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200 PROCESSOS DEGENERATIVOS E SAÚDE DO IDOSO COMPLEXO TEMÁTICO III 201 “A grandeza de uma nação é medida pela forma como ela cuida dos seus membros mais fracos.” (Mahatma Gandhi, 1869-1948) 202 Árvore temática 3 https://www.ulife.com.br/inspirali 203 Objetivos OBJETIVOS GERAIS Compreender a complexidade dos cuidados básicos aos indivíduos idosos, no contexto social em que vivem. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Diferenciar senescência de senilidade. Discutir as diversas teorias de envelhecimento celular e tecidual, compreendendo de forma integral e contextualizada a fisiologia do envelhecimento humano, comprometendo os diversos sistemas do organismo. Explicar os processos patológicos múltiplos e interdependentes que afetam o idoso, reconhecendo as causas de adoecimento mais comuns nesta população. Caracterizar as doenças que ocorrem tanto exclusivamente na população idosa, como aquelas que acometem outras faixas etárias e que nos idosos apresentam manifestações peculiares. Valorizar a importância da humanização no atendimento à população idosa e suas particularidades. Identificar a importância da promoção global da qualidade de vida da população idosa, em suas dimensões nutricionais, de locomoção, de independência, de espiritualidade e socioeconômicas. Reconhecer e valorizar a importância da atuação multiprofissional nos cuidados aos idosos. Reconhecer as políticas públicas voltadas para a população idosa, bem como a legislação relacionada a esta população. 204 SP 3.1 Já posso ir à feira? Sistema Respiratório e Anemia na Senescência 1 2 3 4 5 205 ATIVIDADE 1: TRILHA DO CONHECIMENTO NA PLATAFORMA LT KURACLOUD Prezados(as) alunos(as), a trilha pré-aula deverá ser realizada previamente à aula prática, no período extra-aula, individualmente ou em grupo. A realização dessa atividade apresenta extrema importância para a construção do seu conhecimento e contribuirá para a compreensão das atividades que serão realizadas em aula. Antes de iniciar a trilha pré-aula, reflita: você já sentiu uma dor aguda e desconfortável do lado superior esquerdo do abdome durante uma corrida? O que imagina que tenha causado essa dor? Siga para a trilha pré-aula e pondere sobre sua reflexão. 1. Acesse o LT pelo link https://accounts.kuracloud.com/user/login, clique em Fisiologia Humana e, depois, em Volumes Pulmonares e realize as atividades das aulas “Anatomia do pulmão e fluxo de ar” e “Mecânica respiratória e espirometria”: Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 3.1 Durante a realização da atividade, responda: A. Quais são os volumes e capacidades pulmonares? B. Quais órgãos compõem a parte condutora e respiratória do sistema respiratório? C. Defina hematose. D. Quais fatores podem interferir na resistência do ar nas vias condutoras? E. Defina as doenças respiratórias obstrutivas e restritivas. https://accounts.kuracloud.com/user/login 1 2 3 4 5 206 2. Acesse o LT pelo link https://accounts.kuracloud.com/user/login, clique em Fisiologia Humana/ Contagem Sanguínea/ aula “Sangue” e realize as atividades 1 a 3, 6 e 7. 3. Assista à videoaula “Anemia no Idoso” que está disponível no Ulife e anote os pontos a seguir: • O que é anemia? Quais as causas fisiopatológicas mais comuns de anemia em idoso? • Qual a correlação entre um processo inflamatório crônico e anemia? • Qual a correlação entre doença renal crônica e anemia? • Quais as outras causas fisiopatológicas de anemia foram mencionadas na videoaula? • Como os índices hematimétricos (VCM, HCM, CHCM e RDW) podem auxiliar no diagnóstico de anemia? Ao final desta atividade, você poderá construir uma pequena reflexão para colocar no seu portfólio. Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 3.1 https://accounts.kuracloud.com/user/login 1 2 3 4 5 207 Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: EXERCÍCIO EM GRUPO 1. Aguarde a orientação do professor para realização da atividade proposta. Um grupo voluntário de alunos(as) irá criar um esquema da condução do ar até a hematose. Nesse esquema, represente cada parte do sistema respiratório - cavidade nasal, nasofaringe, orofaringe, laringofaringe, glote e epiglote, laringe, traqueia, brônquios primários, brônquios secundários, brônquios segmentares, bronquíolos terminais, bronquíolos respiratórios, ductos alveolares, sacos alveolares, capilares sanguíneos. O outro grupo irá realizar a dramatização da hematose. Abertura da sessãoSP 3.1 1 2 3 4 5 208 Roteiro de Laboratório Morfofuncional Sistema Respiratório e Anemia na Senescência LOCAL Laboratório Morfofuncional. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Diferenciar os componentes anatômicos da via aérea inferior. Diferenciar os componentes celulares do epitélio respiratório e da membrana respiratória, relacionando-os com os processos de senescência. Definir DPOC e citar suas causas, descrever sua fisiopatologia e relacionar esse quadro com maior probabilidade de infecções. ESTAÇÃO 1: MORFOLOGIA DAS VIAS AÉREAS SUPERIORES E INFERIORES Duração total: 37 minutos ATIVIDADE 1: ATRIUM MEDROOM E APLICATIVO VISIBLE BODY 1. Uma parte do grupo pesquisa as estruturas anatômicas solicitadas no Atrium MedRoom, e outra parte pesquisa nos modelos anatômicos, com apoio do App Visible Body, e verificam a morfologia em ambos os recursos de aprendizagem. SP 3.1 1 2 3 4 5 209 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.1 Seguir o passo a passo: A. Higienize os óculos e controles manuais. B. O grupo distribui-se nos seguintes papéis: • 1 estudante para ser leitor (sua função é ler o roteiro e garantir a segurança do explorador). • 1 estudante para ser relator (sua função é anotar no roteiro as descobertas do grupo). • 1 estudante para ser explorador (sua função é explorar no Atrium conforme as orientações do leitor). • 3 pesquisadores (buscam no App de anatomia 3D – Visible Body, Zygote Body, Medroom ou similar - as estruturas anatômicas solicitadas pelo leitor, encontram-nas no modelo anatômico e ajudam o explorador a encontrá-las no Atrium). ÁRVORE BRONQUIAL: • Brônquio principal direito: • Brônquio lobar superior; • Brônquio lobar médio; • Brônquio lobar inferior; • Brônquios segmentares. • Brônquio principal esquerdo: • Brônquio lobar superior; • Brônquio lobar inferior; • Brônquios segmentares. PULMÃO: • Base do pulmão; • Ápice do pulmão; • Face costal; • Face mediastinal; • Impressão cardíaca (pulmão esquerdo); • Face diafragmática; • Face interlobar; • Hilo do pulmão; 1 2 3 4 5 210 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.1 • Raiz do pulmão; • Pulmão direito: Lobo superior, Lobo médio, Lobo inferior, Fissura oblíqua e Fissura horizontal; • Pulmão esquerdo: Língula, Lobo superior, Lobo inferior e Fissura oblíqua. 3. Acesse o microscópio virtual Histology Guide. Clique em Respiratory System e após na lâmina MHS 205 Lung. Esta é uma lâmina de pulmão. Identifique as estruturas a seguir, com a ajuda do livro de histologia https://www.histologyguide.com/slideview/MHS-205- lung/17-slide-1.html. • Bronquíolo primário; • Bronquíolos terminais; • Bronquíolo respiratório; • Epitélio pseudoestratificado colunar ciliado; • Ductos alveolares; • Sacos alveolares; • Alvéolos; • Epitélio pavimentoso simples; • Células alveolares tipo I (pneumócito tipo I); • Células alveolares tipo II (pneumócito tipo II); • Capilares sanguíneos; • Macrófagos pulmonares; • Células de clara. MATERIAIS NECESSÁRIOS Modelos anatômicos do tronco e do pulmão, tablet, notebooks, Atrium MedRoom, Kit de higienização do Atrium. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS MOORE K. L., DALLEY, A. F., Agur, A. M. R. Anatomia orientada para a clínica - 8ª Ed. 2022. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/ epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3Dcopyright]!/4. https://www.histologyguide.com/slideview/MHS-205-lung/17-slide-1.html https://www.histologyguide.com/slideview/MHS-205-lung/17-slide-1.html https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3Dhttps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3D 1 2 3 4 5 211 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.1 JUNQUEIRA, L.C.U.; CARNEIRO, J. Histologia básica - Texto e Atlas. 13 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018. https://integrada.minhabiblioteca. com.br/reader/books/9788527732178/epubcf i/6/2[%3Bvnd.vst . idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:1. PAWLINA, W. Ross, M.H. Ross histologia texto e atlas: correlações com biologia celular e molecular. 8. ed. - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. https://integrada. minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd. vst.idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:2. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc 1 2 3 4 5 212 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.1 ESTAÇÃO 2: ESPIROMETRIA Duração total: 45 minutos ATIVIDADE 1: TRILHA DO CONHECIMENTO NA PLATAFORMA LT KURACLOUD 1. Organize grupos com 4 a 5 estudantes, divididos de acordo com as funções: • 1 orador – responsável pela leitura e realização do passo a passo (essa função exige atenção com a forma de realizar o experimento no voluntário). • 2 técnicos responsáveis pela montagem do equipamento e possíveis anotações (essa função exige cuidado com o manuseio do equipamento). • 1 voluntário – para a realização da Espirometria. O(a) orador(a) acessa o LT pelo link https://accounts.kuracloud.com/user/login e clica em Volumes Pulmonares - Laboratório. O(a) orador(a) coloca os nomes e e-mails dos integrantes do grupo no LT KuraCloud. Depois de divididas as tarefas, inicie a espirometria na atividade “Volumes pulmonares - laboratório” até a etapa 11. No caso do uso do espirômetro, fazer uma foto do gráfico obtido e compará-lo com os gráficos do LT. https://accounts.kuracloud.com/user/login 1 2 3 4 5 213 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.1 2. Faça um print dos gráficos obtidos para discussão ao final do experimento. MATERIAIS NECESSÁRIOS LT KuraCloud com power lab ou espirômetro. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS SILVERTHORN, D.U. Fisiologia Humana: uma abordagem integrada. 7 ed. Porto Alegre: Artmed, 2017. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/ books/9788582714041/pageid/0. WEST, J. B. Fisiologia Respiratória - Princípios Básicos – 9ª edição 2013. https:// integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788565852791/pageid/1. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582714041/pageid/0 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582714041/pageid/0 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788565852791/pageid/1 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788565852791/pageid/1 1 2 3 4 5 214 Roteiro de Medicina Laboratorial Sistema Respiratório e Anemia na Senescência LOCAL Laboratório de Medicina Laboratorial ou Laboratório Multidisciplinar. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Analisar o perfil hematológico e índices hematimétricos para diagnóstico de anemia. Classificar as alterações morfológicas dos eritrócitos no esfregaço de sangue periférico. Diferenciar os principais tipos de anemias no idoso. ESTAÇÃO 1: CONTAGEM DE ERITRÓCITOS Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: LABORATÓRIO VIRTUAL ALGETEC 1. Acesse o laboratório virtual da Algetec e faça a aula “Contagem manual de eritrócito”. Ao entrar na aula “Contagem manual de eritrócito”, verá o menu a seguir. SP 3.1 1 2 3 4 5 215 Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1 A. Selecione o ícone do “Sumário teórico” e leia o embasamento teórico para a realização da prática. B. Após a leitura, selecione o ícone “Roteiro de experimentos”. Anote as instruções descritas para conseguir manipular os instrumentos e equipamentos durante a realização do Experimento no ícone. C. Responda às perguntas do pré-teste. D. Em seguida, acesse o laboratório, pressione “Contagem manual de eritrócito”. Inicie o experimento. E. Ao finalizar o experimento, responda às perguntas que estão no Pós-teste. MATERIAIS NECESSÁRIOS Tablet ou notebook com acesso à internet. