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Prévia do material em texto

200
PROCESSOS 
DEGENERATIVOS E
SAÚDE DO IDOSO
COMPLEXO TEMÁTICO III
201
“A grandeza de uma nação é 
medida pela forma como ela cuida dos seus 
membros mais fracos.”
(Mahatma Gandhi, 1869-1948)
202
Árvore 
temática 3
https://www.ulife.com.br/inspirali
203
Objetivos
OBJETIVOS GERAIS
Compreender a complexidade dos cuidados básicos aos indivíduos idosos, 
no contexto social em que vivem.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
 
Diferenciar	senescência	de	senilidade.
Discutir	 as	 diversas	 teorias	 de	 envelhecimento	 celular	 e	 tecidual,	
compreendendo	 de	 forma	 integral	 e	 contextualizada	 a	 fisiologia	 do	
envelhecimento humano, comprometendo os diversos sistemas do 
organismo.
Explicar os processos patológicos múltiplos e interdependentes que 
afetam o idoso, reconhecendo as causas de adoecimento mais comuns 
nesta população.
Caracterizar as doenças que ocorrem tanto exclusivamente na população 
idosa, como aquelas que acometem outras faixas etárias e que nos idosos 
apresentam manifestações peculiares.
Valorizar a importância da humanização no atendimento à população idosa 
e suas particularidades.
Identificar	 a	 importância	 da	 promoção	 global	 da	 qualidade	 de	 vida	 da	
população idosa, em suas dimensões nutricionais, de locomoção, de 
independência, de espiritualidade e socioeconômicas.
Reconhecer	 e	 valorizar	 a	 importância	 da	 atuação	 multiprofissional	 nos	
cuidados aos idosos.
Reconhecer as políticas públicas voltadas para a população idosa, bem 
como a legislação relacionada a esta população.
204
SP 3.1
Já posso ir à feira?
Sistema Respiratório
e Anemia na Senescência
1 2 3 4 5
205
ATIVIDADE 1: TRILHA DO CONHECIMENTO NA 
PLATAFORMA LT KURACLOUD
Prezados(as) alunos(as), a trilha pré-aula deverá ser realizada previamente à aula 
prática, no período extra-aula, individualmente ou em grupo. A realização dessa 
atividade apresenta extrema importância para a construção do seu conhecimento 
e contribuirá para a compreensão das atividades que serão realizadas em aula. 
Antes	 de	 iniciar	 a	 trilha	 pré-aula,	 reflita:	 você	 já	 sentiu	 uma	 dor	 aguda	 e	
desconfortável do lado superior esquerdo do abdome durante uma corrida? O 
que imagina que tenha causado essa dor? Siga para a trilha pré-aula e pondere 
sobre	sua	reflexão.
1. Acesse o LT pelo link https://accounts.kuracloud.com/user/login, clique em 
Fisiologia Humana e, depois, em Volumes Pulmonares e realize as atividades 
das	 aulas	 “Anatomia	 do	 pulmão	 e	 fluxo	 de	 ar”	 e	 “Mecânica	 respiratória	 e	
espirometria”:
Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 3.1
Durante	a	realização	da	atividade,	responda:
A. Quais são os volumes e capacidades pulmonares?
B. Quais órgãos compõem a parte condutora e respiratória do sistema 
respiratório?
C. Defina	hematose.
D. Quais fatores podem interferir na resistência do ar nas vias condutoras?
E. Defina	as	doenças	respiratórias	obstrutivas	e	restritivas.
 https://accounts.kuracloud.com/user/login
1 2 3 4 5
206
2. Acesse o LT pelo link https://accounts.kuracloud.com/user/login, clique 
em Fisiologia Humana/ Contagem Sanguínea/ aula “Sangue” e realize as 
atividades 1 a 3, 6 e 7.
3. Assista à videoaula “Anemia no Idoso” que está disponível no Ulife e anote 
os pontos a seguir:
• O que é anemia? Quais as causas fisiopatológicas mais comuns de 
anemia em idoso?
• Qual	a	correlação	entre	um	processo	inflamatório	crônico	e	anemia?
• Qual a correlação entre doença renal crônica e anemia?
• Quais as outras causas fisiopatológicas de anemia foram mencionadas 
na videoaula?
• Como	os	índices	hematimétricos	(VCM,	HCM,	CHCM	e	RDW)	podem	auxiliar	
no diagnóstico de anemia?
Ao	final	desta	atividade,	você	poderá	construir	uma	pequena	reflexão	para	
colocar no seu portfólio.
Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 3.1
https://accounts.kuracloud.com/user/login
1 2 3 4 5
207
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: EXERCÍCIO EM GRUPO
1. Aguarde a orientação do professor para realização da atividade proposta. Um 
grupo voluntário de alunos(as) irá criar um esquema da condução do ar até 
a hematose. Nesse esquema, represente cada parte do sistema respiratório 
- cavidade nasal, nasofaringe, orofaringe, laringofaringe, glote e epiglote, 
laringe, traqueia, brônquios primários, brônquios secundários, brônquios 
segmentares, bronquíolos terminais, bronquíolos respiratórios, ductos 
alveolares, sacos alveolares, capilares sanguíneos. O outro grupo irá realizar a 
dramatização da hematose.
Abertura da sessãoSP 3.1
1 2 3 4 5
208
Roteiro de Laboratório Morfofuncional
Sistema Respiratório
e Anemia na
Senescência
 
LOCAL
Laboratório Morfofuncional.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Diferenciar	os	componentes	anatômicos	da	via	aérea	inferior.
Diferenciar	os	componentes	celulares	do	epitélio	respiratório	e	da	membrana	
respiratória, relacionando-os com os processos de senescência.
Definir	 DPOC	 e	 citar	 suas	 causas,	 descrever	 sua	 fisiopatologia	 e	 relacionar	
esse quadro com maior probabilidade de infecções.
ESTAÇÃO 1: MORFOLOGIA	DAS	VIAS	AÉREAS	
SUPERIORES E INFERIORES
Duração total: 37 minutos
ATIVIDADE 1: ATRIUM MEDROOM E APLICATIVO VISIBLE BODY
1. Uma parte do grupo pesquisa as estruturas anatômicas solicitadas no Atrium 
MedRoom, e outra parte pesquisa nos modelos anatômicos, com apoio do App 
Visible	Body,	e	verificam	a	morfologia	em	ambos	os	recursos	de	aprendizagem.	
SP 3.1
1 2 3 4 5
209
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.1
Seguir o passo a passo:
A. Higienize os óculos e controles manuais.
B. O grupo distribui-se nos seguintes papéis:
• 1 estudante para ser leitor (sua função é ler o roteiro e garantir a 
segurança do explorador).
• 1 estudante para ser relator (sua função é anotar no roteiro as descobertas 
do grupo).
• 1 estudante para ser explorador (sua função é explorar no Atrium 
conforme as orientações do leitor).
• 3	pesquisadores	(buscam	no	App	de	anatomia	3D	–	Visible	Body,	Zygote	
Body, Medroom ou similar - as estruturas anatômicas solicitadas pelo 
leitor, encontram-nas no modelo anatômico e ajudam o explorador a 
encontrá-las no Atrium).
ÁRVORE BRONQUIAL:
• Brônquio principal direito:
• Brônquio lobar superior;
• Brônquio lobar médio;
• Brônquio lobar inferior;
• Brônquios segmentares.
• Brônquio principal esquerdo:
• Brônquio lobar superior;
• Brônquio lobar inferior;
• Brônquios segmentares.
PULMÃO:
• Base do pulmão;
• Ápice do pulmão;
• Face costal;
• Face mediastinal;
• Impressão cardíaca (pulmão esquerdo);
• Face diafragmática;
• Face interlobar;
• Hilo do pulmão;
1 2 3 4 5
210
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.1
• Raiz do pulmão;
• Pulmão direito: Lobo superior, Lobo médio, Lobo inferior, Fissura oblíqua e 
Fissura horizontal;
• Pulmão esquerdo: Língula, Lobo superior, Lobo inferior e Fissura oblíqua.
3. Acesse o microscópio virtual Histology Guide. Clique em Respiratory System 
e após na lâmina MHS 205 Lung. 
Esta	é	uma	lâmina	de	pulmão.	Identifique	as	estruturas	a	seguir,	com	a	ajuda	
do livro de histologia https://www.histologyguide.com/slideview/MHS-205-
lung/17-slide-1.html.
• Bronquíolo primário;
• Bronquíolos terminais;
• Bronquíolo respiratório;
• Epitélio	pseudoestratificado	colunar	ciliado;
• Ductos	alveolares;
• Sacos alveolares;
• Alvéolos;
• Epitélio pavimentoso simples;
• Células alveolares tipo I (pneumócito tipo I);
• Células alveolares tipo II (pneumócito tipo II);
• Capilares sanguíneos;
• Macrófagos pulmonares;
• Células de clara.
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Modelos anatômicos do tronco e do pulmão, tablet, notebooks, Atrium MedRoom, 
Kit de higienização do Atrium.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
MOORE	K.	L.,	DALLEY,	A.	F.,	Agur,	A.	M.	R.	Anatomia	orientada	para	a	clínica	-	8ª	Ed.	2022.	
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/
epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3Dcopyright]!/4.
https://www.histologyguide.com/slideview/MHS-205-lung/17-slide-1.html
https://www.histologyguide.com/slideview/MHS-205-lung/17-slide-1.html
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3Dhttps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3D
1 2 3 4 5
211
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.1
JUNQUEIRA, L.C.U.; CARNEIRO, J. Histologia básica - Texto e Atlas. 13 ed. Rio 
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018. https://integrada.minhabiblioteca.
com.br/reader/books/9788527732178/epubcf i/6/2[%3Bvnd.vst .
idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:1.
PAWLINA,	W.	Ross,	M.H.	Ross	histologia	texto	e	atlas:	correlações	com	biologia	celular	
e molecular. 8. ed. - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. https://integrada.
minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.
vst.idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:2.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc
1 2 3 4 5
212
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.1
ESTAÇÃO 2: ESPIROMETRIA
Duração total: 45 minutos
ATIVIDADE 1: TRILHA DO CONHECIMENTO NA PLATAFORMA LT 
KURACLOUD 
1. Organize grupos com 4 a 5 estudantes, divididos de acordo com as funções:
• 1 orador – responsável pela leitura e realização do passo a passo (essa 
função exige atenção com a forma de realizar o experimento no voluntário).
• 2 técnicos responsáveis pela montagem do equipamento e possíveis 
anotações (essa função exige cuidado com o manuseio do equipamento).
• 1 voluntário – para a realização da Espirometria.
O(a) orador(a) acessa o LT pelo link https://accounts.kuracloud.com/user/login 
e clica em Volumes Pulmonares - Laboratório.
O(a) orador(a) coloca os nomes e e-mails dos integrantes do grupo no LT 
KuraCloud.
Depois	de	divididas	as	 tarefas,	 inicie	 a	espirometria	na	atividade	 “Volumes	
pulmonares - laboratório” até a etapa 11.
No	caso	do	uso	do	espirômetro,	fazer	uma	foto	do	gráfico	obtido	e	compará-lo	
com	os	gráficos	do	LT.
https://accounts.kuracloud.com/user/login
1 2 3 4 5
213
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.1
2. Faça um print	dos	gráficos	obtidos	para	discussão	ao	final	do	experimento.
MATERIAIS NECESSÁRIOS
LT KuraCloud com power lab ou espirômetro.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
SILVERTHORN,	 D.U.	 Fisiologia	 Humana:	 uma	 abordagem	 integrada.	 7	 ed.	 Porto	
Alegre: Artmed, 2017. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/
books/9788582714041/pageid/0. 
WEST,	J.	B.	Fisiologia	Respiratória	-	Princípios	Básicos	–	9ª	edição	2013.	https://
integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788565852791/pageid/1.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582714041/pageid/0
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582714041/pageid/0
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788565852791/pageid/1
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788565852791/pageid/1
1 2 3 4 5
214
Roteiro de Medicina Laboratorial
Sistema Respiratório
e Anemia na
Senescência
 
LOCAL
Laboratório de Medicina Laboratorial ou Laboratório Multidisciplinar.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Analisar o perfil hematológico e índices hematimétricos para diagnóstico 
de anemia.
Classificar as alterações morfológicas dos eritrócitos no esfregaço de 
sangue periférico. 
Diferenciar	os	principais	tipos	de	anemias	no	idoso.
ESTAÇÃO 1: CONTAGEM	DE	ERITRÓCITOS
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: LABORATÓRIO VIRTUAL ALGETEC
1. Acesse o laboratório virtual da Algetec e faça a aula “Contagem manual de 
eritrócito”.
 Ao entrar na aula “Contagem manual de eritrócito”, verá o menu a seguir.
SP 3.1
1 2 3 4 5
215
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1
A. Selecione o ícone do “Sumário teórico” e leia o embasamento teórico para 
a realização da prática. 
B. Após a leitura, selecione o ícone “Roteiro de experimentos”. Anote 
as instruções descritas para conseguir manipular os instrumentos e 
equipamentos durante a realização do Experimento no ícone.
C. Responda às perguntas do pré-teste.
D. Em seguida, acesse o laboratório, pressione “Contagem manual de 
eritrócito”. Inicie o experimento. 
E. Ao	finalizar	o	experimento,	responda	às	perguntas	que	estão	no	Pós-teste.
 
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Tablet ou notebook com acesso à internet.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
DOS	 RODRIGUES,	 Adriana	 D.;	 SANTOS,	 Aniúsca	 Vieira;	 ROTTA,	 Liane	 N.;	 et	 al.	
