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Faculdade Estácio de João Pessoa Curso de Bacharelado em Engenharia Civil ESTRADAS Prof.: Pedro França João Pessoa - 2018 INTRODUÇÃO O Brasil é um país com dimensões continentais, apresentando uma larga extensão norte-sul, além de uma grande distância no sentido leste-oeste em sua porção setentrional. Por esse motivo é necessária uma ampla rede articulada que ligue os diferentes pontos do território nacional a fim de propiciar o melhor deslocamento de pessoas e mercadorias INTRODUÇÃO O ENGENHEIRO CIVIL E A ÁREA DE TRANSPORTES Transportar não é apenas uma questão técnica; é também uma questão social e política, pois organiza o movimento de pessoas no espaço urbano e rural; De acordo, com a Resolução 218/1973 no Art. 7º, do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CONFEA), o Engenheiro Civil é o profissional, sob o ponto de vista legal, que tem a prerrogativa de criar, desenvolver, coordenar e atuar na área de transportes. O ENGENHEIRO CIVIL E A ÁREA DE TRANSPORTES O ENGENHEIRO CIVIL E A ÁREA DE TRANSPORTES Órgãos e departamentos; O ENGENHEIRO CIVIL E A ÁREA DE TRANSPORTES No Brasil, a estratégia principal foi a de priorizar a estruturação do sistema rodoviário – sobretudo a partir do Governo JK – em detrimento da construção de ferrovias e hidrovias, que só recentemente vêm recebendo maiores investimentos; O ENGENHEIRO CIVIL E A ÁREA DE TRANSPORTES Gráfico da matriz de transporte do Brasil FONTE: CNT,2011 O ENGENHEIRO CIVIL E A ÁREA DE TRANSPORTES Comparação da matriz de transporte do Brasil com outros países; FONTE: CNT,2011 HISTÓRIA DAS ESTRADAS Desde os primórdios de sua existência, o homem tem a necessidade de se deslocar. Primeiramente utilizava a sua própria força e posteriormente a de animais no uso de veículos com esse tipo de tração; O Império Romano pode não ter sido o primeiro a criar estradas, mas certamente é o responsável pela criação de uma extensa rede de caminhos pavimentados, ligando todas as regiões do continente europeu e chegando até mesmo à Ásia; HISTÓRIA DAS ESTRADAS Estradas romanas HISTÓRIA DAS ESTRADAS HISTÓRIA DAS ESTRADAS Principais estradas do Império Romano; HISTÓRIA DAS ESTRADAS Com o declínio do império, a criação de estradas deixou de ser relevante: a população se concentra nos meios rurais, o comércio se retrai, e o que antes era um melhoramento fundamental passa a ser um luxo dispensável; Somente a partir dos séculos XVII e XVIII, quando se verifica um aumento considerável da quantidade de veículos de rodas é que as estradas passam a ser novamente preocupação do Estado. HISTÓRIA DAS ESTRADAS Em 1716, na França, é estabelecida a Corporação de Pontes e Estradas. Era a primeira vez que um governo apoiava um grupo de engenheiros civis dedicados à conservação e abertura de novas estradas, e tal iniciativa atraiu muitos interessados, dando origem a uma escola de treinamento em 1747; Os alicerces técnicos da construção de rodovias foram desenvolvidos mais tarde pelo francês Pierre Trésaguet, que modificou o modelo romano de construção, utilizando material mais leve, como por exemplo seixos nos acostamentos. HISTÓRIA DAS ESTRADAS Os ingleses John McAdam a Thomas Telford irão aperfeiçoar os conceitos introduzidos