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MAPAS MENTAIS
por @viciodeumaestudante
ECAECA
PRINCÍPIO DA 
PROTEÇÃO INTEGRAL
Prioriza o melhor interesse da criança e 
do adolescente e assegura todos os 
meios e oportunidades para seu 
desenvolvimento pleno
 Pessoa de até 12 
anos de idade 
incompletos
Aquele entre 12 e 
18 anos de idade.
Se aplica a pessoas 
de até 18 anos
1° - Manutenção da aplicação de 
medida socioeducativa até os 21 
anos (desde que o ato infracional 
tenha sido praticado enquanto o 
autor ainda era adolescente ? art. 
121 ECA)
2°-Adoção estatutária, para jovens 
de até 21 anos que, à época do 
pedido, já estavam sob a guarda 
ou tutela do pretendente à adoção 
(art. 40 ECA).
CRIANÇA
ADOLESCENTE
regra
exceção
CONCEITO DE 
CRIANÇA E 
ADOLESCENTE
apl icabil idade
Art. 227, CF/88: ?É dever da família, da 
sociedade e do Estado assegurar à 
criança, ao adolescente e ao jovem, com 
absoluta prioridade, o direito à vida, à 
saúde, à alimentação, à educação, ao 
lazer, à profissionalização, à cultura, à 
dignidade, ao respeito, à liberdade e à 
convivência familiar e comunitária, além 
de colocá-los a salvo de toda forma de 
negligência, discriminação, exploração, 
violência, crueldade e opressão?
DIREITOS DA 
CRIANÇA E DO 
ADOLESCENTE
Ao adolescente empregado; Aprendiz; Aluno de escola 
técnica é vedado trabalho (art.67, ECA):
- Noturno ( 22h às 05h);
- Perigoso, insalubre ou penoso;
- Realizado em locais prejudiciais à sua formação e ao 
seu desenvolvimento físico, psíquico, moral e social
- realizado em horários e locais que não permitam a 
freqüência à escola.
- É proibido qualquer trabalho a menores de 16 anos 
de idade,salvo na condição de aprendiz.
A formação técnico-profissional (ministrada segundo 
as diretrizes e bases da legislação de educação em 
vigor.) do adolescente obedecerá aos seguintes 
princípios: (Art. 62 e 63 ,ECA)
- Garantia de acesso e frequência obrigatória ao 
ensino regular; 
- atividade compatível com o desenvolvimento do 
adolescente;
- horário especial para o exercício das atividades.
- A criança e o adolescente têm direito à educação, 
visando ao pleno desenvolvimento de sua pessoa, 
preparo para o exercício da cidadania e qualificação 
para o trabalho (art.53)
- O Estado deve assegurar à criança e ao 
adolescente uma série de direitos, listados no art. 
54, a seguir, os incisos já cobrados em prova:
I - ensino fundamental, obrigatório e gratuito, 
inclusive para os que a ele não tiveram acesso na 
idade própria*;
II - progressiva extensão da obrigatoriedade e 
gratuidade ao ensino médio*;
- A matrícula na rede regular de ensino é obrigatória 
em todas as hipóteses, sem exceções.
- *Art. 56. Os dirigentes de estabelecimentos de 
ensino fundamental comunicarão ao Conselho 
Tutelar os casos de:
I - maus-tratos envolvendo seus alunos;
II - reiteração de faltas injustificadas e de evasão 
escolar, esgotados os recursos escolares;
III - elevados níveis de repetência.
DIREITO A 
EDUCAÇÃO 
PROTEÇÃO AO 
TRABALHO
NOVIDADE !!! 
