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Livro sobre crenças limitantes, produzido por alunos do Curso Líder HD (1º semestre/2017). Reúne reflexões, pesquisas e relatos; aborda a origem das crenças, a distinção entre crenças evolutivas e limitantes e traz histórias para ajudar a superá‑las.

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SemLimites
UM GUIA PARA DESCOBRIR E SE 
LIVRAR DE CRENÇAS LIMITANTES
Uma grande reflexão sobre crenças que podem estar 
limitando a sua evolução. Descubra, reflita e supere!
É capaz
quem pensaquem pensa
que é capaz.
Buda
#CrençaEvolutiva
Este livro é produto de uma interação entre alunos do Curso Líder HD. Em um dos módulos, 
desafiamos as pessoas a contribuir com suas reflexões, pesquisas e pontos de vista sobre um 
determinado tema. No primeiro semestre de 2017, o tema foi “Crenças Limitantes”. 
Este é o resultado desta atividade. Reunimos reflexões em torno de crenças limitantes e 
conceitos que podem ser armadilhas na sua mente e, de alguma forma, impedir ou dificultar 
que você atinja todo o seu potencial.
Agradeço aos brilhantes alunos do Curso Líder HD e, especialmente, à generosa contribuição 
dos alunos abaixo:
Adriana Cristófano
Alessandro Granado
Alex Savastano
Alexandro Hideki Umino
Amanda Arruda
Ana Cecília de Almeida
Ana Priscila Melo
Angra Carneiro
Arthur Goes
Camila Barbieri
Ciane Lopes
Claudia Dowsley
Dani Baio
Denise Pereira de Sá
Eduardo Rebeque
Eliete Xavier
Esther Maria
Fabrício Domingues
Felipe Firmo
Felipe Santos Siqueira
Fernanda Ferreira
Fernanda Prado
Ketty M. Barbieri
Janaina Amaral
Letícia Araújo
Marcelo Hermida
Maria Vaz
Marcelo Mangini
Mozart Filho
Natty Gomes Lopes
Nubia Borges Milian
Nicolas Karps
Paula Daroz
Policarpo Moser
Renan Carvalho Gaeta
Rodrigo Brito Mendonça
Romero Rocha
Ruth Martins
Tatiana Pires Terra
Tiago Albuquerque
Thiago Carvalho
Tomé Bezerra
Viviane Declie
Como surgiu esse livro
Não acredite em algo simples-
mente porque ouviu. 
Não acredite em algo 
simplesmente porque todos 
falam a respeito.
 
Não acredite em algo simples-
mente porque está escrito em 
seus livros religiosos. 
Não acredite em algo só porque 
seus professores e mestres 
dizem que é verdade. 
Não acredite em tradições só 
porque foram passadas de 
geração em geração.
 
Mas depois de muita análise e 
observação, se você vê que algo 
concorda com a razão, e que 
conduz ao bem e benefício de 
todos, aceite-o e viva-o.
BUDA
Você pode não se dar conta, mas existem algumas bússolas mentais que definem as 
suas escolhas o tempo inteiro. Uma delas (e certamente uma das mais fortes) são as 
suas crenças. Crença é o conjunto de “certezas” que você traz consigo ao longo da 
sua vida. São experiências, aprendizados, valores, traços culturais e, principalmente, 
CONCEITOS que você absorveu para dentro de si.
As crenças podem ser Evolutivas ou Limitantes. Algumas te fazem mais forte e te 
colocam na espiral evolutiva. Outras são limitadoras, refreiam a expansão do seu 
pensamento, das suas habilidades e das suas possibilidades. 
Nenhum ser humano nasce com crenças. Todos nós nascemos livres de qualquer 
conceito ou preconceito. São as experiências e interações com outras pessoas e 
culturas que vão nos colocando conceitos na mente. Partindo deste ponto, você 
pode se dar conta que o nível de consciência das pessoas que te cercou ao longo da 
sua vida e, principalmente, na sua infância, tem um peso tremendo nas crenças que 
estão na sua mente? Já pensou nisso? O ambiente externo e as pessoas com as quais 
você convive são fatores muito importantes para desenvolver ou fortalecer crenças. 
