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MATEMÁTICA
22
MANUAL DO 
PROFESSOR
2o ANO
2o
ANO
M
A
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PRO
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M
A
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TIC
A
ANGELA LEITE
ROBERTA TABOADA
Editora responsável: Isabella Semaan
Organizadora: SM Educação
Obra coletiva concebida, desenvolvida e produzida por SM Educação.
ENSINO 
FUNDAMENTAL 
ANOS INICIAIS
2 900002 071245
2 0 7 1 2 4
ISBN 978-65-5744-322-4
AJ_MAT_2_PNLD23_CAPA_LP.indd 1 7/30/21 11:24 AM
2
MATEMÁTICA
2
2o ANO
MANUAL DO 
PROFESSOR
São Paulo, 7a edição, 2021
Organizadora: SM Educação
Obra coletiva concebida, desenvolvida e produzida por SM Educação.
ANGELA LEITE
Licenciada em Matemática pelo Instituto de Matemática e Estatística 
(IME) da Universidade de São Paulo (USP).
Mestra em Educação Matemática pelo Instituto de Geociências e 
Ciências Exatas da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita 
Filho” (Unesp).
Professora do Ensino Superior.
ROBERTA TABOADA
Licenciada em Matemática pelo IME-USP. Mestra em Educação 
Matemática pelo Instituto de Geociências e Ciências Exatas da Unesp.
Coordenadora da área de Matemática e professora do 
Ensino Fundamental.
EDITORA RESPONSÁVEL: ISABELLA SEMAAN
Bacharela em Ciência e Tecnologia pela Universidade Federal 
do ABC (UFABC). 
Editora e elaboradora de conteúdo para materiais didáticos. 
ENSINO 
FUNDAMENTAL 
ANOS INICIAIS
AJ_PNLD2023_FRONTS_2_MAT_LP.indd 1 30/07/2021 11:52
SM Educação
Rua Cenno Sbrighi, 25 – Edifício West Tower n. 45 – 1o andar
Água Branca 05036-010 São Paulo SP Brasil
Tel. 11 2111-7400
atendimento@grupo-sm.com
www.grupo-sm.com/br
 Aprender Juntos Matemática 2o ano 
 © SM Educação 
 Todos os direitos reservados
 Direção editorial Cláudia Carvalho Neves
 Gerência editorial Lia Monguilhott Bezerra
 Gerência de design e produção André Monteiro
 Edição executiva Isabella Semaan
 Edição: Cármen Matricardi, Cristiano Oliveira da Conceição, Diana Maia, Patricia Nakata, 
Tomas Masatsugui Hirayama
 Colaboração técnico-pedagógica: Eduardo Chavante, Millyane M. Moura Moreira, 
Walkiria Cibelle Roque
 Suporte editorial: Fernanda de Araújo Fortunato
 Coordenação de preparação e revisão Cláudia Rodrigues do Espírito Santo
 Preparação: Helena Alves Costa, Maria Angélica Lau P. Soares, Valéria Cristina Borsanelli
 Revisão: Helena Alves Costa, Márcio Dias Medrado, Maria Angélica Lau P. Soares, 
Valéria Cristina Borsanelli
 Apoio de equipe: Camila Durães Torres, Lívia Taioque
 Coordenação de design Gilciane Munhoz
 Design: Thatiana Kalaes, Lissa Sakajiri
 Coordenação de arte Andressa Fiorio
 Edição de arte: Vitor Trevelin
 Assistência de arte: Elizabeth Kamazuka, Viviane Ayumi Yonamine
 Assistência de produção: Leslie Morais
 Coordenação de iconografia Josiane Laurentino
 Pesquisa iconográfica: Fabio Matsuura
 Tratamento de imagem: Marcelo Casaro
 Capa APIS Design
 Ilustração da capa: Henrique Mantovani Petru
 Projeto gráfico APIS Design
 Editoração eletrônica Fórmula Produções Editoriais
 Pre-impressão Américo Jesus
 Fabricação Alexander Maeda
 Impressão 
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) 
(Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)
Leite, Angela
Aprender juntos matemática, 2º ano : ensino 
fundamental : anos iniciais / Angela Leite, Roberta 
Taboada ; editora responsável Isabella Semaan ; 
organizadora SM Educação ; obra coletiva concebida, 
desenvolvida e produzida por SM Educação. -- 
7. ed. -- São Paulo : Edições SM, 2021. -- (Aprender juntos)
ISBN 978-65-5744-321-7 (aluno)
ISBN 978-65-5744-322-4 (professor)
1. Matemática (Ensino fundamental) I. Taboada, 
Roberta. II. Semaan, Isabella. III. Título. IV. Série.
21-67644 CDD-372.7
Índices para catálogo sistemático:
1. Matemática : Ensino fundamental  372.7
Cibele Maria Dias — Bibliotecária — CRB-8/9427
7ª edição, 2021
Em respeito ao meio ambiente, as 
folhas deste livro foram produzidas com 
fibras obtidas de árvores de florestas 
plantadas, com origem certificada.
002_AJM2_LA_PNLD23_CREDITO.indd 2 04/08/2021 17:34
II_AJM2_MP_E21_CREDITO.indd 2 04/08/2021 21:41
APRESENTAÇÃO
Prezado professor, prezada professora,
O mundo contemporâneo apresenta uma série de 
desafios a todos os educadores deste país. Educar, nos dias 
de hoje, exige que a formação dos alunos não se restrinja 
apenas a conteúdos. Nesse sentido, a escola deve ser um 
espaço de convivência e de troca de saberes.
Este material didático foi cuidadosamente pensado para 
auxiliar em seu trabalho e garantir aos alunos, nos anos iniciais 
do Ensino Fundamental, a construção de uma aprendizagem 
consistente, gradual e significativa. 
Os temas, os textos, as imagens e as atividades 
propostas, além de permitirem o trabalho com as habilidades 
e as competências específicas de Matemática e com as 
competências gerais da Educação Básica, previstas na 
Base Nacional Comum Curricular (BNCC), contribuem para 
que os alunos aprendam a lidar com as próprias emoções, a 
demonstrar empatia, a manter relações sociais positivas e 
a tomar decisões de maneira responsável. 
A seleção dos conteúdos contribui para estimular a 
criatividade e promover o desenvolvimento integral dos alunos, 
dando a eles oportunidades para expressar seus pensamentos, 
refletir sobre o que estão aprendendo e compartilhar com 
os demais o conhecimento de mundo que têm. Assim, você 
alcança seus objetivos, e os alunos avançam em seu processo 
de formação como cidadãos críticos, pensantes, atuantes e 
capazes de resolver problemas cotidianos.
Desejamos que este material auxilie na condução de suas 
aulas e em seu trabalho com esta coleção, colaborando para 
sua prática docente.
Bom trabalho!
Equipe editorial
III_AJM1aAJM5_MP_PNLD23_APRESENTACAO.indd 1 16/07/2021 08:29
Sumário . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6
Boas-vindas! . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8
Capítulo 1 – Números . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10A
Capítulo 2 – Adição e subtração . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 46A
Capítulo 3 – Geometria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 64A
Capítulo 4 – Mais números . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 94A
Capítulo 5 – Localização e movimentação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 118A
Capítulo 6 – Mais adição e subtração . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 136A
Capítulo 7 – Grandezas e medidas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 152A
Capítulo 8 – Multiplicação e divisão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 184A
Até breve! . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 214A
Bibliografia comentada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 217
Material complementar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 219
Início da reprodução do Livro do Aluno
Seção introdutória
O ensino de Matemática no Ensino Fundamental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . V
Objetivos gerais da coleção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . VIII
Avaliação e aprendizagem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . X
Organização e estrutura da coleção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XI
O uso das letras de imprensa maiúsculas e minúsculas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XI
Organização dos conteúdos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XII
Estrutura do livro didático . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XII
Boas-vindas! . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XII
Abertura de capítulo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XII
Desenvolvimento do conteúdo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XII
Finalização de capítulo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XII
Até breve! . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XIII
Selo Saber Ser . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XIII
Proposta de distribuição dos conteúdos da coleção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XIV
Volume 1 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XIV
Volume 2 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XVI
Volume 3 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XVIII
Volume 4 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XX
Volume 5 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XXII
Seção de referência ao Livro do Aluno . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XXIV
Bibliografia comentada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XXVII
SUMÁRIO
IV_AJM2_MP_PNLD23_SUMARIO.indd 4 16/07/2021 08:31
O ENSINO DE MATEMÁTICA NO 
ENSINO FUNDAMENTAL
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) teve sua 
formulação coordenada pelo Ministério da Educação 
(MEC), com ampla consulta à comunidade educacional 
e à sociedade. Trata-se de um documento que define as 
aprendizagens essenciais que todos os alunos devem 
desenvolver ao longo da Educação Básica, em confor-
midade com o Plano Nacional de Educação (PNE).
A BNCC está orientada pelos princípios éticos, 
políticos e estéticos que visam à formação huma-
na integral e à construção de uma sociedade justa, 
democrática e inclusiva, como determinam as Diretrizes 
Curriculares Nacionais da Educação Básica (DCN).
Denomina-se educação integral a formação voltada 
ao desenvolvimento humano global, integrando o de-
senvolvimento intelectual (cognitivo) e a dimensão 
afetiva, segundo o processo complexo e não linear 
do desenvolvimento da criança, do adolescente e do 
jovem, em um ambiente de democracia inclusiva, fir-
mada nas práticas de não discriminação, não precon-
ceito e respeito às diferenças e às diversidades.
Nessas concepções, a BNCC propõe que, ao longo 
da Educação Básica, o aprendizado deve concorrer para 
que o aluno desenvolva as dez competências gerais, 
a saber:
1. Valorizar e utilizar os conhecimentos historica-
mente construídos sobre o mundo físico, social, cul-
tural e digital para entender e explicar a realidade, 
continuar aprendendo e colaborar para a constru-
ção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva.
2. Exercitar a curiosidade intelectual e recorrer à 
abordagem própria das ciências, incluindo a inves-
tigação, a reflexão, a análise crítica, a imaginação 
e a criatividade, para investigar causas, elaborar e 
testar hipóteses, formular e resolver problemas e 
criar soluções (inclusive tecnológicas) com base nos 
conhecimentos das diferentes áreas.
3. Valorizar e fruir as diversas manifestações artís-
ticas e culturais, das locais às mundiais, e também 
participar de práticas diversificadas da produção 
artístico-cultural.
4. Utilizar diferentes linguagens – verbal (oral ou 
visual-motora, como Libras, e escrita), corporal, visual, 
sonora e digital –, bem como conhecimentos das 
linguagens artística, matemática e científica, para se 
expressar e partilhar informações, experiências, 
ideias e sentimentos em diferentes contextos e pro-
duzir sentidos que levem ao entendimento mútuo.
5. Compreender, utilizar e criar tecnologias digi-
tais de informação e comunicação de forma crítica, 
significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas 
sociais (incluindo as escolares) para se comunicar, 
acessar e disseminar informações, produzir conhe-
cimentos, resolver problemas e exercer protagonis-
mo e autoria na vida pessoal e coletiva.
6. Valorizar a diversidade de saberes e vivências 
culturais e apropriar-se de conhecimentos e expe-
riências que lhe possibilitem entender as relações 
próprias do mundo do trabalho e fazer escolhas ali-
nhadas ao exercício da cidadania e ao seu projeto de 
vida, com liberdade, autonomia, consciência crítica 
e responsabilidade.
7. Argumentar com base em fatos, dados e in-
formações confiáveis, para formular, negociar e 
defender ideias, pontos de vista e decisões comuns 
que respeitem e promovam os direitos humanos, a 
consciência socioambiental e o consumo responsá-
vel em âmbito local, regional e global, com posicio-
namento ético em relação ao cuidado de si mesmo, 
dos outros e do planeta.
8. Conhecer-se, apreciar-se e cuidar de sua saúde 
física e emocional, compreendendo-se na diversidade 
humana e reconhecendo suas emoções e as dos outros, 
com autocrítica e capacidade para lidar com elas.
9. Exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de con-
flitos e a cooperação, fazendo-se respeitar e promo-
vendo o respeito ao outro e aos direitos humanos, 
com acolhimento e valorização da diversidade de 
indivíduos e de grupos sociais, seus saberes, identi-
dades, culturas e potencialidades, sem preconceitos 
de qualquer natureza.
10. Agir pessoal e coletivamente com autonomia, 
responsabilidade, flexibilidade, resiliência e deter-
minação, tomando decisões com base em princípios 
éticos, democráticos, inclusivos, sustentáveis e soli-
dários. (Brasil, 2018, p. 9-10.)
BNCC
Formação humana 
integral
Construção de 
uma sociedade 
justa, democrática 
e inclusiva
Desenvolvimento 
intelectual
Educação integral
Dimensão afetiva
VO Ensino de Matemática no Ensino Fundamental
VaXIII_AJM1aAJM5_MP_PNLD23_GERAL.indd 5 16/07/2021 08:34
O trabalho pedagógico dos professores nas insti-
tuições de ensino, relativo aos componentes curricu-
lares, deve ser norteado pelas referências da BNCC 
desde a Educação Infantil até o Ensino Médio. Por isso, 
é essencial uma transição gradativa de conhecimen-
tos dos alunos da primeira para a segunda etapa da 
Educação Básica. 
Na etapa de transição da Educação Infantil para 
o Ensino Fundamental, é fundamental levar em 
consideração a vivência dos alunos no universo mate-
mático e o percurso do trabalho pedagógico desen-
volvido nesse período, que foi construído de maneira 
lúdica, com base em contextos significativos e por meio 
de práticas cotidianas, mas sem antecipar o Ensino 
Fundamental. As Diretrizes Curriculares Nacionais 
para a Educação Infantil (DCNEI) corroboram que 
a Educação Infantil deve garantir experiências que 
“recriem, em contextos significativos para as crianças, 
relações quantitativas, medidas, formas e orientações 
espaçotemporais”. (Brasil, 2010, p. 25-26.)
Segundo a Política Nacional de Alfabetização (PNA),
As principais habilidades de todo o processo 
de escolarização consistem em ler, escrever e 
realizar operações matemáticas básicas. Não por 
acaso o professor alfabetizador também ocupa 
o importante papel de ensinar habilidades de 
matemática básica. Além disso, os professores 
da educação infantil igualmente contribuem 
para o desenvolvimento do raciocínio lógico-
-matemático, promovendo atividades e jogos que 
ensinam noções básicas numéricas, espaciais, 
geométricas, de medidas e de estatística. (Brasil, 
2019, p. 24.)
A numeracia1 nessa fase da vida dá-se por meio de 
contextos sociais e escolares diversos, como o desloca-
mento entre os espaços na sala de aula, o número do 
telefone, as horas, o calendário, os materiais manipulá-
veis de formatos variados, a reflexão sobre o cotidiano, 
as brincadeiras, os gêneros orais e as interações com 
seus pares, e leva em consideração o contexto pessoal, 
histórico e social no qual a criança está inserida. 
Ao organizar brincadeiras, jogar com os amigos, 
planejar atividades diárias com os adultos – como 
determinar o tempo de lazer e o de estudo, calcular 
a quantia necessária para pequenasdespesas, pensar 
em determinado trajeto –, os alunos realizam ativida-
1 “A literacia numérica diz respeito às habilidades de matemática que 
permitem resolver problemas da vida cotidiana e lidar com informações 
matemáticas. O termo “literacia matemática” originou-se do inglês 
numerical literacy, popularizado como numeracy, e em português se 
convencionou chamar numeracia (Unesco, 2006). 
“[…] A numeracia não se limita à habilidade de usar números para 
contar, mas se refere antes à habilidade de usar a compreensão e as 
habilidades matemáticas para solucionar problemas e encontrar 
respostas para as demandas da vida cotidiana. […]” 
Disponível em: http://portal.mec.gov.br/images/banners/caderno_
pna_final.pdf. Acesso em: 11 jun. 2021.
des que envolvem objetos de estudo da Matemática, 
como contagens, medições, comparações, operações, 
observação de formas, localização no espaço, entre 
outras. Ou seja, de acordo com Lorenzato (2011, p. 1),
[...] é preciso sempre se basear na vivência da criança, 
aproveitando o conhecimento que ela adquiriu 
antes e fora da escola; o objetivo é proporcionar à 
criança condições para ela trabalhar significativa-
mente com as noções matemáticas, com o fazer 
matemático, para que aprecie novos conhecimentos, 
a beleza da matemática, e se beneficie das descober-
tas desses conhecimentos no cotidiano. Assim, com 
certeza, isso estimulará sua autoconfiança e refor-
çará sua autoimagem.
Nesse período, os alunos tiveram contato com um 
saber matemático investigativo dentro e fora da escola, 
construído por meio da brincadeira, da observação e 
do levantamento de hipóteses. Cabe a você, portanto, 
elaborar práticas pedagógicas de acordo com o con-
texto dos alunos, o que se confirma com a BNCC:
Conversas ou visitas e troca de materiais entre os pro-
fessores das escolas de Educação Infantil e de Ensino 
Fundamental – Anos Iniciais também são importan-
tes para facilitar a inserção das crianças nessa nova 
etapa da vida escolar. (Brasil, 2018, p. 53.)
Também é importante estabelecer parcerias com 
a coordenação pedagógica, com os demais docentes 
e, se possível, com a comunidade, para rever os pro-
cessos de avaliação e o projeto político-pedagógico 
(PPP), de modo que essa transição seja tranquila para 
os alunos.
Segundo Lorenzato (2010, p. 1), “o papel que o pro-
fessor desempenha é fundamental na aprendizagem [da 
Matemática], e a metodologia de ensino por ele empre-
gada é determinante para o comportamento dos alunos”. 
Dessa maneira, o professor deve incentivar os alunos a 
desenvolver habilidades de resolução de problemas, de 
levantamento de hipóteses e de justificação escrita ou 
oral de acordo com o histórico escolar e social deles, 
contribuindo, assim, para que a inserção nessa nova fase 
seja feita de maneira acolhedora e gradativa. Em relação 
às práticas de leitura e de numeracia na etapa do Ensino 
Fundamental, segundo a PNA (Brasil, 2019, p. 25):
A compreensão do desenvolvimento do raciocínio 
lógico-matemático pela criança, desde o senso nu-
mérico (sistema primário) até a aprendizagem da 
matemática formal (sistema secundário), é muito 
importante para professores da educação infantil 
e para professores alfabetizadores, os quais podem 
contribuir para o desenvolvimento da numeracia 
dos alunos por meio do ensino de matemática bási-
ca na educação infantil e nos anos iniciais do ensino 
fundamental. (Corso; Dorneles, 2010.) 
VI O Ensino de Matemática no Ensino Fundamental
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http://portal.mec.gov.br/images/banners/caderno_pna_final.pdf
http://portal.mec.gov.br/images/banners/caderno_pna_final.pdf
Nesse sentido, a BNCC destaca que, no Ensino 
Fundamental, a Matemática,
por meio da articulação de seus diversos campos 
[...], precisa garantir que os alunos relacionem 
observações empíricas do mundo real a re-
presentações (tabelas, figuras e esquemas) e 
associem essas representações a uma atividade 
matemática (conceitos e propriedades), fazendo 
induções e conjecturas. Assim, espera-se que 
eles desenvolvam a capacidade de identificar 
oportunidades de utilização da matemática para 
resolver problemas, aplicando conceitos, pro-
cedimentos e resultados para obter soluções e 
interpretá-las segundo os contextos das situações. 
(Brasil, 2018, p. 265.)
Cabe ao corpo docente e à coordenação pedagó-
gica organizar, sistematizar e ampliar os conceitos e 
procedimentos informais que os alunos trazem, ressig-
nificando-os com base no saber matemático em suas 
diferentes concepções:
• Matemática como linguagem
 Permite representar e interpretar aspectos quanti-
tativos e qualitativos (numéricos, geométricos e de 
medida) da realidade. Esses conhecimentos possibi-
litarão ao aluno, por exemplo, compreender notícias 
de gêneros jornalísticos nos quais os dados estão 
representados em linguagens gráficas, como tabelas 
e gráficos, ou utilizar esses recursos para argumentar, 
ler mapas e localizar-se corretamente no espaço em 
que se encontra.
• Matemática como ciência
 Corpo de conhecimento socialmente construído 
e organizado pela humanidade, cuja historicidade 
deve permear a discussão dos conteúdos propos-
tos; desempenha papel importante na formação de 
habilidades do pensamento lógico, como formular 
e validar hipóteses, generalizar relações e construir 
argumentações.
• Matemática como meio para resolver problemas
 Contribui para a construção e o desenvolvimento de 
uma série de estratégias e saberes que auxiliam na re-
solução de situações do cotidiano ou de problemas 
relacionados a outras áreas do conhecimento. Pro-
blemas, nesse caso, referem-se não apenas a proble-
mas convencionais como estratégia previsível para 
a aplicação de conhecimentos construídos, mas a 
situações que desafiam o aluno a buscar soluções 
elaborando hipóteses, discutindo ideias e compa-
rando resultados. De acordo com Smole, Diniz e 
Cândido (2000, p. 13):
Para uma criança, assim como para um adulto, um 
problema é toda situação que ela enfrenta e não 
encontra solução imediata que lhe permita ligar os 
dados de partida ao objetivo a atingir. A noção de 
problema comporta a ideia de novidade, de algo 
nunca feito, de algo ainda não compreendido.
Dessa forma, a primeira característica da aborda-
gem de resolução de problemas que propomos 
é considerar como problema toda situação que 
permita algum questionamento ou investigação.
Corroborando o saber matemático nesse contexto, 
a BNCC destaca que:
[...] Os processos matemáticos de resolução de 
problemas, de investigação, de desenvolvimento de 
projetos e da modelagem podem ser citados como for-
mas privilegiadas da atividade matemática, motivo 
pelo qual são, ao mesmo tempo, objeto e estratégia 
para a aprendizagem ao longo de todo o Ensino 
Fundamental. Esses processos de aprendizagem 
são potencialmente ricos para o desenvolvimento 
de competências fundamentais para o letramento 
matemático (raciocínio, representação, comunica-
ção e argumentação) e para o desenvolvimento do 
pensamento computacional. (Brasil, 2018, p. 266.)
Com isso, deve-se garantir que os alunos no Ensino 
Fundamental desenvolvam, juntamente com as com-
petências gerais da Educação Básica, as competên-
cias específicas de Matemática:
1. Reconhecer que a Matemática é uma ciência 
humana, fruto das necessidades e preocupações 
de diferentes culturas, em diferentes momentos 
históricos, e é uma ciência viva, que contribui para 
solucionar problemas científicos e tecnológicos e 
para alicerçar descobertas e construções, inclusive 
com impactos no mundo do trabalho.
2. Desenvolver o raciocínio lógico, o espírito de 
investigação e a capacidade de produzir argumentos 
convincentes, recorrendo aos conhecimentos 
matemáticos para compreender e atuar no mundo.
3. Compreender as relações entre conceitos e 
procedimentos dos diferentes campos da Matemática 
(Aritmética, Álgebra, Geometria, Estatística e 
Probabilidade) e de outras áreas do conhecimento, 
sentindo segurançaquanto à própria capacidade 
de construir e aplicar conhecimentos matemáticos, 
desenvolvendo a autoestima e a perseverança na 
busca de soluções.
4. Fazer observações sistemáticas de aspectos 
quantitativos e qualitativos presentes nas práticas 
sociais e culturais, de modo a investigar, organizar, 
representar e comunicar informações relevantes, 
para interpretá-las e avaliá-las crítica e eticamente, 
produzindo argumentos convincentes.
VIIO Ensino de Matemática no Ensino Fundamental
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5. Utilizar processos e ferramentas matemáticas, 
inclusive tecnologias digitais disponíveis, para 
modelar e resolver problemas cotidianos, sociais 
e de outras áreas de conhecimento, validando 
estratégias e resultados.
6. Enfrentar situações-problema em múltiplos 
contextos, incluindo-se situações imaginadas, 
não diretamente relacionadas com o aspecto 
prático-utilitário, expressar suas respostas e sin-
tetizar conclusões, utilizando diferentes registros 
e linguagens (gráficos, tabelas, esquemas, além de 
texto escrito na língua materna e outras lingua-
gens para descrever algoritmos, como fluxogra-
mas, e dados).
7. Desenvolver e/ou discutir projetos que abordem, 
sobretudo, questões de urgência social, com base 
em princípios éticos, democráticos, sustentáveis e 
solidários, valorizando a diversidade de opiniões de 
indivíduos e de grupos sociais, sem preconceitos 
de qualquer natureza.
8. Interagir com seus pares de forma cooperativa, 
trabalhando coletivamente no planejamento e de-
senvolvimento de pesquisas para responder a ques-
tionamentos e na busca de soluções para problemas, 
de modo a identificar aspectos consensuais ou não 
na discussão de uma determinada questão, respei-
tando o modo de pensar dos colegas e aprendendo 
com eles. (Brasil, 2018, p. 267.)
Não há dúvida de que a Matemática tem impor-
tância fundamental em nossa sociedade, sobretudo 
como recurso para lidar com as diversas situações que 
surgem no cotidiano. Trata-se de uma ferramenta para 
o desenvolvimento de diversas habilidades e compe-
tências e para a compreensão e o aprendizado de ou-
tras áreas do conhecimento. É também parte integrante 
da área científica e tecnológica, apresentando-se 
como uma ciência com características próprias de in-
vestigação e linguagem.
Assim, é necessário que, como componente curri-
cular, a Matemática seja percebida como instrumento 
de análise e compreensão da realidade que favorece a 
tomada de decisão diante de situações-problema do 
dia a dia. Se a realidade requer habilidades matemá-
ticas, a escola é o local privilegiado para que elas se 
desenvolvam, pois nela os alunos têm a oportunidade 
de vivenciar diferentes contextos de análise, discussão 
e prática dos conhecimentos adquiridos formalmente. 
Em síntese, realizar descobertas, refletir sobre os 
conhecimentos, aprimorar e ampliar estratégias são 
atividades que auxiliam os alunos a desenvolver as 
competências cognitivas por meio do uso social da li-
teracia e da numeracia e que contribuem para que eles 
se relacionem com outras pessoas, sejam protagonis-
tas e desenvolvam o pensamento crítico-reflexivo na 
sociedade.
Objetivos gerais da coleção
A educação do século XXI tem como desafio 
promover o desenvolvimento de habilidades e de 
competências do aluno. Ou seja, deve formar pessoas 
que dominem a escrita e a leitura, comuniquem-se com 
clareza, saibam buscar informações e consigam utili-
zá-las com propriedade para elaborar argumentos e 
tomar decisões, sejam capazes de trabalhar em equipe, 
de construir um olhar crítico sobre a sociedade, de 
criar soluções próprias para os problemas e, principal-
mente, de avaliar a própria aprendizagem.
Nesta coleção, compreende-se a educação como 
um agente social de transformação para o aprimora-
mento do ser humano e, consequentemente, da socie-
dade, fator que influencia o desenvolvimento intelec-
tual e a aquisição de conhecimentos. Com esse parâ-
metro, propomos um projeto didático que contribua 
para o desenvolvimento integral do aluno.
Com base nesse propósito, a coleção:
• referencia as atividades no desenvolvimento de 
competências e habilidades de acordo com as refe-
rências utilizadas na BNCC e na PNA;
• mobiliza o processo de ensino-aprendizagem por 
meio de uma abordagem conceitual significativa e 
consistente;
• contribui para o desenvolvimento de competências 
socioemocionais – autogestão, autoconsciência, to-
mada de decisão responsável, consciência social e 
habilidades de relacionamento.
Para concretizar essa proposta, optou-se por uma 
metodologia que propicie a efetiva participação e o 
desenvolvimento da autonomia e do pensamento re-
flexivo-crítico. 
pensamento 
crítico-reflexivo
participação 
efetiva
desenvolvimento 
da autonomia
A metodologia 
escolhida propicia...
Em consequência das oportunidades oferecidas, 
espera-se que o aluno se torne protagonista de seu 
processo de formação.
Os objetivos gerais propostos pela coleção incenti-
vam o aluno do Ensino Fundamental a:
• reconhecer e saber utilizar os conhecimentos mate-
máticos para a compreensão e a transformação do 
mundo que o cerca;
VIII O Ensino de Matemática no Ensino Fundamental
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• desenvolver o interesse, a curiosidade e o espírito 
de investigação para a resolução de problemas;
• estabelecer relações entre os diferentes aspectos 
da Matemática (aritmético, geométrico, métrico, 
estatístico, algébrico, probabilístico) e utilizar essas 
relações no dia a dia e em situações que envolvam 
outras áreas do conhecimento;
• resolver situações-problema e validar estratégias e 
resultados;
• resolver problemas de maneira autônoma, elabo-
rando estratégias de resolução e desenvolvendo a 
criatividade;
• apresentar e descrever resultados por meio da 
linguagem matemática, argumentando sobre suas 
soluções e defendendo suas ideias;
• desenvolver autonomia e demonstrar perseverança 
na busca de soluções;
• interagir com os colegas de maneira cooperativa, 
respeitando diferentes opiniões e pensamentos;
• reconhecer e valorizar o uso de tecnologias na cons-
trução dos conhecimentos matemáticos e o uso da 
matemática na construção de tecnologias.
Por acreditarmos que a construção do conheci-
mento não se dá de forma isolada, inserida apenas 
no contexto de um único conteúdo ou de uma única 
disciplina, procuramos, nesta coleção, criar estratégias 
diferenciadas que propiciem ao aluno estabelecer rela-
ções entre os conceitos abordados e seus significados. 
Nossa intenção é que o aluno seja visto como sujeito 
ativo de sua aprendizagem, reagindo intelectualmente 
a estímulos e desafios que o levem à construção do 
conhecimento matemático.
Os conteúdos abordados na coleção estão, sempre 
que possível, relacionados a situações da realidade, para 
mostrar ao aluno que os conhecimentos estudados em 
sala de aula têm aplicação na vida prática das pessoas. 
Esses conteúdos abrangem, além dos conhecimentos 
específicos da área, procedimentos e atitudes. Essa di-
versidade de conteúdos (coll, 2006) contribui para a 
educação desejada e pode ser compreendida como:
• Conteúdos factuais
 Envolvem nomenclaturas, classificações e símbolos.
• Conteúdos conceituais
 A elaboração de noções, categorias e conceitos, 
relacionada a capacidades intelectuais de operar 
com símbolos, ideias, imagens e representações, nos 
permite organizar e compreender a realidade e pre-
vê-la; depende de abstrações, do estabelecimento 
de relações, de generalizações e da compreensão do 
conteúdo.
• Conteúdos procedimentais
 Os procedimentos envolvem uma série de etapas e 
estratégias organizadas e ordenadas para se atingir 
determinado objetivo.
• Conteúdos atitudinais
 Referem-se a comportamentos, valores e normas; en-
globam o respeito às diferentes opiniões, a solução de 
conflitos pelo diálogo e a participação adequada nas 
atividades escolares, ou seja, comportamentos rela-
cionados à atitudedo aluno dentro e fora da escola.
Para desenvolver os conteúdos matemáticos, foram 
selecionadas estratégias como:
• situações-problema apresentadas em momentos 
diversos do trabalho, tanto na abordagem dos con-
ceitos como nas diversas atividades que compõem 
a obra;
• cálculo mental integrado às atividades;
• uso de calculadora nas diversas situações em que 
sua utilização é possível e desejável para auxiliar 
na compreensão de algoritmos ou regras de cálcu-
lo ou, ainda, para que a interpretação e a compre-
ensão dos conceitos ou informações prevaleçam 
naquele momento do estudo;
• uso de materiais manipuláveis, como o Material 
Dourado, o ábaco e o tangram, ressaltando que es-
ses materiais didáticos precisam servir a um propó-
sito, ou seja, devem ser apresentados com finalidade 
específica, como para simplificar um procedimento 
ou dar suporte à construção e à compreensão dos 
algoritmos das operações fundamentais;
• ilustrações, fotografias, mapas, tabelas e gráficos 
apresentados como recursos para fundamentar as 
explicações de maneira tal que, gradativamente, 
o aluno possa dominar a leitura, a interpretação e o 
uso desses recursos;
• jogos que procuram expor o lado lúdico da Matemá-
tica, explorando os conceitos estudados, analisando 
estratégias e concluindo fatos que possam desenvol-
ver a compreensão sobre esses conceitos. Assim, ao 
longo dos cinco volumes há propostas de jogos ao 
final de certos capítulos, alguns de estratégia, outros 
de treinamento. A seleção que fizemos baseia-se, es-
pecialmente, no fato de os jogos poderem propiciar 
um ambiente de aprendizagem lúdico e prazeroso.
As estratégias mencionadas envolvem atividades 
que, realizadas individualmente, em duplas ou em pe-
quenos grupos, procuram viabilizar a aprendizagem, 
pois possibilitam a mobilização intelectual necessária 
para a elaboração do conhecimento, a capacidade de 
argumentação e a troca de experiências. Para que cum-
pram essa função mobilizadora, as atividades propostas 
são de vários tipos e com diferentes graus de comple-
xidade. Dessa forma, pretende-se estimular o desenvol-
vimento das competências específicas de Matemática 
para o Ensino Fundamental e das competências gerais 
da Educação Básica, conforme consta no documento 
da BNCC (Brasil, 2018, p. 267), já citado neste manual.
IXO Ensino de Matemática no Ensino Fundamental
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Avaliar é um aspecto importante no processo de 
ensino-aprendizagem. Um dos propósitos dessa prática 
pedagógica é obter informações que orientem a 
prática docente, permitindo diagnosticar se os obje-
tivos didático-pedagógicos concebidos e planejados 
estão sendo alcançados. Ao analisar essas informa-
ções, é possível inferir quais práticas e atividades têm 
propiciado a aprendizagem e quais aspectos do en-
sino e do trabalho docente podem ser modificados 
(liBâneo, 1992). Assim, o planejamento e a avaliação 
são indissociáveis.
Realizar essa ação requer uma atitude de constante 
análise e interpretação dos resultados das atividades 
de diferentes naturezas que são propostas à turma, e 
não apenas ao final de uma sequência de conteúdos, 
cuja correção consiste apenas na atribuição de um 
conceito, como “certo” ou “errado”. As situações di-
dáticas que envolvem erro, inclusive, são consideradas 
etapas de aprendizagem. Dessa maneira, é essencial 
incentivar os alunos a pensar sobre o erro, pesquisar 
o percurso que os levou a esse equívoco, analisar com 
eles o que falta aprender e os cuidados que devem ter 
para não errar. Essas são práticas que devem permear 
o processo de avaliação, uma vez que errar é inerente 
ao processo de aprender na escola e na vida. 
Nessa perspectiva de acolhida e de ressignificação 
do erro como oportunidade de aprendizagem, cada 
intervenção requer novos dados, novo diagnóstico e 
análise de informações para determinar se a interven-
ção realizada foi efetiva ou precisa ser repensada. 
Zabala (1998) destaca três importantes momentos 
no processo avaliativo: 
• o início, que permite avaliar o conhecimento prévio 
do aluno e identificar as possibilidades de apren-
dizagem, realizando-se a denominada avaliação 
inicial;
• o desenvolvimento, que permite observar como o 
aluno aprende, realizando-se a avaliação reguladora, 
também chamada de avaliação formativa ou de mo-
nitoramento; 
• o fim, quando são analisados os conhecimentos 
elaborados e os resultados obtidos, realizando-se a 
avaliação final.
Embora a nomenclatura usada para a avaliação nes-
ses três momentos distintos varie de acordo com a 
abordagem de cada autor, para fins de simplificação, 
vamos tratar esses processos respectivamente pelos 
termos avaliação diagnóstica, avaliação formativa e 
avaliação de resultado.
Desse modo, a avaliação sob uma perspectiva for-
mativa apresenta-se como um ciclo em um processo 
de retroalimentação de acordo com a aprendizagem 
de cada aluno.
Ciclo 
avaliativo
Análise
Intervenção
Diagnóstico
A avaliação diagnóstica permite reconhecer o que 
os alunos já sabem, o que eles trazem de suas expe-
riências de mundo. Esses conhecimentos prévios nem 
sempre estão corretos sob o ponto de vista científi-
co, mas são importantes para nortear decisões sobre 
os caminhos a serem trilhados em sala de aula. Esse 
tipo de avaliação não deve ter como atributo notas, 
visto tratar-se de um diagnóstico sobre aquilo que já 
se sabe (Ballester, 2003).
O instrumento tradicionalmente mais utilizado 
nesse momento é a sondagem diagnóstica, recurso 
que permite o registro de maneira aberta ou fechada 
do que os alunos trazem como repertório. Nesta obra, 
apresentamos a seção Boas-vindas! como um pos-
sível instrumento para a realização dessa avaliação 
no início do ano letivo. Sugerimos ainda que sempre 
que o trabalho com um novo tema for iniciado seja 
proposta uma sondagem diagnóstica. Nas aberturas 
de capítulo, por exemplo, algumas das questões sob 
o título Para começo de conversa foram elaboradas 
com a finalidade de facilitar a coleta de informações 
sobre os conhecimentos prévios dos alunos. No en-
tanto, essas não são as únicas maneiras de detectar 
o estágio de aprendizagem dos alunos. Recursos 
como o debate oral aberto, o questionamento par-
ticipativo e o convite ao diálogo permitem avaliar o 
que os alunos já sabem e o que ainda precisam apren-
der. Nesse ponto, seu registro qualitativo é essen-
cial. Os registros podem ocorrer por meio de notas 
pontuais ou ficar dispostos em uma grade de habilida-
des e competências.
Muitos autores chamam de avaliação formativa 
(PerrenoUd et al., 2002; Hadji, 2001) o processo em que o 
professor devolve ao aluno não apenas a nota (que 
somente informa e classifica seu rendimento de modo 
numérico), mas também comentários (que o ajudam a 
verificar seus acertos e erros, regulando, assim, tanto 
a aprendizagem do aluno quanto a avaliação do próprio 
professor). Nessa fase, atividades de leitura e de produ-
AVALIAÇÃO E APRENDIZAGEM
X Avaliação e aprendizagem
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ORGANIZAÇÃO E ESTRUTURA DA COLEÇÃO
A seguir, apresentamos a organização e a estrutura 
desta coleção.
O uso das letras de imprensa 
maiúsculas e minúsculas
Em geral, recomenda-se, no período inicial de alfa-
betização, o uso de letras maiúsculas nos textos, uma 
vez que essa grafia individualiza melhor os caracteres, 
o que facilita o reconhecimento visual deles pelos alu-
nos. Por isso, uma das preocupações da organização 
da coleção foi a de adotá-las em todo o volume 1 e em 
metade do volume 2. Dessa maneira, os alunos que não 
leem nem escrevem com autonomia vão ter a opor-
tunidade de se familiarizar com esse tipo de letra e, à 
medida que forem refletindo sobre o funcionamento 
da leitura e da escrita e entrando em contato com o 
sistema de escrita e as interações com o meio – desde 
a fase pré-silábica até a fase alfabética consolidada –, 
vão acompanhar pouco a pouco, com a ponta do dedo 
ou como lápis, a sequência textual lida pelo professor. 
Nessa fase do desenvolvimento da leitura e da escrita, 
é importante formar grupos de alunos que estejam 
no mesmo ano, mas em fases diferentes e, ao mesmo 
tempo, próximas, de alfabetização, para que se ajudem 
mutuamente, o que contribui para desenvolver as habi-
lidades de literacia e de numeracia.
De acordo com a habilidade específica de Língua 
Portuguesa indicada na BNCC (Brasil, 2018) sob o có-
digo EF02LP01, a partir do 2o ano os alunos devem uti-
lizar letras maiúsculas no início das frases e em subs-
tantivos próprios. Dessa maneira, compreende-se que, 
ao longo desse ano escolar, eles vão se apropriar da 
distinção entre maiúsculas e minúsculas.
Considerando essa transição do uso das letras duran-
te o 2o ano, optou-se por apresentar os textos dos capí-
tulos de 1 a 4 do mesmo modo como foi feito no volume 
do 1o ano: apenas com as letras de imprensa maiúsculas. 
A partir do capítulo 5 do 2o ano, os textos fazem uso 
das letras de imprensa maiúsculas e minúsculas. 
ção textual, trabalhos coletivos de investigação e de re-
solução de problemas e desafios cotidianos relacionados 
ao tema estudado também informam sobre possíveis 
necessidades de alteração em seu curso de trabalho 
e reorientação do processo de ensino-aprendizagem 
(cortesão, 2002). As atividades propostas nos capítulos 
e, principalmente, nas seções Aprender sempre e Vamos 
resolver! (a partir do 2o ano) contribuem para a observa-
ção e o registro da aprendizagem dos alunos, tornando 
possível a percepção dos avanços, o que favorece uma 
análise sistemática. 
A avaliação de resultado ou final pode ter como 
base provas escritas, a exemplo da seção Até breve!, 
que foi elaborada para auxiliá-lo na realização desse 
tipo de avaliação, mas também pode ser feita utilizan-
do-se outros instrumentos, como apresentações orais 
e trabalhos em grupo, entre outros, por meio dos quais 
é possível verificar se os objetivos de aprendizagem 
traçados foram alcançados pelos alunos. A avaliação 
final também permite analisar os alunos com relação 
ao grau de aproveitamento de suas aprendizagens 
(Haydt, 2000). Aqui, porém, cabe uma ressalva: nem 
sempre o rendimento dos alunos em uma prova revela 
o que eles realmente sabem. Por isso, não se reco-
menda utilizar apenas a avaliação de resultado, ainda 
que ela seja, por exemplo, composta pela média de 
três provas. Dessa maneira, utilize diferentes registros 
de atividades para que que a avaliação seja abrangen-
te e, assim, contemple diversas habilidades e compe-
tências dos alunos.
Especificamente sobre o tema avaliação, as 
Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação 
Básica dão a seguinte orientação:
Ainda que já dito em termos mais gerais, vale 
enfatizar que no início do Ensino Fundamental, 
atendendo às especificidades do desenvolvimento 
infantil, a avaliação deverá basear-se, sobretudo, 
em procedimentos de observação e registro 
das atividades dos alunos e portfólios de seus 
trabalhos, seguidos de acompanhamento contínuo 
e de revisão das abordagens adotadas, sempre que 
necessário. (Brasil, 2013, p. 123.)
Com base nas informações dos três momentos de 
avaliação, é possível encontrar meios para corrigir fa-
lhas, propor alternativas e investir nos aspectos positi-
vos. O registro constante e sistemático dos resultados 
das avaliações é documento indispensável para ga-
rantir a eficácia dessa prática pedagógica. Além disso, 
as práticas avaliativas realizadas pelos alunos também 
servem para que você se autoavalie constantemente, 
analisando o modo como expõe os conteúdos, as es-
tratégias utilizadas, as dúvidas que consegue ou não 
esclarecer. Em resumo, o processo de avaliação de 
aprendizagem configura um meio para aperfeiçoar as 
práticas docentes.
Por fim, é importante que os alunos percebam a 
avaliação como uma oportunidade de revisão e apro-
fundamento do estudo. Isso contribui para a autoesti-
ma, a reflexão e a aceitação de críticas e o desejo de 
vencer desafios para alcançar o sucesso pessoal. 
XIOrganização e estrutura da coleção
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Organização dos conteúdos
No desenvolvimento do trabalho para esta coleção, 
foram consideradas as cinco unidades temáticas pro-
postas pela BNCC para Matemática: Números, Álgebra, 
Geometria, Grandezas e medidas e Probabilidade e 
Estatística.
• Em Números, destaca-se o desenvolvimento de 
diferentes estratégias (estimativa, arredondamento, 
cálculo mental, algoritmos) no cálculo e/ou na reso-
lução de problemas que envolvem números naturais 
e racionais (representação fracionária ou decimal 
finita), além de viabilizar-se a compreensão do Sis-
tema de Numeração Decimal, favorecendo a leitu-
ra, a escrita, a comparação e a ordenação desses 
números.
• Em Grandezas e medidas, promove-se um tra-
balho que visa inicialmente conduzir o aluno à 
reflexão sobre o que é medir (mobilizando pro-
cedimentos como comparar e estimar), para de-
pois chegar ao estudo das diferentes grandezas e 
suas principais unidades de medida padronizadas 
(comprimento, massa, capacidade, tempo, superfí-
cie e temperatura).
• Em Geometria, prioriza-se o desenvolvimento do 
senso espacial, a familiarização com as caracterís-
ticas de figuras geométricas planas e não planas e 
sua identificação, associando as figuras não planas 
às suas respectivas planificações. Além disso, é pro-
posto um trabalho com atividades de localização no 
plano e no espaço e atividades de representação de 
figuras geométricas planas e não planas.
• Em Álgebra, apresentam-se atividades de agrupar e 
ordenar objetos com base em diferentes atributos, 
reconhecer padrões de uma sequência, identificar e 
completar os elementos de uma sequência, produzir 
padrões simples (numéricos ou usando figuras geo- 
métricas). Essa unidade temática traz habilidades 
que, de alguma maneira, já são apresentadas em 
outras, como o reconhecimento de padrões numé-
ricos, em Números, e o reconhecimento de padrões 
geométricos, em Geometria.
• Em Probabilidade e Estatística, o trabalho com a 
estatística envolve desde a coleta e a organização 
de dados até sua apresentação por meio de tabelas 
e gráficos. O aluno é incentivado a interpretar infor-
mações e a resolver problemas com base na leitura 
e análise de dados apresentados em tabelas e gráfi-
cos. Já o trabalho com a probabilidade é desenvol-
vido por meio de atividades que trazem a noção de 
acaso, começando com a identificação de eventos 
possíveis e impossíveis ou prováveis e improváveis, 
passando pela identificação de eventos que têm 
maior chance ou menor chance de ocorrência até 
chegar à indicação da probabilidade de ocorrência 
de um evento.
Estrutura do livro didático
Os volumes estão organizados em oito capítulos. 
Cada capítulo é composto de abertura, desenvolvi-
mento do assunto e finalização.
No início e no término de cada volume, apresentamos, 
respectivamente, as seções Boas-vindas! e Até breve!, 
que vão auxiliá-lo no processo avaliativo dos alunos.
Ao longo de cada capítulo, são propostas ativida-
des, identificadas com o ícone Saber Ser, que permi-
tem que os alunos desenvolvam as competências so-
cioemocionais e reflitam sobre elas.
Boas-vindas!
No início de cada volume, antes do primeiro capítu-
lo, apresentamos a seção Boas-vindas!. Essa seção foi 
pensada para ser um instrumento de avaliação diag-
nóstica. O objetivo é verificar os conhecimentos que o 
aluno já detém e quais devem ser retomados para que 
ele consiga acompanhar o ano letivo.
Abertura de capítulo
Essa seção compõe-se de uma cena que explora 
múltiplas linguagens: ilustrações, fotos ou composições 
de ambas. Do lado direito da imagem, são propos-
tas algumas atividades, sob o subtítulo Para começo 
de conversa, que exploram a leitura da imagem e 
permitem avaliar alguns dos conhecimentos prévios 
dos alunos sobre assuntos tratados no capítulo, além 
de possibilitar o trabalho com temas relacionados às 
competências socioemocionais.As questões que compõem as atividades são sem-
pre de resolução oral, possibilitando a argumentação e 
a troca de ideias entre os alunos. Nelas, são exploradas 
situações contextualizadas que permitem a eles recor-
rer a estratégias pessoais para responder às questões 
propostas, discutir essas estratégias e validá-las (ou 
não) ao longo do capítulo.
Desenvolvimento do conteúdo
São apresentadas atividades com textos, ilus-
trações, fotos, tabelas e gráficos que permitem aos 
alunos a compreensão do conteúdo que está sendo 
trabalhado. A partir do volume do 2o ano, a seção 
Vamos resolver! propõe atividades que retomam o 
que já foi estudado.
Finalização de capítulo
Cada capítulo é finalizado pela seção Aprender 
sempre, que retoma, aplica e amplia os conteúdos 
trabalhados ao propor atividades diversificadas e de 
diferentes níveis de complexidade.
Há também a seção Probabilidade e Estatística, 
presente no final de cada capítulo e que apresen-
ta atividades que se inserem na unidade temática 
Probabilidade e Estatística e possibilitam aos alunos 
XII Organização e estrutura da coleção
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um primeiro contato com as fases de uma pesquisa 
estatística (coleta de dados, apresentação dos dados 
em tabelas e/ou gráficos, interpretação dos dados) e 
com a noção de aleatoriedade.
As seções Jogo, Vamos ler imagens! e Pessoas e 
lugares podem aparecer ao fim de alguns capítulos para 
trabalhar os conteúdos de maneira lúdica e incentivar 
os alunos a entrar em contato com diferentes temas 
de cunho artístico, cultural, social e histórico.
O brincar também faz parte do aprender nessa 
etapa da Educação Básica. Assim, na seção Jogo, são 
mobilizados, além da ludicidade, os aspectos cogniti-
vos e interacionais. Os alunos não só se divertem, como 
também aprendem a lidar com símbolos e a pensar 
por meio de analogias, desenvolvendo a capacidade 
de seguir regras, de se concentrar, de argumentar e de 
trabalhar em equipe, o que contribui para seu desen-
volvimento interpessoal e sua integração na sociedade.
A seção Vamos ler imagens! convida os alunos a 
fruir as diversas manifestações artísticas por meio da 
análise de uma ou mais imagens. As atividades au-
xiliam os alunos a formular e a confirmar hipóteses 
sobre o objeto analisado (obras de arte, capas de li-
vros, entre outros), contribuindo para o desenvolvi-
mento da autonomia leitora.
Na seção Pessoas e lugares, os alunos entram em con-
tato com características culturais de diferentes comuni-
dades para aprender a valorizar a diversidade de saberes, 
as vivências culturais, a tolerância e o respeito ao outro.
Até breve!
No fim de cada volume, após o capítulo 8, apresenta-
mos a seção Até breve!. Essa seção, assim como a seção 
Boas-vindas!, no início do volume, também foi pensada 
para ser um instrumento de avaliação. Nela, porém, a 
ideia é apresentar uma proposta de avaliação de resul-
tado. O intuito é propor atividades que explorem alguns 
dos conteúdos desenvolvidos ao longo do ano letivo 
para verificar a aprendizagem dos alunos e, se for o caso, 
rever o planejamento e aplicar propostas de remediação.
Selo Saber Ser
O selo Saber Ser indica momentos em que é possí-
vel explorar as competências socioemocionais com os 
alunos. O objetivo é incentivar a discussão de determi-
nados temas que propiciem aos alunos desenvolver o 
gerenciamento de suas emoções nos relacionamentos 
intrapessoal e interpessoal. A seguir, apresentamos as 
competências exploradas na coleção.
• Autoconsciência
 Capacidade de reconhecer as próprias emoções, 
pensamentos e valores e como eles influenciam o 
comportamento. Assim, podem-se avaliar os pontos 
fortes e as limitações de uma pessoa.
• Autogestão
 Capacidade de regular as próprias emoções, os 
pensamentos e os comportamentos em diferentes 
situações, administrando o estresse, controlando 
os impulsos e motivando a si mesmo. Essa é uma 
capacidade importante para trabalhar os objetivos 
pessoais e acadêmicos.
• Consciência social
 Capacidade de poder trabalhar a cooperação e a 
empatia com os outros para lidar com as diferen-
ças (étnicas, culturais e contextuais). Por intermédio 
dessa consciência, pode-se compreender as normas 
sociais e éticas e os comportamentos. Necessita do 
exercício da empatia, do colocar-se “no lugar do 
outro”, respeitando a diversidade. Inclui a capacidade 
de sentir compaixão pelo outro e compreender nor-
mas históricas e sociais.
• Habilidades de relacionamento
 Relacionam-se com as habilidades de ouvir com 
empatia, falar clara e objetivamente, cooperar com 
os demais, resistir à pressão social (ao bullying, por 
exemplo), solucionar conflitos de modo construtivo 
e respeitoso, bem como auxiliar o outro quando 
necessário. Capacidade de estabelecer e manter 
relacionamentos saudáveis e gratificantes com diver-
sos indivíduos e grupos.
• Tomada de decisão responsável
 Preconiza as escolhas pessoais e as interações so-
ciais de acordo com as normas, os cuidados com a 
segurança e os padrões éticos de uma sociedade. 
Por meio dela, pode-se avaliar as consequências das 
próprias ações e a relação delas com o bem-estar 
de si mesmo e dos outros. 
XIIIOrganização e estrutura da coleção
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PROPOSTA DE DISTRIBUIÇÃO DOS 
CONTEÚDOS DA COLEÇÃO 
A seguir, apresentamos uma proposta de plano de distribuição anual dos conteúdos da coleção con-
siderando 36 semanas letivas. Entretanto, sabemos que a dinamicidade do contexto escolar exige uma 
prática docente que se flexibilize diante dos desafios que surgem ao longo do ano letivo. Assim, esse 
planejamento tem o objetivo de nortear sua prática pedagógica de maneira que você possa adaptá-lo 
à sua realidade escolar e ao projeto pedagógico desenvolvido na escola. 
As linhas destacadas em azul correspondem aos momentos sugeridos para avaliação. Após a rea-
lização da seção Aprender sempre, recomendamos que seja feito o retorno das avaliações formativas 
propostas ao longo do capítulo. Para auxiliar em seu trabalho nesse momento, referenciamos a página 
do Manual do Professor no qual apresentamos sugestões de avaliações formativas para os objetivos 
pedagógicos do capítulo e possíveis atividades de remediação. 
Na coluna relativa à página, deixamos indicada a página em que se inicia o conteúdo, o tema ou a 
seção referida.
Volume 1
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Conteúdo/Tema/Seção
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1 1 1 1 – Boas-vindas! – Avaliação diagnóstica 8
1 1 1 1 1 Abertura de capítulo – Números até 10 10A
1 1 1 1 1 Números no dia a dia 12
1 1 1 1 1 Comparando quantidades 14
2 1 1 1 1 Representando quantidades 16
2 1 1 1 1 Os números 1, 2 e 3 18
3 1 1 1 1 Os números 4 e 5 20
3 1 1 1 1 Os números 6 e 7 22
4 1 1 1 1 Os números 8 e 9 24
4 1 1 1 1 O número zero 26
4 1 1 1 1 O número 10 28
5 2 1 1 1 Probabilidade e Estatística – Leitura e interpretação de tabelas 30
5 2 1 1 1 Aprender sempre – Avaliação formativa 32
5 2 1 1 1 Retorno das avaliações formativas e estratégias de remediação 33A
6 2 1 1 2 Abertura de capítulo – Algumas noções de Matemática 34A
6 2 1 1 2 Em cima ou embaixo 36
6 2 1 1 2 Na frente, atrás ou entre 37
7 2 1 1 2 Dentro ou fora 38
7 2 1 1 2 Longe ou perto 40
7 2 1 1 2 Direita ou esquerda 42
8 2 1 1 2 Mesmo sentido ou sentido contrário 44
8 2 1 1 2 Maior ou menor 46
8 2 1 1 2 Antes ou depois 47
9 2 1 1 2 Probabilidade e Estatística – Construção de tabelas 48
9 3 1 1 2 Vamos ler imagens! – Pinturas 50
10 3 1 1 2 Aprender sempre – Avaliação formativa 52
10 3 1 1 2 Retorno das avaliações formativas e estratégias de remediação 53A
11 3 2 1 3 Abertura de capítulo – Adição e subtração 54A
11 3 2 1 3 Adição 56
12 3 2 1 3 Representar e efetuar adições 59
12 3 2 1 3 Adições na malha quadriculada 61
13 3 2 1 3 Subtração 63
13 3 2 1 3 Representar e efetuar subtrações 66
14 4 2 1 3 Probabilidade e Estatística – Classificação de eventos 68
XIV Proposta de distribuiçãodos conteúdos da coleção
XIVaXXIII_AJM1aAJM5_MP_PNLD23_QUADROS.indd 14 16/07/2021 08:41
14 4 2 1 3 Aprender sempre – Avaliação formativa 70
15 4 2 1 3 Retorno das avaliações formativas e estratégias de remediação 71A
15 4 2 2 4 Abertura de capítulo – Números até 31 72A
16 4 2 2 4 Maior que ou menor que 74
16 4 2 2 4 Sequência numérica 76
16 4 2 2 4 Números em ordem 78
17 4 2 2 4 Reta numérica 80
17 4 2 2 4 A dezena 81
18 5 2 2 4 Números até 20 82
18 5 2 2 4 Dúzia e meia dúzia 86
19 5 2 2 4 Números até 31 88
19 5 2 2 4 Probabilidade e Estatística – Leitura e interpretação de gráficos de barras 92
20 5 2 2 4 Vamos ler imagens! – Capas de livros 94
20 5 2 2 4 Aprender sempre – Avaliação formativa 96
20 5 2 2 4 Retorno das avaliações formativas e estratégias de remediação 97A
21 5 3 2 5 Abertura de capítulo – Geometria 98A
21 5 3 2 5 Organização de objetos 100
21 5 3 2 5 Localização 103
22 5 3 2 5 Padrões 106
22 5 3 2 5 Figuras não planas 108
22 5 3 2 5 Figuras planas 110
23 6 3 2 5 Tangram 112
23 6 3 2 5 Probabilidade e Estatística – Construção de gráficos de barras 114
23 6 3 2 5 Jogo – Formando pares 116
23 6 3 2 5 Aprender sempre – Avaliação formativa 118
24 6 3 2 5 Retorno das avaliações formativas e estratégias de remediação 119A
24 6 3 2 6 Abertura de capítulo – Mais números 120A
24 6 3 2 6 Números até 40 122
25 6 3 2 6 Comparação de números até 40 124
25 6 3 2 6 Dezenas inteiras 126
26 6 3 2 6 Mais números 128
26 6 3 2 6 O número 100 136
27 6 3 2 6 Probabilidade e Estatística – Tabelas e gráficos 138
27 6 3 2 6 Aprender sempre – Avaliação formativa 140
27 6 3 2 6 Retorno das avaliações formativas e estratégias de remediação 141A
28 7 4 3 7 Abertura de capítulo – Mais adição e subtração 142A
28 7 4 3 7 Mais adições 144
29 7 4 3 7 Mais subtrações 148
30 7 4 3 7 Probabilidade e Estatística – Noções iniciais de probabilidade 152
30 7 4 3 7 Jogo – Jogo dos dados 154
31 7 4 3 7 Pessoas e lugares – Aprendendo Matemática com parlendas 156
31 7 4 3 7 Aprender sempre – Avaliação formativa 158
31 7 4 3 7 Retorno das avaliações formativas e estratégias de remediação 159A
32 7 4 3 8 Abertura de capítulo – Grandezas e medidas 160A
32 7 4 3 8 Comparando comprimentos 162
32 7 4 3 8 Comparando massas 166
33 8 4 3 8 Comparando capacidades 168
33 8 4 3 8 O dia 170
33 8 4 3 8 Os dias da semana 172
34 8 4 3 8 O calendário 174
34 8 4 3 8 Conhecendo o dinheiro brasileiro 176
34 8 4 3 8 Probabilidade e Estatística – Pesquisa 178
35 8 4 3 8 Jogo – Jogo das comparações 180
35 8 4 3 8 Pessoas e lugares – Conhecendo a peteca 182
35 8 4 3 8 Aprender sempre – Avaliação formativa 184
36 8 4 3 8 Retorno das avaliações formativas e estratégias de remediação 185A
36 8 4 3 – Até breve! – Avaliação de resultado 186A
XVProposta de distribuição dos conteúdos da coleção
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1 1 1 1 – Boas-vindas! – Avaliação diagnóstica 8
1 1 1 1 1 Abertura de capítulo – Números 10A
1 1 1 1 1 Números de 0 a 9 12
1 1 1 1 1 Ordem crescente e ordem decrescente 14
1 1 1 1 1 O que vem antes e o que vem depois 16
2 1 1 1 1 Números ordinais 18
2 1 1 1 1 A dezena 20
2 1 1 1 1 Números de 11 a 19 22
3 1 1 1 1 Agrupando para contar 24
3 1 1 1 1 Dúzia e meia dúzia 26
3 1 1 1 1 Dezenas inteiras 28
4 1 1 1 1 Adição e subtração com dezenas inteiras 30
4 1 1 1 1 Números até 99 32
4 1 1 1 1 Vamos resolver! – Avaliação formativa 36
5 1 1 1 1 Decomposição de um número 38
5 1 1 1 1 Representação no ábaco 39
5 2 1 1 1 Comparando números 40
6 2 1 1 1 Probabilidade e Estatística – Construção e interpretação de tabelas 42
6 2 1 1 1 Aprender sempre – Avaliação formativa 44
6 2 1 1 1 Retorno das avaliações formativas e estratégias de remediação 45A
6 2 1 1 2 Abertura de capítulo – Adição e subtração 46A
7 2 1 1 2 Adição 48
7 2 1 1 2 Subtração 51
7 2 1 1 2 Diferentes maneiras de adicionar e subtrair 54
8 2 1 1 2 Adição de três números 58
8 2 1 1 2 Probabilidade e Estatística – Leitura e interpretação de gráficos de barras 60
8 2 1 1 2 Aprender sempre – Avaliação formativa 62
8 2 1 1 2 Retorno das avaliações formativas e estratégias de remediação 63A
9 2 2 1 3 Abertura de capítulo – Geometria 64A
9 2 2 1 3 Diferentes formas 66
9 3 2 1 3 Arredondado ou não arredondado 67
10 3 2 1 3 Figuras planas ou não planas 68
10 3 2 1 3 Algumas figuras não planas 70
10 3 2 1 3 Vamos resolver! – Avaliação formativa 74
11 3 2 1 3 Algumas figuras planas 76
11 3 2 1 3 Figuras na malha pontilhada 80
11 3 2 1 3 Vamos resolver! – Avaliação formativa 82
12 3 2 1 3 Padrões 84
12 3 2 1 3 Probabilidade e Estatística – Estudo de eventos 86
12 3 2 1 3 Jogo – É minha! 88
13 3 2 1 3 Vamos ler imagens! – Museus a céu aberto 90
13 3 2 1 3 Aprender sempre – Avaliação formativa 92
13 3 2 1 3 Retorno das avaliações formativas e estratégias de remediação 93A
14 4 2 2 4 Abertura de capítulo – Mais números 94A
14 4 2 2 4 A centena 96
14 4 2 2 4 Números até 199 98
15 4 2 2 4 Comparando números 100
15 4 2 2 4 Centenas inteiras 102
15 4 2 2 4 Adição e subtração com centenas inteiras 104
16 4 2 2 4 Vamos resolver! – Avaliação formativa 106
16 4 2 2 4 Números até 999 108
Volume 2
XVI Proposta de distribuição dos conteúdos da coleção
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16 4 2 2 4 O milhar 113
17 4 2 2 4 Probabilidade e Estatística – Construção de um gráfico com base em uma tabela 114
17 4 2 2 4 Aprender sempre – Avaliação formativa 116
17 4 2 2 4 Retorno das avaliações formativas e estratégias de remediação 117A
18 4 3 2 5 Abertura de capítulo – Localização e movimentação 118A
18 4 3 2 5 Localização 120
18 4 3 2 5 Movimentação 124
19 5 3 2 5 Movimentação na malha 128
19 5 3 2 5 Probabilidade e Estatística – Construção de uma tabela com base em um gráfico 130
19 5 3 2 5 Pessoas e lugares – Jogos indígenas 132
20 5 3 2 5 Aprender sempre – Avaliação formativa 134
20 5 3 2 5 Retorno das avaliações formativas e estratégias de remediação 135A
20 5 3 2 6 Abertura de capítulo – Mais adição e subtração 136A
21 5 3 2 6 Adições e subtrações com o ábaco 138
21 5 3 2 6 Algoritmos para a adição 140
22 6 3 2 6 Algoritmos para a subtração 142
22 6 3 2 6 Mais adição e subtração 144
23 6 3 2 6 Adições e subtrações com a calculadora 146
23 6 3 2 6 Probabilidade e Estatística – Pesquisa e organização de dados em tabelas e em gráficos 148
24 6 3 2 6 Aprender sempre – Avaliação formativa 150
24 6 3 2 6 Retorno das avaliações formativas e estratégias de remediação 151A
25 6 4 3 7 Abertura de capítulo – Grandezas e medidas 152A
25 6 4 3 7 Comparando comprimentos 154
26 6 4 3 7 Medindo comprimentos 155
26 6 4 3 7 O metro 156
26 6 4 3 7 O centímetro e o milímetro 158
27 7 4 3 7 Medindo massas 160
27 7 4 3 7 Medindo capacidades 162
27 7 4 3 7 Vamos resolver! – Avaliação formativa 164
28 7 4 3 7 O relógio e as horas 166
28 7 4 3 7 O calendário 170
28 7 4 3 7 O real 174
29 7 4 3 7 Probabilidade e Estatística – Leitura e interpretação de tabelas de dupla entrada 176
29 7 4 3 7 Jogo – Ligue pontos 178
29 7 4 3 7 Pessoas e lugares – Diferentes maneiras de comemorar o Ano-Novo 180
30 7 4 3 7 Aprender sempre – Avaliação formativa 182
30 7 4 3 7 Retorno das avaliações formativas e estratégias de remediação 183A
30 7 4 3 8 Abertura de capítulo – Multiplicação e divisão 184A
31 7 4 3 8 Quantos são? 186
31 7 4 3 8 Multiplicação 188
31 7 4 3 8 Vezes 2 190
31 7 4 3 8 Vezes 3 192
32 8 4 3 8 Vezes 4 194
32 8 4 3 8 Vezes 5 196
32 8 4 3 8 Vamos resolver! – Avaliação formativa 198
33 8 4 3 8 Dobro e triplo 200
33 8 4 3 8 Divisão 202
34 8 4 3 8 Probabilidade e Estatística – Um pouco mais sobre eventos 206
34 8 4 3 8 Jogo – Jogo da multiplicação 208
35 8 4 3 8 Vamos ler imagens! – Propagandas 210
35 8 4 3 8 Aprender sempre – Avaliação formativa 212
36 8 4 3 8 Retorno das avaliações formativas e estratégias de remediação 213A
36 8 4 3 – Até breve! – Avaliação de resultado 214A
XVIIProposta de distribuição dos conteúdos da coleção
XIVaXXIII_AJM1aAJM5_MP_PNLD23_QUADROS.indd17 16/07/2021 08:41
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Conteúdo/Tema/Seção
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1 1 1 1 – Boas-vindas! – Avaliação diagnóstica 8
1 1 1 1 1 Abertura de capítulo – Números 10A
1 1 1 1 1 Números ordinais 12
1 1 1 1 1 Sistema de Numeração Decimal 14
2 1 1 1 1 Dezenas e centenas inteiras 18
2 1 1 1 1 Números até 999 20
2 1 1 1 1 Vamos resolver! – Avaliação formativa 24
3 1 1 1 1 Decomposição de números até 999 26
3 1 1 1 1 Comparação de números até 999 28
4 1 1 1 1 Ordem crescente e ordem decrescente 30
4 1 1 1 1 Sequências numéricas 31
4 1 1 1 1 Probabilidade e Estatística – Leitura e interpretação de tabelas de dupla entrada 32
4 1 1 1 1 Aprender sempre – Avaliação formativa 34
4 1 1 1 1 Retorno das avaliações formativas e estratégias de remediação 35A
5 2 1 1 2 Abertura de capítulo – Adição e subtração 36A
5 2 1 1 2 Adição e subtração na reta numérica 38
5 2 1 1 2 Ideias da adição 40
5 2 1 1 2 Ideias da subtração 42
5 2 1 1 2 Adição com trocas 44
6 2 1 1 2 Adição com ábaco e com algoritmo usual 46
6 2 1 1 2 Subtração com trocas 48
6 2 1 1 2 Subtração com ábaco e com algoritmo usual 50
7 2 2 1 2 Vamos resolver! – Avaliação formativa 52
7 2 2 1 2 Mais adição com trocas 54
7 2 2 1 2 Mais subtração com trocas 56
7 2 2 1 2 Arredondamento e resultado aproximado 58
8 3 2 1 2 Cálculo mental 60
8 3 2 1 2 Probabilidade e Estatística – Construção e interpretação de tabelas de dupla entrada 62
8 3 2 1 2 Aprender sempre – Avaliação formativa 64
8 3 2 1 2 Retorno das avaliações formativas e estratégias de remediação 65A
9 3 2 1 3 Abertura de capítulo – Geometria 66A
9 3 2 1 3 Figuras planas e figuras não planas 68
9 3 2 1 3 Vértices, faces e arestas 70
9 3 2 1 3 Cubo 71
10 3 2 1 3 Paralelepípedo 72
10 3 2 1 3 Pirâmide 73
10 3 2 1 3 Prisma 74
10 3 2 1 3 Cilindro, cone e esfera 76
10 3 2 1 3 Planificações 78
11 3 2 1 3 Vamos resolver! – Avaliação formativa 80
11 3 2 1 3 Figuras planas 82
11 3 2 1 3 Lados e vértices 84
11 3 2 1 3 Comparando figuras 86
12 3 2 1 3 Vamos resolver! – Avaliação formativa 88
12 3 2 1 3 Movimentação 90
12 3 2 1 3 Movimentação na malha 92
13 3 2 1 3 Probabilidade e Estatística – A ideia de chance 94
13 3 2 1 3 Jogo – Memória das planificações 96
13 3 2 1 3 Vamos ler imagens! – Vitrais 98
13 3 2 1 3 Aprender sempre – Avaliação formativa 100
14 3 2 1 3 Retorno das avaliações formativas e estratégias de remediação 101A
14 4 3 2 4 Abertura de capítulo – Multiplicação 102A
14 4 3 2 4 Ideias da multiplicação 104
14 4 3 2 4 Vezes 2 e vezes 3 106
15 4 3 2 4 Vezes 4 e vezes 5 110
Volume 3
XVIII Proposta de distribuição dos conteúdos da coleção
XIVaXXIII_AJM1aAJM5_MP_PNLD23_QUADROS.indd 18 16/07/2021 08:42
15 4 3 2 4 Vezes 6 e vezes 7 112
15 4 3 2 4 Vezes 8 e vezes 9 114
15 4 3 2 4 Vezes 10 116
16 4 3 2 4 Vamos resolver! – Avaliação formativa 118
16 4 3 2 4 Multiplicações com três números 120
16 4 3 2 4 2 vezes e vezes 2, 3 vezes e vezes 3, … 122
17 5 3 2 4 Multiplicações por dezenas e centenas 124
17 5 3 2 4 Multiplicações com a calculadora 126
17 5 3 2 4 Probabilidade e Estatística – Pesquisa e organização de dados em tabelas e em planilhas eletrônicas 128
17 5 3 2 4 Jogo – Batalha das multiplicações 130
18 5 3 2 4 Pessoas e lugares – Diferentes tipos de moradia 132
18 5 3 2 4 Aprender sempre – Avaliação formativa 134
18 5 3 2 4 Retorno da avaliação formativa e estratégias de remediação 135A
19 5 3 2 5 Abertura de capítulo – Mais números 136A
19 5 3 2 5 O milhar 138
20 5 3 2 5 Números de quatro algarismos 140
20 5 3 2 5 Vamos resolver! – Avaliação formativa 142
21 6 3 2 5 Milhares inteiros 144
21 6 3 2 5 Mais números de quatro algarismos 146
22 6 3 2 5 Probabilidade e Estatística – Leitura e interpretação de gráficos de barras 148
22 6 3 2 5 Pessoas e lugares – Vivendo sem números 150
23 6 3 2 5 Aprender sempre – Avaliação formativa 152
24 6 3 2 5 Retorno da avaliação formativa e estratégias de remediação 153A
24 6 3 2 6 Abertura de capítulo – Grandezas e medidas 154A
24 6 3 2 6 Unidades de medida não padronizadas e padronizadas 156
24 6 3 2 6 Metro, centímetro e milímetro 157
25 7 4 2 6 Quilômetro 160
25 7 4 2 6 Vamos resolver! – Avaliação formativa 162
25 7 4 2 6 Medindo contornos 164
25 7 4 2 6 As peças do tangram 166
25 7 4 2 6 O dinheiro e o símbolo do real 168
26 7 4 2 6 Vamos resolver! – Avaliação formativa 172
26 7 4 2 6 Probabilidade e Estatística – Construção de gráficos de barras 174
26 7 4 2 6 Vamos ler imagens! – Placas de trânsito 176
26 7 4 2 6 Aprender sempre – Avaliação formativa 178
27 7 4 2 6 Retorno da avaliação formativa e estratégias de remediação 179A
27 7 4 3 7 Abertura de capítulo – Multiplicação e divisão 180A
27 7 4 3 7 Diferentes maneiras de multiplicar 182
27 7 4 3 7 Multiplicação com trocas 186
28 7 4 3 7 Vamos resolver! – Avaliação formativa 190
28 7 4 3 7 Ideias da divisão 192
28 7 4 3 7 Fazendo divisões 198
29 8 4 3 7 Número par e número ímpar 202
29 8 4 3 7 Vamos resolver! – Avaliação formativa 204
29 8 4 3 7 Divisões com a calculadora 206
30 8 4 3 7 Probabilidade e Estatística – Chance de um evento ocorrer 208
30 8 4 3 7 Aprender sempre – Avaliação formativa 210
30 8 4 3 7 Retorno da avaliação formativa e estratégias de remediação 211A
31 8 4 3 8 Abertura de capítulo – Mais grandezas e medidas 212A
31 8 4 3 8 Quilograma, grama e miligrama 214
31 8 4 3 8 Litro e mililitro 218
32 8 4 3 8 Vamos resolver! – Avaliação formativa 220
32 8 4 3 8 Hora e minuto 222
32 8 4 3 8 Relógios 224
33 8 4 3 8 Minuto e segundo 226
33 8 4 3 8 Dia, mês e ano 228
34 8 4 3 8 Vamos resolver! – Avaliação formativa 230
34 8 4 3 8 Probabilidade e Estatística – Pesquisa e organização de dados em tabelas de dupla entrada 232
35 8 4 3 8 Jogo – Dominó dos relógios 234
35 8 4 3 8 Aprender sempre – Avaliação formativa 236
36 8 4 3 8 Retorno da avaliação formativa e estratégias de remediação 237A
36 8 4 3 – Até breve! – Avaliação de resultado 238A
XIXProposta de distribuição dos conteúdos da coleção
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Volume 4
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Conteúdo/Tema/Seção
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1 1 1 1 – Boas-vindas! – Avaliação diagnóstica 8
1 1 1 1 1 Abertura de capítulo – Números 10A
1 1 1 1 1 Sistema de Numeração Decimal 12
1 1 1 1 1 Valor dos algarismos em um número 14
2 1 1 1 1 Dezena de milhar e números de cinco algarismos 16
