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PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA

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PCR (PARADA 
CARDIORRESPIRATÓRIA) 
Uma arritmia tratada da forma 
correta na grande maioria das vezes, o 
paciente irá melhorar e NÃO evoluir 
com piora (Parada 
Cardiorrespiratória). 
PORÉM alguns pacientes, mesmo 
tratando da forma correta, irão 
evoluir com PCR (cada paciente 
responde uma forma). 
 
Na PCR o eletro ocorrerá da seguinte 
forma: 
 Energia NÃO existente 
 Energia existente, porém 
insuficiente para gerar 
batimento cardíaco 
 Energia existe, é suficiente, mas 
faz o coração bater da forma 
incorreta. 
- Se a energia do coração NÃO passa 
de forma correta, o coração NÃO irá 
bater de forma eficiente  O paciente 
NÃO terá pulso (inexistência de 
pulso) - isso porque para que o pulso 
seja gerado, eu preciso de uma 
contração ventricular efetiva. 
OBS: Para que ocorra uma PCR, 
obrigatoriamente é necessário possuir 
uma ausência de pulso. 
 
OBS 2: Na PCR precisamos checar é 
pulso central (carotídeo ou femoral) - 
e NÃO somente o radial. 
 
OBS 3: A PCR é o último estado da 
urgência e emergência. 
 
PCR DEFINIÇÃO 
Ausência de pulso - e NÃO tem nada 
haver com o que o monitor mostra. O 
que define a PCR é a ausência de 
pulso. 
O paciente em PCR NÃO terá pressão, 
saturação (isso porque o coração NÃO 
bate em ritmo compatível com a vida). 
 
DIVISÃO PCR 
A PCR é dividida em 3 situações 
diferentes: 
(NÃO possui atividade elétrica): 
 Energia NÃO existente 
 Energia existente, porém 
insuficiente para gerar 
batimento cardíaco  SEM 
 
ENERGIA suficiente para 
gerar um pulso. 
(Possui atividade elétrica): 
 Energia existe, é suficiente, mas 
faz o coração bater da forma 
incorreta. 
 
Com isso conseguimos dividir a PCR 
em 2 situações diferentes: 
1. Ausência de energia 
2. Com presença de energia 
(desorganizada) 
 
PCR E DANOS 
As células cardíacas dependem de 
mais energia e oxigênio do que as 
células musculoesqueléticas. As 
células nervosas, por exemplo, 
demandam de mais oxigênio e glicose 
- por isso em casos de falta de 
suprimento, elas morrem muito 
rápido. 
Então possuímos a hora-ouro  Se 
iniciamos a PCR no momento da 
parada iniciarmos as compressões 
cardíacas, as células cardíacas NÃO 
irão se isquemiar e o coração 
retornará de forma eficiente - Isso 
porque NÃO deu tempo para se gerar 
a isquemia (SEM necrose). 
Se o paciente ficar mais tempo sem as 
compressões musculares por mais de 
10 minutos  Provavelmente o 
paciente irá ter sequelas 
incompatíveis com a vida. 
 
Dessa forma, nós temos que: 
 Até 4 minutos para início da 
PCR  Improváveis danos 
 4-6 minutos para início da PCR 
 Possíveis danos 
(neurológicos). 
 6-10 minutos para início da 
PCR  Prováveis Danos 
(neurológico e cardíacos) 
 10 minutos para início da PCR 
 Danos severos (neurológico e 
cardíaco). 
 
Por isso em uma ausência de pulso, é 
necessário iniciar o mais rápido 
possível as compressões e ventilações - 
A compressão é uma das formas de 
fazer o coração por pressão possuir o 
Débito cardíaco. A ventilação é para 
fazer com que haja oxigênio no 
sangue para que sejam levados as 
 
células - NÃO são tão eficientes como 
o corpo funcionando de forma 
autônoma, mas é a quantidade 
suficiente para que o corpo consiga 
sobreviver. 
 
