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SISTEMA DE ENSINO
IMUNOLOGIA
Vacinas
Livro Eletrônico
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Vacinas
IMUNOLOGIA
Pollyana Lyra
Sumário
Vacinas ...................................................................................................................................................................................3
Estratégias para a Produção de Vacinas ...........................................................................................................6
Varíola .....................................................................................................................................................................................9
Meningite Bacteriana ....................................................................................................................................................9
Coqueluche ..........................................................................................................................................................................9
Hepatite B .......................................................................................................................................................................... 10
Imunoensaios ...................................................................................................................................................................12
Precipitação ......................................................................................................................................................................12
Imunodifusão ....................................................................................................................................................................13
Aglutinação .......................................................................................................................................................................13
Inibição da Hemaglutinação Indireta ..................................................................................................................14
Fator Reumatoide ..........................................................................................................................................................14
Proteína C Reativa .........................................................................................................................................................14
VDRL ......................................................................................................................................................................................14
Teste de Fixação do Complemento ......................................................................................................................14
Ensaio de Neutralização de Hemólise ...............................................................................................................15
Reações Sorológicas para Sífilis...........................................................................................................................15
Provas Sorológicas para Doenças Reumáticas ...........................................................................................17
Imunocomplexos .............................................................................................................................................................18
Crioglobulinas .................................................................................................................................................................19
Anticorpos Antiestreptococos “ASLO” ............................................................................................................19
Fator Antinuclear (FAN) .............................................................................................................................................19
Reações para HIV ..........................................................................................................................................................20
Anticorpos Neutralizantes .....................................................................................................................................23
Questões de Concurso ............................................................................................................................................... 24
Gabarito ..............................................................................................................................................................................39
Gabarito Comentado ...................................................................................................................................................40
Referências .......................................................................................................................................................................63
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Vacinas
IMUNOLOGIA
Pollyana Lyra
VACINAS
Em tempos de pandemia, esse é o assunto mais comentado e abordado do momento. 
Logo, iremos entender como a vacinação ocorre no nosso organismo.
A imunidade humoral é o processo de defesa do organismo em que atuam os anticorpos, 
moléculas proteicas encontrados no plasma sanguíneo, também conhecidas como imunoglo-
bulinas. O termo humoral vem do latim humor, que quer dizer fluido ou líquido corporal. Os 
anticorpos são produzidos pelos linfócitos B maduros, células que recebem o nome de plas-
mócitos. A função dos anticorpos é identificar e neutralizar os antígenos, que são substâncias 
ou microrganismos estranhos ao corpo humano. Cerca de 20% das proteínas encontradas no 
plasma sanguíneo são anticorpos, cuja produção é desencadeada em resposta às partículas 
estranhas que, de alguma maneira, invadem o organismo.
Fonte: Abbas, 2008.
Nesse processo de combate a invasores, os anticorpos, ao reconhecerem as substâncias 
estranhas, se combinam quimicamente com elas e inativam-nas. Sendo que cada tipo de anti-
corpo é capaz de identificar apenas um tipo de antígeno, por isso, dizemos os anticorpos são 
proteínas específicas de defesa. Essa especificidade está associada às estruturas químicas 
das moléculas dos antígenos e dos anticorpos. A molécula de um anticorpo (chamada de imu-
noglobulina), cujo formato lembra a letra Y, é composta por quatro cadeias polipeptídicas: duas 
cadeias mais longas, denominadas cadeias pesadas; e duas mais curtas, que são chamadas 
de cadeias leves. Todas as cadeias possuem sítios de ligação, regiões onde os antígenos são 
reconhecidos e unidos à proteína de defesa, formando o complexo antígeno-anticorpo. Por 
fim, a molécula é “sustentada” por uma porção denominada região constante, que estabelece 
a interação entre o anticorpo e os demais componentes do sistema imunitário. Como vemos 
abaixo a estrutura de uma imunoglobulina.
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Vacinas
IMUNOLOGIA
Pollyana Lyra
Com a formação do complexo imune, a partícula estranha ao organismo não pode se de-
senvolver e multiplicar, sendo, portanto, neutralizada. Isso facilita a eliminação definitiva do 
antígeno pelas células fagocitárias, como os macrófagos, principalmente.
As principais funções dos anticorpos são neutralizar e eliminar os microrganismos infec-
ciosos e as toxinasmicrobianas, a eliminação de antígenos mediada por anticorpos envolve 
diversos mecanismos efetores e requer a participação de várias células e proteínas secretadas 
do sistema imune, incluindo fagócitos e proteínas do sistema complemento, como ilustra a 
figura abaixo.
Fonte: Abbas, 2008.
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Vacinas
IMUNOLOGIA
Pollyana Lyra
Beleza, mas onde esses anticorpos são produzidos?
Os anticorpos são produzidos por plasmócitos nos órgãos linfoides periféricos (secundá-
rios), nos tecidos inflamados e na medula óssea, e realizam suas funções efetoras em locais 
distantes de onde são produzidos. Os anticorpos produzidos nos linfonodos, no baço e na 
medula óssea podem entrar no sangue e, então, circular por todo o corpo. Em órgãos de muco-
sa, como o intestino e as vias respiratórias, os anticorpos são produzidos na lâmina própria e 
transportados através dos epitélios para o lúmen desses órgãos, onde bloqueiam a entrada de 
microrganismos ingeridos ou inalados Os anticorpos também são ativamente transportados 
através da placenta para a circulação do feto em desenvolvimento. Em estados de doença, 
eles podem ser produzidos em tecidos periféricos não linfoides, nos sítios de infecção ou de 
inflamação crônica.
A importância da imunidade humoral na defesa contra infecções virais é sustentada pela 
observação de que a resistência a um vírus particular, induzida por infecção ou vacinação, 
costuma ser específica para o tipo sorológico (anticorpo-definido) do vírus. Um exemplo é o 
vírus influenza, em que a exposição a um tipo sorológico não confere resistência aos outros 
sorotipos do vírus. Os anticorpos neutralizantes bloqueiam a infecção viral das células e a dis-
seminação viral célula à célula, entretanto, depois que os vírus entram e passam a se replicar 
no meio intracelular, tornam-se inacessíveis aos anticorpos. Portanto, a imunidade humoral 
induzida por infecção prévia ou vacinação é capaz de conferir proteção aos indivíduos a partir 
da infecção viral, mas por si só não consegue erradicar uma infecção estabelecida.
Agora vamos falar das vacinas, propriamente ditas, são mais efetivas quando o agente 
infeccioso não estabelece latência, ou seja, se cronificam e ficam no organismo sem causar a 
doença, também quando não sofre variação antigênica e não interfere na resposta imune do 
hospedeiro. Por exemplo, é difícil vacinar efetivamente contra microrganismos como o HIV, 
pois estabelece infecção latente e é altamente variável.
As vacinas também são mais efetivas contra infecções que são limitadas aos hospedeiros 
humanos e não têm reservatórios animais. A maioria das vacinas atualmente em uso atua 
induzindo imunidade humoral, como visto anteriormente. Os anticorpos são o único meca-
nismo imune que previne infecções, neutralizando e removendo microrganismos antes que 
estes conquistem sua base de apoio no hospedeiro. As melhores vacinas são aquelas que 
estimulam o desenvolvimento de plasmócitos de vida longa produtores de anticorpos de alta 
afinidade, bem como células B de memória.
Algumas formas de vacinas são ilustradas na figura, elas podem ser de vários tipos, depen-
dendo de que forma é encontrada.
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Vacinas
IMUNOLOGIA
Pollyana Lyra
Fonte: Abbas, 2008.
Estratégias para a produção dE Vacinas
Vacina é a preparação de antígenos microbianos, muitas vezes combinado a adjuvantes, 
administrada a indivíduos para induzir imunidade protetora contra infecções microbianas. O 
antígeno pode estar sob a forma de micro-organismos vivos, porem avirulentos, ou seja, não 
causam doença, ou micro-organismos mortos, componentes macromoleculares purificados 
de um micro-organismo ou um plasmídeo que contenha um DNA complementar que codifique 
um antígeno microbiano.
1. Vacina com antígeno purificado (subunidade)
Vacina composta por antígenos purificados ou subunidades de micróbios. Como exemplo, 
temos a vacina da H1N1, influenza.
2. Vacinas de Antígenos Sintéticos
Uma meta da pesquisa em vacinas tem sido identificar os antígenos ou epítopos microbia-
nos mais imunogênicos, para sintetizá-los em laboratório e usar os antígenos sintéticos como 
vacinas. Essas utilizam DNA recombinantes, como as da HPV.
3. Vacinas Virais Vivas Envolvendo Vírus Recombinantes
Outra abordagem para o desenvolvimento de vacinas consiste em introduzir genes codifi-
cadores de antígenos microbianos em um vírus não citopático e infectar indivíduos com este 
vírus. Assim, este vírus serve de fonte de antígeno em um indivíduo inoculado.
4. Vacinação com Antígenos Tumorais
A vacinação de indivíduos portadores de tumores com antígenos tumorais pode resultar 
em respostas imunes intensificadas contra o tumor. As primeiras tentativas de reforçar a imu-
nidade antitumoral foram baseadas na imunoestimulação inespecífica.
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Vacinas
IMUNOLOGIA
Pollyana Lyra
Fonte: Abbas, 2008.
Vamos falar um pouco das vacinas que foram desenvolvidas para combater o coronavírus 
(SARS – COV – 2) e suas diferenças:
A vacina produzida pela Butantan utiliza a tecnologia do vírus inativado, ou seja, morto, 
essa técnica já é consolidada há anos. Após a injeção da vacina, o vírus não é capaz de causar 
doença, mas ele induz a resposta imune humoral de tal forma para a produção de anticorpos 
que são capazes de reconhecerem o vírus, se a pessoa entrar em contato.
Já a produzida pela Janssen, conhecida como “vacina covid-19 recombinante” é uma va-
cina monovalente composta por um vetor de adenovírus humano tipo 26 recombinante, in-
competente para replicação, que codifica uma glicoproteína spike (S) de comprimento total 
SARSCoV-2 em uma conformação estabilizada. Após a administração, a glicoproteína S de 
SARS-CoV-2 é expressa transitoriamente, estimulando tanto os anticorpos neutralizantes 
quanto outros funcionais específicos de S, bem como respostas imunes celulares dirigidas 
contra o antígeno S, que podem contribuir para a proteção contra a COVID-19.
A vacina da Pfizer utiliza a tecnologia de RNA mensageiro, ou seja, O RNA mensageiro com 
nucleosídeo modificado está formulado em nanopartículas lipídicas, permitindo que o RNA 
não replicante entre nas células hospedeiras para permitir a expressão transitória do antígeno 
S do vírus SARS-CoV-2. O mRNA codifica a proteína S integral ligada à membrana, com duas 
mutações pontuais na hélice central. A mutação destes dois aminoácidos para a prolina blo-
queia a proteína S numa conformação pré-fusão antigenicamente preferida. A vacina induz 
imunidade celular e produção de anticorpos neutralizantes contra o antígeno spike (S), o que 
pode contribuir para a proteção contra a COVID-19.
Voltando à Imunologia, não podemos deixar de falar que as vacinas também são capazes 
de gerar uma sensibilização mediada por células e não por anticorpos especificamente. Isso 
significa que mesmo vacinados, alguns indivíduos não apresentam o resultado REAGENTE ao 
fazer um exame para pesquisa de anticorpos,mas mesmo assim eles estão protegidos. Por 
isso não é recomendado que o paciente faça exames pós-vacina a fim de se certificar da sua 
proteção... como eu, por exemplo fiz..... que vacilo! Quando vi o meu resultado e não tinha anti-
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Vacinas
IMUNOLOGIA
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corpos fiquei desapontada, mas precisei lembrar (e confiar) na imunidade mediada por células 
para ter sossego... Ou seja, na dúvida, não faça o exame pós-vacina, pois ele não é conclusivo 
no sentido de estar ou não protegido.
A hipersensibilidade tardia é uma reação inflamatória prejudicial mediada por citocinas re-
sultante da ativação de células T, particularmente das células T CD4 +. A reação é chamada tar-
dia porque se desenvolve tipicamente 24 a 48 horas após o desafio antigênico em indivíduos 
previamente imunizados (sensibilizados), em contraste com as reações de hipersensibilidade 
imediata (alérgicas), que se desenvolvem em minutos.
Fonte: Abbas, 2008.
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Vacinas
IMUNOLOGIA
Pollyana Lyra
Nota: a ideia aqui é demonstrar que, por meio dessa vacinação (imunização), também ha-
verá uma sensibilização dos indivíduos, conforme as vacinas apresentam. Porem essa reação 
é desencadeada por resposta celular, e não humoral como nos anticorpos.
A resposta característica da imunidade tardia se desenvolve durante 24 a 48 horas. Cerca 
de 4 horas após a injeção do antígeno em um indivíduo sensibilizado, os neutrófilos acumulam-
-se em torno das vênulas pós-capilares no local da injeção. Após 12 horas, aproximadamente, 
o local da injeção torna-se infiltrado por células T.
Maaaaaaaaaaas, nem só de coronavírus se vive uma prova de imunologia.....Vamos falar 
de algumas vacinas muito presentes em provas?
Varíola
O vírus da varíola corresponde ao tipo humano do poxvírus. Tais vírus compartilham antíge-
nos comuns com o vírus da varíola e, por isso, podem ser utilizados como vacina para o homem. 
Assim, o vírus da vacina tem sido historicamente o vírus animal escolhido para a produção de 
vacinas. Os vírus da vacina disseminam-se facilmente entre indivíduos imunocomprometidos 
não vacinados que mantêm contato muito próximo. Essa ainda seria uma preocupação, não 
fosse a implementação de um massivo programa de vacinação nacional.
A imunização pós-exposição com a vacina do vírus da varíola (vírus da vacina) é efetiva 
e recomendada, somente se for administrada dentro de 3 dias após a exposição. Entretanto, 
mesmo se esse prazo for ultrapassado, a vacinação e as imunoglobulinas para vacina confe-
rem proteção. É necessário estabelecer um círculo de imunidade ao redor dos casos índices.
MEningitE BactEriana
Os agentes mais comuns de meningite bacteriana são os estreptococos do grupo B (re-
cém-nascidos), Neisseria meningitidis (bebês com 3 meses de idade ou mais), Streptococcus 
pneumoniae (bebês com 3 meses de idade ou mais), Escherichia coli e outros bacilos Gram-
-negativos (recém-nascidos e bebês com até 1 mês de idade), Haemophilus influenzae (bebês 
com 3 meses e indivíduos com até 18 anos de idade) e Listeria monocytogenes (recém-nas-
cidos, idosos, alcoólatras e indivíduos imunossuprimidos). O uso disseminado da vacina com 
H. influenzae de tipo B reduziu dramaticamente a incidência desse organismo, que é o agente 
bacteriano causador de meningite mais comum entre crianças pequenas. Desvios de LCE, trau-
matismo craniano e neurocirurgias expõem os pacientes ao risco de infecções no SNC causa-
das por espécies de Staphylococcus, bacilos Gram-negativos e espécies de Propionibacterium.
coquEluchE
A coqueluche, embora sua incidência tenha sido reduzida por causa da vacinação de roti-
na, ainda ocorre em crianças não imunizadas e é mais grave em lactentes. Também ocorre em 
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Vacinas
IMUNOLOGIA
Pollyana Lyra
adultos com imunidade reduzida desde a vacinação infantil. O agente etiológico é a Bordetella 
pertussis, um agente altamente infeccioso. Ele produz uma reação inflamatória de todo o trato 
respiratório. O período de incubação é de cerca de 6 a 20 dias, e os primeiros sintomas são os 
mesmos de um resfriado. Posteriormente, o paciente apresenta episódios paroxísticos de tos-
se produtiva com escarro espesso. Com frequência, o paciente sente dor na região da traqueia 
e dos brônquios. Comumente, a doença dura 6 a 12 semanas.
hEpatitE B
O vírus da hepatite B (HBV) faz parte da família hepadnavírus – um grupo de vírus relacio-
nados que causam hepatite em várias espécies de animais. Esse vírus causa uma infecção 
hepática cujos aspectos clínicos são extremamente variáveis: a doença pode estar ausente 
ou ser branda, ou pode manifestar-se como uma severa insuficiência hepática. A hepatite B é 
transmitida primariamente pelo contato com os líquidos corporais, em especial o soro. Toda-
via, também pode ser efetivamente disseminada tanto pelo contato sexual como pela trans-
missão materno-fetal. O título desses anticorpos determina o grau de sua importância: baixos 
títulos costumam ser resultados falso-positivos, enquanto títulos elevados quase sempre (50-
80% dos casos) indicam imunidade à infecção por HBV, a qual é demonstrada por uma respos-
ta anamnéstica à vacina contra hepatite B.
