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MEDICINA DO TRABALHO E BIOSSEGURANÇA
INTRODUÇÃO A BIOSSEGURANÇA
INTRODUÇÃO A BIOSSEGURANÇA
RISCOS OCUPACIONAIS
MEDIDAS 
E
PRECAUÇÕES
TRABALHADOR
TÉCNICO EM
SEGURANÇA
DO TRABALHO
É o conjunto de ações voltadas para a prevenção, proteção do trabalhador, minimização de riscos inerentes às atividades de pesquisa, produção, ensino, desenvolvimento tecnológico e prestação de serviços, visando à saúde do homem, dos animais, a preservação do meio ambiente e a qualidade dos resultados" (Teixeira & Valle, 1996)
							
INTRODUÇÃO A BIOSSEGURANÇA
O objetivo principal da biossegurança é criar um ambiente de trabalho onde se promova a contenção do risco de exposição a agentes potencialmente nocivos ao trabalhador, pacientes e meio ambiente, de modo que este risco seja minimizado ou eliminado.
							
O termo “contenção” é usado para descrever os métodos de segurança utilizados na manipulação de materiais infecciosos ou causadores de riscos em meio laboratorial, onde estão sendo manejados ou mantidos.
							
INTRODUÇÃO A BIOSSEGURANÇA
O objetivo da contenção é reduzir ou eliminar a exposição da equipe de um laboratório, de outras pessoas e do meio ambiente em geral aos agentes potencialmente perigosos. As contenções de riscos representam-se como a base da biossegurança e são ditas primárias ou secundárias.
							
INTRODUÇÃO A BIOSSEGURANÇA
INTRODUÇÃO A BIOSSEGURANÇA
CONTENÇÃO
PRIMÁRIA
Proteção do trabalhador e do ambiente de trabalho contra a exposição a agentes infecciosos
Práticas microbiológicas seguras 
Uso adequado dos equipamentos de segurança.
INTRODUÇÃO A BIOSSEGURANÇA
CONTENÇÃO
SECUNDÁRIA
Proteção do ambiente externo contra a contaminação proveniente do laboratório e/ou setores que manipulam agentes nocivos.
Adequada estrutura física do local 
Rotinas de trabalho: descarte de resíduos sólidos, limpeza e desinfecção de artigos e áreas, entre outras.
INTRODUÇÃO 
A MICROBIOLOGIA
INTRODUÇÃO A MICROBIOLOGIA
MICROBIOLOGIA
Área da ciência dedicada ao estudo de organismos que só podem ser visualizados através do uso de microscópio.
							
INTRODUÇÃO A MICROBIOLOGIA
MICROBIOLOGIA
Aborda um vasto e diverso grupo de organismos unicelulares de dimensões reduzidas, que podem ser encontrados como células isoladas ou agrupados em diferentes arranjos.
							
A microbiologia envolve o estudo dos seguintes organismos. 							
Procarióticos (bactérias)
							
Eucarióticos (algas, protozoários, fungos)
							
Acelulares (vírus)
							
As bactérias são organismos procariontes causadoras de diversas doenças. Essas doenças apresentam diferentes formas de contágio, sintomas, tratamentos e prevenção.							
INTRODUÇÃO A MICROBIOLOGIA
BACTÉRIAS
						
Fungos são seres eucarióticos, que possuem uma estrutura de vida bastante simples. Existem inúmeros tipos de fungos. Alguns são utilizados na culinária, na produção de vinhos e de fermento. Outros são fundamentais para a fabricação de medicamentos, como é o caso do fungo Penicillium chrysogenum, usado na elaboração da penicilina. Mas não podemos deixar de destacar os fungos nocivos à saúde.							
INTRODUÇÃO A MICROBIOLOGIA
FUNGOS
						
INTRODUÇÃO A MICROBIOLOGIA
Benefícios dos microorganismos.
						
INTRODUÇÃO A MICROBIOLOGIA
Microorganismos causadores de doenças.
						
