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ARRITMIAS

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ARRITMIAS 
 Na urgência e emergência o foco é 
importante saber interpretar 
rapidamente o eletro no monitor e 
saber se o paciente vai evoluir com 
piora  Que seria a Parada 
cardiorrespiratória (PCR). 
 A frequência cardíaca normal nos 
novos guideliness é de 50-100 bpm. 
Sendo que: 
- Abaixo de 50 bpm  Bradicardia. 
- Acima de 100 bpm  Taquicardia. 
 
OBS: Lembrando que existem vários 
tipos de bradicardia (isso porque a 
mesma pode ser causada por vários 
motivos). 
 
ELETROCARDIOGRAMA 
 Normalidade: 
Na normalidade iremos observar no 
eletrocardiograma as ondas: 
- P (Contração do átrio) 
- Complexo QRS (Contração do 
ventrículo) 
- T 
 
O termo “eletro” vem de energia e o 
termo “cardio” de coração e o termo 
“grama” de medida  Então a 
finalidade do eletrocardiograma é 
medir a quantidade de energia do 
coração. 
 
No coração possuímos mais músculos 
no ventrículo (quando comparado ao 
átrio)  Então eu precisarei de uma 
carga elétrica maior no ventrículo 
para contrair esse músculo. 
Como o eletrocardiograma é o 
marcador de atividade elétrica - e se 
eu tenho a carga elétrica maior no 
ventrículo, o traçado maior é no 
ventrículo. 
No átrio, como eu possuo uma carga 
elétrica menor, então o traçado do 
átrio é menor. 
 
A contração normal do coração, em 
batimento rítmico, ocorre da seguinte 
forma: 
 
1) Primeiramente batem os átrios 
2) Em segundo lugar batem os 
ventrículos. 
 
PORÉM um coração rítmico pode 
ficar arrítmico  Ou seja, o coração 
começa a bater de forma 
desorganizada, como por exemplo, o 
átrio bater mais vezes que o 
ventrículo e vice versa, ou baterem 
juntos, ambos arrítmicos. 
 
OBS: O médico de urgência e 
emergência está ali naquele momento 
para fazer para o paciente o que ele 
NÃO consegue fazer naquele 
momento (Sua função NÃO é curar). 
EX: Ele não consegue urinar  O 
médico emergencista faz ele urinar // 
Ele NÃO consegue manter o coração 
batendo  O médico emergencista 
faz com que o coração dele bata. 
 
BRADICARDIA 
 FC <50 bpm 
 Na Bradicardia o coração está 
batendo lento, e eu preciso intervir, 
se NÃO ele continuará batendo 
lento até ocorrer a PCR. 
1° PASSO) Estabilidade do paciente 
 Em uma bradicardia, a primeira 
coisa que devemos avaliar é a 
estabilidade do paciente - o qual 
ele poderá estar: 
- Estável: Nesse caso o paciente está 
bem, e NÃO se enquadra em uma 
emergência ou urgência médica  
EX: Um atleta que treina todos os 
dias, que na consulta possui uma FC 
de 43 bpm - Nesse caso o coração do 
paciente está normal, ele possui 
menos batimentos, por conta da 
hipertrofia excêntrica - O paciente 
pode pesquisar isso depois com um 
cardiologista. 
 
- Instável: Nesse caso, a bradicardia 
seria a causa de um quadro de 
urgência e emergência  EX: Uma 
paciente chega ao hospital, ela está 
inconsciente e NÃO responde ao 
médico, sua frequência cardíaca está 
de 43 bpm + pressão baixa - nesse caso 
a paciente está instável com relação 
ao seu estado hemodinâmico. 
Pela paciente estar instável é 
necessário fazer uma intervenção 
 
nela, porque se NÃO a mesma 
evoluirá com PCR. 
 
CASO O PACIENTE ESTEJA INSTÁVEL: 
 É necessário colocar o coração do 
paciente para bater acima de 50 
bpm. 
 As drogas estimuladoras de FC são: 
- Atropina 
- Adrenalina (droga vasoativa) 
- Epinefrina (droga vasoativa) 
- Dopamina (droga vasoativa) 
 
2° PASSO) 
 Fármaco de 1ª escolha  
ATROPINA 
- Cada ampola de atropina possui 0,25 
mg/ml  Normalmente utilizamos de 
0,25 a 1 mg. 
- A atropina possui uma dosagem 
máxima de 3 mg. 
 