Hemograma: eritrograma. In: Hematologia básica. 2.ed. Porto Alegre: SAGAH, 
2019.	 E-book.	 ISBN	 9788595029491.	 Disponível	 em:	 https://integrada.
minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595029491/.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595029491/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595029491/
1 2 3 4 5
216
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1
FAILACE,	 Renato	 &	 FERNANDES,	 Flavo.	 Eritrograma.	 In:	 Hemograma	 -	 Manual	
de interpretação. Porto Alegre: Artmed. Grupo A, 2015. E-book. ISBN 
9788582712290.	 Disponível	 em:	 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/
books/9788582712290/. 
MARZZOCO, Anita; TORRES, Bayardo B. Transporte de oxigênio e tamponamento 
do	 plasma.	 In:	 ________	 Bioquímica	 Básica.	 4ª	 ed.	 [Reimpr.]	 -	 Rio	 de	 Janeiro	 –	
Guanabara	Koogan,	2022.	Disponível	em:	https://integrada.minhabiblioteca.com.
br/#/books/978-85-277-2782-2/.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582712290/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582712290/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2782-2/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2782-2/
1 2 3 4 5
217
ESTAÇÃO 2: ALTERAÇÕES MORFOLÓGICAS 
DOS	ERITRÓCITOS	NO	ESFREGAÇO	DE	SANGUE	
PERIFÉRICO 
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: GAMIFICAÇÃO - JOGO DA MEMÓRIA
1. Correlacione corretamente as cartas numeradas que estão com as descrições 
morfológicas	dos	eritrócitos,	com	as	cartas	identificadas	por	letras	contendo	
as imagens dos eritrócitos.
Regras do jogo da memória
Separe as cartas em dois montes, um com as morfologias dos eritrócitos (cartas 
com	imagens	identificadas	por	letras)	e	o	outro	com	as	descrições	morfológicas	
(cartas numeradas). Mantendo os montes separados, espalhe as cartas de cada 
monte e coloque-as com os escritos virados para baixo. Cada participante 
deve, na sua vez, virar uma carta de cada monte e deixar que todos as vejam. 
Caso os pares sejam complementares, descrição da forma dos eritrócitos com 
a respectiva imagem, o participante deve recolher consigo esse par e jogar 
novamente. Se forem cartas não complementares, elas devem ser viradas 
novamente, e sendo passada a vez ao participante seguinte.
Ao	 finalizar	 a	 atividade,	 quando	 todos	 os	 pares	 de	 cartas	 estiverem	 feitos,	
embaralhe as cartas de cada monte para o próximo grupo.
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1
1 2 3 4 5
218
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1
Eritrócito
(Tamanho e formas normais)
Apresentam forma de um disco bicôncavo 
com diâmetro médio 
de 7,5 µm (7,2 a 7,9 µm). 
1
Anisocitose
(Alteração no tamanho dos eritrócitos)
Microcitose
Eritrócito com diâmetro acima 
de 7,0 µm. 
2
1 2 3 4 5
219
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1
Poiquilocitose
(Alteração no tamanho dos eritrócitos)
Esferócitos
Eritrócito com formas esféricas 
sem a palidez central característica.
4
Anisocitose
(Alteração no tamanho dos eritrócitos)
Macrocitose
Eritrócito com diâmetro acima 
de 9,0 µm.
3
1 2 3 4 5
220
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1
Poiquilocitose
(Alteração no tamanho dos eritrócitos)
Estomatócitos
Eritrócitos que apresentam uma 
fenda similar a uma boca na 
região central da célula.
6
Poiquilocitose
(Alteração no tamanho dos eritrócitos)Eliptócitos
Eritrócito cujo maior eixo celular 
é, pelo menos, duas vezes o menor.
5
1 2 3 4 5
221
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1
Poiquilocitose
(Alteração no tamanho dos eritrócitos)
Codócitos
Eritrócitos em alvo.
Células com uma mancha central 
de hemglobina.
7
Poiquilocitose
(Alteração no tamanho dos eritrócitos)
Dacriócitos
Eritrócitos em forma de lágrima.
8
1 2 3 4 5
222
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1
Poiquilocitose
(Alteração no tamanho dos eritrócitos)
Equinócitos
Eritrócitos crenados com dez a trinta 
pequenas espículas regulares.
10
Poiquilocitose
(Alteração no tamanho dos eritrócitos)
Drepanócitos
Eritrócitos falciformes, 
em forma de foice.
9
1 2 3 4 5
223
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1
Poiquilocitose
(Alteração no tamanho dos eritrócitos)
Acantócitos
Eritrócitos com duas a 20 espículas
de distribuição e tamanho
irregulares.
11
Poiquilocitose
(Alteração no tamanho dos eritrócitos)
Esquizócitos
Fragmentos eritrocitários, muito
dos quais espiculados.
12
1 2 3 4 5
224
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1
A
B
1 2 3 4 5
225
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1
C
D
1 2 3 4 5
226
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1
E
F
1 2 3 4 5
227
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1
G
H
1 2 3 4 5
228
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1
I
J
1 2 3 4 5
229
SP 3.1
K
L
Roteiro de Medicina Laboratorial
1 2 3 4 5
230
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Material	 impresso	colorido	e	plastificado	 (cada	carta	cortada	 individualmente),	
tablet ou notebook com acesso à internet.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
DOS	 RODRIGUES,	 Adriana	 D.;	 SANTOS,	 Aniúsca	 Vieira;	 ROTTA,	 Liane	 N.;	 et	 al.	
Hemograma: eritrograma. In: Hematologia básica. 2.ed. Porto Alegre: SAGAH, 
2019.	 E-book.	 ISBN	 9788595029491.	 Disponível	 em:	 https://integrada.
minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595029491/.
FAILACE,	 Renato	 &	 FERNANDES,	 Flavo.	 Eritrograma.	 In:	 Hemograma	 -	 Manual	
de interpretação. Porto Alegre: Artmed. Grupo A, 2015. E-book. ISBN 
9788582712290.	 Disponível	 em:	 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/
books/9788582712290/.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595029491/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595029491/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582712290/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582712290/
1 2 3 4 5
231
ESTAÇÃO 3: ÍNDICES	HEMATIMÉTRICOS
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: QUESTÕES DE APRENDIZAGEM - HEMOGRAMA
1. Analise o hemograma e a morfologia dos eritrócitos do exame de sangue de 
um idoso. Em seguida, responda às questões propostas. 
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1
A. Pelo	perfil	hematológico	(número	de	hemácias,	dosagem	de	hemoglobina	
e	hematócrito),	índices	hematimétricos	(VCM,	CHCM	e	RDW)	e	morfologia	
dos	eritrócitos,	qual	é	o	tipo	de	anemia	que	o	idoso	apresenta?	Justifique.
B. Qual a causa mais comum para ocorrer este tipo de anemia no idoso?
1 2 3 4 5
232
2. Com	base	no	hemograma	analisado,	pode-se	afirmar	que	o	paciente,	um	idoso,	
apresenta um tipo de anemia. Qual é o tipo dessa anemia? Quais dados do 
exame	podem	justificar	essa	hipótese	diagnóstica?
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1
A. Pelo	perfil	hematológico	(número	de	hemácias,	dosagem	de	hemoglobina	
e	hematócrito),	índices	hematimétricos	(VCM,	CHCM	e	RDW)	e	morfologia	
dos eritrócitos, qual seria a situação patológica mais comum em idosos 
para	este	o	tipo	de	anemia?	Justifique
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Notebook ou tablet com acesso à internet.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
DOS	 RODRIGUES,	 Adriana	 D.;	 SANTOS,	 Aniúsca	 Vieira;	 ROTTA,	 Liane	 N.;	 et	 al.	
Hemograma: eritrograma. In: Hematologia básica. 2.ed. Porto Alegre: SAGAH, 
2019.	 E-book.	 ISBN	 9788595029491.	 Disponível	 em:	 https://integrada.
minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595029491/.
FAILACE,	 Renato	 &	 FERNANDES,	 Flavo.	 Eritrograma.	 In:	 Hemograma	 -	 Manual	
de interpretação. Porto Alegre: Artmed. Grupo A, 2015. E-book. ISBN 
9788582712290.	 Disponível	 em:	 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/
books/9788582712290/.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595029491/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595029491/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582712290/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582712290/
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233
Encerramento da sessãoSP 3.1
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: EXERCÍCIO EM GRUPO
1. Aguarde a orientação do professor para realização da atividade proposta. Um 
grupo voluntário de alunos(as) irá criar um esquema do processo condutor 
do ar até a hematose. Neste esquema, represente cada parte do sistema 
respiratório - cavidade nasal, nasofaringe, orofaringe, laringofaringe, glote 
e epiglote, laringe, traqueia, brônquios primários, brônquios secundários, 
brônquios segmentares, bronquíolos terminais, bronquíolos respiratórios, 
ductos alveolares, sacos alveolares, capilares sanguíneos. O outro grupo irá 
realizar a dramatização da hematose.
1 2 3 4 5
234
ATIVIDADE 1: CASO CLÍNICO
1. Leia o caso clínico abaixo e responda às questões propostas.
Uma mulher de 76 anos apresenta-se na clínica médica para acompanhamento, 
após uma hospitalização recente por conta de fraqueza e hiponatremia. O 
motivo da hospitalização acabou sendo atribuído aos efeitos colaterais de 
diuréticos. A paciente notou falta de ar com as atividades domésticas de 
rotina.	Ela	não	exibe	tosse	significativa	nem	produção	de	escarro.	Também	não	
há diagnóstico prévio de qualquer doença pulmonar crônica nem dor torácica. 
Essa mulher fumou cerca de 40 maços de cigarro/ano, mas parou de fumar 
há 20 anos. O exame físico revelou uma mulher frágil e magra que parece 
ter	uma	fraqueza	generalizada,	sendo	os	seguintes	achados	significativos	do	
exame físico: pressão arterial de 105/60 mmHg e pulso de 110 batimentos 
por minuto (bpm), com extremidades frias e pálidas. Ela apresenta ruídos 
respiratórios diminuídos em ambas as bases pulmonares, sem sibilos. Não há 
qualquer edema periférico. Os testes laboratoriais produziram os seguintes 
resultados:	concentração	de	hemoglobina	de	6,5	g/dL,	hematócrito	de	19,1%,	
volume corpuscular médio (VCM) de 83 fL. O teste de função pulmonar 
revelou	capacidade	vital	forçada	(CVF)	de	1,99	L	(88%	do	previsto),	volume	
expiratório	forçado	no	primeiro	segundo	(VEF1)	de	1,36	L	(76%	do	previsto),	
capacidade	 pulmonar	 total	 de	 4,88	 L	 (124%	do	 previsto),	 volume	 residual	
de	2,84	L	(171%	do	previsto)	e	capacidade	de	difusão	corrigida	de	78%	do	
valor	previsto.	A	radiografia	torácica	demonstrou	hiperinsuflação	pulmonar	e	
atenuação da trama vascular periférica.
TOY,	 Eugene	 C.;	 DENTINO,	 Andrew	 N.;	 JOHNSON,	 Lowell	 S.;	 et	 al.	 Casos	
Clínicos em Geriatria. Porto Alegre: AMGH. Grupo A, 2015. E-book. ISBN 
9788580555097.	 Disponível	 em:	 https://integrada.minhabiblioteca.com.
br/#/books/9788580555097/.
Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 3.1
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555097/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555097/
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235
Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 3.1
Analisando esse caso, responda:
A. Qual(is)	 o(s)	 provável(is)	 diagnóstico(s)?	 Descreva	 as	 principais	
características dessa(s) doença(s).
B. Analisando	 os	 gráficos	 ao	 lado	 do	 teste	 função	 pulmonar,	 escolha	 qual	
pertence	a	essa	paciente	e	justifique	sua	escolha.
C. Que preocupações relacionadas com a idade o clínico deve ter em relação 
ao tratamento?
ATIVIDADE 2: CASO CLÍNICO
1. Leia o caso clínico abaixo e responda às questões propostas.
Um homem de 83 anos é levado ao Setor de Emergência por seus familiares, 
depois de “desmaiar” em casa logo após sair do banheiro. Naquele momento, 
foi	fácil	despertá-lo.	Ele	afirma	que	eliminou	sangue	vermelho-vivo	pelo	reto	
nas últimas 10 horas, com considerável perda sanguínea. A história médica 
pregressa	ésignificativa	para	o	tabagismo,	embora	ele	tenha	parado	há	40	anos,	
além do consumo moderado de bebidas alcoólicas. Também teve tuberculose 
há 60 anos. O paciente também havia tido infecções respiratórias frequentes, 
sem história de doença cardíaca conhecida. Esse paciente sofreu dois ataques 
1 2 3 4 5
236
Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 3.1
isquêmicos transitórios no passado, apresentando osteoartrite e hipertensão 
nos últimos 20 anos. A hipertensão, no entanto, está bem controlada. O único 
fármaco que esse homem toma é o ácido acetilsalicílico, 81 mg, diariamente, 
sendo	que	o	último	ele	tomou	há	cerca	de	24	horas.	Os	achados	significativos	
do exame físico são: pressão arterial de 105/60 mmHg e pulso de 110 
batimentos por minuto (bpm), com extremidades frias e pálidas. Além disso, o 
paciente parece ansioso. Os pulmões estão límpidos (claros), enquanto o exame 
cardiovascular revela taquicardia sinusal, sem sopro. O exame abdominal 
mostra uma leve sensibilidade no quadrante inferior esquerdo, sem rebote ou 
reflexo	de	proteção.	O	abdome	também	revela	ruídos	intestinais	(borborigmos)	
ativos. Os testes laboratoriais produziram os seguintes resultados: contagem 
de leucócitos de 10.500 células/mm3, concentração de hemoglobina de 6,5 g/
dL,	hematócrito	de	19,1%,	volume	corpuscular	médio	(VCM)	de	83	fL,	tempo	
de protrombina/relação normalizada internacional/tempo de tromboplastina 
parcial dentro dos limites de normalidade, ureia de 25 mg/dL, creatinina de 
1,2 mg/dL, albumina de 3,9 mg/dL e testes de função hepática normais. 
