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ESTUDOS DISCIPLINARES
Justificativa
Considerando as mudanças introduzidas no cenário da avaliação da
educação superior, com a promulgação da Lei n. 10.861/2004, notadamente
a partir da divulgação dos resultados do ENADE 2006, a Universidade
Paulista vem mobilizando a inteligência institucional aliada aos recursos
oferecidos pela Tecnologia da Informação e da Comunicação (TIC), na
perspectiva de aperfeiçoar sua metodologia de ensino e sua proposta
didático-pedagógica.
Esse aperfeiçoamento se materializa no âmbito dos cursos de graduação, por
meio de uma contínua reflexão sobre os resultados das avaliações internas,
produzidas pela CPA e NDE, e externas conduzidas pelo INEP, SESu,
SETEC e SEED.
Associa-se a esse fato a necessidade de adequar os projetos pedagógicos
dos cursos de graduação aos ditames das Resoluções CNE/CES nos. 2 e 3,
ambas editadas em 2007, e da Resolução CNE/CES n°. 4/2009, a primeira e
a última fixando a carga horária dos bacharelados e a segunda determinando
que a carga horária dos cursos deve ser contabilizada em horas.
Dentre outras medidas emergiu dessa reflexão a necessidade de introduzir
no currículo dos cursos de graduação, unidades de estudos diferenciadas
que contribuam para o desenvolvimento de competências e habilidades
interdisciplinares. Nesse contexto estão inseridos os Estudos Disciplinares
(ED fundamentado no inciso II, do Art. 53 da Lei n. 9.394/96
Art. 53. No exercício de sua autonomia, são asseguradas às
universidades, sem prejuízo de outras, as seguintes atribuições:
I - criar, organizar e extinguir, em sua sede, cursos e programas de
educação superior previstos nesta Lei, obedecendo às normas
gerais da União e, quando for o caso, do respectivo sistema de ensino;
II - fixar os currículos dos seus cursos e programas, observadas as
diretrizes gerais pertinentes;(g.n)
e nos princípios norteadores das Diretrizes Curriculares Nacionais para os
cursos de graduação postulados nos Pareceres CNE/CES ns. 776/97,
583/2001 e 67/2003
( . . . )
1) Assegurar às instituições de ensino superior ampla liberdade na
composição da carga horária a ser cumprida para a integralização dos
currículos, assim como na especificação das unidades de estudos a
serem ministradas;(g. n.)
2. indicar os tópicos ou campos de estudos e demais experiências de
ensino-aprendizagem gue comporão os currículos, evitando ao
máximo a fixação de conteúdos específicos com cargas horár
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determinadas, os quais não poderão exceder 50% da carga horária
total dos cursos;(g.n.)
(...)
4) Incentivar uma sólida formação geral, necessária para que o futuro
graduado possa vir a superar os desafios de renovadas condições de
exercício profissional e de produção do conhecimento, permitindo
variados tipos de formação e habilitações diferenciadas em um mesmo
programa; (g.n)
5) Estimular práticas de estudo independente, visando uma
progressiva autonomia profissional e intelectual do aluno;(g.n)
Universidade Paulista - UNIP
Regulamento dos Estudos Disciplinares
CAPÍTULO I
DA CONCEPÇÃO, CARGA HORÁRIA E OBJETIVOS
Art. 1o. O presente Regulamento normatiza a execução dos Estudos
Disciplinares (ED), constituídos por um conjunto específico de unidade de
estudos, ao abrigo do que dispõe o inciso II do Art. 53, da Lei n. 9.394 de 20
de dezembro de 1996 (LDBEN), observadas as Orientações para as
Diretrizes Curriculares dos Cursos de Graduação emanadas do Conselho
Nacional de Educação, nos termos do Parecer CNE/CES n°. 776, de 13 de
dezembro de 1997, do Parecer CNE/CES n°. 583, de 4 de abril de 2001 e do
Parecer CNE/CES n°. 67 de 11 de março de 2003.
Art. 2°. Os Estudos Disciplinares são unidades de estudos de caráter
obrigatório nos cursos de graduação da Universidade Paulista (UNIP),
constituindo um eixo estruturante de formação inter e multidisciplinar que
perpassa todos os períodos dos cursos.
Art. 3o. A carga horária dos Estudos Disciplinares é definida no projeto
pedagógico de cada curso, considerando suas especificidades.
Art. 4o. São objetivos dos Estudos Disciplinares:
a. propiciar uma sólida formação geral, necessária para que o futuro
graduado possa vir a superar os desafios de renovadas condições de
exercício profissional e de produção do conhecimento;
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SO
Q
b. prover o aluno de graduação de competências e habilidades
específicas para abordar, com visão inter e multidisciplinar, problemas
de sua área de atuação profissional, com grau crescente de
complexidade à medida em que ele progride em sua formação;
c. proporcionar aos estudantes oportunidades para estabelecer conexões
entre as diferentes áreas do conhecimento visando a solução de
problemas;
d. estimular práticas de estudo independente, visando uma progressiva
autonomia profissional e intelectual do aluno.
CAPÍTULO II
DA OPERACIONALIZAÇÃO
Art. 5o. Os ED utilizam a resolução sistemática de exercícios, indutores do
desenvolvimento das competências e habilidades para sua área de formação.
§1°. Os exercícios abordam, inicialmente, conteúdos de formação geral, e à
medida que o aluno avança na sua matriz curricular, esses conteúdos são
progressivamente substituídos por outros de formação específica, de cunho
interdisciplinar, envolvendo diferentes campos do saber.
§2°. Os conteúdos abordados nos Estudos Disciplinares devem ter por base
as Diretrizes Curriculares e o Projeto Pedagógico do Curso.
Art. 6o. Os Estudos Disciplinares serão desenvolvidos com recursos
educacionais combinados do ensino presencial e da educação a distância,
utilizando, entre outros, a plataforma de Tecnologia de Informação e
Comunicação da UNIP.
CAPÍTULO III
DA SUPERVISÃO E AVALIAÇÃO
Art. 7o. Caberá aos docentes responsáveis pelos ED supervisionar e avaliar o
desempenho dos alunos.
Art. 8o. A avaliação de desempenho dos alunos nos Estudos Disciplinares
resultará da combinação do seu aproveitamento nas diferentes atividades.
§1°. O aproveitamento dos Estudos Disciplinares de que trata o caput deste
artigo poderá ser aferido mediante a aplicação de provas.
§2°. Será atribuído um conceito semestral (Aprovado ou Reprovado) aos
Estudos Disciplinares.
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Art. 9o. A frequência do aluno nos Estudos Disciplinares resultará da
apuração combinada da presença nas atividades presenciais e naquelas
realizadas a distância.
Parágrafo Único - Nas atividades a distância, a frequência será controlada
por meio dos acessos e do tempo de permanência do aluno na Plataforma
Digital da UNIP.
CAPÍTULO IV
DA DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS
Art. 10°. Os casos omissos serão resolvidos pela Coordenação do Curso,
em conjunto com a Direção do Instituto ao qual se vincula, ouvidas as partes
interessadas.
Art. 11°. As disposições do presente Regulamento poderão ser alteradas por
deliberação do Colegiado de Curso com a anuência dos órgãos colegiados
superiores da Universidade.
Art. 12°. O presente Regulamento entra em vigor a partir do ano de 2010,
após a sua aprovação dos órgãos colegiados superiores da Universidade.
São Paulo, 23 de março de 2015.
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UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP
REGULAMENTO
DAS
ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS
São Paulo
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REGULAMENTO DAS ATIVIDADES PRÁTICAS
SUPERVISIONADAS
Capítulo I
DA LEGISLAÇÃO
Art. 1o. O presente Regulamento normatiza a execução das Atividades
Práticas Supervisionadas da UNIP, obedecendo ao disposto na Lei no 9.394,
de 20 de dezembro de 1996, no Parecer CNE/CES n° 571, de 04 de abril de
2001, no Parecer CNE/CES n° 261, de 09 de novembro de 2006, e na
Resolução CNE/CES n° 3, de 02 de julho de 2007.
Capítulo II
DA ORGANIZAÇÃO
Art. 2o.As Atividades Práticas Supervisionadas (APS) são atividades
acadêmicas desenvolvidas sob a orientação, supervisão e avaliação de
docentes e realizadas pelos discentes.
§ Único - As APS são previstas nos Projetos Pedagógicos dos Cursos.
Art. 3o. As APS constituem parte da carga horária das disciplinas às quais se
vinculam.
Art. 4o. Para efeitos deste Regulamento, as Atividades Práticas
Supervisionadas (APS) constarão de atividades de Biblioteca (frequência e
utilização), atividades relacionadas aos laboratórios (relatórios de experiências
e outras), trabalhos individuais ou em grupo determinados pelo professor,
trabalhos de iniciação científica, resolução de exercícios do Portal ou de listas,
programadas para serem supervisionadas pelos professores em
suas aulas.
§1° Para os cursos de licenciatura, acrescentam-se a essas atividades os
seminários de práticas e outras atividades inerentes às licenciaturas.
§2° - As APS são detalhadas nos Planos de Ensino das disciplinas às quais
se vinculam e aprovadas pela Coordenação de Curso, a quem compete
acompanhar o seu desenvolvimento.
(S ' Recred.Port.
MEC N0 1.341
| DOU DE 29.11.16 h
L Seção 1, página 12 ^ j
\ e-MEC 322 JRA D8067D1. Código para verificação: 20231186172
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§3° - As APS são atividades acadêmicas desenvolvidas sob a orientação,
supervisão e avaliação de docentes, não cabendo o seu aproveitamento
como Atividades Complementares.
§4° - As APS são registradas em formulário próprio, obedecendo a
instruções e procedimentos específicos definidos pela Coordenação de Curso.
CAPÍTULO III
DA SUPERVISÃO E AVALIAÇÃO
Art. 5o. Cabe aos docentes responsáveis pelas APS supervisionar e avaliar o
desempenho dos alunos.
Art. 6o. Em cada semestre, o aluno deverá cumprir a quantidade de horas de
APS definida para seu curso.
§1° A comprovação da realização das APS, em cada semestre, será feita
mediante a entrega ou postagem do trabalho acompanhado da Ficha de
Supervisão da APS.
§2° Será atribuído um conceito semestral (Aprovado ou Reprovado) às APS.
Capítulo IV
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS
Art. 7o. As APS não podem ser utilizadas para reposição de aulas
presenciais não ministradas pelos docentes.
Art. 8o. Os casos omissos serão resolvidos pela Coordenação, em conjunto
com a Direção do Instituto ao qual se subordina o Curso, ouvidas as partes
interessadas.
Art. 9o. O presente Regulamento entra em vigor, após a sua aprovação pelos
órgãos colegiados superiores da Universidade.
São Paulo, 23 de março de 2015.
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PLANO DE ENSINO
CURSO: Administração
SÉRIE: 1o semestre
DISCIPLINA: Comunicação e Expressão
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 1,5 horas/aula
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 30 horas/aula
I - EMENTA
Esta disciplina trata de texto e contexto, com ênfase direcionada aos sistemas de
conhecimento e ao processamento textual, bem como da intertextualidade, das
informações implícitas dos textos e da alteração de sentido das palavras. Trata,
ainda, da argumentação, com enfoque para os tipos de argumentos e sua aplicação
no artigo de opinião e na resenha.
II-OBJETIVOS GERAIS
Contribuir para a ampliação dos conhecimentos e vivências de comunicação e de
novas leituras do mundo, por meio da relação texto/contexto, propiciando a
compreensão e valorização das linguagens utilizadas nas sociedades atuais e de
seu papel na produção de conhecimento.
III - OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Ao término do curso, o aluno deverá:
v' Saber utilizar o pensamento analítico e crítico, estabelecendo associações e
correlações de conhecimentos e experiências por meio do estudo da linguagem.
•/ Saber usar diferentes argumentos em situações reais de comunicação.
s Saber produzir artigos de opinião e resenhas, apresentando argumentos que
legitimem o ponto de vista assumido no texto.
IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Texto e contexto: conhecimento linguístico, conhecimento enciclopédico ou
conhecimento de mundo, conhecimento interacional;
2. Texto e contexto, contextualização na escrita;
3. Intertextualidade;
4. As informações implícitas (pressuposto e subentendido);
5. As condições de produção do texto: sujeito (autor/leitor), o contexto
(imediato/histórico) e o sentido (interação/interpretação);
6. Alteração no sentido das palavras: a metáfora e a metonímia;
7. Os procedimentos argumentativos em um texto
8. O artigo de opinião e o texto crítico (resenha), enquanto gêneros discursivos.
9. Prática como componente curricular:
Recred.Port. ^
[è MEC N* 1,341
l | DOU DE 29.11.16
' Seção 1, página 12
e-MEC 322
^ o N \? >
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Elaboração de um texto dissertativo-argumentativo, com, no mínimo, 4 parágrafos:
introdução, desenvolvimento e conclusão. O tema deve contemplar um assunto da
atualidade.
V - ESTRATÉGIAS DE TRABALHO
O curso será desenvolvido por meio de:
Leitura e análise de textos.
Realização online de exercícios teóricos e práticos.
VI - AVALIAÇÃO
Duas provas bimestrais de aplicação do conteúdo exposto.
A média do semestre será calculada de acordo com o Regimento da IES. (As
avaliações e o critério de aprovação seguem o determinado pela instituição, que por
sua vez estão divulgados no manual do aluno).
VII-BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
FIORIN, José Luiz e PLATÃO, Francisco. Para entender o texto: leitura e redação.
17a ed. São Paulo: Ática, 2008.
_____ . Lições de texto: leitura e redação. 5a ed. São Paulo: Ática, 2006.
KOCH, Ingedore Villaça & ELIAS, Vanda Maria. Ler e compreender: os sentidos
do texto. São Paulo: Contexto, 2006.
DIGITAL
FERNANDEZ, Alessandra Coutinho; PAULA, Anna Beatriz. Compreensão e
Produção de Textos em Língua Materna e Estrangeira. PearsonA/irtual.
FIORIN, José Luiz; PLATÃO, Francisco. Para entender o texto: leitura e redação.
17a ed. São Paulo: Ática, 2008.
_____ . Lições de texto: leitura e redação. 5a ed. São Paulo: Ática, 2006.
(Biblioteca digital).
KOCH, Ingedore Villaça; ELIAS, Vanda Maria. Ler e compreender: os sentidos do
texto. São Paulo: Contexto, 2006.
KOCH, Ingedore Villaça; ELIAS, Vanda Maria. Ler e escrever:
produção textual. São Paulo: Contexto, 2009.
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
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estratégias de
PUPPI, Alberto. Comunicação e Semiótica. Pearson/Virtual.
TRAVAGLIA, Luiz e KOCH, Ingedore. A coerência textual. 17a ed. São Paulo:
Contexto, 2008.
COMPLEMENTAR
ANDRADE, Maria Margarida de & HENRIQUES, Antonio. Língua Portuguesa:
noções básicas para cursos superiores. 8a ed. São Paulo: Atlas, 2007.
FARACO, Carlos Alberto e TEZZA, Cristovão. Prática de texto para estudantes
universitários. 17a ed. Petrópolis: Vozes, 2008.
KOCH, Ingedore Villaça & ELIAS, Vanda Maria. Ler E Escrever - Estratégias de
produção textual. São Paulo: Contexto, 2009.
MOYSÉS, Carlos Alberto. Língua Portuguesa: atividades de leitura e produção
de textos. São Paulo: SARAIVA, 2007.
SAUTCHUK, Inez. Perca o medo de escrever: da frase ao texto. São Paulo:
SARAIVA, 2011.
TRAVAGLIA, Luiz e KOCH, Ingedore. A coerência textual. 17a ed. São Paulo:
Contexto, 2008.
Dicionários diversos, jornais e revistas.
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PLANO DE ENSINO
CURSO: Administração
SÉRIE: 1o Semestre
DISCIPLINA: Matemática
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 03 Horas/aula
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 60 Horas/aula
I-EM EN TA
Esta disciplina trata dos conteúdos básicos da ciência Matemática, que compõem
o núcleo de conceitos essenciais para o entendimento, interpretação e análise de
fenômenos quantitativos, modelizáveis por meio de expressões gráficas e
algébricas. Dessa forma, começando com o estudo dos conjuntos numéricos, das
grandezas (variáveis) e das operações algébricas, esta disciplina contempla o
trabalho com sistemas lineares, com funções lineares e quadráticas, bem como
suas representaçõesgráficas.
II-OBJETIVOS GERAIS
Contribuir para o desenvolvimento das competências requeridas dos alunos, para
que possam bem exercer o papel de administradores, conforme definidas no
Projeto Pedagógico do Curso/PPC, em consonância com as Diretrizes
Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Administração - Resolução n2
4/2005 - CNE/CES.
III - OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Saber operar funções matemáticas básicas e, com isso, desenvolver o raciocínio
matemático e, por conseguinte, o raciocínio lógico. Saber utilizar ferramentas
tecnológicas (computadores e calculadoras) como facilitadores do trabalho
matemático. Saber construir e interpretar gráficos, além de analisar criticamente
os resultados com base no contexto dos problemas.
IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1 - Conjuntos numéricos: propriedades, operações e representações.
2 - Expressões Algébricas: operações, valor numérico, resolução de problemas.
3 - Variáveis e parâmetros.
4 - Função do 1o grau: representação algébrica e gráfica.
5 - Função do 2o grau: representação algébrica e gráfica.
6 - Sistema de equações: estudo algébrico e representação gráfic
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funções no mesmo plano cartesiano.
V - ESTATÉGIA DE TRABALHO
Aulas expositivas dialogadas, aulas práticas de resolução de exercícios e aulas de
aplicação de tecnologias específicas, tais como o uso de calculadoras e de
planilhas eletrônicas. Elaboração de trabalhos cooperativos e/ou colaborativos em
grupos.
VI - AVALIAÇÃO
O processo formal de avaliação do ensino e aprendizado é composto por duas
avaliações bimestrais sob a responsabilidade direta do professor.
As avaliações serão, na medida do possível, bastante abrangentes e completas,
procurando levar em conta toda a produção e evolução do aluno.
Para balizar o desenvolvimento das competências e habilidades desenvolvidas ao
longo do curso, a avaliação do aprendizado deve ser executada em todos os
momentos, de forma continuada, privilegiando a formação integral do aluno.
VII-BIBLIOGRAFIA
BASICA:
BONORA Jr., D. et al. Matemática - complementos e aplicações nas áreas de
Ciências Contábeis, Administração e Economia. 4a ed. São Paulo: ícone, 2006.
SILVA, F. C. M.; ABRÃO, M. Matemática básica para decisões administrativas.
2a ed. São Paulo: Atlas, 2008.
SILVA, S. M. et al. Matemática básica para cursos superiores. São Paulo:
Atlas, 2001.
COMPLEMENTAR:
DEGENSZAIN, D. Matemática. Vol. Único, ensino médio, 4a ed. São Paulo:
Saraiva, 2007.
DEMANA, F. D. et al. Pré-Cálculo. São Paulo: Pearson - Addison Wesley, 2009.
LEITE, A. Aplicações da matemática: administração, economia e ciências
contábeis. São Paulo: Cengage Learning, 2008.
MUROLO, A.; BONETTO, G. Matemática aplicada à administração, economia
e contabilidade. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004.
SILVA, S. M. et al. Matemática para os cursos de Economia, Administração e
Ciências Contábeis. Vol. 1 ,6a ed. São Paulo: Atlas, 2010.
VIRTUAL:
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DEMANA, F. D.; WAITS, B. K.; FOLEY, G. D. e KENNEDY, D. Pré-Cálculo. 2a Ed.
São Paulo: Pearson, 2013.
JACQUES, I. Matemática para Economia e Administração. 6a Ed. São Paulo:
Pearson Prentice Hall, 2010.
MONAFINI, F. C. (org.) Matemática. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2012.
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PLANO DE ENSINO
CURSO: Administração
SÉRIE: 1o Semestre
DISCIPLINA: Contabilidade
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 03 Horas/aula
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 60 Horas/aula
I-EM EN TA
Esta disciplina trata do campo de atuação da contabilidade que se estende a todas
as entidades que possuam patrimônio e que exerçam atividades para alcançar
suas finalidades. Trata, também, da formação do patrimônio das entidades, por
meio dos registros contábeis das operações, com o objetivo de fornecer
informações sobre sua composição e variações que permitam, aos usuários da
contabilidade, a avaliação da situação econômico-financeira da entidade, através
das demonstrações contábeis: balanço patrimonial e demonstração do resultado
do exercício.
II - OBJETIVOS GERAIS
Contribuir para o desenvolvimento das competências requeridas dos alunos,
conforme definidas no Projeto Pedagógico do Curso/PPC, em consonância com
as Diretrizes Curriculares Nacionais relacionadas.
III - OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Saber utilizar as Demonstrações Contábeis como fonte de informações de
natureza econômica, financeira e patrimonial para tomada de decisões nos
processos de controle e planejamento das organizações.
IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
4.1 Campo de Atuação da Contabilidade
4.1.1 Conceitos de contabilidade
4.1.2 A contabilidade como sistema de informação e controle
4.1.3 O patrimônio empresarial
4.1.4 A contabilidade e as finanças empresariais
4.1.5 A contabilidade e a economia e o direito
4.1.6 Grupos de interesse na informação contábil
4.2 O Balanço Patrimonial
4.2.1 Ativo, Passivo e Patrimônio Líquido
4.2.2 Conceitos de conta
4.2.3 Contas devedoras e contas credoras
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4.2.4 Princípios básicos de origens e aplicações de recursos
4.2.5 Balanços sucessivos: conceituação e prática
4.3 Registros contábeis que envolvem Ativo, Passivo e Patrimônio
Líquido
4.3.1 Os livros contábeis: Diário e Razão
4.3.2 Débito e crédito como mecanismo
4.3.3 Adição e subtração como mecanismo
4.3.4 Registro das operações contábeis; Regime de caixa e regime de
competência
4.3.5 Ajustes contábeis conforme regime de contabilidade
4.4 Variações do Patrimônio Líquido
4.4.1 Despesas, receitas e resultado
4.4.2 Apuração do Resultado
4.4.3 Padronização e titulação
4.4.4 Impacto das contas de resultado no balanço patrimonial
V - ESTRATÉGIAS DE TRABALHO
Para ser possível se atingir os propósitos desta disciplina serão desenvolvidas
aulas expositivas dialogadas, com ampla discussão dos diversos aspectos que
envolvam a escrituração contábil, os benefícios que a contabilidade traz ao
desenvolvimento das finanças empresariais. Serão privilegiados os debates e
questionamentos, sempre com base em casos práticos trazidos das
demonstrações contábeis publicadas nos jornais. Em todas as estratégias estarão
inseridas as buscas pelas competências objetivadas pelo curso.
VI - AVALIAÇÃO
O processo formal de avaliação do aprendizado através de provas será
complementado com avaliações por meio de simulados-surpresa ou não,
constantes de testes objetivos em situações previamente estudadas pelos alunos.
A participação nos questionamentos será privilegiada por meio de pontuações
adicionais.
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VII - BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
FEA/USP Equipe de Professores. Coordenação Sérgio de ludícibus.
Contabilidade Introdutória (Livro texto). 11a ed., São Paulo: Atlas, 2010.
FEA/USP Equipe de Professores. Coordenação Sérgio de ludícibus.
Contabilidade Introdutória (Livro de exercícios). 11a ed., São Paulo: Atlas,
2011.
MÜLLER, Aderbal Nicolas. Contabilidade Básica - Edição Revista. São Paulo:
Pearson, 2010.
VIRTUAL
BAPTISTA, Antonio Eustaquio & GONÇALVES, Eugênio Celso.. Contabilidade
Geral. 7° Ed., São Paulo: Atlas, 2011.
PADOVEZE, Clóvis Luís. Manual de Contabilidade Básica: Contabilidade
introdutória e intermediária - texto e exercícios, 9o Ed., São Paulo: Atlas, 2014.
SOUZA, de Clóvis, FAVERO, Hamilton Luiz, LONARDORI, Mário & TAKAKURA,
Massakazu. Contabilidade - Teoria e Prática, volume 1, 6o Ed., São Paulo:Atlas.
VEIGA, Windsor Espenser & SANTOS, Fernando de Almeida. Contabilidade:
Com ênfase em pequenas e médias empresas - 2014 - leis No 11.638/07,
11.941/09, NBC TG 1000 ( CPC PME) e ITG 1000. 3o Ed., São Paulo: Atlas,
2014.
COMPLEMENTAR
CPC - Comitê de Pronunciamentos Contábeis - www.cpc.org.br (Para acesso
aos CPC,s Pronunciamentos Contábeis / Resoluçõesdo CFC pertinentes aos
CPC.s.
Marion, José Carlos. Contabilidade Empresarial. 15a ed., São Paulo: Atlas: 2009.
Marion, José Carlos. Contabilidade Básica. 10a ed., São Paulo: Atlas: 2009.
IUDÍCIBUS, Sérgio de; MARION, José Carlos. Contabilidade Comercial. 9a ed.,
São Paulo: Atlas, 2010.
SZUSTER, Fernanda Rechtman et al. Contabilidade Geral. 3a ed. São Paulo:
Atlas, 2011.
PERIÓDICOS:
Contabilidade, Gestão e Governança
h ttp://www. cgg-amg. unb. br/index.php/contabil/issue/archive
Revista Contabilidade e Finanças - http://www.scielo.br/
Revista Universo Contábil
h ttp://proxy. furb. br/ojs/index.php/universocon tabil/about
/ V R ecred.Port."
è MEC N° 1.341
| DOU DE 29.11,16
' Seção 1, página 12
e-MEC 322
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PLANO DE ENSINO
CURSO: Administração
SÉRIE: 1o Semestre
DISCIPLINA: Tecnologias da Informação
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 03 Horas/aula
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 60 Horas/aula
I - EMENTA
Esta disciplina trata da gestão da tecnologia da informação e dos sistemas de
informação na empresa contemporânea a partir do conhecimento dos tipos de
sistemas, do mapeamento e disponibilização da informação e sua disseminação
utilizando ferramentas tecnológicas e de relacionamento buscando apoiar as
áreas da administração na solução de problemas e melhorias de resultados.
II - OBJETIVOS GERAIS
Contribuir para o desenvolvimento das competências requeridas dos alunos,
conforme definidas no Projeto Pedagógico do Curso/PPC, em consonância com
as Diretrizes Curriculares Nacionais relacionadas.
III- OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Saber utilizar as ferramentas tecnológicas, para as práticas de gestão
administrativas e inter-relacionamento de forma alinhada com os objetivos de
negócios das organizações.
IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1 - Teoria - O sistema empresarial e seus subsistemas
1.1 A organização como um sistema;
1.2 Estruturação sistêmica da organização;
1.3 Dados, Informações e Banco de Dados;
1.4 Indicadores Empresariais e a Informação;
1.5 Classificação de Sistemas;
1.6 O Impacto dos Sistemas da Informação
1.7 Processos Gerenciais e os Sistemas
1.8 Classificação e Definição de Informações
1.9 Planejamento e seu Vínculo com TI;
1.10lndicadores de Qualidade nos Sistemas
1.11 Os Profissionais de TI e seus Relacionamentos
1.12Tecnologia da Informação Verde 2
2 - Aplicações departamentais e tecnologia
2.1 Internet x Intranet x Extranet;
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2.2 Tecnologia como Inovação Departamental;
2.3 Finanças, Controladoria e Contabilidade;
2.4 Marketing e Vendas;
2.5 Recursos Humanos;
2.6 Logística.
3 - Os usos da TI nas organizações
3.1 Comércio Eletrônico;
3.2 ERP - Enterprise Resource Planning;
3.3 CRM - Customer Relationship Management;
3.4 BI (Business Inteliigence);
3.5 KM (Knowledge Management) e Painel de Controle;
3.6 Qualidade e segurança da informação;
3.7 Segurança dos Sistemas de Informação.
4 - Prática em laboratório: Planilha eletrônica MS Excel
Conceitos básicos do Excel:
■ Inserindo dados qualitativos e quantitativos em planilhas eletrônicas
■ Formatação, configuração de páginas
■ Inserção de fórmulas.
■ Trabalhando com funções.
■ Auto-formatação
■ Formatação condicional
Funções:
■ Funções (HOJE, CONT-SE, MÁXIMO, MÍNIMO, MÉDIA, AUTOSOMA)
* Funções lógicas (SE, SE(E, SE(OU...))
■ Vinculando dados entre planilhas.
■ Funções de Procura e referência (PROCV, PROCH)
Gráficos:
■ Realizando análise seletiva de dados através da construção de gráficos
(utilização de Gráficos integrados com as disciplinas de Matemática e
Contabilidade)
V - ESTRATÉGIAS DE TRABALHO
■ Dividir as aulas em expositivas, com apoio de material selecionado na
bibliografia sugerida, e prática em laboratório para utilização do MS-Excel.
VI - AVALIAÇÃO
■ Serão respeitados os critérios de avaliação/aprovação definidos pela
Universidade.
■ As avaliações deverão ser através de prova escrita e/ou trabalhos
individuais ou em grupo, sempre envolvendo os assuntos voltados a
aplicação da Tecnologia da Informação na gestão das
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V II - BIBLIOGRAFIA
BÁSICA: Teoria:
BATISTA, E.O. Sistemas de Informação: o uso consciente da tecnologia para o
gerenciamento. São Paulo: Saraiva, 2014.
0 ’BRIEN, James A. Sistemas de Informação e as decisões gerenciais na era da
Internet. 2a. Edição. São Paulo: Saraiva, 2007.
STAIR, Ralph M. Princípios de Sistemas de Informação. São Paulo: Cengage
Learning, 2005.
BOGHI, Cláudio. Sistemas de Informação: Um enfoque Dinâmico. São Paulo:
Érica, 2002.
COMPLEMENTAR: Teoria:
REZENDE, Denis Alcides e ABREU, Aline F. Tecnologia de Informação Integrada
à Inteligência Empresarial: o papel estratégico da informação e dos sistemas de
informa; ao nas empresas. 5a. edição. São Paulo: Atlas, 2008.
BATISTA, Emerson de Oliveira. Sistemas de Informação. O uso consciente da
tecnologia para o gerenciamento. São Paulo: Saraiva, 2004.
BÁSICA: Prática:
CANTALICE, Wagner. Excel do Básico ao Avançado. Rio de Janeiro: Brasport,
2008.
GONZALEZ, Karin Gizelle. Microsoft Office System 2007 - Passo a Passo. São
Paulo: Senac, 2007.
CARLBERG, Conrad. Administrando a Empresa com Excel. São Paulo: Pearson
Education, 2003.
COMPLEMENTAR: Prática:
SURIANI, Rogério Massaro. Excel 2007. São Paulo: Senac, 2007
MORAZ, Eduardo. Treinamento Prático em Excel 2007. Editora: Digerati Books,
2007.
VIRTUAL
LAUDON, Kenneth C e LAUDON, Jane P. Sistemas de Informação Gerenciais.
Pearson
Capron, H. L. E Johnson, J. A. Introdução à Informática - 8a Edição. Pearson
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PLANO DE ENSINO
CURSO: Administração
SÉRIE: 1o Semestre
DISCIPLINA: Evolução do Pensamento Administrativo
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 03 Horas/aula
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 60 Horas/aula
I - EMENTA
Esta disciplina trata de conceituar o que é a Administração, de salientar sua
importância para a sociedade humana e de mostrar sua evolução, desde suas
origens até suas tendências. Foca, também, o administrador, as características que
lhe são exigidas, bem como os papéis que deve desempenhar nesse contexto.
II - OBJETIVO GERAL
Contribuir para o desenvolvimento das competências requeridas dos alunos,
conforme definidas no Projeto Pedagógico do Curso/PPC, em consonância com as
Diretrizes Curriculares Nacionais relacionadas.
III - OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Saber a importância do conhecimento de administração como instrumento para a
gestão das organizações, as diferentes abordagens teóricas que compõem a
evolução do pensamento administrativo e a aplicabilidade desses conhecimentos.
IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Conceitos fundamentais: introdução à administração e as organizações
• O que é uma organização
• O que é administrar
• O processo de administrar
• As áreas funcionais da administração
• Quem é o administrador e quais os seus papéis
• A administração no Brasil
• Os desafios da administração 2
2. A evolução do pensamento administrativo
• O que são “teorias em administração"
• A interação organização - administração
• As origens e influências condicionantes do pensamento administrativo
• A escola clássica da administração
• A abordagem comportamental
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• A abordagem quantitativa
• A visão sistêmica e a perspectiva contingencial
• As tendências atuais para a administração
V - ESTRATÉGIA DE TRABALHO
Podem ser utilizadas uma, ou a combinação de mais de uma, das seguintes
estratégias:
• Desenvolvimento de aulas expositivas / dialogadas, estimulando ao máximo a
participação do aluno, por meio de discussões, em grupo, de temas
pertinentes.
• Utilização de estudos de caso e a condução de seminários por parte dos
alunos.
• Patrocínio de encontros e debates com profissionais da área de gestão.
• Apresentaçãoe discussão de vídeos, filmes e de outras mídias, correlatos.
• Desenvolvimento de simulações de situações organizacionais
• Realização de pesquisa em grupos, em organizações reais, investigando a
aplicação dos aspectos apresentados pelas teorias da administração, para
ajuda na contextualização desses conhecimentos.
• Utilização de textos complementares, de revistas especializadas.
VI - AVALIAÇÃO
Respeitando os critérios definidos pela Universidade, a atividade de avaliação deve
ser considerada como mais um momento privilegiado de aprendizado, se incorporar
o exercício adequado do feedback.
Poderão ser realizadas avaliações individuais e também em grupos, propiciando o
desenvolvimento das competências-chave “trabalho em equipe” e “comunicação e
expressão", uma vez que sejam formuladas por meio de questões adequadas para
tanto.
Também poderão ser efetuadas avaliações com consulta, desde que fomentem a
capacidade de realizar pesquisas.
Podem compor a atividade de avaliação: provas, exercícios em sala, dinâmicas de
grupo, simulações, pesquisas extra-classe, relatórios de visitas técnicas,
apresentação de seminários, e outros, desde que não colidam com os critérios da
Universidade.
VII-BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
SOBRAL, Filipe; PECI, Alketa. Administração: teoria e prática no contexto
brasileiro. 2. ed. São Paulo: Pearson Education, 2013.
CHIAVENATO, Idalberto.
de Janeiro: Elsevier, 2011.
Introdução à teoria geral da administração. 8. ed. -Rio
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
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FRANCISCO FILHO, Geraldo; SILVA, Fabio Gomes da. Teorias da administração
geral. 1. ed. Campinas: Alínea, 2006
VIRTUAL
CARAVANTES, Geraldo R„ PANNO, Cláudia C. e KLOECKNER, Mônica C.
Administração - teorias e processos. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005.
SOBRAL, Filipe; PECI, Alketa. Administração: teoria e prática no contexto
brasileiro. 2. ed. São Paulo: Pearson Education, 2013.
SOBRAL, Filipe; PECI, Alketa.,Teorias da Administração: bibliografia universitária
Pearson. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2012.
COMPLEMENTAR
MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Teoria geral da administração: da revolução
urbana à revolução digital. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2006.
MOTTA, Fernando C. Prestes; VASCONCELOS, Isabella F. Gouveia de. Teoria
geral de a administração. São Paulo: Céngage Learning, 2006.
OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Teoria geral da administração - uma
abordagem prática. São Paulo: Atlas, 2008.
PERIÓDICOS
1 - Revistas
Revista Exame
Revista HARVARD BUSINESS REVIEW BRASIL
Revista HSM MANAGEMENT
Revista PEQUENAS EMPRESAS GRANDES NEGOCIOS
Revista RAEP <angrad.org.br>
2 - Periódicos de Administração disponíveis para consulta on line
RAE : revista de administração de empresas <http://rae.fgv.br/rae/edicoes>
Revista de Micro e Pequena Empresa
<http://www.faccamp.br/ojs/index.php/RMPE/index>
RAUSP : revista de administração da Universidade de São Paulo
<http://www.rausp.usp.br/>
3 - Sites
ciee.org.br
fnq.org.br
junip.com.br
portaldoempreendedor.gov.br
portaltrainee.com.br
sebraesp.com.br 4
4 - Jornais
O Estado de São Paulo (edição dominical)
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Folha de São Paulo (edição dominical)
O Globo (edição dominical)
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ESTUDOS DISCIPLINARES
Justificativa
Considerando as mudanças introduzidas no cenário da avaliação da
educação superior, com a promulgação da Lei n. 10.861/2004, notadamente
a partir da divulgação dos resultados do ENADE 2006, a Universidade
Paulista vem mobilizando a inteligência institucional aliada aos recursos
oferecidos pela Tecnologia da Informação e da Comunicação (TIC), na
perspectiva de aperfeiçoar sua metodologia de ensino e sua proposta
didático-pedagógica.
Esse aperfeiçoamento se materializa no âmbito dos cursos de graduação, por
meio de uma contínua reflexão sobre os resultados das avaliações internas,
produzidas pela CPA e NDE, e externas conduzidas pelo INEP, SESu,
SETEC e SEED.
Associa-se a esse fato a necessidade de adequar os projetos pedagógicos
dos cursos de graduação aos ditames das Resoluções CNE/CES nos. 2 e 3,
ambas editadas em 2007, e da Resolução CNE/CES n°. 4/2009, a primeira e
a última fixando a carga horária dos bacharelados e a segunda determinando
que a carga horária dos cursos deve ser contabilizada em horas.
Dentre outras medidas emergiu dessa reflexão a necessidade de introduzir
no currículo dos cursos de graduação, unidades de estudos diferenciadas
que contribuam para o desenvolvimento de competências e habilidades
interdisciplinares. Nesse contexto estão inseridos os Estudos Disciplinares
(ED fundamentado no inciso II, do Art. 53 da Lei n. 9.394/96
Art. 53. No exercício de sua autonomia, são asseguradas às
universidades, sem prejuízo de outras, as seguintes atribuições:
I - criar, organizar e extinguir, em sua sede, cursos e programas de
educação superior previstos nesta Lei, obedecendo às normas
gerais da União e, quando for o caso, do respectivo sistema de ensino:
il - fixar os currículos dos seus cursos e programas, observadas as
diretrizes gerais pertinentes:(g.n)
e nos princípios norteadores das Diretrizes Curriculares Nacionais para os
cursos de graduação postulados nos Pareceres CNE/CES ns. 776/97,
583/2001 e 67/2003
( . . . )
1) Assegurar às instituições de ensino superior ampla liberdade na
composição da carga horária a ser cumprida para a integralização dos
currículos, assim como na especificação das unidades de estudos a
serem ministradas;(g.n.) 2
2. indicar os tópicos ou campos de estudos e demais experiências de
ensino-aprendizagem gue comporão os currículos, evitando ao
máximo a fixação de conteúdos específicos com cargas horán
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determinadas, os quais não poderão exceder 50% da carga horária
total dos cursos;(g.n.)
(...)
