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REGENERAÇÃO ÓSSEA EM CIRUGIA ORAL MENOR

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Regeneração óssea
Aplicada a cirurgia oral
Regeneração óssea em cirugia oral
• Indicações de enxerto
• Características ideais
• Tipos de enxertos
• Biomateriais utilizados
• Membranas
• Técnicas cirúrgicas.
Agenda
Regeneração óssea em cirugia oral
• Defeitos peri-implantares
• Alvéolos de extração
• Elevação do seio maxilar
• Crescimentos horizontais
• Crescimentos verticais
Indicação
“Em reconstruções ósseas de defeitos do rebordo, seja cuidadoso com o que promete a seus pacientes” 
Malmquist
Indicação
Regeneração óssea em cirugia oral
Regeneração óssea em cirugia oral
• Os enxertos ósseos podem ser 
classificados em:
• Autógenos: do mesmo 
paciente;
• Homógenos: da mesma 
espécie, outro indivíduo;
• Heterógenos: de espécie 
diferente, normalmente bovino;
• Sintéticos.
Classificação
Regeneração óssea em cirugia oral
• São aqueles retirados do mesmo 
indivíduo, com os quais 
fazeremos a reconstrução, 
normalmente de uma área 
doadora à distância da área 
operada.
• Considerado o enxerto-padrão 
(gold standart) para 
reconstruções alveolares e pode 
ser utilizado na forma de bloco 
ou particulado.
Enxertos Autógenos
Regeneração óssea em cirugia oral
• São os enxertos disponibilizados 
de um indivíduo para outro, de 
uma mesma espécie. 
• Consiste no uso de enxerto 
humano, disponíveis em banco 
de ossos.
• Ele é mais lento e com 
vascularização incompleta 
quando comparado com o 
enxerto autógeno.
Enxertos Homógenos
Regeneração óssea em cirugia oral
• São enxertos provenientes entre 
indivíduos de espécies diferentes.
• Uso principalmente da matriz 
óssea bovina mineralizada.
• Apresenta como vantagens o 
fornecimento de osso do mesmo 
tipo e forma daquele que 
substituirá, além da 
disponibilidade de grandes 
volumes, sem a necessidade de 
área doadora.
Enxertos Heterógenos
Regeneração óssea em cirugia oral
• São aqueles produzidos e 
sintetizados em laboratório, com 
o objetivo de atuar como 
substituto ósseo. Envolve o uso 
de materiais sintéticos como as 
cerâmicas, os polímeros e os 
vidros bioativos.
Enxertos Sintéticos
Regeneração óssea em cirugia oral
• Enxertos ósseos de qualquer 
tipo só podem gerar novo osso 
através de três mecanismos 
possíveis: 
• Osteogênese direta.
• Osteocondução
• Osteoindução
MECANISMOS DE REGENERAÇÃO 
E CICATRIZAÇÃO ÓSSEA
Regeneração óssea em cirugia oral
• Capacidade que o enxerto tem 
de transferir, junto de si, células 
viáveis (osteoblastos e células 
osteoprogenitoras), que iniciarão 
a fase 1 do reparo ósseo.
Osteogênese
Regeneração óssea em cirugia oral
• O processo no qual o material de 
enxerto serve como arcabouço 
para que as células do 
hospedeiro possam se proliferar
Osteocondução
Regeneração óssea em cirugia oral
• A capacidade que o enxerto tem 
de estimular as células 
mesenquimais indiferenciadas 
ou percursoras osteogênicas, 
que existem nos tecidos 
adjacentes, a se transformarem 
em células ósseas, as quais 
formarão novo osso.
Osteoindução
Regeneração óssea em cirugia oral
• Fornecimento ilimitado sem comprometer a 
área doadora; 
• Promover a osteogênese;
• Não apresentar resposta imunológica do 
hospedeiro; 
• Revascularizar rapidamente;
• Estimular a osteoindução;
• Promover a osteocondução;
• Ser substituído completamente por osso em 
quantidade e qualidade semelhante ao do 
hospedeiro 
Características ideais MECANISMOS DE REGENERAÇÃO E CICATRIZAÇÃO ÓSSEA
Regeneração óssea em cirugia oral
Regeneração óssea em cirugia oral
Função: 
• Impedir a migração do epitélio ao longo 
do defeito ósseo.