Caso estejamos utilizando a atropina, 
repetindo a sua dosagem, e a FC não 
está subindo  Devemos entrar em 
uma segunda estratégia. 
 
 Fármacos de 2ª escolha (drogas 
vasoativas)  EPINEFRINA / 
DOPAMINA. 
- Caso a droga vasoativa NÃO 
estabilize o paciente - Mesmo na 
Bomba de infusão a FC do paciente 
NÃO sobe - Devemos entrar em uma 
terceira estratégia. 
 
 3ª Estratégia  Colocação do 
MARCA PASSO 
TRANCUTÂNEO. 
- O marca passo possuímos ele de 3 
formas: 
1. Marca passo transcutâneo 
2. Marca passo endovenoso 
3. Marca passo definitivo 
 
- O marca passo transcutâneo seriam 
as pás da desfibrilação PORÉM ele 
somente pode ser utilizado por um 
curto período de tempo, até que venha 
o marca passo definitivo. 
- Nesse caso eu adiciono as pás no 
paciente, e coloco que o aparelho 
execute a FC que o médico decidir - 
EX: Coloco para executar 60 bpm  
O aparelho então fica executando o 
choque a cada 1 segundo. 
 
NÃO podemos manter o marca passo 
transcutâneo como definitivo  Pois 
isso queimará o paciente, MAS ele 
garantirá a sobrevida do paciente até 
os especialistas chegarem. 
 
3° PASSO) 
Pedir o auxilio de algum especialista 
com: 
1. Interconsulta 
2. Transferência 
3. Cardiologia 
 
TAQUICARDIA 
 FC >100 bpm 
 Na Taquicardia o coração está 
batendo muito rápido  O coração 
é um músculo, e chegará um 
momento que o músculo fadigará 
(quando ele bate além do que ele 
está apto a fazer) e NÃO 
conseguirá mais contrair 
adequadamente, fazendo com que o 
paciente entre em PCR. 
 Devemos lembrar que 
naturalmente alguns estímulos 
irão acelerar o coração  Então 
FC>100 bpm NÃO significa sempre 
que há um problema. 
 A taquicardia NÃO é um problema 
desde que o coração permaneça 
rítmico + sinusal. 
 
1° PASSO) Devemos avaliar se há a 
presença da onda P. 
 Onda P presente + Ritmo 
organizado? 
- Taquicardia sinusal 
Um exemplo seria o transtorno de 
ansiedade, em que o paciente chega no 
PS com FC acima de 100 bpm - 
PORÉM nesse caso a taquicardia 
tende a ser sinusal. 
Nessas situações, em que a FC está 
sendo ocasionada por algum estresse, 
podemos reduzir a Frequência 
cardíaca - para estabilizar o paciente 
mais rápido. 
 
Como reduzir a FC? 
 Manobra vaso-vagal: Estimulação 
do seio carotídeo // Pegar espátula e 
colocar língua do paciente e 
induzir ao vômito // Manobra de 
valsava invertido. 
 Utilização de drogas: 
Betabloqueador Endovenoso. 
 
- Os betabloqueadores que utilizamos 
é: Metoprolol. 
- Podemos até utilizar betabloqueador 
VO, porém ele irá demorar mais 
tempo para fazer efeito. 
- Metoprolol 1 ampola - fazer em 2 
minutos em bolus. 
 
 Onda P está presente + Ritmo 
deorganizado? 
- Isso então é uma taquiarritmia de 
origem atrial  Fibrilação atrial. 
 
 
 Onda P NÃO está presente? 
- Isso então é uma taquiarritmia de 
origem ventricular  Fibrilação 
ventricular. 
 
FIBRILAÇÃO ATRIAL 
Em uma situação em que no 
eletrocardiograma aparecem muitas 
“ondas P” seguidas, e depois o 
complexo QRS  Isso significa que o 
ventrículo está batendo no momento 
certo, o problema está no átrio, que 
está batendo mais do que deveria. 
- O coração está acelerado por culpa 
do átrio  A isso damos o nome de 
taquiarritmia de origem atrial. 
 