2 1 1 1 1 Comparar e ordenar números 20
3 1 1 1 1 Probabilidade e Estatística – Leitura e interpretação de gráficos de barras 22
3 1 1 1 1 Jogo – Loteria numérica 24
4 1 1 1 1 Pessoas e lugares – Uma maneira diferente de contar 26
4 1 1 1 1 Aprender sempre – Avaliação formativa 28
4 1 1 1 1 Retorno das avaliações formativas e estratégias de remediação 29A
5 1 1 1 2 Abertura de capítulo – Adição e subtração 30A
5 1 1 1 2 Adição 32
5 2 1 1 2 Subtração 34
6 2 1 1 2 Termos da adição 36
6 2 1 1 2 Termos da subtração 37
7 2 1 1 2 Propriedades da adição 38
7 2 1 1 2 Arredondamento e resultado aproximado 40
8 2 1 1 2 Cálculo mental 42
8 2 1 1 2 Adição e subtração: operações inversas 44
9 2 1 1 2 Problemas com adição e subtração 46
9 2 1 1 2 Probabilidade e Estatística – Análise dos resultados de eventos 48
10 3 1 1 2 Aprender sempre – Avaliação formativa 50
10 3 1 1 2 Retorno das avaliações formativas e estratégias de remediação 51A
10 3 2 1 3 Abertura de capítulo – Geometria 52A
10 3 2 1 3 Cubo e paralelepípedo 54
11 3 2 1 3 Comprimento, largura e altura do paralelepípedo 56
11 3 2 1 3 Pirâmides 58
11 3 2 1 3 Prismas 60
12 3 2 1 3 Cilindro, cone e esfera 62
12 3 2 1 3 Representação de figuras não planas 64
12 3 2 1 3 Ampliação e redução de figuras 66
13 3 2 1 3 Vamos resolver! – Avaliação formativa 68
13 3 2 1 3 Simetria 70
13 3 2 1 3 Simetria na malha quadriculada 74
14 3 2 1 3 Simétrica de uma figura 76
14 3 2 1 3 Probabilidade e Estatística – Pictogramas 78
14 3 2 1 3 Aprender sempre – Avaliação formativa 80
15 3 2 1 3 Retorno das avaliações formativas e estratégias de remediação 81A
15 4 2 2 4 Abertura decapítulo – Multiplicação 82A
15 4 2 2 4 Ideias da multiplicação 84
16 4 2 2 4 Possibilidades de vestir 88
16 4 2 2 4 Termos da multiplicação 90
16 4 2 2 4 Multiplicação com três fatores 91
17 4 2 2 4 Vezes 10, vezes 100, vezes 1 000 92
17 4 2 2 4 Diferentes maneiras de multiplicar 94
17 4 2 2 4 Multiplicação com fatores de mais de um algarismo 98
18 4 2 2 4 Vamos resolver! – Avaliação formativa 102
18 4 2 2 4 Propriedades da multiplicação 104
18 4 2 2 4 Cálculo mental 106
19 4 2 2 4 Probabilidade e Estatística – Pesquisa e organização de dados em tabelas, em planilhas eletrônicas e em pictogramas 108
19 4 2 2 4 Pessoas e lugares – Culinária afro-brasileira 110
19 4 2 2 4 Aprender sempre – Avaliação formativa 112
XX Proposta de distribuição dos conteúdos da coleção
XIVaXXIII_AJM1aAJM5_MP_PNLD23_QUADROS.indd 20 16/07/2021 08:42
19 4 2 2 4 Retorno das avaliações formativas e estratégias de remediação 113A
20 5 3 2 5 Abertura de capítulo – Mais Geometria 114A
20 5 3 2 5 As ideias de ângulo 116
20 5 3 2 5 Giros 118
20 5 3 2 5 Ângulo reto 119
20 5 3 2 5 Segmento de reta e reta 122
21 5 3 2 5 Retas paralelas, concorrentes e perpendiculares 124
21 5 3 2 5 Vamos resolver! – Avaliação formativa 128
21 5 3 2 5 Movimentação 130
22 5 3 2 5 Localização na malha 132
22 5 3 2 5 Movimentação na malha 134
22 5 3 2 5 Probabilidade e Estatística – Leitura e interpretação de gráficos de barras duplas 136
23 5 3 2 5 Jogo – Batalha-naval 138
23 5 3 2 5 Vamos ler imagens! – Arte naïf 140
23 5 3 2 5 Aprender sempre – Avaliação formativa 142
23 5 3 2 5 Retorno das avaliações formativas e estratégias de remediação 143A
24 6 3 2 6 Abertura de capítulo – Divisão 144A
24 6 3 2 6 Ideias da divisão 146
24 6 3 2 6 Divisões usando o algoritmo usual 148
24 6 3 2 6 Divisões exatas ou não exatas 150
25 6 3 2 6 Diferentes maneiras de dividir 152
25 6 3 2 6 Divisões com trocas 154
25 6 3 2 6 Vamos resolver! – Avaliação formativa 158
26 6 3 2 6 Divisões com centenas 160
26 6 3 2 6 Cálculo mental 164
26 6 3 2 6 Mais divisões 166
26 6 3 2 6 Vamos resolver! – Avaliação formativa 168
27 6 3 3 6 Multiplicação e divisão: operações inversas 170
27 6 3 3 6 Problemas 173
27 6 3 3 6 Probabilidade e Estatística – Tabelas de dupla entrada e gráficos de barras duplas 176
27 6 3 3 6 Jogo – Jogo da multiplicação e da divisão 178
28 6 3 3 6 Aprender sempre – Avaliação formativa 180
28 6 3 3 6 Retorno das avaliações formativas e estratégias de remediação 181A
28 7 4 3 7 Abertura de capítulo – Grandezas e medidas 182A
28 7 4 3 7 Medindo comprimentos 184
29 7 4 3 7 Perímetro 188
29 7 4 3 7 Medindo superfícies 190
29 7 4 3 7 Vamos resolver! – Avaliação formativa 194
30 7 4 3 7 Medindo massas 196
30 7 4 3 7 Medindo capacidades 198
30 7 4 3 7 Medindo temperaturas 200
30 7 4 3 7 Vamos resolver! – Avaliação formativa 202
31 7 4 3 7 Hora, minuto e segundo 204
31 7 4 3 7 O dinheiro brasileiro 208
31 7 4 3 7 Probabilidade e Estatística – Possibilidades 212
31 7 4 3 7 Vamos ler imagens! – Infográficos 214
32 7 4 3 7 Aprender sempre – Avaliação formativa 216
32 7 4 3 7 Retorno das avaliações formativas e estratégias de remediação 217A
32 8 4 3 8 Abertura de capítulo – Frações e decimais 218A
33 8 4 3 8 Noção de fração 220
33 8 4 3 8 Números decimais 226
33 8 4 3 8 Décimos 228
34 8 4 3 8 Números decimais maiores que 1 230
34 8 4 3 8 Vamos resolver! – Avaliação formativa 232
34 8 4 3 8 Centésimos 234
35 8 4 3 8 Os decimais e o dinheiro 236
35 8 4 3 8 Probabilidade e Estatística – Pesquisa e organização de dados em gráficos de barras 238
36 8 4 3 8 Aprender sempre – Avaliação formativa 240
36 8 4 3 8 Retorno das avaliações formativas e estratégias de remediação 241A
36 8 4 3 – Até breve! – Avaliação de resultado 242A
XXIProposta de distribuição dos conteúdos da coleção
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Volume 5
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Conteúdo/Tema/Seção
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1 1 1 1 – Boas-vindas! – Avaliação diagnóstica 8
1 1 1 1 1 Abertura de capítulo – Números 10A
1 1 1 1 1 Sistema de Numeração Decimal 12
1 1 1 1 1 Valor dos algarismos em um número 14
2 1 1 1 1 Os números naturais 16
2 1 1 1 1 Centenas de milhar inteiras 17
2 1 1 1 1 Números de seis algarismos 19
3 1 1 1 1 Comparação 22
3 1 1 1 1 Arredondamento 23
4 1 1 1 1 Probabilidade e Estatística – Chance de um evento ocorrer 24
4 1 1 1 1 Jogo – Sudoku 26
4 1 1 1 1 Aprender sempre – Avaliação formativa 28
4 1 1 1 1 Retorno da avaliação formativa e estratégias de remediação 29A
5 2 1 1 2 Abertura de capítulo – Adição e subtração 30A
5 2 1 1 2 Situações com adição e subtração 32
5 2 1 1 2 Relacionando a adição e a subtração 36
6 2 1 1 2 Mais adição e subtração 38
6 2 1 1 2 Probabilidade e Estatística – Gráficos de barras duplas 40
6 2 1 1 2 Aprender sempre – Avaliação formativa 42
6 2 1 1 2 Retorno da avaliação formativa e estratégias de remediação 43A
7 2 1 1 3 Abertura de capítulo – Multiplicação 44A
7 2 1 1 3 Ideias da multiplicação 46
7 2 1 1 3 Combinando possibilidades 49
8 2 1 1 3 Vamos resolver! – Avaliação formativa 52
8 2 1 1 3 Diferentes maneiras de multiplicar 54
8 2 1 1 3 Mais multiplicação 58
9 2 1 1 3 Regularidades nas multiplicações 59
9 2 1 1 3 Probabilidade e Estatística – Leitura e interpretação de gráficos de linha 60
9 2 1 1 3 Pessoas e lugares – Shisima 62
10 2 1 1 3 Aprender sempre – Avaliação formativa 64
10 2 1 1 3 Retorno da avaliação formativa e estratégias de remediação 65A
10 3 2 1 4 Abertura de capítulo – Geometria 66A
11 3 2 1 4 Planificações 68
11 3 2 1 4 Corpos redondos 70
11 3 2 1 4 Poliedros 72
12 3 2 1 4 Vamos resolver! – Avaliação formativa 74
12 3 2 1 4 Ângulos 76
12 3 2 1 4 Polígonos 78
12 3 2 1 4 Classificando polígonos 80
13 3 2 1 4 Círculo e circunferência 82
13 3 2 1 4 Ampliação e redução de figuras 83
13 3 2 1 4 Simetria 86
14 3 2 1 4 Vamos resolver! – Avaliação formativa 88
14 3 2 2 4 Localização 90
14 3 2 2 4 Coordenadas cartesianas 94
15 4 2 2 4 Probabilidade e Estatística – Construção de gráficos de linha 96
15 4 2 2 4 Vamos ler imagens! – Ilusão de óptica 98
15 4 2 2 4 Aprender sempre – Avaliação formativa 100
15 4 2 2 4 Retorno da avaliação formativa e estratégias de remediação 101A
16 4 2 2 5 Abertura de capítulo – Divisão 102A
16 4 2 2 5 Ideias da divisão 104
16 4 2 2 5 Divisões exatas ou não exatas 106
17 4 2 2 5 Situações com divisão 108
17 4 2 2 5 Diferentes maneiras de dividir 110
17 4 2 2 5 Vamos resolver! – Avaliação formativa 112
18 4 2 2 5 Divisão com milhares 114
XXII Proposta de distribuição dos conteúdos da coleção
XIVaXXIII_AJM1aAJM5_MP_PNLD23_QUADROS.indd 22 16/07/2021 08:42
18 4 2 2 5 Multiplicação e divisão: operações inversas 120
18 4 2 2 5 Mais divisões 122
19 5 2 2 5 Probabilidade e Estatística – Pesquisa e organização de dados em tabelas, em gráficos de barras e em planilhas eletrônicas 126
19 5 2 2 5 Aprender sempre – Avaliação formativa 128
19 5 2 2 5 Retorno da avaliação formativa e estratégias de remediação 129A
20 5 3 2 6 Abertura de capítulo – Frações 130A
20 5 3 2 6 Revendo as frações 132
20 5 3 2 6 Fração de quantidade 134
21 5 3 2 6 Comparação de frações 136
21 5 3 2 6 Adição de frações 138
21 5 3 2 6 Subtração de frações 140
22 5 3 2 6 Frações e divisão 142
22 5 3 2 6 Classificando frações 144
22 5 3 2 6 Número misto 146
23 6 3 2 6 Vamos resolver! – Avaliação formativa 148
23 6 3 2 6 Multiplicação de fração por número natural 150
23 6 3 2 6 Divisão de fração por número natural 152
24 6 3 2 6 Frações equivalentes 154
24 6 3 2 6 Porcentagem 158
25 6 3 2 6 Probabilidade e Estatística – Cálculo de probabilidade 162
25 6 3 2 6 Vamos ler imagens! – Poemas visuais 164
25 6 3 2 6 Aprender sempre – Avaliação formativa 166
25 6 3 2 6 Retorno da avaliação formativa e estratégias de remediação 167A
26 6 3 3 7 Abertura de capítulo – Decimais 168A
26 6 3 3 7 Números decimais 170
26 6 3 3 7 O sistema de numeração e os decimais 172
27 6 3 3 7 Comparando números decimais 174
27 6 3 3 7 Vamos resolver! – Avaliação formativa 176
27 7 4 3 7 Adiçãocom decimais 178
28 7 4 3 7 Subtração com decimais 180
28 7 4 3 7 Multiplicação com decimais 182
28 7 4 3 7 Multiplicação com decimais por 10, por 100 e por 1 000 184
29 7 4 3 7 Quociente decimal 186
29 7 4 3 7 Divisão com decimais 188
29 7 4 3 7 Divisão com decimais por 10, por 100 e por 1 000 190
30 7 4 3 7 Calculadora e operações com decimais 192
30 7 4 3 7 Probabilidade e Estatística – Média aritmética 194
30 7 4 3 7 Jogo – Dominó das escritas numéricas 196
30 7 4 3 7 Aprender sempre – Avaliação formativa 198
31 7 4 3 7 Retorno da avaliação formativa e estratégias de remediação 199A
31 8 4 3 8 Abertura de capítulo – Grandezas e medidas 200A
31 8 4 3 8 Medidas de comprimento 202
31 8 4 3 8 Medidas de massa 206
32 8 4 3 8 Medidas de capacidade 209
32 8 4 3 8 Medidas de temperatura 212
32 8 4 3 8 Hora, minuto e segundo 214
33 8 4 3 8 Década, século e milênio 216
33 8 4 3 8 O dinheiro 218
33 8 4 3 8 Vamos resolver! – Avaliação formativa 220
34 8 4 3 8 Perímetro e área 222
34 8 4 3 8 Centímetro quadrado 226
34 8 4 3 8 Metro quadrado 228
35 8 4 3 8 Ideia de volume 230
35 8 4 3 8 Vamos resolver! – Avaliação formativa 234
35 8 4 3 8 Probabilidade e Estatística – Pesquisa e organização de dados em tabelas, em gráficos de linha e em pictogramas 236
36 8 4 3 8 Jogo – Desenhando retângulos 238
36 8 4 3 8 Pessoas e lugares – Diferentes calendários 240
36 8 4 3 8 Aprender sempre – Avaliação formativa 242
36 8 4 3 8 Retorno da avaliação formativa e estratégias de remediação 243A
36 8 4 3 – Até breve! – Avaliação de resultado 244A
XXIIIProposta de distribuição dos conteúdos da coleção
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Boas-vindas! e Até breve!
SEÇÃO DE REFERÊNCIA AO LIVRO DO ALUNO
A Seção de referência ao Livro do Aluno apresenta a reprodução reduzida do Livro do Aluno em pá-
ginas duplas, posicionadas na parte central do manual. Ao redor dessa reprodução, nas colunas laterais 
e na parte inferior, são apresentadas orientações que auxiliam no trabalho do professor em sala de aula.
Para facilitar a localização, a numeração das páginas é a mesma do Livro do Aluno. 
Além disso, na Seção de referência ao Livro do Aluno, antes e depois de cada capítulo existem pági-
nas cuja numeração é seguida da letra A e que também trazem contribuições para a prática docente. 
Dessa maneira, todas as informações relacionadas aos conteúdos do Livro do Aluno, necessárias à 
preparação das aulas, estão disponíveis para o professor.
A seguir, apresentamos a organização do Manual do Professor.
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Orientações didáticas 
 y A avaliação diagnóstica oferece aos 
alunos a oportunidade de expor os co-
nhecimentos que têm a respeito das te-
máticas abordadas, pois as atividades 
oferecem uma referência da aprendi-
zagem esperada para alguns conte-
údos relativos ao 2º ano. A cada ativi-
dade, faça a leitura do enunciado para 
otimizar as resoluções, pois é possível 
que alguns alunos ainda não consigam 
ler com autonomia. Considere o tempo 
de resolução para cada uma delas, ob-
servando a incidência de dúvidas no 
decorrer do processo. O atendimento 
individualizado, carteira a carteira, é re-
comendado para o acompanhamento 
fiel da construção de hipóteses feitas 
pelos alunos para chegar à resolução. 
Questionamentos verbais e atendimen-
tos individualizados nas carteiras po-
dem facilitar a compreensão dos enun-
ciados, proporcionando aos alunos uma 
visão mais prática da Matemática. 
 y Uma consideração importante é orien-
tar os alunos a preencher as atividades 
individualmente, para que você depois 
consiga auxiliá-los de maneira perso-
nalizada, com intervenções específicas 
de acordo com o perfil de cada um: 
o que conhecem, o que não conhecem, o 
que conseguiram perceber com a reali-
zação da atividade, etc.
Atividades complementares
 y Amplie a atividade 1 pedindo aos alu-
nos que escrevam os números dos ba-
lões em ordem crescente.
 y Para ampliar a atividade 2, peça aos 
alunos que descrevam qual é o padrão 
usado em cada faixa. Espera-se que 
eles respondam que na faixa de Laura 
o padrão é a repetição da sequência re-
tângulo laranja, triângulo verde, retân-
gulo azul e círculo roxo e que na faixa 
de Manuel o padrão é a repetição da 
sequência triângulo verde, círculo roxo, 
quadrado vermelho e triângulo azul.
HABILIDADES AVALIADAS NA 
SEÇÃO BOAS-VINDAS!
 » (EF02MA01) Comparar e orde- 
nar números naturais (até a or-
dem de centenas) pela com-
preensão de características do 
sistema de numeração decimal 
(valor posicional e função do 
zero). 
 » (EF02MA06) Resolver e elabo-
rar problemas de adição e de 
subtração, envolvendo números 
de até três ordens, com os sig-
nificados de juntar, acrescentar, 
separar, retirar, utilizando estra-
tégias pessoais.
 » (EF02MA11) Descrever os ele-
mentos ausentes em sequências 
repetitivas e em sequências re-
cursivas de números naturais, 
objetos ou figuras.
 » (EF02MA15) Reconhecer, com-
parar e nomear figuras planas 
(círculo, quadrado, retângulo e 
triângulo), por meio de carac-
terísticas comuns, em desenhos 
apresentados em diferentes dis-
posições ou em sólidos geomé-
tricos.
 » (EF02MA20) Estabelecer a equi- 
valência de valores entre moedas 
e cédulas do sistema monetário 
brasileiro para resolver situações 
cotidianas.
 3 ANA E BENTO ACABARAM DE ABRIR O COFRINHO DELES. 
VEJA A QUANTIA QUE CADA UM TEM.
ANA BENTO
A. MARQUE COM UM X A QUANTIA QUE ANA TEM.
 40 REAIS X   31 REAIS   35 REAIS
B. MARQUE COM UM X A QUANTIA QUE BENTO TEM.
X  29 REAIS  11 REAIS  27 REAIS
C. QUAL DAS CRIANÇAS TEM UMA QUANTIA MAIOR DE 
DINHEIRO? Ana. 
D. QUANTOS REAIS ANA E BENTO TÊM JUNTOS?
ANA E BENTO TÊM JUNTOS 60 REAIS.
E. SE BENTO GASTAR 13 REAIS, COM QUANTOS REAIS ELE 
VAI FICAR? 
BENTO VAI FICAR COM 16 REAIS.
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Estratégia possível: 
Cálculo possível:
5 notas de 10 reais: 10 1 10 1 10 1 10 1 10 5 50
1 nota de 5 reais: 5
1 nota de 2 reais: 2
3 moedas de 1 real: 1 1 1 1 1 5 3
Total: 50 1 5 1 2 1 3 5 60
9NOVE
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BOAS-VINDA
S! BEM-VINDO AO 2º ANO! 
DESEJAMOS A VOCÊ UM ÓTIMO 
PERÍODO DE ESTUDOS.
PARA INICIAR, PROPOMOS UM AQUECIMENTO 
POR MEIO DE ATIVIDADES. VAMOS COMEÇAR?
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 1 ESCREVA OS NÚMEROS DOS BALÕES EM ORDEM DECRESCENTE.
 99 , 88 , 71 , 64 , 53 , 46 , 39 , 
 31 , 27 , 25 , 18 , 12 , 7 , 3 .
 2 LAURA E MANUEL ESTÃO FAZENDO FAIXAS DECORATIVAS. 
OBSERVE COMO CADA UM INICIOU SUA FAIXA E 
COMPLETE-A PARA CONTINUAR A SEQUÊNCIA.
LAURA
MANUEL
 • AS FAIXAS DE LAURA E DE MANUEL SÃO COMPOSTAS DAS 
MESMAS FIGURAS GEOMÉTRICAS?
Não. Na faixa de Laura, há retângulos, e na faixa de Manuel, quadrados. 
laranja
verde
verde
roxo
azul
vermelho
roxo
azul
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POR DENTRO DAS ATIVIDADES 
DA SEÇÃO BOAS-VINDAS!
 y Atividade 1: O objetivo dessa ati-
vidade é averiguar se os alunos 
conseguem ordenar os números 
apresentados em ordem decres-
cente. Para isso, eles devem re-
conhecer cada um dos números, 
comparar um número com outro 
para decidir qual é o maior ou 
menor, para então organizá-los 
em ordem decrescente. Obser-
ve se os alunos entenderam que 
a ordenação deve ser feita do 
maior para o menor. 
 y Atividade 2: Essa atividade ava-
lia tanto o conhecimento dos 
alunos com relação a padrões 
em uma sequência de figuras 
quanto a identificação e a no-
menclatura de figuras geométri-
cas planas. Para pintar as figuras 
de cada faixa corretamente, os 
alunos precisam identificar qual 
é o padrão que se repete. De-
pois, para responder à pergun-
ta, eles precisam identificar as 
figuras presentesem cada faixa 
para comparar se são as mes-
mas e, por fim, relacionar as fi-
guras com seus nomes para po-
der apontar as figuras diferentes. 
Observe se os alunos percebem 
que nas duas faixas há triângu-
los, apesar de o tipo de triângulo 
variar de uma faixa para outra. 
 y Atividade 3: Com essa ativida-
de, pode-se verificar se os alunos 
reconhecem as moedas e as cé-
dulas do sistema monetário bra-
sileiro, bem como se conseguem 
comparar quantidades e resolver 
problemas que envolvam adição 
e subtração. Nos itens a e b, a 
intenção é verificar se os alunos 
conseguem reconhecer as cédu-
las e as moedas do real apresen-
tadas e estabelecer o valor total 
que essas cédulas e moedas re-
presentam. No item c, os alunos 
devem comparar os valores que 
Ana e Bento têm para apontar a 
quantia maior. Para isso, eles po-
dem usar as respostas dos itens a 
e b, comparando os números 31 
e 29 ou, então, podem comparar 
as cédulas e as moedas, levan-
do em consideração o valor que 
cada uma representa. Observe 
se algum aluno faz a compara-
ção levando em consideração a 
quantidade de cédulas em vez 
de seu valor. Caso isso aconteça, 
chame a atenção dos alunos para 
o fato de que cada cédula e cada 
moeda têm um valor. Para res-
ponder aos itens d e e, os alunos 
precisam realizar uma adição e 
uma subtração, respectivamente.
 3 ANA E BENTO ACABARAM DE ABRIR O COFRINHO DELES. 
VEJA A QUANTIA QUE CADA UM TEM.
ANA BENTO
A. MARQUE COM UM X A QUANTIA QUE ANA TEM.
 40 REAIS X   31 REAIS   35 REAIS
B. MARQUE COM UM X A QUANTIA QUE BENTO TEM.
X  29 REAIS  11 REAIS  27 REAIS
C. QUAL DAS CRIANÇAS TEM UMA QUANTIA MAIOR DE 
DINHEIRO? Ana. 
D. QUANTOS REAIS ANA E BENTO TÊM JUNTOS?
ANA E BENTO TÊM JUNTOS 60 REAIS.
E. SE BENTO GASTAR 13 REAIS, COM QUANTOS REAIS ELE 
VAI FICAR? 
BENTO VAI FICAR COM 16 REAIS.
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Estratégia possível: 
Cálculo possível:
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1 nota de 5 reais: 5
1 nota de 2 reais: 2
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BOAS-VINDA
S! BEM-VINDO AO 2º ANO! 
DESEJAMOS A VOCÊ UM ÓTIMO 
PERÍODO DE ESTUDOS.
PARA INICIAR, PROPOMOS UM AQUECIMENTO 
POR MEIO DE ATIVIDADES. VAMOS COMEÇAR?
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 1 ESCREVA OS NÚMEROS DOS BALÕES EM ORDEM DECRESCENTE.
 99 , 88 , 71 , 64 , 53 , 46 , 39 , 
 31 , 27 , 25 , 18 , 12 , 7 , 3 .
 2 LAURA E MANUEL ESTÃO FAZENDO FAIXAS DECORATIVAS. 
OBSERVE COMO CADA UM INICIOU SUA FAIXA E 
COMPLETE-A PARA CONTINUAR A SEQUÊNCIA.
LAURA
MANUEL
 • AS FAIXAS DE LAURA E DE MANUEL SÃO COMPOSTAS DAS 
MESMAS FIGURAS GEOMÉTRICAS?
Não. Na faixa de Laura, há retângulos, e na faixa de Manuel, quadrados. 
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SUBSÍDIOS PARA A AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA
Subsídios para a avaliação diagnóstica
As atividades da seção Boas-vindas! foram elaboradas para a sondagem do repertório do aluno e da consolida-
ção de habilidades fundamentais referentes ao ano anterior. Com os resultados obtidos nesse registro, será possível 
planejar abordagens metodológicas mais específicas para o perfil da turma. Assim, caso note que a aprendizagem 
dos conhecimentos necessários como pré-requisitos para o ano vigente não se tornou significativa, será necessário 
abordar cada novo tema de maneira mais abrangente, de modo a contemplar as primeiras compreensões sobre o 
assunto. 
A avaliação diagnóstica também auxilia na compreensão de necessidades individuais, possibilitando uma inter-
venção personalizada, de acordo com as possíveis dificuldades de cada aluno em relação às temáticas.
Cada observação registrada nessa avaliação diagnóstica oferecerá um indicativo da aprendizagem inicial dos 
alunos, que, comparada aos resultados da avaliação final, demonstrará qualitativamente a efetivação do ensino.
A seguir, estão apresentados alguns comentários que poderão auxiliar no trabalho com os alunos que apresen-
tarem alguma dificuldade na resolução das atividades propostas.
• Atividade 1: Casos os alunos apresentem dificuldade na ordenação dos números, um dos motivos pode ser o não 
entendimento do método para organizar os números. Se esse for o caso, apresente aos alunos uma situação em 
que eles precisariam organizar uma fila por ordem de altura e pergunte como fariam. Espera-se que eles respon-
dam que fariam a comparação das alturas dessas pessoas de duas em duas e as colocariam na fila de acordo com 
o resultado da comparação que fizeram. 
• Atividade 2: Se os alunos apresentarem alguma dificuldade no reconhecimento do padrão de cada faixa, peça 
que descrevam cada figura que aparece na sequência e comparem as figuras para ver quais são iguais. Caso a 
dificuldade esteja em identificar as figuras e relacioná-las aos nomes corretos, desenhe na lousa as figuras que 
aparecem na faixa e escreva o nome de cada uma delas.
• Atividade 3: Caso os alunos apresentem alguma dificuldade na identificação dos valores das cédulas e das moedas 
do sistema monetário brasileiro, a confecção de um cartaz com a apresentação das cédulas e das moedas pode 
colaborar para essa assimilação. 
Atividade de remediação
• A simulação de atividades de compra em sala de aula, com dinheiro de brinquedo e produtos confeccionados 
por eles, pode ser uma atividade muito enriquecedora que pode ajudar os alunos em situações que envolvem 
adições e subtrações, no reconhecimento dos valores das cédulas e das moedas e na comparação de valores. 
Ao realizar uma compra, o aluno precisa ter uma quantia em dinheiro igual ou maior que o preço do objeto que 
ele vai comprar; então, ele precisará identificar os valores das cédulas que tem, adicioná-los e comparar o valor 
obtido com o valor do objeto a ser comprado. 
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Orientações didáticas 
 y A avaliação de resultados é mais um 
instrumento de investigação da apren-
dizagem dos alunos, para levantamento 
de habilidades de que tenham domínio 
ou que estejam em consolidação. Ao 
longo do ano, é importante manter um 
registro com as informações de cada re-
curso considerado avaliação: observa-
ções, estratégias para a resolução das 
atividades por escrito e verbais, avalia-
ções formais, atividades para casa, etc. 
De posse desse registro, é possível con-
siderar as respostas que serão dadas 
pelos alunos nas atividades, inclusive 
com as hipóteses equivocadas que po-
derão apresentar, de modo a direcionar 
o emprego de recursos metodológicos 
específicos para intervenções nas di-
ficuldades dos alunos. Com o registro 
detalhado a respeito do que os alunos 
sabem (ou não) dos conteúdos, pode-
-se analisar quais habilidades foram 
atingidas e quais ainda estão em de-
senvolvimento. É nesse aspecto que a 
evolução da aprendizagem, compreen-
dida como um processo constituído de 
refinamento de saberes, pode ser ob-
servada. Se considerada um momento 
isolado, a avaliação de resultados talvez 
não ofereça recursos suficientes para 
que o aluno mostre o que já sabe em 
relação aos conteúdos. Nesta etapa da 
escolaridade, pode ser necessário reali-
zar a leitura das atividades de avaliação 
com os alunos e dar um tempo para 
que eles as façam com tranquilidade.
 y É fundamental analisar as respostas 
“erradas”, uma vez que, ao construir a 
resolução de um problema, o aluno, em 
geral, apresenta tudo o que conhece a 
respeito da temática. Na maioria das 
vezes, o erro pode ter como causa uma 
visão superficial da atividade (pouca 
concentração ou foco) ou, ainda, o uso 
de uma estratégia ineficiente. Emam-
bos os casos, é importante que o erro 
seja considerado propulsor de novos 
saberes.
HABILIDADES AVALIADAS NA 
SEÇÃO ATÉ BREVE!
 » (EF02MA04) Compor e decom-
por números naturais de até três 
ordens, com suporte de material 
manipulável, por meio de dife-
rentes adições.
 » (EF02MA07) Resolver e elabo-
rar problemas de multiplicação 
(por 2, 3, 4 e 5) com a ideia de 
adição de parcelas iguais por 
meio de estratégias e formas de 
registro pessoais, utilizando ou 
não suporte de imagens e/ou 
material manipulável.
 » (EF02MA08) Resolver e elabo-
rar problemas envolvendo do-
bro, metade, triplo e terça parte, 
com o suporte de imagens ou 
material manipulável, utilizando 
estratégias pessoais.
 » (EF02MA14) Reconhecer, nomear 
e comparar figuras geométricas 
espaciais (cubo, bloco retangular, 
pirâmide, cone, cilindro e esfera), 
relacionando-as com objetos do 
mundo físico.
 » (EF02MA21) Classificar resulta-
dos de eventos cotidianos alea-
tórios como “pouco prováveis”, 
“muito prováveis”, “improváveis” 
e “impossíveis”.
 3 Luca, Susi, Fábio e Lara são amigos e combinaram ir ao cinema. 
 • Agora, leia as afirmações a seguir e marque V para as 
verdadeiras e F para as falsas.
Ao escolher uma camiseta:
V  é impossível Otávio pegar uma camiseta da cor roxa.
F  é muito provável que Otávio pegue uma de cor branca.
V  é pouco provável que Otávio pegue uma de cor branca.
V  é muito provável que Otávio pegue uma de cor laranja.
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 • Se cada um deles tivesse levado dois outros amigos, teríamos 
o triplo de crianças assistindo ao filme. Ou seja, haveria:
 6 crianças assistindo ao filme.
 8 crianças assistindo ao filme.
 10 crianças assistindo ao filme.
X  12 crianças assistindo ao filme.
 4 Veja abaixo as camisetas que Otávio tem em seu armário. 
Marque com um X 
a resposta correta.
215duzentos e quinze 215
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Até breve!
A cada ano escolar 
você e os colegas vivenciam 
novos desafios e adquirem diversos 
conhecimentos. Já parou para pensar nisso? 
As atividades a seguir vão ajudar você a avaliar 
alguns dos conhecimentos vistos ao longo deste ano. 
 1 Componha os números abaixo e, depois, localize-os no diagrama.
a. 1 centena, 4 dezenas 
e 7 unidades: 147 
b. 2 centenas, 8 dezenas 
e 3 unidades: 283 
c. 7 centenas, 2 dezenas 
e 9 unidades: 729 
d. 4 centenas, 4 dezenas 
e 4 unidades: 444 
e. 6 centenas, 0 dezena 
e 1 unidade: 601 
 2 Marque com um X o nome da figura geométrica 
que o objeto apresentado lembra.
a. 
X  Cone
 Cilindro
 Triângulo
b. 
 Círculo
X  Esfera
 Cilindro
c. 
X  Cubo
 Cone
 Quadrado
1 6 0 1
4 7 9 5
7 2 8 3
0 9 7 8
1 4 4 4
5 3 1 0
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REPRESENTAÇÃO 
SEM PROPORÇÃO 
DE TAMANHO 
ENTRE OS 
ELEMENTOS.
Chapéu de festa. Bola de tênis. Dado.
duzentos e catorze214
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214 Até breve!
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POR DENTRO DAS 
ATIVIDADES DA SEÇÃO 
ATÉ BREVE!
 y Atividade 1: O objetivo dessa ati- 
vidade é avaliar se os alunos con- 
seguem compor números de até 
três algarismos a partir das cen-
tenas, das dezenas e das unida-
des de cada número. 
 y Atividade 2: Essa atividade ava-
lia o conhecimento dos alunos 
em relação a figuras geométri-
cas não planas. Eles devem re-
lacionar o formato dos objetos 
ao nome da figura não plana que 
esses objetos lembram. 
 y Atividade 3: Essa atividade tra-
balha com o conceito de triplo. 
Espera-se que os alunos resolvam 
a atividade calculando a multipli-
cação 3 3 4 5 12, mas eles tam-
bém podem realizar uma adição 
de parcelas iguais, calculando a 
adição 4 1 4 1 4 5 12.
 y Atividade 4: O objetivo dessa ati-
vidade é trabalhar com a classi-
ficação de resultados de eventos 
cotidianos aleatórios. Os alunos 
devem prestar atenção à quan-
tidade de camisetas de cada cor 
para classificar as afirmações.
Atividades complementares
 y Amplie a atividade 1 pedindo aos alu-
nos que escrevam outras decomposi-
ções para cada um dos números que 
eles escreveram. Algumas decomposi-
ções possíveis para o número 147 são: 
14 dezenas e 7 unidades; 1 centena e 
47 unidades.
 y Para ampliar a atividade 2, peça aos 
alunos que identifiquem outros objetos 
que lembram um cone, uma esfera ou 
um cubo.
 3 Luca, Susi, Fábio e Lara são amigos e combinaram ir ao cinema. 
 • Agora, leia as afirmações a seguir e marque V para as 
verdadeiras e F para as falsas.
Ao escolher uma camiseta:
V  é impossível Otávio pegar uma camiseta da cor roxa.
F  é muito provável que Otávio pegue uma de cor branca.
V  é pouco provável que Otávio pegue uma de cor branca.
V  é muito provável que Otávio pegue uma de cor laranja.
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 • Se cada um deles tivesse levado dois outros amigos, teríamos 
o triplo de crianças assistindo ao filme. Ou seja, haveria:
 6 crianças assistindo ao filme.
 8 crianças assistindo ao filme.
 10 crianças assistindo ao filme.
X  12 crianças assistindo ao filme.
 4 Veja abaixo as camisetas que Otávio tem em seu armário. 
Marque com um X 
a resposta correta.
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Até breve!
A cada ano escolar 
você e os colegas vivenciam 
novos desafios e adquirem diversos 
conhecimentos. Já parou para pensar nisso? 
As atividades a seguir vão ajudar você a avaliar 
alguns dos conhecimentos vistos ao longo deste ano. 
 1 Componha os números abaixo e, depois, localize-os no diagrama.
a. 1 centena, 4 dezenas 
e 7 unidades: 147 
b. 2 centenas, 8 dezenas 
e 3 unidades: 283 
c. 7 centenas, 2 dezenas 
e 9 unidades: 729 
d. 4 centenas, 4 dezenas 
e 4 unidades: 444 
e. 6 centenas, 0 dezena 
e 1 unidade: 601 
 2 Marque com um X o nome da figura geométrica 
que o objeto apresentado lembra.
a. 
X  Cone
 Cilindro
 Triângulo
b. 
 Círculo
X  Esfera
 Cilindro
c. 
X  Cubo
 Cone
 Quadrado
1 6 0 1
4 7 9 5
7 2 8 3
0 9 7 8
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REPRESENTAÇÃO 
SEM PROPORÇÃO 
DE TAMANHO 
ENTRE OS 
ELEMENTOS.
Chapéu de festa. Bola de tênis. Dado.
duzentos e catorze214
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215Até breve!
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SUBSÍDIOS PARA A AVALIAÇÃO DE RESULTADO 
As atividades da seção Até breve! foram elaboradas com 
o intuito de verificar a aprendizagem dos alunos em relação 
a alguns conhecimentos importantes que foram explorados 
ao longo do ano. Os resultados dessa avaliação podem ser-
vir como base para o planejamento do ano seguinte e até 
mesmo para a programação de uma remediação ainda no 
próprio ano. 
Ressaltamos que, além dos resultados apresentados pelos 
alunos, é fundamental avaliar as estratégias que eles utilizam e o 
repertório que acessam para resolver as atividades propostas. 
Caso você tenha feito anotações sobre cada aluno ou en-
globando grupos de alunos na avaliação diagnóstica (seção 
Boas-vindas!), sugerimos que retome seus registros com o 
objetivo de mensurar a evolução dos alunos. Esse trabalho, 
além de medir o grau de aprendizagem dos alunos, pode 
contribuir para a melhoria de sua prática docente.
A seguir, comentamos algumas dificuldades que os alunos 
podem apresentar em cada uma das atividades propostas.
• Atividade 1: Se alguns alunos apresentarem dificuldade na 
composição dos números, retome com eles a organização 
do Sistema de Numeração Decimal e o quadro de ordens.
• Atividade 2: É possível que os alunos ainda apresentem 
dificuldade no reconhecimentode figuras geométricas es-
paciais e sua nomenclatura. Nesse caso, peça a eles que 
identifiquem algumas características das figuras para fa-
cilitar a associação. Eles não precisam utilizar termos for-
mais. Podem citar, por exemplo, que o cone é pontudo, 
que a esfera é redonda e que o cubo tem seis quadrados. 
Nesse momento, não é necessário exigir o vocabulário 
adequado, mas encorajar os alunos a levantar característi-
cas das figuras que os ajudem a identificá-las.
• Atividade 3: Caso os alunos apresentem alguma dificul-
dade com o conceito de triplo, lembre-os de que triplo é 
o mesmo que três vezes e desenhe na lousa alguns exem-
plos de situações que envolvam o triplo de uma quanti-
dade. Por exemplo, desenhe um vaso com duas flores e 
pergunte: “Quantas flores teremos em três vasos iguais a 
esse?”. Desenhe mais um vaso com duas flores e depois 
outro vaso com duas flores e conte com os alunos o total 
de flores.
• Atividade 4: Se os alunos apresentarem alguma dificul-
dade em classificar o resultado de um evento aleatório 
usando os termos empregados, leia com eles cada uma 
das frases e retome sempre a quantidade de camise-
tas de cada cor que Otávio tem. Por exemplo, na frase 
“Ao escolher uma camiseta, é impossível Otávio pegar 
uma camiseta da cor roxa.”, pergunte aos alunos: “Quan-
tas camisetas roxas Otávio tem?”. Espera-se que eles res-
pondam que ele não tem nenhuma camiseta roxa. Então, 
pergunte: “Se Otávio não tem nenhuma camiseta roxa, é 
possível ele escolher uma camiseta dessa cor?” para que 
reflitam sobre a situação. Na frase “Ao escolher uma ca-
miseta, é muito provável que Otávio pegue uma de cor 
branca.”, pergunte aos alunos: “Quantas camisetas Otávio 
tem? E quantas são brancas?”. Espera-se que eles perce-
bam que pegar uma camiseta específica entre as seis que 
Otávio tem não é um evento muito provável de acontecer.
• Atividade 5: Caso os alunos apresentem alguma dificul-
dade em resolver o item a, leia o enunciado novamente 
com eles, questionando-os para ajudá-los a chegar ao ra-
ciocínio correto. Faça perguntas como: “Quantos sorvetes 
cada criança tomou?”; “Quantas crianças tomaram sorve-
te?”; “Quantos reais cada criança gastou?”; “Quantos reais 
as crianças gastaram juntas?”. Se a dificuldade estiver em 
calcular uma adição com parcelas iguais, escreva a adição 
na lousa e adicione parcela a parcela com os alunos. No 
item b, se julgar necessário, retome o significado do termo 
“metade”.
Atividades de remediação
• O uso de material manipulável auxilia na construção de 
conceitos pela criança, já que o lúdico oferece a possibi-
lidade de unir a diversão com o aprendizado. Assim, para 
auxiliar os alunos que apresentam alguma dificuldade com 
a composição dos números, é possível recorrer à represen-
tação com o Material Dourado ou com o ábaco ou mesmo 
utilizando materiais presentes na sala de aula, como lápis 
de cor e outros objetos facilmente contáveis. Nesse caso, 
por exemplo, faça grupos com dez lápis em cada um e 
amarre-os com um elástico para representar as dezenas 
e apresente os lápis soltos como as unidades.
• Para trabalhar o reconhecimento de figuras não planas, 
peça aos alunos que observem alguns objetos encontra-
dos em sala de aula e digam qual figura não plana esses 
objetos lembram, justificando suas respostas. Você pode 
levar algumas embalagens para que os alunos as obser-
vem e façam associações ou, então, solicitar a eles que 
levem algumas embalagens de casa. A manipulação dessas 
embalagens pode facilitar a assimilação das características 
das figuras por parte dos alunos.
SUBSÍDIOS PARA A AVALIAÇÃO DE RESULTADO 
214ASubsídios para a avaliação de resultado
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Habilidades avaliadas na seção
As seções Boas-vindas! e Até-breve! podem ser utilizadas como instrumentos de avaliação 
diagnóstica e de resultado, respectivamente. Assim, nessa área estão especificadas as habilidades 
avaliadas na seção em questão.
Por dentro das 
atividades da 
seção
Indica os aspectos 
avaliados e 
as possíveis 
dificuldades dos 
alunos em cada 
atividade proposta 
na seção.
XXIV Seção de referência ao Livro do Aluno
Subsídios para a avaliação
Apresenta subsídios de como conduzir a avaliação com o 
intuito de assegurar a aprendizagem efetiva dos alunos.
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CAP
ÍTULO
6 Orlando foi visitar um parque ecológico em uma excursão da 
escola. Lá, ele se deparou com 
uma placa e ficou impressionado 
com a quantidade de espécies que 
existem no local.
Para começo de conversa
 1 Da lista de espécies na 
placa, qual existe em 
maior quantidade?
 2 No total, quantas são as 
espécies de aves e de répteis 
presentes nesse parque?
 3 Há quantas espécies de 
plantas a mais que espécies 
de mamíferos?
 4 Em excursões, é muito 
importante seguir as 
instruções do professor 
para a segurança do 
grupo. Se algum colega não 
obedecer às instruções do 
professor, como você poderia 
conversar com ele?
Mais adição 
e subtração
Veja as respostas ao lado.
Saber
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137cento e trinta e sete
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6
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136A143_AJM2_LA_PNLD23_C06.indd 136 5/24/21 6:16 PMOrientações didáticas
 y As atividades da abertura permitem 
verificar os conhecimentos prévios dos 
alunos sobre a leitura e a comparação 
de números naturais de até três ordens 
e as estratégias utilizadas para resolver 
problemas de adição e de subtração.
 y Atividade 1: Nessa atividade, os alunos 
terão de comparar a quantidade de es-
pécies observando o registro numéri-
co apresentado na placa. Verifique os 
critérios utilizados nessa comparação. 
Por exemplo, os alunos podem descon-
siderar as quantidades de espécies de 
aves e de répteis, por serem números 
da ordem das dezenas, e comparar as 
outras duas quantidades, que são nú-
meros da ordem das centenas. Observe 
como eles realizam a comparação dos 
números da ordem das centenas: se 
comparam ordem a ordem os números 
e, em caso afirmativo, se começam essa 
comparação pela maior ordem ou pela 
menor ordem.
 y Atividade 2: Para solucionar essa ati-
vidade, é necessário fazer uma adição 
com números da ordem das dezenas. 
Aproveite para avaliar as estratégias que 
os alunos usam para fazer esse cálculo.
 y Atividade 3: Alguns alunos podem in-
terpretar a expressão “quantas a mais” 
como uma operação de adição, adi-
cionando os valores dados. Observe 
se eles desenvolvem esse raciocínio e, 
caso seja necessário, faça uma inter-
venção na lousa. Nesse caso, eles preci-
sam compreender que, para responder 
à pergunta, é necessário subtrair 110 de 
232. Explique que, nessa situação, a ex-
pressão “quantas a mais” tem o mesmo 
significado de “qual é a diferença” e, 
por isso, é necessário realizar uma sub-
tração, e não uma adição para chegar 
ao resultado.
HABILIDADES DESENVOLVIDAS 
NA ABERTURA
 » (EF02MA01) Comparar e ordenar 
números naturais (até a ordem 
de centenas) pela compreen- 
são de características do siste-
ma de numeração decimal (valor 
posicional e função do zero).
 » (EF02MA06) Resolver e elabo-
rar problemas de adição e de 
subtração, envolvendo números 
de até três ordens, com os sig-
nificados de juntar, acrescentar, 
separar, retirar, utilizando estra-
tégias pessoais.
136 Mais adição e 
subtração
Capítulo 6
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ÍTULO
6 Orlando foi visitar um parque ecológico em uma excursão da 
escola. Lá, ele se deparou com 
uma placa e ficou impressionado 
com a quantidade de espécies que 
existem no local.
Para começo de conversa
 1 Da lista de espéciesna 
placa, qual existe em 
maior quantidade?
 2 No total, quantas são as 
espécies de aves e de répteis 
presentes nesse parque?
 3 Há quantas espécies de 
plantas a mais que espécies 
de mamíferos?
 4 Em excursões, é muito 
importante seguir as 
instruções do professor 
para a segurança do 
grupo. Se algum colega não 
obedecer às instruções do 
professor, como você poderia 
conversar com ele?
Mais adição 
e subtração
Veja as respostas ao lado.
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137cento e trinta e sete
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Respostas
1. As plantas.
2. 51 espécies.
3. 122 espécies.
4. Resposta pessoal.
Habilidades de 
relacionamento
Deixe que os alunos comentem 
como fariam para conversar 
com o colega, enfatizando que 
os conflitos sempre devem ser 
solucionados de modo cons-
trutivo e respeitoso. Ao imagi-
nar como seria a conversa com 
o colega que não quer obede-
cer às instruções do professor, 
os alunos tanto se preparam 
para lidar com eventuais situa-
ções parecidas quanto fortale-
cem sua interação com o gru-
po, desenvolvendo habilidades 
individuais e coletivas. O diá-
logo sobre esse assunto auxilia 
no desenvolvimento da compe- 
tência socioemocional habili-
dades de relacionamento.
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137Mais adição e 
subtração
Capítulo 6
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Objetivos pedagógicos
1. Levar os alunos a reconhecer e a organizar números em ordem crescente e decrescente.
2. Levar os alunos a reconhecer e a utilizar números ordinais.
3. Fornecer subsídios para que os alunos consigam realizar agrupamentos de quantidades para a contagem dos 
elementos de uma coleção.
4. Auxiliar os alunos a compreender e a utilizar os conceitos de dezena, dúzia e meia dúzia.
5. Promover a leitura e a escrita de números até 99.
6. Auxiliar os alunos a realizar contagem, representação, comparação, ordenação, composição e decomposição de 
números até 99.
7. Levar os alunos a completar sequências numéricas com base na identificação do padrão que rege a sequência.
8. Auxiliar os alunos na leitura, na interpretação e na construção de tabelas simples.
Competências, habilidades e objetos de conhecimento 
da BNCC trabalhados no capítulo
Ideias e conceitos-chave do capítulo
O foco deste capítulo está nas unidades temáticas 
Números e Álgebra. Há também um trabalho específico 
com a leitura, a interpretação e a construção de tabelas 
simples relacionado à unidade temática Probabilidade e 
Estatística.
Para que as aprendizagens propostas sejam alcançadas, 
espera-se que os alunos consigam reconhecer e utilizar nú-
meros de até dois algarismos. Caso os alunos ainda apresen-
tem alguma dificuldade para realizar tarefas como as des-
critas, proponha algumas atividades com o intuito de suprir 
essa deficiência, como um ditado com números de até dois 
algarismos.
As atividades e as seções propostas foram pensadas e 
organizadas de modo a possibilitar aos alunos alcançar os 
objetivos pedagógicos listados anteriormente e, dessa ma-
neira, desenvolver algumas das competências e habilidades 
previstas na BNCC. De modo geral, as atividades traba-
lham com a quantidade de objetos de uma coleção de até 
100 elementos. Ao resolvê-las, os alunos conseguem exerci-
tar a contagem, a comparação, a representação, a escrita, a 
leitura, a composição e a decomposição de números até 100. 
As atividades também trabalham com sequências numéricas, 
permitindo aos alunos identificar e construir uma sequência, 
além de reconhecer o padrão que a rege.
CAPÍTULO 1 NÚMEROS
Competências gerais da Educação Básica
1, 2, 4, 7, 9 e 10.
Competências específicas da área de Matemática
1, 2, 3, 5 e 6.
Objetos de conhecimento da área de Matemática
 x Leitura, escrita, comparação e ordenação de números de até três ordens pela compreensão de características do 
sistema de numeração decimal (valor posicional e papel do zero)
 x Composição e decomposição de números naturais (até 1 000)
 x Problemas envolvendo diferentes significados da adição e da subtração (juntar, acrescentar, separar, retirar)
 x Construção de sequências repetitivas e de sequências recursivas
 x Identificação de regularidade de sequências e determinação de elementos ausentes na sequência
 x Coleta, classificação e representação de dados em tabelas simples e de dupla entrada e em gráficos de colunas
Habilidades específicas da área de Matemática
EF02MA01, EF02MA02, EF02MA03, EF02MA04, EF02MA06, EF02MA09, EF02MA10, EF02MA11 e EF02MA22.
10AIntrodução do capítulo 1
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CONCLUSÃO DO CAPÍTULO 1
Sugestões de avaliação formativa para os objetivos 
pedagógicos do capítulo
1. Levar os alunos a reconhecer e a organizar números em 
ordem crescente e decrescente.
 A partir da atividade 2 do tema “Ordem crescente e ordem 
decrescente”, os alunos devem perceber que os números 
também podem ser organizados e que um dos critérios 
possíveis é a ordem crescente ou decrescente. No estudo 
de sequências numéricas, eles trabalham com números 
em ordem crescente e decrescente. No entanto, no tema 
“Números até 99”, organizam números que não necessaria-
mente fazem parte de uma sequência numérica cujo padrão 
seja reconhecido. Portanto, verifique como os alunos lidam 
com essa nova situação. Na atividade 8, incentive-os a obser-
var os números e identificar o menor deles. Possivelmente, 
dirão que é o 5, único número da lista menor que 1 dezena. 
Em seguida, eles devem encontrar os números com a menor 
dezena (o 18 e o 15) e realizar a comparação entre eles. 
Espera-se que eles consigam escrever em ordem crescente 
sem dificuldades. Avalie se os alunos utilizam uma estratégia 
parecida na resolução da atividade 9.
2. Levar os alunos a reconhecer e a utilizar números ordinais.
 Pergunte ao alunos a respeito de situações vivenciadas 
por eles nas quais a ideia de ordenação aparece. Podem 
ser citados exemplos como pessoas em fila, o resultado de 
uma competição esportiva ou os acontecimentos do dia. 
Observe se os alunos utilizam corretamente as palavras 
“primeiro”, “segundo”, “terceiro”, etc. e os símbolos “o” ou 
“a” ao lado dos números nas atividades escritas para que 
não se confundam com outros símbolos parecidos.
3. Fornecer subsídios para que os alunos consigam realizar 
agrupamentos de quantidades para a contagem dos ele-
mentos de uma coleção.
 As atividades do tema “Agrupando para contar” desafiam os 
alunos a pensar em várias organizações possíveis para dividir 
igualmente determinada quantidade de objetos. Além disso, 
alguns agrupamentos possibilitam determinar a quantidade 
de pessoas ou de objetos de maneira mais ágil. Na atividade 4, 
entregue aos alunos uma folha com malha quadriculada e 
solicite que pintem 12 quadradinhos, formando retângulos. 
Essa organização retangular pode auxiliá-los nas contagens 
de dois em dois, de três em três, entre outras.
4. Auxiliar os alunos a compreender e a utilizar os conceitos 
de dezena, dúzia e meia dúzia.
 Na atividade 3 do tema “Dúzia e meia dúzia”, entregue aos 
alunos barras e cubinhos do Material Dourado. Eles podem 
representar uma dúzia (uma barra e dois cubinhos) e de-
pois meia dúzia (seis cubinhos) e juntá-las, retomando a 
ideia da adição. Por fim, terão uma barra e oito cubinhos, 
isto é, uma dúzia e meia de limões, equivalente a 18 limões. 
Com o uso desse material, retome a ideia de que uma 
barra corresponde a dez cubinhos, ou seja, uma dezena 
corresponde a dez unidades.
5. Promover a leitura e a escrita de números até 99.
 Aproveite o quadro disponível na atividade 3 do tema 
“Comparando números”. Após o término, peça aos alunos 
que escolhamum número e o leiam em voz alta. Repita 
esse procedimento com cada aluno, pedindo que escolha 
um número e o leia em voz alta. Se algum aluno tiver alguma 
dificuldade na leitura, retome a decomposição, escrevendo 
alguns exemplos na lousa, para que depois tentem realizar 
a leitura novamente.
6. Auxiliar os alunos a realizar contagem, representação, 
comparação, ordenação, composição e decomposição 
de números até 99.
 Os alunos realizaram a contagem, a representação, a com-
paração, a ordenação, a composição e a decomposição de 
números até 99. No tema “Representação no ábaco”, re-
tome alguns desses conceitos, principalmente a composi-
ção e a decomposição. Verifique se os alunos conseguem 
associar um número representado no Material Dourado e 
no ábaco. Retome a atividade 2 desse tema e peça que 
indiquem quantas barras e quantos cubinhos seriam ne-
cessários para representar os números 60, 47 e 74.
7. Levar os alunos a completar sequências numéricas com 
base na identificação do padrão que rege a sequência.
 Na atividade 3 do tema “O que vem antes? O que vem de-
pois?”, utiliza-se a reta numérica para auxiliar na identifica-
ção do padrão e o preenchimento dos números que faltam. 
Avalie como os alunos fazem essa identificação e oriente-os 
a observar os números que já aparecem. No item b, os núme-
ros 4 e 6 sugerem que a sequência aumenta de dois em dois; 
assim, eles podem partir do 4 e diminuir 2 ou podem iniciar 
do 0 e aumentar 2. Valorize as estratégias utilizadas pelos 
alunos e peça que compartilhem suas ideias com os colegas. 
8. Auxiliar os alunos na leitura, na interpretação e na cons-
trução de tabelas simples.
 As atividades da seção Probabilidade e Estatística, cujo tema 
é “Construção e interpretação de tabelas”, auxiliam os alu-
nos na leitura, na interpretação e na construção de tabelas 
simples. Verifique se eles percebem que, para interpretar os 
dados da tabela da atividade 1, precisam ler os dados de 
uma mesma linha, enquanto, na tabela da atividade 2, preci-
sam ler os dados de uma mesma coluna. Proponha que in-
vertam o formato das tabelas nessas atividades e escolham 
qual das duas maneiras eles preferem. 
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45A Conclusão do capítulo 1
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Introdução do capítulo
No início de cada capítulo, apresentamos os objetivos pedagógicos e, em Ideias e 
conceitos-chave, um panorama geral dos conteúdos e das atividades que serão trabalhados 
no capítulo e como eles se relacionam aos objetivos e aos pré-requisitos pedagógicos. Há 
também um quadro com as competências gerais, as competências específicas, os objetos 
de conhecimento e as habilidades da BNCC que serão desenvolvidas.
Conclusão do capítulo
No final de cada capítulo, são apresentadas sugestões de 
avaliações formativas para cada um dos objetivos pedagógicos 
propostos no início do capítulo.
Início e fim de capítulo
Durante os capítulos
Habilidades desenvolvidas 
no tema ou na seção
Presente no início das aberturas de capítulo, 
no início dos temas e das seções, indica as 
habilidades que serão trabalhadas.
Respostas das atividades da 
abertura de capítulo
Apresenta as respostas das 
atividades propostas no 
Para começo de conversa.
Saber Ser
Orienta o trabalho com as 
competências socioemocionais.
XXVSeção de referência ao Livro do Aluno
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 3 OBSERVE AS FIGURAS E COMPLETE.
1 FIGURINHA
1 UNIDADE
1 PACOTE COM 
10 FIGURINHAS
 10 UNIDADES 
OU 1 DEZENA
10 PACOTES COM
10 FIGURINHAS
100 UNIDADES OU 
10 DEZENAS OU 
1 CENTENA
AGORA, VEJA ESTAS REPRESENTAÇÕES DE UMA CENTENA.
MATERIAL DOURADO ÁBACO QUADRO
 4 COMPLETE A RETA NUMÉRICA COM AS DEZENAS INTEIRAS 
DO 0 AO 100.
 5 QUANTO DEVEMOS ADICIONAR A CADA NÚMERO PARA QUE 
O RESULTADO SEJA 100? COMPLETE.
A. 0 1 100 5 100
B. 10 1 90 5 100
C. 20 1 80 5 100
D. 30 1 70 5 100
E. 40 1 60 5 100
F. 50 1 50 5 100
G. 60 1 40 5 100
H. 70 1 30 5 100
i. 80 1 20 5 100
J. 90 1 10 5 100
K. 100 1 0 5 100
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97nOvEnTA E SETE
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A CENTENA
 1 LAURA ESTÁ GUARDANDO SUAS FIGURINHAS EM PACOTES 
COM 10 FIGURINHAS EM CADA UM. VEJA QUANTOS PACOTES 
LAURA JÁ MONTOU E, DEPOIS, FAÇA O QUE SE PEDE. 
A. COM ESSA FIGURINHA, LAURA CONSEGUE FORMAR 
OUTRO PACOTE? Sim. 
B. QUANTOS PACOTES LAURA TEM AGORA? 10 pacotes. 
A. ESCREVA UMA ADIÇÃO PARA REPRESENTAR QUANTAS 
FIGURINHAS LAURA JÁ GUARDOU.
10 1 10 1 10 1 10 1 10 1 10 1 10 1 10 1 10 5 90
B. QUANTAS FIGURINHAS ESTÃO SOLTAS? 9 figurinhas. 
C. QUANTAS FIGURINHAS LAURA TEM NO TOTAL? 99 figurinhas. 
 2 QUANDO SE LEVANTOU, LAURA ENCONTROU MAIS UMA 
FIGURINHA. OBSERVE.
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COM ESSA ÚLTIMA FIGURINHA, LAURA CONSEGUIU FORMAR 
MAIS UM PACOTE E FICOU COM 100 (CEM) FIGURINHAS.
96 nOvEnTA E SEiS
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HABILIDADES DESENVOLVIDAS 
NO TEMA “A CENTENA”
 » (EF02MA02) Fazer estimativas 
por meio de estratégias diver-
sas a respeito da quantidade de 
objetos de coleções e registrar 
o resultado da contagem desses 
objetos (até 1 000 unidades).
 » (EF02MA04) Compor e decom-
por números naturais de até três 
ordens, com suporte de material 
manipulável, por meio de dife-
rentes adições.
 » (EF02MA09) Construir sequên-
cias de números naturais em or-
dem crescente ou decrescente 
a partir de um número qualquer, 
utilizando uma regularidade esta-
belecida.
 » (EF02MA11) Descrever os ele-
mentos ausentes em sequências 
repetitivas e em sequências re-
cursivas de números naturais, 
objetos ou figuras.
 » Representar números naturais de 
diferentes maneiras.
Orientações didáticas 
 y As atividades dessas páginas permitem 
aos alunos registrar os resultados de 
contagem da quantidade de objetos, 
utilizando como estratégia o agrupa-
mento; compor números naturais com 
o auxílio de material manipulável, por 
meio de diferentes adições; construir 
sequências de números naturais em or-
dem crescente utilizando uma regulari-
dade estabelecida; e descrever elemen-
tos ausentes em sequências numéricas. 
Além disso, são apresentadas diferentes 
representações da centena.
 Atividade 1: Essa atividade trabalha com 
a formação de grupos de 10, estimu-
lando os alunos a fazer a contagem de 
10 em 10 e, em seguida, a contar as uni-
dades (figurinhas fora da embalagem).
 y Atividade 2: Com o acréscimo de uma 
figurinha às que Laura tinha, espera-se 
que os alunos percebam que é possí-
vel formar mais um grupo de 10 unida-
des. Assim, introduzimos o número 100 
como sucessor de 99.
 y Atividade 3: Essa atividade tem como 
objetivo fazer os alunos perceberem 
que 100 unidades correspondem a 
10 dezenas ou a 1 centena. São apre-
sentadas as representações da centena 
com o Material Dourado, com o ábaco 
e no quadro de ordens.
 y Atividade 4: Nessa atividade, os alunos 
vão ter que completar elementos ausen-
tes em uma sequência representada na 
reta numérica, cujo padrão é adicionar 
10. Se julgar necessário, construa em 
uma cartolina ou em papel pardo uma 
reta numérica que mostre o 0, o 100 e as 
dezenas inteiras entre 0 e 100. Depois, fi-
xe-a em local visível da sala de aula para 
a livre consulta dos alunos. 
 y Atividades 5: Essa atividade explora 
todas as composições do número 100 
em adições de dois números que são 
dezenas inteiras. 
96 Mais númerosCapítulo 4
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 3 OBSERVE AS FIGURAS E COMPLETE.
1 FIGURINHA
1 UNIDADE
1 PACOTE COM 
10 FIGURINHAS
 10 UNIDADES 
OU 1 DEZENA
10 PACOTES COM
10 FIGURINHAS
100 UNIDADES OU 
10 DEZENAS OU 
1 CENTENA
AGORA, VEJA ESTAS REPRESENTAÇÕES DE UMA CENTENA.
MATERIAL DOURADO ÁBACO QUADRO
 4COMPLETE A RETA NUMÉRICA COM AS DEZENAS INTEIRAS 
DO 0 AO 100.
 5 QUANTO DEVEMOS ADICIONAR A CADA NÚMERO PARA QUE 
O RESULTADO SEJA 100? COMPLETE.
A. 0 1 100 5 100
B. 10 1 90 5 100
C. 20 1 80 5 100
D. 30 1 70 5 100
E. 40 1 60 5 100
F. 50 1 50 5 100
G. 60 1 40 5 100
H. 70 1 30 5 100
i. 80 1 20 5 100
J. 90 1 10 5 100
K. 100 1 0 5 100
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0
1 10 1 10 1 10 1 10
4010 70 100
1 10 1 10 1 10 1 10 1 10 1 10
20 30 50 60 80 90
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97nOvEnTA E SETE
094A101_AJM2_LA_PNLD23_C04.indd 97 5/18/21 3:50 PM
A CENTENA
 1 LAURA ESTÁ GUARDANDO SUAS FIGURINHAS EM PACOTES 
COM 10 FIGURINHAS EM CADA UM. VEJA QUANTOS PACOTES 
LAURA JÁ MONTOU E, DEPOIS, FAÇA O QUE SE PEDE. 
A. COM ESSA FIGURINHA, LAURA CONSEGUE FORMAR 
OUTRO PACOTE? Sim. 
B. QUANTOS PACOTES LAURA TEM AGORA? 10 pacotes. 
A. ESCREVA UMA ADIÇÃO PARA REPRESENTAR QUANTAS 
FIGURINHAS LAURA JÁ GUARDOU.
10 1 10 1 10 1 10 1 10 1 10 1 10 1 10 1 10 5 90
B. QUANTAS FIGURINHAS ESTÃO SOLTAS? 9 figurinhas. 
C. QUANTAS FIGURINHAS LAURA TEM NO TOTAL? 99 figurinhas. 
 2 QUANDO SE LEVANTOU, LAURA ENCONTROU MAIS UMA 
FIGURINHA. OBSERVE.
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COM ESSA ÚLTIMA FIGURINHA, LAURA CONSEGUIU FORMAR 
MAIS UM PACOTE E FICOU COM 100 (CEM) FIGURINHAS.
96 nOvEnTA E SEiS
094A101_AJM2_LA_PNLD23_C04.indd 96 5/18/21 3:50 PM Atividade complementar
 y Organize a turma em grupos de qua-
tro alunos e distribua 50 cubinhos e 
10 barras do Material Dourado para que 
os alunos componham o número 100 uti-
lizando outras adições que não apare-
çam dezenas inteiras nas duas parcelas, 
como 98 1 2 5 100. 
 No início da atividade, pode-se pedir aos 
alunos que representem composições 
específicas, como 25 1 75 ou 83 1 17, 
e, depois, deixar que eles escolham as 
composições que desejam fazer.
97Mais números Capítulo 4
094A117_AJM2_MP_PNLD23_C04.indd 97 14/07/21 08:57
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87oitenta e sete
a. VOCÊ ACHA QUE É POSSÍVEL LIA SORTEAR UMA BOLINHA 
AZUL? POR QUÊ?
Respostas pessoais. Espera-se que os alunos percebam que é possível, pois há 
bolinhas azuis na urna.
B. VOCÊ ACHA QUE É POSSÍVEL LIA SORTEAR UMA BOLINHA 
VERMELHA? POR QUÊ?
Respostas pessoais. Espera-se que os alunos percebam que é possível, pois há
bolinhas vermelhas na urna.
C. VOCÊ ACHA QUE É POSSÍVEL LIA SORTEAR UMA BOLINHA 
AMARELA? POR QUÊ?
Respostas pessoais. Espera-se que os alunos percebam que não é possível, pois não 
há bolinhas amarelas na urna.
D. VOCÊ ACHA QUE É MAIS PROVÁVEL QUE LIA SORTEIE 
UMA BOLINHA VERMELHA OU UMA BOLINHA AZUL? 
POR QUÊ?
Respostas pessoais. Espera-se que os alunos respondam que é mais provável 
Lia sortear uma bolinha azul, já que na urna há mais bolinhas azuis que vermelhas.
e. MARQUE COM UM X A FRASE VERDADEIRA.
 É IMPOSSÍVEL QUE LIA SORTEIE UMA BOLINHA AZUL.
 COM CERTEZA LIA VAI SORTEAR UMA BOLINHA 
AZUL.
 COM CERTEZA LIA VAI SORTEAR UMA BOLINHA 
VERMELHA.
X
 É IMPROVÁVEL QUE LIA SORTEIE UMA BOLINHA 
ROXA.
 3 CONTE AOS COLEGAS E AO PROFESSOR COMO VOCÊ 
PENSOU PARA RESPONDER AOS ITENS DA ATIVIDADE 2.
Resposta pessoal.
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PROBABILIDADE E ESTATÍSTIC
A
86 oitenta e seis
ESTUDO DE EVENTOS
 1 A ROLETA ABAIXO ESTÁ DIVIDIDA EM 16 PARTES IGUAIS, 
SENDO 14 PARTES VERDES E 2 PARTES LARANJA.
a. AO GIRAR A ROLETA ACIMA, EM QUAIS CORES O 
PONTEIRO PODE PARAR? Laranja ou verde. 
B. AO GIRAR A ROLETA, EM QUAL COR É POUCO PROVÁVEL 
QUE O PONTEIRO PARE? Laranja. 
C. COMO VOCÊ PENSOU PARA RESPONDER AO ITEM 
ANTERIOR? CONTE AOS COLEGAS E AO PROFESSOR.
 2 EM UMA URNA HÁ 30 BOLINHAS AZUIS, 5 BOLINHAS 
VERMELHAS E 1 BOLINHA ROXA. LIA VAI SORTEAR UMA 
BOLINHA DA URNA.
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HABILIDADE DESENVOLVIDA 
NA SEÇÃO PROBABILIDADE 
E ESTATÍSTICA
 » (EF02MA21) Classificar resulta-
dos de eventos cotidianos alea-
tórios como “pouco prováveis”, 
“muito prováveis”, “improváveis” 
e “impossíveis”.
Roteiro de aula
A seguir, apresentamos uma sugestão de 
como desenvolver esse tema.
 y Providencie um dado para cada aluno.
 y Converse com os alunos sobre o que 
pode acontecer quando jogamos um 
dado. Anote na lousa as suposições le-
vantadas pelos alunos.
 y Informe que o objetivo dessa atividade 
é explorar a pontuação possível, prová-
vel e impossível de obter na soma dos 
pontos obtidos no lançamento de dois 
dados.
 y Organize a turma em duplas e forneça 
a cada aluno um dado. Peça aos alunos 
que juntem as carteiras e deixe-os mani-
pular os dados.
 y Discuta com a turma as seguintes ques- 
tões: “É possível que os dois dados 
caiam com o mesmo número voltado 
para cima?”; “Que resultados são im-
possíveis de obter?”; É possível dizer 
quais são os mais prováveis?”.
 y Convide um aluno para ser seu par e jo- 
gue uma vez para que os alunos com-
preendam o objetivo dessa atividade. 
Anote na lousa sua previsão e a do seu 
par. Por exemplo, você diz “Acho que a 
soma dos pontos dos dados será igual 
a 9.”, e [nome do aluno] diz “Acho que 
a soma dos pontos dos dados será 12.”. 
Antes de vocês jogarem os dados, faça 
algumas perguntas para a turma: “É 
possível alguém acertar a pontuação?”; 
“É mais provável que eu acerte ou que 
[nome do aluno] acerte?”; “Quais são 
os números que podem sair que darão 
o resultado que eu e [nome do aluno] 
previmos?”. Finalmente, anote na lousa, 
se você ou [nome do aluno] acertou a 
previsão.
 y Peça aos alunos que, antes de lançarem 
os dados, anotem no caderno a previ-
são de cada um. Em seguida, deixe-os 
jogar e verifique se eles compreende-
ram a ideia de algo ser possível, prová-
vel ou impossível de acontecer. 
 y Depois, peça aos alunos que façam as 
atividades 1 e 2 seguindo as orienta-
ções didáticas.
86 GeometriaCapítulo 3
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87oitenta e sete
a. VOCÊ ACHA QUE É POSSÍVEL LIA SORTEAR UMA BOLINHA 
AZUL? POR QUÊ?
Respostas pessoais. Espera-se que os alunos percebam que é possível, pois há 
bolinhas azuis na urna.
B. VOCÊ ACHA QUE É POSSÍVEL LIA SORTEAR UMA BOLINHA 
VERMELHA? POR QUÊ?
Respostas pessoais. Espera-se que os alunos percebam que é possível, pois há
bolinhas vermelhas na urna.
C. VOCÊ ACHA QUE É POSSÍVEL LIA SORTEAR UMA BOLINHA 
AMARELA? POR QUÊ?
Respostas pessoais. Espera-se que os alunos percebam que não é possível, pois não 
há bolinhas amarelas na urna.
D. VOCÊ ACHA QUE É MAIS PROVÁVEL QUE LIA SORTEIE 
UMA BOLINHA VERMELHA OU UMA BOLINHA AZUL? 
POR QUÊ?
Respostas pessoais. Espera-se que os alunos respondam que é mais provável 
Lia sortear uma bolinha azul, já que na urna há mais bolinhas azuis que vermelhas.
e. MARQUE COM UM X A FRASE VERDADEIRA.
 É IMPOSSÍVEL QUE LIA SORTEIE UMA BOLINHA AZUL.
 COM CERTEZA LIA VAI SORTEAR UMA BOLINHA 
AZUL.
 COM CERTEZA LIA VAI SORTEAR UMA BOLINHA 
VERMELHA.
X
 É IMPROVÁVEL QUE LIA SORTEIE UMA BOLINHA 
ROXA.
 3 CONTE AOS COLEGAS E AO PROFESSOR COMO VOCÊ 
PENSOU PARA RESPONDER AOS ITENS DA ATIVIDADE 2.
Resposta pessoal.
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PROBABILIDADE E ESTATÍSTIC
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86 oitenta e seis
ESTUDO DE EVENTOS
 1 A ROLETA ABAIXO ESTÁ DIVIDIDA EM 16 PARTES IGUAIS, 
SENDO 14 PARTES VERDES E 2 PARTES LARANJA.
a. AO GIRAR A ROLETA ACIMA, EM QUAIS CORES O 
PONTEIRO PODE PARAR? Laranja ou verde. 
B. AO GIRAR A ROLETA, EM QUAL COR É POUCO PROVÁVEL 
QUE O PONTEIRO PARE? Laranja. 
C. COMO VOCÊ PENSOU PARA RESPONDER AO ITEM 
ANTERIOR? CONTE AOS COLEGAS E AO PROFESSOR.
 2 EM UMA URNA HÁ 30 BOLINHAS AZUIS, 5 BOLINHAS 
VERMELHAS E 1 BOLINHA ROXA. LIA VAI SORTEAR UMA 
BOLINHA DA URNA.
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084A093_AJM2_LA_PNLD23_C03.indd 86 5/24/21 12:33 PM Orientações didáticas
 y As atividades dessa seção trabalham 
com a classificação de eventos coti-dianos aleatórios em “pouco prová-
veis”, “muito prováveis”, “improváveis” e 
“impossíveis”.
 y Atividade 1: O item a dessa atividade 
pede aos alunos que identifiquem quais 
são todos os resultados que podem 
ocorrer ao girar a roleta, e o item b, que 
reconheçam qual cor é pouco provável 
de sair. Peça aos alunos que justifiquem 
a resposta ao item b. Espera-se que, 
usando as palavras deles, argumentem 
que só há duas partes pintadas de laran-
ja, enquanto há catorze partes pintadas 
de verde, e, por isso, é muito mais prová-
vel que o ponteiro pare em um espaço 
verde do que em um laranja.
 y Atividade 2: No item e, peça aos alunos 
que justifiquem por que as frases são 
falsas. A primeira frase é falsa porque, 
como há bolinhas azuis na urna, é pos-
sível sortear uma bolinha dessa cor. A 
segunda e a terceira frases são falsas 
porque, como há bolinhas de três co-
res diferentes, é possível sortear uma 
bolinha de qualquer uma dessas cores. 
Verifique se os alunos compreenderam 
que a última frase é verdadeira, pois 
há apenas uma bolinha roxa na urna, 
enquanto há 30 bolinhas azuis e 5 bo-
linhas vermelhas. Logo, apesar de ser 
possível que a bolinha roxa seja sortea-
da, acaba sendo improvável porque há 
muito mais bolinhas azuis e vermelhas.
 y Atividade 3: A troca do raciocínio em-
pregado para resolver a atividade 2 é 
importante, pois amplia o repertório de 
maneiras que os alunos podem pensar 
para resolver as atividades. Incentive 
essa troca sempre que possível.
87Geometria Capítulo 3
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Orientações 
didáticas
Comentários gerais 
sobre os temas 
trabalhados e sobre 
as seções, além de 
orientações para a 
realização de todas as 
atividades.
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BOAS-VINDA
S! BEM-VINDO AO 2º ANO! 
DESEJAMOS A VOCÊ UM ÓTIMO 
PERÍODO DE ESTUDOS.
PARA INICIAR, PROPOMOS UM AQUECIMENTO 
POR MEIO DE ATIVIDADES. VAMOS COMEÇAR?
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 1 ESCREVA OS NÚMEROS DOS BALÕES EM ORDEM DECRESCENTE.
 99 , 88 , 71 , 64 , 53 , 46 , 39 , 
 31 , 27 , 25 , 18 , 12 , 7 , 3 .
 2 LAURA E MANUEL ESTÃO FAZENDO FAIXAS DECORATIVAS. 
OBSERVE COMO CADA UM INICIOU SUA FAIXA E 
COMPLETE-A PARA CONTINUAR A SEQUÊNCIA.
LAURA
MANUEL
 • AS FAIXAS DE LAURA E DE MANUEL SÃO COMPOSTAS DAS 
MESMAS FIGURAS GEOMÉTRICAS?
Não. Na faixa de Laura, há retângulos, e na faixa de Manuel, quadrados. 
laranja
verde
verde
roxo
azul
vermelho
roxo
azul
OITO8
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 5 A TURMA DO 2o ANO VAI FAZER UMA SALADA DE FRUTAS. 
VEJA AS FRUTAS QUE OS GRUPOS DE LUÍSA E DE CAROL 
TROUXERAM E, DEPOIS, COMPLETE AS QUANTIDADES.
 16 MAÇÃS 12 PERAS
 • QUANTAS FRUTAS OS GRUPOS DE LUÍSA E DE CAROL 
TROUXERAM AO TODO? 28 frutas. 
GRUPO DE LUÍSA GRUPO DE CAROL 
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 4 COMPLETE O QUADRO A SEGUIR COM OS NÚMEROS QUE 
ESTÃO FALTANDO. PARA ISSO, VOCÊ DEVE ADICIONAR 
OS NÚMEROS DA LINHA E DA COLUNA COM FUNDO AZUL 
CORRESPONDENTES.
1 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9
0 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9
1 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
2 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11
3 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12
4 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13
5 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14
6 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15
7 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16
8 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17
9 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18
50 CINQUENTA
046A053_AJM2_LA_PNLD23_C02.indd 50 5/24/21 10:12 AM
SUBTRAÇÃO 
 1 LÉO VAI SEPARAR AS FIGURINHAS REPETIDAS QUE TEM PARA 
TROCAR COM OS COLEGAS. OBSERVE AS FIGURINHAS QUE ELE 
TEM E MARQUE COM UM X AS QUE SÃO REPETIDAS. DEPOIS, 
COMPLETE AS FRASES.
LÉO TEM 9 FIGURINHAS. DESSAS FIGURINHAS, 4 
SÃO REPETIDAS. SOBRAM 5 FIGURINHAS.
PARA CALCULAR QUANTAS FIGURINHAS SOBRARAM, 
PODEMOS ESCREVER: 9 FIGURINHAS MENOS 4 FIGURINHAS 
É IGUAL A 5 FIGURINHAS OU 9 MENOS 4 É IGUAL 
A 5 .
3 2 1
7 2 5
8 2 6 8 2 3 4 2 2 7 2 2
9 2 4
10 2 5
6 2 4
6 2 1
10 2 8
5 2 3
laranja
laranja
verde verde
verdeverde laranja
laranja
Resposta possível:
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FIZEMOS UMA OPERAÇÃO CHAMADA SUBTRAÇÃO, QUE 
PODEMOS REPRESENTAR ASSIM: 9 2 4 5 5. O RESULTADO 
DESSA SUBTRAÇÃO É 5.
A OPERAÇÃO DE SUBTRAÇÃO É REPRESENTADA PELO 
SINAL 2.
 2 PINTE AS SUBTRAÇÕES DE ACORDO COM A LEGENDA.
 SUBTRAÇÕES COM RESULTADO IGUAL A 2.
 SUBTRAÇÕES COM RESULTADO IGUAL A 5.
laranjaverdelaranja laranja
51CINQUENTA E UM
046A053_AJM2_LA_PNLD23_C02.indd 51 5/24/21 10:12 AM y Atividades 4: Observe como os alunos 
completam o quadro. Se considerar 
oportuno, proponha que realizem essa 
atividade em duplas, para que troquem 
ideias. Explique aos alunos que, se ob-
servarmos a linha que começa por 2 e 
a coluna encabeçada por 4, é possível 
notar que elas se cruzam em um quadri-
nho cujo número é o 6. Isso significa que 
para obter o número 6 foi feita a adição 
2 1 4 5 6. Incentive os alunos a perceber 
que, com esse quadro, é possível locali-
zar o resultado de qualquer adição cujas 
parcelas estejam entre 0 e 9.
 y Atividades 5: Os alunos devem inter-
pretar a situação-problema proposta 
e elaborar estratégias de resolução. 
Incentive-os a perceber que eles têm a 
imagem como apoio visual para a reso-
lução e incentive-os a confrontar suas 
resoluções com as de outros colegas e a 
analisar as resoluções que tiverem sido 
feitas de maneira diferente da sua. Essa 
situação-problema trabalha a ideia de 
juntar da adição
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Atividades complementares
 y Forme grupos de alunos e pro-
ponha um desafio: reproduza na 
lousa o esquema a seguir (sem 
a linha interna) e informe que o 
número representado no balão 
é o resultado de duas adições. 
O desafio é traçar uma linha 
dentro do esquema dividindo-o 
em duas partes, de modo que, 
ao adicionar os números de 
cada parte, o resultado de cada 
uma seja o número contido no 
balão. No exemplo, 4 1 2 5 6 e 
3 1 3 5 6.
6
4
2
3
3
 Então, proponha os seguintes 
esquemas:
 
