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IMPLANTE RESUMO Morfologia e superficie dos implantes (resumo)

Notas sobre morfologia e macrogeometria de implantes dentários: histórico, partes do implante (colo, corpo, ápice), perfil de emergência, tipos de ápice, roscas, formas, diâmetros, tratamento de superfície e conexão protética.

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– ODONTOLOGIA UNINASSAU RN - @respirando_odonto 
 
 
 
 
 
 
Introdução: 
Durante muito tempo, os implantes sofreram 
alterações na sua morfologia. Os primeiros 
tipos de implantes eram: em formato de 
cesto, implante endo-ósseo, agulhado e 
laminado. Depois, surgiu a morfologia que 
persiste até hoje, que otimiza o prognóstico 
do tratamento com implantes. Hoje, o 
implante em forma de parafuso tem o status 
de mais apropriado. Contudo, existem 
numerosas variantes. 
 
 
 
Primeiros implantes. 
Historicamente, o implante em parafuso tal 
como o conhecemos hoje foi introduzido em 
1971 pela equipe sueca de Brånemark 
(Brånemark, 1977). Ele foi o resultado de 
múltiplas tentativas, após 22 estudos 
sucessivos desenvolvidos entre 1965 e 1971. 
Partes de um implante: 
Os implantes são divididos em três partes: 
. Cada parte possui 
especificidades próprias e uma função 
distinta. Essa separação em diferentes 
partes permite simplificar a descrição de um 
 
 
 
 
 
 
implante e classificá-los em diferentes 
famílias. 
 
 
 
 
 
 
 
• – Colo do implante; 
• – onde estão as roscas do 
implante (forma a silhueta); 
• – parte terminal do implante, 
prolongando e finalizando o corpo. 
• É a parte que realiza a conexão com 
o pilar; 
OBS: A coroa não se encaixa direto no 
implante. Pois, se isso acontecer, as forças 
mastigatórias serão incididas diretamente 
no implante e ele tende a fraturar. Então, a 
coroa se adapta em um pilar de prótese 
(que se encaixa no colo do implante). 
 
 
 
 
 
 
• O colo do implante é a única região 
que possui contato com 
e com a ; 
Morfologia dos Implantes 
 – ODONTOLOGIA UNINASSAU RN - @respirando_odonto 
 
• Esse colo precisa ser o mais liso 
possível (com pouca rugosidade) – 
para não acumular biofilme. Por isso, 
sua superfície não deve facilitar a 
formação e a adesão da placa 
bacteriana além disso, deve facilitar 
a limpeza; 
 
 
 
 
 
 
 
• O colo é importante porque irá criar 
o perfil de emergêngia juntamente 
com o pilar da prótese; 
• 
, sendo superior à do 
implante cilíndrico clássico, que é de 
0,75 mm. 
 
 
 
 
 
 
O é quando se tem a 
impressão de que o implante está “saindo de 
dentro da gengiva”. Esse perfil de 
emergência precisa ser criado 
principalmente em área estética. Se esse 
perfil não for criado, ocorrerá um GAP 
(espaço) entre o pilar e a gengiva. O colo 
do implante contém pelo menos uma parte 
do sistema de fixação. Ele assegura uma 
continuidade harmoniosa entre pilar e 
implante. Essa harmonia foi qualificada de 
“perfil de emergência” (Touati et al., 1999; 
Davarpanah et al., 2000 e 2001). 
 
 
 
Com perfil de emergência. 
 
GAP formado pela falta do perfil de 
emergência. 
OBS: O perfil de emergência pode ser 
criado, colocando um – para 
casos em que o implante não é de carga 
imediata (geralmente, acontece quando o 
paciente já perdeu o dente há muito tempo). 
• O corpo do implante é a parte mais 
extensa, localizando-se entre o colo 
e o ápice; 
• Ele define a silhueta do implante e 
contém as 
 A forma e a 
rosca determinam a especificidade 
do desenho do implante. 
• O ápice é a parte terminal do 
implante, prolongando e finalizando o 
corpo; 
 Essa parte pode ser 
 ou 
 