TOY,	 Eugene	 C.;	 DENTINO,	 Andrew	 N.;	 JOHNSON,	 Lowell	 S.;	 et	 al.	 Casos	
Clínicos em Geriatria. Porto Alegre: AMGH. Grupo A, 2015. E-book. ISBN 
9788580555097.	 Disponível	 em:	 https://integrada.minhabiblioteca.com.
br/#/books/9788580555097/.
 
Analisando esse caso, responda:
A. Qual é a causa mais provável da anemia desse paciente?
B. Que outros fatores podem contribuir para a anemia?
Acesse	o	 livro	TOY,	Eugene	C.;	DENTINO,	Andrew	N.;	 JOHNSON,	Lowell	S.;	et	
al. Casos Clínicos em Geriatria. Porto Alegre: AMGH. Grupo A, 2015. E-book. 
ISBN	 9788580555097.	 Disponível	 em:	 https://integrada.minhabiblioteca.
com.br/#/books/9788580555097/ na Minha Biblioteca, veja as respostas 
esperadas	para	as	perguntas	dos	casos	clínicos	1	e	2	para	verificação	de	seu	
aprendizado.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555097/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555097/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555097/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555097/
237
NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES
Adrianne Christine Palanch UAM - Piracicaba https://lattes.cnpq.br/7963718100112897
Elizabeth Fonseca dos Reis FASEH - Vespasiano
http://lattes.cnpq.
br/2117192003251022
CONHEÇA OS AUTORES E PARECERISTAS
DESTE MATERIAL DIDÁTICO
PARECERISTA INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES
Bruno Santos Souza AGES https://lattes.cnpq.br/3797714737481727
Fernando Rodrigues UAM - São Paulo http://lattes.cnpq.br/6988411245716839
https://lattes.cnpq.br/7963718100112897
https://lattes.cnpq.br/7963718100112897
http://lattes.cnpq.br/2117192003251022
http://lattes.cnpq.br/2117192003251022
https://lattes.cnpq.br/3797714737481727
https://lattes.cnpq.br/3797714737481727
http://lattes.cnpq.br/6988411245716839
http://lattes.cnpq.br/6988411245716839
238
SP 3.2
Oi tum, tum, bate coração!
Sistema circulatório
na senescência e
biomarcadores
cardíacos
1 2 3 4 5
239
ATIVIDADE 1: VIDEOAULA NO ULIFE
Prezado(a) aluno(a), a trilha pré-aula deverá ser realizada previamente à aula 
prática, no período extra-aula, individualmente ou em grupo. A realização dessa 
atividade apresenta extrema importância para a construção do seu conhecimento 
e contribuirá muito para a compreensão das atividades que serão realizadas em 
aula. 
Atualmente, as doenças cardiovasculares são uma das principais causas de óbito, 
sendo o infarto agudo do miocárdio uma das condições mais frequentes. Antes 
de	 iniciar	a	 trilha	pré-aula,	 reflita	 sobre	como	a	alimentação	e	o	sedentarismo	
podem afetar o funcionamento normal dos órgãos cardiovasculares.
1. Assista à videoaula Constituição histológica do coração; durante a realização 
da atividade, anote:
A. Quais são as diferenças histológicas entre as três túnicas cardíacas?
B. Quais	os	componentes	do	esqueleto	cardíaco	fibroso?
C. Como ocorre o sistema de condução cardíaca?
2. Assista à videoaula Constituição histológica do coração; durante a realização 
da atividade, anote:
A. Quais são as diferenças histológicas entre as quatro túnicas cardíacas?
B. Quais	alterações	fisiopatológicas	ocorrem	nos	vasos	sanguíneos,	durante	o	
desenvolvimento da placa aterosclerótica?
Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 3.2
1 2 3 4 5
240
Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 3.2
3. Assista à videoaula “Marcadores do Infarto Agudo do Miocárdio”, disponível 
no	Ulife.	Durante	a	realização	da	atividade,	anote:
A. O que é infarto agudo do miocárdio (IAM)? 
B. Quais fatores de risco podem ocasionar o IAM?
C. Como diagnosticar o IAM?
D. Quais são os biomarcadores associados ao infarto agudo do miocárdio 
utilizados	na	clínica	médica?	Qual	o	significado	clínico	de	cada	um	destes	
biomarcadores?
4. Ao	final	desta	atividade,	construa	uma	pequena	reflexão	e	coloque-a	no	seu	
portfólio.
1 2 3 4 5
241
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: EXERCÍCIO EM GRUPO
1. Aguarde a orientação do professor para realização da atividade proposta. 
Um grupo voluntário de alunos(as) irá representar a morfologia externa e 
interna do coração (átrios, ventrículos e valvas), artérias e veias pulmonares, 
artéria aorta, pulmão e um outro órgão, artérias coronárias, nós sinoatrial e 
atrioventricular, o caminho percorrido pelo sangue na pequena e na grande 
circulação.
Abertura da sessãoSP 3.2
1 2 3 4 5
242
Roteiro de Laboratório Morfofuncional
Sistema circulatório
na senescência e
biomarcadores
cardíacos
LOCAL
Laboratório de estrutura e função.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Associar a estrutura e a função cardíaca à senescência. 
Classificar	os	aspectos	macroscópicos	e	microscópicos	dos	vasos	sanguíneos,	
pequena e média circulação. 
Analisar os processos de formação da placa de ateroma e de suas complicações.
ESTAÇÃO 1: HISTOLOGIA	E	CICLO	CARDÍACO
Duração total: 37 minutos
ATIVIDADE 1: LAMINÁRIO VIRTUAL MEDROOM E QUESTÕES DE 
APRENDIZAGEM
1. Acesse o laminário virtual da MedRoom https://student.medroom.com.br e, na 
busca,	digite	“Coração	-	Disco	Intercalar	(H.	Ferrica)”.	
Com a ajuda do livro de Histologia, analise, na lâmina, as estruturas a seguir:
A. Células cardíacas (cardiomiócitos). 
B. Discos	intercalares.
C. Pigmentos de lipofucsina.
SP 3.2
https://student.medroom.com.br
1 2 3 4 5
243
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.2
Responda às perguntas:
A. Quais	as	características	morfológicas	da	fibra	cardíaca?
B. Qual a função dos discos intercalares?
2. Responda às questões do jogo e coloque as fases do ciclo cardíaco na 
sequência correta. 
A. Como o estímulo elétrico é transmitido no coração durante um cicio 
cardíaco? 
B. Por que o retardo do estímulo elétrico no nodo atrioventricular é importante 
para a função cardíaca?
C. O que são é quando ocorrem as bulhas cardíacas?
D. Como as junções abertas participam da condução do estímulo elétrico e da 
contração do músculo cardiaco?
E. O	que	é	infarto	(enfarto)	do	miocárdio	e	fibrilação	cardíaca?	Como	o	infarto	
e	a	fibrilação	alteram	o	bombeamento	de	sangue	pelo	coração?
Fase 1: _______
Fase 2: _______
Fase 3: _______
Fase 4: _______
Fase 5: _______
Fonte: (Marcondes, F. K., Moura, M. J., Sanches, A., Costa, R., de 
Lima, P. O., Groppo, F. C. et al. (2015). A Puzzle Used to Teach 
the Cardiac Cycle. Advances in Physiology Education, 39, 27-
31. http://dx.doi.org/10.1152/advan.00116.2014.
http://dx.doi.org/10.1152/advan.00116.2014
1 2 3 4 5
244
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.2
3. Organizeas peças do jogo do ciclo cardíaco de acordo com as características 
fisiológicas de cada fase.
Figura Fase Estado Atrial
Estado 
Ventricular
Valvas 
Átrio-Vent.
Valvas 
Pulm. e 
Aórtica
Fechadas Fechadas Fechadas Fechadas Fechadas Fechadas
Relaxado Relaxado Relaxado Abertas Abertas Abertas
Enchimento 
passivo
Contração 
ventricular 
isovolumétrica
Contração 
atrial
Relaxamento 
ventricular 
isovolumétrica
Relaxado em 
enchimentoEjeção
Relaxado
Em 
contração
Relaxado em 
enchimento
AbertasEm constração 
isovolumétrica
Em 
constração: 
ejeção
Em 
relaxamento 
isovolumétrico
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245
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Notebooks e tablets, modelos anatômicos do coração e do torso, jogo do ciclo 
cardíaco. 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
PAWLINA,	W.	Ross,	M.H.	Ross	histologia	texto	e	atlas:	correlações	com	biologia	celular	
e molecular. 8. ed. - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. https://integrada.
minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.
vst.idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:2.
 
SILVERTHORN,	 D.U.	 Fisiologia	 Humana:	 uma	 abordagem	 integrada.	 7	 ed.	 Porto	
Alegre: Artmed, 2017. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/
books/9788582714041/pageid/0. 
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.2
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582714041/pageid/0
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582714041/pageid/0
1 2 3 4 5
246
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.2
ESTAÇÃO 2: VASOS SANGUÍNEOS
Duração total: 37 minutos
ATIVIDADE 1: LAMINÁRIO VIRTUAL MEDROOM E QUESTÕES DE 
APRENDIZAGEM
1. Acesse o laminário virtual MedRoom https://student.medroom.com.br/.
2. Na busca, digite “Artéria de Grande Calibre (Masson)”. 
Esta é uma lâmina da aorta.
Observe as características do vaso e mantenha a janela do seu navegador 
aberta.
3. Após, em outra janela, volte ao site da MedRoom e, na busca, digite “Nervo”. 
Esta é uma lâmina com um feixe vásculo nervoso. Encontre a veia na imagem.
4. Coloque a imagem da lâmina da artéria e da veia uma ao lado da outra para 
que você possa compará-las e responda:
A. Quais as diferenças entre uma artéria elástica e uma veia de grande calibre?
B. Enumere as características morfológicas das túnicas (camadas): íntima, 
média e adventícia.
C. Observe os vasa vasorum, eles estão presentes em qual camada e de qual 
tipo de vaso?
https://student.medroom.com.br/
1 2 3 4 5
247
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.2
ATIVIDADE 2: LAMINÁRIO VIRTUAL MEDROOM - SENESCÊNCIA DO 
SISTEMA CARDIOVASCULAR
Nesta atividade, será estudado o processo de senescência do Sistema 
Cardiovascular.
1. Acesse o laminário virtual MedRoom https://student.medroom.com.br/. Na 
busca, digite “Aterosclerose (HE)”. 
2. Coloque a imagem da lâmina de aterosclerose ao lado da lâmina de artéria 
normal	e	identifique:
• Túnica Adventícia;
• Túnica íntima espessada;
• Túnica Média;
• Discos	intercalares	com	hipercontração;
• Infiltração	de	células	inflamatórias;
• Miócitos anucleados;
• Placa de ateroma;
• Região	com	calcificação;
• Região com concentração de lipídios;
• Região com cristalização de colesterol;
• Sarcômeros.
Dica:	Acesse	o	site de Anatomia Patológica da UNICAMP o, ANATPAT no link 
http://anatpat.unicamp.br/lamdc7.html#aterosclerose para ver exemplos.
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Flip chart, giz de cera, notebook ou tablet.
https://student.medroom.com.br/
http://anatpat.unicamp.br/lamdc7.html#aterosclerose 
1 2 3 4 5
248
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
JUNQUEIRA, L.C.U.; CARNEIRO, J. Histologia básica - Texto e Atlas. 13 ed. Rio 
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018. https://integrada.minhabiblioteca.
com.br/reader/books/9788527732178/epubcf i/6/2[%3Bvnd.vst .
idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:1.
 
PAWLINA,	W.	Ross,	M.H.	Ross	histologia	 texto	e	atlas:	 correlações	com	biologia	 
celular e molecular. 8. ed. - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/
epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:2. 
Anatomia patológica Unicamp. https://anatpat.unicamp.br/.
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.2
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc
https://anatpat.unicamp.br/
1 2 3 4 5
249
Roteiro de Medicina Laboratorial
Sistema circulatório
na senescência e
biomarcadores
cardíacos
LOCAL
Laboratório de Medicina Laboratorial ou Laboratório Multidisciplinar.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Correlacionar a formação de placa de ateroma com infarto agudo do miocárdio. 
Caracterizar bioquimicamente os principais biomarcadores cardíacos. 
Caracterizar	os	biomarcadores	cardíacos	conforme	seu	significado	clínico.	