4) Incentivar uma sólida formação geral, necessária para que o futuro
graduado possa vir a superar os desafios de renovadas condições de
exercício profissional e de produção do conhecimento, permitindo
variados tipos de formação e habilitações diferenciadas em um mesmo
programado, n)
5) Estimular práticas de estudo independente, visando uma
progressiva autonomia profissional e intelectual do aluno;(g.n)
Universidade Paulista - UNIP
Regulamento dos Estudos Disciplinares
CAPÍTULO I
DA CONCEPÇÃO, CARGA HORÁRIA E OBJETIVOS
Art. 1o. O presente Regulamento normatiza a execução dos Estudos
Disciplinares (ED), constituídos por um conjunto específico de unidade de
estudos, ao abrigo do que dispõe o inciso II do Art. 53, da Lei n. 9.394 de 20
de dezembro de 1996 (LDBEN), observadas as Orientações para as
Diretrizes Curriculares dos Cursos de Graduação emanadas do Conselho
Nacional de Educação, nos termos do Parecer CNE/CES n°. 776, de 13 de
dezembro de 1997, do Parecer CNE/CES n°. 583, de 4 de abril de 2001 e do
Parecer CNE/CES n°. 67 de 11 de março de 2003.
Art. 2o. Os Estudos Disciplinares são unidades de estudos de caráter
obrigatório nos cursos de graduação da Universidade Paulista (UNIP),
constituindo um eixo estruturante de formação inter e multidisciplinar que
perpassa todos os períodos dos cursos.
Art. 3o. A carga horária dos Estudos Disciplinares é definida no projeto
pedagógico de cada curso, considerando suas especificidades.
Art. 4o. São objetivos dos Estudos Disciplinares:
a. propiciar uma sólida formação geral, necessária para que o futuro
graduado possa vir a superar os desafios de renovadas condições de
exercício profissional e de produção do conhecimento;
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b. prover o aluno de graduação de competências e habilidades
específicas para abordar, com visão inter e multidisciplinar, problemas
de sua área de atuação profissional, com grau crescentede
complexidade à medida em que ele progride em sua formação;
c. proporcionar aos estudantes oportunidades para estabelecer conexões
entre as diferentes áreas do conhecimento visando a solução de
problemas;
d. estimular práticas de estudo independente, visando uma progressiva
autonomia profissional e intelectual do aluno.
CAPÍTULO II
DA OPERACIONALIZAÇÃO
Art. 5o. Os ED utilizam a resolução sistemática de exercícios, indutores do
desenvolvimento das competências e habilidades para sua área de formação.
§1°. Os exercícios abordam, inicialmente, conteúdos de formação geral, e à
medida que o aluno avança na sua matriz curricular, esses conteúdos são
progressivamente substituídos por outros de formação específica, de cunho
interdisciplinar, envolvendo diferentes campos do saber.
§2°. Os conteúdos abordados nos Estudos Disciplinares devem ter por base
as Diretrizes Curriculares e o Projeto Pedagógico do Curso.
Art. 6o. Os Estudos Disciplinares serão desenvolvidos com recursos
educacionais combinados do ensino presencial e da educação a distância,
utilizando, entre outros, a plataforma de Tecnologia de Informação e
Comunicação da UNIP.
CAPÍTULO III
DA SUPERVISÃO E AVALIAÇÃO
Art. 7o. Caberá aos docentes responsáveis pelos ED supervisionar e avaliar o
desempenho dos alunos.
Art. 8o. A avaliação de desempenho dos alunos nos Estudos Disciplinares
resultará da combinação do seu aproveitamento nas diferentes atividades.
§1°. O aproveitamento dos Estudos Disciplinares de que trata o caput deste
artigo poderá ser aferido mediante a aplicação de provas.
§2°. Será atribuído um conceito semestral (Aprovado ou Reprovado) aos
Estudos Disciplinares.
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Art. 9o. A frequência do aluno nos Estudos Disciplinares resultará da
apuração combinada da presença nas atividades presenciais e naquelas
realizadas a distância.
Parágrafo Único - Nas atividades a distância, a frequência será controlada
por meio dos acessos e do tempo de permanência do aluno na Plataforma
Digital da UNIP.
CAPÍTULO IV
DA DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS
Art. 10°. Os casos omissos serão resolvidos pela Coordenação do Curso,
em conjunto com a Direção do Instituto ao qual se vincula, ouvidas as partes
interessadas.
Art. 11°. As disposições do presente Regulamento poderão ser alteradas por
deliberação do Colegiado de Curso com a anuência dos órgãos colegiados
superiores da Universidade.
Art. 12°. O presente Regulamento entra em vigor a partir do ano de 2010,
após a sua aprovação dos órgãos colegiados superiores da Universidade.
São Paulo, 23 de março de 2015.
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PLANO DE ENSINO
CURSO: Administração
SÉRIE: 2o Semestre
DISCIPLINA: Estruturas Organizacionais
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 03 horas/aula
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 60 horas/aula
I - EMENTA
Esta disciplina trata da compreensão das organizações, tanto como entidade social
como função administrativa. Trata também da identificação das principais soluções
em estruturas organizacionais - tradicionais, emergentes e novas perspectivas.
Trata, por fim, de como as organizações devem orientar seus projetos de estrutura
organizacional, a fim de enfrentar as condições ambientais existentes, em contínua
transformação, direcionando para uma otimização de desempenho.
II - OBJETIVO GERAL
Contribuir para o desenvolvimento das competências requeridas dos alunos, para
que possam bem exercer o papel de administradores, conforme definidas no Projeto
Pedagógico do Curso/PPC, em consonância com as Diretrizes Curriculares
Nacionais do Curso de Graduação em Administração - Resolução no. 4/2005 -
CNE/CES.
III - OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Saber como dividir, integrar e coordenar o trabalho nas organizações, de forma a
aliar eficiência e eficácia, bem como oferecer adaptabilidade frente aos ambientes
organizacionais cada vez mais dinâmicos.
IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Organização como entidade social
1.1 Conceitos
• Definições
• As organizações como empresas
• A nova organização e o novo funcionário
1.2. Perspectivas
• Sistemas abertos
• Configuração organizacional
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2. Organização como função administrativa
2.1 Fundamentos
• Processo
• Organograma
• Níveis organizacionais
2.2 Elementos do processo de organização
• As teorias administrativas e estrutura
• Dimensões estruturais
• Dimensões contextuais
3. Projetos organizacionais e eficiência administrativa
3.1 Estruturas organizacionais tradicionais
• Funcional
• Divisional/Projetos
• Geográfica
• Matricial
3.2 Estruturas organizacionais emergentes
• Horizontal
• Equipes
• Rede
• Virtuais
• Híbridas
3.3 Novas perspectivas em estruturas organizacionais
• Rede criativa
• Estrutura circular
• Estrutura invertida
• Estrutura em teia de aranha
• Estrutura tríplice
V - ESTRATÉGIA DE TRABALHO
• As aulas deverão ser predominantemente expositivas com apoio de material de
leitura previamente preparado / selecionado para cada aula.
• A fixação dos conceitos deverá, sempre que possível, também ser realizada
através de estudos reais juntos às empresas e apresentadas pelos alunos.
• Deverão ser sugeridos materiais de leitura adicionais como forma de estimular e
orientar o desenvolvimento pessoal dos alunos
• Para o 2o bimestre, sugere-se a realização, pelos grupos do PIPA III / APS, de
uma análise crítica de uma empresa real, quanto à sua estrutura organizacional.
VI - AVALIAÇÃO
• Serão respeitados os critérios de avaliação e aprovação definidos pela
Universidade, procurando sempre entender a avaliação como mais uma
oportunidade de aprendizado e de desenvolvimento das competências.
• As avaliações a serem realizadas deverão constituir-se em instrumej:
aprendizagem, ao invés de simples cobrança de conhecimentos "decors
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tanto, deverão ser aplicadas provas que meçam os reais avanços no conhecimento
do aluno, quando se pretende privilegiar questões que tratem dos "porquês", do
inter-relacionamento entre os diferentes conteúdos do programa.
• Os trabalhos práticos desenvolvidos intra e extraclasse, focalizados na
aplicabilidade / utilidade dos conhecimentos adquiridos, também servirão como base
para avaliação da aprendizagem, complementando as avaliações realizadas através
das provas.
V II- BIBLIOGRAFIA
BASICA
DAFT, Richard L. Organizações - Teoria e Projetos. São Paulo: Pioneira Thomson
Learning, 2014.
JONES, Gareth R. Teoria das organizações. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2010.
SOBRAL, Filipe: PECI, Alketa. Administração: teoria e prática no contexto
brasileiro. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2013.
VIRTUAL
JONES, Gareth R. Teoria das organizações. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2010.
HALL, Richard H. Organizações. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2004.
SOBRAL, Filipe & PECI, Alketa. Administração: teoria e prática no contexto
brasileiro. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2013.
COMPLEMENTAR
CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da Administração. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2011.
CHILD, John. Organização: princípios e prática contemporâneos. São Paulo:
Saraiva, 2012.
MANGANOTE, Edmilson J. T. Organização, sistemas e métodos. Campinas:
Editora Alínea, 2005.
MINTZBERG, Henry. Criando organizações eficazes: estruturas em cinco
configurações. São Paulo: Atlas, 2003.
OLIVEIRA, Djalma de P. R. de. Estrutura organizacional: uma abordagem para
resultados e competitividade. São Paulo: Atlas, 2006.
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PERIÓDICOS
Revista Exame
Principal publicação da grande imprensa no Brasil, voltada para o setor de negócios
e economia. É publicada desde 1967. Periodicidade quinzenal.
Revista HSM Management
HSM Management é considerada a principal publicação degestão e liderança do
Brasil, trazendo um conhecimento global da área, à aplicação prática. Periodicidade
bimestral.
Revista Harvard Business Review
É a versão nacional da respeitada revista de administração e negócios. Busca
reflexões sobre as melhores práticas de gestão de negócios. Periodicidade mensal.
PERIÓDICOS DISPONÍVEIS ONLINE
RAE - Revista de Administração de Empresas-FGV
É o mais tradicional periódico acadêmico-científico de administração no Brasil, com
publicação ininterrupta desde seu lançamento, em 1961.
http://rae.fqv.br/rae/edicoes
RAUSP - Revista de Administração da USP
É uma publicação científica trimestral voltada à disseminação trabalhos que
contribuam para o avanço da teoria e prática administração
http://www.rausp.usp.br/
RBA - Revista Brasileira de Administração
Veículo oficial de divulgação do CFA - Conselho Federal de Administração. Todas
as edições estão disponíveis gratuitamente em versão digital, exceto as duas
últimas.
http://www.revistarba.com.br/edicoes-anteriores
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PLANO DE ENSINO
CURSO: Administração
SÉRIE: 2o Semestre
DISCIPLINA: Análise das Demonstrações Financeiras
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 03 horas/aula
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 60 horas/aula
I-EM EN TA
Esta disciplina trata da análise e avaliação de empresas por meio dos
demonstrativos contábeis, de discutir o conjunto de indicadores e coeficientes como
instrumento de controle de gestão, destacando a valorização da empresa, o nível de
liquidez, o controle do endividamento, além de proporcionar a avaliação dos retornos
sobre o investimento.
II - OBJETIVOS GERAIS
Contribuir para o desenvolvimento das competências requeridas dos alunos, para
que possam bem exercer o papel de administradores, conforme definidas no Projeto
Pedagógico do Curso/PPC, em consonância com as Diretrizes Curriculares
Nacionais do Curso de Graduação em Administração - Resolução n° 4/2005 -
CNE/CES.
III - OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Saber diagnosticar a situação econômico financeira das organizações, por meio da
interpretação dos indicadores econômico-financeiros: de estrutura, desempenho,
ciclo operacional, índices de rotação e de avaliação do passivo.
IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1o BIMESTRE
1. Peças fundamentais para realização da análise
1.1. Estrutura das Demonstrações Contábeis
1.2 Critérios de avaliação - Lei n° 11.638/2007 e Lei n° 11.941/09
1.3. Análise horizontal e vertical 2
2. índices de Liquidez e endividamento
2.1. Liquidez Corrente, seca, imediata e geral
2.1. Relação Capital Próprio / Capitais de Terceiros
2.3. Relação Capital de Terceiros / Passivo Total
2.4. Grau de Imobilização do Patrimônio Líquido
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2o BIMESTRE
3. Ciclo Operacional
3.1. Financeiro, prazo médio e índice de rotação
4. Indicadores de desempenho
4.1 Margem Bruta, Operacional e Líquida
4.2 Custo de Financiamento
3.3 Análise da taxa de retorno sobre investimentos
4.4. Fórmula Du Pont
5. Administração do Capital de Giro
5.1. Saldo de tesouraria
5.2. Conceito de necessidade de Capital de Giro
5.3. Capital de Giro Próprio e Permanente
V - ESTRATÉGIA DE TRABALHO
1. Aulas Expositivas
2. Debates e Questionamentos
3. Exercícios Individuais e em Grupo em sala de aula
4. Pesquisa Extraclasse - Analisar e padronizar os Demonstrativos Contábeis
divulgados pelas empresas S.A. nos jornais. Em seguida, em grupo realizar as
análises de todos os índices.
5. Exercício Extraclasse
VI - AVALIAÇÃO
O professor deverá utilizar mais de um instrumento de avaliação. Desta forma para
compor a média bimestral o professor utilizará:
1) Provas Escritas
2) Trabalho Extraclasse
3) Trabalhos em sala de aula
V II - BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
MARION, José Carlos. Análise das demonstrações contábeis: contabilidade
empresarial. 7a ed. São Paulo: Atlas, 2012.
MARTINS, Eliseu et al. Análise didática das demonstrações contábeis. 1a ed.
São Paulo: Atlas, 2014.
. Análise avançada das demonstrações contábeis: uma
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
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abordagem crítica. 1a ed. São Paulo: Atlas, 2012.
COMPLEMENTAR
ASSAF NETO, Alexandre. Estrutura e análise de balanços: um enfoque
econômico-financeiro. 9a ed. São Paulo: Atlas, 2010.
PADOVEZE, Clóvis Luís. BENEDICTO, Gideon Carvalho de. Análise das
demonstrações financeiras. 3a ed. revisada e ampliada. São Paulo: Cengage
learning, 2014.
SILVA, Alexandre Alcântara da. Estrutura, análise e interpretação das
demonstrações contábeis: Ampliada e atualizada conforme Lei n° 11.638/07,
Lei n° 11.941/09 e Pronunciamentos do CPC 4a ed. São Paulo: Atlas, 2014.
PERIÓDICOS
Revista Contabilidade e Finanças - http://www.scielo.br/
Revista Universo Contábil -
http://proxy.furb.br/ois/index.php/universocontabil /about
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UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP
REGULAMENTO
DAS
ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS
São Paulo
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REGULAMENTO DAS ATIVIDADES PRÁTICAS
SUPERVISIONADAS
Capítulo I
DA LEGISLAÇÃO
Art. 1o. O presente Regulamento normatiza a execução das Atividades
Práticas Supervisionadas da UNIP, obedecendo ao disposto na Lei no 9.394,
de 20 de dezembro de 1996, no Parecer CNE/CES n° 571, de 04 de abril de
2001, no Parecer CNE/CES n° 261, de 09 de novembro de 2006, e na
Resolução CNE/CES n° 3, de 02 de julho de 2007.
Capítulo II
DA ORGANIZAÇÃO
Art. 2o. As Atividades Práticas Supervisionadas (APS) são atividades
acadêmicas desenvolvidas sob a orientação, supervisão e avaliação de
docentes e realizadas pelos discentes.
§ Único - As APS são previstas nos Projetos Pedagógicos dos Cursos.
Art. 3o. As APS constituem parte da carga horária das disciplinas às quais se
vinculam.
Art. 4o. Para efeitos deste Regulamento, as Atividades Práticas
Supervisionadas (APS) constarão de atividades de Biblioteca (frequência e
utilização), atividades relacionadas aos laboratórios (relatórios de experiências
e outras), trabalhos individuais ou em grupo determinados pelo professor,
trabalhos de iniciação científica, resolução de exercícios do Portal ou de listas,
programadas para serem supervisionadas pelos professores em
suas aulas.
§1° Para os cursos de licenciatura, acrescentam-se a essas atividades os
seminários de práticas e outras atividades inerentes às licenciaturas.
§2° - As APS são detalhadas nos Planos de Ensino das disciplinas às quais
se vinculam e aprovadas pela Coordenação de Curso, a quem compete
acompanhar o seu desenvolvimento.
Recred.Port. ^ c \
MEC N° 1,341 yn
| DOU DE 29.11.16 h
i Seção 1, página 12 J
\ e -M E C 322 /RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
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§3° - As APS são atividades acadêmicas desenvolvidas sob a orientação,
supervisão e avaliação de docentes, não cabendo o seu aproveitamento
como Atividades Complementares.
§4° - As APS são registradas em formulário próprio, obedecendo a
instruções e procedimentos específicos definidos pela Coordenação de Curso.
CAPÍTULO III
DA SUPERVISÃO E AVALIAÇÃO
Art. 5o. Cabe aos docentes responsáveis pelas APS supervisionar e avaliar o
desempenho dos alunos.
Art. 6o. Em cada semestre, o aluno deverá cumprir a quantidade de horas de
APS definida para seu curso.
§1° A comprovação da realização das APS, em cada semestre, será feita
mediante a entrega ou postagem do trabalho acompanhado da Ficha de
Supervisão da APS.
§2° Será atribuído um conceito semestral (Aprovado ou Reprovado) às APS.
Capítulo IV
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS
Art. 7°. As APS não podem ser utilizadas para reposição de aulas
presenciais não ministradas pelos docentes.
Art. 8o. Os casos omissos serão resolvidos pela Coordenação, em conjunto
com a Direçãodo Instituto ao qual se subordina o Curso, ouvidas as partes
interessadas.
Art. 9o. O presente Regulamento entra em vigor, após a sua aprovação pelos
órgãos colegiados superiores da Universidade.
São Paulo, 23 de março de 2015.
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PLANO DE ENSINO
CURSO: Administração
SÉRIE: 2o Semestre
DISCIPLINA: Homem e Sociedade - Oferecida em EAD
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 1,5 horas-aula
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 30 horas-aula
I - EMENTA
A origem humana das perspectivas biológica e cultural. O conceito antropológico de
cultura. O significado do termo cultura: senso comum e científico; a simbolização da
vida social, a diversidade cultural e as culturas nacionais. A cultura como visão de
mundo. Etnocentrismo, relativismo cultural e as relações étnico-raciais. Identidade
cultural na atualidade, diversidade e inclusão. A educação e ensino de história e
cultura afro-brasileira.
I I - OBJETIVOS GERAIS
A Antropologia é uma ciência que se caracteriza por considerar o ser humano em
sua diversidade. O contato com a disciplina pode criar oportunidades para que os
discentes se constituam como indivíduos críticos e ativos na constituição de uma
sociedade ética e democrática. Para isso são propostos os objetivos abaixo:
Instrumentalizar o corpo discente para analisar e interpretar a realidade social como
processo de contato com as diferenças.
Possibilitar uma compreensão crítica do ser humano em sua relação com a herança
cultural e as constantes transformações da sociedade.
Caracterizar a Antropologia como uma ciência que permite compreender os
processos de constituição de identidades nas suas variadas expressões - étnicas,
religiosas, profissionais, políticas e assim por diante.
Oferecer aos alunos espaço para a discussão de temáticas que permitam a
compreensão das manifestações culturais que ocorrem na sociedade
contemporânea seja de ordem da construção de identidades, da concepção de
corpo, da cultura organizacional, da construção de valores e direitos, dos fenômenos
e conteúdos da comunicação, e assim por diante.
III - OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Desenvolver o senso crítico e analítico dos futuros profissionais para identificarem os
aspectos significativos das ações individuais e coletivas.
Permitir aos alunos uma reflexão sobre o significado da cultura e suas implicações
na construção e transformações das relações sociais.
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Enfatizar a importância das abordagens antropológicas na compreensão das
diversas manifestações sociais. Promover uma compreensão relacionai e
integradora do fenômeno cultural com a multiplicidade de aspectos que caracterizam
o humano-técnicas, costumes, produção de conhecimento, formulação de regras,
comunicação, organização, valores, afetividade - em suas expressões de
diversidade.
IV - CONTEÚDO PROGRAMATICO
O HOMEM
1.1 - Principais visões sobre a origem humana: o evolucionismo e o debate das
determinações biológicas versus processo cultural. O conceito de cultura através da
história.
A CULTURA
2 . 1 - 0 significado do termo cultura: senso comum e científico; a simbolização da
vida social, a diversidade cultural e as culturas nacionais. A Antropologia e o estudo
da cultura.
2.2 - As principais características da cultura como visão de mundo: herança cultural
e formas de compreender o mundo, a participação dos indivíduos na cultura.
2.3 - A diversidade cultural: etnocentrismo e relativismo cultural; relações étnico-
raciais.
2.4 - A cultura na sociedade atual: nacionalidade, cultura popular e erudita; meios de
comunicação; poder e cultura.
A SOCIEDADE
3.1 - Identidade cultural na atualidade: multiculturalismo, tribalismo urbano e
pesquisa antropológica.
3.2 - O tratamento de questões e temáticas que dizem respeito aos
afrodescendentes.
3.3 - A pluralidade étnico-racial, história e cultura dos afro-brasileiros.
3.4 - As raízes africanas da nação brasileira
V - ESTRATÉGIA DE TRABALHO
A disciplina será desenvolvida por meio de conteúdos interativos via internet
VI - AVALIAÇÃO
• Duas provas bimestrais de aplicação do conteúdo exposto.
• A média do semestre será calculada de acordo com o Regimento da IES.
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VII-BIBLIOGRAFIA
Básica
COSTA, M. C. C. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. Moderna, 1997.
DaMATTA, R. A. RELATIVIZANDO : uma introdução à antropologia social. Rio de
Janeiro: ROCCO, 1987.
LARAIA, R. de B. CULTURA: um conceito antropológico, Rio de Janeiro: JORGE
ZAHAR, 2009.
Complementar
BOAS, F.; CASTRO, C. (org.). Antropologia cultural. Jorge Zahar: 2009.
DALLARI, D. de A. Elementos da teoria geral do Estado. São Paulo: Saraiva, 2003.
GUERRIERO, S. (org.). Antropos e Psique: o outro e sua subjetividade. São Paulo:
Olho D'água, 2008.
PEIRANO, M. Rituais ontem e hoje. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003.
SANTOS, R. J. Antropologia para quem não vai ser antropólogo, Porto Alegre: Tomo
Editorial, 2005.
WEBGRAFIA - sugestão de textos eletrônicos disponíveis a acesso público:
Barbosa, Maria do Socorro Ferraz. “A Presença Portuguesa e Africana diante dos
índios”, in, http://www.fundaj.gov.br/docs/indoc/cehib/ferraz.html
LEITÃO, Débora Krischke. “A Arte de Sensibilizar o Olhar - ou Por que ensinar
Antropologia?” In, http://www.geocities.com/deborakrischkeleitao/artigo.html
Sobre o etnocentrismo:
CARVALHO, José Carlos de Paula “Exemplos de Etnocentrismo”; “Etnocentrismo:
inconsciente, imaginário e preconceito no universo das organizações” in,
http://tryck.vilabol.uol.com.br/etno.htm
LINTON, Ralph. “O cidadão norte-americano”, in,
http://www.consciencia.net/2004/mes/02/linton-citacao.html
Sobre contato cultural:
MIDLIN, Betty - “Aculturação” in, http://www.fb.org.br/indigena/2003_acult.asp
VIANNA, Hermano e LEMOS, Ronaldo. “A tradição remixada: a questão da
propriedade sobre conhecimentos tradicionais”, in
http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=31164
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Carneiro da Cunha discute papel dos índios - entrevista de RENATO SZTUTMAN
especial para a Folha 500 anos, in
http://www1.folha.uol.com.br/fol/brasil500/entre_7.htm
Sobre infância e tradição oral:
ALDEIA DE SAPUKAI - Histórias (infantis) Guarani
Histórias pertencem a uma coletânea levantada entre os Guarani a respeito das
histórias que costumam ser contadas para as crianças mais novas. São histórias
"para crianças" destinadas um público infantil, in
http://www.highrisemarketing.com/djweb/historia/historia/sapuk.htm
Revista digital de antropologia urbana - “OS URBANITAS” (vários artigos
disponíveis) - http://www.osurbanitas.org/
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PLANO DE ENSINO
CURSO: Administração
SÉRIE: 2o Semestre
DISCIPLINA: Matemática Financeira
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 03 horas/aula
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 60 horas/aula
I - EMENTA
Esta disciplina trata das ferramentas quantitativas aplicadas ao setor financeiro, no
que se refere aos cálculos de juros simples e compostos, bem como aos cálculos de
descontos. De caráter essencialmente aplicado, esta disciplina contempla ainda as
principais operações financeiras, tais como o financiamento, a capitalização e os
empréstimos.
II-OBJETIVOS GERAIS
Contribuir para o desenvolvimento das competências requeridas dos
alunos, conforme definidas no Projeto Pedagógico do Curso/PPC, em consonância
com as Diretrizes Curriculares Nacionais relacionadas.
III - OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Saber operar com ferramentas tecnológicas, principalmente calculadoras e planilhas
eletrônicas, na resolução de problemas contextualizados da disciplina. Desenvolver
o raciocínio lógico e o raciocínio crítico/estratégico na resolução de situações-
problema envolvendo os juros simples e compostos.
IV - CONTEÚDOPROGRAMÁTICO
1 Introdução à Matemática Financeira
1.1 - Porcentagem.
1.2- Conceitos básicos de capital, juro, taxa, prazo, montante.
2 Capitalização Simples
2.1- Juros simples utilizando o prazo exato e o prazo comercial.
2.2- Desconto Simples
3 Capitalização Composta
3.1- Juro e Montante compostos
3.2- Desconto composto
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3.3- Taxas equivalentes, efetivas, nominais e proporcionais.
3.4- Equivalência composta de capitais
4 Rendas
4.1- Capitalização
4.2- Financiamento
4.3- Renda diferida
4.4- Renda perpétua
5 Empréstimos
5.1- Sistemas de amortização de curto prazo
5.1- SAC
5.2- Sistema Francês (Price)
V - ESTRATÉGIA DE TRABALHO
As aulas serão expositivas devendo conter como regra geral amplo período
reservado para exercícios, por parte dos alunos, das técnicas e ferramentas
apresentadas. Será dada ênfase ao trabalho com ferramentas tecnológicas, em
especial à calculadora HP-12C.
VI - AVALIAÇÃO
O processo formal de avaliação do ensino e aprendizado é composto por duas
avaliações bimestrais, além de um exame final, sob a responsabilidade direta do
professor.
As avaliações serão, na medida do possível, bastante abrangentes e completas,
procurando levar em conta toda a produção e evolução do aluno.
Para balizar o desenvolvimento das competências e habilidades desenvolvidas ao
longo do curso, a avaliação do aprendizado deve ser executada em todos os
momentos, de forma continuada, privilegiando a formação integral do aluno.
Em todas as avaliações deve-se ter em mente a necessidade do aluno integrar a
disciplina com a Administração, usando-se problemas de aplicação prática.
VII-BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
CAMPOS, C. R. Matemática Financeira - Série Economia de Bolso. São Paulo:
LCTE, 2010.
PUCCINI, A. L. Matemática Financeira - objetiva e aplicada. 9a ed. São Paulo:
Elsevier, 2011.
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SAMANEZ, C. P. Matemática Financeira. 5a ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2010.
COMPLEMENTAR
FARO, C. Fundamentos da Matemática Financeira - uma introdução ao cálculo
financeiro e à análise de investimento de risco. São Paulo. Saraiva, 2006.
HAZZAN, S.; POMPEO, J. N. Matemática Financeira. 6a ed. São Paulo: Saraiva,
2007.
MÜLLER, A. N.; ANTONIK, L. R. Matemática Financeira - instrumentos
financeiros para a tomada de decisão em Administração, Economia e
Contabilidade. São Paulo: Saraiva, 2012.
VIRTUAL
CASTANHEIRA, C. P. Noções Básicas de Matemática Comercial e Financeira.
São Paulo: IBPEX, 2008.
CASTANHEIRA, C. P.; MACEDO, L. R. D. Matemática Financeira Aplicada. São
Paulo: IBPEX, 2008.
GIMENES, C. M. Matemática Financeira com HP 12C e Excel. São Paulo:
Pearson, 2010.
PERÍODICOS
Revista de Negócios
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PLANO DE ENSINO
CURSO: Administração
SÉRIE: 2o Semestre
DISCIPLINA: Geopolítica, Regionalização e Integração
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 03 horas/aula
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 60 horas/aula
I-EM EN TA
Esta disciplina trata da visão contemporânea da geopolítica e dos processos de
regionalização e integração, através das análises das macropolíticas e das “novas
fronteiras internacionais”. Aborda ainda as novas interações e tendências político-
econômicas dos Estados Nacionais no cenário global, enfatizando a compreensão
do advento da regionalização e integração de mercados, a tendência do fim das
fronteiras físicas para os produtos e os fatores de produção e as atuais áreas de
atrito internacional e sua tendência de evolução.
II-OBJETIVOS GERAIS
Contribuir para o desenvolvimento das competências requeridas dos alunos, para
que que estes possam bem exercer a competência de elaboração de análises
prospectivas acerca da dinâmica da geopolítica internacional e os seus impactos
sobre a configuração dos mercados regionalizados/integrados e as atividades das
empresas transnacionais, conforme definidas no Projeto Pedagógico dos Cursos, em
consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais.
III - OBJETIVOS ESPECÍFICOS
• Saber compreender as novas interações e tendências dos países no cenário
global, isto é, compreender o plano geopolítico internacional das correlações de
força e poder entre os Estados Nacionais (a nova ordem geopolítica e econômica
mundial).
• Saber analisar as principais questões políticas da atualidade, explicar as
motivações dos conflitos internacionais e o papel das entidades supranacionais.
• Compreender os impactos diretos da dinâmica geopolítica mundial sobre a
configuração dos mercados e o planejamento das empresas.
IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Geopolítica
1.1. As relações entre Sociedade, Espaço e Poder.
1.2. Estado e Território.
1.3. Equilíbrio de poder na sociedade internacional do século XXI
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2. A evolução do pensamento em Geopolítica
2.1. Clássica
2.2. Contemporânea
3. As fronteiras nacionais e internacionais, a guerra e a paz de acordo com a
Geopolítica, o poder central e o poder local, as políticas territoriais.
4. Políticas territoriais no Brasil
5. Regionalização e integração
5.1. Definição e objetivos da integração econômica
5.2. Etapas do processo de integração econômica
5.3. Uniões aduaneiras e áreas de livre comércio
5.4. Uniões aduaneiras que desviam comércio
5.5. Benefícios dinâmicos obtidos das uniões aduaneiras
5.6. Teoria clássica da integração econômica
5.7. Os modelos de segunda geração
5.8. Teoria das uniões aduaneiras na década de 60
5.9. A nova teoria do comércio internacional e a integração econômica
5.10. Regionalismo versus multilateraiismo
5.11. Algumas experiências de integração: as experiências do regionalismo aberto
5.11.1. O caso do Mercosul.
5.11.2. O caso da União Européia.
5.11.3. O caso asiático (APEC e ASEAN)
V - ESTRATÉGIA DE TRABALHO
Para atingir os propósitos da disciplina, serão desenvolvidas aulas expositivas
dialogadas. Serão privilegiados os debates, trabalhos intra e extra-classe individuais
e/ou em equipe, seminários, leitura dirigida de textos e artigos selecionados,
elaboração e apresentação de resumos de matérias publicadas em revistas e jornais
especializados sobre o conteúdo programático e outras atividades que busquem
desenvolver as competências e habilidades apontadas nos objetivos gerais e
específicos.
VI - AVALIAÇÃO
O processo formal de avaliação do aprendizado compreende duas avaliações
bimestrais, sendo que as notas destas avaliações poderão ser compostas por notas
de provas, trabalhos intra e extraclasse, participação em sala de aula, elaboração
dirigida de exercícios e outros meios semelhantes. A avaliação de seminários,
quando utilizados, deverá ser realizada individual e explicitamente - com ampla
comunicação ao avaliado-, focando sua fluência verbal, argumentação na exposição
dos assuntos, respostas às perguntas eventualmente formuladas durante e/ou após
a apresentação, postura diante das dificuldades encontradas e liderança individual
no processo de execução do seminário. De fundamental importância para o
desenvolvimento das competências e habilidades, a avaliação do aprendizado deve
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ser executada em todos os momentos, em cada atividade intra e extraclasse,
privilegiando a formação integral do aluno.
VII - BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
BANDEIRA, L. A. M. A segunda Guerra Fria. Geopolítica e dimensão estratégica
dos Estados Unidos. Das rebeliões na Eurásia à África do Norte e ao Oriente Médio.
Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2013.
CHESNAIS, F. A mundialização do capital. São Paulo: Ed. Xamã, 1996.
VESENTINI, J. W. Novas geopolíticas. São Paulo: Editora Contexto, 2011.
VIRTUAL
BARBOSA, A. F. O mundo globalizado. São Paulo: Contexto, 2003.
GHOSE, A. K.; MAJID, N.; CHRISTOPH,E. Emprego: um desafio global. Curitiba:
IBPEX, 2010.
KRUGMAN, P.; OBSTFELD, M. Economia internacional. São Paulo: Pearson,
2010 .
COMPLEMENTAR
ANDERSON, Perry. A política externa norte-americana e seus teóricos. São
Paulo: Boitempo, 2015.
ABEL, A. B.; BERNANKE, B. S.; CROUSHORE, D. Macroeconomia.
Virtual/Pearson.
MARTIN, A. R. Brasil, geopolítica e poder mundial: - o anti Golbery. São Paulo:
hucitec, 2018.
OLIVEIRA, H. A.; LESSA, A. C. (org.) Política Internacional Contemporânea:
mundo em transformação. São Paulo, Saraiva, 2006.
MOCHÓN, F. Princípios de economia. São Paulo: Virtual / Pearson.
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PLANO DE ENSINO
CURSO: Administração
SÉRIE: 3o Semestre
DISCIPLINA: Processos Organizacionais
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 03 horas-aula
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 60 horas-aula
I - EMENTA
Esta disciplina trata do que são os processos organizacionais e de como se pode
dar o seu mapeamento. Trata, também, das sistemáticas de análise e melhoria de
tais processos organizacionais, a fim de aperfeiçoá-los e torná-los mais eficazes,
eficientes e/ou flexíveis.
Além disso, permite uma visão das principais normas relacionadas à gestão por
processos e sua aplicação nas organizações. Trata, por fim, da padronização e
normalização dos processos organizacionais.
II-OBJETIVOS GERAIS
Contribuir para o desenvolvimento das competências requeridas dos alunos, para
que possam bem exercer o papel de administradores, conforme definidas no Projeto
Pedagógico do Curso/PPC, em consonância com as Diretrizes Curriculares
Nacionais do Curso de Graduação em Administração - Resolução n.o 4/2005 -
CNE/CES.
III - OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Saber visualizar as organizações como um conjunto de processos inter-
relacionados, relacionar com a normalização aplicável e saber como avaliar e
melhorar esses processos.
IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1 - A Visão Organizacional:
1.1 Introdução;
1.2 A visão departamental: conceitos e problemas.
2 - A Visão Organizacional sob a Ótica de Processos:
2.1 Conceitos básicos da visão por processos:
• O que é um processo;
• O que é um processo produtivo e um processo empresarial;
• Vantagens da visão por processos;
• Elementos de um processo / Características de pro
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bem definidos;
• Desdobramento dos processos: processos, sub-processos e
tarefas.
2.2 Identificação dos processos organizacionais:
• Macro-Processo (Macro-Fluxo / Cadeia de Valores);
• Processos-chave (primários) e de apoio (suporte);
2.3 Modelagem de processos:
• Técnicas de mapeamento e documentação;
• Tipos e padrões de Fluxogramas.
2.4 Análise dos Processos:
• Análise e fluxos dos principais processos organizacionais.
2.5 Avaliação e Desempenho de Processos:
• Objetivos da Organização x Objetivos dos Processos;
• Objetivos e Medições de Desempenho dos processos
organizacionais orientados e desdobrados segundo o
negócio (eficácia, eficiência e adaptabilidade).
3 - A melhoria dos processos organizacionais visando o melhor
desempenho:
3.1 Por que melhorar um processo: objetivos de melhorias e os
Indicadores como propulsores;
3.2 Abordagens de melhoria de processos;
• Melhoria incrementai (melhoria contínua) x Melhoria radical
(reengenharia);
3.3 O projeto de melhoria de processos;
3.4 Uma abordagem intuitiva: Problema c=4> A n á lis e ^ Causas
c=í> Plano de Ação;
3.4.1 Uma metodologia de projeto de melhoria de processos: etapas
básicas e ferramentas gráficas;
1. Formar a estrutura organizacional responsável pela gestão da
melhoria;
2. Selecionar o processo-alvo da melhoria;
3. Elaborar o Fluxo detalhado do processo;
4. Analisar o processo (causas);
5. Elaborar o novo processo;
6. Implantar o novo processo;
7. Monitorar o novo processo;
8. Aperfeiçoamento Contínuo;
3.4.2 Metodologias de apoio à melhoria de processos: outras técnicas
de apoio à melhoria;
• Um comparativo MASP x PDCA x APE x
Metodologia Base (3.4.1);
4 - Normalização de Processos:
4.1 Introdução;
4.2 Visão geral das principais normas: ISO 9001, ISO 14001
18000, SA 8000;
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BPMN x
4.3 Sistema de Gestão da Qualidade:
• Família ISO 9000;
• Princípios de gestão da qualidade;
• Interpretação dos requisitos da ISO 9001.
V - ESTRATÉGIAS DE TRABALHO
• Sugestão de planejamento de aulas:
• 1o. Bimestre: Conteúdos programáticos 1 a 2;
• 2o. Bimestre: Conteúdos programáticos 3 a 4.
• As aulas deverão ser predominantemente expositivas com apoio de material de
leitura previamente preparado / selecionado para cada aula.
• Afora isso, sempre que o foco do curso forem ferramentas/instrumentos de
trabalho que poderão ser utilizados no dia-a-dia dos alunos, deverão ser
realizadas simulações, preferencialmente em grupos, a respeito dos seus usos;
• A fixação dos conceitos deverá, sempre que possível, também ser realizada
através de estudos reais juntos ás organizações e apresentadas pelos alunos;
• Deverão ser sugeridos materiais de leitura adicionais como forma de estimular e
orientar o desenvolvimento pessoal dos alunos.
VI - AVALIAÇÃO
• Serão respeitados os critérios de avaliação/aprovação definidos pela
universidade;
• As avaliações a serem realizadas deverão constituir-se em instrumentos de
aprendizagem, ao invés de simples cobrança de conhecimentos "decorados".
Para tanto, serão aplicadas provas que meçam os reais avanços no
conhecimento do aluno, onde se pretende privilegiar questões que tratem dos
"porquês", do inter-relacionamento entre os diferentes conteúdos do programa;
• Os trabalhos práticos desenvolvidos intra e extra-classe, focalizados na
aplicabilidade / utilidade dos conhecimentos adquiridos, também servirão como
base para avaliação da aprendizagem, complementando as avaliações
realizadas através das provas.