 y Se julgar conveniente, peça a 
cada grupo que elabore um pro-
blema que envolva adição. De-
pois, cada grupo apresenta-o 
para a turma resolver. Nesse mo-
mento, incentive a troca de ex-
periências entre os alunos para 
que expliquem como resolveram 
cada problema.
 y Elabore com os alunos o quadro 
de fatos básicos da adição. Nele, 
podemos localizar o resultado 
de qualquer adição cujas parce-
las estejam entre 0 e 9. Observe 
a linha que começa por 3 e a co-
luna encabeçada por 2; note que 
elas se cruzam em um quadrinho 
cujo número é o 5, o que indica 
que 3 1 2 5 5. O quadro apre-
senta até o 5. Complemente-o 
até o 9. 
coluna
1 0 1 2 3 4 5
0 0 1 2 3 4 5
1 1 2 3 4 5 6
2 2 3 4 5 6 7
linha 3 3 4 5 6 7 8
4 4 5 6 7 8 9
5 5 6 7 8 9 10
8
6
3
5
2
9
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6
5
50 Adição e subtraçãoCapítulo 2
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 2 Uma escola recebeu 218 mudas para iniciar uma horta. Até o 
momento, 115 mudas já foram plantadas. Quantas mudas faltam 
ser plantadas?
a. Odair resolveu esse problema calculando a subtração 218 2 115 
com um ábaco de pinos. Observe e complete.
Faltam ser plantadas 103 mudas.
b. Luana resolveu o problema com a mesma subtração que 
Odair usou, mas com o algoritmo usual da subtração. 
Observe e complete.
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2 1 8
2 1 1 5
 1 0 3 
Primeiro, subtraí as unidades: 
 8 2 5 5 3 . Depois, subtraí as 
dezenas: 1 2 1 5 0 . 
Em seguida, subtraí as centenas: 
 2 2 1 5 1 . 
Primeiro, registrei 
o número 218 no ábaco. 
São 2 centenas, 
 1 dezena e 
 8 unidades.
Depois, tirei 5 argolas do pino 
das unidades, 1 argola do pino 
das dezenas e 
 1 argola do pino das centenas.
Agora, o número 
representado no ábaco 
corresponde ao número 
de mudas que faltam 
ser plantadas.
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145cento e quarenta e cinco
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Mais adição e subtração
 1A escola onde Mara estuda organizou uma corrida para as 
famílias dos estudantes e moradores do bairro. Observe o 
número de inscritos nessa corrida na tabela abaixo.
a. Como você faria para calcular o número de inscritos 
com idade entre 21 e 60 anos? Converse com os colegas 
e o professor.
b. Para descobrir o número de inscritos com idade entre 21 e 
60 anos, Mara usou um ábaco. Veja como ela fez e complete.
Espera-se que os alunos respondam que adicionariam os 
números 435 e 224.
435 1  224  5  659 
4 centenas, 3 dezenas 
e 5 unidades.
 2 centenas, 
 2 dezenas e 4 unidades.
 6 centenas, 
 5 dezenas e 9 unidades.
 