Existem várias outras vacinas relevantes para fins de prova.... Porém esse tema é mais 
comum para as provas de enfermagem. Para nós do laboratório ele fica muito relacionado a 
comprovação laboratoriais de que o indivíduo foi sensibilizado e os mecanismos de ação dos 
principais imunizantes, como vimos.
Por exemplo, cobra-se o que precisamos saber para comprovar imunização de um indi-
víduo contra a Hepatite B através da vacina. Nesse caso, fazemos o exame Anti-HBsAg IgG. 
Se este exame for positivo, o Anti-HBeAg for negativo e o HBsAg for negativo, o paciente foi 
protegido pela vacina.
A obrigatoriedade de vacinas é muito discutida no âmbito nacional. Porém para fins de 
controle de doenças e proteção da saúde pública temos um calendário vacinal que elenca to-
das as vacinas que devem ser aplicadas seu intervalo de reforço e o período da vida que isso 
acontece. Além das campanhas que acontecem anualmente para fins de controle de doenças 
consideradas sazonais.
Vale lembrar que muitas doenças comuns no Brasil e no mundo deixaram de ser um pro-
blema de saúde pública por causa da vacinação massiva da população. Poliomielite, sarampo, 
rubéola, tétano e coqueluche são só alguns exemplos de doenças comuns no passado e que 
as novas gerações só ouvem falar em histórias, graças a Deus!
Por isso é importante estar atento (como concurseiros) às atualizações do calendário va-
cinal nacional publicado pelo Ministério da Saúde.
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Vacinas
IMUNOLOGIA
Pollyana Lyra
Bom, falando em proteção....Vamos falar de um assunto que está muito evidente no mo-
mento de pandemia da COVID-19, o plasma convalescente. O plasma é a parte liquida no san-
gue e é nessa parte que nos encontramos os anticorpos. Então de maneira passiva, essa parte 
liquida é transferida de um paciente que já teve coronavírus e se recuperou para um paciente 
doente, ali tem-se a quantidade suficiente de anticorpos para combater o vírus já que esses 
anticorpos foram produzidos durante a resposta imunológica do doador recuperado.
Por meio do processo de doação de sangue, o plasma pode ser coletado de uma pessoa 
recuperada da doença. E isso pode ser um impulso ao sistema imunológico do paciente doen-
te. Segundo a nota técnica n. 21/2020, é permitido no Brasil a coleta e transfusão de plasma 
convalescente para uso experimental no tratamento de pacientes com COVID-19.
Fonte: Butantan
O processo de doação demora cerca de uma hora, desde a triagem (que é a mesma de uma 
doação de sangue normal), a aferição de temperatura e pressão, a avaliação do acesso venoso 
e a coleta em si, que leva em torno de 40 minutos. Na plasmaférese usa-se somente um braço, 
tanto para tirar o sangue, que é centrifugado na máquina para retirar o plasma, quando para 
devolver ao doador os componentes que não serão usados.
Plasmaférese é como se fosse uma hemodiálise, o sangue total é retirado e filtrado, cole-
tando-se apenas o plasma (que contém o elemento de interesse, anticorpos) e depois o san-
gue é devolvido para o doador.
Interessante demais né? Aliás, a hemoterapia em geral é muito fascinante! Sangue é vida! 
Essa é a maior verdade!...rs....falou uma farmacêutica atuante em hemocentros e amante do 
que faz... =)
Bom, agora vamos continuar o estudo das nossas armas imunológicas contra as doenças 
falando um pouco de soro antiofídico? Ele é o famoso antídoto contra os venenos de cobra.
A gente vai abordar o antiofídico, mas o raciocínio é o mesmo para soro antiescorpiônico e 
outros animais peçonhentos, ok?
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Vacinas
IMUNOLOGIA
Pollyana Lyra
Começa assim....A sua produção inicia-se quando é extraído da própria cobra, o seu vene-
no e, assim, transformam em antígeno, esses que irão fazer o sistema imunológico reagir e 
criar anticorpos.
Esses antígenos são aplicados em cavalos, em pequenas doses, para a produção de anti-
corpos suficientes para que, quando o plasma do cavalo for extraído, haja uma proporção de 
anticorpos boa.
Após vários testes, esse plasma passa por um processo industrial para a obtenção de soro 
específico. Eles são envasados em frascos-ampolas contendo uma solução límpida contendo 
os anticorpos purificados. Aqui vemos a diferença dos soros para a vacina.
Soro é o anticorpo PRONTO (PORQUE O CAVALO PAGOU O PREÇO DE PRODUZIR), vacinas 
são os antígenos enfraquecidos ou recombinados (PARA QUE O INDIVÍDUO PRODUZA O SEU 
PRÓPRIO ANTICORPO). Ou seja, a vacina depende da capacidade imunológica do paciente e o 
soro não.... o anticorpo é oferecido pronto a ele.
Como eu conversei com você anteriormente, a cobrança sobre quais vacinas existem, quais 
os intervalos de reforço e qual o período da vida o ser humano deve receber essa vacina são 
informações normalmente cobradas para enfermeiro porque tem mais relação com a atuação 
dos mesmos. Para nós, analistas de laboratório é comum serem cobradas informações sobre 
os ensaios que comprovam que o indivíduo é ou não protegido contra determinada doença, por 
isso estudaremos agora os “imunoensaios”.
iMunoEnsaios
Imunoensaios são técnicas laboratoriais que se valem de princípios de imunologia aplica-
dos à clínica diagnóstica para a detecção de antígenos ou anticorpos no sangue. Além dessas 
substâncias, os imunoensaios também detectam outras substâncias como DNA, RNA, marca-
dores protéicos ou qualquer molécula antigênica.
Os imunoensaios podem ser realizados com ou sem o uso de marcadores (agentes que 
“marcam” determinada substância com o fim de detectar reação específica, por exemplo, mar-
cadores radioativos). Assim, eles se dividem em ensaios com reagentes não marcados (pre-
cipitação, lise, aglutinação e floculação) e marcados (imunofluorescência, citometria de fluxo, 
radioimunoensaio, ELISA, Western Blot).
Vejamos o princípio de cada um deles.
prEcipitação
Teste qualitativo. Baseada na presença de precipitados visíveis formados pela atração Ag-
-Ac. É geralmente um teste simples, de fácil execução e baixo custo, contudo apresenta falhas 
de sensibilidade e problemas com a reprodutibilidade.
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Vacinas
IMUNOLOGIA
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iMunodifusão
Difusão de uma substância solúvel em um meio fluido. As técnicas de imunodifusão detec-
tam a reação Ag-Ac por intermédio da formação de um precipitado.
• IMUNODIFUSÃO RADIAL: Dosagem de Ag ou Ac – HALO DE PRECIPITAÇÃO.
• IMUNODIFUSÃO DUPLA: Detecção de Ac – BARREIRA IMUNOESPECÍFICA.
• IMUNOELETROFORESE: Avaliação de Ig – ELETROFORESE EM GEL (separação dos com-
ponentes) + IMUNODIFUSÃO (arco de precipitação).
aglutinação
É caracterizada pela formação de agregados visíveis como resultado da interação de anti-
corpos específicos e partículas insolúveis que contém determinantes antigênicos na superfí-
cie. Teste altamente sensível, utilizado no diagnóstico de vírus, bactérias, protozoários e fun-
gos; doenças autoimunes; detecção de hormônios e tipagem de grupos sanguíneos. De fácil 
execução (leitura visual) e baixo custo, apresenta boa especificidade e reprodutibilidade. Tem 
baixa sensibilidade e pouca estabilidade Ag-Ac.
• TESTE DE AGLUTINAÇÃO DIRETA: Ac + Ag = Complexo precipitado. Testes feitos em 
diluições crescentes, com antígenos na mesma concentração, em que os resultados 
são expressos em título antissoro – a máxima diluição, em que ocorre a reação. Ex.: 
Tipagem sanguínea, Toxoplasmose, Salmoneloses, Tripanossomíase.
• INIBIÇÃO DA HEMAGLUTINAÇÃO DIRETA: Ac + Vírus = Ausência de Aglutinação (positivo 
para presença de Ac na amostra). Antígenos virais aglutinam hemácias. Anticorpos pre-
sentes na amostra inibem a aglutinação indicando presença de anticorpos. Ex.: Rubéola, 
Sarampo, Influenza.
• TESTE DE AGLUTINAÇÃO INDIRETA: (Ag + Partícula Inerte) + Ac = Aglutinação. Partícu-
las inertes e hemácias podem ser sensibilizadas por adsorção passiva (contato direto 
com o antígeno solúvel), por adsorção via agente químico (ácido tânico e cloreto de 
cromo), por conjugação do Ag (ligações químicas covalentes).
• HEMAGLUTINAÇÃO PASSIVA: Proteínas podem ser adsorvidas a hemácias tratadas com 
ácido tânico e podem ser aglutinadas por Ac específicos. Geralmente é utilizado hemá-
cias de carneiro ou humanas do grupo O. O teste considerado positivo: verifica formação 
de tapete cobrindo o fundo da cavidade da placa em “V” (título será a máxima diluição 
em que se observa a formação de tapete). Enquanto o teste será considerado negativo 
quando hemácias sedimentam formando “botão” compacto. Ex.: Pesquisa de Ac para 
Trypanosoma cruzi, Treponema pallidum (sífilis), Toxoplasma gondii.
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iniBição da hEMaglutinação indirEta
Baseia-se na competição, pelos sítios de combinação do Ac, entre o Ag fixado à hemácia 
e o Ag solúvel ou hapteno. O grau de inibição relacionase com a quantidade do Ag presente na 
amostra e com a afinidade pelos sítios de combinação do anticorpo. Ex.: Detecção de Ag na 
hepatite e na hemofilia.
Aglutinação do látex
Partículas de látex são esferas de poliestireno, utilizadas como suporte na adsorção. Em-
pregado na pesquisa de Ag ou Ac, sendo a aplicação mais comum é na detecção de fator 
reumatoide.
fator rEuMatoidE
Detecção de anticorpo IgM (pentamérico) dirigido contra a Fc do anticorpo IgG (mas tam-
bém pode ser IgA, IgM e IgE). IgG adsorvida ao látex, haverá exposição dos determinantes que 
reagem contra o FR, resultando em aglutinação. Se não houver aglutinação, resultado negativo.
protEína c rEatiVa
Aparece no soro de pacientes na fase aguda de algumas doenças. É detectada sua presen-
ça com partículas de látex contendo anticorpos antiproteína C reativa. Pode ter normalmente 
no organismo da pessoa; necessário fazer diluições, para evitar pró-zona.
Vdrl
Emprega cristais de colesterol que são sensibilizados com lecitina e cardiolipina, para pes-
quisa de anticorpos na sífilis. Detecta Ac antilipídios que formam no hospedeiro como res-
posta ao material de natureza lipídica, liberado pelas células lesadas no início da infecção e 
ao material lipídico do próprio treponema. Leitura, após agitação, será positiva se ocorrer a 
formação de flóculos.
tEstE dE fixação do coMplEMEnto
Ensaio lítico realizado em duas fases: 1. Ag + Ac + complemento e 2. Hemácias sensibi-
lizadas. Medida da atividade hemolítica determina a presença ou ausência do antígeno ou 
anticorpo.
• Qualitativo: Titulação do complemento residual não consumido.
• Quantitativo: Usa-se quantidades fixas e bem determinadas; o complemento residual é 
medido por sistema indicador.
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Ensaio dE nEutralização dE hEMólisE
Estreptococos B-hemolíticos do grupo A estimulam a produção de anticorpos e hemolisi-
nas. Ensaio lítico realizado em duas etapas:
1. Soro do paciente (Ac) + hemolisina (Ag)
2. Hemácias.
Se a hemolisina for neutralizada, as hemácias não lisam. Se não houver anticorpo, hemoli-
sina ativa e as hemácias são lisadas.
rEaçõEs sorológicas para sífilis
A sífilis é uma Infecção Sexualmente Transmissível (IST) causada pela bactéria Treponema 
pallidum. Pode apresentar várias manifestações clínicas e diferentes estágios (sífilis primária, 
secundária, latente e terciária). Nos estágios primário e secundário da infecção, a possibili-
dade de transmissão é maior. Ela pode ser transmitida por relação sexual com uma pessoa 
infectada, ou da mãe infectada para a criança durante a gestação ou o parto.
Sífilis primária
• Ferida, geralmente única, no local de entrada da bactéria (pênis, vulva, vagina, colo uteri-
no, ânus, boca, ou outros locais da pele), que aparece entre 10 a 90 dias após o contágio.
• Não dói, não coça, não arde e não tem pus, podendo estar acompanhada de ínguas (ca-
roços) na virilha.
Sífilis secundária
• Os sinais e sintomas aparecem entre seis semanas e seis meses do aparecimento da 
ferida inicial e após a cicatrização espontânea.
• Manchas no corpo, principalmente, nas palmas das mãos e plantas dos pés.
• Não coçam, mas podem surgir ínguas no corpo.
Sífilis latente – fase assintomática
• Não aparecem sinais ou sintomas.
• É dividida em sífilis latente recente (menos de um ano de infecção) e sífilis latente tardia 
(mais de um ano de infecção).
• A duração é variável, podendo ser interrompida pelo surgimento de sinais e sintomas da 
forma secundária ou terciária.
Sífilis terciária
• Pode surgir de dois a 40 anos depois do início da infecção.
• Costuma apresentar sinais e sintomas, principalmente lesões cutâneas, ósseas, cardio-
vasculares e neurológicas, podendo levar à morte.
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Diagnóstico
O teste rápido (TR) de sífilis está disponível nos serviços de saúde do SUS, sendo prático e 
de fácil execução, com leitura do resultado em, no máximo, 30 minutos, sem a necessidade de 
estrutura laboratorial. O TR de sífilis é distribuído pelo Departamento de DST, Aids e Hepatites 
Virais/Secretaria de Vigilância em Saúde/Ministério da Saúde (DDAHV/SVS/MS), como parte 
da estratégia para ampliar a cobertura diagnóstica dessa DST.
Quando o TR for utilizado como triagem, nos casos positivos (reagentes), uma amostra 
de sangue deverá ser coletada e encaminhada para realização de um teste laboratorial (não 
treponêmico) para confirmação do diagnóstico.
Em caso de gestante, o tratamento deve ser iniciado com apenas um teste positivo (rea-
gente), sem precisar aguardar o resultado do segundo teste.
Imagem autoral
O VDRL é a reação de floculação obtida, devido à interação cristal de colesterol (cuja su-
perfície é impregnada com cardiolipina e lecitina) com anticorpo anticardiolipina. Após unir 
os reagentes com a amostra é necessário que haja observação em microscopia óptica para 
verificar a diluição máxima em que aparecem os flocos (esse é o resultado do teste). O exame 
de RPR é bem parecido com o VDRL, porém nele utiliza-se carvão junto ao regente e amostra 
e a observação não exige microscópio, mas apenas observação sob incidência de luz. O TPT 
(teste de imobilização do treponema) se baseia na reação entre o treponema e o soro do pa-
ciente. Para ser considerado positivo deve haver imobilização de mais de 50% dos treponemas 
e negativo menos de 20%. Isso ocorre porque o paciente doente naturalmente imobiliza o T. 
Palidum. O MHA-TP é o teste de microhemaglutinação para Treponema palidum e se baseia na 
capacidade de aglutinação após interação da hemácia contendo T. palidum com anticorpo do 
soro do paciente. Esse teste, quando realizado de forma indireta os antígenos se encontram 
sobre superfície gelatinosa. O teste considerado PADRÃO OURO para confirmatório de sífilis é 
o FTA-ABS (teste do anticorpo treponêmico fluorescente absorvido).
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Ele é realizado com a deposição do soro do paciente (provavelmente contendo os anti-
corpos) sobre a superfície de uma lâmina impregnada com o antígeno treponema. Após inte-
ragirem e formarem o complexo antígeno + anticorpo, adiciona-se o anticorpo marcado com 
isotiocianato de fluoresceína e faz-se a lavagem (para eliminar os possíveis antígenos não 
constituintes do complexo antígeno + anticorpo). Após isso é feita a leitura em microscópio, 
obtendo uma lâmina com o parasito na cor verde maçã (a lâmina é muito linda).
Lâmina do T. pallidum (FTA-ABS)
Portanto, o FTA-ABS é um teste treponêmicoobtido por imunofluorescência indireta.