Se são crenças evolutivas ou limitantes, depende com quem e como você se relacio-
na.
Isso tudo para te dizer uma coisa simples: não importa o tamanho do desafio, do 
sonho, do objetivo ou do que quer que você busque na sua vida, você pode! Se você 
acha que não pode, então tem aí alguma crença limitando você. O limite está na sua 
cabeça! Quando você resolve isso, todas as portas têm possibilidades infinitas na sua 
vida. 
Liberte sua mente e delicie-se com essa leitura!
O Limite esta
na sua cabeca
´
Michael Oliveira – Líder HD
Fundador do Instituto Brasileiro de Liderança
3 histórias
sobre crenças
limitantes
Estávamos de férias em família em um grande resort de frente para a praia, na 
cidade de Maceió. Naquele dia, para nosso azar, o tempo estava chuvoso. Então dei 
uma pesquisada rápida no google para saber qual era o melhor shopping da cidade e 
chamei um Uber!
Quando o carro chegou, entramos e de cara eu perguntei para o motorista se aquele 
shopping que eu tinha escolhido era mesmo o melhor. Ah, ele arregalou os olhos e já 
alertou:
- Olha, se eu fosse vocês, não ia lá não. É um absurdo aquele shopping, todo mundo 
que vai lá reclama que é tudo caro. Aquilo lá é shopping de milionário. Só o governa-
dor vai lá. Aliás, lá só vai político e empresário, essa gente que ganha dinheiro fácil.
No primeiro segundo eu fiquei chateado com o sujeito, porque eu sou empresário e 
as coisas não são bem assim. Quem empreende no Brasil sabe bem que é preciso 
coragem, arrojo e muita disciplina financeira para conseguir resultados. Aquele 
estereótipo de que todo empresário tem vida fácil escondia uma crença de que 
empreender é fazer algo errado, trapacear, explorar os outros e sonegar impostos. 
Uma triste visão do mundo. 
Logo depois, me dei conta de que não podia julgar aquele rapaz, seus pensamentos 
eram apenas consequência do nível de consciência que ele tinha, dos medos e das 
crenças limitantes que acumulou ao longo da vida. Ele achava que aquele shopping 
não era para ele, era para “ricos”. Aí estava a primeira crença limitante: ele se definia 
como “pobre”. Para ele, a pobreza não era um estado de transição. Era uma sentença. 
Ele era pobre! Claro, isso na cabeça dele, porque nada havia para impedir que ele 
pudesse se tornar rico. Mas quando alguém tem certeza de uma coisa, quais são as 
chances de mudar de ideia? Quando alguém aceita para si um rótulo, qual a chance 
de se libertar dele? As pessoas são ou as pessoas estão? Sabe do que depende esta 
resposta, da mente de que é ou de quem está. Só tem uma pessoa no mundo que 
pode definir se você é ou se você está: essa pessoa é você mesmo!
Partindo desse olhar e dessa crença limitante, de que era pobre, ele também achava 
que os “ricos” são sempre desonestos. É claro que essa é uma visão especialmente 
motivada pelo nível de corrupção que temos no Brasil, mas de forma alguma é uma 
sentença que representa a maioria das pessoas. A maior parte das pessoas é do bem. 
No entanto, o fato dele pensar que político é tudo ladrão e empresário tem “vida 
fácil”, o coloca numa situação de vítima, de alguém que não vai virar o jogo e conse-
guir, de fato, alçar outras posições na vida e, quem sabe, até ser rico.
Chegando no shopping, já do lado de fora eu vi que não tinha nada demais naquele 
lugar, então convidei o rapaz para entrar e experimentar com os próprios olhos se 
era aquilo mesmo que ele pensava.
O shopping dos ricos
- Não meu senhor, eu não entro nesse shopping de jeito nenhum. Tenho até MEDO 
de ficar sem a minha carteira, isso aí pra gente milionária!
Quando ele disse isso, eu lembrei do que está sempre por trás de uma crença li-
mitante: o medo! Sempre há um medo sustentando uma limitação. É o medo de não 
ter o suficiente, o medo do desconhecido, o medo de não ser aceito, o medo de não 
ser amado, o medo de não corresponder às expectativas de alguém, o medo de não 
ter as respostas “certas”. São tantos os medos! 