 
 
 
 
 
 
1° PASSO) Estabilidade do paciente. 
 Paciente estável (PE): 
- Nesse caso o paciente está estável no 
nível de consciencia (conversando 
normalmente) e estável com relação a 
hemodinâmica. E lembrar que 
existem pessoas que até possuem isso 
crônico. 
- Todo paciente em arritmia eu 
preciso fazer uma cardioversão  E 
essa cardioversão pode ser elétrica ou 
química (drogas). 
Lembrar que a cardioversão elétrica 
ela age de forma mais rápido, e 
utilizamos ela em pacientes instáveis. 
Podemos até cardioverter 
eletricamente, porém primeiramente 
devemos sedar o paciente. 
 
- No paciente estável, conduzimos ele 
de forma menos agressiva - com uma 
cardioversão química. 
 
2° PASSO PE) O paciente está a 
menos ou mais de 48 horas? 
 Mais de 48 horas  O paciente 
nessa situação NÃO irá se 
instabilizar pela fibrilação, 
MAS poderá se instabilizar 
principalmente por riscos de 
coágulos. 
- Na fibrilação atrial, o sangue dentro 
doátrio fica rotacionando ali dentro, 
aumentando o risco de coagulação - O 
coágulo é mandando para o 
ventrículo, e o ventrículo o empurra 
para o restante do corpo (Cérebro - 
AVC // Pulmão - TEP // Coronárias - 
Infarto). 
- Então acima das 48 horas, a 
principal preocupação é com a 
anticoagulação - Heparina 
subcutânea (enoxaparina). 
- Depois é que iremos cardioverter 
com as drogas antiarrítmicas - como a 
Amiodarona (1ª escolha). 
 
 Cardioversão química 
(Amiodarona): 
- 300 mg de Amiodarona + dose de 
manutenção de 900 mg (6 ampolas) 
diluídas no soro glicosado de 250 ml 
em bomba de infusão, correndo 16 ml 
por hora nas primeiras 6 horas + 
correr 8 ml por hora nas próximas 18 
horas. A dose de manutenção é para 
evitar uma reentrada. 
- Lembrar que a Amiodarona, cada 
ampola possui 150 mg. 
- Nós não mandamos o paciente 
embora depois de cardioverter 
inicialmente  Iremos mandar ele 
para a enfermaria com dose de 
manutenção + pesquisar as causas da 
arritmia. 
 
 Menos de 48 horas  Nesse caso 
iremos primeiramente 
cardioverter e depois me 
preocupar com a 
anticoagulação. 
 
 Paciente instável (PI): 
- Nesse caso o paciente poderá estar 
inconsciente ou hemodinamicamente 
instável (EX: Pressão arterial de 
 
80X50 mmHg// Preenchimento 
capilar de 3 segundos). 
- Nesse caso eu preciso cardioverter 
rapidamente por risco do paciente 
evoluir com Parada 
Cardiorrespiratória. 
- A forma de cardioverter rápido é 
com cardioversão elétrica. 
 
 Cardioversão elétrica: 
- Com o mesmo aparelho do meu 
desfibrilador, eu irei selecionar a 
voltagem. 
- Começamos com voltagem baixa  
75 Joules. 
- No desfibrilador existe um botão 
com a sigla “SNC” - que é a 
sincronização. 
Um choque sincronizado, iremos 
apertar para executar o choque, 
porém esse choque NÃO é executado 
no momento em que se aperta o botão 
- o choque é executado sincronizado 
com o pico do QRS. 
 
Caso a cardioversão elétrica NÃO dê 
certo: 
- Iremos continuar a cardioversão 
elétrica, aumentando no próximo 
ciclo a quantidade de Joules (75, 100, 
125, 150... máximo de 200 J) 
- Caso NÃO resolva, é importante 
chamar a cardiologia. 
 
Caso a cardioversão elétrica dê certo: 
- Colocamos a dosagem de 
Amiodarona de manutenção por 24 
horas para o paciente NÃO possuir 
uma reentrada + Internar o paciente + 
Encaminhar para a cardiologia (e o 
paciente será mandado para a 
enfermaria da cardiologia). 
 
OBS: Isso na teoria porque na prática 
somos nós que iremos estar fazendo o 
acompanhamento do paciente. 
 
PRESENÇA DE ONDA F 
Nós olhamos no monitor e vemos a 
presença de uma taquicardia, em 
ritmo NÃO sinusal (arritmia) + 
presença de “onda F”  também 
chamada de foice ou serrote, “flutter”. 
 