Sífilis congênita
É uma doença transmitida de mãe para criança durante a gestação. São complicações 
dessa forma da doença: aborto espontâneo, parto prematuro, má-formação do feto, surdez, 
cegueira, deficiência mental e/ou morte ao nascer. Por isso, é importante fazer o teste para 
detectar a sífilis durante o pré-natal e, quando o resultado for positivo, tratar corretamente a 
mulher e seu parceiro sexual, para evitar a transmissão vertical.
proVas sorológicas para doEnças rEuMáticas
Doenças autoimunes são condições nas quais os danos aos órgãos e tecidos resultam de 
autoanticorpos ou de células autorreativas. Essas doenças afetam cerca de 2% da população 
e estão ligadas a falhas nos mecanismos de autotolerância. Muitos são os fatores que podem 
contribuir para isso, como: Defeitos no sistema imune (defeitos em células natural killer, em 
células T supressoras, na secreção de interleucinas, no processo de fagocitose ou nos compo-
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nentes do sistema complemento.... Espero que vocês se lembrem dessas células das nossas 
aulas anteriores), ação de hormônios (especialmente estrogênios), condições ambientais (in-
fecções virais, bacterianas ou parasitárias), medicamentos e agentes tóxicos.
Provas de atividade imunológica
Fator Reumatoide
São anticorpos normalmente da classe IgM, que reagem com a fração Fc da imunoglo-
bulina IgG. A determinação do fator reumatoide é um dos critérios de diagnóstico de artrite 
reumatoide recomendado pela American Rheumatism Association.
A comprovação da presença ou não do fator reumatoide tem um grande valor diagnóstico, 
pois permite confirmar ou pôr em dúvida um possível diagnóstico de enfermidade reumática 
obtido a partir dos relatos anamnésico e pelo estado clínico do paciente.
Determinados pela técnica de Waaler – Rose (hemaglutinação de eritrócitos de carneiro 
sensibilizados com anticorpo de coelho) é mais específico, e pela técnica do látex (aglutinação 
de partículas de látex, sensibilizadas com IgG humano) é mais sensível. Sua titulação é impor-
tante para o prognóstico da artrite reumatoide, e níveis altos sugerem maior agressividade da 
doença. Faz o diagnóstico diferencial entre artropatias soropositivas e soronegativas (síndro-
me de Reiter, espondilite anquilosante, artrite psoriásica, artropatias enteropáticas). Está pre-
sente na população normal e em outras doenças não reumáticas. O resultado da determinação 
do fator reumatoide deve ser interpretado juntamente com outros resultados de laboratório e a 
clínica do paciente, já que um nível baixo ou ausente do FR não necessariamente indica a au-
sência de uma artrite reumatoide e tampouco altas concentrações de FR são exclusivamente 
de doenças reumáticas.
iMunocoMplExos
Imunocomplexos circulantes foram detectados e implicados numa grande variedade de 
doenças. Desde infecções crônicas, passando por neoplasias e chegando até as doenças 
imunológicas sistêmicas, os IC parecem poder explicar muitas das manifestações articulares, 
vasculares, renais, cutâneas e oftalmológicas, que podem cursar com estas doenças. Diante 
de um estímulo antigênico, anticorpos específicos são formados proporcionando a reação 
Ag-Ac, com excesso de Ag, resultando na formação de complexos de baixo peso molecular. 
Eles são fagocitados pelo S.R.E (Sistema Retículo Endotelial) e vão se depositar nos tecidos, 
fixam complemento e desencadeiam uma reação inflamatória. Eles podem ser detectados na 
circulação ou através de biópsia de pele, vasos ou rim, através de Imunofluorescência, Elisa e 
Radioimunoensaio.
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A relação entre imunocomplexos circulantes e atividade da doença ainda não está bem 
definida, pois depende de uma série de fatores, tais como: deposição, localização e patogeni-
cidade dos mesmos, bem como a resposta do paciente a um determinado estímulo.
criogloBulinas
São gamaglobulinas que tem como propriedade a precipitação a baixas temperaturas (in-
ferior a 36ºC) e a redissolução deste precipitado, quando reaquecemos o soro a 37ºC. A aná-
lise das proteínas é feita através de centrifugação e lavagem a 4ºC do precipitado, e posterior 
avaliação imunoeletroforética, determinando IgM, IgG ou IgA.
anticorpos antiEstrEptococos “aslo”
É uma prova sorológica específica, que demonstra simplesmente uma resposta a uma pré-
via infecção pelo Estreptococos Beta Hemolítico do grupo A de Lancefield. A determinação 
imunoquímica de anticorpos inespecíficos contra produtos do metabolismo dos estreptoco-
cos proporciona uma valiosa informação que em conjunto com outros exames clínicos e mé-
dicos é de grande utilidade no diagnóstico de febres reumáticas agudas e glomerulonefrites 
provocadas por estreptococos. Apesar da febre reumática em diferentes regiões ter quase 
desaparecido, um ligeiro aumento de casos subclínicos transitórios tem sido relatado e exige 
um esclarecimento mais detalhado por meio de diagnóstico sorológico.
Na determinação sorológica Ac dá prioridade a antiestreptolisina “O” já que se encontram 
aumentada entre 80 até 85% dos casos. Até agora só existe padronização internacional para 
ASLO. A presença de níveis elevados de ASLO, ajuda no diagnóstico diferencial da febre reu-
mática aguda e da glomerulonefrite pós – estreptococos. Entretanto, infecções na pele por 
estreptococos resultam em baixos títulos de ASLO, apesar de estes estarem associados com 
glomerulonefrite. Estreptococos resultam em baixos títulos de ASLO, apesar de estes estarem 
associados com glomerulonefrite.
fator antinuclEar (fan)
São autoanticorpos que reagem contra vários componentes celulares, dentre eles: DNA, 
RNA, histonas (proteínas) e componentes citoplasmáticos. Esses autoanticorpos estão pre-
sentes nas doenças coletivamente denominadas “Doenças do Colágeno” e, em outros quadros 
clínicos, associados com uso medicamentos, doenças reumáticas, doenças autoimune, neo-
plasias e outros. São úteis para o diagnóstico e acompanhamento das doenças reumáticas, 
sendo os mais comuns: Lupus Eritematoso Sistêmico (Sm, U1- nRPn, Ku ds DNA, Histonas, 
PCNA, Fosfolipídeos, RNP Ribossomal), Esclerose Sistêmica Progressiva (Topoisomerase Scl-
70, Centrômero, Fibrilarina, NOR-90, RNA Polimerase, PM-Scl, Th /To), Síndrome de Sjiogren 
(SS-A/Ro, SS-B/CA, P 80), doença mista do tecido conjuntivo (U1-nRND) e poli ou dermato-
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miosite (RNA sintetase, SRP). Pode-se detectá-los por diversas técnicas: Imunofluorescência 
Indireta, corte de tecido (Fígado de rato), células fixadas (Células Hep 2) e por Elisa.
A célula LE é a presença de um anticorpo antinucleoproteína com capacidade de fixar 
complemento e é um fenômeno produzido in vitro. A determinação do padrão fluorescente 
e sua titulação são importantes, pois, orientam diagnóstico tratamento e prognóstico destas 
patologias.Seus principais padrões de Fluorescência são reconhecidas e indicam diferentes 
anticorpos.
rEaçõEs para hiV
Veja bem, foi realizado um estudo para observar quais os exames eram capazes de diag-
nosticar o HIV nos diferentes estágios... Esses estágios foram chamados de geração!
Os testes para detecção da infecção pelo HIV são principalmente empregados em três 
situações: para triagem sorológica do sangue doado e garantia da segurança do sangue, he-
moderivados e órgãos para transplante; para os estudos de vigilância epidemiológica; e para 
realizar o diagnóstico da infecção pelo HIV.
Imagem autoral
Imunoensaio de triagem: Logo após a descoberta do HIV, foram desenvolvidos imunoen-
saios (IE) para o diagnóstico da infecção. Nas últimas décadas, quatro gerações de IE foram 
desenvolvidas. Essas gerações foram definidas de acordo com a evolução das metodologias 
empregadas, a partir do primeiro ensaio disponível comercialmente, no ano de 1985. As princi-
pais características das quatro gerações de IE estão descritas a seguir.
Primeira Geração
O ensaio de primeira geração tem o formato indireto, ou seja, a presença de anticorpos 
específicos é detectada por um conjugado constituído por um anticorpo anti-IgG humana. Na 
fase sólida, os antígenos são originados de um lisado viral de HIV. Os antígenos do lisado viral 
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são obtidos a partir de cultura do HIV em linhagens celulares humanas. O vírus é obtido do so-
brenadante da cultura, concentrado por centrifugação e lisado para expor as proteínas virais. 
Essas proteínas são posteriormente purificadas; entretanto, as diferentes proteínas virais não 
são obtidas com a mesma eficiência e algumas sofrem degradação, alterando as proporções 
estequiométricas das proteínas presentes no vírion. Além disso, proteínas de origem celular e 
outras impurezas, provenientes do meio de cultura, também podem estar presentes na prepa-
ração antigênica final. Dessa forma, o “caldo” constituído por proteínas virais (em proporções 
distintas daquelas encontradas no vírion), proteínas de células humanas e do meio de cultura, 
são utilizadas como antígenos na fase sólida do ensaio de primeira geração. Essas caracte-
rísticas tornam o ensaio pouco específico e, pelo fato de detectarem apenas IgG, também são 
menos sensíveis do que os ensaios de gerações posteriores. Em média, a janela de sorocon-
versão dos ensaios de primeira geração é de 6 a 8 semanas. Atualmente, esses ensaios deixa-
ram de ser utilizados na rotina diagnóstica dos laboratórios.
Ensaio imunoenzimático indireto tipo ELISA (do Inglês, Enzyme- Linked Immunosorbent Assay)
Segunda Geração
O ensaio de segunda geração também tem formato indireto; porém, utiliza antígenos re-
combinantes ou peptídeos sintéticos derivados de proteínas do HIV. A possibilidade de utilizar 
antígenos recombinantes ou peptídeos sintéticos no diagnóstico da infecção pelo HIV decorre 
do conhecimento de que existem regiões antigênicas em determinadas proteínas do HIV – 
epítopos imunodominantes – que são alvos preferenciais da resposta imune humoral. Quanto 
maior a quantidade de epítopos imunodominantes no ensaio, mais sensível esse ensaio se 
torna. Proteínas fracamente imunodominantes, ou aquelas em que o aparecimento do anticor-
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po se dá mais tardiamente, não contribuem para melhorar o desempenho do ensaio e ainda 
podem ser fonte de reatividade inespecífica.
Em comparação com os ensaios de primeira geração, os de segunda geração são mais 
sensíveis e específicos, por conter uma maior concentração de proteínas (epítopos imunodo-
minantes) relevantes. Em média, a janela de soroconversão dos ensaios de segunda geração 
é de 28 a 30 dias.
Terceira Geração
O ensaio de terceira geração tem o formato “sanduíche” (ou imunométrico). A característica 
desse ensaio é utilizar antígenos recombinantes ou peptídeos sintéticos tanto na fase sólida 
quanto sob a forma de conjugado. Esse formato permite a detecção simultânea de anticorpos 
anti-HIV IgM e IgG. Como a IgG é bivalente, ou seja, possui dois sítios de ligação ao antígeno 
(chamados de região Fab da imunoglobulina) e a IgM é pentavalente, um desses sítios liga-se 
ao antígeno adsorvido à fase sólida e o(s) outro(s) Fab fica(m) livre(s) para posteriormente 
ligar(em)-se aos mesmos antígenos solúveis, sob a forma de conjugado. Dessa forma, o anti-
corpo fica “entre dois” antígenos e, por essa característica, qualquer classe de imunoglobulina 
anti-HIV (IgG, IgM, IgA ou IgE) será detectada por esse tipo de metodologia. A possibilidade de 
detectar anticorpos da classe IgM torna esse ensaio mais sensível do que os de gerações an-
teriores. Ao mesmo tempo, há aumento da especificidade, pois o conjugado (antígenos) liga-se 
apenas à valência livre do anticorpo que está no complexo imune (antígenos na fase sólida do 
ensaio e anticorpos da amostra).
Em média, a janela de soroconversão dos ensaios de terceira geração é de 22 a 25 dias. A 
figura abaixo mostra uma representação esquemática de um ensaio de terceira geração:
Ensaio imunoenzimático do tipo “sanduiche” ou imunométrico de terceira geração do tipo ELISA.
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Quarta Geração
O ensaio de quarta geração detecta simultaneamente o antígeno p24 e anticorpos específi-
cos anti-HIV. O componente de detecção de anticorpo tem o formato de “sanduíche”; portanto, 
detecta todas as classes de imunoglobulinas contra proteínas recombinantes ou peptídeos 
sintéticos derivados das glicoproteínas gp41 e gp120/160. O componente de detecção de an-
tígeno p24 é constituído por um anticorpo monoclonal na fase sólida (para capturar o antígeno 
p24 presente no soro) e de um conjugado constituído por um antissoro (anticorpo) poli especí-
fico contra a proteína p24. Em média, a janela diagnóstica dos ensaios de quarta geração é de 
aproximadamente 15 dias, dependendo do ensaio utilizado.
Vamos ao último e muito debatido imunoensaio dessa aula: Anticorpos Neutralizantes....
anticorpos nEutralizantEs
O anticorpo neutralizante é o anticorpo capaz de bloquear a entrada do vírus na célula, por 
isso é chamado de neutralizante.
Ele tem como objetivo analisar se o indivíduo possui anticorpos capazes de neutralizar a 
entrada do SARS-CoV nas células, podendo evitar a replicação viral e, consequentemente, o 
adoecimento.
O ensaio baseia-se no uso de um reagente que se assemelha à estrutura do receptor que 
o vírus usa para se ligar e entrar na célula humana, sendo assim capaz de analisar especifica-
mente se há presença de anticorpos neutralizantes e a quantidade deles no organismo.
Porém, fica aqui a minha crítica.... Até hoje não se sabe qual é o nível de anticorpos neces-
sário para evitar o adoecimento, ou seja... qual seria a relevância desse exame? Eita que esse 
daria um excelente tema de discursiva não é mesmo?
Bom, mas chegapor hoje né? Estudamos demais! Vamos praticar um pouco para ver se foi 
realmente válido esse estudo?
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QUESTÕES DE CONCURSO
001. (MARINHA/TÉCNICO ANÁLISES CLÍNICAS/2019) Observe a reportagem.
Começa a campanha de vacinação contra gripe na rede pública de saúde
Previsão é vacinar mais de 54 milhões de pessoas. Vacina protege contra três vírus: H3N2, in-
fluenza B e H1N1.
A campanha de vacinação contra a gripe já está valendo em toda a rede pública de saúde no 
Brasil. Tem direito a tomar a vacina de graça grupos prioritários: idosos, grávidas, mulheres 
com recém-nascidos de até 45 dias, índios, presidiários, trabalhadores da saúde, professores e 
crianças de pelo menos seis meses de idade e menores de cinco anos. Além de pessoas com 
doenças crônicas, como hipertensão, asma e bronquite.
Disponível em: <http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2018/ 04/comeca-campanha-de-
-vacinacao-contra-gripe-na-rede-publica-de-saude.html>.
Em relação às vacinas e ao funcionamento do sistema imune, analise as afirmativas abaixo.
I – O anticorpo reage apenas com o corpo estranho contra o qual foi produzido. Os anticorpos 
são produzidos por um tipo de célula do sistema imune.
II – As vacinas são produzidas a partir de vírus inativados ou atenuados, que, ao serem colo-
cados no nosso corpo, estimulam a produção de anticorpos e células de memória pelo nosso 
sistema imunológico.
III – A produção de vacinas é realizada no corpo de outro ser vivo, que normalmente é um ma-
mífero de grande porte, como um cavalo.
IV – Diferente das vacinas, os soros são usados em casos em que há necessidade de tratamen-
to rápido, ou seja, quando não é possível esperar a produção de anticorpos pelo nosso corpo.
Estão corretas apenas as afirmativas:
a) I, lI e IV.
b) II, III e IV,
c) II e III.
d) I, III e IV.
e) I e II.
002. (PMRJ/BIOQUÍMICA/2010) A imunidade contra a hepatite B pós-vacinação deve ser ve-
rificada pelo título de
a) anti-HBS.
b) HbsAg.
c) anti-HBc- IgM.
d) anti-HBe.
