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Gabi

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Questões resolvidas

Você não acertou!
A.
Espinha ilíaca anteroinferior e espinha ilíaca posterossuperior.
A espinha ilíaca anterossuperior e a espinha ilíaca anteroinferior constituem acidentes ósseos do osso ílio. A espinha ilíaca anterossuperior serve como inserção proximal não somente do músculo Sertório, mas, também, da fáscia lata, do músculo tensor da fáscia lata e do ligamento inguinal. Já a espinha ilíaca anteroinferior é a região proximal da inserção do reto femoral. A espinha ilíaca posterossuperior também é considerada um acidente ósseo do ílio e abriga a inserção do músculo multífido. Em relação à espinha isquiática, essa é considerada um acidente ósseo do ísquio e serve como local de inserção dos músculos gêmeo superior, isquiococcígeo e levantador do ânus e do ligamento sacroespinal.


A. Espinha ilíaca anteroinferior e espinha ilíaca posterossuperior.
B. Espinha ilíaca anterossuperior e espinha ilíaca anteroinferior.
C. Espinha ilíaca anteroinferior e espinha ilíaca anterossuperior.
D. Espinha isquiática e espinha ilíaca anteroinferior.

Durante os treinamentos de ressuscitação cardiopulmonar (RCP), se enfatiza muito o posicionamento adequado das mãos durante a realização dos procedimentos de massageamento para estimulação cardíaca. Essa preocupação se deve ao risco de acidentes como, por exemplo, uma fratura óssea durante a manobra. Sendo assim, quando as mãos estão posicionadas de maneira inadequada durante a RCP, pode haver fratura de qual(is) osso(s)?


A. Esterno.
D. Esterno e vértebras.

Na região profunda dos discos intervertebrais, observa-se a presença de um conteúdo gelatinoso, o núcleo pulposo, que é envolvido pelo anel fibroso. Em casos de rompimento do anel fibroso, é comum o extravasamento do núcleo pulposo. No caso de um extravasamento posterolateral do núcleo pulposo na região cervical, os principais sintomas esperados no quadro são:


A. dor, parestesia e fraqueza muscular nos membros superiores e inferiores.
B. dor e parestesia nos membros superiores e inferiores.
C. dor e fraqueza muscular nos membros superiores e inferiores.
D. parestesia e fraqueza muscular nos membros superiores e inferiores.
E. apenas dor nos membros superiores e inferiores.

O torcicolo espasmódico ou a distonia cervical, geralmente, é caracterizado pela tonicidade alterada em alguns músculos do pescoço. Verifica-se que uma pessoa acometida pelo torcicolo apresenta a cabeça rodada, inclinada lateralmente à direita e flexionada anteriormente. O músculo afetado é o:


A. trapézio do lado direito.
B. escaleno médio do lado esquerdo.
C. semiespinal do pescoço do lado esquerdo.
D. espinal da cabeça do lado direito.

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Questões resolvidas

Você não acertou!
A.
Espinha ilíaca anteroinferior e espinha ilíaca posterossuperior.
A espinha ilíaca anterossuperior e a espinha ilíaca anteroinferior constituem acidentes ósseos do osso ílio. A espinha ilíaca anterossuperior serve como inserção proximal não somente do músculo Sertório, mas, também, da fáscia lata, do músculo tensor da fáscia lata e do ligamento inguinal. Já a espinha ilíaca anteroinferior é a região proximal da inserção do reto femoral. A espinha ilíaca posterossuperior também é considerada um acidente ósseo do ílio e abriga a inserção do músculo multífido. Em relação à espinha isquiática, essa é considerada um acidente ósseo do ísquio e serve como local de inserção dos músculos gêmeo superior, isquiococcígeo e levantador do ânus e do ligamento sacroespinal.


A. Espinha ilíaca anteroinferior e espinha ilíaca posterossuperior.
B. Espinha ilíaca anterossuperior e espinha ilíaca anteroinferior.
C. Espinha ilíaca anteroinferior e espinha ilíaca anterossuperior.
D. Espinha isquiática e espinha ilíaca anteroinferior.

Durante os treinamentos de ressuscitação cardiopulmonar (RCP), se enfatiza muito o posicionamento adequado das mãos durante a realização dos procedimentos de massageamento para estimulação cardíaca. Essa preocupação se deve ao risco de acidentes como, por exemplo, uma fratura óssea durante a manobra. Sendo assim, quando as mãos estão posicionadas de maneira inadequada durante a RCP, pode haver fratura de qual(is) osso(s)?


A. Esterno.
D. Esterno e vértebras.

Na região profunda dos discos intervertebrais, observa-se a presença de um conteúdo gelatinoso, o núcleo pulposo, que é envolvido pelo anel fibroso. Em casos de rompimento do anel fibroso, é comum o extravasamento do núcleo pulposo. No caso de um extravasamento posterolateral do núcleo pulposo na região cervical, os principais sintomas esperados no quadro são:


A. dor, parestesia e fraqueza muscular nos membros superiores e inferiores.
B. dor e parestesia nos membros superiores e inferiores.
C. dor e fraqueza muscular nos membros superiores e inferiores.
D. parestesia e fraqueza muscular nos membros superiores e inferiores.
E. apenas dor nos membros superiores e inferiores.

O torcicolo espasmódico ou a distonia cervical, geralmente, é caracterizado pela tonicidade alterada em alguns músculos do pescoço. Verifica-se que uma pessoa acometida pelo torcicolo apresenta a cabeça rodada, inclinada lateralmente à direita e flexionada anteriormente. O músculo afetado é o:


A. trapézio do lado direito.
B. escaleno médio do lado esquerdo.
C. semiespinal do pescoço do lado esquerdo.
D. espinal da cabeça do lado direito.