por Trésaguet, usando um leito de rodovia plano, num terreno devidamente drenado; McAdam considerava desnecessárias as fundações pesadas e passou a utilizar o chamado macadame, pedra de corte reto angular, que tornava o leito "flexível", pois absorvia as pressões sem se deformar, transmitindo o peso para o subsolo. HISTÓRIA DAS ESTRADAS Ilustração da construção da primeira estrada de macadame nos EUA, em 1823; HISTÓRIA DAS ESTRADAS Estrada de macadame; HISTÓRIA DAS ESTRADAS Com o advento do asfalto, desenvolvido para acolher a nova invenção, o automóvel, muda para sempre o aspecto das estradas, que se transformam em um "tapete" negro, e gradualmente aumentam de tamanho e complexidade, para acomodar o tráfego cada vez mais intenso de veículos; HISTÓRIA DAS ESTRADAS Autobahns alemãs; HISTÓRIA DAS ESTRADAS Oyamazaki Interchange – Osaka (Japão); HISTÓRIA DAS ESTRADAS Yan'an Interchange – Shangai (China); HISTÓRIA DAS ESTRADAS Judge Harry Pregerson Interchange– Los Angeles (EUA); HISTÓRIA DAS ESTRADAS NO BRASIL A primeira estrada federal brasileira é a estrada União Indústria, inaugurada em 1861; A primeira lei a conceder auxílio federal para construção de estradas foi aprovada em 1905; Quando fundado, em 1937, o DNER não possuia as características preconizadas pelo grupo de trabalho: não era uma autarquia, não possuia recursos próprios e suas atividades eram desvinculadas dos sistemas rodoviários estadual e municipal. HISTÓRIA DAS ESTRADAS NO BRASIL Como resultado da política rodoviária adotada até então, o Brasil chegava aos meados da década de 40 com modestos 423 km de rodovias pavimentadas, entre federais e estaduais; Em dezembro de 1945, o então ministro da Viação e Obras Públicas, Maurício Joppert da Silva, levava à sanção do presidente José Linhares o Decreto-lei 8.463, que conferia autonomia técnica e financeira ao DNER. HISTÓRIA DAS ESTRADAS NO BRASIL Como conseqüência da Lei Joppert, em 1950 o Brasil já contava com 968 km de malha rodoviária pavimentada, o dobro do verificado em 1945; O país começa então a ver explodir o rodoviarismo nas décadas seguintes e, ao final dos anos 60, com exceção de Manaus e Belém, todas as capitais estavam interligadas por estradas federais. HISTÓRIA DAS ESTRADAS NO BRASIL Na década de 70, o DNER continuou com as grandes obras rodoviárias, mas então para garantir a unidade e soberania nacionais, através das interligações regionais Assim, nasceram a Transamazônica, a Belém- Brasília, a construção da Ponte, entre tantas outras obras. O Brasil chegava em 1980 com 47 mil km de rodovias federais pavimentadas. O SISTEMA RODOVIÁRIO Segundo a Lei Nº 9.305/1997 do Código de Trânsito Brasileiro, as vias rurais podem ser estradas ou rodovias, diferenciando-se pelo fato da rodovia ser pavimentada e a estrada não; De acordo com o órgão que a administra, as vias podem ser classificadas em federais, estaduais e municipais, sendo os órgãos, respectivamente: Departamento Nacional de Infraestrutura Terrestre — DNIT; Departamentos de Estradas e Rodagens — DER's; Departamentos Municipais. CLASSIFICAÇÃO DAS VIAS QUANTO À SUA FUNÇÃO Considera a importância demográfica, política e econômica das localidades servidas, além do volume de tráfego e a distância média de viagem deste tráfego na