O número de inscritos com idade entre 21 e 60 anos é 659 . 
Dados obtidos pela escola.
Número de inscritos (por faixa etária)
Faixa etária
De 14 a 
20 anos
De 21 a 
45 anos
De 46 a 
60 anos
Acima de 
60 anos
Número de 
inscritos
208 435 224 105
Primeiro, registrei o 
número 435, ou seja, 
4 centenas, 
3 dezenas e 5 unidades.
Para adicionar 224 a 435, 
primeiro coloquei 4 argolas no pino 
das unidades, depois 2 argolas no 
pino das dezenas e por último 
2 argolas no pino das centenas.
Agora, o número 
representado no ábaco 
corresponde ao número 
de inscritos com idade 
entre 21 e 60 anos.
Ig
or
 C
an
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ID
/B
R
144 cento e quarenta e quatro
144A151_AJM2_LA_PNLD23_C06.indd 144 5/25/21 7:40 AM y Por fim, solicite aos alunos que façam 
as atividades 1 e 2 e corrija-as seguindo 
as orientações didáticas. 
Orientações didáticas
 y As atividades dessas páginas exercitam 
a utilização dos fatos básicos da adição 
e da subtração e a resolução de pro-
blemas de adição e de subtração que 
envolvem números de até três ordens 
utilizando estratégias pessoais.
 y O trabalho com o ábaco, o algoritmo 
por decomposição e o algoritmo usual 
continua e é ampliado, envolvendo adi-
ções sem reagrupamento e subtrações 
sem trocas com números de até três 
ordens.
 y Atividade 1: Peça aos alunos que des-
crevam os dados do quadro. No item a, 
é importante que eles observem que 
precisam dos dados das duas colunas. 
Nesse momento, é introduzida a adi-
ção com números de três ordens. Sugi-
ra aos alunos que utilizem um ábaco de 
pinos para acompanhar as etapas rea- 
lizadas por Mara. Após a realização 
do item b, pergunte aos alunos se eles 
fariam o cálculo de outra maneira. Em 
caso afirmativo, peça que expliquem 
como fariam.
 y Atividade 2: Essa atividade apresenta 
aos alunos duas estratégias para resol-
ver uma subtração com números de 
três ordens: utilizando o ábaco de pinos 
e o algoritmo usual. Na última cena do 
item a, destaque o fato de o pino das 
dezenas ter ficado sem argolas, o que 
significa que não há algarismo na ordem 
das dezenas no número representado. 
Alguns alunos podem registrar o resul-
tado com apenas dois algarismos (13). 
Se isso acontecer, peça a esses alunos 
que observem o item b e comparem as 
respostas. Assim, eles poderão levantar 
hipóteses sobre sua escrita e concluir 
que deveriam obter como resposta um 
número com três algarismos.
Para complementa
r
Broitman, Claudia. As operações 
matemáticas no ensino funda-
mental I : contribuições para o 
trabalho em sala de aula. São 
Paulo: Ática, 2011.
Nesse livro, a autora aborda 
maneiras de promover situa-
ções desafiadoras em sala de 
aula, discutindo estratégias e 
procedimentos de resolução 
apresentados pelos alunos.
145Mais adição e 
subtração
Capítulo 6
136A151_AJM2_MP_PNLD23_C06.indd 145 6/19/21 5:15 PM
Para complementar
Traz sugestões de 
leitura, sites, vídeos e 
outros conteúdos para 
o aprofundamento dos 
debates sobre os temas e 
os contextos propostos.
Atividades 
complementares
Contém propostas 
de atividades 
complementares e 
preparatórias para 
a ampliação dos 
estudos.
Ao longo dos capítulos também é possível encontrar sugestões de roteiros de aulas, atividades e 
textos complementares, indicações de leituras e sites, e orientações didáticas.
Roteiros de aula
Em alguns temas e 
seções, apresentamos 
sugestões de roteiros 
que explicitam 
procedimentos de aula 
de maneira prática, 
orientando a atuação 
do professor.
XXVI Seção de referência ao Livro do Aluno
XXIVaXXVI_AJM2_MP_PNLD23_CONHECA.indd 26 19/07/2021 11:43
Ballester, M. et al. Avaliação como apoio à aprendizagem. 
Porto Alegre: Artmed, 2003.
A autora aborda a função pedagógica da avaliação por 
meio de seus fundamentos e propostas aplicadas aos 
segmentos da Educação Básica.
Baqués, M. 600 juegos para educación infantil. Barcelona: 
Ceac, 2007.
Esse livro oferece um acervo de atividades lúdicas que 
promovem o desenvolvimento da aprendizagem da lei- 
tura e da escrita. Os jogos contribuem para identificar 
determinadas situações nas quais o professor pode atuar 
como mediador e possibilitam interações lúdicas para apri-
morar habilidades como concentração, percepção espa-
cial, sequência temporal, coordenação motora, aspectos 
cognitivos e sociais, raciocínio lógico e linguagem. 
Beltrán, J. M. M. La mediación en el proceso de aprendizaje. 
Madrid: Bruño, 1994.
A autora apresenta como os estudantes aprendem e 
organizam suas estratégias de aprendizagem ao interagir 
entre si e com o professor. Além disso, ressalta que o 
processo de interação entre o ser humano em desenvol-
vimento e o professor deve identificar, focar, e fornecer 
feedback sobre experiências sociais e hábitos de apren-
dizagem.
Borin, J. Jogos e resolução de problemas: uma estratégia 
para as aulas de Matemática. São Paulo: Caem-IME/
USP, 2007.
O autor comenta a introdução dos jogos nas aulas de Ma- 
temática para reduzir a dificuldade e a resistência apre-
sentada por alguns alunos. À medida que os alunos vão 
jogando com seus pares, eles percebem que a atividade 
não tem apenas um caráter lúdico, pois desenvolve habi-
lidades relacionadas às regras estabelecidas e às estraté-
gias desenvolvidas com base em conceitos matemáticos. 
Boyer, C. B.; MerzBach, U. C. História da matemática. 3. ed. 
São Paulo: Blucher, 2012.
Esse livro apresenta a história da relação da humanidade 
com números, formas e padrões.
Brandão, H.; Froeseler, M. G. V. G. O livro dos jogos e das 
brincadeiras. Belo Horizonte: Leitura, 1998.
Esse livro apresenta diversos jogos, brincadeiras e gêne-
ros orais que foram passados de geração em geração e 
que proporcionam interação e mobilizam a criatividade 
das crianças.
Brasil. Lei n. 9 394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece 
as diretrizes e bases da educação nacional. Brasília: 
Diário Oficial da União, 1996. Disponível em: http://
www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9394.htm. Acesso 
em: 12 jun. 2021.
O documento estabelece as competências e as habilidades 
para a formação dos estudantes diante dos desafios do 
mundo que os espera, contribuindo para a elaboração, pos-
teriormente, da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
Brasil. Ministério da Educação. Secretaria de Alfabetização. 
PNA: Política Nacional de Alfabetização. Brasília: MEC/
Sealf, 2019. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/
images/banners/caderno_pna_final.pdf. Acesso em: 
12 jun. 2021. 
Esse documento apresenta importantes relatórios científi-
cos internacionais e aborda conceitos sobre alfabetização, 
literacia e numeracia de acordo com estudos recentes.
Brasil. Ministério da Educação. Secretaria de Educação 
Básica. Base nacional comum curricular : educação 
é a base. Brasília: MEC/SEB, 2018. Disponível em: 
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/. Acesso em: 12 
jun. 2021.
Esse documento, elaborado pelo MEC de acordo com a 
Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, de 1996, 
estabelece os conhecimentos, as competências e as habi-
lidades que os estudantes devem desenvolver nas etapas 
desde a Educação Básica até o Ensino Médio.
Brasil. Ministério da Educação. Secretaria de Educação 
Básica. Competências socioemocionais como fator de 
proteção à saúde mental e ao bullying. Brasília: MEC/
SEB, 2018. Disponível em: http://basenacionalcomum.
mec.gov.br/implementacao/praticas/caderno-de-praticas/aprofundamentos/195-competencias-
socioemocionais-como-fator-de-protecao-a-saude-
mental-e-ao-bullying. Acesso em: 12 jun. 2021.
As competências socioemocionais no contexto escolar 
estão de acordo com as novas diretrizes propostas pela 
Base Nacional Comum Curricular (BNCC). No contexto da 
educação para o século XXI, os alunos devem se preparar 
para além das competências cognitivas, mantendo a inter- 
-relação dos conteúdos, mas por meio do gerenciamento 
das emoções, para que possam resolver problemas em 
todas as áreas que a vida prática venha exigir deles.
Brasil. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Bá- 
sica. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação 
Infantil. Brasília: MEC/SEB, 2010. Disponível em: https://
www.gov.br/mec/pt-br/media/seb/pdf/publicacoes/
educacao_infantil/diretrizescurriculares_2012.pdf/
view. Acesso em: 12 jun. 2021.
Esse documento apresenta orientações para a Educação 
Infantil que norteiam a organização, a articulação e a 
aplicação das propostas pedagógicas nacionais para sis-
temas de ensino, creches e pré-escolas, de modo a prover 
o desenvolvimento integral na infância.
Brasil. Ministério da Educação. Secretaria de Educação 
Básica. Diretoria de Currículos e Educação Integral. 
Diretrizes curriculares nacionais gerais da Educação 
Básica. Brasília: MEC/SEB/Dicei, 2013.
Esse documento traz as diretrizes que estabelecem a 
base nacional comum, responsável por orientar a organi-
zação, a articulação, o desenvolvimento e a avaliação das 
propostas pedagógicas das redes de ensino brasileiras.
Brasil. Ministério da Educação. Secretaria de Educação 
Fundamental. Ensino Fundamental de nove anos: 
orientações para a inclusão da criança de seis anos de 
idade. Brasília: MEC/SEF, 2007.
Esse documento foi elaborado segundo o diálogo com 
gestores dos sistemas de ensino para desenvolver uma 
metodologia de trabalho voltada à ampliação do programa 
de Ensino Fundamental para os alunos de nove anos.
BIBLIOGRAFIA COMENTADA
XXVIIBibliografia comentada
XXVIIaXXX_AJM1aAJM5_MP_PNLD23_BIBLIOGRAFIA_COMENTADA.indd 27 16/07/2021 12:00
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9394.htm
http://portal.mec.gov.br/images/banners/caderno_pna_final.pdf
http://portal.mec.gov.br/images/banners/caderno_pna_final.pdf
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/implementacao/praticas/caderno-de-praticas/aprofundamentos/195-competencias-socioemocionais-como-fator-de-protecao-a-saude-mental-e-ao-bullying
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/implementacao/praticas/caderno-de-praticas/aprofundamentos/195-competencias-socioemocionais-como-fator-de-protecao-a-saude-mental-e-ao-bullying
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/implementacao/praticas/caderno-de-praticas/aprofundamentos/195-competencias-socioemocionais-como-fator-de-protecao-a-saude-mental-e-ao-bullying
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/implementacao/praticas/caderno-de-praticas/aprofundamentos/195-competencias-socioemocionais-como-fator-de-protecao-a-saude-mental-e-ao-bullying
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/implementacao/praticas/caderno-de-praticas/aprofundamentos/195-competencias-socioemocionais-como-fator-de-protecao-a-saude-mental-e-ao-bullying
http://www.gov.br/mec/pt-br/media/seb/pdf/publicacoes/educacao_infantil/diretrizescurriculares_2012.pdf/view
http://www.gov.br/mec/pt-br/media/seb/pdf/publicacoes/educacao_infantil/diretrizescurriculares_2012.pdf/view
http://www.gov.br/mec/pt-br/media/seb/pdf/publicacoes/educacao_infantil/diretrizescurriculares_2012.pdf/view
Brasil. Ministério da Educação e Cultura. Instituto 
Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio 
Teixeira. Sistema de Avaliação da Educação Básica: 
documentos de referência. Versão 1.0. Brasília: MEC/
Inep/Saeb, 2018. Disponível em: https://download.
inep.gov.br/educacao_basica/saeb/2018/documentos/
saeb_documentos_de_referencia_versao_1.0.pdf. 
Acesso em: 12 jun. 2021.
Esse texto contém uma série de documentos de referên-
cia para orientar as edições do Sistema de Avaliação da 
Educação Básica.
Brasil. Ministério da Educação e Cultura. Secretaria de 
Educação Básica. Pacto nacional pela alfabetização 
na idade certa: organização do trabalho pedagógico; 
construção do sistema de numeração decimal; geo-
metria; saberes matemáticos e outros campos do 
saber. Brasília: MEC/SEB, 2014.
Esses cadernos do Pnaic foram organizados para a 
formação continuada de professores, ressaltando a 
alfabetização matemática na perspectiva do letramento 
dos alunos.
Brasil. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de 
Educação Fundamental. Referencial curricular nacional 
para a educação infantil. Brasília: MEC/SEF, 1998. 3 v.
Essa coleção apresenta reflexões sobre os objetivos, os 
conteúdos e as orientações didáticas para os professores 
que atuam com crianças de zero a seis anos, respeitando 
as práticas pedagógicas e a diversidade cultural brasileira.
Bushaw, D. et al. Aplicações da matemática escolar. São 
Paulo: Atual, 1997.
Essa obra apresenta artigos de pesquisadores e educa-
dores sobre a metodologia do ensino de Matemática e as 
aplicações da matemática escolar.
cajori, F. A history of mathematical notations. Chicago: 
Open Court Pub. Co., 1928-1929. 
Esse estudo é organizado em dois volumes, dos quais o 
primeiro refere-se à história da sintaxe em matemática 
elementar e o segundo aborda os símbolos na matemá-
tica e sua origem.
cardoso, V. C. Materiais didáticos para as quatro operações. 
3. ed. São Paulo: Caem-IME/USP, 1996.
Esse caderno traz contribuições e sugestões de estraté-
gias metodológicas e atividades para a sala de aula.
casel. Casel guide: effective social and emotional learning 
programs – preschool and elementary school edition, 
2015. Disponível em: https://casel.org/wp-content/
uploads/2016/01/2013-casel-guide-1.pdf. Acesso em: 
12 jun. 2021.
Esse caderno foi elaborado pela organização estaduniden-
se Casel, que desenvolve há mais de vinte anos pesquisa 
na área de aprendizagem socioemocional. De acordo com 
esses estudos, o desenvolvimento das competências socio-
emocionais, aliadas às cognitivas, capacita os alunos para 
desenvolver habilidades e atuar em contextos reais e na 
resolução de problemas complexos da vida real.
centurión, M. Números e operações: conteúdo e meto-
dologia da matemática. São Paulo: Scipione, 1994.
Essa obra aborda a ideia de que o aluno constrói seu 
próprio conhecimento com base nas suas ações e pro-
blematizações.
cerquetti-aBerkane, F.; Berdonneau, C. O ensino da matemática 
na educação infantil. Porto Alegre: Artmed, 1997.
Os autores apresentam elementos teóricos e informações 
históricas sobre o ensino da Matemática, bem como ativi-
dades destinadas à Educação Infantil.
coll, C. Psicologia e currículo: uma aproximação psico-
pedagógica à elaboração do currículo escolar. São 
Paulo: Ática, 2000.
Esse livro apresenta um modelo de projeto curricular 
que orienta como elaborar propostas curriculares na 
educação escolar desde as relações entre aprendizagem, 
desenvolvimento e educação até as funções do currículo 
no planejamento de ensino.
coll, C. et al. O construtivismo na sala de aula. São Paulo: 
Ática, 2006.
O autor apresenta discussões que permeiam os processos 
de ensino e aprendizagem, o objetivo dos conhecimentos 
prévios e outros pontos relevantes que diferenciam o 
construtivismo dos outros métodos de aprendizagem.
coll, C. et al. Os conteúdos na reforma: ensino e apren-
dizagem de conceitos, procedimentos e atitudes. 
Porto Alegre: Artmed, 2000.
Esse livro aborda a distinção entre conceitos, procedi-
mentos e atitudes como conteúdos que devem ser con-
siderados ao planejar e desenvolver o currículo escolar.
cortesão, L. Formas de ensinar, formas de avaliar: breve 
análise de práticas correntes de avaliação. In: aBrantes, 
P.; araújo, F. (coord.). Reorganização curricular do 
ensino básico – avaliação das aprendizagens: das con- 
cepções às novas práticas. Lisboa: Ministério da Edu- 
cação, 2002. 
Esse material aborda e conceitua alguns tipos deavalia-
ção: avaliação somativa, formativa e diagnóstica. 
d’aMBrosio, U. Da realidade à ação: reflexões sobre educação 
e matemática. 5. ed. Campinas: Ed. da Unicamp; São 
Paulo: Summus, 1986.
Esse livro aborda a experiência do autor como docente e, 
com base nessa experiência, traz reflexões sobre a mate-
mática e o bem-estar social de modo a contribuir para a 
ação educacional.
danyluk, O. S. Alfabetização matemática: as primeiras 
manifestações da escrita infantil. 5. ed. Porto Alegre: 
Sulina; Passo Fundo: Ed. da UPF, 2015.
A autora, com base nos dados obtidos por meio de sua 
análise, identifica aspectos matemáticos presentes na 
escrita das crianças.
delors, J. et al. Educação: um tesouro a descobrir. São 
Paulo: Cortez: Unesco, 2003.
Esse relatório aponta problemas causados pelos desní-
veis da educação entre os países em desenvolvimento e 
os desenvolvidos.
diniz, M. I.; sMole, K. C. S. O conceito de ângulo e o ensino 
de geometria. São Paulo: Caem-IME/USP, 1993.
As autoras verificaram que o ensino do conceito de 
ângulo é essencial para a aprendizagem de alunos nos 
anos iniciais, desde que as propriedades das figuras e as 
relações geométricas entre ângulos não sejam elaboradas 
como regras prontas, mas sim por meio de trabalhos de 
ângulos e polígonos. 
XXVIII Bibliografia comentada
XXVIIaXXX_AJM1aAJM5_MP_PNLD23_BIBLIOGRAFIA_COMENTADA.indd 28 16/07/2021 12:00
http://download.inep.gov.br/educacao_basica/saeb/2018/documentos/saeb_documentos_de_referencia_versao_1.0.pdf
http://download.inep.gov.br/educacao_basica/saeb/2018/documentos/saeb_documentos_de_referencia_versao_1.0.pdf
http://download.inep.gov.br/educacao_basica/saeb/2018/documentos/saeb_documentos_de_referencia_versao_1.0.pdf
http://casel.org/wp-content/uploads/2016/01/2013-casel-guide-1.pdf
http://casel.org/wp-content/uploads/2016/01/2013-casel-guide-1.pdf
eves, H. Introdução à história da matemática. 5. ed. 
Campinas: Ed. da Unicamp, 2011.
O autor descreve a história da matemática desde a 
Antiguidade, além de apresentar recursos pedagógicos e 
o panorama cultural de cada época abordada. 
Fazenda, I. (org.). O que é interdisciplinaridade? São Paulo: 
Cortez, 2013.
Essa coletânea aborda a interdisciplinaridade como um 
instrumento para uma educação voltada à relação entre 
as várias áreas do conhecimento para o desenvolvimento 
do saber humano.
Freire, M. et al. Observação, registro, reflexão: instrumentos 
metodológicos. São Paulo: Espaço Pedagógico, 2003. 
Em dois volumes, essa obra aborda as três dimensões 
pedagógicas: a observação, o registro e a reflexão no 
processo de formação do educador em relação ao aluno.
GuiMarães, G.; BorBa, R. (org.). Reflexões sobre o ensino de 
matemática nos anos iniciais de escolarização. Recife: 
SBEM, 2009.
Esse livro retrata a diversidade de conceitos teóricos e 
metodológicos desenvolvidos, refletidos com base no 
trabalho de investigação de ensino e aprendizagem de 
Matemática nas salas de aula dos anos iniciais de escola-
rização dos alunos.
hadji, C. Avaliação desmistificada. Porto Alegre: Artmed, 
2001.
O autor propõe aos docentes aplicar a avaliação escolar 
de acordo com as aprendizagens na prática e como des-
cobrir subsídios durante essa ação pedagógica.
haydt, R. C. Avaliação do processo ensino-aprendizagem. 
São Paulo: Ática, 2001.
A autora descreve a avaliação do processo ensino-apren-
dizagem de maneira inovadora, prática e sistematizada.
iFrah, G. Os números: a história de uma grande invenção. 
11. ed. São Paulo: Globo, 2005.
Essa obra apresenta a história da matemática por meio 
da evolução do raciocínio de diversas civilizações. 
iMenes, L. M. Problemas curiosos. São Paulo: Scipione, 1996 
(Coleção Vivendo a Matemática).
Esse livro apresenta diversos problemas para resolver, 
que são boas estratégias de resolução.
kaMii, C.; declark, G. Reinventando a aritmética: implicações 
da teoria de Piaget. 14. ed. Campinas: Papirus, 1999.
As autoras fazem uma análise por meio de atividades de 
aritmética para crianças dos anos iniciais da Educação 
Básica com base na teoria piagetiana. 
kaMii, C.; devries, R. Jogos em grupo na educação infantil: 
implicações da teoria de Piaget. Porto Alegre: Artmed, 
2009.
Essa obra ressalta a importância dos jogos em grupo para 
o desenvolvimento dos aspectos cognitivo e interpessoal 
dos alunos e como o professor deve escolher e modificar 
os jogos de acordo com a aprendizagem deles. 
kishiMoto, T. M. O jogo e a educação infantil. São Paulo: 
Cengage Learning, 2016.
A autora resgata a importância dos jogos tradicionais 
para o desenvolvimento dos alunos, a despeito do pro-
cesso de industrialização e urbanização, com base em 
estudos de teóricos da educação, como Piaget, Wallon, 
Vygotsky e Bruner.
krulik, S.; reys, R. E. A resolução de problemas na 
matemática escolar. São Paulo: Atual, 1997.
Essa obra apresenta artigos de alguns especialistas 
estadunidenses na área de metodologias no ensino da 
Matemática.
liBâneo, J. C. Didática. São Paulo: Cortez, 2009.
Essa obra, além de investigar objetivos, propõe conteú- 
dos, métodos, conexões entre o processo de ensino e o 
de aprendizagem e as condições e formas que vigoram 
no ensino, bem como os fatores materiais e sociais das 
relações entre docência e aprendizagem.
lindquist, M. M.; shulte, A. P. (org.). Aprendendo e 
ensinando geometria. São Paulo: Atual, 1994.
Esse anuário do Conselho Nacional de Professores de 
Matemática (NCTM, na sigla em inglês) apresenta uma 
série de artigos sobre a metodologia do ensino de 
Matemática.
lorenzato, S. Educação infantil e percepção matemática. 
Campinas: Autores Associados, 2011 (Coleção Forma-
ção de Professores).
O autor trata dos principais aspectos que compõem o 
conhecimento matemático da criança: o espacial, o numé- 
rico e o de medida e a ação pedagógica do professor.
lorenzato, S. Para aprender matemática. Campinas: Autores 
Associados, 2010 (Coleção Formação de Professores).
Nesse livro, o autor aborda as dificuldades vivenciadas 
pelos docentes em operacionalizar princípios didáticos à 
prática pedagógica e as exemplifica por meio de ativida-
des realizadas em sala de aula.
luckesi, C. Avaliação da aprendizagem escolar: estudos e 
proposições. 22. ed. São Paulo: Cortez, 2018.
Esse livro apresenta estudos sobre avaliação da aprendi-
zagem escolar, bem como proposições para torná-la mais 
viável e construtiva para alunos e professores.
Machado, N. J. Epistemologia e didática: as concepções de 
conhecimento e inteligência e a prática docente. 7. ed. 
São Paulo: Cortez, 2016.
O autor busca uma articulação entre a generalidade de 
questões e as especificidades das ações docentes.
Machado, N. J. Matemática e língua materna: análise de uma 
impregnação mútua. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2011.
O autor analisa a relação de impregnação entre Matemática 
e Língua Portuguesa e propõe práticas para superar as 
dificuldades encontradas no ensino de Matemática.
Machado, N. J. Matemática e realidade: análise dos pres-
supostos filosóficos que fundamentam o ensino da ma- 
temática. 6 ed. São Paulo: Cortez, 2005.
Essa obra descreve a relação do conhecimento matemá-
tico com a realidade e seu papel na ciência.
Machado, N. J. Sobre a ideia de competência. In: Perrenoud, 
P. et al. As competências para ensinar no século XXI. 
Porto Alegre: Artmed, 2002.
Esse texto faz parte de uma conferência da qual o autor 
participou, realizada também por outros estudiosos da 
educação. Segundo ele, a escola, além de transmitir os 
conteúdos curriculares, deve incentivar o desenvolvimen-
to das competências pessoais para formar um cidadão.
XXIXBibliografia comentada
XXVIIaXXX_AJM1aAJM5_MP_PNLD23_BIBLIOGRAFIA_COMENTADA.indd 29 16/07/2021 12:00
ochi, F. H. et al. O uso de quadriculados no ensino de geo-
metria. 4. ed. São Paulo: Caem-IME/USP, 2003.
Os autores verificaram a ausência de um trabalho mais 
aprofundando em geometria nos anos iniciais e, portanto, 
optaram pelo uso de papel quadriculado e outras malhas 
comorecurso didático para o ensino-aprendizagem do 
pensamento geométrico.
oPie, I.; oPie, P. Children’s game in street and playground. 
Oxford, UK: Floris Books, 2013.
Os autores compilaram uma série de jogos, rimas e dita-
dos de crianças que jogavam ao ar livre no Reino Unido 
nos anos 1960. A obra revela como incentivar as crianças 
a ter tempo e espaço físico para serem elas mesmas ao 
interagir com outras crianças.
Parra, C.; saiz, I. (org.) Didática da matemática: reflexões 
psicopedagógicas. Porto Alegre: Artmed, 1996.
Essa obra apresenta reflexões e propostas didáticas 
sobre a matemática que deve ser ensinada na Educação 
Básica, sob uma perspectiva atual do ensino e da apren-
dizagem de conteúdos considerados importantes no 
Ensino Fundamental.
Perrenoud, P. Construir as competências desde a escola. 
Porto Alegre: Artmed, 1999.
O autor apresenta perspectivas e limitações na prática 
em sala de aula para a construção das competências e a 
transposição didática.
Perrenoud, P. et al. As competências para ensinar no 
século XXI. Porto Alegre: Artmed, 2002.
Essa obra contém textos de vários autores apresentados 
em uma conferência sobre o papel das competências no 
aprimoramento do Ensino Fundamental.
Polya, G. A arte de resolver problemas. São Paulo: Inter-
ciência, 1978.
Essa obra aborda a prática de resolver problemas, que 
implica uma série de procedimentos cognitivos para des-
pertar a curiosidade, a atenção e o interesse pelo trabalho 
mental, contribuindo para outras atividades da vida.
silveira, d. da s.; Fonseca, d. a. Relações entre a prática 
pedagógica e a cibercultura: o uso das tecnologias 
digitais no ensino de matemática na formação inicial 
de professores. Educação Matemática em Revista, 
v. 1, n. 21, 2020. Disponível em: http://sbem.iuri0094.
hospedagemdesites.ws/revista/index.php/EMR-RS/
article/view/2382. Acesso em: 12 jun. 2021. 
Esse artigo aborda as relações entre a prática pedagógica 
e a cibercultura por meio do uso das tecnologias digitais 
no ensino de Matemática no contexto da formação inicial 
de professores.
sMole, K. C. S. et al. Era uma vez na matemática: uma 
conexão com a literatura infantil. 4. ed. São Paulo: IME/
USP, 2001.
A autora conduz à reflexão sobre o uso de gêneros tex- 
tuais da literatura infantil com os quais o professor pode 
incentivar os alunos ao pensamento matemático por 
meio de mediações ao longo da leitura.
sMole, K. C. S.; diniz, M. I.; cândido, P. Matemática de 0 a 6, 
v. 1: Brincadeiras infantis nas aulas de matemática; v. 2: 
Resolução de problemas; v. 3: Figuras e formas. Porto 
Alegre: Artmed, 2000.
Essa coleção apresenta uma série de atividades para a 
Educação Infantil que visam incentivar os alunos a refletir 
sobre as ideias matemáticas, como geometria, medidas e 
noções de estatística.
sMole, K. C. S.; diniz, M. I. (org.). Ler, escrever e resolver 
problemas: habilidades básicas para aprender 
matemática. Porto Alegre: Artmed, 2001.
Esse livro contribui para a discussão das competências 
e das habilidades no Ensino Fundamental, com foco no 
desenvolvimento das habilidades de ler, escrever e resol-
ver problemas em Matemática.
souza, E. R. et al. A matemática das sete peças do tan-
gram. São Paulo: Caem-IME/USP, 2008.
Esse caderno apresenta atividades elaboradas para o 
ensino de geometria e práticas pedagógicas com o uso 
do tangram para alunos desde a pré-escola até os anos 
finais do Ensino Fundamental.
teBerosky, A.; tolchinsky, L. (org.). Além da alfabetização: 
a aprendizagem fonológica, ortográfica, textual e 
matemática. 4. ed. São Paulo: Ática, 2006.
Esse livro retrata o processo de aprendizagem da escrita 
e apresenta propostas para o ensino desse processo por 
meio das relações entre leitura e escrita e entre significa-
do referencial e formal no ensino de Matemática.
viGotski, L. S. Pensamento e linguagem. 4. ed. São Paulo: 
Martins Fontes, 2008.
O autor apresenta a relação entre pensamento e lingua-
gem para o desenvolvimento cognitivo do aluno.
viGotski, L. S.; luria, A. R.; leontiev, A. N. Linguagem, 
desenvolvimento e aprendizagem. 16. ed. São Paulo: 
Ícone, 2017.
Em seus estudos, os autores relacionaram não apenas 
temas de psicologia do desenvolvimento, como também 
as relações entre linguagem e pensamento, com implica- 
ções em neurologia, psiquiatria e educação.
zaBala, A. A prática educativa: como ensinar. Porto 
Alegre: Artmed, 1998.
O autor aborda a ação educativa e como ensinar por 
meio da função social do ensino e pela concepção dos 
processos de aprendizagem.
XXX Bibliografia comentada
XXVIIaXXX_AJM1aAJM5_MP_PNLD23_BIBLIOGRAFIA_COMENTADA.indd 30 16/07/2021 12:00
http://sbem.iuri0094.hospedagemdesites.ws/revista/index.php/EMR-RS/article/view/2382
http://sbem.iuri0094.hospedagemdesites.ws/revista/index.php/EMR-RS/article/view/2382
http://sbem.iuri0094.hospedagemdesites.ws/revista/index.php/EMR-RS/article/view/2382
São Paulo, 7a edição, 2021
ANGELA LEITE
Licenciada em Matemática pelo Instituto de Matemática e Estatística 
(IME) da Universidade de São Paulo (USP).
Mestra em Educação Matemática pelo Instituto de Geociências e 
Ciências Exatas da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita 
Filho” (Unesp).
Professora do Ensino Superior.
ROBERTA TABOADA
Licenciada em Matemática pelo IME-USP. Mestra em Educação 
Matemática pelo Instituto de Geociências e Ciências Exatas da Unesp.
Coordenadora da área de Matemática e professora do 
Ensino Fundamental.
EDITORA RESPONSÁVEL: ISABELLA SEMAAN
Bacharela em Ciência e Tecnologia pela Universidade Federal 
do ABC (UFABC). 
Editora e elaboradora de conteúdo para materiais didáticos. 
2
MATEMÁTICA
2
2o ANO
Organizadora: SM Educação
Obra coletiva concebida, desenvolvida e produzida por SM Educação.
ENSINO 
FUNDAMENTAL 
ANOS INICIAIS
AJ_PNLD2023_FRONTS_2_MAT_LA.indd 1 30/07/2021 11:51
1
001A007_AJM2_MP_PNLD23_INICIAIS.indd 1 05/08/2021 10:44
APRESENTAÇÃO
QUERIDO ALUNO, QUERIDA ALUNA,
ESTE LIVRO FOI CUIDADOSAMENTE PENSADO 
PARA AJUDAR VOCÊ A CONSTRUIR UMA 
APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA E QUE BENEFICIE 
VOCÊ NÃO SOMENTE HOJE, MAS TAMBÉM NO 
FUTURO. NELE, VOCÊ VAI ENCONTRAR INCENTIVO 
PARA CRIAR, EXPRESSAR IDEIAS E PENSAMENTOS, 
REFLETIR SOBRE O QUE ESTÁ APRENDENDO E 
COMPARTILHAR EXPERIÊNCIAS E CONHECIMENTOS.
OS TEMAS, OS TEXTOS, AS IMAGENS E 
AS ATIVIDADES PROPOSTOS POSSIBILITAM 
O DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS E 
HABILIDADES FUNDAMENTAIS PARA VIVER EM 
SOCIEDADE. ALÉM DISSO, AJUDAM VOCÊ A LIDAR 
COM SUAS EMOÇÕES, A DEMONSTRAR EMPATIA, 
A ALCANÇAR OBJETIVOS, A MANTER RELAÇÕES 
SOCIAIS POSITIVAS E A TOMAR DECISÕES DE 
MANEIRA RESPONSÁVEL, PROPORCIONANDO 
OPORTUNIDADES VALIOSAS PARA QUE VOCÊ SE 
DESENVOLVA COMO CIDADÃO OU CIDADÃ.
ACREDITAMOS QUE POR MEIO DE ATITUDES 
POSITIVAS E CONSTRUTIVAS CONQUISTAMOS 
AUTONOMIA E CAPACIDADE PARA TOMAR 
DECISÕES ACERTADAS, RESOLVER PROBLEMAS E 
SUPERAR CONFLITOS.
ESPERAMOS QUE ESTE MATERIAL CONTRIBUA 
PARA SEU DESENVOLVIMENTO E PARA SUA 
FORMAÇÃO.
BONS ESTUDOS!
EQUIPE EDITORIAL
003A007_AJM2_LA_PNLD23_INICIAIS.indd 3 6/18/21 3:45 PM
SM Educação
Rua Cenno Sbrighi, 25 – Edifício West Tower n. 45 – 1o andar
Água Branca 05036-010 São Paulo SP Brasil
Tel. 11 2111-7400
atendimento@grupo-sm.com
www.grupo-sm.com/br
 Aprender Juntos Matemática 2o ano 
 © SM Educação 
 Todos os direitos reservados
 Direção editorial Cláudia Carvalho Neves
 Gerência editorial Lia Monguilhott Bezerra
 Gerência de design e produção André Monteiro
 Edição executiva Isabella Semaan
 Edição: Cármen Matricardi, Cristiano Oliveira da Conceição, Diana Maia, Patricia Nakata, 
Tomas Masatsugui Hirayama
 Colaboração técnico-pedagógica: Eduardo Chavante, Millyane M. Moura Moreira, 
Walkiria Cibelle Roque
 Suporte editorial: Fernanda de Araújo Fortunato
 Coordenação de preparação e revisão Cláudia Rodrigues do Espírito Santo
 Preparação: Helena Alves Costa, Maria Angélica Lau P. Soares, Valéria Cristina Borsanelli
 Revisão: Helena Alves Costa, Márcio Dias Medrado, Maria Angélica LauP. Soares, 
Valéria Cristina Borsanelli
 Apoio de equipe: Camila Durães Torres, Lívia Taioque
 Coordenação de design Gilciane Munhoz
 Design: Thatiana Kalaes, Lissa Sakajiri
 Coordenação de arte Andressa Fiorio
 Edição de arte: Vitor Trevelin
 Assistência de arte: Elizabeth Kamazuka, Viviane Ayumi Yonamine
 Assistência de produção: Leslie Morais
 Coordenação de iconografia Josiane Laurentino
 Pesquisa iconográfica: Fabio Matsuura
 Tratamento de imagem: Marcelo Casaro
 Capa APIS Design
 Ilustração da capa: Henrique Mantovani Petru
 Projeto gráfico APIS Design
 Editoração eletrônica Fórmula Produções Editoriais
 Pre-impressão Américo Jesus
 Fabricação Alexander Maeda
 Impressão 
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) 
(Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)
Leite, Angela
Aprender juntos matemática, 2º ano : ensino 
fundamental : anos iniciais / Angela Leite, Roberta 
Taboada ; editora responsável Isabella Semaan ; 
organizadora SM Educação ; obra coletiva concebida, 
desenvolvida e produzida por SM Educação. -- 
7. ed. -- São Paulo : Edições SM, 2021. -- (Aprender juntos)
ISBN 978-65-5744-321-7 (aluno)
ISBN 978-65-5744-322-4 (professor)
1. Matemática (Ensino fundamental) I. Taboada, 
Roberta. II. Semaan, Isabella. III. Título. IV. Série.
21-67644 CDD-372.7
Índices para catálogo sistemático:
1. Matemática : Ensino fundamental  372.7
Cibele Maria Dias — Bibliotecária — CRB-8/9427
7ª edição, 2021
Em respeito ao meio ambiente, as 
folhas deste livro foram produzidas com 
fibras obtidas de árvores de florestas 
plantadas, com origem certificada.
002_AJM2_LA_PNLD23_CREDITO.indd 2 04/08/2021 17:34
2 Créditos
001A007_AJM2_MP_PNLD23_INICIAIS.indd 2 04/08/2021 21:40
APRESENTAÇÃO
QUERIDO ALUNO, QUERIDA ALUNA,
ESTE LIVRO FOI CUIDADOSAMENTE PENSADO 
PARA AJUDAR VOCÊ A CONSTRUIR UMA 
APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA E QUE BENEFICIE 
VOCÊ NÃO SOMENTE HOJE, MAS TAMBÉM NO 
FUTURO. NELE, VOCÊ VAI ENCONTRAR INCENTIVO 
PARA CRIAR, EXPRESSAR IDEIAS E PENSAMENTOS, 
REFLETIR SOBRE O QUE ESTÁ APRENDENDO E 
COMPARTILHAR EXPERIÊNCIAS E CONHECIMENTOS.
OS TEMAS, OS TEXTOS, AS IMAGENS E 
AS ATIVIDADES PROPOSTOS POSSIBILITAM 
O DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS E 
HABILIDADES FUNDAMENTAIS PARA VIVER EM 
SOCIEDADE. ALÉM DISSO, AJUDAM VOCÊ A LIDAR 
COM SUAS EMOÇÕES, A DEMONSTRAR EMPATIA, 
A ALCANÇAR OBJETIVOS, A MANTER RELAÇÕES 
SOCIAIS POSITIVAS E A TOMAR DECISÕES DE 
MANEIRA RESPONSÁVEL, PROPORCIONANDO 
OPORTUNIDADES VALIOSAS PARA QUE VOCÊ SE 
DESENVOLVA COMO CIDADÃO OU CIDADÃ.
ACREDITAMOS QUE POR MEIO DE ATITUDES 
POSITIVAS E CONSTRUTIVAS CONQUISTAMOS 
AUTONOMIA E CAPACIDADE PARA TOMAR 
DECISÕES ACERTADAS, RESOLVER PROBLEMAS E 
SUPERAR CONFLITOS.
ESPERAMOS QUE ESTE MATERIAL CONTRIBUA 
PARA SEU DESENVOLVIMENTO E PARA SUA 
FORMAÇÃO.
BONS ESTUDOS!
EQUIPE EDITORIAL
003A007_AJM2_LA_PNLD23_INICIAIS.indd 3 6/18/21 3:45 PM088A097_AJM1_LA_PNLD23_C04.indd 89 28/04/2021 16:51
3Apresentação
001A007_AJM2_MP_PNLD23_INICIAIS.indd 3 6/21/21 5:43 PM
5
 5 Clara e os primos, Antônio, Joaquim e Amanda, foram à sorveteria acompanhados pelo pai dela. Ao chegarem ao local, observaram a placa a seguir.
a. Cada criança tomou dois picolés. Quanto Clara e os primos gastaram na sorveteria?
Estratégia possível:
Cada criança gastou: 3 reais 1 3 reais 5 6 reais ou 2 3 3 reais 5 6 reais.Como são 4 crianças: 6 reais 1 6 reais 1 6 reais 1 6 reais 5 24 reais ou 4 3 6 reais 5 24 reais.
 Clara e os primos gastaram 24 reais na sorveteria.b. Clara disse que pagaria metade do valor, pois tinha acabado de receber a mesada e queria presentear os primos. Com quanto Clara contribuiu?
 Clara contribuiu com 12 reais.
S
tu
di
o 
A
la
sk
a/
ID
/B
R
Estratégia possível:
216 duzentos e dezesseis
214A215_AJM2_LA_PNLD23_ATE_BREVE.indd 216
5/25/21 11:04 AM
Até breve! A cada ano escolar você e os colegas vivenciam novos desafios e adquirem diversos conhecimentos. Já parou para pensar nisso? As atividades a seguir vão ajudar você a avaliar alguns dos conhecimentos vistos ao longo deste ano. 
 1 Componha os números abaixo e, depois, localize-os no diagrama.a. 1 centena, 4 dezenas 
e 7 unidades: 147 
b. 2 centenas, 8 dezenas 
e 3 unidades: 283 
c. 7 centenas, 2 dezenas 
e 9 unidades: 729 
d. 4 centenas, 4 dezenas 
e 4 unidades: 444 
e. 6 centenas, 0 dezena 
e 1 unidade: 601 
 2 Marque com um X o nome da figura geométrica que o objeto apresentado lembra.
a. 
X  Cone
 Cilindro
 Triângulo
b. 
 Círculo
X  Esfera
 Cilindro
c. 
X  Cubo
 Cone
 Quadrado
1 6 0 1
4 7 9 5
7 2 8 3
0 9 7 8
1 4 4 4
5 3 1 0
do
m
in
_d
om
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ty
 