No fim, recomendei que ele viesse ali um dia e entrasse para conhecer. Ele ficaria 
surpreso ao se dar conta que era só mais um shopping. Quem sabe sua mente se 
libertasse de alguns estigmas? Será que ele voltou lá?
Essa história do rapaz do Uber carrega algumas crenças limitantes, mas, para mim, a 
maior delas é a crença de que “EU SOU ASSIM”. Quando você se define ou se deixa 
definir por algo que não é necessariamente valoroso, você não se permite mudar. 
Não se permite crescer. Não se permite evoluir. A vida pode servir a muitos propósi-
tos, e sem dúvida alguma, um dos grandes é evolução. Para evoluir é preciso livrar-se 
de rótulos. Para livrar-se de rótulos, abandone a crença limitante “EU SOU ASSIM”. A 
menos, é claro, que seja para se referir a valores edificantes e não limitantes.Primeiro dia de integração e junto comigo tinha mais dez calouros. Cada um de uma 
função e para áreas diferentes. Eu seria um novo gerente. Tinha de tudo na sala, de 
mecânico a contador, de motorista a vendedores.
Eu era um jovem gerente cheio de energia, com sangue nos olhos e ávido por cresci-
mento pessoal e profissional. Tinha uma sede de aprender e um ímpeto de crescer 
que até doía no peito! 
Empresa grande reúne todo mundo que está entrando na semana e faz uma inte-
gração agregando a turma toda para ganhar tempo. Nessas apresentações, normal-
mente o RH manda alguma dinâmica para facilitar os novatos a falar um pouco de si, 
sua história e interagir com os outros novos colegas. Num dado momento, a psicólo-
ga perguntou quem era você, de onde tinha vindo e qual era seu objetivo na empre-
sa. E aí, a moçada foi dando aquelas respostas protocolares “vim pra somar”, “crescer 
junto com a empresa”, etc. Na minha vez, eu me apresentei, falei rapidamente do 
que já tinha feito na carreira e sentenciei “Bom, meu objetivo aqui é ser presidente 
dessa empresa!” Ah, mas a sala caiu! Todo mundo rachou de rir! Foi uma cena hilária. 
Minha resposta foi tão inesperada e espontânea que as pessoas liberaram a energia 
represada pela formalidade daquela integração. Quando todos terminaram de rir, a 
psicóloga me falou: “olha, se você quer isso mesmo, só tem um jeito: você vai ter que 
se casar com alguém da família, porque a empresa é familiar e todos os diretores e 
também o presidente, são da família”.
Aí, eu bem jovem e petulante não pestanejei na resposta: “é, mas as coisas mudam, 
quem garante que vai ser sempre assim?”.
Ela desconversou e seguiu a dinâmica.
Oito meses depois, eu estava gerenciando uma nova unidade daquela empresa e 
recebemos, chocados, a notícia de que a nossa empresa teria sido comprada por uma 
multinacional europeia. Depois de mais de 60 anos de gestão familiar, o comando 
daquela empresa seria profissional e ligada a uma líder mundial com sede na Holan-
da. 
Ah, mas eu não me contive. Passei a mão no telefone e liguei para aquela psicóloga 
que facilitou a integração quando entrei na empresa meses atrás.
- Olá Michael, que bom falar com você!
- Então pessoa, você lembra que na integração você me falou que só pessoas da 
família podiam ser presidentes aqui?
- Ah pois é, as coisas mudaram né? – Ela já concluiu aonde eu queria chegar.
Resenhamos um bocado sobre a situação nova e nos divertimos relembrando da 
integração de meses atrás. 
Essa história traz nas entrelinhas algumas crenças limitantes que normalmente 
impregnam o meio corporativo. Sem dúvida a mais evidente delas é uma que você já 
deve ter ouvido na sua empresa: “As coisas aqui sempre foram desse jeito”.
Quero ser presidente
Quando se aceita o status quo de uma empresa ou comunidade, você se coloca numa 
posição passiva, perde a oportunidade de pensar e fazer como agente de mudança e 
isso, em escala global, provoca apatia nas pessoas e a empresa deixa de evoluir. 