VII - BIBLIOGRAFIA
Básica
ALVES FILHO, BARTOLOMEU F. Processos Organizacionais: simplificação e
racionalização. São Paulo: Atlas, 2011.
PAVANI Jr., ORLANDO & SCUCUGLIA, RAFAEL. Mapeamento e Gestão por
Processos. São Paulo: M.Books do Brasil Editora Ltda, 2011.
VALLE, ROGÉRIO & OLIVEIRA, SAULO B. Análise e Modelagem de Processos
de Negócio. São Paulo: Atlas, 2010.
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
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Virtual
BOOG, Gustavo; BOOG, Magdalena. Manual de treinamento e desenvolvimento
de processos e operações. São Paulo: Pearson. (ISBN 9788576050773)
HALL, RICCHARD H. Organizações: Estruturas, processos e resultados. São
Paulo: Prentice Hall, 2004
Llatas, Maria V. Organização, sistemas e métodos: uma visão contemporânea.
Academia Pearson. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2011.
COMPLEMENTAR
ARAÚJO, LUIS CESAR G. Gestão de Processos: Melhores resultados e
Excelência Organizacional. São Paulo: Atlas, 2011.
CRUZ, TADEU. Sistemas, métodos e processos: administrando organizações
por meio dos processos de negócios. São Paulo: Atlas, 2009 (reimpressão).
DAVENPORT, THOMAS H. Reengenharia de processos. Rio de Janeiro: Campus,
1994.
GONÇALVES, JOSÉ ANTONIO P. Alinhando processos, estrutura e compliance
à gestão estratégica. São Paulo: Atlas, 2012.
GONÇALVES, JOSÉ E. LIMA. As empresas são grandes coleções de processos.
São Paulo: Revista de Administração de Empresas, Jan./Mar. 2000, v. 40, p. 6-19.
OLIVEIRA, D. P. REBOUÇAS. Administração de processos: conceitos,
metodologia, práticas. São Paulo: Atlas, 2009.
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
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PLANO DE ENSINO
CURSO: Administração
SÉRIE: 3o Semestre
DISCIPLINA: Matemática Aplicada
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 03 horas-aula
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 60 horas-aula
I-EMENTA
Esta disciplina trata da aplicação dos conteúdos de Matemática em situações
práticas que servem ao entendimento de fenômenos ligados aos problemas
relacionados com a formação profissional na área de Administração.Dessa forma,
esta disciplina contempla o estudo da lei da demanda e da oferta, o ponto de
equilíbrio de mercado, a teoria da firma, que engloba o estudo da receita total, do
custo total, do lucro e do break even point (ponto de nivelamento), além de outras
aplicações das funções matemáticas nos contextos administrativos e financeiros.
II-OBJETIVOS GERAIS
Contribuir para o desenvolvimento das competências requeridas dos alunos, para
que possam bem exercer o papel de administradores, conforme definidas no
Projeto Pedagógico do Curso/PPC, em consonância com as Diretrizes
Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Administração - Resolução n2
4/2005 - CNE/CES.
III - OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Saber resolver e analisar criticamente problemas matemáticos contextualizados ao
universo da Administração. Desenvolver o raciocínio lógico e o raciocínio
matemático necessário à resolução de problemas aplicados.
IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
• Oferta, demanda e ponto de equilíbrio de mercado: construção dos modelos
matemáticos e aplicações; representação gráfica e resolução de problemas;
• Receita total, custo total e lucro: construção dos modelos matemáticos e
aplicações; cálculo do ponto de nivelamento (break even point) e
localização no gráfico; resolução de problemas;
• Outras aplicações: depreciação, fronteira de possibilidades de produção,
etc.
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V - ESTRATÉGIA DE TRABALHO
Aulas expositivas dialogadas, aulas práticas de resolução de exercícios e aulas de
aplicação, usando recursos tecnológicos de calculadoras e de planilhas
eletrônicas, debatendo estratégias e resultados em equipe.
VI - AVALIAÇÃO
• O processo formal de avaliação do ensino e aprendizado é composto por
duas avaliações bimestrais, além de um exame final, sob a
responsabilidade direta do professor;
• As avaliações serão, na medida do possível, bastante abrangentes e
completas, procurando levar em conta toda a produção e evolução do
aluno;
• Para balizar o desenvolvimento das competências e habilidades
desenvolvidas ao longo do curso, a avaliação do aprendizado deve ser
executada em todos os momentos, de forma continuada, privilegiando a
formação integral do aluno;
• Em todas as avaliações deve-se ter em mente a necessidade do aluno
integrar a disciplina com a Administração, usando-se problemas de
aplicação prática.
VII - BIBLIOGRAFIA
Básica
BONORA Jr., D. et al. Matemática: complementos e aplicações nas ares de
Ciências Contábeis, Administração e Economia. 4a ed. São Paulo: ícone, 2006.
SILVA, S. M.; SILVA, E. M.; SILVA, E. M.. Matemática: para os cursos de
Economia, Administração e Ciências Contábeis. Vol. 1, 6a ed. São Paulo:
Atlas, 2010.
SILVA, F. C. M.; ABRÃO, M. Matemática básica para decisões administrativas.
2a ed. São Paulo: Atlas, 2008.
Complementar
GOLDSTEIN, L. J.; LAY, D. C.; SCHNEIDER, D. I. e ASMAR, N. H. Matemática
Aplicada - Economia, Administração e Contabilidade. Porto Alegre: Bookman,
2012.
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
http://sec.unip.br/verificacao.aspx
LAPA, N. Matemática Aplicada - uma abordagem introdutória. São Paulo:
Saraiva, 2012.
LEITE, A. Aplicações da matemática: administração, economia e ciências
contábeis. São Paulo: Cengage Learning, 2008.
MUROLO, A. C.; BONETTO, G. Matemática aplicada à administração,
economia e contabilidade. 2a ed. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2011.
TAN, S. T. Matemática Aplicada a Administração e Economia. 2a Ed. São
Paulo: Cengage Learning, 2012.
Virtual
JACQUES, I. Matemática para Economia e Administração. 6a ed. São Paulo:
Pearson, 2010.
MACEDO L. R. D.; CASTANHEIRA, N. P.; ROCHA, A. Tópicos de Matemática
Aplicada. Curitiba: Ibpex, 2006.
DEMANA, F. D.; WAITS, B. K.; FOLEY, G. D. e KENNEDY, D. Pré-Cálculo. 2a ed.
São Paulo: Pearson, 2013.
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ESTUDOS DISCIPLINARES
Justificativa
Considerando as mudanças introduzidas no cenário da avaliação da
educação superior, com a promulgação da Lei n. 10.861/2004, notadamente
a partir da divulgação dos resultados do ENADE 2006, a Universidade
Paulista vem mobilizando a inteligência institucional aliada aos recursos
oferecidos pela Tecnologia da Informação e da Comunicação (TIC), na
perspectiva de aperfeiçoar sua metodologia de ensino e sua proposta
didático-pedagógica.
Esse aperfeiçoamento se materializa no âmbito dos cursos de graduação, por
meio de uma contínua reflexão sobre os resultados das avaliações internas,
produzidas pela CPA e NDE, e externas conduzidas pelo INEP, SESu,
SETECeSEED.
Associa-se a esse fato a necessidade de adequar os projetos pedagógicos
dos cursos de graduação aos ditames das Resoluções CNE/CES nos. 2 e 3,
ambas editadas em 2007, e da Resolução CNE/CES n°. 4/2009, a primeira e
a última fixando a carga horária dos bacharelados e a segunda determinando
que a carga horária dos cursos deve ser contabilizada em horas.
Dentre outras medidas emergiu dessa reflexão a necessidade de introduzir
no currículo dos cursos de graduação, unidades de estudos diferenciadas
que contribuam para o desenvolvimento de competências e habilidades
interdisciplinares. Nesse contexto estão inseridos os Estudos Disciplinares
(ED fundamentado no inciso II, do Art. 53 da Lei n. 9.394/96
Art. 53. No exercício de sua autonomia, são asseguradas às
universidades, sem prejuízo de outras, as seguintes atribuições:
I - criar, organizar e extinguir, em sua sede, cursos e programas de
educação superior previstos nesta Lei, obedecendo às normas
gerais da União e, quando for o caso, do respectivo sistema de ensino;
II - fixar os currículos dos seus cursos e programas, observadas as
diretrizes gerais pertinentes;(g.n)
e nos princípios norteadores das Diretrizes Curriculares Nacionais para os
cursos de graduação postulados nos Pareceres CNE/CES ns. 776/97,
583/2001 e 67/2003
(...)
1) Assegurar às instituições de ensino superior ampla liberdade na
composição da carga horária a ser cumprida para a integralização dos
currículos, assim como na especificação das unidades de estudos a
serem ministradas;(g.n.) 2
2. indicar os tópicos ou campos de estudos e demais experiências de
ensino-aprendizagem gue comporão os currículos, evitando ao
máximo a fixação de conteúdos específicos com cargas horár,
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determinadas, os quais não poderão exceder 50% da carga horária
total dos cursos;(g.n.)
( . . . )
4) Incentivar uma sólida formação geral, necessária para que o futuro
graduado possa vir a superar os desafios de renovadas condições de
exercício profissional e de produção do conhecimento, permitindo
variados tipos de formação e habilitações diferenciadas em um mesmo
programa ;(g.n)
5) Estimular práticas de estudo independente, visando uma
progressiva autonomia profissional e intelectual do aluno;(q.n)
Universidade Paulista - UNIP
Regulamento dos Estudos Disciplinares
CAPÍTULO I
DA CONCEPÇÃO, CARGA HORÁRIA E OBJETIVOS
Art. 1o. O presente Regulamento normatiza a execução dos Estudos
Disciplinares (ED), constituídos por um conjunto específico de unidade de
estudos, ao abrigo do que dispõe o inciso II do Art. 53, da Lei n. 9.394 de 20
de dezembro de 1996 (LDBEN), observadas as Orientações para as
Diretrizes Curriculares dos Cursos de Graduação emanadas do Conselho
Nacional de Educação, nos termos do Parecer CNE/CES n°. 776, de 13 de
dezembro de 1997, do Parecer CNE/CES n°. 583, de 4 de abril de 2001 e do
Parecer CNE/CES n°. 67 de 11 de março de 2003.
Art. 2o. Os Estudos Disciplinares são unidades de estudos de caráter
obrigatório nos cursos de graduação da Universidade Paulista (UNIP),
constituindo um eixo estruturante de formação inter e multidisciplinar que
perpassa todos os períodos dos cursos.
Art. 3o. A carga horária dos Estudos Disciplinares é definida no projeto
pedagógicode cada curso, considerando suas especificidades.
Art. 4o. São objetivos dos Estudos Disciplinares:
a. propiciar uma sólida formação geral, necessária para que o futuro
graduado possa vir a superar os desafios de renovadas condições de
exercício profissional e de produção do conhecimento;
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b. prover o aluno de graduação de competências e habilidades
específicas para abordar, com visão inter e multidisciplinar, problemas
de sua área de atuação profissional, com grau crescente de
complexidade à medida em que ele progride em sua formação;
c. proporcionar aos estudantes oportunidades para estabelecer conexões
entre as diferentes áreas do conhecimento visando a solução de
problemas;
d. estimular práticas de estudo independente, visando uma progressiva
autonomia profissional e intelectual do aluno.
CAPÍTULO II
DA OPERACIONALIZAÇÃO
Art. 5o. Os ED utilizam a resolução sistemática de exercícios, indutores do
desenvolvimento das competências e habilidades para sua área de formação.
§1°. Os exercícios abordam, inicialmente, conteúdos de formação geral, e à
medida que o aluno avança na sua matriz curricular, esses conteúdos são
progressivamente substituídos por outros de formação específica, de cunho
interdisciplinar, envolvendo diferentes campos do saber.
§2°. Os conteúdos abordados nos Estudos Disciplinares devem ter por base
as Diretrizes Curriculares e o Projeto Pedagógico do Curso.
Art. 6o. Os Estudos Disciplinares serão desenvolvidos com recursos
educacionais combinados do ensino presencial e da educação a distância,
utilizando, entre outros, a plataforma de Tecnologia de Informação e
Comunicação da UNIP.
CAPÍTULO III
DA SUPERVISÃO E AVALIAÇÃO
Art. 7o. Caberá aos docentes responsáveis pelos ED supervisionar e avaliar o
desempenho dos alunos.
Art. 8o. A avaliação de desempenho dos alunos nos Estudos Disciplinares
resultará da combinação do seu aproveitamento nas diferentes atividades.
§1°. O aproveitamento dos Estudos Disciplinares de que trata o caput deste
artigo poderá ser aferido mediante a aplicação de provas.
§2°. Será atribuído um conceito semestral (Aprovado ou Reprovado) aos
Estudos Disciplinares.
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Art. 9o. A frequência do aluno nos Estudos Disciplinares resultará da
apuração combinada da presença nas atividades presenciais e naquelas
realizadas a distância.
Parágrafo Único - Nas atividades a distância, a frequência será controlada
por meio dos acessos e do tempo de permanência do aluno na Plataforma
Digital da UNIP.
CAPÍTULO IV
DA DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS
Art. 10°. Os casos omissos serão resolvidos pela Coordenação do Curso,
em conjunto com a Direção do Instituto ao qual se vincula, ouvidas as partes
interessadas.
Art. 11°. As disposições do presente Regulamento poderão ser alteradas por
deliberação do Colegiado de Curso com a anuência dos órgãos colegiados
superiores da Universidade.
Art. 12°. O presente Regulamento entra em vigor a partir do ano de 2010,
após a sua aprovação dos órgãos colegiados superiores da Universidade.
São Paulo, 23 de março de 2015.
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PLANO DE ENSINO
CURSO: Administração
SÉRIE: 3o Semestre
DISCIPLINA: Direito nas Organizações
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 1,5 horas-aula
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 30 horas-aula
I - EMENTA
Esta disciplina trata do Direito Constitucional Tributário, apresentando os
princípios constitucionais tributários, os quais devem ser respeitados no
momento da criação da lei. Apresenta-se também o Direito Tributário
examinando detalhadamente a obrigação tributária, desde seu nascimento até
sua extinção, menciona uma das ameaças do desrespeito à legislação
tributária, que é o Direito Penal Tributário. Trata, ainda, de Direito do Trabalho
e Direito Empresarial discorrendo sobre os princípios destes importantes ramos
da ciência. Demonstra as ameaças e oportunidades para as organizações no
momento de recolher os tributos, contratar empregados e na forma de se
estruturar.
II - OBJETIVOS GERAIS
Contribuir para o desenvolvimento das competências requeridas dos alunos,
para que possam bem exercer o papel de administradores, conforme definidas
no Projeto Pedagógico do Curso/PPC, em consonância com as Diretrizes
Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Administração - Resolução
n.o 4/2005 - CNE/CES.
III - OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Saber sobre os principais ramos do direito que impactam mais diretamente as
organizações e seus negócios.
IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Direito Tributário;
1.1. Teoria da Imposição Tributária;
1.2. Princípios Constitucionais Tributários:
• Princípio da Legalidade;
• Princípio da Estrita Legalidade;
• Princípio da Lei Complementar;
• Princípio da Anterioridade;
• Princípio da Irretroatividade da Lei;
• Princípio Republicano;
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Princípio Federativo;
• Princípio da Liberdade de Tráfego;
• Princípio da Capacidade Contributiva;
• Vedação de Confisco;
• Princípio da Igualdade;
• Princípio da Não Cumulatividade;
• Competência Tributária;
• Imunidades Tributárias.
1.3. Normas de Direito Tributário:
• Vigência e aplicação da lei tributária;
• Interpretação e integração da legislação tributária;
• Lei e Legislação;
• Lei Ordinária e Lei Complementar;
• Medidas Provisórias;
• Tratados Internacionais;
• Interpretação.
1.4. Espécies Tributárias:
• Impostos;
• Taxas;
• Contribuições de melhoria;
• Contribuições Sociais;
• Empréstimo Compulsório.
1.5. Obrigação Tributária:
• Fator Gerador;
• Sujeito ativo e passivo;
• Lançamento;
• Base de cálculo;
• Alíquota;
• Função.
1.6. Crédito Tributário:
Suspensão e extinção do crédito tributário;
1.7. Prescrição e Decadência;
1.8. Tributos em espécie:
a - Da União:
■ Imposto de renda e proventos de qualquer natureza;
Imposto sobre produtos industrializados;
Imposto sobre operações de crédito, câmbio, seguro, títulos ou valores
mobiliários;
■ Imposto de importação e exportação;
Imposto territorial rural.
B - Dos Estados:
Imposto sobre circulação de mercadorias e serviços;
Imposto sobre a propriedade de veículos automotores;
Imposto sobre transmissão de bens causa mortis e doação de q
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bens ou direitos.
por ato
C - Dos Municípios:
■ Imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana;
■ Imposto sobre transmissão de bens inter vivos a qualquer título,
oneroso de bens móveis e imóveis;
Imposto sobre serviços de qualquer natureza.
1.9. Crimes contra a ordem tributária;
2. Direito do Trabalho;
2.1. Teoria Geral do Direito do Trabalho;
2.1.1. Norma jurídica trabalhista
2.1.2. Hierarquia e interpretação das normas jurídicas trabalhistas;
2.1.3. Princípios gerais de direito do trabalho;
2.2. Trabalho Autônomo e Subordinado;
2.2.1. Conceito de empregado e empregador;
2.2.2. Relação de emprego;
2.2.3. Rescisão do contrato de trabalho;
2.3. Direito Constitucional do trabalho;
3. Direito da Empresa;
3.1. Do Empresário;
3.1.1. Capacidade;
3.2. Constituição das Sociedades;
3.2.1. Contrato de Sociedade;
3.2.1.1. Requisitos;
3.2.2. Do Estabelecimento;
3.2.3. Do Nome;
3.2.4. Da Marca;
3.3. Empresa Individual de Responsabilidade Limitada;
3.4. Da Sociedade;
3.4.1. Da Sociedade não Personificada;
3.4.1.1. Sociedade Comum;
3.4.1.2. Sociedade em Conta de Participação;
3.4.2. Da Sociedade Personificada;
3.4.2.1. Sociedade Simples;
3.4.2.2. Sociedade em comandita simples;
3.4.2.3. Sociedade em Nome Coletivo;
3.4.2.4. Sociedade Limitada;
3.4.2.5. Sociedade Anônima;
3.4.2.6. Sociedade em comandita por ações;
3.4.2.7. Sociedade Cooperativa;
3.4.2.8. Sociedades Colegas;
3.5. Da Transformação da incorporação, da fusão, da cisão das sociedades;
3.6. Da dissolução e liquidação das sociedades;3.7. Da desconsideração da personalidade jurídica.
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V - ESTRATÉGIAS DE TRABALHO
As aulas deverão ser, predominantemente, expositivas, com apoio de material
de leitura constante da bibliografia recomendada.
Apresentação de trabalhos pelos alunos.
Deverá ser sempre, sugeridos materiais de leitura adicionais, como forma de
estimular/orientar o desenvolvimento pessoal dos alunos.
VI - AVALIAÇÃO
Serão respeitados os critérios de avaliação/aprovação definidos pela
Universidade.
Todas as avaliações deverão ser consideradas como "mais uma" oportunidade
de aprendizagem, motivo pelo qual serão incentivadas a provas com consulta
a materiais escritos, desde que as questões formuladas sejam instigadoras de
pesquisas.
Visando estimular os trabalhos em equipe, deverão ser realizadas provas em
grupo, desde que as questões formuladas sejam apropriadas para discussão
em grupo.
VII - BIBLIOGRAFIA
Básica
CARRAZZA, Roque Antonio. Curso de Direito Constitucional Tributário. 30a
ed. São Paulo: Malheiros, 2015.
MAMEDE, Gladston. Manual de Direito Empresarial. 11a ed. São Paulo: Atlas,
2016.
NASCIMENTO, Amauri Mascaro. Iniciação ao Direito do Trabalho. 40a ed.
São Paulo: LTR, 2015.
Constituição da República Federativa do Brasil. Disponível para
downloadwww.planalto.gov.br (caminho:
legislação>constituição>constituicao1988).
Código Tributário Nacional Disponível para
download www.planalto.gov.br (caminho: legislação>códigos>código tributário
nacionaMei 5.172 de 25.10.1966).
Código Civil Brasileiro. Disponível para
download www.planalto.gov.br (caminho: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/L
eis/2002/L10406.htm)
Consolidação das Leis do Trabalho. Disponível para
download www.planalto.gov.br(caminho: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/D
ecreto-Lei/Del5452.htm)
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
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VIRTUAL
AMORIM, José Roberto Neves, Yone Frediani. Direito do Trabalho. 1a ed.
São Paulo: Editora Manole, 2011
HACK, Érico. Noções Preliminares de Direito Administrativo e Direito
Tributário. 3a ed. São Paulo: Ibpex , 2013
MACHADO, Antônio Cláudio da Costa, (organizador); Mary Elbe Queiroz
(coordenadora). Código Tributário Nacional Interpretado: artigo por artigo,
parágrafo por parágrafo, 8a ed. São Paulo: Manole, 2015
NIARADI, George. Direito Empresarial para Administradores. 1a ed. São
Paulo: Person, 2008
Constituição da República Federativa do Brasil. Disponível para
downloadwww.planalto.gov.br (caminho:
legislação>constituição>constituicao1988).
Código Tributário Nacional. Disponível para
download www.planalto.gov.br (caminho: legislação>códigos>código tributário
nacionaMei 5.172 de 25.10.1966).
Código Civil Brasileiro. Disponível para
download www.planalto.gov.br (caminho: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/L
eis/2002/L10406.htm)
Consolidação das Leis do Trabalho. Disponível para
download www.planalto.gov.br(caminho: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/D
ecreto-Lei/Del5452.htm)
COMPLEMENTAR
BALEEIRO, Aliomar. Direito Tributário Brasileiro. 13a ed. Rio de Janeiro:
Forense, 2015.
COÊLHO, Sacha Calmon Navarro. Curso de Direito Tributário Brasileiro. 15a
ed. Rio de Janeiro: Forense, 2016.
COÊLHO, Fabio Ulhoa. Curso de Direito Comercial - Direito de Empresa -
Sociedades. 17a ed. São Paulo: Saraiva, 2016. 3° volume.
FÜHRER, Maximilianus C. A.; MILARÉ, Édis. Manual de Direito Público e
Privado. 20a ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2015.
HARADA, Kiyoshi. Direito Financeiro e Tributário. 25a ed. São Paulo: Atlas,
2016.
MACHADO, Hugo de Brito. Curso de Direito Tributário. 37a ed. São Paulo:
Malheiros, 2016.
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
http://sec.unip.br/verificacao.aspx
MARTINS, Sérgio Pinto. Direito do Trabalho. 32a ed. São Paulo: Atlas, 2016.
NOGUEIRA, Ruy Barbosa. Curso de Direito Tributário. 17a ed. São Paulo:
Saraiva, 2005.
TORRES, Ricardo Lobo. Curso de Direito Financeiro e Tributário. 19a ed.
Rio de Janeiro: Renovar, 2013.
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
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PLANO DE ENSINO
CURSO: Administração
SÉRIE: 3o Semestre
DISCIPLINA: Gestão de Pessoas
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 03 horas-aula
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 60 horas-aula
I - EMENTA
Esta disciplina trata do que é gestão de pessoas e sua importância nas corporações.
Ela busca possibilitar o entendimento das relações de intercâmbio entre pessoas e
organizações, procurando identificar formas de melhorar esse relacionamento.
Apresenta uma visão sistêmica dos processos de administração de recursos
humanos: provisão, aplicação, manutenção, desenvolvimento, monitoração, atração
e retenção dos colaboradores. Mostra a importância da utilização das “ferramentas"
adequadas dos processos na busca dos melhores resultados e excelência
administrativa.
I I - OBJETIVOS GERAIS
Contribuir para o desenvolvimento das competências requeridas dos alunos, para
que possam bem exercer o papel de administradores, conforme definidas no Projeto
Pedagógico do Curso/PPC, em consonância com as Diretrizes Curriculares
Nacionais do Curso de Graduação em Administração - Resolução n.o 4/2005 -
CNE/CES.
III - OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Saber as funções da administração de pessoas nas organizações, sua utilidade e os
resultados delas esperados.
IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. As relações de intercâmbio entre pessoas e organizações:
1.1 Objetivos organizacionais versus objetivos individuais;
1.2 Equilíbrio organizacional - Contribuições individuais versus retribuições
organizacionais. 2
2. Administração de Recursos Humanos:
2.1 Conceito;
2.2 Objeto;
2.3 O papel da administração de recursos humanos;
2.4 Principais características, objetivos e dificuldades;
2.5 Administração de recursos humanos como um processo;
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2.6 As políticas de administração de recursos humanos.
3. Provimento de Recursos Humanos:
3.1 Planejamento;
3.2 Recrutamento;
3.3 Seleção.
4. Aplicação de Recursos Humanos:
4.1 Socialização Organizacional - conceito, objetivos, principais métodos;
4.2 Desenho de cargos. Descrição e análise de cargos;
4.3 Avaliação de Desempenho Humano.
5. Manutenção de Recursos Humanos:
5.1 Remuneração e Benefícios Sociais;
5.2 Punições;
5.3 Qualidade de vida no trabalho - aspectos gerais;
5.4 Legislação Trabalhista - aspectos gerais.
6. Desenvolvimento de Recursos Humanos:
6.1 Educação - aspectos gerais;
6.2 Treinamento e Desenvolvimento de Pessoal.
7. Monitoração de Recursos Humanos:
7.1 Banco de dados e sistema de informações;
7.2 Auditoria de recursos humanos.
8. Resultados relativos à gestão de pessoas:
8.1 Principais indicadores de desempenho relativos à gestão de pessoas;
8.1.1 O que são e para que servem?;
8.1.2 Indicadores de desempenho segundo a FNPQ.
V - ESTRATÉGIAS DE TRABALHO
Para o atendimento dos propósitos da disciplina, serão desenvolvidas aulas
expositivas dialogadas, com ampla discussão dos diversos aspectos. Serão
privilegiados, ainda, os debates, trabalhos intra e extra-classe individuais e em
equipe, palestras, técnicas de aprendizagem autônoma (aprender a aprender) dentre
outras que busquem desenvolver as competências e habilidades do Administrador
apontadas no item II - Objetivos Gerais.
VI - AVALIAÇÃO
O processo formal de avaliação do aprendizado compreende duas avaliações
bimestrais, sendo que as notas destas avaliações poderão ser compostas por notas
de provas, trabalhos intra e extraclasse, participação (comprometimento) em sala de
aula que possibilitem a aquilatação das competências e habilidades desenvolvidas
ao longo do curso. De fundamental importância para este desenvolvimento, a
avaliação do aprendizado deve ser executada em todos os momentc
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atividade intra e extraclasse, privilegiandoa formação integral do aluno sempre
respeitando os critérios de avaliação e aprovação da Universidade.
VII-BIBLIOGRAFIA
Básica
CHIAVENATO, Idalberto - Gestão de Pessoas. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.
CHIAVENATO, Idalberto - Recursos Humanos: O capital humano das
organizações. São Paulo: Elsevier, 2009.
ARAÚJO, Luis César G. de - Gestão de Pessoas: estratégias e integração
organizacional. São Paulo: Atlas, 2009.
Virtual
CHIAVENATO, Idalberto - Administração de Recursos Humanos. São Paulo:
Manole, 2008.
CHIAVENATO, Idalberto - Treinamento e Desenvolvimento de Recursos
Humanos. São Paulo: Manole, 2008.
CHIAVENATO, Idalberto - Remuneração, benefícios e relações de trabalho. São
Paulo: Manole, 2008.
CHIAVENATO, Idalberto - Planejamento, recrutamento e seleção de pessoal.
São Paulo: Manole, 2008.
CHIAVENATO, Idalberto - Desempenho humano nas empresas. São Paulo:
Manole, 2008.
Complementar
VERGARA, Sylvia Constant- Gestão de Pessoas. São Paulo: Atlas, 2009.
SILVA, M.O.S. Gestão de Pessoas através do sistema de competências. Rio de
Janeiro. Qualitymark, 2005.
Dubrin, Andrew J. - Fundamentos do Comportamento Organizacional. São
Paulo. Thomson, 2003.
Carvalho, Antonio Vieira de - Administração de Recursos Humanos. São Paulo.
Cengage, 2011.
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
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Milkovich, George T.; Boudreau, John W. - Administração de Recursos Humanos.
São Paulo. Atlas, 2011.
Sobral, Filipe.; Peci, Alketa. - Administração teoria e prática no contexto
brasileiro. São Paulo. Pearson, 2012.
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
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UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP
REGULAMENTO
DAS
ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS
São Paulo
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REGULAMENTO DAS ATIVIDADES PRÁTICAS
SUPERVISIONADAS
Capítulo I
DA LEGISLAÇÃO
Art. 1o. O presente Regulamento normatiza a execução das Atividades
Práticas Supervisionadas da UNIP, obedecendo ao disposto na Lei no 9.394,
de 20 de dezembro de 1996, no Parecer CNE/CES n° 571, de 04 de abril de
2001, no Parecer CNE/CES n° 261, de 09 de novembro de 2006, e na
Resolução CNE/CES n° 3, de 02 de julho de 2007.
Capítulo II
DA ORGANIZAÇÃO
Art. 2o. As Atividades Práticas Supervisionadas (APS) são atividades
acadêmicas desenvolvidas sob a orientação, supervisão e avaliação de
docentes e realizadas pelos discentes.
§ Único - As APS são previstas nos Projetos Pedagógicos dos Cursos.
Art. 3o. As APS constituem parte da carga horária das disciplinas às quais se
vinculam.
Art. 4o. Para efeitos deste Regulamento, as Atividades Práticas
Supervisionadas (APS) constarão de atividades de Biblioteca (frequência e
utilização), atividades relacionadas aos laboratórios (relatórios de experiências
e outras), trabalhos individuais ou em grupo determinados pelo professor,
trabalhos de iniciação científica, resolução de exercícios do Portal ou de listas,
programadas para serem supervisionadas pelos professores em
suas aulas.
§1° Para os cursos de licenciatura, acrescentam-se a essas atividades os
seminários de práticas e outras atividades inerentes às licenciaturas.
§2° - As APS são detalhadas nos Planos de Ensino das disciplinas às quais
se vinculam e aprovadas pela Coordenação de Curso, a quem compete
acompanhar o seu desenvolvimento.
/ ^ O ad^ > n.
/ V Recred.Port. ^ c \
è MEC N0 1.341 V
| DOU DE 29.11.16 3
L Seção 1, página 12 j
\ e MEC 322 /
V o i v i ? y
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§3° - As APS são atividades acadêmicas desenvolvidas sob a orientação,
supervisão e avaliação de docentes, não cabendo o seu aproveitamento
como Atividades Complementares.
§4° - As APS são registradas em formulário próprio, obedecendo a
instruções e procedimentos específicos definidos pela Coordenação de Curso.
CAPÍTULO III
DA SUPERVISÃO E AVALIAÇÃO
Art. 5o. Cabe aos docentes responsáveis pelas APS supervisionar e avaliar o
desempenho dos alunos.
Art. 6o. Em cada semestre, o aluno deverá cumprir a quantidade de horas de
APS definida para seu curso.
§1° A comprovação da realização das APS, em cada semestre, será feita
mediante a entrega ou postagem do trabalho acompanhado da Ficha de
Supervisão da APS.
§2° Será atribuído um conceito semestral (Aprovado ou Reprovado) às APS.
Capítulo IV
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS
Art. 7o. As APS não podem ser utilizadas para reposição de aulas
presenciais não ministradas pelos docentes.
Art. 8o. Os casos omissos serão resolvidos pela Coordenação, em conjunto
com a Direção do Instituto ao qual se subordina o Curso, ouvidas as partes
interessadas.
Art. 9o. O presente Regulamento entra em vigor, após a sua aprovação pelos
órgãos colegiados superiores da Universidade.
São Paulo, 23 de março de 2015.
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PLANO DE ENSINO
CURSO: Administração
SÉRIE: 3o Semestre
DISCIPLINA: Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS - Optativa - Oferecida em EAD
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 01 hora/aula
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 20 horas/aula
I-EMENTA
Estudo das teorias sobre educação de surdos, cultura surda, linguística da língua
brasileira de sinais e ensino da língua portuguesa como segunda língua para
surdos. Discussão de temas relevantes para o exercício da função do professor em
diferentes instituições de ensino na promoção da educação inclusiva do aluno
surdo. Vocabulário básico em LIBRAS.
II - OBJETIVOS GERAIS
• Compreender princípios teóricos - metodológicos relacionados a educação de
surdos no ensino regular e na escola bilíngue ao ensino conceitos e práticas
relacionados à educação da pessoa surda.
• Conhecer as idiossincrasias da comunidade e da cultura surda contribuindo para
a inclusão social e educacional do surdo.
• Analisar de forma reflexiva as mudanças que ocorrem nas instituições e na
sociedade a partir da inclusão da LIBRAS na educação dos surdos.
III - OBJETIVOS ESPECÍFICOS
• Desenvolver habilidades necessárias para a compreensão e aquisição da Língua
Brasileira de Sinais (LIBRAS).
• Possibilitar a compreensão ampla e consistente da importância da LIBRAS na
constituição do sujeito surdo e, na aprendizagem da Língua Portuguesa.
IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
UNIDADE I
HISTORIA DA EDUCAÇÃO DOS SURDOS
1.1 Oralismo
1.2 Comunicação Total
1.3 Educação Bilíngue
UNIDADE II
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LINGUÍSTICA DA LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS
2.1 Aspectos fonológicos e morfológicos da LIBRAS
2.2 Categorias gramaticais: verbos, adjetivos, pronomes e classificadores
2.3 Aspectos sintáticos: estrutura das frases em LIBRAS
V - ESTRATÉGIA DE TRABALHO
O curso será desenvolvido por meio de conteúdos interativos via internet.
VI - AVALIAÇÃO
Duas provas bimestrais de aplicação do conteúdo exposto.
A média do semestre será calculada de acordo com o Regimento da IES.
VII - BIBLIOGRAFIA
Básica
BRASIL. Decreto n° 5.626, de 22 de dezembro de 2005. Disponível em:
http://www.planalto.qov.br/ccivil 03/ ato2004-2006/2005/decreto/d5626.htm .
PEREIRA, Maria Cristina da Cunha; CHOI, Daniel. Libras. São Paulo: Pearson
Pratice Hall, 2012.
QUADROS, Ronice Muller de; KARNOPP, Lodenir Becker. Língua de sinais
brasileira: estudos linguísticos. Porto Alegre: Artmed, 2007.
Complementar
BRASIL, Ministério da Educação; SALLES, H. M. M. L. Ensino da Língua Portuguesa
para surdos: caminhos para a prática pedagógica- Brasília: MEC/SEESP, 2004.
Disponível em:< http://portal.mec.qov.br/seesp/arquivos/pdf/lpvol1 .pdf>.
DICIONÁRIO DE LIBRAS. Disponível em: http://www.ines.qov.br/dicionario-de-
libras/main site/libras.htm.
FEDERAÇÃO NACIONAL DE EDUCAÇÃO E INTEGRAÇÃO DOS SURDOS.
Disponível em: https://feneis.org.br/
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
http://sec.unip.br/verificacao.aspxINSTITUTO NACIONAL DE EDUCAÇÃO DE SURDOS. Disponível em: http:
http://www.ines.gov.br/curso-libras
MOURA, Maria Cecília de; CAMPOS, Sandra Regina Leite de. Educação para
surdos: práticas e perspectivas II. São Paulo: Santos, 2011.
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PLANO DE ENSINO
CURSO: Administração
SÉRIE: 3o Semestre
DISCIPLINA: Ciências Sociais - Oferecida em EAD
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 1,5 horas/aula
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 30 horas/aula
I - EMENTA
A disciplina Ciências Sociais trata dos fundamentos e desdobramentos da sociedade
moderna. Serão abordados o contexto histórico e as principais abordagens teóricas
sobre a sociedade moderna. Serão problematizadas, ainda, as consequências
sociais do intenso processo de expansão do capitalismo na atualidade, sendo
abordados temas como a globalização, impactos sobre o mercado de trabalho, as
questões urbanas e as lutas sociais.
I I - OBJETIVOS GERAIS
Caberá à disciplina Ciências Sociais contribuir para que os alunos compreendam,
sob a perspectiva científica, os principais problemas da sociedade capitalista e
contribuir para o desenvolvimento das seguintes competências:
• senso crítico e capacidade de contextualização;
• pensamento estratégico;
• visão sistêmica;
• consciência ética e social.
Fora isso, por meio das estratégias de trabalho e de avaliação, os alunos deverão
ter a oportunidade de desenvolver as competências:
• senso crítico e capacidade de contextualização;
• comunicação e expressão;
• desenvolvimento pessoal;
• trabalho em equipe.
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III - OBJETIVOS ESPECÍFICOS
O objetivo primeiro da disciplina Ciências Sociais é levar os alunos a
compreenderem como o capitalismo é um modo de organização econômica e social
construída historicamente e quais são os fundamentos teóricos desse modelo.
Outro objetivo da disciplina tem a ver com o aprendizado dos diferentes princípios
explicativos para os fenômenos sociais, que compreendem diferentes estilos de
pensamento, distintas visões da sociedade e do mundo.
Por fim, um último objetivo relaciona-se à reflexão, com base nos diferentes
princípios explicativos dos problemas latentes do mundo contemporâneo.
IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Introdução ao pensamento científico sobre o social.
1.1. As origens do pensamento sobre o social.
2. Transformações sociais do século XVIII.
2.1. Revoluções burguesas.
3. As principais contribuições do pensamento sociológico clássico.
3.1. Emile Durkheim e o pensamento positivista.
3.1.1. A relação indivíduo versus sociedade.
3.1.2. Os fatos sociais; a consciência coletiva.
3.1.3. Solidariedade mecânica e orgânica.
3.2. Karl Marx e o materialismo histórico e dialético.
3.2.1. Classes sociais.
3.2.2. Ideologia e alienação.
3.3. Max Weber e a busca da conexão de sentido.
3.3.1. Ação social.
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3.3.2. A ética protestante e o espírito do capitalismo.
3.3.3. Teoria da burocracia.
4. Globalização e suas consequências.
4.1. A globalização comercial e financeira.
4.2. Revolução tecnocientífica.
4.3. Corporações transnacionais.
4.4. O Brasil na nova ordem internacional.
5. Transformações no trabalho.
5.1. O processo de precarização do trabalho.
5.2. Desemprego estrutural; informalidade.
6. Questões urbanas.
6.1. A cidade e seus problemas.
6.2. A questão ambiental urbana.
6.3. Violência urbana.
7. Movimentos sociais.
7.1. A sociedade em movimento.
7.2. Movimentos da sociedade em rede.
V - ESTRATÉGIA DE TRABALHO
O curso será desenvolvido por meio de conteúdos interativos via internet.
VI - AVALIAÇÃO
Duas provas bimestrais de aplicação do conteúdo exposto.
A média do semestre será calculada de acordo com o Regimento da IES.