Art. 53-A. É dever da instituição 
de ensino, clubes e agremiações 
recreativas e de 
estabelecimentos congêneres 
assegurar medidas de 
conscientização, prevenção e 
enfrentamento ao uso ou 
dependência de drogas 
ilícitas.(Incluído pela Lei nº 13.840, 
de 2019)
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13840.htm#art16
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13840.htm#art16
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13840.htm#art16
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13840.htm#art16
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13840.htm#art16
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13840.htm#art16
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13840.htm#art16
DIREITOS DA 
CRIANÇA E DO 
ADOLESCENTE
Art. 17. O direito ao respeito consiste na 
inviolabilidade da integridade física, psíquica e 
moral da criança e do adolescente, abrangendo a 
preservação da imagem, da identidade, da 
autonomia, dos valores, idéias e crenças, dos 
espaços e objetos pessoais
Se a proteção a imagem for violada, 
será configurado abuso do direito, 
tendo como consequência o dever de 
indenização pelos danos causados
Art. 15. A criança e o adolescente têm direito à 
liberdade, ao respeito e à dignidade como 
pessoas humanas em processo de 
desenvolvimento e como sujeitos de direitos 
civis, humanos e sociais garantidos na 
Constituição e nas leis.
Art. 16. O direito à liberdade compreende os 
seguintes aspectos:
III -crença e culto religioso;
Art. 19. É direito da criança e do 
adolescente ser criado e educado no seio 
de sua família e, excepcionalmente, em 
família substituta, assegurada a convivência 
familiar e comunitária, em ambiente que 
garanta seu desenvolvimento integral.
Art. 226, CF/88: ?A família, 
base da sociedade, tem 
especial proteção do Estado?
A preferência da criança ou do 
adolescente será sempre com seus 
pais* e na ausência destes os familiares 
mais próximos, mantendo sempre o 
convivio familiar e comunitário.
direito de 
convivência
proteção à 
imagem
l iberdade 
de crença e 
rel igião
Art. 5º (...) CF
VI - é inviolável a liberdade de 
consciência e de crença, 
sendo assegurado o livre 
exercício dos cultos religiosos 
e garantida, na forma da lei, a 
proteção aos locais de culto e a 
suas liturgias;
- Sempre que possível*, a criança ou o adolescente será previamente ouvido 
por equipe interprofissional, respeitado seu estágio de desenvolvimento e 
grau de compreensão sobre as implicações da medida, e terá sua opinião 
devidamente considerada.
FALTA DE RECURSOS MATERIAIS: não é 
motivo suficiente para determinar a perda do 
poder familiar, nos termos do art. 23 do ECA.
 
É uma prerrogativa ou autoridade que se exerce 
em face de crianças e adolescentes,
implicando nos deveres de guarda, sustento e 
educação.
PERDA E SUSPENSÃO 
DO PODER FAMILIAR
A suspensão do poder familiar ocorre quando ?o pai, ou 
a mãe abusar de sua autoridade, faltando aos deveres 
a eles inerentes ou arruinando os bens dos filhos, ou o 
pai ou à mãe forem condenados por sentença 
irrecorrível, em virtude de crime cuja pena exceda a dois 
anos de prisão? (art. 1.637 do CC).
PODER FAMILIAR
PROCEDIMENTOS 
DO ECA
colocação em 
famíl ia substituta
TUTELA GUARDA ADOÇÃOA oitiva NÃO é 
necessária, somente 
quando for possível
- Tratando-se de maior de 12 (doze) anos de idade, será necessário seu 
consentimento, colhido em audiência.
- Os grupos de irmãos serão colocados sob adoção, tutela ou guarda da 
mesma família substituta, ressalvada a comprovada existência de risco de 
abuso ou outra situação que justifique plenamente a excepcionalidade de 
solução diversa, procurando-se, em qualquer caso, evitar o rompimento 
definitivo dos vínculos fraternais.
Art. 155.O procedimento para a perda ou a suspensão 
do poder familiar terá início por provocação do 
Ministério Público ou de quem tenha legítimo 
interesse.
A colocação da criança ou 
adolescente em família substituta 
será precedida de sua preparação 
gradativa e acompanhamento 
posterior, realizados pela equipe 
interprofissional a serviço da Justiça 
da Infância e da Juventude, 
preferencialmente com o apoio dos 
técnicos responsáveis pela execução 
da política municipal de garantia do 
direito à convivência familiar.