A moral da história é que eu não fui presidente daquela empresa, aliás, acabei 
saindo dois anos depois da aquisição porque eu não me sentia alinhado com os 
valores da empresa no Brasil. Então, fiz o que se deve fazer nessas situações: mandei 
a empresa embora (pedi demissão) e segui adiante na minha carreira em outro lugar.
Quatro anos mais tarde eu assumiria a presidência em outra empresa, que curiosa-
mente, também era uma empresa familiar. 
Uma coisa que é preciso ter em mente com seus propósitos, é ter consciência de que 
os contextos mudam. O importante é você continuar em frente. Pode ser que você 
não consiga chegar aonde queria, exatamente da forma que planejou, mas se souber 
ajustar a rota em função dos obstáculos que surgirem, o objetivo certamente será 
alcançado. É preciso persistência, flexibilidade, firmeza de propósito e claro, se livrar 
das crenças limitantes.
Já pensou se eu tivesse aceitado a crença de que as coisas não mudam? 
VAMOS NA LAMBORGHINI?
Meu filho é completamente louco por algumas coisas: animais, lego, Star Wars, 
dinossauros e hipercarros! Ele sabe tudo de carros esportivos supervelozes, daque-
les que deixam uma Ferrari a ver navios... 
Koenigsegg, Lamborghini, Mclaren, Pagani, Bugatti, Hennessey, estão no topo dos 
seus preferidos. Até outro dia, eu nunca tinha ouvido falar desses carros. Foi Antonio 
Davi, meu filho “Tom”, quem me apresentou a essas marcas.
Quando nos mudamos para São Paulo eu fiquei sabendo que havia uma avenida que 
concentrava as maiores concessionárias de carros importados e, num domingo, a 
gente deu uma volta por lá. Mas claro, como era domingo, ele teve que se contentar 
com as vitrines. 
Passado uma semana, me falou que queria ir na loja da Lamborghini.
- Papai, eu vi na internet que no sábado a loja da Lamborghini está aberta. Vamos lá?
- Tá doido cara! Os carros lá custam milhões, a gente não passa nem da recepção!
A Zi, minha mulher, me chamou no canto e assoprou no meu ouvido bem baixinho 
“tá colocando crença limitante na cabeça do menino”. Mudei de ideia em um segun-
do! Me dei conta da besteira que eu tinha dito.
- Tom, vamos sim – Falei me corrigindo – De manhã a gente toma um café numa 
padaria e parte pra lá, vamos entrar em todas as lojas!
Sabadão chegou e partimos! Fomos conhecer as lojas dos carros mais caros do 
mundo! Começando pela Lamborguini, que ostentava na vitrine um exemplar novo 
do Lamborguini Huracan Spyder, de R$ 5 Milhões de reais! Já pensou? Fomos até a 
recepção e a moça gentilmente perguntou se desejávamos comprar um carro, então 
apontei para o Tom e falei, “olha, o teu cliente é esse cara aí, se você convencer ele, a 
gente leva o carro.” 
Então, todos que estavam ali por perto riram da cena. Gelo quebrado, fomos recebi-
dos e um vendedor colou no Tom e respondeu a todas as perguntas dele. Os olhos 
do menino estavam vidrados! Só faltava babar! 
É muito massa ver uma criança encontrar ao vivo e a cores o carro dos sonhos que 
ela só via nos games. 
Aqui entre nós, o carro era monstruosamente incrível! Até eu e a Zi, que não damos 
muita bola para carros, ficamos fascinados com as máquinas que tinham naquela 
loja. Sem contar que as conversas eram completamente insólitas, do tipo “ah... essa 
Ferrari aqui custa só um milhão e meio, é ideal para levar seu filho na escola”. Ou 
ainda “Já aquele Lamborguini ali é 3 milhões, já é ideal para dar um passeio no final 
de semana”. 
Como assim!!! Quem compra um carro de um milhão e meio para levar as crianças na 
escola? Tá doido?
Vamos na Lanborghini?
Eu com a minha cabeça miúda pensava assim... “caramba, só o IPVA desse carro deve 
custar 150 mil. E o seguro 250 mil!!!”
Crença Limitante!!!