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IMUNOLOGIA
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003. (PM-MT/BIOQUÍMICO/2012) O Ministério da Saúde, através da Coordenação Geral do 
Programa Nacional de Imunizações (PNI), lançou no primeiro semestre de 2012 a 14ª Campa-
nha Nacional de Vacinação contra a Influenza, uma infecção viral aguda que afeta o sistema 
respiratório. Essa campanha teve por objetivo vacinar 80% das pessoas que compõem o grupo 
alvo, composto por crianças de 6 meses até 2 anos de idade, gestantes, trabalhadores da área 
de saúde, indígenas e idosos a partir de 60 anos de idade. A vacina contra gripe é produzida 
em ovos embrionados de galinha, portanto não é recomendada para pessoas com histórico de 
alergia a ovo e seus derivados.
A partir do tema abordado, assinale a alternativa correta.
a) As vacinas possuem anticorpos contra os antígenos, impedindo que as pessoas vacinadas 
desenvolvam a doença.
b) Vacinas contendo antígeno inativado sensibilizam o sistema imunológico, induzindo a for-
mação de anticorpos.
c) As reações alérgicas ocorrem apenas na primeira vez que a pessoa entra em contato com o 
alérgeno, ficando imunizada pela ação dos macrófagos.
d) Os vírus são organismos procariontes heterótrofos que parasitam as células, causan-
do doenças.
004. (MARINHA/FARMÁCIA/2017) Segundo Allen (2013), vacinas para câncer desenvolvidas 
a partir de material antigênico produzido de um tumor do paciente são denominadas
a) alogênicas.
b) idiotípicas.
c) autólogas.
d) anti-idiotípicas.
005. (CESPE/2011) Sobreviventes da gripe H1N1 têm a chave para nova vacina
Conforme relatos de cientistas, as pessoas que se recuperaram da gripe H1N1, a qual se tor-
nou pandemia em 2009 e ficou conhecida como gripe suína, desenvolveram anticorpos inco-
muns que as protegem de diferentes cepas de gripe.
Os especialistas surpreenderam-se ao descobrir que a imunidade dos pacientes a novas gripes 
poderia impulsionar as pesquisas para a produção de uma vacina universal contra uma série 
de cepas que existiram por décadas, destacou o estudo publicado no Journal of Experimen-
tal Medicine.
Cientistas dos Estados Unidos examinaram nove pacientes que haviam adoecido no ano ante-
rior e descobriram neles anticorpos que, testados em ratos, os protegeram de uma dose letal 
de, pelo menos, outras três cepas de gripe, inclusive da aviária.
Internet:<www.correiobraziliense.com.br> (com adaptações).
Com base nas informações acima e nos conhecimentos a elas correlatos, julgue o item seguinte.
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Vacinas
IMUNOLOGIA
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Caso se conseguisse isolar os anticorpos contra a gripe presentes no organismo dos pacien-
tes que participaram do referido estudo, uma vacina muito eficiente contra essa doença pode-
ria ser fabricada.
006. (MARINHA/FARMÁCIA/2010) A maioria das hepatites virais é causada pelos vírus A, B, 
C, D e E. O diagnóstico desta doença pode ser estabelecido pela detecção sorológica de anti-
corpos e pela identificação de antígenos virais. O resultado laboratorial de todos os marcado-
res sorológicos da hepatite B de um paciente demonstra positividade apenas para o anticorpo 
de superfície anti-HBS. Assinale a opção que apresenta a interpretação deste resultado.
a) Infecção crônica.
b) Infecção aguda.
c) Fase inicial.
d) Vacinação efetiva.
007. (CIAAR/FARMÁCIA/2015) Um paciente apresentou o seguinte quadro de dados labora-
toriais na pesquisa de rubéola: “IgG positivo sem elevação do título de uma segunda amostra; 
IgM negativo; IgG de alta avidez presente; e, resposta linfoproliferativa presente”. Esse paciente 
possui um quadro de
a) Reinfecção.
b) Infecção primária.
c) Rubéola congênita.
d) Imunidade por infecção anterior ou vacinado.
008. (COTEC/BIOQUÍMICO/2019) O processo de vacinação tem por objetivo induzir imunida-
de. Assim, várias campanhas de vacinação são criadas pelo governo e inúmeras vacinas são 
disponibilizadas à população. Das alternativas abaixo, assinale a que contém um parâmetro 
que um farmacêutico poderia avaliar para verificar a eficácia de uma campanha de vacinação, 
em um determinado município.
a) Neutrófilo.
b) Eosinófilo.
c) Eritropoetina.
d) Linfócitos T.
009. (SEDUC/BIÓLOGO/2014) A respeito de soros e vacinas, analise as afirmativas a seguir.
I – Os soros são obtidos a partir da inoculação de antígenos em animais.
II – As vacinas estimulam a produção de antígenos.
III – Os anticorpos são os principais constituintes de vacinas.
Assinale:
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a) se apenas a afirmativa I estiver correta.
b) se apenas a afirmativa II estiver correta.c) se apenas a afirmativa III estiver correta
d) se apenas as afirmativas I e II estiverem corretas.
e) se apenas a afirmativas II e III estiverem corretas.
010. (IBADE/BIÓLOGO/2019) As vacinas são capazes de estimular a produção de anticorpos 
no organismo. Assim, dizemos que as vacinas nos conferem:
a) imunidade ativa, enquanto o soro confere imunidade passiva.
b) imunidade passiva, enquanto o soro confere imunidade ativa.
c) imunidade ativa, como o soro.
d) imunidade passiva, como o soro.
011. (IF-TO/BIÓLOGO) As vacinas estão entre as principais conquistas da humanidade. Elas 
são capazes de estimular a produção de anticorpos no organismo dos indivíduos, imunizando-
-os. Portanto, as vacinas garantem uma imunização:
a) imediata.
b) ativa.
c) passiva.
d) prolongada.
012. (FIOCRUZ/TÉCNICO ANÁLISES/2010) Sobre vacinas, analise as afirmativas a seguir.
I – As vacinas são preparações que, ao serem introduzidas no organismo, desencadeiam uma 
reação do sistema imunológico, estimulando a formação de anticorpos e tornando este orga-
nismo imune ao agente e às doenças por ele provocadas.
II – Vacinas atenuadas são constituídas de microrganismos obtidos pela seleção de cepas 
naturais e atenuadas por meio de passagens em meios de cultura especiais, em diversos hos-
pedeiros ou por manipulação genética.
III – As vacinas podem ser produzidas a partir de microorganismos vivos atenuados ou mor-
tos, toxinas neutralizadas, ou simplesmente utilizando componentes de cápsula, membrana ou 
parede do microorganismo.
Assinale:
a) se apenas a afirmativa I estiver correta.
b) se apenas as afirmativas I e III estiverem corretas.
c) se apenas a afirmativa II estiver correta.
d) se apenas a afirmativa III estiver correta.
e) se todas as afirmativas estiverem corretas.
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013. (CONSULTEC/BIÓLOGO/2013) A produção de vacinas representa um avanço na preven-
ção de doenças, o que tem promovido melhoria significativa da qualidade de vida das popula-
ções humanas.
As vacinas são processos de imunização ativa que envolvem a
a) produção de anticorpos específicos pelo sistema imune.
b) aplicação de antígenos prontos de ação rápida e duradoura.
c) indução de mutações que transformam seres patogênicos em inofensivos.
d) injeção de soros imunes de ação permanente contra as toxinas do patógeno.
e) inoculação de formas infectantes que estimulam a fagocitose pelos macrófagos.
014. (UECE/FARMACÊUTICO/2016) Uma das mais valiosas contribuições da imunologia é a 
produção de anticorpos de defesa após uma vacinação. O tipo de imunoglobulina identificado 
laboratorialmente e que conota ou significa que o indivíduo já desenvolveu determinada doen-
ça infeciosa ou já foi vacinado para ela é denominado
a) IgA.
b) IgG.
c) IgD.
d) IgM.
015. (FGV/ANÁLISES CLÍNICAS/2016) O paciente vacinado contra a Hepatite B (HBV), apre-
senta o(s) marcador(es):
a) Anti-HBs e anti-HBe.
b) Anti-HBe.
c) Anti-HBs e anti-HBc.
d) Anti-HBs.
e) Anti-HBc e anti-HBe.
016. (IBFC/POLÍCIA CIENTÍFICA-PR/QUÍMICO-LEGAL/2017) Os imunoensaios usam anti-
corpos, proteínas produzidas pelo sistema imune dos animais em resposta à introdução de 
corpos estranhos. Sobre o imunoensaio ELISA (imunoensaio enzimático). Assinale a alternati-
va incorreta a respeito desse imunoensaio.
a) Um anticorpo contra uma proteína de interesse é imobilizado em um sólido inerte
b) A solução a ser analisada é aplicada na superfície coberta de anticorpos
c) O anticorpo liga-se à proteína de interesse, e as demais proteínas são removidas por lavagem
d) Faz-se a reação de uma segunda proteína específica – esta sem ligação com enzima – com 
o complexo proteína-anticorpo, gerado na etapa anterior
e) A quantidade de complexos anticorpo-enzima é medida por meio do teste de ativida-
de da enzima
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017. (UFMT/PREFEITURA DE VÁRZEA GRANDE – MT/PROFISSIONAL DE NÍVEL SUPE-
RIOR COMPLETO DO SUS/BIOMÉDICO/2018) A determinação de hormônios e anticorpos no 
sangue é realizada por imunoensaios dos mais variados tipos. Qual é o imunoensaio em que 
os ésteres de acridina são conjugados diretamente com moléculas de proteína e reagem de 
forma oxidativa com H2O2 em condições alcalinas, produzindo intermediários de alta energia?
a) Quimioluminescência
b) Enzimaimunoensaio
c) Fluorescente
d) Imunocromatográfico
018. (FGV/SEE-PE/PROFESSOR DE ANÁLISES CLÍNICAS/2016) Assinale a opção que indica 
o elemento capaz de promover interferências nos imunoensaios.
a) Reação realizada em tubos de vidro.
b) Presença de anticoagulantes.
c) Efeito pró-zona.
d) Utilização de tampão fosfato pH 7,2.
e) Utilização de solução salina 0,85%, pH 7,2.
019. (CESGRANRIO/UNIRIO/FARMACÊUTICO/BIOQUÍMICO/2016) Para a confirmação da 
infecção por T. pallidum, o imunoensaio enzimático preconizado como teste diferencial e con-
firmatório consiste em
a) FTA-abs e TPHA
b) RPR e VDRL
c) exame do líquido céfalo-raquidiano e hemograma completo
d) VDRL e PCR
020. (IBFC/EBSERH/FARMACÊUTICO/2020) Imunoensaio que tem como princípio a forma-
ção de redes de células ou partículas inertes, interligadas por pontes moleculares de anticor-
pos, que se combinam simultaneamente com dois determinantes antigénicos nas superfícies 
de células ou partículas adjacentes. Assinale a alternativa que apresenta corretamente a rea-
ção descrita no enunciado.
a) Reação de Aglutinação
b) Reação de Precipitação
c) Reação de fixação do complemento
d) Reação de imunofluorescência
e) Reação imunoenzimática
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021. (IDECAN/UFPB/TÉCNICO EM LABORATÓRIO/ANÁLISES CLÍNICAS/2016) O Elisa é 
uma técnica de Imunoensaio Enzimático (EIA) heterogêneo, muito utilizada para diagnóstico, 
principalmente por causa de seu baixo custo e por detectar quantidades extremamente pe-
quenas de antígenos ou anticorpos. Esse exame se baseia na detecção de anticorpos ou de 
antígenos específicos, através da reação anticorpo-antígeno. São cromógenos utilizados para 
o teste Elisa, EXCETO:
a) OPD.
b) TMB.
c) ABTS.
d) Fenolftaleína
022. (FAUEL/PREFEITURA DE MANDAGUARI – PR/FARMACÊUTICO E BIOQUÍMICO/2019) 
Logo após a descoberta do HIV, foram desenvolvidos imunoensaios (IE) para o diagnóstico da 
infecção. Nas últimas décadas, sucederamse quatro gerações de IE. Essas gerações foram 
definidas de acordo coma evolução das metodologias empregadas, a partir do primeiro ensaio 
disponível comercialmente. Das alternativas apresentadas abaixo, em relação as principais 
características das quatro gerações de IE, assinale a afirmativa INCORRETA.
a) O ensaio de quarta geração tem formato indireto, detecta simultaneamente o antígeno p36 
e p37 e anticorpos inespecíficos relacionados ao anti-HIV. É constituído por um anticorpo poli-
clonal na fase líquida (para capturar o antígeno p36 presente no soro).
b) O ensaio de primeira geração tem o formato indireto, ou seja, a presença de anticorpos es-
pecíficos é detectada por um conjugado constituído por um anticorpo anti-IgG humana.
c) O ensaio de segunda geração também tem formato indireto; porém, utiliza antígenos recom-
binantes ou peptídeos sintéticos derivados de proteínas do HIV.
d) O ensaio de terceira geração tem o formato “sanduíche” (ou imunométrico). A característica 
desse ensaio é utilizar antígenos recombinantes ou peptídeos sintéticos tanto na fase sólida 
quanto sob a forma de conjugado.
023. (INSTITUTO AOCP/UFGD/BIOMÉDICO/2014) Imunoensaio é um método muito utiliza-
do para dosagem de hormônios, e tem como princípio.
a) a migração de uma molécula carregada sob a influência de um campo elétrico.
b) uma reação imunológica in vitro entre antígeno e anticorpo.
c) a amplificação da molécula de hormônio por reação em cadeia da polimerase.
d) uma reação de precipitação da molécula com alteração de cor do composto marcado.
e) uma reação de migração de dois componentes de uma mistura, formada por duas fases 
imiscíveis: uma fase móvel e uma estacionária.
024. (OBJETIVA/PREFEITURA DE PORTÃO – RS/FARMACÊUTICO/2019) Métodos imuno-
lógicos de quantificação de antígenos oferecem elevada sensibilidade e especificidade, tor-
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nando-se técnicas-padrão na rotina das análises clínicas. Em relação a estes imunoensaios, 
assinalar a alternativa CORRETA:
a) O Western Blotting é uma técnica na qual um anticorpo específico é utilizado para identificar 
um antígeno proteico específico em uma mistura de proteínas.
b) O ensaio imunoabsorvente ligado à enzima (ELISA) baseia-se na ligação covalente de um 
antígeno ou anticorpo a uma enzima, na qual a taxa de conversão de um substrato cristalino 
em um produto colorido é determinada espectrofotometricamente.
c) Os ensaios sanduíche são utilizados para identificar a distribuição anatômica de um antíge-
no em um tecido ou até mesmo dentro de um compartimento celular.
d) Os ensaios de imunoprecipitação baseiam-se na utilização de um antígeno ou anticorpo 
marcado com um radioisótopo. A quantificação é realizada por instrumentos que detectam 
eventos de decomposição radioativa.
025. (IBADE/PREFEITURA DE SERINGUEIRAS – RO/BIOQUÍMICO/2019) Nos últimos anos, 
um conjunto poderoso de imunoensaios foi desenvolvido; dentre eles, o ensaio de imunoab-
sorção ligado à enzima (ELISA) se tornou dominante. O ELISA é amplamente utilizado em 
diagnósticos clínicos. Assinale a alternativa correta.
a) O teste do ELISA não pode ser utilizado para diagnosticar hepatite viral, já que o vírus não 
possui nenhum epítopo imunogênico capaz de ser reconhecido por anticorpos específicos.
b) Infecções por herpes simples não precisam ser diagnosticadas, deve-se respeitar o ciclo 
viral sem necessidade de intervenção clínica.
c) O teste de gravidez é realizado pelo método ELISA, onde se detecta a presença do hormônio 
HCG mediante a interação com um anticorpo monoclonal.
d) Infecção pelo vírus da rubéola é detectado pelo método de aglutinação.
e) No método de ELISA, não pode ser utilizado soro do paciente como amostra biológica; so-
mente urina.
026. (MS CONCURSOS/PREFEITURA DE SÃO FRANCISCO DO GUAPORÉ-RO/TÉCNICO 
EM LABORATÓRIO/2021) Avalie os itens sobre Enzimaimunoensaio e assinale a alternati-
va correta:
I – São testes sorológicos, ou imunoensaios para a detecção e a quantificação de antígenos e 
anticorpos.
II – É um método quantitativo em que a reação antígeno-anticorpo é monitorada por medida da 
atividade enzimática, possui elevada sensibilidade.
III – É um ensaio que pode ser empregado com uma variedade de sistemas de detecção, que 
vão desde leituras visuais a fotométricas.
a) Apenas I está correto.
b) Apenas I e II estão corretos.
c) Apenas II e III estão corretos.
d) Todos estão corretos.