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VII-BIBLIOGRAFIA
Básica
ARAÚJO, S.; BRIDI, M. A.; MOTIN, B. Sociologia: um olhar crítico. São Paulo:
Contexto, 2009.
BARBOSA, A. de F. O mundo globalizado: política, sociedade e economia. 5. ed.
São Paulo: Contexto, 2012.
GIDDENS, A. Sociologia. 6. ed. São Paulo: Penso, 2012.
Complementar
COHN. G. (Org.); FERNANDES, F. (Coord.). Weber: sociologia. São Paulo: Ática,
2002 .
DIAS, R. Sociologia. São Paulo. Pearson Education do Brasil, 2012.
PAIXÃO, A. E. Sociologia geral. Curitiba: IBPEX, 2010.
WEBER, M.; COFIN, G. (Org.). A objetividade do conhecimento nas Ciências
Sociais. São Paulo: Ática, 1982.
WEBER, M.; SOUZA, J. (Org.). A gênese do capitalismo moderno. São Paulo: Ática,
2006.
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PLANO DE ENSINO
CURSO: Administração
SÉRIE: 3o Semestre
DISCIPLINA: Custos e Preços
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 03 horas-aula
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 60 horas-aulas
I - EMENTA
Esta disciplina trata de custos e formação de preços de venda, considerando
não apenas o aspecto custos, mas também considerações sobre o composto
de marketing, análise dos concorrentes e percepção de valor pelos clientes.
Serão abordadas as diferentes modalidades de custeio, a estrutura de
mercado, implicações quanto à natureza do produto ou serviço, os diferentes
tratamentos da concorrência e a vantagem competitiva da empresa, além de
considerações sobre o tipo de cliente e sua percepção de valor.
II-OBJETIVOS GERAIS
Contribuir para o desenvolvimento das competências requeridas dos alunos,
conforme definidas no Projeto Pedagógico do Curso/PPC, em consonância
com as Diretrizes Curriculares Nacionais relacionadas.
III - OBJETIVO ESPECÍFICO
Saber classificar os custos de produção, abordar os diversos métodos de
custeio, bem com formar preços de venda sob diferentes situações
competitivas, mercadológicas e de percepção de valor pelos clientes.
IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1.1 TERMINOLOGIA E CONCEITOS
1.1.1 Terminologia Contábil Básica.
1.1.2 Classificação de custos: diretos e indiretos, fixos e variáveis, Custo de
Produção, Custo dos produtos vendidos.
1.1.3 Elementos formadores do custo: matéria-prima, mão de obra, gastos
gerais de fabricação, depreciação e outros.
1.2 TIPOS DE CUSTEIO
1.2.1 Custeio por absorção
1.2.2 Custeio direto ou variável
1.2.3 Custeio por atividades ou ABC - Activity-based Costing
1.2.4 Custo-padrão
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1.3 CUSTOS E PREÇOS
1.3.1 Premissas da análise e maximização dos lucros: Tomada de decisão
com base na margem de contribuição para maximização do lucro.
1.3.2 Ponto de Equilíbrio (Break-even point): Operacional, Econômico e
Financeiro.
1.3.3 Ponto de Equilíbrio em quantidades e valor.
1.4 FORMAÇÃO DE PREÇOS DE VENDA COM BASE NO CUSTO DO
PRODUTO
1.4.1 O mark-up
1.4.2 Margem de lucro desejada.
1.5 PREÇOS E COMPOSTO DE MARKETING
1.5.1 O composto de marketing
1.5.2 A mensuração e análise do resultado
1.5.2.1 Análise Vertical e Análise Horizontal
1.5.2.2 O Retorno sobre o Patrimônio Líquido (RsPL)
1.5.3 A influência da precificação no RsPL
1.5.4 Caso Prático: Precificação e RsPL no lançamento de um produto da
Metalúrgica T
1.6 PREÇOS E CONCORRÊNCIA
1.6.1 O macroambiente e o ambiente setorial
1.6.2 A estrutura de mercado como determinante da capacidade de
competição de uma empresa
1.6.3 Preços, quantidade ofertada e quantidade demandada
1.6.4 A elasticidade e sua importância na formação de preços de venda
1.6.4.1 A elasticidade-preço da demanda
1.6.4.2 A elasticidade-preço cruzada da demanda
1.6.4.3 A elasticidade-renda da demanda
1.6.5 As cinco forças competitivas básicas
1.6.6 Cinco condições para uma adequada precificação
1.6.7 Uma breve explicação da Teoria dos Jogos
1.6.8 Uma reação pensada a respeito da competição de preço
1.7 PREÇOS E CLIENTES
1.7.1 O conceito de valor econômico
1.7.2 O que é que influencia a percepção de valor?
1.7.2.1 O efeito preço de referência
1.7.2.2O efeito comparação difícil
1.7.2.3 O efeito custo de mudança
1.7.2.4 O efeito preço-qualidade
1.7.2.5 O efeito gasto
1.7.2.6 O efeito benefício final
1.7.2.7 O efeito custo compartilhado
1.7.2.8 O efeito justiça
1.7.2.9 O efeito moldura
1.7.3 Segmentação de clientes pela percepção de valor
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V - ESTRATÉGIAS DE TRABALHO
• Aulas expositivas;
• Exercícios de fixação individuais e em grupo;
• Exercícios em classe e extraclasse;
• Pesquisas extraclasse;
• Os exercícios, em classe, ocorrerão em datas não fixadas, privilegiando
a presença em sala de aula.
VI - AVALIAÇÃO
• Provas escritas;
• Trabalhos e exercícios desenvolvidos em classe e extraclasse;
• Participações em questionamentos e debates.
VII-BIBLIOGRAFIA
Básica
MARTINS, Eliseu. Contabilidade de Custos. 10a. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
MORANTE, Antonio Salvador; JORGE, Fauzi Timaco. Formação de Preços
de Venda. Preços e Custos. Preços e Composto de Marketing. Preços e
Concorrência. Preços e Clientes. São Paulo: Atlas, 2009.
NEVES, Silvério das; VICECONTI, Paulo Eduardo V. Contabilidade de
Custos - Um enfoque direto e objetivo. 11a. ed. São Paulo: Saraiva, 2013.
Virtual
MEGLIORINI, Evandir. Custos: análise e gestão. 2a. ed. São Paulo: Pearson
Education do Brasil, 2006.
NAGLE, Thomas T. HOGAN, John E. Estratégias e táticas de preços: um
guia para crescer com lucratividade. São Paulo: Pearson Education do
Brasil, 2007.
SCHIER, Carlos Ubiratan da Costa, Gestão de Custos. São Paulo: Pearson
Education do Brasil, 2006.
Complementar
ASSEF, Roberto. Gerência de Preços: como ferramenta de marketing. 4a.
ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015
BERNARDI, Luiz Antonio. Formação de Preços
resultados. 5a. ed. São Paulo: Atlas. 2017.
- estratégias, custos e
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BEULKE, Rolando. BERTÓ, Davio José. Precificação: sinergia do marketing
e das finanças. 2a. ed. São Paulo: Saraiva, 2012.
BRUNI, Adriano Leal; FAMA, Rubens. Gestão de custos e formação de
preços: com aplicações na calculadora HP 12C e Excel. 6a. ed. São Paulo:
Atlas, 2012.
DUBOIS, Alexy; KULPA, Luciana; SOUZA, Luiz Eurico. Gestão de custos e
formação de preços: conceitos, modelos e instrumentos. 3a. ed. São
Paulo: Atlas, 2009.
MORANTE, Antonio Salvador; JORGE, Fauzi Timaco. Formação de Preços
de Venda Preços e Custos. Preços e Composto de Marketing. Preços e
Concorrência. Preços e Clientes. São Paulo: Atlas, 2009.
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ESTUDOS DISCIPLINARES
Justificativa
Considerando as mudanças introduzidas no cenário da avaliação da
educação superior, com a promulgação da Lei n. 10.861/2004, notadamente
a partir da divulgação dos resultados do ENADE 2006, a Universidade
Paulista vem mobilizando a inteligência institucional aliada aos recursos
oferecidos pela Tecnologia da Informação e da Comunicação (TIC), na
perspectiva de aperfeiçoar sua metodologia de ensino e sua proposta
didático-pedagógica.
Esse aperfeiçoamento se materializa no âmbito dos cursos de graduação, por
meio de uma contínua reflexão sobre os resultados das avaliações internas,
produzidas pela CPA e NDE, e externas conduzidas pelo INEP, SESu,
SETEC e SEED.
Associa-se a esse fato a necessidade de adequar os projetos pedagógicos
dos cursos de graduação aos ditames das Resoluções CNE/CES nos. 2 e 3,
ambas editadas em 2007, e da Resolução CNE/CES n°. 4/2009, a primeira e
a última fixando a carga horária dos bacharelados e a segunda determinando
que a carga horária dos cursos deve ser contabilizada em horas.
Dentre outras medidas emergiu dessa reflexão a necessidade de introduzir
no currículo dos cursos de graduação, unidades de estudos diferenciadas
que contribuam para o desenvolvimento de competências e habilidades
interdisciplinares. Nesse contexto estão inseridos os Estudos Disciplinares
(ED fundamentado no inciso II, do Art. 53 da Lei n. 9.394/96
Art. 53. No exercício de sua autonomia, são asseguradas às
universidades, sem prejuízo de outras, as seguintes atribuições:
I - criar, organizar e extinguir, em sua sede, cursos e programas de
educação superior previstos nesta Lei, obedecendo às normas
gerais da União e, quando for o caso, do respectivo sistema de ensino;
II - fixar os currículos dos seus cursos e programas, observadas as
diretrizes gerais pertinentes;(g. n)
e nos princípios norteadores das Diretrizes Curriculares Nacionais para os
cursos de graduação postulados nos Pareceres CNE/CES ns. 776/97,
583/2001 e 67/2003
( . . . )
1) Assegurar às instituições de ensino superior ampla liberdade na
composição da carga horária a ser cumprida para a inteqralização dos
currículos, assim como na especificação das unidades de estudos a
serem ministradas;(g. n.) 2
2. indicar os tópicos ou campos de estudos e demais experiências de
ensino-aprendizagem gue comporão os currículos, evitando ao
máximo a fixação de conteúdos específicos com cargas horár,
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determinadas, os quais não poderão exceder 50% da carga horária
total dos cursos;(g.n.)
( ...)
4) Incentivar uma sólida formação gerai, necessária para que o futuro
graduado possa vir a superar os desafios de renovadas condições de
exercício profissional e de produção do conhecimento, permitindo
variados tipos de formação e habilitações diferenciadas em um mesmo
programa ;(g.n)
5) Estimular práticas de estudo independente, visando uma
progressiva autonomia profissional e intelectual do aluno;(g. n)
Universidade Paulista - UNIP
Regulamento dos Estudos Disciplinares
CAPÍTULO I
DA CONCEPÇÃO, CARGA HORÁRIA E OBJETIVOS
Art. 1o. O presente Regulamento normatiza a execução dos Estudos
Disciplinares (ED), constituídos por um conjunto específico de unidade de
estudos, ao abrigo do que dispõe o inciso II do Art. 53, da Lei n. 9.394 de 20
de dezembro de 1996 (LDBEN), observadas as Orientações para as
Diretrizes Curriculares dos Cursos de Graduação emanadas do Conselho
Nacional de Educação, nos termos do Parecer CNE/CES n°. 776, de 13 de
dezembro de 1997, do Parecer CNE/CES n°. 583, de 4 de abril de 2001 e do
Parecer CNE/CES n°. 67 de 11 de março de 2003.
Art. 2o. Os Estudos Disciplinares são unidades de estudos de caráter
obrigatório nos cursos de graduação da Universidade Paulista (UNIP),
constituindo um eixo estruturante de formação inter e multidisciplinar que
perpassa todos os períodos dos cursos.
Art. 3o. A carga horária dos Estudos Disciplinares é definida no projeto
pedagógico de cada curso, considerando suas especificidades.
Art. 4o. São objetivos dos Estudos Disciplinares:
a. propiciar uma sólida formação geral, necessária para que o futuro
graduado possa vir a superar os desafios de renovadas condições de
exercício profissional e de produção do conhecimento;
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b. prover o aluno de graduação de competências e habilidades
específicas para abordar, com visão inter e multidisciplinar, problemas
de sua área de atuação profissional, com grau crescente de
complexidade à medida em que ele progride em sua formação;
c. proporcionar aos estudantes oportunidades para estabelecer conexões
entre as diferentes áreas do conhecimento visando a solução de
problemas;
d. estimular práticas de estudo independente, visando uma progressiva
autonomia profissional e intelectual do aluno.
CAPÍTULO II
DA OPERACIONALIZAÇÃO
Art. 5o. Os ED utilizam a resolução sistemática de exercícios, indutores do
desenvolvimento das competências e habilidades para sua área de formação.
§1°. Os exercícios abordam, inicialmente, conteúdos de formação geral, e à
medida que o aluno avança na sua matriz curricular, esses conteúdos são
progressivamente substituídos por outros de formação específica, de cunho
interdisciplinar,envolvendo diferentes campos do saber.
§2°. Os conteúdos abordados nos Estudos Disciplinares devem ter por base
as Diretrizes Curriculares e o Projeto Pedagógico do Curso.
Art. 6o. Os Estudos Disciplinares serão desenvolvidos com recursos
educacionais combinados do ensino presencial e da educação a distância,
utilizando, entre outros, a plataforma de Tecnologia de Informação e
Comunicação da UNIP.
CAPÍTULO III
DA SUPERVISÃO E AVALIAÇÃO
Art. 7o. Caberá aos docentes responsáveis pelos ED supervisionar e avaliar o
desempenho dos alunos.
Art. 8o. A avaliação de desempenho dos alunos nos Estudos Disciplinares
resultará da combinação do seu aproveitamento nas diferentes atividades.
§ 1°. O aproveitamento dos Estudos Disciplinares de que trata o caput deste
artigo poderá ser aferido mediante a aplicação de provas.
§2°. Será atribuído um conceito semestral (Aprovado ou Reprovado) aos
Estudos Disciplinares.
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Art. 9o. A frequência do aluno nos Estudos Disciplinares resultará da
apuração combinada da presença nas atividades presenciais e naquelas
realizadas a distância.
Parágrafo Único - Nas atividades a distância, a frequência será controlada
por meio dos acessos e do tempo de permanência do aluno na Plataforma
Digital da UNIP.
CAPÍTULO IV
DA DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS
Art. 10°. Os casos omissos serão resolvidos pela Coordenação do Curso,
em conjunto com a Direção do Instituto ao qual se vincula, ouvidas as partes
interessadas.
Art. 11°. As disposições do presente Regulamento poderão ser alteradas por
deliberação do Colegiado de Curso com a anuência dos órgãos colegiados
superiores da Universidade.
Art. 12°. O presente Regulamento entra em vigor a partir do ano de 2010,
após a sua aprovação dos órgãos colegiados superiores da Universidade.
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PLANO DE ENSINO
CURSO: Administração
SÉRIE: 4o Semestre
DISCIPLINA: Gestão de Suprimentos e Logística
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 03 horas/aula
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 60 horas/aula
I - EMENTA
Esta disciplina trata de conceituar o que é logística integrada, gestão de
suprimentos e a distribuição física dos produtos e serviços. Sob a ótica
estratégica trata do serviço logístico e sua agregação de valor a clientes e
parceiros com estruturas de fornecimento regional e global, localização de
instalações e posicionamento de estoques. Sob a ótica operacional são
tratadas as questões ligadas a compras e vendas, processamento de pedidos,
sistemas de transportes, gestão de estoques, custos logísticos e a tecnologia
da informação e automação aplicadas aos sistemas logísticos.
II-OBJETIVO GERAIS
Contribuir para o desenvolvimento das competências requeridas dos alunos,
conforme definidas no Projeto Pedagógico do Curso/PPC, em consonância
com as Diretrizes Curriculares Nacionais relacionadas.
III - OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Saber o que é a logística e seus diferentes elementos, seu papel na integração
das cadeias produtivas e sua contribuição como ferramenta estratégica para a
gestão de suprimentos, armazenagem, estoques e distribuição, no âmbito
nacional e internacional.
IV-COMPETÊNCIAS
• Senso crítico e capacidade de contextualização
• Visão estratégica
• Pensamento sistêmico
• Orientação para processos
• Orientação para as necessidades do cliente
• Orientação para resultados
• Consciência ética e social
• Solução de problemas
• Trabalho em equipe
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
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V - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1) Logística integrada e Supply Chain Management
2) Serviço ao Cliente
3) Administração do Transporte
4) Armazenagem e Localização de Instalações
5) Modelos de Gestão de Estoques
6) Compras - Gestão estratégica e operacional
7) Custos Logísticos
8) Tecnologia da Informação aplicada à Logística
VI - ESTRATÉGIAS DE TRABALHO
As estratégias de ensino devem ser aquelas consideradas mais adequadas
para uma aprendizagem diferenciada dos assuntos relacionados ao conteúdo
programático, sendo mandatório que os discentes sempre tenham
conhecimento prévio dos assuntos de cada aula, bem como das orientações
para estudo prévio desses assuntos.
O desenvolvimento dos conteúdos programáticos previstos deverá fomentar o
raciocínio crítico dos discentes e, sempre que pertinente, levar em conta as
características/necessidades locais e regionais, bem como a articulação entre
teoria e prática.
Os alunos devem ser continuamente informados/atualizados sobre literatura,
vídeos e filmes, para além da bibliografia proposta, como forma de estimulo a
aprendizagem continuada e ao pensamento crítico.
VII - AVALIAÇÃO
As avaliações dos discentes são formadas por avaliações bimestrais e exames
finais, de acordo com os critérios e prazos definidos pela universidade. As
avaliações bimestrais podem ser compostas por vários fatores de avaliação, a
serem definidos pelos docentes, sendo exigida, no mínimo, uma prova
presencial bimestral, com peso relativo também definido pelos docentes. Os
exames finais, obrigatoriamente, devem ser realizados exclusivamente por
meio de uma avaliação presencial.
VIII - BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
BOWERSOX, Donald J„ CLOSS, David J „ COOPER, M. Bixby, BOWERSOX,
John C. Gestão Logística da Cadeia de Suprimentos - 4a Ed. São Paulo,
Bookman: 2014
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
http://sec.unip.br/verificacao.aspx
CHOPRA, Sunil, MEINDL, Peter. Gerenciamento da cadeia de suprimentos.
8a. Reimp. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009.
FLEURY, Paulo F„ WANKE, Peter, FIGUEIREDO, Kleber F. (org.). Logística
Empresarial: a perspectiva brasileira. 1a Ed. - 16a. Reimp. São Paulo: Atlas,
2013.
VIRTUAL
CHOPRA, Sunil, MEINDL, Peter. Gestão da cadeia de suprimentos, 4a ed.
São Paulo: Pearson - Prentice Hall, 2011.
GONÇALVES, Paulo Sérgio, Administração de materiais, 3a. ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2010.
LEITE, Paulo Roberto. Logística reversa: Meio Ambiente e Competitividade.
2a. Edição. São Paulo: Pearson - Prentice Hall, 2009.
NOVAES, Antonio Galvão, Logística e gerenciamento da cadeia de
distribuição. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.
TAYLOR, David A. Logística na cadeia de suprimentos: uma perspectiva
gerencial. São Paulo: Pearson - Prentice Hall, 2005.
COMPLEMENTAR
CORRÊA, Henrique Luiz. Gestão de Redes de Suprimentos: Integrando
cadeias de suprimento no mundo globalizado. 1a Edição. São Paulo: Atlas,
2010 .
CHOPRA, Sunil, MEINDL, Peter. Gestão da cadeia de suprimentos, 6a ed.
São Paulo: Pearson - Prentice Hall, 2016.
PIRES, Sílvio R.I.. Gestão da Cadeia de Suprimentos (Supply Chain
Management): Conceitos, estratégias, Práticas e casos. 2a. Ed. São Paulo:
Atlas, 2009.
SLACK, Nigel, CHAMBERS, Stuart, JOHNSTON, Robert. Administração da
Produção. 3a Edição. São Paulo: Atlas, 2009
MARTINS, Petrônio G., ALT, Paulo Renato Campos. Administração de
materiais e recursos patrimoniais. 3a Ed. São Paulo: Saraiva. 2009.
PERIÓDICOS E REVISTAS ELETRÔNICAS
Editora HSM do Brasil: Revista HSM Management
Editora Segmento: Harvard Business Review Brasil
IMAM Editora: Revista Logística
http://www.revistalogistica.com.br/
MAG Editora: Revista MundoLogística
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
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http://www.revistamundologistica.com.br/
RAE : revista de administração de empresas
http://rae.fgv.br/
RAUSP : revista de administração da Universidade de São Paulo
http://www.rausp.usp.br/
Revista Logweb - ISSN 2317-2258
www.loqweb.com.br
Revista Tecnologística
http://www.tecnologistica.com.br
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
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PLANO DE ENSINO
CURSO: Administração
SÉRIE: 4o Semestre
DISCIPLINA: Elaboração de Análises e Projetos
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 03 horas/aula
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 60 horas/aula
I - EMENTA
Estadisciplina trata das metodologias e fases da elaboração e do gerenciamento
de projetos, abrangendo escopo do projeto, recursos humanos, recursos
financeiros, custos, tempo, utilizando conceitos e ferramentas, contribuindo para a
melhoria dos resultados organizacionais por meio do cumprimento de estratégias
e através da elaboração e análise de projetos.
II-OBJETIVO GERAIS
Contribuir para o desenvolvimento das competências requeridas dos alunos,
conforme definidas no Projeto Pedagógico do Curso/PPC, em consonância com
as Diretrizes Curriculares Nacionais relacionadas.
III - OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Saber analisar, planejar, executar e controlar projetos, tendo como referência a
metodologia de projetos proposta pelo PMI (Project Management Institute) e
outras metodologias ágeis.
IV - COMPETÊNCIAS
• Senso crítico e capacidade de contextualização
• Visão estratégica
• Pensamento sistêmico
• Orientação para processos
• Orientação para as necessidades do cliente
• Orientação para resultados
• Consciência ética e social
• Solução de problemas
• Trabalho em equipe
• Orientação para o empreendedorismo
V - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
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1- Conceitos, características, ciclo de vida, o PMI e o Guia PMBok
2- Processos e áreas do gerenciamento de projetos
3- Análise de viabilidade de projetos
4- O papel do gerente de projetos
5- Projetos Ágeis
VI - ESTRATÉGIA DE TRABALHO
As estratégias de ensino devem ser aquelas consideradas mais adequadas para
uma aprendizagem diferenciada dos assuntos relacionados ao conteúdo
programático, sendo mandatório que os discentes sempre tenham conhecimento
prévio dos assuntos de cada aula, bem como das orientações para estudo prévio
desses assuntos.
O desenvolvimento dos conteúdos programáticos previstos deverá fomentar o
raciocínio crítico dos discentes e, sempre que pertinente, levar em conta as
características/necessidades locais e regionais, bem como a articulação entre
teoria e prática.
Os alunos devem ser continuamente informados/atualizados sobre literatura,
vídeos e filmes, para além da bibliografia proposta, como forma de estimulo a
aprendizagem continuada e ao pensamento crítico.
VII - AVALIAÇÃO
As avaliações dos discentes são formadas por avaliações bimestrais e exames
finais, de acordo com os critérios e prazos definidos pela universidade. As
avaliações bimestrais podem ser compostas por vários fatores de avaliação, a
serem definidos pelos docentes, sendo exigida, no mínimo, uma prova presencial
bimestral, com peso relativo também definido pelos docentes.. Os exames finais,
obrigatoriamente, devem ser realizados exclusivamente por meio de uma
avaliação presencial.
VIII-BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
BROD, Cesar. Scrum guia prático para projetos ágeis. 2a Ed., São Paulo:
Novatec; 2015. 200 p.
PROJECT MANAGEMENT INSTITUTE. Um guia do conhecimento em
gerenciamento de projetos (guia PMBOK), 4a. Edição. São Paulo: Saraiva,
2014.
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
http://sec.unip.br/verificacao.aspx
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s
RABEQUINI, Roque Jr. e CARVALHO, Marly Monteiro de. Fundamentos em
Gestão de Projetos: Construindo competências para gerenciar projetos. 5a
Ed., São Paulo: Atlas, 2019.
VIRTUAL
CASAROTTO FILHO, Nelson. Elaboração de projetos empresariais. 2a Ed.,
São Paulo: Atlas, 2016.
CAVALCANTI, F. R. P.; SILVEIRA, J. A. N.. Fundamentos de gestão de
projetos. São Paulo: Atlas, 2016.
GIDO, Jack; CLEMENTS, Jim; BAKER, Rose. Gestão de projetos. 7a Ed., São
Paulo: Cengage Learning, 2019.
COMPLEMENTAR
ALMEIDA, Norberto de Oliveira. Gerenciamento de portfólio e PMO. Rio de
Janeiro: FGV Editora, 2017.
CAMARGO, Marta R. Gerenciamento de projetos - fundamentos e prática
integrada. 2a Ed., Rio de Janeiro: Elsevier, 2018.
CARVALHO, Fabio C. Araújo de. Gestão de projetos. 2a Ed., São Paulo: Pearson
Education do Brasil, 2018.
MAXIMIANO, Antônio Cesar Amaru. Administração de projetos: como
transformar idéias em resultados. São Paulo: Atlas, 2016.
VARGAS, R. V. Gerenciamento de Projetos: estabelecendo diferenciais
competitivos. 7a Ed., São Paulo: Brasport, 2017.
PERÍODICOS
Gestão e Tecnologia de Projetos. http://bit.ly/1Bi2xKe
HSM MANAGEMENT
RAE - Revista de Administração de Empresas da Fundação Getúlio Vargas.
Disponível em http://rae.fqv.br/rae/edicoes
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
http://sec.unip.br/verificacao.aspx
RAUSP - Revista de Administração da Universidade de São Paulo. Disponível em
http://www.rausp.usp.br/
Revista Gestão Organizacional. Disponível em http://bit.ly/1rVhoao
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
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UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP
REGULAMENTO
DAS
ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS
São Paulo
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
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REGULAMENTO DAS ATIVIDADES PRÁTICAS
SUPERVISIONADAS
Capítulo I
DA LEGISLAÇÃO
Art. 1o. O presente Regulamento normatiza a execução das Atividades
Práticas Supervisionadas da UNIP, obedecendo ao disposto na Lei n0 9.394,
de 20 de dezembro de 1996, no Parecer CNE/CES n° 571, de 04 de abril de
2001, no Parecer CNE/CES n° 261, de 09 de novembro de 2006, e na
Resolução CNE/CES n° 3, de 02 de julho de 2007.
Capítulo II
DA ORGANIZAÇÃO
Art. 2o. As Atividades Práticas Supervisionadas (APS) são atividades
acadêmicas desenvolvidas sob a orientação, supervisão e avaliação de
docentes e realizadas pelos discentes.
§ Único - As APS são previstas nos Projetos Pedagógicos dos Cursos.
Art. 3o. As APS constituem parte da carga horária das disciplinas às quais se
vinculam.
Art. 4o. Para efeitos deste Regulamento, as Atividades Práticas
Supervisionadas (APS) constarão de atividades de Biblioteca (frequência e
utilização), atividades relacionadas aos laboratórios (relatórios de experiências
e outras), trabalhos individuais ou em grupo determinados pelo professor,
trabalhos de iniciação científica, resolução de exercícios do Portal ou de listas,
programadas para serem supervisionadas pelos professores em
suas aulas.
§1° Para os cursos de licenciatura, acrescentam-se a essas atividades os
seminários de práticas e outras atividades inerentes às licenciaturas.
§2° - As APS são detalhadas nos Planos de Ensino das disciplinas às quais
se vinculam e aprovadas pela Coordenação de Curso, a quem compete
acompanhar o seu desenvolvimento.
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
http://sec.unip.br/verificacao.aspx
§3° - As APS são atividades acadêmicas desenvolvidas sob a orientação,
supervisão e avaliação de docentes, não cabendo o seu aproveitamento
como Atividades Complementares.
§4° - As APS são registradas em formulário próprio, obedecendo a
instruções e procedimentos específicos definidos pela Coordenação de Curso.
CAPÍTULO III
DA SUPERVISÃO E AVALIAÇÃO
Art. 5o. Cabe aos docentes responsáveis pelas APS supervisionar e avaliar o
desempenho dos alunos.
Art. 6o. Em cada semestre, o aluno deverá cumprir a quantidade de horas de
APS definida para seu curso.
§1° A comprovação da realização das APS, em cada semestre, será feita
mediante a entrega ou postagem do trabalho acompanhado da Ficha de
Supervisão da APS.
§2° Será atribuído um conceito semestral (Aprovado ou Reprovado) às APS.
Capítulo IV
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS
Art. 7o. As APS não podem ser utilizadas para reposição de aulas
presenciais não ministradas pelos docentes.
Art. 8o. Os casos omissos serão resolvidos pela Coordenação, em conjunto
com a Direção do Instituto ao qual se subordina o Curso, ouvidas as partes
interessadas.
Art. 9o. O presente Regulamento entra em vigor, após a sua aprovação pelos
órgãos colegiados superiores da Universidade.
São Paulo, 23 de março de 2015.
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
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PLANO DE ENSINO
CURSO: Administração
SÉRIE: 4o Semestre
DISCIPLINA: Metodologia do Trabalho Acadêmico- Oferecida em EAD
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 1,5 horas/aula
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 30 horas/aula
I - EMENTA
Promovera iniciação à pesquisa científica. Proporcionar informações
relativas à conceituação de ciência e de seus objetivos.
II - OBJETIVOS GERAIS
Introduzir o aluno na linguagem científica por meio de uma visão geral das
várias formas de planejamento de pesquisa, tendo como objetivo fornecer-lhe
instrumentos para elaborar um projeto de pesquisa, redigir e apresentar
relatórios e trabalhos acadêmicos.
III - OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Fornecer uma visão geral sobre a história e a evolução da ciência. Mostrar os
tipos de conhecimento, com especial ênfase ao conhecimento científico.
Introduzir o aluno na busca das diversas fontes de informação para
elaboração de um projeto de pesquisa. Estabelecer procedimentos para o
levantamento bibliográfico. Mostrar as etapas para elaboração de um projeto
de pesquisa.
I V - COMPETÊNCIAS
Após cursar a disciplina o aluno deverá ter desenvolvido, no processo de
formação, competências para: I.
I. conhecer os conceitos de ciência e os seus objetivos;
II. compreender o contexto histórico e evolutivo da ciência;
III. dominar a aplicação dos instrumentos básicos para realização de pesquisa
bibliográfica e organização de trabalho por princípios científicos;
IV. planejar, elaborar e executar projeto de pesquisa;
V. redigir relatórios científicos;
VI. planejar e realizar trabalhos acadêmicos.
V - CONTEÚDO
1. História da ciência e das universidades.
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2. Conhecimento científico versus senso comum. Pesquisa teórica versus
pesquisa empírica.
3. Os quatro tipos de conhecimento: popular, filosófico, religioso e científico.
4. A determinação histórica na produção do conhecimento.
5. O papel da ciência na sociedade atual. A ciência e a pós-modernidade.
6. Iniciação à pesquisa científica.
7. Teorias. Métodos.
8. Levantamento bibliográfico. Organização, funcionamento e uso da biblioteca.
9. A busca nas fontes de informação: primária, secundária e terciária.
10. A internet e o ciberespaço, novo plano de captação da informação. Fontes
de informação: Sibi (USP), Portal Periódicos da Capes, IBICT, Scielo, Web of
Science, Normas ABNT.
11. Introdução à estruturação do trabalho acadêmico.
VI - ESTRATÉGIA DE TRABALHO
A disciplina será desenvolvida por meio de conteúdos interativos via internet.
VII - AVALIAÇÃO
• Duas provas bimestrais de aplicação do conteúdo exposto.
• A média do semestre será calculada de acordo com o Regimento da IES.
VIII - BIBLIOGRAFIA
Básica
CASTRO, C. de M. A prática da pesquisa. 2. ed. São Paulo: Pearson Prentice
Hall, 2006.
CERVO, A. L.; BERVIAN, P. A.; SILVA, R. da. Metodologia científica. 6. ed.
São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2013.
FACHIN, O. Fundamentos de metodologia. 5. ed. São Paulo: Saraiva, 2006.
Bibliografia
BASEGIO, L. J. Fundamentos teóricos e metodológicos das ciências humanas.
Curitiba: Intersaberes, 2012
DEMO, P. Praticar ciência', metodologias do conhecimento científico. São
Paulo: Saraiva, 2007.
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
http://sec.unip.br/verificacao.aspx
HERNANDEZ SAMPIERI, R.; FERNÁNDEZ COLLADO, C.; BAPTISTA LUCIO,
M. P. Metodologia de pesquisa. 5. ed. Porto Alegre; AMGH, 2013.
MATIAS-PEREIRA, J. Manual de metodologia da pesquisa científica. 3. ed.
São Paulo: Atlas, 2012.
MATTAR NETO, J. A. Metodologia científica na era da informática. 3. ed. São
Paulo: Saraiva, 2008.
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
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PLANO DE ENSINO
CURSO: Administração
SÉRIE: 4o Semestre
DISCIPLINA: Estatística
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 03 horas/aula
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 60 horas/aula
I - EMENTA
Esta disciplina apresenta ferramentas e técnicas de tratamento de dados visando
o entendimento de situações práticas dotadas de alguma incerteza, permitindo
tomadas de decisão mais rápidas, racionais e seguras. Descreve o processo de
coleta, organização e apresentação de dados e o cálculo de medidas estatísticas
que permitirão a compreensão do comportamento do universo estudado.
Demonstra também como conclusões obtidas de pequenos conjuntos de
elementos cujos valores são reais podem ser extrapoladas para grandes conjuntos
de valores reais ou prováveis, permitindo estudos menos trabalhosos e ainda,
previsões sobre situações futuras.
II - OBJETIVOS GERAIS
Contribuir para o desenvolvimento das competências requeridas dos alunos,
conforme definidas no Projeto Pedagógico do Curso/PPC, em consonância com
as Diretrizes Curriculares Nacionais relacionadas.
III - OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Saber utilizar os conceitos estatísticos no tratamento de dados, numéricos ou não,
entendendo como se comporta um conjunto de elementos resultantes de um
particular problema prático, e como esse comportamento eventualmente pode ser
generalizado.
IV - COMPETÊNCIAS
• Comunicação e expressão, oral e escrita e em linguagem matemática
• Desenvolvimento de raciocínio lógico consistente
• Leitura e compreensão de textos de conteúdo quali-quantitativo
• Senso crítico e capacidade de contextualização
• Utilização adequada de conceitos teóricos fundamentais da área de
atuação
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• Utilização de formulações matemáticas e estatísticas na análise dos
fenômenos socioeconômicos e da área de atuação
• Tomada de decisão a partir de solução de situação-problema
V - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1 - 0 que é e como se aplica a Estatística na área de negócios.
1.1. Definição de estatística
1.2. Utilização prática da estatística na área de negócios
1.3. Estatística como ferramenta para tomada de decisão: problemas dotados
de incerteza e redução de riscos.
1.4. Diferenciação entre estatística descritiva e indutiva e suas relações
1.5. Campos de atuação da estatística descritiva e indutiva
1.6. Processo estatístico
1.7. Conceitos de população e amostra e aplicação dos conceitos na área de
negócios.
1.8. Definição de variáveis qualitativas e quantitativas, discretas e contínuas.
1.9. Relações entre amostras e população.
1.10. Amostragem, predição, valores reais e prováveis.
2 - Estatística Descritiva
2.1. Definições de medidas estatísticas como forma de previsão
2.2. Definição e cálculo de:
2.2.1. Coleta de dados
2.2.2. Tabela de dados brutos
2.2.3. Frequência simples e freqüências decorrentes
2.2.4. Montagem de tabela de freqüências
2.2.5. Representação gráfica e interpretações das freqüências calculadas:
histogramas; setorgramas e ogivas acumuladas
2.3. Conceitos, cálculos e aplicações práticas de medidas de tendência: média
simples, médias ponderadas, mediana e moda, quartis e percentis
2.4. Conceitos, cálculos e aplicações práticas de medidas de dispersão absolutas
e relativas: desvio padrão, variância e coeficientes de variação
2.5. Assimetria e curtose
2.5.1. Cálculos e efeitos das diferenças entre a média, mediana, moda e o
desvio padrão e o efeito da variação dos valores
2.5.2. Correção entre o aumento e a diminuição do desvio padrão com a
eficiência e eficácia da gestão na área de negócios 3
3 - Noções de probabilidades
3.1. Conceitos iniciais de probabilidades e como são calculadas
3.2. Definição de probabilidade como razão entre valores esperados e possíveis.
3.3. Definição de probabilidade com frequência relativa.
3.4. Cálculos básicos de probabilidades
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3.4.1. Exemplos de exercícios com moedas honestas e viciadas e
distribuição binomial
4 - Distribuições de probabilidades
4.1. Conceitos de distribuição de probabilidades
4.2. Cálculo de distribuições binomiais a partir de probabilidades com poucos
eventos
4.3. Definição e cálculo de valores esperados (esperança matemática) e desvio
padrão esperado para a binomial
4.3.1. Aplicações na área de negócios.
4.4. Definiçãoe cálculo de Distribuição de Poisson
4.4.1. Aplicações na área de negócios.
4.5. Definir e cálculo de Distribuição Normal.
4.5.1. Aplicações na área de negócios
VI - ESTRATÉGIA DE TRABALHO
As estratégias de ensino devem ser aquelas consideradas mais adequadas para
uma aprendizagem diferenciada dos assuntos relacionados ao conteúdo
programático, sendo mandatório que os discentes sempre tenham conhecimento
prévio dos assuntos de cada aula, bem como das orientações para estudo prévio
desses assuntos.
O desenvolvimento dos conteúdos programáticos previstos deverá fomentar o
raciocínio crítico dos discentes e, sempre que pertinente, levar em conta as
características/necessidades locais e regionais, bem como a articulação entre
teoria e prática.
Os alunos devem ser continuamente informados/atualizados sobre literatura,
vídeos e filmes, para além da bibliografia proposta, como forma de estimulo a
aprendizagem continuada e ao pensamento crítico.
VII - AVALIAÇÃO
As avaliações dos discentes são formadas por avaliações bimestrais e exames
finais, de acordo com os critérios e prazos definidos pela universidade. As
avaliações bimestrais podem ser compostas por vários fatores de avaliação, a
serem definidos pelos docentes, sendo exigida, no mínimo, uma prova presencial
bimestral, com peso relativo também definido pelos docentes.. Os exames finais,
obrigatoriamente, devem ser realizados exclusivamente por meio de uma
avaliação presencial.
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
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VIII-BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRUNI, A. L. Estatística Aplicada à Gestão Empresarial. 4a ed. São Paulo:
Atlas, 2013
JOHNSON, R.; KUBY, P. Estatística São Paulo: Cengage Learning, 2014
LARSON, R.; FARBER, B. Estatística aplicada. 6a ed. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2015.