 
 
Por muito tempo, uma superfície usinada, 
até mesmo polida, foi considerada como 
a mais apropriada para esse local. 
Contudo, essa abordagem parece estar 
hoje em questão (Glauser et al., 2005a; 
Schin et al., 2006). Uma certa rugosidade 
é tolerável, pois não parece interferir na 
resposta dos tecidos moles ou duros a 
longo prazo (Zetterqvist, 2006; 
Stavropoulos et al., 2007). 
 – ODONTOLOGIA UNINASSAU RN - @respirando_odonto 
 
 
 
 
 
 
 
 
Diferentes tipos de ápice. a: Arredondado. 
b: Chanfrado. 
• - 
não permite progressão na 
perfuração do implante ao final do 
trajeto (não corta osso). É indicado 
quando a parte apical do implante é 
conduzida ao contato de uma 
estrutura frágil, tal como a membrana 
sinusal (Nedir et al., 2006); 
• – possui 
uma ponta cortante, agindo como 
uma verruma (instrumento que perfura 
madeira) no sítio implantar, no mesmo 
momento da colocação do implante. 
É utilizado em regiões que possui um 
osso muito duro. 
Macrogeometria dos implantes 
dentários: 
Os implantes podem ser classificados de 
acordo com: 
1. Roscas; 
2. Forma; 
3. Diâmetro; 
4. Tratamento de superfície; 
5. Conexão protética. 
 
Um implante pode ser sólido ou rosqueado. 
 
 
 
 
 
• Os primeiros implantes eram do tipo 
. Com o tempo, constatou-se 
que os implantes do tipo sólido tinham 
 (pois não tinham ponto de 
contato com o osso); 
• Surgiram os implantes do tipo 
rosqueado. Esse implante oferece uma 
maior superfície de contato com o 
osso. 
O tipo de formato, passo e profundidade 
 
Existem 4 tipos de roscas: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
• , ao entrar no osso 
fazem uma força de cisalhamento 
(cortando o osso). É indicada para 
osso tipo 1 (osso mais duro, que tem 
muita resistência). 
• Já as , 
realizam uma força de compressão 
(empurrando o osso) para que o 
implante se acomode. Indicado para 
osso tipo 3 (intermediário) e 4 (mais 
esponjoso, mais mole). 
 
 – ODONTOLOGIA UNINASSAU RN - @respirando_odonto 
 
 
 
 
Os dois tipos de rosca são bons, desde que 
sejam bem indicados. 
 
OBS: Existem os em 
relação a rosca, possui roscas trapezoidais 
e roscas triangulares. É um implante “coringa” 
pode ser utilizado em todos os tipos de osso. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Desingn de roscas progressivamente 
dinâmicas. 
• Região cervical: trapezoidal > 
compactação; 
• Ápice: triangulares > autocortantes; 
• Idealizado para alcançar alta 
estabilidade primária em todas as 
densidades ósseas. 
 
 
 É a 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
• As roscas influenciam diretamente na 
superfície de contato, por isso, um 
implante com mais roscas (passo 
menor) promoverá uma maior área de 
superfície; 
• Em ossos com densidade óssea 
reduzida (mole – com tendência do 
implante ficar movimentando), é 
melhor que seja colocado implantes 
com passo de rosca menor, 
aumentando a superfície de contato 
e fazendo com que ele fique mais fixo; 
• Em ossos mais densos (duros), um 
implante com quantidade menor de 
roscas é mais favorável, pois o osso 
duro oferece maior resistência para 
que o implante entre no osso. 
Então, para 
 e para 
É a distâcia entre a parte superficial da 
rosca e a área interna do implante. 
 
 – ODONTOLOGIA UNINASSAU RN - @respirando_odonto 
 
 
• 
entre o implante e o osso. 
 