INTRODUÇÃO 
A PARASITOLOGIA
INTRODUÇÃO A PARASITOLOGIA
Parasitas ou parasitos são organismos que vivem em associação com outros dos quais retiram os meios para a sua sobrevivência, normalmente prejudicando o organismo hospedeiro, um processo conhecido por parasitismo.						
PARASITAS
						
Algumas doenças causadas por parasitas:
	
Toxoplasmose	
Doença de chagas
Malária
Pediculose (piolho)				
PERIGO X RISCO
PERIGO X RISCO
PERIGO: de forma geral, o perigo caracteriza-se por ser uma fonte causadora de lesões ou danos à saúde. É uma característica inerente a uma substância ou a uma atividade. 
Exemplos: a substância química presente no ambiente de trabalho, a superfície quente de um forno, a máquina com suas partes móveis desprotegidas, entre outros.
PERIGO X RISCO
RISCO: A norma internacional ISO 45001 – Sistemas de Gestão de Saúde e Segurança Ocupacional conceitua risco como:
“combinação da probabilidade de ocorrência de eventos ou exposições perigosas relacionadas aos trabalhos e da gravidade das lesões e problemas de saúde que podem ser causados pelos eventos ou exposições”.
PERIGO X RISCO
PERIGO X RISCO
PERIGO X RISCO
O grau de exposição aos riscos ocupacionais está vinculado a 3 variáveis:
tempo de exposição – período durante o qual o trabalhador fica exposto ao agente ou fator de risco;
intensidade ou concentração – nível acumulado do agente ou fator de risco no ambiente de trabalho;
natureza do agente ou fator de risco – grau de nocividade ou potencial agressivo à saúde do trabalhador.
LIMITE DE TOLERÂNCIA
Entende-se por Limite de Tolerância, para os fins desta Norma, a concentração ou intensidade máxima ou mínima, relacionada com a natureza e o tempo de exposição ao agente, que não causará dano à saúde do trabalhador, durante a sua vida laboral. 
NR15 – ATIVIDADES E OPERAÇÕES INSALUBRES
CLASSIFICAÇÃO DOS RISCOS OCUPACIONAIS
Os riscos ocupacionais podem ser classificados segundo a natureza e a forma com que atuam no organismo humano. 
Podemos dividir os riscos ocupacionais em cinco grandes grupos:
Físicos	
Químicos
Biológicos
Ergonômicos
Mecânicos (acidentes)
RISCOS OCUPACIONAIS 
E NORMAS BÁSICAS 
DE BIOSSEGURANÇA
RISCOS OCUPACIONAIS E NORMAS BÁSICAS DE BIOSSEGURANÇA
Está relacionado às diversas formas de energia que agem no corpo humano.
							
RISCOS FÍSICOS
							
Ruído
Temperaturas extremas
Radiações Ionizantes 
Radiações não ionizantes
Vibrações
SÃO ELES
Pressões Anormais
Infra-som 
Ultra-som
Umidade
RISCOS OCUPACIONAIS E NORMAS BÁSICAS DE BIOSSEGURANÇA
Refere-se à exposição a agentes ou substâncias químicas 
que possam penetrar no organismo pelas seguintes vias:
							
RISCOS QUÍMICOS
							
Poeiras (rompimento mecânico de um sólido)
Fumos (processos de solda)
Névoas (partículas líquidas resultantes da condensação de vapores ou da dispersão mecânica de líquidos)
Neblinas (São partículas finas suspensa no ar produzidas pela condensação de vapores)
Gases (naturais e artificiais) 
Vapores (São dispersões de moléculas no ar que podem condensar-se para formar líquidos ou sólidos em condições normais de temperatura e pressão. ex: naftalina)
SÃO ELES
Respiratória
Cutânea 
Digestiva 
							
RISCOS OCUPACIONAIS E NORMAS BÁSICAS DE BIOSSEGURANÇA
RISCOS QUÍMICOS
							
RISCOS OCUPACIONAIS E NORMAS BÁSICAS DE BIOSSEGURANÇA
Está associado ao manuseio ou contato com materiais biológicos que possuam a capacidade de produzir efeitos nocivos ao trabalhador.
							