Quem tem dinheiro para comprar um Lamborghini não faz esse tipo de conta. O IPVA 
e o seguro são tão relevantes quanto para quem tem um carro popular.
Saindo daquela loja, passamos em outras, com carros incríveis, sempre de “milhão 
pra cima” e descobrimos cada carro com cada recurso de deixar qualquer pessoa de 
queixo caído.
Depois do passeio rolou um debriefing na volta para casa e batemos um papo sobre 
as nossas impressões, qual o carro preferido, o mais bonito, o mais esquisito e por aí 
vai. Mas a melhor parte mesmo é que nós tínhamos quebrado a minha crença li-
mitante e definitivamente implantado no Tom uma crença evolutiva. Se para muitas 
pessoas um Lamborghini é um sonho utópico e inatingível, para o Tom é só uma 
possibilidade. 
Possibilidades, é isso que você tem quando se livra de crenças limitantes. 
10 palavras
limitantes
Durante o Curso Líder HD eu criei uma dinâmica com os alunos, para que todos man-
dassem frases que representassem crenças limitantes. Nosso time analisou cada 
uma delas e fizemos uma seleção das melhores para compor esse Ebook. 
Quando comecei a ler as frases, ficou evidente que algumas tinham algum tipo de 
afinidade, seja por assunto ou contexto. Então, imediatamente, criei um mapa mental 
pra agrupar essas frases e acabei chegando a 10 palavras, altamente limitantes,que 
são as bases centrais para Crenças Limitantes. O que vem a seguir são estas palavras, 
a explicação do porquê eu as escolhi e as frases cotidianas que representam crenças 
limitantes, atreladas a elas.
rótulo Resignação
Medo
Tempo
DomDogma
Preconceito
Certeza
limite
destino
Dez palavras limitantes
O Brasil não tem jeito. 
O serviço público é assim mesmo, não tem jeito. 
Para ele é mais fácil, nasceu em berço de ouro! 
Pau que nasce torto nunca se endireita.
Todo político é corrupto. 
Sou assim mesmo. Não tem jeito.
O mundo está muito esquisito hoje em dia.
O meu segmento de mercado é muito mais difícil do que o seu.
Santo de casa não faz milagre.
Pra me dar bem na vida, tenho que fazer uma faculdade ou ser servidor público. 
Eu sempre fui assim, é o meu jeito.
As coisas nunca dão certo para mim.
O país só começa depois do carnaval.
Casa de ferreiro, espeto de pau.
Rotular é definir. Já diz o ditado que “definir é limitar”. Portanto, toda vez que se 
rotula alguém, uma empresa, uma comunidade, um país ou o que quer que seja, 
estamos limitando. 
Tomando consciência disso nós podemos ter mais cuidado ao fazer afirmações sobre 
terceiros, pois corremos o risco de impor limites na medida em que julgamos e rotu-
lamos alguém. 
Por outro lado, levando em consideração o nosso crescimento pessoal, cabe a nós 
não aceitar rótulos impostos por outros e até por nós mesmos. Na medida em que 
desenvolvemos esta habilidade, nos tornamos mais livres e exponencialmente mais 
abertos às possibilidades de evolução na vida.
Não coloque rótulo. Não aceite rótulo.
RÓTULO
CRENÇAS LIMITANTES RELACIONADAS A RÓTULO
01
Resignar é aceitar, assumir as coisas como elas são, com passividade. Quando se age 
com resignação, seu esforço para mudar algo é nulo. Você aceita pra si uma crença 
limitante e, imediatamente, entra em estado de letargia, sempre se posicionando na 
defensiva ou fora do problema. Para se libertar de crenças limitantes, é preciso 
combater com todas as forças a resignação, principalmente diante das coisas da vida 
que notoriamente, pelo seu juízo de valor, não estão certas. Se você fica resignado 
diante de coisas que afetam os seus valores, sua vida perde significado e isso tem 
impacto na sua realização pessoal e na sua contribuição para o mundo. 
Isso sempre foi assim.
Ruim com ele, pior sem ele.
Uns nascem para ter sucesso, outros para trabalhar.
O bom é inimigo do ótimo.
A empresa em que trabalho não investe na minha capacitação.
Não faço porque ninguém faz.