ESTAÇÃO 1: PLACA	DE	ATEROMA	E	INFARTO	AGUDO	
DO	MIOCÁRDIO
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: LEITURA E EXERCÍCIO
1. Acesse	o	livro	SILVERTHORN,	Dee	U.	Fisiologia	Humana.	Porto	Alegre:	Artemed,	
2017.	 E-book.	 ISBN	 9788582714041.	 Disponível	 em:	 https://integrada.
minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/, e siga as próximas 
instruções:
A. Nas	 páginas	 502	 e	 503,	 observe	 a	 figura	 15.21	 “O	 desenvolvimento	 de	
placas ateroscleróticas”. 
B. Utilizando a massa de modelar de diferentes cores, faça o passo a passo da 
formação da placa de ateroma.
SP 3.2
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/
1 2 3 4 5
250
C. Escreva uma legenda explicativa do desenvolvimento da placa de ateroma 
e a sua relação com o infarto agudo do miocárdio.
D. Ao	finalizar,	comunique	ao(à)	seu(sua)	professor(a).	
E. Fotografe sua atividade para registro no portfólio. 
F. Desfaça	seus	modelos	e	retorne	as	massas	de	modelagem	para	as	respectivas	
embalagens.
G. Limpe a bancada para o próximo grupo.
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Massinhas coloridas para modelar, tablet ou notebook com acesso à internet.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
SILVERTHORN,	Dee	U.	Fisiologia	Humana.	Porto	Alegre:	Artemed,	2017.	E-book.	
ISBN	 9788582714041.	 Disponível	 em:	 https://integrada.minhabiblioteca.com.
br/#/books/9788582714041/.
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.2
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/
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ESTAÇÃO 2: BIOMARCADORES	DO	INFARTO	AGUDO	
DO	MIOCÁRDIO	
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: GAMIFICAÇÃO - MASSINHA DE MODELAGEM
1. Assista à animação da contração muscular no link: https://thumbs.gfycat.com/
AcidicEuphoricHorse-mobile.mp4.
2. Crie um miócito, utilizando massinha de modelagem, contendo as proteínas 
da contração muscular e os biomarcadores cardíacos. 
A. Utilize massinha de modelagem e construa as etapas da contração muscular.
B. Escreva uma legenda explicativa abrangendo todas as etapas. 
C. Na	última	etapa,	terminada	a	contração,	faça	uma	pequena	ruptura	na	fibra	
muscular que permita a saída dos biomarcadores cardíacos. 
D. Ao	finalizar,	comunique	ao(à)	seu(sua)	professor(a).
E. Fotografe sua atividade para registro no portfólio. 
F. Desfaça	seu	modelo	e	retorne	as	massas	de	modelagem	para	as	respectivas	
embalagens.
G. Limpe a bancada para o próximo grupo.
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.2
https://thumbs.gfycat.com/AcidicEuphoricHorse-mobile.mp4
https://thumbs.gfycat.com/AcidicEuphoricHorse-mobile.mp41 2 3 4 5
252
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Massinhas coloridas para modelagem, tablet ou notebook com acesso à internet.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
MARZZOCO, Anita; TORRES, Bayardo B. Contração Muscular. In: ________ Bioquímica 
Básica.	4ª	ed.	[Reimpr.]	-	Rio	de	Janeiro	–	Guanabara	Koogan,	2022.	Disponível	
em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2782-2/.
MOREIRA, Valéria Cunha & TICLI, Fábio Kiss. Biomarcadores do Infarto Agudo do 
Miocárdio: Biomarcadores Atuais e Perspectiva de Novos Marcadores. Revista 
Saúde	em	Foco	–	Edição	nº	14	–	p.	21	a	30,	Ano:	2022.	Disponível	em:	https://
portal.unisepe.com.br/unifia/wp-content/uploads/sites/10001/2022/02/
BIOMARCADORES-DO-INFARTO-AGUDO-DO-MIOC%C3%81RDIO-P%C3%A1g-
21-%C3%A0-30.pdf.
NICOLAU	et	 al.	Diretrizes	da	 Sociedade	Brasileira	 de	Cardiologia	 sobre	Angina	
Instável e Infarto Agudo do Miocárdio sem Supradesnível do Segmento ST – 2021. 
Disponível	 em:	 https://abccardiol.org/wp-content/uploads/articles_xml/0066-
782X-abc-117-01-0181/0066-782X-abc-117-01-0181.x55156.pdf.
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.2
 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2782-2/
https://portal.unisepe.com.br/unifia/wp-content/uploads/sites/10001/2022/02/BIOMARCADORES-DO-INFARTO
https://portal.unisepe.com.br/unifia/wp-content/uploads/sites/10001/2022/02/BIOMARCADORES-DO-INFARTO
https://portal.unisepe.com.br/unifia/wp-content/uploads/sites/10001/2022/02/BIOMARCADORES-DO-INFARTO
https://portal.unisepe.com.br/unifia/wp-content/uploads/sites/10001/2022/02/BIOMARCADORES-DO-INFARTO
https://abccardiol.org/wp-content/uploads/articles_xml/0066-782X-abc-117-01-0181/0066-782X-abc-117-0
https://abccardiol.org/wp-content/uploads/articles_xml/0066-782X-abc-117-01-0181/0066-782X-abc-117-0
1 2 3 4 5
253
ESTAÇÃO 3: INFARTO	AGUDO	DO	MIOCÁRDIO	E	
MARCADORES	BIOLÓGICOS
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: CASO CLÍNICO
1. Leia o caso clínico e responda ao que se pede.
Homem de 51 anos chega ao setor de emergência com dor no peito. Informa 
que sentia um desconforto no peito ou pressão intermitente durante o último 
ano, especialmente em situações em que aumentava sua atividade, e descreve 
a dor no peito como uma pressão atrás do osso do peito que se espalha pelo 
lado	esquerdo	até	a	nuca.	De	maneira	diferente	do	que	vinha	ocorrendo,	ele	
estava deitado, assistindo à televisão, quando sentiu essa dor novamente. 
A dor no peito durou aproximadamente 15 minutos e então parou sozinha. 
Ele	 também	relatou	que	teve	náusea	e	suor	durante	o	episódio.	Afirma	não	
ter conhecimento de qualquer problema médico, mas já fazia muitos anos 
que não era examinado por um médico. O exame mostrou que ele não tinha 
nenhuma alteração aguda nos sinais vitais, os pulmões estavam límpidos 
na auscultação bilateral e o coração tinha frequência e ritmo regulares sem 
sopro. O eletrocardiograma (ECG) revelou elevação do segmento ST e picos de 
onda T nas derivações II, III e aVF. Os níveis séricos de troponina I e T estavam 
elevados.
A. Qual o diagnóstico mais provável e sua correlação com os níveis séricos de 
troponina?
B. Quais os sintomas relevantes que você considerou para chegar ao 
diagnóstico?
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.2
1 2 3 4 5
254
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.2
C. Analise os resultados dos testes rápidos. Correlacione os marcadores à 
interpretação clínica.
ATIVIDADE 2: PREENCHIMENTO DE QUADRO 
1. Analise	 atentamente	 as	 informações	 no	 gráfico,	 complete	 os	 espaços	 em	
branco no quadro.
C
Myo
Ck-MB
Tnl
C
Myo
Ck-MB
Tnl
C
Myo
Ck-MB
Tnl
C
Myo
Ck-MB
Tnl
1 2 3 4 5
255
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.2
MARCADOR 
CARDÍACO
NATUREZA 
QUÍMICA
AUMENTO 
INICIAL PICO
RETORNO 
- VALOR 
BASAL
SIGNIFICADO 
CLÍNICO
Mioglobina
CK-MB
Troponina I
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Tablet ou notebook com acesso à internet.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
TOY,	 Eugene	 C.;	 JR.,	 William	 E.	 S.;	 STROBEL,	 Henry	 W.;	 e	 outros	 Casos	
clínicos em bioquímica. 3. ed. – Porto Alegre: AMGH, 2016. E-book. ISBN 
9788580555752.	 Disponível	 em:	 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/
books/9788580555752/.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555752/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555752/
1 2 3 4 5
256
Encerramento da sessãoSP 3.2
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: DRAMATIZAÇÃO DO CICLO 
CARDÍACO - PARTE 2
1. Aguarde a orientação do(a) professor(a) para realização da atividade proposta. 
Um grupo voluntário de alunos(as) irá representar a morfologia externa e 
interna do coração (átrios, ventrículos e valvas), artérias e veias pulmonares, 
artéria aorta, pulmão e um outro órgão, artérias coronárias, nós sinoatrial e 
atrioventricular, o caminho percorrido pelo sangue na pequena e grande 
circulação.
1 2 3 4 5
257
ATIVIDADE 1: CASO CLÍNICO
1. Leia o caso abaixo e faça o que se pede.
Paciente do sexo masculino, 70 anos, hipertenso e diabético há cerca de 20 
anos; dislipidêmico e tabagista (carga tabágica 40 anos/maço), compareceu 
ao pronto atendimento com queixa de dor retroesternal em aperto, de forte 
intensidade, há cerca de 40 minutos, com irradiação para o membro superior 
esquerdo, associada a desconforto abdominal, náuseas e sudorese profusa. 
Foram solicitados os seguintes exames: eletrocardiograma (ECG), que revelava 
supradesnivelamento do segmento ST com aspecto convexo nas derivações 
V1 a V6, bem como dosagens seriadas de troponina, que mostraram curva de 
padrão ascendente.
Analisando esse caso, responda:
Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 3.2
A. O que é carga tabágica?
B. Qual o provável diagnóstico? Caracterize essa situação patológica.
C. Quais vasos sanguíneos estão relacionados com essa patologia?
1 2 3 4 5
258
Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 3.2
D. O que caracteriza o supradesnivelamento do segmento ST observado no 
ECG e em quais situações clínicas está presente?
E. O	que	significa	curva	padrão	ascendente	de	troponina?
2. Acesse	o	 livro	TOY,	Eugene	C.;	DENTINO,	Andrew	N.;	 JOHNSON,	Lowell	S.;	et	
al. Casos Clínicos em Geriatria. Porto Alegre: AMGH. Grupo A, 2015. E-book. 
ISBN	 9788580555097.	 Disponível	 em:	 https://integrada.minhabiblioteca.
com.br/#/books/9788580555097/ na Minha Biblioteca, veja as respostas 
esperadas	para	as	perguntas	do	caso	clínico	para	verificação	de	seu	aprendizado.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555097/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555097/
259
PARECERISTA INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES
Leandro Spinelli UAM http://lattes.cnpq.br/2532683423345248
Fernando Rodrigues UAM - São Paulo http://lattes.cnpq.br/6988411245716839
NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES
Adrianne Christine Palanch UAM - Piracicaba https://lattes.cnpq.br/7963718100112897
Elizabeth Fonseca dos Reis FASEH - Vespasiano
http://lattes.cnpq.
br/2117192003251022
CONHEÇA OS AUTORES E PARECERISTAS
DESTE MATERIAL DIDÁTICO
http://lattes.cnpq.br/6988411245716839
http://lattes.cnpq.br/6988411245716839
https://lattes.cnpq.br/7963718100112897
https://lattes.cnpq.br/7963718100112897
http://lattes.cnpq.br/2117192003251022
http://lattes.cnpq.br/2117192003251022
260
SP 3.3
Meu mundo caiu
Processo de
mineralização
do tecido ósseo
e senescência
1 2 3 4 5
261
ATIVIDADE 1: TRILHA DO CONHECIMENTO NA 
PLATAFORMA LT KURACLOUD
Prezado(a) aluno(a), a trilha pré-aula deverá ser realizada previamente à aula 
prática, no período extra-aula, individualmente ou em grupo. A realização dessa 
atividade apresenta extrema importância para a construção do seu conhecimento 
e contribuirá para a compreensão das atividades realizadas em aula. 
Com a idade, a densidade óssea, especialmente em mulheres, pode reduzir 
consideravelmente, levando ao desenvolvimento de osteopenia e de osteoporose. 
Reflita	 porque,	 mulheres	 idosas	 estão	 mais	 sujeitas	 a	 estas	 condições	 do	
que homens. Após, vá para a trilha pré-aula e estude sobre a relação entre a 
mineralização da matriz ósseae a osteoporose.
1. Acesse o LT pelo link https://accounts.kuracloud.com/user/login, clique em 
“Anatomia”, depois em “Sistema Esquelético” e realize as atividades 1, 3 a 5 
da aula “Histologia de Ossos e Cartilagens - Laboratório”.
Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 3.3
2. Assista à videoaula “Alterações dos níveis de cálcio em distúrbios ósseos”, 
disponível no Ulife.
https://accounts.kuracloud.com/user/login
1 2 3 4 5
262
Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 3.3
3. Na Aula “Modelo de Sistema Esquelético – Laboratório”, realize as atividades 
5 e 7 (atividades relacionadas aos ossos do quadril e fêmur).
Antes de realizar as atividades, anote as informações que você conhece sobre 
o sistema esquelético e o tecido ósseo.
Durante	a	realização	das	3	atividades,	responda:
A. Quais os componentes celulares do tecido ósseo são responsáveis pelo 
processo	de	ossificação?	Como	eles	atuam	nesse	processo?
B. Qual a importância do cálcio e do fósforo no metabolismo ósseo?
C. Como é a regulação hormonal do cálcio e do fósforo no organismo?
D. Quais as principais alterações ósseas na senescência relacionadas às 
alterações nos níveis de cálcio e fósforo no organismo? 
E. Qual é a composição do tecido ósseo?
F. Capture imagens dos ossos: do quadril, do fêmur e de uma vértebra, e 
identifique	os	acidentes	ósseos	nas	imagens.
