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Os líquidos corporais e os rins 
A quantidade de água no corpo humano 
apresenta variações, que ocorre tanto na fase 
de desenvolvimento do indivíduo quanto em 
alguns órgãos, com proporções por órgãos ou 
regiões do corpo. 
Sempre muito importante estar ciente do 
estado de hidratação do idoso 
 
Ganho x Perda de água 
Entrada diária de água 
Ingestão de água em líquidos ou alimentos, 
com cerca de 2100mL/dia 
Síntese de água a partir da oxidação de 
carboidratos de cerca de 200mL/dia 
Perda diária de água 
Perda insensível na pele e nos pulmões 
700mL/dia 
Suor que leva à perda 100mL/dia em 
condições normais, ou de 1 a 2 L/hora em 
exercícios 
Perda de água nas fezes com cerca de 
100mL/dia 
Perda de água pelos rins com cerca de 0,5 L/
dia (estado de desidratação) ou 20 L/dia (em 
hiper-hidratação). 
Compartimentos dos líquidos corporais 
Líquido extracelular 
O líquido intersticial representa 11 L de água e 
plasma sanguíneo 3 L 
Nessa figura é possível perceber que o total 
de 14 L no líquido extracelular sendo 3 L de 
plasma e 11 L do líquido intersticial. 
A membrana capilar que faz trocas constantes 
entre o meio intra e extracelular, permite o 
controle do fluxo dessa água e também de 
outras substâncias. 
O plasma troca continuamente substâncias 
com o líquido intersticial através dos poros das 
membranas capilares. 
Esses poros são altamente permeáveis, o que 
garante uma composição aproximada exceto 
pela concentração de proteínas. Então, se 
mudar a concentração de proteínas no líquido 
intersticial ou no plasma o fluxo da água 
acompanha a concentração das proteínas. 
Portanto, as alterar os níveis plasmáticos de 
albumina, por exemplo, pode aumentar o 
volume de água do plasma. 
Líquido intracelular 
Entre 28 a 42L, correspondendo a 40% do 
peso corporal, sendo uma quantidade 
exagerada de água quando comparado ao 
plasma ou ao líquido intersticial. 
O Líquido de cada célula contém sua 
compos ição ind iv idua l de d i fe rentes 
substâncias, porém as concentrações são 
semelhantes de uma célula para outra. Então, 
apesar de ter composições diferentes de uma 
célula para outra as concentrações são 
praticamente as mesmas para garantir o 
volume intracelular de água. Lembrando-se 
sempre da osmose. 
Líquido Transcelular 
Líquido dos espaços sinoviais, peritoniais, 
per icárd icos, in t raocu lares e l íqu ido 
ce fa lo r raqu id iano . Todo os l í qu idos 
transcelulares, juntos, somam de 1 a 2L. São 
líquidos que estão extracelulares, mas 
pertencem a uma cavidade específica. 
Volume sanguíneo 
O volume sanguíneo é de extrema importância 
para a dinâmica cardiovascular, aumentar ou 
diminuir representa grandes alterações 
metabólicas e funcionais do indivíduo. 
Contém tanto líquido extracelular (plasma), 
como intracelular (nas hemácias e leucócitos); 
O sangue é considerado compartimento 
líquido separado por ter sua própria câmara, o 
sistema circulatório. 
O volume sanguíneo faz controle da dinâmica 
cardiovascular. Sendo constituído em média 
por 60% de plasma e 40% hemácias. 
 
Hematócrito 
Com o hematócrito é possível calcular o 
vo lume p lasmá t i co e o de cé lu l as , 
comparando o de alguns indivíduos que estão 
com algum processo de anemia, desidratação, 
entre outras patologias. 
Coleta-se uma pequena quantidade de 
sangue através de um tubo bem fino, que pelo 
fenômeno de capilaridade, onde as paredes 
desse tubo conseguem atrair o sangue, 
amassa-se a ponta do tubo, coloca em uma 
centrífuga e separa-se plasma das hemácias. 
No homem o hematócrito medido está 
normalmente em torno de 0,40 e nas mulheres 
de 0,36. Em quadro de anemia grave chega 
até 0,10 e a policitemia aumenta para 0,65. 
A dinâmica vascular, é de grande importância, 
sendo observada em diversas patologias. 
Constituintes dos l íquidos extra e 
intracelular 
No meio extracelular tem-se uma alta taxa de 
sódio, pouquíssimo cálcio e potássio. Além 
disso, alta concentração de cloreto, um pouco 
de bicarbonato e um pouco de proteínas. No 
meio intracelular, tem-se alta concentração de 
potássio, um pouco de magnésio e fosfatos e 
ân ions o rgân i cos , ass im como a l t a 
concentração de proteínas. Essa variação de 
íons do meio intracelular e extracelular, 
garante a osmose e o volume adequado de 
água em cada um desses meios. 