O ECA disciplina 
procedimento específico 
para a colocação em família 
substituta de criança ou 
adolescente indígena, que 
requer, obrigatoriamente, a 
intervenção e oitiva de 
representantes de órgão 
federal responsável pela 
política indígena e de 
antropólogos. *
- Encaminhamento a tratamento psicológico ou 
psiquiátrico;
PROCEDIMENTOS 
DO ECA
Art. 18-B. Os pais, os integrantes da 
família ampliada, os responsáveis,os 
agentes públicos executores de 
medidas socioeducativas ou qualquer 
pessoa encarregada de cuidar de 
crianças e de adolescentes, tratá-los, 
educá-los ouprotegê-los que utilizarem 
castigo físico ou tratamento cruel ou 
degradante como formas de correção, 
disciplina, educação ou qualquer outro 
pretexto estarão sujeitos, sem prejuízo 
de outras sanções cabíveis, às seguintes 
medidas,que serão aplicadas de acordo 
com a gravidade do caso:
- Encaminhamento a programa oficial ou comunitário de 
proteção à família;
- Encaminhamento a cursos ou programas 
de orientação;
- Obrigação de encaminhar a criança a 
tratamento especializado;
- Advertência *
As medidas previstas 
neste artigo serão 
aplicadas pelo 
CONSELHO 
TUTELAR*, sem 
prejuízo de outras 
providências legais 
RESPONSABILIDADE POR 
TRATAMENTO INDIGNO A 
CRIANÇA OU ADOLESCENTE
GUARDA
É uma modalidade de família substituta 
(mais tênue) que regulariza a posse de 
fato de criança e adolescente.
É uma situação de fato que é regulada de 
forma provisória, onde o guardião terá 
alguns atributos do poder familiar (exemplo: 
exigir obediência, garantir educação e 
apoio necessário). Em contrapartida, não 
terá o direito de representação, salvo em 
hipóteses excepcionais.
FORMA DE CONCESSÃO 
A guarda pode ser deferida de forma incidental no 
processo, onde se requer a tutela ou adoção, ou a 
guarda pode ser o pedido principal do processo. 
Esta hipótese ocorre quando for para atendimento 
de situações de ausência momentânea dos pais, 
nos termos do art. 33, §2º ECA
DEVERES 
Os guardiões possuem o dever de 
assistir criança e adolescente: 
- Materialmente 
- Educacionalmente;
- Moralmente.;
PODERES 
Há uma série de poderes conferidos aos 
guardiões, podendo se opor contra 
terceiros, inclusive contra os pais da 
criança ou do adolescente. 
Assim, afastando temporariamente uma 
criança ou adolescente do convívio 
familiar, colocando-os na modalidade de 
guarda, será possível que o guardião se 
oponha aos pais, quando não houver a 
perda do poder familiar.
EFEITOS 
PREVIDENCIÁRIOS 
A guarda confere dependência para todos os 
fins, inclusive previdenciários, nos termos do 
§ 3º do art. 33 do ECA
O ECA prevê que ?a guarda confere à criança 
ou adolescente a condição de dependente, 
para todos os fins e efeitos de direito, 
inclusive previdenciários? (§ 4º do art. 33). 
Conforme assentou o STJ, o ECA não é uma 
simples lei, uma vez que representa política 
pública de proteção à criança e ao 
adolescente, verdadeiro cumprimento do 
mandamento previsto no art. 227 da CF/88.
GUARDA
DIREITO DE VISITA E 
ALIMENTOS
O exercício da guarda por terceiros não impede o 
direito de visita pelos pais, pois pode acontecer de 
existir uma situação intermediária, pelo fato da 
criança ser posta numa família substituta até que a 
família natural se arranje e essa retorne ao lar. 
Ademais, não desobriga os pais a prestarem 
alimentos aos filhos. 
Há duas exceções, onde há perda da visita pelos 
pais: - Guarda incidental em processo de adoção;
- Se houver expressa determinação em contrário.