RISCOS BIOLÓGICOS
							
Vírus (gripe, hepatite, herpes, raiva, AIDS)
Bactérias (gonorreia, leptospirose, tétano, tuberculose)
Parasitas e protozoários (toxoplasmose, doença de chagas, malária)
Fungos (pano branco)
Bacilos (difteria, coqueluche, tétano)
SÃO ELES
RISCOS OCUPACIONAIS E NORMAS BÁSICAS DE BIOSSEGURANÇA
Considera-se risco ergonômico qualquer fator que possa interferir nas características psicofisiológicas do trabalhador, causando prejuízos a sua saúde e segurança.
							
RISCOS ERGONÔMICOS
							
Levantamento e transporte manual de cargas
Movimentos repetitivos
Postura inadequada de trabalho
SÃO ELES
RISCOS OCUPACIONAIS E NORMAS BÁSICAS DE BIOSSEGURANÇA
São aqueles que ocorrem em situações que podem levar a acidentes, como resultado das condições do local de trabalho.							
RISCOS MECÂNICOS (ACIDENTES)
							
Arranjos físicos deficientes
Maquinários e equipamentos sem a proteção adequada
Ferramentas inapropriadas ou com problemas
SÃO ELES
Eletricidade
Risco de queda
Incêndio ou explosão
Animais peçonhentos
RISCOS OCUPACIONAIS E NORMAS BÁSICAS DE BIOSSEGURANÇA
O diagrama ou diamante de Hommel	, mundialmente conhecido pelo código NFPA704 ou comodiamante do perigo ou diamante de risco, é uma simbologia empregada pela Associação Nacional para Proteção contra incêndios (National Fire Protection Association).
					
DIAMANTE DE HOMMEL (DIAMANTE DO PERIGO)
							
RISCOS OCUPACIONAIS E NORMAS BÁSICAS DE BIOSSEGURANÇA
Nele são utilizados losangos que expressam tipos de riscos em grau que variam de 0 a 4, cada qual especificado por uma cor: branco, azul, amarelo e vermelho, que representam, respectivamente riscos específicos, risco à saúde, reatividade e inflamabilidade.
					
DIAMANTE DE HOMMEL (DIAMANTE DO PERIGO)
							
RISCOS OCUPACIONAIS E NORMAS BÁSICAS DE BIOSSEGURANÇA
Quando utilizado na rotulagem de produtos, ele é de grande utilidade, pois permite que rapidamente se tenha ideia sobre o risco representado pela substância ali contida.
					
DIAMANTE DE HOMMEL (DIAMANTE DO PERIGO)
							
RISCOS BIOLÓGICOS E PROFISSIONAIS DE SAÚDE
RISCOS BIOLÓGICOS E PROFISSIONAIS DE SAÚDE
O QUE É UM MATERIAL PERFUROCORTANTE?
Os materiais perfurocortantes, segundo a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), são classificados como Grupo E, compreendendo qualquer dispositivo ou objetos com cantos, bordas, pontos ou protuberâncias rígidas e agudas capazes de cortar ou perfurar.							
ACIDENTES COM PÉFUROCORTANTES
							
RISCOS BIOLÓGICOS E PROFISSIONAIS DE SAÚDE
ACIDENTES COM PÉFUROCORTANTES
							
Scalpe
Âmpola
Agulha
Gilete
 
Lâmina
Tubo de Ensaio
 
Lanceta 
RISCOS BIOLÓGICOS E PROFISSIONAIS DE SAÚDE
Vírus da hepatite B
Vírus da hepatite C
Vírus da imunodeficiência humana (HIV)						
PATÓGENOS DE TRANSMISSÃO SANGUÍNEA
							