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS DOS RODRIGUES, Adriana D.; SANTOS, Aniúsca Vieira; ROTTA, Liane N.; et al. Hemograma: eritrograma. In: Hematologia básica. 2.ed. Porto Alegre: SAGAH, 2019. E-book. ISBN 9788595029491. Disponível em: https://integrada. minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595029491/. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595029491/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595029491/ 1 2 3 4 5 216 Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1 FAILACE, Renato & FERNANDES, Flavo. Eritrograma. In: Hemograma - Manual de interpretação. Porto Alegre: Artmed. Grupo A, 2015. E-book. ISBN 9788582712290. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/ books/9788582712290/. MARZZOCO, Anita; TORRES, Bayardo B. Transporte de oxigênio e tamponamento do plasma. In: ________ Bioquímica Básica. 4ª ed. [Reimpr.] - Rio de Janeiro – Guanabara Koogan, 2022. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com. br/#/books/978-85-277-2782-2/. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582712290/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582712290/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2782-2/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2782-2/ 1 2 3 4 5 217 ESTAÇÃO 2: ALTERAÇÕES MORFOLÓGICAS DOS ERITRÓCITOS NO ESFREGAÇO DE SANGUE PERIFÉRICO Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: GAMIFICAÇÃO - JOGO DA MEMÓRIA 1. Correlacione corretamente as cartas numeradas que estão com as descrições morfológicas dos eritrócitos, com as cartas identificadas por letras contendo as imagens dos eritrócitos. Regras do jogo da memória Separe as cartas em dois montes, um com as morfologias dos eritrócitos (cartas com imagens identificadas por letras) e o outro com as descrições morfológicas (cartas numeradas). Mantendo os montes separados, espalhe as cartas de cada monte e coloque-as com os escritos virados para baixo. Cada participante deve, na sua vez, virar uma carta de cada monte e deixar que todos as vejam. Caso os pares sejam complementares, descrição da forma dos eritrócitos com a respectiva imagem, o participante deve recolher consigo esse par e jogar novamente. Se forem cartas não complementares, elas devem ser viradas novamente, e sendo passada a vez ao participante seguinte. Ao finalizar a atividade, quando todos os pares de cartas estiverem feitos, embaralhe as cartas de cada monte para o próximo grupo. Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1 1 2 3 4 5 218 Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1 Eritrócito (Tamanho e formas normais) Apresentam forma de um disco bicôncavo com diâmetro médio de 7,5 µm (7,2 a 7,9 µm). 1 Anisocitose (Alteração no tamanho dos eritrócitos) Microcitose Eritrócito com diâmetro acima de 7,0 µm. 2 1 2 3 4 5 219 Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1 Poiquilocitose (Alteração no tamanho dos eritrócitos) Esferócitos Eritrócito com formas esféricas sem a palidez central característica. 4 Anisocitose (Alteração no tamanho dos eritrócitos) Macrocitose Eritrócito com diâmetro acima de 9,0 µm. 3 1 2 3 4 5 220 Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1 Poiquilocitose (Alteração no tamanho dos eritrócitos) Estomatócitos Eritrócitos que apresentam uma fenda similar a uma boca na região central da célula. 6 Poiquilocitose (Alteração no tamanho dos eritrócitos)Eliptócitos Eritrócito cujo maior eixo celular é, pelo menos, duas vezes o menor. 5 1 2 3 4 5 221 Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1 Poiquilocitose (Alteração no tamanho dos eritrócitos) Codócitos Eritrócitos em alvo. Células com uma mancha central de hemglobina. 7 Poiquilocitose (Alteração no tamanho dos eritrócitos) Dacriócitos Eritrócitos em forma de lágrima. 8 1 2 3 4 5 222 Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1 Poiquilocitose (Alteração no tamanho dos eritrócitos) Equinócitos Eritrócitos crenados com dez a trinta pequenas espículas regulares. 10 Poiquilocitose (Alteração no tamanho dos eritrócitos) Drepanócitos Eritrócitos falciformes, em forma de foice. 9 1 2 3 4 5 223 Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1 Poiquilocitose (Alteração no tamanho dos eritrócitos) Acantócitos Eritrócitos com duas a 20 espículas de distribuição e tamanho irregulares. 11 Poiquilocitose (Alteração no tamanho dos eritrócitos) Esquizócitos Fragmentos eritrocitários, muito dos quais espiculados. 12 1 2 3 4 5 224 Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1 A B 1 2 3 4 5 225 Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1 C D 1 2 3 4 5 226 Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1 E F 1 2 3 4 5 227 Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1 G H 1 2 3 4 5 228 Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1 I J 1 2 3 4 5 229 SP 3.1 K L Roteiro de Medicina Laboratorial 1 2 3 4 5 230 Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1 MATERIAIS NECESSÁRIOS Material impresso colorido e plastificado (cada carta cortada individualmente), tablet ou notebook com acesso à internet. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS DOS RODRIGUES, Adriana D.; SANTOS, Aniúsca Vieira; ROTTA, Liane N.; et al. Hemograma: eritrograma. In: Hematologia básica. 2.ed. Porto Alegre: SAGAH, 2019. E-book. ISBN 9788595029491. Disponível em: https://integrada. minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595029491/. FAILACE, Renato & FERNANDES, Flavo. Eritrograma. In: Hemograma - Manual de interpretação. Porto Alegre: Artmed. Grupo A, 2015. E-book. ISBN 9788582712290. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/ books/9788582712290/. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595029491/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595029491/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582712290/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582712290/ 1 2 3 4 5 231 ESTAÇÃO 3: ÍNDICES HEMATIMÉTRICOS Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: QUESTÕES DE APRENDIZAGEM - HEMOGRAMA 1. Analise o hemograma e a morfologia dos eritrócitos do exame de sangue de um idoso. Em seguida, responda às questões propostas. Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1 A. Pelo perfil hematológico (número de hemácias, dosagem de hemoglobina e hematócrito), índices hematimétricos (VCM, CHCM e RDW) e morfologia dos eritrócitos, qual é o tipo de anemia que o idoso apresenta? Justifique. B. Qual a causa mais comum para ocorrer este tipo de anemia no idoso? 1 2 3 4 5 232 2. Com base no hemograma analisado, pode-se afirmar que o paciente, um idoso, apresenta um tipo de anemia. Qual é o tipo dessa anemia? Quais dados do exame podem justificar essa hipótese diagnóstica? Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1 A. Pelo perfil hematológico (número de hemácias, dosagem de hemoglobina e hematócrito), índices hematimétricos (VCM, CHCM e RDW) e morfologia dos eritrócitos, qual seria a situação patológica mais comum em idosos para este o tipo de anemia? Justifique MATERIAIS NECESSÁRIOS Notebook ou tablet com acesso à internet. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS DOS RODRIGUES, Adriana D.; SANTOS, Aniúsca Vieira; ROTTA, Liane N.; et al. Hemograma: eritrograma. In: Hematologia básica. 2.ed. Porto Alegre: SAGAH, 2019. E-book. ISBN 9788595029491. Disponível em: https://integrada. minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595029491/. FAILACE, Renato & FERNANDES, Flavo. Eritrograma. In: Hemograma - Manual de interpretação. Porto Alegre: Artmed. Grupo A, 2015. E-book. ISBN 9788582712290. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/ books/9788582712290/. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595029491/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595029491/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582712290/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582712290/ 1 2 3 4 5 233 Encerramento da sessãoSP 3.1 Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: EXERCÍCIO EM GRUPO 1. Aguarde a orientação do professor para realização da atividade proposta. Um grupo voluntário de alunos(as) irá criar um esquema do processo condutor do ar até a hematose. Neste esquema, represente cada parte do sistema respiratório - cavidade nasal, nasofaringe, orofaringe, laringofaringe, glote e epiglote, laringe, traqueia, brônquios primários, brônquios secundários, brônquios segmentares, bronquíolos terminais, bronquíolos respiratórios, ductos alveolares, sacos alveolares, capilares sanguíneos. O outro grupo irá realizar a dramatização da hematose. 1 2 3 4 5 234 ATIVIDADE 1: CASO CLÍNICO 1. Leia o caso clínico abaixo e responda às questões propostas. Uma mulher de 76 anos apresenta-se na clínica médica para acompanhamento, após uma hospitalização recente por conta de fraqueza e hiponatremia. O motivo da hospitalização acabou sendo atribuído aos efeitos colaterais de diuréticos. A paciente notou falta de ar com as atividades domésticas de rotina. Ela não exibe tosse significativa nem produção de escarro. Também não há diagnóstico prévio de qualquer doença pulmonar crônica nem dor torácica. Essa mulher fumou cerca de 40 maços de cigarro/ano, mas parou de fumar há 20 anos. O exame físico revelou uma mulher frágil e magra que parece ter uma fraqueza generalizada, sendo os seguintes achados significativos do exame físico: pressão arterial de 105/60 mmHg e pulso de 110 batimentos por minuto (bpm), com extremidades frias e pálidas. Ela apresenta ruídos respiratórios diminuídos em ambas as bases pulmonares, sem sibilos. Não há qualquer edema periférico. Os testes laboratoriais produziram os seguintes resultados: concentração de hemoglobina de 6,5 g/dL, hematócrito de 19,1%, volume corpuscular médio (VCM) de 83 fL. O teste de função pulmonar revelou capacidade vital forçada (CVF) de 1,99 L (88% do previsto), volume expiratório forçado no primeiro segundo (VEF1) de 1,36 L (76% do previsto), capacidade pulmonar total de 4,88 L (124% do previsto), volume residual de 2,84 L (171% do previsto) e capacidade de difusão corrigida de 78% do valor previsto. A radiografia torácica demonstrou hiperinsuflação pulmonar e atenuação da trama vascular periférica. TOY, Eugene C.; DENTINO, Andrew N.; JOHNSON, Lowell S.; et al. Casos Clínicos em Geriatria. Porto Alegre: AMGH. Grupo A, 2015. E-book. ISBN 9788580555097. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com. br/#/books/9788580555097/. Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 3.1 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555097/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555097/ 1 2 3 4 5 235 Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 3.1 Analisando esse caso, responda: A. Qual(is) o(s) provável(is) diagnóstico(s)? Descreva as principais características dessa(s) doença(s). B. Analisando os gráficos ao lado do teste função pulmonar, escolha qual pertence a essa paciente e justifique sua escolha. C. Que preocupações relacionadas com a idade o clínico deve ter em relação ao tratamento? ATIVIDADE 2: CASO CLÍNICO 1. Leia o caso clínico abaixo e responda às questões propostas. Um homem de 83 anos é levado ao Setor de Emergência por seus familiares, depois de “desmaiar” em casa logo após sair do banheiro. Naquele momento, foi fácil despertá-lo. Ele afirma que eliminou sangue vermelho-vivo pelo reto nas últimas 10 horas, com considerável perda sanguínea. A história médica pregressa ésignificativa para o tabagismo, embora ele tenha parado há 40 anos, além do consumo moderado de bebidas alcoólicas. Também teve tuberculose há 60 anos. O paciente também havia tido infecções respiratórias frequentes, sem história de doença cardíaca conhecida. Esse paciente sofreu dois ataques 1 2 3 4 5 236 Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 3.1 isquêmicos transitórios no passado, apresentando osteoartrite e hipertensão nos últimos 20 anos. A hipertensão, no entanto, está bem controlada. O único fármaco que esse homem toma é o ácido acetilsalicílico, 81 mg, diariamente, sendo que o último ele tomou há cerca de 24 horas. Os achados significativos do exame físico são: pressão arterial de 105/60 mmHg e pulso de 110 batimentos por minuto (bpm), com extremidades frias e pálidas. Além disso, o paciente parece ansioso. Os pulmões estão límpidos (claros), enquanto o exame cardiovascular revela taquicardia sinusal, sem sopro. O exame abdominal mostra uma leve sensibilidade no quadrante inferior esquerdo, sem rebote ou reflexo de proteção. O abdome também revela ruídos intestinais (borborigmos) ativos. Os testes laboratoriais produziram os seguintes resultados: contagem de leucócitos de 10.500 células/mm3, concentração de hemoglobina de 6,5 g/ dL, hematócrito de 19,1%, volume corpuscular médio (VCM) de 83 fL, tempo de protrombina/relação normalizada internacional/tempo de tromboplastina parcial dentro dos limites de normalidade, ureia de 25 mg/dL, creatinina de 1,2 mg/dL, albumina de 3,9 mg/dL e testes de função hepática normais. TOY, Eugene C.; DENTINO, Andrew N.; JOHNSON, Lowell S.; et al. Casos Clínicos em Geriatria. Porto Alegre: AMGH. Grupo A, 2015. E-book. ISBN 9788580555097. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com. br/#/books/9788580555097/. Analisando esse caso, responda: A. Qual é a causa mais provável da anemia desse paciente? B. Que outros fatores podem contribuir para a anemia? Acesse o livro TOY, Eugene C.; DENTINO, Andrew N.; JOHNSON, Lowell S.; et al. Casos Clínicos em Geriatria. Porto Alegre: AMGH. Grupo A, 2015. E-book. ISBN 9788580555097. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca. com.br/#/books/9788580555097/ na Minha Biblioteca, veja as respostas esperadas para as perguntas dos casos clínicos 1 e 2 para verificação de seu aprendizado. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555097/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555097/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555097/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555097/ 237 NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Adrianne Christine Palanch UAM - Piracicaba https://lattes.cnpq.br/7963718100112897 Elizabeth Fonseca dos Reis FASEH - Vespasiano http://lattes.cnpq. br/2117192003251022 CONHEÇA OS AUTORES E PARECERISTAS DESTE MATERIAL DIDÁTICO PARECERISTA INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Bruno Santos Souza AGES https://lattes.cnpq.br/3797714737481727 Fernando Rodrigues UAM - São Paulo http://lattes.cnpq.br/6988411245716839 https://lattes.cnpq.br/7963718100112897 https://lattes.cnpq.br/7963718100112897 http://lattes.cnpq.br/2117192003251022 http://lattes.cnpq.br/2117192003251022 https://lattes.cnpq.br/3797714737481727 https://lattes.cnpq.br/3797714737481727 http://lattes.cnpq.br/6988411245716839 http://lattes.cnpq.br/6988411245716839 238 SP 3.2 Oi tum, tum, bate coração! Sistema circulatório na senescência e biomarcadores cardíacos 1 2 3 4 5 239 ATIVIDADE 1: VIDEOAULA NO ULIFE Prezado(a) aluno(a), a trilha pré-aula deverá ser realizada previamente à aula prática, no período extra-aula, individualmente ou em grupo. A realização dessa atividade apresenta extrema importância para a construção do seu conhecimento e contribuirá muito para a compreensão das atividades que serão realizadas em aula. Atualmente, as doenças cardiovasculares são uma das principais causas de óbito, sendo o infarto agudo do miocárdio uma das condições mais frequentes. Antes de iniciar a trilha pré-aula, reflita sobre como a alimentação e o sedentarismo podem afetar o funcionamento normal dos órgãos cardiovasculares. 1. Assista à videoaula Constituição histológica do coração; durante a realização da atividade, anote: A. Quais são as diferenças histológicas entre as três túnicas cardíacas? B. Quais os componentes do esqueleto cardíaco fibroso? C. Como ocorre o sistema de condução cardíaca? 2. Assista à videoaula Constituição histológica do coração; durante a realização da atividade, anote: A. Quais são as diferenças histológicas entre as quatro túnicas cardíacas? B. Quais alterações fisiopatológicas ocorrem nos vasos sanguíneos, durante o desenvolvimento da placa aterosclerótica? Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 3.2 1 2 3 4 5 240 Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 3.2 3. Assista à videoaula “Marcadores do Infarto Agudo do Miocárdio”, disponível no Ulife. Durante a realização da atividade, anote: A. O que é infarto agudo do miocárdio (IAM)? B. Quais fatores de risco podem ocasionar o IAM? C. Como diagnosticar o IAM? D. Quais são os biomarcadores associados ao infarto agudo do miocárdio utilizados na clínica médica? Qual o significado clínico de cada um destes biomarcadores? 4. Ao final desta atividade, construa uma pequena reflexão e coloque-a no seu portfólio. 1 2 3 4 5 241 Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: EXERCÍCIO EM GRUPO 1. Aguarde a orientação do professor para realização da atividade proposta. Um grupo voluntário de alunos(as) irá representar a morfologia externa e interna do coração (átrios, ventrículos e valvas), artérias e veias pulmonares, artéria aorta, pulmão e um outro órgão, artérias coronárias, nós sinoatrial e atrioventricular, o caminho percorrido pelo sangue na pequena e na grande circulação. Abertura da sessãoSP 3.2 1 2 3 4 5 242 Roteiro de Laboratório Morfofuncional Sistema circulatório na senescência e biomarcadores cardíacos LOCAL Laboratório de estrutura e função. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Associar a estrutura e a função cardíaca à senescência. Classificar os aspectos macroscópicos e microscópicos dos vasos sanguíneos, pequena e média circulação. Analisar os processos de formação da placa de ateroma e de suas complicações. ESTAÇÃO 1: HISTOLOGIA E CICLO CARDÍACO Duração total: 37 minutos ATIVIDADE 1: LAMINÁRIO VIRTUAL MEDROOM E QUESTÕES DE APRENDIZAGEM 1. Acesse o laminário virtual da MedRoom https://student.medroom.com.br e, na busca, digite “Coração - Disco Intercalar (H. Ferrica)”. Com a ajuda do livro de Histologia, analise, na lâmina, as estruturas a seguir: A. Células cardíacas (cardiomiócitos). B. Discos intercalares. C. Pigmentos de lipofucsina. SP 3.2 https://student.medroom.com.br 1 2 3 4 5 243 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.2 Responda às perguntas: A. Quais as características morfológicas da fibra cardíaca? B. Qual a função dos discos intercalares? 2. Responda às questões do jogo e coloque as fases do ciclo cardíaco na sequência correta. A. Como o estímulo elétrico é transmitido no coração durante um cicio cardíaco? B. Por que o retardo do estímulo elétrico no nodo atrioventricular é importante para a função cardíaca? C. O que são é quando ocorrem as bulhas cardíacas? D. Como as junções abertas participam da condução do estímulo elétrico e da contração do músculo cardiaco? E. O que é infarto (enfarto) do miocárdio e fibrilação cardíaca? Como o infarto e a fibrilação alteram o bombeamento de sangue pelo coração? Fase 1: _______ Fase 2: _______ Fase 3: _______ Fase 4: _______ Fase 5: _______ Fonte: (Marcondes, F. K., Moura, M. J., Sanches, A., Costa, R., de Lima, P. O., Groppo, F. C. et al. (2015). A Puzzle Used to Teach the Cardiac Cycle. Advances in Physiology Education, 39, 27- 31. http://dx.doi.org/10.1152/advan.00116.2014. http://dx.doi.org/10.1152/advan.00116.2014 1 2 3 4 5 244 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.2 3. Organizeas peças do jogo do ciclo cardíaco de acordo com as características fisiológicas de cada fase. Figura Fase Estado Atrial Estado Ventricular Valvas Átrio-Vent. Valvas Pulm. e Aórtica Fechadas Fechadas Fechadas Fechadas Fechadas Fechadas Relaxado Relaxado Relaxado Abertas Abertas Abertas Enchimento passivo Contração ventricular isovolumétrica Contração atrial Relaxamento ventricular isovolumétrica Relaxado em enchimentoEjeção Relaxado Em contração Relaxado em enchimento AbertasEm constração isovolumétrica Em constração: ejeção Em relaxamento isovolumétrico 1 2 3 4 5 245 MATERIAIS NECESSÁRIOS Notebooks e tablets, modelos anatômicos do coração e do torso, jogo do ciclo cardíaco. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PAWLINA, W. Ross, M.H. Ross histologia texto e atlas: correlações com biologia celular e molecular. 8. ed. - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. https://integrada. minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd. vst.idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:2. SILVERTHORN, D.U. Fisiologia Humana: uma abordagem integrada. 7 ed. Porto Alegre: Artmed, 2017. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/ books/9788582714041/pageid/0. Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.2 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582714041/pageid/0 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582714041/pageid/0 1 2 3 4 5 246 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.2 ESTAÇÃO 2: VASOS SANGUÍNEOS Duração total: 37 minutos ATIVIDADE 1: LAMINÁRIO VIRTUAL MEDROOM E QUESTÕES DE APRENDIZAGEM 1. Acesse o laminário virtual MedRoom https://student.medroom.com.br/. 2. Na busca, digite “Artéria de Grande Calibre (Masson)”. Esta é uma lâmina da aorta. Observe as características do vaso e mantenha a janela do seu navegador aberta. 3. Após, em outra janela, volte ao site da MedRoom e, na busca, digite “Nervo”. Esta é uma lâmina com um feixe vásculo nervoso. Encontre a veia na imagem. 4. Coloque a imagem da lâmina da artéria e da veia uma ao lado da outra para que você possa compará-las e responda: A. Quais as diferenças entre uma artéria elástica e uma veia de grande calibre? B. Enumere as características morfológicas das túnicas (camadas): íntima, média e adventícia. C. Observe os vasa vasorum, eles estão presentes em qual camada e de qual tipo de vaso? https://student.medroom.com.br/ 1 2 3 4 5 247 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.2 ATIVIDADE 2: LAMINÁRIO VIRTUAL MEDROOM - SENESCÊNCIA DO SISTEMA CARDIOVASCULAR Nesta atividade, será estudado o processo de senescência do Sistema Cardiovascular. 1. Acesse o laminário virtual MedRoom https://student.medroom.com.br/. Na busca, digite “Aterosclerose (HE)”. 2. Coloque a imagem da lâmina de aterosclerose ao lado da lâmina de artéria normal e identifique: • Túnica Adventícia; • Túnica íntima espessada; • Túnica Média; • Discos intercalares com hipercontração; • Infiltração de células inflamatórias; • Miócitos anucleados; • Placa de ateroma; • Região com calcificação; • Região com concentração de lipídios; • Região com cristalização de colesterol; • Sarcômeros. Dica: Acesse o site de Anatomia Patológica da UNICAMP o, ANATPAT no link http://anatpat.unicamp.br/lamdc7.html#aterosclerose para ver exemplos. MATERIAIS NECESSÁRIOS Flip chart, giz de cera, notebook ou tablet. https://student.medroom.com.br/ http://anatpat.unicamp.br/lamdc7.html#aterosclerose 1 2 3 4 5 248 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS JUNQUEIRA, L.C.U.; CARNEIRO, J. Histologia básica - Texto e Atlas. 13 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018. https://integrada.minhabiblioteca. com.br/reader/books/9788527732178/epubcf i/6/2[%3Bvnd.vst . idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:1. PAWLINA, W. Ross, M.H. Ross histologia texto e atlas: correlações com biologia celular e molecular. 8. ed. - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/ epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:2. Anatomia patológica Unicamp. https://anatpat.unicamp.br/. Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.2 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc https://anatpat.unicamp.br/ 1 2 3 4 5 249 Roteiro de Medicina Laboratorial Sistema circulatório na senescência e biomarcadores cardíacos LOCAL Laboratório de Medicina Laboratorial ou Laboratório Multidisciplinar. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Correlacionar a formação de placa de ateroma com infarto agudo do miocárdio. Caracterizar bioquimicamente os principais biomarcadores cardíacos. Caracterizar os biomarcadores cardíacos conforme seu significado clínico. ESTAÇÃO 1: PLACA DE ATEROMA E INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: LEITURA E EXERCÍCIO 1. Acesse o livro SILVERTHORN, Dee U. Fisiologia Humana. Porto Alegre: Artemed, 2017. E-book. ISBN 9788582714041. Disponível em: https://integrada. minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/, e siga as próximas instruções: A. Nas páginas 502 e 503, observe a figura 15.21 “O desenvolvimento de placas ateroscleróticas”. B. Utilizando a massa de modelar de diferentes cores, faça o passo a passo da formação da placa de ateroma. SP 3.2 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/ 1 2 3 4 5 250 C. Escreva uma legenda explicativa do desenvolvimento da placa de ateroma e a sua relação com o infarto agudo do miocárdio. D. Ao finalizar, comunique ao(à) seu(sua) professor(a). E. Fotografe sua atividade para registro no portfólio. F. Desfaça seus modelos e retorne as massas de modelagem para as respectivas embalagens. G. Limpe a bancada para o próximo grupo. MATERIAIS NECESSÁRIOS Massinhas coloridas para modelar, tablet ou notebook com acesso à internet. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS SILVERTHORN, Dee U. Fisiologia Humana. Porto Alegre: Artemed, 2017. E-book. ISBN 9788582714041. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com. br/#/books/9788582714041/. Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.2 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/ 1 2 3 4 5 251 ESTAÇÃO 2: BIOMARCADORES DO INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: GAMIFICAÇÃO - MASSINHA DE MODELAGEM 1. Assista à animação da contração muscular no link: https://thumbs.gfycat.com/ AcidicEuphoricHorse-mobile.mp4. 2. Crie um miócito, utilizando massinha de modelagem, contendo as proteínas da contração muscular e os biomarcadores cardíacos. A. Utilize massinha de modelagem e construa as etapas da contração muscular. B. Escreva uma legenda explicativa abrangendo todas as etapas. C. Na última etapa, terminada a contração, faça uma pequena ruptura na fibra muscular que permita a saída dos biomarcadores cardíacos. D. Ao finalizar, comunique ao(à) seu(sua) professor(a). E. Fotografe sua atividade para registro no portfólio. F. Desfaça seu modelo e retorne as massas de modelagem para as respectivas embalagens. G. Limpe a bancada para o próximo grupo. Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.2 https://thumbs.gfycat.com/AcidicEuphoricHorse-mobile.mp4 https://thumbs.gfycat.com/AcidicEuphoricHorse-mobile.mp41 2 3 4 5 252 MATERIAIS NECESSÁRIOS Massinhas coloridas para modelagem, tablet ou notebook com acesso à internet. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS MARZZOCO, Anita; TORRES, Bayardo B. Contração Muscular. In: ________ Bioquímica Básica. 4ª ed. [Reimpr.] - Rio de Janeiro – Guanabara Koogan, 2022. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2782-2/. MOREIRA, Valéria Cunha & TICLI, Fábio Kiss. Biomarcadores do Infarto Agudo do Miocárdio: Biomarcadores Atuais e Perspectiva de Novos Marcadores. Revista Saúde em Foco – Edição nº 14 – p. 21 a 30, Ano: 2022. Disponível em: https:// portal.unisepe.com.br/unifia/wp-content/uploads/sites/10001/2022/02/ BIOMARCADORES-DO-INFARTO-AGUDO-DO-MIOC%C3%81RDIO-P%C3%A1g- 21-%C3%A0-30.pdf. NICOLAU et al. Diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia sobre Angina Instável e Infarto Agudo do Miocárdio sem Supradesnível do Segmento ST – 2021. Disponível em: https://abccardiol.org/wp-content/uploads/articles_xml/0066- 782X-abc-117-01-0181/0066-782X-abc-117-01-0181.x55156.pdf. Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.2 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2782-2/ https://portal.unisepe.com.br/unifia/wp-content/uploads/sites/10001/2022/02/BIOMARCADORES-DO-INFARTO https://portal.unisepe.com.br/unifia/wp-content/uploads/sites/10001/2022/02/BIOMARCADORES-DO-INFARTO https://portal.unisepe.com.br/unifia/wp-content/uploads/sites/10001/2022/02/BIOMARCADORES-DO-INFARTO https://portal.unisepe.com.br/unifia/wp-content/uploads/sites/10001/2022/02/BIOMARCADORES-DO-INFARTO https://abccardiol.org/wp-content/uploads/articles_xml/0066-782X-abc-117-01-0181/0066-782X-abc-117-0 https://abccardiol.org/wp-content/uploads/articles_xml/0066-782X-abc-117-01-0181/0066-782X-abc-117-0 1 2 3 4 5 253 ESTAÇÃO 3: INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO E MARCADORES BIOLÓGICOS Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: CASO CLÍNICO 1. Leia o caso clínico e responda ao que se pede. Homem de 51 anos chega ao setor de emergência com dor no peito. Informa que sentia um desconforto no peito ou pressão intermitente durante o último ano, especialmente em situações em que aumentava sua atividade, e descreve a dor no peito como uma pressão atrás do osso do peito que se espalha pelo lado esquerdo até a nuca. De maneira diferente do que vinha ocorrendo, ele estava deitado, assistindo à televisão, quando sentiu essa dor novamente. A dor no peito durou aproximadamente 15 minutos e então parou sozinha. Ele também relatou que teve náusea e suor durante o episódio. Afirma não ter conhecimento de qualquer problema médico, mas já fazia muitos anos que não era examinado por um médico. O exame mostrou que ele não tinha nenhuma alteração aguda nos sinais vitais, os pulmões estavam límpidos na auscultação bilateral e o coração tinha frequência e ritmo regulares sem sopro. O eletrocardiograma (ECG) revelou elevação do segmento ST e picos de onda T nas derivações II, III e aVF. Os níveis séricos de troponina I e T estavam elevados. A. Qual o diagnóstico mais provável e sua correlação com os níveis séricos de troponina? B. Quais os sintomas relevantes que você considerou para chegar ao diagnóstico? Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.2 1 2 3 4 5 254 Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.2 C. Analise os resultados dos testes rápidos. Correlacione os marcadores à interpretação clínica. ATIVIDADE 2: PREENCHIMENTO DE QUADRO 1. Analise atentamente as informações no gráfico, complete os espaços em branco no quadro. C Myo Ck-MB Tnl C Myo Ck-MB Tnl C Myo Ck-MB Tnl C Myo Ck-MB Tnl 1 2 3 4 5 255 Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.2 MARCADOR CARDÍACO NATUREZA QUÍMICA AUMENTO INICIAL PICO RETORNO - VALOR BASAL SIGNIFICADO CLÍNICO Mioglobina CK-MB Troponina I MATERIAIS NECESSÁRIOS Tablet ou notebook com acesso à internet. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS TOY, Eugene C.; JR., William E. S.; STROBEL, Henry W.; e outros Casos clínicos em bioquímica. 3. ed. – Porto Alegre: AMGH, 2016. E-book. ISBN 9788580555752. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/ books/9788580555752/. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555752/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555752/ 1 2 3 4 5 256 Encerramento da sessãoSP 3.2 Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: DRAMATIZAÇÃO DO CICLO CARDÍACO - PARTE 2 1. Aguarde a orientação do(a) professor(a) para realização da atividade proposta. Um grupo voluntário de alunos(as) irá representar a morfologia externa e interna do coração (átrios, ventrículos e valvas), artérias e veias pulmonares, artéria aorta, pulmão e um outro órgão, artérias coronárias, nós sinoatrial e atrioventricular, o caminho percorrido pelo sangue na pequena e grande circulação. 1 2 3 4 5 257 ATIVIDADE 1: CASO CLÍNICO 1. Leia o caso abaixo e faça o que se pede. Paciente do sexo masculino, 70 anos, hipertenso e diabético há cerca de 20 anos; dislipidêmico e tabagista (carga tabágica 40 anos/maço), compareceu ao pronto atendimento com queixa de dor retroesternal em aperto, de forte intensidade, há cerca de 40 minutos, com irradiação para o membro superior esquerdo, associada a desconforto abdominal, náuseas e sudorese profusa. Foram solicitados os seguintes exames: eletrocardiograma (ECG), que revelava supradesnivelamento do segmento ST com aspecto convexo nas derivações V1 a V6, bem como dosagens seriadas de troponina, que mostraram curva de padrão ascendente. Analisando esse caso, responda: Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 3.2 A. O que é carga tabágica? B. Qual o provável diagnóstico? Caracterize essa situação patológica. C. Quais vasos sanguíneos estão relacionados com essa patologia? 1 2 3 4 5 258 Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 3.2 D. O que caracteriza o supradesnivelamento do segmento ST observado no ECG e em quais situações clínicas está presente? E. O que significa curva padrão ascendente de troponina? 2. Acesse o livro TOY, Eugene C.; DENTINO, Andrew N.; JOHNSON, Lowell S.; et al. Casos Clínicos em Geriatria. Porto Alegre: AMGH. Grupo A, 2015. E-book. ISBN 9788580555097. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca. com.br/#/books/9788580555097/ na Minha Biblioteca, veja as respostas esperadas para as perguntas do caso clínico para verificação de seu aprendizado. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555097/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555097/ 259 PARECERISTA INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Leandro Spinelli UAM http://lattes.cnpq.br/2532683423345248 Fernando Rodrigues UAM - São Paulo http://lattes.cnpq.br/6988411245716839 NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Adrianne Christine Palanch UAM - Piracicaba https://lattes.cnpq.br/7963718100112897 Elizabeth Fonseca dos Reis FASEH - Vespasiano http://lattes.cnpq. br/2117192003251022 CONHEÇA OS AUTORES E PARECERISTAS DESTE MATERIAL DIDÁTICO http://lattes.cnpq.br/6988411245716839 http://lattes.cnpq.br/6988411245716839 https://lattes.cnpq.br/7963718100112897 https://lattes.cnpq.br/7963718100112897 http://lattes.cnpq.br/2117192003251022 http://lattes.cnpq.br/2117192003251022 260 SP 3.3 Meu mundo caiu Processo de mineralização do tecido ósseo e senescência 1 2 3 4 5 261 ATIVIDADE 1: TRILHA DO CONHECIMENTO NA PLATAFORMA LT KURACLOUD Prezado(a) aluno(a), a trilha pré-aula deverá ser realizada previamente à aula prática, no período extra-aula, individualmente ou em grupo. A realização dessa atividade apresenta extrema importância para a construção do seu conhecimento e contribuirá para a compreensão das atividades realizadas em aula. Com a idade, a densidade óssea, especialmente em mulheres, pode reduzir consideravelmente, levando ao desenvolvimento de osteopenia e de osteoporose. Reflita porque, mulheres idosas estão mais sujeitas a estas condições do que homens. Após, vá para a trilha pré-aula e estude sobre a relação entre a mineralização da matriz ósseae a osteoporose. 1. Acesse o LT pelo link https://accounts.kuracloud.com/user/login, clique em “Anatomia”, depois em “Sistema Esquelético” e realize as atividades 1, 3 a 5 da aula “Histologia de Ossos e Cartilagens - Laboratório”. Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 3.3 2. Assista à videoaula “Alterações dos níveis de cálcio em distúrbios ósseos”, disponível no Ulife. https://accounts.kuracloud.com/user/login 1 2 3 4 5 262 Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 3.3 3. Na Aula “Modelo de Sistema Esquelético – Laboratório”, realize as atividades 5 e 7 (atividades relacionadas aos ossos do quadril e fêmur). Antes de realizar as atividades, anote as informações que você conhece sobre o sistema esquelético e o tecido ósseo. Durante a realização das 3 atividades, responda: A. Quais os componentes celulares do tecido ósseo são responsáveis pelo processo de ossificação? Como eles atuam nesse processo? B. Qual a importância do cálcio e do fósforo no metabolismo ósseo? C. Como é a regulação hormonal do cálcio e do fósforo no organismo? D. Quais as principais alterações ósseas na senescência relacionadas às alterações nos níveis de cálcio e fósforo no organismo? E. Qual é a composição do tecido ósseo? F. Capture imagens dos ossos: do quadril, do fêmur e de uma vértebra, e identifique os acidentes ósseos nas imagens. 1 2 3 4 5 263 Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 3.3 4. Ao final desta atividade, construa uma pequena reflexão no seu portfólio, dívida conosco a sua experiência! REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS MALIK, Rubina A. Osteoporose e fraturas do quadril. In: WILLIAMS, Brie A.; CHANG, Anna; AHALT, Cyrus; et al. CURRENT: Geriatria. – 2. ed. – Porto Alegre: AMGH, 2015. E-book. ISBN 9788580555165. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca. com.br/#/books/9788580555165/. SILVERTHORN, Dee U. Controle Endócrino do Crescimento e do Metabolismo. In: Fisiologia Humana. 7ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2017. Cap. 23, p. 743 – 750. E-book. ISBN 9788582714041. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca. com.br/#/books/9788582714041/. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555165/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555165/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/ 1 2 3 4 5 264 Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: EXERCÍCIO EM GRUPO - RESPONDA OU REPASSE 1. Os alunos devem selecionar seis voluntários(as) para responder ou repassar perguntas, o restante dos(as) participantes será jurado(a). A. Assista ao gif disponível em https://makeagif.com/gif/osteoblasts-and- osteoclasts-ty08W7 e responda: • Qual é esta célula do tecido ósseo? • Qual é a sua função no processo de remodelagem do osso? B. Assista ao gif disponível em https://makeagif.com/gif/random42-medical- animation-osteoblasts-and-osteoclasts e responda: • Qual é esta célula do tecido ósseo? • Qual é a sua função no processo de remodelagem do osso? C. Responda: • Quais são os dois principais elementos inorgânicos da matriz óssea? • Qual o principal hormônio regulador da calcemia? • Como esse hormônio age para regular a calcemia? Abertura da sessãoSP 3.3 https://makeagif.com/gif/osteoblasts-and-osteoclasts-ty08W7 https://makeagif.com/gif/osteoblasts-and-osteoclasts-ty08W7 https://makeagif.com/gif/random42-medical-animation-osteoblasts-and-osteoclasts https://makeagif.com/gif/random42-medical-animation-osteoblasts-and-osteoclasts 1 2 3 4 5 265 SP 3.3 Roteiro de Laboratório Morfofuncional Processo de mineralização do tecido ósseo e senescência LOCAL Laboratório Morfofuncional. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Diferenciar os processos de ossificação e os componentes celulares do tecido ósseo. Analisar os acidentes ósseos do osso do quadril, do fêmur e de uma vértebra típica. Reconhecer as principais alterações morfológicas na osteopenia, osteoporose e osteoartrite. ESTAÇÃO 1: PROCESSO DE OSSIFICAÇÃO Duração total: 37 minutos ATIVIDADE 1: MICROSCÓPIO VIRTUAL - HISTOLOGY GUIDE 1. Acesse o site histology guide, navegue até o slide box e selecione o capítulo 5 “ossos e cartilagens”. Busque a lâmina MH 46: https://www.histologyguide.com/slideview/MH-046- bone-development/05-slide-3.html?p=24480&q=19765 https://www.histologyguide.com/slideview/MH-046-bone-development/05-slide-3.html?p=24480&q=19765 https://www.histologyguide.com/slideview/MH-046-bone-development/05-slide-3.html?p=24480&q=19765 1 2 3 4 5 266 SP 3.3 Roteiro de Laboratório Morfofuncional Após, copie estas imagens em um arquivo word ou power point, localize o tecido ósseo em processo de ossificação intramembranosa e a amostra de tecido ósseo em ossificação endocondral, e indique as seguintes estruturas: Ossificação Intramembranosa: • Condensação com células mesenquimais; • Células Osteoprogenitoras; • Osteoblastos; • Osteóide; • Osteócitos; • Espículas ósseas; • Trabéculas; • Sistemas de Harvers. Ossificação Endocondral: • Zonas: • Repouso; • Proliferativa; • Hipertrófica; • de Calcificação; • de Ossificação; • Osteoblastos; • Osteoclastos. A. Analise as características que permitiram identificar os processos de ossificação endocondral e intramembranosa. B. Quais são os principais íons envolvidos nos processos de ossificação? C. Quais são os hormônios que controlam os processos de ossificação? 1 2 3 4 5 267 SP 3.3 Roteiro de Laboratório Morfofuncional MATERIAIS NECESSÁRIOS Smartphone, tablet ou computador/notebook com acesso à internet. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS JUNQUEIRA, L.C.U.; CARNEIRO, J. Histologia básica - Texto e Atlas. 13 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018. https://integrada.minhabiblioteca. com.br/reader/books/9788527732178/epubcf i/6/2[%3Bvnd.vst . idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:1 PAWLINA, W. Ross, M.H. Ross histologia texto e atlas: correlações com biologia celular e molecular. 8. ed. - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. https://integrada. minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd. vst.idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:2 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2%5b%3Bvnd.vst.idref%3Dcover%5d!/4/2/2%4051:1 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2%5b%3Bvnd.vst.idref%3Dcover%5d!/4/2/2%4051:1 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2%5b%3Bvnd.vst.idref%3Dcover%5d!/4/2/2%4051:1 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2%5b%3Bvnd.vst.idref%3Dcover%5d!/4/2/2%4051:2 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2%5b%3Bvnd.vst.idref%3Dcover%5d!/4/2/2%4051:2 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2%5b%3Bvnd.vst.idref%3Dcover%5d!/4/2/2%4051:2 1 2 3 4 5 268 SP 3.3 Roteiro de Laboratório Morfofuncional ESTAÇÃO 2: PATOLOGIAS DO TECIDO ÓSSEO Duração total: 37 minutos ATIVIDADE 1: PREENCHIMENTO DE QUADRO 1. Organize o quadro a seguir usando as informações e as figuras ao lado, considerando o tipo de tecido de ósseo, suas características morfológicas e fatores comportamentais e outros (alimentação, atividade física, uso de medicamentos, idade e outros). 1 2 3 4 5 269 SP 3.3 Roteiro de Laboratório Morfofuncional Fonte: Figuras adaptadas do Manual brasileiro de osteoporose: orientações práticas para os profissionais de saúde, Pedro, A. O. et al., 1. ed. São Paulo: Editora Clannad, 2021. 1 2 3 4 5 270 SP 3.3 Roteiro de Laboratório Morfofuncional 2. A remodelação óssea é um processo fisiológico que permite a renovação, a adaptação e a reparação de microlesões ósseas, participando também da homeostase do cálcio e do fosfato. Analise a imagem abaixo e coloque em ordem as fases do processo de remodelação óssea, utilizando os termos a seguir: • Ativação; • Formação; • Mineralização; • Reabsorção; • Repouso; • Reversão. 1. __________________________ 2. __________________________3. __________________________ 4. __________________________ 5. __________________________ 6. __________________________ 7. __________________________ Fonte: Figura adaptada do Manual brasileiro de osteoporose: orientações práticas para os profissionais de saúde, Pedro, A. O. et al., 1. ed. São Paulo: Editora Clannad, 2021. 1 2 3 4 5 271 SP 3.3 Roteiro de Laboratório Morfofuncional 3. Elabore hipóteses de como a compreensão dos processos de remodelação óssea pode ser aplicada no tratamento de doenças ósseas como a osteoporose. MATERIAIS NECESSÁRIOS Jogos educativos sobre patologias do tecido ósseo. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Brasileiro Filho, G. Bogliolo Patologia/Geraldo Brasileiro Filho. – 10. ed. – Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. https://integrada.minhabiblioteca. com.br/reader/books/9788527738378/epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst . idref%3Dhtml5]!/4/44/1:23[ral%2Cdo] SILVERTHORN, D.U. Fisiologia Humana: uma abordagem integrada. 7 ed. Porto Alegre: Artmed, 2017. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/ books/9788582714041/pageid/0 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527738378/epubcfi/6/10%5b%3Bvnd.vst.idref%3Dhtml5%5d!/4/44/1:23%5bral%2Cdo https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527738378/epubcfi/6/10%5b%3Bvnd.vst.idref%3Dhtml5%5d!/4/44/1:23%5bral%2Cdo https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527738378/epubcfi/6/10%5b%3Bvnd.vst.idref%3Dhtml5%5d!/4/44/1:23%5bral%2Cdo https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582714041/pageid/0 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582714041/pageid/0 1 2 3 4 5 272 Roteiro de Medicina Laboratorial Processo de mineralização do tecido ósseo e senescência LOCAL Laboratório de Medicina Laboratorial. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Correlacionar o metabolismo do cálcio e do fósforo com o processo de ossificação. Correlacionar as principais alterações ósseas na senescência com os níveis de cálcio e de fósforo. Caracterizar morfofuncionalmente as glândulas tireoide e paratireoide. ESTAÇÃO 1: DOSAGEM DE CÁLCIO Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: LABORATÓRIO VIRTUAL ALGETEC 1. Acesse o laboratório virtual da Algetec: “Aula de dosagem de cálcio e fósforo sérico”. 2. Ao entrar em “Aula de dosagem de cálcio e fósforo sérico”, verá o menu. SP 3.3 1 2 3 4 5 273 Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.3 A. Selecione o ícone do “Sumário teórico” e leia o embasamento teórico para a realização da prática. B. Após a leitura, selecione o ícone do “Roteiro de experimentos”. Anote as instruções descritas para conseguir manipular os instrumentos e equipamentos durante a realização do experimento no ícone. C. Responda às perguntas do pré-teste. D. Em seguida, escolha a prática “Dosagem de cálcio” e realize o experimento, seguindo as instruções do roteiro que você anotou no item “b’’. E. Ao finalizar o experimento, responda às perguntas que estão no pós-teste. MATERIAIS NECESSÁRIOS Tablet ou notebook com acesso à internet. 1 2 3 4 5 274 Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS MALIK, Rubina A. Osteoporose e fraturas do quadril. In: WILLIAMS, Brie A.; CHANG, Anna; AHALT, Cyrus; et al. CURRENT: Geriatria. – 2. ed. – Porto Alegre: AMGH, 2015. E-book. ISBN 9788580555165. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca. com.br/#/books/9788580555165/. SILVERTHORN, Dee U. Controle Endócrino do Crescimento e do Metabolismo. In: Fisiologia Humana. 7ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2017. Cap. 23, p. 743 – 750. E-book. ISBN 9788582714041. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca. com.br/#/books/9788582714041/. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555165/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555165/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/ 1 2 3 4 5 275 ESTAÇÃO 2: DOSAGEM DE FOSFATO Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: LABORATÓRIO VIRTUAL ALGETEC 1. Acesse o laboratório virtual da Algetec: “Aula de dosagem de cálcio e fósforo sérico”. Ao entrar em “Aula de dosagem de cálcio e fósforo sérico”, verá o menu. Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.3 A. Selecione o ícone do “Sumário teórico” e leia o embasamento teórico para a realização da prática. B. Após a leitura, selecione o ícone do “Roteiro de experimentos”. Anote as instruções descritas para conseguir manipular os instrumentos e equipamentos durante a realização do Experimento no ícone. C. Responda às perguntas do pré-teste. D. Em seguida, escolha a prática “Dosagem de fósforo” e realize o experimento, seguindo as instruções do roteiro que você anotou no item “b’’. E. Ao finalizar o experimento, responda às perguntas que estão no pós-teste. 1 2 3 4 5 276 MATERIAIS NECESSÁRIOS Tablet ou notebook com acesso à internet. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS MALIK, Rubina A. Osteoporose e fraturas do quadril. In: WILLIAMS, Brie A.; CHANG, Anna; AHALT, Cyrus; et al. CURRENT: Geriatria. – 2. ed. – Porto Alegre: AMGH, 2015. E-book. ISBN 9788580555165. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca. com.br/#/books/9788580555165/. SILVERTHORN, Dee U. Controle Endócrino do Crescimento e do Metabolismo. In: Fisiologia Humana. 7ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2017. Cap. 23, p. 743 – 750. E-book. ISBN 9788582714041. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca. com.br/#/books/9788582714041/. Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.3 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555165/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555165/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/ 1 2 3 4 5 277 ESTAÇÃO 3: HISTOFISIOLOGIA DAS GLÂNDULAS TIREOIDE E PARATIREOIDE Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: MICROSCÓPIO VIRTUAL 1. Acesse o site Histology Guide, Endocrine Glands e encontre a lâmina MHS 209 Thyroid-Parathyroid-Thymus (http://www.histologyguide.com/slideview/ MHS-209-thyroid-parathyroid-thymus/13-slide-1.html?x=0&y=0&z=- 1&page=1). Após, copie estas imagens em um arquivo word ou power point, localize e indique as seguintes estruturas: Glândula Tireoide: • Folículos tireoideanos; • Células foliculares; • Coloide; • Células parafoliculares ou C; • Cápsula conjuntiva; • Vasos sanguíneos. Glândula Paratireoide: • Cápsula; • Cordões celulares com: • Células principais; • Células oxifílicas; • Vasos sanguíneos. 2. Associe a coloração e a disposição das células com sua função, indicando os tipos de hormônios sintetizados por essas células e suas funções. Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.3 http://www.histologyguide.com/slideview/MHS-209-thyroid-parathyroid-thymus/13-slide-1.html?x=0&y=0&z http://www.histologyguide.com/slideview/MHS-209-thyroid-parathyroid-thymus/13-slide-1.html?x=0&y=0&z http://www.histologyguide.com/slideview/MHS-209-thyroid-parathyroid-thymus/13-slide-1.html?x=0&y=0&z 1 2 3 4 5 278 MATERIAIS NECESSÁRIOS Tablet ou notebook com acesso à internet. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS JUNQUEIRA, L.C.U.; CARNEIRO, J. Histologia básica - Texto e Atlas. 13 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018. https://integrada.minhabiblioteca. com.br/reader/books/9788527732178/epubcf i/6/2[%3Bvnd.vst . idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:1. PAWLINA, W. Ross, M.H. Ross histologia texto e atlas: correlações com biologia celular e molecular. 8. ed. - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/ epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:2. Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.3 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dchttps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc 1 2 3 4 5 279 Encerramento da sessãoSP 3.3 Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: EXERCÍCIO EM GRUPO - RESPONDA OU REPASSE 1. Os(as) alunos(as) devem selecionar outros seis voluntários para participarem do jogo responda ou repasse. Os(as) demais alunos(as) serão jurados(as). A. Assistir ao gif disponível em https://makeagif.com/gif/osteoblasts-and- osteoclasts-ty08W7 e responda: • Qual é esta célula do tecido ósseo? • Qual é a sua função no processo de remodelagem do osso? B. Assistir ao gif disponível em https://makeagif.com/gif/random42-medical- animation-osteoblasts-and-osteoclasts e responda: • Qual é esta célula do tecido ósseo? • Qual é a sua função no processo de remodelagem do osso? C. Assistir ao gif disponível em https://makeagif.com/gif/random42-medical- animation-osteoblasts-and-osteoclasts e responda: • Quais são os dois principais elementos inorgânicos da matriz óssea? • Qual o principal hormônio regulador da calcemia? • Como esse hormônio age para regular a calcemia? https://makeagif.com/gif/osteoblasts-and-osteoclasts-ty08W7 https://makeagif.com/gif/osteoblasts-and-osteoclasts-ty08W7 https://makeagif.com/gif/random42-medical-animation-osteoblasts-and-osteoclasts https://makeagif.com/gif/random42-medical-animation-osteoblasts-and-osteoclasts https://makeagif.com/gif/random42-medical-animation-osteoblasts-and-osteoclasts https://makeagif.com/gif/random42-medical-animation-osteoblasts-and-osteoclasts 1 2 3 4 5 280 ATIVIDADE 1: CASO CLÍNICO Prezados(as) alunos(as), a trilha pós-aula deverá ser realizada após a aula, no período extra-aula, individualmente ou em grupo, a fim de consolidar o conhecimento adquirido em sala. 1. Leia o caso clínico e responda às perguntas a seguir. Uma mulher de 82 anos é levada de ambulância ao setor de emergência, queixando-se de dor no quadril direito. Ela foi encontrada no chão de sua casa, depois de sofrer uma queda em nível plano, na noite anterior. Ela tem consciência de que caiu, mas não consegue se lembrar de mais detalhes sobre a lesão, exceto de sentir um pouco de tontura imediatamente antes da queda. A mulher não conseguiu se levantar e foi forçada a esperar pela chegada de socorro na manhã seguinte. Além disso, ela mora sozinha e costuma andar pela casa com o uso de um andador de rodinhas. Sua história médica pregressa é digna de nota para uma leve perda de memória, fibrilação atrial (usando varfarina), hipotireoidismo, hipertensão controlada com diuréticos, duas gestações normais e menopausa aos 51 anos. O exame revela uma mulher sonolenta, mas responsiva, em decúbito e dor evidente, com a perna direita em rotação externa e visivelmente mais curta do que a esquerda. Seu peso é de 44,5 kg e sua altura é de 1,60 m. Os sinais vitais são normais, com fibrilação atrial a uma frequência de 84 batimentos por minuto (bpm). Ela não tolera a movimentação de seu quadril direito, mas nega dor à palpação no joelho e no tornozelo. Não há edema, equimose ou abrasões naquelas áreas. A paciente consegue realizar atividades motoras simples e nega déficits sensoriais distalmente a seu membro inferior direito. A realização do exame radiográfico confirma a presença de fratura deslocada no colo femoral direito e fratura pertrocantérica, com aumento da radiotransparência e adelgaçamento dos córtices femorais. A. Qual é o diagnóstico mais provável? B. Qual é a próxima etapa no diagnóstico? C. Qual é o próximo passo da terapia? Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 3.3 1 2 3 4 5 281 Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 3.3 2. Mulher de 42 anos, foi atendida em uma clínica com queixa de desconforto espalhado pela região do abdome, fraqueza, cansaço e dor nos ossos. A paciente relata não ter história pessoal ou familiar de problemas médicos, mencionou apenas que teve infecções urinárias com frequência e tinha tido vários episódios de pedras nos rins. O exame físico não mostrou anormalidades, a contagem de células do sangue estava dentro da faixa normal e o exame de eletrólitos mostrou níveis significativamente elevados de cálcio e níveis baixos de fósforo. A. Qual é o diagnóstico mais provável? Acesse o livro TOY, Eugene C.; DENTINO, Andrew N.; JOHNSON, Lowell S.; et al. Casos Clínicos em Geriatria. Porto Alegre: AMGH. Grupo A, 2015. E-book. ISBN 9788580555097. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca. com.br/#/books/9788580555097/ na Minha Biblioteca, veja as respostas esperadas para as perguntas do caso clínico 1 para verificação de seu aprendizado. Acesse o livro TOY, Eugene C.; DENTINO, Andrew N.; JOHNSON, Lowell S.; et al. Casos Clínicos em Geriatria. Porto Alegre: AMGH. Grupo A, 2015. E-book. ISBN 9788580555097. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca. com.br/#/books/9788580555097/ na Minha Biblioteca, veja as respostas esperadas para as perguntas do caso clínico 1 para verificação de seu aprendizado. Ao final desta atividade, você pode construir uma pequena reflexão no seu portfólio, dívida conosco a sua experiência! https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555097/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555097/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555097/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555097/ 282 NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Adrianne Christine Palanch UAM - Piracicaba https://lattes.cnpq.br/7963718100112897 Elizabeth Fonseca dos Reis FASEH - Vespasiano http://lattes.cnpq. br/2117192003251022 PARECERISTA INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Carolina Rocha Moreira de Oliveira USJT http://lattes.cnpq. br/6870025850137907 Fernando Rodrigues UAM - São Paulo http://lattes.cnpq.br/6988411245716839 CONHEÇA OS AUTORES E PARECERISTAS DESTE MATERIAL DIDÁTICO https://lattes.cnpq.br/7963718100112897 https://lattes.cnpq.br/7963718100112897 http://lattes.cnpq.br/2117192003251022 http://lattes.cnpq.br/2117192003251022 http://lattes.cnpq.br/6870025850137907 http://lattes.cnpq.br/6870025850137907 http://lattes.cnpq.br/6988411245716839 http://lattes.cnpq.br/6988411245716839 283 SP 3.4 Inverno e primavera Alterações Morfofisiológicas da bexiga e da próstata no processo de envelhecimento 1 2 3 4 5 284 ATIVIDADE 1: VIDEOAULA NO ULIFE Prezados(as) alunos(as), a trilha pré-aula deverá ser realizada previamente à aula prática, no período extra-aula, individualmente ou em grupo. A realização dessa atividade apresenta extrema importância para a construção do seu conhecimento e contribuirá muito para a compreensão das atividades que serão realizadas em aula. Por causa da idade, pode ficar mais difícil urinar para idosos do sexo masculino. Isso ocorre porque a próstata tende a aumentar com a idade. Reflita sobre a relação entre o aumento da próstata e a dificuldade em urinar. Após, siga para a trilha pré-aula. 1. Assista às videoaulas disponíveis no Ulife: A. “Sistema genital 1 e 2”. B. “Aspectos histológicos da próstata”. C. “Hiperplasia Prostática Benigna (HPB)”. D. “Utilização de antígeno prostático específico (PSA) para diagnóstico de câncer de próstata”. 2. Enquanto assiste aos vídeos, anote: A. Quais as características anatômicas da bexiga? B. Quais as diferenças morfofuncionais entre a uretra masculina e, feminina? C. Como ocorre o controle da micção? D. Quais as características anatômicas da próstata? Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 3.4 1 2 3 4 5 285 Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 3.4 E. Quais as características das zonas anátomo-funcionais da próstata? F. Quais exames laboratoriais e clínicos podem ser utilizados para diagnóstico diferencial de patologias da próstata? Quais são os aspectos fisiopatológicos da Hiperplasia Prostática Benigna (HPB)? Ao final desta atividade, você poderá construir uma pequena reflexão e colocá- la no seu portfólio.1 2 3 4 5 286 Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: EXERCÍCIO EM GRUPO - RESPONDA OU REPASSE 1. Os(as) alunos(as) devem selecionar nove voluntários para responder ou repassar perguntas, o restante dos(as) participantes será jurado(a). A. Quais são os aspectos da bexiga urinária na senescência? B. Quais alterações nos aspectos morfológicos da próstata são relevantes na senescência? C. Qual é o biomarcador utilizado para diagnosticar patologias da próstata? D. Qual a relação entre a bexiga e a próstata nas patologias prostáticas? E. Quais são os aspectos fisiopatológicos da Hiperplasia Prostática Benigna? Abertura da sessãoSP 3.4 1 2 3 4 5 287 Roteiro de Laboratório Morfofuncional Alterações Morfofisiológicas da bexiga e da próstata no processo de envelhecimento LOCAL Laboratório Morfofuncional. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Diferenciar os aspectos macroscópicos e microscópicos da próstata, associando-os com o processo de senescência, para compreender o processo fisiopatológico da hiperplasia prostática. Diferenciar os aspectos macroscópicos e microscópicos da bexiga urinária, associando-os com o controle da micção e o processo de senescência, para compreender o processo fisiopatológico da incontinência urinária. ESTAÇÃO 1: MACROSCOPIA DA PRÓSTATA E HIPERPLASIA PROSTÁTICA BENIGNA (HPB) Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: APLICATIVO VISIBLE BODY 1. Utilize os modelos anatômicos, o App visible body ou similar e, com a ajuda do Atlas de Anatomia, localize a próstata e analise as seguintes características: A. A próstata possui uma porção glandular e uma porção fibromuscular. Qual face prostática é palpável ao toque retal? B. Qual a relação da próstata com os esfíncteres uretrais interno e externo? SP 3.4 1 2 3 4 5 288 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.4 C. Localize o ducto ejaculatório. Como se dá a formação desse ducto? O ducto ejaculatório recebe secreção prostática? D. Localize o colículo seminal. Em que porção da próstata está localizado? E. Localize os dúctulos prostáticos. F. Localize a fáscia retoprostática ou retovesical, também denominada fáscia de Denonvillier. Ela constitui uma referência cirúrgica para evitar a lesão de nervos justaprostáticos e também é uma estrutura importante para evitar a disseminação posterior dos tumores de próstata. G. Identifique as artérias: vesical inferior, prostática, uretrais e capsulares, pudenda interna, retal média. H. Identifique as veias do plexo prostático na porção anterolateral, cuja principal tributária é a veia dorsal do pênis, que também recebe as veias vesicais e ramos prostáticos, que se conectam com o plexo vesical e a veia pudenda interna. Essas veias drenam para a veia vesical e a veia ilíaca interna. I. Localize os nervos: pélvico (parassimpático) e hipogástrico (simpático), que são ramos dos gânglios nervosos pélvicos. 