ACOLHIMENTO FAMILIAR
Nos termos do art. 34 ECA, para que a criança possa 
permanecer junto à família que detém a guarda, pode o 
Poder Público conceder incentivos para o acolhimento 
familiar. O acolhimento familiar ocorre quando há uma 
família acolhedora e o juiz entrega a criança/adolescente 
aos cuidados desta.
Os meios de execução para o acolhimento familiar, nos 
termos do art. 34, §2º ECA, podem se dar: 
- Através de ENTIDADE DE ATENDIMENTO, que recebe 
a criança, que já tem uma família e a entregará a uma 
família acolhedora. Esta entidade é responsável pela 
assistência à criança.
 - Através do juiz que entregará a criança direto à família 
acolhedora.
CARÁTER PROVISÓRIO
O art. 35 do ECA estabelece que a guarda poderá ser 
REVOGADA a qualquer tempo, mediante ato judicial 
fundamentado, ouvido o Ministério Público.
OBS: A guarda, por si só, não suspende o nem faz cessar 
o poder familiar.
guarda 
compartilhada
É uma responsabilidade simultânea em relação à 
criança e ao adolescente. Atualmente, a regra é a 
guarda compartilhada.
Atenção!! A guarda compartilhada é uma forma 
de exercício do poder de guarda, decorrente do 
poder familiar. Não se confunde com a guarda, 
modalidade de família substituta, prevista no 
ECA.
 
GUARDA TUTELA ACOLHIMENTO FAMILIAR APADRINHAMENTO
A guarda obriga a prestação de 
assistência material, moral e 
educacional à criança ou 
adolescente, conferindo a seu 
detentor o direito de opor-se a 
terceiros, inclusive aos pais.
A tutela será deferida, nos termos da 
lei civil, a pessoa de até 18 (dezoito) 
anos incompletos.
Acolhimento Familiar é uma 
modalidade de acolhimento 
provisório, prevista no Estatuto da 
Criança e Adolescente e tida como 
prioritária ao acolhimento institucional. 
A criança e o adolescente em 
programa de acolhimento 
institucional ou familiar poderão 
participar de programa de 
apadrinhamento (Art. 19-B, ECA).
A guarda destina-se a regularizar a 
posse de fato, podendo ser deferida, 
liminar ou incidentalmente, nos 
procedimentos de tutela e adoção, 
exceto no de adoção por 
estrangeiros.
O deferimento da tutela pressupõe a 
prévia decretação da perda ou 
suspensão do pátrio poder familiar 
e implica necessariamente o dever de 
guarda.
Acontece em residências de famílias 
cadastradas selecionadas e formadas 
por profissionais da área da Infância e 
Juventude.
O apadrinhamento consiste em 
estabelecer e proporcionar à criança 
e ao adolescente vínculos externos à 
instituição para fins de convivência 
familiar e comunitária e colaboração 
com o seu desenvolvimento nos 
aspectos social, moral, físico, 
cognitivo, educacional e financeiro.
não pressupõe destituição ou 
suspensão do poder familiar dos pais 
(família natural).
Visa essencialmente a suprir carência 
de representação legal, assumindo o 
tutor tal munus na ausência dos 
genitores.
Qualquer criança em situação de 
risco, retirada de sua família 
biológica, deveria ser colocada 
preferencialmente em Acolhimento 
Familiar.
Podem ser padrinhos ou madrinhas 
pessoas maiores de 18 (dezoito) anos 
não inscritas nos cadastros de 
adoção, desde que cumpram os 
requisitos exigidos pelo programa de 
apadrinhamento de que fazem parte.
A chamada guarda estatutária é 
concedida quando, pela ausência, 
omissão ou abuso por parte dos pais 
ou responsáveis, ocorre a perda do 
poder familiar quando os direitos 
expressos no artigo 227 da 
Constituição e no artigo 4º do ECA 
forem violados ou houver ameaça de 
violação, haverá respaldo para a 
guarda estatutária.