RISCOS BIOLÓGICOS E PROFISSIONAIS DE SAÚDE
São vedados o reencape e a desconexão manual de agulhas, (NR 32).
Todo artigo perfurocortante (ampolas, agulhas, bisturis, frasco ampolas, etc.) deve ser descartado em caixa coletora rígida estanque.
As caixas coletoras são fornecidas, montadas e lacradas para descarte pelos profissionais da Empresa terceirizada responsável pela limpeza hospitalar.
As caixas coletoras devem ser utilizadas até a sinalização do limite máximo linha pontilhada
						
PROCEDIMENTOS BÁSICOS PARA O DESCARTE DOS PERFUROCORTANTES
							
RISCOS BIOLÓGICOS E PROFISSIONAIS DE SAÚDE
Toda caixa coletora deve ser mantida em local limpo e seco e o mais próximo do local de descarte dos artigos perfurocortantes.
Manter as caixas coletoras em seus suportes específicos.
Vistoriar diariamente as condições de lotação e integridade das caixas recolhendo as que atingirem o limite máximo de preenchimento sempre que necessário.
Transportar as caixas perfurocortantes segurando-as pela alça e mantendo-as afastadas do corpo. 
						
PROCEDIMENTOS BÁSICOS PARA O DESCARTE DOS PERFUROCORTANTES
							
RISCOS BIOLÓGICOS E PROFISSIONAIS DE SAÚDE
NORMAS BÁSICAS DE BIOSSEGURANÇA
NORMAS BÁSICAS DE BIOSSEGURANÇA
Calçados: exclusivamente sapatos fechados.
Cabelos: longos são mantidos presos.
Lentes de contato: o ideal é não usar.
Unhas: limpas e curtas.
Joias e adornos: são proibidas.
						
HIGIENE PESSOAL
							
NORMAS BÁSICAS DE BIOSSEGURANÇA
Quando lavar as mãos:
Ao iniciar o turno de trabalho.
Sempre depois de ir ao banheiro.
Antes e após o uso de luvas.
Antes de beber e comer.
Após a manipulação de material biológico e químico.
Final da jornada de trabalho.
						
LAVAGEM DAS MÃOS
							
NORMAS BÁSICAS 
DE BIOSSEGURANÇA
NORMAS BÁSICAS DE BIOSSEGURANÇA
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL							
Jaleco
x
NR32
NORMAS BÁSICAS DE BIOSSEGURANÇA
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL							
Avental Impermeável
Óculos de Segurança
Escudo Facial
Máscara
NORMAS BÁSICAS DE BIOSSEGURANÇA
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL							
Respiradores
Botas de Borracha
Pró Pé ou Sapatilha
Luvas
Gorro 
 Descartável
Dosímetro 
 para 
 Radiação 
 Ionizante
NORMAS BÁSICAS DE BIOSSEGURANÇA
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COLETIVA							
Autoclaves
Chuveiro de Emergência
	e
 Lava Olhos
NORMAS BÁSICAS DE BIOSSEGURANÇA
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COLETIVA							
Caixa Descartável para Perfurocortante
Símbolos de aviso
ASSEPSIA
ASSEPSIA
ANTISSEPSIA							
É a destruição de microorganismos existentes 
nas camadas superficiais ou profundas da pele, com técnicas de aplicação de produtos germicidas, de baixa cauticidade, hipoalergênicos e eficazes, com a seguridade 
e proteção para o usuário.
						
Um antisséptico adequado deve exercer a atividade germicida sobre a pele ou mucosa em presença de sangue, muco ou pus, sem irritar a pele ou mucosa.
						
ASSEPSIA
ASSEPSIA 
X 
ANTISSEPSIA							
DESCONTAMINAÇÃO EM ESTABELECIMENTOS DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE
DESCONTAMINAÇÃO EM ESTABELECIMENTOS DE ASSITÊNCIA À SAÚDE
LIMPEZA							
É o primeiro passo nos procedimentos técnicos de desinfecção e esterilização, constituindo o núcleo de todas as ações referentes aos cuidados de higiene de objetos e superfície.
						