BIBILIOGRAFIA VIRTUAL
BONAFINI, F. C. et al Estatística. São Paulo: Pearson Education do Brasil,2012
LEVIN, J; FOX, J. A.; FORDE, D. R. Estatística para Ciências Humanas. 11a
ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil,2012
NEUFELD, J. L. Estatística Aplicada à Administração Usando o Excel. São
Paulo: Pretice Hall, 2003
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANDERSON, D. R.; SWEENEY, D.J.; WILLIANS, T. A. Estatística Aplicada à
Administração e Economia. 3a ed. São Paulo: Cengage Learning, 2013
BUSSAB, W. O.; MORETTIN, P.A. Estatística Básica 9a ed. São Paulo: Saraiva,
2017.
MARTINS, G. A.; DOMINGUES, O. Estatística Geral e Aplicada. 6a ed. São
Paulo: Editora Atlas, 2017
OLIVEIRA, F.E.M. Estatística e Probabilidade. 3a São Paulo: LTC, 2017
RUMSEY. D. J. Estatística para Leigos. 2a ed. Rio de Janeiro: Editora Alta
Books, 2019
PERIÓDICOS
REVISTA BRASILEIRA DE ESTATÍSTICA. Rio de Janeiro: Instituto Brasile iro rie
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
http://sec.unip.br/verificacao.aspx
Geografia e Estatística, 1940-2019.
(Disponível no sítio: http://www.rbes.ibqe.qov.br/).
JORNAL VALOR ECONÔMICO. São Paulo: Organizações Globo e Grupo Folha,
2000-2019
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
http://sec.unip.br/verificacao.aspx
PLANO DE ENSINO
CURSO: Administração
SÉRIE: 5o Semestre
DISCIPLINA: Administração Financeira
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 03 horas/aula
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 60 horas/aula
I-EM EN TA
Esta disciplina trata do planejamento financeiro, o controle e a tomada de decisão,
mostrando as atividades realizadas no curto prazo que afetam as finanças na
organização. Em seguida, foca as atividades realizadas no longo prazo
apresentando as possibilidades de investimentos e financiamento que o
administrador financeiro poderá realizar no mercado de capital e nas instituições
financeiras. Mostra os riscos inerentes às atividades tanto de curto prazo, quanto
de longo prazo na busca de lucratividade para seus acionistas e stakeholders.
II - OBJETIVOS GERAIS
Contribuir para o desenvolvimento das competências requeridas dos
alunos, conforme definidas no Projeto Pedagógico do Curso/PPC, em
consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais relacionadas.
III - OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Apresentar as funções da administração financeira de curto e longo prazo nas
organizações, sua utilidade, e os resultados dela esperados.
V - COMPETÊNCIAS
• Compreende o conhecimento de técnicas avançadas de finanças
empresariais essenciais para enfrentar a nova realidade econômica num mercado
cada vez mais competitivo, face à globalização;
• Reconhece a percepção do administrador financeiro em manter uma
postura inovadora apta a vencer os desafios diários e as constantes mudanças no
ambiente econômico provocadas pela crescente complexidade e modernização do
mundo dos negócios;
• Estabelece a capacidade de dominar cálculos financeiros como
instrumentos de apoio para atender os objetivos econômicos da empresa e do
proprietário;
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
http://sec.unip.br/verificacao.aspx
• Reúne conhecimentos para avaliar e selecionar alternativas de
investimentos e financiamentos, decisões financeiras consideradas primordiais no
processo decisório empresarial;
• Reconhece a importância da utilização de decisões financeiras para a
mensuração do valor gerado aos acionistas. Reconhece a prática orçamentária
como instrumento de administrar e controlar os resultados da empresa e de
realizar planejamentos operacionais, financeiros e fiscais na busca de melhores
oportunidades para alcançar os objetivos pretendidos pela empresa;
V - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
5.1. Objetivo e ambiente da administração financeira
5.1.1 Objetivos.
5.1.2 Atividades empresariais.
5.1.3 Funções do administrador financeiro.
5.2. Decisões de investimentos e financiamentos a curto e longo prazo.
5.2.1 Métodos de análise de investimentos.
5.2.2 Valor Presente Líquido (VPL).
5.2.3 Taxa Interna de Retorno (TIR).
5.2.4 índice de Lucratividade.
5.2.5 Período de payback
5.3. Planejamento de Caixa
5.3.1 Planejamento estratégico, tático e operacional
5.3.2 Previsão orçamentária.
5.4. Administração de Crédito, Contas a Receber e Estoque
5.4.1 Avaliação do risco de crédito.
5.4.2 Política geral de créditos.
5.4.3 Políticas de cobrança.
5.4.4 Fatores que influenciam os investimentos em estoques.
5.5. Administração de capital de giro
5.5.1 Conceitos de capital de giro.
5.5.2 Ciclo operacional e ciclo financeiro
5.5.3 Necessidade de capital de giro.
5.6. Grau de Alavancagem
5.6.1 Grau de Alavancagem Operacional
5.6.2 Grau de Alavancagem Financeira
5.7. Mercado de Capitais, Leasing e Debêntures
5.7.1 Estrutura do mercado de capitais.
5.7.2 Operações de Leasing como financiamento
5.7.3 Investimentos em debêntures.
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
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5.8. Risco, Retorno e Hedge
5.8.1 Carteira de investimentos.
5.8.2 O dilema Risco x Retorno.
5.8.3 O que é hedge
5.8.4 Tipos de hedge
5.8.5 Hedge como proteção de investimentos.
VI - ESTRATÉGIAS DE TRABALHO
As estratégias de ensino devem ser aquelas consideradas mais adequadas para
uma aprendizagem diferenciada dos assuntos relacionados ao conteúdo
programático, sendo mandatório que os discentes sempre tenham conhecimento
prévio dos assuntos de cada aula, bem como das orientações para estudo prévio
desses assuntos.
O desenvolvimento dos conteúdos programáticos previstos deverá fomentar o
raciocínio crítico dos discentes e, sempre que pertinente, levar em conta as
características/necessidades locais e regionais, bem como a articulação entre
teoria e prática.
VII - AVALIAÇÃO
As avaliações dos discentes são formadas por avaliações bimestrais e exames
finais, de acordo com os critérios e prazos definidos pela universidade. As
avaliações bimestrais podem ser compostas por vários fatores de avaliação, a
serem definidos pelos docentes, sendo exigida, no mínimo, uma prova presencial
bimestral, com peso relativo também definido pelos docentes. Os exames finais,
obrigatoriamente, devem ser realizados exclusivamente por meio de uma
avaliação presencial.VIII-BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
ASSAF NETO, Alexandre; LIMA, Fabiano Guasti. Curso de administração
financeira. 4a. ed.; São Paulo: Atlas, 2019.
HOJI, Masakazu. Administração Financeira e orçamentária. 12a. ed..,São
Paulo: Atlas, 2017.
GITMAN, Lawrence J.; ZUTTER, Chad J. Princípios de Administração
Financeira. 14a. ed., São Paulo: Pearson, 2018.
COMPLEMENTAR
/ $ Recred Port
è MEC N° 1.341 £
| DOU DE 29.11.16 h
t Seção 1, página 12 j
\ e MFC 322 J
\ 9 yRA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172http://sec.unip.br/verificacao.aspx
ASSAF Neto, Alexandre; LIMA, Fabiano Guasti. Fundamentos de administração
financeira. 3a. ed., São Paulo: Atlas, 2017.
CHEROBIM, Ana Paula. Administração financeira. 4a. ed., São Paulo: Atlas,
2016.
EHRHARDT, M. C.; BRIGHAM, E. F. Administração Financeira: Teoria e
prática. 14a. ed., São Paulo: Cengage Learning, 2016.
SOBRAL, F.; PECI, A. Administração: teoria e prática no contexto brasileiro.
2a edição. São Paulo: Pearson, 2013.
VIRTUAL / PERIÓDICOS
CAMARGO, C. Planejamento Financeiro. IBPEX. ISBN: 8576490706.
MEGLIORINI E. E.; VALLIM, M.A. Administração Financeira. Pearson. ISBN:
9788576052067.
Revista Contabilidade e Finanças -
http://www.scielo.br/
Revista Brasileira de Finanças
http://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/rbfin/index
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
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PLANO DE ENSINO
CURSO: Administração
SÉRIE: 5o Semestre
DISCIPLINA: Gestão de Operações Produtivas
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 03 horas/aula
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 60 horas/aula
I - EMENTA
Esta disciplina explora de maneira ampla as decisões estratégicas, táticas e
operacionais envolvidas na gestão de operações (indústria, comércio e
serviço). São tratadas as prioridades competitivas das organizações, o
planejamento de processos de transformação, da capacidade e da localização.
A abordagem enxuta de operações e seus respectivos indicadores de
produtividade são investigados. É apresentada a evolução do pensamento da
qualidade. Como caminho natural para aumentar a competitividade das
operações por meio das tecnologias digitais é estudada a Quarta Revolução
Industrial (Indústria 4.0). Tendências e novos desafios em operações são
discutidos frente aos aspectos regionais de atuação do egresso.
II - OBJETIVOS GERAIS
Contribuir para o desenvolvimento das competências requeridas dos alunos,
conforme definidas no Projeto Pedagógico do Curso/PPC, em consonância
com as Diretrizes Curriculares Nacionais relacionadas.
III - OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Saber as funções da administração de operações nas organizações, sua
utilidade e os resultados delas esperados.
IV-COMPETÊNCIAS
• Senso crítico e capacidade de contextualização
• Visão estratégica
• Pensamento sistêmico
• Orientação para processos
• Orientação para as necessidades do cliente
• Orientação para resultados
• Consciência ética e social
• Solução de problemas
• Trabalho em equipe
• Comunicação e expressão
• Desenvolvimento pessoal
• Orientação para o empreendedorismo
V - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
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1. Conceitos e definições iniciais sobre operações produtivas
2. Evolução da administração de operações
3. Visão estratégica, tática e operacional de operações
4. Planejamento de processos de operações
5. Produção enxuta e indicadores de produtividade
6. Planejamento de macro e microlocalização de operações
7. Planejamento, programação e controle de operações
8. Evolução do pensamento da qualidade
9. Quarta Revolução Industrial
10. Tendências e novos desafios em operações
VI - ESTRATÉGIA DE TRABALHO
As estratégias de ensino devem ser aquelas consideradas mais adequadas
para uma aprendizagem diferenciada dos assuntos relacionados ao conteúdo
programático, sendo mandatório que os discentes sempre tenham
conhecimento prévio dos assuntos de cada aula, bem como das orientações
para estudo prévio desses assuntos.
O desenvolvimento dos conteúdos programáticos previstos deverá fomentar o
raciocínio crítico dos discentes e, sempre que pertinente, levar em conta as
características/necessidades locais e regionais, bem como a articulação entre
teoria e prática.
Os alunos devem ser continuamente informados/atualizados sobre literatura,
vídeos e filmes, para além da bibliografia proposta, como forma de estimulo a
aprendizagem continuada e ao pensamento crítico.
VII - AVALIAÇÃO
As avaliações dos discentes são formadas por avaliações bimestrais e exames
finais, de acordo com os critérios e prazos definidos pela universidade. As
avaliações bimestrais podem ser compostas por vários fatores de avaliação, a
serem definidos pelos docentes, sendo exigida, no mínimo, uma prova
presencial bimestral, com peso relativo também definido pelos docentes.. Os
exames finais, obrigatoriamente, devem ser realizados exclusivamente por
meio de uma avaliação presencial.
V III- BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
Heizer, Jay; Render, Barry Administração de Operações - Bens e Serviços
Rio de Janeiro: LTC, 2001 5a Edição
Martins, Petrônio Garcia; Laugeni, Fernando Piero Administração da
Produção São Paulo: Saraiva, 2015 3a Edição
SLACK, N.; CHAMBERS,
São Paulo: Atlas, 2009.
S.; JOHNSTON, R. Administração da Produção
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
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COMPLEMENTAR
Chiavenato, I. Planejamento e Controle da Produção São Paulo: Ed. Manole,
2008 2a Edição
CORRÊA, H. L.; CORRÊA, C. A. Administração de Produção e Operações -
Manufatura e serviços: uma abordagem estratégica São Paulo: Atlas, 2012
MOREIRA, D. A. Introdução à Administração da Produção e Operações
São Paulo: Saraiva, 2012.
Schwab, Klaus A Quarta Revolução Industrial São Paulo: Edipro, 2016
SOBRAL, F.; PECI, A. Administração - Teoria e prática no contexto
brasileiro São Paulo: Pearson, 2013.
RA D8067D1. Código para verificação 20231186172
http://sec.unip.br/verificacao.aspx
PLANO DE ENSINO
CURSO: Administração
SÉRIE: 5o semestre
DISCIPLINA: Empreendedorismo e Plano de Negócios
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 03 horas/aula
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 60 horas/aula
I - EMENTA
Esta disciplina trata do que é ser empreendedor e de como se elaborar um
modelo de negócios e um plano de negócios. Trata também dos fatores que
tem contribuído para sobrevivência e a mortalidade dos novos negócios.
II - OBJETIVOS GERAIS
Contribuir para o desenvolvimento das competências requeridas dos
alunos, conforme definidas no Projeto Pedagógico do Curso/PPC, em
consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais relacionadas.
III - OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Saber o significado de ser empreendedor e de como elaborar um modelo de
negócios e um plano de negócios. Saber, também, os fatores que tem
contribuído para a sobrevivência e mortalidade dos novos empreendimentos.
IV-COMPETÊNCIAS
• Senso crítico e capacidade de contextualização
• Visão estratégica
• Pensamento sistêmico
• Orientação para processos
• Orientação para as necessidades do cliente
• Orientação para resultados
• Consciência ética e social
• Solução de problemas
• Trabalho em equipe
• Comunicação e expressão
• Desenvolvimento pessoal
• Orientação para o empreendedorismo
• Influenciar pessoas
V - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1 - O processo empreendedor
2 - Sucesso e mortalidade de novos empreendimentos
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
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3 - Modelo de negócios
4 - Plano de negócios
VI - ESTRATÉGIA DE TRABALHO
As estratégias de ensino devem ser aquelas consideradas mais adequadas
para uma aprendizagem diferenciada dos assuntos relacionados ao conteúdo
programático, sendo mandatório que os discentes sempre tenham
conhecimento prévio dos assuntos de cada aula, bem como das orientações
para estudo prévio desses assuntos.
O desenvolvimento dos conteúdos programáticos previstos deverá fomentar
o raciocínio crítico dos discentes e, sempre que pertinente, levar em conta as
características/necessidadeslocais e regionais, bem como a articulação entre
teoria e prática.
Os alunos devem ser continuamente informados/atualizados sobre
literatura, vídeos e filmes, para além da bibliografia proposta, como forma de
estimulo a aprendizagem continuada e ao pensamento crítico.
VII - AVALIAÇÃO
As avaliações dos discentes são formadas por avaliações bimestrais e
exames finais, de acordo com os critérios e prazos definidos pela universidade.
As avaliações bimestrais podem ser compostas por vários fatores de
avaliação, a serem definidos pelos docentes, sendo exigida, no mínimo, uma
prova presencial bimestral, com peso relativo também definido pelos
docentes.. Os exames finais, obrigatoriamente, devem ser realizados
exclusivamente por meio de uma avaliação presencial.
VIII - BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo: dando asas ao espírito
empreendedor. 4a. Ed., Barueri, SP: Manole, 2012.
DORNELAS, J. C. A. Empreendedorismo na prática: mitos e verdades do
empreendedor de sucesso. Rio de Janeiro: LTC, 2015.
HISRICH, Robert D.; PETERS, Michael P; SHEPHERD, Dean A.
Empreendedorismo. 9a Ed., Porto Alegre, RS: Bookman, 2014.
VIRTUAL
DORNELAS, J. C. A. Empreendedorismo: transformando idéias em
negócios. 7a. Ed., São Paulo: Atlas, 2016.
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
http://sec.unip.br/verificacao.aspx
Farah, Osvaldo E.; CAVALCANTI, M.; MARCONDES, L. P. (org).
Empreendedorismo estratégico - criação e gestão de pequenas
empresas. 2a Ed., São Paulo: Cengage Learning, 2018.
MENDES, Jeronimo. Empreendedorismo 360° - a prática na prática. 3a Ed.,
São Paulo: Atlas, 2017.
SEBRAE. Como elaborar um plano de negócios. Disponível em
http://www.bibliotecas.sebrae.com.br/chronus/ARQUIVOS_CHRONUS/bds/bds.
nsf/5f6dba19baaf17a98b4763d4327bfb6c/$File/2021 .pdf "
COMPLEMENTAR
BARON, R.; SHANE, S. A. Empreendedorismo: uma visão de processo.
São Paulo: Thomson Learning, 2017.
BIO, S. R. Do empreendedorismo ao “empresadorismo”: a viagem do
empreendimento nascente à empresa do sucesso continuado no século
XXI. Rio de Janeiro: Alta Books Editora, 2019.
GUIA PEQUENAS EMPRESAS GRANDES NEGÓCIOS: como montar seu
próprio negócio. São Paulo: Globo, 2014. 152 p.
HASHIMOTO, M. Espírito empreendedor nas organizações: aumentando a
competitividade através do intraempreendedorismo. São Paulo: Saraiva,
2017.
MELO, P. L. de R.; ANDREASSI T. Franquias brasileiras: estratégia,
empreendedorismo, inovação e intencionalização. São Paulo: Cengage
Learning, 2017.
RAZZOLINI FILHO, Edelvino. Empreendedorismo: dicas e planos de negócio
para o século XXI: Curitiba, PR: Intersaberes, 2016. (*)
(*) Textos disponíveis para download no site www.fnq.org.br. Acesso livre
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ESTUDOS DISCIPLINARES
Justificativa
Considerando as mudanças introduzidas no cenário da avaliação da
educação superior, com a promulgação da Lei n. 10.861/2004, notadamente
a partir da divulgação dos resultados do ENADE 2006, a Universidade
Paulista vem mobilizando a inteligência institucional aliada aos recursos
oferecidos pela Tecnologia da Informação e da Comunicação (TIC), na
perspectiva de aperfeiçoar sua metodologia de ensino e sua proposta
didático-pedagógica.
Esse aperfeiçoamento se materializa no âmbito dos cursos de graduação, por
meio de uma contínua reflexão sobre os resultados das avaliações internas,
produzidas pela CPA e NDE, e externas conduzidas pelo INEP, SESu,
SETECeSEED.
Associa-se a esse fato a necessidade de adequar os projetos pedagógicos
dos cursos de graduação aos ditames das Resoluções CNE/CES nos. 2 e 3,
ambas editadas em 2007, e da Resolução CNE/CES n°. 4/2009, a primeira e
a última fixando a carga horária dos bacharelados e a segunda determinando
que a carga horária dos cursos deve ser contabilizada em horas.
Dentre outras medidas emergiu dessa reflexão a necessidade de introduzir
no currículo dos cursos de graduação, unidades de estudos diferenciadas
que contribuam para o desenvolvimento de competências e habilidades
interdisciplinares. Nesse contexto estão inseridos os Estudos Disciplinares
(ED fundamentado no inciso II, do Art. 53 da Lei n. 9.394/96
Art. 53. No exercício de sua autonomia, são asseguradas às
universidades, sem prejuízo de outras, as seguintes atribuições:
I - criar, organizar e extinguir, em sua sede, cursos e programas de
educação superior previstos nesta Lei, obedecendo às normas
gerais da União e, quando for o caso, do respectivo sistema de ensino;
II - fixar os currículos dos seus cursos e programas, observadas as
diretrizes gerais pertinentes;(g.n)
e nos princípios norteadores das Diretrizes Curriculares Nacionais para os
cursos de graduação postulados nos Pareceres CNE/CES ns. 776/97,
583/2001 e 67/2003
( . . . )
1) Assegurar às instituições de ensino superior ampla liberdade na
composição da carga horária a ser cumprida para a integralização dos
currículos, assim como na especificação das unidades de estudos a
serem ministradas;(g. n.) 2
2. indicar os tópicos ou campos de estudos e demais experiências de
ensino-aprendizagem gue comporão os currículos, evitando ao
máximo a fixação de conteúdos específicos com cargas horár
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determinadas, os quais não poderão exceder 50% da carga horária
total dos cursos;(g.n.)
(...)
4) Incentivar uma sólida formação peral, necessária para pue o futuro
praduado possa vir a superar os desafios de renovadas condições de
exercício profissional e de produção do conhecimento, permitindo
variados tipos de formação e habilitações diferenciadas em um mesmo
proprama;(p.n)
5) Estimular práticas de estudo independente, visando uma
prooressiva autonomia profissional e intelectual do aluno;(p.n)
Universidade Paulista - UNIP
Regulamento dos Estudos Disciplinares
CAPÍTULO I
DA CONCEPÇÃO, CARGA HORÁRIA E OBJETIVOS
Art. 1o. O presente Regulamento normatiza a execução dos Estudos
Disciplinares (ED), constituídos por um conjunto específico de unidade de
estudos, ao abrigo do que dispõe o inciso II do Art. 53, da Lei n. 9.394 de 20
de dezembro de 1996 (LDBEN), observadas as Orientações para as
Diretrizes Curriculares dos Cursos de Graduação emanadas do Conselho
Nacional de Educação, nos termos do Parecer CNE/CES n°. 776, de 13 de
dezembro de 1997, do Parecer CNE/CES n°. 583, de 4 de abril de 2001 e do
Parecer CNE/CES n°. 67 de 11 de março de 2003.
Art. 2o. Os Estudos Disciplinares são unidades de estudos de caráter
obrigatório nos cursos de graduação da Universidade Paulista (UNIP),
constituindo um eixo estruturante de formação inter e multidisciplinar que
perpassa todos os períodos dos cursos.
Art. 3o. A carga horária dos Estudos Disciplinares é definida no projeto
pedagógico de cada curso, considerando suas especificidades.
Art. 4o. São objetivos dos Estudos Disciplinares:
a. propiciar uma sólida formação geral, necessária para que o futuro
graduado possa vir a superar os desafios de renovadas condições de
exercício profissional e de produção do conhecimento:
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b. prover o aluno de graduação de competências e habilidades
específicas para abordar, com visão inter e multidisciplinar, problemas
de sua área de atuação profissional, com grau crescente de
complexidade à medida em que ele progride em sua formação;
c. proporcionar aos estudantes oportunidades para estabelecer conexões
entre as diferentes áreas do conhecimento visando a solução de
problemas;
d. estimular práticas de estudo independente, visando uma progressiva
autonomia profissional e intelectual do aluno.
CAPÍTULO II
DA OPERACIONALIZAÇÃO
Art. 5o. Os ED utilizam a resolução sistemática de exercícios, indutores do
desenvolvimento das competências e habilidades para sua área de formação.
§1°. Os exercícios abordam, inicialmente, conteúdos de formação geral, e à
medidaque o aluno avança na sua matriz curricular, esses conteúdos são
progressivamente substituídos por outros de formação específica, de cunho
interdisciplinar, envolvendo diferentes campos do saber.
§2°. Os conteúdos abordados nos Estudos Disciplinares devem ter por base
as Diretrizes Curriculares e o Projeto Pedagógico do Curso.
Art. 6o. Os Estudos Disciplinares serão desenvolvidos com recursos
educacionais combinados do ensino presencial e da educação a distância,
utilizando, entre outros, a plataforma de Tecnologia de Informação e
Comunicação da UNIP.
CAPÍTULO III
DA SUPERVISÃO E AVALIAÇÃO
Art. 7o. Caberá aos docentes responsáveis pelos ED supervisionar e avaliar o
desempenho dos alunos.
Art. 8o. A avaliação de desempenho dos alunos nos Estudos Disciplinares
resultará da combinação do seu aproveitamento nas diferentes atividades.
§ 1°. O aproveitamento dos Estudos Disciplinares de que trata o caput deste
artigo poderá ser aferido mediante a aplicação de provas.
§2°. Será atribuído um conceito semestral (Aprovado ou Reprovado) aos
Estudos Disciplinares.
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
http://sec.unip.br/verificacao.aspx
Art. 9o. A frequência do aluno nos Estudos Disciplinares resultará da
apuração combinada da presença nas atividades presenciais e naquelas
realizadas a distância.
Parágrafo Único - Nas atividades a distância, a frequência será controlada
por meio dos acessos e do tempo de permanência do aluno na Plataforma
Digital da UNIP.
CAPÍTULO IV
DA DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS
Art. 10°. Os casos omissos serão resolvidos pela Coordenação do Curso,
em conjunto com a Direção do Instituto ao qual se vincula, ouvidas as partes
interessadas.
Art. 11°. As disposições do presente Regulamento poderão ser alteradas por
deliberação do Colegiado de Curso com a anuência dos órgãos colegiados
superiores da Universidade.
Art. 12°. O presente Regulamento entra em vigor a partir do ano de 2010,
após a sua aprovação dos órgãos colegiados superiores da Universidade.
São Paulo, 23 de março de 2015.
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
http://sec.unip.br/verificacao.aspx
UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP
REGULAMENTO
DAS
ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS
São Paulo
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
http://sec.unip.br/verificacao.aspx
REGULAMENTO DAS ATIVIDADES PRÁTICAS
SUPERVISIONADAS
Capítulo I
DA LEGISLAÇÃO
Art. 1o. O presente Regulamento normatiza a execução das Atividades
Práticas Supervisionadas da UNIP, obedecendo ao disposto na Lei no9.394,
de 20 de dezembro de 1996, no Parecer CNE/CES n° 571, de 04 de abril de
2001, no Parecer CNE/CES n° 261, de 09 de novembro de 2006, e na
Resolução CNE/CES n° 3, de 02 de julho de 2007.
Capítulo II
DA ORGANIZAÇÃO
Art. 2o. As Atividades Práticas Supervisionadas (APS) são atividades
acadêmicas desenvolvidas sob a orientação, supervisão e avaliação de
docentes e realizadas pelos discentes.
§ Único - As APS são previstas nos Projetos Pedagógicos dos Cursos.
Art. 3o. As APS constituem parte da carga horária das disciplinas às quais se
vinculam.
Art. 4o. Para efeitos deste Regulamento, as Atividades Práticas
Supervisionadas (APS) constarão de atividades de Biblioteca (frequência e
utilização), atividades relacionadas aos laboratórios (relatórios de experiências
e outras), trabalhos individuais ou em grupo determinados pelo professor,
trabalhos de iniciação científica, resolução de exercícios do Portal ou de listas,
programadas para serem supervisionadas pelos professores em
suas aulas.
§1° Para os cursos de licenciatura, acrescentam-se a essas atividades os
seminários de práticas e outras atividades inerentes às licenciaturas.
§2° - As APS são detalhadas nos Planos de Ensino das disciplinas às quais
se vinculam e aprovadas pela Coordenação de Curso, a quem compete
acompanhar o seu desenvolvimento.
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
http://sec.unip.br/verificacao.aspx
§3° - As APS são atividades acadêmicas desenvolvidas sob a orientação,
supervisão e avaliação de docentes, não cabendo o seu aproveitamento
como Atividades Complementares.
§4° - As APS são registradas em formulário próprio, obedecendo a
instruções e procedimentos específicos definidos pela Coordenação de Curso.
CAPÍTULO III
DA SUPERVISÃO E AVALIAÇÃO
Art. 5o. Cabe aos docentes responsáveis pelas APS supervisionar e avaliar o
desempenho dos alunos.
Art. 6o. Em cada semestre, o aluno deverá cumprir a quantidade de horas de
APS definida para seu curso.
§1° A comprovação da realização das APS, em cada semestre, será feita
mediante a entrega ou postagem do trabalho acompanhado da Ficha de
Supervisão da APS.
§2° Será atribuído um conceito semestral (Aprovado ou Reprovado) às APS.
Capítulo IV
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS
Art. 7o. As APS não podem ser utilizadas para reposição de aulas
presenciais não ministradas pelos docentes.
Art. 8o. Os casos omissos serão resolvidos pela Coordenação, em conjunto
com a Direção do Instituto ao qual se subordina o Curso, ouvidas as partes
interessadas.
Art. 9o. O presente Regulamento entra em vigor, após a sua aprovação pelos
órgãos colegiados superiores da Universidade.
São Paulo, 23 de março de 2015.
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
http://sec.unip.br/verificacao.aspx
PLANO DE ENSINO
CURSO: Administração
SÉRIE: 5o semestre
DISCIPLINA: Métodos de Pesquisa - Oferecida em EAD
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 1,5 horas/aula
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 30 horas/aula
I - EMENTA
Iniciar o aluno no trabalho intelectual alicerçado na busca do conhecimento por
meio da aplicação da metodologia científica. Capacitar o aluno a utilizar os
instrumentos necessários à busca de informação, mostrar os tipos de pesquisa
científica, apresentar os instrumentos para coleta de dados e propiciar as bases
necessárias para a compreensão dos fundamentos da metodologia científica.
II - OBJETIVOS GERAIS
Desenvolver as habilidades para escrever um projeto de pesquisa. Possibilitar o
conhecimento das diferentes fases de uma pesquisa, desde a pesquisa
bibliográfica até à redação de um trabalho.
III - OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Detalhar as etapas para elaboração de um projeto de pesquisa. Mostrar as
diversas técnicas de pesquisa. Estabelecer procedimentos para coleta,
apresentação, tratamento e interpretação de dados. Mostrar as etapas para
elaboração e divulgação de um relatório de pesquisa.
IV-COMPETÊNCIAS
Compreensão das bases epistemológicas da ciência moderna e contemporâneo.
Envolve as fases da investigação científica: planejamento, elaboração do projeto
de pesquisa, execução, análise de dados, apresentação e divulgação.
V - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. A pesquisa como produção de conhecimento
2. Noções gerais, conceito e etapas do projeto de pesquisa.
3. Tipos de pesquisa: estudos de caso, bibliográficas, descritivas,
observacionais, correlacionais.
4. Estudos prospectivos, experimentais, de grupo, de sujeito único.
5. Técnicas de pesquisa. O projeto de pesquisa.
6. Estrutura do trabalho de pesquisa; escolha e delimitações do
pesquisa;
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
http://sec.unip.br/verificacao.aspx
7. Coleta e apresentação dos dados.
8. Análise dos dados, tratamento estatístico.
9. Interpretação dos dados.
10.0 relatório da pesquisa. Seções do relatório da pesquisa.
11 .A divulgação da pesquisa. Comunicação científica oral e escrita.
12. Normas de citações e referências bibliográficas.
VI - ESTRATÉGIA DE TRABALHO
A disciplina será desenvolvida por meio de conteúdos interativos via internet.
VII - AVALIAÇÃO
• Duas provas bimestrais de aplicação do conteúdo exposto.
• A média do semestre será calculada de acordo com o Regimento da IES.
VIII - BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
CASTRO, Cláudio de Moura. A prática da pesquisa. 2. ed. : Pearson Prentice Hall,
2006. XIII, 190 p. ISBN 8576050854
FLICK, Uwe. Introdução à metodologia de pesquisa: um guia para iniciantes. Porto
Alegre: Penso, 2013.HERNÁNDEZ SAMPIERI, Roberto; CALLADO, Carlos Fernàndez; LUCIO, Maria
del Pilar. Metodologia de pesquisa. 5. ed. Porto Alegre.
COMPLEMENTAR
ANGROSINO, M. Etnografia e observação participante. Porto Alegre: ArtMed,
2011
BARROS, A. J. S.; LEHFELD, N. A. S. Fundamentos de metodologia científica. 3.
ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007.
RAMOS, A. Metodologia da pesquisa científica: como uma monografia pode abrir
o horizonte do conhecimento. São Paulo: Atlas, 2009
SILVA, A. B.Pesquisa qualitativa em estudos organizacionais: paradigmas,
estratégias e métodos. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2011 virtual
VERGARA, S. C.. Métodos de coleta de dados no campo. 2. ed. São P;
RA D8067D1. Código para verificação: 20231186172
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2012 virtual
PLANO DE ENSINO
CURSO: Administração
SÉRIE: 5o semestre
DISCIPLINA: Administração Interdisciplinar - Oferecida em EAD
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 1,5 horas/aula
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 30 horas/aula
I - EMENTA
Esta disciplina trata dos propósitos principais das funções administrativas e das
áreas funcionais típicas, e da interdependência que existe entre elas. Trata também
da interdependência das organizações com seu ambiente externo.
II - OBJETIVOS GERAIS
Contribuir para o desenvolvimento das competências requeridas dos alunos,
conforme definidas no Projeto Pedagógico do Curso/PPC, em consonância com as
Diretrizes Curriculares Nacionais relacionadas.
III - OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Contribuir para que os discentes consigam integrar os conhecimentos aprendidos
durante o curso, em especial das disciplinas relacionadas as funções administrativas
e à gestão das áreas funcionais típicas, bem como aquelas que tratam do ambiente
externo das organizações.
IV-COMPETÊNCIAS
• Senso crítico e capacidade de contextualização
• Visão estratégica
• Pensamento sistêmico
• Orientação para processos
• Orientação para as necessidades do cliente
• Orientação para resultados
• Consciência ética e social
• Solução de problemas
• Trabalho em equipe
• Comunicação e expressão
• Desenvolvimento pessoal
V - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1- Funções administrativas e seus principais propósitos
2 - Áreas funcionais típicas e seus principais propósitos
3 - Interdependências entre as funções administrativas
4 - Interdependências entre as áreas funcionais típicas
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5 - Interdependências entre as funções administrativas e as áreas funcionais
6 - Impactos do ambiente externo nas organizações
VI - ESTRATÉGIA DE TRABALHO
A disciplina será desenvolvida por meio de conteúdos interativos via internet.
VII - AVALIAÇÃO
• Duas provas bimestrais de aplicação do conteúdo exposto.
• A média do semestre será calculada de acordo com o Regimento da IES.
VIII-BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
SOBRAL, F.; PECI, A. Administração: teoria e prática no contexto brasileiro - 2a
ed. São Paulo: Pearson, 2013
FERNANDES, B.H.R.; BERTON, L.H. Administração estratégica: da competência
empreendedora à avaliação do desempenho - 2a ed. São Paulo: Saraiva, 2017
JOHNSON, G.; SCHOLES,K.; WHITTINGTON, R. Explorando a estratégia
corporativa: textos e casos - 7a ed. Porto Alegre: Bookmann, 2007
VIRTUAL
SOBRAL, F.; PECI, A. Administração: teoria e prática no contexto brasileiro - 2a
ed. São Paulo: Pearson, 2013
GARCIA, E.O.P Visão sistêmica da organização. Curitiba: Intersaberes, 2016
FUNDAÇÃO NACIONAL DA QUALIDADE. eBook#27 - Pensamento sistêmico.
São Paulo: FNQ. 2017 (*)
FUNDAÇÃO NACIONAL DA QUALIDADE. eBook-Sistemas de gestão. São Paulo:
FNQ. 2015 (*)
FUNDAÇÃO NACIONAL DA QUALIDADE. eBook#42 - Guia prático de
planejamento estratégico empresarial. São Paulo: FNQ. 2019 (*)
COMPLEMENTAR
FUNDAÇÃO NACIONAL DA QUALIDADE. eBook#27 - Pensamento sistêmico.
São Paulo: FNQ. 2017 (*)
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FUNDAÇÃO NACIONAL DA QUALIDADE. eBook#42 - Guia prático de
planejamento estratégico empresarial. São Paulo: FNQ. 2019 (*)
FUNDAÇÃO NACIONAL DA QUALIDADE. eBook-Sistemas de gestão. São Paulo:
FNQ. 2015 (*)
CERTO, S.C; PETER, J.P.; MARCONDES, R.C.; CESAR A.M.C. Administração
estratégica: planejamento e implantação da estratégia - 2a ed. São Paulo:
Pearson, 2005
MAXIMIANO, A.C.A.Introdução à administração - 2a ed. São Paulo: Atlas, 2011
(*) Textos disponíveis para download no site www.fnq.org.br. Acesso livre
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PLANO DE ENSINO
CURSO: Administração
SÉRIE: 5o Semestre
DISCIPLINA: Economia e Gestão do Setor Público
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 03 horas/aula
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 60 horas/aula
I - EMENTA
Esta disciplina trata do papel do Estado na economia e seus impactos na sociedade.
Sendo assim, estuda-se a origem, a estrutura e as funções do Estado diante as falhas
de mercado, como também as principais teorias de economia do setor público e seus
conceitos de endividamento e falhas de governo. Trata ainda, do planejamento público
por meio da relação dos objetivos de governo e de suas políticas públicas, bem como
do planejamento orçamentário e dos resultados da política fiscal brasileira no Brasil
contemporâneo.
II - OBJETIVOS GERAIS
Contribuir para o desenvolvimento das competências requeridas dos alunos, para que
possam bem exercer seu papel, conforme definidas no Projeto Pedagógico dos Cursos,
em consonância com suas Diretrizes Curriculares Nacionais.
III - OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Saber compreender como o papel do Estado e a administração das finanças públicas,
isto é, a implantação e implementação das políticas fiscal e tributária, e seus resultados
impactam nas práticas de planejamento e gestão administrativas das instituições
produtivas, familiares, de outras esferas públicas e das relações com o resto do mundo.
IV - COMPETÊNCIAS
• Comunicação e expressão, oral e escrita
• Consciência ética e social
• Contribuir para o desenvolvimento e atualização do pensamento em ciência
econômica
• Desenvolvimento de raciocínio lógico consistente
• Diferenciar correntes teóricas a partir de distintas políticas econômicas
• Leitura e compreensão de textos de conteúdo econômico
• Senso crítico e capacidade de contextualização
• Utilização adequada de conceitos teóricos fundamentais da
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• Utilização de instrumental econômico para analisar situações históricas
concretas
• Visão sistêmica do mundo contemporâneo
V - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Fundamentos do Estado, das Formas e das Funções do Governo
1.1 - Estado, Governo e Sociedade
1 .2 - Teoria da Burocracia
2. Teoria da regulação e seus fundamentos
2.1 As sete questões da teoria da regulação
2.2 A questão central da teoria da regulação
3. Conceitos Básicos
3.1 - Teoria das Finanças Públicas
3.2 - Conceitos Básicos Relevantes: o caso do Brasil
4. As Falhas de Mercado, Externalidades e Bens Públicos
5. O Estado e as Empresas Estatais no Desenvolvimento Econômico
6. O Sistema Tributário Brasileiro
7. O Sistema Federativo e o Fenômeno da Descentralização
8. Seguridade Social
9. As Falhas de Governo
9.1 - Teoria da Escolha Pública
9.2 - Corrupção e Produção de Bens Públicos
10. Planejamento e Processo Orçamentário
10.1 - Planejamento de governo e políticas públicas
10.2 - Fundamentos do Orçamento-Programa
10.3 - Processo Orçamentário
11. A Política Fiscal Brasileira no período 2000-2015
VI - ESTRATÉGIA DE TRABALHO
Para atingir os propósitos da
dialogadas. Serão privilegiados,
disciplina, serão desenvolvidas aulas
ainda, os debates, trabalhos intra
individuais e/ou em equipe, seminários, leitura dirigida de textos e artig
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elaboração e apresentação de resumos de matérias publicadas em revistas e jornais
especializados sobre o conteúdo programático e outras atividades que busquemdesenvolver as competências e habilidades apontadas nos objetivos gerais e
específicos.