Mais vale um passarinho na mão do que dois voando.
Nosso concorrente está investindo muito mais, lá tudo funciona
de forma mais rápida, é diferente daqui. 
É assim desde que o mundo é mundo! 
Oba, chegou o fim de semana, hora de ser feliz!
É o que temos pra hoje.
Melhor pingar do que secar.
Não há nada a ser feito.
Uma pessoa não faz diferença.
RESIGNAÇÃO02
CRENÇAS LIMITANTES RELACIONADAS A RESIGNAÇÃO
Esse ponto é polêmico! Principalmente porque dogma é uma palavra que vem carre-
gada de religião, então muita calma nessa hora.
Dogma, no sentido puro da palavra, é uma crença ou doutrina de alguma religião ou 
filosofia que não se pode discutir. A coisa é porque é. Sem entrar no mérito religioso 
da questão, o fato é que toda vez que se determina algo neste nível (é porque é, e 
ninguém discute) então chegamos ao limite. Uma pessoa repleta de dogmas é uma 
pessoa com crenças limitantes. O seu olhar sobre o mundo e as ações da sua vida 
sempre estarão moduladas pelo filtro das suas crenças. Então, é preciso ter con-
sciência clara disso ao assumir para si um dogma como verdade. 
Ser ambicioso não é de Deus.
Foi Deus quem quis assim.
Aqui se faz aqui se paga.
Se Deus quiser eu consigo isso.
Não estou indo bem porque estou pagando meus pecados.
Dinheiro é sujo.
Não consigo sucesso porque fui mal em outra encarnação. 
DOGMA03
CRENÇAS LIMITANTES RELACIONADAS A DOGMA
Dom é um presente divino. Uma habilidade que já vem pré-instalada numa pessoa 
desde o nascimento. Uma capacidade nata de alguém fazer alguma coisa.
Para mim, essa é uma das crenças mais perigosas que existe, simplesmente porque 
dom não existe! O máximo que alguém pode ter, nesse sentido, é aptidão para uma 
determinada habilidade. Por exemplo, uma pessoa de dois metros de altura tem 
mais aptidão para basquete do que alguém com um metro e meio. Mas isso jamais 
isentará qualquer pessoa de ter que passar por mais de dez mil horas na labuta para 
ser um mestre em alguma coisa. Não existe atalhos para a maestria. Quem acredita 
nisso está deixando de lado a possibilidade mais interessante da vida: qualquer 
pessoa pode ser qualquer coisa que quiser.
Liderança é um Dom.
Fulano é inteligente.
Não tenho sorte no amor.
Eu não consigo aprender porque não sou inteligente. 
Fulano só faz isso muito bem por que nasceu com o dom.
Não sou criativo.
Não tenho sorte na vida. 
Eu não tenho talento para isso. 
DOM04
CRENÇAS LIMITANTES RELACIONADAS A DOM
Limite é borda. Uma fronteira da qual não se pode mais ir além. O ponto que define 
o máximo do nosso potencial e da nossa capacidade. Se você encontrou este ponto, 
então chegou no seu limite. O problema com essa palavra é que os limites não 
existem, eles estão na cabeça de cada um. 
Crenças limitantes são crenças que definem os seus limites. Nada mais emblemático, 
portanto, do que a palavra limite para esse tema. Enquanto você acreditar que você 
ou alguma pessoa tem um determinado limite, você estará com uma crença limitante 
instalada na sua mente. Essa é a régua para esse tema. Eu sei que deve ser ruim ouvir 
isso, mas esse é o ponto.
Os limites estão aí; aceitar ou não é uma decisão sua.
Não consigo aprender mais.
Nós já tentamos isso aqui e não deu certo.
Eu não consigo fazer isso.
Para empreender é preciso muito dinheiro. 
Nem vou tentar porque já sei que não vou conseguir.
Só quem tem dinheiro consegue.
Se melhorar estraga.
É um sonho impossível.
Não posso fazer nada a respeito desse problema.
Eu não consigo me organizar.
Trabalho pelo que ganho.
Não consigo fazer diferente.
Melhor que isso, só dois disso.
Não é minha função. 
Eu nunca vou ficar milionário. 