1 2 3 4 5
263
Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 3.3
4. Ao	 final	 desta	 atividade,	 construa	 uma	 pequena	 reflexão	 no	 seu	 portfólio,	
dívida conosco a sua experiência!
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
MALIK,	Rubina	A.	Osteoporose	e	fraturas	do	quadril.	In:	WILLIAMS,	Brie	A.;	CHANG,	
Anna; AHALT, Cyrus; et al. CURRENT: Geriatria. – 2. ed. – Porto Alegre: AMGH, 2015. 
E-book.	ISBN	9788580555165.	Disponível	em:	https://integrada.minhabiblioteca.
com.br/#/books/9788580555165/. 
SILVERTHORN,	 Dee	 U.	 Controle	 Endócrino	 do	 Crescimento	 e	 do	 Metabolismo.	
In: Fisiologia Humana. 7ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2017. Cap. 23, p. 743 – 750. 
E-book.	ISBN	9788582714041.	Disponível	em:	https://integrada.minhabiblioteca.
com.br/#/books/9788582714041/.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555165/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555165/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/
1 2 3 4 5
264
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: EXERCÍCIO EM GRUPO - RESPONDA OU 
REPASSE
1. Os alunos devem selecionar seis voluntários(as) para responder ou repassar 
perguntas, o restante dos(as) participantes será jurado(a). 
A. Assista ao gif disponível em https://makeagif.com/gif/osteoblasts-and-
osteoclasts-ty08W7 e responda:
• Qual é esta célula do tecido ósseo?
• Qual é a sua função no processo de remodelagem do osso?
B. Assista ao gif disponível em https://makeagif.com/gif/random42-medical-
animation-osteoblasts-and-osteoclasts e responda:
• Qual é esta célula do tecido ósseo?
• Qual é a sua função no processo de remodelagem do osso?
C. Responda:
• Quais são os dois principais elementos inorgânicos da matriz óssea?
• Qual o principal hormônio regulador da calcemia?
• Como esse hormônio age para regular a calcemia?
Abertura da sessãoSP 3.3
https://makeagif.com/gif/osteoblasts-and-osteoclasts-ty08W7
https://makeagif.com/gif/osteoblasts-and-osteoclasts-ty08W7
https://makeagif.com/gif/random42-medical-animation-osteoblasts-and-osteoclasts
https://makeagif.com/gif/random42-medical-animation-osteoblasts-and-osteoclasts
1 2 3 4 5
265
SP 3.3 Roteiro de Laboratório Morfofuncional
Processo de
mineralização
do tecido ósseo
e senescência
LOCAL
Laboratório Morfofuncional.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Diferenciar	os	processos	de	ossificação	e	os	componentes	celulares	do	tecido	
ósseo.
Analisar os acidentes ósseos do osso do quadril, do fêmur e de uma vértebra 
típica.
Reconhecer as principais alterações morfológicas na osteopenia, osteoporose 
e osteoartrite.
ESTAÇÃO 1: PROCESSO	DE	OSSIFICAÇÃO	
Duração total: 37 minutos
ATIVIDADE 1: MICROSCÓPIO VIRTUAL - HISTOLOGY GUIDE
1. Acesse o site histology guide, navegue até o slide box e selecione o capítulo 5 
“ossos e cartilagens”. 
Busque a lâmina MH 46: https://www.histologyguide.com/slideview/MH-046-
bone-development/05-slide-3.html?p=24480&q=19765
https://www.histologyguide.com/slideview/MH-046-bone-development/05-slide-3.html?p=24480&q=19765
https://www.histologyguide.com/slideview/MH-046-bone-development/05-slide-3.html?p=24480&q=19765
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266
SP 3.3 Roteiro de Laboratório Morfofuncional
Após, copie estas imagens em um arquivo word ou power point, localize o 
tecido	 ósseo	 em	 processo	 de	 ossificação	 intramembranosa	 e	 a	 amostra	 de	
tecido	ósseo	em	ossificação	endocondral,	e	indique	as	seguintes	estruturas:
Ossificação Intramembranosa:
• Condensação com células mesenquimais;
• Células Osteoprogenitoras;
• Osteoblastos;
• Osteóide;
• Osteócitos; 
• Espículas ósseas; 
• Trabéculas;
• Sistemas de Harvers.
Ossificação Endocondral:
• Zonas:
• Repouso; 
• Proliferativa; 
• Hipertrófica;
• de	Calcificação;
• de	Ossificação;	
• Osteoblastos;
• Osteoclastos.
A. Analise	as	características	que	permitiram	identificar	os	processos	de	ossificação	
endocondral e intramembranosa.
B. Quais	são	os	principais	íons	envolvidos	nos	processos	de	ossificação?
C. Quais	são	os	hormônios	que	controlam	os	processos	de	ossificação?
1 2 3 4 5
267
SP 3.3 Roteiro de Laboratório Morfofuncional
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Smartphone, tablet ou computador/notebook com acesso à internet.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
JUNQUEIRA, L.C.U.; CARNEIRO, J. Histologia básica - Texto e Atlas. 13 ed. Rio 
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018. https://integrada.minhabiblioteca.
com.br/reader/books/9788527732178/epubcf i/6/2[%3Bvnd.vst .
idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:1
PAWLINA,	W.	Ross,	M.H.	Ross	histologia	texto	e	atlas:	correlações	com	biologia	celular	
e molecular. 8. ed. - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. https://integrada.
minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.
vst.idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:2
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2%5b%3Bvnd.vst.idref%3Dcover%5d!/4/2/2%4051:1
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2%5b%3Bvnd.vst.idref%3Dcover%5d!/4/2/2%4051:1
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2%5b%3Bvnd.vst.idref%3Dcover%5d!/4/2/2%4051:1
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2%5b%3Bvnd.vst.idref%3Dcover%5d!/4/2/2%4051:2
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2%5b%3Bvnd.vst.idref%3Dcover%5d!/4/2/2%4051:2
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2%5b%3Bvnd.vst.idref%3Dcover%5d!/4/2/2%4051:2
1 2 3 4 5
268
SP 3.3 Roteiro de Laboratório Morfofuncional
ESTAÇÃO 2: PATOLOGIAS	DO	TECIDO	ÓSSEO	
Duração total: 37 minutos
ATIVIDADE 1: PREENCHIMENTO DE QUADRO
1. Organize o quadro	 a	 seguir	 usando	 as	 informações	 e	 as	 figuras	 ao	 lado,	
considerando o tipo de tecido de ósseo, suas características morfológicas 
e fatores comportamentais e outros (alimentação, atividade física, uso de 
medicamentos, idade e outros). 
1 2 3 4 5
269
SP 3.3 Roteiro de Laboratório Morfofuncional
Fonte: Figuras adaptadas do Manual brasileiro de osteoporose: orientações práticas para 
os profissionais de saúde, Pedro, A. O. et al., 1. ed. São Paulo: Editora Clannad, 2021.
1 2 3 4 5
270
SP 3.3 Roteiro de Laboratório Morfofuncional
2. A remodelação óssea é um processo fisiológico que permite a renovação, 
a adaptação e a reparação de microlesões ósseas, participando também da 
homeostase do cálcio e do fosfato. Analise a imagem abaixo e coloque em 
ordem as fases do processo de remodelação óssea, utilizando os termos a 
seguir:
• Ativação;
• Formação;
• Mineralização;
• Reabsorção;
• Repouso;
• Reversão.
1. __________________________
2. __________________________3. __________________________
4. __________________________
5. __________________________
6. __________________________
7. __________________________
Fonte: Figura adaptada do Manual 
brasileiro de osteoporose: orientações 
práticas para os profissionais de 
saúde, Pedro, A. O. et al., 1. ed. São 
Paulo: Editora Clannad, 2021.
1 2 3 4 5
271
SP 3.3 Roteiro de Laboratório Morfofuncional
3. Elabore hipóteses de como a compreensão dos processos de remodelação 
óssea pode ser aplicada no tratamento de doenças ósseas como a 
osteoporose.
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Jogos educativos sobre patologias do tecido ósseo.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Brasileiro Filho, G. Bogliolo Patologia/Geraldo Brasileiro Filho. – 10. ed. – Rio 
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. https://integrada.minhabiblioteca.
com.br/reader/books/9788527738378/epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst .
idref%3Dhtml5]!/4/44/1:23[ral%2Cdo]	
SILVERTHORN,	 D.U.	 Fisiologia	 Humana:	 uma	 abordagem	 integrada.	 7	 ed.	 Porto	
Alegre: Artmed, 2017. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/
books/9788582714041/pageid/0
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527738378/epubcfi/6/10%5b%3Bvnd.vst.idref%3Dhtml5%5d!/4/44/1:23%5bral%2Cdo
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527738378/epubcfi/6/10%5b%3Bvnd.vst.idref%3Dhtml5%5d!/4/44/1:23%5bral%2Cdo
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527738378/epubcfi/6/10%5b%3Bvnd.vst.idref%3Dhtml5%5d!/4/44/1:23%5bral%2Cdo
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582714041/pageid/0
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582714041/pageid/0
1 2 3 4 5
272
Roteiro de Medicina Laboratorial
Processo de
mineralização
do tecido ósseo
e senescência
LOCAL
Laboratório de Medicina Laboratorial.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Correlacionar o metabolismo do cálcio e do fósforo com o processo de 
ossificação.	
Correlacionar as principais alterações ósseas na senescência com os níveis de 
cálcio e de fósforo.
Caracterizar morfofuncionalmente as glândulas tireoide e paratireoide.
ESTAÇÃO 1: DOSAGEM	DE	CÁLCIO	
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: LABORATÓRIO VIRTUAL ALGETEC
1. Acesse o laboratório virtual da Algetec: “Aula de dosagem de cálcio e fósforo 
sérico”. 
2. Ao entrar em “Aula de dosagem de cálcio e fósforo sérico”, verá o menu.
SP 3.3
1 2 3 4 5
273
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.3
A. Selecione o ícone do “Sumário teórico” e leia o embasamento teórico para 
a realização da prática. 
B. Após a leitura, selecione o ícone do “Roteiro de experimentos”. Anote 
as instruções descritas para conseguir manipular os instrumentos e 
equipamentos durante a realização do experimento no ícone.
C. Responda às perguntas do pré-teste.
D. Em	seguida,	escolha	a	prática	“Dosagem	de	cálcio”	e	realize	o	experimento,	
seguindo as instruções do roteiro que você anotou no item “b’’.
E. Ao	finalizar	o	experimento,	responda	às	perguntas	que	estão	no	pós-teste.
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Tablet ou notebook com acesso à internet.
1 2 3 4 5
274
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.3
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
MALIK,	Rubina	A.	Osteoporose	e	fraturas	do	quadril.	In:	WILLIAMS,	Brie	A.;	CHANG,	
Anna; AHALT, Cyrus; et al. CURRENT: Geriatria. – 2. ed. – Porto Alegre: AMGH, 2015. 
E-book.	ISBN	9788580555165.	Disponível	em:	https://integrada.minhabiblioteca.
com.br/#/books/9788580555165/. 
SILVERTHORN,	 Dee	 U.	 Controle	 Endócrino	 do	 Crescimento	 e	 do	 Metabolismo.	
In: Fisiologia Humana. 7ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2017. Cap. 23, p. 743 – 750. 
E-book.	ISBN	9788582714041.	Disponível	em:	https://integrada.minhabiblioteca.
com.br/#/books/9788582714041/.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555165/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555165/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/
1 2 3 4 5
275
ESTAÇÃO 2: DOSAGEM	DE	FOSFATO	
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: LABORATÓRIO VIRTUAL ALGETEC
1. Acesse o laboratório virtual da Algetec: “Aula de dosagem de cálcio e 
fósforo sérico”. 
Ao entrar em “Aula de dosagem de cálcio e fósforo sérico”, verá o menu.
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.3
A. Selecione o ícone do “Sumário teórico” e leia o embasamento teórico para 
a realização da prática. 
B. Após a leitura, selecione o ícone do “Roteiro de experimentos”. Anote 
as instruções descritas para conseguir manipular os instrumentos e 
equipamentos durante a realização do Experimento no ícone.
C. Responda às perguntas do pré-teste.
D. Em	seguida,	escolha	a	prática	“Dosagem	de	fósforo”	e	realize	o	experimento,	
seguindo as instruções do roteiro que você anotou no item “b’’.
E. Ao	finalizar	o	experimento,	responda	às	perguntas	que	estão	no	pós-teste.
1 2 3 4 5
276
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Tablet ou notebook com acesso à internet.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
MALIK,	Rubina	A.	Osteoporose	e	fraturas	do	quadril.	In:	WILLIAMS,	Brie	A.;	CHANG,	
Anna; AHALT, Cyrus; et al. CURRENT: Geriatria. – 2. ed. – Porto Alegre: AMGH, 2015. 
E-book.	ISBN	9788580555165.	Disponível	em:	https://integrada.minhabiblioteca.
com.br/#/books/9788580555165/. 
SILVERTHORN,	 Dee	 U.	 Controle	 Endócrino	 do	 Crescimento	 e	 do	 Metabolismo.	
In: Fisiologia Humana. 7ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2017. Cap. 23, p. 743 – 750. 
E-book.	ISBN	9788582714041.	Disponível	em:	https://integrada.minhabiblioteca.
com.br/#/books/9788582714041/. 