rodovia; A partir de uma hierarquização das vias a fim de obter-se uma conjugação de mobilidade e acesso, classifica-se as vias em: CLASSIFICAÇÃO DAS RODOVIAS QUANTO À SUA FUNÇÃO Sistema Arterial; Possuem a função principal de proporcionar um alto nível de mobilidade e controle de acesso. Sistema Coletor; Ligação de áreas rurais com centros municipais e malha arterial; velocidade de operação inferior as das arteriais; combina mobilidade e acesso. Sistema Local; Rodovias de pequena extensão para acesso ao tráfego intramunicipal de áreas rurais e de pequenas localidades até as rodovias de nível superior pertencentes, CLASSIFICAÇÃO DAS RODOVIAS QUANTO À SUA FUNÇÃO NOMENCLATURAS DAS RODOVIAS FEDERAIS De acordo com o Plano Nacional de Viação (PNV), a nomenclatura das rodovias federais é definida pela sigla BR seguida por três algarismos; O primeiro algarismo indica a categoria da rodovia e os dois outros algarismos definem a posição, a partir da orientaçãogeral da rodovia, relativamente à capital federal e aos limites do país (norte, sul, leste e oeste): NOMENCLATURAS DAS RODOVIAS FEDERAIS NOMENCLATURAS DAS RODOVIAS FEDERAIS Rodovia Radial (BR-0xx) – São as rodovias que partem da capital federal em direção aos extremos do país. O primeiro algarismo é o zero e os números restantes podem variar de 10 a 90, segundo a razão numérica 05 e no sentido horário. Por exemplo: a BR-020, a BR-040 e a BR-070, mostradas na figura: NOMENCLATURAS DAS RODOVIAS FEDERAIS NOMENCLATURA DAS RODOVIAS FEDERAIS Rodovia Longitudinal (BR-1xx) – São as rodovias que cortam o país na direção norte-sul; O primeiro algarismo é o 1 e os números restantes variam de 00, no extremo leste do país, a 50, na capital federal, e de 50 a 99, no extremo oeste. Exemplo: a BR-101, a BR-153 e a BR-174; NOMENCLATURA DAS RODOVIAS FEDERAIS NOMENCLATURA DAS RODOVIAS FEDERAIS Rodovia Transversal (BR-2xx) – São as rodovias que cortam o país na direção leste-oeste; O primeiro algarismo é o 2 e os números restantes variam de 00, no extremo norte do país, a 50, na capital federal, e de 50 a 99 no extremo sul. Exemplo: BR-230, a BR-262 e a BR290; NOMENCLATURA DAS RODOVIAS FEDERAIS NOMENCLATURA DAS RODOVIAS FEDERAIS Rodovia Diagonal (BR-3xx) – Estas rodovias podem apresentar dois modos de orientação: noroeste-sudeste ou nordeste-sudoeste; Diagonais orientadas na direção geral NO-SE: A numeração varia, segundo números pares, de 00, no extremo nordeste do país, a 50, em Brasília, e de 50 a 98, no extremo sudoeste; Diagonais orientadas na direção geral NE-SO: A numeração varia, segundo números ímpares, de 01, no extremo noroeste do país, a 51, em Brasília, e de 51 a 99, no extremo sudeste. NOMENCLATURA DAS RODOVIAS FEDERAIS NOMENCLATURA DAS RODOVIAS FEDERAIS Rodovia de Ligação (BR-4xx) – Estas rodovias apresentam-se em qualquer direção, geralmente ligando rodovias federais, ou pelo menos uma rodovia federal a cidades ou pontos importantes ou ainda às fronteiras internacionais; O primeiro algarismo é o quatro, os demais números variam entre 00 e 50, se a rodovia estiver ao norte do paralelo da capital federal, e entre 50 e 99, se estiver ao sul desta referência. Por exemplo: a BR-401e a BR-487. NOMENCLATURA DAS RODOVIAS ESTADUAIS As rodovias estaduais trazem em sua