 
 
 
 
 
Nesse caso, é existente o complexo 
QRS, PORÉM o que NÃO existe é a 
onda P  No seu lugar está a onda F. 
Para fazer a “onda P” com o formato 
côncavo adequado, o estímulo da 
contração deve sair do átrio e ir para 
o ventrículo  Porém quando a carga 
elétrica NÃO faz esse movimento 
adequadamente, sua linha no monitor 
muda. 
 
Nesse caso, possuímos então um 
flutter atrial  Que nada mais é do 
que uma arritmia de origem atrial em 
que o estímulo elétrico está saindo de 
um local diferente. 
 
CONDUTA FLUTER ATRIAL 
 Paciente estável: 
> 48 horas: 
- Devemos fazer primeiramente uma 
anticoagulação e depois uma 
cardioversão. 
 
<48 horas: 
- Devemos fazer logo de cara uma 
cardioversão 
 
 
 Paciente instável: 
- Iniciamos com uma cardioversão 
elétrica  Nesse caso utilizamos uma 
carga mais alta do que a fibrilação 
atrial para fazer a cardioversão 
elétrica (Podemos começar com 75 
Joulies). 
 
OBS: Conduzir um flutter e uma 
taquiarritmia atrial é a mesma coisa. 
 
OBS 2: Todo paciente instável com 
arritmia irá para a cardioversão 
elétrica. 
 
FIBRILAÇÃO VENTRICULAR 
Em uma situação em que o meu átrio 
contrai juntamente com o meu 
ventrículo  Como o ventrículo 
possui mais energia, o mesmo gerará 
no eletrocardiograma uma onda 
maior - e será essa onda que apareça 
no eletrocardiograma. 
Nesse caso NÃO aparecerá a onda P 
(ela é existente, porém a mesma está 
sobreposta pelo complexo QRS) + 
NÃO há a presença de onda F. 
Quando as ondas P estão sobrepostas 
pelo complexo QRS  Isso está me 
 
mostrando que o ventrículo está 
contraindo mais rápido do que ele 
deveria. 
- O coração está acelerado por culpa 
do ventrículo  A isso damos o nome 
de taquiarritmia de origem 
ventricular. 
Nesse caso ao olhar ao monitor, o 
ritmo NÃO estará sinusal, com >100 
bpm + SEM PRESENÇA DE ONDA 
P. 
 
 
 
 
 QRS estreito + Paciente estável: 
 
 
 
1. Iremos utilizar do valsalva 
invertido. 
2. NÃO resolveu? Utilizamos 
Adenosina. 
3. Não resolveu? Dobramos a 
quantidade de Adenosina. 
4. Não resolveu? Chamar a 
cardiologia. 
OBS: Lembrar ao paciente que a 
Adenosina causará um efeito ruim ao 
paciente “sentimento de morte 
eminente”, mas avisar que isso logo 
irá passar. 
 
 QRS estreito + Paciente instável: 
1. Iremos realizar a cardioversão 
elétrica  Iremos escolher a 
carga + apertar o botão SNC 
(Sincronização). 
 
 QRS alargado (aberrante) + 
Paciente estável. 
 
 
 
 
1. Iremos realizar a cardioversão 
elétrica. 
- O paciente estará consciente, e por 
isso falaremos da condição clínica 
dele, e falar que é necessário sedar o 
paciente para a aplicação do choque 
elétrico. 
 
 QRS alargado (aberrante) + 
Paciente instável. 
1. Iremos realizar a cardioversão 
elétrica. 
 
 
OBS: Na presença de mais de 12 
quadradinhos no QRS, iremos 
considerar ele alargado. 
 
OBS: Em todos os casos de arritmia, 
lembrar de sempre fazer a dose de 
manutenção com Amiodarona - para 
o paciente NÃO possuir uma 
reentrada - Na mesma dosagem em 
todos. 
 
A ordem: 
1) O ritmo está sinusal: 
- SIM  O ritmo está normal, 
fisiológico, podemos buscar as causas 
tranquilamente. 
- NÃO  Possuímos uma arritmia: 
> 100 bpm - isso é uma taquiarritmia. 
 
2) Existe onda P? 
- SIM  Taquiarritmia de origem 
atrial 
- NÃO  Taquiarritmia de origem 
ventricular (a pesquisar). 
 
3) Existe onda F? 
- NÃO  Pode ser tanto uma 
taquiarritmia de origem atrial (na 
presença de onda P) ou ventricular. 
- SIM  Trata-se de um flutter atrial

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