VII - AVALIAÇÃO
O processo formal de avaliação do ensino e aprendizado é composto por duas
avaliações bimestrais sob a responsabilidade direta do professor, sendo que as notas
destas avaliações poderão ser compostas por notas de provas, trabalhos intra e extra-
classe, seminários e participação em sala de aula que possibilitem a compreensão e
absorção das competências e habilidades desenvolvidas ao longo do curso. De
fundamental importância para este desenvolvimento, a avaliação do aprendizado deve
ser executada em todos os momentos, em cada atividade intra e extra-classe,
privilegiando a formação integral do Aluno.
V III- BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
BOYER, Robert. Teoria da regulação: os fundamentos São Paulo: Estação
Liberdade, 2009.
GIAMBIAGI, F. e ALÉM, A. Finanças Públicas: Teoria e Prática no Brasil. Rio de
Janeiro: Campus/Elsevier, 2011.
MATIAS PEREIRA, José. Finanças Públicas: A Política Orçamentária no Brasil. São
Paulo: Atlas, 2010.
VIRTUAL
ASSUMPÇÃO, M. J. Contabilidade aplicada ao setor público. Curitiba: IBPEX, 2011.
BERNARDI, J. L. A organização municipal e a política urbana. 2a edição. Curitiba:
IBPEX, 2009.
BERNARDONI, D. L. & CRUZ, A. W. Planejamento e orçamento na administração
pública. 2a ed. Curitiba: IBPEX, 2010.
QUEIROZ, R. B. Formação e gestão de políticas públicas. 3a ed. Curitiba: IBPEX,
2011 .
COMPLEMENTAR
BIDERMAN, C. e ARVATE, P. Economia do Setor Público no Brasil. Rio de
Janeiro:Campus/Elsevier, 2005.
COSTA, Greiner; DAGNINO, Renato. Gestão Estratégica em Políticas Públicas.
Campinas: Alínea, 2013.
GRUBER, J. Finanças públicas e política pública. Rio de Janeiro: LTC, 2009.
JAMES, G. Orçamento público. São Paulo: Atlas, 2010.
NASCIMENTO, E. R. Gestão pública. São Paulo: Saraiva, 2010.
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
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PERIÓDICOS
Carta de Conjuntura do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada - IPEA
<http://www.ipea.qov.br/>
Relatório Focus do Banco Central do Brasil - BCB
<http://www.bcb.qov.br/7FOCUS>
Cadernos FGV Projetos - FGV
<http://portal.fqv.br/temas-dos-periodicos/economia-financas-administracao-politicas-
publicas>
Portal de Periódicos CAPES/MEC
<http://www.periodicos.capes.qov.br.ez346.periodicos.capes.qov.br/>
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
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PLANO DE ENSINO
CURSO: Administração
SÉRIE: 5o Semestre
DISCIPLINA: Estatística Aplicada
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 03 horas/aula
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 60 horas/aula
I - EMENTA
Esta disciplina trata das ferramentas e técnicas estatísticas que permitem, a partir
do conhecimento do comportamento de um conjunto com poucos elementos cujos
valores são reais, estender esse entendimento para conjuntos extremamente
maiores e mesmo apenas prováveis, estimando, inclusive, a ocorrência de
determinados eventos futuro, permitindo assim que sejam tomadas decisões sobre
cenários futuros com o menor risco possível.
II - OBJETIVOS GERAIS
Contribuir para o desenvolvimento das competências requeridas dos alunos,
conforme definidas no Projeto Pedagógico do Curso/PPC, em consonância com
as Diretrizes Curriculares Nacionais relacionadas.
III - OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Saber utilizar conceitos e ferramentas estatísticos na obtenção de previsões de
cenários futuros ou potenciais, a partir do conhecimento do comportamento
estatístico de pequenos conjuntos de dados estudados previamente pela
Estatística Descritiva, permitindo respaldar, com maior racionalidade, o processo
decisório nas diversas questões administrativas.
IV - COMPETÊNCIAS
• Senso crítico e capacidade de contextualização
• Orientação para resultados
• Solução de problemas
• Trabalho em equipe
• Comunicação e expressão
• Desenvolvimento pessoal
V - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
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1 - Revisão de probabilidade e distribuições de probabilidades
2 - Amostragem
3 - Correlação e Regressão Linear
4 - Análise de séries temporais
VI - ESTRATÉGIA DE TRABALHO
Aulas ministradas utilizando recursos tecnológicos digitais.
VII - AVALIAÇÃO
A média do semestre será calculada de acordo com o Regimento da IES. As
avaliações e o critério de aprovação seguem o determinado pela instituição.
VIII - BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRUNI, A. L. Estatística Aplicada à Gestão Empresarial. 4a ed. São Paulo:
Atlas, 2013
JOHNSON, R.; KUBY, P. Estat São Paulo: Cengage Learning, 2014
LARSON, R.; FARBER, B. Estatística aplicada. 6a ed. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2015.
BIBILIOGRAFIA VIRTUAL
BONAFINI, F. C. et al Estatística. São Paulo: Pearson Education do Brasil,2012
LEVIN, J; FOX, J. A.; FORDE, D. R. Estatística para Ciências Humanas. 11a
ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil,2012
NEUFELD, J. L. Estatística Aplicada à Administração Usando o Excel. São
Paulo: Pretice Hall, 2003
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANDERSON, D. R.; SWEENEY, D.J.; WILLIANS, T. A. Estatística Aplicada à
Administração e Economia. 3a ed. São Paulo: Cengage Learning, 2013
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
http://sec.unip.br/verificacao.aspx
BUSSAB, W. O.; MORETTIN, P.A. Estatística Básica 9a ed. São Paulo: Saraiva,
2017.
MARTINS, G. A.; DOMINGUES, O. Estatística Geral e Aplicada. 6a ed. São
Paulo: Editora Atlas, 2017
OLIVEIRA, F.E.M. Estatística e Probabilidade. 3a São Paulo: LTC, 2017
RUMSEY. D. J. Estatística para Leigos. 2a ed. Rio de Janeiro: Editora Alta
Books, 2019
PERIÓDICOS
REVISTA BRASILEIRA DE ESTATÍSTICA. Rio de Janeiro: Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística, 1940-2019.
(Disponível no sítio: http://www.rbes.ibqe.qov.br/).
JORNAL VALOR ECONÔMICO. São Paulo: Organizações Globo e Grupo Folha,
2000-2019
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
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UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP
REGULAMENTO
DAS
ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS
São Paulo
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REGULAMENTO DAS ATIVIDADES PRÁTICAS
SUPERVISIONADAS
Capítulo I
DA LEGISLAÇÃO
Art. 1o. O presente Regulamento normatiza a execução das Atividades
Práticas Supervisionadas da UNIP, obedecendo ao disposto na Lei no 9.394,
de 20 de dezembro de 1996, no Parecer CNE/CES n° 571, de 04 de abril de
2001, no Parecer CNE/CES n° 261, de 09 de novembro de 2006, e na
Resolução CNE/CES n° 3, de 02 de julho de 2007.
Capítulo II
DA ORGANIZAÇÃO
Art. 2o. As Atividades Práticas Supervisionadas (APS) são atividades
acadêmicas desenvolvidas sob a orientação, supervisão e avaliação de
docentes e realizadas pelos discentes.
§ Único - As APS são previstas nos Projetos Pedagógicos dos Cursos.
Art. 3o. As APS constituem parte da carga horária das disciplinas às quais se
vinculam.
Art. 4o. Para efeitos deste Regulamento, as Atividades Práticas
Supervisionadas (APS) constarão de atividades de Biblioteca (frequência e
utilização), atividades relacionadas aos laboratórios (relatórios de experiências
e outras), trabalhos individuais ou em grupo determinados pelo professor,
trabalhos de iniciação científica, resolução de exercícios do Portal ou de listas,
programadas para serem supervisionadas pelos professores em
suas aulas.
§1° Para os cursos de licenciatura, acrescentam-se a essas atividades os
seminários de práticas e outras atividades inerentes às licenciaturas.
§2° - As APS são detalhadas nos Planos de Ensino das disciplinas às quais
se vinculam e aprovadas pela Coordenação de Curso, a quem compete
acompanhar o seu desenvolvimento.
/ V Recred.Port. ^ c \
= • MEC N° 1.341 £
| DOU DE 29.11.16 3
{ Seção 1, página 12 j
\ e MEC 322 /
x . L/n \ ? 1 /
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
http://sec.unip.br/verificacao.aspx
§3° - As APS são atividades acadêmicas desenvolvidas sob a orientação,
supervisão e avaliação de docentes, não cabendo o seuaproveitamento
como Atividades Complementares.
§4° - As APS são registradas em formulário próprio, obedecendo a
instruções e procedimentos específicos definidos pela Coordenação de Curso.
CAPÍTULO III
DA SUPERVISÃO E AVALIAÇÃO
Art. 5o. Cabe aos docentes responsáveis pelas APS supervisionar e avaliar o
desempenho dos alunos.
Art. 6o. Em cada semestre, o aluno deverá cumprir a quantidade de horas de
APS definida para seu curso.
§1° A comprovação da realização das APS, em cada semestre, será feita
mediante a entrega ou postagem do trabalho acompanhado da Ficha de
Supervisão da APS.
§2° Será atribuído um conceito semestral (Aprovado ou Reprovado) às APS.
Capítulo IV
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS
Art. 7o. As APS não podem ser utilizadas para reposição de aulas
presenciais não ministradas pelos docentes.
Art. 8o. Os casos omissos serão resolvidos pela Coordenação, em conjunto
com a Direção do Instituto ao qual se subordina o Curso, ouvidas as partes
interessadas.
Art. 9o. O presente Regulamento entra em vigor, após a sua aprovação pelos
órgãos colegiados superiores da Universidade.
São Paulo, 23 de março de 2015.
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
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PLANO DE ENSINO
CURSO: Administração
SÉRIE: 6o semestre
DISCIPLINA: Processos Decisórios
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 03 horas/aula
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 60 horas/aula
I - EMENTA
Esta disciplina trata do significado dos Processos Decisórios e dos seus
conceitos e práticas desejadas. Trata também da avaliação das práticas da
tomada de decisão, acompanhamento e avaliação dos seus resultados.
II - OBJETIVO GERAIS
Contribuir para o desenvolvimento das competências requeridas dos alunos,
conforme definidas no Projeto Pedagógico do Curso/PPC, em consonância
com as Diretrizes Curriculares Nacionais relacionadas.
III - OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Saber identificar e promover o emprego de conhecimentos que auxiliem na
solução de problemas e tomada de decisão. Entender a verdadeira essência de
um problema e sua manifestação nos diferentes níveis da organização e utilizar
o conjunto de ferramentas disponibilizadas ao administrador para serem
empregadas no apoio e redução da incerteza, características de uma tomada
de decisão.
IV-COMPETÊNCIAS
• Senso crítico e capacidade de contextualização
• Visão estratégica
• Pensamento sistêmico
• Orientação para processos
• Orientação para as necessidades do cliente
• Orientação para resultados
• Consciência ética e social
• Solução de problemas
• Trabalho em equipe
V - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1 - A dimensão organizacional do processo decisório
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2 - Processos analíticos: o raciocínio lógico na busca de soluções alternativas;
construção de modelos conceituais de análise de situações-problema não
estruturadas; sistemas informacionais e instrumentos quantitativos de apoio à
decisão.
3 - Elementos não racionais: intuição, emoção, julgamento e criatividade;
conceituar sistema de inovação permanente, subjetividade na tomada de
decisão; inconsciente coletivo e cultura organizacional.
4 - Métodos de Estruturação de Problemas (MASP, Seis Sigmas).
5 - Tecnologia da Informação e a tomada de decisão através da avaliação de
indicadores de desempenho.
VI - ESTRATÉGIA DE TRABALHO
As estratégias de ensino devem ser aquelas consideradas mais adequadas
para uma aprendizagem diferenciada dos assuntos relacionados ao conteúdo
programático, sendo mandatório que os discentes sempre tenham
conhecimento prévio dos assuntos de cada aula, bem como das orientações
para estudo prévio desses assuntos.
O desenvolvimento dos conteúdos programáticos previstos deverá fomentar o
raciocínio crítico dos discentes e, sempre que pertinente, levar em conta as
características/necessidades locais e regionais, bem como a articulação entre
teoria e prática.
Os alunos devem ser continuamente informados/atualizados sobre literatura,
vídeos e filmes, para além da bibliografia proposta, como forma de estimulo a
aprendizagem continuada e ao pensamento crítico.
VII - AVALIAÇÃO
As avaliações dos discentes são formadas por avaliações bimestrais e exames
finais, de acordo com os critérios e prazos definidos pela universidade. As
avaliações bimestrais podem ser compostas por vários fatores de avaliação, a
serem definidos pelos docentes, sendo exigida, no mínimo, uma prova
presencial bimestral, com peso relativo também definido pelos docentes.. Os
exames finais, obrigatoriamente, devem ser realizados exclusivamente por
meio de uma avaliação presencial.
VIII - BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
ABRAMCZUK, A. A Prática da Tomada de Decisão. Rio de Janeiro: Atlas,
2013.
SOBRAL, Filipe; PECI, Alketa. Administração Teoria e Prática no Contexto
Brasileiro. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2013
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
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YU, Abraham Sin Oih et al. Tomada Decisão nas Organizações: uma visão
multidisciplinar, São Paulo: Saraiva, 2015.
VIRTUAL
MORITZ, Gilberto, PEREIRA, Maurício F. Processos Decisórios - 2a edição.
Florianópolis: Departamento de Ciências da Administração/UFSC, 2012.
ROBBINS, Stephen P. Comportamento Organizacional. São Paulo: Pearson
Education, 2009.
SOBRAL, Filipe, PECI, Alketa. Administração Teoria e Prática no Contexto
Brasileiro. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2013.
COMPLEMENTAR
CAMPOS, Vicente Falconi. TQC - Controle da Qualidade Total, 8a Edição.
São Paulo: INDG, 2004.
CASSARO, Antonio. Sistemas de Informações para Tomada de Decisões,
4a Edição. São Paulo: Cengage Learning, 2010.
HAMMOND, J, KEENEY, Ralph, RAIFFA, H. Decisões Inteligentes, São
Paulo: Campus, 2004.
WERKEMA, Cristina. Criando a Cultura do Seis Sigma. São Paulo: Werkema,
2004.
SIQUEIRA, loni. Indicadores de Desempenho de Processos de
Planejamento. São Paulo. QualityMark, 2010.
RA D8067D1. Código para verificação: 20231186172
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PLANO DE ENSINO
CURSO: Administração
SÉRIE: 6o semestre
DISCIPLINA: Administração Estratégica
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 03 horas/aula
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 60 horas/aula
I - EMENTA
Esta disciplina trata do processo estratégico para a formulação das
estratégicas organizacionais (corporativas, de negócios e funcionais) a partir de
ferramentas e métodos de análise dos ambientes e informações relevantes que
afetam o negócio. Trata, também, da implementação das estratégias por meio
da definição dos objetivos estratégicos e respectivos indicadores de
desempenho, metas e planos de ação, bem como do controle e aprendizado do
processo estratégico.
II - OBJETIVO GERAIS
Contribuir para o desenvolvimento das competências requeridas dos alunos,
para que possam bem exercer o papel de administradores, conforme definidas
no Projeto Pedagógico do Curso/PPC, em consonância com as Diretrizes
Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Administração - Resolução
n.o 4/2005 - CNE/CES.
III - OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Saber as diferentes alternativas estratégicas enfrentadas pelas organizações, e
os meios normalmente utilizados para a formulação e a implementação das
estratégias corporativas e de negócios, em ambientes sujeitos à mudanças.
IV-COMPETÊNCIAS
• Senso crítico e capacidade de contextualização
• Visão estratégica
• Pensamento sistêmico
• Orientação para processos
• Orientação para as necessidades do cliente
• Orientação para resultados
• Consciência ética e social
• Solução de problemas
• Trabalho em equipe
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
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V - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1 - Entendendo o que é a Administração Estratégica
2 - Análise do Ambiente Externo
3 - Análise do Ambiente Interno
4 - Integração das análises
5 - Formulação das Estratégias Empresariais
6 - Campos e Armas da Competição: Novo Modelo de Estratégia
7 - Implementação das Estratégias
8 - Aprendizado Estratégico
VI - ESTRATÉGIADE TRABALHO
As estratégias de ensino devem ser aquelas consideradas mais adequadas
para uma aprendizagem diferenciada dos assuntos relacionados ao conteúdo
programático, sendo mandatório que os discentes sempre tenham
conhecimento prévio dos assuntos de cada aula, bem como das orientações
para estudo prévio desses assuntos.
O desenvolvimento dos conteúdos programáticos previstos deverá fomentar o
raciocínio crítico dos discentes e, sempre que pertinente, levar em conta as
características/necessidades locais e regionais, bem como a articulação entre
teoria e prática.
VII - AVALIAÇÃO
Recomenda-se a aplicação de 2 provas bimestrais individuais ao longo do
semestre. Poderá ser utilizado como sistema de avaliação complementar,
trabalhos realizados em grupo.
• Todas avaliações são consideradas como "mais uma" oportunidade de
aprendizagem. Podem ser incentivadas provas com consulta a materiais
escritos, desde que as questões formuladas sejam instigadoras de
pesquisas
• Os trabalhos realizados, em especial aqueles em grupo, devem
estimular o espírito investigativo, bem como a aplicação prática dos
métodos abordados.
Competências a serem desenvolvidas com as avaliações:
• Senso crítico e capacidade de contextualização;
• Capacidade de avaliar e, se possível, aplicar como a estratégia é
concebida (formulada), desdobrada e operacionalizada.
VIII-BIBLIOGRAFIA
As referências bibliográficas abaixo indicadas devem ser entendidas como sendo o mínimo
razoável para o conhecimento da profundidade e amplitude dos temas tratar
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
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disciplina. Compete aos docentes manter os alunos informados sobre literatura, vídeos e
filmes, atualizados, para além da bibliografia proposta, como forma de estimulo a
aprendizagem continuada e ao pensamento crítico.
BÁSICA
CONTADOR, José Celso. Campos e Armas da Competição: Novo Modelo
de Estratégia, São Paulo: Editora Saint Paul, 2008
FERNANDES, Bruno Henrique Rocha & BERTON, Luiz Hamilton
Administração Estratégica, São Paulo: Editora Saraiva, 2014.
SOBRAL, Filipe; PECI, Alketa. Administração Teoria e prática no contexto
brasileiro, São Paulo: Editora Pearson Prentice Hall. 2a Edição. 2013
VIRTUAL
BARNEY, J.B. & HESTERLY, W.S. Administração Estratégica e Vantagem
Competitiva. São Paulo, São Paulo: Editora Pearson Prentice Hall, 2007.
Capítulos 3 e 5.
CERTO, SamuelL; PETER, J.; MARCONDES, Reinaldo; E ROUX, Ana Maria.
Administração Estratégica. São Paulo, Editora Pearson Prentice Hall, 2a
Edição
DINIZ, André Luiz Moreno etall. Estratégias de Gestão e Organização
Empresarial. São Paulo, Editora Pearson Prentice Hall. 2014.
FUNDAÇÃO NACIONAL DA QUALIDADE. Planejamento Estratégico. FNQ.
E-book disponível para download1 em: http://www.fnq.orq.br/informe-
se/publicacoes/e-books (acesso em maio 2019)
FUNDAÇÃO NACIONAL DA QUALIDADE. Sistema de Indicadores. FNQ.
E-book disponível para download2 em: http://www.fnq.orq.br/informe-
se/publicacoes/e-books (acesso em maio 2019)
LEVIT, Theodore. Miopia em Marketing. Biblioteca da Universidade de Harvard,
Julho/1960.
http://www.portaldomarketinq.com.br/Artiqos/Miopia em Marketinq.htm
(acesso em junho de 2019)
NOGUEIRA, Cleber Suckow. Planejamento Estratégico. São Paulo, Editora
Pearson Prentice Hall. 2015.
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SOBRAL, Filipe; PECi, Alketa. Administração Teoria e prática no contexto
brasileiro. Editora Pearson Prentice Hall. 1a Edição. 2007
COMPLEMENTAR
BARNEY, J.B. & HESTERLY, W.S. Administração Estratégica e Vantagem
Competitiva. São Paulo, Editora Pearson Prentice Hall, 2007
DA COSTA, Eliezer Arantes. Gestão estratégica. Editora Saraiva, 2017.
HITT, Michael A. & IRELAND, R. Duane & HOSKISSON, Robert E.
Administração Estratégica. São Paulo: Editora Thonson, Editora Thomson,
Tradução da 7a edição americana, 2007.
MINTZBERG, Henry; AHLSTRAND, Bruce; LAMPEL, Joseph. Safári da
estratégia. Bookman Editora, 2009.
SIQUEIRA, João P L; BOAVENTURA, João M G e t a ll. Estratégia para
Corporações e Empresas - Teorias atuais e aplicações, São Paulo: Editora
Cengage Learning. 2012.
PERÍODICOS
ABDALLAH, Ariane. Balanced Scorecard: Como transformar o
Planejamento Estratégico em Ação. Época Negócios. 08/07/2015
http://epocaneqocios.qlobo.com/lnspiracao/Empresa/noticia/2015/Q7/como-
transformar-o-planeiamento-estrateqico-em-acao.html (acesso em maio 2019)
CONTADOR, José Celso. Planejamento Estratégico: Recomendações
sobre os Ambientes Externo e Interno. Revista de Administração de
Empresas - RAE, vol 35, n.2, mar-abr 1995. Disponível na Biblioteca UNIP e
também para download em:
http://rae.fqv.br/sites/rae.fqv.br/files/artiqos/10.1590 S0034-
75901995000200007.pdf
COUTINHO, André; PENHA, Anderson. Design Estratégico a partir do
Futuro: ficção e realidade já não estão mais separadas. Harvard Business
Review - Brasil. Setembro 2015.
http://hbrbr.com.br/desiqn-estrateqico-partir-do-futuro/ (acesso em maio 2019)
MANO, Cristiane. Para a MasterCard as opções são mudar ou morrer.
Revista Exame. Edição 1102. 27/11/2015. (edição disponível na Biblioteca da
UNIP)
http://exame.abril.com.br/revista-exame/edicoes/1102/noticias/para-a-
mastercard-as-opcoes-sao-mudar-ou-morrer (acesso em maio 2019)
MELO, Luísa. 44% dos Planos Estratégicos das empresas frai
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
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Revista Exame. 15/08/2013
http://exame.abril.com.br/neqocios/noticias/por-que-boas-estrateqias-falham-
saiba-como-tira-las-do-pape (acesso em maio 2019)
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
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ESTUDOS DISCIPLINARES
Justificativa
Considerando as mudanças introduzidas no cenário da avaliação da
educação superior, com a promulgação da Lei n. 10.861/2004, notadamente
a partir da divulgação dos resultados do ENADE 2006, a Universidade
Paulista vem mobilizando a inteligência institucional aliada aos recursos
oferecidos pela Tecnologia da Informação e da Comunicação (TIC), na
perspectiva de aperfeiçoar sua metodologia de ensino e sua proposta
didático-pedagógica.
Esse aperfeiçoamento se materializa no âmbito dos cursos de graduação, por
meio de uma contínua reflexão sobre os resultados das avaliações internas,
produzidas pela CPA e NDE, e externas conduzidas pelo INEP, SESu.
SETECeSEED.
Associa-se a esse fato a necessidade de adequar os projetos pedagógicos
dos cursos de graduação aos ditames das Resoluções CNE/CES nos. 2 e 3,
ambas editadas em 2007, e da Resolução CNE/CES n°. 4/2009, a primeira e
a última fixando a carga horária dos bacharelados e a segunda determinando
que a carga horária dos cursos deve ser contabilizada em horas.
Dentre outras medidas emergiu dessa reflexão a necessidade de introduzir
no currículo dos cursos de graduação, unidades de estudos diferenciadas
que contribuam para o desenvolvimento de competências e habilidades
interdisciplinares. Nesse contexto estão inseridos os Estudos Disciplinares
(ED fundamentado no inciso II, do Art. 53 da Lei n. 9.394/96
Art. 53. No exercício de sua autonomia, são asseguradas às
universidades, sem prejuízo de outras, as seguintes atribuições:
I - criar, organizar e extinguir, em sua sede, cursos e programas de
educação superior previstos nesta Lei, obedecendo às normas
gerais da União e, quando for o caso, do respectivo sistema de ensino;
II - fixar os currículos dos seus cursos e programas, observadas as
diretrizes gerais pertinentes;(g.n)
e nos princípios norteadores das Diretrizes Curriculares Nacionais para os
cursos de graduação postulados nos Pareceres CNE/CESns. 776/97,
583/2001 e 67/2003
(...)
1) Assegurar às instituições de ensino superior ampla liberdade na
composição da carga horária a ser cumprida para a integralização dos
currículos, assim como na especificação das unidades de estudos a
serem ministradas;(g. n.)
2. indicar os tópicos ou campos de estudos e demais experiências de
ensino-aprendizagem gue comporão os currículos, evitando ao
máximo a fixação de conteúdos específicos com cargas horár
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determinadas, os quais não poderão exceder 50% da carga horária
total dos cursos;(g.n.)
(...)
4) Incentivar uma sólida formação geral, necessária para que o futuro
graduado possa vir a superar os desafios de renovadas condições de
exercício profissional e de produção do conhecimento, permitindo
variados tipos de formação e habilitações diferenciadas em um mesmo
programa ;(g.n)
5) Estimular práticas de estudo independente, visando uma
progressiva autonomia profissional e intelectual do aluno;(p.n)
Universidade Paulista - UNIP
Regulamento dos Estudos Disciplinares
CAPÍTULO I
DA CONCEPÇÃO, CARGA HORÁRIA E OBJETIVOS
Art. 1o. O presente Regulamento normatiza a execução dos Estudos
Disciplinares (ED), constituídos por um conjunto específico de unidade de
estudos, ao abrigo do que dispõe o inciso II do Art. 53, da Lei n. 9.394 de 20
de dezembro de 1996 (LDBEN), observadas as Orientações para as
Diretrizes Curriculares dos Cursos de Graduação emanadas do Conselho
Nacional de Educação, nos termos do Parecer CNE/CES n°. 776, de 13 de
dezembro de 1997, do Parecer CNE/CES n°. 583, de 4 de abril de 2001 e do
Parecer CNE/CES n°. 67 de 11 de março de 2003.
Art. 2°. Os Estudos Disciplinares são unidades de estudos de caráter
obrigatório nos cursos de graduação da Universidade Paulista (UNIP),
constituindo um eixo estruturante de formação inter e multidisciplinar que
perpassa todos os períodos dos cursos.
Art. 3o. A carga horária dos Estudos Disciplinares é definida no projeto
pedagógico de cada curso, considerando suas especificidades.
Art. 4o. São objetivos dos Estudos Disciplinares:
a. propiciar uma sólida formação geral, necessária para que o futuro
graduado possa vir a superar os desafios de renovadas condições de
exercício profissional e de produção do conhecimento;
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b. prover o aluno de graduação de competências e habilidades
específicas para abordar, com visão inter e multidisciplinar, problemas
de sua área de atuação profissional, com grau crescente de
complexidade à medida em que ele progride em sua formação;
c. proporcionar aos estudantes oportunidades para estabelecer conexões
entre as diferentes áreas do conhecimento visando a solução de
problemas;
d. estimular práticas de estudo independente, visando uma progressiva
autonomia profissional e intelectual do aluno.
CAPÍTULO II
DA OPERACIONALIZAÇÃO
Art. 5o. Os ED utilizam a resolução sistemática de exercícios, indutores do
desenvolvimento das competências e habilidades para sua área de formação.
§ 1°. Os exercícios abordam, inicialmente, conteúdos de formação geral, e à
medida que o aluno avança na sua matriz curricular, esses conteúdos são
progressivamente substituídos por outros de formação específica, de cunho
interdisciplinar, envolvendo diferentes campos do saber.
§2°. Os conteúdos abordados nos Estudos Disciplinares devem ter por base
as Diretrizes Curriculares e o Projeto Pedagógico do Curso.
Art. 6o. Os Estudos Disciplinares serão desenvolvidos com recursos
educacionais combinados do ensino presencial e da educação a distância,
utilizando, entre outros, a plataforma de Tecnologia de Informação e
Comunicação da UNIP.
CAPÍTULO III
DA SUPERVISÃO E AVALIAÇÃO
Art. 7o. Caberá aos docentes responsáveis pelos ED supervisionar e avaliar o
desempenho dos alunos.
Art. 8o. A avaliação de desempenho dos alunos nos Estudos Disciplinares
resultará da combinação do seu aproveitamento nas diferentes atividades.
§1°. O aproveitamento dos Estudos Disciplinares de que trata o caput deste
artigo poderá ser aferido mediante a aplicação de provas.
§2°. Será atribuído um conceito semestral (Aprovado ou Reprovado) aos
Estudos Disciplinares.
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Art. 9o. A frequência do aluno nos Estudos Disciplinares resultará da
apuração combinada da presença nas atividades presenciais e naquelas
realizadas a distância.
Parágrafo Único - Nas atividades a distância, a frequência será controlada
por meio dos acessos e do tempo de permanência do aluno na Plataforma
Digital da UNIP.
CAPÍTULO IV
DA DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS
Art. 10°. Os casos omissos serão resolvidos pela Coordenação do Curso,
em conjunto com a Direção do Instituto ao qual se vincula, ouvidas as partes
interessadas.
Art. 11°. As disposições do presente Regulamento poderão ser alteradas por
deliberação do Colegiado de Curso com a anuência dos órgãos colegiados
superiores da Universidade.
Art. 12°. O presente Regulamento entra em vigor a partir do ano de 2010,
após a sua aprovação dos órgãos colegiados superiores da Universidade.
São Paulo, 23 de março de 2015.
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PLANO DE ENSINO
CURSO: Administração
SÉRIE: 6o Semestre
DISCIPLINA: Administração Integrada
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 1,5 Horas/aula
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 30 Horas aula
I - EMENTA
Esta disciplina trata do Modelo de Excelência da Gestão proposto pela Fundação
Nacional da Qualidade, como um modelo referência de administração integrada, que
contempla fundamentos da gestão para excelência, ações gerenciais desejadas
para que os fundamentos sejam colocados em ação, bem como resultados a serem
buscados.
II-OBJETIVO GERAIS
Contribuir para o desenvolvimento das competências requeridas dos alunos,
conforme definidas no Projeto Pedagógico do Curso/PPC, em consonância com as
Diretrizes Curriculares Nacionais relacionadas.
III - OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Saber os fundamentos da gestão para excelência e as ações gerenciais deles
decorrentes, para que, de forma integrada, as organizações possam alcançar
elevados níveis de maturidade gerencial.
IV-COMPETÊNCIAS
• Senso crítico e capacidade de contextualização
• Visão estratégica
• Pensamento sistêmico
• Orientação para processos
• Orientação para as necessidades do cliente
• Orientação para resultados
• Consciência ética e social
• Solução de problemas
• Trabalho em equipe
• Influenciar pessoas
V - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1 - Modelo de Excelência da Gestão - Uma visão geral
2 - Fundamentos da excelência
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3 - Resultados a serem buscados
4 - Ações gerenciais requeridas
5 - Ciclo da gestão
VI - ESTRATÉGIAS DE TRABALHO
As estratégias de ensino devem ser aquelas consideradas mais adequadas para
uma aprendizagem diferenciada dos assuntos relacionados ao conteúdo
programático, sendo mandatório que os discentes sempre tenham conhecimento
prévio dos assuntos de cada aula, bem como das orientações para estudo prévio
desses assuntos.
O desenvolvimento dos conteúdos programáticos previstos deverá fomentar o
raciocínio crítico dos discentes e, sempre que pertinente, levar em conta as
características/necessidades locais e regionais, bem como a articulação entre teoria
e prática.
Os alunos devem ser continuamente informados/atualizados sobre literatura, vídeos
e filmes, para além da bibliografia proposta, como forma de estimulo a aprendizagem
continuada e ao pensamento crítico.
VII - AVALIAÇÃO
As avaliações dos discentes são formadas por avaliações bimestrais e exames
finais, de acordo com os critérios e prazos definidos pela universidade. As
avaliações bimestrais podem ser compostas por vários fatores de avaliação, a
serem definidos pelos docentes,sendo exigida, no mínimo, uma prova presencial
bimestral, com peso relativo também definido pelos docentes.. Os exames finais,
obrigatoriamente, devem ser realizados exclusivamente por meio de uma avaliação
presencial.
VIII- BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
FUNDAÇÃO NACIONAL DA QUALIDADE. Modelo de Excelência da
Gestão(MEG). Guia de referência da gestão para a excelência - 21a. ed. São
Paulo: FNQ, 2016
FUNDAÇÃO NACIONAL DA QUALIDADE. Modelo de Excelência da
Gestão(MEG). Instrumento de avaliação da gestão - 21a. ed. São Paulo: FNQ,
2016
FUNDAÇÃO NACIONAL DA QUALIDADE. eBook#24 - Novo modelo de
excelência da gestão - São Paulo: FNQ, 2017
Recred.Port."
è MEC N° 1.341
l | DOU DE 29.11.16
' Seção 1, página 12
e-MEC 322RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
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VIRTUAL1
FUNDAÇÃO NACIONAL DA QUALIDADE. eBook#7 - Gestão de pessoas
- São Paulo: FNQ, 2015
FUNDAÇÃO NACIONAL DA QUALIDADE. eBook#13 - Satisfação dos clientes
- São Paulo: FNQ, 2015
FUNDAÇÃO NACIONAL DA QUALIDADE. eBook#31 - Gestão de fornecedores
- São Paulo: FNQ, 2017
FUNDAÇÃO NACIONAL DA QUALIDADE. eBook#25 - Desenvolvimento
sustentável - São Paulo: FNQ, 2017
FUNDAÇÃO NACIONAL DA QUALIDADE. eBook#28 - Gestão da inovação -
São Paulo: FNQ, 2017
COMPLEMENTAR
FUNDAÇÃO NACIONAL DA QUALIDADE. eBook#7 - Gestão de pessoas
- São Paulo: FNQ, 2015
FUNDAÇÃO NACIONAL DA QUALIDADE. eBook#13 - Satisfação dos clientes
- São Paulo: FNQ, 2015
FUNDAÇÃO NACIONAL DA QUALIDADE. eBook#31 - Gestão de fornecedores
- São Paulo: FNQ, 2017
FUNDAÇÃO NACIONAL DA QUALIDADE. eBook#25 - Desenvolvimento
sustentável - São Paulo: FNQ, 2017
FUNDAÇÃO NACIONAL DA QUALIDADE. eBook#28 - Gestão da inovação -
São Paulo: FNQ, 2017
1 Publicações disponíveis para download gratuito no site www.fnq.org.br
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PLANO DE ENSINO
CURSO: Administração
SÉRIE: 6o semestre
DISCIPLINA: Responsabilidade Social das Organizações
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 03 horas/aula
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 60 horas/aula
I - EMENTA
Esta disciplina trata do significado da responsabilidade social organizacional e
dos seus princípios e práticas desejadas. Trata também da avaliação das
práticas de responsabilidade social e de seus resultados, bem como dos novos
desafios da responsabilidade social das organizações.
II - OBJETIVO GERAIS
Contribuir para o desenvolvimento das competências requeridas dos alunos,
conforme definidas no Projeto Pedagógico do Curso/PPC, em consonância
com as Diretrizes Curriculares Nacionais relacionadas.
III - OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Saber os princípios e as práticas desejados de responsabilidade social das
organizações e como avaliar sua aplicação e seus resultados.
IV-COMPETÊNCIAS
• Senso crítico e capacidade de contextualização
• Visão estratégica
• Pensamento sistêmico
• Orientação para processos
• Orientação para resultados
• Consciência ética e social
• Solução de problemas
• Trabalho em equipe
V - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1 - Compreensão da responsabilidade social
2 - Princípios da responsabilidade social
3 - Temas centrais da responsabilidade social
4 - Integração da responsabilidade social por toda organização
5 - Avaliação das práticas de responsabilidade social
6 - Novos desafios da responsabilidade social
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VI - ESTRATÉGIA DE TRABALHO
As estratégias de ensino devem ser aquelas consideradas mais adequadas
para uma aprendizagem diferenciada dos assuntos relacionados ao conteúdo
programático, sendo mandatório que os discentes sempre tenham
conhecimento prévio dos assuntos de cada aula, bem como das orientações
para estudo prévio desses assuntos.
O desenvolvimento dos conteúdos programáticos previstos deverá fomentar o
raciocínio crítico dos discentes e, sempre que pertinente, levar em conta as
características/necessidades locais e regionais, bem como a articulação entre
teoria e prática.
Os alunos devem ser continuamente informados/atualizados sobre literatura,
vídeos e filmes, para além da bibliografia proposta, como forma de estimulo a
aprendizagem continuada e ao pensamento crítico.
VII - AVALIAÇÃO
As avaliações dos discentes são formadas por avaliações bimestrais e exames
finais, de acordo com os critérios e prazos definidos pela universidade. As
avaliações bimestrais podem ser compostas por vários fatores de avaliação, a
serem definidos pelos docentes, sendo exigida, no mínimo, uma prova
presencial bimestral, com peso relativo também definido pelos docentes.. Os
exames finais, obrigatoriamente, devem ser realizados exclusivamente por
meio de uma avaliação presencial.
VIII-BIBLIOGRAFIA
As referências bibliográficas abaixo indicadas devem ser entendidas como sendo o
mínimo razoável para o conhecimento da profundidade e amplitude dos temas
tratados nesta disciplina. Compete aos docentes manter os alunos informados sobre
literatura, vídeos e filmes, atualizados, para além da bibliografia proposta, como forma
de estimulo a aprendizagem continuada e ao pensamento crítico.
BÁSICA
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR ISO 26000
- Diretrizes sobre Responsabilidade Social. Rio de Janeiro: ABNT, 2010
INSTITUTO ETHOS DE EMPRESAS E RESPONSABILIDADE SOCIAL.
Indicadores Ethos para negócios sustentáveis e responsáveis. São Paulo:
Ethos, 2013
BARBIERI, J.C.; CAJAZEIRA, J.E.R. Responsabilidade social empresarial e
empresas sustentáveis: da teoria à prática. 3a ed. São Paulo: Sarai\
RA; D8067D1. Código para verificação: 20231186172
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VIRTUAL
INSTITUTO ETHOS DE EMPRESAS E RESPONSABILIDADE SOCIAL.
Indicadores Ethos para negócios sustentáveis e responsáveis. São Paulo:
Ethos, 2013
BARBIERI, J.C.; CAJAZEIRA, J.E.R. Responsabilidade social empresarial e
empresas sustentáveis: da teoria à prática. 3a ed. São Paulo: Saraiva, 2016
TACHIZAWA, T. Gestão ambiental e responsabilidade social corporativa.
8a ed. São Paulo: Atlas, 2015
FUNDAÇÃO NACIONAL DA QUALIDADE. Desenvolvimento sustentável e o
Modelo de Excelência da Gestão. São Paulo: FNQ, 2017 (*)
FUNDAÇÃO NACIONAL DA QUALIDADE. Gestão sustentável. São Paulo:
FNQ, 2015 (*)
COMPLEMENTAR
TACHIZAWA, T. Gestão ambiental e responsabilidade social corporativa.