identificação a sigla dos estados seguida de um traço e seguir uma centena, semelhante as rodovias federais; Entretanto, cada estado possui uma maneira de classificar e estabelecer esta centena, não havendo uma normatização comum a todos. CARACTERÍSTICAS GEOMÉTRICAS DAS VIAS A via é formada pela infraestrutura e pela superestrutura; PROJETO GEOMÉTRICO DE RODOVIAS Projeto geométrico de uma rodovia é o estudo dos elementos de planta, perfil longitudinal e seção transversal de uma via, fundamentado na mecânica e em experiências realizadas, objetivando fornecer aos veículos condições de operações compatíveis no que se refere à segurança, conforto e economia; Consiste em determinar parâmetros técnicos e geométricos de uma rodovia, tanto altimétricos como planimétricos, de modo a tornar seguro e confortável o tráfego de veículos rodoviários, em um dado nível de serviço. ELEMENTOS DE PROJETO DE RODOVIAS Planta baixa – é a representação plana dos elementos do terreno e projeto, com as curvas de nível do terreno; O objetivo principal é definir a geometria da linha que representa a rodovia, denominada de eixo da rodovia. ELEMENTOS DE PROJETO DE RODOVIAS Planta baixa: ELEMENTOS DE PROJETO DE RODOVIAS Perfil Longitudinal (Greide) – representação gráfica de um corte vertical no corpo estradal, através de uma superfície perpendicular e coincidente com o eixo da rodovia; ELEMENTOS DE PROJETO DE RODOVIAS Perfil longitudinal (Greide): ELEMENTOS DE PROJETO DE RODOVIAS Seções transversais – caracterização da geometria dos componentes da rodovia segundo planos verticais perpendiculares ao eixo da rodovia; ELEMENTOS DE PROJETO DE RODOVIAS Seções transversais; PROJETO DE RODOVIAS No passado, elementos geométricos de projeto de estradas, como curvas horizontais (simples e compostas), curvas verticais, superelevação, entre outros, eram calculados manualmente e depois de definidos, utilizava-se softwares CAD para realização dos desenhos; Com o avanço da tecnologia BIM, softwares com Autodesk Infraworks e AutoCAD Civil 3D otimizam os processos de geração de plantas de projeto de rodovias, além de realizar automaticamente cálculos de terraplenagem. PROJETOS DE RODOVIAS - SOFTWARES AutoCAD Civil 3D; PROJETOS DE RODOVIAS - SOFTWARES AutoCAD Civil 3D; PROJETOS DE RODOVIAS - SOFTWARES AutoCAD Civil 3D; PROJETOS DE RODOVIAS - SOFTWARES AutoCAD Civil 3D; PROJETOS DE RODOVIAS - SOFTWARES AutoCAD Civil 3D; PROJETOS DE RODOVIAS - SOFTWARES Autodesk Infraworks; PROJETOS DE RODOVIAS - SOFTWARES Autodesk Infraworks; PROJETOS DE RODOVIAS - SOFTWARES Autodesk Infraworks; DISCIPLINA ESTRADAS Transportes no Brasil; Estudo do Traçado - Elementos para o Projeto de Estadas; Características Técnicas das Estradas; Concordância de Curvas Horizontais; Concordância de Curvas Verticais; Projeto de Terraplenagem; Projeto de Pavimentação; Projeto de Drenagem de Estradas BIBLIOGRAFIA MICHELIN, Renato G. Drenagem Superficial e Subterrânea de Estradas. São Paulo: Multilibri, 1975; PIMENTA, Carlos R.T.; Oliveira, Marcio P. Projeto Geométrico de Rodovias. 