O tutor exerce todos os poderes e 
responsabilidades inerentes ao poder 
familiar e pode ser destituído, se não 
for diligente nestas atribuições
Pessoas jurídicas podem apadrinhar 
criança ou adolescente a fim de 
colaborar para o seu 
desenvolvimento.
adoção
É a modalidade de família substituta que 
estabelece um vínculo de filiação. 
Trata-se de uma medida excepcional, 
apenas quando não é possível a 
manutenção da criança em sua família 
natural, nem a colocação em família 
extensa ou ampliada.
unilateral
Hipóteses:
? O adotado encontra-se registrado somente 
em nome de um dos pais (geralmente a mãe) 
? família monoparental. Neste caso, não há 
necessidade de prévia destituição do 
poder familiar, pois já está registrado no 
nome de um dos pais (preenchendo aquele 
espaço vazio) ? jurisdição voluntária. 
? Quando um dos pais vier a falecer ? 
família monoparental. Também não há 
necessidade de prévia destituição do 
poder familiar, até porque com a morte há a 
extinção do poder familiar ? jurisdição 
voluntária.
 ? Em caso de destituição para com um dos 
pais ? trata-se de uma hipótese de 
jurisdição contenciosa
bilateral
Rompe-se os dois vínculos, tanto com o 
pai quanto com a mãe biológicos.
 Por exemplo, quando o pai e a mãe não 
se encontram mais em condições de 
exercer o poder familiar.
adoção por 
ex-cônjuges ou ex 
companheiros
Em regra, para adoção conjunta é necessário 
que as pessoas sejam casadas ou convivam 
em união estável. Contudo, admite-seque a 
adoção seja realizada por ex-cônjuge ou ex 
companheiros, quando já houver sido iniciado 
o estágio de convivência e desde que haja 
acordo quanto à guarda e quanto aos 
regime de visitação.
Será possível a guarda compartilhada, 
desde que demonstrada efetivo 
beneficio ao adotando
adoção póstuma
- O adotante, ainda em vida, manifesta 
inequivocamente a vontade de adotar 
aquele menor;
- O adotante, ainda em vida, dá início 
ao procedimento judicial de adoção;
- Após iniciar formalmente o procedimento 
e antes de ele chegar ao fim, o adotante 
morre.
Nesse caso, o procedimento 
poderá continuar e a adoção 
ser concretizada mesmo o 
adotante já tendo morrido.
O adotado tem direito de conhecer sua 
origem biológica, bem como de obter acesso 
irrestrito ao processo no qual a medida foi 
aplicada e seus eventuais incidentes, após 
completar 18 (dezoito) anos.
 
adoção
A adoção internacional é o instituto jurídico de 
ordem pública que concede a uma criança ou 
adolescente, em estado de abandono, a 
possibilidade de viver em um novo lar, em outro 
país, assegurados o bem-estar e a educação, 
desde que obedecidas às normas do país do 
adotado e do adotante.
A adoção internacional de criança ou adolescente 
brasileiro ou domiciliado no Brasil somente terá 
lugar quando restar comprovado:
- Que a colocação em família adotiva é a solução 
adequada ao caso concreto;
- Que foram esgotadas todas as possibilidades de 
colocação da criança ou adolescente em família 
adotiva brasileira, com a comprovação, certificada 
nos autos, da inexistência de adotantes 
habilitados residentes no Brasil com perfil 
compatível com a criança ou adolescente, após 
consulta aos cadastros mencionados nesta Lei;
- Que, em se tratando de adoção de adolescente, 
este foi consultado, por meios adequados ao seu 
estágio de desenvolvimento, e que se encontra 
preparado para a medida, mediante parecer 
elaborado por equipe interprofissional, observado 
o disposto nos §§ 1oe 2odo art. 28 desta Lei.
Os brasileiros residentes no exterior terão 
preferência aos estrangeiros, nos casos de 
adoção internacional de criança ou 
adolescente brasileiro.