• Manutenção do espaço para 
estabilização do coágulo
• Favorece a repopulação da área por 
células do osso
Barreiras teciduais Membranas para RTG
• Devem possuir: 
• Biocompatibilidade
• Oclusividade celular
• Espaçamento (coágulo)
• Integração tecidual
• Gerenciamento clínico
(ELEY; SOORY; MANSON, 2012)
https://www.criteria.com.br/lumina-coat
Membranas Não Reabsorvíveis
• ePTFE→ politetrafluoretileno 
expandido
• Biocompatível com o corpo 
humano
• Cirurgias de reconstrução vascular
Maior manutenção do espaço regenerativo
(ELEY; SOORY; MANSON, 2012)
https://www.criteria.com.br/lumina-ptfe
Membranas Não Reabsorvíveis
• Os principais problemas ao uso de 
barreiras de membrana de ePTFE:
• Configuração do defeito periodontal
• Aspectos limitantes da anatomia 
dental
• Contaminação da membrana e/ou 
infecção, sempre que a membrana 
fica exposta ao ambiente oral
 Necessário realizar um segundo procedimento cirúrgico para removê-las
(ELEY; SOORY; MANSON, 2012) https://www.criteria.com.br/lumina-ptfe
Membranas Reabsorvíveis
Membranas de baixa 
imunogenicidade e alta atração de 
fibroblastos 
• Dois tipos:
• Biomateriais naturais
• Colágeno
• Polímeros Sintéticos
• Ácido Polilático, Ácido poliglicólico
Não é necessário um segundo procedimento cirúrgico para removê-las
(ELEY; SOORY; MANSON, 2012)
Regeneração óssea em cirugia oral
• Acesso ao leito receptor
• Preparação do leito receptor
• Acesso ao leito doador
• Remoção do enxerto
• Preparo do enxerto
• Adaptação e fixação ao leito 
receptor
• Sutura
PROTOCOLO CIRÚRGICO PARA 
O SUCESSO
Regeneração óssea em cirugia oral
• Proporcionar visibilidade ao 
campo cirúrgico, para a 
realização da técnica escolhida.
• Seguir os princípios de técnica 
cirúrgica conhecidos.
• Área suficiente para remoção e 
instalação do enxerto.
ACESSO CIRÚRGICO
Regeneração óssea em cirugia oral
• Remover todo tecido conjuntivo 
ou periósteo residual.
• Descorticalizar o leito receptor
• Pequenas perfurações no leito 
receptor.
• Deixar parte central sem 
perfurações para adaptação 
do parafuso.
PREPARO DO LEITO RECEPTOR
Regeneração óssea em cirugia oral
• Pode ser realizado com brocas, 
serras circulares ou instrumentos 
piezelétricos.
• Menor diâmetro do instrumento 
para maior aproveitamento do 
enxerto.
• Sob irrigação constante
Remoção do enxerto
Regeneração óssea em cirugia oral
• Enxertos autógenos, →o enxerto 
deve ser imerso em solução 
fisiológica estéril, à temperatura 
ambiente e em um recipiente 
inócuo.
• Sob estas condições, boa parte da 
viabilidade celular poderá ser 
mantida por até 4 horas.
• Quanto menor tempo o enxerto 
permanecer fora dos tecidos, maior 
será a quantidade de células viáveis
ARMAZENAMENTO DO ENXERTO
Regeneração óssea em cirugia oral
• Adaptação com relação a forma 
do leito receptor.
• Estabilidade total do enxerto ao 
leito receptor é fundamental para 
a sua incorporação.
• A presença de mobilidade pode 
levar à formação de tecido 
conjuntivo frouxo, rico em 
colágeno na interface entre o 
enxerto e o leito receptor
PREPARO E ESTABILIZAÇÃO DO 
ENXERTO
Estabilização do 
enxerto
Parafusos bicorticais
Regeneração óssea em cirugia oral
• ENXERTOS PARTICULADOS
• Casos onde o rebordo é 
extremamente irregular.
• A malha proporcionará 
estabilidade a ele e dará forma 
à reconstrução
PREPARO E ESTABILIZAÇÃO DO 
ENXERTO
Regeneração óssea em cirugia oral
• Seu recobrimento por um retalho 
íntegro, passivo, sem tensões e 
hermeticamente fechado implica 
na diminuição do risco de 
contaminação e deiscência.
• É recomendável o uso de fios 
reabsorvíveis como o Vicryl 5-0 
ou Categute cromado 4-0.
RECOBRIMENTO PASSIVO DO 
ENXERTO
Regeneração óssea em cirugia oral
• Adequar o tipo de incisão, de 
acordo com a região a ser 
reconstruída.
• Verificar a presença de osso 
junto ao(s) dente(s) adjacentes 
ao defeito.
• Não intervir na presença de 
contaminação, seja na área do 
defeito como nos dentes 
adjacentes a ele
DICAS CLÍNICAS PARA SE OBTER 
PREVISIBILIDADE
Enxerto Homógeno
Enxerto Autógeno