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Teoria das Relações Internacionais 1920 a 1990 - Simulado (Relações Internacionais)

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Teoria das Relações Internacionais 1920 a 1990 - ~Simulado (Relações Internacionais)
No pensamento de Hanna Arendt a ideia de Poder é pensada de maneira distinta em relação a outros autores e pensadores que estudam o tema. Deste modo, sobre a noção de poder em Hanna Arendt é correto o que se afirma em:
Poder é a capacidade de fazer do outro um subordinado as suas vontades e requer sempre um aparato coercitivo.
Poder é capacidade humana de transforma a natureza e construir meios de viver pacificamente nas diferentes sociedades.
Poder nada mais é do o uso da violência para obrigar o outro a fazer aquilo que ele não quer fazer.
Poder é uma relação social, não existe na prática, devendo ser entendido como um conceito do campo das Relações Internacionais.
Poder é a capacidade humana de agir em conjunto, o que, por sua vez requer o consenso de muitos quanto a curso comum de ação.

Alguns analistas advogam que o poder militar possui uma importância destacada em relação aos demais. Essa afirmação se justifica:
Porque pensar o Poder e as suas implicações políticas é uma das questões mais relevantes das Relações Internacionais, sendo fundamental não só para atingir objetivos bélicos ou de guerra, mas também para construir um status de potência mundialmente relevante.
Porque a organização e a disciplina dos militares é amplamente reconhecida e valorizada nas relações internacionais, fazendo com que o poder militar seja amplamente aceito por outros Estados, sem contestações.
Porque toda potência militar consegue transformar o seu poderio militar em ganhos políticos eficazes na busca por desenvolvimento econômico e bem-estar da sua população.
Porque o poder militar é meio menos eficaz de conseguir alcançar os seus objetivos políticos. O multilateralismo, a cooperação e a diplomacia são exemplos de como obter ganhos substantivos no meio internacional.
Porque o princípio do Estado em ampliar o poder, manter o poder e defender-se de forças externas é o norteador central.

O campo de estudos das Relações Internacionais possui duas grandes correntes teóricas conhecidas por seu antagonismo, que levou à criação do primeiro grande debate das RIs.
Assinale a alternativa abaixo que nomeia corretamente ambas teorias:
Idealismo e Marxismo
Marxismo e Absolutismo;
Liberalismo e Teoria Clássica;
Realismo e Idealismo;
Liberalismo e Idealismo;

Para o professor Milton Santos, em seu livro Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal, a globalização é, de certa forma, o ápice do processo de internacionalização do mundo capitalista.
Com base nesta compreensão do professor Milton Santos, é correto afirmar que a globalização é:
Um processo, do mesmo jeito que a internacionalização, típico do capitalismo industrial.
Um movimento do mundo capitalista que visa à internacionalização de todos os povos.
O processo irreversível de internacionalização do capitalismo que levou a economia global ao ponto máximo de seu desenvolvimento.
O centro da economia capitalista que fez surgir uma consciência universal, no lugar de um pensamento único.
O processo que leva, necessariamente, à constituição de uma consciência universal e solidária.

(CESGRANRIO/2012) A expressão Primavera Árabe, empregada no texto, refere-se aos levantes políticos de 2011 ocorridos majoritariamente no:
norte da África.
sudeste da África.
nordeste da Ásia.
sudeste da Ásia.
centro-sul da Europa.

O pensador brasileiro Milton Santos (1926 - 2001), abordou a globalização, idealizando três mundos em um só.
A partir deste autor, é correto afirmar que a globalização:
Promoveu a distribuição de renda e, por consequência, a nulificação da pobreza global.
Criou Estados-nação fortes e totalmente independentes do capital privado.
Acabou com a restrição à livre circulação de pessoas no mundo.
Gerou a livre concorrência no mercado global com a extinção de subsídios e práticas de dumping.
Facilitou a imposição de uma política comandada pelas empresas que demandam circulação de capital e informação.

Estamos testemunhando o reverso da tendência histórica da assalariação do trabalho e socialização da produção, que foi característica predominante na era industrial.
No contexto descrito, as sociedades vivenciam mudanças constantes nas ferramentas de comunicação que afetam os processos produtivos nas empresas. Na esfera do trabalho, tais mudanças têm provocado:
O fortalecimento do diálogo entre operários, gerentes, executivos e clientes com a garantia de harmonização das relações de trabalho.
A autonomização crescente das máquinas e computadores em substituição ao trabalho dos especialistas técnicos e gestores.
O avanço do trabalho flexível e da terceirização como respostas às demandas por inovação e com vistas à mobilidade dos investimentos.
O aumento das formas de teletrabalho como solução de larga escala para o problema do desemprego crônico.
O aprofundamento dos vínculos dos operários com as linhas de montagem sob influência dos modelos orientais de gestão.