2. Responda às questões a seguir: A. As metástases dos tumores de próstata acometem linfonodos retroperitoneais e ossos, mas são raramente vistas no fígado, diferentemente do que ocorre com os tumores originários do intestino. Como podemos explicar isso à luz da compreensão da vascularização da próstata? B. Os ramos nervosos erigentes (esplâncnicos pélvicos) passam próximos à próstata? Sua lesão determina impotência? 3. A hiperplasia benigna da próstata (HPB) gera os sintomas listados na tabela a seguir. Qual o motivo para que ocorram esses sintomas? 1 2 3 4 5 289 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.4 MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS DA HPB Sintomas obstrutivos Sintomas irritativos Jato fraco 59% Polaciúria 72% Esvaziamento incompleto 45% Capacidade reduzida 48% Gotejamento terminal 45% Noctúria 41% Jato interrompido 41% Incontinência/urgência 28% Hesitância 41% Dor suprapúbica 21% Incontinência paradoxal 14% Retenção urinária 2% a 10% MATERIAIS NECESSÁRIOS Notebook, tablet com o App Visible body ou similar, e os modelos anatômicos do torso e do aparelho urogenital: Órgão Genital Masculino em 5 Partes. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS MOORE K.L., DALLEY, A. F., Agur, A. M.R. Anatomia orientada para a clínica - 8ª Ed. 2022. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/ epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3Dcopyright]!/4. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3D https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3D 1 2 3 4 5 290 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.4 ESTAÇÃO 2: HISTOFISIOLOGIA DA BEXIGA E DA PRÓSTATA E HISTOPATOLOGIA DE HIPERPLASIA PROSTÁTICA Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: MICROSCÓPIO VIRTUAL 1. Acesse o microscópio virtual Histology Guide, Male Reproductive System e encontre a lâmina MH 183 Prostate, ou no link: https://www.histologyguide. com/slideview/MH-183-prostate/19-slide-1.html. Esta é uma lâmina da próstata. Analise as seguintes estruturas: A. Parênquima, com glândulas tubuloalveolares. B. Epitélio glandular – Células basais; Corpora amilacea. C. Tecido conjuntivo perialveolar. D. Estroma. E. Cápsula. ATIVIDADE 2: LAMINÁRIO VIRTUAL MEDROOM 1. Acesse o laminário virtual MedRoom https://student.medroom.com.br/ e digite “bexiga” na busca. Clique na lâmina de bexiga urinária. Identifique: • Mucosa. • Epitélio de transição. • Lâmina própria. • Camada Muscular - M. detrusor. • Camada Adventícia. • Tecido conjuntivo. https://www.histologyguide.com/slideview/MH-183-prostate/19-slide-1.html https://www.histologyguide.com/slideview/MH-183-prostate/19-slide-1.html https://student.medroom.com.br/ 1 2 3 4 5 291 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.4 2. Que características histológicas permitem diferenciar uma bexiga cheia de uma bexiga vazia? MATERIAIS NECESSÁRIOS Notebook ou tablet. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS JUNQUEIRA, L.C.U.; CARNEIRO, J. Histologia básica - Texto e Atlas. 13 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018. https://integrada.minhabiblioteca. com.br/reader/books/9788527732178/epubcf i/6/2[%3Bvnd.vst . idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:1. PAWLINA, W. Ross, M.H. Ross histologia texto e atlas: correlações com biologia celular e molecular. 8. ed. - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/ epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:2. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc 1 2 3 4 5 292 ESTAÇÃO 3: MACROSCOPIA E MICROSCOPIA DA BEXIGA URINÁRIA E REFLEXO DE MICÇÃO Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: APLICATIVO VISIBLE BODY 1. Utilize os modelos anatômicos, o App visible body ou similar e com a ajuda do Atlas de Anatomia localize a bexiga urinária e analise as seguintes características: A. Analise suas relações anatômicas. B. Observe as diferenças de relações anatômicas da bexiga no organismo feminino em relação ao masculino. C. Observe que a bexiga tem quatro superfícies anatômicas: superior, inferior, inferolateral direita e inferolateral esquerda. D. Observe que a bexiga pode ser pode ser dividida em quatro partes: Ápice, Corpo, Colo e Fundo. E. No fundo, localize o trígono da bexiga: o orifício interno da uretra e os dois orifícios ureterais. F. Observe que o músculo detrusor constitui a parede da bexiga, ele forma o esfíncter interno da uretra em torno do colo da bexiga. O músculo detrusor contrai em torno dos orifícios ureterais quando a bexiga contrai, de forma a prevenir refluxo vesicoureteral. G. Localize o esfíncter interno da bexiga e o diafragmaurogenital com o músculo do esfíncter externo da bexiga. Quais as diferenças funcionais entre esses dois músculos? H. Localize os nervos: hipogástricos, pélvicos e pudendo. Quais desses nervos são simpáticos e quais são parassimpáticos? Como eles participam do reflexo de micção? Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.4 1 2 3 4 5 293 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.4 ATIVIDADE 2: MAPA MENTAL 1. Elabore um mapa mental com as etapas do reflexo de micção. Use o breve resumo encontrado em https://integrada.minhabiblioteca.com. br/reader/books/9788527728867/epubcfi/6/72%5B%3Bvnd.vst. idref%3Dchapter26%5D!/4/666/2%4050:98 como inspiração para o seu mapa. MATERIAIS NECESSÁRIOS Notebook, tablet com o App Visible body ou similar, e os modelos anatômicos do torso e do aparelho urogenital: Órgão Genital Masculino em 5 Partes e Órgão Genital Feminino, em 4 Partes. Cartolina. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS MOORE K.L., DALLEY, A. F., Agur, A. M.R. Anatomia orientada para a clínica - 8ª Ed. 2022. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/ epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3Dcopyright]!/4. JUNQUEIRA, L.C.U.; CARNEIRO, J. Histologia básica - Texto e Atlas. 13 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018. https://integrada.minhabiblioteca. com.br/reader/books/9788527732178/epubcf i/6/2[%3Bvnd.vst . idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:1. TORTORA, Gerard J.; DERRICKSON, Bryan. Princípios de Anatomia e Fisiologia. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2016. E-book. ISBN 9788527728867. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527728867/. Acesso em: 22 jan. 2023. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527728867/epubcfi/6/72%5B%3Bvnd.vst.idref% https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527728867/epubcfi/6/72%5B%3Bvnd.vst.idref% https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527728867/epubcfi/6/72%5B%3Bvnd.vst.idref% https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3D https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3D https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/z/zika-virus https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/z/zika-virus https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/z/zika-virus https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527728867/. Acesso em: 22 jan. 2023 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527728867/. Acesso em: 22 jan. 2023 1 2 3 4 5 294 Roteiro de Medicina Laboratorial Alterações Morfofisiológicas da bexiga e da próstata no processo de envelhecimento LOCAL Laboratório de Medicina Laboratorial ou Laboratório Multidisciplinar. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Diferenciar: hiperplasia benigna da próstata, carcinoma da próstata e prostatite crônica. Analisar os principais tipos de diagnósticos dos tumores de próstata. Correlacionar a indicação da realização da biópsia prostática aos riscos associados ao procedimento. ESTAÇÃO 1: PRÓSTATA Duração total: 37 minutos ATIVIDADE 1: ATRIUM MEDROOM E APLICATIVO VISIBLE BODY 1. Siga o passo a passo abaixo: A. Higienize os óculos e controles manuais. SP 3.4 1 2 3 4 5 295 Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.4 B. O grupo distribui-se nos seguintes papéis: • 1 estudante para ser leitor (sua função é ler o roteiro e garantir a segurança do explorador). • 1 estudante para ser relator (sua função é anotar no roteiro as descobertas do grupo). • 1 estudante para ser explorador (sua função é explorar no Atrium conforme as orientações do leitor). • 3 pesquisadores (buscam no App Visible Body ou similar, as estruturas anatômicas solicitadas pelo leitor, encontram a estrutura anatômica e ajudam o explorador a encontrá-las no Atrium). • Próstata. • Base da próstata. • Parte proximal. • Zona glandular periuretral. • Parte distal. • Ápice da próstata. • Face anterior. • Face posterior. • Face ínfero-lateral. • Lobos direito e esquerdo da próstata. • Istmo da próstata. • Cápsula prostática. • Parênquima. • Dúctulos prostáticos. • Tecido muscular. • M. puboprostático. 2. Explore os aspectos anatômicos: uretra prostática e pré-prostática, junção com o ducto ejaculatório. • Ao terminar a atividade, deixe a estação organizada e limpa, para que o próximo grupo possa realizar seu estudo. 1 2 3 4 5 296 Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.4 ATIVIDADE 2: MODELOS ANATÔMICOS - APARELHO UROGENITAL MASCULINO 1. Utilize o modelo anatômico do aparelho urogenital: Órgão Genital Masculino em 5 Partes, e responda às questões sobre o exame digital retal. A. Quais lobos prostáticos são palpados no exame digital retal? B. Quais as alterações na próstata podem ser sentidas pelo urologista ao realizar o exame digital retal? C. Em uma hiperplasia prostática, quais estruturas anatômicas do sistema geniturinário estarão afetadas? Correlacione as estruturas alteradas aos sinais e sintomas desta patologia. D. Quais limitações do exame digital retal? E. Registre suas respostas. • Ao terminar a atividade, apague suas respostas para que o próximo grupo possa realizá-la. Deixe a estação organizada e limpa. ATIVIDADE 3: CASO CLÍNICO 1. Leia o caso clínico e responda ao que se pede. Foi constatado que um homem branco, de 67 anos, apresenta um nível sérico do antígeno prostático específico (PSA) igual a 4,8 ng/mL (normal ≤ 4,0 ng/mL) em um check-up anual de saúde há duas semanas. Além de não relatar dificuldade de micção, ele nega qualquer episódio recente de disúria, frequência urinária ou urgência miccional. Também nega hematúria. Esse homem tem um irmão mais idoso de 69 anos, com história de câncer de próstata, tratado por meio de prostatectomia radical há 10 anos. Além disso, ele tem uma história médica pregressa digna de nota para hipertensão e hipercolesterolemia e, para tanto, toma ácido acetilsalicílico, sinvastatina e lisinopril. Ao exame, esse paciente é um homem bem nutrido que aparenta a idade declarada. Os sinais vitais 1 2 3 4 5 297 Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.4 permanecem normais. Além de não haver organomegalia palpável, não há rigidez, sensibilidade nem distensão abdominal. Ele também não exibe linfadenopatia palpável, e sua genitália está normal. Ao exame de toque retal, a próstata tem cerca de 40 cm³ e está macia à palpação, sem nódulos ou doloridos. O tônus esfincteriano apresenta-se normal. O restante de seu exame físico também se encontra normal. O exame de urina revela resultados normais, sem qualquer sinal de piúria ou hematúria. Foram realizados os exames de urocultura e repetidos os níveis do PSA; os resultados demonstraram a ausência de crescimento de microrganismos em 72 horas e um nível de 5,0 ng/mL do antígeno mencionado, respectivamente. O paciente, então, é encaminhado a um urologista e passa por uma biópsia transretal da próstata guiada por ultrassonografia. Os resultados do laudo histopatológico são os seguintes: base, porção média e ápice do lado direito, além do ápice do lado esquerdo: tecido benigno; base do lado esquerdo: adenocarcinoma de grau 3 + 3 = 6 de Gleason em 5% da porção central; porção média do lado esquerdo: adenocarcinoma de grau 3 + 3 = 6 de Gleason em 20% do comprimento total da porção central. A. Qual é o diagnóstico mais provável? B. Quais são as opções terapêuticas? C. Qual foi a orientação desse paciente sobre a realização da biópsia prostática e os riscos associados ao procedimento? D. Crie uma cartilha para prevenção de câncer de próstata. E. Registre suas atividades. Coloque-as em seu portfólio. • Ao terminar a atividade, apague suas respostas para que o próximo grupo possa realizá-la. Deixe a estação organizada e limpa. 