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027. (CPCON/PREFEITURA DE VIÇOSA – RN/TÉCNICO EM LABORATÓRIO/2021) Areação 
sorológica baseada na luz difundida, a que atravessa a solução de imunocomplexos, é:
a) ELISA (Enzima imuno-ensaio).
b) Turbidimetria.
c) Nefelometria.
d) Eletroforese.
028. (FAUEL/PREFEITURA DE HONÓRIO SERPA – PR/FARMACÊUTICO/ BIOQUÍMI-
CO/2019) A sífilis é uma Infecção Sexualmente Transmissível (IST) causada pela bactéria Tre-
ponema pallidum. Pode apresentar várias manifestações clínicas e diferentes estágios (sífilis 
primária, secundária, latente e terciária). Das alternativas apresentadas, em relação às técni-
cas utilizadas nos testes não treponêmicos para o diagnóstico da sífilis, assinale a afirmativa 
INCORRETA.
a) Técnica de Floculação – teste de VDRL (Venereal Disease Laboratory.
b) Técnica de Aglutinação – Testes Rápidos – TR.
c) Técnica de Floculação – teste FTA-abs (Fluorescent treponemal antibody absorption).
d) Técnica de Floculação – teste TRUST (Toluidine Red Unheated Serum Test).
029. (PREFEITURA DE CONTAGEM – MG/PREFEITURA DE ESMERALDAS – MG/FARMA-
CÊUTICO/2016) A sífilis é uma doença sexualmente transmissível, de altíssima prevalência na 
população jovem, muitas vezes negligenciada, que agora, com o advento dos estimulantes se-
xuais, passa a acometer também população com idade superior a 60 anos. Os casos de sífilis 
congênita também são comuns, apesar do tratamento ser simples, eficaz e disponível na rede 
pública de saúde, podendo levar ao óbito do RN e a casos de surdez definitiva. O diagnóstico 
laboratorial da sífilis se dá através dos seguintes resultados positivos:
a) Ftaabs.
b) VDRL.
c) Hemaglutinação para sífilis.
d) Teste não treponêmico e teste treponêmico.
030. (FUNDEP (GESTÃO DE CONCURSOS)/PREFEITURA DE UBERLÂNDIA – MG/FARMA-
CÊUTICO/BIOQUÍMICO/2019) A sífilis é uma doença infecciosa sistêmica causada pelo Tre-
ponema pallidum, cujo diagnóstico laboratorial é realizado empregando técnicas imunológicas.
Sobre os testes imunológicos usados para diagnóstico e acompanhamento do tratamento da 
infecção por sífilis, assinale a alternativaincorreta.
a) Os testes não treponêmicos apresentam baixa sensibilidade nas sífilis primária, latente e 
terciária.
b) O teste de imunofluorescência indireta, FTA-ABS, é muito sensível e específico podendo de-
tectar anticorpos no estágio primário da infecção.
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c) O VDRL é um teste treponêmico e quantitativo que utiliza metodologia de aglutinação ativa 
ou floculação.
d) Os testes não treponêmicos são utilizados para acompanhamento da efetividade do trata-
mento com benzilpenicilina benzatina.
031. (AOCP/PREFEITURA DE BELÉM – PA/FARMACÊUTICO/BIOQUÍMICO) A sífilis é causa-
da pela bactéria Treponema pallidum, que é geralmente transmitida via contato sexual e que 
entra no corpo por meio de pequenos cortes presentes na pele ou por membranas mucosas. 
Sobre o diagnóstico laboratorial da sífilis, assinale a alternativa correta.
a) O VDRL é um teste treponêmico para o diagnóstico da doença.
b) O VDRL detecta a presença de anticorpos contra o agente causador da doença.
c) O VDRL é um teste com 99,9% de especificidade, o que torna dispensável a confirmação 
quando o resultado for positivo.
d) O VDRL é um teste ineficaz para o diagnóstico congênito da sífilis em recém-nascidos.
e) O teste FTA-ABS não detecta casos de sífilis primária, sendo indicado nas suspeitas de ca-
sos de sífilis secundária e terciária.
032. (FEPESE/PREFEITURA DE FLORIANÓPOLIS – SC/FARMACÊUTICO E BIOQUÍMI-
CO/2019) A sífilis é uma infecção de caráter sistêmico, causada pelo Treponema pallidum, 
exclusiva do ser humano, e quando não tratada precocemente, pode evoluir para uma enfermi-
dade crônica com sequelas irreversíveis em longo prazo.
Assinale a alternativa correta sobre os testes utilizados no diagnóstico da Sífilis.
a) A pesquisa do T. pallidum por microscopia de campo escuro pode ser realizada somente nas 
lesões primárias.
b) Teste de anticorpos treponêmicos fluorescentes com absorção – FTAAbs é o primeiro teste 
a apresentar resultado reagente após a infecção pelo T. pallidum.
c) Na pesquisa direta do T. pallidum com material corado pode-se utilizar o Método Fontana-
-Tribondeau, que utiliza tinta da China, e o Giemsa, que utiliza nitrato de prata.
d) O VDRL é o único teste não treponêmico que não pode ser utilizado em amostra de líquido 
cefalorraquidiano.
033. (ITAME/PREFEITURA MUNICIPAL DE SENADOR CANEDO/TÉCNICO DE LABORATÓ-
RIO/2019) Técnica diagnóstica chamada de técnica de dupla camada, é realizada por antíge-
nos fixados em uma lâmina, onde se aplica primeiro um anticorpo específico não fluorescente. 
E por último coloca-se um anticorpo fluorescente com especificidade marcada contra determi-
nantes antigênicos do primeiro anticorpo utilizado para reagir com o antígeno. Seu resultado é 
visualizado em microscópio de fluorescência e cujas aplicações incluem detecção de anticor-
pos específicos contra diversos microrganismos, sendo bastante empregada para diagnóstico 
de doenças autoimunes. A técnica citada é:
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IMUNOLOGIA
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a) imunofluorescência direta
b) imunofluorescência indireta
c) citometria de fluxo
d) western blot
034. (COVEST-COPSET/UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO (UFPE)/TÉCNICO/ 
BIOLOGIA/2019) O ensaio de imunoabsorção ligado a enzima (ELISA), é uma técnica imu-
nológica sensível utilizada em vários imunoensaios. No teste de Elisa indireto, para detecção 
de anticorpos contra o vírus de imunodeficiência humana (HIV), assinale a alternativa correta 
quanto à ordem das amostras.
1) Soro do paciente.
2) Partículas fragmentadas do HIV (antígeno).
3) Substrato enzimático.
4) Anticorpos anti-IgG conjugados à enzima.
A sequência correta é:
a) 1, 3, 2 e 4.
b) 4, 1, 2 e 3.
c) 2, 1, 4 e 3.
d) 3, 2, 1 e 4.
035. (IBADE/PREFEITURA MUNICIPAL DE SERINGUEIRAS/TÉCNICO DE LABORATÓ-
RIO/2019) O ELISA, ensaio de imunoabsorção enzimática, pode ser realizado com inúmeras 
modificações do procedimento básico. A etapa principal do processo é fixar o antígeno, que 
pode ser realizado por adsorção direta ou indireta por meio de um anticorpo de captura. O antí-
geno pode ser detectado, também, diretamente, pelo anticorpo primário, ou indiretamente, pelo 
anticorpo secundário, de acordo com o tipo de ensaio ELISA realizado. Nesse tipo de ELISA, 
primeiramente são ligados ao fundo da placa de teste os anticorpos de captura, impedindo 
que haja outros pontos de ligação fortes para o antígeno. A seguir, é adicionada a amostra 
de interesse, e caso exista o antígeno específico procurado, este se liga aos anticorpos de 
captura. Em seguida é feita uma lavagem para a retirada de antígenos que não se ligaram aos 
anticorpos de captura. Posteriormente, são adicionados à amostra os anticorpos conjugados 
à enzima, que farão o reconhecimento da presença do antígeno. A seguir é feita uma segunda 
lavagem para a retirada dos anticorpos conjugados que não se ligaram à amostra; e, por fim, 
é adicionado o substrato que reage com a enzima, que promove a mudança de cor ou fluores-
cência. Esse tipo de ELISA é chamado de ELISA:
a) sanduíche.
b) indireto.
c) direto.
d) básico.
e) por competição.
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IMUNOLOGIA
PollyanaLyra
036. (IBFC/PREFEITURA MUNICIPAL DE CABO DE SANTO AGOSTINHO/ TÉCNICO DE LABO-
RATÓRIO/DIARISTA E PLANTONISTA/2019) “O teste de _____ detecta os anticorpos que estão 
no soro. Estes anticorpos podem atacar os eritrócitos, mas não estão ligados a eles. Normal-
mente é realizado para revelar a presença de anticorpos no sangue de um receptor ou doador 
antes de uma transfusão. Também pode ser útil no pré-natal, para proteger os bebês no início 
de uma gravidez caso a mãe possua sangue Rh-negativo.” Assinale a alternativa que preencha 
corretamente a lacuna.
a) Coombs indireto
b) Eletroforese de hemoglobina
c) Coombs direto
d) Tipagem sanguínea
037. (UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA (UFPB)/TÉCNICO DE LABORATÓRIO/ANÁLI-
SES CLÍNICAS/2019) O VDRL é um teste não treponêmico utilizado, rotineiramente, no diag-
nóstico de sífilis. Sobre esse teste, assinale a alternativa correta.
a) É um teste caro e que necessita de leitura por equipamento de ELISA.
b) O teste não treponêmico deve ser realizado no soro puro e na amostra diluída (1:8), para 
evitar eventual resultado falso-negativo, decorrente do fenômeno de prozona.
c) São necessárias, pelo menos, 12 horas de jejum e repouso para a realização desse exame, 
a fim de evitar que metabólitos musculares interfiram no resultado.
d) O sangue coletado deve ser do tipo arterial, visto que os anticorpos anti-Treponema palli-
dum estão mais concentrados no sangue arterial.
e) O tipo de amostra ideal para realização do VDRL é o plasma.
038. (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO-UFTM/BIOMÉDICO/2019) São 
características da técnica de ELISA (ensaio de imunoabsorção enzimática), EXCETO:
a) Boa sensibilidade e especificidade.
b) Rapidez e baixo custo.
c) Subjetividade na leitura.
d) Possibilidade de adaptação a diferentes graus de automação.
039. (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO-UFTM/ BIOMÉDICO/2019) Em 
relação a técnica de ELISA (ensaio de imunoabsorção enzimática), assinale a alternativa 
INCORRETA:
a) Os ensaios não competitivos podem ser empregados tanto na detecção de antígenos quan-
to de anticorpos.
b) Os ensaios competitivos são empregados na medida de hormônios, pois apresentam maior 
especificidade e menor sensibilidade.
c) Para pesquisa de anticorpos podem ser utilizadas as técnicas indiretas e sanduiche.
d) Os ensaios utilizados para diagnósticos não requerem o uso do cut off.
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IMUNOLOGIA
Pollyana Lyra
040. (AOCP/PREFEITURA DE BELÉM – PA/TÉCNICO EM LABORATÓRIO/2018) Sobre os 
métodos imunológicos, assinale a alternativa INCORRETA.
a) Na citometria de fluxo, as estruturas de interesse são estudadas por marcação com fluoró-
foros, que emitem luz após excitação luminosa, causando fluorescência. Entre as diversas apli-
cações, destacam-se os testes de imunofenotipagem e diagnóstico de leucemias e linfomas.
b) Western blotting é uma técnica para detecção de proteínas (antígenos ou anticorpos es-
pecíficos).
c) O teste de ELISA (enzyme-linked immunosorbent assay) é um teste imunoenzimático que 
utiliza anticorpos ligados covalentemente à enzimas. Entre as aplicações desse teste, desta-
cam-se o diagnóstico de diferentes doenças infecciosas, autoimunes e detecção do vírus HIV.
d) Os ensaios de aglutinação baseiam-se na interação entre o anticorpo e um antígeno ligados 
a uma partícula, resultando na formação de pequenos agregados.
e) Na aglutinação direta, as hemácias ou outras partículas inertes, como o látex, são sensibi-
lizadas com o antígeno por meio de agentes químicos ou por conjugação. A hemaglutinação 
direta é utilizada para a detecção de anticorpos específicos para Trypanossoma cruzi (agente 
etiológico da doença de Chagas).
041. (AOCP/PREFEITURA MUNICIPAL DE BELÉM/TÉCNICO DE LABORATÓRIO/2018) A 
eritroblastose fetal, também conhecida como doença hemolítica do recém-nascido, é uma do-
ença provocada pelo fator Rh e caracterizada pela destruição das hemácias do feto ou do 
recém-nascido. As consequências dessa doença são graves, podendo ocasionar a morte do 
feto. A partir da segunda gestação, ou após a sensibilização por transfusão sanguínea, caso 
o segundo filho for Rh +, o organismo materno já possui anticorpos prontos para aquele antí-
geno e o feto poderá desenvolver a eritroblastose fetal. O diagnóstico precoce pode ser feito 
pela tipagem sanguínea da mãe e do pai durante a gestação. Considerando o exposto, qual é o 
método de diagnóstico utilizado para detectar se a mãe está produzindo anticorpos?
a) PCR.
b) Teste de Coombs.
c) Teste de ELISA.
d) Immunoblotting.
e) Citometria de fluxo.
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Pollyana Lyra
042. (FCC/PREFEITURA DE MACAPÁ – AP/BIOMÉDICO/2018) Considere a figura abaixo.
O método empregado é
a) ELISA direto.
b) ELISA indireto.
c) Southern Blotting.
d) Western Blotting.
e) ELISA sanduíche.
043. (CESPE/EBSERH/TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS/2018) Acerca das técnicas 
sorológicas e de imunofluorescência empregadas em laboratório de imunologia, julgue o 
item a seguir.
Por aglutinação do látex, pode-se fazer pesquisa para fator reumatoide IgM.
044. (CESPE/EBSERH/TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS/2018) Acerca das técnicas 
sorológicas e de imunofluorescência empregadas em laboratório de imunologia, julgue o 
item a seguir.
Para pesquisa de anticorpos cardiolipídicos da sífilis pelo ensaio de VDRL, utilizam-se cristais 
de colesterol sensibilizados com lecitina e cardiolipina.
045. (UFMT/UFSBA/TÉCNICO DE LABORATÓRIO/ANÁLISES CLÍNICAS/2017) Na pesqui-
sa de anticorpos para diagnóstico de doenças infecciosas, são utilizados diferentes testes 
imunológicos. O teste laboratorial indicado para a determinação da quantidade de anticor-
pos circulantes por meio da medida da densidade ótica da cor formada pela reação antígeno-
-anticorpo é:
a) Enzimaimunensaio.
b) Imunofluorescência indireta.
c) Imunofluorescência direta.
d) Hemaglutinação.
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046. (UFMT/UFSBA/TÉCNICO DE LABORATÓRIO/ANÁLISES CLÍNICAS/2017) Em relação 
ao teste de coombs indireto, marque a alternativa que apresenta a amostra biológica a ser 
obtida para a realização desse teste durante a investigação da compatibilidade sanguínea ma-
terno-fetal.
a) Sangue total da mãe
b) Soro do feto
c) Sangue total do feto
d) Soro da mãe
047. (IBFC/SES-PR/TÉCNICO DE LABORATÓRIO/2016) A técnica sorológica em que se usa 
um reagente que é uma antigama globulina fluoresceinada para se visualizar a reação antíge-
no-anticorpo denomina-se:
a) Hemaglutinação.
b) Quimioluminescência.
c) Radio-imunoensaio
d) Imunofluorescência
048. (IBFC/SES-PR/TÉCNICO DE LABORATÓRIO/2016) A técnica sorológica em que na rea-
ção básica o antígeno é fixado a um suporte sólido onde o anticorpo é adicionado para reagir e 
em seguida um anticorpo secundário ligado a uma enzima é adicionado denomina-se:
a) Precipitação.
b) Imunodifusão em gel.
c) Enzyme Linked Immuno Sorbent Assay (ELISA).
d) Imunoeletroforese
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GABARITO
1. a
2. a
3. b
4. c
5. E
6. d
7. d
8. d
9. a
10. a
11. b
12. e
13. a
14. b
15. d
16. d
17. a
18. c
19. a
20. a
21. d
22. a
23. b
24. b
25. c
26. d
27. c
28. c
29. d
30. c
31. b
32. b
33. b
34. c
35. a
36. a
37. b
38. c
39. d
40. e
41. b
42. b
43. C
44. C
45. a
46. d
47. d
48. c
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GABARITO COMENTADO
001. (MARINHA/TÉCNICO ANÁLISES CLÍNICAS/2019) Observe a reportagem.