 
 
 
 
 
 
 
• Insere-se mais facilmente entre duas 
raízes convergentes; 
 
 
 
 
 
 
 
OBS: raiz muito curva = dilaceração. 
• Não comprime a cortical óssea – 
preservação da cortical óssea; 
 
 
 
 
A partir do momento em que o implante 
cônico perfura essa região mais coronária 
do leito, há uma preservação da crista 
óssea. O cilíndrico entraria perfurando e 
comprimindo a cortical óssea, o que não é 
bom para ossos mais esponjosos (o ideal é 
o cônico). 
• O implante cônico evita fenestração 
óssea. Em ossos muito esponjosos, 
muitas vezes se tem uma espessura 
óssea muito fina, um implante cilíndrico 
pode causar a quebra do osso logo 
no início de sua inserção. Já o 
implante cônico não, pois no ínicio da 
inserção ele é mais folgado (região 
apical é mais fina). 
 
 
 
 
 
 
• Maior ponto de contato entre o 
implante e o osso; 
 
 
 
 
 
 
A linha verde representa a lâmina óssea do 
leito cirúrgico. No implante cônico, há uma 
superfície de contato maior. 
 – ODONTOLOGIA UNINASSAU RN - @respirando_odonto 
 
Esse ponto de contato entre o implante e o 
osso é muito importante para uma maior 
estabilidade primária. 
 
 
• Se refere à largura do implante – 
 
• Para cada 0,25 mm de aumento no 
diâmetrodo implante, a área de 
superfície de contato aumenta em 5 
a 10%; 
MISCH & BIDEZ, 2000. 
• Com o aumento de 1 mm no diâmetro, 
a interface aumenta em 40%. 
OBS: Nos casos em que o implante utilizado 
será muito pequeno/curto (reabilitação em 
região de mandíbula, com osso muito 
reabsorvido), costuma-se utilizar um implante 
mais largo, para compensar a superfície de 
contato, favorecendo a estabilidade. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Historicamente, a validação clínica dos 
implantes dentários pela equipe do 
professor Brånemark ocorreu a partir do 
titânio usinado (Brånemark et al., 1969). Ao 
mesmo tempo, outras equipes trabalharam 
na aplicação de superfícies rugosas em 
ortopedia, a fim de aumentar a fixação 
mecânica dos implantes (Predecki et al., 
1972; Cameron et al., 1973; Pohler et al., 
1986). 
Observou-se, então, um considerável 
aumento da fixação e que a 
osseointegração podia ser obtida em um 
meio biomecânico mais rude. Hoje, o uso das 
superfícies rugosas generalizou-se na área 
de implantodontia e ortopedia. 
• Primeiros implantes: eram lisos, com 
uma superfície rugosa bem pequena 
(de 0,5 μm e 1,0 μm); 
• Quando se tem uma superfície mais 
rugosa, há uma maior secreção de 
fosfatase alcalina, de osteopontina, 
de sialoproteína e a formação de 
nódulos de mineralização – levando 
a uma melhor osseointegração. 
 
 
 
 
 
Foi realizado um estudo com os ossos de 
cachorros, colocava-se um implante liso e um 
implante rugoso para comparar a 
osseointegração. Após um período de 12 
semanas, os implantes eram desrosqueados. 
Observou-se que o implante liso tinha pouco 
osso aderido a ele, já o implante rugososo, 
por estar bem aderido ao osso, trouxe 
algumas espículas ósseas aderidas ao redor 
do implante. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 – ODONTOLOGIA UNINASSAU RN - @respirando_odonto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
• No implante liso, por ele não ter essas 
rugosidades, como é um material 
biocompatível – haverá osseoin-
tegração, mas essa 
(não há uma adesão óssea na 
superfície); 
• Já no implante rugoso, ocorre uma 
, com 
formação de novo osso. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O tratamento de superfície é realizado para 
deixar o implante com a superfície rugosa. 
• Um tratamento de superfície consiste 
em modificar a superfície obtida ao 
fim da usinagem. Certos tratamentos, 
como a projeção de titânio (plasma-
spray), têm custos elevados, enquanto 
outros, como a corrosão, têm baixo 
custo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Conjunto de tratamentos de superfície 
usinada classificados em grandes grupos. 
O tratamento por adição ocorre após a 
usinagem, seja por intermédio de um 
revestimento ou de um depósito de 
superfície exterior ao implante, seja pelo 
crescimento da própria superfície, induzido 
a partir de um processo eletroquímico. 
• O objetivo é: 
✓ Com o titânio, obter uma 
rugosidade de superfície com o 
auxílio de um biomaterial 
bioinerte; 
✓ Com a hidroxiapatita, tornar a 
superfície bioativa por 
intermédio de um biomaterial 
com propriedades diferentes 
do substrato. 
OBS: Esse procedimento é realizado na 
fabricação dos implantes. 
• No tratamento por adição com o 
titânio – a rugosidade aumenta 2,1 - 
3,1 μm; 
• No tratamento por adição com a 
hidroxiapatita – a rugosidade 
aumenta 1,59 - 2,94 μm. 
 