Prévia do material em texto

Otávio queixa-se de dor na região da face há 3 dias. Produz muita secreção amarelo-esverdeada que se exterioriza pelas narinas. O médico solicita radiografia da face e detecta obstrução e grande quantidade de secreção no seio maxilar, confirmando o diagnóstico de sinusite. De acordo com o que você estudou sobre o osso maxilar, é correto o que se afirma em:
Você não acertou!
A. 
a maxila é um osso ímpar que compõe o neurocrânio, parte do crânio composta pelos ossos da face.
​​​​​​As maxilas são ossos duplos do viscerocrânio que formam a maior parte da abertura piriforme e parte medial da órbita. Tem a maxila direita e esquerda. Na sua porção medial forma a maior parte da abertura piriforme e na sua porção lateral contribui para formar a margem medial e o assoalho da órbita.
Resposta correta.
B. 
as maxilas são ossos duplos que formam a maior parte da abertura piriforme e parte medial da órbita.
​​​​​​As maxilas são ossos duplos do viscerocrânio que formam a maior parte da abertura piriforme e parte medial da órbita. Tem a maxila direita e esquerda. Na sua porção medial forma a maior parte da abertura piriforme e na sua porção lateral contribui para formar a margem medial e o assoalho da órbita.
Resposta incorreta.
C. 
a maxila é um osso pneumático e constitui parte do neurocrânio e principalmente do viscerocrânio.
​​​​​​As maxilas são ossos duplos do viscerocrânio que formam a maior parte da abertura piriforme e parte medial da órbita. Tem a maxila direita e esquerda. Na sua porção medial forma a maior parte da abertura piriforme e na sua porção lateral contribui para formar a margem medial e o assoalho da órbita.
Resposta incorreta.
D. 
a maxila não faz parte do viscerocrânio e por isso não pode conter um seio paranasal em seu interior.
​​​​​​As maxilas são ossos duplos do viscerocrânio que formam a maior parte da abertura piriforme e parte medial da órbita. Tem a maxila direita e esquerda. Na sua porção medial forma a maior parte da abertura piriforme e na sua porção lateral contribui para formar a margem medial e o assoalho da órbita.
Resposta incorreta.
E. 
as maxilas formam o assoalho da cavidade craniana dando sustentação ao encéfalo e estruturas associadas.
​​​​​​As maxilas são ossos duplos do viscerocrânio que formam a maior parte da abertura piriforme e parte medial da órbita. Tem a maxila direita e esquerda. Na sua porção medial forma a maior parte da abertura piriforme e na sua porção lateral contribui para formar a margem medial e o assoalho da órbita.
2. 
Fabiana tem 22 anos e desde os 15 apresenta episódios recorrentes de subluxação da articulação temporomandibular. Como tratamento, recorre a anti-inflamatórios, fisioterapia para fortalecimento e tratamentos ortodônticos. Com base nessas informações, quais músculos podem ser trabalhados para que a articulação em questão se torne mais estabilizada?
Resposta incorreta.
A. 
Músculos esternocleidomastoideo, temporal, tríceps braquial e orbicular da boca.
Os quatro músculos relacionados à mastigação, ao serem fortalecidos durante a fisioterapia, contribuem para a estabilização da articulação temporomandibular. São eles: pterigoideos medial e lateral, masseter e temporal.
Você não acertou!
B. 
Músculos orbicular da boca, levantador da escápula, esternocleidomastoideo e mentual.
Os quatro músculos relacionados à mastigação, ao serem fortalecidos durante a fisioterapia, contribuem para a estabilização da articulação temporomandibular. São eles: pterigoideos medial e lateral, masseter e temporal.
Resposta incorreta.
C. 
​​​​​Músculos pterigoideos medial e lateral, mentual, estiloglosso e temporal.
Os quatro músculos relacionados à mastigação, ao serem fortalecidos durante a fisioterapia, contribuem para a estabilização da articulação temporomandibular. São eles: pterigoideos medial e lateral, masseter e temporal.
Resposta correta.
D. 
​​​Músculos temporal, masseter, pterigoideos medial e lateral.
Os quatro músculos relacionados à mastigação, ao serem fortalecidos durante a fisioterapia, contribuem para a estabilização da articulação temporomandibular. São eles: pterigoideos medial e lateral, masseter e temporal.
Resposta incorreta.
E. 
Músculos masseter, pterigoideo medial, orbicular da boca e estiloglosso.
Os quatro músculos relacionados à mastigação, ao serem fortalecidos durante a fisioterapia, contribuem para a estabilização da articulação temporomandibular. São eles: pterigoideos medial e lateral, masseter e temporal.
3. 
O bebê de Gabriela e Eduardo nasceu prematuramente e foi observada a presença de fenda palatina. Geralmente, os ossos que compõem o palato duro se unem formando uma sutura mediana em torno da 10ª a 12ª semanas de gestação. Quando esse processo não acontece surge a fenda palatina que pode também ser acompanhada por fenda labial. Algumas consequências são a dificuldade no reflexo de sucção e comunicação da cavidade oral com a cavidade nasal. O tratamento é cirúrgico e tem bom prognóstico. Em se tratando da fenda palatina, quais ossos são afetados e a qual parte do crânio eles pertencem?
Resposta incorreta.
A. 
Temporais e parietais. Viscerocrânio.
Os dois ossos palatinos e as duas maxilas pertencentes ao viscerocrânio articulam-se na linha mediana. A não formação dessas suturas e o fechamento incompleto ou ausente dessa região caracterizam a fenda palatina.
Você não acertou!
B. 
Maxilas e zigomáticos. Viscerocrânio.
Os dois ossos palatinos e as duas maxilas pertencentes ao viscerocrânio articulam-se na linha mediana. A não formação dessas suturas e o fechamento incompleto ou ausente dessa região caracterizam a fenda palatina.
Resposta incorreta.
C. 
Zigomáticos e esfenoide. Neurocrânio.
Os dois ossos palatinos e as duas maxilas pertencentes ao viscerocrânio articulam-se na linha mediana. A não formação dessas suturas e o fechamento incompleto ou ausente dessa região caracterizam a fenda palatina.
Resposta incorreta.
D. 
Frontal e palatinos. Neurocrânio.
Os dois ossos palatinos e as duas maxilas pertencentes ao viscerocrânio articulam-se na linha mediana. A não formação dessas suturas e o fechamento incompleto ou ausente dessa região caracterizam a fenda palatina.
Resposta correta.
E. 
Palatinos e maxilas. Viscerocrânio.
Os dois ossos palatinos e as duas maxilas pertencentes ao viscerocrânio articulam-se na linha mediana. A não formação dessas suturas e o fechamento incompleto ou ausente dessa região caracterizam a fenda palatina.
4. 
Artur sofreu um acidente de moto e teve a inervação para os músculos da mastigação afetada. É muito comum Artur permanecer de boca aberta e ter dificuldades para mastigar bem os alimentos. Analisando as informações, qual alternativa melhor explica a situação de Artur?
Resposta correta.
A. 
​​​​​​A maioria dos músculos da mastigação estão relacionados à função de elevar a mandíbula, ou seja, fechar a boca. Dessa maneira, a falta de inervação promove relaxamento dessa musculatura, fazendo com que a boca se abra.
Com exceção do músculo pterigoideo lateral, todos os demais músculos da mastigação promovem abaixamento da mandíbula. Portanto, a falta de inervação faz com que a boca tenha uma tendência a se abrir, principalmente, sob ação da gravidade (por exemplo, na posição sentada).
Você não acertou!
B. 
Os músculos da mastigação estão relacionados em igual proporção às funções de elevar e abaixar a mandíbula, portanto, a falta de inervação afeta a mastigação, mas, principalmente, faz com a boca permaneça aberta.
Com exceção do músculo pterigoideo lateral, todos os demais músculos da mastigação promovem abaixamento da mandíbula. Portanto, a falta de inervação faz com que a boca tenha uma tendência a se abrir, principalmente, sob ação da gravidade (por exemplo, na posição sentada).
Resposta incorreta.
C. 
A falta de inervação provoca queda da mandíbula (boca aberta), pois os músculos que promovem o abaixamento da mandíbula tornam-se hiperexcitados, provocando também prejuízo na mastigação.
Com exceção do músculo pterigoideo lateral, todos os demais músculos da mastigação promovem abaixamentoda mandíbula. Portanto, a falta de inervação faz com que a boca tenha uma tendência a se abrir, principalmente, sob ação da gravidade (por exemplo, na posição sentada).
Resposta incorreta.
D. 
Os quatro músculos da mastigação, pterigoideos, temporal e masseter, promovem abaixamento da mandíbula e a falta de inervação promove prejuízo na mastigação, porém, não é possível promover a abertura da boca.
Com exceção do músculo pterigoideo lateral, todos os demais músculos da mastigação promovem abaixamento da mandíbula. Portanto, a falta de inervação faz com que a boca tenha uma tendência a se abrir, principalmente, sob ação da gravidade (por exemplo, na posição sentada).