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k.
co
m
/ID
/B
R
REPRESENTAÇÃO SEM PROPORÇÃO DE TAMANHO 
ENTRE OS 
ELEMENTOS.
Chapéu de festa. Bola de tênis. Dado.
duzentos e catorze214
214A215_AJM2_LA_PNLD23_ATE_BREVE.indd 214
5/25/21 11:04 AM
Dados fornecidos p
ela organização do
 campeonato.
 2 O gráfico abaixo
 mostra a pontuaçã
o de cada equipe em
 um 
campeonato de fute
bol. Veja.
Dados fornecidos p
ela organização do
 campeonato.
a. Registre na tabela
 abaixo a pontuaçã
o de cada equipe n
essa 
competição e, depo
is, responda às que
stões.
b. Qual equipe fez m
ais pontos? 
A equipe Rosa.
c. Quantos pontos a 
equipe Rosa fez a m
ais que a equipe Az
ul?
200 pontos.
d. Você acha mais fá
cil responder à perg
unta do item b 
observando a tabela
 ou o gráfico? E a pe
rgunta do item c? 
Converse com os c
olegas e o professo
r. 
ID
/B
R
Pontuação das equip
es no 
campeonato de futeb
ol
Pontuação das equip
es no campeonato de
 futebol
Equipe
Pontuação
Rosa
800
Azul
600
Verde
700
Amarelo
300
900
800
700
600
500
400
300
200
100
0 Equipe
P
o
n
tu
aç
ão
Ro
sa Az
ul
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e
Am
ar
elo
Respostas pessoais. 
131
cento e trinta e um
128A135_AJM2_LA_PN
LD23_C05.indd 131
5/24/21 5:31 PM
Probabilidade e Estatísti
ca
Construção de uma t
abela com base em u
m gráfico
 1 Observe no gráfi
co abaixo a quantid
ade de instrumento
s 
musicais encomend
ados por uma loja.
Dados fornecidos p
ela loja.
Dados fornecidos p
ela loja.
90
80
70
60
50
40
30
20
10
0
Q
u
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d
ad
a
Vi
olã
o
Ba
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Gu
ita
rra
Pa
nd
eir
o
100
Instrumento
musical
a. Complete a tabela
 de acordo com o g
ráfico.
b. Quantos violões a 
mais que pandeiros
 a loja encomendou
?
40 violões.
c. Quantos instrumen
tos musicais a loja e
ncomendou no tota
l?
250 instrumentos music
ais.
ID
/B
R
Encomenda de instru
mentos musicais
Encomenda de instru
mentos musicais
Instrumento 
musical
Quantidade encome
ndada
Violão
90
Bateria
30
Guitarra
80
Pandeiro
50
N
ic
ol
e 
S
an
to
s/
ID
/B
R
130 cento e trinta
128A135_AJM2_LA_PN
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5/24/21 5:31 PM
Início
Fim I
D
/B
R
Página 208 • Cartela para o Jogo da mult
iplicação
Página 178 • Tabuleiro para o jogo Ligue p
ontos
R
en
am
 P
en
an
te
/ID
/B
R
Recortar e jogar
219duzentos e dezenove
219A232_AJM2_LA_PNLD23_MATERIAL COMP
LEMENTAR.indd 219
5/25/21 1:34 PM
89oitenta e noveResposta pessoal. A melh
or opção é “figura não 
arredondada”.
B. AGORA, MARQUE
 COM UM X AS CART
AS QUE ANITA 
PODERIA PEGAR S
E TIVESSE ESCOLH
IDO CARTAS COM 
FIGURAS NÃO PLA
NAS.
 2 OBSERVE AS CA
RTAS QUE ESTÃO V
IRADAS PARA CIMA
 
NESSA JOGADA.
 • AGORA É A SUA VEZ D
E JOGAR! SE VOCÊ
 
TIVESSE TIRADO A
 CARTA AO LADO,
 QUE 
CARACTERÍSTICA V
OCÊ ESCOLHERIA P
ARA 
PEGAR A MAIOR Q
UANTIDADE DE CA
RTAS 
DA MESA? CONVER
SE COM OS COLEG
AS 
E O PROFESSOR.
 DEPOIS DO JOGO
 1 OBSERVE A CAR
TA DE ANITA 
E A CARACTERÍSTI
CA QUE ELA 
ESCOLHEU PARA P
EGAR AS 
CARTAS DA MESA.
a. OBSERVE AS CAR
TAS QUE 
ESTÃO VIRADAS P
ARA CIMA 
NESSA JOGADA E 
CONTORNE 
AQUELAS QUE AN
ITA 
PODE PEGAR.
X
X
VOU PEGAR AS 
CARTAS COM FIGURA
S 
QUE TEM PARTES 
ARREDONDADAS.
Ilu
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ra
çõ
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 P
en
ante
/ID
/B
R
X
084A093_AJM2_LA_PN
LD23_C03.indd 89
17/06/2021 13:09
JOGO
88 oitenta e oit
o
É MINHA!
MATERIAL
 • CARTAS DAS PÁGINAS
 221 E 223.
NÚMERO DE PARTICI
PANTES
 • 2 OU 3 JOGADORES.
OBJETIVO
 • CONSEGUIR A MAIOR 
QUANTIDADE 
DE CARTAS.
REGRAS
 1. RECORTE AS CAR
TAS DAS PÁGINAS
 221 E 223.
 2. JUNTE-SE AOS CO
LEGAS. EMBARALH
EM AS CARTAS SEM
 OLHAR, 
FORMANDO UM MO
NTE PARA DEIXAR
 EM CIMA DA MESA
.
 3. PEGUEM 4 CARTA
S DO MONTE PARA
 DEIXAR NA MESA
 COM 
AS FIGURAS VIRAD
AS PARA CIMA. FA
ÇAM SEMPRE ISSO
 NO 
INÍCIO DE CADA JO
GADA.
 4. CADA JOGADOR,
 NA SUA VEZ, PEG
A UMA CARTA DO
 MONTE, 
COMPARA A FIGUR
A DESSA CARTA CO
M AS FIGURAS QUE
 ESTÃO 
VIRADAS PARA CIM
A NA MESA E ESCO
LHE UMA CARACTE
RÍSTICA 
EM COMUM ENTRE
 ELAS: A COR, SE S
ÃO PLANAS, SE SÃ
O NÃO 
ARREDONDADAS, 
ETC. O JOGADOR 
PEGA TODAS AS C
ARTAS 
DA MESA QUE TÊM
 A CARACTERÍSTIC
A ESCOLHIDA.
 5. A CADA JOGADA
, UM JOGADOR DIF
ERENTE COMEÇA.
 NO 
INÍCIO DA JOGADA
, ELE DEVE PEGAR
 CARTAS DO MONT
E 
PARA COMPLETAR
 4 CARTAS VIRADA
S PARA CIMA NA M
ESA 
PARA OUTRO JOG
ADOR.
 6. CASO O JOGADO
R NÃO ACHE NENH
UMA CARACTERÍS
TICA 
EM COMUM DA SU
A CARTA COM AS 
CARTAS DA MESA
, ELE 
DEVOLVE SUA CAR
TA PARA O FIM DO
 MONTE E PASSA A
 VEZ 
PARA OUTRO JOG
ADOR.
 7. VENCE O JOGAD
OR QUE TIVER MA
IS CARTAS QUAND
O AS 
CARTAS DO MONT
E ACABAREM.
VOU PEGAR AS 
CARTAS COM 
FIGURAS PLANAS.
Ilu
st
ra
çõ
es
: R
en
am
 P
en
an
te
/ID
/B
R
084A093_AJM2_LA_PN
LD23_C03.indd 88
5/24/21 12:33 PM
Heiné kuputisü
Para esse jogo, é tra
çada na 
terra uma linha de p
artida e uma 
linha de chegada.
O participante deve
 correr em 
um pé só da linha d
e partida até a 
linha de chegada.
Se ele conseguir alc
ançar a 
meta dele, será con
siderado um 
vencedor. Se não co
nseguir, isso 
significa que ele pre
cisa treinar mais.
A velocidade não é 
importante, 
mas todos tentam a
lcançar a linha 
de chegada o mais 
rápido possível.
A competição pode
 ser 
individual ou por eq
uipes. Se a 
competição for por
 equipes, 
a corrida é feita em
 duplas, e 
cada corredor repre
senta um 
time. Vence o time e
m que mais 
corredores tiverem 
conseguido 
alcançar a linha de c
hegada.
Fonte de pesquisa: 
Povos Indígenas no 
Brasil Mirim. Dispon
ível em: 
https://mirim.org/co
mo-vivem/brincade
iras. 
Acesso em: 6 maio 2
021.
 1 Você já tinha ouv
ido falar do povo in
dígena Kalapalo? 
Se sim, em que situ
ação? Respostas pessoa
is. 
 2 Você conhece ou
tro povo indígena? 
Se conhece, qual?
 3 Em duplas, que t
al brincar de Heiné 
kuputisü de uma ma
neira 
diferente? Um de vo
cês deve ser o corre
dor, que vai correr 
em um pé só. O out
ro colega deve ditar
 instruções para 
o percurso, como: d
ê um passo para a d
ireita, siga em 
frente, vire à esquer
da, vire à direita, etc
. Todos aqueles 
que conseguirem cr
uzar a linha de cheg
ada seguindo os 
comandos do coleg
a serão vencedores
. 
Respostas pessoais.
R
iv
ai
l M
ar
tin
ez
/ID
/B
R
133
cento e trinta e três
128A135_AJM2_LA_PN
LD23_C05.indd 133
25/05/2021 20:02
Pessoas e lugares
Assim como você jo
ga futebol, queimad
a, vôlei, etc. nos 
momentos de lazer,
 as crianças indígen
as também têm jog
os dos 
quais gostam de pa
rticipar.
Vamos conhecer do
is jogos do povo Ka
lapalo. Esse povo vi
ve 
no Parque Indígena
 do Xingu, no Mato 
Grosso.
Ta
Para esse jogo, utili
za-se um brinquedo
 cujo nome é 
o mesmo do jogo: T
a. Esse brinquedo é
 uma roda de 
palha coberta com 
cortiça de embira, u
ma árvore típica 
da região do Cerrad
o.
O jogo é disputado
 por duas equipes c
om 
o mesmo número d
e participantes. 
Um dos integrantes
 de uma das equipe
s é 
o lançador. Ele arrem
essa o Ta pelo ar na
 direção da 
equipe adversária. Q
uando o Ta, rolando
, encosta 
no chão, ainda em m
ovimento, os integra
ntes 
da equipe adversári
a tentam acertá-lo c
om suas 
flechas.
Se ninguém acertar
, as equipes trocam
 de posição. Se algu
ém 
acertar, a equipe qu
e acertou continua 
na posição de acert
ar o 
Ta e a outra equipe 
perde o lançador, q
ue é substituído por
 outro 
jogador. Vence a eq
uipe que tiver acert
ado mais vezes o Ta
.
Jogos indígenas
Ilu
st
ra
çõ
es
: R
iv
ai
l M
ar
tin
ez
/ID
/B
R
132 cento e trinta
 e dois
128A135_AJM2_LA_PN
LD23_C05.indd 132
5/24/21 5:31 PM
91noventa e um
VOCÊ PERCEBEU Q
UE NAS DUAS OBR
AS É POSSÍVEL VE
R 
ELEMENTOS QUE L
EMBRAM FIGURAS
 GEOMÉTRICAS?
A PRIMEIRA ESCUL
TURA É COMPOST
A DE OBJETOS QU
E 
LEMBRAM ESFERA
S FLUTUANDO SO
BRE UM LAGO. 
JÁ A SEGUNDA ES
CULTURA É COMP
OSTA DE ALGUMA
S 
PAREDES QUE LEM
BRAM BLOCOS RE
TANGULARES. À M
EDIDA 
QUE O VISITANTE 
ANDA PELO LABIR
INTO QUE ELA FO
RMA, 
É POSSÍVEL VER A
 INTEGRAÇÃO DES
SA OBRA ENTRE S
I E 
COM A NATUREZA
.
AGORA É A SUA VEZ!
 1 OBSERVE A ESC
ULTURA A SEGUIR
 E, DEPOIS, FAÇA O
 QUE 
SE PEDE.
a. OS ELEMENTOS D
ESSA ESCULTURA 
LEMBRAM FIGURA
S 
GEOMÉTRICAS PLA
NAS OU NÃO PLAN
AS?
Figuras geométricas nã
o planas.
B. ESSA ESCULTURA
 É COMPOSTA DE F
IGURAS QUE 
LEMBRAM QUAL D
AS FIGURAS REPR
ESENTADAS A 
SEGUIR? CONTORN
E-A.
CONE
CILINDRO
BLOCO 
RETANGULAR
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SUSPENDED (SUSPE
NSO, 
TRADUÇÃO LIVRE)
, 
1977. AÇO PATINÁV
EL. 
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LD23_C03.indd 91
17/06/2021 11:12
VAMOS LER IMAGENS
!
MUSEUS A CÉU ABER
TO 
90 noventa
UM MUSEU A CÉU 
ABERTO É UM ESP
AÇO QUE EXIBE O
BRAS 
DE ARTE AO AR LI
VRE. 
ENTRE OS MUSEU
S DESSE 
TIPO, UM DOS MAI
S FAMOSOS DO 
MUNDO É O INSTIT
UTO INHOTIM, 
LOCALIZADO NA C
IDADE DE 
BRUMADINHO, EM
 MINAS GERAIS. 
AO MODELAR OU E
SCULPIR 
UM MATERIAL, ART
ISTAS USAM 
A CRIATIVIDADE PA
RA OBTER 
DIFERENTES EFEIT
OS E CORES E, ASS
IM, TRANSMITIR UM
A IDEIA 
OU CAUSAR UMA S
ENSAÇÃO EM QUE
M OBSERVA A OBR
A.
OBSERVE AS DUA
S OBRAS A SEGUIR
, QUE ESTÃO 
EXPOSTAS NO INS
TITUTO INHOTIM. 
INSTITUTO INHOTIM
. BRUMADINHO, 
MINAS GERAIS. FOT
O DE 2014.
YAYOI KUSAMA. NAR
CISSUS GARDEN 
INHOTIM (JARDIM DE
 NARCISO, 
TRADUÇÃO LIVRE)
, 2009. ESFERAS D
E 
AÇO INOXIDÁVEL. F
OTO DE 2021.
HÉLIO OITICICA. INV
ENÇÃO DA COR, 
PENETRÁVEL MAGIC
 SQUARE #5, DE 
LUXE, 1977. PINTURA
 SOBRE PAREDES 
DE ALVENARIA, CO
BERTURA DE 
METAL E VIDRO, AL
AMBRADO, SEIXO 
ROLADO. FOTO DE
 2016.
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LD23_C03.indd 90
17/06/2021 13:05
FINALIZANDO O CAPÍTULO
AO FINAL DE CADA CAPÍTULO, HÁ SEÇÕES QUE BUSCAM AMPLIAR SEUS CONHECIMENTOS.
A SEÇÃO VAMOS LER 
IMAGENS! EXPLORA A 
ANÁLISE DE UMA OU MAIS 
IMAGENS E É ACOMPANHADA 
DE ATIVIDADES QUE VÃO 
AJUDAR VOCÊ A 
DESENVOLVER ESSA 
HABILIDADE.
CINCO
SABER SER
SINALIZA MOMENTOS 
PROPÍCIOS PARA O 
DESENVOLVIMENTO DE 
COMPETÊNCIAS 
SOCIOEMOCIONAIS.
SABER
SER
ATIVIDADE ORAL
INDICA QUE A ATIVIDADE 
DEVE SER RESPONDIDA 
ORALMENTE.
ÍCO
NES U
SADOS NO LIVRO
FINALIZANDO 
O LIVRO
ATÉ BREVE!
NESTA SEÇÃO, AO FINAL 
DO VOLUME, VOCÊ 
TEM A OPORTUNIDADE 
DE VERIFICAR O QUE 
APRENDEU AO LONGO 
DO ANO POR MEIO DE 
ALGUMAS ATIVIDADES. 
MATERIAL 
COMPLEMENTAR
NO FINAL DO LIVRO, VOCÊ VAI 
ENCONTRAR MATERIAL 
COMPLEMENTAR PARA USAR 
EM ALGUMAS ATIVIDADES.
93
noventa e três
 3 COMPLETE A CR
UZADINHA COM O 
NOME DE CADA FIG
URA. 
ATENÇÃO! AO PRE
ENCHER A CRUZAD
INHA, NÃO CONSID
ERE 
OS ACENTOS NAS 
PALAVRAS.
 4 EM CADA CASO
, USE UMA RÉGUA 
E LIGUE OS PONTOS 
SEGUINDO A ORDE
M CRESCENTE DOS
 NÚMEROS. PINTE A
S 
FIGURAS E, DEPOIS
, ESCREVA O NOME
 DE CADA UMA DE
LAS.
a. 
B. 
Retângulo.
Paralelepípedo.
1
2
4
3
1
2
8 7
5
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LD23_C03.indd 93
5/24/21 12:33 PM
APRENDER S
EMPRE
noventa e Dois92
 1 OBSERVE AO LA
DO O ROBÔ QUE 
VANESSA CONSTR
UIU USANDO 
MATERIAIS RECICL
ÁVEIS.
a. OS BRAÇOS, OS O
LHOS E O 
PESCOÇO DO ROB
Ô FORAM 
FEITOS COM ROLO
S DE PAPEL 
HIGIÊNICO. QUE FI
GURA 
GEOMÉTRICA ELES
 LEMBRAM? 
Cilindro.
B. O RESTO DO COR
PO DO ROBÔ FOI F
EITO COM CAIXAS
 
VAZIAS. QUE FIGU
RA GEOMÉTRICA E
SSAS CAIXAS 
LEMBRAM? 
Paralelepípedo. 
C. CONSTRUA COM 
UM COLEGA UM 
BRINQUEDO COM 
MATERIAIS RECICL
ÁVEIS. 
EM SEGUIDA, RESP
ONDA: QUE FIGUR
AS 
GEOMÉTRICAS ESS
ES MATERIAIS LEM
BRAM? 
CONVERSE COM O
S COLEGAS E O PR
OFESSOR.
 2 OBSERVE AS FIG
URAS ABAIXO.
Resposta pessoal.
 • AGORA, PREENCHA O
 QUADRO COM A Q
UANTIDADE DE 
CADA FIGURA REP
RESENTADA ACIM
A.
SABER
ser
FIGURA PIRÂMI
DE ESFERA CI
LINDRO PARALEL
EPÍPEDO
QUANTIDADE
3 1
2 4
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LD23_C03.indd 92
5/24/21 12:33 PM
NA SEÇÃO PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA, 
SÃO TRABALHADOS CONTEÚDOS COMO LEITURA, 
INTERPRETAÇÃO E REGISTRO DE DADOS EM 
TABELAS E GRÁFICOS, ALÉM DE TÓPICOS 
RELACIONADOS À PROBABILIDADE.
NA SEÇÃO PESSOAS E 
LUGARES, VOCÊ VAI 
CONHECER ALGUMAS 
CARACTERÍSTICAS 
CULTURAIS DE DIFERENTES 
COMUNIDADES.
AS ATIVIDADES DA 
SEÇÃO APRENDER 
SEMPRE SÃO UMA 
OPORTUNIDADE PARA 
VOCÊ VERIFICAR E 
ANALISAR O QUE 
APRENDEU E REFLETIR 
SOBRE OS ASSUNTOS 
ESTUDADOS.
NA SEÇÃO JOGO, VOCÊ E 
OS COLEGAS VÃO APRENDER 
E SE DIVERTIR COM 
JOGOS E BRINCADEIRAS.
003A007_AJM2_LA_PNLD23_INICIAIS.indd 5 6/18/21 3:45 PM
SEU LIVRO
CONHEÇA
4
 3 No jogo de latas, Maria Luísa consegu
iu derrubar o triplo da 
quantidade de latas que Carolina derrub
ou. Observe as cenas 
abaixo e, depois, responda às questões
.
a. Quantas latas Carolina derrubou? 
2 latas. 
b. Quantas latas Maria Luísa derrubou? 
6 latas. 
O triplo de 2 é igual a três vezes 2 ou 3 3
 2, que é igual a 6.
Triplo significa três vezes.
 4 Calcule o resultado e complete. 
a. O triplo de 4 é igual a três vezes 4 ou 3 
3 4 5 12 .
b. O triplo de 6 é igual a 
três vezes 6 ou 3 3 6 5 18
 .
 5 Com uma régua, meça o comprimento
 da linha verde e complete.
A linha verde mede 5 
 centímetros.
Agora, use a régua para desenhar uma
 linha:
a. vermelha com o dobro da medida do c
omprimento da 
linha verde.
Maria Luísa
Carolina
b. preta com o triplo da medida do compr
imento da linha verde.
O aluno deve desenhar uma linha vermelha com
 10 centímetros de comprimento.
O aluno deve desenhar uma linha preta com 15
 centímetros de comprimento.
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5/25/21 10:05 AM
CAP
ÍTULO
SABER
SER
4 VEJA A EXPOSIÇÃO SOBRE MÚSICA BRASILEIRA NO MUSEU DE UMA CIDADE. 
PARA COMEÇO DE CONVERSA
 1 TODOS QUE VISITAM O 
MUSEU DEVEM PASSAR PELA 
CATRACA. VEJA O NÚMERO 
REGISTRADO E RESPONDA: 
QUANTAS PESSOAS JÁ 
ENTRARAM NO MUSEU?
 2 BEATRIZ SERÁ A PRÓXIMA A 
PASSAR PELA CATRACA. QUE 
NÚMERO VAI APARECER NO 
CONTADOR DE VISITANTES?
 3 ATÉ QUE NÚMERO O 
CONTADOR DE VISITANTES 
CONSEGUE REGISTRAR?
 4 DANIEL É DEFICIENTE 
VISUAL. ELE FOI AO MUSEU 
ACOMPANHADO DE SUA 
AMIGA HELOÍSA, QUE ESTÁ 
DESCREVENDO PARA ELE OS 
ELEMENTOS DA EXPOSIÇÃO. 
COMO VOCÊ DESCREVERIA 
ESSA PARTE DA EXPOSIÇÃO 
PARA DANIEL?
MAIS NÚMEROS
Veja as respostas ao lado.
95nOvEnTA E CinCO
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5/18/21 3:50 PM
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5/18/21 3:50 PM
 3 ANA E BENTO A
CABARAM DE ABR
IR O COFRINHO DE
LES. 
VEJA A QUANTIA Q
UE CADA UM TEM.
ANA B
ENTO
A. MARQUE COM UM
 X A QUANTIA QUE 
ANA TEM.
 40 REAIS
X   31 REAIS
  35 REAIS
B. MARQUE COM UM
 X A QUANTIA QUE 
BENTO TEM.
X  29 REAIS
 11 REAIS
 27 REAIS
C. QUAL DAS CRIAN
ÇAS TEM UMA QUA
NTIA MAIOR DE 
DINHEIRO? A
na. 
D. QUANTOS REAIS 
ANA E BENTO TÊM
 JUNTOS?
ANA E BENTO TÊM
 JUNTOS 
 60 REAIS.
E. SE BENTO GASTA
R 13 REAIS, COM Q
UANTOS REAIS EL
E 
VAI FICAR? 
BENTO VAI FICAR 
COM 16 
 REAIS.
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Estratégia possível: 
Cálculo possível:
5 notas de 10 reais: 10 1
 10 1 10 1 10 1 10 5 5
0
1 nota de 5 reais: 5
1 nota de 2 reais: 2
3 moedas de 1 real: 1 1
 1 1 1 5 3
Total: 50 1 5 1 2 1 3 5
 60
9NOVE
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LD23_BOAS_VINDAS.in
dd 9
17/06/2021 09:44
BOAS-VIND
AS!
BEM-VINDO AO 2º 
ANO! 
DESEJAMOS A VO
CÊ UM ÓTIMO 
PERÍODO DE ESTU
DOS.
PARA INICIAR, PRO
POMOS UM AQUEC
IMENTO 
POR MEIO DE ATIV
IDADES. VAMOS CO
MEÇAR?
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 1 ESCREVA OS NÚM
EROS DOS BALÕES
 EM ORDEM DECRES
CENTE.
 99 , 88 , 
 71 , 64 , 
 53 , 46 , 
 39 , 
 31 , 27 , 
 25 , 18 , 
 12 , 7 , 
 3 .
 2 LAURA E MANU
EL ESTÃO FAZEND
O FAIXAS DECORA
TIVAS. 
OBSERVE COMO C
ADA UM INICIOU S
UA FAIXA E 
COMPLETE-A PARA
 CONTINUAR A SEQ
UÊNCIA.
LAURA
MANUEL
 • AS FAIXAS DE LAURA 
E DE MANUEL SÃO
 COMPOSTAS DAS
 
MESMAS FIGURAS
 GEOMÉTRICAS?
Não. Na faixa de Laura
, há retângulos, e na fai
xa de Manuel, quadrad
os. 
laranja
verde
verde
roxo
azul
vermelho
roxo
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OITO8
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5/25/21 11:16 AM
VAMOS RESOLVER!
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 1 FERNANDO TRABALHA EM UMA LOJ
A DE ROUPAS E 
ORGANIZOU UMA TABELA COM AS VE
NDAS DO SÁBADO. 
OBSERVE.
DADOS OBTIDOS POR FERNANDO.
 • QUANTAS PEÇAS DE ROUPA FORAM VENDIDAS
 NO SÁBADO? 
CALCULE MENTALMENTE. 
110 peças de roupa. 
 2 LIGUE AS FICHAS AOS LÁPIS QUE RE
PRESENTAM AS 
QUANTIDADES CORRESPONDENTES.
185
174
120
163
191
106
1 CENTENA E 20 UNIDADES
1 CENTENA E 6 UNIDADES
1 CENTENA, 6 DEZENAS E 3 UNIDADES
1 CENTENA, 8 DEZENAS E 5 UNIDADES
1 CENTENA, 7 DEZENAS E 4 UNIDADES
1 CENTENA, 9 DEZENAS E 1 UNIDADE
VENDAS DO SÁBADO
TIPO DE ROUPA QUANTIDADE VEND
IDA
CAMISETA 50
CALÇA 20
VESTIDO 40
106 cento e seis
102A109_AJM2_LA_PNLD23_C04.indd 106
5/24/21 3:36 PM
NUNCA CONTE COM RATINHOS, DE SILVANA D’ANGELO. EDITORA EDELBRA.
NESSE LIVRO, VOCÊ ACOMPANHA O QUE ACONTECE COM CADA UM DOS DEZ RATINHOS QUE FAZEM PARTE DA HISTÓRIA.
PARA EXPLORAR
CUBINHO
BARRA
PLACA
 2 VÍTOR VAI SEPARAR UMA DEZENA 
DOS BRINQUEDOS DELE PARA DOAR. 
AJUDE-O A PINTAR OS BRINQUEDOS 
QUE SERÃO DOADOS. O aluno deve pintar 10 brinquedos.
 • EM SUA OPINIÃO, ATITUDES COMO 
A DE VÍTOR SÃO IMPORTANTES? 
POR QUÊ? CONVERSE COM OS 
COLEGAS E O PROFESSOR. 3 OBSERVE ALGUMAS PEÇAS DO MATERIAL DOURADO E, 
DEPOIS, RESPONDA ÀS QUESTÕES.
Respostas pessoais.
A. QUANTOS CUBINHOS HÁ EM UMA BARRA? 10 cubinhos. 
B. CADA CUBINHO REPRESENTA 1 UNIDADE. UMA BARRA 
REPRESENTA QUANTAS UNIDADES? 10 unidades. 
C. QUANTAS BARRAS HÁ EM UMA PLACA? 10 barras. 
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5/24/21 8:47 AM
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28/04/2021 16:51
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5/24/21 
10:12 AM
DESENVOLVIMENTO DO ASSUNTO 
O CONTEÚDO É APRESENTADO POR MEIO DE ATIVIDADES, IMAGENS E TEXTOS. ESSES RECURSOS 
FORAM ORGANIZADOS DE MANEIRA QUE VOCÊ POSSA COMPREENDER AS IDEIAS PROPOSTAS.
PARA EXPLORAR
NESTE LIVRO, VOCÊ VAI 
ENCONTRAR SUGESTÕES 
DE SITES E DE LIVROS 
RELACIONADOS AOS 
TEMAS ESTUDADOS.
CONHECER SEU LIVRO VAI 
AJUDAR VOCÊ A APROVEITAR 
MELHOR AS OPORTUNIDADES DE 
APRENDIZAGEM QUE ELE OFERECE.
ESTE VOLUME CONTÉM OITO CAPÍTULOS.
VEJA COMO CADA LIVRO ESTÁ ORGANIZADO.
ABERTURA DO LIVRO
BOAS-VINDAS!
ANTES DE MERGULHAR NOS CAPÍTULOS, 
VOCÊ VAI ENCONTRAR A SEÇÃO BOAS-VINDAS!, 
QUE TRAZ ATIVIDADES QUE AJUDAM VOCÊ 
A VERIFICAR ALGUNS CONHECIMENTOS 
QUE JÁ TEM E QUE SERÃO IMPORTANTES 
PARA O TRABALHO COM ESTE LIVRO.
ALGUMAS 
INFORMAÇÕES 
IMPORTANTES 
TAMBÉM ESTÃO 
DESTACADAS.
VAMOS RESOLVER!
ESTA SEÇÃO APARECE AO 
LONGO DOS CAPÍTULOS E 
APRESENTA ATIVIDADES 
DE RETOMADA E DE 
APLICAÇÃO DE ALGUNS 
CONTEÚDOS ESTUDADOS 
ATÉ O MOMENTO.
ABERTURA DE CAPÍTULO
CADA CAPÍTULO SE INICIA COM UMA 
GRANDE IMAGEM. NESSE MOMENTO, 
VOCÊ VAI FAZER OS PRIMEIROS 
CONTATOS COM ALGUNS TEMAS QUE 
VÃO SER ESTUDADOS NO CAPÍTULO.
QUATRO
PARA AUXILIAR VOCÊ 
EM SEUS ESTUDOS, 
OS PRINCIPAIS 
CONCEITOS ESTÃO 
DESTACADOS.
003A007_AJM2_LA_PNLD23_INICIAIS.indd 4 16/07/2021 13:44
4 Conheça seu livro
001A007_AJM2_MP_PNLD23_INICIAIS.indd 4 16/07/2021 13:48
5
5 Clara e os primos, Antônio, Joaquim e Amanda, foram à sorveteria acompanhados pelo pai dela. Ao chegarem ao local, observaram a placa a seguir.
a. Cada criança tomou dois picolés. Quanto Clara e os primos gastaram na sorveteria?
Estratégia possível:
Cada criança gastou: 3 reais 1 3 reais 5 6 reais ou 2 3 3 reais 5 6 reais.Como são 4 crianças: 6 reais 1 6 reais 1 6 reais 1 6 reais 5 24 reais ou 4 3 6 reais 5 24 reais.
Clara e os primos gastaram 24 reais na sorveteria.b. Clara disse que pagaria metade do valor, pois tinha acabado de receber a mesada e queria presentear os primos. Com quanto Clara contribuiu?
Clara contribuiu com 12 reais.
S
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Estratégia possível:
216 duzentos e dezesseis
214A215_AJM2_LA_PNLD23_ATE_BREVE.indd 216
5/25/21 11:04 AM
Até breve! A cada ano escolar você e os colegas vivenciam novos desafios e adquirem diversos conhecimentos. Já parou para pensar nisso? As atividades a seguir vão ajudar você a avaliar alguns dos conhecimentos vistos ao longo deste ano. 
1 Componha os números abaixo e, depois, localize-os no diagrama.a. 1 centena, 4 dezenas 
e 7 unidades: 147 
b. 2 centenas, 8 dezenas 
e 3 unidades: 283 
c. 7 centenas, 2 dezenas 
e 9 unidades: 729 
d. 4 centenas, 4 dezenas 
e 4 unidades: 444 
e. 6 centenas, 0 dezena 
e 1 unidade: 601 
2 Marque com um X o nome da figura geométrica que o objeto apresentado lembra.
a. 
X  Cone
 Cilindro
 Triângulo
b. 
 Círculo
X  Esfera
 Cilindro
c. 
X  Cubo
 Cone
 Quadrado
1 6 0 1
4 7 9 5
7 2 8 3
0 9 7 8
1 4 4 4
5 3 1 0
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C
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k.
co
m
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/B
R
REPRESENTAÇÃO SEM PROPORÇÃO DE TAMANHO 
ENTRE OS 
ELEMENTOS.
Chapéu de festa. Bola de tênis. Dado.
duzentos e catorze214
214A215_AJM2_LA_PNLD23_ATE_BREVE.indd 214
5/25/21 11:04 AM
Dados fornecidos p
ela organização do
 campeonato.
2 O gráfico abaixo m
ostra a pontuação d
e cada equipe em u
m 
campeonato de fute
bol. Veja.
Dados fornecidos p
ela organização do
 campeonato.
a. Registre na tabela
 abaixo a pontuaçã
o de cada equipe n
essa 
competição e, depo
is, responda às que
stões.
b. Qual equipe fez m
ais pontos? 
A equipe Rosa.
c. Quantos pontos a 
equipe Rosa fez a m
ais que a equipe Az
ul?
200 pontos.
d. Você acha mais fá
cil responder à perg
unta do item b 
observando a tabela
 ou o gráfico? E a pe
rgunta do item c? 
Converse com os c
olegas e o professo
r. 
ID
/B
R
Pontuação das equip
es no 
campeonato de futeb
ol
Pontuação das equip
es no campeonato de
 futebol
Equipe
Pontuação
Rosa
800
Azul
600
Verde
700
Amarelo
300
900
800
700
600
500
400
300
200
100
0 Equipe
P
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elo
Respostas pessoais. 
131
cento e trinta e um
128A135_AJM2_LA_PN
LD23_C05.indd 131
5/24/21 5:31 PM
Probabilidade e Estatísti
ca
Construção de uma t
abela com base em u
m gráfico
1 Observe no gráfic
o abaixo a quantida
de de instrumentos
 
musicais encomend
ados por uma loja.
Dados fornecidos p
ela loja.
Dados fornecidos p
ela loja.
90
80
70
60
50
40
30
20
10
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Vi
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Pa
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eir
o
100
Instrumento
musical
a. Complete a tabela
 de acordo com o g
ráfico.
b. Quantos violões a 
mais que pandeiros
 a loja encomendou
?
40 violões.
c. Quantos instrumen
tos musicais a loja e
ncomendou no tota
l?
250 instrumentos music
ais.
ID
/B
R
Encomenda de instru
mentos musicais
Encomenda de instru
mentos musicais
Instrumento 
musical
Quantidade encome
ndada
Violão
90
Bateria
30
Guitarra
80
Pandeiro
50
N
ic
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S
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ID
/B
R
130 cento e trinta
128A135_AJM2_LA_PN
LD23_C05.indd 130
5/24/21 5:31 PM
Início
Fim I
D
/B
R
Página 208 • Cartela para o Jogo da mult
iplicação
Página 178 • Tabuleiro para o jogo Ligue p
ontos
R
en
am
 P
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an
te
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/B
R
Recortar e jogar
219duzentos e dezenove
219A232_AJM2_LA_PNLD23_MATERIAL COMP
LEMENTAR.indd 219
5/25/21 1:34 PM
89oitenta e noveResposta pessoal. A melh
or opção é “figura não 
arredondada”.
B. AGORA, MARQUE
 COM UM X AS CART
AS QUE ANITA 
PODERIA PEGAR S
E TIVESSE ESCOLH
IDO CARTAS COM 
FIGURAS NÃO PLA
NAS.
2 OBSERVE AS CAR
TAS QUE ESTÃO VI
RADAS PARA CIMA
 