O acesso ao processo de adoção 
poderá ser também deferido ao 
adotado menor de 18 (dezoito) anos, 
a seu pedido, assegurada 
orientação e assistência jurídica e 
psicológica.
direito de 
conhecer a origem 
biológica
adoção 
internacional
PROCEDIMENTO: Ingressar com pedido de 
habilitação junto à Autoridade Central do país de 
acolhida, para que esta, após a habilitação do 
casal, envie um relatório para a Autoridade 
Central Estadual e para a Autoridade Central 
Federal Brasileira, a fim de que obtenham o 
laudo de habilitação à adoção internacional.
CORRUPÇÃO DE MENOR:
Art. 244-B. Corromper ou facilitar a 
corrupção de menor de 18 
(dezoito) anos, com ele praticando 
infração penal ou induzindo-o a 
praticá-la:
- Aos adolescentes se aplicada 
medida sócio-educativa
A medida de internação poderá ser 
aplicada quando se tratar de ato infracional 
cometido mediante grave ameaça ou 
violência a pessoa, e não somente em 
caso de reincidência no cometimento de 
infrações graves (inciso II)
Conforme o Artigo 207, caput e § 1º, do 
ECA, "nenhum adolescente a quem se 
atribua a prática de ato infracional, ainda 
que ausente ou foragido, será processado 
sem defensor. Se o adolescente não tiver 
defensor, ser-lhe-á nomeado pelo juiz, 
ressalvado o direito de, a todo tempo, 
constituir outro de sua preferência" .
A exemplo de:
I - encaminhamento aos pais ou responsável, 
mediante termo de responsabilidade;
II - orientação, apoio e acompanhamento 
temporários;
III - matrícula e freqüência obrigatórias em 
estabelecimento oficial de ensino fundamental;
ATO 
INFRACIONAL
ASSISTÊNCIA 
TÉCNICA
É direito do adolescente ter uma 
assistência técnica de sua 
preferência para apuração de 
ato infracional.
CRIMES EM 
ESPÉCIE
Art. 103. Considera-se ato infracional 
a conduta descrita como crime ou 
contravenção penal.
ADOLESCENTE CRIANÇA
- Art. 172. O adolescente apreendido 
em flagrante de ato infracional será, 
desde logo, encaminhado à 
autoridade policial competente.
As crianças são aplicadas 
somente medidas de proteção 
(artigo 101 do ECA):
- As medidas socioeducativas podem 
ser substituídas a qualquer tempo.
SÚMULA 500 STJ: ?A 
configuração do crime 
do art. 244-B do ECA 
independe da prova 
da efetiva corrupção 
do menor, por se tratar 
de delito formal."
CRIMES PRATICADOS CONTRA A 
CRIANÇA E ADOLESCENTE
Art. 241-B. Adquirir, possuir 
ou armazenar, por qualquer 
meio, fotografia, vídeo ou outra 
forma de registro que contenha 
cena de sexo explícito ou 
pornográfica envolvendo 
criança ou adolescente:
De acordo com o STJ, há pornografia, para os 
fins do artigo 241-B do ECA (Lei 8.069/90), 
mesmo na mera imagem de crianças ou 
adolescentes em posições sensuais, ainda 
que sem mostrar seus órgãos genitais. A nudez 
é dispensável para a caracterização da 
pornografia *
241-B, §2º do ECA (Lei 8.069/90) prevê três 
hipóteses de excludente de ilicitude, 
estabelecendo não haver crime se a posse ou 
o armazenamento tem a finalidade de 
comunicar às autoridades competentes a 
ocorrência das condutas descritas nos arts. 
240, 241, 241-A e 241-C do ECA. As três 
figuras retratam casos de estrito cumprimento 
do dever legal, quando a comunicação for 
feita por: *
I ? agente público no exercício de suas 
funções;
II ? membro de entidade, legalmente 
constituída, que inclua, entre suas finalidades 
institucionais, o recebimento, o processamento 
e o encaminhamento de notícia dos crimes 
referidos neste parágrafo;
III ? representante legal e funcionários 
responsáveis de provedor de acesso ou serviço 
prestado por meio de rede de computadores, 
até o recebimento do material relativo à notícia 
feita à autoridade policial, ao Ministério Público 
ou ao Poder Judiciário.