CAUSAS DO PCR 
Causas primárias - causas que 
acometem o coração: 
 Síndrome Coronariana Aguda 
(Infarto) 
 Arritmias (taqui e 
bradiarritmias) 
 Hipóxia 
 
Causas secundárias - causas que 
acontecem fora do coração e 
ocasionam a PCR: 
 Hemorragia 
 Envenenamento 
 AVC 
(São causas que levam a PCR sem ser 
de origem cardíaca) 
 
SEM PRESENÇA DE ENERGIA 
São os ritmos SEM presença de 
energia: 
- Assistolia 
- AESP 
 
AUSÊNCIA DE ENERGIA 
Nesse caso a energia NÃO é existente 
(e o músculo cardíaco não contrai)  
A isso chamamos de Assistolia. 
 
São os ritmos sem presença de 
energia: 
- AESP 
- Assistolia 
 
 
AESP 
A energia presente NÃO é suficiente 
para gerar a contração cardíaca (ela 
faz o seu trajeto PORÉM NÃO é 
gerado um débito cardíaco compatível 
com a vida - sem pulso)  A isso 
chamamos de Atividade Elétrica sem 
Pulso. 
 
 
 
 
 
 
O eletro nada mais é do que um 
marcador de atividade elétrica do 
coração - se Há atividade elétrica - 
porém ela NÃO consegue gerar o 
pulso  O marcador mostra uma 
energia, PORÉM ela será menor ou o 
traçado NÃO aparece de forma 
completa. 
 
OREDEM DE PARADA DO 
CORAÇÃO 
A contração do coração pode ser que 
esteja rápido (taquicardia 
ventricular) - porém isso NÃO é 
suficiente para gerar um pulso  
Taquicardia ventricular sem pulso. 
Depois o coração entra em fibrilação 
ventricular (ritmo desorganizado, 
porque o coração vai fadigando) - e 
depois o coração fadiga e para. 
(NEM sempre é seguido essa ordem) 
 
PRESENÇA DE ENERGIA 
São os ritmos com presença de 
energia: 
- Taquicardia ventricular sem pulso 
- Fibrilação ventricular 
Como a energia é presente PORÉM é 
desorganizada  Então eu possuo 
uma arritmia - O coração pode até 
estar contraindo, PORÉM é 
insuficiente para mandar o sangue 
para o corpo. 
Como na PCR NÃO há pulso - então 
iremos ter, por exemplo uma 
Fibrilação ventricular sem pulso... 
 
 Taquicardia ventricular sem 
pulso. 
 
 
 
 
 
 Fibrilação ventricular 
 
 
 
 
 
 
 
OBS: Dentro da PCR a arritmia 
mais grave é a fibrilação ventricular - 
é o último estágio de contração do 
coração (ele já está mais fadigada). 
 
Dentro da PCR a mais grave é a 
assistolia. 
 
OBS: NÃO existe somente 
“Taquicardia ventricular”  Existe: 
- Taquicardia ventricular com pulso 
- Taquicardia ventricular sem pulso 
 
O paciente quando entra em PCR, 
somente pode parar devido essas 
seguintes condições: 
 Assistolia 
 AESP 
 Taquicardia ventricular sem 
pulso 
 Fibrilação ventricular sem 
pulso. 
 
DEA (DESFIBRILADOR EXTERNO 
AUTOMÁTICO) 
Mais de 95% do tipo de PCR 
extrahospitalar (fora do hospital) - é 
por fibrilação ventricular. Em 
segundo lugar é a taquicardia 
ventricular sem pulso. 
 
A causa mais comum de PCR intra-
hospitalar é por assistolia. 
Lembrando que na fibrilação 
ventricular e taquicardia ventricular 
- o que resolve é o choque  E mais 
de 95% dos casos extrahospitalares 
precisam desse choque. 
Antigamente, quando o paciente 
parava, até levar o mesmo para o 
hospital demorava muito e isso gerava 
morte  É por isso que foi inventado 
o DEA. 
O DEA é um aparelho que consegue 
identificar uma fibrilação ventricular 
e taquicardia ventricular  Para ser 
colocado nos locais em que há muitas 
pessoas e resolver o problema mais 
rápido - Aumentando as chances de 
sobrevivência dos pacientes. 
 