Começa a campanha de vacinação contra gripe na rede pública de saúde
Previsão é vacinar mais de 54 milhões de pessoas. Vacina protege contra três vírus: H3N2, in-
fluenza B e H1N1.
A campanha de vacinação contra a gripe já está valendo em toda a rede pública de saúde no 
Brasil. Tem direito a tomar a vacina de graça grupos prioritários: idosos, grávidas, mulheres 
com recém-nascidos de até 45 dias, índios, presidiários, trabalhadores da saúde, professores e 
crianças de pelo menos seis meses de idade e menores de cinco anos. Além de pessoas com 
doenças crônicas, como hipertensão, asma e bronquite.
Disponível em: <http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2018/ 04/comeca-campanha-de-vacinacao-contra-
-gripe-na-rede-publica-de-saude.html>.
Em relação às vacinas e ao funcionamento do sistema imune, analise as afirmativas abaixo.
I – O anticorpo reage apenas com o corpo estranho contra o qual foi produzido. Os anticorpos 
são produzidos por um tipo de célula do sistema imune.
II – As vacinas são produzidas a partir de vírus inativados ou atenuados, que, ao serem colo-
cados no nosso corpo, estimulam a produção de anticorpos e células de memória pelo nosso 
sistema imunológico.
III – A produção de vacinas é realizada no corpo de outro ser vivo, que normalmente é um ma-
mífero de grande porte, como um cavalo.
IV – Diferente das vacinas, os soros são usados em casos em que há necessidade de tratamen-
to rápido, ou seja, quando não é possível esperar a produção de anticorpos pelo nosso corpo.
Estão corretas apenas as afirmativas:
a) I, lI e IV.
b) II, III e IV,
c) II e III.
d) I, III e IV.
e) I e II.
I – Certa. O anticorpo reage apenas com o corpo estranho contra o qual foi produzido. Os anti-
corpos são produzidos por um tipo de célula do sistema imune.
II – Certa. As vacinas são produzidas a partir de vírus inativados ou atenuados, que, ao serem 
colocados no nosso corpo, estimulam a produção de anticorpos e células de memória pelo 
nosso sistema imunológico.
III – Errada. Não precisa ser num ser vivo, as vacinas podem ser produzidas in vitro.
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IV – Certa. Diferente das vacinas, os soros são usados em casos em que há necessidade 
de tratamento rápido, ou seja, quando não é possível esperar a produção de anticorpos pelo 
nosso corpo.
Letra a.
002. (PMRJ/BIOQUÍMICA/2010) A imunidade contra a hepatite B pós-vacinação deve ser ve-
rificada pelo título de
a) anti-HBS.
b) HbsAg.
c) anti-HBc- IgM.
d) anti-HBe.
a) Certa. O anti-HBs é o marcador vacinal.
b) Errada. O marcador de infecção ativa.
c) Errada. Marcador de infecção prévia.
d) Errada. Anticorpo contra a replicação viral.
Letra a.
003. (PM-MT/BIOQUÍMICO/2012) O Ministério da Saúde, através da Coordenação Geral do 
Programa Nacional de Imunizações (PNI), lançou no primeiro semestre de 2012 a 14ª Campa-
nha Nacional de Vacinação contra a Influenza, uma infecção viral aguda que afeta o sistema 
respiratório. Essa campanha teve por objetivo vacinar 80% das pessoas que compõem o grupo 
alvo, composto por crianças de 6 meses até 2 anos de idade, gestantes, trabalhadores da área 
de saúde, indígenas e idosos a partir de 60 anos de idade. A vacina contra gripe é produzida 
em ovos embrionados de galinha, portanto não é recomendada para pessoas com histórico de 
alergia a ovo e seus derivados.
A partir do tema abordado, assinale a alternativa correta.
a) As vacinas possuem anticorpos contra os antígenos, impedindo que as pessoas vacinadas 
desenvolvam a doença.
b) Vacinas contendo antígeno inativado sensibilizam o sistema imunológico, induzindo a for-
mação de anticorpos.
c) As reações alérgicas ocorrem apenas na primeira vez que a pessoa entra em contato com o 
alérgeno, ficando imunizada pela ação dos macrófagos.
d) Os vírus são organismos procariontes heterótrofos que parasitam as células, causan-
do doenças.
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a) Errada. As vacinas possuem o vírus (antígeno) para a ativação do sistema imunológico com 
a produção anticorpos.
b) Certa. Vacinas contendo antígeno inativado sensibilizam o sistema imunológico, induzindo 
a formação de anticorpos.
c) Errada. As reações alérgicas ocorrem sempre que a pessoa entra em contato com o alérgeno.
d) Errada. Vírus são micro-organismos e são parasitas intracelulares obrigatórios.
Letra b.
004. (MARINHA/FARMÁCIA/2017) Segundo Allen (2013), vacinas para câncer desenvolvidas 
a partir de material antigênico produzido de um tumor do paciente sãodenominadas
a) alogênicas.
b) idiotípicas.
c) autólogas.
d) anti-idiotípicas.
Autólogas: são desenvolvidas a partir de material antigênico produzido de um tumor do paciente.
Letra c.
005. (CESPE/2011) Sobreviventes da gripe H1N1 têm a chave para nova vacina
Conforme relatos de cientistas, as pessoas que se recuperaram da gripe H1N1, a qual se tor-
nou pandemia em 2009 e ficou conhecida como gripe suína, desenvolveram anticorpos inco-
muns que as protegem de diferentes cepas de gripe.
Os especialistas surpreenderam-se ao descobrir que a imunidade dos pacientes a novas gripes 
poderia impulsionar as pesquisas para a produção de uma vacina universal contra uma série 
de cepas que existiram por décadas, destacou o estudo publicado no Journal of Experimen-
tal Medicine.
Cientistas dos Estados Unidos examinaram nove pacientes que haviam adoecido no ano ante-
rior e descobriram neles anticorpos que, testados em ratos, os protegeram de uma dose letal 
de, pelo menos, outras três cepas de gripe, inclusive da aviária.
Internet:<www.correiobraziliense.com.br> (com adaptações).
Com base nas informações acima e nos conhecimentos a elas correlatos, julgue o item seguinte.
Caso se conseguisse isolar os anticorpos contra a gripe presentes no organismo dos pacien-
tes que participaram do referido estudo, uma vacina muito eficiente contra essa doença pode-
ria ser fabricada.
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Precisa-se isolar o antígeno.
Errado.
006. (MARINHA/FARMÁCIA/2010) A maioria das hepatites virais é causada pelos vírus A, B, 
C, D e E. O diagnóstico desta doença pode ser estabelecido pela detecção sorológica de anti-
corpos e pela identificação de antígenos virais. O resultado laboratorial de todos os marcado-
res sorológicos da hepatite B de um paciente demonstra positividade apenas para o anticorpo 
de superfície anti-HBS. Assinale a opção que apresenta a interpretação deste resultado.
a) Infecção crônica.
b) Infecção aguda.
c) Fase inicial.
d) Vacinação efetiva.
a) Errada. IgG HBc
b) Errada. IgM HBc
c) Errada. HbsAg e IgM HBc
d) Certa. anti-HBs
Letra d.
007. (CIAAR/FARMÁCIA/2015) Um paciente apresentou o seguinte quadro de dados labora-
toriais na pesquisa de rubéola: “IgG positivo sem elevação do título de uma segunda amostra; 
IgM negativo; IgG de alta avidez presente; e, resposta linfoproliferativa presente”. Esse paciente 
possui um quadro de
a) Reinfecção.
b) Infecção primária.
c) Rubéola congênita.
d) Imunidade por infecção anterior ou vacinado.
a) Errada. IgM estaria positivo
b) Errada. IgM ativo, com IgG de baixa avidez
c) Errada. IgM ativo
d) Certa. IgM inativo, IgG de alta avidez.
Letra d.
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008. (COTEC/BIOQUÍMICO/2019) O processo de vacinação tem por objetivo induzir imunida-
de. Assim, várias campanhas de vacinação são criadas pelo governo e inúmeras vacinas são 
disponibilizadas à população. Das alternativas abaixo, assinale a que contém um parâmetro 
que um farmacêutico poderia avaliar para verificar a eficácia de uma campanha de vacinação, 
em um determinado município.
a) Neutrófilo.
b) Eosinófilo.
c) Eritropoetina.
d) Linfócitos T.
a) Errada. Os neutrófilos são aumentados nas infecções bacterianas
b) Errada. Aumentados nos processos alergenos
c) Errada. Produtos de células sanguíneas
d) Certa. As vacinas “ensinam” o sistema imunológico a reagir contra determinado antígeno que 
foi introduzido com a produção de anticorpos e criar células de memorias como os linfócitos T.
Letra d.
009. (SEDUC/BIÓLOGO/2014) A respeito de soros e vacinas, analise as afirmativas a seguir.
I – Os soros são obtidos a partir da inoculação de antígenos em animais.
II – As vacinas estimulam a produção de antígenos.
III – Os anticorpos são os principais constituintes de vacinas.
Assinale:
a) se apenas a afirmativa I estiver correta.
b) se apenas a afirmativa II estiver correta.
c) se apenas a afirmativa III estiver correta
d) se apenas as afirmativas I e II estiverem corretas.
e) se apenas a afirmativas II e III estiverem corretas.
I – Certo. Os soros são obtidos a partir da inoculação de antígenos em animais.
II – Errado. As vacinas estimulam a produção de anticorpos.
III – Errado. Os antígenos são os principais constituintes da vacinas, vivos ou atenuados.
Letra a.
010. (IBADE/BIÓLOGO/2019) As vacinas são capazes de estimular a produção de anticorpos 
no organismo. Assim, dizemos que as vacinas nos conferem:
a) imunidade ativa, enquanto o soro confere imunidade passiva.
b) imunidade passiva, enquanto o soro confere imunidade ativa.
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c) imunidade ativa, como o soro.
d) imunidade passiva, como o soro.
a) Certa. Imunidade ativa, enquanto o soro confere imunidade passiva.
b) Errada. O soro confere imunidade passiva.
c) Errada. Imunidade ativa: vacina.
d) Errada. Imunidade passiva: soro.
Letra a.
011. (IF-TO/BIÓLOGO) As vacinas estão entre as principais conquistas da humanidade. Elas 
são capazes de estimular a produção de anticorpos no organismo dos indivíduos, imunizando-
-os. Portanto, as vacinas garantem uma imunização:
a) imediata.
b) ativa.
c) passiva.
d) prolongada.
a) Errada. Imunidade imediata conferida por células da defesa
b) Certa. Imunidade ativa: vacinas
c) Errada. Imunidade passiva: soro
d) Errada. Não está relacionada à prolongação
Letra b.
012. (FIOCRUZ/TÉCNICO ANÁLISES/2010) Sobre vacinas, analise as afirmativas a seguir.
I – As vacinas são preparações que, ao serem introduzidas no organismo, desencadeiam uma 
reação do sistema imunológico, estimulando a formação de anticorpos e tornando este orga-
nismo imune ao agente e às doenças por ele provocadas.
II – Vacinas atenuadas são constituídas de microrganismos obtidos pela seleção de cepas 
naturais e atenuadas por meio de passagens em meios de cultura especiais, em diversos hos-
pedeiros ou por manipulação genética.
III – As vacinas podem ser produzidas a partir de microorganismos vivos atenuados ou mor-
tos, toxinas neutralizadas, ou simplesmente utilizando componentes de cápsula, membrana ou 
parede do microorganismo.
Assinale:
a) se apenas a afirmativa I estiver correta.
b) se apenas as afirmativas I e III estiverem corretas.
c) se apenas a afirmativa II estiver correta.
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d) se apenas a afirmativa III estiver correta.
e) se todas as afirmativas estiverem corretas.
I – Certa. As vacinas são preparações que, ao serem introduzidas no organismo, desenca-
deiam uma reação do sistema imunológico, estimulando a formação de anticorpos e tornandoeste organismo imune ao agente e às doenças por ele provocadas.
II – Certa. Vacinas atenuadas são constituídas de microrganismos obtidos pela seleção de ce-
pas naturais e atenuadas por meio de passagens em meios de cultura especiais, em diversos 
hospedeiros ou por manipulação genética.
III – Certa. As vacinas podem ser produzidas a partir de microorganismos vivos atenuados ou 
mortos, toxinas neutralizadas, ou simplesmente utilizando componentes de cápsula, membra-
na ou parede do microorganismo.
Letra e.
013. (CONSULTEC/BIÓLOGO/2013) A produção de vacinas representa um avanço na preven-
ção de doenças, o que tem promovido melhoria significativa da qualidade de vida das popula-
ções humanas.
As vacinas são processos de imunização ativa que envolvem a
a) produção de anticorpos específicos pelo sistema imune.
b) aplicação de antígenos prontos de ação rápida e duradoura.
c) indução de mutações que transformam seres patogênicos em inofensivos.
d) injeção de soros imunes de ação permanente contra as toxinas do patógeno.
e) inoculação de formas infectantes que estimulam a fagocitose pelos macrófagos.
a) Certa. As vacinas induzem a resposta imune no organismo.
b) Errada. As vacinas são os vírus atenuados ou vivos que vão induzir uma resposta imunológica.
c) Errada. Não há indução de mutações.
d) Errada. Os soros são anticorpos inoculados em outro organismo.
e) Errada. A fagocitose pelos macrófagos é feita pela imunidade inata do sistema imunológico.
Letra a.
014. (UECE/FARMACÊUTICO/2016) Uma das mais valiosas contribuições da imunologia é a 
produção de anticorpos de defesa após uma vacinação. O tipo de imunoglobulina identificado 
laboratorialmente e que conota ou significa que o indivíduo já desenvolveu determinada doen-
ça infeciosa ou já foi vacinado para ela é denominado
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a) IgA.
b) IgG.
c) IgD.
d) IgM.
a) Errada. Não confere imunidade vacinal
b) Certa. Com a presença de IgG, determina-se que a doença já foi resolvida ou que o indivíduo 
foi vacinado
c) Errada. Não confere imunidade vacinal
d) Errada. Está presente na infecção primária
Letra b.
015. (FGV/ANÁLISES CLÍNICAS/2016) O paciente vacinado contra a Hepatite B (HBV), apre-
senta o(s) marcador(es):
a) Anti-HBs e anti-HBe.
b) Anti-HBe.
c) Anti-HBs e anti-HBc.
d) Anti-HBs.
e) Anti-HBc e anti-HBe.
a) Errada. Anti Hbe não confere imunidade vacinal, ele está responsável pela não replicação viral
b) Errada. Anti HBe é responsável pela não replicação viral
c) Errada. O Anti HBc é responsável pela imunidade IgG ou IgM
d) Certa. Anti HBs é o anticorpo de superfície que é produzido quando há vacinação no indivíduo
e) Errada. Não conferem imunidade vacinal
Letra d.
016. (IBFC/POLÍCIA CIENTÍFICA-PR/QUÍMICO-LEGAL/2017) Os imunoensaios usam anti-
corpos, proteínas produzidas pelo sistema imune dos animais em resposta à introdução de 
corpos estranhos. Sobre o imunoensaio ELISA (imunoensaio enzimático). Assinale a alternati-
va incorreta a respeito desse imunoensaio.
a) Um anticorpo contra uma proteína de interesse é imobilizado em um sólido inerte
b) A solução a ser analisada é aplicada na superfície coberta de anticorpos
c) O anticorpo liga-se à proteína de interesse, e as demais proteínas são removidas por lavagem
d) Faz-se a reação de uma segunda proteína específica – esta sem ligação com enzima – com 
o complexo proteína-anticorpo, gerado na etapa anterior
e) A quantidade de complexos anticorpo-enzima é medida por meio do teste de ativida-
de da enzima
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a) Certa. O ensaio de ELISA é descrito como sendo um anticorpo ligado a uma proteína de in-
teresse em um solido inerte.
b) Certa. A solução deve ter a concentração correta de anticorpos.
c) Certa. A lavagem faz parte da ELISA, tudo o que não foi ligado é removido.
d) Errada. Um segundo anticorpo é ligado ao complexo antígeno-anticorpo, esse é chamado 
de anti-Ig humana.
e) Certa. As enzimas medeiam essa reação.
Letra d.