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.3
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555165/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555165/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/
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277
ESTAÇÃO 3: HISTOFISIOLOGIA	DAS	GLÂNDULAS	
TIREOIDE	E	PARATIREOIDE
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: MICROSCÓPIO VIRTUAL
1. Acesse o site Histology Guide, Endocrine Glands e encontre a lâmina MHS 209 
Thyroid-Parathyroid-Thymus (http://www.histologyguide.com/slideview/
MHS-209-thyroid-parathyroid-thymus/13-slide-1.html?x=0&y=0&z=-
1&page=1).
Após, copie estas imagens em um arquivo word ou power point, localize e 
indique as seguintes estruturas: 
Glândula Tireoide:
• Folículos tireoideanos;
• Células foliculares;
• Coloide;
• Células parafoliculares ou C;
• Cápsula conjuntiva;
• Vasos sanguíneos.
Glândula Paratireoide:
• Cápsula;
• Cordões celulares com:
• Células principais;
• Células oxifílicas;
• Vasos sanguíneos.
2. Associe a coloração e a disposição das células com sua função, indicando os 
tipos de hormônios sintetizados por essas células e suas funções.
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.3
http://www.histologyguide.com/slideview/MHS-209-thyroid-parathyroid-thymus/13-slide-1.html?x=0&y=0&z
http://www.histologyguide.com/slideview/MHS-209-thyroid-parathyroid-thymus/13-slide-1.html?x=0&y=0&z
http://www.histologyguide.com/slideview/MHS-209-thyroid-parathyroid-thymus/13-slide-1.html?x=0&y=0&z
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278
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Tablet ou notebook com acesso à internet.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
JUNQUEIRA, L.C.U.; CARNEIRO, J. Histologia básica - Texto e Atlas. 13 ed. Rio 
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018. https://integrada.minhabiblioteca.
com.br/reader/books/9788527732178/epubcf i/6/2[%3Bvnd.vst .
idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:1. 
PAWLINA,	 W.	 Ross,	 M.H.	 Ross	 histologia	 texto	 e	 atlas:	 correlações	 com	
biologia celular e molecular. 8. ed. - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/
epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:2. 
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.3
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dchttps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc
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279
Encerramento da sessãoSP 3.3
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: EXERCÍCIO EM GRUPO - RESPONDA OU 
REPASSE
1. Os(as) alunos(as) devem selecionar outros seis voluntários para participarem 
do jogo responda ou repasse. Os(as) demais alunos(as) serão jurados(as).
A. Assistir ao gif disponível em https://makeagif.com/gif/osteoblasts-and-
osteoclasts-ty08W7 e responda:
• Qual é esta célula do tecido ósseo?
• Qual é a sua função no processo de remodelagem do osso?
B. Assistir ao gif disponível em https://makeagif.com/gif/random42-medical-
animation-osteoblasts-and-osteoclasts e responda:
• Qual é esta célula do tecido ósseo?
• Qual é a sua função no processo de remodelagem do osso?
C. Assistir ao gif disponível em https://makeagif.com/gif/random42-medical-
animation-osteoblasts-and-osteoclasts e responda:
• Quais são os dois principais elementos inorgânicos da matriz óssea?
• Qual o principal hormônio regulador da calcemia?
• Como esse hormônio age para regular a calcemia?
 https://makeagif.com/gif/osteoblasts-and-osteoclasts-ty08W7
 https://makeagif.com/gif/osteoblasts-and-osteoclasts-ty08W7
https://makeagif.com/gif/random42-medical-animation-osteoblasts-and-osteoclasts
https://makeagif.com/gif/random42-medical-animation-osteoblasts-and-osteoclasts
https://makeagif.com/gif/random42-medical-animation-osteoblasts-and-osteoclasts
https://makeagif.com/gif/random42-medical-animation-osteoblasts-and-osteoclasts
1 2 3 4 5
280
ATIVIDADE 1: CASO CLÍNICO
Prezados(as) alunos(as), a trilha pós-aula deverá ser realizada após a aula, 
no	 período	 extra-aula,	 individualmente	 ou	 em	 grupo,	 a	 fim	 de	 consolidar	 o	
conhecimento adquirido em sala.
1. Leia o caso clínico e responda às perguntas a seguir.
Uma mulher de 82 anos é levada de ambulância ao setor de emergência, 
queixando-se de dor no quadril direito. Ela foi encontrada no chão de sua 
casa, depois de sofrer uma queda em nível plano, na noite anterior. Ela tem 
consciência de que caiu, mas não consegue se lembrar de mais detalhes sobre 
a lesão, exceto de sentir um pouco de tontura imediatamente antes da queda. 
A mulher não conseguiu se levantar e foi forçada a esperar pela chegada de 
socorro na manhã seguinte. Além disso, ela mora sozinha e costuma andar 
pela casa com o uso de um andador de rodinhas. Sua história médica pregressa 
é	digna	de	nota	para	 uma	 leve	perda	de	memória,	 fibrilação	 atrial	 (usando	
varfarina), hipotireoidismo, hipertensão controlada com diuréticos, duas 
gestações normais e menopausa aos 51 anos. O exame revela uma mulher 
sonolenta, mas responsiva, em decúbito e dor evidente, com a perna direita 
em rotação externa e visivelmente mais curta do que a esquerda. Seu peso é 
de	44,5	kg	e	sua	altura	é	de	1,60	m.	Os	sinais	vitais	são	normais,	com	fibrilação	
atrial a uma frequência de 84 batimentos por minuto (bpm). Ela não tolera a 
movimentação de seu quadril direito, mas nega dor à palpação no joelho e no 
tornozelo. Não há edema, equimose ou abrasões naquelas áreas. A paciente 
consegue	 realizar	 atividades	 motoras	 simples	 e	 nega	 déficits	 sensoriais	
distalmente	a	seu	membro	inferior	direito.	A	realização	do	exame	radiográfico	
confirma	 a	 presença	 de	 fratura	 deslocada	 no	 colo	 femoral	 direito	 e	 fratura	
pertrocantérica, com aumento da radiotransparência e adelgaçamento dos 
córtices femorais.
A. Qual é o diagnóstico mais provável?
B. Qual é a próxima etapa no diagnóstico?
C. Qual é o próximo passo da terapia?
Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 3.3
1 2 3 4 5
281
Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 3.3
2. Mulher de 42 anos, foi atendida em uma clínica com queixa de desconforto 
espalhado pela região do abdome, fraqueza, cansaço e dor nos ossos. A 
paciente relata não ter história pessoal ou familiar de problemas médicos, 
mencionou apenas que teve infecções urinárias com frequência e tinha 
tido vários episódios de pedras nos rins. O exame físico não mostrou 
anormalidades, a contagem de células do sangue estava dentro da faixa 
normal	e	o	exame	de	eletrólitos	mostrou	níveis	significativamente	elevados	
de cálcio e níveis baixos de fósforo.
A. Qual é o diagnóstico mais provável?
Acesse	o	 livro	TOY,	Eugene	C.;	DENTINO,	Andrew	N.;	 JOHNSON,	Lowell	S.;	et	
al. Casos Clínicos em Geriatria. Porto Alegre: AMGH. Grupo A, 2015. E-book. 
ISBN	 9788580555097.	 Disponível	 em:	 https://integrada.minhabiblioteca.
com.br/#/books/9788580555097/ na Minha Biblioteca, veja as respostas 
esperadas	 para	 as	 perguntas	 do	 caso	 clínico	 1	 para	 verificação	 de	 seu	
aprendizado.
Acesse	o	 livro	TOY,	Eugene	C.;	DENTINO,	Andrew	N.;	 JOHNSON,	Lowell	S.;	et	
al. Casos Clínicos em Geriatria. Porto Alegre: AMGH. Grupo A, 2015. E-book. 
ISBN	 9788580555097.	 Disponível	 em:	 https://integrada.minhabiblioteca.
com.br/#/books/9788580555097/ na Minha Biblioteca, veja as respostas 
esperadas	 para	 as	 perguntas	 do	 caso	 clínico	 1	 para	 verificação	 de	 seu	
aprendizado.
Ao	final	desta	atividade,	você	pode	construir	uma	pequena	 reflexão	no	seu	
portfólio, dívida conosco a sua experiência!
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555097/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555097/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555097/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555097/
282
NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES
Adrianne Christine Palanch UAM - Piracicaba https://lattes.cnpq.br/7963718100112897
Elizabeth Fonseca dos Reis FASEH - Vespasiano
http://lattes.cnpq.
br/2117192003251022
PARECERISTA INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES
Carolina Rocha Moreira de 
Oliveira USJT
http://lattes.cnpq.
br/6870025850137907
Fernando Rodrigues UAM - São Paulo http://lattes.cnpq.br/6988411245716839
CONHEÇA OS AUTORES E PARECERISTAS
DESTE MATERIAL DIDÁTICO
https://lattes.cnpq.br/7963718100112897
https://lattes.cnpq.br/7963718100112897
http://lattes.cnpq.br/2117192003251022
http://lattes.cnpq.br/2117192003251022
http://lattes.cnpq.br/6870025850137907
http://lattes.cnpq.br/6870025850137907
http://lattes.cnpq.br/6988411245716839
http://lattes.cnpq.br/6988411245716839
283
SP 3.4
Inverno e primavera
Alterações Morfofisiológicas
da bexiga e da próstata
no processo de
envelhecimento
1 2 3 4 5
284
ATIVIDADE 1: VIDEOAULA NO ULIFE
Prezados(as) alunos(as), a trilha pré-aula deverá ser realizada previamente à aula 
prática, no período extra-aula, individualmente ou em grupo. A realização dessa 
atividade apresenta extrema importância para a construção do seu conhecimento 
e contribuirá muito para a compreensão das atividades que serão realizadas em 
aula. 
Por	causa	da	idade,	pode	ficar	mais	difícil	urinar	para	idosos	do	sexo	masculino.	
Isso	 ocorre	 porque	 a	 próstata	 tende	 a	 aumentar	 com	 a	 idade.	 Reflita	 sobre	 a	
relação	entre	o	aumento	da	próstata	e	a	dificuldade	em	urinar.	Após,	siga	para	a	
trilha pré-aula.
1. Assista às videoaulas disponíveis no Ulife: 
A. “Sistema genital 1 e 2”.
B. “Aspectos histológicos da próstata”.
C. “Hiperplasia Prostática Benigna (HPB)”.
D. “Utilização	 de	 antígeno	 prostático	 específico	 (PSA)	 para	 diagnóstico	 de	
câncer de próstata”.
2. Enquanto assiste aos vídeos, anote:
A. Quais as características anatômicas da bexiga?
B. Quais as diferenças morfofuncionais entre a uretra masculina e, feminina?
C. Como ocorre o controle da micção?
D. Quais as características anatômicas da próstata?
Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 3.4
1 2 3 4 5
285
Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 3.4
E. Quais as características das zonas anátomo-funcionais da próstata?
F. Quais exames laboratoriais e clínicos podem ser utilizados para diagnóstico 
diferencial	de	patologias	da	próstata?	Quais	são	os	aspectos	fisiopatológicos	
da Hiperplasia Prostática Benigna (HPB)?
Ao	final	desta	atividade,	você	poderá	construir	uma	pequena	reflexão	e	colocá-
la no seu portfólio.1 2 3 4 5
286
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: EXERCÍCIO EM GRUPO - RESPONDA 
OU REPASSE
1. Os(as) alunos(as) devem selecionar nove voluntários para responder ou 
repassar perguntas, o restante dos(as) participantes será jurado(a). 
A. Quais são os aspectos da bexiga urinária na senescência?
B. Quais alterações nos aspectos morfológicos da próstata são relevantes na 
senescência?
C. Qual é o biomarcador utilizado para diagnosticar patologias da 
próstata?
D. Qual a relação entre a bexiga e a próstata nas patologias prostáticas?
E. Quais são os aspectos fisiopatológicos da Hiperplasia Prostática 
Benigna?
Abertura da sessãoSP 3.4
1 2 3 4 5
287
Roteiro de Laboratório Morfofuncional
Alterações Morfofisiológicas
da bexiga e da próstata
no processo de
envelhecimento
LOCAL
Laboratório Morfofuncional.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Diferenciar	 os	 aspectos	 macroscópicos	 e	 microscópicos	 da	 próstata,	
associando-os com o processo de senescência, para compreender o processo 
fisiopatológico	da	hiperplasia	prostática.	
Diferenciar	 os	 aspectos	macroscópicos	 e	microscópicos	 da	 bexiga	 urinária,	
associando-os com o controle da micção e o processo de senescência, para 
compreender	o	processo	fisiopatológico	da	incontinência	urinária.
ESTAÇÃO 1: MACROSCOPIA	DA	PRÓSTATA	E	
HIPERPLASIA PROSTÁTICA BENIGNA (HPB)
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: APLICATIVO VISIBLE BODY
1. Utilize os modelos anatômicos, o App visible body ou similar e, com a ajuda 
do Atlas de Anatomia, localize a próstata e analise as seguintes características:
A. A	próstata	possui	uma	porção	glandular	e	uma	porção	fibromuscular.	Qual	
face prostática é palpável ao toque retal?
B. Qual a relação da próstata com os esfíncteres uretrais interno e externo?
SP 3.4
1 2 3 4 5
288
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.4
C. Localize o ducto ejaculatório. Como se dá a formação desse ducto? O ducto 
ejaculatório recebe secreção prostática?