NESSA JOGADA.
 • AGORA É A SUA VEZ D
E JOGAR! SE VOCÊ
 
TIVESSE TIRADO A
 CARTA AO LADO,
 QUE 
CARACTERÍSTICA V
OCÊ ESCOLHERIA P
ARA 
PEGAR A MAIOR Q
UANTIDADE DE CA
RTAS 
DA MESA? CONVER
SE COM OS COLEG
AS 
E O PROFESSOR.
 DEPOIS DO JOGO
1 OBSERVE A CART
A DE ANITA 
E A CARACTERÍSTI
CA QUE ELA 
ESCOLHEU PARA P
EGAR AS 
CARTAS DA MESA.
a. OBSERVE AS CAR
TAS QUE 
ESTÃO VIRADAS P
ARA CIMA 
NESSA JOGADA E 
CONTORNE 
AQUELAS QUE AN
ITA 
PODE PEGAR.
X
X
VOU PEGAR AS 
CARTAS COM FIGURA
S 
QUE TEM PARTES 
ARREDONDADAS.
Ilu
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X
084A093_AJM2_LA_PN
LD23_C03.indd 89
17/06/2021 13:09
JOGO
88 oitenta e oit
o
É MINHA!
MATERIAL
 • CARTAS DAS PÁGINAS
 221 E 223.
NÚMERO DE PARTICI
PANTES
 • 2 OU 3 JOGADORES.
OBJETIVO
• CONSEGUIR A MAIOR 
QUANTIDADE 
DE CARTAS.
REGRAS
1. RECORTE AS CART
AS DAS PÁGINAS 2
21 E 223.
 2. JUNTE-SE AOS CO
LEGAS. EMBARALH
EM AS CARTAS SEM
 OLHAR, 
FORMANDO UM MO
NTE PARA DEIXAR
 EM CIMA DA MESA
.
 3. PEGUEM 4 CARTA
S DO MONTE PARA
 DEIXAR NA MESA
 COM 
AS FIGURAS VIRAD
AS PARA CIMA. FA
ÇAM SEMPRE ISSO
 NO 
INÍCIO DE CADA JO
GADA.
 4. CADA JOGADOR,
 NA SUA VEZ, PEG
A UMA CARTA DO
 MONTE, 
COMPARA A FIGUR
A DESSA CARTA CO
M AS FIGURAS QUE
 ESTÃO 
VIRADAS PARA CIM
A NA MESA E ESCO
LHE UMA CARACTE
RÍSTICA 
EM COMUM ENTRE
 ELAS: A COR, SE S
ÃO PLANAS, SE SÃ
O NÃO 
ARREDONDADAS, 
ETC. O JOGADOR 
PEGA TODAS AS C
ARTAS 
DA MESA QUE TÊM
 A CARACTERÍSTIC
A ESCOLHIDA.
 5. A CADA JOGADA
, UM JOGADOR DIF
ERENTE COMEÇA.
 NO 
INÍCIO DA JOGADA
, ELE DEVE PEGAR
 CARTAS DO MONT
E 
PARA COMPLETAR
 4 CARTAS VIRADA
S PARA CIMA NA M
ESA 
PARA OUTRO JOG
ADOR.
 6. CASO O JOGADO
R NÃOACHE NENH
UMA CARACTERÍS
TICA 
EM COMUM DA SU
A CARTA COM AS 
CARTAS DA MESA
, ELE 
DEVOLVE SUA CAR
TA PARA O FIM DO
 MONTE E PASSA A
 VEZ 
PARA OUTRO JOG
ADOR.
7. VENCE O JOGADO
R QUE TIVER MAIS
 CARTAS QUANDO
 AS 
CARTAS DO MONT
E ACABAREM.
VOU PEGAR AS 
CARTAS COM 
FIGURAS PLANAS.
Ilu
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/B
R
084A093_AJM2_LA_PN
LD23_C03.indd 88
5/24/21 12:33 PM
Heiné kuputisü
Para esse jogo, é tra
çada na 
terra uma linha de p
artida e uma 
linha de chegada.
O participante deve
 correr em 
um pé só da linha d
e partida até a 
linha de chegada.
Se ele conseguir alc
ançar a 
meta dele, será con
siderado um 
vencedor. Se não co
nseguir, isso 
significa que ele pre
cisa treinar mais.
A velocidade não é 
importante, 
mas todos tentam a
lcançar a linha 
de chegada o mais 
rápido possível.
A competição pode
 ser 
individual ou por eq
uipes. Se a 
competição for por
 equipes, 
a corrida é feita em
 duplas, e 
cada corredor repre
senta um 
time. Vence o time e
m que mais 
corredores tiverem 
conseguido 
alcançar a linha de c
hegada.
Fonte de pesquisa: 
Povos Indígenas no 
Brasil Mirim. Dispon
ível em: 
https://mirim.org/co
mo-vivem/brincade
iras. 
Acesso em: 6 maio 2
021.
1 Você já tinha ouvi
do falar do povo ind
ígena Kalapalo? 
Se sim, em que situ
ação? Respostas pessoa
is. 
2 Você conhece out
ro povo indígena? S
e conhece, qual?
3 Em duplas, que ta
l brincar de Heiné k
uputisü de uma man
eira 
diferente? Um de vo
cês deve ser o corre
dor, que vai correr 
em um pé só. O out
ro colega deve ditar
 instruções para 
o percurso, como: d
ê um passo para a d
ireita, siga em 
frente, vire à esquer
da, vire à direita, etc
. Todos aqueles 
que conseguirem cr
uzar a linha de cheg
ada seguindo os 
comandos do coleg
a serão vencedores
. 
Respostas pessoais.
R
iv
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ar
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/ID
/B
R
133
cento e trinta e três
128A135_AJM2_LA_PN
LD23_C05.indd 133
25/05/2021 20:02
Pessoas e lugares
Assim como você jo
ga futebol, queimad
a, vôlei, etc. nos 
momentos de lazer,
 as crianças indígen
as também têm jog
os dos 
quais gostam de pa
rticipar.
Vamos conhecer do
is jogos do povo Ka
lapalo. Esse povo vi
ve 
no Parque Indígena
 do Xingu, no Mato 
Grosso.
Ta
Para esse jogo, utili
za-se um brinquedo
 cujo nome é 
o mesmo do jogo: T
a. Esse brinquedo é
 uma roda de 
palha coberta com 
cortiça de embira, u
ma árvore típica 
da região do Cerrad
o.
O jogo é disputado
 por duas equipes c
om 
o mesmo número d
e participantes. 
Um dos integrantes
 de uma das equipe
s é 
o lançador. Ele arrem
essa o Ta pelo ar na
 direção da 
equipe adversária. Q
uando o Ta, rolando
, encosta 
no chão, ainda em m
ovimento, os integra
ntes 
da equipe adversári
a tentam acertá-lo c
om suas 
flechas.
Se ninguém acertar
, as equipes trocam
 de posição. Se algu
ém 
acertar, a equipe qu
e acertou continua 
na posição de acert
ar o 
Ta e a outra equipe 
perde o lançador, q
ue é substituído por
 outro 
jogador. Vence a eq
uipe que tiver acert
ado mais vezes o Ta
.
Jogos indígenas
Ilu
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132 cento e trinta
 e dois
128A135_AJM2_LA_PN
LD23_C05.indd 132
5/24/21 5:31 PM
91noventa e um
VOCÊ PERCEBEU Q
UE NAS DUAS OBR
AS É POSSÍVEL VE
R 
ELEMENTOS QUE L
EMBRAM FIGURAS
 GEOMÉTRICAS?
A PRIMEIRA ESCUL
TURA É COMPOST
A DE OBJETOS QU
E 
LEMBRAM ESFERA
S FLUTUANDO SO
BRE UM LAGO. 
JÁ A SEGUNDA ES
CULTURA É COMP
OSTA DE ALGUMA
S 
PAREDES QUE LEM
BRAM BLOCOS RE
TANGULARES. À M
EDIDA 
QUE O VISITANTE 
ANDA PELO LABIR
INTO QUE ELA FO
RMA, 
É POSSÍVEL VER A
 INTEGRAÇÃO DES
SA OBRA ENTRE S
I E 
COM A NATUREZA
.
AGORA É A SUA VEZ!
1 OBSERVE A ESCU
LTURA A SEGUIR E
, DEPOIS, FAÇA O Q
UE 
SE PEDE.
a. OS ELEMENTOS D
ESSA ESCULTURA 
LEMBRAM FIGURA
S 
GEOMÉTRICAS PLA
NAS OU NÃO PLAN
AS?
Figuras geométricas nã
o planas.
B. ESSA ESCULTURA
 É COMPOSTA DE F
IGURAS QUE 
LEMBRAM QUAL D
AS FIGURAS REPR
ESENTADAS A 
SEGUIR? CONTORN
E-A.
CONE
CILINDRO
BLOCO 
RETANGULAR
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CILINDRO
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MENASHE KADISHM
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SUSPENDED (SUSPE
NSO, 
TRADUÇÃO LIVRE)
, 
1977. AÇO PATINÁV
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LD23_C03.indd 91
17/06/2021 11:12
VAMOS LER IMAGENS
!
MUSEUS A CÉU ABER
TO 
90 noventa
UM MUSEU A CÉU 
ABERTO É UM ESP
AÇO QUE EXIBE O
BRAS 
DE ARTE AO AR LI
VRE. 
ENTRE OS MUSEU
S DESSE 
TIPO, UM DOS MAI
S FAMOSOS DO 
MUNDO É O INSTIT
UTO INHOTIM, 
LOCALIZADO NA C
IDADE DE 
BRUMADINHO, EM
 MINAS GERAIS. 
AO MODELAR OU E
SCULPIR 
UM MATERIAL, ART
ISTAS USAM 
A CRIATIVIDADE PA
RA OBTER 
DIFERENTES EFEIT
OS E CORES E, ASS
IM, TRANSMITIR UM
A IDEIA 
OU CAUSAR UMA S
ENSAÇÃO EM QUE
M OBSERVA A OBR
A.
OBSERVE AS DUA
S OBRAS A SEGUIR
, QUE ESTÃO 
EXPOSTAS NO INS
TITUTO INHOTIM. 
INSTITUTO INHOTIM
. BRUMADINHO, 
MINAS GERAIS. FOT
O DE 2014.
YAYOI KUSAMA. NAR
CISSUS GARDEN 
INHOTIM (JARDIM DE
 NARCISO, 
TRADUÇÃO LIVRE)
, 2009. ESFERAS D
E 
AÇO INOXIDÁVEL. F
OTO DE 2021.
HÉLIO OITICICA. INV
ENÇÃO DA COR, 
PENETRÁVEL MAGIC
 SQUARE #5, DE 
LUXE, 1977. PINTURA
 SOBRE PAREDES 
DE ALVENARIA, CO
BERTURA DE 
METAL E VIDRO, AL
AMBRADO, SEIXO 
ROLADO. FOTO DE
 2016.
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LD23_C03.indd 90
17/06/2021 13:05
FINALIZANDO O CAPÍTULO
AO FINAL DE CADA CAPÍTULO, HÁ SEÇÕES QUE BUSCAM AMPLIAR SEUS CONHECIMENTOS.
A SEÇÃO VAMOS LER 
IMAGENS! EXPLORA A 
ANÁLISE DE UMA OU MAIS 
IMAGENS E É ACOMPANHADA 
DE ATIVIDADES QUE VÃO 
AJUDAR VOCÊ A 
DESENVOLVER ESSA 
HABILIDADE.
CINCO
SABER SER
SINALIZA MOMENTOS 
PROPÍCIOS PARA O 
DESENVOLVIMENTO DE 
COMPETÊNCIAS 
SOCIOEMOCIONAIS.
SABER
SER
ATIVIDADE ORAL
INDICA QUE A ATIVIDADE 
DEVE SER RESPONDIDA 
ORALMENTE.
ÍCO
NES U
SADOS NO LIVRO
FINALIZANDO 
O LIVRO
ATÉ BREVE!
NESTA SEÇÃO, AO FINAL 
DO VOLUME, VOCÊ 
TEM A OPORTUNIDADE 
DE VERIFICAR O QUE 
APRENDEU AO LONGO 
DO ANO POR MEIO DE 
ALGUMAS ATIVIDADES. 
MATERIAL 
COMPLEMENTAR
NO FINAL DO LIVRO, VOCÊ VAI 
ENCONTRAR MATERIAL 
COMPLEMENTAR PARA USAR 
EM ALGUMAS ATIVIDADES.
93
noventa e três
3 COMPLETE A CRU
ZADINHA COM O N
OME DE CADA FIGU
RA. 
ATENÇÃO! AO PRE
ENCHER A CRUZAD
INHA, NÃO CONSID
ERE 
OS ACENTOS NAS 
PALAVRAS.
4 EM CADA CASO, 
USE UMA RÉGUA E
 LIGUE OS PONTOS
 
SEGUINDO A ORDE
M CRESCENTE DOS
 NÚMEROS. PINTE A
S 
FIGURAS E, DEPOIS
, ESCREVA O NOME
 DE CADA UMA DE
LAS.
a. 
B. 
Retângulo.
Paralelepípedo.
1
2
4
3
1
2
8 7
5
6
4
3
Ilu
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084A093_AJM2_LA_PN
LD23_C03.indd 93
5/24/21 12:33 PM
APRENDER S
EMPRE
noventa e Dois92
1 OBSERVE AO LAD
O O ROBÔ QUE 
VANESSA CONSTR
UIU USANDO 
MATERIAIS RECICL
ÁVEIS.
a. OS BRAÇOS, OS O
LHOS E O 
PESCOÇO DO ROB
Ô FORAM 
FEITOS COM ROLO
S DE PAPEL 
HIGIÊNICO. QUE FI
GURA 
GEOMÉTRICA ELES
 LEMBRAM? 
Cilindro.
B. O RESTO DO COR
PO DO ROBÔ FOI F
EITO COM CAIXAS
 
VAZIAS. QUE FIGU
RA GEOMÉTRICA E
SSAS CAIXAS 
LEMBRAM? 
Paralelepípedo. 
C. CONSTRUA COM 
UM COLEGA UM 
BRINQUEDO COM 
MATERIAIS RECICL
ÁVEIS. 
EM SEGUIDA, RESP
ONDA: QUE FIGUR
AS 
GEOMÉTRICAS ESS
ES MATERIAIS LEM
BRAM? 
CONVERSE COM O
S COLEGAS E O PR
OFESSOR.
2 OBSERVE AS FIG
URAS ABAIXO.
Resposta pessoal.
 • AGORA, PREENCHA O
 QUADRO COM A Q
UANTIDADE DE 
CADA FIGURA REP
RESENTADA ACIM
A.
SABER
ser
FIGURA PIRÂMI
DE ESFERA CILINDRO PARALEL
EPÍPEDO
QUANTIDADE
3 1
2 4
A
M
j S
tu
di
o/
ID
/B
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Ig
or
 C
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/B
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084A093_AJM2_LA_PN
LD23_C03.indd 92
5/24/21 12:33 PM
NA SEÇÃO PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA, 
SÃO TRABALHADOS CONTEÚDOS COMO LEITURA, 
INTERPRETAÇÃO E REGISTRO DE DADOS EM 
TABELAS E GRÁFICOS, ALÉM DE TÓPICOS 
RELACIONADOS À PROBABILIDADE.
NA SEÇÃO PESSOAS E 
LUGARES, VOCÊ VAI 
CONHECER ALGUMAS 
CARACTERÍSTICAS 
CULTURAIS DE DIFERENTES 
COMUNIDADES.
AS ATIVIDADES DA 
SEÇÃO APRENDER 
SEMPRE SÃO UMA 
OPORTUNIDADE PARA 
VOCÊ VERIFICAR E 
ANALISAR O QUE 
APRENDEU E REFLETIR 
SOBRE OS ASSUNTOS 
ESTUDADOS.
NA SEÇÃO JOGO, VOCÊ E 
OS COLEGAS VÃO APRENDER 
E SE DIVERTIR COM 
JOGOS E BRINCADEIRAS.
003A007_AJM2_LA_PNLD23_INICIAIS.indd 5 6/18/21 3:45 PM
SEU LIVRO
CONHEÇA
4
3 No jogo de latas, Maria Luísa conseguiu
 derrubar o triplo da 
quantidade de latas que Carolina derrub
ou. Observe as cenas 
abaixo e, depois, responda às questões
.
a. Quantas latas Carolina derrubou? 
2 latas. 
b. Quantas latas Maria Luísa derrubou? 
6 latas. 
O triplo de 2 é igual a três vezes 2 ou 3 3
 2, que é igual a 6.
Triplo significa três vezes.
4 Calcule o resultado e complete. 
a. O triplo de 4 é igual a três vezes 4 ou 3 
3 4 5 12 .
b. O triplo de 6 é igual a 
três vezes 6 ou 3 3 6 5 18 
 .
5 Com uma régua, meça o comprimento d
a linha verde e complete.
A linha verde mede 5 
 centímetros.
Agora, use a régua para desenhar uma
 linha:
a. vermelha com o dobro da medida do c
omprimento da 
linha verde.
Maria Luísa
Carolina
b. preta com o triplo da medida do compr
imento da linha verde.
O aluno deve desenhar uma linha vermelha com
 10 centímetros de comprimento.
O aluno deve desenhar uma linha preta com 15
 centímetros de comprimento.
Th
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Pa
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ID
/B
R
201duzentos e um
200A207_AJM2_LA_PNLD23_C08.indd 201
5/25/21 10:05 AM
CAP
ÍTULO
SABER
SER
4 VEJA A EXPOSIÇÃO SOBRE MÚSICA BRASILEIRA NO MUSEU DE UMA CIDADE. 
PARA COMEÇO DE CONVERSA
1 TODOS QUE VISITAM O 
MUSEU DEVEM PASSAR PELA 
CATRACA. VEJA O NÚMERO 
REGISTRADO E RESPONDA: 
QUANTAS PESSOAS JÁ 
ENTRARAM NO MUSEU?
2 BEATRIZ SERÁ A PRÓXIMA A 
PASSAR PELA CATRACA. QUE 
NÚMERO VAI APARECER NO 
CONTADOR DE VISITANTES?
3 ATÉ QUE NÚMERO O 
CONTADOR DE VISITANTES 
CONSEGUE REGISTRAR?
4 DANIEL É DEFICIENTE 
VISUAL. ELE FOI AO MUSEU 
ACOMPANHADO DE SUA 
AMIGA HELOÍSA, QUE ESTÁ 
DESCREVENDO PARA ELE OS 
ELEMENTOS DA EXPOSIÇÃO. 
COMO VOCÊ DESCREVERIA 
ESSA PARTE DA EXPOSIÇÃO 
PARA DANIEL?
MAIS NÚMEROS
Veja as respostas ao lado.
95nOvEnTA E CinCO
094A101_AJM2_LA_PNLD23_C04.indd 95
5/18/21 3:50 PM
A
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094A101_AJM2_LA_PNLD23_C04.indd 94
5/18/21 3:50 PM
3 ANA E BENTO AC
ABARAM DE ABRIR
 O COFRINHO DELE
S. 
VEJA A QUANTIA Q
UE CADA UM TEM.
ANA B
ENTO
A. MARQUE COM UM
 X A QUANTIA QUE 
ANA TEM.
 40 REAIS
X   31 REAIS
  35 REAIS
B. MARQUE COM UM
 X A QUANTIA QUE 
BENTO TEM.
X  29 REAIS
 11 REAIS
 27 REAIS
C. QUAL DAS CRIAN
ÇAS TEM UMA QUA
NTIA MAIOR DE 
DINHEIRO? A
na. 
D. QUANTOS REAIS 
ANA E BENTO TÊM
 JUNTOS?
ANA E BENTO TÊM
 JUNTOS 
 60 REAIS.
E. SE BENTO GASTA
R 13 REAIS, COM Q
UANTOS REAIS EL
E 
VAI FICAR? 
BENTO VAI FICAR 
COM 16 
 REAIS.
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 ID
/B
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Estratégia possível: 
Cálculo possível:
5 notas de 10 reais: 10 1
 10 1 10 1 10 1 10 5 5
0
1 nota de 5 reais: 5
1 nota de 2 reais: 2
3 moedas de 1 real: 1 1
 1 1 1 5 3
Total: 50 1 5 1 2 1 3 5
 60
9NOVE
008A009_AJM2_LA_PN
LD23_BOAS_VINDAS.in
dd 9
17/06/2021 09:44
BOAS-VIND
AS!
BEM-VINDO AO 2º 
ANO! 
DESEJAMOS A VO
CÊ UM ÓTIMO 
PERÍODO DE ESTU
DOS.
PARA INICIAR, PRO
POMOS UM AQUEC
IMENTO 
POR MEIO DE ATIV
IDADES. VAMOS CO
MEÇAR?
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/B
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1 ESCREVA OS NÚME
ROS DOS BALÕES 
EM ORDEM DECRESC
ENTE.
 99 , 88 , 
 71 , 64 , 
 53 , 46 , 
 39 , 
 31 , 27 , 
 25 , 18 , 
 12 , 7 , 
 3 .
2 LAURA E MANUE
L ESTÃO FAZENDO
 FAIXAS DECORAT
IVAS. 
OBSERVE COMO C
ADA UM INICIOU S
UA FAIXA E 
COMPLETE-A PARA
 CONTINUAR A SEQ
UÊNCIA.
LAURA
MANUEL
• AS FAIXAS DE LAURA 
E DE MANUEL SÃO
 COMPOSTAS DAS
 
MESMAS FIGURAS
 GEOMÉTRICAS?
Não. Na faixa de Laura
, há retângulos, e na fai
xa de Manuel, quadrad
os. 
laranja
verde
verde
roxo
azul
vermelho
roxo
azul
OITO8
008A009_AJM2_LA_PN
LD23_BOAS_VINDAS.in
dd 8
5/25/21 11:16 AM
VAMOS RESOLVER!
Le
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ID
/B
R
1 FERNANDO TRABALHA EM UMA LOJA
 DE ROUPAS E 
ORGANIZOU UMA TABELA COM AS VE
NDAS DO SÁBADO. 
OBSERVE.
DADOS OBTIDOS POR FERNANDO.
• QUANTAS PEÇAS DE ROUPA FORAM VENDIDAS
 NO SÁBADO? 
CALCULE MENTALMENTE. 
110 peças de roupa. 
2 LIGUE AS FICHAS AOS LÁPIS QUE REP
RESENTAM AS 
QUANTIDADES CORRESPONDENTES.
185
174
120
163
191
106
1 CENTENA E 20 UNIDADES
1 CENTENA E 6 UNIDADES
1 CENTENA, 6 DEZENAS E 3 UNIDADES
1 CENTENA, 8 DEZENAS E 5 UNIDADES
1 CENTENA, 7 DEZENAS E 4 UNIDADES
1 CENTENA, 9 DEZENAS E 1 UNIDADE
VENDAS DO SÁBADO
TIPO DE ROUPA QUANTIDADE VEND
IDA
CAMISETA 50
CALÇA 20
VESTIDO 40
106 cento e seis
102A109_AJM2_LA_PNLD23_C04.indd 106
5/24/21 3:36 PM
NUNCA CONTE COM RATINHOS, DE SILVANA D’ANGELO. EDITORA EDELBRA.
NESSE LIVRO, VOCÊ ACOMPANHA O QUE ACONTECE COM CADA UM DOS DEZ RATINHOS QUE FAZEM PARTE DA HISTÓRIA.
PARA EXPLORAR
CUBINHO
BARRA
PLACA
2 VÍTOR VAI SEPARAR UMA DEZENA 
DOS BRINQUEDOS DELE PARA DOAR. 
AJUDE-O A PINTAR OS BRINQUEDOS 
QUE SERÃO DOADOS. O aluno deve pintar 10 brinquedos.
• EM SUA OPINIÃO, ATITUDES COMO 
A DE VÍTOR SÃO IMPORTANTES? 
POR QUÊ? CONVERSE COM OS 
COLEGAS E O PROFESSOR.3 OBSERVE ALGUMAS PEÇAS DO MATERIAL DOURADO E, 
DEPOIS, RESPONDA ÀS QUESTÕES.
Respostas pessoais.
A. QUANTOS CUBINHOS HÁ EM UMA BARRA? 10 cubinhos. 
B. CADA CUBINHO REPRESENTA 1 UNIDADE. UMA BARRA 
REPRESENTA QUANTAS UNIDADES? 10 unidades. 
C. QUANTAS BARRAS HÁ EM UMA PLACA? 10 barras. 
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/B
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/B
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21
vinte e um
020A029_AJM2_LA_PNLD23_C01.indd 21
5/24/21 8:47 AM
088A097_AJM1_LA_PNLD23_C04.indd 88
28/04/2021 16:51
FIZEMO
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 OPERA
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 1 3 5 9
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ADIÇÃO
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ADIÇÃO
 