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Teoria das Relações Internacionais 1920 a 1990 - ~Simulado (Relações Internacionais)
No pensamento de Hanna Arendt a ideia de Poder é pensada de maneira distinta em relação a outros autores e pensadores que estudam o tema. Deste modo, sobre a noção de poder em Hanna Arendt é correto o que se afirma em:
Poder é a capacidade de fazer do outro um subordinado as suas vontades e requer sempre um aparato coercitivo.
Poder é capacidade humana de transforma a natureza e construir meios de viver pacificamente nas diferentes sociedades.
Poder nada mais é do o uso da violência para obrigar o outro a fazer aquilo que ele não quer fazer.
Poder é uma relação social, não existe na prática, devendo ser entendido como um conceito do campo das Relações Internacionais.
Poder é a capacidade humana de agir em conjunto, o que, por sua vez requer o consenso de muitos quanto a curso comum de ação.

Alguns analistas advogam que o poder militar possui uma importância destacada em relação aos demais. Essa afirmação se justifica:
Porque pensar o Poder e as suas implicações políticas é uma das questões mais relevantes das Relações Internacionais, sendo fundamental não só para atingir objetivos bélicos ou de guerra, mas também para construir um status de potência mundialmente relevante.
Porque a organização e a disciplina dos militares é amplamente reconhecida e valorizada nas relações internacionais, fazendo com que o poder militar seja amplamente aceito por outros Estados, sem contestações.
Porque toda potência militar consegue transformar o seu poderio militar em ganhos políticos eficazes na busca por desenvolvimento econômico e bem-estar da sua população.
Porque o poder militar é meio menos eficaz de conseguir alcançar os seus objetivos políticos. O multilateralismo, a cooperação e a diplomacia são exemplos de como obter ganhos substantivos no meio internacional.
Porque o princípio do Estado em ampliar o poder, manter o poder e defender-se de forças externas é o norteador central.

O campo de estudos das Relações Internacionais possui duas grandes correntes teóricas conhecidas por seu antagonismo, que levou à criação do primeiro grande debate das RIs.
Assinale a alternativa abaixo que nomeia corretamente ambas teorias:
Idealismo e Marxismo
Marxismo e Absolutismo;
Liberalismo e Teoria Clássica;
Realismo e Idealismo;
Liberalismo e Idealismo;

Para o professor Milton Santos, em seu livro Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal, a globalização é, de certa forma, o ápice do processo de internacionalização do mundo capitalista.
Com base nesta compreensão do professor Milton Santos, é correto afirmar que a globalização é:
Um processo, do mesmo jeito que a internacionalização, típico do capitalismo industrial.
Um movimento do mundo capitalista que visa à internacionalização de todos os povos.
O processo irreversível de internacionalização do capitalismo que levou a economia global ao ponto máximo de seu desenvolvimento.
O centro da economia capitalista que fez surgir uma consciência universal, no lugar de um pensamento único.
O processo que leva, necessariamente, à constituição de uma consciência universal e solidária.

(CESGRANRIO/2012) A expressão Primavera Árabe, empregada no texto, refere-se aos levantes políticos de 2011 ocorridos majoritariamente no:
norte da África.
sudeste da África.
nordeste da Ásia.
sudeste da Ásia.
centro-sul da Europa.

O pensador brasileiro Milton Santos (1926 - 2001), abordou a globalização, idealizando três mundos em um só.
A partir deste autor, é correto afirmar que a globalização:
Promoveu a distribuição de renda e, por consequência, a nulificação da pobreza global.
Criou Estados-nação fortes e totalmente independentes do capital privado.
Acabou com a restrição à livre circulação de pessoas no mundo.
Gerou a livre concorrência no mercado global com a extinção de subsídios e práticas de dumping.
Facilitou a imposição de uma política comandada pelas empresas que demandam circulação de capital e informação.

Estamos testemunhando o reverso da tendência histórica da assalariação do trabalho e socialização da produção, que foi característica predominante na era industrial.
No contexto descrito, as sociedades vivenciam mudanças constantes nas ferramentas de comunicação que afetam os processos produtivos nas empresas. Na esfera do trabalho, tais mudanças têm provocado:
O fortalecimento do diálogo entre operários, gerentes, executivos e clientes com a garantia de harmonização das relações de trabalho.
A autonomização crescente das máquinas e computadores em substituição ao trabalho dos especialistas técnicos e gestores.
O avanço do trabalho flexível e da terceirização como respostas às demandas por inovação e com vistas à mobilidade dos investimentos.
O aumento das formas de teletrabalho como solução de larga escala para o problema do desemprego crônico.
O aprofundamento dos vínculos dos operários com as linhas de montagem sob influência dos modelos orientais de gestão.

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