2. ed. São Paulo: Rima, 2004; MEDINA, Jacques. Mecânica dos Pavimentos. Rio de Janeiro: UFRJ, 1997; NORMAS TÉCNICAS E MANUAIS RELATIVOS A PROJETOS DE ESTRADAS E RODOVIAS DNIT: http://ipr.dnit.gov.br/normas-e- manuais/normas/relacao_de_normas_vigentes5.pdf (úlima atualização: jan/2015) DER: http://www.der.sp.gov.br/WebSite/Acessos/Documentos/ DocumentosDER.aspx http://ipr.dnit.gov.br/normas-e-manuais/normas/relacao_de_normas_vigentes5.pdf http://ipr.dnit.gov.br/normas-e-manuais/normas/relacao_de_normas_vigentes5.pdf http://ipr.dnit.gov.br/normas-e-manuais/normas/relacao_de_normas_vigentes5.pdf http://ipr.dnit.gov.br/normas-e-manuais/normas/relacao_de_normas_vigentes5.pdf http://ipr.dnit.gov.br/normas-e-manuais/normas/relacao_de_normas_vigentes5.pdf http://ipr.dnit.gov.br/normas-e-manuais/normas/relacao_de_normas_vigentes5.pdf http://ipr.dnit.gov.br/normas-e-manuais/normas/relacao_de_normas_vigentes5.pdf http://ipr.dnit.gov.br/normas-e-manuais/normas/relacao_de_normas_vigentes5.pdf http://ipr.dnit.gov.br/normas-e-manuais/normas/relacao_de_normas_vigentes5.pdf http://ipr.dnit.gov.br/normas-e-manuais/normas/relacao_de_normas_vigentes5.pdf http://ipr.dnit.gov.br/normas-e-manuais/normas/relacao_de_normas_vigentes5.pdf http://ipr.dnit.gov.br/normas-e-manuais/normas/relacao_de_normas_vigentes5.pdf http://ipr.dnit.gov.br/normas-e-manuais/normas/relacao_de_normas_vigentes5.pdf http://ipr.dnit.gov.br/normas-e-manuais/normas/relacao_de_normas_vigentes5.pdf http://ipr.dnit.gov.br/normas-e-manuais/normas/relacao_de_normas_vigentes5.pdf http://ipr.dnit.gov.br/normas-e-manuais/normas/relacao_de_normas_vigentes5.pdf http://www.der.sp.gov.br/WebSite/Acessos/Documentos/DocumentosDER.aspx http://www.der.sp.gov.br/WebSite/Acessos/Documentos/DocumentosDER.aspx http://www.der.sp.gov.br/WebSite/Acessos/Documentos/DocumentosDER.aspx http://www.der.sp.gov.br/WebSite/Acessos/Documentos/DocumentosDER.aspx http://www.der.sp.gov.br/WebSite/Acessos/Documentos/DocumentosDER.aspx http://www.der.sp.gov.br/WebSite/Acessos/Documentos/DocumentosDER.aspx http://www.der.sp.gov.br/WebSite/Acessos/Documentos/DocumentosDER.aspx http://www.der.sp.gov.br/WebSite/Acessos/Documentos/DocumentosDER.aspxhttp://www.der.sp.gov.br/WebSite/Acessos/Documentos/DocumentosDER.aspx http://www.der.sp.gov.br/WebSite/Acessos/Documentos/DocumentosDER.aspx http://www.der.sp.gov.br/WebSite/Acessos/Documentos/DocumentosDER.aspx http://www.der.sp.gov.br/WebSite/Acessos/Documentos/DocumentosDER.aspx http://www.der.sp.gov.br/WebSite/Acessos/Documentos/DocumentosDER.aspx http://www.der.sp.gov.br/WebSite/Acessos/Documentos/DocumentosDER.aspx DICA DE ESTUDO Download gratuito para estudantes do AutoCAD Civil 3D 2018 https://www.autodesk.com/education/free- software/autocad-civil-3d Blog oficial da Autodesk sobre projetos BIM de Infraestrutura utilizando BIM http://blogs.autodesk.com/mundoaec/ https://www.autodesk.com/education/free-software/autocad-civil-3d https://www.autodesk.com/education/free-software/autocad-civil-3d https://www.autodesk.com/education/free-software/autocad-civil-3d https://www.autodesk.com/education/free-software/autocad-civil-3d https://www.autodesk.com/education/free-software/autocad-civil-3d https://www.autodesk.com/education/free-software/autocad-civil-3d https://www.autodesk.com/education/free-software/autocad-civil-3d http://blogs.autodesk.com/mundoaec/ CONTATO Email: pedro.franca@live.estacio.br Cel: 83 9.9823-3964 Aulas: http://bit.ly/pfranca Obrigado!