S ó d i o e p o t á s s i o s ã o o p o s t o s e m 
concentração e essa variação permite o 
movimento adequado da água e o volume 
adequado de água em cada um dos 
compartimentos. 
Determinação do volume de diferente 
compartimentos 
Importante para compreender o fluxo desses 
íons e da água pelo corpo. Existem várias 
formas para medir a quantidade de água e 
outras substâncias do corpo. 
Medida da água total do corpo 
É possível medir a água total do corpo 
utilizando os elementos deutério (2H) e tritium 
(3H), que são elementos radioativos e eles 
podem emitir essa radiação que permite a 
quantificação do volume de água. Usando o 
mesmo princípio de diluição, é possível medir 
a quantidade total de água no corpo. 3H2O ou 
2H2O. Essa quantificação é baseada nos 
princípios da diluição, então ejeta-se esses 
elementos na circulação sanguínea observa-
se a diluição e será calculado a quantidade de 
deutério diluído ou tritium. 
 
Outra substância utilizada para esse fim é a 
antipirina, que é altamente lipossolúvel e pode 
rapidamente se difundir pela membrana 
celular e se distribuir uniformemente pelo 
compartimento intra e extracelular. Então o 
mesmo princípio da diluição será utilizado 
para verificar a quantidade de água total no 
corpo. 
Princípios básicos da osmose e pressão 
osmótica 
A osmose é o movimento da água de acordo 
com as concentrações de íons. No corpo, tem-
se a membrana plasmática que é semi-
permeável a água tem possibilidade de 
atravessar livremente a membrana plasmática 
das células e para garantir que permaneça 
uma quantidade ideal de água em um 
c o m p a r t i m e n t o , p e l a s d i f e r e n t e s 
concentrações de ânions e cátions ou de 
m o l é c u l a s m a i o r e s c o m c a r g a e m 
determinadas regiões do corpo ou das células. 
Portanto, na imagem quando tem uma maior 
concentração de glicose do lado direito, por 
exemplo, a água flui da esquerda para a 
direita, ou seja, saindo do meio menos 
concentrado para o mais concentrado. Então, 
o excesso de glicose na circulação sanguínea 
pode gerar um acúmulo de água nos vasos 
sanguíneos e com isso aumentar o volume 
sanguíneo de um indivíduo. 
A pressão osmótica é a pressão exercida 
pelas moléculas que impedem a água de 
retornar para região de onde ela veio. Então, a 
quantidade excessiva de glicose à direita, 
impede a água de voltar para o compartimento 
à esquerda, impedindo que os volumes de 
água sejam iguais. 
Sódio, potássio e cloro. Especialmente sódio e 
potássio regulam o fluxo de água nos 
compartimentos plasma, interstício e meio 
intracelular. Importante pensar em sódio, 
potássio e cloro, principalmente nos pacientes 
que recebem soluções isotônicas (famoso 
soro), sendo importantes para o equilíbrio 
eletrolítico que está internado ou em qualquer 
paciente que esteja com algum problema de 
saúde, uma vez que essa variação de água 
nesses meios podem ocasionar sérios 
problemas, inclusive morte celular. Os rins são 
os principais a fazerem essa regulação de 
íons. 
A unidade mOsm ou osmóis é dada pelo 
número de par t ícu las na so lução e 
corresponde a 1 mol 
Na+ e Cl- representam 80% da osmolaridade 
total do líquido intersticial e plasma 
O líquido intracelular quase a metade da 
osmolaridade é de responsabilidade do K+., ou 
seja, importante para a manutenção da água 
dentro da célula 
A osmolaridade total dos compartimentos é 
aproximadamente 300mOsm/L. 
No plasma é 1mOsm/L maior que do 
intracelular e intersticial devido à presença das 
proteínas as quais também são responsáveis 
pela retenção de água. 
Osmolaridade dos líquidos corporais 
O equilíbrio osmótico é mantido entre os 
líquidosintracelular e extracelular 
Altas pressões podem ser desenvolvidas 
através da membrana celular com alterações 
relativamente pequenas de concentração de 
solutos do líquido extracelular. 
Os líquidos podem ser classificados como 
isosmóticos, hiperosmóticos e hiposmóticos 
Os termos isotônico, hipotônico e hipertônico 
se referem às soluções que mudam o volume 
das células. 
