuidores
 Ailton Gonçalves
 Alexandre Ditlef
 Charles Faria
 Clecia Senra
 Cristiano de Souza
 Gustavo Zanetti
 Helder Carmo dos Reis
 Julliana Oliveira Leandro José de Oliveira
 Tiago Ferreira
 Mauricio Gomide
 Sirdeley Alves
160
Contatos
www.vale.com
facebook.com/valenobrasil
twitter.com/valenobrasil
youtube.com/vale
Nome: Renato Mastrela
Área: Reservas Minerais e Planejamento Longo Prazo 
Telefone: (031) 3916 3526 | (031) 999 976 156
E-mail: renato.mastrela@vale.com
161
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Competent Person