8a ed. São Paulo: Atlas, 2015
FUNDAÇÃO NACIONAL DA QUALIDADE. Desenvolvimento sustentável e o
Modelo de Excelência da Gestão. São Paulo: FNQ, 2017 (*)
FUNDAÇÃO NACIONAL DA QUALIDADE. Gestão sustentável. São Paulo:
FNQ, 2015 (*)
Editoria Poisson (org) Sustentabilidade e responsabilidade social em foco -
volume 11 .. Poisson: Belo Horizonte, 2018 (**)
MARTINS, J.P.S. Responsabilidade Social Corporativa: como a postura
responsável compartilhada pode gerar valor. São Paulo: Komedi, 2008
(’ ) eBooks, disponíveis para consulta livre em www.fnq.org.br
(**) Este eBook e os anteriores estão disponíveis para consulta livre em
https://poisson.com.br/2018/
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
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PLANO DE ENSINO
CURSO: Administração
SÉRIE: 6o semestre
DISCIPLINA: Gestão das Informações
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 03 horas/aula
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 60 horas/aula
I - EMENTA
Esta disciplina trata do planejamento, implementação, controle e ação corretiva
do sistema de informação na organização. Especialmente ocupa-se das
informações necessárias pela organização, a partir das estratégias da
empresa, para a consecução dos seus objetivos. A partir dos objetivos e das
metas que os quantificam, tendo em conta as diretrizes que devem ser
seguidas, são definidos os indicadores apropriados.
II-OBJETIVO GERAIS
Contribuir para o desenvolvimento das competências requeridas dos alunos,
para que possam bem exercer seu papel, conforme definidas no Projeto
Pedagógico do Curso, em consonância com suas Diretrizes Curriculares
Nacionais.
III - OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Saber definir os quesitos de excelênciados sistemas de informações, conhecer
fundamentos teóricos da gestão da informação, do conhecimento, Inteligência
Competitiva e Inovação
IV-COMPETÊNCIAS
• Senso crítico e capacidade de contextualização
• Visão estratégica
• Pensamento sistêmico
• Orientação para processos
• Orientação para as necessidades do cliente
• Orientação para resultados
• Consciência ética e social
• Solução de problemas
• Trabalho em equipe
• Comunicação e expressão
V - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
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1. Fundamentos da Gestão da Informação
2. A informação e a estratégia da organização
3. A informação no processo decisório
4. Infraestrutura e Segurança para disponibilização das informações
VI - ESTRATÉGIA DE TRABALHO
As estratégias de ensino devem ser aquelas consideradas mais adequadas
para uma aprendizagem diferenciada dos assuntos relacionados ao conteúdo
programático, sendo mandatório que os discentes sempre tenham
conhecimento prévio dos assuntos de cada aula, bem como das orientações
para estudo prévio desses assuntos.
O desenvolvimento dos conteúdos programáticos previstos deverá fomentar o
raciocínio crítico dos discentes e, sempre que pertinente, levar em conta as
características/necessidades locais e regionais, bem como a articulação entre
teoria e prática.
Os alunos devem ser continuamente informados/atualizados sobre literatura,
vídeos e filmes, para além da bibliografia proposta, como forma de estimulo a
aprendizagem continuada e ao pensamento crítico.
VII - AVALIAÇÃO
As avaliações dos discentes são formadas por avaliações bimestrais e exames
finais, de acordo com os critérios e prazos definidos pela universidade. As
avaliações bimestrais podem ser compostas por vários fatores de avaliação, a
serem definidos pelos docentes, sendo exigida, no mínimo, uma prova
presencial bimestral, com peso relativo também definido pelos docentes.. Os
exames finais, obrigatoriamente, devem ser realizados exclusivamente por
meio de uma avaliação presencial.
VIII-BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
- OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças. Sistema de Informações
Gerenciais: estratégias, táticas, operacionais. 16 ed. São Paulo: Atlas,
2014. (também em versão digital). - CRUZ, Tadeu. Sistemas de Informações
Gerenciais: Tecnologias da Informação e as Organizações do Século XXI &
Introdução ao BPM & BPMS Introdução ao CMM-I. 4 ed. São Paulo: Atlas,
2014.
- TURBAN, Efrain; VOLONINO, Linda. Tecnologia da Informação para
Gestão: em busca do melhor desempenho estratégico e operacional.
Tradução: Aline Evers. Revisão técnica: Ângela Freitag Brodbeck. 8 ed. Porto.
Alegre: Bookman, 2013. (livro digital)
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
http://sec.unip.br/verificacao.aspx
VIRTUAL
LAUDON, K.C.; LAUDON, J.P. Sistemas de Informação Gerenciais. São
Paulo: Pearson, 2011.
Fundação Getúlio Vargas. Tecnologia da Informação e da Comunicação v1.
São Paulo: Pearson, 2011
Fundação Getúlio Vargas. Tecnologia da Informação e da Comunicação v2.
São Paulo: Pearson, 2011
COMPLEMENTAR
AUDY, J.L.N.; ALEXANDRE, G.K. Fundamentos de sistemas de informação.
São Paulo: Bookman, 2005.
BURGES, M. Princípios de Administração de Redes e Sistemas. Rio de
Janeiro: LTC, 2006.
GOMES, E.; BRAGA, F.. Inteligência Competitiva. São Paulo: Campus, 2002.
FIRONEC, S. Sinais Vitais. São Paulo: Makron. 1994.
O BRIEN, J.A. Sistemas de Informação e as Decisões Gerenciais na Era da
Internet. 2.ed.São Paulo: Saraiva, 2004
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
http://sec.unip.br/verificacao.aspx
UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP
REGULAMENTO
DAS
ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS
São Paulo
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
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^
IS
\^
REGULAMENTO DAS ATIVIDADES PRÁTICAS
SUPERVISIONADAS
Capítulo I
DA LEGISLAÇÃO
Art. 1o. O presente Regulamento normatiza a execução das Atividades
Práticas Supervisionadas da UNIP, obedecendo ao disposto na Lei n0 9.394,
de 20 de dezembro de 1996, no Parecer CNE/CES n° 571, de 04 de abril de
2001, no Parecer CNE/CES n° 261, de 09 de novembro de 2006, e na
Resolução CNE/CES n° 3, de 02 de julho de 2007.
Capítulo II
DA ORGANIZAÇÃO
Art. 2o. As Atividades Práticas Supervisionadas (APS) são atividades
acadêmicas desenvolvidas sob a orientação, supervisão e avaliação de
docentes e realizadas pelos discentes.
§ Único - As APS são previstas nos Projetos Pedagógicos dos Cursos.
Art. 3o. As APS constituem parte da carga horária das disciplinas às quais se
vinculam.
Art. 4o. Para efeitos deste Regulamento, as Atividades Práticas
Supervisionadas (APS) constarão de atividades de Biblioteca (frequência e
utilização), atividades relacionadas aos laboratórios (relatórios de experiências
e outras), trabalhos individuais ou em grupo determinados pelo professor,
trabalhos de iniciação científica, resolução de exercícios do Portal ou de listas,
programadas para serem supervisionadas pelos professores em
suas aulas.
§1° Para os cursos de licenciatura, acrescentam-se a essas atividades os
seminários de práticas e outras atividades inerentes às licenciaturas.
§2° - As APS são detalhadas nos Planos de Ensino das disciplinas às quais
se vinculam e aprovadas pela Coordenação de Curso, a quem compete
acompanhar o seu desenvolvimento.
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
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§3° - As APS são atividades acadêmicas desenvolvidas sob a orientação,
supervisão e avaliação de docentes, não cabendo o seu aproveitamento
como Atividades Complementares.
§4° - As APS são registradas em formulário próprio, obedecendo a
instruções e procedimentos específicos definidos pela Coordenação de Curso.
CAPÍTULO III
DA SUPERVISÃO E AVALIAÇÃO
Art. 5o. Cabe aos docentes responsáveis pelas APS supervisionar e avaliar o
desempenho dos alunos.
Art. 6o. Em cada semestre, o aluno deverá cumprir a quantidade de horas de
APS definida para seu curso.
§1° A comprovação da realização das APS, em cada semestre, será feita
mediante a entrega ou postagem do trabalho acompanhado da Ficha de
Supervisão da APS.
§2° Será atribuído um conceito semestral (Aprovado ou Reprovado) às APS.
Capítulo IV
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS
Art. 7o. As APS não podem ser utilizadas para reposição de aulas
presenciais não ministradas pelos docentes.
Art. 8o. Os casos omissos serão resolvidos pela Coordenação, em conjunto
com a Direção do Instituto ao qual se subordina o Curso, ouvidas as partes
interessadas.
Art. 9o. O presente Regulamento entra em vigor, após a sua aprovação pelos
órgãos colegiados superiores da Universidade.
São Paulo, 23 de março de 2015.
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
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PLANO DE ENSINO
CURSO: Administração
SÉRIE: 7 ° Semestre
DISCIPLINA: Pesquisa Operacional
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 03 horas/aula
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 60 horas/aula
I - EMENTA
Esta disciplina trata da pesquisa operacional como método científico de tomada de
decisões. Através da modelagem matemática dos complexos problemas
administrativos e de sua subsequente resolução o profissional pensa e toma
decisões em um mundo a cada dia mais globalizado e mutante, alterando seus
paradigmas.
II - OBJETIVOS GERAIS
Contribuir para o desenvolvimento das competências requeridas dos alunos,
conforme definidas no Projeto Pedagógico do Curso/PPC, em consonância com
as Diretrizes Curriculares Nacionais relacionadas.
III - OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Saber utilizar modelos matemáticos, simulações e outras ferramentas científicas
visando à correta alocação de recursos nas operações organizacionais
maximizando resultados e minimizando desperdícios.
IV-COMPETÊNCIAS
• Senso crítico e capacidade de contextualização
• Visão estratégica
• Pensamento sistêmico
• Orientação para resultados
• Consciência ética e social
• Solução de problemas
• Trabalho em equipe
• Comunicação e expressão
• Desenvolvimentopessoal
V - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
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1 - Introdução à Pesquisa Operacional - Modelagem
2 - Programação Linear
3 - Análise da Sensibilidade
4 - Problemas de Rede
VI - ESTRATÉGIA DE TRABALHO
As estratégias de ensino devem ser aquelas consideradas mais adequadas para
uma aprendizagem diferenciada dos assuntos relacionados ao conteúdo
programático, sendo mandatório que os discentes sempre tenham conhecimento
prévio dos assuntos de cada aula, bem como das orientações para estudo prévio
desses assuntos.
O desenvolvimento dos conteúdos programáticos previstos deverá fomentar o
raciocínio crítico dos discentes e, sempre que pertinente, levar em conta as
características/necessidades locais e regionais, bem como a articulação entre
teoria e prática.
Os alunos devem ser continuamente informados/atualizados sobre literatura,
vídeos e filmes, para além da bibliografia proposta, como forma de estimulo a
aprendizagem continuada e ao pensamento crítico.
VII - AVALIAÇÃO
As avaliações dos discentes são formadas por avaliações bimestrais e exames
finais, de acordo com os critérios e prazos definidos pela universidade. As
avaliações bimestrais podem ser compostas por vários fatores de avaliação, a
serem definidos pelos docentes, sendo exigida, no mínimo, uma prova presencial
bimestral, com peso relativo também definido pelos docentes. Os exames finais,
obrigatoriamente, devem ser realizados exclusivamente por meio de uma
avaliação presencial.
VIII - BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
COLIN, E. C. Pesquisa Operacional - 170 aplicações em Estratégia,
Finanças, Logística, Produção, Marketing e Vendas. 2a ed. São Paulo: Editora
Atlas, 2017
LACHTERMACHER, G. Pesquisa Operacional na Tomada de Decisões. 5a ed.
São Paulo: LTC, 2016
VIRGILLITO, S. B. Pesquisa Operacional. São Paulo: Saraiva, 2017.
VIRTUAL
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
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BARBOSA, M. A.; ZANARDINI, R. A. D. Iniciação à Pesquisa Operacional no
ambiente de Gestão. 3a ed. Curitiba: Intersaberes, 2015.
TAHA, H. A. Pesquisa Operacional. 8a ed. São Paulo: Pearson Pretice Hall,
2008.
COMPLEMENTAR
ABENSUR, E. O. Pesquisa Operacional para Cursos de Engenharia de
Produção. São Paulo: Blucher, 2018
ANDRADE, E. L. Introdução a Pesquisa Operacional: Métodos e Modelos para
Análise de Decisões. São Paulo: LTC, 2015
CORRAR, Luiz J. e THEÓPHILO, Carlos Renato. Pesquisa Operacional. São
Paulo, Atlas, 2008.
LIEBERMAN, G. J.; HILLIER, F. S. Introdução à Pesquisa Operacional. 2a ed.
Porto Alegre: AMGH Editora, 2013
PASSOS, E. J. P. F. Programação Linear - Como instrumento da Pesquisa
Operacional. São Paulo: Editora Atlas, 2008
YANASSE, H. H.; ARENALES, M.; MORABITO, R.; ARMENTANO, V. A.
Pesquisa Operacional. 2a ed. São Paulo: Elsevier, 2015
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PLANO DE ENSINO
CURSO: Administração
SÉRIE: 7o semestre
DISCIPLINA: Governança Corporativa
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 03 horas/aula
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 60 horas/aula
I-EM EN TA
Esta disciplina trata do que vem a ser a governança corporativa, seus
princípios, sua necessidade e das principais práticas requeridas dos seus
principais agentes. Trata também do que é uma má governança e dos novos
desafios da boa governança.
II - OBJETIVOS GERAIS
Contribuir para o desenvolvimento das competências requeridas dos alunos,
conforme definidas no Projeto Pedagógico do Curso/PPC, em consonância
com as Diretrizes Curriculares Nacionais relacionadas.
III - OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Saber o significado e os principais princípios da governança corporativa, sua
importância/necessidade e como deve ser praticada, por meio de seus
principais agentes
IV - COMPETÊNCIAS
• Senso crítico e capacidade de contextualização
• Visão estratégica
• Pensamento sistêmico
• Orientação para processos
• Orientação para as necessidades do cliente
• Orientação para resultados
• Consciência ética e social
• Solução de problemas
• Trabalho em equipe
• Comunicação e expressão
• Desenvolvimento pessoal
V - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1 - O que é a governança corporativa
2 - Princípios da governança corporativa
3 - 0 imperativo da governança corporativa
4 - Principais atribuições/responsabilidades dos agentes da governançr
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corporativa
5 - Quando a governança corporativa não cumpre os seus papéis
6 - Novos desafios da governança corporativa
VI - ESTRATÉGIA DE TRABALHO
As estratégias de ensino devem ser aquelas consideradas mais adequadas
para uma aprendizagem diferenciada dos assuntos relacionados ao conteúdo
programático, sendo mandatório que os discentes sempre tenham
conhecimento prévio dos assuntos de cada aula, bem como das orientações
para estudo prévio desses assuntos.
O desenvolvimento dos conteúdos programáticos previstos deverá fomentar o
raciocínio crítico dos discentes e, sempre que pertinente, levar em conta as
características/necessidades locais e regionais, bem como a articulação entre
teoria e prática.
Os alunos devem ser continuamente informados/atualizados sobre literatura,
vídeos e filmes, para além da bibliografia proposta, como forma de estimulo a
aprendizagem continuada e ao pensamento crítico.
VII - AVALIAÇÃO
As avaliações dos discentes são formadas por avaliações bimestrais e exames
finais, de acordo com os critérios e prazos definidos pela universidade. As
avaliações bimestrais podem ser compostas por vários fatores de avaliação, a
serem definidos pelos docentes, sendo exigida, no mínimo, uma prova
presencial bimestral, com peso relativo também definido pelos docentes.. Os
exames finais, obrigatoriamente, devem ser realizados exclusivamente por
meio de uma avaliação presencial.
VIII - BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
ROSSETTI, J.P.; ANDRADE, A. Governança corporativa: fundamentos,
desenvolvimento e tendências. 7a ed. São Paulo: Atlas, 2014
SILVEIRA, A.D.M. Governança corporativa no Brasil e no mundo: teoria e
prática. 2a ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015
INSTITUTO BRASILEIRO DE GOVERNANÇA CORPORATIVA. Código das
melhores práticas de governança corporativa. 5a ed. São Paulo: IBGC,
2015 (*)
VIRTUAL
ROSSETTI, J.P.; ANDRADE, A. Governança corporativa: fundamentos,
desenvolvimento e tendências. 7a ed. São Paulo: Atlas, 2014
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
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INSTITUTO BRASILEIRO DE GOVERNANÇA CORPORATIVA. Código das
melhores práticas de governança corporativa. 5a ed. São Paulo: IBGC,
2015 (*)
INSTITUTO BRASILEIRO DE GOVERNANÇA CORPORATIVA. Modelo de
regimento interno de conselho de administração. São Paulo: IBGC, 2008 (*)
INSTITUTO BRASILEIRO DE GOVERNANÇA CORPORATIVA. Guia de
orientação para melhores práticas de comitês de auditoria. São Paulo:
IBGC. 2009 (*)
INSTITUTO BRASILEIRO DE GOVERNANÇA CORPORATIVA.
Monitoramento de desempenho empresarial. São Paulo: IBGC, 2017 (*)
COMPLEMENTAR
SILVA, E.C. Governança corporativa nas empresas: guia prático de
orientação para acionistas, investidores, conselheiros de administração,
executivos, gestores, analistas de mercado e pesquisadores. 4a ed. São
Paulo: Atlas, 2016
INSTITUTO BRASILEIRO DE GOVERNANÇA CORPORATIVA. Modelo de
regimento interno de conselho de administração. São Paulo: IBGC, 2008 (*)
INSTITUTO BRASILEIRO DE GOVERNANÇA CORPORATIVA. Guia de
orientação para melhores práticas de comitês de auditoria. São Paulo:
IBGC (*)
INSTITUTO BRASILEIRO DE GOVERNANÇA CORPORATIVA.
Monitoramento de desempenho empresarial. São Paulo: IBGC, 2017 (*)
ASSI, M. Governança, riscos e compliance: mudando a conduta nos
negócios. São Paulo: Saint Paul Editora, 2018.
(*) Publicações disponíveis no site www.ibgc.org.br. Acesso livre
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PLANO DE ENSINO
CURSO: Administração
SÉRIE: 7oSemestre
DISCIPLINA: Gestão Mercadológica
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 03 horas/aula
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 60 horas/aula
I - EMENTA
Esta disciplina trata do entendimento do que vem a ser o marketing e de sua
aplicação, logo, trata de compreender os tipos, as orientações, e os compostos
de marketing (4Ps). Ela trata ainda da importância da segmentação de
mercado, da pesquisa de marketing, do ciclo de vida do produto e do
desenvolvimento de novos produtos, da diferenciação e posicionamento, da
embalagem e rotulagem, e da precificação do produto/serviço frente aos
diferentes tipos de varejo. Por fim, compreenderá Gestão de Marcas (Branding)
e da Comunicação Integrada.
I I - OBJETIVOS GERAIS
Contribuir para o desenvolvimento das competências requeridas dos alunos,
para que possam bem exercer o papel de administradores, conforme definidas
no Projeto Pedagógico do Curso/PPC, em consonância com as Diretrizes
Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Administração - Resolução
n.o 4/2005 - CNE/CES.
III- OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Saber as funções da administração comercial e de marketing nas
organizações, sua utilidade e os resultados delas esperados. Afinal, o papel do
marketing é levar o produto certo, para o cliente certo, na hora certa e nas
condições certas.
I V - COMPETÊNCIAS
• Senso crítico e capacidade de contextualização
• Visão estratégica
• Pensamento sistêmico
• Orientação para processos
• Orientação para as necessidades do cliente
• Orientação para resultados
• Consciência ética e social
• Solução de problemas
• Trabalho em equipe
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Comunicação e expressão
• Desenvolvimento pessoal
• Orientação para o empreendedorismo
V - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Entendimentos e aplicações do Marketing.
2. Pesquisa de Marketing: coleta de informações, análise do ambiente e
entrega de valor.
3. Análise dos mercados consumidores e Planejamento de Marketing.
Posicionamento e diferenciação.
4. Gestão de Marcas.
5. Ciclo de Vida do Produto e Lançamento de Novos Produtos.
6. Comunicação Estratégica de Marketing, Marketing Digital e a Avaliação
do desempenho das ações de mercadológicas.
V I- ESTRATÉGIA DE TRABALHO
As estratégias de ensino devem ser aquelas consideradas mais adequadas
para uma aprendizagem diferenciada dos assuntos relacionados ao conteúdo
programático, sendo mandatório que os discentes sempre tenham
conhecimento prévio dos assuntos de cada aula, bem como das orientações
para estudo prévio desses assuntos.
O desenvolvimento dos conteúdos programáticos previstos deverá fomentar o
raciocínio crítico dos discentes, e sempre que pertinente, levar em conta as
características/necessidades locais e regionais, bem como a articulação entre
teoria e prática. Senso assim, recomenda-se:
• Aulas expositivas e debates.
• Desenvolvimento de trabalhos individuais e/ou em grupo.
• Realização de seminários em grupo.
VII - AVALIAÇÃO
As avaliações dos discentes são formadas por avaliações bimestrais e exame
final, de acordo com os critérios e prazos definidos pela universidade. As
avaliações bimestrais podem ser compostas por vários fatores de avaliação, a
serem definidos pelo docente, sendo exigida, no mínimo, uma prova presencial
bimestral escrita, com peso relativo também definido pelo docente. O exame
final, obrigatoriamente, deve ser realizado exclusivamente por meio de uma
avaliação escrita.
Todas as avaliações deverão ser consideradas como "mais” uma oportunidade
de aprendizagem.
VIII - BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
http://sec.unip.br/verificacao.aspx
KOTLER, Philip: KELLER, Michael. Administração de Marketing. 14 ed. São
Paulo: Pearson Prentice Hall. 2013.
GUISSONI, Leandro Angotti; NEVES, Marcos Fava. Métricas para
comunicação e marketing. São Paulo: Atlas, 2015.
VIEIRA, Valter Afonso. Escalas em Marketing: métricas de resposta do
consumidor e de desempenho empresarial. São Paulo: Atlas, 2011.
VIRTUAL
CHURCHILL JR, Gilbert A.; BROWN, Tom J.; SUTER, Tracy A. Pesquisa
básica de marketing. São Paulo Cengage, 2012.
FERRELL, O. C.; HARTLINE, Michael D.. Estratégia de Marketing. 6 ed. Sao
Paulo: Cengage, 2017.
GIGLIO, Ernesto Michelangelo. Comportamento do consumidor. 4 ed. São
Paulo: Cengage, 2011.
NAGLE, Thomas T. HOGAN, John E. Estratégia e táticas de preço: um guia
para crescer com lucratividade. 4 ed., São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007.
ZIKMUND, William G.; BADIN, Barry J.. Princípios da pesquisa de marketing.
São Paulo: Cengage, 2012.
COMPLEMENTAR
GOMES DA SILVA, Fábio; ZAMBON, Marcelo Socorro. Gestão do
Relacionamento com o Cliente. 3 ed. rev. e ampl. São Paulo: Cengage, 2015.
KOTLER, Philip; ARMSTRONG, Gary. Princípios de marketing. 12 ed. São
Paulo: Pearson Prentice Hall, 2008.
KOTLER, Philip; HAYES, Thomas; BLOOM, Paul N. Marketing de serviços
profissionais.
REZ, Rafael. Marketing de conteúdo: a moeda do século XXI. São Paulo: DVS
Editora, 2016.
TURCHI, Sandra R. Estratégias de marketing digital e e-commerce. São
Paulo: Atlas, 2000.
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ESTUDOS DISCIPLINARES
Justificativa
Considerando as mudanças introduzidas no cenário da avaliação da
educação superior, com a promulgação da Lei n. 10.861/2004, notadamente
a partir da divulgação dos resultados do ENADE 2006, a Universidade
Paulista vem mobilizando a inteligência institucional aliada aos recursos
oferecidos pela Tecnologia da Informação e da Comunicação (TIC), na
perspectiva de aperfeiçoar sua metodologia de ensino e sua proposta
didático-pedagógica.
Esse aperfeiçoamento se materializa no âmbito dos cursos de graduação, por
meio de uma contínua reflexão sobre os resultados das avaliações internas,
produzidas pela CPA e NDE, e externas conduzidas pelo INEP, SESu,
SETEC e SEED.
Associa-se a esse fato a necessidade de adequar os projetos pedagógicos
dos cursos de graduação aos ditames das Resoluções CNE/CES nos. 2 e 3,
ambas editadas em 2007, e da Resolução CNE/CES n°. 4/2009, a primeira e
a última fixando a carga horária dos bacharelados e a segunda determinando
que a carga horária dos cursos deve ser contabilizada em horas.
Dentre outras medidas emergiu dessa reflexão a necessidade de introduzir
no currículo dos cursos de graduação, unidades de estudos diferenciadas
que contribuam para o desenvolvimento de competências e habilidades
interdisciplinares. Nesse contexto estão inseridos os Estudos Disciplinares
(ED fundamentado no inciso II, do Art. 53 da Lei n. 9.394/96
Art. 53. No exercício de sua autonomia, são asseguradas às
universidades, sem prejuízo de outras, as seguintes atribuições:
I - criar, organizar e extinguir, em sua sede, cursos e programas de
educação superior previstos nesta Lei, obedecendo às normas
gerais da União e, quando for o caso, do respectivo sistema de ensino;
II - fixar os currículos dos seus cursos e programas, observadas as
diretrizes gerais pertinentes;(g.n)
e nos princípios norteadores das Diretrizes Curriculares Nacionais para os
cursos de graduação postulados nos Pareceres CNE/CES ns. 776/97,
583/2001 e 67/2003
(...)
1) Assegurar às instituições de ensino superior ampla liberdade na
composição da carpa horária a ser cumprida para a inteqralização dos
currículos, assim como na especificação das unidades de estudos a
serem ministradas;(q. n.)
2. indicar os tópicos ou campos de estudos e demais experiências de
ensino-aprendizaqem que comporão os currículos, evitando ao
máximo a fixação de conteúdos específicos com cargas horár
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determinadas, os quais não poderão exceder 50% da carga horária
total dos cursos;(g.n.)
(...)
4) Incentivar uma sólida formação geral, necessária para que o futuro
graduado possa vir a superar os desafios de renovadas condições de
exercício profissional e de produção do conhecimento,permitindo
variados tipos de formação e habilitações diferenciadas em um mesmo
programa; (g.n)
5) Estimular práticas de estudo independente, visando uma
progressiva autonomia profissional e intelectual do aluno; (g.n)
Universidade Paulista - UNIP
Regulamento dos Estudos Disciplinares
CAPÍTULO I
DA CONCEPÇÃO, CARGA HORÁRIA E OBJETIVOS
Art. 1o. O presente Regulamento normatiza a execução dos Estudos
Disciplinares (ED), constituídos por um conjunto específico de unidade de
estudos, ao abrigo do que dispõe o inciso II do Art. 53, da Lei n. 9.394 de 20
de dezembro de 1996 (LDBEN), observadas as Orientações para as
Diretrizes Curriculares dos Cursos de Graduação emanadas do Conselho
Nacional de Educação, nos termos do Parecer CNE/CES n°. 776, de 13 de
dezembro de 1997, do Parecer CNE/CES n°. 583, de 4 de abril de 2001 e do
Parecer CNE/CES n°. 67 de 11 de março de 2003.
Art. 2o. Os Estudos Disciplinares são unidades de estudos de caráter
obrigatório nos cursos de graduação da Universidade Paulista (UNIP),
constituindo um eixo estruturante de formação inter e multidisciplinar que
perpassa todos os períodos dos cursos.
Art. 3o. A carga horária dos Estudos Disciplinares é definida no projeto
pedagógico de cada curso, considerando suas especificidades.
Art. 4o. São objetivos dos Estudos Disciplinares:
a. propiciar uma sólida formação geral, necessária para que o futuro
graduado possa vir a superar os desafios de renovadas condições de
exercício profissional e de produção do conhecimento;
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b. prover o aluno de graduação de competências e habilidades
específicas para abordar, com visão inter e multidisciplinar, problemas
de sua área de atuação profissional, com grau crescente de
complexidade à medida em que ele progride em sua formação;
c. proporcionar aos estudantes oportunidades para estabelecer conexões
entre as diferentes áreas do conhecimento visando a solução de
problemas;
d. estimular práticas de estudo independente, visando uma progressiva
autonomia profissional e intelectual do aluno.
CAPÍTULO II
DA OPERACIONALIZAÇÃO
Art. 5o. Os ED utilizam a resolução sistemática de exercícios, indutores do
desenvolvimento das competências e habilidades para sua área de formação.
§ 1°. Os exercícios abordam, inicialmente, conteúdos de formação geral, e à
medida que o aluno avança na sua matriz curricular, esses conteúdos são
progressivamente substituídos por outros de formação específica, de cunho
interdisciplinar, envolvendo diferentes campos do saber.
§2°. Os conteúdos abordados nos Estudos Disciplinares devem ter por base
as Diretrizes Curriculares e o Projeto Pedagógico do Curso.
Art. 6o. Os Estudos Disciplinares serão desenvolvidos com recursos
educacionais combinados do ensino presencial e da educação a distância,
utilizando, entre outros, a plataforma de Tecnologia de Informação e
Comunicação da UNIP.
CAPÍTULO III
DA SUPERVISÃO E AVALIAÇÃO
Art. 7o. Caberá aos docentes responsáveis pelos ED supervisionar e avaliar o
desempenho dos alunos.
Art. 8o. A avaliação de desempenho dos alunos nos Estudos Disciplinares
resultará da combinação do seu aproveitamento nas diferentes atividades.
§ 1°. O aproveitamento dos Estudos Disciplinares de que trata o caput deste
artigo poderá ser aferido mediante a aplicação de provas.
§2°. Será atribuído um conceito semestral (Aprovado ou Reprovado) aos
Estudos Disciplinares.
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Art. 9o. A frequência do aluno nos Estudos Disciplinares resultará da
apuração combinada da presença nas atividades presenciais e naquelas
realizadas a distância.
Parágrafo Único - Nas atividades a distância, a frequência será controlada
por meio dos acessos e do tempo de permanência do aluno na Plataforma
Digital da UNIP.
CAPÍTULO IV
DA DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS
Art. 10°. Os casos omissos serão resolvidos pela Coordenação do Curso,
em conjunto com a Direção do Instituto ao qual se vincula, ouvidas as partes
interessadas.
Art. 11°. As disposições do presente Regulamento poderão ser alteradas por
deliberação do Colegiado de Curso com a anuência dos órgãos colegiados
superiores da Universidade.
Art. 12°. O presente Regulamento entra em vigor a partir do ano de 2010,
após a sua aprovação dos órgãos colegiados superiores da Universidade.
São Paulo, 23 de março de 2015.
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PLANO DE ENSINO
CURSO: Administração
SÉRIE: 7o semestre
DISCIPLINA: Tópicos de Atuação Profissional - Administração - Oferecida
em EAD
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 1,5 horas/aula
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 30 horas/aula
I - EMENTA
Esta disciplina trata de discutir a relação teoria-prática diante de casos
concretos de atuação profissional do graduado em administração de empresas.
Aborda também as atribuições legais e as modificações impostas pelo mercado
de trabalho em função da globalização e da necessidade de inovação na
organização. Mostra, inclusive, como o profissional desta área deve dar
continuidade ao processo de aprendizado, por meio da elaboração de um plano
de carreira individual, constituindo-se assim no objetivo final para o futuro
administrador.
II - OBJETIVOS GERAIS
Contribuir para o desenvolvimento das competências requeridas dos alunos,
conforme definidas no Projeto Pedagógico do Curso/PPC, em consonância
com as Diretrizes Curriculares Nacionais relacionadas.
III - OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Saber planejar a carreira e as transições profissionais para aproveitar-se das
oportunidades do mercado trabalho.
IV-COMPETÊNCIAS
• Senso crítico e capacidade de contextualização
• Visão estratégica
• Pensamento sistêmico
• Orientação para resultados
• Consciência ética e social
• Solução de problemas
• Trabalho em equipe
• Comunicação e expressão
• Desenvolvimento pessoal
• Orientação para o empreendedorismo
V - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
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1. Projeto de Vida e Plano de Carreira Pessoal
2. Possibilidades de carreira - autônomo e empregado
3. Fases e Ciclos de carreira
4. Autoconhecimento e planejamento de carreira
5. Trajetória Profissional: Consolidação, Rupturas e Transições
6. Alavancagem Profissional
VI - ESTRATÉGIA DE TRABALHO
A disciplina será desenvolvida por meio de conteúdos interativos via internet.
VII - AVALIAÇÃO
• Duas provas bimestrais de aplicação do conteúdo exposto.
• A média do semestre será calculada de acordo com o Regimento da IES.
VIII-BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
DUTRA, J. S. Gestão de carreiras - a pessoa, a organização e as
oportunidades. São Paulo: Atlas, 2017.
DUTRA, J.S. DUTRA, T. A. Gestão do processo sucessório. São Paulo:
Atlas, 2016.
OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças. Coaching, mentoring e counseling.
São Paulo: Atlas, 2018.
VIRTUAL
MELO, Paulo et all. Marketing pessoal e empregabilidade: do planejamento
de carreira ao networking. 1a Ed., São Paulo: Erica, 2014.
OLIVEIRA. Djalma de Paulo Rebouças de. Como elaborar um plano de
carreira para ser um profissional bem-sucedido. 3a Ed., São Paulo: Atlas,
2018.
VERAS, Marcelo H. D. Gestão de carreiras e competências empresariais -
100 dicas práticas. São Paulo: Atlas, 2014.
COMPLEMENTAR
DUTRA, J. S. Competências - conceitos, instrumentos e experiências. São
Paulo: Atlas, 2017.
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
http://sec.unip.br/verificacao.aspx
V1
S\
GOMES, D. F. N.; BARBOSA, R. P.; MORAES, K. S.; TREVISAN, L. N.
Âncoras de carreiras: revisão do conceito de mobilidade a partir de estudo com
egressos do curso de administração em dois momentos - 2007 e 2010. Revista
de Carreiras e Pessoas, 03(1)50-62, 2013.
GOMES, D. F. N.; SALA, SALA, O. T. M.; TIEPPO, C. E. ; TREVISAN, L. N.
Âncoras e metáforas de carreiras entre universitários. Revista Pensamento
Contemporâneo em Administração, 6(4), 106-123, 2012.MARION, A. Manual de coaching - guia prático de formação profissional.
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SCHUSTER, M. de S.; DIAS, V da V. Plano de carreira nos sistemas de gestão
público e privado: uma discussão a luz das teorias motivacionais. Revista de
Administração IMED, Vol 2, Iss 1, Pp 1-17, 2016.
PERIÓDICOS/SITES DE PESQUISA
http://exame.abril.com.br/carreira/.
https://q 1 .qlobo.com/economia/pme/peauenas-empresas-qrandes-neqocios/
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Empregos e carreiras:
http://classificados1 .folha. uol.com.br/empreqos?cmpid=submenutopo.
http://www.valor.com.br/carreira.
www.crasp.qov.br/.
http://www.correiobraziliense.com.br/euestudante/Carreira/
http://www.quiadacarreira.com.br/
http://q1 .qlobo.com/educacao/quia-de-carreiras/.
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PLANO DE ENSINO
CURSO: Administração
SÉRIE: 7o semestre
DISCIPLINA: Liderança: Atributos e Atribuições
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 03 horas/aula
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 60 horas/aula
I - EMENTA
Esta disciplina trata da importância dos atributos, das características, qualidades e
habilidades de um líder para realizar tarefas no ambiente organizacional e do
modo que tais atributos se relacionam com os diversos papéis que o líder
desenvolve para atender suas funções. Trata, também, das práticas requeridas da
alta direção para exercício da liderança,
II-OBJETIVOS GERAIS
São objetivos gerais desta disciplina, contribuir para o desenvolvimento das
competências requeridas dos alunos, para que possam bem exercer o papel de
administradores, conforme definidas no Projeto Pedagógico do Curso/PPC, em
consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em
Administração - Resolução n.o 4/2005 - CNE/CES.
III - OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Saber as competências requeridas dos líderes enquanto pessoas e as atribuições
normalmente esperadas da alta direção das organizações, enquanto equipe
dirigente.
IV-COMPETÊNCIAS
• Senso crítico e capacidade de contextualização
• Visão estratégica
• Pensamento sistêmico
• Orientação para processos
• Orientação para as necessidades do cliente
• Orientação para resultados
• Consciência ética e social
• Solução de problemas
• Trabalho em equipe
• Comunicação e expressão
• Desenvolvimento pessoal
• Influenciar pessoas
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V - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Atribuições de liderança da alta gestão
2. Como liderar?
3. Novas competências do líder 4.0
4. O que importa é resultado
VI - ESTRATÉGIA DE TRABALHO
As estratégias de ensino devem ser aquelas consideradas mais adequadas para
uma aprendizagem diferenciada dos assuntos relacionados ao conteúdo
programático, sendo mandatório que os discentes sempre tenham conhecimento
prévio dos assuntos de cada aula, bem como das orientações para estudo prévio
desses assuntos.
O desenvolvimento dos conteúdos programáticos previstos deverá fomentar o
raciocínio crítico dos discentes e, sempre que pertinente, levar em conta as
características/necessidades locais e regionais, bem como a articulação entre
teoria e prática.
Os alunos devem ser continuamente informados/atualizados sobre literatura,
vídeos e filmes, para além da bibliografia proposta, como forma de estimulo a
aprendizagem continuada e ao pensamento crítico.
VII - AVALIAÇÃO
As avaliações dos discentes são formadas por avaliações bimestrais e exames
finais, de acordo com os critérios e prazos definidos pela universidade. As
avaliações bimestrais podem ser compostas por vários fatores de avaliação, a
serem definidos pelos docentes, sendo exigida, no mínimo, uma prova presencial
bimestral, com peso relativo também definido pelos docentes. Os exames finais,
obrigatoriamente, devem ser realizados exclusivamente por meio de uma
avaliação presencial.
V III- BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
COLLINS, Jim. Empresas feitas para vencer (good to great) porque apenas
algumas empresas brilham. São Paulo: HSM Editora, 2013.
CORRÊA, Cristiane. Vicente Falconi - o que importa é o resultado. São Paulo:
Primeira Pessoa, 2017.
MAGALDI, Sandro; SABILI NETO, José. Gestão do Amanhã. São Paulo: Gente,
2018.
VIRTUAL
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
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BANAS QUALIDADE. Vicente Falconi - Usando o PDCA focado em
resultados. Rio de Janeiro: 2015, p.28
www.banasqualidade.com.br/revista/online/edicao-271
FUNDACAO PRÊMIO NACIONAL DA QUALIDADE. Cadernos de excelência:
liderança. FNQ - Fundação Nacional da Qualidade ISBN 978-85-60362-43-1 *
GOLEMAN, Daniel. Liderança - A inteligência emocional na formação do líder
de sucesso. Rio de Janeiro: Objetiva, 2015.