Soluções com a mesma osmolaridade que a 
célula são ditas isosmóticas, como por 
exemplo o sos fisiológico 0,9%. 
Hiposmóticas e hiperosmóticas, se referem à 
soluções com menor e maior osmolaridade, 
respectivamente. 
 
Se a solução salina isotônica for adicionada 
ao compartimento de líquido extracelular, a 
osmolaridade do líquido extracelular não se 
altera; portanto, não ocorre osmose através 
das membranas celulares. O único efeito é o 
aumento no volume do líquido extracelular 
(Fig. 25-6A). O sódio e o cloreto se mantêm 
basicamente no líquido extracelular, porque a 
membrana celular se comporta como se ela 
fosse praticamente impermeável ao cloreto de 
sódio. Se a solução hipertônica é adicionada 
ao líquido extracelular, a osmolaridade 
extracelular aumenta e causa osmose de água 
das células para o compartimento extracelular 
(Fig. 25-6B). Ainda, quase todo o cloreto de 
s ó d i o a d i c i o n a d o p e r m a n e c e n o 
compartimento extracelular, e a difusão de 
líquido das células para o espaço extracelular 
para alcançar o equilíbrio osmótico. O efeito 
real é aumento no volume extracelular (maior 
do que o volume de líquido adicionado), 
redução no volume intracelular, e aumento na 
osmolaridade de ambos os compartimentos. 
Se a solução hipotônica é adicionada ao 
líquido extracelular, a osmolaridade do líquido 
extracelular diminui e parte da água 
extracelular se difunde por osmose para as 
células, até que os compartimentos intra e 
extracelulares tenham a mesma osmolaridade 
(Fig. 25-6C). Ambos os volumes, intracelular e 
extracelular, aumentam quando se adiciona 
l íquido hipotônico, embora o volume 
intracelular aumente em maior grau. 
Osmolalidade em estados anormais 
Alguns fatores podem causar alteração 
considerável nos volumes dos líquidos 
extracelular e intracelular como ingestão ou 
perda excessiva de água, sendo a perda 
excessiva de água regulada pelos rins. 
Podem se calcular as alterações no volumes e 
o tipo de terapia que deve ser instituída se os 
seguintes princípios foram considerados: 
1. A água se move rapidamente de um lado 
para o outro da membrana celular, enquanto 
íons e moléculas maiores não têm. 
2 . A s m e m b r a n a s c e l u l a r e s s ã o 
completamente impermeáveis a muitos 
solutos, como sódio, cloreto e potássio que só 
ultrapassam a membrana por abertura dos 
canais iônicos. 
G l i c o s e e o u t r a s s u b s t â n c i a s 
administradas com objetivo nutricional 
Via parenteral (via ejetável) 
Muitos tipos de soluções são administradas 
por via intravenosa para proporcionar nutrição 
a pessoas que não podem, por outras 
maneiras, obter a quantidade adequada de 
nutrientes (paciente em coma induzido, por 
exemplo), além de garantir o tratamento. 
Tem-se como exemplo, soluções de glicose, 
o u d e a m i n o á c i d o s e d e g o r d u r a 
homogenizada em menor escala. 
São administradas em concentrações 
próximas a isotonicidade (mesmo que se 
tenha uma solução de glicose ou de 
aminoácidos, é necessário manter essa 
solução isotônica), ou lentamente para que 
não perturbem consideravelmente o equilíbrio 
osmótico, não podendo aumentar a velocidade 
do soro. 
Em condições normais, os rins excretam o 
solvente da substância. 
Anormalidades clínicas da regulação do 
volume de líquidos 
Hiponatremia e Hipernatremia 
A principal medida rapidamente disponível 
para avaliação dos líquidos do paciente é a 
concentração de sódio no plasma 
Quando a concentração de sódio está 
reduzida, o indivíduo tem hiponatremia. 
Quando a concentração de sódio no plasma 
está acima do normal o indivíduo tem 
hipernatremia. 
Causas da Hipernatremia 
Perda de água do líquido extracelular isso 
resulta em hipernatremia-desidratação. 
Essa condição pode decorrer da deficiência do 
hormônio antidiurético que é a causa do 
diabetes insípido em que o indivíduo não 
produz muito esse hormônio, levando a uma 
diurese aumentada formando mais do que o 
normal. Ou quando os rins não respondem a 
esse hormônio antidiurético no caso o 
diabetes insípido nefrogênico. 
O excesso de NaCl no líquido extracelular 
resulta em hipernatremia-hiperidratação, como 
por exemplo, a secreção excessiva de 
aldosterona que retém sódio plasmático, então 
o nível de sódio estará alto e por osmose terá 
um fluxo de água maior para o líquido 
extracelular, então esse ambiente fica 
hiperidratado. 