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6 CRIA
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4 1 6
1 1 5
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5 1 1
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laranja
laranja
verde
verde
verde
verde
verde
verde
verde
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_C02.indd
 48
5/24/21 
10:12 AM
DESENVOLVIMENTO DO ASSUNTO 
O CONTEÚDO É APRESENTADO POR MEIO DE ATIVIDADES, IMAGENS E TEXTOS. ESSES RECURSOS 
FORAM ORGANIZADOS DE MANEIRA QUE VOCÊ POSSA COMPREENDER AS IDEIAS PROPOSTAS.
PARA EXPLORAR
NESTE LIVRO, VOCÊ VAI 
ENCONTRAR SUGESTÕES 
DE SITES E DE LIVROS 
RELACIONADOS AOS 
TEMAS ESTUDADOS.
CONHECER SEU LIVRO VAI 
AJUDAR VOCÊ A APROVEITAR 
MELHOR AS OPORTUNIDADES DE 
APRENDIZAGEM QUE ELE OFERECE.
ESTE VOLUME CONTÉM OITO CAPÍTULOS.
VEJA COMO CADA LIVRO ESTÁ ORGANIZADO.
ABERTURA DO LIVRO
BOAS-VINDAS!
ANTES DE MERGULHAR NOS CAPÍTULOS, 
VOCÊ VAI ENCONTRAR A SEÇÃO BOAS-VINDAS!, 
QUE TRAZ ATIVIDADES QUE AJUDAM VOCÊ 
A VERIFICAR ALGUNS CONHECIMENTOSQUE JÁ TEM E QUE SERÃO IMPORTANTES 
PARA O TRABALHO COM ESTE LIVRO.
ALGUMAS 
INFORMAÇÕES 
IMPORTANTES
ESTÃO DESTACADAS.
VAMOS RESOLVER!
ESTA SEÇÃO APARECE AO
LONGO DOS CAPÍTULOS E
APRESENTA ATIVIDADES
DE RETOMADA E DE
APLICAÇÃO DE ALGUNS
CONTEÚDOS ESTUDADOS
ATÉ O MOMENTO.
ABERTURA DE CAPÍTULO
CADA CAPÍTULO SE INICIA COM UMA 
GRANDE IMAGEM. NESSE MOMENTO, 
VOCÊ VAI FAZER OS PRIMEIROS 
CONTATOS COM ALGUNS TEMAS QUE 
VÃO SER ESTUDADOS NO CAPÍTULO.
QUATRO
PARA AUXILIAR 
VOCÊ EM SEUS 
ESTUDOS, OS 
PRINCIPAIS 
CONCEITOS
TAMBÉM ESTÃO 
DESTACADOS.
003A007_AJM2_LA_PNLD23_INICIAIS.indd 4 6/18/21 3:45 PM
5Conheça seu livro
001A007_AJM2_MP_PNLD23_INICIAIS.indd 5 14/07/21 09:41
SETE 7
ATÉ BREVE! • 214
BIBLIOGRAFIA COMENTADA • 217
MATERIAL COMPLEMENTAR • 219
A CENTENA • 96
NÚMEROS ATÉ 199 • 98
COMPARANDO NÚMEROS • 100
CENTENAS INTEIRAS • 102
ADIÇÃO E SUBTRAÇÃO 
COM CENTENAS INTEIRAS • 104
VAMOS RESOLVER! • 106
NÚMEROS ATÉ 999 • 108
O MILHAR • 113
PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA
CONSTRUÇÃO DE UM GRÁFICO 
COM BASE EM UMA TABELA • 114
APRENDER SEMPRE • 116
CA
PÍT
ULO
MAIS NÚMEROS 944
LOCALIZAÇÃO • 120
MOVIMENTAÇÃO • 124
MOVIMENTAÇÃO NA MALHA • 128
PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA
CONSTRUÇÃO DE UMA TABELA 
COM BASE EM UM GRÁFICO • 130
PESSOAS E LUGARES
JOGOS INDÍGENAS • 132
APRENDER SEMPRE • 134
CA
PÍT
ULO
LOCALIZAÇÃO 
E MOVIMENTAÇÃO 1185
ADIÇÕES E SUBTRAÇÕES COM O ÁBACO • 138
ALGORITMOS PARA A ADIÇÃO • 140
ALGORITMOS PARA A SUBTRAÇÃO • 142
MAIS ADIÇÃO E SUBTRAÇÃO • 144
ADIÇÕES E SUBTRAÇÕES 
COM A CALCULADORA • 146
PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA
PESQUISA E ORGANIZAÇÃO DE DADOS 
EM TABELAS E EM GRÁFICOS • 148
APRENDER SEMPRE • 150
CA
PÍT
ULO
MAIS ADIÇÃO E SUBTRAÇÃO 136 6
QUANTOS SÃO? • 186
MULTIPLICAÇÃO • 188
VEZES 2 • 190
VEZES 3 • 192
VEZES 4 • 194
VEZES 5 • 196
VAMOS RESOLVER! • 198
DOBRO E TRIPLO • 200
DIVISÃO • 202
PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA
UM POUCO MAIS SOBRE EVENTOS • 206
JOGO
JOGO DA MULTIPLICAÇÃO • 208
VAMOS LER IMAGENS!
PROPAGANDAS • 210
APRENDER SEMPRE • 212
CA
PÍT
ULO
MULTIPLICAÇÃO E DIVISÃO 184 8
COMPARANDO COMPRIMENTOS • 154
MEDINDO COMPRIMENTOS • 155
O METRO • 156
O CENTÍMETRO E O MILÍMETRO • 158
MEDINDO MASSAS • 160
MEDINDO CAPACIDADES • 162 
VAMOS RESOLVER! • 164
O RELÓGIO E AS HORAS • 166 
O CALENDÁRIO • 170 
O REAL • 174 
PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA
LEITURA E INTERPRETAÇÃO DE 
TABELAS DE DUPLA ENTRADA • 176
JOGO
LIGUE PONTOS • 178
PESSOAS E LUGARES
DIFERENTES MANEIRAS DE 
COMEMORAR O ANO-NOVO • 180
APRENDER SEMPRE • 182
CA
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GRANDEZAS E MEDIDAS 152 7
Th
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Pa
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ID
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R
003A007_AJM2_LA_PNLD23_INICIAIS.indd 7 6/18/21 3:45 PM
SUMÁRIO
DIFERENTES FORMAS • 66
ARREDONDADO OU NÃO ARREDONDADO? • 67
FIGURAS PLANAS OU NÃO PLANAS? • 68
ALGUMAS FIGURAS NÃO PLANAS • 70
VAMOS RESOLVER! • 74
ALGUMAS FIGURAS PLANAS • 76
FIGURAS NA MALHA PONTILHADA • 80
VAMOS RESOLVER! • 82
PADRÕES • 84
PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA
ESTUDO DE EVENTOS • 86
JOGO
É MINHA! • 88
VAMOS LER IMAGENS!
MUSEUS A CÉU ABERTO • 90
APRENDER SEMPRE • 92
CA
PÍT
ULO
 GEOMETRIA 643
NÚMEROS DE 0 A 9 • 12
ORDEM CRESCENTE E 
ORDEM DECRESCENTE • 14
O QUE VEM ANTES? O QUE VEM DEPOIS? • 16
NÚMEROS ORDINAIS • 18
A DEZENA • 20
NÚMEROS DE 11 A 19 • 22
AGRUPANDO PARA CONTAR • 24
DÚZIA E MEIA DÚZIA • 26
DEZENAS INTEIRAS • 28
ADIÇÃO E SUBTRAÇÃO 
COM DEZENAS INTEIRAS • 30
NÚMEROS ATÉ 99 • 32
VAMOS RESOLVER! • 36
DECOMPOSIÇÃO DE UM NÚMERO • 38
REPRESENTAÇÃO NO ÁBACO • 39
COMPARANDO NÚMEROS • 40
PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA
CONSTRUÇÃO E INTERPRETAÇÃO 
DE TABELAS • 42
APRENDER SEMPRE • 44
CA
PÍT
ULO
NÚMEROS 101
SUMÁRIO
SEIS6
SUMÁRIO
ADIÇÃO • 48
SUBTRAÇÃO • 51
DIFERENTES MANEIRAS DE ADICIONAR E 
SUBTRAIR • 54
ADIÇÃO DE TRÊS NÚMEROS • 58
PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA
LEITURA E INTERPRETAÇÃO 
DE GRÁFICOS DE BARRAS • 60
APRENDER SEMPRE • 62
CA
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ULO
ADIÇÃO E SUBTRAÇÃO 462
BOAS-VINDAS! • 8
003A007_AJM2_LA_PNLD23_INICIAIS.indd 6 6/18/21 3:45 PM
6 Sumário
001A007_AJM2_MP_PNLD23_INICIAIS.indd 6 14/07/21 09:41
SETE 7
ATÉ BREVE! • 214
BIBLIOGRAFIA COMENTADA • 217
MATERIAL COMPLEMENTAR • 219
A CENTENA • 96
NÚMEROS ATÉ 199 • 98
COMPARANDO NÚMEROS • 100
CENTENAS INTEIRAS • 102
ADIÇÃO E SUBTRAÇÃO 
COM CENTENAS INTEIRAS • 104
VAMOS RESOLVER! • 106
NÚMEROS ATÉ 999 • 108
O MILHAR • 113
PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA
CONSTRUÇÃO DE UM GRÁFICO 
COM BASE EM UMA TABELA • 114
APRENDER SEMPRE • 116
CA
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MAIS NÚMEROS 944
LOCALIZAÇÃO • 120
MOVIMENTAÇÃO • 124
MOVIMENTAÇÃO NA MALHA • 128
PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA
CONSTRUÇÃO DE UMA TABELA 
COM BASE EM UM GRÁFICO • 130
PESSOAS E LUGARES
JOGOS INDÍGENAS • 132
APRENDER SEMPRE • 134
CA
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LOCALIZAÇÃO 
E MOVIMENTAÇÃO 1185
ADIÇÕES E SUBTRAÇÕES COM O ÁBACO • 138
ALGORITMOS PARA A ADIÇÃO • 140
ALGORITMOS PARA A SUBTRAÇÃO • 142
MAIS ADIÇÃO E SUBTRAÇÃO • 144
ADIÇÕES E SUBTRAÇÕES 
COM A CALCULADORA • 146
PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA
PESQUISA E ORGANIZAÇÃO DE DADOS 
EM TABELAS E EM GRÁFICOS • 148
APRENDER SEMPRE • 150
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MAIS ADIÇÃO E SUBTRAÇÃO 136 6
QUANTOS SÃO? • 186
MULTIPLICAÇÃO • 188
VEZES 2 • 190
VEZES 3 • 192
VEZES 4 • 194
VEZES 5 • 196
VAMOS RESOLVER! • 198
DOBRO E TRIPLO • 200
DIVISÃO • 202
PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA
UM POUCO MAIS SOBRE EVENTOS • 206
JOGO
JOGO DA MULTIPLICAÇÃO • 208
VAMOS LER IMAGENS!
PROPAGANDAS • 210
APRENDER SEMPRE • 212
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MULTIPLICAÇÃO E DIVISÃO 184 8
COMPARANDO COMPRIMENTOS • 154
MEDINDO COMPRIMENTOS • 155
O METRO • 156
O CENTÍMETRO E O MILÍMETRO • 158
MEDINDO MASSAS • 160
MEDINDO CAPACIDADES • 162 
VAMOS RESOLVER! • 164
O RELÓGIO E AS HORAS • 166 
O CALENDÁRIO • 170 
O REAL • 174 
PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA
LEITURA E INTERPRETAÇÃO DE 
TABELAS DE DUPLA ENTRADA • 176
JOGO
LIGUE PONTOS • 178
PESSOAS E LUGARES
DIFERENTES MANEIRAS DE 
COMEMORAR O ANO-NOVO • 180
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GRANDEZAS E MEDIDAS 152 7
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SUMÁRIO
DIFERENTES FORMAS • 66
ARREDONDADO OU NÃO ARREDONDADO? • 67
FIGURAS PLANAS OU NÃO PLANAS? • 68
ALGUMAS FIGURAS NÃO PLANAS • 70
VAMOS RESOLVER! • 74
ALGUMAS FIGURAS PLANAS • 76
FIGURAS NA MALHA PONTILHADA • 80
VAMOS RESOLVER! • 82
PADRÕES • 84
PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA
ESTUDO DE EVENTOS • 86
JOGO
É MINHA! • 88
VAMOS LER IMAGENS!
MUSEUS A CÉU ABERTO • 90
APRENDER SEMPRE • 92
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 GEOMETRIA 643
NÚMEROS DE 0 A 9 • 12
ORDEM CRESCENTE E 
ORDEM DECRESCENTE • 14
O QUE VEM ANTES? O QUE VEM DEPOIS? • 16
NÚMEROS ORDINAIS • 18
A DEZENA • 20
NÚMEROS DE 11 A 19 • 22
AGRUPANDO PARA CONTAR • 24
DÚZIA E MEIA DÚZIA • 26
DEZENAS INTEIRAS • 28
ADIÇÃO E SUBTRAÇÃO 
COM DEZENAS INTEIRAS • 30
NÚMEROS ATÉ 99 • 32
VAMOS RESOLVER! • 36
DECOMPOSIÇÃO DE UM NÚMERO • 38
REPRESENTAÇÃO NO ÁBACO • 39
COMPARANDO NÚMEROS • 40
PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA
CONSTRUÇÃO E INTERPRETAÇÃO 
DE TABELAS • 42
APRENDER SEMPRE • 44
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NÚMEROS 101
SUMÁRIO
SEIS6
SUMÁRIO
ADIÇÃO • 48
SUBTRAÇÃO • 51
DIFERENTES MANEIRAS DE ADICIONAR E 
SUBTRAIR • 54
ADIÇÃO DE TRÊS NÚMEROS • 58
PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA
LEITURA E INTERPRETAÇÃO 
DE GRÁFICOS DE BARRAS • 60
APRENDER SEMPRE • 62
CA
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ADIÇÃO E SUBTRAÇÃO 462
BOAS-VINDAS! • 8
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7Sumário
001A007_AJM2_MP_PNLD23_INICIAIS.indd 7 14/07/21 09:42
A
P
O
IO
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ID
ÁT
IC
O
Orientações didáticas 
 y A avaliação diagnóstica oferece aos 
alunos a oportunidade de expor os co-
nhecimentos que têm a respeito das te-
máticas abordadas, pois as atividades 
oferecem uma referência da aprendi-
zagem esperada para alguns conte-
údos relativos ao 2º ano. A cada ativi-
dade, faça a leitura do enunciado para 
otimizar as resoluções, pois é possível 
que alguns alunos ainda não consigam 
ler com autonomia. Considere o tempo 
de resolução para cada uma delas, ob-
servando a incidência de dúvidas no 
decorrer do processo. O atendimento 
individualizado, carteira a carteira, é re-
comendado para o acompanhamento 
fiel da construção de hipóteses feitaspelos alunos para chegar à resolução. 
Questionamentos verbais e atendimen-
tos individualizados nas carteiras po-
dem facilitar a compreensão dos enun-
ciados, proporcionando aos alunos uma 
visão mais prática da Matemática. 
 y Uma consideração importante é orien-
tar os alunos a preencher as atividades 
individualmente, para que você depois 
consiga auxiliá-los de maneira perso-
nalizada, com intervenções específicas 
de acordo com o perfil de cada um: 
o que conhecem, o que não conhecem, o 
que conseguiram perceber com a reali-
zação da atividade, etc.
Atividades complementares
 y Amplie a atividade 1 pedindo aos alu-
nos que escrevam os números dos ba-
lões em ordem crescente.
 y Para ampliar a atividade 2, peça aos 
alunos que descrevam qual é o padrão 
usado em cada faixa. Espera-se que 
eles respondam que na faixa de Laura 
o padrão é a repetição da sequência re-
tângulo laranja, triângulo verde, retân-
gulo azul e círculo roxo e que na faixa 
de Manuel o padrão é a repetição da 
sequência triângulo verde, círculo roxo, 
quadrado vermelho e triângulo azul.
HABILIDADES AVALIADAS NA 
SEÇÃO BOAS-VINDAS!
 » (EF02MA01) Comparar e orde- 
nar números naturais (até a or-
dem de centenas) pela com-
preensão de características do 
sistema de numeração decimal 
(valor posicional e função do 
zero). 
 » (EF02MA06) Resolver e elabo-
rar problemas de adição e de 
subtração, envolvendo números 
de até três ordens, com os sig-
nificados de juntar, acrescentar, 
separar, retirar, utilizando estra-
tégias pessoais.
 » (EF02MA11) Descrever os ele-
mentos ausentes em sequências 
repetitivas e em sequências re-
cursivas de números naturais, 
objetos ou figuras.
 » (EF02MA15) Reconhecer, com-
parar e nomear figuras planas 
(círculo, quadrado, retângulo e 
triângulo), por meio de carac-
terísticas comuns, em desenhos 
apresentados em diferentes dis-
posições ou em sólidos geomé-
tricos.
 » (EF02MA20) Estabelecer a equi- 
valência de valores entre moedas 
e cédulas do sistema monetário 
brasileiro para resolver situações 
cotidianas.
 3 ANA E BENTO ACABARAM DE ABRIR O COFRINHO DELES. 
VEJA A QUANTIA QUE CADA UM TEM.
ANA BENTO
A. MARQUE COM UM X A QUANTIA QUE ANA TEM.
 40 REAIS X   31 REAIS   35 REAIS
B. MARQUE COM UM X A QUANTIA QUE BENTO TEM.
X  29 REAIS  11 REAIS  27 REAIS
C. QUAL DAS CRIANÇAS TEM UMA QUANTIA MAIOR DE 
DINHEIRO? Ana. 
D. QUANTOS REAIS ANA E BENTO TÊM JUNTOS?
ANA E BENTO TÊM JUNTOS 60 REAIS.
E. SE BENTO GASTAR 13 REAIS, COM QUANTOS REAIS ELE 
VAI FICAR? 
BENTO VAI FICAR COM 16 REAIS.
S
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A
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/B
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Estratégia possível: 
Cálculo possível:
5 notas de 10 reais: 10 1 10 1 10 1 10 1 10 5 50
1 nota de 5 reais: 5
1 nota de 2 reais: 2
3 moedas de 1 real: 1 1 1 1 1 5 3
Total: 50 1 5 1 2 1 3 5 60
9NOVE
008A009_AJM2_LA_PNLD23_BOAS_VINDAS.indd 9 17/06/2021 09:44
BOAS-VINDA
S! BEM-VINDO AO 2º ANO! 
DESEJAMOS A VOCÊ UM ÓTIMO 
PERÍODO DE ESTUDOS.
PARA INICIAR, PROPOMOS UM AQUECIMENTO 
POR MEIO DE ATIVIDADES. VAMOS COMEÇAR?
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 1 ESCREVA OS NÚMEROS DOS BALÕES EM ORDEM DECRESCENTE.
 99 , 88 , 71 , 64 , 53 , 46 , 39 , 
 31 , 27 , 25 , 18 , 12 , 7 , 3 .
 2 LAURA E MANUEL ESTÃO FAZENDO FAIXAS DECORATIVAS. 
OBSERVE COMO CADA UM INICIOU SUA FAIXA E 
COMPLETE-A PARA CONTINUAR A SEQUÊNCIA.
LAURA
MANUEL
 • AS FAIXAS DE LAURA E DE MANUEL SÃO COMPOSTAS DAS 
MESMAS FIGURAS GEOMÉTRICAS?
Não. Na faixa de Laura, há retângulos, e na faixa de Manuel, quadrados. 
laranja
verde
verde
roxo
azul
vermelho
roxo
azul
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POR DENTRO DAS ATIVIDADES 
DA SEÇÃO BOAS-VINDAS!
 y Atividade 1: O objetivo dessa ati-
vidade é averiguar se os alunos 
conseguem ordenar os números 
apresentados em ordem decres-
cente. Para isso, eles devem re-
conhecer cada um dos números, 
comparar um número com outro 
para decidir qual é o maior ou 
menor, para então organizá-los 
em ordem decrescente. Obser-
ve se os alunos entenderam que 
a ordenação deve ser feita do 
maior para o menor. 
 y Atividade 2: Essa atividade ava-
lia tanto o conhecimento dos 
alunos com relação a padrões 
em uma sequência de figuras 
quanto a identificação e a no-
menclatura de figuras geométri-
cas planas. Para pintar as figuras 
de cada faixa corretamente, os 
alunos precisam identificar qual 
é o padrão que se repete. De-
pois, para responder à pergun-
ta, eles precisam identificar as 
figuras presentes em cada faixa 
para comparar se são as mes-
mas e, por fim, relacionar as fi-
guras com seus nomes para po-
der apontar as figuras diferentes. 
Observe se os alunos percebem 
que nas duas faixas há triângu-
los, apesar de o tipo de triângulo 
variar de uma faixa para outra. 
 y Atividade 3: Com essa ativida-
de, pode-se verificar se os alunos 
reconhecem as moedas e as cé-
dulas do sistema monetário bra-
sileiro, bem como se conseguem 
comparar quantidades e resolver 
problemas que envolvam adição 
e subtração. Nos itens a e b, a 
intenção é verificar se os alunos 
conseguem reconhecer as cédu-
las e as moedas do real apresen-
tadas e estabelecer o valor total 
que essas cédulas e moedas re-
presentam. No item c, os alunos 
devem comparar os valores que 
Ana e Bento têm para apontar a 
quantia maior. Para isso, eles po-
dem usar as respostas dos itens a 
e b, comparando os números 31 
e 29 ou, então, podem comparar 
as cédulas e as moedas, levan-
do em consideração o valor que 
cada uma representa. Observe 
se algum aluno faz a compara-
ção levando em consideração a 
quantidade de cédulas em vez 
de seu valor. Caso isso aconteça, 
chame a atenção dos alunos para 
o fato de que cada cédula e cada 
moeda têm um valor. Para res-
ponder aos itens d e e, os alunos 
precisam realizar uma adição e 
uma subtração, respectivamente.
 3 ANA E BENTO ACABARAM DE ABRIR O COFRINHO DELES. 
VEJA A QUANTIA QUE CADA UM TEM.
ANA BENTO
A. MARQUE COM UM X A QUANTIA QUE ANA TEM.
 40 REAIS X   31 REAIS   35 REAIS
B. MARQUE COM UM X A QUANTIA QUE BENTO TEM.
X  29 REAIS  11 REAIS  27 REAIS
C. QUAL DAS CRIANÇAS TEM UMA QUANTIA MAIOR DE 
DINHEIRO? Ana. 
D. QUANTOS REAIS ANA E BENTO TÊM JUNTOS?
ANA E BENTO TÊM JUNTOS 60 REAIS.
E. SE BENTO GASTAR 13 REAIS, COM QUANTOS REAIS ELE 
VAI FICAR? 
BENTO VAI FICAR COM 16 REAIS.
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Estratégia possível: 
Cálculo possível:
5 notas de 10 reais: 10 1 10 1 10 1 10 1 10 5 50
1 nota de 5 reais: 5
1 nota de 2 reais: 2
3 moedas de 1 real: 1 1 1 1 1 5 3
Total: 50 1 5 1 2 1 3 5 60
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BOAS-VINDA
S! BEM-VINDO AO 2º ANO! 
DESEJAMOS A VOCÊ UM ÓTIMO 
PERÍODO DE ESTUDOS.
PARA INICIAR, PROPOMOS UM AQUECIMENTO 
POR MEIO DE ATIVIDADES. VAMOS COMEÇAR?
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 1 ESCREVA OS NÚMEROS DOS BALÕES EM ORDEM DECRESCENTE.
 99 , 88 , 71 , 64 , 53 , 46 , 39 , 
 31 , 27 , 25 , 18 , 12 , 7 , 3 .
 2 LAURA E MANUEL ESTÃO FAZENDO FAIXAS DECORATIVAS. 
OBSERVE COMO CADA UM INICIOU SUA FAIXA E 
COMPLETE-A PARA CONTINUAR A SEQUÊNCIA.
LAURA
MANUEL
 • AS FAIXAS DE LAURA E DE MANUEL SÃO COMPOSTAS DAS 
MESMAS FIGURAS GEOMÉTRICAS?
Não. Na faixa de Laura, há retângulos, e na faixa de Manuel, quadrados. 
laranja
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9Boas-vindas!
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SUBSÍDIOS PARA A AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA
Subsídios paraa avaliação diagnóstica
As atividades da seção Boas-vindas! foram elaboradas para a sondagem do repertório do aluno e da consolida-
ção de habilidades fundamentais referentes ao ano anterior. Com os resultados obtidos nesse registro, será possível 
planejar abordagens metodológicas mais específicas para o perfil da turma. Assim, caso note que a aprendizagem 
dos conhecimentos necessários como pré-requisitos para o ano vigente não se tornou significativa, será necessário 
abordar cada novo tema de maneira mais abrangente, de modo a contemplar as primeiras compreensões sobre o 
assunto. 
A avaliação diagnóstica também auxilia na compreensão de necessidades individuais, possibilitando uma inter-
venção personalizada, de acordo com as possíveis dificuldades de cada aluno em relação às temáticas.
Cada observação registrada nessa avaliação diagnóstica oferecerá um indicativo da aprendizagem inicial dos 
alunos, que, comparada aos resultados da avaliação final, demonstrará qualitativamente a efetivação do ensino.
A seguir, estão apresentados alguns comentários que poderão auxiliar no trabalho com os alunos que apresen-
tarem alguma dificuldade na resolução das atividades propostas.
• Atividade 1: Casos os alunos apresentem dificuldade na ordenação dos números, um dos motivos pode ser o não 
entendimento do método para organizar os números. Se esse for o caso, apresente aos alunos uma situação em 
que eles precisariam organizar uma fila por ordem de altura e pergunte como fariam. Espera-se que eles respon-
dam que fariam a comparação das alturas dessas pessoas de duas em duas e as colocariam na fila de acordo com 
o resultado da comparação que fizeram. 
• Atividade 2: Se os alunos apresentarem alguma dificuldade no reconhecimento do padrão de cada faixa, peça 
que descrevam cada figura que aparece na sequência e comparem as figuras para ver quais são iguais. Caso a 
dificuldade esteja em identificar as figuras e relacioná-las aos nomes corretos, desenhe na lousa as figuras que 
aparecem na faixa e escreva o nome de cada uma delas.
• Atividade 3: Caso os alunos apresentem alguma dificuldade na identificação dos valores das cédulas e das moedas 
do sistema monetário brasileiro, a confecção de um cartaz com a apresentação das cédulas e das moedas pode 
colaborar para essa assimilação. 
Atividade de remediação
• A simulação de atividades de compra em sala de aula, com dinheiro de brinquedo e produtos confeccionados 
por eles, pode ser uma atividade muito enriquecedora que pode ajudar os alunos em situações que envolvem 
adições e subtrações, no reconhecimento dos valores das cédulas e das moedas e na comparação de valores. 
Ao realizar uma compra, o aluno precisa ter uma quantia em dinheiro igual ou maior que o preço do objeto que 
ele vai comprar; então, ele precisará identificar os valores das cédulas que tem, adicioná-los e comparar o valor 
obtido com o valor do objeto a ser comprado. 
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Objetivos pedagógicos
1. Levar os alunos a reconhecer e a organizar números em ordem crescente e decrescente.
2. Levar os alunos a reconhecer e a utilizar números ordinais.
3. Fornecer subsídios para que os alunos consigam realizar agrupamentos de quantidades para a contagem dos 
elementos de uma coleção.
4. Auxiliar os alunos a compreender e a utilizar os conceitos de dezena, dúzia e meia dúzia.
5. Promover a leitura e a escrita de números até 99.
6. Auxiliar os alunos a realizar contagem, representação, comparação, ordenação, composição e decomposição de 
números até 99.
7. Levar os alunos a completar sequências numéricas com base na identificação do padrão que rege a sequência.
8. Auxiliar os alunos na leitura, na interpretação e na construção de tabelas simples.
Competências, habilidades e objetos de conhecimento 
da BNCC trabalhados no capítulo
Ideias e conceitos-chave do capítulo
O foco deste capítulo está nas unidades temáticas 
Números e Álgebra. Há também um trabalho específico 
com a leitura, a interpretação e a construção de tabelas 
simples relacionado à unidade temática Probabilidade e 
Estatística.
Para que as aprendizagens propostas sejam alcançadas, 
espera-se que os alunos consigam reconhecer e utilizar nú-
meros de até dois algarismos. Caso os alunos ainda apresen-
tem alguma dificuldade para realizar tarefas como as des-
critas, proponha algumas atividades com o intuito de suprir 
essa deficiência, como um ditado com números de até dois 
algarismos.
As atividades e as seções propostas foram pensadas e 
organizadas de modo a possibilitar aos alunos alcançar os 
objetivos pedagógicos listados anteriormente e, dessa ma-
neira, desenvolver algumas das competências e habilidades 
previstas na BNCC. De modo geral, as atividades traba-
lham com a quantidade de objetos de uma coleção de até 
100 elementos. Ao resolvê-las, os alunos conseguem exerci-
tar a contagem, a comparação, a representação, a escrita, a 
leitura, a composição e a decomposição de números até 100. 
As atividades também trabalham com sequências numéricas, 
permitindo aos alunos identificar e construir uma sequência, 
além de reconhecer o padrão que a rege.
CAPÍTULO 1 NÚMEROS
Competências gerais da Educação Básica
1, 2, 4, 7, 9 e 10.
Competências específicas da área de Matemática
1, 2, 3, 5 e 6.
Objetos de conhecimento da área de Matemática
 x Leitura, escrita, comparação e ordenação de números de até três ordens pela compreensão de características do 
sistema de numeração decimal (valor posicional e papel do zero)
 x Composição e decomposição de números naturais (até 1 000)
 x Problemas envolvendo diferentes significados da adição e da subtração (juntar, acrescentar, separar, retirar)
 x Construção de sequências repetitivas e de sequências recursivas
 x Identificação de regularidade de sequências e determinação de elementos ausentes na sequência
 x Coleta, classificação e representação de dados em tabelas simples e de dupla entrada e em gráficos de colunas
Habilidades específicas da área de Matemática
EF02MA01, EF02MA02, EF02MA03, EF02MA04, EF02MA06, EF02MA09, EF02MA10, EF02MA11 e EF02MA22.
10AIntrodução do capítulo 1
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CAP
ÍTULO
SABER
SER
NÚMEROS
EM UMA FÁBRICA DE 
BRINQUEDOS, OS CARRINHOS SÃO 
ORGANIZADOS EM CAIXAS, ANTES 
DE SEREM ENVIADOS ÀS LOJAS.
PARA COMEÇO DE CONVERSA
 1 QUANTOS CARRINHOS HÁ EM 
UMA CAIXA LARANJA? E 
EM UMA CAIXA VERDE?
 2 HÁ MAIS CARRINHOS EM 
QUAL TIPO DE CAIXA?
 3 EM UMA CAIXA LARANJA, 
HÁ MENOS QUE 1 DEZENA, 
EXATAMENTE 1 DEZENA OU 
MAIS QUE 1 DEZENA 
DE CARRINHOS?
 4 CAÍQUE TEM VÁRIOS 
CARRINHOS, MAS, QUANDO 
VIU AS CAIXAS EM UMA 
LOJA, QUIS UMA DE CADA. 
ANTES DE FALAR COM SUA 
MÃE, ELE PENSOU MELHOR 
E DECIDIU NÃO PEDIR OS 
CARRINHOS A ELA, POIS 
JÁ TEM MUITOS. ALGUMA 
VEZ VOCÊ JÁ REFLETIU 
COMO CAÍQUE?
1
Veja as respostas ao lado.
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HABILIDADES DESENVOLVIDAS 
NA ABERTURA
 » (EF02MA02) Fazer estimativas 
por meio de estratégias diver-
sas a respeito da quantidade de 
objetos de coleções e registrar o 
resultado da contagem desses 
objetos (até 1 000 unidades).
 » (EF02MA03) Comparar quan-
tidades de objetos de dois con-
juntos, por estimativa e/ou por 
correspondência (um a um, dois 
a dois, entre outros), para indicar 
“tem mais”, “tem menos” ou “tem 
a mesma quantidade”, indican-
do, quando for o caso, quantos a 
mais e quantos a menos.
Orientações didáticas
 y A cena da abertura permite aos alunos 
fazer estimativas e registrar o resultado 
da contagem da quantidade de obje-
tos em coleções de 6 e de 10 unidades, 
além de comparar as quantidades de 
objetos dessas duas coleções.
 y Atividade 1: Os alunos poderão realizar 
a contagem dos carrinhos da maneira 
que preferirem (de um em um, de dois 
em dois, de cinco em cinco, entre ou-
tras). Caso algumaluno tenha alguma 
dificuldade em realizar a contagem, 
apresente uma estratégia diferente, 
como riscar cada carrinho à medida que 
for contando. Dessa maneira, ele pode 
associar a quantidade de traços com a 
quantidade de carrinhos.
 y Atividade 2: Nessa atividade, os alunos 
devem comparar a quantidade de carri-
nhos de uma caixa laranja com a quan-
tidade de carrinhos de uma caixa verde. 
Para isso, eles podem realizar a conta-
gem novamente e comparar os números 
ou realizar a correspondência dos ele-
mentos de cada caixa. Se julgar oportu-
no, pergunte quantos carrinhos a caixa 
laranja tem a mais que a caixa verde e 
observe como os alunos procedem para 
responder a essa pergunta. Eles podem 
fazer a correspondência dos elementos 
de cada caixa, riscando um carrinho em 
cada caixa conforme realizam a corres-
pondência, e depois contar os carrinhos 
que não foram riscados da caixa que 
tem mais carrinhos, descobrindo quan-
tos carrinhos essa caixa tem a mais que 
a outra.
 y Atividade 3: Essa atividade envolve a 
comparação da quantidade de carri-
nhos em uma embalagem laranja com 
1 dezena. Para responder à pergunta, 
os alunos precisam saber o significado 
de 1 dezena. Verifique se todos eles se 
recordam e peça que, utilizando suas 
palavras, expliquem o que essa pala-
vra significa. Se necessário, retome 
com os alunos que 1 dezena equivale a 
10 unidades. Observe como eles rea-
lizam essa comparação. Alguns deles 
podem usar a resposta da primeira 
questão ou fazer a contagem dos carri-
nhos novamente.
10 NúmerosCapítulo 1
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ÍTULO
SABER
SER
NÚMEROS
EM UMA FÁBRICA DE 
BRINQUEDOS, OS CARRINHOS SÃO 
ORGANIZADOS EM CAIXAS, ANTES 
DE SEREM ENVIADOS ÀS LOJAS.
PARA COMEÇO DE CONVERSA
 1 QUANTOS CARRINHOS HÁ EM 
UMA CAIXA LARANJA? E 
EM UMA CAIXA VERDE?
 2 HÁ MAIS CARRINHOS EM 
QUAL TIPO DE CAIXA?
 3 EM UMA CAIXA LARANJA, 
HÁ MENOS QUE 1 DEZENA, 
EXATAMENTE 1 DEZENA OU 
MAIS QUE 1 DEZENA 
DE CARRINHOS?
 4 CAÍQUE TEM VÁRIOS 
CARRINHOS, MAS, QUANDO 
VIU AS CAIXAS EM UMA 
LOJA, QUIS UMA DE CADA. 
ANTES DE FALAR COM SUA 
MÃE, ELE PENSOU MELHOR 
E DECIDIU NÃO PEDIR OS 
CARRINHOS A ELA, POIS 
JÁ TEM MUITOS. ALGUMA 
VEZ VOCÊ JÁ REFLETIU 
COMO CAÍQUE?
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Veja as respostas ao lado.
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Autogestão
Discuta a situação de Caíque, 
que conseguiu controlar seu 
impulso inicial e reconheceu 
que, na realidade, ele não pre-
cisava de mais carrinhos, visto 
que já tinha vários. Incentive 
os alunos a compartilhar situa- 
ções em que foram capazes 
de controlar seus impulsos, 
suas emoções e seus compor-
tamentos. Essa discussão pos-
sibilita o desenvolvimento da 
competência socioemocional 
autogestão. 
SABER
SER
Respostas
 1. Há 10 carrinhos em uma caixa la-
ranja e 6 em uma caixa verde.
2. Em uma caixa laranja.
3. Exatamente 1 dezena de carri-
nhos.
4. Resposta pessoal.
11Números Capítulo 1
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 3 ESCREVA QUANTOS APONTADORES HÁ EM CADA CASO.
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NÚMEROS DE 0 A 9
 1 AO LONGO DA HISTÓRIA, OS NÚMEROS FORAM REPRESENTADOS 
DE DIFERENTES MANEIRAS. VEJA ALGUMAS DELAS. 
 • VOCÊ CONHECE OU JÁ OUVIU FALAR EM OUTRAS 
MANEIRAS DE REPRESENTAR NÚMEROS?
 2 HOJE EM DIA, PODEMOS USAR OS SÍMBOLOS DESTACADOS 
ABAIXO PARA REPRESENTAR QUALQUER NÚMERO. 
Resposta pessoal. 
USANDO 
PEDRAS.
USANDO 
SÍMBOLOS.
FAZENDO MARCAS 
EM UM OSSO.
FAZENDO NÓS 
EM UMA CORDA.
Resposta pessoal.
OS SÍMBOLOS 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 E 9 SÃO CHAMADOS DE 
ALGARISMOS (OU DÍGITOS).
 • AGORA, REPRESENTE SUA IDADE DE DUAS MANEIRAS 
DIFERENTES NO ESPAÇO ABAIXO.
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0 (ZERO)
1 (UM)
2 (DOIS)
3 (TRÊS)
4 (QUATRO)
5 (CINCO)
6 (SEIS)
7 (SETE)
8 (OITO)
9 (NOVE)
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HABILIDADES DESENVOLVIDAS 
NO TEMA “NÚMEROS DE 0 A 9”
 » (EF02MA02) Fazer estimativas 
por meio de estratégias diver-
sas a respeito da quantidade de 
objetos de coleções e registrar o 
resultado da contagem desses 
objetos (até 1 000 unidades).
 »Representar números naturais 
de diferentes maneiras.
 »Ler e escrever números familia-
res ou frequentes.
Orientações didáticas
 y As atividades dessas páginas retomam 
a representação de quantidades por 
meio de diferentes registros, como a 
escrita por extenso e o uso de algaris-
mos. Além disso, os alunos registram o 
resultado da contagem de objetos em 
coleções de até 9 unidades. O trabalho 
com números maiores e com estimati-
vas de contagem será realizado ao lon-
go do volume.
 y Se julgar oportuno, antes de começar 
as atividades dessas páginas, propo-
nha uma roda de conversa para contar 
a história do pastor e das ovelhas e da 
evolução dos números – apresentada 
no texto a seguir. Leia-o para os alunos.
Antes da invenção dos números, os pastores de ovelhas controlavam a quantidade de 
ovelhas de seu rebanho associando para cada uma delas uma pedrinha, que guardavam 
em sua bolsa. Quando os animais retornavam do pasto, o pastor tirava da bolsa uma pe-
drinha para cada ovelha que ia sendo recolhida. Se sobrassem pedras na bolsa, significava 
que faltavam ovelhas; se faltasse uma pedrinha, significava que uma ovelha de outro dono 
havia se juntado àquele rebanho. Era o início da correspondência um a um. Com o passar 
do tempo, as pedras já não eram suficientes, e o ser humano começou a fazer registros em 
ossos, madeiras e tábuas de argila. A evolução levou à criação dos primeiros sistemas de 
numeração dos povos antigos, como os egípcios, os maias, os babilônicos, os romanos, etc.
Fonte de pesquisa: Cardoso, V. C. Materiais didáticos para as quatro operações. São Paulo: CAEM-IME/
USP, 1996.
12 NúmerosCapítulo 1
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 3 ESCREVA QUANTOS APONTADORES HÁ EM CADA CASO.
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NÚMEROS DE 0 A 9
 1 AO LONGO DA HISTÓRIA, OS NÚMEROS FORAM REPRESENTADOS 
DE DIFERENTES MANEIRAS. VEJA ALGUMAS DELAS. 
 • VOCÊ CONHECE OU JÁ OUVIU FALAR EM OUTRAS 
MANEIRAS DE REPRESENTAR NÚMEROS?
 2 HOJE EM DIA, PODEMOS USAR OS SÍMBOLOS DESTACADOS 
ABAIXO PARA REPRESENTAR QUALQUER NÚMERO. 
Resposta pessoal. 
USANDO 
PEDRAS.
USANDO 
SÍMBOLOS.
FAZENDO MARCAS 
EM UM OSSO.
FAZENDO NÓS 
EM UMA CORDA.
Resposta pessoal.
OS SÍMBOLOS 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 E 9 SÃO CHAMADOS DE 
ALGARISMOS (OU DÍGITOS).
 • AGORA, REPRESENTE SUA IDADE DE DUAS MANEIRAS 
DIFERENTES NO ESPAÇO ABAIXO.
Va
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A
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0 (ZERO)
1 (UM)
2 (DOIS)
3 (TRÊS)
4 (QUATRO)
5 (CINCO)
6 (SEIS)
7 (SETE)
8 (OITO)
9 (NOVE)
12 dOzE
010A019_AJM2_LA_PNLD23_C01.indd 12 5/24/21 7:56 AM y Atividades 1 e 2: Valorize as representa-
ções feitas pelos alunos. É possível que 
alguns registrem a idade utilizando al-
garismos ou escrevendo o número por 
extenso. Verifique se eles compreende-
ram que a representação simbólica dos 
números pode ser feita de diferentes 
maneiras, por exemplo, utilizando ris-
cos, algarismos ou por extenso.
 y Atividade 3: Nessa atividade, explora-
-se a contagem de 0 a 9 relacionando-a 
com a respectiva quantidade de ob-
jetos e sua escrita por extenso e com 
algarismos.
Atividade complementar
 y Proponha outras contagens em que os 
alunos tenham a oportunidade de fazer 
registros utilizando algarismos e escre-
vendo por extenso, como a quantidade 
de determinado objeto que pode ser 
encontrado na sala de aula e a quanti-
dade de objetos que cada um tem so-
bre a mesa. Certifique-se de que, nesse 
momento, a contagem não ultrapasse 
9 elementos.
13Números Capítulo1
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 2 OS NÚMEROS TAMBÉM PODEM SER COLOCADOS EM ORDEM. 
PAULA E CAIO REPRESENTARAM OS NÚMEROS DE 1 A 9 
PINTANDO QUADRADINHOS EM UMA MALHA QUADRICULADA. 
OBSERVE COMO CADA UM DELES ORGANIZOU ESSES 
NÚMEROS E, DEPOIS, RESPONDA ÀS QUESTÕES. 
PAULA CAIO
A. QUAL NÚMERO É MAIOR: 4 OU 9? 9 
B. QUAL NÚMERO É MENOR: 8 OU 3? 3 
C. QUEM ORGANIZOU OS NÚMEROS DO MENOR PARA O 
MAIOR: PAULA OU CAIO? Paula. 
d. QUEM ORGANIZOU OS NÚMEROS DO MAIOR PARA O 
MENOR: PAULA OU CAIO? Caio. 
QUANDO ORGANIZAMOS OS NÚMEROS DO MENOR 
PARA O MAIOR, DIZEMOS QUE ELES ESTÃO EM ORDEM 
CRESCENTE.
QUANDO ORGANIZAMOS OS NÚMEROS DO MAIOR 
PARA O MENOR, DIZEMOS QUE ELES ESTÃO EM ORDEM 
DECRESCENTE.
1 2 3 4 5 6 7 8 9 9 8 7 6 5 4 3 2 1
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A. POR QUE A PROFESSORA QUER ORGANIZAR UMA 
FILA? CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR.
B. OBSERVE COMO FICOU A FILA DE CRIANÇAS.
COMO A PROFESSORA ORGANIZOU AS CRIANÇAS NA 
FILA? MARQUE COM UM X A RESPOSTA CORRETA.
  ORDENANDO AS CRIANÇAS DA MAIS BAIXA PARA A 
MAIS ALTA.
X
  ORDENANDO AS CRIANÇAS DA MAIS ALTA PARA A 
MAIS BAIXA.
  ALTERNANDO A ALTURA DAS CRIANÇAS.
C. DE QUE OUTRAS MANEIRAS A FILA PODERIA SER 
ORGANIZADA? CONVERSE COM OS COLEGAS E 
O PROFESSOR.
ORDEM CRESCENTE E ORDEM DECRESCENTE 
 1 A EXPRESSÃO COLOCAR EM ORdEM PODE TER MUITOS 
SIGNIFICADOS NO DIA A DIA. COLOCAR ALGO EM ORDEM 
EQUIVALE A ORGANIZAR, ARRUMAR, AJEITAR. OBSERVE A 
CENA A SEGUIR. 
Para que as crianças entrem no ônibus de maneira organizada.
VAMOS ORGANIZAR 
UMA FILA PARA VOCÊS 
ENTRAREM NO ÔNIBUS.
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Pa
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Respostas possíveis: A fila poderia ser organizada seguindo a 
ordem crescente do número de chamada dos alunos, a ordem alfabética dos nomes, etc.
14 CATORzE
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HABILIDADES DESENVOLVIDAS 
NO TEMA “ORDEM CRESCENTE 
E ORDEM DECRESCENTE”
 » Comparar e ordenar coleções pe- 
la quantidade de elementos e or-
denar grandezas pelo aspecto de 
medida.
 » Observar critérios que definem 
uma classificação de números 
(maior que, menor que e entre) 
e de regras usadas em seriações.
 » Identificar ordem crescente e de-
crescente.
Orientações didáticas
 y Antes de desenvolver as atividades 
dessas páginas, proponha uma roda 
de conversa a respeito dos critérios 
de organização. Deixe que os alunos 
falem sobre as diferentes maneiras de 
organizar objetos. Lance uma pergun-
ta para que discutam e apresentem su-
gestões: “Qual critério vocês usariam 
para organizar uma fila com os alunos 
da turma?”. Pode ser que os alunos uti-
lizem o critério da altura, do aluno mais 
baixo para o mais alto ou vice-versa, 
ou o da ordem na lista de chamada, 
por exemplo. Verifique se eles per-
cebem as diversas possibilidades de 
organização.
 y As atividades dessas páginas permitem 
aos alunos rever os conceitos de orga-
nização em ordem crescente e decres-
cente por meio do critério de altura e, 
posteriormente, com números. 
 y Esse trabalho de retomada de organi-
zação é importante para que os alunos 
desenvolvam a habilidade de construir 
sequências de números naturais, que 
será abordada mais adiante neste capí-
tulo e no capítulo 4.
 y Atividade 1: O objetivo é motivar uma 
conversa sobre critérios de organiza-
ção por meio de uma situação do co-
tidiano dos alunos. É possível propor 
outras maneiras de organizar a fila: do 
aluno mais baixo para o mais alto; pri-
meiro as meninas e depois os meninos; 
primeiro os meninos e depois as me-
ninas, etc. Nesses dois últimos casos, 
também existem as seguintes organi-
zações: primeiro as meninas mais altas 
e depois as mais baixas ou vice-versa; 
primeiro os meninos mais altos e depois 
os mais baixos ou vice-versa.
 y Atividade 2: O apoio visual das colunas 
permite aos alunos associar a organi-
zação “do menor para o maior” como 
“ordem crescente” e a organização “do 
maior para o menor” como “ordem de-
crescente”.
Antes de iniciar a atividade, incentive a 
observação das representações com 
perguntas como: “Quantos quadradinhos 
14 NúmerosCapítulo 1
010A045_AJM2_MP_PNLD23_C01.indd 14 6/21/21 11:02 AM
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 2 OS NÚMEROS TAMBÉM PODEM SER COLOCADOS EM ORDEM. 
PAULA E CAIO REPRESENTARAM OS NÚMEROS DE 1 A 9 
PINTANDO QUADRADINHOS EM UMA MALHA QUADRICULADA. 
OBSERVE COMO CADA UM DELES ORGANIZOU ESSES 
NÚMEROS E, DEPOIS, RESPONDA ÀS QUESTÕES. 
PAULA CAIO
A. QUAL NÚMERO É MAIOR: 4 OU 9? 9 
B. QUAL NÚMERO É MENOR: 8 OU 3? 3 
C. QUEM ORGANIZOU OS NÚMEROS DO MENOR PARA O 
MAIOR: PAULA OU CAIO? Paula. 
d. QUEM ORGANIZOU OS NÚMEROS DO MAIOR PARA O 
MENOR: PAULA OU CAIO? Caio. 
QUANDO ORGANIZAMOS OS NÚMEROS DO MENOR 
PARA O MAIOR, DIZEMOS QUE ELES ESTÃO EM ORDEM 
CRESCENTE.
QUANDO ORGANIZAMOS OS NÚMEROS DO MAIOR 
PARA O MENOR, DIZEMOS QUE ELES ESTÃO EM ORDEM 
DECRESCENTE.
1 2 3 4 5 6 7 8 9 9 8 7 6 5 4 3 2 1
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A. POR QUE A PROFESSORA QUER ORGANIZAR UMA 
FILA? CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR.
B. OBSERVE COMO FICOU A FILA DE CRIANÇAS.
COMO A PROFESSORA ORGANIZOU AS CRIANÇAS NA 
FILA? MARQUE COM UM X A RESPOSTA CORRETA.
  ORDENANDO AS CRIANÇAS DA MAIS BAIXA PARA A 
MAIS ALTA.
X
  ORDENANDO AS CRIANÇAS DA MAIS ALTA PARA A 
MAIS BAIXA.
  ALTERNANDO A ALTURA DAS CRIANÇAS.
C. DE QUE OUTRAS MANEIRAS A FILA PODERIA SER 
ORGANIZADA? CONVERSE COM OS COLEGAS E 
O PROFESSOR.
ORDEM CRESCENTE E ORDEM DECRESCENTE 
 1 A EXPRESSÃO COLOCAR EM ORdEM PODE TER MUITOS 
SIGNIFICADOS NO DIA A DIA. COLOCAR ALGO EM ORDEM 
EQUIVALE A ORGANIZAR, ARRUMAR, AJEITAR. OBSERVE A 
CENA A SEGUIR. 
Para que as crianças entrem no ônibus de maneira organizada.
VAMOS ORGANIZAR 
UMA FILA PARA VOCÊS 
ENTRAREM NO ÔNIBUS.
Ilu
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Respostas possíveis: A fila poderia ser organizada seguindo a 
ordem crescente do número de chamada dos alunos, a ordem alfabética dos nomes, etc.
14 CATORzE
010A019_AJM2_LA_PNLD23_C01.indd 14 5/24/21 7:56 AM formam a coluna azul? E a coluna verde-
-escura?”; “Qual coluna tem mais quadra-
dinhos: a verde-escura ou a azul?”. Essa 
observação permite aos alunos realizar as 
comparações solicitadas nos itens a e b. 
É possível que alguns alunos comparem 
os números sem o apoio visual.
Ao finalizar a atividade, verifique se os 
alunos perceberam que Paula e Caio utili-
zaram critérios diferentes para organizar 
os números. 
15Números Capítulo 1
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 4 ORGANIZE OS NÚMEROS DAS ETIQUETAS A SEGUIR EM 
ORDEM CRESCENTE. 
 5 CONSIDERANDO A SEQUÊNCIA QUE VOCÊ ESCREVEU NA 
ATIVIDADE ANTERIOR, COMPLETE AS FRASES COM AS 
PALAVRAS AnTES OU dEPOiS.
A. O NÚMERO 5 VEM IMEDIATAMENTE antes 
DO NÚMERO 6.
B. O NÚMERO 9 VEM LOGO depois DO NÚMERO 8.
C. O NÚMERO 1 VEM LOGO depois DO NÚMERO 0.
d. O NÚMERO 1 VEM IMEDIATAMENTE antes 
DO NÚMERO 2.
 6 SEGUINDO A ORDEM DA SEQUÊNCIA QUE VOCÊ ESCREVEU 
NA ATIVIDADE 4, COMPLETE AS ETIQUETAS COM O NÚMERO 
QUE VEM iMEdiATAMEnTE AnTES E COM O NÚMERO QUE 
VEM LOGO dEPOiS EM CADA CASO.
A. B. 
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O QUE VEM ANTES? O QUE VEM DEPOIS? 
 1 NA SALA DE AULA EM QUE VOCÊ ESTUDA, AS CARTEIRAS ESTÃO 
ORGANIZADAS EM FILEIRAS? SE SIM, RESPONDA ÀS QUESTÕES.
A. QUEM SE SENTA LOGO À SUA FRENTE? 
B. QUEM SE SENTA LOGO ATRÁS DE VOCÊ? 
 2 OBSERVE OS NÚMEROS DE 0 A 9 NA RETA NUMÉRICA E, 
DEPOIS, FAÇA O QUE SE PEDE.
Respostas pessoais.
A. QUE NÚMERO VEM IMEDIATAMENTE ANTES DO 8? 7 
B. QUE NÚMERO QUE VEM LOGO DEPOIS DO 4? 5 
C. QUENÚMERO ESTÁ ENTRE 0 E 2? 1 
d. COMPLETE A FRASE COM AS PALAVRAS MAIOR E MENOR 
NO LUGAR ADEQUADO.
 • DA ESQUERDA PARA A DIREITA, OS NÚMEROS DA RETA 
NUMÉRICA ESTÃO ORGANIZADOS DO menor 
PARA O maior .
 3 DESCUBRA A REGRA E COMPLETE AS RETAS NUMÉRICAS.
A. 
B. 
C.
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HABILIDADES DESENVOLVIDAS 
NO TEMA “O QUE VEM ANTES? 
O QUE VEM DEPOIS?”
 » (EF02MA09) Construir sequên-
cias de números naturais em or-
dem crescente ou decrescente a 
partir de um número qualquer, 
utilizando uma regularidade es-
tabelecida.
 » (EF02MA10) Descrever um pa-
drão (ou regularidade) de sequên- 
cias repetitivas e de sequências 
recursivas por meio de palavras, 
símbolos ou desenhos.
 » (EF02MA11) Descrever os ele-
mentos ausentes em sequências 
repetitivas e em sequências re-
cursivas de números naturais, 
objetos ou figuras.
Orientações didáticas
 y Antes de iniciar as atividades dessas 
páginas, pode-se trabalhar com a lista 
de chamada da turma: pergunte a cada 
aluno o nome do colega que vem ime-
diatamente antes e o nome do colega 
que vem logo depois do nome dele. 
Aproveite para explicar que a lista de 
chamada é organizada em ordem alfa-
bética. Explore o critério de organiza-
ção das letras na ordem alfabética.
 y As atividades dessas páginas permi-
tem aos alunos construir sequências de 
números naturais em ordem crescente, 
descrever um padrão (contar de um em 
um, de dois em dois e de três em três) e 
descrever os elementos de sequências 
de números naturais, valendo-se das 
ideias intuitivas do “imediatamente an-
tes” e do “logo depois”, com e sem o su-
porte da reta numérica. O trabalho com 
sequências em ordem decrescente será 
realizado mais adiante neste capítulo e 
no capítulo 4. Já as sequências repetiti-
vas serão trabalhadas no capítulo 3.
 y Atividade 1: Se as carteiras da sala de 
aula estiverem organizadas de maneira 
circular, faça uma adaptação da ativida-
de. Antes, reveja com os alunos se eles 
sabem e/ou se lembram qual é o lado 
direito e qual é o lado esquerdo do cor-
po. Exercite um pouco essa noção. De-
pois, pergunte: “Quem se senta logo à 
sua direita?”; “Quem se senta logo à sua 
esquerda?”; “Qual é o nome do colega 
que se senta três carteiras à sua direita? 
E três carteiras à sua esquerda?”.
 y Atividades 2 e 3: Explore a represen-
tação da reta numérica, verificando se 
os alunos percebem que as retas re-
presentadas estão orientadas para a 
direita e que os números estão posicio-
nados em ordem crescente no sentido 
indicado pela seta. Na atividade 2, os 
termos “imediatamente antes”, “logo 
depois” e “entre” permitem descrever a 
localização dos números na sequência. 
Pergunte aos alunos qual é o padrão 
(ou a regularidade) da sequência numé-
rica apresentada. Espera-se que eles 
respondam que a sequência aumenta 
16 NúmerosCapítulo 1
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 4 ORGANIZE OS NÚMEROS DAS ETIQUETAS A SEGUIR EM 
ORDEM CRESCENTE. 
 5 CONSIDERANDO A SEQUÊNCIA QUE VOCÊ ESCREVEU NA 
ATIVIDADE ANTERIOR, COMPLETE AS FRASES COM AS 
PALAVRAS AnTES OU dEPOiS.
A. O NÚMERO 5 VEM IMEDIATAMENTE antes 
DO NÚMERO 6.
B. O NÚMERO 9 VEM LOGO depois DO NÚMERO 8.
C. O NÚMERO 1 VEM LOGO depois DO NÚMERO 0.
d. O NÚMERO 1 VEM IMEDIATAMENTE antes 
DO NÚMERO 2.
 6 SEGUINDO A ORDEM DA SEQUÊNCIA QUE VOCÊ ESCREVEU 
NA ATIVIDADE 4, COMPLETE AS ETIQUETAS COM O NÚMERO 
QUE VEM iMEdiATAMEnTE AnTES E COM O NÚMERO QUE 
VEM LOGO dEPOiS EM CADA CASO.
A. B. 
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O QUE VEM ANTES? O QUE VEM DEPOIS? 
 1 NA SALA DE AULA EM QUE VOCÊ ESTUDA, AS CARTEIRAS ESTÃO 
ORGANIZADAS EM FILEIRAS? SE SIM, RESPONDA ÀS QUESTÕES.
A. QUEM SE SENTA LOGO À SUA FRENTE? 
B. QUEM SE SENTA LOGO ATRÁS DE VOCÊ? 
 2 OBSERVE OS NÚMEROS DE 0 A 9 NA RETA NUMÉRICA E, 
DEPOIS, FAÇA O QUE SE PEDE.
Respostas pessoais.
A. QUE NÚMERO VEM IMEDIATAMENTE ANTES DO 8? 7 
B. QUE NÚMERO QUE VEM LOGO DEPOIS DO 4? 5 
C. QUE NÚMERO ESTÁ ENTRE 0 E 2? 1 
d. COMPLETE A FRASE COM AS PALAVRAS MAIOR E MENOR 
NO LUGAR ADEQUADO.
 • DA ESQUERDA PARA A DIREITA, OS NÚMEROS DA RETA 
NUMÉRICA ESTÃO ORGANIZADOS DO menor 
PARA O maior .
 3 DESCUBRA A REGRA E COMPLETE AS RETAS NUMÉRICAS.
A. 
B. 
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010A019_AJM2_LA_PNLD23_C01.indd 16 5/24/21 7:56 AM de um em um. Na atividade 3, peça 
aos alunos que descrevam oralmente o 
padrão das sequências antes de com-
pletá-las. Eles devem perceber que nos 
itens a, b e c os números aumentam de 
um em um, de dois em dois e de três em 
três, respectivamente. É possível que 
eles não apresentem dificuldade em 
descrever a regra nem em completar a 
sequência do item a, já que é a mesma 
sequência que viram na atividade an-
terior. Os itens b e c apresentam uma 
dificuldade maior. Peça aos alunos que 
expliquem como pensaram para com-
pletar as sequências desses itens.
 y Atividades 4 a 6: Essas atividades ex-
ploram os conceitos de antecessor e 
de sucessor utilizando os termos “ime-
diatamente antes” e “logo depois”, res-
pectivamente. A atividade 4 retoma a 
organização da sequência numérica de 
0 a 9 em ordem crescente.
17Números Capítulo 1
010A045_AJM2_MP_PNLD23_C01.indd 17 6/21/21 11:02 AM
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A. QUAL É A COR DA CAMISETA DA CRIANÇA QUE ESTÁ EM 
1O LUGAR? Vermelha. 
B. O TÊNIS DA CRIANÇA QUE ESTÁ EM 3O LUGAR É LARANJA 
OU BRANCO? Laranja. 
C. VOCÊ JÁ OUVIU FALAR OU PARTICIPOU DESSE 
TIPO DE CORRIDA? CONVERSE COM OS COLEGAS 
E O PROFESSOR. 
 3 USANDO NÚMEROS ORDINAIS, ORGANIZE AS CENAS DA 
HISTÓRIA ABAIXO NA ORDEM EM QUE ELAS ACONTECERAM.
 • EM UMA DAS CENAS, O PAI EXPLICOU AO 
FILHO QUE ELE NÃO DEVERIA FAZER O QUE 
FEZ. EM SUA OPINIÃO, O QUE O MENINO FEZ 
DE ERRADO?
 2 OBSERVE A POSIÇÃO DE CADA ALUNO NA CORRIDA DO OVO 
DA GINCANA ESCOLAR E, DEPOIS, RESPONDA ÀS QUESTÕES.
Resposta pessoal.
Espera-se que os alunos percebam que não foi correto jogar o lixo no 
chão. Por isso, o pai do menino explicou a ele que sempre devemos jogar o lixo na lixeira. 
4a 1a
2a 3a
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NÚMEROS ORDINAIS
 1 TATIANE E PAULO ESTÃO NA FILA PARA ASSISTIR A UMA 
PEÇA DE TEATRO. 
A. TATIANE É A PRIMEIRA DA FILA E NA FRENTE DE PAULO 
HÁ APENAS 3 MENINAS. CONTORNE-OS.
B. COMO VOCÊ INDICARIA A POSIÇÃO QUE PAULO 
OCUPA NA FILA? Resposta pessoal.
1O PRIMEIRO
2O SEGUNDO
3O TERCEIRO
4O QUARTO
5O QUINTO
6O SEXTO 
7O SÉTIMO
8O OITAVO
9O NONO
1A PRIMEIRA
2A SEGUNDA
3A TERCEIRA
4A QUARTA
5A QUINTA
6A SEXTA
7A SÉTIMA
8A OITAVA
9A NONA
OU
OU
OU
OU
OU
OU
OU
OU
OU
C. SE MAIS UMA CRIANÇA CHEGASSE À FILA, QUAL SERIA A 
POSIÇÃO DELA? 9 ou nona. a
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VEJA ALGUNS EXEMPLOS DESSES NÚMEROS.
PARA INDICAR A POSIÇÃO DE CADA CRIANÇA NA FILA, 
PODEMOS UTILIZAR OS NÚMEROS ORDINAIS.
18 dEzOiTO
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HABILIDADE DESENVOLVIDA NO 
TEMA “NÚMEROS ORDINAIS”
 »Utilizar números naturais como 
indicadores de ordem.
Orientações didáticas
 y Antes de iniciar as atividades dessas 
páginas, pode-se esquematizar na lou-
sa uma passagem da rotina diária, po-
rém fora de ordem. Peça à turma que 
organize a história expressando verbal-
mente a ordem correta das ações. Por 
exemplo, apresente as seguintes ações 
nesta ordem: escovar os dentes; jantar; 
dormir; lavar as mãos. Depois, peça aos 
alunos que as organizem.
 y As atividades dessas páginas permitem 
aos alunos identificar a função de or-
denação dos números, afim de indicar 
a posição de pessoas em filas ou em 
competições e, também, a ordem de 
cenas em uma história. É importante 
que eles percebam que essas indica-
ções auxiliam na localização de pessoas 
e de objetos no espaço.
 y Atividade 1: Com o objetivo de mostrar 
o número ordinal como indicador de 
posição, essa atividade permite aos alu-
nos refletir sobre a localização de uma 
pessoa em uma fila. São apresentadas 
as representações dos números ordi-
nais (do 1o ao 9o ou da 1a à 9a) por meio 
da escrita por extenso e do respectivo 
numeral. Se julgar oportuno, depois do 
item c, faça perguntas em que os alu-
nos tenham de responder com núme-
ros ordinais no masculino e no feminino.
 y Atividade 2: Oriente os alunos a obser-
var a posição de chegada dos alunos 
na corrida do ovo e reforce que, nessa 
corrida, os melhores colocados estão 
dispostos da esquerda para a direita.
 y Atividade 3: Essa atividade explora a 
ordenação de uma sequência de acon-
tecimentos por meio da leitura e da in-
terpretação das cenas.
18 NúmerosCapítulo 1
010A045_AJM2_MP_PNLD23_C01.indd 18 6/21/21 11:02 AM
A
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A. QUAL É A COR DA CAMISETA DA CRIANÇA QUE ESTÁ EM 
1O LUGAR? Vermelha. 
B. O TÊNIS DA CRIANÇA QUE ESTÁ EM 3O LUGAR É LARANJA 
OU BRANCO? Laranja. 
C. VOCÊ JÁ OUVIU FALAR OU PARTICIPOU DESSE 
TIPO DE CORRIDA? CONVERSE COM OS COLEGAS 
E O PROFESSOR. 
 3 USANDO NÚMEROS ORDINAIS, ORGANIZE AS CENAS DA 
HISTÓRIA ABAIXO NA ORDEM EM QUE ELAS ACONTECERAM.
 • EM UMA DAS CENAS, O PAI EXPLICOU AO 
FILHO QUE ELE NÃO DEVERIA FAZER O QUE 
FEZ. EM SUA OPINIÃO, O QUE O MENINO FEZ 
DE ERRADO?
 2 OBSERVE A POSIÇÃO DE CADA ALUNO NA CORRIDA DO OVO 
DA GINCANA ESCOLAR E, DEPOIS, RESPONDA ÀS QUESTÕES.
Resposta pessoal.
Espera-se que os alunos percebam que não foi correto jogar o lixo no 
chão. Por isso, o pai do menino explicou a ele que sempre devemos jogar o lixo na lixeira. 
4a 1a
2a 3a
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NÚMEROS ORDINAIS
 1 TATIANE E PAULO ESTÃO NA FILA PARA ASSISTIR A UMA 
PEÇA DE TEATRO. 
A. TATIANE É A PRIMEIRA DA FILA E NA FRENTE DE PAULO 
HÁ APENAS 3 MENINAS. CONTORNE-OS.
B. COMO VOCÊ INDICARIA A POSIÇÃO QUE PAULO 
OCUPA NA FILA? Resposta pessoal.
1O PRIMEIRO
2O SEGUNDO
3O TERCEIRO
4O QUARTO
5O QUINTO
6O SEXTO 
7O SÉTIMO
8O OITAVO
9O NONO
1A PRIMEIRA
2A SEGUNDA
3A TERCEIRA
4A QUARTA
5A QUINTA
6A SEXTA
7A SÉTIMA
8A OITAVA
9A NONA
OU
OU
OU
OU
OU
OU
OU
OU
OU
C. SE MAIS UMA CRIANÇA CHEGASSE À FILA, QUAL SERIA A 
POSIÇÃO DELA? 9 ou nona. a
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VEJA ALGUNS EXEMPLOS DESSES NÚMEROS.
PARA INDICAR A POSIÇÃO DE CADA CRIANÇA NA FILA, 
PODEMOS UTILIZAR OS NÚMEROS ORDINAIS.
18 dEzOiTO
010A019_AJM2_LA_PNLD23_C01.indd 18 5/24/21 7:56 AM Atividade complementar
 y Explore com os alunos outras situações 
relacionadas a números ordinais. Por 
exemplo, a classificação dos times em 
um campeonato esportivo. Crie tam-
bém situações que envolvam os pró-
prios alunos, como uma fila com dez 
deles para identificar a posição de cada 
um, a posição que suas carteiras ocu-
pam na fileira, etc.
Tomada de decisão 
responsável
Aproveite o contexto da ativi-
dade para falar sobre cidada-
nia e reforçar esse importante 
aspecto educacional com os 
alunos. Questione, por exem-
plo, o que eles fazem com a 
embalagem de sorvete, o pa-
pel de bala ou a casca de uma 
fruta quando estão em um lu-
gar onde não há cesto de lixo: 
jogam na rua ou procuram 
uma lixeira nas redondezas? 
Se não encontrarem uma, o 
que fazem? Motive-os a per-
ceber que é preciso procurar a 
lixeira de um estabelecimento 
próximo ou guardar as sobras 
até conseguir descartá-las, 
mesmo que seja apenas ao 
chegar em casa. Justifique por 
que não se deve jogar lixo no 
chão: além de deixar a cidade 
suja e com mau aspecto, esses 
resíduos geralmente alcançam 
os bueiros, que ficam entu-
pidos; quando chove, a água 
da chuva não tem para onde 
escoar, o que pode causar en-
chentes e estragos. A conver-
sa proposta nessa atividade 
contribui para o desenvolvi-
mento da competência socio-
emocional tomada de decisão 
responsável, uma vez que per-
mite aos alunos analisar e ava-
liar suas atitudes em situações 
cotidianas em relação à segu-
rança deles e a de todos.
SABER
SER
19Números Capítulo 1
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NUNCA CONTE 
COM RATINHOS, DE 
SILVANA D’ANGELO. 
EDITORA EDELBRA.
NESSE LIVRO, VOCÊ 
ACOMPANHA O QUE 
ACONTECE COM 
CADA UM DOS DEZ 
RATINHOS QUE FAZEM 
PARTE DA HISTÓRIA.
PARA EXPLORAR
CUBINHO BARRA PLACA
 2 VÍTOR VAI SEPARAR UMA DEZENA 
DOS BRINQUEDOS DELE PARA DOAR. 
AJUDE-O A PINTAR OS BRINQUEDOS 
QUE SERÃO DOADOS. O aluno deve pintar 
10 brinquedos.
 • EM SUA OPINIÃO, ATITUDES COMO 
A DE VÍTOR SÃO IMPORTANTES? 
POR QUÊ? CONVERSE COM OS 
COLEGAS E O PROFESSOR.
 3 OBSERVE ALGUMAS PEÇAS DO MATERIAL DOURADO E, 
DEPOIS, RESPONDA ÀS QUESTÕES.
Respostas pessoais.
A. QUANTOS CUBINHOS HÁ EM UMA BARRA? 10 cubinhos. 
B. CADA CUBINHO REPRESENTA 1 UNIDADE. UMA BARRA 
REPRESENTA QUANTAS UNIDADES? 10 unidades. 
C. QUANTAS BARRAS HÁ EM UMA PLACA? 10 barras. 
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A DEZENA 
 1 OBSERVE A TORCIDA ANTES DO INÍCIO DO JOGO. 
VEJA COMO PODEMOS REPRESENTAR ESSA QUANTIDADE EM 
UM QUADRO.
TAMBÉM PODEMOS REPRESENTAR ESSA QUANTIDADE 
USANDO O MATERIAL DOURADO.
10 BALÕES FORMAM 1 DEZENA DE BALÕES
OU
10 UNIDADES 1 DEZENA
NO MATERIAL 
DOURADO, CADA 
CUBINHO REPRESENTA 
1 UNIDADE.
 • QUANTOS BALÕES APARECEM NA CENA ACIMA? 10 balões. 
DEZENAS UNIDADES
1 0
GRUPO DE 
10 BALÕES
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CADA BALÃO REPRESENTA 1 UNIDADE.
CADA GRUPO DE 10 UNIDADES EQUIVALE A 1 DEZENA.
BALÕES 
SOLTOS
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20 vinte
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HABILIDADE DESENVOLVIDA 
NO TEMA “A DEZENA”
 » (EF02MA02) Fazer estimativas 
por meio de estratégias diver-
sas a respeito da quantidade de 
objetos de coleções e registrar 
o resultado da contagem desses 
objetos (até 1 000 unidades).
Orientações didáticas
 y As atividades dessas páginas envolvem 
o registro da contagem da quantidade 
de objetos por meio de agrupamentos, 
trabalhando a ideia de juntar dez unida-
des e representá-las por uma dezena. A 
estimativa de quantidade de objetos será 
trabalhada mais adiante neste capítulo.
 y Apesar de indicarmos o uso do Mate-
rial Dourado pela primeira vez na pá-
gina 37, se julgar oportuno, sugira aos 
alunos que recortem as peças do Ma-
terial Dourado da página 231 e usem-
-nas como auxílio na resolução das ati-
vidades. Oriente-os a guardar as peças, 
pois elas serão usadas em atividades 
posteriores.
 y Em diversas atividades, vamos utilizar 
ou sugerir o uso do Material Dourado. 
Esse material foi criado por uma médi-
ca e educadora italiana chamada Ma-
ria Montessori com o intuito de ajudar 
as crianças no estudo da Matemática. 
Em sua primeira versão, Montessori 
usou pequenas contas douradas no lu-
gar dos cubinhos. Daí o nome Material 
Dourado.
 y Atividade 1: Os alunos podem utilizar a 
estratégia que desejarem para contar 
os balões da cena (de um em um ou 
de dois em dois, por exemplo). Depois 
que realizarem a contagem, explore as 
diferentes maneiras de registrar essa 
quantidade: representação numérica, 
registro no quadro de dezenas e de uni-
dades e representação com as peças do 
Material Dourado. 
 y Atividade 2: No final da atividade, per-
gunte aos alunos o motivo de terem es-
colhido os dez brinquedos que pintaram.
 y Atividade 3: O objetivo dessa atividade 
é relacionar os agrupamentos de dez 
com a representação das peças do Ma-
terial Dourado. 
20 NúmerosCapítulo 1
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NUNCA CONTE 
COM RATINHOS, DE 
SILVANA D’ANGELO. 
EDITORA EDELBRA.
NESSE LIVRO, VOCÊ 
ACOMPANHA O QUE 
ACONTECE COM 
CADA UM DOS DEZ 
RATINHOS QUE FAZEM 
PARTE DA HISTÓRIA.
PARA EXPLORAR
CUBINHO BARRA PLACA
 2 VÍTOR VAI SEPARAR UMA DEZENA 
DOS BRINQUEDOS DELE PARA DOAR. 
AJUDE-O A PINTAR OS BRINQUEDOS 
QUE SERÃO DOADOS. O aluno deve pintar 
10 brinquedos.
 • EM SUA OPINIÃO, ATITUDES COMO 
A DE VÍTOR SÃO IMPORTANTES? 
POR QUÊ? CONVERSE COM OS 
COLEGAS E O PROFESSOR.
 3 OBSERVE ALGUMAS PEÇAS DO MATERIAL DOURADO E, 
DEPOIS, RESPONDA ÀS QUESTÕES.
Respostas pessoais.
A. QUANTOS CUBINHOS HÁ EM UMA BARRA? 10 cubinhos. 
B. CADA CUBINHO REPRESENTA 1 UNIDADE. UMA BARRA 
REPRESENTA QUANTAS UNIDADES? 10 unidades. 
C. QUANTAS BARRAS HÁ EM UMA PLACA? 10 barras. 
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A DEZENA 
 1 OBSERVE A TORCIDA ANTES DO INÍCIO DO JOGO. 
VEJA COMO PODEMOS REPRESENTAR ESSA QUANTIDADE EM 
UM QUADRO.
TAMBÉM PODEMOS REPRESENTAR ESSA QUANTIDADE 
USANDO O MATERIAL DOURADO.
10 BALÕES FORMAM 1 DEZENA DE BALÕES
OU
10 UNIDADES 1 DEZENA
NO MATERIAL 
DOURADO, CADA 
CUBINHO REPRESENTA 
1 UNIDADE.
 • QUANTOS BALÕES APARECEM NA CENA ACIMA? 10 balões. 
DEZENAS UNIDADES
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GRUPO DE 
10 BALÕES
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CADA BALÃO REPRESENTA 1 UNIDADE.
CADA GRUPO DE 10 UNIDADES EQUIVALE A 1 DEZENA.
BALÕES 
SOLTOS
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020A029_AJM2_LA_PNLD23_C01.indd 20 5/24/21 8:47 AM Atividade complementar
 y Organize a turma em grupos com três ou 
quatro alunos e proponha o jogo “Nunca 
10”. Cada grupo deverá ter em mãos um 
dado e as peças do Material Dourado. 
Cada aluno, na sua vez de jogar, lança 
o dado e retira do seu monte uma quan-
tidade de cubinhos de acordo com a 
pontuação do dado. Juntando-se dez 
cubinhos, estes são trocados por uma 
barra. Vence o jogo quem primeiro con-
seguir juntar cinco barras trocando suas 
peças. Uma variação é jogar com dois 
dados e estabelecer um número maior 
de barras para chegar ao vencedor.
Consciência social
Incentive os alunos a exercer a 
prática do desapego de per-
tences que não são mais úteis 
a eles. Enfatize que os objetos 
que doamos devem estar em 
bom estado de conservação; 
por exemplo, as roupas não de-
vem estar rasgadas nem sujas 
e os brinquedos não podem 
estar quebrados. Se um desses 
itens estiver nesse estado e não 
for possível recuperá-lo, expli-
que a eles o uso do descarte 
consciente e oriente-os a pe-
dir ao responsável que o des-
carte em postos de coleta da 
cidade em que moram.
Organize uma roda de conver-
sa para que os alunos que já 
tenham doado algo ou partici-
pado de alguma campanha de 
doação possam contar aos co-
legas como foi esse momento 
e como se sentiram. Incentive-
-os a compartilhar também de 
que maneira a separação e a 
organização dos objetos a se-
rem doados são feitas na casa 
deles.
A conversa sugerida nessa ati- 
vidade contribui para o desen-
volvimento da competência 
socioemocional consciência so- 
cial, que permite aos alunos 
desenvolver atitudes altruístas 
sob uma perspectiva ambien-
tal e social. Além disso, outros 
processos são envolvidos nes-
se ato, como o planejamento e 
a organização. Dessa maneira, 
os alunos desenvolvem essas 
atitudes levando-as para outras 
áreas da vida.
SABER
SER
21Números Capítulo 1
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A.
 1 DEZENA E 5 UNIDADES OU 10 UNIDADES MAIS 
 5 UNIDADES OU 15 (QUINZE) UNIDADES.
B.
 1 DEZENA E 7 UNIDADES OU 10 UNIDADES MAIS 
 7 UNIDADES OU 17 (DEZESSETE) UNIDADES.
 3 OBSERVE AS BOLAS DE GUDE DE RENATO E DE ALEX. 
 2 EM CADA CASO, OBSERVE A QUANTIDADE REPRESENTADA 
E, DEPOIS, COMPLETE COM NÚMEROS.
A. QUEM TEM MAIS BOLAS DE GUDE? Alex. 
B. COMO VOCÊ PENSOU PARA RESPONDER À QUESTÃO 
ACIMA? EXPLIQUE AOS COLEGAS E AO PROFESSOR. 
C. CONFIRME SUA RESPOSTA AGRUPANDO AS BOLAS DE 10 
EM 10. DEPOIS, COMPLETE A FRASE.
RENATO TEM 12 BOLAS DE GUDE E ALEX TEM 
 19 BOLAS DE GUDE.
 4 EM QUADROS COMO O MOSTRADO ABAIXO, PARA FACILITAR, 
USAMOS D PARA INDICAR DEZENAS E U PARA INDICAR 
UNIDADES. OBSERVE O QUADRO E, DEPOIS, COMPLETE A 
FRASE COM OS NÚMEROS.
Agrupamento possível:
Resposta pessoal.
 1 DEZENA E 6 UNIDADES OU 10 UNIDADES MAIS
 6 UNIDADES OU 16 (DEZESSEIS) UNIDADES.
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NÚMEROS DE 11 A 19 
 1 FORME UM OU MAIS GRUPOS DE 10 PESSOAS NA CENA A 
SEGUIR. DEPOIS, RESPONDA ÀS QUESTÕES.
Agrupamento possível:
A. QUANTOS GRUPOS VOCÊ FORMOU? 1 grupo. 
B. QUANTAS PESSOAS FICARAM SEM GRUPO? 3 pessoas. 
C. QUANTAS PESSOAS APARECEM NA CENA? 13 pessoas. 
VEJA COMO PODEMOS REPRESENTAR A QUANTIDADE DE 
PESSOAS DA CENA USANDO O MATERIAL DOURADO.
PODEMOS USAR APENAS 
CUBINHOS.
OU PODEMOS TROCAR 
10 CUBINHOS POR 1 BARRA.
ASSIM, FICAMOS COM 
1 BARRA E 3 CUBINHOS.
CADA CUBINHO REPRESENTA 1 UNIDADE, E CADA BARRA 
REPRESENTA 1 DEZENA. 
OBSERVE COMO PODEMOS ESCREVER O NÚMERO 
REPRESENTADO PELA BARRA E PELOS CUBINHOS:
1 DEZENA E 3 UNIDADES, OU 10 UNIDADES MAIS 
3 UNIDADES, OU 13 (TREZE) UNIDADES.
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HABILIDADES DESENVOLVIDAS 
NO TEMA “NÚMEROS DE 11 A 19”
 » (EF02MA02) Fazer estimativas 
por meio de estratégias diver-
sas a respeito da quantidade de 
objetos de coleções e registrar o 
resultado da contagem desses 
objetos (até 1 000 unidades).
 » (EF02MA03) Comparar quan-
tidades de objetos de dois con-
juntos, por estimativa e/ou por 
correspondência (um a um, dois 
a dois, entre outros), para indicar 
“tem mais”, “tem menos” ou “tem 
a mesma quantidade”, indican-
do, quando for o caso, quantos a 
mais e quanto a menos.
 » (EF02MA04) Compor e decom-
por números naturais de até três 
ordens, com suporte de material 
manipulável, por meio de diferen-
tes adições.
Orientações didáticas
 y Antes de iniciar as atividades dessas 
páginas, trabalhe com agrupamentos 
de dez elementos. Para isso, providen-
cie objetos, como lápis, canetas, palitos 
de sorvete, tampas de garrafa e bo-
tões, em quantidades que variem de 
11 a 19. Peça aos alunos que determinem 
a quantidade de cada tipo de objeto uti-
lizando a dezena e façam o registro no 
caderno. Por exemplo, entregue 12 lá-
pis e peça que façam agrupamentos de 
dez lápis. Eles devem perceber que só 
é possível fazer um agrupamento. Soli-
cite, então, que façam o registro dessa 
quantidade utilizando o agrupamento. 
Espera-se que eles desenhem 10 lápis 
formando um grupo e 2 lápis soltos.
 y Nessas atividades, são trabalhados o 
registro do resultado da contagem de 
quantidades por meio da contagem exa-
ta ou por estimativa; a comparação da 
quantidade de objetos de dois conjuntos, 
assim como a composição e a decompo-
sição de números de 11 a 19. Sempre que 
possível, as atividades devem ser realiza-
das com o uso do Material Dourado, que 
os alunos recortaram do material comple-
mentar.
 y Atividade 1: Essa atividade trabalha a 
troca de dez unidades por uma deze-
na para decompor e compor o número 
13. Peça aos alunos que simulem a si-
tuação utilizando as peças do Material 
Dourado.
 y Atividade 2: O objetivo dessa atividade 
é o registro de quantidades utilizando as 
peças do Material Dourado, associando 
a representação por imagens à escrita 
das quantidades pela decomposição em 
unidades e dezenas e pela composição 
em unidades. Solicite aos alunos que 
decomponham, utilizando apenas os 
cubinhos do Material Dourado, o núme- 
ro 15. Eles podem fazer dois grupos 
de cubinhos, um com 6 e outro com 
9 cubinhos, por exemplo.
 yAtividade 3: No item a, os alunos podem 
comparar visualmente a quantidade de 
bolas de gude de cada menino. Incen-
tive a troca de ideias entre eles e peça 
que justifiquem a resposta dada. Am-
plie a atividade pedindo aos alunos que 
22 NúmerosCapítulo 1
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 1 DEZENA E 5 UNIDADES OU 10 UNIDADES MAIS 
 5 UNIDADES OU 15 (QUINZE) UNIDADES.
B.
 1 DEZENA E 7 UNIDADES OU 10 UNIDADES MAIS 
 7 UNIDADES OU 17 (DEZESSETE) UNIDADES.
 3 OBSERVE AS BOLAS DE GUDE DE RENATO E DE ALEX. 
 2 EM CADA CASO, OBSERVE A QUANTIDADE REPRESENTADA 
E, DEPOIS, COMPLETE COM NÚMEROS.
A. QUEM TEM MAIS BOLAS DE GUDE? Alex. 
B. COMO VOCÊ PENSOU PARA RESPONDER À QUESTÃO 
ACIMA? EXPLIQUE AOS COLEGAS E AO PROFESSOR. 
C. CONFIRME SUA RESPOSTA AGRUPANDO AS BOLAS DE 10 
EM 10. DEPOIS, COMPLETE A FRASE.
RENATO TEM 12 BOLAS DE GUDE E ALEX TEM 
 19 BOLAS DE GUDE.
 4 EM QUADROS COMO O MOSTRADO ABAIXO, PARA FACILITAR, 
USAMOS D PARA INDICAR DEZENAS E U PARA INDICAR 
UNIDADES. OBSERVE O QUADRO E, DEPOIS, COMPLETE A 
FRASE COM OS NÚMEROS.
Agrupamento possível:
Resposta pessoal.
 1 DEZENA E 6 UNIDADES OU 10 UNIDADES MAIS
 6 UNIDADES OU 16 (DEZESSEIS) UNIDADES.
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NÚMEROS DE 11 A 19 
 1 FORME UM OU MAIS GRUPOS DE 10 PESSOAS NA CENA A 
SEGUIR. DEPOIS, RESPONDA ÀS QUESTÕES.
Agrupamento possível:
A. QUANTOS GRUPOS VOCÊ FORMOU? 1 grupo. 
B. QUANTAS PESSOAS FICARAM SEM GRUPO? 3 pessoas. 
C. QUANTAS PESSOAS APARECEM NA CENA? 13 pessoas. 
VEJA COMO PODEMOS REPRESENTAR A QUANTIDADE DE 
PESSOAS DA CENA USANDO O MATERIAL DOURADO.
PODEMOS USAR APENAS 
CUBINHOS.
OU PODEMOS TROCAR 
10 CUBINHOS POR 1 BARRA.
ASSIM, FICAMOS COM 
1 BARRA E 3 CUBINHOS.
CADA CUBINHO REPRESENTA 1 UNIDADE, E CADA BARRA 
REPRESENTA 1 DEZENA. 
OBSERVE COMO PODEMOS ESCREVER O NÚMERO 
REPRESENTADO PELA BARRA E PELOS CUBINHOS:
1 DEZENA E 3 UNIDADES, OU 10 UNIDADES MAIS 
3 UNIDADES, OU 13 (TREZE) UNIDADES.
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22 vinte e dois
020A029_AJM2_LA_PNLD23_C01.indd 22 6/19/21 8:46 AM façam uma estimativa da quantidade 
de bolas de gude de cada menino.
 y Atividade 4: Assim como a atividade 2, 
essa também trabalha as diferentes re-
presentações de um número, porém 
utiliza-se o quadro associado com a lei-
tura e a escrita do número.
Atividades complementares
 y Faça a seguinte atividade com os alu-
nos: mostre a eles as peças do Material 
Dourado, represente um número com 
elas e peça-lhes que digam qual é o 
número representado. Depois, inverta a 
situação dizendo um número para que 
um aluno registre na lousa e o represen-
te usando as peças do Material Doura-
do. Ou escreva na lousa um número, 
ora por extenso, ora com algarismos, 
para que os alunos o representem com 
as peças do Material Dourado.
 y Se julgar pertinente, forme uma roda 
com os alunos e pratique a sequência 
dos números de 0 a 19. Peça a eles que 
recitem a sequência na ordem crescen-
te, contando de um em um, de dois em 
dois, de três em três, etc. Depois, soli-
cite que comecem a contagem a partir 
de um número específico, perguntando: 
“Que número vem logo depois do 13? E 
imediatamente antes do 17?”; “Que nú-
mero está entre 14 e 16?”; “Que números 
estão antes do 12 na sequência? E que 
números estão depois do 9?”.
23Números Capítulo 1
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A
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AGRUPEI AS 
TAMPINHAS DE 2 EM 2. 
AGRUPEI AS 
TAMPINHAS DE 3 EM 3. 
A. QUANTAS TAMPINHAS CADA UM CONTOU? 
Cada um contou 12 tampinhas.
B. HÁ OUTRAS MANEIRAS DE CONTAR A QUANTIDADE 
DE TAMPINHAS? CONVERSE COM OS COLEGAS E O 
PROFESSOR SOBRE ISSO.
 3 PEDRO ESTÁ ARRUMANDO O SALÃO DE FESTAS. ELE COLOCOU 
4 CADEIRAS EM CADA MESA. OBSERVE.
A. QUANTAS CADEIRAS HÁ NO SALÃO? 16 cadeiras. 
B. COMO VOCÊ FEZ PARA CONTAR QUANTAS 
CADEIRAS HÁ NO TOTAL? CONVERSE COM 
OS COLEGAS E O PROFESSOR. 
 4 OBSERVE COMO TALITA E FÁBIO FIZERAM PARA CONTAR A 
QUANTIDADE DE TAMPINHAS.
Resposta pessoal. 
Espera-se que os alunos respondam que sim. 
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25vinte e CinCo
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AGRUPANDO PARA CONTAR 
 1 OBSERVE COMO NATÁLIA FEZ PARA CONTAR A QUANTIDADE 
DE CARRINHOS.
 • FAÇA COMO NATÁLIA E AGRUPE OS BARQUINHOS DE 2 EM 
2 PARA CONTAR QUANTOS BARQUINHOS HÁ NO TOTAL. 
DEPOIS, COMPLETE A FRASE. Agrupamentos possíveis:
NO TOTAL, HÁ 10 BARQUINHOS.
 2 LAÉRCIO PRECISA ORGANIZAR OS APITOS QUE VAI DAR ÀS 
CRIANÇAS DA TURMA. CONTORNE OS APITOS DE 5 EM 5 
PARA DESCOBRIR QUANTOS APITOS ELE TEM.
 • QUANTOS APITOS LAÉRCIO TEM? 15 apitos. 
FIZ GRUPOS DE 
2 CARRINHOS. 
DEPOIS, FUI 
CONTANDO: 
2, 4, 6, 8.
2
2
2
2
Agrupamentos possíveis:
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HABILIDADE DESENVOLVIDA 
NO TEMA “AGRUPANDO PARA 
CONTAR”
 » (EF02MA02) Fazer estimativas 
por meio de estratégias diver-
sas a respeito da quantidade de 
objetos de coleções e registrar 
o resultado da contagem desses 
objetos (até 1 000 unidades).
Orientações didáticas
 y Nas atividades dessas páginas, os alu-
nos farão a contagem de objetos usan-
do agrupamentos de dois em dois (pa-
reamento), de três em três, de quatro 
em quatro e de cinco em cinco, para de-
pois realizar o registro dessa contagem.
 y Se julgar necessário, leve tampinhas ou 
outro material que os alunos possam 
utilizar para contar, de modo que pos-
sam simular as situações apresentadas 
nessas páginas.
 y Atividade 1: Espera-se que os alunos 
percebam que os carrinhos estão orga-
nizados de dois em dois; diga que eles 
estão organizados em pares. É impor-
tante ressaltar que a ideia de pares é o 
agrupamento de duas coisas que não 
precisam necessariamente apresentar 
uma associação de características. Se 
achar relevante, junte alguns objetos 
como lápis, borracha, apontador, etc. 
e pergunte aos alunos quantos pares é 
possível formar utilizando esses objetos. 
 y Atividade 2: Amplie essa atividade soli-
citando aos alunos que formem outros 
agrupamentos para contar os apitos. 
Por exemplo, eles podem fazer um agru-
pamento de 10 apitos e outro de 5 ou, 
ainda, 5 agrupamentos com 3 apitos.
 y Atividade 3: No item b, verifique se os 
alunos percebem que podem contar as 
cadeiras aproveitando o agrupamento 
de quatro cadeiras em cada mesa. Al-
guns alunos podem agrupar duas me-
sas e contar de oito em oito.
 y Atividade 4: Incentive a troca de ideias 
entre os alunos. No item b, espera-se 
que eles percebam que, além das ma-
neiras usadas por Talita e Fábio, eles 
podem contar de um em um, de quatro 
em quatro e de seis em seis, agrupar 
dez tampinhas e verificar quantas so-
braram, etc. 
24 NúmerosCapítulo 1
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AGRUPEI AS 
TAMPINHAS DE 2 EM 2. 
AGRUPEI AS 
TAMPINHAS DE 3 EM 3. 
A. QUANTAS TAMPINHAS CADA UM CONTOU? 
Cada um contou 12 tampinhas.
B. HÁ OUTRAS MANEIRAS DE CONTAR A QUANTIDADE 
DE TAMPINHAS? CONVERSE COM OS COLEGAS E O 
PROFESSOR SOBRE ISSO.
 3 PEDRO ESTÁ ARRUMANDO O SALÃO DE FESTAS. ELE COLOCOU 
4 CADEIRAS EM CADA MESA. OBSERVE.
A. QUANTAS CADEIRAS HÁ NO SALÃO? 16 cadeiras. 
B. COMO VOCÊ FEZ PARA CONTAR QUANTAS 
CADEIRAS HÁ NO TOTAL? CONVERSE COM 
OS COLEGAS E O PROFESSOR. 
 4 OBSERVE COMO TALITA E FÁBIO FIZERAM PARA CONTAR A 
QUANTIDADE DE TAMPINHAS.
Resposta pessoal. 
Espera-se que os alunos respondam que sim. 
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AGRUPANDO PARA CONTAR 
 1 OBSERVE COMO NATÁLIA FEZ PARA CONTAR A QUANTIDADE 
DE CARRINHOS.
 •FAÇA COMO NATÁLIA E AGRUPE OS BARQUINHOS DE 2 EM 
2 PARA CONTAR QUANTOS BARQUINHOS HÁ NO TOTAL. 
DEPOIS, COMPLETE A FRASE. Agrupamentos possíveis:
NO TOTAL, HÁ 10 BARQUINHOS.
 2 LAÉRCIO PRECISA ORGANIZAR OS APITOS QUE VAI DAR ÀS 
CRIANÇAS DA TURMA. CONTORNE OS APITOS DE 5 EM 5 
PARA DESCOBRIR QUANTOS APITOS ELE TEM.
 • QUANTOS APITOS LAÉRCIO TEM? 15 apitos. 
FIZ GRUPOS DE 
2 CARRINHOS. 
DEPOIS, FUI 
CONTANDO: 
2, 4, 6, 8.
2
2
2
2
Agrupamentos possíveis:
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020A029_AJM2_LA_PNLD23_C01.indd 24 5/24/21 8:47 AM Atividade complementar
 y Instigue os alunos a recordar parlendas 
e canções que falam de contagem. Pro-
vavelmente, eles vão citar “A galinha do 
vizinho”, “Um, dois, feijão com arroz”, 
“Dez indiozinhos”, entre outras que po-
dem ser populares na região onde mo-
ram. Termine a aula ensaiando uma das 
músicas que eles escolheram; depois, 
se possível, grave a música cantada 
pela turma para que possam ouvi-la e 
divertir-se com a atividade.
25Números Capítulo 1
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 2 OS PRODUTOS ABAIXO SÃO COMUMENTE VENDIDOS EM 
DÚZIA. CONTINUE DESENHANDO ATÉ OBTER UMA DÚZIA.
A. B. 
 • VOCÊ CONHECE OUTROS PRODUTOS QUE, 
GERALMENTE, SÃO VENDIDOS EM DÚZIA? 
CONVERSE COM OS COLEGAS SOBRE ISSO.
 3 RODRIGO ESTÁ PREPARANDO UMA LIMONADA. OBSERVE.
 • QUANTOS LIMÕES RODRIGO VAI USAR PARA FAZER 
A LIMONADA? 18 limões. 
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Resposta pessoal.
VOU USAR UMA DÚZIA E 
MEIA DE LIMÕES PARA 
FAZER A LIMONADA.
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DÚZIA E MEIA DÚZIA 
 1 PAULA CONVIDOU ALGUNS AMIGOS PARA ALMOÇAR EM 
CASA. ELA FOI À FEIRA E COMPROU INGREDIENTES PARA 
PREPARAR O ALMOÇO E FLORES PARA ENFEITAR A CASA.
DÚZIA E MEIA DÚZIA SÃO AGRUPAMENTOS COMUNS EM 
NOSSO COTIDIANO.
UMA DÚZIA É UM AGRUPAMENTO DE 12 UNIDADES, E MEIA 
DÚZIA É UM AGRUPAMENTO DE 6 UNIDADES.
COMPLETE AS LACUNAS DE ACORDO COM AS CENAS ACIMA.
A. PAULA COMPROU UMA BANDEJA COM 6 OVOS, OU 
SEJA, MEIA DÚZIA DE OVOS.
B. PAULA COMPROU UM BUQUÊ COM 12 ROSAS, OU 
SEJA, UMA DÚZIA DE ROSAS.
QUERO MEIA 
DÚZIA DE OVOS, 
POR FAVOR.
O BUQUÊ COM 
UMA DÚZIA DE 
ROSAS QUE 
A SENHORA 
ENCOMENDOU JÁ 
ESTÁ PRONTO.
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HABILIDADE DESENVOLVIDA NO 
TEMA “DÚZIA E MEIA DÚZIA”
 » (EF02MA02) Fazer estimativas 
por meio de estratégias diver-
sas a respeito da quantidade de 
objetos de coleções e registrar 
o resultado da contagem desses 
objetos (até 1 000 unidades).
Orientações didáticas
 y Se possível, antes de iniciar as ativida-
des dessas páginas, organize com a 
turma uma visita a uma feira livre. Peça 
aos alunos que observem de que for-
ma são vendidas algumas frutas, como 
laranjas e limões. Deixe que conver-
sem com o feirante e descubram ou-
tras maneiras de comprar frutas. Não 
sendo possível, encaminhe aos pais ou 
responsáveis um pedido para que le-
vem as crianças a uma dessas feiras. 
Oriente-os, então, a realizar a pesquisa 
com os feirantes com relação às frutas 
citadas anteriormente.
 y As atividades dessas páginas trabalham 
com o registro da contagem da quan-
tidade de elementos de uma coleção 
a partir de agrupamentos de 6 e de 
12 unidades. É provável que os alunos 
já tenham algum conhecimento prévio 
sobre esses tipos de agrupamento por 
serem bastante comuns no cotidiano.
 y Atividade 1: Essa atividade relaciona 
os agrupamentos de 6 elementos a meia 
dúzia e os agrupamentos de 12 ele-
mentos a uma dúzia. Após a realização 
dessa atividade, pergunte aos alunos 
em quais lugares eles já viram agrupa-
mentos de 12 unidades e o que estava 
agrupado dessa maneira. Podem surgir 
respostas como 12 bananas, 12 laranjas, 
12 limões, 12 canetas coloridas, 12 gizes 
de cera, etc.
 y Atividade 2: Essa atividade tem como 
objetivo verificar se o conceito de dúzia 
explorado na atividade 1 foi assimilado 
pelos alunos. 
 y Atividade 3: Verifique se os alunos en-
tenderam que Rodrigo vai usar uma dú-
zia e meia de limões, ou seja, uma dúzia 
mais meia dúzia de limões.
26 NúmerosCapítulo 1
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 2 OS PRODUTOS ABAIXO SÃO COMUMENTE VENDIDOS EM 
DÚZIA. CONTINUE DESENHANDO ATÉ OBTER UMA DÚZIA.
A. B. 
 • VOCÊ CONHECE OUTROS PRODUTOS QUE, 
GERALMENTE, SÃO VENDIDOS EM DÚZIA? 
CONVERSE COM OS COLEGAS SOBRE ISSO.
 3 RODRIGO ESTÁ PREPARANDO UMA LIMONADA. OBSERVE.
 • QUANTOS LIMÕES RODRIGO VAI USAR PARA FAZER 
A LIMONADA? 18 limões. 
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Resposta pessoal.
VOU USAR UMA DÚZIA E 
MEIA DE LIMÕES PARA 
FAZER A LIMONADA.
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DÚZIA E MEIA DÚZIA 
 1 PAULA CONVIDOU ALGUNS AMIGOS PARA ALMOÇAR EM 
CASA. ELA FOI À FEIRA E COMPROU INGREDIENTES PARA 
PREPARAR O ALMOÇO E FLORES PARA ENFEITAR A CASA.
DÚZIA E MEIA DÚZIA SÃO AGRUPAMENTOS COMUNS EM 
NOSSO COTIDIANO.
UMA DÚZIA É UM AGRUPAMENTO DE 12 UNIDADES, E MEIA 
DÚZIA É UM AGRUPAMENTO DE 6 UNIDADES.
COMPLETE AS LACUNAS DE ACORDO COM AS CENAS ACIMA.
A. PAULA COMPROU UMA BANDEJA COM 6 OVOS, OU 
SEJA, MEIA DÚZIA DE OVOS.
B. PAULA COMPROU UM BUQUÊ COM 12 ROSAS, OU 
SEJA, UMA DÚZIA DE ROSAS.
QUERO MEIA 
DÚZIA DE OVOS, 
POR FAVOR.
O BUQUÊ COM 
UMA DÚZIA DE 
ROSAS QUE 
A SENHORA 
ENCOMENDOU JÁ 
ESTÁ PRONTO.
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26 vinte e SeiS
020A029_AJM2_LA_PNLD23_C01.indd 26 5/24/21 8:47 AM Atividades complementares
 y Se a visita à feira e a entrevista com o 
feirante tiverem sido realizadas, com-
plemente o trabalho destacando a im-
portância do papel desse profissional 
na sociedade: são eles que buscam os 
produtos nos centros de distribuição 
e de abastecimento e promovem a co-
mercialização no varejo.
 y Leve materiais de contagem para a sala 
de aula, como botões ou palitos de sor-
vete, para que os alunos façam agrupa-
mentos de uma dúzia e de meia dúzia.
27Números Capítulo 1
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 2 SEPARE OS OBJETOS EM GRUPOS DE 10 E, 
DEPOIS, COMPLETE AS SENTENÇAS.
A. 
40 UNIDADES 5 4 DEZENAS
4 GRUPOS DE 10 UNIDADES
10 1 10 1 10 1 10 5 40 (QUARENTA)
B. 
A. QUANTOS TORCEDORES HÁ NA CENA ACIMA? 30 torcedores. 
B. ESSE NÚMERO CORRESPONDE A QUANTAS DEZENAS 
DE TORCEDORES? 3 dezenas. 
Agrupamentos 
possíveis:
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50 UNIDADES 5 5 DEZENAS
5 GRUPOS DE 10 UNIDADES
10 1 10 1 10 1 10 1 10 5 50 (CINQUENTA)
 3 OS TORCEDORES ESTÃO ESPERANDO PELO INÍCIO DE UM 
JOGO DE BASQUETE. OBSERVE.
REPRESENTAÇÃO 
SEM PROPORÇÃO 
DE TAMANHO 
ENTRE OS 
ELEMENTOS.
29vinte e nove
020A029_AJM2_LA_PNLD23_C01.indd 29 5/24/21 8:47 AM
DEZENAS INTEIRAS 
 1 AS PEÇAS DO MATERIAL DOURADO ABAIXO ESTÃO 
REPRESENTANDO DEZENAS INTEIRAS. OBSERVE-AS E 
CONTINUE COMPLETANDO.
1 GRUPO DE 10 UNIDADES.
1 DEZENA OU 10 (DEZ) UNIDADES.
 2 GRUPOS DE 10 UNIDADES.
 2 DEZENAS OU 20 (VINTE) 
UNIDADES.
 4 GRUPOS DE 10 UNIDADES.
 4 DEZENAS OU 40 
(QUARENTA) UNIDADES.
 6 GRUPOS DE 10 UNIDADES.
 6 DEZENAS OU 60 
(SESSENTA) UNIDADES.
 8 GRUPOS DE 10 UNIDADES.
 8 DEZENAS OU 80 
(OITENTA) UNIDADES.
 9 GRUPOS DE 10 UNIDADES.
 9 DEZENAS OU 90 (NOVENTA) 
UNIDADES.
 5 GRUPOS DE 10 UNIDADES.
 5 DEZENAS OU 50 
(CINQUENTA) UNIDADES.7 GRUPOS DE 10 UNIDADES.
 7 DEZENAS OU 70 (SETENTA) 
UNIDADES.
 3 GRUPOS DE 10 UNIDADES.
 3 DEZENAS OU 30 (TRINTA) 
UNIDADES.
OS NÚMEROS 10, 20, 30, 40, 50, 60, 70, 80 E 90 SÃO 
DEZENAS INTEIRAS.
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HABILIDADE DESENVOLVIDA 
NO TEMA “DEZENAS INTEIRAS”
 » (EF02MA02) Fazer estimativas 
por meio de estratégias diver-
sas a respeito da quantidade de 
objetos de coleções e registrar 
o resultado da contagem desses 
objetos (até 1 000 unidades).
Orientações didáticas
 y Antes de iniciar as atividades dessas 
páginas, separe três carteiras na frente 
da sala de aula e organize-as de modo 
que os alunos possam circular entre elas. 
Espalhe sobre a primeira carteira 30 bo-
tões (ou palitos de sorvete, ou outro ma-
terial para contagem), sobre a segunda, 
40, e sobre a terceira, 20. Peça aos alu-
nos que observem os objetos em cada 
carteira e digam em qual delas há mais 
objetos. Questione-os sobre como fazer 
para conferir a resposta dada. Verifique 
se eles sugerem agrupar os objetos de 
10 em 10 e contar quantos agrupamen-
tos há em cada caso, uma vez que há 
muitos objetos em cada carteira.
 y As atividades dessas páginas traba-
lham com o registro da contagem de 
elementos a partir do agrupamento 
desses elementos em dezenas inteiras.
 y As dezenas inteiras facilitam a conta-
gem de quantidades e ajudam em esti-
mativas e na localização de um número 
em determinada sequência numérica. 
Além disso, ao trabalhar as atividades 
dessas páginas, os alunos podem co-
meçar a fazer conjecturas sobre as po-
sições ocupadas pelos algarismos na 
escrita numérica, verificando o valor 
posicional de cada um.
 y Atividade 1: Essa atividade relaciona 
o Material Dourado com as dezenas 
inteiras. Relembre aos alunos que uma 
barra do Material Dourado representa 
uma dezena. Se achar pertinente, utili-
ze as peças do Material Dourado para 
que os alunos possam fazer as repre-
sentações dessa atividade.
 y Atividade 2: O foco dessa atividade é 
compor dezenas inteiras, agrupando 
elementos para realizar a contagem. 
Além disso, associa cinco representa-
ções de uma mesma quantidade: com 
unidades, com dezenas, com grupos 
de 10 unidades, com composição e por 
extenso. Amplie a atividade pedindo 
aos alunos que escrevam o número 60 
como foi apresentado nessa atividade.
 y Atividade 3: Nessa atividade, os alunos 
poderão realizar a contagem da maneira 
que desejarem. Espera-se que eles contem 
utilizando o agrupamento em dezenas.
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 2 SEPARE OS OBJETOS EM GRUPOS DE 10 E, 
DEPOIS, COMPLETE AS SENTENÇAS.
A. 
40 UNIDADES 5 4 DEZENAS
4 GRUPOS DE 10 UNIDADES
10 1 10 1 10 1 10 5 40 (QUARENTA)
B. 
A. QUANTOS TORCEDORES HÁ NA CENA ACIMA? 30 torcedores. 
B. ESSE NÚMERO CORRESPONDE A QUANTAS DEZENAS 
DE TORCEDORES? 3 dezenas. 
Agrupamentos 
possíveis:
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50 UNIDADES 5 5 DEZENAS
5 GRUPOS DE 10 UNIDADES
10 1 10 1 10 1 10 1 10 5 50 (CINQUENTA)
 3 OS TORCEDORES ESTÃO ESPERANDO PELO INÍCIO DE UM 
JOGO DE BASQUETE. OBSERVE.
REPRESENTAÇÃO 
SEM PROPORÇÃO 
DE TAMANHO 
ENTRE OS 
ELEMENTOS.
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DEZENAS INTEIRAS 
 1 AS PEÇAS DO MATERIAL DOURADO ABAIXO ESTÃO 
REPRESENTANDO DEZENAS INTEIRAS. OBSERVE-AS E 
CONTINUE COMPLETANDO.
1 GRUPO DE 10 UNIDADES.
1 DEZENA OU 10 (DEZ) UNIDADES.
 2 GRUPOS DE 10 UNIDADES.
 2 DEZENAS OU 20 (VINTE) 
UNIDADES.
 4 GRUPOS DE 10 UNIDADES.
 4 DEZENAS OU 40 
(QUARENTA) UNIDADES.
 6 GRUPOS DE 10 UNIDADES.
 6 DEZENAS OU 60 
(SESSENTA) UNIDADES.
 8 GRUPOS DE 10 UNIDADES.
 8 DEZENAS OU 80 
(OITENTA) UNIDADES.
 9 GRUPOS DE 10 UNIDADES.
 9 DEZENAS OU 90 (NOVENTA) 
UNIDADES.
 5 GRUPOS DE 10 UNIDADES.
 5 DEZENAS OU 50 
(CINQUENTA) UNIDADES.
 7 GRUPOS DE 10 UNIDADES.
 7 DEZENAS OU 70 (SETENTA) 
UNIDADES.
 3 GRUPOS DE 10 UNIDADES.
 3 DEZENAS OU 30 (TRINTA) 
UNIDADES.
OS NÚMEROS 10, 20, 30, 40, 50, 60, 70, 80 E 90 SÃO 
DEZENAS INTEIRAS.
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28 vinte e oito
020A029_AJM2_LA_PNLD23_C01.indd 28 5/24/21 8:47 AM Atividade complementar
 y Promova uma roda de conversa com os 
alunos e faça perguntas como: “Quan-
tas dezenas de alunos temos na sala 
de aula?”; “Quantas dezenas de alunos 
vocês acham que existem em duas sa-
las de aula? E em três?”. É interessante 
providenciar a lista de chamada de ou-
tras turmas para que os alunos possam 
conferir as estimativas que fizeram.
29Números Capítulo 1
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 3 MARIA GANHOU UMA CARTELA COM 40 ADESIVOS E JÁ COLOU 
10 NO CADERNO. QUANTOS ADESIVOS AINDA HÁ NA CARTELA?
A. COMO VOCÊ RESOLVERIA ESSE PROBLEMA? 
B. COMPLETE AS LACUNAS ABAIXO.
40 ADESIVOS SÃO 4 DEZENAS DE ADESIVOS, E 
10 ADESIVOS SÃO 1 DEZENA DE ADESIVOS.
PODEMOS PENSAR QUE 4 DEZENAS MENOS 1 DEZENA 
É IGUAL A 3 DEZENAS, POIS 4 2 1 5 3 .
Resposta pessoal.
40 2 10 5  30 
4 DEZENAS 1 DEZENA 3 DEZENAS
NA CARTELA AINDA HÁ 30 ADESIVOS.
 4 CARINA FEZ 80 BRIGADEIROS PARA VENDER NA FESTA DA 
PRIMAVERA. SABENDO QUE SOBRARAM 60 BRIGADEIROS, 
QUANTOS BRIGADEIROS CARINA VENDEU?
CARINA VENDEU 20 BRIGADEIROS.
 5 CALCULE E ESCREVA O RESULTADO DE CADA OPERAÇÃO.
A. 10 1 30 5 40 
B. 20 1 20 5 40 
C. 70 1 10 5 80 
D. 40 1 50 5 90 
E. 50 2 20 5 30 
F. 70 2 30 5 40 
G. 80 2 80 5 0 
H. 90 2 40 5 50 
Cálculo possível: 80 2 60 5 20
31trintA E um
030A037_AJM2_LA_PNLD23_C01.indd 31 5/24/21 9:00 AM
ADIÇÃO E SUBTRAÇÃO COM DEZENAS INTEIRAS 
 1 IVANA E ALDO GUARDARAM 
BOLAS DE GUDE EM 
SAQUINHOS COM 10 BOLAS 
CADA UM. ELES MONTARAM 
3 SAQUINHOS COM BOLAS 
AZUIS E 4 SAQUINHOS COM 
BOLAS VERDES. 
A. COMO VOCÊ FARIA PARA SABER QUANTAS BOLAS 
DE GUDE IVANA E ALDO GUARDARAM AO TODO? 
B. LEIA O TEXTO E, DEPOIS, E COMPLETE AS LACUNAS.
EM 3 SAQUINHOS COM 10 BOLAS AZUIS, HÁ 3 DEZENAS DE 
BOLAS AZUIS.
EM 4 SAQUINHOS COM 10 BOLAS VERDES, HÁ 4 DEZENAS 
DE BOLAS VERDES. 
PODEMOS PENSAR QUE 3 DEZENAS MAIS 4 DEZENAS É 
IGUAL A 7 DEZENAS PORQUE 3 1 4 5 7 .
Resposta pessoal.
30 1 40 5  70 
AO TODO, IVANA E ALDO GUARDARAM 70 BOLAS DE GUDE.
 2 OBSERVE A QUANTIDADE DE IOIÔS E PIÕES EM CADA 
EMBALAGEM E, DEPOIS, RESPONDA À QUESTÃO.
3 DEZENAS 4 DEZENAS 7 DEZENAS
 • QUANTOS BRINQUEDOS HÁ AO TODO? 60 brinquedos. 
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HABILIDADES DESENVOLVIDAS 
NO TEMA “ADIÇÃO E 
SUBTRAÇÃO COM DEZENAS 
INTEIRAS”
 » (EF02MA02) Fazer estimativas 
por meio de estratégias diver-
sas a respeito da quantidade de 
objetos de coleções e registrar 
o resultado da contagem desses 
objetos (até 1 000 unidades).
 » (EF02MA06) Resolver e elabo-
rar problemas de adição e de 
subtração, envolvendo números 
de até três ordens, com os sig-
nificados de juntar, acrescentar, 
separar, retirar, utilizando estra-
tégias pessoais.
Orientações didáticas
 y Nas atividades dessas páginas, os alu-
nos vão continuar trabalhando com o 
registro da contagem de elementos a 
partir do agrupamento desses elemen-
tos em dezenas inteiras. Além disso, 
eles vão utilizar a adição e a subtração 
de dezenas inteiras como estratégia na 
resolução de problemas. 
 y Atividades 1 e 2: Essas atividades en-
volvem a ideia de juntar da adição, e, 
para resolvê-las, podemos observar as 
duas partes que se quer juntar para for-
mar um todo. Ou seja, na atividade 1, as 
partes sãobolas de gude verdes e bo-
las de gude azuis, e a quantidade des-
conhecida é o todo (total de bolas de 
gude). Já na atividade 2, as partes são 
os ioiôs e os piões, e o todo é a quanti-
dade total de brinquedos. Para resolver 
a atividade 1, os alunos podem utilizar 
diferentes estratégias: contar todas as 
bolas da imagem; contar de 10  em  10, 
já que as bolas estão organizadas em 
grupos de 10; entre outras maneiras. Na 
ativi dade  2, os alunos não conseguem 
contar os brinquedos um a um, pois as 
caixas estão fechadas e não são trans-
parentes. Então, nesse caso, é possível 
que contem de 10 em 10 para responder 
à questão. É importante compartilhar e 
valorizar as diferentes estratégias utili-
zadas pelos alunos para resolver os pro-
blemas. Leve-os a perceber que adicio-
nar dezenas inteiras é um caminho mais 
rápido para resolver essas situações.
 y Atividades 3 e 4: Essas atividades en-
volvem a ideia de retirar da subtração. 
Na atividade 3, sabe-se que havia certa 
quantidade de adesivos e a quantida-
de que foi retirada. O mesmo aconte-
ce na atividade 4. Uma estratégia que 
os alunos podem adotar é desenhar a 
quantidade total de elementos, riscar 
os que foram retirados e contar os que 
sobraram. Compartilhe as estratégias 
utilizadas pelos alunos de modo que 
percebam que subtrair dezenas inteiras 
é o caminho mais rápido para resolver 
essas situações. Como forma de enri-
quecer as atividades, disponibilize as 
peças do Material Dourado para auxi-
liar os alunos na sistematização.
30 NúmerosCapítulo 1
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 3 MARIA GANHOU UMA CARTELA COM 40 ADESIVOS E JÁ COLOU 
10 NO CADERNO. QUANTOS ADESIVOS AINDA HÁ NA CARTELA?
A. COMO VOCÊ RESOLVERIA ESSE PROBLEMA? 
B. COMPLETE AS LACUNAS ABAIXO.
40 ADESIVOS SÃO 4 DEZENAS DE ADESIVOS, E 
10 ADESIVOS SÃO 1 DEZENA DE ADESIVOS.
PODEMOS PENSAR QUE 4 DEZENAS MENOS 1 DEZENA 
É IGUAL A 3 DEZENAS, POIS 4 2 1 5 3 .
Resposta pessoal.
40 2 10 5  30 
4 DEZENAS 1 DEZENA 3 DEZENAS
NA CARTELA AINDA HÁ 30 ADESIVOS.
 4 CARINA FEZ 80 BRIGADEIROS PARA VENDER NA FESTA DA 
PRIMAVERA. SABENDO QUE SOBRARAM 60 BRIGADEIROS, 
QUANTOS BRIGADEIROS CARINA VENDEU?
CARINA VENDEU 20 BRIGADEIROS.
 5 CALCULE E ESCREVA O RESULTADO DE CADA OPERAÇÃO.
A. 10 1 30 5 40 
B. 20 1 20 5 40 
C. 70 1 10 5 80 
D. 40 1 50 5 90 
E. 50 2 20 5 30 
F. 70 2 30 5 40 
G. 80 2 80 5 0 
H. 90 2 40 5 50 
Cálculo possível: 80 2 60 5 20
31trintA E um
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ADIÇÃO E SUBTRAÇÃO COM DEZENAS INTEIRAS 
 1 IVANA E ALDO GUARDARAM 
BOLAS DE GUDE EM 
SAQUINHOS COM 10 BOLAS 
CADA UM. ELES MONTARAM 
3 SAQUINHOS COM BOLAS 
AZUIS E 4 SAQUINHOS COM 
BOLAS VERDES. 
A. COMO VOCÊ FARIA PARA SABER QUANTAS BOLAS 
DE GUDE IVANA E ALDO GUARDARAM AO TODO? 
B. LEIA O TEXTO E, DEPOIS, E COMPLETE AS LACUNAS.
EM 3 SAQUINHOS COM 10 BOLAS AZUIS, HÁ 3 DEZENAS DE 
BOLAS AZUIS.
EM 4 SAQUINHOS COM 10 BOLAS VERDES, HÁ 4 DEZENAS 
DE BOLAS VERDES. 
PODEMOS PENSAR QUE 3 DEZENAS MAIS 4 DEZENAS É 
IGUAL A 7 DEZENAS PORQUE 3 1 4 5 7 .
Resposta pessoal.
30 1 40 5  70 
AO TODO, IVANA E ALDO GUARDARAM 70 BOLAS DE GUDE.
 2 OBSERVE A QUANTIDADE DE IOIÔS E PIÕES EM CADA 
EMBALAGEM E, DEPOIS, RESPONDA À QUESTÃO.
3 DEZENAS 4 DEZENAS 7 DEZENAS
 • QUANTOS BRINQUEDOS HÁ AO TODO? 60 brinquedos. 
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30 trintA
030A037_AJM2_LA_PNLD23_C01.indd 30 5/24/21 9:00 AM y Atividade 5: Para auxiliar no cálculo 
das operações dessa atividade, os alu-
nos poderão utilizar as barras do Mate-
rial Dourado ou palitos de sorvete para 
fazer a contagem.
Atividade complementar
 y Posicione duas carteiras na frente da 
sala de aula, de modo que os alunos 
possam circular entre elas. Espalhe so-
bre a primeira carteira 20 objetos (ou 
palitos de sorvete, ou outro material 
para contagem); sobre a segunda, 50. 
Solicite aos alunos que observem os 
objetos em cada carteira e estimem as 
duas quantidades de objetos. Depois, 
peça a um deles que os agrupe de dez 
em dez e conte quantos agrupamen-
tos conseguiu formar em cada caso. 
Questione-os sobre as estimativas que 
fizeram dessas quantidades e os resul-
tados obtidos pela contagem por agru-
pamento. Pergunte: “Qual é a quan-
tidade total de objetos sobre as duas 
carteiras?”; “Qual carteira tem mais 
objetos?”; “Quantos objetos ela tem a 
mais?”. Peça aos alunos que anotem no 
caderno os resultados obtidos e verifi-
que se eles responderam às perguntas 
corretamente.
31Números Capítulo 1
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 3 LEIA O TEXTO E, DEPOIS, COMPLETE A SENTENÇA E O QUADRO.
CADA VEZ QUE JUNTAMOS 10 DO MATERIAL DOURADO, 
PODEMOS TROCÁ-LOS POR 1  .
CADA GRUPO DE 10 UNIDADES CORRESPONDE A 1 DEZENA.
 4 DEZENAS E 5 UNIDADES
 40 1 5 5 45 (QUARENTA E CINCO)
 4 OBSERVE OS CLIPES QUE VITÓRIA E SAULO TÊM.
A. FAÇA UMA ESTIMATIVA E RESPONDA: QUEM VOCÊ ACHA 
QUE TEM MAIS CLIPES? Resposta pessoal. 
B. CONTE DA MANEIRA QUE PREFERIR E ANOTE QUANTOS 
CLIPES CADA CRIANÇA TEM.
47  VITÓRIA 36  SAULO
C. QUANTOS CLIPES UMA CRIANÇA TEM A MAIS QUE A OUTRA?
11 clipes.
D. COMO VOCÊ FEZ PARA RESPONDER AO ITEM C? 
CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR.
SAULOVITÓRIA
Resposta pessoal. 
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A. QUANTAS BLUSAS JOAQUIM FEZ? 
23 blusas.
B. COMO VOCÊ FEZ PARA DESCOBRIR QUANTAS 
BLUSAS ELE FEZ? CONVERSE COM OS COLEGAS 
E O PROFESSOR. 
 2 CONTORNE GRUPOS DE 10 PARA CONTAR AS BOLAS DE 
BASQUETE E, DEPOIS, COMPLETE AS SENTENÇAS.
NÚMEROS ATÉ 99 
 1 OBSERVE AS BLUSAS QUE JOAQUIM FEZ.
 3 DEZENAS E 5 UNIDADES
 30 1 5 5 35 (TRINTA E CINCO)
NO NÚMERO 35, O 3 É O ALGARISMO DAS DEZENAS E O 5 É O 
ALGARISMO DAS UNIDADES.
AO TODO, HÁ 35 BOLAS DE BASQUETE.
Resposta pessoal. 
Agrupamentos 
possíveis:
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HABILIDADES DESENVOLVIDAS 
NO TEMA “NÚMEROS ATÉ 99”
 » (EF02MA01) Comparar e ordenar 
números naturais (até a ordem 
de centenas) pela compreensão 
de características do sistema de 
numeração decimal (valor posi-
cional e função do zero).
 » (EF02MA02) Fazer estimativas 
por meio de estratégias diver-
sas a respeito da quantidade de 
objetos de coleções e registrar 
o resultado da contagem desses 
objetos (até 1 000 unidades).
 » (EF02MA03) Comparar quan-
tidades de objetos de dois con-
juntos, por estimativa e/ou por 
correspondência (um a um, dois 
a dois, entre outros), para indicar 
“tem mais”, “tem menos” ou “tem 
a mesma quantidade”, indican-
do, quando for o caso, quantos a 
mais e quantos a menos.
 » (EF02MA04) Compor e decom-
por números naturais de até três 
ordens, com suporte de material 
manipulável, por meio de diferen-
tes adições.
 » (EF02MA09) Construir sequên-
cias de números naturais em or-
dem crescente ou decrescente 
a partir de um número qualquer, 
utilizando uma regularidade esta-
belecida.
 » (EF02MA10) Descrever um pa-
drão (ou regularidade) de sequên- 
cias repetitivas e de sequências 
recursivas, por meio de palavras, 
símbolos ou desenhos.
 » (EF02MA11) Descrever os ele-
mentos ausentes em sequências 
repetitivas e em sequências re-
cursivas de números naturais, 
objetos ou figuras.
Roteiro de aula
A seguir, apresentamos uma sugestão de 
como desenvolver esse tema.
 y Confeccione vários cartões numerados 
de 0 a 99 em papel-cartão. 
 y Proponha aos alunos a ida ao pátio ou à 
quadra da escola.
 y Cite os procedimentos que devem ser 
respeitados no percurso da sala de aula 
até o espaço escolhido, como controlar 
o tom de voz para não atrapalhar outras 
turmas.
 y Distribua os cartões aleatoriamente entre 
os alunos,de modo que todos recebam a 
mesma quantidade. Permaneça com os 
cartões que sobrarem. 
 y Diga aos alunos que o objetivo é organi-
zar a sequência numérica de 0 a 99. 
 y Peça a eles que olhem os cartões que re-
ceberam, chame o aluno que está com o 
número 0 para iniciar a sequência e peça 
a ele que coloque o cartão no chão. En-
tão, os outros alunos devem posicionar os 
cartões numerados seguindo a ordem nu-
mérica. Durante a atividade, se surgirem 
dúvidas, solicite aos alunos que tentem 
solucioná-las, cooperando entre si. Su-
pervisione o trabalho, interferindo ape-
nas quando necessário.
 y Em seguida, proponha à turma que faça 
as atividades desse tema seguindo as 
orientações didáticas.
Orientações didáticas
 y As atividades desse tema trabalham com 
as estimativas de quantidade de objetos 
em uma coleção e o registro do resultado 
da contagem desses objetos; a compara-
ção de números naturais; a composição 
de números naturais; a comparação da 
quantidade de objetos de dois conjun-
tos; a descrição do padrão de sequência 
recursiva e a descrição de elementos au-
sentes de sequências desse tipo, assim 
como a construção de sequências em 
ordem crescente.
 y Atividade 1: Os alunos podem contar 
da maneira que quiserem a quantidade 
de blusas que Joaquim fez. No item b, 
32 NúmerosCapítulo 1
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 3 LEIA O TEXTO E, DEPOIS, COMPLETE A SENTENÇA E O QUADRO.
CADA VEZ QUE JUNTAMOS 10 DO MATERIAL DOURADO, 
PODEMOS TROCÁ-LOS POR 1  .
CADA GRUPO DE 10 UNIDADES CORRESPONDE A 1 DEZENA.
 4 DEZENAS E 5 UNIDADES
 40 1 5 5 45 (QUARENTA E CINCO)
 4 OBSERVE OS CLIPES QUE VITÓRIA E SAULO TÊM.
A. FAÇA UMA ESTIMATIVA E RESPONDA: QUEM VOCÊ ACHA 
QUE TEM MAIS CLIPES? Resposta pessoal. 
B. CONTE DA MANEIRA QUE PREFERIR E ANOTE QUANTOS 
CLIPES CADA CRIANÇA TEM.
47  VITÓRIA 36  SAULO
C. QUANTOS CLIPES UMA CRIANÇA TEM A MAIS QUE A OUTRA?
11 clipes.
D. COMO VOCÊ FEZ PARA RESPONDER AO ITEM C? 
CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR.
SAULOVITÓRIA
Resposta pessoal. 
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A. QUANTAS BLUSAS JOAQUIM FEZ? 
23 blusas.
B. COMO VOCÊ FEZ PARA DESCOBRIR QUANTAS 
BLUSAS ELE FEZ? CONVERSE COM OS COLEGAS 
E O PROFESSOR. 
 2 CONTORNE GRUPOS DE 10 PARA CONTAR AS BOLAS DE 
BASQUETE E, DEPOIS, COMPLETE AS SENTENÇAS.
NÚMEROS ATÉ 99 
 1 OBSERVE AS BLUSAS QUE JOAQUIM FEZ.
 3 DEZENAS E 5 UNIDADES
 30 1 5 5 35 (TRINTA E CINCO)
NO NÚMERO 35, O 3 É O ALGARISMO DAS DEZENAS E O 5 É O 
ALGARISMO DAS UNIDADES.
AO TODO, HÁ 35 BOLAS DE BASQUETE.
Resposta pessoal. 
Agrupamentos 
possíveis:
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32 trintA E Dois
030A037_AJM2_LA_PNLD23_C01.indd 32 5/24/21 9:00 AM observe se eles contaram as blusas de 
uma em uma ou se contaram usando 
agrupamentos de acordo com a cor 
delas ou, ainda, se fizeram outros tipos 
de agrupamento para contar. Registre 
na lousa as diferentes estratégias uti-
lizadas. Se nenhum aluno separou as 
blusas em grupos de 10, oriente-os a 
contorná-las formando esses grupos e 
pergunte se eles acharam que essa téc-
nica facilitou a contagem.
 y Atividade 2: Essa atividade também 
trabalha com a contagem, mas exige-se 
que os agrupamentos sejam feitos em 
dezenas para determinar a quantidade 
total de bolas, permitindo aos alunos 
que façam a composição e a decompo-
sição do número 35. 
 y Atividade 3: Retoma-se o uso do Ma-
terial Dourado no trabalho com a com-
posição e a decomposição de números 
em dezenas e em unidades. Se julgar 
oportuno, peça aos alunos que peguem 
as peças do Material Dourado que re-
cortaram e mostrem outras maneiras 
de decompor o número 45. Por exem-
plo, eles podem apresentar como res-
posta 20 e 25, 10 e 35, 30 e 15 e assim 
por diante
 y Atividade 4: Os alunos podem usar 
diferentes estratégias para descobrir 
quem tem mais clipes. Eles podem, por 
exemplo, riscar um clipe de Saulo para 
cada clipe de Vitória e, no final, contar 
quantos clipes sobraram sem riscar. No 
item d, compartilhe as respostas dos 
alunos para que eles possam conhe-
cer diferentes estratégias no cálculo 
de uma subtração que trabalha com a 
ideia de comparação.
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 7 PREENCHA O QUADRO COM OS NÚMEROS DE 51 A 98 
USANDO AS DESCOBERTAS QUE VOCÊ FEZ NA ATIVIDADE 6.
A. QUAIS NÚMEROS ESTÃO ENTRE 71 E 82?
72, 73, 74, 75, 76, 77, 78, 79, 80 e 81.
B. QUANTOS NÚMEROS VÊM DEPOIS DE 85 E ANTES DE 99? 
13 números.
 8 ESCREVA NOS VAGÕES OS NÚMEROS 18, 34, 15, 89, 56, 98, 5 
E 24 EM ORDEM CRESCENTE.
 9 ESCREVA NAS PEDRAS OS NÚMEROS 23, 67, 45, 83, 90, 50, 81 
E 7 EM ORDEM DECRESCENTE.
50 51 52 53 54 55 56 57 58 59
60 61 62 63 64 65 66 67 68 69
70 71 72 73 74 75 76 77 78 79
80 81 82 83 84 85 86 87 88 89
90 91 92 93 94 95 96 97 98 99
 5 15 18 24 34 56 89 98
90 83 81 67
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 5 DESENHE O MENOR NÚMERO DE FICHAS E PARA 
REPRESENTAR O NÚMERO 73.
 • EXISTEM OUTRAS FORMAS DE REPRESENTAR O 
NÚMERO 73 USANDO ESSAS FICHAS? CONVERSE 
COM OS COLEGAS E O PROFESSOR. 
 6 VEJA COMO O PROFESSOR ORGANIZOU OS NÚMEROS DE 
0 A 50 NA LOUSA. 
A. DE QUANTO EM QUANTO OS NÚMEROS AUMENTAM:
 • EM CADA LINHA? De 1 em 1. 
 • EM CADA COLUNA? De 10 em 10. 
B. OBSERVE NOVAMENTE OS NÚMEROS NA LOUSA E 
COMPLETE COM AS PALAVRAS UNIDADE OU DEZENA.
NAS LINHAS, DE UM NÚMERO PARA O SEGUINTE, 
AUMENTA O ALGARISMO CORRESPONDENTE À unidade .
NAS COLUNAS, DE UM NÚMERO PARA O SEGUINTE, 
AUMENTA O ALGARISMO CORRESPONDENTE À dezena .
COLUNA
LINHA
10 10 10 10 10 10 10 1 1 1
Espera-se que os alunos respondam que sim. 
Th
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ID
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 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9
 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19
 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29
 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39
 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49
 50
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030A037_AJM2_LA_PNLD23_C01.indd 34 5/24/21 9:00 AM y Atividade 5: Se possível, confeccione 
dez fichas com valor 10 e cem fichas 
com valor 1 para que os alunos as ma-
nuseiem antes de desenhar o que está 
sendo solicitado nessa atividade.
Quando os alunos manusearem as fi-
chas, é possível que descubram ou-
tras maneiras de compor e decompor 
o número 73. Caso isso não aconteça, 
dê um tempo para que a turma pen-
se em outras possibilidades. Depois, 
anote todas as respostas dos alunos na 
lousa para que observem as diferentes 
possibilidades. É possível representar o 
número 73 de diversas maneiras usan-
do essas fichas, por exemplo, usando 
setenta e três fichas de 1; seis fichas de 
10 e treze de 1; cinco fichas de 10 e vinte 
e três de 1, etc.
 y Atividade 6: No item a, os alunos devem 
identificar e descrever o padrão da se- 
quência de números de cada linha e 
depois de cada coluna. Oriente-os a 
observar a imagem de modo que per-
cebam o que acontece de um número 
para outro em cada linha. Em seguida, 
eles devem observar as colunas. Esse 
trabalho permite que eles observem 
características do Sistema de Numera-
ção Decimal e também a construção da 
sequência numérica de 0 a 50. 
 y Atividade 7: Essa atividade é comple-
mentar à atividade 6, pois dá continui-
dade à sequência de números após o 
número 50. Verifique e compartilhe as 
diferentes estratégias utilizadas pelos 
alunos para o preenchimento do quadro.
 y Atividades 8 e 9: Retoma-se a ordena-
ção de números em ordem crescente 
e decrescente. Se necessário, os alu-
nos podem consultar as sequências 
de números nas atividades 6 e 7. Se 
eles sentirem alguma dificuldade em 
resolver as atividades 8 e 9, pergunte: 
“Qual é o menor número entre os nú-
meros apresentados no enunciado? E o 
maior?”. Desse modo,os alunos pode-
rão posicionar corretamente o primeiro 
e o último número. Depois, eles podem 
riscar esses dois números do enunciado 
e repetir a pergunta e assim por diante, 
34 NúmerosCapítulo 1
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 7 PREENCHA O QUADRO COM OS NÚMEROS DE 51 A 98 
USANDO AS DESCOBERTAS QUE VOCÊ FEZ NA ATIVIDADE 6.
A. QUAIS NÚMEROS ESTÃO ENTRE 71 E 82?
72, 73, 74, 75, 76, 77, 78, 79, 80 e 81.
B. QUANTOS NÚMEROS VÊM DEPOIS DE 85 E ANTES DE 99? 
13 números.
 8 ESCREVA NOS VAGÕES OS NÚMEROS 18, 34, 15, 89, 56, 98, 5 
E 24 EM ORDEM CRESCENTE.
 9 ESCREVA NAS PEDRAS OS NÚMEROS 23, 67, 45, 83, 90, 50, 81 
E 7 EM ORDEM DECRESCENTE.
50 51 52 53 54 55 56 57 58 59
60 61 62 63 64 65 66 67 68 69
70 71 72 73 74 75 76 77 78 79
80 81 82 83 84 85 86 87 88 89
90 91 92 93 94 95 96 97 98 99
 5 15 18 24 34 56 89 98
90 83 81 67
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 5 DESENHE O MENOR NÚMERO DE FICHAS E PARA 
REPRESENTAR O NÚMERO 73.
 • EXISTEM OUTRAS FORMAS DE REPRESENTAR O 
NÚMERO 73 USANDO ESSAS FICHAS? CONVERSE 
COM OS COLEGAS E O PROFESSOR. 
 6 VEJA COMO O PROFESSOR ORGANIZOU OS NÚMEROS DE 
0 A 50 NA LOUSA. 
A. DE QUANTO EM QUANTO OS NÚMEROS AUMENTAM:
 • EM CADA LINHA? De 1 em 1. 
 • EM CADA COLUNA? De 10 em 10. 
B. OBSERVE NOVAMENTE OS NÚMEROS NA LOUSA E 
COMPLETE COM AS PALAVRAS UNIDADE OU DEZENA.
NAS LINHAS, DE UM NÚMERO PARA O SEGUINTE, 
AUMENTA O ALGARISMO CORRESPONDENTE À unidade .
NAS COLUNAS, DE UM NÚMERO PARA O SEGUINTE, 
AUMENTA O ALGARISMO CORRESPONDENTE À dezena .
COLUNA
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10 10 10 10 10 10 10 1 1 1
Espera-se que os alunos respondam que sim. 
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 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9
 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19
 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29
 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39
 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49
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030A037_AJM2_LA_PNLD23_C01.indd 34 5/24/21 9:00 AM até que todos os números estejam cor-
retamente posicionados. Faça outras 
perguntas para investigar como os alu-
nos fazem comparações quando o al-
garismo das dezenas é igual.
Atividades complementares
 y Dite aos alunos um número e peça que 
registrem no caderno o número que vem 
logo depois do número ditado. Depois, 
mude a regra para que escrevam o nú-
mero imediatamente anterior ao núme-
ro ditado. A escrita dos números pode 
ser feita usando algarismos ou por ex-
tenso. De acordo com o desempenho 
dos alunos, eles podem utilizar ou não 
como apoio as sequências numéricas 
das atividades 6 e 7.
 y Os alunos podem treinar a contagem da 
sequência dos números de 0 a 99 co-
meçando de números preestabelecidos. 
Depois, podem seguir contando de dois 
em dois, de três em três, de cinco em 
cinco, de dez em dez e assim por diante.
35Números Capítulo 1
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 4 RECORTE O MATERIAL DOURADO DA PÁGINA 231. DEPOIS, 
REÚNA-SE COM UM COLEGA PARA FAZER O QUE SE PEDE.
UM ALUNO DEVE PEGAR AS PEÇAS DO MATERIAL DOURADO 
E REPRESENTAR UM NÚMERO ATÉ 99 COM ESSAS PEÇAS. 
EM SEGUIDA, O OUTRO ALUNO DEVE ESCREVER COM 
ALGARISMOS, NO CADERNO, O NÚMERO REPRESENTADO.
 5 QUAL É O NÚMERO QUE REPRESENTA:
A. 8 DEZENAS E 2 UNIDADES? 82 
B. 1 DEZENA A MAIS QUE O NÚMERO 20? 30 
C. 3 DEZENAS A MENOS QUE O NÚMERO 50? 20 
D. 1 DEZENA E 15 UNIDADES? 25 
 6 ESCREVA EM ORDEM CRESCENTE OS NÚMEROS QUE VOCÊ 
DESCOBRIU NA ATIVIDADE 5.
20, 25, 30 e 82. 
 7 DESCUBRA AS REGRAS DAS SEQUÊNCIAS NUMÉRICAS 
ABAIXO E CONTINUE COMPLETANDO CADA UMA.
A. 
B. 
C. 
0 3 6 9
87 77 67
12 15 18 21
57 47 37 27 17
Resposta pessoal.
22 24 28 30 32 3626 34
Ilu
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es
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R
37trintA E sEtE
030A037_AJM2_LA_PNLD23_C01.indd 37 5/24/21 9:00 AM
VAMOS RESOLVER!
 3 OBSERVE AS CAIXAS A SEGUIR E PINTE DA MESMA COR AS 
CAIXAS QUE CONTÊM QUANTIDADES IGUAIS.
 1 PINTE 10 BOLAS DE AZUL, 1 DEZENA DE BOLAS DE AMARELO 
E O RESTANTE DE VERMELHO. DEPOIS, COMPLETE.
AO TODO, HÁ 27 BOLAS.
 2 FAÇA O QUE SE PEDE EM CADA ITEM.
A. DESENHE MEIA DÚZIA DE BOLAS.
B. CONTORNE UMA DÚZIA DE CARRINHOS.
O aluno deve desenhar 6 bolas.
Pinturas possíveis:
Agrupamento possível:
cor 1cor 1
cor 1
cor 1
cor 1cor 2cor 2
cor 2 cor 2cor 3
cor 3 cor 3
Ilu
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 B
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azul amarelo vermelho
36 trintA E sEis
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HABILIDADES DESENVOLVIDAS 
NA SEÇÃO VAMOS RESOLVER!
 » (EF02MA01) Comparar e ordenar 
números naturais (até a ordem 
de centenas) pela compreensão 
de características do sistema de 
numeração decimal (valor posi-
cional e função do zero).
 » (EF02MA02) Fazer estimativas 
por meio de estratégias diversas 
a respeito da quantidade de ob-
jetos de coleções e registrar o 
resultado da contagem desses 
objetos (até 1 000 unidades).
 » (EF02MA04) Compor e decom-
por números naturais de até três 
ordens, com suporte de material 
manipulável, por meio de diferen-
tes adições.
 » (EF02MA09) Construir sequên-
cias de números naturais em or-
dem crescente ou decrescente 
a partir de um número qualquer, 
utilizando uma regularidade esta-
belecida.
 » (EF02MA11) Descrever os ele-
mentos ausentes em sequências 
repetitivas e em sequências re-
cursivas de números naturais, 
objetos ou figuras.
 » Representar números naturais de 
diferentes maneiras.
Orientações didáticas
 y As atividades propostas nessa seção 
permitem aos alunos ordenar números 
naturais; realizar contagens de quanti-
dade de objetos utilizando diferentes 
estratégias; compor e decompor núme- 
ros naturais; cons truir sequên cia de nú-
meros naturais em ordem crescente ou 
decrescente; descrever elementos au-
sentes em sequências numéricas a partir 
da descoberta de regularidades. Além 
disso, permitem que eles representem 
números de diversas maneiras. 
 y Essas atividades podem servir como 
verificação da aprendizagem, de modo 
que seja possível avaliar a necessidade 
de retomar determinado conteúdo, a 
fim de sanar possíveis defasagens de 
aprendizado antes de continuar o tra-
balho com o capítulo.
 y Atividade 1: O objetivo dessa atividade 
é verificar se os alunos compreenderam 
o significado de 1 dezena.
 y Atividade 2: Antes de realizar essa ati-
vidade, proponha a discussão sobre o 
conceito de dúzia e de meia dúzia como 
forma de verificação do que foi apren-
dido.
 y Atividade 3: O objetivo dessa atividade 
é verificar se os alunos relacionam cor-
retamente os números com sua escrita 
por extenso e com suas decomposi-
ções em dezenas e em unidades.
 y Atividade 4: Caso os alunos já tenham 
recortado o Material Dourado em uma 
atividade anterior, certifique-se de que 
ele esteja disponível para a realização 
dessa atividade. Um dos alunos esco-
lherá um número para representá-lo 
com o Material Dourado. Escolhido o 
número, ele terá que pensar como quer 
decompor o número para representá-
-lo. Por exemplo, se escolher represen-
tar o número 86, pode usar 7 barras e 
16 cubinhos. Essa representação equi-
vale à decomposição 86 5 70 1  16. O 
colega que vai escrever o número re-
presentado fará uma composição, pois 
partirá das peças para descobrir qual 
número está representado. Dessa for-
ma, ele estará fazendo a composição 
70 1 16 5 86. Depois que os alunos ter-
36 NúmerosCapítulo 1
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 4 RECORTE O MATERIAL DOURADO DA PÁGINA 231. DEPOIS, 
REÚNA-SE COM UM COLEGA PARA FAZER O QUE SE PEDE.
UM ALUNO DEVE PEGAR AS PEÇAS DO MATERIAL DOURADO 
E REPRESENTAR UM NÚMERO ATÉ 99 COM ESSAS PEÇAS. 
EM SEGUIDA, O OUTRO ALUNO DEVE ESCREVER COM 
ALGARISMOS, NO CADERNO, O NÚMERO REPRESENTADO.
 5 QUAL É O NÚMERO QUE REPRESENTA:
A. 8 DEZENAS E 2 UNIDADES? 82 
B. 1 DEZENA A MAIS QUE O NÚMERO 20? 30 
C. 3 DEZENAS A MENOS QUE O NÚMERO 50? 20 
D. 1 DEZENA E 15 UNIDADES?25 
 6 ESCREVA EM ORDEM CRESCENTE OS NÚMEROS QUE VOCÊ 
DESCOBRIU NA ATIVIDADE 5.
20, 25, 30 e 82. 
 7 DESCUBRA AS REGRAS DAS SEQUÊNCIAS NUMÉRICAS 
ABAIXO E CONTINUE COMPLETANDO CADA UMA.
A. 
B. 
C. 
0 3 6 9
87 77 67
12 15 18 21
57 47 37 27 17
Resposta pessoal.
22 24 28 30 32 3626 34
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VAMOS RESOLVER!
 3 OBSERVE AS CAIXAS A SEGUIR E PINTE DA MESMA COR AS 
CAIXAS QUE CONTÊM QUANTIDADES IGUAIS.
 1 PINTE 10 BOLAS DE AZUL, 1 DEZENA DE BOLAS DE AMARELO 
E O RESTANTE DE VERMELHO. DEPOIS, COMPLETE.
AO TODO, HÁ 27 BOLAS.
 2 FAÇA O QUE SE PEDE EM CADA ITEM.
A. DESENHE MEIA DÚZIA DE BOLAS.
B. CONTORNE UMA DÚZIA DE CARRINHOS.
O aluno deve desenhar 6 bolas.
Pinturas possíveis:
Agrupamento possível:
cor 1cor 1
cor 1
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cor 1cor 2cor 2
cor 2 cor 2cor 3
cor 3 cor 3
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030A037_AJM2_LA_PNLD23_C01.indd 36 5/24/21 9:00 AM minarem a atividade, pode-se escolher 
um número (99, por exemplo) e pedir 
a eles que, com as peças do Material 
Dourado, representem diferentes com-
posições desse número e as escrevam 
no caderno. Algumas possibilidades são: 
8 barras e 19 cubinhos (80 1 19 5 99) 
9 barras e 9 cubinhos (90 1 9 5 99) 
7 barras e 29 cubinhos (70 1 29 5 99) 
6 barras e 39 cubinhos (60 1 39 5 99)
Em seguida, oriente os alunos a guardar 
as peças do material complementar, pois 
elas serão usadas em outras atividades.
 y Atividades 5 e 6: Essas atividades ex-
ploram as diferentes representações de 
um mesmo valor numérico e a ordena-
ção desses valores. Aproveite para soli-
citar aos alunos que representem esses 
números utilizando as peças do Mate-
rial Dourado.
 y Atividade 7: Peça aos alunos que des-
crevam oralmente o padrão identificado 
em cada sequência. Se julgar necessá-
rio, solicite que escrevam, no caderno, 
os padrões que encontraram. 
Para complementa
r
Jogo de bingo e as 
regularidades do sistema 
de numeração. Nova Escola, 
2 set. 2017. Disponível em: 
https://novaescola.org.br/
conteudo/6330/jogo-de-
bingo-e-as-regularidades-
do-sistema-de-numeracao. 
Acesso em: 12 jun. 2021.
O objetivo desse jogo é uti-
lizar as dezenas inteiras como 
fonte de informação para a lei-
tura de um número, bem como 
relacionar a sequência oral e a 
escrita. É possível adaptá-lo às 
necessidades da turma.
37Números Capítulo 1
010A045_AJM2_MP_PNLD23_C01.indd 37 6/21/21 11:02 AM
https://novaescola.org.br/conteudo/6330/jogo-de-bingo-e-as-regularidades-do-sistema-de-numeracao
https://novaescola.org.br/conteudo/6330/jogo-de-bingo-e-as-regularidades-do-sistema-de-numeracao
https://novaescola.org.br/conteudo/6330/jogo-de-bingo-e-as-regularidades-do-sistema-de-numeracao
https://novaescola.org.br/conteudo/6330/jogo-de-bingo-e-as-regularidades-do-sistema-de-numeracao
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REPRESENTAÇÃO NO ÁBACO 
 1 FLÁVIA ESTÁ APRENDENDO A REPRESENTAR NÚMEROS 
USANDO O ÁBACO DE PINOS.
A PROFESSORA FALOU QUE A LETRA C INDICA A 
ORDEM DAS CENTENAS E QUE VAMOS APRENDER 
MAIS SOBRE ESSA ORDEM AINDA NESTE ANO.
A LETRA U INDICA QUE O PINO REPRESENTA A 
ORDEM DAS UNIDADES, E A LETRA D INDICA QUE 
O PINO REPRESENTA A ORDEM DAS DEZENAS.
AGORA, VEJA O NÚMERO QUE ELA REPRESENTOU NO 
ÁBACO DE PINOS. 
 • IDENTIFIQUE O NÚMERO REPRESENTADO NO 
ÁBACO AO LADO E, DEPOIS, COMPLETE.
HÁ 4 ARGOLAS NO PINO DAS DEZENAS 
E 2 ARGOLAS NO PINO DAS UNIDADES. 
40 1 2 5 42 
NO ÁBACO, ESTÁ REPRESENTADO O NÚMERO 42 .
 2 DESENHE ARGOLAS NOS ÁBACOS ILUSTRADOS A SEGUIR 
PARA REPRESENTAR OS NÚMEROS INDICADOS.
A. 60 B. 47 C. 74 
HÁ 2 ARGOLAS NO PINO DAS DEZENAS 
E 5 ARGOLAS NO PINO DAS UNIDADES. 
ISSO REPRESENTA 2 DEZENAS E 
5 UNIDADES, OU SEJA, 25.
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39TRINTA E NOVE
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DECOMPOSIÇÃO DE UM NÚMERO 
 1 ADRIANA ESTÁ REPRESENTANDO NÚMEROS COM O MATERIAL 
DOURADO. OBSERVE. 
 5 UNIDADES
 1 UNIDADE 9 UNIDADES
 2 DEZENAS OU 20 UNIDADES
 5 DEZENAS 
OU 50 UNIDADES
 8 DEZENAS 
OU 80 UNIDADES
A. QUAL NÚMERO ADRIANA REPRESENTOU COM O 
MATERIAL DOURADO? 25 
B. REPRESENTE ESSE NÚMERO NO QUADRO E COMPLETE.
PODEMOS FAZER UMA DECOMPOSIÇÃO DO NÚMERO 25 DA 
SEGUINTE MANEIRA: 25 5 20 1 5
 2 COMPLETE AS DECOMPOSIÇÕES COM OS NÚMEROS QUE 
ESTÃO FALTANDO.
A. 5 1 B. 8 9
51 5 50 1 1 89 5 80 1 9 
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2 5
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38 TRINTA E OITO
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HABILIDADES DESENVOLVIDAS 
NO TEMA “DECOMPOSIÇÃO 
DE UM NÚMERO”
 »Representar números naturais de 
diferentes maneiras.
 »Decompor números naturais com 
ou sem suporte do quadro de or-
dens e por meio da adição.
Orientações didáticas
 y As atividades dessa página permitem 
aos alunos representar um número natu-
ral com o Material Dourado e no quadro 
de ordens, utilizando a decomposição 
em dezenas e em unidades. Também é 
trabalhado o valor posicional dos alga-
rismos nos números observados.
 y Atividades 1 e 2: O objetivo dessas 
atividades é trabalhar com a decom-
posição dos números de duas ordens 
em dezenas e em unidades e eviden-
ciar para os alunos que é possível 
representar um número como uma 
adição de dezenas inteiras com unida-
des. A decomposição em dezenas e 
em unidades facilita o cálculo mental. 
Amplie as atividades escrevendo na 
lousa os números 25 e 52 e pergunte 
aos alunos o que eles têm de pareci-
do e o que têm de diferente. Espera-se 
que eles percebam que ambos têm os 
mesmos algarismos; entretanto, os al-
garismos 2 e 5 ora estão na ordem das 
unidades, ora estão na ordem das deze-
nas. Os alunos não precisam usar essa 
nomenclatura, apenas começar a per-
ceber que o valor de um algarismo no 
número depende de sua posição.
Atividade complementar
 y Providencie o Material Dourado para os 
alunos e peça que representem outros 
números de duas ordens. Depois, solici-
te que escrevam os números represen-
tados no caderno utilizando um qua-
dro, como na atividade 1, e em forma de 
adição, como na atividade 2.
38 NúmerosCapítulo 1
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REPRESENTAÇÃO NO ÁBACO 
 1 FLÁVIA ESTÁ APRENDENDO A REPRESENTAR NÚMEROS 
USANDO O ÁBACO DE PINOS.
A PROFESSORA FALOU QUE A LETRA C INDICA A 
ORDEM DAS CENTENAS E QUE VAMOS APRENDER 
MAIS SOBRE ESSA ORDEM AINDA NESTE ANO.
A LETRA U INDICA QUE O PINO REPRESENTA A 
ORDEM DAS UNIDADES, E A LETRA D INDICA QUE 
O PINO REPRESENTA A ORDEM DAS DEZENAS.
AGORA, VEJA O NÚMERO QUE ELA REPRESENTOU NO 
ÁBACO DE PINOS. 
 • IDENTIFIQUE O NÚMERO REPRESENTADO NO 
ÁBACO AO LADO E, DEPOIS, COMPLETE.
HÁ 4 ARGOLAS NO PINO DAS DEZENAS 
E 2 ARGOLAS NO PINO DAS UNIDADES. 
40 1 2 5 42 
NO ÁBACO, ESTÁ REPRESENTADO O NÚMERO 42 .
 2 DESENHE ARGOLAS NOS ÁBACOS ILUSTRADOS A SEGUIR 
PARA REPRESENTAR OS NÚMEROS INDICADOS.
A. 60 B. 47 C. 74 
HÁ 2 ARGOLAS NO PINO DAS DEZENAS 
E 5 ARGOLAS NO PINO DAS UNIDADES. 
ISSO REPRESENTA 2 DEZENAS E 
5 UNIDADES, OU SEJA, 25.
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DECOMPOSIÇÃO DE UM NÚMERO 
 1 ADRIANA ESTÁ REPRESENTANDO NÚMEROS COM O MATERIAL 
DOURADO. OBSERVE. 
 5 UNIDADES
 1 UNIDADE 9 UNIDADES
 2 DEZENAS OU 20 UNIDADES
 5 DEZENAS 
OU 50 UNIDADES
 8 DEZENAS 
OU 80 UNIDADES
A. QUAL NÚMERO ADRIANA REPRESENTOU COM O 
MATERIAL DOURADO? 25 
B. REPRESENTE ESSE NÚMERO NO QUADRO E COMPLETE.
PODEMOS FAZER UMA DECOMPOSIÇÃO DO NÚMERO 25 DA 
SEGUINTE MANEIRA: 25 5 20 1 5
 2 COMPLETE AS DECOMPOSIÇÕES COM OS NÚMEROS QUE 
ESTÃO FALTANDO.
A. 5 1 B. 8 9
51 5 50 1 1 89 5 80 1 9 
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HABILIDADE DESENVOLVIDANO 
TEMA “REPRESENTAÇÃO 
NO ÁBACO”
 » Representar números naturais de 
diferentes maneiras.
Orientações didáticas
 y Antes de iniciar as atividades dessa 
página, apresente o ábaco aos alunos 
como uma invenção para facilitar os 
cálculos. Se julgar oportuno, solicite a 
eles que tragam materiais para a cons-
trução de um ábaco de pinos: uma cai-
xa de ovos vazia; uma folha avulsa de 
papel ou de jornal; três palitos de ma-
deira sem ponta; uma tesoura com pon-
tas arredondadas; cola ou fita adesiva. 
Para confeccionar as argolas do ábaco, 
enrole a folha em um lápis e dê diver-
sas voltas até formar um canudo bem 
firme. Cole ou aplique fita adesiva em 
todo o comprimento da folha. Retire o 
lápis e recorte o canudo em argolas de 
2 centímetros cada uma. Faça no míni-
mo trinta argolas. Recorte a caixa de 
ovos conforme a figura a seguir.
 