Resposta incorreta.
E. 
O fato de Artur abrir a boca não tem relação com a falta de inervação pelo trauma. É considerado, na realidade, um mecanismo fisiológico de adaptação da musculatura para evitar a fadiga.
Com exceção do músculo pterigoideo lateral, todos os demais músculos da mastigação promovem abaixamento da mandíbula. Portanto, a falta de inervação faz com que a boca tenha uma tendência a se abrir, principalmente, sob ação da gravidade (por exemplo, na posição sentada).
5. 
Indivíduos portadores de esclerose múltipla, uma doença desmielinizante, podem apresentar problemas na fala e na deglutição. O principal motivo é a lentificação dos sinais do sistema nervoso central para os nervos que inervam a musculatura esquelética responsável por essas funções. Baseando-se no que foi estudado, marque a alternativa que representa um músculo diretamente relacionado à fala e sua ação correspondente.
Resposta incorreta.
A. 
Músculo mentual. Traciona a região mentual.
Os músculos extrínsecos da língua, representados pelos músculos estiloglosso, hioglosso, palatoglosso e genioglosso, estão diretamente relacionados à fala, pois movimentam a língua.
Resposta correta.
B. 
Músculo estiloglosso. Eleva a língua tracionando-a posteriormente.
Os músculos extrínsecos da língua, representados pelos músculos estiloglosso, hioglosso, palatoglosso e genioglosso, estão diretamente relacionados à fala, pois movimentam a língua.
Você não acertou!
C. 
Músculo levantador do lábio superior. Eleva o lábio superior.
Os músculos extrínsecos da língua, representados pelos músculos estiloglosso, hioglosso, palatoglosso e genioglosso, estão diretamente relacionados à fala, pois movimentam a língua.
Resposta incorreta.
D. 
Músculo levantador da asa do nariz. Eleva a asa do nariz.
Os músculos extrínsecos da língua, representados pelos músculos estiloglosso, hioglosso, palatoglosso e genioglosso, estão diretamente relacionados à fala, pois movimentam a língua.
Resposta incorreta.
E. 
Músculo zigomático maior. Traciona a rima da boca lateralmente.
Os músculos extrínsecos da língua, representados pelos músculos estiloglosso, hioglosso, palatoglosso e genioglosso, estão diretamente relacionados à fala, pois movimentam a língua.
1. 
O cíngulo do membro inferior é formado pelos ossos da pelve (ílio, ísquio e púbis) que, juntos, formam os ossos do quadril (D e E). Diante dessa afirmação, quais estruturas são formadas pelo “corpo e pelo ramo do ísquio e pelos ramos superior e inferior do púbis” e por “partes do ílio, do ísquio e do púbis”, respectivamente:​​​​​​​
Resposta correta.
A. 
Forame obturado e acetábulo.
O forame obturado é formado pelo corpo e pelo ramo do ísquio e pelos ramos superior e inferior do púbis e permite a passagem dos vasos e nervos obturatórios entre a pelve e os membros inferiores. O acetábulo é constituído pelas partes do ílio, do ísquio e do púbis e é nessa cavidade que a cabeça do fêmur se articula. O forame isquiático maior é um orifício limitado anterior e superiormente pela incisura isquiática maior; inferiormente pelo ligamento sacroespinal e, posteriormente, pelo ligamento sacrotuberal. Já o forame isquiático menor é formado pelos ligamentos sacroespinal e sacrotuberal.
Resposta incorreta.
B. 
Forame isquiático menor e forame obturado.
O forame obturado é formado pelo corpo e pelo ramo do ísquio e pelos ramos superior e inferior do púbis e permite a passagem dos vasos e nervos obturatórios entre a pelve e os membros inferiores. O acetábulo é constituído pelas partes do ílio, do ísquio e do púbis e é nessa cavidade que a cabeça do fêmur se articula. O forame isquiático maior é um orifício limitado anterior e superiormente pela incisura isquiática maior; inferiormente pelo ligamento sacroespinal e, posteriormente, pelo ligamento sacrotuberal. Já o forame isquiático menor é formado pelos ligamentos sacroespinal e sacrotuberal.
Resposta incorreta.
C. 
Forame isquiático maior e forame isquiático menor.
O forame obturado é formado pelo corpo e pelo ramo do ísquio e pelos ramos superior e inferior do púbis e permite a passagem dos vasos e nervos obturatórios entre a pelve e os membros inferiores. O acetábulo é constituído pelas partes do ílio, do ísquio e do púbis e é nessa cavidade que a cabeça do fêmur se articula. O forame isquiático maior é um orifício limitado anterior e superiormente pela incisura isquiática maior; inferiormente pelo ligamento sacroespinal e, posteriormente, pelo ligamento sacrotuberal. Já o forame isquiático menor é formado pelos ligamentos sacroespinal e sacrotuberal.
Você não acertou!
D. 
Acetábulo e forame obturado.
O forame obturado é formado pelo corpo e pelo ramo do ísquio e pelos ramos superior e inferior do púbis e permite a passagem dos vasos e nervos obturatórios entre a pelve e os membros inferiores. O acetábulo é constituído pelas partes do ílio, do ísquio e do púbis e é nessa cavidade que a cabeça do fêmur se articula. O forame isquiático maior é um orifício limitado anterior e superiormente pela incisura isquiática maior; inferiormente pelo ligamento sacroespinal e, posteriormente, pelo ligamento sacrotuberal. Já o forame isquiático menor é formado pelos ligamentos sacroespinal e sacrotuberal.
Resposta incorreta.
E. 
Forame isquiático maior e forame obturado.
O forame obturado é formado pelo corpo e pelo ramo do ísquio e pelos ramos superior e inferior do púbis e permite a passagem dos vasos e nervos obturatórios entre a pelve e os membros inferiores. O acetábulo é constituído pelas partes do ílio, do ísquio e do púbis e é nessa cavidade que a cabeça do fêmur se articula. O forame isquiático maior é um orifício limitado anterior e superiormente pela incisura isquiática maior; inferiormente pelo ligamento sacroespinal e, posteriormente, pelo ligamento sacrotuberal. Já o forame isquiático menor é formado pelos ligamentos sacroespinal e sacrotuberal.
2. 
Anatomicamente, a pelve faz parte do corpo circundada pelo cíngulo do membro inferior (pelve óssea) e parte do esqueleto apendicular do membro inferior. Diante disso, as estruturas que compõem a pelve apresentam determinadas funções (permitem a passagem do músculo piriforme e a passagem do tendão do músculo obturador interno, por exemplo). Em relação a essas funções, a quais estruturas referem-se respectivamente:​​​​​​​
Resposta incorreta.
A. 
Forame isquiático maior e forame obturado.
O forame isquiático maior permite a passagem não somente do músculo piriforme, mas também dos vasos e dos nervos glúteos, nervos isquiático e cutâneo femoral posterior, vasos pudendos internos, nervo pudendo e nervos para os músculos obturador interno e quadrado do fêmur, desde a pelve até a região glútea. E o forame isquiático menor, além de permitir a passagem do tendão do músculo obturador interno, permite a passagem dos vasos pudendos internos e do nervo pudendo à medida que eles circundam a espinha isquiática para penetrar no períneo. O forame obturado permite a passagem dos vasos e nervos obturatórios entre a pelve e os membros inferiores; o arco púbico é formado pelos ramos isquiopúbicos que se encontram na sínfise púbica formando o ângulo subpúbico.
Resposta correta.
B. 
Forame isquiático maior e forame isquiático menor.
O forame isquiático maior permite a passagem não somente do músculo piriforme, mas também dos vasos e dos nervos glúteos, nervos isquiático e cutâneofemoral posterior, vasos pudendos internos, nervo pudendo e nervos para os músculos obturador interno e quadrado do fêmur, desde a pelve até a região glútea. E o forame isquiático menor, além de permitir a passagem do tendão do músculo obturador interno, permite a passagem dos vasos pudendos internos e do nervo pudendo à medida que eles circundam a espinha isquiática para penetrar no períneo. O forame obturado permite a passagem dos vasos e nervos obturatórios entre a pelve e os membros inferiores; o arco púbico é formado pelos ramos isquiopúbicos que se encontram na sínfise púbica formando o ângulo subpúbico.
Você não acertou!
C. 
Forame obturado e forame isquiático menor.
O forame isquiático maior permite a passagem não somente do músculo piriforme, mas também dos vasos e dos nervos glúteos, nervos isquiático e cutâneo femoral posterior, vasos pudendos internos, nervo pudendo e nervos para os músculos obturador interno e quadrado do fêmur, desde a pelve até a região glútea. E o forame isquiático menor, além de permitir a passagem do tendão do músculo obturador interno, permite a passagem dos vasos pudendos internos e do nervo pudendo à medida que eles circundam a espinha isquiática para penetrar no períneo. O forame obturado permite a passagem dos vasos e nervos obturatórios entre a pelve e os membros inferiores; o arco púbico é formado pelos ramos isquiopúbicos que se encontram na sínfise púbica formando o ângulo subpúbico.