DESCONTAMINAÇÃO EM ESTABELECIMENTOS DE ASSITÊNCIA À SAÚDE
DESINFECÇÃO							
É o processo de destruição de agentes infecciosos através de procedimentos físicos ou químicos.
						
DESCONTAMINAÇÃO EM ESTABELECIMENTOS DE ASSITÊNCIA À SAÚDE
ESTERILIZAÇÃO							
É o processo de destruição de agentes infecciosos através de agentes físicos ou químicos.
						
LIMPEZA E DESINFECÇÃO DE AMBIENTES E SUPERFÍCIES
LIMPEZA E DESINFECÇÃO DE AMBIENTES E SUPERFÍCIES
PROCEDIMENTOS DE LIMPEZA							
Ao serviço de limpeza e desinfecção de superfícies em serviços de saúde competem os procedimentos para a remoção de sujidades, detritos
 indesejáveis e microorganismos 
presentes em qualquer superfície, 
visando manter o ambiente dentro 
dos padrões estabelecidos pelos 
serviços de saúde.
						
PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE
PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE
RESÍDUOS DE SAÚDE							
NBR N°10.004 
da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT)							
Resíduos nos estados sólido e semi-sólido são os que resultam de atividades hospitalares e dos demais estabelecimentos prestadores de serviços de saúde, cabendo aos mesmos o gerenciamento de seus resíduos sólidos, desde a geração, até a disposição final, de forma a atender os requisitos ambientais e de saúde pública.
						
PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE
RESÍDUOS DE SAÚDE							
Res. 283 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA)							
Resíduos de Serviços de Saúde (RSS) são aqueles provenientes de qualquer unidade que execute atividades de natureza médico-assistencial humana ou animal, os provenientes de centros de pesquisa, desenvolvimento ou experimentação na área de farmacologia e saúde, medicamentos e imunoterápicos vencidos ou deteriorados, aqueles, aqueles provenientes de necrotérios, funerárias e serviços de medicina legal e aqueles provenientes de barreiras sanitárias.
						
PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE
GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS							
Constitui-se num conjunto de procedimentos de gestão, planejados e implementados a partir de bases científicas, normativas e legais com o objetivo de minimizar a produção de resíduos e proporcionar aos resíduos gerados um caminhamento seguro, de forma eficiente, visando a proteção dos funcionários, a preservação da saúde pública, dos recursos naturais e do meio ambiente.
						
PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE
SEGURANÇA OCUPACIONAL							
Atividades de manejo de resíduos.
Importância da utilização correta dos EPI.
Conhecimento da prática de segregação de resíduos.
Reconhecimento dos símbolos.
Conhecimento da localização de abrigos de resíduos.
						
CAPACITAÇÃO
DO PESSOAL ENVOLVIDO							
PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE
CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS
(Resolução n° 283, de 12 de julho de 2001)							
PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE
DESCARTE SEGREGADO E ACONDICIONAMENTO							
A separação por categoria (segregação) se dá no localonde são gerados os resíduos devendo ser acondicionados em recipientes próprios.
						
PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE
COLETA E TRANSPORTE INTERNO							
Todo transporte destinado ao acolhimento de resíduos deve possuir tampa de preferência com mecanismo de pedal para sua abertura.
						
PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE
COLETA E TRANSPORTE EXTERNO							
O armazenamento externo, denominado de abrigo de contêiners de resíduos, destina-se a abrigar os resíduos previamente acondicionados, de acordo com a categoria, dentro de contêiners com tampa, ficando à disposição da coleta e transporte externo.
						
PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE
DISPOSIÇÃO FINAL							
Consiste na disposição de resíduos no solo, previamente preparado para recebe-los, obedecendo critérios técnicos de construção e operação e com licenciamento ambiental de acorodo com a resolução CONAMA n°237/97.

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