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Resumo Direito Civil - Artigo por artigo^ docx

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Livro I
 
 
Este livro trata das pessoas naturais, abordando temas como personalidade,
capacidade, nome, domicílio, entre outros.
 
 
Artigo 1º: Este artigo estabelece que toda pessoa é capaz de direitos e deveres
na ordem civil.
 
Artigo 2º: Define o início da personalidade civil a partir do nascimento com vida.
 
Artigo 3º: Estabelece que os direitos da personalidade são inalienáveis e
irrenunciáveis.
 
Artigo 4º: Define que a personalidade civil da pessoa começa do nascimento
com vida, mas a lei protege os direitos do nascituro (feto).
 
Artigo 5º: Determina que a morte presumida para fins civis ocorre após 10 anos
de ausência, nos casos em que a lei não autoriza declarar a morte civil antes
desse prazo.
 
Artigo 6º: Define que a existência da pessoa natural termina com a morte; com
a morte presumida; com a declaração de ausência; e com a morte civil.
 
Artigo 7º: Estabelece que a capacidade para os atos da vida civil começa do
nascimento com vida, e não se adquire antes do nascimento.
 
Artigo 8º: Determina que a lei assegurará proteção especial à criança e ao
adolescente, garantindo-lhes dignidade.
 
Artigo 9º: Define que a nomeação de tutor é feita por meio de testamento ou
documento autêntico.
 
Artigo 10: Aborda a emancipação, permitindo que, aos 16 anos completos, o
menor pode casar, sendo considerado emancipado.
 
Artigo 11: Define que a falta de registro de nascimento não prejudica o
exercício dos direitos da personalidade.
 
Artigo 12: Trata da alteração do nome, indicando que a pessoa pode requerer
alteração no registro civil, desde que haja motivo ponderável.
 
Artigo 13: Estabelece que o nome da pessoa não pode ser empregado por
outrem em publicações ou representações que a exponham ao desprezo
público.
 
Artigo 14: Determina que a pessoa natural pode usar o nome da família em
conformidade com a tradição, sem necessidade de autorização.
 
Artigo 15: Aborda a proteção ao pseudônimo adotado para atividades literárias,
artísticas ou científicas.
 
Artigo 16: Estabelece que ninguém pode ser obrigado a fazer ou deixar de
fazer alguma coisa senão em virtude de lei.
 
Artigo 17: Define o domicílio como o lugar onde a pessoa estabelece a sua
residência com ânimo definitivo.
 
Artigo 18: Aborda o domicílio da pessoa natural, indicando que a pessoa pode
ter mais de um domicílio.
 
Artigo 19: Define o domicílio da pessoa jurídica, indicando seu local de sede ou
direção.
 
Artigo 20: Trata do domicílio da pessoa jurídica de direito público, que é onde
funcione a administração central.
 
Artigo 21: Estabelece regras especiais para pessoas que não têm domicílio.
 
Artigo 22:Aborda a mudança de domicílio, indicando que a pessoa pode mudar
seu domicílio a qualquer momento.
 
Artigo 23:Determina que a ausência do pátrio poder não implica perda do poder
familiar.
 
Artigo 24:Define que a atribuição do exercício do poder familiar não impede o
uso do nome de solteiro.
 
Artigo 25: Estabelece que o registro de nascimento será feito dentro de 15 dias
a partir do nascimento.
 
Artigo 26: Aborda casos em que a pessoa é considerada de existência
eventual.
 
Artigo 27: Define que a morte da pessoa natural é comprovada pelo atestado
de óbito.
 
Artigo 28: Determina que a morte presumida somente será declarada após 10
anos de ausência, nos casos em que a lei não autoriza declarar a morte antes.
 
Artigo 29: Aborda a declaração de ausência e seus efeitos jurídicos.
 
Artigo 30: Estabelece que a morte civil é consequência da condenação à pena
que vede, no todo ou em parte, o acesso a cargos, empregos e funções
públicas.
 
Artigo 31: Determina que a reabilitação restitui ao condenado os direitos que
perdeu em decorrência da condenação.
 
Artigo 32: Aborda a reabilitação da pessoa jurídica, que pode ser concedida
após três anos de dissolução por sentença.
 
Artigo 33: Estabelece regras para a proteção dos direitos do nascituro.
 
Artigo 34: Define que o reconhecimento dos filhos é irrevogável e não pode ser
alegado pelo pai que o fez contra terceiros.
 
Artigo 35: Aborda a impugnação da paternidade e seus efeitos.
 
Artigo 36: Estabelece que a filiação é determinada pela posse de estado.
 
Artigo 37: Determina que a personalidade civil do menor cessa com a
maioridade.
 
Artigo 38: Aborda a cessação da incapacidade do ébrio habitual e do viciado
em tóxicos.
 