ART.241-B 
ECA
Deverão 
manter sob 
sigilo o 
material ilícito 
referido.
- Pena ? reclusão, de 
1 (um) a 4 (quatro) 
anos, e multa.
- A pena é diminuída de 
1 (um) a 2/3 (dois 
terços) se de pequena 
quantidade o material a 
que se refere o caput 
deste artigo.
OBS:Todos os crimes previstos no ECA (Lei 8.069/90) 
são de ação penal pública incondicionada, nos 
termos do artigo 227 do mencionado diploma legal, de 
modo que, ainda que os adolescentes não tenham 
interesse em processar, não há que se falar em 
extinção da punibilidade do acusado pela falta de 
interesse das vítimas *
Do Tratamento de Dados Pessoais 
de Crianças e de Adolescentes
ART.14 DA LEI 
13.709/2018
É necessário o consentimento específico e em destaque por pelo menos 
um dos pais ou pelo responsável legal* (§ 1º)
TRATAMENTO DE DADOS 
PESSOAIS DE CRIANÇAS
os controladores deverão manter 
pública a informação sobre os tipos 
de dados coletados, a forma de sua 
utilização e os procedimentos para o 
exercício dos direitos a que se refere o 
art. 18 desta Lei. (§ 2º)
REGRA
Poderão ser coletados dados pessoais de crianças SEM O 
CONSENTIMENTO* (§ 3°):
- Quando a coleta for necessária para contatar os pais ou o responsável 
legal, utilizados uma única vez e sem armazenamento
- para sua proteção, e em nenhum caso poderão ser repassados a terceiro 
sem o consentimento dos pais
Aqui, podemos citar as hipóteses de emergência, quando é necessário o 
contato com os pais ou responsáveis para pronto atendimento e notificação.
EXCEÇÃO
Os controladores NÃO deverão condicionar a 
participação dos titulares de que trata o § 1º 
deste artigo em jogos, aplicações de internet 
ou outras atividades ao fornecimento de 
informações pessoais além das estritamente 
necessárias à atividade (§ 4º)
O controlador deve realizar todos os 
esforços razoáveis para verificar que o 
consentimento a que se refere o § 1º 
deste artigo foi dado pelo responsável 
pela criança, consideradas as 
tecnologias disponíveis. (§ 5º)
§ 6º As informações sobre o tratamento de dados referidas neste artigo deverãoser fornecidas de maneira 
simples, clara e acessível, consideradas as características físico-motoras, perceptivas, sensoriais, intelectuais 
e mentais do usuário, com uso de recursos audiovisuais quando adequado, de forma a proporcionar a 
informação necessária aos pais ou ao responsável legal e adequada ao entendimento da criança.
Controlador: pessoa natural ou jurídica, 
de direito público ou privado, a quem 
competem as decisões referentes ao 
tratamento de dados pessoais
Tratamento: toda operação realizada 
com dados pessoais, como as que se 
referem a coleta, produção, recepção, 
etc.
Dado pessoal: 
informação relacionada a 
pessoa natural identificada 
ou identificável;
O tratamento de dados pessoais 
de crianças e de adolescentes 
deverá ser realizado em seu 
melhor interesse, nos termos 
deste artigo e da legislação 
pertinente.
	3M - CONCEITO E PRINCÓPIOS -ECA
	Página 1
	Página 2
	Página 3
	2M - PROCEDIMENTOS ECA
	Página 1
	Página 2
	3M - GUARDA
	Página 1
	Página 2
	Página 3
	2 M - ADOÃ⁄Ã…O
	Página 1
	Página 2
	1M - ATO INFRACIONAL
	Página 1
	1M- CRIMES CONTRA A CRIANÃ⁄A E ADOLESCENTE
	Página 1
	LGPD - TRATAMENTO DE DADOS DA CRIANÃ⁄A E ADOLESCENTE
	Página 1

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