Resposta incorreta.
D. 
Arco púbico e forame obturado.
O forame isquiático maior permite a passagem não somente do músculo piriforme, mas também dos vasos e dos nervos glúteos, nervos isquiático e cutâneo femoral posterior, vasos pudendos internos, nervo pudendo e nervos para os músculos obturador interno e quadrado do fêmur, desde a pelve até a região glútea. E o forame isquiático menor, além de permitir a passagem do tendão do músculo obturador interno, permite a passagem dos vasos pudendos internos e do nervo pudendo à medida que eles circundam a espinha isquiática para penetrar no períneo. O forame obturado permite a passagem dos vasos e nervos obturatórios entre a pelve e os membros inferiores; o arco púbico é formado pelos ramos isquiopúbicos que se encontram na sínfise púbica formando o ângulo subpúbico.
Resposta incorreta.
E. 
Forame isquiático menor e forame obturado.
O forame isquiático maior permite a passagem não somente do músculo piriforme, mas também dos vasos e dos nervos glúteos, nervos isquiático e cutâneo femoral posterior, vasos pudendos internos, nervo pudendo e nervos para os músculos obturador interno e quadrado do fêmur, desde a pelve até a região glútea. E o forame isquiático menor, além de permitir a passagem do tendão do músculo obturador interno, permite a passagem dos vasos pudendos internos e do nervo pudendo à medida que eles circundam a espinha isquiática para penetrar no períneo. O forame obturado permite a passagem dos vasos e nervos obturatórios entre a pelve e os membros inferiores; o arco púbico é formado pelos ramos isquiopúbicos que se encontram na sínfise púbica formando o ângulo subpúbico.
3. 
Os ossos do quadril apresentam em sua estrutura inúmeros locais de inserções musculares que contribuem, por exemplo, para os movimentos dos membros inferiores. Nesse sentido qual o local de inserção nos ossos do quadril do músculo sartório que realiza a flexão, abdução e rotação lateral da coxa; flexão e rotação medial do joelho; e do músculo reto femoral que realiza flexão do quadril e contribui para a extensão do joelho, respectivamente:​​​​​​​
Você não acertou!
A. 
Espinha ilíaca anteroinferior e espinha ilíaca posterossuperior.
A espinha ilíaca anterossuperior e a espinha ilíaca anteroinferior constituem acidentes ósseos do osso ílio. A espinha ilíaca anterossuperior serve como inserção proximal não somente do músculo Sertório, mas, também, da fáscia lata, do músculo tensor da fáscia lata e do ligamento inguinal. Já a espinha ilíaca anteroinferior é a região proximal da inserção do reto femoral.  A espinha ilíaca posterossuperior também é considerada um acidente ósseo do ílio e abriga a inserção do músculo multífido. Em relação à espinha isquiática, essa é considerada um acidente ósseo do ísquio e serve como local de inserção dos músculos gêmeo superior, isquiococcígeo e levantador do ânus e do ligamento sacroespinal.
Resposta correta.
B. 
Espinha ilíaca anterossuperior e espinha ilíaca anteroinferior.
A espinha ilíaca anterossuperior e a espinha ilíaca anteroinferior constituem acidentes ósseos do osso ílio. A espinha ilíaca anterossuperior serve como inserção proximal não somente do músculo Sertório, mas, também, da fáscia lata, do músculo tensor da fáscia lata e do ligamento inguinal. Já a espinha ilíaca anteroinferior é a região proximal da inserção do reto femoral.  A espinha ilíaca posterossuperior também é considerada um acidente ósseo do ílio e abriga a inserção do músculo multífido. Em relação à espinha isquiática, essa é considerada um acidente ósseo do ísquio e serve como local de inserção dos músculos gêmeo superior, isquiococcígeo e levantador do ânus e do ligamento sacroespinal.
Resposta incorreta.
C. 
Espinha ilíaca anteroinferior e espinha ilíaca anterossuperior.
A espinha ilíaca anterossuperior e a espinha ilíaca anteroinferior constituem acidentes ósseos do osso ílio. A espinha ilíaca anterossuperior serve como inserção proximal não somente do músculo Sertório, mas, também, da fáscia lata, do músculo tensor da fáscia lata e do ligamento inguinal. Já a espinha ilíaca anteroinferior é a região proximal da inserção do reto femoral.  A espinha ilíaca posterossuperior também é considerada um acidente ósseo do ílio e abriga a inserção do músculo multífido. Em relação à espinha isquiática, essa é considerada um acidente ósseo do ísquio e serve como local de inserção dos músculos gêmeo superior, isquiococcígeo e levantador do ânus e do ligamento sacroespinal.
Resposta incorreta.
D. 
Espinha isquiática e espinha ilíaca anteroinferior.
A espinha ilíaca anterossuperior e a espinha ilíaca anteroinferior constituem acidentes ósseos do osso ílio. A espinha ilíaca anterossuperior serve como inserção proximal não somente do músculo Sertório, mas, também, da fáscia lata, do músculo tensor da fáscia lata e do ligamento inguinal. Já a espinha ilíaca anteroinferior é a região proximal da inserção do reto femoral.  A espinha ilíaca posterossuperior também é considerada um acidente ósseo do ílio e abriga a inserção do músculo multífido. Em relação à espinha isquiática, essa é considerada um acidente ósseo do ísquio e serve como local de inserção dos músculos gêmeo superior, isquiococcígeo e levantador do ânus e do ligamento sacroespinal.
Resposta incorreta.
E. 
Espinha ilíaca posterossuperior e espinha isquiática.
A espinha ilíaca anterossuperior e a espinha ilíaca anteroinferior constituem acidentes ósseos do osso ílio. A espinha ilíaca anterossuperior serve como inserção proximal não somente do músculo Sertório, mas, também, da fáscia lata, do músculo tensor da fáscia lata e do ligamento inguinal. Já a espinha ilíaca anteroinferior é a região proximal da inserção do reto femoral.  A espinha ilíaca posterossuperior também é considerada um acidente ósseo do ílio e abriga a inserção do músculo multífido. Em relação à espinha isquiática, essa é considerada um acidente ósseo do ísquio e serve como local de inserção dos músculos gêmeo superior, isquiococcígeo e levantador do ânus e do ligamento sacroespinal.
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4. 
A pelve apresenta um importante complexo articular denominado articulações sacroilíacas e sínfise púbica. Essas articulações apresentam ligamentos que promovem suporte e reforço aos movimentos. Diante do importante papel articular da pelve na funcionalidade do corpo humano, pode-se dizer que os ligamentos que promovem suporte durante atos de aumento súbito de peso, como por exemplo, o ato de saltar ou de levantar peso na posição de pé são:
Resposta incorreta.
A. 
ligamento púbico inferior e ligamento sacrotuberal.Os ligamentos sacroilíacos posteriores se estendem da margem posterior do ílio e da base do cóccix para formar o ligamento sacrotuberal e o ligamento sacroespinal e seguem da parte lateral do sacro e do cóccix até a espinha isquiática. Promovem, assim, suporte durante atos de aumento súbito de peso, como por exemplo, o ato de saltar ou de levantar peso na posição de pé. Os ligamentos púbicos superior e inferior fazem parte da articulação sínfise púbica e o ligamento púbico superior liga as faces superiores dos corpos do osso púbico e disco interpúbico; enquanto o ligamento púbico inferior é um arco espesso de fibras que liga as faces inferiores dos componentes articulares, arredondando o ângulo subpúbico quando forma o ápice do arco púbico.
Resposta correta.
B. 
ligamento sacroespinal e ligamento sacroespinal.
Os ligamentos sacroilíacos posteriores se estendem da margem posterior do ílio e da base do cóccix para formar o ligamento sacrotuberal e o ligamento sacroespinal e seguem da parte lateral do sacro e do cóccix até a espinha isquiática. Promovem, assim, suporte durante atos de aumento súbito de peso, como por exemplo, o ato de saltar ou de levantar peso na posição de pé. Os ligamentos púbicos superior e inferior fazem parte da articulação sínfise púbica e o ligamento púbico superior liga as faces superiores dos corpos do osso púbico e disco interpúbico; enquanto o ligamento púbico inferior é um arco espesso de fibras que liga as faces inferiores dos componentes articulares, arredondando o ângulo subpúbico quando forma o ápice do arco púbico.
Você não acertou!
C. 
ligamento púbico superior e ligamento púbico inferior.