A função do DEA é identificar uma 
Taquicardia ventricular ou 
Fibrilação ventricular sem pulso  
Se forem esses os ritmos chocáveis ele 
vai falar para administrar o choque 
CASO CONTRÁRIO ele vai falar 
para continuar as compressões. 
 
Lembrando que o DEA NÃO avalia o 
pulso. 
 
OBS: No BLS (Suporte básico)  O 
que terei é o DEA. No ACLS o que 
terei é o monitor. 
 
ASSISTOLIA 
 Nesse caso, como o coração NÃO 
possui nenhuma atividade elétrica 
 NÃO há porque executar o 
choque. 
 Nesse caso, NÃO utilizamos droga 
antiarrítmica (Amiodarona)- NÃO 
tem energia. 
 Posso administrar adrenalina 
(preciso que o paciente gere energia 
no coração). 
Nesse caso iremos realizar: 
1) Reanimação cardiopulmonar 
2) Adrenalina 
 
AESP 
 O traçado do AESP é qualquer um 
desde que NÃO seja fibrilação 
ventricular e nem taquicardia 
ventricular sem pulso. O monitor 
pode até demonstrar o complexo 
“QRS” PORÉM NÃO terá pulso. 
 Nesse caso como eu NÃO possuo a 
atividade elétrica eficiente  Por 
isso eu NÃO executo o choque. 
 Nesse caso, NÃO utilizamos droga 
antiarrítmica - NÃO tem energia. 
 Posso administrar adrenalina 
(preciso que o paciente gereenergia 
no coração). 
 
Nesse caso iremos realizar: 
1) Reanimação cardiopulmonar 
2) Adrenalina 
 
TVSP (TAQUICARDIA VENTRICULAR SEM PULSO) 
 Nesse caso como eu possuo a 
atividade elétrica (mesmo que 
desorganizada  Por isso eu 
executo o choque). 
 Nesse caso utilizamos droga 
antiarrítmica (pode ter energia). 
 Posso administrar adrenalina 
(preciso que o paciente gere energia 
no coração). 
 
Nesse caso iremos realizar: 
1) Reanimação cardiopulmonar 
2) Choque 
3) Adrenalina 
 
4) Amiodarona 
 
FIBILAÇÃO VENTRICULAR SEM 
PULSO 
 Nesse caso como eu possuo a 
atividade elétrica (mesmo que 
desorganizada  Por isso eu 
executo o choque). 
 Nesse caso utilizamos droga 
antiarrítmica (pode ter energia). 
 Posso administrar adrenalina 
(preciso que o paciente gere energia 
no coração). 
 
Nesse caso iremos realizar: 
1) Reanimação cardiopulmonar 
2) Choque 
3) Adrenalina 
4) Amiodarona 
 
PCR 
O paciente somente faz parada 
cardiorrespiratória dessas 4 causas: 
 AESP 
 Fibrilação ventricular 
 Taquicardia ventricular sem 
pulso. 
 Assistolia (única sem atividade 
elétrica). 
 
OBS: É chamado de parada 
cardiorrespiratória  Porque 
significa que o coração e o pulmão 
pararam (por isso administramos as 
ventilações também). 
 
ACLS (SUPORTE AVANÇADO) 
A equipe é composta, no mínimo por: 
 Médico 
 Enfermeiro 
 Socorrista 
 
Nele eu terei que ter todo o 
equipamento de suporte avançado: 
 Ventilador 
 Drogas 
 Monitor 
 Ferramentas para IOT 
 
Ao identificar um pacientes com PCR 
 Sem pulso, devemos realizar o 
atendimento seguindo a seguinte 
ordem: 
- C  Circulação (checar o pulso 
(ausente?) + iniciar as compressões ). 
 