017. (UFMT/PREFEITURA DE VÁRZEA GRANDE – MT/PROFISSIONAL DE NÍVEL SUPE-
RIOR COMPLETO DO SUS/BIOMÉDICO/2018) A determinação de hormônios e anticorpos no 
sangue é realizada por imunoensaios dos mais variados tipos. Qual é o imunoensaio em que 
os ésteres de acridina são conjugados diretamente com moléculas de proteína e reagem de 
forma oxidativa com H2O2 em condições alcalinas, produzindo intermediários de alta energia?
a) Quimioluminescência
b) Enzimaimunoensaio
c) Fluorescente
d) Imunocromatográfico
a) Certa. A reação com esteres de acridina e formação de H2O2 é uma reação química.
b) Errada. Enzimaimuensaio utiliza enzimas como substrato, como a ELISA.
c) Errada. Precisa de um fluorescente.
d) Errada. Imunocromatografia vai medir a quantidade de cor existente na reação.
Letra a.
018. (FGV/SEE-PE/PROFESSOR DE ANÁLISES CLÍNICAS/2016) Assinale a opção que indica 
o elemento capaz de promover interferências nos imunoensaios.
a) Reação realizada em tubos de vidro.
b) Presença de anticoagulantes.
c) Efeito pró-zona.
d) Utilização de tampão fosfato pH 7,2.
e) Utilização de solução salina 0,85%, pH 7,2.
a) Errada. A reação pode ser feita em tubos de vidro.
b) Errada. Pode ser utilizado anticoagulantes.
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c) Certa. O efeito pró-zona é a concentração aumentada de anticorpos que pode interferir nos 
imunoensaios.
d) Errada. Não tem interferência do pH.
e) Errada. Não tem interferência do pH.
Letra c.
019. (CESGRANRIO/UNIRIO/FARMACÊUTICO/BIOQUÍMICO/2016) Para a confirmação da 
infecção por T. pallidum, o imunoensaio enzimático preconizado como teste diferencial e con-
firmatório consiste em
a) FTA-abs e TPHA
b) RPR e VDRL
c) exame do líquido céfalo-raquidiano e hemograma completo
d) VDRL e PCR
Para a sífilis – T. pallidum – tem como teste de triagem o VDRL, mas o teste confirmatório é 
o FTA-ABS.
Letra a.
020. (IBFC/EBSERH/FARMACÊUTICO/2020) Imunoensaio que tem como princípio a forma-
ção de redes de células ou partículas inertes, interligadas por pontes moleculares de anticor-
pos, que se combinam simultaneamente com dois determinantes antigénicos nas superfícies 
de células ou partículas adjacentes. Assinale a alternativa que apresenta corretamente a rea-
ção descrita no enunciado.
a) Reação de Aglutinação
b) Reação de Precipitação
c) Reação de fixação do complemento
d) Reação de imunofluorescência
e) Reação imunoenzimática
a) Certa. Mede a capacidade do anticorpo se ligar ao antígeno presente na superfície de uma 
grande molécula.
b) Errada. Combinaçãode antígeno solúvel para produzir complexos insolúveis que são visíveis.
c) Errada. Presença de anticorpos específicos no soro do paciente é detectada da utilização de 
antígenos, complementos e eritrócitos.
d) Errada. Detecção de antígeno-anticorpo marcada com uma substância de fluoresceína.
e) Errada. Utilizam antígenos e anticorpos marcados com enzimas.
Letra a.
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021. (IDECAN/UFPB/TÉCNICO EM LABORATÓRIO/ANÁLISES CLÍNICAS/2016) O Elisa é 
uma técnica de Imunoensaio Enzimático (EIA) heterogêneo, muito utilizada para diagnóstico, 
principalmente por causa de seu baixo custo e por detectar quantidades extremamente pe-
quenas de antígenos ou anticorpos. Esse exame se baseia na detecção de anticorpos ou de 
antígenos específicos, através da reação anticorpo-antígeno. São cromógenos utilizados para 
o teste Elisa, EXCETO:
a) OPD.
b) TMB.
c) ABTS.
d) Fenolftaleína
Os testes de ELISA utilizam cromógenos como OPD, TMB e ABTS. Apenas a fenoftaleina é um 
indicador de pH.
Letra d.
022. (FAUEL/PREFEITURA DE MANDAGUARI – PR/FARMACÊUTICO E BIOQUÍMICO/2019) 
Logo após a descoberta do HIV, foram desenvolvidos imunoensaios (IE) para o diagnóstico da 
infecção. Nas últimas décadas, sucederamse quatro gerações de IE. Essas gerações foram 
definidas de acordo com a evolução das metodologias empregadas, a partir do primeiro ensaio 
disponível comercialmente. Das alternativas apresentadas abaixo, em relação as principais 
características das quatro gerações de IE, assinale a afirmativa INCORRETA.
a) O ensaio de quarta geração tem formato indireto, detecta simultaneamente o antígeno p36 
e p37 e anticorpos inespecíficos relacionados ao anti-HIV. É constituído por um anticorpo poli-
clonal na fase líquida (para capturar o antígeno p36 presente no soro).
b) O ensaio de primeira geração tem o formato indireto, ou seja, a presença de anticorpos es-
pecíficos é detectada por um conjugado constituído por um anticorpo anti-IgG humana.
c) O ensaio de segunda geração também tem formato indireto; porém, utiliza antígenos recom-
binantes ou peptídeos sintéticos derivados de proteínas do HIV.
d) O ensaio de terceira geração tem o formato “sanduíche” (ou imunométrico). A característica 
desse ensaio é utilizar antígenos recombinantes ou peptídeos sintéticos tanto na fase sólida 
quanto sob a forma de conjugado.
a) Errada. Os ensaios de quarta geração detectam antígenos no p24, específico para HIV.
b) Certa. O ensaio de primeira geração é o mais inespecífico.
c) Certa. O ensaio de segunda geração utiliza antígenos recombinantes derivados de peptíde-
os recombinantes do HIV.
d) Certa. O ensaio de terceira geração de formato sanduiche.
Letra a.
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023. (INSTITUTO AOCP/UFGD/BIOMÉDICO/2014) Imunoensaio é um método muito utiliza-
do para dosagem de hormônios, e tem como princípio.
a) a migração de uma molécula carregada sob a influência de um campo elétrico.
b) uma reação imunológica in vitro entre antígeno e anticorpo.
c) a amplificação da molécula de hormônio por reação em cadeia da polimerase.
d) uma reação de precipitação da molécula com alteração de cor do composto marcado.
e) uma reação de migração de dois componentes de uma mistura, formada por duas fases 
imiscíveis: uma fase móvel e uma estacionária.
a) Errada. Essa é a definição para eletroforese.
b) Certa. A dosagem de hormônios é feita pela reação imunológica in vitro entre antígeno e 
anticorpos.
c) Errada. Essa é a definição de PCR.
d) Errada. Essa é a definição de aglutinação.
e) Errada. Essa é a definição de cromatografia.
Letra b.
024. (OBJETIVA/PREFEITURA DE PORTÃO – RS/FARMACÊUTICO/2019) Métodos imuno-
lógicos de quantificação de antígenos oferecem elevada sensibilidade e especificidade, tor-
nando-se técnicas-padrão na rotina das análises clínicas. Em relação a estes imunoensaios, 
assinalar a alternativa CORRETA:
a) O Western Blotting é uma técnica na qual um anticorpo específico é utilizado para identificar 
um antígeno proteico específico em uma mistura de proteínas.
b) O ensaio imunoabsorvente ligado à enzima (ELISA) baseia-se na ligação covalente de um 
antígeno ou anticorpo a uma enzima, na qual a taxa de conversão de um substrato cristalino 
em um produto colorido é determinada espectrofotometricamente.
c) Os ensaios sanduíche são utilizados para identificar a distribuição anatômica de um antíge-
no em um tecido ou até mesmo dentro de um compartimento celular.
d) Os ensaios de imunoprecipitação baseiam-se na utilização de um antígeno ou anticorpo 
marcado com um radioisótopo. A quantificação é realizada por instrumentos que detectam 
eventos de decomposição radioativa.
a) Errada. O Western Blotting utiliza antígeno especifico e amostra do paciente com anticorpos 
inespecíficos.
b) Certa. O ensaio imunoabsorvente ligado à enzima (ELISA) baseia-se na ligação covalente de 
um antígeno ou anticorpo a uma enzima, na qual a taxa de conversão de um substrato cristali-
no em um produto colorido é determinada espectrofotometricamente.
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c) Errada. Os ensaios “sanduíche” usam antígenos na fase sólida e no conjugado. Podem de-
tectar anticorpos.
d) Errada. A imunoprecipitação naõ utiliza radioisótopos.
Letra b.
025. (IBADE/PREFEITURA DE SERINGUEIRAS – RO/BIOQUÍMIC/2019) Nos últimos anos, 
um conjunto poderoso de imunoensaios foi desenvolvido; dentre eles, o ensaio de imunoab-
sorção ligado à enzima (ELISA) se tornou dominante. O ELISA é amplamente utilizado em 
diagnósticos clínicos. Assinale a alternativa correta.
a) O teste do ELISA não pode ser utilizado para diagnosticar hepatite viral, já que o vírus não 
possui nenhum epítopo imunogênico capaz de ser reconhecido por anticorpos específicos.
b) Infecções por herpes simples não precisam ser diagnosticadas, deve-se respeitar o ciclo 
viral sem necessidade de intervenção clínica.
c) O teste de gravidez é realizado pelo método ELISA, onde se detecta a presença do hormônio 
HCG mediante a interação com um anticorpo monoclonal.
d) Infecção pelo vírus da rubéola é detectado pelo método de aglutinação.
e) No método de ELISA, não pode ser utilizado soro do paciente como amostra biológica; so-
mente urina.
a) Errada. O Elisa pode ser usada nos diagnósticos das hepatites virais.
b) Errada.O herpes simples deve ser diagnosticado.
c) Certa. O Elisa detecta a presença de hormônio HCG mediante a interação de um anticorpo 
monoclonal.
d) Errada. A rubéola pode ser detectada por Elisa.
e) Errada. No Elisa pode ser usada urina e sangue.
Letra c.
026. (MS CONCURSOS/PREFEITURA DE SÃO FRANCISCO DO GUAPORÉ-RO/TÉCNICO 
EM LABORATÓRIO/2021) Avalie os itens sobre Enzimaimunoensaio e assinale a alternati-
va correta:
I – São testes sorológicos, ou imunoensaios para a detecção e a quantificação de antígenos e 
anticorpos.
II – É um método quantitativo em que a reação antígeno-anticorpo é monitorada por medida da 
atividade enzimática, possui elevada sensibilidade.
III – É um ensaio que pode ser empregado com uma variedade de sistemas de detecção, que 
vão desde leituras visuais a fotométricas.
a) Apenas I está correto.
b) Apenas I e II estão corretos.
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c) Apenas II e III estão corretos.
d) Todos estão corretos.
As alternativas I, II e III estão corretas, o ELISA é um teste sorológico que detecta antígenos e 
anticorpos, possui elevada sensibilidade e as leituras podem ser detectadas desde por espec-
trofotometria a leituras visuais.
Letra d.
027. (CPCON/PREFEITURA DE VIÇOSA – RN/TÉCNICO EM LABORATÓRIO/2021) Areação 
sorológica baseada na luz difundida, a que atravessa a solução de imunocomplexos, é:
a) ELISA (Enzima imuno-ensaio).
b) Turbidimetria.
c) Nefelometria.
d) Eletroforese.
a) Errada. É um enzimaimunoensaio.
b) Errada. Pela luz é transmitida.
c) Certa. Baseia-se na luz difundida.
d) Errada. A migração de uma molécula carregada sob a influência de um campo elétrico.
Letra c.
028. (FAUEL/PREFEITURA DE HONÓRIO SERPA – PR/FARMACÊUTICO/ BIOQUÍMI-
CO/2019) A sífilis é uma Infecção Sexualmente Transmissível (IST) causada pela bactéria Tre-
ponema pallidum. Pode apresentar várias manifestações clínicas e diferentes estágios (sífilis 
primária, secundária, latente e terciária). Das alternativas apresentadas, em relação às técni-
cas utilizadas nos testes não treponêmicos para o diagnóstico da sífilis, assinale a afirmativa 
INCORRETA.
a) Técnica de Floculação – teste de VDRL (Venereal Disease Laboratory.
b) Técnica de Aglutinação – Testes Rápidos – TR.
c) Técnica de Floculação – teste FTA-abs (Fluorescent treponemal antibody absorption).
d) Técnica de Floculação – teste TRUST (Toluidine Red Unheated Serum Test).
As alternativas A, B e D dizem a respeito de testes não treponemicos, não específicos para 
Sifilis, pois não utilizam antígenos treponemicos. A alternativa C é um teste treponemico, um 
teste de imunofluorescência.
Letra c.
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029. (PREFEITURA DE CONTAGEM – MG/PREFEITURA DE ESMERALDAS – MG/FARMA-
CÊUTICO/2016) A sífilis é uma doença sexualmente transmissível, de altíssima prevalência na 
população jovem, muitas vezes negligenciada, que agora, com o advento dos estimulantes se-
xuais, passa a acometer também população com idade superior a 60 anos. Os casos de sífilis 
congênita também são comuns, apesar do tratamento ser simples, eficaz e disponível na rede 
pública de saúde, podendo levar ao óbito do RN e a casos de surdez definitiva. O diagnóstico 
laboratorial da sífilis se dá através dos seguintes resultados positivos:
a) Ftaabs.
b) VDRL.
c) Hemaglutinação para sífilis.
d) Teste não treponêmico e teste treponêmico.
Os testes para Sífilis são não treponêmicos, que são para a triagem, e os treponêmicos, que 
são usados para diagnostico. Os não treponêmicos são VDRL e os testes treponemicos 
são FTA-ABS.
Letra d.
030. (FUNDEP (GESTÃO DE CONCURSOS)/PREFEITURA DE UBERLÂNDIA – MG/FARMA-
CÊUTICO/BIOQUÍMICO/2019) A sífilis é uma doença infecciosa sistêmica causada pelo Tre-
ponema pallidum, cujo diagnóstico laboratorial é realizado empregando técnicas imunológicas.
Sobre os testes imunológicos usados para diagnóstico e acompanhamento do tratamento da 
infecção por sífilis, assinale a alternativa incorreta.
a) Os testes não treponêmicos apresentam baixa sensibilidade nas sífilis primária, latente e 
terciária.
b) O teste de imunofluorescência indireta, FTA-ABS, é muito sensível e específico podendo de-
tectar anticorpos no estágio primário da infecção.
c) O VDRL é um teste treponêmico e quantitativo que utiliza metodologia de aglutinação ativa 
ou floculação.
d) Os testes não treponêmicos são utilizados para acompanhamento da efetividade do trata-
mento com benzilpenicilina benzatina.
As alternativas A, B e D estão corretas. Enquanto a letra C, o VDRL é um teste não treponêmico.
Letra c.
031. (AOCP/PREFEITURA DE BELÉM – PA/FARMACÊUTICO/BIOQUÍMICO) A sífilis é causa-
da pela bactéria Treponema pallidum, que é geralmente transmitida via contato sexual e que 
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entra no corpo por meio de pequenos cortes presentes na pele ou por membranas mucosas. 
Sobre o diagnóstico laboratorial da sífilis, assinale a alternativa correta.
a) O VDRL é um teste treponêmico para o diagnóstico da doença.
b) O VDRL detecta a presença de anticorpos contra o agente causador da doença.
c) O VDRL é um teste com 99,9% de especificidade, o que torna dispensável a confirmação 
quando o resultado for positivo.
d) O VDRL é um teste ineficaz para o diagnóstico congênito da sífilis em recém-nascidos.
e) O teste FTA-ABS não detecta casos de sífilis primária, sendo indicado nas suspeitas de ca-
sos de sífilis secundária e terciária.
a) Errada. O VDRL é um teste não treponêmicos e não pode ser utilizado como diagnóstico 
da doença.
b)Certa. O VDRL detecta a presença de anticorpos contra AG cardiolipinas.
c) Errada. O VDRL não é especifico, ele é sensível.
d) Errada. O VDRL pode ser usado para RN.
e) Errada. O FTA-ABS é detectado nos casos de sífilis primária.
Letra b.
032. FEPESE/PREFEITURA DE FLORIANÓPOLIS – SC/FARMACÊUTICO E BIOQUÍMICO/2019) A 
sífilis é uma infecção de caráter sistêmico, causada pelo Treponema pallidum, exclusiva do ser 
humano, e quando não tratada precocemente, pode evoluir para uma enfermidade crônica com 
sequelas irreversíveis em longo prazo.