Consequências da hipernatremia 
Murchamento celular 
Na hipernatremia as células vão perder água 
para o meio externo e os sintomas graves 
geralmente, só ocorrem com o aumento muito 
rápido e muito alto da concentração 
plasmática de sódio. Isso porque tem-se o 
centro da sede que será ativado a cada vez 
que os níveis plasmáticos de sódio estiverem 
altos, assim o indivíduo se hidrata na tentativa 
de equilibrar a concentração plasmática de 
sódio. 
Lesões hipotalâmicas, crianças sem acesso 
imediato a água ou idosos com estado mental 
alterado que não tem controle das sensações, 
podem apresentar sintomas graves. 
A correção da hipernatremia pode ser 
corrigida com a administração de uma solução 
hipo-osmótica de NaCl. É prudente que se 
corrija lentamente para evitar danos pela 
alteração brusca da osmolaridade. 
Consequências da Hiponatremia 
Inchaço celular, pois o interior das células tem 
uma quantidade de sódio maior, do que de 
sódio plasmático 
A redução rápida do sódio plasmático, por 
exemplo, pode causar edema nas células 
cerebrais. 
[Na+] estiver menor que 115 a 120 mmol/L, o 
inchaço celular pode levar a convulsões, 
coma, dano cerebral permanente e a morte. 
Quando a hiponatremia se desenvolve 
lentamente os outros tecidos respondem 
atenuando o fluxo osmótico de água para a 
célula e o inchaço dos tecidos. 
Regulação do volume da célula cerebral 
durante hiponatremia 
Durante hiponatremia, causada pela perda de 
sódio ou excesso de água, ocorre difusão de 
água para as células (1) aumentando volume 
celular e provocando o inchaço do tecido 
cerebral. Isso estimula o transporte de sódio, 
potássio, e solutos orgânicos para fora das 
células (2), que então causa difusão de água 
para fora das células (3). Com hiponatremia 
crônica, o inchaço cerebral é atenuado pelo 
transporte de solutos das células. 
Quando a hiponatremia se desenvolve 
lentamente por diversos dias, o cérebro e 
outros tecidos respondem transportando 
sódio, cloreto, potássio e solutos orgânicos, 
tais como glutamato, das células para o 
compartimento extracelular. Essa resposta 
atenua o fluxo osmótico de água para a célula 
e o inchaço dos tecidos como evidenciado na 
imagem. O transporte de solutos pelas 
células, durante o desenvolvimento lento de 
hiponatremia, no entanto, pode fazer com que 
o cérebro fique mais vulnerável se a 
hiponatremia for corrigida muito rapidamente. 
Q u a n d o s o l u ç õ e s h i p e r t ô n i c a s s ã o 
adicionadas muito rapidamente para corrigir a 
hiponatremia, essa intervenção pode 
ultrapassar a capacidade do cérebro de 
recuperar a perda de solutos das células e 
pode provocar lesão osmótica dos neurônios, 
associada à dismienilização, perda da bainha 
de mielina dos nervos. Essa dismienilização 
dos neurônios, mediada por osmose, pode ser 
evitada pela limitação da correção da 
hiponatremia crônica, para menos de 10 a 12 
mmol/L em 24 horas e para menos de 18 
mmol/L em 48 horas. Essa lenta correção 
permite ao cérebro a recuperação dos 
osmoles perdidos, que ocorreu como 
resultado da adaptação à hiponatremia 
crônica. Hiponatremia é a causa mais comum 
de distúrbios eletrolíticos encontrados na 
prática clínica e pode acontecer acima de 15% 
a 25%dos pacientes hospitalizados. 
Edema 
Excesso de líquido nos tecidos. É muito fácil 
de ser percebido na avaliação clínica 
Edema Intracelular 
Três condições são especialmente propensas 
a causar edema intracelular: 
Hiponatermia (falta de sódio), depressão dos 
sistemas metabólicos (falta de controle 
metabólico para a célula), falta de nutrição 
adequada para as células. 
Quanto tem-se um fluxo sanguíneo muito 
baixo para manter o metabolismo normal da 
c é l u l a , a s b o m b a s i ô n i c a s f i c a m 
comprometidas (bomba de sódio e potássio 
fica comprometida) e o sódio acaba entrando 
para dentro da célula, mas não consegue 
retirar facilmente. 
Algumas vezes isso pode aumentar o volume 
intracelular de determinada área do tecido 
levando à morte do tecido.

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