LIMITE05
CRENÇAS LIMITANTES RELACIONADAS A LIMITE
Tenho que ter sucesso na vida para conseguir ajudar os outros
Só se tiver licença.
Ficar rico acaba com a família.
Só se tiver faculdade.
Não pode!
Tem que ser selado, registrado, carimbado, avaliado, se quiser voar.
O que vão pensar de mim se eu fizer?
Não consigo me organizar.
Nem Jesus agradou a todos.
Não é possível viver do que se ama.
Meu chefe não gosta de mim, ele não quer que eu cresça nessa empresa.
Tudo que é bom dura pouco.
Se eu falar o que penso, vou ser rejeitado.
Não misturo vida profissional e pessoal.
Chefe só fica no meu pé.
Não gosto do meu emprego.
Se fizer uma vez, vira obrigação.
Tenho medo de parecer ridículo.
MEDO06
No fundo no fundo, é isso o que está por trás de toda crença limitante: medo! Medo 
de crescer, medo de descobrir a verdade, medo descobrir que não há verdade abso-
luta, medo de se perder do porto seguro, medo de sair da zona de conforto, medo de 
não ser aceito, medo de perder algo, medo de não resistir, medo de não ter o sufici-
ente para sobreviver, medo de perder seu “pseudopoder” e tantos outros medos.
O medo é paralisante e, portanto, limitante. Pensar e agir com medo sempre vai te 
colocar numa condição passiva, reativa e, invariavelmente, vai desenvolver alguma 
forma de crença limitante. Para se livrar dessas crenças, é preciso se livrar dos seus 
medos. A questão é que nem sempre eles são claros. Os piores medos são os incon-
scientes e requerem muito empenho de se autoconhecer, para tomar consciência e 
fazer algo a respeito. De alguma forma, tudo que causa medo, controla seu pensa-
mento e suas ações.
Se você faz alguém ter medo de você, você limita esse alguém. Se você teme algo, 
então você está aquém do seu limite. 
 CRENÇAS LIMITANTES RELACIONADAS A LIMITE
Preconceitoé julgar ou ter um conceito prévio de algo, sem ter conhecimento ou 
experiência sobre algo. Também é uma rasa forma de ver as coisas e, normalmente, 
com viés discriminatório, supersticioso ou negativo, mesmo sem ter fundamento 
racional ou científico para isso. Toda vez que alguém pensa ou age de forma precon-
ceituosa, está limitando a si mesmo e tentando impor limites a terceiros. É uma 
forma apequenada de ver vida, de ver as pessoas e define a sua relação com o 
mundo. 
Libertar-se de preconceitos é ter um olhar mais racional, mais amplo, mais holístico, 
mais amoroso e elevado sobre as coisas, sobre as pessoas e sobre a vida. Isso defini-
tivamente o coloca numa espiral evolutiva. 
Isso é coisa de mulher!
Mulher no volante, perigo constante.
No meu tempo não era assim.
Essa equipe não tem vontade.
A geração mais nova tem tudo mais fácil. 
Trabalho tanto que não tenho tempo para ganhar dinheiro.
Homem não chora.
O mundo é dos espertos.
Só tem oportunidade quem tem Q.I.: “Quem indique".
Os bonzinhos só se dão mal.
Amizade verdadeira não existe, as pessoas só se aproximam para obter vantagens.
Essa juventude está completamente perdida.
O cara é rico porque engana os outros.
Antigamente é que era bom.
Não dá para ganhar dinheiro honestamente neste país.
Só fica rico quem explora os outros.
PRECONCEITO07
CRENÇAS LIMITANTES RELACIONADAS A PRECONCEITO
Destino é quase sinônimo de fatalidade. É aceitar que o ponto final da sua vida já 
está definido, que as circunstâncias e escolhas já estão previstas e que “o que é seu 
está guardado”. Acreditar no destino é limitar suas escolhas e abrir mão de ter para a 
si as rédeas da sua vida. É abrir mão de escrever as páginas em branco do livro da 
vida, de agora em diante. 
Destino é uma das palavras mais limitantes que existe porque é você quem faz o 
seu. E não importa o quanto você já viveu, as possibilidades do que está por vir 
adiante dependem exclusivamente de você.