 – ODONTOLOGIA UNINASSAU RN - @respirando_odonto 
 
 
Aumento da superfície de contato pode ser 
até 6x maior após a criação das 
rugosidades. 
Implantes rugosos causam: 
• Um maior estímulo de aposição óssea; 
• Aumento do contato ósseo; 
• Redução do tempo de cicatrização; 
• Aumento do torque de remoção. 
Porém, esse tratamento é dispendioso, é 
muito caro. 
O princípio baseia-se em oxidar fortemente 
a superfície dos implantes em titânio. Isso faz 
com que uma camada espessa de óxido 
TiO2 cresça até uma dezena de mícrons na 
superfície do implante. O crescimento da 
camada é realizado imergindo os implantes 
em um banho oxidante e submetendo-os a 
uma corrente em que eles desempenhem o 
papel de ânodo. 
• Imersão do implante em uma 
substância oxidante + corrente 
elétrica (ânodo); 
• Crescimento de uma camada de 
dióxido de titânio TiO2; 
• Ocorre um crescimento de tubos de 
titânio. 
 
 
 
 
Superfície obtida por oxidação anódica. a: 
Pouco aumento (200x). A superfície parece 
rugosa. b: Grande aumento (2.000x). Nesse 
caso, a topografia é formada por chaminés 
ou tubos espessos de óxido de titânio, 
lembrando a forma de cânions. 
• O aumento da rugosidade das 
superfícies submetidas à oxidação 
anódica varia entre 1,35 e 2 μm (Sul 
et al., 2006; Albrektsson e 
Wennerberg, 2004b). 
Consiste em bombardear a superfície “mole” 
do titânio com partículas muito duras. Estas 
criam rugosidades ao impactar a superfície, 
permanecendo em parte inseridas na 
superfície implantar, sendo bastante difícil 
expulsá-las desse local. 
• O jateamento é geralmente realizado 
no Este material é escolhido 
por seu custo razoável, além de estar 
entre os mais duros. Os resíduos do 
jateamento podem cobrir 10 a 30% 
da superfície do implante, sendo 
considerada mista (titânio-óxido de 
alumínio); 
• Para evitar esse problema, certos 
fabricantes optaram por um 
jateamento com , a fim 
de manter uma superfície de óxido de 
titânio na superfície sem contaminante 
externo. No entanto, partículas de 
jateamento podem ainda subsistir na 
superfície; 
• Para superar essas dificuldades, 
outros fabricantes utilizam 
, menos duro do que o 
alumínio ou óxido de titânio, para 
efetuar o jateamento. Ainda que a 
rugosidade resultante seja menor, o 
fosfato tricálcico oferece a vantagem 
de dissolver-se completamente da 
superfície quando imerso no ácido 
nítrico, que o dissolve sem atingir o 
titânio. 
OBS: A rugosidade das superfícies jateadas 
com óxido de titâneo varia de 1,05 
(Gotfredsen, 2000) a 1,09 μm (Wennerberg, 
2000). Já a rugosidade das superfícies 
 – ODONTOLOGIA UNINASSAU RN - @respirando_odonto 
 
jateadas com fosfato tricálcio é de 0,9 μm 
(Sanz et al., 2001). 
 