Os ligamentos sacroilíacos posteriores se estendem da margem posterior do ílio e da base do cóccix para formar o ligamento sacrotuberal e o ligamento sacroespinal e seguem da parte lateral do sacro e do cóccix até a espinha isquiática. Promovem, assim, suporte durante atos de aumento súbito de peso, como por exemplo, o ato de saltar ou de levantar peso na posição de pé. Os ligamentos púbicos superior e inferior fazem parte da articulação sínfise púbica e o ligamento púbico superior liga as faces superiores dos corpos do osso púbico e disco interpúbico; enquanto o ligamento púbico inferior é um arco espesso de fibras que liga as faces inferiores dos componentes articulares, arredondando o ângulo subpúbico quando forma o ápice do arco púbico.
Resposta incorreta.
D. 
ligamento sacroespinal e ligamento púbico superior.
Os ligamentos sacroilíacos posteriores se estendem da margem posterior do ílio e da base do cóccix para formar o ligamento sacrotuberal e o ligamento sacroespinal e seguem da parte lateral do sacro e do cóccix até a espinha isquiática. Promovem, assim, suporte durante atos de aumento súbito de peso, como por exemplo, o ato de saltar ou de levantar peso na posição de pé. Os ligamentos púbicos superior e inferior fazem parte da articulação sínfise púbica e o ligamento púbico superior liga as faces superiores dos corpos do osso púbico e disco interpúbico; enquanto o ligamento púbico inferior é um arco espesso de fibras que liga as faces inferiores dos componentes articulares, arredondando o ângulo subpúbico quando forma o ápice do arco púbico.
Resposta incorreta.
E. 
ligamento púbico superior e  ligamento sacrotuberal.
Os ligamentos sacroilíacos posteriores se estendem da margem posterior do ílio e da base do cóccix para formar o ligamento sacrotuberal e o ligamento sacroespinal e seguem da parte lateral do sacro e do cóccix até a espinha isquiática. Promovem, assim, suporte durante atos de aumento súbito de peso, como por exemplo, o ato de saltar ou de levantar peso na posição de pé. Os ligamentos púbicos superior e inferior fazem parte da articulação sínfise púbica e o ligamento púbico superior liga as faces superiores dos corpos do osso púbico e disco interpúbico; enquanto o ligamento púbico inferior é um arco espesso de fibras que liga as faces inferiores dos componentes articulares, arredondando o ângulo subpúbico quando forma o ápice do arco púbico.
5. 
As pelves masculina e feminina apresentam características distintas entre si. De uma maneira geral, a pelve feminina apresenta uma estrutura característica voltada para o parto. Na medicina forense (aplicação do conhecimento médico e anatômico para fins legais), a identificação de restos ósseos humanos geralmente inclui a determinação do sexo e, para isso, um importante indicativo está centrado no cíngulo do membro inferior porque, em geral, as diferenças sexuais são claramente visíveis. Nesse sentido, as características: ângulo subpúbico estreito; pelve menor rasa e cilíndrica e maior projeção lateral das asas do ílio se referem a que tipos de pelve respectivamente:
Resposta correta.
A. 
Pelve masculina, pelve feminina e pelve feminina.
O ângulo subpúbico estreito se refere a uma pelve masculina. Uma pelve menor com características rasa e cilíndrica e maior projeção lateral das asas do ílio se refere a uma pelve feminina. Muitas diferenças entre as pelves masculina e feminina são adaptações para a sustentação do peso do feto em desenvolvimento e do útero, bem como para a facilitação da passagem do bebê através da abertura inferior da pelve durante o momento do parto.
Resposta incorreta.
B. 
Pelve feminina, pelve masculina e pelve masculina.
O ângulo subpúbico estreito se refere a uma pelve masculina. Uma pelve menor com características rasa e cilíndrica e maior projeção lateral das asas do ílio se refere a uma pelve feminina. Muitas diferenças entre as pelves masculina e feminina são adaptações para a sustentação do peso do feto em desenvolvimento e do útero, bem como para a facilitação da passagem do bebê através da abertura inferior da pelve durante o momento do parto.
Resposta incorreta.
C. 
Pelve feminina, pelve feminina e pelve feminina.
O ângulo subpúbico estreito se refere a uma pelve masculina. Uma pelve menor com características rasa e cilíndrica e maior projeção lateral das asas do ílio se refere a uma pelve feminina. Muitas diferenças entre as pelves masculina e feminina são adaptações para a sustentação do peso do feto em desenvolvimento e do útero, bem como para a facilitação da passagem do bebê através da abertura inferior da pelve durante o momento do parto.
Resposta incorreta.
D. 
Pelve masculina, pelve masculina e pelve feminina.
O ângulo subpúbico estreito se refere a uma pelve masculina. Uma pelve menor com características rasa e cilíndrica e maior projeção lateral das asas do ílio se refere a uma pelve feminina. Muitas diferenças entre as pelves masculina e feminina são adaptações para a sustentação do peso do feto em desenvolvimento e do útero, bem como para a facilitação da passagem do bebê através da abertura inferior da pelve durante o momento do parto.
Você não acertou!
E. 
Pelve masculina, pelve feminina e pelve masculina.
O ângulo subpúbico estreito se refere a uma pelve masculina. Uma pelve menor com características rasa e cilíndrica e maior projeção lateral das asas do ílio se refere a uma pelve feminina. Muitas diferenças entre as pelves masculina e feminina são adaptações para a sustentação do peso do feto em desenvolvimento e do útero, bem como para a facilitação da passagem do bebê através da abertura inferior da pelve durante o momento do parto.
1. 
O tórax, ou simplesmente caixa torácica, é constituído pelo esterno, por doze pares de costelas e cartilagens costais e pelos doze corpos das vértebras torácicas. Nesse sentido, em relação ao osso esterno, que, entre outras características, confere flexibilidade e permite as alterações dimensionais do tórax necessárias ao processo de respiração, pode-se afirmar que as localizações das incisuras claviculares e da inserção do músculo diafragma são, respectivamente:​​​​​​​
Resposta incorreta.
A. 
corpo e processo xifoide.
O manúbrio tem na sua face superior uma depressão conhecida como incisura jugular. Ao lado dessa incisura, encontram-se as incisuras claviculares, que se articulam com as clavículas, formando então as articulaçõesesternoclaviculares. O processo xifoide, a menor parte do esterno, é onde o músculo diafragma e o músculo reto do abdome inserem-se parcialmente. O corpo do esterno apresenta em suas margens laterais as incisuras costais para articulação com as cartilagens costais, o que confere flexibilidade e permite as alterações dimensionais do tórax necessárias ao processo de respiração. É importante ressaltar que, entre o manúbrio e o corpo, se encontra o ângulo do esterno, que assinala a articulação entre ambos.
Resposta incorreta.
B. 
processo xifoide e manúbrio.
O manúbrio tem na sua face superior uma depressão conhecida como incisura jugular. Ao lado dessa incisura, encontram-se as incisuras claviculares, que se articulam com as clavículas, formando então as articulações esternoclaviculares. O processo xifoide, a menor parte do esterno, é onde o músculo diafragma e o músculo reto do abdome inserem-se parcialmente. O corpo do esterno apresenta em suas margens laterais as incisuras costais para articulação com as cartilagens costais, o que confere flexibilidade e permite as alterações dimensionais do tórax necessárias ao processo de respiração. É importante ressaltar que, entre o manúbrio e o corpo, se encontra o ângulo do esterno, que assinala a articulação entre ambos.
Você acertou!
C. 
manúbrio e processo xifoide.
O manúbrio tem na sua face superior uma depressão conhecida como incisura jugular. Ao lado dessa incisura, encontram-se as incisuras claviculares, que se articulam com as clavículas, formando então as articulações esternoclaviculares. O processo xifoide, a menor parte do esterno, é onde o músculo diafragma e o músculo reto do abdome inserem-se parcialmente. O corpo do esterno apresenta em suas margens laterais as incisuras costais para articulação com as cartilagens costais, o que confere flexibilidade e permite as alterações dimensionais do tórax necessárias ao processo de respiração. É importante ressaltar que, entre o manúbrio e o corpo, se encontra o ângulo do esterno, que assinala a articulação entre ambos.
Resposta incorreta.
D. 
manúbrio e corpo.
O manúbrio tem na sua face superior uma depressão conhecida como incisura jugular. Ao lado dessa incisura, encontram-se as incisuras claviculares, que se articulam com as clavículas, formando então as articulações esternoclaviculares. O processo xifoide, a menor parte do esterno, é onde o músculo diafragma e o músculo reto do abdome inserem-se parcialmente. O corpo do esterno apresenta em suas margens laterais as incisuras costais para articulação com as cartilagens costais, o que confere flexibilidade e permite as alterações dimensionais do tórax necessárias ao processo de respiração. É importante ressaltar que, entre o manúbrio e o corpo, se encontra o ângulo do esterno, que assinala a articulação entre ambos.