Você foi predestinado a ser isso.
Na minha família, todos temos que ser assim.
Deixa a vida me levar! 
Por que planejar, se a vida pode mudar a qualquer momento?
A tradição manda que seja feita dessa forma.
Tenho que seguir a profissão dos meus pais.
As coisas se resolvem sozinhas.
DESTINO08
CRENÇAS LIMITANTES RELACIONADAS A DESTINO
Quem inventou o tempo? O tempo é uma invenção humana, assim como o dinheiro é 
também. É uma perspectiva de ver as coisas e a vida. O tempo não pode definir suas 
escolhas. Ele pode sim ser um contexto, mas nunca o fim. Isso seria altamente lim-
itante. 
O maior drama da humanidade é o desejo de ter tempo infinito. Uma existência 
interminável, uma vida eterna. A possibilidade do fim, é uma ideia que o nosso ego, 
nossa mente, não consegue processar e isso cria uma angustia forte no íntimo de 
cada pessoa, especialmente na medida em que os anos passam. 
Cada pessoa estabelece seus objetivos, seus sonhos e seus alvos e, na medida em 
que se passam as dezenas de anos, o fato de não realizar esses objetivos podem 
trazer um desconforto muito grande. Mas isso é uma ilusão. Tudo que você tem é o 
agora, a história que você escreveu e a possibilidade do amanhã. Você não pode 
controlar o seu tempo, tudo que pode fazer é viver. Se tempo for uma questão cen-
tral na sua vida, então seu coração sempre viverá pesado. Concentre sua energia em 
viver, fazer o que quer, fazer suas escolhas e que elas sejam convergentes com seus 
propósitos, assim sua vida pode ser mais leve e qualquer destino vai valer a pena, 
porque cada dia está valendo a pena. 
Não tenho tempo. 
Só se eu fosse multitarefa.
Sou velho demais para aprender.
Só conseguiria fazer se tivesse 30 horas por dia.
Vou ter que deixar minha vida pessoal de lado para conseguir ter sucesso.
É muita coisa para fazer ao mesmo tempo.
Depois dos quarenta é ladeira abaixo!
Quem tem sucesso profissional sacrifica outras áreas da vida.
Não é possível liderar antes dos trinta.
TEMPO09
CRENÇAS LIMITANTES RELACIONADAS A TEMPO
Certeza é flechada no coração da possibilidade. 
A certeza é tão paralisante quanto o medo. As pessoas que acreditavam que o 
mundo era plano e o oceano cheio de monstros, jamais navegariam pelos mares para 
buscar os limites das águas. Não fossem outras pessoas corajosas experimentarem 
outros pontos de vista, a humanidade teria tido pouquíssima evolução. 
Quanto mais universal for a sua visão, mais próximo você estará da verdade. E, para 
ter uma visão mais universal das coisas, você precisa experimentar outros pontos de 
vista diferentes do seu. 
Pensar que o seu ponto de vista é o maior, o verdadeiro ou definitivo, te coloca limit-
ado diante dos cenários e das possibilidades. Para viver sem limites, aceite as possi-
bilidades, experimente o olhar do outro, observe a vida sob outras perspectivas e 
entenda que existem mil formas de resolver um problema. Se você só está vendo 
uma saída, então há alguma crença limitando sua mente. 
Nós já tentamos isso aqui e não deu certo. 
Se você não ficar muito tempo na mesma empresa não vai conseguir evoluir.
Eu nunca vou ficar milionário. 
Você está errado!
O melhor jeito de fazer é esse.
Eu tenho certeza!
CERTEZA10
CRENÇAS LIMITANTES RELACIONADAS A CERTEZA
Para viver um dia sem pressão, liberte-se das horas.
Para ter conhecimento, liberte-se dos dogmas. 
Para ter transformação, liberte-se da procrastinação.
Para viver bons relacionamentos, liberte-se dos ressentimentos.
Para viver uma vida de abundância, liberte-se da escassez.
Para viver a entrega da vida, liberte sua energia.
Para viver sua plenitude, liberte sua singularidade. 
PARA VIVER UMA VIDA SEM LIMITES, LIBERTE SUA MENTE. 
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