Faça três furos no fundo da caixa, fixan-
do os palitos com firmeza nesses furos. 
Escreva as letras C (centena), D (dezena) 
e U (unidade) na lateral da caixa, e seu 
ábaco de pinos está pronto.
 
 y Atividades 1 e 2: Essas atividades per-
mitem aos alunos representar os núme-
ros no ábaco. Por enquanto, eles vão 
representar apenas números de dois 
algarismos; mais adiante, porém, o tra-
balho será feito com números de três 
algarismos. Se os alunos construíram o 
ábaco, amplie as atividades propondo 
um ditado de números. Você diz o nú-
mero, e eles o representam no ábaco 
que construíram. Depois, você repre-
senta um número no ábaco para que os 
alunos digam o número representado.
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39Números Capítulo 1
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 3 COMPLETE A SEQUÊNCIA DE NÚMEROS DO QUADRO ABAIXO.
60 61 62 63 64 65 66 67 68 69
70 71 72 73 74 75 76 77 78 79
80 81 82 83 84 85 86 87 88 89
EM CADA ITEM, COMPARE OS NÚMEROS E PINTE O MAIOR.
A. 
B. 
C. 
D. 
E. 
F. 
 4 ESCREVA OS NÚMEROS QUE ESTÃO FALTANDO PARA 
COMPLETAR A SEQUÊNCIA EM ORDEM CRESCENTE. 
84 61 87 78
76 92 60 70
83 73 68 63
A. QUAL NÚMERO VEM IMEDIATAMENTE ANTES DO 93? 92 
B. QUAL NÚMERO VEM LOGO DEPOIS DO NÚMERO 96? 97 
91 93 96 92 94 95 97 98 99 
Th
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ID
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O NÚMERO 92 TEM UMA UNIDADE A MENOS QUE O 
NÚMERO 93. DIZEMOS QUE 92 É O ANTECESSOR DE 93.
O NÚMERO 97 TEM UMA UNIDADE A MAIS QUE O NÚMERO 
96. DIZEMOS QUE 97 É O SUCESSOR DE 96.
 5 COMPLETE OS ESPAÇOS COM O ANTECESSOR E O SUCESSOR 
DE CADA UM DOS NÚMEROS ABAIXO.
A. 88 89 90 B. 49 50 51 
41QUARENTA E UM
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COMPARANDO NÚMEROS
 1 PEDRO E HENRIQUE 
TERMINARAM A RODADA 
DE UM JOGO NO 
VIDEOGAME. OBSERVE 
A CENA AO LADO.
A. AS PONTUAÇÕES FINAIS DE PEDRO E DE HENRIQUE 
ESTÃO REPRESENTADAS ABAIXO. IDENTIFIQUE A QUEM 
CORRESPONDE CADA REPRESENTAÇÃO.
 Henrique. Pedro. 
B. NESSE JOGO, VENCE QUEM FAZ MAIS PONTOS. 
QUEM VENCEU O JOGO? COMO VOCÊ FEZ PARA 
DESCOBRIR? CONVERSE COM OS COLEGAS 
E O PROFESSOR.
 2 OBSERVE A QUANTIDADE 
DE APONTADORES E DE 
BORRACHAS QUE 
RAFAEL TEM NO ESTOQUE 
DE SUA PAPELARIA. 
HÁ MAIS APONTADORES 
OU MAIS BORRACHAS? 
Mais borrachas. 
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Henrique. Resposta pessoal. 
40 QUARENTA
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HABILIDADES DESENVOLVIDAS 
NO TEMA “COMPARANDO 
NÚMEROS”
 » (EF02MA01) Comparar e ordenar 
números naturais (até a ordem 
de centenas) pela compreensão 
de características do sistema de 
numeração decimal (valor posi-
cional e função do zero).
 » (EF02MA03) Comparar quan-
tidades de objetos de dois con-
juntos, por estimativa e/ou por 
correspondência (um a um, dois 
a dois, entre outros), para indicar 
“tem mais”, “tem menos” ou “tem 
a mesma quantidade”, indican-
do, quando for o caso, quantos a 
mais e quantos a menos.
 » (EF02MA09) Construir sequên-
cias de números naturais em or-
dem crescente ou decrescente 
a partir de um número qualquer, 
utilizando uma regularidade esta-
belecida.
 » (EF02MA11) Descrever os ele-
mentos ausentes em sequências 
repetitivas e em sequências re-
cursivas de números naturais, 
objetos ou figuras.
Orientações didáticas
 y Antes de iniciar as atividades dessas 
páginas, se julgar necessário, retome 
com os alunos a representação de nú-
meros utilizando as peças do Material 
Dourado. Relembre que cada cubinho 
corresponde a uma unidade e que cada 
barra, a uma dezena.
 y As atividades dessas páginas permitem 
aos alunos comparar números natu-
rais; comparar quantidades de obje-
tos de dois conjuntos, por estimativa 
e/ou por correspondência um a um; 
construir sequências de números natu-
rais em ordem crescente; e descrever 
elementos ausentes em sequências nu-
méricas. 
 y Atividade 1: Essa atividade explora a 
ideia de comparação utilizando o Ma-
terial Dourado. No item b, para fazer a 
comparação dos números 52 e 97, os 
alunos podem se apoiar em suas re-
presentações com as peças do Material 
Dourado e reconhecer, por exemplo, 
que são usadas mais barras para repre-
sentar o número 97 que para represen-
tar o número 52. Compartilhar as estra-
tégias que os alunos utilizaram amplia o 
repertório de comparação.
 y Atividade 2: Essa atividade utiliza re-
presentações de dezenas. Como forma 
de auxílio na contagem, oriente os alu-
nos a contar as dezenas. Mostre a eles 
que os objetos estão em caixas com 
a mesma quantidade de dezenas em 
cada uma, facilitando a comparação 
das quantidades.
 y Atividade 3: Essa atividade retoma e 
reforça a sequência de números natu-
rais de 60 a 89 já abordada na ativi-
dade 7 da página 35. Para completar 
o quadro, os alunos vão construir uma 
sequência crescente que aumenta de 
um em um, descrevendo os elementos 
ausentes dessa sequência. Depois de 
completar o quadro, eles podem usá-
-lo para fazer a comparação dos nú-
meros dos itens da atividade.
 y Atividade 4: Essa atividade trabalha 
com a identificação de regularidades 
nas sequências numéricas e a apresen-
40 NúmerosCapítulo 1
010A045_AJM2_MP_PNLD23_C01.indd 40 6/21/21 11:03 AM
A
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IO
 D
ID
ÁT
IC
O
 3 COMPLETE A SEQUÊNCIA DE NÚMEROS DO QUADRO ABAIXO.
60 61 62 63 64 65 66 67 68 69
70 71 72 73 74 75 76 77 78 79
80 81 82 83 84 85 86 87 88 89
EM CADA ITEM, COMPARE OS NÚMEROS E PINTE O MAIOR.
A. 
B. 
C. 
D. 
E. 
F. 
 4 ESCREVA OS NÚMEROS QUE ESTÃO FALTANDO PARA 
COMPLETAR A SEQUÊNCIA EM ORDEM CRESCENTE. 
84 61 87 78
76 92 60 70
83 73 68 63
A. QUAL NÚMERO VEM IMEDIATAMENTE ANTES DO 93? 92 
B. QUAL NÚMERO VEM LOGO DEPOIS DO NÚMERO 96? 97 
91 93 96 92 94 95 97 98 99 
Th
am
ire
s 
Pa
re
de
s/
ID
/B
R
O NÚMERO 92 TEM UMA UNIDADE A MENOS QUE O 
NÚMERO 93. DIZEMOS QUE 92 É O ANTECESSOR DE 93.
O NÚMERO 97 TEM UMA UNIDADE A MAIS QUE O NÚMERO 
96. DIZEMOS QUE 97 É O SUCESSOR DE 96.
 5 COMPLETE OS ESPAÇOS COM O ANTECESSOR E O SUCESSOR 
DE CADA UM DOS NÚMEROS ABAIXO.
A. 88 89 90 B. 49 50 51 
41QUARENTA E UM
038A045_AJM2_LA_PNLD23_C01.indd 41 5/24/21 9:33 AM
COMPARANDO NÚMEROS
 1 PEDRO E HENRIQUE 
TERMINARAM A RODADA 
DE UM JOGO NO 
VIDEOGAME. OBSERVE 
A CENA AO LADO.
A. AS PONTUAÇÕES FINAIS DE PEDRO E DE HENRIQUE 
ESTÃO REPRESENTADAS ABAIXO. IDENTIFIQUE A QUEM 
CORRESPONDE CADA REPRESENTAÇÃO.
 Henrique. Pedro. 
B. NESSE JOGO, VENCE QUEM FAZ MAIS PONTOS. 
QUEM VENCEU O JOGO? COMO VOCÊ FEZ PARA 
DESCOBRIR? CONVERSE COM OS COLEGAS 
E O PROFESSOR.
 2 OBSERVE A QUANTIDADE 
DE APONTADORES E DE 
BORRACHAS QUE 
RAFAEL TEM NO ESTOQUE 
DE SUA PAPELARIA. 
HÁ MAIS APONTADORES 
OU MAIS BORRACHAS? 
Mais borrachas. 
Ilu
st
ra
çõ
es
: T
ha
m
ire
s 
Pa
re
de
s/
ID
/B
R
ID
/B
R
Henrique. Resposta pessoal. 
40 QUARENTA
038A045_AJM2_LA_PNLD23_C01.indd 40 25/05/2021 19:06 tação dos termos “antecessor” e “su-
cessor”, a fim de ampliar o vocabulário 
dos alunos para descrever os elementos 
ausentes de uma sequência numérica.
 y Atividade 5:Nessa atividade, aplicam-
-se os conceitos aprendidos na ativida-
de 4, referente a sucessor e a anteces-
sor. O quadro da atividade 3 pode ser 
utilizado como ferramenta na realiza-
ção dessa atividade.
Atividade complementar
 y Organize a turma em grupos de qua-
tro alunos. Com folhas de papel sulfite, 
confeccione cartas com números de 1 a 
99 e proponha um jogo em que o aluno 
que tirar a maior carta ganha um ponto. 
Vence o jogo quem conseguir dez pon-
tos primeiro.
41Números Capítulo 1
010A045_AJM2_MP_PNLD23_C01.indd 41 14/07/21 08:32
A
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O
DADOS OBTIDOS POR GÍLSON.
A. CONTE OS BICHOS DE PELÚCIA E COMPLETE A 
TABELA ABAIXO.
B. QUAL BICHO GÍLSON RECEBEU EM MAIOR QUANTIDADE 
NESSA ENTREGA? Tigre. 
C. QUAL BICHO GÍLSON RECEBEU EM MENOR QUANTIDADE 
NESSA ENTREGA? Jacaré. 
D. QUANTOS TIGRES E JACARÉS ELE RECEBEU NO TOTAL?
12 tigres e jacarés.
E. QUANTAS GIRAFAS E LEÕES ELE RECEBEU NO TOTAL? 
12 girafas e leões. 
F. QUANTOS BICHOS DE PELÚCIA GÍLSON RECEBEU NESSA 
ENTREGA? 24 bichos de pelúcia. 
BICHOS DE PELÚCIA RECEBIDOS
BICHO GIRAFA LEÃO TIGRE JACARÉ
QUANTIDADE 7 5 8 4
 2 GÍLSON  TEM UMA LOJA DE BRINQUEDOS E ACABOU DE 
RECEBER UMA ENTREGA DE BICHOS DE PELÚCIA.
Th
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Pa
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/B
R
43QUARENTA E TRÊS
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PROBABILIDADE E ESTATÍSTIC
A
A. COMPLETE A TABELA COM AS INFORMAÇÕES 
FORNECIDAS NO ENUNCIADO.
B. QUAL FOI O MATERIAL ESCOLAR QUE FERNANDA MAIS 
VENDEU NESSE DIA? Borracha. 
C. QUAL FOI O MATERIAL ESCOLAR QUE FERNANDA MENOS 
VENDEU NESSE DIA? Lapiseira. 
DADOS OBTIDOS POR FERNANDA.
MATERIAL ESCOLAR VENDIDO
MATERIAL QUANTIDADE
LÁPIS 32
CANETA 53
LAPISEIRA 24
BORRACHA 61
CONSTRUÇÃO E INTERPRETAÇÃO DE TABELAS
 1 FERNANDA TRABALHA EM UMA PAPELARIA E ESTÁ 
CONFERINDO QUANTOS MATERIAIS ESCOLARES ELA 
VENDEU EM UM DIA. ELA VENDEU 32 LÁPIS, 53 CANETAS, 
24 LAPISEIRAS E 61 BORRACHAS.
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42 QUARENTA E DOIS
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HABILIDADE DESENVOLVIDA 
NA SEÇÃO PROBABILIDADE 
E ESTATÍSTICA
 » (EF02MA22) Comparar informa-
ções de pesquisas apresenta-
das por meio de tabelas [simples 
e] de dupla entrada e em gráfi-
cos de colunas simples ou bar-
ras, para melhor compreender 
aspectos da realidade próxima.
Roteiro de aula
A seguir, apresentamos uma sugestão de 
como desenvolver essa seção.
 y Faça a seguinte pergunta aos alunos: 
“Quantos irmãos você tem?”. 
 y Peça a eles sugestões de como regis-
trar as respostas obtidas e escreva-as 
na lousa.
 y Verifique se entre as sugestões apon-
tadas por eles a tabela é uma delas. Em 
caso afirmativo, construa a tabela com 
os alunos e certifique-se de que eles 
conhecem o significado de cada um 
dos elementos dela: título, linhas, colu-
nas e fonte. Se eles não a mencionarem, 
mostre essa possibilidade de organiza-
ção de dados.
 y Peça aos alunos que observem a tabe-
la construída e questione-os: “Quantos 
alunos da classe têm um irmão?”. 
 y Em seguida, proponha aos alunos que se 
reúnam em trios e elaborem duas ques-
tões cujas respostas possam ser obtidas 
por meio dos dados dessa tabela.
 y Desenvolva as atividades 1 e 2 de acor-
do com as orientações didáticas. Per-
mita que os alunos troquem ideias entre 
si e com você ao resolver as atividades. 
Se tiverem alguma dúvida, retome a 
atividade realizada previamente, ao ela-
borar a tabela, que questões surgiram 
e como os dados presentes na tabela 
foram usados para responder a essas 
questões.
Orientações didáticas
 y As atividades dessa seção exploram a 
comparação de informações apresen-
tadas em tabelas com base nos dados 
obtidos em situações do cotidiano. 
Também exploram o preenchimento de 
tabelas com base em dados de um tex-
to ou de uma imagem.
 y O objetivo dessas atividades é eviden-
ciar para os alunos que é possível or-
ganizar dados obtidos em situações do 
dia a dia em uma tabela. Se eles tiverem 
alguma dificuldade em responder às 
questões, peça que organizem no ca-
derno os números em ordem crescen-
te, pois assim podem identificar com 
maior facilidade qual é o maior e qual é 
o menor número da sequência. 
42 NúmerosCapítulo 1
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A
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DADOS OBTIDOS POR GÍLSON.
A. CONTE OS BICHOS DE PELÚCIA E COMPLETE A 
TABELA ABAIXO.
B. QUAL BICHO GÍLSON RECEBEU EM MAIOR QUANTIDADE 
NESSA ENTREGA? Tigre. 
C. QUAL BICHO GÍLSON RECEBEU EM MENOR QUANTIDADE 
NESSA ENTREGA? Jacaré. 
D. QUANTOS TIGRES E JACARÉS ELE RECEBEU NO TOTAL?
12 tigres e jacarés.
E. QUANTAS GIRAFAS E LEÕES ELE RECEBEU NO TOTAL? 
12 girafas e leões. 
F. QUANTOS BICHOS DE PELÚCIA GÍLSON RECEBEU NESSA 
ENTREGA? 24 bichos de pelúcia. 
BICHOS DE PELÚCIA RECEBIDOS
BICHO GIRAFA LEÃO TIGRE JACARÉ
QUANTIDADE 7 5 8 4
 2 GÍLSON  TEM UMA LOJA DE BRINQUEDOS E ACABOU DE 
RECEBER UMA ENTREGA DE BICHOS DE PELÚCIA.
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43QUARENTA E TRÊS
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PROBABILIDADE E ESTATÍSTIC
A
A. COMPLETE A TABELA COM AS INFORMAÇÕES 
FORNECIDAS NO ENUNCIADO.
B. QUAL FOI O MATERIAL ESCOLAR QUE FERNANDA MAIS 
VENDEU NESSE DIA? Borracha. 
C. QUAL FOI O MATERIAL ESCOLAR QUE FERNANDA MENOS 
VENDEU NESSE DIA? Lapiseira. 
DADOS OBTIDOS POR FERNANDA.
MATERIAL ESCOLAR VENDIDO
MATERIAL QUANTIDADE
LÁPIS 32
CANETA 53
LAPISEIRA 24
BORRACHA 61
CONSTRUÇÃO E INTERPRETAÇÃO DE TABELAS
 1 FERNANDA TRABALHA EM UMA PAPELARIA E ESTÁ 
CONFERINDO QUANTOS MATERIAIS ESCOLARES ELA 
VENDEU EM UM DIA. ELA VENDEU 32 LÁPIS, 53 CANETAS, 
24 LAPISEIRAS E 61 BORRACHAS.
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42 QUARENTA E DOIS
038A045_AJM2_LA_PNLD23_C01.indd 42 5/24/21 9:33 AM y Atividade 1: Para completar a tabela no 
item a, os alunos devem usar os dados 
presentes no enunciado. Nos itens b e c, 
eles vão comparar as informações apre-
sentadas na tabela para responder às 
perguntas, comparando os números da 
tabela para descobrir quais foram os 
materiais mais e menos vendidos no dia.
 y Atividade 2: Para completar a tabela 
no item a, os alunos devem contar os 
elementos da imagem. Os itens a, b e c 
reforçam o conceito explorado na ati-
vidade 1, sendo possível verificar se o 
conceito foi apreendido antes de dar 
seguimento à atividade e fazer pos-
síveis intervenções para garantir que 
houve uma aprendizagem efetiva. Os 
itens d, e e f trabalham com situações 
de adição; para o item f, disponibilize, se 
possível, as peças do Material Dourado 
para que os alunos possam representar 
a quantidade de bichos de pelúcia, efe-
tuar as trocas por dezenas e encontrar 
a quantidade total de bichos. Na au-
sência do Material Dourado, oriente os 
alunos a fazer riscos que representem a 
quantidade de cada tipo de bicho e, de-
pois, a contar o total de riscos obtidos.
Atividade complementar
 y Realize uma pesquisa sobre alguma 
preferência dos alunos, como brinca-
deiras favoritas, cor preferida, etc. Na 
lousa, elabore uma tabela com os dados 
e formule perguntas a respeito da pes-
quisa feita.
43Números Capítulo 1
010A045_AJM2_MP_PNLD23_C01.indd 43 14/07/21 08:33
A
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O
 3 OBSERVE OS NÚMEROS DAS FICHAS A SEGUIR E, DEPOIS, 
RESPONDA ÀS QUESTÕES.
A. QUAL DESSES NÚMEROS É O MAIOR? 98 
B. QUAL DESSES NÚMEROS VEM IMEDIATAMENTE DEPOIS 
DE 63? 64 
C. QUAL DESSES NÚMEROS VEM IMEDIATAMENTE ANTES 
DE 73? 72 
D. A DECOMPOSIÇÃO 70 1 9 CORRESPONDE A QUAL DESSES 
NÚMEROS? 79 
E. QUAL DESSES NÚMEROS CORRESPONDE A 8 DEZENAS 
INTEIRAS? 80 
F. QUAL DESSES NÚMEROS PODE SER ESCRITO COMO 
5 DEZENAS E 1 UNIDADE? 51 
 4 REPRESENTE NOS ÁBACOS O ANTECESSOR E O SUCESSOR 
DO NÚMERO 67.
 ANTECESSOR SUCESSOR
67
ID
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R
51
64
98
72
80
97
66
34
79
45
45QUARENTA E CINCO
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APRENDER SEMP
RE
 1 PAULA E OS COLEGAS COMBINARAM DE PREPARAR UM 
LANCHE COLETIVO PARA A TURMA. NO DIA MARCADO, 
TODOS COLABORARAMTRAZENDO SANDUÍCHES.
A. AGRUPE OS SANDUÍCHES DE 10 EM 10 E COMPLETE O 
QUADRO ABAIXO.
B. QUE TAL A TURMA TODA PREPARAR UM 
LANCHE COLETIVO? COM A ORIENTAÇÃO 
DO PROFESSOR, CONVERSEM E DECIDAM O 
QUE CADA UM VAI TRAZER, COMO VOCÊS VÃO 
PREPARAR O LANCHE E EM QUE DIA E HORA 
SERÁ FEITA A ATIVIDADE.
 2 FAÇA COMO NO EXEMPLO.
13 1 1 5 14 OU 1 DEZENA E 4 UNIDADES.
A. 20 1 9 5 29 ou 2 dezenas e 9 unidades. 
B. 30 1 7 5 37 ou 3 dezenas e 7 unidades. 
C. 65 1 3 5 68 ou 6 dezenas e 8 unidades. 
D. 90 1 1 5 91 ou 9 dezenas e 1 unidade. 
Converse com os alunos sobre a importância 
da cooperação, para que atividades como um 
lanche coletivo deem certo.
DEZENAS UNIDADES
1 6
Agrupamento possível:
SABER
SER
GRUPO DE 10 SANDUÍCHES SANDUÍCHES SEM GRUPO
Th
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Pa
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de
s/
ID
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QUARENTA E QUATRO44
038A045_AJM2_LA_PNLD23_C01.indd 44 5/24/21 9:33 AM
HABILIDADES DESENVOLVIDAS 
NA SEÇÃO APRENDER SEMPRE
 » (EF02MA01) Comparar e orde- 
nar números naturais (até a ordem 
de centenas) pela compreensão 
de caracte rísticas do sistema de 
numeração decimal (valor posi-
cional e função do zero).
 » (EF02MA02) Fazer estimativas 
por meio de estratégias diver-
sas a respeito da quantidade de 
objetos de coleções e registrar 
o resultado da contagem desses 
objetos (até 1 000 unidades).
 » (EF02MA04) Compor e decom-
por números naturais de até três 
ordens, com suporte de material 
manipulável, por meio de dife-
rentes adições.
 »Representar números naturais de 
diferentes maneiras.
Orientações didáticas
 y O objetivo das atividades dessa seção é 
a retomada de conteúdos estudados no 
capítulo. As atividades também pode-
rão ser utilizadas para avaliar a aprendi-
zagem dos alunos.
 y Essas atividades permitem aos alunos 
realizar a contagem dos elementos por 
meio de agrupamento e a registrar o 
resultado dessa contagem; represen-
tar números de diferentes maneiras 
(no ábaco e no quadro de ordens, por 
exemplo); compor e decompor núme-
ros de dois algarismos; e comparar nú-
meros naturais. 
 y Antes de iniciar as atividades dessas 
páginas, dite um número entre 10 e 
99 aos alunos e peça que indiquem 
maneiras distintas de representá-lo. 
Faça isso com vários números desse 
intervalo. Verifique se algum aluno re-
presenta um número por meio de sua 
decomposição: por exemplo, o número 
25 pode ser representado como 20 1 5, 
e, caso essa representação apareça, 
exponha-a para a turma. Incentive os 
alunos a representar os números indi-
cados dessa forma, pois, como foi dito 
anteriormente, essa prática facilita o 
cálculo mental.
 y Atividade 1: Essa atividade retoma 
o agrupamento de dez em dez para 
realizar a contagem. Se algum alu-
no demonstrar alguma dificuldade na 
compreensão da atividade, pode-se re-
tomar os conceitos de unidade e de de-
zena verbalmente, com o auxílio de ob-
jetos encontrados na sala de aula, como 
lápis, canetas e palitos de sorvete.
 y Atividade 2: Essa atividade retoma o 
trabalho com a composição dos núme-
ros em dezenas e em unidades.
 y Atividade 3: Essa atividade retoma os 
conceitos de ordenação e de compara-
ção. Aproveite e peça aos alunos que 
organizem, no caderno, os números 
em ordem decrescente e crescente. A 
constituição dos conceitos antecessor 
e sucessor está apoiada na compreen-
são da sequência numérica: sua regu-
laridade. 
44 NúmerosCapítulo 1
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A
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O
 3 OBSERVE OS NÚMEROS DAS FICHAS A SEGUIR E, DEPOIS, 
RESPONDA ÀS QUESTÕES.
A. QUAL DESSES NÚMEROS É O MAIOR? 98 
B. QUAL DESSES NÚMEROS VEM IMEDIATAMENTE DEPOIS 
DE 63? 64 
C. QUAL DESSES NÚMEROS VEM IMEDIATAMENTE ANTES 
DE 73? 72 
D. A DECOMPOSIÇÃO 70 1 9 CORRESPONDE A QUAL DESSES 
NÚMEROS? 79 
E. QUAL DESSES NÚMEROS CORRESPONDE A 8 DEZENAS 
INTEIRAS? 80 
F. QUAL DESSES NÚMEROS PODE SER ESCRITO COMO 
5 DEZENAS E 1 UNIDADE? 51 
 4 REPRESENTE NOS ÁBACOS O ANTECESSOR E O SUCESSOR 
DO NÚMERO 67.
 ANTECESSOR SUCESSOR
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45QUARENTA E CINCO
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APRENDER SEMP
RE
 1 PAULA E OS COLEGAS COMBINARAM DE PREPARAR UM 
LANCHE COLETIVO PARA A TURMA. NO DIA MARCADO, 
TODOS COLABORARAM TRAZENDO SANDUÍCHES.
A. AGRUPE OS SANDUÍCHES DE 10 EM 10 E COMPLETE O 
QUADRO ABAIXO.
B. QUE TAL A TURMA TODA PREPARAR UM 
LANCHE COLETIVO? COM A ORIENTAÇÃO 
DO PROFESSOR, CONVERSEM E DECIDAM O 
QUE CADA UM VAI TRAZER, COMO VOCÊS VÃO 
PREPARAR O LANCHE E EM QUE DIA E HORA 
SERÁ FEITA A ATIVIDADE.
 2 FAÇA COMO NO EXEMPLO.
13 1 1 5 14 OU 1 DEZENA E 4 UNIDADES.
A. 20 1 9 5 29 ou 2 dezenas e 9 unidades. 
B. 30 1 7 5 37 ou 3 dezenas e 7 unidades. 
C. 65 1 3 5 68 ou 6 dezenas e 8 unidades. 
D. 90 1 1 5 91 ou 9 dezenas e 1 unidade. 
Converse com os alunos sobre a importância 
da cooperação, para que atividades como um 
lanche coletivo deem certo.
DEZENAS UNIDADES
1 6
Agrupamento possível:
SABER
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GRUPO DE 10 SANDUÍCHES SANDUÍCHES SEM GRUPO
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QUARENTA E QUATRO44
038A045_AJM2_LA_PNLD23_C01.indd 44 5/24/21 9:33 AM Se considerar pertinente, para revisar es-
sas abstrações, separe algumas tampas 
de garrafa plástica e, em cada uma delas, 
inclua os números de 1 a 30, por exem-
plo. Apresente esse material aos alunos, 
solicitando que coloquem os números 
em sequência do menor para o maior e, 
depois, do maior para o menor. Pode-se, 
ainda, sugerir uma brincadeira: um aluno 
retira uma tampa (número) daquela se-
quência, e outro aluno indica oralmente o 
antecessor ou o sucessor.
 y Atividade 4: Essa atividade retoma a 
representação de um número de dois 
algarismos no ábaco e os conceitos de 
antecessor e sucessor de um número. 
Uma boa estratégia para retomar a de-
composição dos números é a brincadei-
ra do ábaco com as mãos. Trata-se da 
participação de dois alunos, que ficarão 
lado a lado, de frente para a turma, sen-
tados e com as mãos em cima da mesa, 
de modo que todos possam visualizá-
-las. Cada um deles representará uma 
ordem numérica, que poderá ser iden-
tificada com uma grande etiqueta na 
mesa, para facilitar a compreensão da-
queles que assistem a demonstração. 
Aleatoriamente, o professor falará uma 
quantidade para que seja representada 
com as mãos e os dedos das crianças.
Habilidades de 
relacionamento
Pergunte aos alunos o que pen-
sam sobre a atitude de Paula 
e dos colegas ao preparar um 
lanche coletivo para a turma. 
Esclareça que, em lanches 
comunitários, as pessoas se 
organizam antecipadamente 
para que cada um colabore 
com o que pode oferecer, se- 
ja para preparar o lanche, seja 
para organizar o espaço ou 
cuidar dele. Questione os alu-
nos sobre como se sentiriam 
se um colega criticasse o lan-
che levado por um dos alunos 
ou o que fariam se um dos co-
legas se esquecesse do lanche 
no dia combinado. Incentive-
-os a compreender a necessi-
dade de respeitar os colegas, a 
lembrar-se dos compromissos 
combinados e a ser solidário 
uns com os outros. A conversa 
proposta nessa atividade con-
tribui para o desenvolvimento 
da competência socioemocio-
nal habilidades de relaciona-
mento, de modo que os alunos 
desenvolvam a cooperação 
entre si e a resiliência a qual-
quer tipo de comportamento 
inadequado em relação a di-
versas situações da vida.
SABER
SER
45Números Capítulo 1
010A045_AJM2_MP_PNLD23_C01.indd 45 14/07/21 08:33
CONCLUSÃO DO CAPÍTULO 1
Sugestões de avaliação formativa para os objetivos 
pedagógicos do capítulo
1. Levar os alunos a reconhecer e a organizar números em 
ordem crescente e decrescente.
 A partir da atividade 2 do tema “Ordem crescente e ordem 
decrescente”, os alunos devem perceber que os números 
também podem ser organizados e que um dos critérios 
possíveis é a ordem crescente ou decrescente. No estudo 
de sequências numéricas, eles trabalham com números 
em ordem crescente e decrescente. No entanto, no tema 
“Números até 99”, organizam números que não necessaria-
mentefazem parte de uma sequência numérica cujo padrão 
seja reconhecido. Portanto, verifique como os alunos lidam 
com essa nova situação. Na atividade 8, incentive-os a obser-
var os números e identificar o menor deles. Possivelmente, 
dirão que é o 5, único número da lista menor que 1 dezena. 
Em seguida, eles devem encontrar os números com a menor 
dezena (o 18 e o 15) e realizar a comparação entre eles. 
Espera-se que eles consigam escrever em ordem crescente 
sem dificuldades. Avalie se os alunos utilizam uma estratégia 
parecida na resolução da atividade 9.
2. Levar os alunos a reconhecer e a utilizar números ordinais.
 Pergunte ao alunos a respeito de situações vivenciadas 
por eles nas quais a ideia de ordenação aparece. Podem 
ser citados exemplos como pessoas em fila, o resultado de 
uma competição esportiva ou os acontecimentos do dia. 
Observe se os alunos utilizam corretamente as palavras 
“primeiro”, “segundo”, “terceiro”, etc. e os símbolos “o” ou 
“a” ao lado dos números nas atividades escritas para que 
não se confundam com outros símbolos parecidos.
3. Fornecer subsídios para que os alunos consigam realizar 
agrupamentos de quantidades para a contagem dos ele-
mentos de uma coleção.
 As atividades do tema “Agrupando para contar” desafiam os 
alunos a pensar em várias organizações possíveis para dividir 
igualmente determinada quantidade de objetos. Além disso, 
alguns agrupamentos possibilitam determinar a quantidade 
de pessoas ou de objetos de maneira mais ágil. Na atividade 4, 
entregue aos alunos uma folha com malha quadriculada e 
solicite que pintem 12 quadradinhos, formando retângulos. 
Essa organização retangular pode auxiliá-los nas contagens 
de dois em dois, de três em três, entre outras.
4. Auxiliar os alunos a compreender e a utilizar os conceitos 
de dezena, dúzia e meia dúzia.
 Na atividade 3 do tema “Dúzia e meia dúzia”, entregue aos 
alunos barras e cubinhos do Material Dourado. Eles podem 
representar uma dúzia (uma barra e dois cubinhos) e de-
pois meia dúzia (seis cubinhos) e juntá-las, retomando a 
ideia da adição. Por fim, terão uma barra e oito cubinhos, 
isto é, uma dúzia e meia de limões, equivalente a 18 limões. 
Com o uso desse material, retome a ideia de que uma 
barra corresponde a dez cubinhos, ou seja, uma dezena 
corresponde a dez unidades.
5. Promover a leitura e a escrita de números até 99.
 Aproveite o quadro disponível na atividade 3 do tema 
“Comparando números”. Após o término, peça aos alunos 
que escolham um número e o leiam em voz alta. Repita 
esse procedimento com cada aluno, pedindo que escolha 
um número e o leia em voz alta. Se algum aluno tiver alguma 
dificuldade na leitura, retome a decomposição, escrevendo 
alguns exemplos na lousa, para que depois tentem realizar 
a leitura novamente.
6. Auxiliar os alunos a realizar contagem, representação, 
comparação, ordenação, composição e decomposição 
de números até 99.
 Os alunos realizaram a contagem, a representação, a com-
paração, a ordenação, a composição e a decomposição de 
números até 99. No tema “Representação no ábaco”, re-
tome alguns desses conceitos, principalmente a composi-
ção e a decomposição. Verifique se os alunos conseguem 
associar um número representado no Material Dourado e 
no ábaco. Retome a atividade 2 desse tema e peça que 
indiquem quantas barras e quantos cubinhos seriam ne-
cessários para representar os números 60, 47 e 74.
7. Levar os alunos a completar sequências numéricas com 
base na identificação do padrão que rege a sequência.
 Na atividade 3 do tema “O que vem antes? O que vem de-
pois?”, utiliza-se a reta numérica para auxiliar na identifica-
ção do padrão e o preenchimento dos números que faltam. 
Avalie como os alunos fazem essa identificação e oriente-os 
a observar os números que já aparecem. No item b, os núme-
ros 4 e 6 sugerem que a sequência aumenta de dois em dois; 
assim, eles podem partir do 4 e diminuir 2 ou podem iniciar 
do 0 e aumentar 2. Valorize as estratégias utilizadas pelos 
alunos e peça que compartilhem suas ideias com os colegas. 
8. Auxiliar os alunos na leitura, na interpretação e na cons-
trução de tabelas simples.
 As atividades da seção Probabilidade e Estatística, cujo tema 
é “Construção e interpretação de tabelas”, auxiliam os alu-
nos na leitura, na interpretação e na construção de tabelas 
simples. Verifique se eles percebem que, para interpretar os 
dados da tabela da atividade 1, precisam ler os dados de 
uma mesma linha, enquanto, na tabela da atividade 2, preci-
sam ler os dados de uma mesma coluna. Proponha que in-
vertam o formato das tabelas nessas atividades e escolham 
qual das duas maneiras eles preferem. 
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45A Conclusão do capítulo 1
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Objetivos pedagógicos
1. Auxiliar os alunos a compreender e a utilizar as ideias da adição de juntar e de acrescentar quantidades.
2. Auxiliar os alunos a compreender e a utilizar as ideias da subtração de tirar uma quantidade de outra, de separar 
quantidades e de comparar quantidades.
3. Fornecer subsídios para que os alunos utilizem os fatos fundamentais da adição e da subtração.
4. Levar os alunos a utilizar diferentes maneiras de adicionar e subtrair.
5. Auxiliar os alunos a realizar adições e subtrações com números de até dois algarismos.
6. Auxiliar os alunos a realizar adição de três números.
7. Auxiliar os alunos na leitura e na interpretação de gráficos de barras simples.
Competências, habilidades e objetos de conhecimento 
da BNCC trabalhados no capítulo
Ideias e conceitos-chave do capítulo
O foco deste capítulo está na unidade temática Números. 
Há também um trabalho específico com a leitura e a inter-
pretação de gráficos de barras simples relacionado à unidade 
temática Probabilidade e Estatística.
Para que as aprendizagens propostas sejam alcançadas, 
espera-se que os alunos consigam realizar adições e subtra-
ções com resultado até 10 sem apoio visual dos elementos. 
Caso os alunos ainda apresentem alguma dificuldade para 
realizar tarefas como as descritas, proponha algumas ativi-
dades para remediar essa defasagem, como efetuar adições 
e subtrações usando estratégias como contar nos dedos e 
desenhar risquinhos ou bolinhas.
As atividades e as seções propostas foram pensadas e 
organizadas de modo a possibilitar aos alunos alcançar os 
objetivos pedagógicos listados anteriormente e, dessa ma-
neira, desenvolver algumas das competências e habilidades 
previstas na BNCC. De modo geral, as atividades trabalham 
com as diferentes ideias da adição e da subtração. Ao re-
solvê-las, os alunos conseguem compreender essas ideias e, 
assim, interpretar situações que envolvem essas operações. 
CAPÍTULO 2 ADIÇÃO E SUBTRAÇÃO
Competências gerais da Educação Básica
1, 2 e 8.
Competência específica da área de Matemática
3
Objetos de conhecimento da área de Matemática
 x Leitura, escrita, comparação e ordenação de números de até três ordens pela compreensão de características do 
sistema de numeração decimal (valor posicional e papel do zero)
 x Construção de fatos fundamentais da adição e da subtração
 x Problemas envolvendo diferentes significados da adição e da subtração (juntar, acrescentar, separar, retirar)
 x Coleta, classificação e representação de dados em tabelas simples e de dupla entrada e em gráficos de colunas
Habilidades específicas da área de Matemática
EF02MA02, EF02MA03, EF02MA05, EF02MA06 e EF02MA22.
46AIntrodução do capítulo 2
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CAP
ÍTULO
SABER
SER
FELIPE ESTÁ NO QUARTO 
ORGANIZANDO SEUS LIVROS. 
PARA COMEÇO DE CONVERSA
 1 QUANTOS LIVROS ESTÃO 
ORGANIZADOS NAS 
PRATELEIRAS DA PAREDE DA 
CAMA DE FELIPE?
 2 QUANTOS LIVROS ESTÃO 
FORA DAS PRATELEIRAS DA 
PAREDE DA CAMA?
 3 AO TODO, HÁ QUANTOS 
LIVROS NO QUARTO? COMO 
VOCÊ FEZ PARA DESCOBRIR?
 4 SE FELIPE COLOCAR MAIS 
3 LIVROS NAS PRATELEIRAS, 
QUANTOS LIVROS FICARÃO 
FORA DAS PRATELEIRAS?
 5 FELIPE ESTÁ SE SENTINDOMUITO FELIZ E AGRADECIDO 
PELOS LIVROS QUE ACABOU 
DE GANHAR DE SEU PAI. 
EM QUE SITUAÇÕES VOCÊ SE 
SENTE FELIZ E DEMONSTRA 
GRATIDÃO? POR QUÊ?
ADIÇÃO E 
SUBTRAÇÃO2
Veja as respostas ao lado.
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CAP
ÍTULO
SABER
SER
FELIPE ESTÁ NO QUARTO 
ORGANIZANDO SEUS LIVROS. 
PARA COMEÇO DE CONVERSA
 1 QUANTOS LIVROS ESTÃO 
ORGANIZADOS NAS 
PRATELEIRAS DA PAREDE DA 
CAMA DE FELIPE?
 2 QUANTOS LIVROS ESTÃO 
FORA DAS PRATELEIRAS DA 
PAREDE DA CAMA?
 3 AO TODO, HÁ QUANTOS 
LIVROS NO QUARTO? COMO 
VOCÊ FEZ PARA DESCOBRIR?
 4 SE FELIPE COLOCAR MAIS 
3 LIVROS NAS PRATELEIRAS, 
QUANTOS LIVROS FICARÃO 
FORA DAS PRATELEIRAS?
 5 FELIPE ESTÁ SE SENTINDO 
MUITO FELIZ E AGRADECIDO 
PELOS LIVROS QUE ACABOU 
DE GANHAR DE SEU PAI. 
EM QUE SITUAÇÕES VOCÊ SE 
SENTE FELIZ E DEMONSTRA 
GRATIDÃO? POR QUÊ?
ADIÇÃO E 
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Veja as respostas ao lado.
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HABILIDADES DESENVOLVIDAS 
NA ABERTURA
 » (EF02MA02) Fazer estimativas 
por meio de estratégias diver-
sas a respeito da quantidade de 
objetos de coleções e registrar o 
resultado da contagem desses 
objetos (até 1 000 unidades).
 » (EF02MA06) Resolver e elabo-
rar problemas de adição e de 
subtração, envolvendo números 
de até três ordens, com os sig-
nificados de juntar, acrescentar, 
separar, retirar, utilizando estra-
tégias pessoais.
Orientações didáticas
 y Na abertura do capítulo, os alunos po-
derão utilizar diferentes estratégias de 
contagem para quantificar elementos 
de uma coleção e resolver problemas de 
adição e de subtração utilizando estra-
tégias pessoais.
 y Peça aos alunos que descrevam a cena 
da abertura e identifiquem os livros de 
Felipe, tanto os que estão nas pratelei-
ras quanto os que estão fora delas. De-
pois, pergunte a eles se gostam de ler e 
se têm livros em casa. Em seguida, dis-
cuta as questões oralmente.
 y Atividades 1 e 2: Nessas atividades, os 
alunos podem utilizar várias estratégias 
de contagem, como contagem um a um 
ou agrupamentos.
 y Atividade 3: Para descobrir o total de 
livros de Felipe, os alunos poderão con-
tar todos os livros juntos ou utilizar as 
informações obtidas nas duas primeiras 
questões e adicionar as quantidades 
(22 1 16 5 38), utilizando a estratégia 
que julgarem mais adequada. Incentive-
-os a compartilhar suas estratégias. Caso 
os alunos escolham realizar uma adição, 
observe se apresentam alguma dificul-
dade em adicionar os números, uma vez 
que se trata de uma adição que envolve 
números da ordem das dezenas. Se eles 
apresentarem alguma dificuldade, realize 
a adição na lousa com a turma. 
 y Atividade 4: Essa atividade também 
pode ser resolvida por meio da con-
tagem. Os alunos podem riscar quais-
quer três livros que estão fora das 
prateleiras e contar os que sobraram. 
Outro modo de resolver é por meio de 
uma subtração; nesse caso, eles po-
dem considerar a quantidade de livros 
obtida na segunda questão e subtrair 
3 dessa quantidade (16 2 3 5 13), utili-
zando a estratégia que quiserem. Soli-
cite a eles que compartilhem as estra-
tégias que utilizaram.
46 Adição e subtraçãoCapítulo 2
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FELIPE ESTÁ NO QUARTO 
ORGANIZANDO SEUS LIVROS. 
PARA COMEÇO DE CONVERSA
 1 QUANTOS LIVROS ESTÃO 
ORGANIZADOS NAS 
PRATELEIRAS DA PAREDE DA 
CAMA DE FELIPE?
 2 QUANTOS LIVROS ESTÃO 
FORA DAS PRATELEIRAS DA 
PAREDE DA CAMA?
 3 AO TODO, HÁ QUANTOS 
LIVROS NO QUARTO? COMO 
VOCÊ FEZ PARA DESCOBRIR?
 4 SE FELIPE COLOCAR MAIS 
3 LIVROS NAS PRATELEIRAS, 
QUANTOS LIVROS FICARÃO 
FORA DAS PRATELEIRAS?
 5 FELIPE ESTÁ SE SENTINDO 
MUITO FELIZ E AGRADECIDO 
PELOS LIVROS QUE ACABOU 
DE GANHAR DE SEU PAI. 
EM QUE SITUAÇÕES VOCÊ SE 
SENTE FELIZ E DEMONSTRA 
GRATIDÃO? POR QUÊ?
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Veja as respostas ao lado.
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CAP
ÍTULO
SABER
SER
FELIPE ESTÁ NO QUARTO 
ORGANIZANDO SEUS LIVROS. 
PARA COMEÇO DE CONVERSA
 1 QUANTOS LIVROS ESTÃO 
ORGANIZADOS NAS 
PRATELEIRAS DA PAREDE DA 
CAMA DE FELIPE?
 2 QUANTOS LIVROS ESTÃO 
FORA DAS PRATELEIRAS DA 
PAREDE DA CAMA?
 3 AO TODO, HÁ QUANTOS 
LIVROS NO QUARTO? COMO 
VOCÊ FEZ PARA DESCOBRIR?
 4 SE FELIPE COLOCAR MAIS 
3 LIVROS NAS PRATELEIRAS, 
QUANTOS LIVROS FICARÃO 
FORA DAS PRATELEIRAS?
 5 FELIPE ESTÁ SE SENTINDO 
MUITO FELIZ E AGRADECIDO 
PELOS LIVROS QUE ACABOU 
DE GANHAR DE SEU PAI. 
EM QUE SITUAÇÕES VOCÊ SE 
SENTE FELIZ E DEMONSTRA 
GRATIDÃO? POR QUÊ?
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Veja as respostas ao lado.
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Autoconsciência
Essa atividade faz os alunos 
refletirem sobre as próprias 
emoções e sobre seus pensa-
mentos e valores ao reconhe-
cer em quais situações eles se 
sentem gratos e por que eles 
se sentem assim, trabalhando 
a competência socioemocio-
nal autoconsciência.
SABER
SER
Respostas
1. 22 livros.
2. 16 livros.
3. 38 livros. Resposta pessoal.
4. 13 livros.
5. Resposta pessoal.
47Adição e subtração Capítulo 2
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 3 ANA E BENTO ACABARAM DE ABRIR O COFRINHO DELES. 
VEJA A QUANTIA QUE CADA UM TEM.
ANA BENTO
A. MARQUE COM UM X A QUANTIA QUE ANA TEM.
 40 REAIS X   31 REAIS   35 REAIS
B. MARQUE COM UM X A QUANTIA QUE BENTO TEM.
X  29 REAIS  11 REAIS  27 REAIS
C. QUAL DAS CRIANÇAS TEM UMA QUANTIA MAIOR DE 
DINHEIRO? Ana. 
D. QUANTOS REAIS ANA E BENTO TÊM JUNTOS?
ANA E BENTO TÊM JUNTOS 60 REAIS.
E. SE BENTO GASTAR 13 REAIS, COM QUANTOS REAIS ELE 
VAI FICAR? 
BENTO VAI FICAR COM 16 REAIS.
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Estratégia possível: 
Cálculo possível:
5 notas de 10 reais: 10 1 10 1 10 1 10 1 10 5 50
1 nota de 5 reais: 5
1 nota de 2 reais: 2
3 moedas de 1 real: 1 1 1 1 1 5 3
Total: 50 1 5 1 2 1 3 5 60
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FIZEMOS UMA OPERAÇÃO CHAMADA ADIÇÃO PARA 
DESCOBRIR QUANTAS CRIANÇAS ESTÃO BRINCANDO. 
PODEMOS INDICAR ASSIM: 6 1 3 5 9. O RESULTADO DESSA 
ADIÇÃO É 9. 
A OPERAÇÃO DE ADIÇÃO É REPRESENTADA PELO SINAL 1.
ADIÇÃO 
 1 SEIS CRIANÇAS ESTAVAM NA BRINQUEDOTECA E CHEGARAM 
MAIS CRIANÇAS PARA BRINCAR. OBSERVE A CENA E, 
DEPOIS, COMPLETE AS FRASES COM NÚMEROS. 
 6 CRIANÇAS ESTAVAM NA BRINQUEDOTECA E 
CHEGARAM MAIS 3 CRIANÇAS.
 6 CRIANÇAS MAIS 3 CRIANÇAS É IGUAL A 
 9 CRIANÇAS.
4 1 6
1 1 5
7 1 3
1 1 9
3 1 3
2 1 4
9 1 1
6 1 4
5 1 1
4 1 2
5 1 5
2 1 8
laranja
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verde verde
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verdeverde
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 2 PINTE AS ADIÇÕES DE ACORDO COM A LEGENDA. 
 ADIÇÕES COM RESULTADO IGUAL A 6.
 ADIÇÕES COM RESULTADO IGUAL A 10.
48 QUARENTA E OITO
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 3 ALEXANDRE ESTÁ JOGANDO DARDOS. 
NESSA RODADA, ELE ACERTOU A FAIXA 
DE 4 PONTOS E A FAIXA DE 2 PONTOS.
ACOMPANHE ALGUMAS MANEIRAS DE 
CALCULAR O TOTAL DE PONTOS QUE 
ALEXANDRE MARCOU NA RODADA E 
COMPLETE AS LACUNAS COM NÚMEROS.
A. PODEMOS CONTAR USANDO OS DEDOS DAS MÃOS.
LEVANTAMOS 4 DEDOS DE UMA MÃO 
E 2 DEDOS DA OUTRA. FICAMOS 
COM 6 DEDOS LEVANTADOS.
4 1 2 5 6 
B. PODEMOS USAR OBJETOS PARA FAZER A CONTAGEM, 
COMO PALITOS, BOTÕES E TAMPINHAS.
C. TAMBÉM PODEMOS FAZER DESENHOS, COMO TRACINHOS 
OU BOLINHAS.
PEGAMOS 
4 PALITOS COM UMA 
DAS MÃOS E 2 COM 
A OUTRA.
DEPOIS, 
CONTAMOS 
TODOS OS 
TRACINHOS 
JUNTOS.
DEPOIS, JUNTAMOS 
TODOS OS PALITOS 
NA MESMA MÃO.
NO TOTAL, TEREMOS 
 6 PALITOS.
 4 1 2 5 6 
 4 1 2 5 6 
DESENHAMOS 
2 TRACINHOS 
DE OUTRA COR.
DESENHAMOS 
4 TRACINHOS 
DE UMA COR.
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49QUARENTA E NOVE
046A053_AJM2_LA_PNLD23_C02.indd 49 5/24/21 10:12 AMOrientações didáticas
 y As atividades propostas nesse tema 
permitem aos alunos utilizar diferen-
tes estratégias de contagem; resolver 
problemas de adição com os significa-
dos de juntar e acrescentar, bem como 
construir os fatos básicos da adição. 
Além disso, a simbologia matemática 
(1 e 5) é empregada na representação 
horizontal da adição. 
A elaboração de problemas de adição e 
os conteúdos referentes à subtração se-
rão tratados mais adiante neste capítulo 
e no capítulo 6.
 y Muitos alunos, quando começam a 
aprender adições, costumam contar de 
1 a 6 para calcular 2 1 4, por exemplo. 
O objetivo é que, ao longo do ano leti-
vo, os alunos partam de um número e 
acrescentem-no a outra quantidade, ou 
seja, façam uma sobrecontagem.
 y Atividade 1: Nessa atividade, os alunos 
deverão fazer a contagem da quanti-
dade de crianças que já estavam na 
brinquedoteca e acrescentar as que 
chegaram. Dessa maneira, trabalha-se 
a ideia de acrescentar da adição. 
 y Atividade 2: Esse tipo de atividade fa-
vorece a construção de fatos básicos 
da adição, que poderão ser utilizados 
no cálculo mental ou escrito.
 y Atividade 3: Enfatize as diferentes es-
tratégias para calcular adições e propo-
nha outros cálculos. Pode-se fornecer 
alguns materiais manipuláveis, como 
palitos de sorvete ou tampinhas de 
garrafa. Deixe que os alunos utilizem a 
estratégia que preferirem para resolver 
os cálculos. 
HABILIDADES DESENVOLVIDAS 
NO TEMA “ADIÇÃO”
 » (EF02MA02) Fazer estimativas 
por meio de estratégias diver-
sas a respeito da quantidade de 
objetos de coleções e registrar 
o resultado da contagem desses 
objetos (até 1 000 unidades).
 » (EF02MA05) Construir fatos bá-
sicos da adição e subtração e 
utilizá-los no cálculo mental ou 
escrito.
 » (EF02MA06) Resolver e elabo-
rar problemas de adição e de 
subtração, envolvendo números 
de até três ordens, com os sig-
nificados de juntar, acrescentar, 
separar, retirar, utilizando estra-
tégias pessoais. 
48 Adição e subtraçãoCapítulo 2
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 3 ANA E BENTO ACABARAM DE ABRIR O COFRINHO DELES. 
VEJA A QUANTIA QUE CADA UM TEM.
ANA BENTO
A. MARQUE COM UM X A QUANTIA QUE ANA TEM.
 40 REAIS X   31 REAIS   35 REAIS
B. MARQUE COM UM X A QUANTIA QUE BENTO TEM.
X  29 REAIS  11 REAIS  27 REAIS
C. QUAL DAS CRIANÇAS TEM UMA QUANTIA MAIOR DE 
DINHEIRO? Ana. 
D. QUANTOS REAIS ANA E BENTO TÊM JUNTOS?
ANA E BENTO TÊM JUNTOS 60 REAIS.
E. SE BENTO GASTAR 13 REAIS, COM QUANTOS REAIS ELE 
VAI FICAR? 
BENTO VAI FICAR COM 16 REAIS.
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Estratégia possível: 
Cálculo possível:
5 notas de 10 reais: 10 1 10 1 10 1 10 1 10 5 50
1 nota de 5 reais: 5
1 nota de 2 reais: 2
3 moedas de 1 real: 1 1 1 1 1 5 3
Total: 50 1 5 1 2 1 3 5 60
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FIZEMOS UMA OPERAÇÃO CHAMADA ADIÇÃO PARA 
DESCOBRIR QUANTAS CRIANÇAS ESTÃO BRINCANDO. 
PODEMOS INDICAR ASSIM: 6 1 3 5 9. O RESULTADO DESSA 
ADIÇÃO É 9. 
A OPERAÇÃO DE ADIÇÃO É REPRESENTADA PELO SINAL 1.
ADIÇÃO 
 1 SEIS CRIANÇAS ESTAVAM NA BRINQUEDOTECA E CHEGARAM 
MAIS CRIANÇAS PARA BRINCAR. OBSERVE A CENA E, 
DEPOIS, COMPLETE AS FRASES COM NÚMEROS. 
 6 CRIANÇAS ESTAVAM NA BRINQUEDOTECA E 
CHEGARAM MAIS 3 CRIANÇAS.
 6 CRIANÇAS MAIS 3 CRIANÇAS É IGUAL A 
 9 CRIANÇAS.
4 1 6
1 1 5
7 1 3
1 1 9
3 1 3
2 1 4
9 1 1
6 1 4
5 1 1
4 1 2
5 1 5
2 1 8
laranja
laranjalaranja
verde verde
verdeverdeverde
verde
verde
laranja
laranja
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ID
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 2 PINTE AS ADIÇÕES DE ACORDO COM A LEGENDA. 
 ADIÇÕES COM RESULTADO IGUAL A 6.
 ADIÇÕES COM RESULTADO IGUAL A 10.
48 QUARENTA E OITO
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 3 ALEXANDRE ESTÁ JOGANDO DARDOS. 
NESSA RODADA, ELE ACERTOU A FAIXA 
DE 4 PONTOS E A FAIXA DE 2 PONTOS.
ACOMPANHE ALGUMAS MANEIRAS DE 
CALCULAR O TOTAL DE PONTOS QUE 
ALEXANDRE MARCOU NA RODADA E 
COMPLETE AS LACUNAS COM NÚMEROS.
A. PODEMOS CONTAR USANDO OS DEDOS DAS MÃOS.
LEVANTAMOS 4 DEDOS DE UMA MÃO 
E 2 DEDOS DA OUTRA. FICAMOS 
COM 6 DEDOS LEVANTADOS.
4 1 2 5 6 
B. PODEMOS USAR OBJETOS PARA FAZER A CONTAGEM, 
COMO PALITOS, BOTÕES E TAMPINHAS.
C. TAMBÉM PODEMOS FAZER DESENHOS, COMO TRACINHOS 
OU BOLINHAS.
PEGAMOS 
4 PALITOS COM UMA 
DAS MÃOS E 2 COM 
A OUTRA.
DEPOIS, 
CONTAMOS 
TODOS OS 
TRACINHOS 
JUNTOS.
DEPOIS, JUNTAMOS 
TODOS OS PALITOS 
NA MESMA MÃO.
NO TOTAL, TEREMOS 
 6 PALITOS.
 4 1 2 5 6 
 4 1 2 5 6 
DESENHAMOS 
2 TRACINHOS 
DE OUTRA COR.
DESENHAMOS 
4 TRACINHOS 
DE UMA COR.
S
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R
49QUARENTA E NOVE
046A053_AJM2_LA_PNLD23_C02.indd 49 5/24/21 10:12 AM
49Adição e subtração Capítulo 2
046A063_AJM2_MP_PNLD23_C02.indd 49 6/21/21 11:10 AM
A
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BOAS-VINDA
S! BEM-VINDO AO 2º ANO! 
DESEJAMOS A VOCÊ UM ÓTIMO 
PERÍODO DE ESTUDOS.
PARA INICIAR, PROPOMOS UM AQUECIMENTO 
POR MEIO DE ATIVIDADES. VAMOS COMEÇAR?
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 1 ESCREVA OS NÚMEROS DOS BALÕES EM ORDEM DECRESCENTE.
 99 , 88 , 71 , 64 , 53 , 46 , 39 , 
 31 , 27 , 25 , 18 , 12 , 7 , 3 .
 2 LAURA E MANUEL ESTÃO FAZENDO FAIXAS DECORATIVAS. 
OBSERVE COMO CADA UM INICIOU SUA FAIXA E 
COMPLETE-A PARA CONTINUAR A SEQUÊNCIA.
LAURA
MANUEL
 • AS FAIXAS DE LAURA E DE MANUEL SÃO COMPOSTAS DAS 
MESMAS FIGURAS GEOMÉTRICAS?
Não. Na faixa de Laura, há retângulos, e na faixa de Manuel, quadrados. 
laranja
verde
verde
roxo
azul
vermelho
roxo
azul
OITO8
008A009_AJM2_LA_PNLD23_BOAS_VINDAS.indd 8 5/25/21 11:16 AM
 5 A TURMA DO 2o ANO VAI FAZER UMA SALADA DE FRUTAS. 
VEJA AS FRUTAS QUE OS GRUPOS DE LUÍSA E DE CAROL 
TROUXERAM E, DEPOIS, COMPLETE AS QUANTIDADES.
 16 MAÇÃS 12 PERAS
 • QUANTAS FRUTAS OS GRUPOS DE LUÍSA E DE CAROL 
TROUXERAM AO TODO? 28 frutas. 
GRUPO DE LUÍSA GRUPO DE CAROL 
Ilu
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 4 COMPLETE O QUADRO A SEGUIR COM OS NÚMEROS QUE 
ESTÃO FALTANDO. PARA ISSO, VOCÊ DEVE ADICIONAR 
OS NÚMEROS DA LINHA E DA COLUNA COM FUNDO AZUL 
CORRESPONDENTES.
1 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9
0 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9
1 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
2 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11
3 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12
4 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13
5 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14
6 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15
7 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16
8 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17
9 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18
50 CINQUENTA
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