Resposta incorreta.
E. 
corpo e manúbrio.
O manúbrio tem na sua face superior uma depressão conhecida como incisura jugular. Ao lado dessa incisura, encontram-se as incisuras claviculares, que se articulam com as clavículas, formando então as articulações esternoclaviculares. O processo xifoide, a menor parte do esterno, é onde o músculo diafragma e o músculo reto do abdome inserem-se parcialmente. O corpo do esterno apresenta em suas margens laterais as incisuras costais para articulação com as cartilagens costais, o que confere flexibilidade e permite as alterações dimensionais do tórax necessárias ao processo de respiração. É importante ressaltar que, entre o manúbrio e o corpo, se encontra o ângulo do esterno, que assinala a articulação entre ambos.
2. 
As costelas são ossos alongados, curvos e aplanados. O tórax apresenta doze pares de costelas, numeradas de 1 a 12. As costelas números 3 e 11 são consideradas, respectivamente:
Resposta incorreta.
A. 
flutuante e vertebrocondral.
As costelas de 1 a 7 são consideradas costelas verdadeiras ou vertebrocostais, pois se inserem diretamente no esterno por meio de suas próprias cartilagens costais. A 11.ª e a 12.ª costela são consideradas flutuantes, pois apresentam cartilagens rudimentares que não se conectam, mesmo que indiretamente, com o esterno; ao contrário, terminam na musculatura abdominal posterior. Por último, as costelas de 8 a 10 são consideradas costelas falsas ou vertebrocondrais, pois suas cartilagens estão unidas àquela da costela imediatamente superior a elas; desse modo, sua conexão com o esterno é indireta.
Resposta incorreta.
B. 
vertebrocondral e vertebrocostal.
As costelas de 1 a 7 são consideradas costelas verdadeiras ou vertebrocostais, pois se inserem diretamente no esterno por meio de suas próprias cartilagens costais. A 11.ª e a 12.ª costela são consideradas flutuantes, pois apresentam cartilagens rudimentares que não se conectam, mesmo que indiretamente, com o esterno; ao contrário, terminam na musculatura abdominal posterior. Por último, as costelas de 8 a 10 são consideradas costelas falsas ou vertebrocondrais, pois suas cartilagens estão unidas àquela da costela imediatamente superior a elas; desse modo, sua conexão com o esterno é indireta.
Resposta incorreta.
C. 
flutuante e vertebrocostal.
As costelas de 1 a 7 são consideradas costelas verdadeiras ou vertebrocostais, pois se inserem diretamente no esterno por meio de suas próprias cartilagens costais. A 11.ª e a 12.ª costela são consideradas flutuantes, pois apresentam cartilagens rudimentares que não se conectam, mesmo que indiretamente, com o esterno; ao contrário, terminam na musculatura abdominal posterior. Por último, as costelas de 8 a 10 são consideradas costelas falsas ou vertebrocondrais, pois suas cartilagens estão unidas àquela da costela imediatamente superior a elas; desse modo, sua conexão com o esterno é indireta.
Você acertou!
D. 
vertebrocostal e flutuante.
As costelas de 1 a 7 são consideradas costelas verdadeiras ou vertebrocostais, pois se inserem diretamente no esterno por meio de suas próprias cartilagens costais. A 11.ª e a 12.ª costela são consideradas flutuantes, pois apresentam cartilagens rudimentares que não se conectam, mesmo que indiretamente, com o esterno; ao contrário, terminam na musculatura abdominal posterior. Por último, as costelas de 8 a 10 são consideradas costelas falsas ou vertebrocondrais, pois suas cartilagens estão unidas àquela da costela imediatamente superior a elas; desse modo, sua conexão com o esterno é indireta.
Resposta incorreta.
E. 
vertebrocondral e flutuante.
As costelas de 1 a 7 são consideradas costelas verdadeiras ou vertebrocostais, pois se inserem diretamente no esterno por meio de suas próprias cartilagens costais. A 11.ª e a 12.ª costela são consideradas flutuantes, pois apresentam cartilagens rudimentares que não se conectam, mesmo que indiretamente, com o esterno; ao contrário, terminam na musculatura abdominal posterior. Por último, as costelas de 8 a 10 são consideradas costelas falsas ou vertebrocondrais, pois suas cartilagens estão unidas àquela da costela imediatamente superior a elas; desse modo, sua conexão com o esterno é indireta.
3. 
A parede torácica apresenta movimentos articulares constantes. Um exemplo disso está relacionado ao processo de expansão e retração durante a mecânica respiratória. As articulações costovertebrais e costotransversárias se referem, respectivamente, a que estruturas encontradas na parede torácica?​​​
Resposta correta.
A. 
Costelas e vértebras.
As articulações costovertebrais se referem à cabeça de cada costela com a fóvea costal superior do corpo vertebral correspondente e a fóvea costal inferior do corpo vertebral superior a ela, e as articulações costotransversárias se referem à articulação do tubérculo da costela com o processo transverso da vértebra correspondente. Portanto, as articulações se referem às costelas e às vértebras, respectivamente. As cartilagens costais se referem às articulações intercondrais, que estão entre as cartilagens costais situadas entre as costelas 6-7, 7-8 e 8-9.
Você não acertou!
B. 
Costelas e cartilagens costais.
As articulações costovertebrais se referemà cabeça de cada costela com a fóvea costal superior do corpo vertebral correspondente e a fóvea costal inferior do corpo vertebral superior a ela, e as articulações costotransversárias se referem à articulação do tubérculo da costela com o processo transverso da vértebra correspondente. Portanto, as articulações se referem às costelas e às vértebras, respectivamente. As cartilagens costais se referem às articulações intercondrais, que estão entre as cartilagens costais situadas entre as costelas 6-7, 7-8 e 8-9.
Resposta incorreta.
C. 
Cartilagens costais e costelas.
As articulações costovertebrais se referem à cabeça de cada costela com a fóvea costal superior do corpo vertebral correspondente e a fóvea costal inferior do corpo vertebral superior a ela, e as articulações costotransversárias se referem à articulação do tubérculo da costela com o processo transverso da vértebra correspondente. Portanto, as articulações se referem às costelas e às vértebras, respectivamente. As cartilagens costais se referem às articulações intercondrais, que estão entre as cartilagens costais situadas entre as costelas 6-7, 7-8 e 8-9.
Resposta incorreta.
D. 
Cartilagens costais e vértebras.
As articulações costovertebrais se referem à cabeça de cada costela com a fóvea costal superior do corpo vertebral correspondente e a fóvea costal inferior do corpo vertebral superior a ela, e as articulações costotransversárias se referem à articulação do tubérculo da costela com o processo transverso da vértebra correspondente. Portanto, as articulações se referem às costelas e às vértebras, respectivamente. As cartilagens costais se referem às articulações intercondrais, que estão entre as cartilagens costais situadas entre as costelas 6-7, 7-8 e 8-9.
Resposta incorreta.
E. 
Vértebras e costelas.
As articulações costovertebrais se referem à cabeça de cada costela com a fóvea costal superior do corpo vertebral correspondente e a fóvea costal inferior do corpo vertebral superior a ela, e as articulações costotransversárias se referem à articulação do tubérculo da costela com o processo transverso da vértebra correspondente. Portanto, as articulações se referem às costelas e às vértebras, respectivamente. As cartilagens costais se referem às articulações intercondrais, que estão entre as cartilagens costais situadas entre as costelas 6-7, 7-8 e 8-9.
. 
A contração dos músculos da parede torácica propicia que o tórax realize movimentos que permitem sua expansão e retração. Nesse sentido, quando os músculos da parede torácica se ativam, o tórax tem sua conformação alterada. Em que dimensões o tórax se alteraria, havendo contração dos músculos intercostais?
Você não acertou!
A. 
Dimensão vertical.
A dimensão anteroposterior (AP) e a dimensão transversal do tórax se tornam maiores quando os músculos intercostais se contraem. O movimento das costelas superiores nas articulações costovertebrais faz com que as extremidades anteriores das costelas e do esterno (principalmente extremidades inferiores) subam. Ainda assim, essa contração dos músculos intercostais eleva a maioria das partes laterais das costelas, principalmente as mais inferiores, aumentando assim os eixos anteroposterior e transversal do tórax, respectivamente. A alteração do tórax na dimensão vertical está mais relacionada ao músculo diafragma.
Resposta incorreta.
B. 