Assinale a alternativa correta sobre os testes utilizados no diagnóstico da Sífilis.
a) A pesquisa do T. pallidum por microscopia de campo escuro pode ser realizada somente nas 
lesões primárias.
b) Teste de anticorpos treponêmicos fluorescentes com absorção – FTAAbs é o primeiro teste 
a apresentar resultado reagente após a infecção pelo T. pallidum.
c) Na pesquisa direta do T. pallidum com material corado pode-se utilizar o Método Fontana-
-Tribondeau, que utiliza tinta da China, e o Giemsa, que utiliza nitrato de prata.
d) O VDRL é o único teste não treponêmico que não pode ser utilizado em amostra de líquido 
cefalorraquidiano.
a) Errada. Não somente nas lesões primárias.
b) Certa. Teste de anticorpos treponêmicos fluorescentes com absorção – FTAAbs é o primei-
ro teste a apresentar resultado reagente após a infecção pelo T. pallidum.
c) Errada. O método de Fontana – Tribondeau utiliza o nitrato de prata
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d) Errada. O VDRL é o único teste de floculação que pode ser utilizado para a pesquisa de anti-
corpos não treponêmicos no líquor.
Letra b.
033. (ITAME/PREFEITURA MUNICIPAL DE SENADOR CANEDO/TÉCNICO DE LABORATÓ-
RIO/2019)Técnica diagnóstica chamada de técnica de dupla camada, é realizada por antíge-
nos fixados em uma lâmina, onde se aplica primeiro um anticorpo específico não fluorescente. 
E por último coloca-se um anticorpo fluorescente com especificidade marcada contra determi-
nantes antigênicos do primeiro anticorpo utilizado para reagir com o antígeno. Seu resultado é 
visualizado em microscópio de fluorescência e cujas aplicações incluem detecção de anticor-
pos específicos contra diversos microrganismos, sendo bastante empregada para diagnóstico 
de doenças autoimunes. A técnica citada é:
a) imunofluorescência direta
b) imunofluorescência indireta
c) citometria de fluxo
d) western blot
A letra A, C e D estão incorretas, pois a imunofluorescência direta é feito direto na célula ou no 
tecido, enquanto a indireta, os antígenos são fixados na lamina. A citometria de fluxo é uma 
técnica que medem as células marcadas com fluoresceína e o western blot, utiliza uma fita de 
nitrocelulose marcado com antígenos.
Letra b.
034. (COVEST-COPSET/UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO (UFPE)/TÉCNICO/ 
BIOLOGIA/2019) O ensaio de imunoabsorção ligado a enzima (ELISA), é uma técnica imu-
nológica sensível utilizada em vários imunoensaios. No teste de Elisa indireto, para detecção 
de anticorpos contra o vírus de imunodeficiência humana (HIV), assinale a alternativa correta 
quanto à ordem das amostras. 
1) Soro do paciente.
2) Partículas fragmentadas do HIV (antígeno).
3) Substrato enzimático.
4) Anticorpos anti-IgG conjugados à enzima.
A sequência correta é:
a) 1, 3, 2 e 4.
b) 4, 1, 2 e 3.
c) 2, 1, 4 e 3.
d) 3, 2, 1 e 4.
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A sequência correta do Enzimaimunoensaio indireto é: as partículas são fragmentadas na su-
perfície (antígeno), em seguida o soro do paciente é adicionado, depois o anticorpo anti IgG 
conjugados à enzima e então o substrato enzimático que dará a coloração.
Letra c.
035. (IBADE/PREFEITURA MUNICIPAL DE SERINGUEIRAS/TÉCNICO DE LABORATÓ-
RIO/2019) O ELISA, ensaio de imunoabsorção enzimática, pode ser realizado com inúmeras 
modificações do procedimento básico. A etapa principal do processo é fixar o antígeno, que 
pode ser realizado por adsorção direta ou indireta por meio de um anticorpo de captura. O antí-
geno pode ser detectado, também, diretamente, pelo anticorpo primário, ou indiretamente, pelo 
anticorpo secundário, de acordo com o tipo de ensaio ELISA realizado. Nesse tipo de ELISA, 
primeiramente são ligados ao fundo da placa de teste os anticorpos de captura, impedindo 
que haja outros pontos de ligação fortes para o antígeno. A seguir, é adicionada a amostra 
de interesse, e caso exista o antígeno específico procurado, este se liga aos anticorpos de 
captura. Em seguida é feita uma lavagem para a retirada de antígenos que não se ligaram aos 
anticorpos de captura. Posteriormente, são adicionados à amostra os anticorpos conjugados 
à enzima, que farão o reconhecimento da presença do antígeno. A seguir é feita uma segunda 
lavagem para a retirada dos anticorpos conjugados que não se ligaram à amostra; e, por fim, 
é adicionado o substrato que reage com a enzima, que promove a mudança de cor ou fluores-
cência. Esse tipo de ELISA é chamado de ELISA:
a) sanduíche.
b) indireto.
c) direto.
d) básico.
e) por competição.
Questão grande né? Mas vamos focar no ponto em que ele fala “...ao fundo da placa de teste 
os anticorpos de captura...” isso é a característica de Elisa sanduiche.
Letra a.
036. (IBFC/PREFEITURA MUNICIPAL DE CABO DE SANTO AGOSTINHO/ TÉCNICO DE LABO-
RATÓRIO/DIARISTA E PLANTONISTA/2019) “O teste de _____ detecta os anticorpos que estão 
no soro. Estes anticorpos podem atacar os eritrócitos, mas não estão ligados a eles. Normal-
mente é realizado para revelar a presença de anticorpos no sangue de um receptor ou doador 
antes de uma transfusão. Também pode ser útil no pré-natal, para proteger os bebês no início 
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de uma gravidezcaso a mãe possua sangue Rh-negativo.” Assinale a alternativa que preencha 
corretamente a lacuna.
a) Coombs indireto
b) Eletroforese de hemoglobina
c) Coombs direto
d) Tipagem sanguínea
Quando se quer detectar os anticorpos que estão no soro, trata-se de Coombs indireto.
Letra a.
037. (UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA (UFPB)/TÉCNICO DE LABORATÓRIO/ANÁLI-
SES CLÍNICAS/2019) O VDRL é um teste não treponêmico utilizado, rotineiramente, no diag-
nóstico de sífilis. Sobre esse teste, assinale a alternativa correta.
a) É um teste caro e que necessita de leitura por equipamento de ELISA.
b) O teste não treponêmico deve ser realizado no soro puro e na amostra diluída (1:8), para 
evitar eventual resultado falso-negativo, decorrente do fenômeno de prozona.
c) São necessárias, pelo menos, 12 horas de jejum e repouso para a realização desse exame, 
a fim de evitar que metabólitos musculares interfiram no resultado.
d) O sangue coletado deve ser do tipo arterial, visto que os anticorpos anti-Treponema pallidum 
estão mais concentrados no sangue arterial.
e) O tipo de amostra ideal para realização do VDRL é o plasma.
O VDRL é um teste de floculação, não é necessário ter jejum para o teste, é usado sangue ve-
noso e o tipo de amostra ideal é o soro. Por isso, o correto é a letra B.
Letra b.
038. (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO-UFTM/BIOMÉDICO/2019) São 
características da técnica de ELISA (ensaio de imunoabsorção enzimática), EXCETO:
a) Boa sensibilidade e especificidade.
b) Rapidez e baixo custo.
c) Subjetividade na leitura.
d) Possibilidade de adaptação a diferentes graus de automação.
O ELISA – enzimaimunoensaio – possui uma boa sensibilidade e especificidade, rapidez e bai-
xo custo assim como a adaptação a diferentes graus de automação. Exceto a subjetividade na 
leitura que não condiz com uma característica do ELISA.
Letra c.
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039. (UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO-UFTM/ BIOMÉDICO/2019) Em 
relação a técnica de ELISA (ensaio de imunoabsorção enzimática), assinale a alternativa 
INCORRETA:
a) Os ensaios não competitivos podem ser empregados tanto na detecção de antígenos quan-
to de anticorpos.
b) Os ensaios competitivos são empregados na medida de hormônios, pois apresentam maior 
especificidade e menor sensibilidade.
c) Para pesquisa de anticorpos podem ser utilizadas as técnicas indiretas e sanduiche.
d) Os ensaios utilizados para diagnósticos não requerem o uso do cut off.
As letras A, B e C são todas as características do Elisa, já a letra D apresenta uma alternativa 
errada, pois o cut off é necessário para o teste de ELISA.
Letra d.
040. (AOCP/PREFEITURA DE BELÉM – PA/TÉCNICO EM LABORATÓRIO /2018) Sobre os 
métodos imunológicos, assinale a alternativa INCORRETA.
a) Na citometria de fluxo, as estruturas de interesse são estudadas por marcação com fluoró-
foros, que emitem luz após excitação luminosa, causando fluorescência. Entre as diversas apli-
cações, destacam-se os testes de imunofenotipagem e diagnóstico de leucemias e linfomas.
b) Western blotting é uma técnica para detecção de proteínas (antígenos ou anticorpos es-
pecíficos).
c) O teste de ELISA (enzyme-linked immunosorbent assay) é um teste imunoenzimático que 
utiliza anticorpos ligados covalentemente à enzimas. Entre as aplicações desse teste, desta-
cam-se o diagnóstico de diferentes doenças infecciosas, autoimunes e detecção do vírus HIV.
d) Os ensaios de aglutinação baseiam-se na interação entre o anticorpo e um antígeno ligados 
a uma partícula, resultando na formação de pequenos agregados.
e) Na aglutinação direta, as hemácias ou outras partículas inertes, como o látex, são sensibi-
lizadas com o antígeno por meio de agentes químicos ou por conjugação. A hemaglutinação 
direta é utilizada para a detecção de anticorpos específicos para Trypanossoma cruzi (agente 
etiológico da doença de Chagas).
As letras A, B, C e D estão corretas. A letra E é a incorreta, pois o diagnóstico da doença de 
Chagas é realizado pelos testes específicos de hemaglutinação indireta, imunofluorescencia 
indireta e método de ELISA.
Letra e.
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041. (AOCP/PREFEITURA MUNICIPAL DE BELÉM/TÉCNICO DE LABORATÓRIO/2018) A eri-
troblastose fetal, também conhecida como doença hemolítica do recém-nascido, é uma do-
ença provocada pelo fator Rh e caracterizada pela destruição das hemácias do feto ou do 
recém-nascido. As consequências dessa doença são graves, podendo ocasionar a morte do 
feto. A partir da segunda gestação, ou após a sensibilização por transfusão sanguínea, caso 
o segundo filho for Rh +, o organismo materno já possui anticorpos prontos para aquele antí-
geno e o feto poderá desenvolver a eritroblastose fetal. O diagnóstico precoce pode ser feito 
pela tipagem sanguínea da mãe e do pai durante a gestação. Considerando o exposto, qual é o 
método de diagnóstico utilizado para detectar se a mãe está produzindo anticorpos?
a) PCR.
b) Teste de Coombs.
c) Teste de ELISA.
d) Immunoblotting.
e) Citometria de fluxo.
As técnicas de PCR, Elisa, Imunoblotting e citometria de fluxo não são utilizados para diagnos-
tico da eritroblastose fetal. A alternativa correta é a letra B.
Letra b.
042. (FCC/PREFEITURA DE MACAPÁ – AP/BIOMÉDICO/2018) Considere a figura abaixo.
O método empregado é
a) ELISA direto.
b) ELISA indireto.
c) Southern Blotting.
d) Western Blotting.
e) ELISA sanduíche.
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Essa figura mostra um anticorpo anti IgG ligado a um complexo antígeno-anticorpo, como o 
ELISA indireta, e assim o substrato se liga e esse anticorpo. Portanto, a letra B é a correta.
Letra b.
043. (CESPE/EBSERH/TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS /2018) Acerca das técnicas 
sorológicas e de imunofluorescência empregadas em laboratório de imunologia, julgue o 
item a seguir.
Por aglutinação do látex, pode-se fazer pesquisa para fator reumatoide IgM.
O Teste para Fator reumatoide IgM é a aglutinação em látex, que se utiliza antígenos adsorvi-
dos em placas.
Certo.
044. (CESPE/EBSERH/TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS /2018) Acerca das técnicas 
sorológicas e de imunofluorescência empregadas em laboratóriode imunologia, julgue o 
item a seguir.
Para pesquisa de anticorpos cardiolipídicos da sífilis pelo ensaio de VDRL, utilizam-se cristais 
de colesterol sensibilizados com lecitina e cardiolipina.
O VDRL utiliza pesquisa de cristais de colesterol sensibilizados com lecitina e cardiolipina.
Certo.
045. (UFMT/UFSBA/TÉCNICO DE LABORATÓRIO/ANÁLISES CLÍNICAS /2017) Na pesqui-
sa de anticorpos para diagnóstico de doenças infecciosas, são utilizados diferentes testes 
imunológicos. O teste laboratorial indicado para a determinação da quantidade de anticor-
pos circulantes por meio da medida da densidade ótica da cor formada pela reação antígeno-
-anticorpo é:
a) Enzimaimunensaio.
b) Imunofluorescência indireta.
c) Imunofluorescência direta.
d) Hemaglutinação.
O teste que utiliza a densidade ótica é o ELISA pois para ler o complexo antígeno-anticorpo 
ligado a enzima com substrato deve-se utilizar a espectrometria optica da cor.
Letra a.
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046. (UFMT/UFSBA/TÉCNICO DE LABORATÓRIO/ANÁLISES CLÍNICAS /2017) Em relação 
ao teste de coombs indireto, marque a alternativa que apresenta a amostra biológica a ser 
obtida para a realização desse teste durante a investigação da compatibilidade sanguínea ma-
terno-fetal.
a) Sangue total da mãe
b) Soro do feto
c) Sangue total do feto
d) Soro da mãe
No Coombs indireto, se quer pesquisar se a mãe já foi sensibilizada com os antígenos Rh, por-
tanto utiliza-se hemácias conhecidas com o soro da mãe para saber se houve sensibilização.
Letra d.
047. (IBFC/SES-PR/TÉCNICO DE LABORATÓRIO /2016) A técnica sorológica em que se usa 
um reagente que é uma antigama globulina fluoresceinada para se visualizar a reação antíge-
no-anticorpo denomina-se:
a) Hemaglutinação.
b) Quimioluminescência.
c) Radio-imunoensaio
d) Imunofluorescência
A utilização de um reagente com anti IgG com fluoresceína é um método de imunofluorescência.
Letra d.
048. (IBFC/SES-PR/TÉCNICO DE LABORATÓRIO /2016) A técnica sorológica em que na rea-
ção básica o antígeno é fixado a um suporte sólido onde o anticorpo é adicionado para reagir e 
em seguida um anticorpo secundário ligado a uma enzima é adicionado denomina-se:
a) Precipitação.
b) Imunodifusão em gel.
c) Enzyme Linked Immuno Sorbent Assay (ELISA).
d) Imunoeletroforese
A técnica que usa um antígeno fixado a um suporte sólido onde o anticorpo do paciente é adi-
cionado e em seguida um anticorpo secundário é o teste de ELISA.
Letra c.
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REFERÊNCIAS
ABBAS, A.K.; LICHTMAN, A.H.; PILLAI, S. Imunologia Celular e Molecular. 8. ed. Elsevier, 2015.
FERREIRA, Antonio Walter. Diagnóstico laboratorial das principais doenças infecciosas e au-
toimunes: correlações clínico-laboratoriais / Antonio Walter Ferreira e Sandra do Lago Moraes. 
3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013.
MC PHERSON, Richard A. Diagnósticos clínicos e tratamento por métodos laboratoriais/ Rich-
ard A. McPherson, Matteuw R, Pincus, 21. ed. Barueri: Manole, 2012.
Disponível em: <https://www.pfizer.com.br/sites/default/files/inline-files/Comirnaty_Paci-
ente_30.pdf>. Acesso em: 28 mar. 2022.
Disponível em: <https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/med icamentos/bulas-e-rotulos/
bulas-uso-emergencial/vacinas/vacina-covid-19-janssen.pdf>. Acesso em: 28 mar. 2022.
Pollyana Lyra
Farmacêutica, Especialista em Farmacologia, Professora Universitária e Analista da Fundação Hemocentro 
de Brasília.
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	Teste de Fixação do Complemento
	Ensaio de Neutralização de Hemólise
	Reações Sorológicas para Sífilis
	Provas Sorológicas para Doenças Reumáticas
	Imunocomplexos
	Crioglobulinas
	Anticorpos Antiestreptococos “ASLO”
	Fator Antinuclear (FAN)
	Reações para HIV
	Anticorpos Neutralizantes
	Questões de Concurso
	Gabarito
	Gabarito Comentado
	Referências
	AVALIAR 5: 
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