 
 
 
 
Superfície obtida por jateamento de fosfato 
tricálcico seguido de sua dissolução 
completa. a: Pouco aumento (200x). A 
superfície parece rugosa. Observe a 
derrapagem da areia que incide 
obliquamente. b: Grande aumento (2.000x). 
A rugosidade é resultado das crateras 
cavadas pelas partículas de fosfato 
tricálcico que se chocam contra a superfície 
do implante. 
• As superfícies rugosas são obtidas 
por corrosão ou decapagem. 
OBS: A corrosão consiste em um processo 
violento que atua sobre a superfície do 
titânio por meio de ácidos fortes. 
 A envolve ácidos como o 
 A utiliza os 
A rugosidade de superfície difere conforme 
a ocorrência ou a ausência de um 
jateamento preliminar. Sem jateamento, a 
rugosidade das superfícies corroídas é de 
0,4 a 1,09 μm. (Wennerberg e Albrektsson, 
2000; Szmukler-Moncler et al., 2004a). Com 
o jateamento, a rugosidade varia entre 1,44 
(Wennerberg e Albrektsson, 2000) e 2 μm 
(Buser et al., 1998). 
 
 
 
 
Todos os sistemas de implante de dois 
estágios utilizam uma conexão usinada. 
Trata-se de um encaixe entre uma peça 
macho e uma peça fêmea que conecta o 
pilar protético ao corpo do implante endo-
ósseo. 
OBS: Quando a peça fêmea situa-se ao 
. Quando situa-se ao 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
• Conexão protética realiza a conexão 
entre o pilar da prótese e o colo do 
implante. 
• 1º tipo de conexão criada – haviam 
poucos estudos sobre dissipação de 
forças; 
• O pilar é encaixado no hexágono e 
aparafusado com a ajuda de um 
parafuso de ouro ou de titânio; 
 
 
 
 
 
 
 
 – ODONTOLOGIA UNINASSAU RN - @respirando_odonto 
 
• Porém, muitas vezes, ocorre folga por 
rotação entre os componentes; 
• Desvantagem: ocorre a penetração 
de bactérias através da interface 
implante/pilar ocorre principalmente 
no sistentade hexágono externo; 
 
 
 
 
 
 
• A partir do momento que ocorre o 
acúmulo de bactérias nessa região, 
ocorre uma reabsorção óssea maior 
(em forma de pires) – 
 
 
 
 
 
 
• Esse tipo de conexão não é muito 
recomendada em área estética (o 
implante pode aparecer se o 
paciente tiver um pouco de resseção 
na gengiva). É bem indicado para 
prótese de protocolo (que não exige 
tanta estética). 
OBS: Mais barato do que os implantes com 
conexão do tipo hexágono interno. 
• Esse tipo de conexão é mais simples 
que o hexágono externo e facilita a 
manipulação protética; 
• Apresenta baixos índices de 
afrouxamento do parafuso devido à 
conexão interna; 
 
 
 
• Haverá uma parede lateral mais fina 
na área da conexão -> aumenta o 
risco de fratura do implante. 
 
 
 
 
 
 
 
• Fêmea e macho são cônicos e se 
encaixam perfeitamente; 
• Ocorre menor reabsorção óssea peri-
implantar; 
• Menor incidência de afrouxamento e 
fratura dos parafusos de conexão; 
• Melhor adaptação entre o 
componente protético e o implante; 
 
 
 
 
 
 
• É ideal para área estética: implante 
fica “submerso” de 1 a 2 mm infra-
ósseo. Devem ficar 2 mm infra ósseo 
para ideal aproveitamento dos 
componentes protéticos. 
 
 
 
 
 
 
 – ODONTOLOGIA UNINASSAU RN - @respirando_odonto 
 
Referências: 
Aula teórica de Implantodontia. Professora Clarisse 
Pereira de Brito. Faculdade Maurício de Nassau, 
Odontologia, 2022. 
DAVARPANAH, Mirthridate et al. Manual de 
Implantodontia Clínica: conceitos, protocolos e 
inovações. 2. ed. Porto Alegre: Artmed Editora Ltda, 
2013. 517 p.

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