Dimensão anteroposterior.
A dimensão anteroposterior (AP) e a dimensão transversal do tórax se tornam maiores quando os músculos intercostais se contraem. O movimento das costelas superiores nas articulações costovertebrais faz com que as extremidades anteriores das costelas e do esterno (principalmente extremidades inferiores) subam. Ainda assim, essa contração dos músculos intercostais eleva a maioria das partes laterais das costelas, principalmente as mais inferiores, aumentando assim os eixos anteroposterior e transversal do tórax, respectivamente. A alteração do tórax na dimensão vertical está mais relacionada ao músculo diafragma.
Resposta incorreta.
C. 
Dimensão transversal.
A dimensão anteroposterior (AP) e a dimensão transversal do tórax se tornam maiores quando os músculos intercostais se contraem. O movimento das costelas superiores nas articulações costovertebrais faz com que as extremidades anteriores das costelas e do esterno (principalmente extremidades inferiores) subam. Ainda assim, essa contração dos músculos intercostais eleva a maioria das partes laterais das costelas, principalmente as mais inferiores, aumentando assim os eixos anteroposterior e transversal do tórax, respectivamente. A alteração do tórax na dimensão vertical está mais relacionada ao músculo diafragma.
Resposta incorreta.
D. 
Dimensão transversal e dimensão vertical.
A dimensão anteroposterior (AP) e a dimensão transversal do tórax se tornam maiores quando os músculos intercostais se contraem. O movimento das costelas superiores nas articulações costovertebrais faz com que as extremidades anteriores das costelas e do esterno (principalmente extremidades inferiores) subam. Ainda assim, essa contração dos músculos intercostais eleva a maioria das partes laterais das costelas, principalmente as mais inferiores, aumentando assim os eixos anteroposterior e transversal do tórax, respectivamente. A alteração do tórax na dimensão vertical está mais relacionada ao músculo diafragma.
Resposta correta.
E. 
Dimensão anteroposterior e dimensão transversal.
A dimensão anteroposterior (AP) e a dimensão transversal do tórax se tornam maiores quando os músculos intercostais se contraem. O movimento das costelas superiores nas articulações costovertebrais faz com que as extremidades anteriores das costelas e do esterno (principalmente extremidades inferiores) subam. Ainda assim, essa contração dos músculos intercostais eleva a maioria das partes laterais das costelas, principalmente as mais inferiores, aumentando assim os eixos anteroposterior e transversal do tórax, respectivamente. A alteração do tórax na dimensão vertical está mais relacionada ao músculo diafragma.
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5. 
Durante os treinamentos de ressuscitação cardiopulmonar (RCP), se enfatiza muito o posicionamento adequado das mãos durante a realização dos procedimentos de massageamento para estimulação cardíaca. Essa preocupação se deve ao risco de acidentes como, por exemplo, uma fratura óssea durante a manobra. Sendo assim, quando as mãos estão posicionadas de maneira inadequada durante a RCP, pode haver fratura de qual(is) osso(s)?​​​​​​​
Resposta incorreta.
A. 
Esterno.
Os ossos suscetíveis a fratura devido a uma posição inadequada das mãos no momento da RCP são o esterno e as costelas. O processo xifoide do esterno é geralmente o último componente do esterno a se ossificar e se fundir aos demais. Sua ligação ao corpo do esterno pode ser rompida por impacto ou forte pressão, criando uma lasca óssea que pode lesar gravemente o fígado. Ainda assim são comuns as fraturas no ângulo do esterno, resultando no deslocamento da sínfise manubriesternal. Nas lesões do esterno, a preocupação é com a probabilidade de lesão não somente no fígado, mas também nos pulmões e no coração. Um golpe direto de compressão pode fraturar uma costela em qualquer lugar e sua extremidade fraturada pode lesionar órgãos internos, como, por exemplo, o pulmão ou o baço. A parte mais fraca de uma costela é a região imediatamente anterior ao seu ângulo e geralmente as costelas intermediárias são mais comumente fraturadas. Diante disso, o conhecimento da anatomia do tórax ajuda você a executar corretamente as habilidades de RCP e a não expor a vítima a traumas adicionais.
Resposta incorreta.
B. 
Vértebras.
Os ossos suscetíveis a fratura devido a uma posição inadequada das mãos no momento da RCP são o esterno e as costelas. O processo xifoide do esterno é geralmente o último componente do esterno a se ossificar e se fundir aos demais. Sua ligação ao corpo do esterno pode ser rompida por impacto ou forte pressão, criando uma lasca óssea que pode lesar gravemente o fígado.Ainda assim são comuns as fraturas no ângulo do esterno, resultando no deslocamento da sínfise manubriesternal. Nas lesões do esterno, a preocupação é com a probabilidade de lesão não somente no fígado, mas também nos pulmões e no coração. Um golpe direto de compressão pode fraturar uma costela em qualquer lugar e sua extremidade fraturada pode lesionar órgãos internos, como, por exemplo, o pulmão ou o baço. A parte mais fraca de uma costela é a região imediatamente anterior ao seu ângulo e geralmente as costelas intermediárias são mais comumente fraturadas. Diante disso, o conhecimento da anatomia do tórax ajuda você a executar corretamente as habilidades de RCP e a não expor a vítima a traumas adicionais.
Resposta incorreta.
C. 
Costelas.
Os ossos suscetíveis a fratura devido a uma posição inadequada das mãos no momento da RCP são o esterno e as costelas. O processo xifoide do esterno é geralmente o último componente do esterno a se ossificar e se fundir aos demais. Sua ligação ao corpo do esterno pode ser rompida por impacto ou forte pressão, criando uma lasca óssea que pode lesar gravemente o fígado. Ainda assim são comuns as fraturas no ângulo do esterno, resultando no deslocamento da sínfise manubriesternal. Nas lesões do esterno, a preocupação é com a probabilidade de lesão não somente no fígado, mas também nos pulmões e no coração. Um golpe direto de compressão pode fraturar uma costela em qualquer lugar e sua extremidade fraturada pode lesionar órgãos internos, como, por exemplo, o pulmão ou o baço. A parte mais fraca de uma costela é a região imediatamente anterior ao seu ângulo e geralmente as costelas intermediárias são mais comumente fraturadas. Diante disso, o conhecimento da anatomia do tórax ajuda você a executar corretamente as habilidades de RCP e a não expor a vítima a traumas adicionais.
Resposta incorreta.
D. 
Esterno e vértebras.
Os ossos suscetíveis a fratura devido a uma posição inadequada das mãos no momento da RCP são o esterno e as costelas. O processo xifoide do esterno é geralmente o último componente do esterno a se ossificar e se fundir aos demais. Sua ligação ao corpo do esterno pode ser rompida por impacto ou forte pressão, criando uma lasca óssea que pode lesar gravemente o fígado. Ainda assim são comuns as fraturas no ângulo do esterno, resultando no deslocamento da sínfise manubriesternal. Nas lesões do esterno, a preocupação é com a probabilidade de lesão não somente no fígado, mas também nos pulmões e no coração. Um golpe direto de compressão pode fraturar uma costela em qualquer lugar e sua extremidade fraturada pode lesionar órgãos internos, como, por exemplo, o pulmão ou o baço. A parte mais fraca de uma costela é a região imediatamente anterior ao seu ângulo e geralmente as costelas intermediárias são mais comumente fraturadas. Diante disso, o conhecimento da anatomia do tórax ajuda você a executar corretamente as habilidades de RCP e a não expor a vítima a traumas adicionais.
Você acertou!
E. 
Costelas e esterno.
Os ossos suscetíveis a fratura devido a uma posição inadequada das mãos no momento da RCP são o esterno e as costelas. O processo xifoide do esterno é geralmente o último componente do esterno a se ossificar e se fundir aos demais. Sua ligação ao corpo do esterno pode ser rompida por impacto ou forte pressão, criando uma lasca óssea que pode lesar gravemente o fígado. Ainda assim são comuns as fraturas no ângulo do esterno, resultando no deslocamento da sínfise manubriesternal. Nas lesões do esterno, a preocupação é com a probabilidade de lesão não somente no fígado, mas também nos pulmões e no coração. Um golpe direto de compressão pode fraturar uma costela em qualquer lugar e sua extremidade fraturada pode lesionar órgãos internos, como, por exemplo, o pulmão ou o baço. A parte mais fraca de uma costela é a região imediatamente anterior ao seu ângulo e geralmente as costelas intermediárias são mais comumente fraturadas. Diante disso, o conhecimento da anatomia do tórax ajuda você a executar corretamente as habilidades de RCP e a não expor a vítima a traumas adicionais.