Artigo 39: Define que os atos que as pessoas, por anomalia psíquica, são
incapazes de entender podem ser anulados.
 
Artigo 40: Estabelece que os menores de 16 anos não podem casar, exceto em
caso de gravidez.
 
Artigo 41: Aborda o casamento de menores de 16 anos com autorização dos
pais ou responsáveis.
 
Artigo 42: Determina que os menores de 18 anos não podem exercer comércio.
 
Artigo 43: Define que o menor não pode obrigar-se por fiança, aval ou aceitar
saques, exceto se emancipado.
 
Artigo 44: Aborda a emancipação voluntária, que pode ocorrer a partir dos 16
anos completos.
 
Artigo 45: Estabelece que a emancipação voluntária do menor depende de
autorização dos pais.
 
Artigo 46: Determina que a emancipação voluntária do menor pode ser
revogada em virtude de ingratidão ou desobediência.
 
Artigo 47: Aborda a emancipação legal, que ocorre aos 18 anos completos 
 
Artigo 48: Define que a emancipação legal cessa se o menor voltar a residir
com os pais.
 
Artigo 49: Estabelece que a menoridade cessa aos 21 anos completos.
 
Artigo 50: Determina que os direitos da personalidade do menor são protegidos
pela lei.
 
Artigo 51: Aborda o desaparecimento da pessoa natural e seus efeitos
jurídicos.
 
Artigo 52: Estabelece que a ausência poderá ser declarada nos casos em que
a pessoa desaparecer.
 
Artigo 53: Determina que a declaração de ausência suspende o exercício do
poder familiar.
 
Artigo 54: Aborda a curadoria dos bens do ausente e seus deveres.
 
Artigo 55:Estabelece que os rendimentos dos bens do ausente pertencem ao
cônjuge ou companheiro e aos herdeiros necessários.
 
Artigo 56: Determina que a declaração de morte presumida do ausente será
feita após 10 anos de ausência.
 
Artigo 57: Aborda a sucessão provisória do ausente.
 
Artigo 58: Estabelece que os bens do ausente serão arrecadados
provisoriamente e conservados.
 
Artigo 59: Determina que, após declarada a morte presumida do ausente, seus
bens serão entregues aos herdeiros.
 
Artigo 60: Aborda a proteção dos interesses do ausente e a possibilidade de
revogação da declaração de ausência.
 
Artigo 61: Estabelece regras para a sucessão definitiva do ausente.
 
Artigo 62: Determina que a sucessão definitiva do ausente ocorre após 10 anos
de declaração de ausência.
 
Artigo 63: Aborda a possibilidade de revogação da sucessão definitiva.
 
Artigo 64: Estabelece que a sucessão definitiva do ausente confere aos
herdeiros direitos iguais aos herdeiros legítimos.
 
Artigo 65: Determina que, se o ausente aparecer após a sucessão definitiva,
seus direitos são restituídos.
 
Artigo 66: Aborda a sucessão definitiva quando não há herdeiros necessários.
 
Artigo 67: Estabelece regras para a sucessão definitiva quando há herdeiros
necessários.
 
Artigo 68: Determina que, após a sucessão definitiva, os herdeiros podem
reivindicar os bens do ausente.
 
Artigo 69: Aborda a forma como os bens do ausente são transmitidos aos
herdeiros definitivos.
 
Claro, vou continuar com o resumo do **Título I - Das Pessoas Naturais** do
Código Civil de 2002, a partir do artigo 70 até o artigo 78:
 
Artigo 70: Este artigo estabelece que o domicílio civil da pessoa natural é o
lugar onde ela estabelece residência com ânimo definitivo.
 
Artigo 71: Determina que, não tendo o indivíduo domicílio, considera-se o lugar
onde for encontrado.
 
Artigo 72: Aborda o caso de mudança de domicílio, estabelecendo que a
pessoa pode mudar seu domicílio a qualquer momento, mas com algumas
restrições.
 
Artigo 73: Estabelece que a pessoa que reside em mais de um lugar considera-
se domiciliada em qualquer deles.
 
Artigo 74: Define que o domicílio da pessoa jurídicaé o lugar onde funciona a
administração central.
 
Artigo 75: Aborda o domicílio da pessoa jurídica de direito público, indicando
que é onde funcione a administração central.
 
Artigo 76: Determina que a pessoa jurídica de direito público pode mudar seu
domicílio, mas isso só terá efeito após sua inscrição no registro competente.
 
Artigo 77: Estabelece regras para o domicílio das pessoas que não têm
residência habitual.
 
Artigo 78: Define que o foro de eleição, quando as partes o estipulam,
prevalece sobre o domicílio do réu.
 
Espero que esse resumo detalhado do Título I do Código Civil de 2002 tenha
sido útil. Cada artigo deste título aborda aspectos fundamentais relacionados
às pessoas naturais, seus direitos, deveres e situações jurídicas específicas.

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