1 2 3 4 5 298 Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.4 MATERIAIS NECESSÁRIOS Notebook ou tablet com acesso à internet, Atrium MedRoom, kit de Higienização para Atrium, modelos anatômicos: torso, sistema genital masculino. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICASMOORE K.L., DALLEY, A. F., Agur, A. M.R. Anatomia orientada para a clínica - 8ª Ed. 2022. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/ epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3Dcopyright]!/4. REBELLO, Richard J.; OING, Christoph; KNUDSEN, Karen E.; LOEB, Stacy; et al. Prostate Cancer. NATURE REVIEWS Disease Primers, v. 7, n. 9, p. 1-27, 2021. Disponível em: https://www.nature.com/articles/s41572-020-00243-0. https://www.nature.com/articles/s41572-020-00243-0 1 2 3 4 5 299 ESTAÇÃO 2: PATOLOGIAS DA PRÓSTATA: EXAMES DE IMAGEM Duração total: 37 minutos ATIVIDADE 1: EXERCÍCIO - PRÓSTATA 1. Observe, abaixo, a imagem da próstata e responda às questões a seguir. A. Identifique, na imagem, três zonas anatômicas da próstata descritas por McNeal. B. Diferencie as zonas anatômicas conforme sua função. C. Qual destas zonas está alterada na hiperplasia prostática benigna? D. Registre suas respostas. Ao terminar a atividade, apague suas respostas para que o próximo grupo possa realizá-la. Deixe a estação organizada e limpa. Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.4 1 2 3 4 5 300 ATIVIDADE 2: QUESTÕES DE APRENDIZAGEM - RESSONÂNCIA MAGNÉTICA DA PRÓSTATA 1. Analise as imagens de ressonância magnética demonstrando anatomia prostática. Correlacione as alterações prostáticas à hiperplasia prostática benigna e ao câncer de próstata. Na Figura 1, a letra “A” corresponde à imagem de uma próstata normal. Zona Periférica (ZP) exibe hipersinal homogêneo, e a Glândula Central (Zona Central e a Zona de Transição) apresenta sinal intermediário. O limite entre a zona periférica e a glândula central é denominado cápsula cirúrgica, e linha de baixo sinal circundando a próstata é denominada cápsula prostática (setas). Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.4 1 2 3 4 5 301 Tendo como norte a imagem da letra “A”, responda: A. Quais alterações podem ser observadas em B? __________________________________________________________________ B. Quais alterações podem ser observadas em C? __________________________________________________________________ C. Quais alterações podem ser observadas em D? __________________________________________________________________ D. Registre suas respostas. Ao terminar a atividade, apague suas respostas para que o próximo grupo possa realizá-la. Deixe a estação organizada e limpa. ATIVIDADE 3: QUESTÕES DE APRENDIZAGEM - ULTRASSONOGRAFIA TRANSRETAL DA PRÓSTATA 1. Analise as imagens de ultrassonografia transretal da próstata. Na imagem A, tem-se o aspecto normal da glândula prostática. A Zona periférica está homogênea e mais ecogênica do que a central. A. O que se observa em B? _________________________________________________________________ __________________________________________________________________ Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.4 1 2 3 4 5 302 Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.4 B. Registre suas respostas. Ao terminar a atividade, apague suas respostas para que o próximo grupo possa realizá-la. Deixe a estação organizada e limpa. ATIVIDADE 4: CASO CLÍNICO 1. Interprete o de caso clínico e responda às questões a seguir. Um homem de 63 anos, com queixa de dificuldade de micção e sensação de que não consegue esvaziar a bexiga completamente, há 6 meses. Além disso, informa que, após urinar, com frequência sente urgência em urinar novamente. Nega secreção uretral ou queimação com a micção. Teve uma hipertensão branda e tomou um diurético, chamado tiazida. A única outra medicação é a ampicilina contra duas infecções do trato urinário, durante anos anteriores. No exame, a pressão arterial era de 130/84 mmHg, pulso de 80 batimentos/min e estava afebril. Os exames do coração e do pulmão estavam normais e o exame do abdome não mostrava massas. A. Qual é o diagnóstico mais provável? B. Qual é a explicação anatômica para os sintomas do paciente? C. Crie um mapa mental da fisiopatologia da doença abordada no caso clínico. D. Registre suas respostas. Coloque-as em seu portfólio. Ao terminar a atividade, apague suas respostas para que o próximo grupo possa realizá-la. Deixe a estação organizada e limpa. ATIVIDADE 5: QUADRO COMPARATIVO 1. Faça um quadro comparativo para diferenciar os sintomas de prostatite, hiperplasia prostática benigna e câncer de próstata, e os exames laboratoriais que poderiam ser solicitados para auxiliar no diagnóstico destas patologias. Registre suas repostas. Ao terminar a atividade, apague suas respostas para que o próximo grupo possa realizá-la. Deixe a estação organizada e limpa. 1 2 3 4 5 303 MATERIAIS NECESSÁRIOS Notebook ou tablet com acesso à internet. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Li, Mantong; JIANG, Feng; XUE, Liangyi, PENG, Cheng, et al. Recent Progress in Biosensors for Detection of Tumor Biomarkers. Molecules. NIH, n.27, v.21, p. 7327, Oct 2022. doi: 10.3390/molecules27217327. PMID: 36364157; PMCID: PMC9658374. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/36364157/. SANTOS, Viviane Cristine Tavares; MILITO, Miguel Angelo e MARCHIORI, Edson. O papel atual da ultrassonografia transretal da próstata na detecção precoce do câncer prostático. Radiol Bras, n. 39, v. 3, p. 185–192, Mai/ Jun 2006. Disponível em: http://www.rb.org.br/detalhe_artigo.asp?id=1282&idioma=Portugues. TOY, Eugene C.; ROSS, Lawrence M.; ZHANG, Han; et al. Casos Clínicos em Anatomia. 3. ed. – Porto Alegre. Grupo A, 2016. E-book. ISBN 9788580555639. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555639/. Acesso em: 26 nov. 2022. Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.4 https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/36364157/ http://www.rb.org.br/detalhe_artigo.asp?id=1282&idioma=Portugues https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555639/. Acesso em: 26 nov. 2022 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555639/. Acesso em: 26 nov. 2022 1 2 3 4 5 304 Encerramento da sessãoSP 3.4 Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: EXERCÍCIO EM GRUPO - PASSE OU REPASSE 1. Os(as) alunos(as) devem selecionar nove voluntários(as) para responder ou repassar perguntas, o restante dos(as) participantes será jurado(a). A. Quais são os aspectos da bexiga na senescência? B. Quais alterações nos aspectos morfológicos da próstata são relevantes na senescência? C. Qual é o biomarcador utilizado para diagnosticar patologias da próstata? D. Qual a relação entre a bexiga e a próstata nas patologias prostáticas? E. Quais são os aspectos fisiopatológicos da Hiperplasia Prostática Benigna (HPB)? F. Como a HPB pode afetar o reflexo de micção? G. Como a senescência pode afetar o reflexo de micção? 1 2 3 4 5 305 ATIVIDADE 1: CASO CLÍNICO 1. Leia e interprete o caso clínico. J. S., masculino, 55 anos, iniciou acompanhamento urológico aos 39 anos pós-fratura traumática de pelve com lesão uretral, tendo sido realizadas uretroplastia e uretrotomia interna para tratamento. Perdeu seguimento por ter apresentado melhora e retornou aos 53 anos, com queixa de disúria e gotejamento, apesar de apresentar jato moderado. Em investigação, apresentou PSA total 57 ng/dl, toque retal com próstata endurecida, ecografia com próstata de 25cm³3 e calcificações em lobo esquerdo, bexiga de paredes espessadas, resíduo pós-miccional 10ml. Biópsia de próstata com 6 fragmentos, sendo 3 do lobo esquerdo Gleason 10 (5+5) e 3 do lobo direito Gleason 9 (4+5), invasão perineural não observada, embolia angiolinfática presente. Raio X tórax normal. Cintilografia óssea com aumento do radiofármaco em região lateral do quadril esquerdo, sugestivo de metástase. Realizada orquiectomia bilateral. Evoluiu com melhora das queixas urinárias após 3 meses, tendo queda do PSA para 0,51 ng/dl. Apresentou seguimento a cada 3 meses durante 20 meses, tendo todas as dosagens de PSA < 1ng/dl (0,51; 0,28; 0,64; 0,42; 0,98; 0,55), sem ter tido aumento de do PSA e sem ter tido novas queixas. Cerca de 5 semanas após últimadosagem de PSA, paciente iniciou com dor anal persistente. Ao toque retal, massa palpável endurecida, de grande volume em parede anterior de reto. Após cerca de 3 semanas, paciente realizou retossigmoidoscopia, apresentando massa extra-luminal região anterior, topografia da próstata, com reto de aspecto normal. Já apresentando quadro de desconforto abdominal e múltiplos nódulos subcutâneos pequenos < 1 cm por todo o corpo (>50 nódulos) (figura 1), foi internado e realizada tomografia computadorizada de abdômen e pelve (figura 2) que mostrou processo expansivo com densidade de partes moles, heterogênea, com áreas suspeitas de necrose, localizada em cavidade pélvica, 9x7cm em topografia de próstata, envolvendo região retal, sem plano de clivagem, com presença de linfonodos aorto-ilíacos 7mm. Em poucos dias, evoluiu com quadro de emagrecimento, queda do estado geral e suboclusão intestinal, sendo realizada laparotomia exploradora e colostomia em alça, realizadas biópsias de nódulo em epíplon e nódulo subcutâneo abdominal. Anatomopatológico das biópsias foi adenocarcinoma acinar moderadamente diferenciado, metastático, compatível com sítio primário prostático. Antes de Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 3.4 1 2 3 4 5 306 Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 3.4 iniciar quimioterapia, a qual não foi iniciada por falta de condições clínicas, o paciente evoluiu com evisceração e infecção de ferida operatória, sendo realizados desbridamento e ressutura de parede abdominal, mas o paciente evoluiu para sepse e óbito. Fonte: https://www.researchgate.net/publication/278005879_. 2. Após analisar o caso clínico, quais observações podem ser feitas em relação à clínica do adenocarcinoma prostático e dosagem de PSA, que tornam este caso clínico raro? Acesse o link https://www.researchgate.net/publication/278005879, veja a resposta esperada para essa pergunta e verificação de seu aprendizado. https://www.researchgate.net/publication/278005879_ https://www.researchgate.net/publication/278005879 307 NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Adrianne Christine Palanch UAM - Piracicaba https://lattes.cnpq.br/7963718100112897 Elizabeth Fonseca dos Reis FASEH - Vespasiano http://lattes.cnpq. br/2117192003251022 PARECERISTA INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Bruno Santos Souza AGES https://lattes.cnpq.br/3797714737481727 Carolina Rocha Moreira de Oliveira USJT http://lattes.cnpq. br/6870025850137907 CONHEÇA OS AUTORES E PARECERISTAS DESTE MATERIAL DIDÁTICO https://lattes.cnpq.br/7963718100112897 https://lattes.cnpq.br/7963718100112897 http://lattes.cnpq.br/2117192003251022 http://lattes.cnpq.br/2117192003251022 https://lattes.cnpq.br/3797714737481727 https://lattes.cnpq.br/3797714737481727 http://lattes.cnpq.br/6870025850137907 http://lattes.cnpq.br/6870025850137907 308 Agenda para TBL TBL 1 2 3 4 https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali 309