1. 
Em acidentes de trânsito, principalmente envolvendo motos e bicicletas, aconselha-se não movimentar as pessoas acidentadas, pois se houver algum trauma na coluna vertebral poderia causar lesões à medula espinal. Nesse contexto, é correto afirmar que:​​​​​​​
Resposta incorreta.
A. 
a medula espinal está contida no crânio e no canal vertebral.
A medula espinal e as raízes dos nervos espinais estão contidas no canal vertebral desde C I a L2, quando a medula termina e as raízes espinais continuam formando a cauda equina.
Você acertou!
B. 
o canal vertebral protege a medula espinal e as raízes dos nervos espinais.
A medula espinal e as raízes dos nervos espinais estão contidas no canal vertebral desde C I a L2, quando a medula termina e as raízes espinais continuam formando a cauda equina.
Resposta incorreta.
C. 
o canal vertebral na região cervical é mais estreito.
A medula espinal e as raízes dos nervos espinais estão contidas no canal vertebral desde C I a L2, quando a medula termina e as raízes espinais continuam formando a cauda equina.
Resposta incorreta.
D. 
o formato dos forames vertebrais cervicais é oval.
A medula espinal e as raízes dos nervos espinais estão contidas no canal vertebral desde C I a L2, quando a medula termina e as raízes espinais continuam formando a cauda equina.
Resposta incorreta.
E. 
a lesão na intumescência cervical causa somente parestesia dos membros superiores.
A medula espinal e as raízes dos nervos espinais estão contidas no canal vertebral desde C I a L2, quando a medula termina e as raízes espinais continuam formando a cauda equina.
2. 
Na região profunda dos discos intervertebrais, observa-se a presença de um conteúdo gelatinoso, o núcleo pulposo, que é envolvido pelo anel fibroso. Em casos de rompimento do anel fibroso, é comum o extravasamento do núcleo pulposo. No caso de um extravasamento posterolateral do núcleo pulposo na região cervical, os principais sintomas esperados no quadro são:​​​​​​​
Resposta correta.
A. 
dor, parestesia e fraqueza muscular nos membros superiores e inferiores.
O paciente sente dor em razão da compressão do nervo espinal (extravasamento posterolateral), além disso, como o acometimento é na região cervical, ocorre compressão da intumescência cervical responsável pela inervação dos membros superiores. Como o comando motor depende da passagem dos sinais até a intumescência lombar, e a compressão é superior a ela, também haverá comprometimento da inervação dos membros inferiores.
Resposta incorreta.
B. 
parestesia, náusea e vômitos.
O paciente sente dor em razão da compressão do nervo espinal (extravasamento posterolateral), além disso, como o acometimento é na região cervical, ocorre compressão da intumescência cervical responsável pela inervação dos membros superiores. Como o comando motor depende da passagem dos sinais até a intumescência lombar, e a compressão é superior a ela, também haverá comprometimento da inervação dos membros inferiores.
Você não acertou!
C. 
tremores, dor e parestesia nos membros inferiores.
O paciente sente dor em razão da compressão do nervo espinal (extravasamento posterolateral), além disso, como o acometimento é na região cervical, ocorre compressão da intumescência cervical responsável pela inervação dos membros superiores. Como o comando motor depende da passagem dos sinais até a intumescência lombar, e a compressão é superior a ela, também haverá comprometimento da inervação dos membros inferiores.
Resposta incorreta.
D. 
cefaleia, fraqueza muscular nos membros superiores e náuseas.
O paciente sente dor em razão da compressão do nervo espinal (extravasamento posterolateral), além disso, como o acometimento é na região cervical, ocorre compressão da intumescência cervical responsável pela inervação dos membros superiores. Como o comando motor depende da passagem dos sinais até a intumescência lombar, e a compressão é superior a ela, também haverácomprometimento da inervação dos membros inferiores.
Resposta incorreta.
E. 
dor; parestesia e paralisia de membros inferiores.
O paciente sente dor em razão da compressão do nervo espinal (extravasamento posterolateral), além disso, como o acometimento é na região cervical, ocorre compressão da intumescência cervical responsável pela inervação dos membros superiores. Como o comando motor depende da passagem dos sinais até a intumescência lombar, e a compressão é superior a ela, também haverá comprometimento da inervação dos membros inferiores.
3. 
A veia subclávia é muito utilizada como acesso venoso central nos hospitais. Para realizar o acesso, uma agulha e um cateter são inseridos na região entre a clavícula e o músculo peitoral maior no qual se localiza a veia jugular interna. Uma das complicações desse procedimento, apesar de rara, é o rompimento de uma importante artéria que segue ao encéfalo. Essa artéria é a:​​​​​​​
Você não acertou!
A. 
carótida comum.
A artéria vertebral é o primeiro ramo da artéria subclávia que é adjacente à veia subclávia. Um descuido ao inserir o cateter na veia subclávia pode atingir a artéria vertebral.
Resposta incorreta.
B. 
cerebral média.
A artéria vertebral é o primeiro ramo da artéria subclávia que é adjacente à veia subclávia. Um descuido ao inserir o cateter na veia subclávia pode atingir a artéria vertebral.
Resposta correta.
C. 
vertebral.
A artéria vertebral é o primeiro ramo da artéria subclávia que é adjacente à veia subclávia. Um descuido ao inserir o cateter na veia subclávia pode atingir a artéria vertebral.
Resposta incorreta.
D. 
axilar.
A artéria vertebral é o primeiro ramo da artéria subclávia que é adjacente à veia subclávia. Um descuido ao inserir o cateter na veia subclávia pode atingir a artéria vertebral.
Resposta incorreta.
E. 
braquial
A artéria vertebral é o primeiro ramo da artéria subclávia que é adjacente à veia subclávia. Um descuido ao inserir o cateter na veia subclávia pode atingir a artéria vertebral.
4. 
As lesões no nervo acessório são raras, porém, algumas situações, como traumas por arma branca, projétil e acidentes de trânsito, podem causar esse tipo de lesão. Suponha que você recebe um paciente e há suspeita de lesão do nervo acessório. Que tipo de sintoma pode confirmar o diagnóstico?​​​​​​​
Resposta incorreta.
A. 
Dor; paralisia dos músculos escalenos e paralisia de membro inferior do lado da lesão.
Os músculos trapézio e esternocleidomastoideo são os únicos inervados pelo nervo acessório.
Resposta incorreta.
B. 
Paralisia de membro superior do lado da lesão, dor e fratura de C VII.
Os músculos trapézio e esternocleidomastoideo são os únicos inervados pelo nervo acessório.
Você acertou!
C. 
Paralisia do músculo trapézio do lado da lesão e paralisia do músculo esternocleidomastoideo do lado da lesão.
Os músculos trapézio e esternocleidomastoideo são os únicos inervados pelo nervo acessório.
Resposta incorreta.
D. 
Paralisia de membro superior e inferior do lado da lesão, dor e parestesia do lado da lesão.
Os músculos trapézio e esternocleidomastoideo são os únicos inervados pelo nervo acessório.
Resposta incorreta.
E. 
Parestesia do lado da lesão, paralisia do músculo trapézio e paralisia dos músculo esplênio da cabeça e do pescoço.
Os músculos trapézio e esternocleidomastoideo são os únicos inervados pelo nervo acessório.
5. 
O torcicolo espasmódico ou a distonia cervical, geralmente, é caracterizado pela tonicidade alterada em alguns músculos do pescoço. Verifica-se que uma pessoa acometida pelo torcicolo apresenta a cabeça rodada, inclinada lateralmente à direita e flexionada anteriormente. O músculo afetado é o:​​​​​​​
Resposta incorreta.
A. 
trapézio do lado direito.
O músculo esternocleidomastoideo ao contrair-se individualmente promove flexão, rotação e inclinação lateral da cabeça do mesmo lado da contração.
Resposta incorreta.
B. 
escaleno médio do lado esquerdo.
O músculo esternocleidomastoideo ao contrair-se individualmente promove flexão, rotação e inclinação lateral da cabeça do mesmo lado da contração.
Você não acertou!
C. 
semiespinal do pescoço do lado esquerdo.
O músculo esternocleidomastoideo ao contrair-se individualmente promove flexão, rotação e inclinação lateral da cabeça do mesmo lado da contração.
Resposta incorreta.
D. 
espinal da cabeça do lado direito.
O músculo esternocleidomastoideo ao contrair-se individualmente promove flexão, rotação e inclinação lateral da cabeça do mesmo lado da contração.
Resposta correta.
E. 
esternocleidomastoideo do lado direito.
O músculo esternocleidomastoideo ao contrair-se individualmente promove flexão, rotação e inclinação lateral da cabeça do mesmo lado da contração.

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