D. Localize o colículo seminal. Em que porção da próstata está localizado?
E. Localize os dúctulos prostáticos.
F. Localize a fáscia retoprostática ou retovesical, também denominada fáscia 
de	Denonvillier.	Ela	constitui	uma	referência	cirúrgica	para	evitar	a	lesão	de	
nervos justaprostáticos e também é uma estrutura importante para evitar a 
disseminação posterior dos tumores de próstata.
G. Identifique	 as	 artérias:	 vesical	 inferior,	 prostática,	 uretrais	 e	 capsulares,	
pudenda interna, retal média. 
H. Identifique	 as	 veias	 do	 plexo	 prostático	 na	 porção	 anterolateral,	 cuja	
principal tributária é a veia dorsal do pênis, que também recebe as veias 
vesicais e ramos prostáticos, que se conectam com o plexo vesical e a veia 
pudenda interna. Essas veias drenam para a veia vesical e a veia ilíaca 
interna.
I. Localize os nervos: pélvico (parassimpático) e hipogástrico (simpático), que 
são ramos dos gânglios nervosos pélvicos.
2. Responda às questões a seguir:
A. As metástases dos tumores de próstata acometem linfonodos 
retroperitoneais e ossos, mas são raramente vistas no fígado, diferentemente 
do que ocorre com os tumores originários do intestino. Como podemos 
explicar isso à luz da compreensão da vascularização da próstata?
B. Os ramos nervosos erigentes (esplâncnicos pélvicos) passam próximos à 
próstata? Sua lesão determina impotência?
3. A hiperplasia benigna da próstata (HPB) gera os sintomas listados na tabela a 
seguir. Qual o motivo para que ocorram esses sintomas?
1 2 3 4 5
289
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.4
MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS DA HPB 
Sintomas obstrutivos Sintomas irritativos
Jato fraco 59% Polaciúria 72%	
Esvaziamento incompleto 45% Capacidade reduzida 48%	
Gotejamento terminal 45% Noctúria 41%
Jato interrompido 41% Incontinência/urgência 28%
Hesitância 41% Dor	suprapúbica 21%	
Incontinência paradoxal 14%	
Retenção urinária 2%	a	10%
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Notebook, tablet com o App Visible body ou similar, e os modelos anatômicos do 
torso e do aparelho urogenital: Órgão Genital Masculino em 5 Partes.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
MOORE	K.L.,	DALLEY,	A.	F.,	Agur,	A.	M.R.	Anatomia	orientada	para	a	clínica	-	8ª	Ed.	2022.	
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/
epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3Dcopyright]!/4.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3D
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3D
1 2 3 4 5
290
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.4
ESTAÇÃO 2:	HISTOFISIOLOGIA	DA	BEXIGA	E	DA	
PRÓSTATA	E	HISTOPATOLOGIA	DE	HIPERPLASIA	
PROSTÁTICA
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: MICROSCÓPIO VIRTUAL
1. Acesse o microscópio virtual Histology Guide, Male Reproductive System e 
encontre a lâmina MH 183 Prostate, ou no link: https://www.histologyguide.
com/slideview/MH-183-prostate/19-slide-1.html. 
Esta é uma lâmina da próstata. Analise as seguintes estruturas: 
A. Parênquima, com glândulas tubuloalveolares.
B. Epitélio glandular – Células basais; Corpora amilacea.
C. Tecido conjuntivo perialveolar.
D. Estroma.
E. Cápsula.
ATIVIDADE 2: LAMINÁRIO VIRTUAL MEDROOM
1. Acesse o laminário virtual MedRoom https://student.medroom.com.br/ e 
digite	“bexiga”	na	busca.	Clique	na	lâmina	de	bexiga	urinária.	Identifique:
• Mucosa.
• Epitélio de transição.
• Lâmina própria.
• Camada Muscular - M. detrusor.
• Camada Adventícia.
• Tecido conjuntivo.
https://www.histologyguide.com/slideview/MH-183-prostate/19-slide-1.html
https://www.histologyguide.com/slideview/MH-183-prostate/19-slide-1.html
https://student.medroom.com.br/
1 2 3 4 5
291
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.4
2. Que características histológicas permitem diferenciar uma bexiga cheia de 
uma bexiga vazia?
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Notebook ou tablet.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
JUNQUEIRA, L.C.U.; CARNEIRO, J. Histologia básica - Texto e Atlas. 13 ed. Rio 
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018. https://integrada.minhabiblioteca.
com.br/reader/books/9788527732178/epubcf i/6/2[%3Bvnd.vst .
idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:1.
PAWLINA,	W.	Ross,	M.H.	Ross	histologia	 texto	e	atlas:	 correlações	com	biologia	 
celular e molecular. 8. ed. - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/
epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:2.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc
1 2 3 4 5
292
ESTAÇÃO 3: MACROSCOPIA	E	MICROSCOPIA	DA	
BEXIGA	URINÁRIA	E	REFLEXO	DE	MICÇÃO
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: APLICATIVO VISIBLE BODY
1. Utilize os modelos anatômicos, o App visible body ou similar e com a ajuda 
do Atlas de Anatomia localize a bexiga urinária e analise as seguintes 
características:
A. Analise suas relações anatômicas.
B. Observe as diferenças de relações anatômicas da bexiga no organismo 
feminino em relação ao masculino.
C. Observe que a bexiga tem quatro superfícies anatômicas: superior, inferior, 
inferolateral direita e inferolateral esquerda. 
D. Observe que a bexiga pode ser pode ser dividida em quatro partes: Ápice, 
Corpo, Colo e Fundo.
E. No fundo, localize o trígono da bexiga: o orifício interno da uretra e os dois 
orifícios ureterais.
F. Observe que o músculo detrusor constitui a parede da bexiga, ele forma o 
esfíncter interno da uretra em torno do colo da bexiga. O músculo detrusor 
contrai em torno dos orifícios ureterais quando a bexiga contrai, de forma a 
prevenir	refluxo	vesicoureteral.	
G. Localize o esfíncter interno da bexiga e o diafragmaurogenital com o 
músculo do esfíncter externo da bexiga. Quais as diferenças funcionais 
entre esses dois músculos?
H. Localize os nervos: hipogástricos, pélvicos e pudendo. Quais desses 
nervos são simpáticos e quais são parassimpáticos? Como eles participam 
do	reflexo	de	micção?
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.4
1 2 3 4 5
293
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.4
ATIVIDADE 2: MAPA MENTAL
1. Elabore	 um	 mapa	 mental	 com	 as	 etapas	 do	 reflexo	 de	 micção.	 Use	 o	
breve resumo encontrado em https://integrada.minhabiblioteca.com.
br/reader/books/9788527728867/epubcfi/6/72%5B%3Bvnd.vst.
idref%3Dchapter26%5D!/4/666/2%4050:98 como inspiração para o seu 
mapa.
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Notebook, tablet com o App Visible body ou similar, e os modelos anatômicos do 
torso e do aparelho urogenital: Órgão Genital Masculino em 5 Partes e Órgão 
Genital Feminino, em 4 Partes. Cartolina.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
MOORE	K.L.,	DALLEY,	A.	F.,	Agur,	A.	M.R.	Anatomia	orientada	para	a	clínica	-	8ª	Ed.	2022.	
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/
epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3Dcopyright]!/4.
JUNQUEIRA, L.C.U.; CARNEIRO, J. Histologia básica - Texto e Atlas. 13 ed. Rio 
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018. https://integrada.minhabiblioteca.
com.br/reader/books/9788527732178/epubcf i/6/2[%3Bvnd.vst .
idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:1.
 
TORTORA,	 Gerard	 J.;	 DERRICKSON,	 Bryan.	 Princípios	 de	 Anatomia	 e	 Fisiologia.	
Rio	de	Janeiro:	Grupo	GEN,	2016.	E-book.	ISBN	9788527728867.	Disponível	em:	
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527728867/. Acesso 
em: 22 jan. 2023.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527728867/epubcfi/6/72%5B%3Bvnd.vst.idref%
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527728867/epubcfi/6/72%5B%3Bvnd.vst.idref%
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527728867/epubcfi/6/72%5B%3Bvnd.vst.idref%
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3D
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3D
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/z/zika-virus
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/z/zika-virus
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/z/zika-virus
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527728867/. Acesso em: 22 jan. 2023
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527728867/. Acesso em: 22 jan. 2023
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294
Roteiro de Medicina Laboratorial
Alterações Morfofisiológicas
da bexiga e da próstata
no processo de
envelhecimento
LOCAL
Laboratório de Medicina Laboratorial ou Laboratório Multidisciplinar.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Diferenciar:	hiperplasia	benigna	da	próstata,	carcinoma	da	próstata	e	prostatite	
crônica.
Analisar os principais tipos de diagnósticos dos tumores de próstata.
Correlacionar a indicação da realização da biópsia prostática aos riscos 
associados ao procedimento.
ESTAÇÃO 1: PRÓSTATA
Duração total: 37 minutos
ATIVIDADE 1: ATRIUM MEDROOM E APLICATIVO VISIBLE BODY
1. Siga o passo a passo abaixo:
A. Higienize os óculos e controles manuais.
SP 3.4
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295
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.4
B. O grupo distribui-se nos seguintes papéis:
• 1 estudante para ser leitor (sua função é ler o roteiro e garantir a 
segurança do explorador).
• 1 estudante para ser relator (sua função é anotar no roteiro as descobertas 
do grupo).
• 1 estudante para ser explorador (sua função é explorar no Atrium 
conforme as orientações do leitor).
• 3 pesquisadores (buscam no App Visible Body ou similar, as estruturas 
anatômicas solicitadas pelo leitor, encontram a estrutura anatômica e 
ajudam o explorador a encontrá-las no Atrium).
• Próstata.
• Base da próstata.
• Parte proximal.
• Zona glandular periuretral.
• Parte distal.
• Ápice da próstata.
• Face anterior.
• Face posterior.
• Face ínfero-lateral.
• Lobos direito e esquerdo da próstata.
• Istmo da próstata.
• Cápsula prostática.
• Parênquima.
• Dúctulos	prostáticos.
• Tecido muscular.
• M. puboprostático.
2. Explore os aspectos anatômicos: uretra prostática e pré-prostática, junção com 
o ducto ejaculatório. 
 
• Ao terminar a atividade, deixe a estação organizada e limpa, para que o 
próximo grupo possa realizar seu estudo.
1 2 3 4 5
296
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.4
ATIVIDADE 2: MODELOS ANATÔMICOS - APARELHO UROGENITAL 
MASCULINO
1. Utilize o modelo anatômico do aparelho urogenital: Órgão Genital Masculino 
em 5 Partes, e responda às questões sobre o exame digital retal.
 
A. Quais lobos prostáticos são palpados no exame digital retal?
B. Quais as alterações na próstata podem ser sentidas pelo urologista ao 
realizar o exame digital retal? 
C. Em uma hiperplasia prostática, quais estruturas anatômicas do sistema 
geniturinário estarão afetadas? Correlacione as estruturas alteradas aos 
sinais e sintomas desta patologia.
D. Quais limitações do exame digital retal?
E. Registre suas respostas.
• Ao terminar a atividade, apague suas respostas para que o próximo grupo 
possa	realizá-la.	Deixe	a	estação	organizada	e	limpa.
ATIVIDADE 3: CASO CLÍNICO
1. Leia o caso clínico e responda ao que se pede.
Foi constatado que um homem branco, de 67 anos, apresenta um nível sérico do 
antígeno	prostático	específico	(PSA)	igual	a	4,8	ng/mL	(normal	≤	4,0	ng/mL)	em	
um check-up	anual	de	saúde	há	duas	semanas.	Além	de	não	relatar	dificuldade	
de micção, ele nega qualquer episódio recente de disúria, frequência urinária 
ou urgência miccional. Também nega hematúria. Esse homem tem um irmão 
mais idoso de 69 anos, com história de câncer de próstata, tratado por meio 
de prostatectomia radical há 10 anos. Além disso, ele tem uma história médica 
pregressa digna de nota para hipertensão e hipercolesterolemia e, para tanto, 
toma ácido acetilsalicílico, sinvastatina e lisinopril. Ao exame, esse paciente 
é um homem bem nutrido que aparenta a idade declarada. Os sinais vitais 
1 2 3 4 5
297
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.4
permanecem normais. Além de não haver organomegalia palpável, não há 
rigidez, sensibilidade nem distensão abdominal. Ele também não exibe 
linfadenopatia palpável, e sua genitália está normal. Ao exame de toque 
retal,	a	próstata	tem	cerca	de	40	cm³	e	está	macia	à	palpação,	sem	nódulos	
ou	doloridos.	O	tônus	esfincteriano	apresenta-se	normal.	O	restante	de	seu	
exame físico também se encontra normal. O exame de urina revela resultados 
normais, sem qualquer sinal de piúria ou hematúria. Foram realizados os 
exames de urocultura e repetidos os níveis do PSA; os resultados demonstraram 
a ausência de crescimento de microrganismos em 72 horas e um nível de 
5,0 ng/mL do antígeno mencionado, respectivamente. O paciente, então, é 
encaminhado a um urologista e passa por uma biópsia transretal da próstata 
guiada	 por	 ultrassonografia.	Os	 resultados	 do	 laudo	 histopatológico	 são	 os	
seguintes: base, porção média e ápice do lado direito, além do ápice do lado 
esquerdo: tecido benigno; base do lado esquerdo: adenocarcinoma de grau 3 
+	3	=	6	de	Gleason	em	5%	da	porção	central;	porção	média	do	lado	esquerdo:	
adenocarcinoma	de	grau	3	+	3	=	6	de	Gleason	em	20%	do	comprimento	total	
da porção central.