KOFMAN, Fred. Liderança e propósito: O novo líder e o real significado do
sucesso. Rio de Janeiro: Harper Colins, 2018
COMPLEMENTAR
FUNDAÇÃO PRÊMIO NACIONAL DA QUALIDADE. Critérios de excelência: o
estado da arte da gestão para a excelência de desempenho e aumento da
competitividade. São Paulo: FNQ, 2010.
______ . Guia prático Como desenvolver a liderança transformadora. São
Paulo: FNQ, 2019.
MENDONÇA, M.C.F.; NOVO, D.V.; CARVALHO, R. Gestão e liderança. Rio de
Janeiro: Editora FGV, 2014.
QUINN, R. E.; THOMPSON, M.P.; FAERMAN, S.R.; MACGRANTH, M.
Competências gerenciais: princípios e aplicações. Rio de Janeiro: Campus,
2004.
SOBRAL, F. & PECI, A., Administração: teoria e prática no contexto brasileiro.
2a edição. São Paulo: Pearson, 2013.
(*) eBooks, disponíveis para consulta livre em www.fnq.orq.br
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
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ESTUDOS DISCIPLINARES
Justificativa
Considerando as mudanças introduzidas no cenário da avaliação da
educação superior, com a promulgação da Lei n. 10.861/2004, notadamente
a partir da divulgação dos resultados do ENADE 2006, a Universidade
Paulista vem mobilizando a inteligência institucional aliada aos recursos
oferecidos pela Tecnologia da Informação e da Comunicação (TIC), na
perspectiva de aperfeiçoar sua metodologia de ensino e sua proposta
didático-pedagógica.
Esse aperfeiçoamento se materializa no âmbito dos cursos de graduação, por
meio de uma contínua reflexão sobre os resultados das avaliações internas,
produzidas pela CPA e NDE, e externas conduzidas pelo INEP, SESu,
SETEC e SEED.
Associa-se a esse fato a necessidade de adequar os projetos pedagógicos
dos cursos de graduação aos ditames das Resoluções CNE/CES nos. 2 e 3,
ambas editadas em 2007, e da Resolução CNE/CES n°. 4/2009, a primeira e
a última fixando a carga horária dos bacharelados e a segunda determinando
que a carga horária dos cursos deve ser contabilizada em horas.
Dentre outras medidas emergiu dessa reflexão a necessidade de introduzir
no currículo dos cursos de graduação, unidades de estudos diferenciadas
que contribuam para o desenvolvimento de competências e habilidades
interdisciplinares. Nesse contexto estão inseridos os Estudos Disciplinares
(ED fundamentado no inciso II, do Art. 53 da Lei n. 9.394/96
Art. 53. No exercício de sua autonomia, são asseguradas às
universidades, sem prejuízo de outras, as seguintes atribuições:
I - criar, organizar e extinguir, em sua sede, cursos e programas de
educação superior previstos nesta Lei, obedecendo às normas
gerais da União e, quando for o caso, do respectivo sistema de ensino;
II - fixar os currículos dos seus cursos e programas, observadas as
diretrizes gerais pertinentes;(g.n)
e nos princípios norteadores das Diretrizes Curriculares Nacionais para os
cursos de graduação postulados nos Pareceres CNE/CES ns. 776/97,
583/2001 e 67/2003
(...)
1) Assegurar às instituições de ensino superior ampla liberdade na
composição da carga horária a ser cumprida para a inteoralização dos
currículos, assim como na especificação das unidades de estudos a
serem ministradas;(g. n.)
2. indicar os tópicos ou campos de estudos e demais experiênciasde
ensino-aprendizagem gue comporão os currículos, evitando ao
máximo a fixação de conteúdos específicos com cargas horár
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determinadas, os quais não poderão exceder 50% da carga horária
total dos cursos;(g.n.)
( . . . )
4) Incentivar uma sólida formação geral, necessária para que o futuro
graduado possa vir a superar os desafios de renovadas condições de
exercício profissional e de produção do conhecimento, permitindo
variados tipos de formação e habilitações diferenciadas em um mesmo
programado.n)
5) Estimular práticas de estudo independente, visando uma
progressiva autonomia profissional e intelectual do alunodo.n)
Universidade Paulista - UNIP
Regulamento dos Estudos Disciplinares
CAPÍTULO I
DA CONCEPÇÃO, CARGA HORÁRIA E OBJETIVOS
Art. 1o. O presente Regulamento normatiza a execução dos Estudos
Disciplinares (ED), constituídos por um conjunto específico de unidade de
estudos, ao abrigo do que dispõe o inciso II do Art. 53, da Lei n. 9.394 de 20
de dezembro de 1996 (LDBEN), observadas as Orientações para as
Diretrizes Curriculares dos Cursos de Graduação emanadas do Conselho
Nacional de Educação, nos termos do Parecer CNE/CES n°. 776, de 13 de
dezembro de 1997, do Parecer CNE/CES n°. 583, de 4 de abril de 2001 e do
Parecer CNE/CES n°. 67 de 11 de março de 2003.
Art. 2o. Os Estudos Disciplinares são unidades de estudos de caráter
obrigatório nos cursos de graduação da Universidade Paulista (UNIP),
constituindo um eixo estruturante de formação inter e multidisciplinar que
perpassa todos os períodos dos cursos.
Art. 3o. A carga horária dos Estudos Disciplinares é definida no projeto
pedagógico de cada curso, considerando suas especificidades.
Art. 4o. São objetivos dos Estudos Disciplinares:
a. propiciar uma sólida formação geral, necessária para que o futuro
graduado possa vir a superar os desafios de renovadas condições de
exercício profissional e de produção do conhecimento;
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b. prover o aluno de graduação de competências e habilidades
específicas para abordar, com visão inter e multidisciplinar, problemas
de sua área de atuação profissional, com grau crescente de
complexidade à medida em que ele progride em sua formação;
c. proporcionar aos estudantes oportunidades para estabelecer conexões
entre as diferentes áreas do conhecimento visando a solução de
problemas;
d. estimular práticas de estudo independente, visando uma progressiva
autonomia profissional e intelectual do aluno.
CAPÍTULO II
DA OPERACIONALIZAÇÃO
Art. 5o. Os ED utilizam a resolução sistemática de exercícios, indutores do
desenvolvimento das competências e habilidades para sua área de formação.
§1°. Os exercícios abordam, inicialmente, conteúdos de formação geral, e à
medida que o aluno avança na sua matriz curricular, esses conteúdos são
progressivamente substituídos por outros de formação específica, de cunho
interdisciplinar, envolvendo diferentes campos do saber.
§2°. Os conteúdos abordados nos Estudos Disciplinares devem ter por base
as Diretrizes Curriculares e o Projeto Pedagógico do Curso.
Art. 6o. Os Estudos Disciplinares serão desenvolvidos com recursos
educacionais combinados do ensino presencial e da educação a distância,
utilizando, entre outros, a plataforma de Tecnologia de Informação e
Comunicação da UNIP.
CAPÍTULO III
DA SUPERVISÃO E AVALIAÇÃO
Art. 7o. Caberá aos docentes responsáveis pelos ED supervisionar e avaliar o
desempenho dos alunos.
Art. 8o. A avaliação de desempenho dos alunos nos Estudos Disciplinares
resultará da combinação do seu aproveitamento nas diferentes atividades.
§ 1° . O aproveitamento dos Estudos Disciplinares de que trata o caput deste
artigo poderá ser aferido mediante a aplicação de provas.
§2°. Será atribuído um conceito semestral (Aprovado ou Reprovado) aos
Estudos Disciplinares.
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Art. 9o. A frequência do aluno nos Estudos Disciplinares resultará da
apuração combinada da presença nas atividades presenciais e naquelas
realizadas a distância.
Parágrafo Único - Nas atividades a distância, a frequência será controlada
por meio dos acessos e do tempo de permanência do aluno na Plataforma
Digital da UNIP.
CAPÍTULO IV
DA DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS
Art. 10°. Os casos omissos serão resolvidos pela Coordenação do Curso,
em conjunto com a Direção do Instituto ao qual se vincula, ouvidas as partes
interessadas.
Art. 11°. As disposições do presente Regulamento poderão ser alteradas por
deliberação do Colegiado de Curso com a anuência dos órgãos colegiados
superiores da Universidade.
Art. 12°. O presente Regulamento entra em vigor a partir do ano de 2010,
após a sua aprovação dos órgãos colegiados superiores da Universidade.
São Paulo, 23 de março de 2015.
RA D8067D1. Código para verificação: 20231186172
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PLANO DE ENSINO
CURSO: Administração
SÉRIE: 8o Semestre
DISCIPLINA: Atividades Complementares
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 300 horas/aula
I - EMENTA
As Atividades Complementares são componentes curriculares que possibilitam
o reconhecimento, por avaliação, de habilidades, conhecimentos e
competências do aluno, inclusive adquiridas fora do ambiente escolar, incluindo
a prática de estudos e atividades independentes, transversais, opcionais, de
interdisciplinaridade, especialmente nas relações com o mudo do trabalho e
com as ações de extensão junto à comunidade.
Produções bibliográficas, visitas a centros culturais, visitas técnicas, palestras,
simpósios, cursos e seminários, leituras, participação em projetos sociais e
freqüência a peças teatrais e mostras cinematográficas, fazem parte das
Atividades Complementares.
II - OBJETIVOS GERAIS
Complementar a formação profissional, cultural e cívica do aluno pela
realização de atividades extracurriculares obrigatórias, presenciais ou a
distância.
III - OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Contribuir para que a formação do futuro egresso seja generalista, humanista,
crítica e reflexiva.
Despertar o interesse dos alunos para temas sociais, ambientais e culturais.
Estimular a capacidade analítica do aluno na argumentação de questões e
problemas.
Auxiliar o aluno na identificação e resolução de problemas, com uma visão
ética e humanista.
Incentivar o aluno na participação de projetos e ações sociais.
IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Produções técnicas, culturais, bibliográficas e artísticas.
Visitas a museus, exposições, centros culturais e feiras.
Visitas técnicas.
Participação em palestras, simpósios, cursos e seminários
Leituras: livros, artigos técnicos, atualidades.
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Participação em projetos e ações sociais, além de atividades de cunho
comunitário.
Frequência em peças teatrais e mostras cinematográficas.
V - ESTRATÉGIA DE TRABALHO
Discussões de temas.
Visitas externas.
Leitura de textos previamente indicados.
Verificação de leitura.
Palestras e cursos.
Exibição de filmes e peças teatrais.
VI - AVALIAÇÃO
Será atribuído um conceito semestral (Aprovado ou Reprovado) às Atividades
Complementares.
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UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP
REGULAMENTO
DAS
ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS
São Paulo
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REGULAMENTO DAS ATIVIDADES PRÁTICAS
SUPERVISIONADAS
Capítulo I
DA LEGISLAÇÃO
Art. 1o. O presente Regulamento normatiza a execução das Atividades
Práticas Supervisionadas da UNIP, obedecendo ao disposto na Lei no 9.394,
de 20 de dezembro de 1996, no Parecer CNE/CES n° 571, de 04 de abril de
2001, no Parecer CNE/CES n° 261, de 09 de novembro de 2006, e na
Resolução CNE/CES n° 3, de 02 de julhode 2007.
Capítulo II
DA ORGANIZAÇÃO
Art. 2o. As Atividades Práticas Supervisionadas (APS) são atividades
acadêmicas desenvolvidas sob a orientação, supervisão e avaliação de
docentes e realizadas pelos discentes.
§ Único - As APS são previstas nos Projetos Pedagógicos dos Cursos.
Art. 3o. As APS constituem parte da carga horária das disciplinas às quais se
vinculam.
Art. 4o. Para efeitos deste Regulamento, as Atividades Práticas
Supervisionadas (APS) constarão de atividades de Biblioteca (frequência e
utilização), atividades relacionadas aos laboratórios (relatórios de experiências
e outras), trabalhos individuais ou em grupo determinados pelo professor,
trabalhos de iniciação científica, resolução de exercícios do Portal ou de listas,
programadas para serem supervisionadas pelos professores em
suas aulas.
§1° Para os cursos de licenciatura, acrescentam-se a essas atividades os
seminários de práticas e outras atividades inerentes às licenciaturas.
§2° - As APS são detalhadas nos Planos de Ensino das disciplinas às quais
se vinculam e aprovadas pela Coordenação de Curso, a quem compete
acompanhar o seu desenvolvimento.
/ V Recred.Port. V A
MEC N° 1,341 §
| DOU DE 29.11.16 h
l Seção 1, página 12 J
\ e-MEC 322 /
nJ O n \ ?
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
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§3° - As APS são atividades acadêmicas desenvolvidas sob a orientação,
supervisão e avaliação de docentes, não cabendo o seu aproveitamento
como Atividades Complementares.
§4° - As APS são registradas em formulário próprio, obedecendo a
instruções e procedimentos específicos definidos pela Coordenação de Curso.
CAPÍTULO III
DA SUPERVISÃO E AVALIAÇÃO
Art. 5o. Cabe aos docentes responsáveis pelas APS supervisionar e avaliar o
desempenho dos alunos.
Art. 6o. Em cada semestre, o aluno deverá cumprir a quantidade de horas de
APS definida para seu curso.
§1° A comprovação da realização das APS, em cada semestre, será feita
mediante a entrega ou postagem do trabalho acompanhado da Ficha de
Supervisão da APS.
§2° Será atribuído um conceito semestral (Aprovado ou Reprovado) às APS.
Capítulo IV
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS
Art. 7o. As APS não podem ser utilizadas para reposição de aulas
presenciais não ministradas pelos docentes.
Art. 8o. Os casos omissos serão resolvidos pela Coordenação, em conjunto
com a Direção do Instituto ao qual se subordina o Curso, ouvidas as partes
interessadas.
Art. 9o. O presente Regulamento entra em vigor, após a sua aprovação pelos
órgãos colegiados superiores da Universidade.
São Paulo, 23 de março de 2015.
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PLANO DE ENSINO
CURSO: Administração
SÉRIE: 8o semestre
DISCIPLINA: Interpretação e Produção de Textos - Oferecida em EAD
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 1,5 horas/aula
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 30 horas/aula
I - EMENTA
Leitura, interpretação e conhecimento. Temas da atualidade. Diferentes
linguagens. Estilos e gêneros discursivos. Qualidade do texto. Produção de
texto.
II-OBJETIVOS GERAIS
C ampliar o universo cultural e expressivo do aluno;
trabalhar e analisar textos orais e escritos sobre assuntos da atualidade;
produzir na linguagem oral e escrita textos diversos.
III - OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Ao término do curso, o aluno deverá:
C valorizar a leitura como fonte de conhecimento e prazer;
aprimorar as habilidades de percepção das linguagens envolvidas na
leitura;
ler e analisar diversos estilos e gêneros discursivos com senso crítico;
identificar as idéias centrais do texto;
ampliar seu vocabulário ativo;
expressar-se com coerência, concisão e clareza, visando à eficácia da
comunicação.
IV-COMPETÊNCIAS
>• reflexão analítica e crítica sobre a linguagem como fenômeno psicológico,
educacional, social, histórico, cultural, político e ideológico;
2> conhecimento específico da estrutura gramatical e semântica, variedades
linguísticas e culturais da língua portuguesa e da língua estrangeira;
> consciência de como o professor, de língua portuguesa e de língua
estrangeira, explora a gramática do texto em detrimento da gramática da
frase;
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2> domínio do padrão culto da língua materna e da língua estrangeira, mas
também a capacidade de identificação e de uso das variedades da língua
portuguesa e da língua estrangeira, em diferentes contextos;
o uso da linguagem verbal nas modalidades oral e escrita por meio de
expressão, comunicação e informação.
V - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1) conscientização da importância da leitura como fonte de conhecimento e
participação na sociedade;
2) as diferentes linguagens: verbal, não verbal; formal e informal;
3) noções de texto: unidade de sentido;
4) textos orais e escritos;
5) estilos e gêneros discursivos: jornalístico, científico, técnico, literário,
publicitário entre outros;
6) interpretação de textos diversos e de assuntos da atualidade;
7) Qualidades do texto: coerência, coesão, clareza, concisão e correção
gramatical;
8) complemento gramatical;
9) produção de textos diversos.
10) Prática como componente curricular;
11) Produção de textos, nos seus mais variados gêneros contemplando as
linguagens verbal e não verbal; formal e informal;
12) Os textos devem ser desenvolvidos à luz da concepção da leitura como
trabalho social.
VI - ESTRATÉGIA DE TRABALHO
A disciplina será desenvolvida por meio de conteúdos interativos via internet.
VII - AVALIAÇÃO
• Duas provas bimestrais de aplicação do conteúdo exposto.
• A média do semestre será calculada de acordo com o Regimento da IES.
V III- BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
KOCH, Ingedore Villaça; ELIAS, Vanda Maria. Ler e compreender: os
sentidos do texto. : Contexto, 2012.
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
http://sec.unip.br/verificacao.aspx
MASIP, Vicente. Fundamentos Lógicos da interpretação de textos e
da argumentação. Rio de Janeiro: LTC, 2012.
MOYSÉS, Carlos Alberto. Língua Portuguesa: atividades de leitura e
produção de texto: atividades de leitura e produção de texto. São
Paulo: Saraiva, 2009.
DIGITAL
FIORIN, José Luiz e PLATÃO, Francisco. Lições de texto, leitura e redação.
São Paulo: Ática, 2006.
FARACO, Carlos Alberto e TEZZA, Cristovão. Prática de texto para estudantes
universitários. 13. ed. Petrópolis: Vozes, 2008.
KOCH, I. V. & ELIAS, V. M. Ler e compreender; os sentidos do texto. 2. ed. São
Paulo: Contexto, 2007.
COMPLEMENTAR
PEREIRA, Maurício Gomes. Artigos científicos: como redigir, publicar
e avaliar. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012.
SANTOS, Leonor Werneck dos. Análise e Produção de Textos. São
Paulo: Contexto 2012.
ANDRADE, Maria Margarida de. Guia prático de redação: exemplos e
exercícios. São Paulo: Atlas, 2011.
MARTINO, Agnaldo. Português esquematizado: gramática,
interpretação de texto, redação oficial, redação discursiva. São
Paulo: Saraiva, 2011.
TRAVAGLIA, L.; KOCH, I. A coerência textual. São Paulo: Contexto,
2008.
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PLANO DE ENSINO
CURSO: Administração
SÉRIE: 8o semestre
DISCIPLINA: Instituições de Direito - Oferecida em EAD
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 03 horas/aula
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 60 horas/aula
I - EMENTA
A disciplina apresenta uma introdução ao Direito, permeando os diversos
ramos como Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Civil, Direito
Empresarial e Código de Defesa do Consumidor discorrendo sobre os princípios
destes importantes ramos da ciência, de forma a demonstrar que as
organizações e os cidadãos estão inseridos em um sistema normativo que deve
ser respeitado, constituindo-se em uma ameaça e ao mesmo tempo em uma
oportunidade.
II - OBJETIVOS GERAIS
Contribuir para o desenvolvimento das competências requeridas dos alunos,
conforme definidas no Projeto Pedagógico do Curso/PPC, em consonância com
as Diretrizes CurricularesNacionais relacionadas.
III - OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Saber sobre os principais ramos do mundo do Direito e seus impactos sobre
as pessoas e as organizações.
IV-COMPETÊNCIAS
• Senso crítico e capacidade de contextualização;
• Visão estratégica;
• Pensamento sistêmico;
• Orientação para resultados;
• Consciência ética e social;
• Solução de problemas;
• Trabalho em equipe;
• Comunicação e expressão.
V - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
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1. Introdução ao Direito
• Conceito de Direito
• Origem e finalidade do Direito
• Direito objetivo e subjetivo
• Direito e moral
• Ramos do Direito
• Fontes do Direito
• A lei: elementos, hierarquia, vigência, cessação da
obrigatoriedade, retroatividade.
VI - ESTRATÉGIA DE TRABALHO
A disciplina será desenvolvida por meio de conteúdos interativos via internet.
VII - AVALIAÇÃO
• Duas provas bimestrais de aplicação do conteúdo exposto.
• A média do semestre será calculada de acordo com o Regimento da IES.
VIII - BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
ANDRADE FILHO, Edmar de Oliveira. Fundamentos de Direito para
negócios: instituições de direito público e privado. São Paulo: Atlas, 2020.
NUCCI, Guilherme de Souza. Instituições de direito público e privado. Rio de
Janeiro: Forense, 2019.
PEREIRA, Caio Mário da Silva; MORAES, Maria Celina Bodin de. Instituições
de direito civil. Vol. I: introdução ao direito civil: teoria geral de direito civil.
Rio de Janeiro: Forense, 2017.
COMPLEMENTAR
RAMOS, André Luiz Santa Cruz. Direito empresarial. São Paulo: Método, 2019.
COSTA, Regina Helena. Curso de direito tributário. São Paulo: Saraiva, 2018.
DIAS, Reinaldo. Marketing ambiental: ética, responsabilidade social e
competitividade nos negócios. São Paulo: Atlas, 2014.
STOBER, Rolf. Direito administrativo econômico geral. São Paulo: Saraiva,
2012 .
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
http://sec.unip.br/verificacao.aspx
DOWER, Nelson Godoy Bassil. Instituições de direito público e privado. São
Paulo: Saraiva, 2005.
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
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PLANO DE ENSINO
CURSO: Administração
SÉRIE: 8o Semestre
DISCIPLINA: Economia e Negócios
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 03 horas/aula
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 60 horas/aula
I-EM EN TA
Esta disciplina trata das noções de Economia, em especial aquelas relativas ao
ambiente de negócios. Aborda questões de microeconomia e preços, e de
macroeconomia com o entendimento do setor público e da moeda, bem como
suas relações com a sociedade. Finaliza inserindo questões contemporâneas
acerca de inflação, desigualdade e abordagens de globalização, buscando situar
o aluno nos temas empresariais de nosso tempo.
II - OBJETIVOS GERAIS
A disciplina Economia e Negócios contribui para o desenvolvimento das
competências requeridas dos alunos, conforme definidas no Projeto Pedagógico
dos Cursos e em consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais, para que
possam bem exercer seu papel profissional.
III - OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Saber interpretar, compreender, analisar e utilizar as informações do mundo da
economia como ferramenta de auxílio à tomada de decisão.
IV-COMPETÊNCIAS
• Comunicação e expressão, oral e escrita.
• Consciência ética e social.
• Diferenciar correntes teóricas a partir de distintas políticas econômicas.
• Leitura e compreensão de textos de conteúdo econômico.
• Senso crítico e capacidade de contextualização.
• Utilização adequada de conceitos teóricos fundamentais da ciência
econômica.
• Visão sistêmica do mundo contemporâneo.
V - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1 O problema econômico
1.1 Recursos Limitados versus Necessidades Ilimitadas.
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
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1.2 Os Fatores de Produção: Capital, Recursos Naturais, Força de Trabalho,
Tecnologia, Capacidade Empresarial.
1.3 Curvas de Possibilidades de Produção.
1.4 Caracterização de bens e serviços.
1.5 As Questões Centrais: o quê, como e para quem produzir.
2 O Sistema Econômico
2.1 Formas de organização: livre iniciativa, planificação central e sistemas
mistos: características do sistema econômico brasileiro atual.
2.2 Fluxos fundamentais: real e monetário.
2.3 Setores de produção: primário, secundário e terciário.
2.4 Relações dos setores de produção no Brasil atual.
3 Microeconomia e Mercados
3.1 Sistemas de preços e mercado de bens
3.2 Equilíbrio entre oferta e demanda e possibilidades de desequilíbrio.
3.3 Estruturas de mercado: visão conceituai.
3.3.1 Concorrência perfeita e imperfeita.
3.3.2 Casos de Monopólios e Oligopólios no Brasil atual.
4 Macroeconomia
4.1 Composição do PIB e demais agregados macroeconômicos: visão
conceituai e analítica do caso do Brasil no século XXI.
4.2 Economia do Setor Público.
4.2.1 O setor público como produtor de bens e serviços: visão conceituai e
investimentos infraestruturais da atualidade.
4.3 Moeda: origens, funções, motivos demanda por moeda.
4.3.1 Mercados monetário, de crédito e de ativos: importância do crédito,
poupança e investimento, juros.
4.4 Política econômica atual: políticas econômicas (fiscal e monetária) e o
papel do Banco Central.
4.5 Relações com o exterior e mercado cambial: política cambial e comercial
atual.
4.5.1 Impacto dos resultados de contas externas no ambiente de
negócios.
4.5.2 Participação e importância do setor externo na renda nacional: o
caso brasileiro atual.
5 Problemas Econômicos Contemporâneos
5.1 Inflação.
5.1.1 Conceituação e tipos de inflação.
5.1.2 Formas de combate à inflação.
5.1.3 Política econômica brasileira atual no combate à inflação.
5.2 Crescimento e desenvolvimento econômico.
5.2.1 Conceituação e principais indicadores de crescimento e
desenvolvimento.
5.2.2 Indicadores de crescimento e desenvolvimento brasileiro nos
séculos XX e XXI
5.3. Mercado de trabalho, desigualdade e mobilidade social.
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5.4 Políticas públicas atuais promotoras de crescimento e desenvolvimento:
política de rendas.
5.5 A questão ambiental: degradação do meio ambiente e desenvolvimento
sustentável.
VI - ESTRATÉGIA DE TRABALHO
Para alcançar os propósitos da disciplina, serão desenvolvidas aulas expositivas
dialogadas, com ampla discussão dos diversos aspectos de ordem econômica e
social que afetam as organizações.
Leitura dirigida de textos e artigos selecionados, elaboração e apresentação de
resumos de matérias publicadas em revistas e jornais especializados e outras
atividades que busquem desenvolver as competências e habilidades devem ser
incentivadas como facilitador do processo de aprendizado.
Em cada tópico, além de exposição teórica, a disciplina visa abordar questões da
atualidade, aproximando teoria a casos práticos.
VII - AVALIAÇÃO
O processo formal de avaliação do aprendizado compreende duas avaliações
bimestrais, sendo que as notas destas avaliações poderão ser compostas por
notas de provas, trabalhos intra e extraclasse, participação em sala de aula,
elaboração dirigida de exercícios e outros meios. De fundamental importância
para o desenvolvimento das competências e habilidades, a avaliação do
aprendizado deve ser executada em todos os momentos, em cada atividade intra
e extraclasse, privilegiando a formação integral do aluno.
VIII - BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
GONÇALVES, Carlos Eduardo; GUIMARÃES, Bernardo. Introdução à
economia. Rio de Janeiro: Campus, 2010.
SILVA, Roberto da; LUIZ, Sinclayr. Economia e mercados. 19 ed. São Paulo;
Saraiva, 2010.
VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval de; GARCIA, Manuel E.
Fundamentos de economia. 4 ed. São Paulo: Saraiva, 2012.
VIRTUAL
MOCHÓN, Francisco Morcillo. Princípios de economia. São Paulo: Pearson,
2006.
TEBCHIRANI, Flávio Ribas. Princípios de economia: micro e macro. 3 ed.
Curitiba: IBPEX, 2011.
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SINGER, Paul.Aprender economia. 22 ed. São Paulo: Contexto, 2002
COMPLEMENTAR
FIGUEIRAS, Marcus Vinícius Cardoso. Compêndio de economia. São Paulo:
Ciência Moderna, 2011.
NOGAMI, Otto; PASSOS, Carlos Roberto Martins. Princípios de economia. 6.
ed. São Paulo: Cengage, 2011.
PINHO, Diva Benevides; VASCONCELLOS, Marco Antônio Sandoval de. Manual
de economia: equipe de professores da USP. 6 ed. São Paulo: Saraiva, 2011.
VÁRIOS AUTORES. O livro da economia. Tradução de Carlos Mendes Rosa.
Coleção As grandes idéias de todos os tempos. Rio de Janeiro: Globo Livros,
2013.
VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval. Economia: micro e macro. 5 ed.
São Paulo: Atlas, 2011.
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PLANO DE ENSINO
CURSO: Administração
SÉRIE: 8o Semestre
DISCIPLINA: Administração do Relacionamento com o Cliente
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 03 horas/aula
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 60 horas/aula
I - EMENTA
Esta disciplina trata da identificação dos clientes-alvo de uma organização e do
conhecimento/entendimento de suas necessidades, desejos e expectativas, de
acordo com os diferentes papéis que representam. Trata também do
estabelecimento de canais de relacionamento para os clientes e das diretrizes
para seu gerenciamento. Trata, ainda, satisfação e insatisfação dos clientes.
II - OBJETIVOS GERAIS
Contribuir para o desenvolvimento das competências requeridas dos
alunos, conforme definidas no Projeto Pedagógico do Curso/PPC, em
consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais relacionadas.
III - OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Saber definir quem são, ou devem ser, os clientes de uma organização e quais
são suas necessidades e expectativas; saber como se relacionar com eles e
como avaliar sua satisfação.
IV-COMPETÊNCIAS
• Senso crítico e capacidade de contextualização.
• Visão estratégica.
• Pensamento sistêmico.
• Orientação para processos.
• Orientação para as necessidades do cliente.
• Orientação para resultados.
• Consciência ética e social.
• Solução de problemas.
• Trabalho em equipe.
• Comunicação e expressão.
V - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Definições e entendimento do conceito cliente.
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a. Entendendo o significado da palavra cliente.
b. Tipos de clientes.
2. Segmentação de mercado e identificação de clientes alvo.
a. O que é a segmentação de mercado, como se aplica e sua
importância.
3. Atributos valorizados pelos clientes.
a. Necessidades, desejos, expectativas e atributos para clientes.
4. Conhecimento de clientes.
a. Como saber o que os clientes priorizam.
b. Os processos organizacionais e os atributos dos clientes.
5. Instrumentos para ouvir os clientes e cuidados.
a. Os pontos de percepção da qualidade.
b. A pesquisa de marketing como forma de ouvir.
c. Cuidados ao “ouvir" os clientes.
d. Miopia de marketing: o risco de não saber ouvir,
a. Nem sempre os clientes sabem o que querem.
6. Selecionando os clientes que interessam.
a. Porque selecionar clientes e como fazer isso.
7. Canais de acesso oferecidos aos clientes.
a. Padronização do atendimento ao cliente.
8. Relacionamento com os clientes: do tradicional ao digital.
a. Canais de relacionamento e tratamento das manifestações dos
clientes.
b. Qualidade no atendimento: digital ou não.
c. Tecnologias de relacionamento e conhecimento (CRM, Big Data...).
9. Satisfação e insatisfação de clientes.
a. A importância no monitoramento constante da satisfação.
10. Comportamento dos clientes:
a. Compra por impulso e dissonância cognitiva.
b. Ativismo digital de clientes e não clientes.
VI - ESTRATÉGIA DE TRABALHO
As estratégias de ensino devem ser aquelas consideradas mais adequadas para
uma aprendizagem diferenciada dos assuntos relacionados ao conteúdo
programático, sendo fundamental que os discentes sempre tenham conhecimento
prévio dos assuntos de cada aula, bem como das orientações para estudo prévio
desses assuntos.
O desenvolvimento dos conteúdos programáticos previstos deverá fomentar o
raciocínio crítico dos discentes e, sempre que pertinente, levar em conta as
características/necessidades locais e regionais, bem como a articulação entre
teoria e prática.
Os alunos devem ser continuamente informados/atualizados sobre literatura,
vídeos e filmes, para além da bibliografia proposta, como forma de estímulo a
aprendizagem continuada e ao pensamento crítico.
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VII - AVALIAÇAO
As avaliações dos discentes são formadas por avaliações bimestrais e exame
final, de acordo com os critérios e prazos definidos pela universidade. As
avaliações bimestrais podem ser compostas por vários fatores de avaliação, a
serem definidos pelo docente, sendo exigida, no mínimo, uma prova presencial
bimestral escrita, com peso relativo também definido pelo docente. O exame final,
obrigatoriamente, deve ser realizado exclusivamente por meio de uma avaliação
escrita.
V III- BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
GOMES DA SILVA, Fábio; ZAMBON, Marcelo Socorro. Gestão do
Relacionamento com o Cliente. 3 ed. rev. e ampl. São Paulo: Cengage, 2015.
LIMA, Agnaldo. Como Conquistar, Fidelizar e Recuperar Clientes: gestão de
relacionamento. São Paulo: Atlas, 2013.
SAMARA, Beatriz Santos; MORACH, Marco Aurélio. Comportamento do
Consumidor. São Paulo: Virtual / Pearson Education, 2005.
VIRTUAL
CHETOCHINE, Georges. O Blues do Consumidor. São Paulo: Pearson Prentice
Hall, 2013.
FOGGETTI, Organizador Cristiano. Comportamento do consumidor. 2 ed. São
Paulo: Pearson, 2019.
VON POSER, Denise. Marketing de Relacionamento: maior lucratividade para
empresas vencedoras. São Paulo: Manole, 2005.
COMPLEMENTAR
BARRETO, Iná Futino; CRESCITELLI, Edson. Marketing de Relacionamento.
São Paulo: Pearson, 2013.
KOTLER, Philip: KELLER, Michael. Administração de Marketing. 14 ed. São
Paulo: Pearson Prentice Hall. 2013.
PAIXÃO, Mareia Valéria. A Influência do Consumidor nas Decisões de
Marketing. São Paulo: IBPEX / ABEU, 2011.
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PLANO DE ENSINO
CURSO: Administração
SÉRIE: 8o Semestre
DISCIPLINA: Comportamento Humano nas Organizações
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 03 horas/aula
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 60 horas/aula
I - EMENTA
Esta disciplina trata de questões que permitam a identificação e a atuação sobre
os aspectos que envolvem a relação do indivíduo com o trabalho, bem como
discriminar as diferentes formas de interação humana nas práticas
organizacionais. Trata, por fim, de compreender a importância das pessoas nas
organizações, buscando identificar sua contribuição para o desenvolvimento e
crescimento das empresas.
II - OBJETIVOS GERAIS
Contribuir para o desenvolvimento das competências requeridas dos
alunos, conforme definidas no Projeto Pedagógico do Curso/PPC, em
consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais relacionadas.
III - OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Saber identificar e atuar sobre os aspectos que envolvem a relação do indivíduo
com o trabalho, os impactos dos indivíduos e grupos nas organizações e vice-
versa, bem como os resultados esperados das pessoas para o desenvolvimento e
crescimento das organizações.
IV-COMPETÊNCIAS
• Senso crítico e capacidade de contextualização
• Visão estratégica
• Pensamento sistêmico
• Orientação para processos
• Orientação para as necessidades do cliente
• Orientação para resultados
• Consciência ética e social
• Solução de problemas
• Trabalho em equipe
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• Comunicação e expressão
• Desenvolvimento pessoal
• Influenciar pessoas
V - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Comportamento Organizacional
• Conceitos comportamento organizacional
• Importância das Habilidades Interpessoais
• As funções, os papéis (Mintzberg), as habilidades (Katz)
2. O Indivíduo na Organização
• O ser humano.
• O homem e o trabalho.
• Emoçõese sentimentos.
• Personalidade. Traços e tipos de personalidade.
• Análise transacional.
• Temperamento/Caráter.
3. Percepção.
• Fundamentos teóricos da percepção e sua influência no comportamento.
• Fatores que influenciam na percepção.
• Os vieses que interferem na forma de julgarmos o mundo.
• A ética no processo decisório.
4. Motivação
• Conceitos básicos de motivação.
• Motivação intrínseca x motivação extrínseca.
• Principais teorias motivacionais.
5. Liderança
• Definições de liderança.
• Liderança e poder.
• Liderança bem-sucedida.
• Estilos de liderança.
6. Comunicação
• O processo de comunicação.
• Comunicação e tecnologia da informação.
• Comunicação não verbal.
• Barreiras no processo de comunicação.
• Assertividade e feedback.
7. Grupos e desenvolvimento de equipes eficazes
• Definições, características e tipos de grupos e equipes.
• Estágios de desenvolvimento dos grupos.
• Construção do trabalho em equipe.
8. Conflitos, Estresse e Bem-estar no ambiente de trabalho
• O conflito nas organizações.
• Conflitos funcionais e disfuncionais.
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• Estresse no trabalho. Caracterização dos agentes estressores no trabalho
• O bem-estar nas organizações.
9. Cultura Organizacional e Mudança
• Definição de cultura organizacional.
• Os elementos da cultura: ritos, valores, rituais, mitos, símbolos, heróis.
• Resistência à mudança.
• Desenvolvimento organizacional como estratégia de mudança.
VI - ESTRATÉGIA DE TRABALHO
As aulas deverão ser predominantemente, expositivas, com apoio de material de
leitura previamente preparado/selecionado para cada aula, assim como, sempre
haver, sugeridos materiais para leituras adicionais, como forma de
estimular/orientar o desenvolvimento pessoal dos alunos. Deverão ser aplicados
jogos, simulações, estudos de caso e dinâmicas de grupos, que permitam aos
alunos compreenderem na prática a teoria apresentada.
VII - AVALIAÇÃO
Serão respeitados os critérios de avaliação/aprovação definidos pela
Universidade. Todas as avaliações deverão ser consideradas como "mais uma"
oportunidade de aprendizagem. Os alunos poderão ser avaliados individualmente
e visando estimular os trabalhos em equipe, poderão ser realizadas provas em
duplas, desde que as questões formuladas sejam apropriadas para discussão e
tomada de decisões em duplas.
VIII - BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
ROBBINS, Stephen P, JUDGE, Timothy A, SOBRAL, Filipe. Comportamento
organizacional: teoria e prática no contexto brasileiro. 14 ed. São Paulo: Pearson
Education, 2010.
SIQUEIRA, M. M. M. Novas medidas do comportamento organizacional. São
Paulo: Artmed, 2014.
SOBRAL, Filipe, PECI, Alketa. Administração: teoria e prática no contexto
brasileiro. 2 ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2013.
VIRTUAL
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
http://sec.unip.br/verificacao.aspx
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FUNDAÇÃO NACIONAL DA QUALIDADE. Guia Prático: aprenda como definir e
utilizar os indicadores de desempenho. São Paulo: FNQ, 2018 (*).
GOULART, I. B. (Org.). Psicologia organizacional e do trabalho: teoria,
pesquisa e temas correlatos. 3. ed. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2002.
KNAPIK, J. Gestão de pessoas e talentos. 3. ed. Curitiba: IBPEX, 2006.
PASSETO, N. V.; MESADRI, F. E. Comportamento organizacional: integrando
conceitos da administração e da psicologia. Curitiba: IBPEX, 2011.
ROBBINS, Stephen P. Fundamentos do comportamento organizacional. 8 ed.
São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009. ISBN 9788576052098
COMPLEMENTAR
BOWDITCH, J. Elementos de comportamento organizacional. São Paulo:
Cengage Learning, 2015.
DWECK, C. Mindset: a nova psicologia do sucesso. São Paulo: Objetiva, 2017.
GRIFFIN, Ricky W., MOORHEAD, Gregory. Comportamento organizacional.
São Paulo, 2006.
SOTO, Eduardo. Comportamento organizacional: o impacto das emoções. São
Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2008.
VECCHIO, Robert P. Comportamento organizacional: conceitos básicos. 6 ed.
São Paulo: Cengage Learning, 2009.
RA: D8067D1. Código para verificação: 20231186172
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