A. Qual é o diagnóstico mais provável?
B. Quais são as opções terapêuticas? 
C. Qual foi a orientação desse paciente sobre a realização da biópsia prostática 
e os riscos associados ao procedimento?
D. Crie uma cartilha para prevenção de câncer de próstata. 
E. Registre suas atividades. Coloque-as em seu portfólio.
• Ao terminar a atividade, apague suas respostas para que o próximo grupo 
possa	realizá-la.	Deixe	a	estação	organizada	e	limpa.
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Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.4
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Notebook ou tablet com acesso à internet, Atrium MedRoom, kit de Higienização 
para Atrium, modelos anatômicos: torso, sistema genital masculino.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICASMOORE	K.L.,	DALLEY,	A.	F.,	Agur,	A.	M.R.	Anatomia	orientada	para	a	clínica	-	8ª	Ed.	2022.	
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/
epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3Dcopyright]!/4.
REBELLO,	 Richard	 J.;	 OING,	 Christoph;	 KNUDSEN,	 Karen	 E.;	 LOEB,	 Stacy;	 et	 al.	
Prostate	 Cancer.	 NATURE	 REVIEWS	 Disease	 Primers,	 v.	 7,	 n.	 9,	 p.	 1-27,	 2021.	
Disponível	em:	https://www.nature.com/articles/s41572-020-00243-0.
https://www.nature.com/articles/s41572-020-00243-0
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299
ESTAÇÃO 2: PATOLOGIAS	DA	PRÓSTATA:	EXAMES	DE	
IMAGEM
Duração total: 37 minutos
ATIVIDADE 1: EXERCÍCIO - PRÓSTATA 
1. Observe, abaixo, a imagem da próstata e responda às questões a seguir.
A. Identifique,	 na	 imagem,	 três	 zonas	 anatômicas	 da	 próstata	 descritas	 por	
McNeal. 
B. Diferencie	as	zonas	anatômicas	conforme	sua	função.
C. Qual destas zonas está alterada na hiperplasia prostática benigna? 
D. Registre suas respostas.
Ao terminar a atividade, apague suas respostas para que o próximo grupo 
possa	realizá-la.	Deixe	a	estação	organizada	e	limpa.
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.4
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300
ATIVIDADE 2: QUESTÕES DE APRENDIZAGEM - RESSONÂNCIA 
MAGNÉTICA DA PRÓSTATA 
1. Analise as imagens de ressonância magnética demonstrando anatomia 
prostática. Correlacione as alterações prostáticas à hiperplasia prostática 
benigna e ao câncer de próstata. 
Na Figura 1, a letra “A” corresponde à imagem de uma próstata normal. Zona 
Periférica (ZP) exibe hipersinal homogêneo, e a Glândula Central (Zona Central 
e a Zona de Transição) apresenta sinal intermediário. O limite entre a zona 
periférica e a glândula central é denominado cápsula cirúrgica, e linha de 
baixo sinal circundando a próstata é denominada cápsula prostática (setas).
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.4
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301
Tendo como norte a imagem da letra “A”, responda:
A. Quais alterações podem ser observadas em B? 
__________________________________________________________________
B. Quais alterações podem ser observadas em C? 
__________________________________________________________________
C. Quais	alterações	podem	ser	observadas	em	D?
__________________________________________________________________
D. Registre suas respostas.
Ao terminar a atividade, apague suas respostas para que o próximo grupo 
possa	realizá-la.	Deixe	a	estação	organizada	e	limpa.
ATIVIDADE 3: QUESTÕES DE APRENDIZAGEM - ULTRASSONOGRAFIA 
TRANSRETAL DA PRÓSTATA 
1. Analise	 as	 imagens	 de	 ultrassonografia	 transretal	 da	 próstata.	 Na	 imagem	
A, tem-se o aspecto normal da glândula prostática. A Zona periférica está 
homogênea e mais ecogênica do que a central.
A. O que se observa em B?
_________________________________________________________________
__________________________________________________________________
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.4
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302
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.4
B. Registre suas respostas.
Ao terminar a atividade, apague suas respostas para que o próximo grupo 
possa	realizá-la.	Deixe	a	estação	organizada	e	limpa.
ATIVIDADE 4: CASO CLÍNICO 
1. Interprete o de caso clínico e responda às questões a seguir.
Um	homem	de	63	anos,	com	queixa	de	dificuldade	de	micção	e	sensação	de	
que não consegue esvaziar a bexiga completamente, há 6 meses. Além disso, 
informa que, após urinar, com frequência sente urgência em urinar novamente. 
Nega secreção uretral ou queimação com a micção. Teve uma hipertensão 
branda e tomou um diurético, chamado tiazida. A única outra medicação é a 
ampicilina contra duas infecções do trato urinário, durante anos anteriores. No 
exame, a pressão arterial era de 130/84 mmHg, pulso de 80 batimentos/min e 
estava afebril. Os exames do coração e do pulmão estavam normais e o exame 
do abdome não mostrava massas.
A. Qual é o diagnóstico mais provável?
B. Qual é a explicação anatômica para os sintomas do paciente?
C. Crie	um	mapa	mental	da	fisiopatologia	da	doença	abordada	no	caso	clínico.	
D. Registre suas respostas. Coloque-as em seu portfólio.
Ao terminar a atividade, apague suas respostas para que o próximo grupo 
possa	realizá-la.	Deixe	a	estação	organizada	e	limpa.
ATIVIDADE 5: QUADRO COMPARATIVO
1. Faça um quadro comparativo para diferenciar os sintomas de prostatite, 
hiperplasia prostática benigna e câncer de próstata, e os exames laboratoriais 
que poderiam ser solicitados para auxiliar no diagnóstico destas patologias. 
Registre suas repostas. 
Ao terminar a atividade, apague suas respostas para que o próximo grupo 
possa	realizá-la.	Deixe	a	estação	organizada	e	limpa.
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303
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Notebook ou tablet com acesso à internet.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Li,	Mantong;	 JIANG,	 Feng;	 XUE,	 Liangyi,	 PENG,	 Cheng,	 et	 al.	 Recent	 Progress	 in	
Biosensors	 for	 Detection	 of	 Tumor	 Biomarkers.	 Molecules.	 NIH,	 n.27,	 v.21,	 p.	
7327,	 Oct	 2022.	 doi:	 10.3390/molecules27217327.	 PMID:	 36364157;	 PMCID:	
PMC9658374.	Disponível	em:	https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/36364157/.
SANTOS, Viviane Cristine Tavares; MILITO, Miguel Angelo e MARCHIORI, Edson. 
O	papel	atual	da	ultrassonografia	transretal	da	próstata	na	detecção	precoce	do	
câncer	prostático.	Radiol	Bras,	n.	39,	v.	3,	p.	185–192,	Mai/	Jun	2006.	Disponível	
em: http://www.rb.org.br/detalhe_artigo.asp?id=1282&idioma=Portugues.
TOY,	Eugene	C.;	ROSS,	Lawrence	M.;	ZHANG,	Han;	et	al.	Casos	Clínicos	em	Anatomia.	
3.	ed.	–	Porto	Alegre.	Grupo	A,	2016.	E-book.	ISBN	9788580555639.	Disponível	
em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555639/. 
Acesso em: 26 nov. 2022.
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.4
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/36364157/
http://www.rb.org.br/detalhe_artigo.asp?id=1282&idioma=Portugues
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555639/. Acesso em: 26 nov. 2022
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555639/. Acesso em: 26 nov. 2022
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304
Encerramento da sessãoSP 3.4
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: EXERCÍCIO EM GRUPO - PASSE OU 
REPASSE
1. Os(as) alunos(as) devem selecionar nove voluntários(as) para responder ou 
repassar perguntas, o restante dos(as) participantes será jurado(a).
A. Quais são os aspectos da bexiga na senescência?
B. Quais alterações nos aspectos morfológicos da próstata são relevantes na 
senescência?
C. Qual é o biomarcador utilizado para diagnosticar patologias da próstata?
 
D. Qual a relação entre a bexiga e a próstata nas patologias prostáticas?
 
E. Quais são os aspectos fisiopatológicos da Hiperplasia Prostática Benigna 
(HPB)?
F. Como	a	HPB	pode	afetar	o	reflexo	de	micção?	
G. Como	a	senescência	pode	afetar	o	reflexo	de	micção?
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305
ATIVIDADE 1: CASO CLÍNICO
1. Leia e interprete o caso clínico.
J. S., masculino, 55 anos, iniciou acompanhamento urológico aos 39 anos 
pós-fratura traumática de pelve com lesão uretral, tendo sido realizadas 
uretroplastia e uretrotomia interna para tratamento. Perdeu seguimento por 
ter apresentado melhora e retornou aos 53 anos, com queixa de disúria e 
gotejamento, apesar de apresentar jato moderado. Em investigação, apresentou 
PSA	total	57	ng/dl,	toque	retal	com	próstata	endurecida,	ecografia	com	próstata	
de	25cm³3	e	calcificações	em	lobo	esquerdo,	bexiga	de	paredes	espessadas,	
resíduo pós-miccional 10ml. Biópsia de próstata com 6 fragmentos, sendo 3 do 
lobo esquerdo Gleason 10 (5+5) e 3 do lobo direito Gleason 9 (4+5), invasão 
perineural	não	observada,	embolia	angiolinfática	presente.	Raio	X	tórax	normal.	
Cintilografia	óssea	com	aumento	do	radiofármaco	em	região	lateral	do	quadril	
esquerdo, sugestivo de metástase. Realizada orquiectomia bilateral. Evoluiu 
com melhora das queixas urinárias após 3 meses, tendo queda do PSA para 
0,51 ng/dl. Apresentou seguimento a cada 3 meses durante 20 meses, tendo 
todas	as	dosagens	de	PSA	<	1ng/dl	 (0,51;	0,28;	0,64;	0,42;	0,98;	0,55),	 sem	
ter tido aumento de do PSA e sem ter tido novas queixas. Cerca de 5 semanas 
após últimadosagem de PSA, paciente iniciou com dor anal persistente. Ao 
toque retal, massa palpável endurecida, de grande volume em parede anterior 
de reto. Após cerca de 3 semanas, paciente realizou retossigmoidoscopia, 
apresentando	massa	extra-luminal	região	anterior,	topografia	da	próstata,	com	
reto de aspecto normal. Já apresentando quadro de desconforto abdominal e 
múltiplos	nódulos	subcutâneos	pequenos	<	1	cm	por	todo	o	corpo	(>50	nódulos)	
(figura	1),	foi	internado	e	realizada	tomografia	computadorizada	de	abdômen	
e	pelve	(figura	2)	que	mostrou	processo	expansivo	com	densidade	de	partes	
moles, heterogênea, com áreas suspeitas de necrose, localizada em cavidade 
pélvica,	9x7cm	em	topografia	de	próstata,	envolvendo	região	retal,	sem	plano	
de clivagem, com presença de linfonodos aorto-ilíacos 7mm. Em poucos dias, 
evoluiu com quadro de emagrecimento, queda do estado geral e suboclusão 
intestinal, sendo realizada laparotomia exploradora e colostomia em alça, 
realizadas biópsias de nódulo em epíplon e nódulo subcutâneo abdominal. 
Anatomopatológico das biópsias foi adenocarcinoma acinar moderadamente 
diferenciado, metastático, compatível com sítio primário prostático. Antes de 
Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 3.4
1 2 3 4 5
306
Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 3.4
iniciar quimioterapia, a qual não foi iniciada por falta de condições clínicas, 
o paciente evoluiu com evisceração e infecção de ferida operatória, sendo 
realizados desbridamento e ressutura de parede abdominal, mas o paciente 
evoluiu para sepse e óbito.
Fonte: https://www.researchgate.net/publication/278005879_.
2. Após analisar o caso clínico, quais observações podem ser feitas em relação 
à clínica do adenocarcinoma prostático e dosagem de PSA, que tornam este 
caso clínico raro?
Acesse o link https://www.researchgate.net/publication/278005879, veja a 
resposta	esperada	para	essa	pergunta	e	verificação	de	seu	aprendizado.
https://www.researchgate.net/publication/278005879_
https://www.researchgate.net/publication/278005879
307
NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES
Adrianne Christine Palanch UAM - Piracicaba https://lattes.cnpq.br/7963718100112897
Elizabeth Fonseca dos Reis FASEH - Vespasiano
http://lattes.cnpq.
br/2117192003251022
PARECERISTA INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES
Bruno Santos Souza AGES https://lattes.cnpq.br/3797714737481727
Carolina Rocha Moreira de 
Oliveira USJT
http://lattes.cnpq.
br/6870025850137907
CONHEÇA OS AUTORES E PARECERISTAS
DESTE MATERIAL DIDÁTICO
https://lattes.cnpq.br/7963718100112897
https://lattes.cnpq.br/7963718100112897
http://lattes.cnpq.br/2117192003251022
http://lattes.cnpq.br/2117192003251022
https://lattes.cnpq.br/3797714737481727
https://lattes.cnpq.br/3797714737481727
http://lattes.cnpq.br/6870025850137907
http://lattes.cnpq.br/6870025850137907
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Agenda
para TBL
TBL
1
2
3
4
https://www.ulife.com.br/inspirali
https://www.ulife.com.br/inspirali
https://www.ulife.com.br/inspirali
https://www.ulife.com.br/inspirali
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