Lembrar que se o pulso estiver 
presente NÃO é uma parada. 
--- Pedimos o MOVE (Monitor, 
Oxigênio + 2 acessos venosos 
calibrosos) e depois iniciar as 
compressões. 
- A  Vias aéreas pérvias 
(Desobstruir as vias aéreas) 
- B  Ventilação (1 Ventilação a 
cada 6 segundos, com AMBU ou 
paciente entubado - Ventilações 
mecânicas 10 a 12 ventilação por 
minuto). 
- D  Neurológico - Glasgow e 
pupilas (isocóricas é o normal // 
midríase caso dilatada // anisocoria 
estão diferentes // miose caso estejam 
contraídas), 
--- Em midríase fixa o paciente pode 
estar em morte  Precisa fazer 
eletroencefalograma na UTI com 
suporte em neurologia. 
- E  Exposição + Colocar o 
ambiente a 24°C-26°C. 
 
Somente analisamos o “ABDE” depois 
de estabilizar o C - ou seja depois do 
pulso retornar. 
O destino de paciente que passou por 
PCR é UTI. 
 
Exames que devem ser realizados: 
1) Laboratoriais (Eletrólitos). 
2) Gasometria arterial 
3) Eletrocardiograma de 12 
derivações 
4) Raio X de tórax 
5) Capnografia qualitativa em 
formato de onda (para avaliar se a 
ventilação está correta). 
6) Encaminhar para a UTI. 
 
COMPRESSÕES NA PCR 
- São 30 compressões e 2 ventilações 
 Fazemos isso 5 vezes (que gasta em 
média 2 minutos). 
- As compressões são realizadas em 
uma frequência de 100/120 por min. 
- Comprimir o tórax de 5 a 6 cm e o 
tórax retornar completamente. 
- Se o paciente estiver entubado 
iremos realizar compressões sem 
pausas. Iremos checar o pulso após 2 
minutos. 
- Devemos descrever isso também 
durante o ACLS. 
 
- Completando 5 vezes de 30 
compressões por 2 ventilações  
Completamos o ciclo, e checamos o 
pulso. 
 Com pulso  Parar as compressões 
 Sem pulso  Retornar as 
compressões 
Somente paramos as compressões nas 
seguintes situações: 
 Checar o pulso 
 Analisar o ritmo (depois de 
checar o pulso) 
 Administração do choque 
- A partir do momento que é 
identificado a ausência de pulso do 
paciente é iniciado as compressões  
Somente para nas situações acima, ou 
“alta celestial”. 
 
ASSISTOLIA/AESP 
 Paciente sem pulso? 
1) Iremos fazer a seguinte ordem (isso 
para todo paciente que entra na 
emergência): 
- M  Monitorar 
- O  Oxigênio 
- V  2 acessos venosos e calibrosos. 
 
2) Iniciar as compressões 
 
3) AESP/Assistolia? 
- Retomar as compressões e ventilação 
- Fazer adrenalina + Lavar o acesso 
{FLUSH} (com 20 ml água deslitada/ 
soro). 
- Utilizamos 1 ampola (1 ml // 1 mg) 
de adrenalina (1 ampola em bolus) 
- Elevar o membro do paciente após o 
Flush. 
- Lembrando que a adrenalina é 
realizada durante as compressões. 
 
3.1) Na assistolia 
- Antes de iniciar as compressões 
devemos fazer primeiramente a 
“CAGADA”: 
- CA  Cabo (checar os cabos) - EX: 
se o cabo estiver solto o paciente pode 
estar em FV e o monitor mostrando 
assistolia. 
- GA  Ganho - Aumentar o ganho 
(como se fosse o zoom do monitor). 
- DA  Derivação - Mudar as 
derivações (isso porque o monitor 
mostra geralmente a D2). 
 
 
4) Após o ciclo com adrenalina  
Checamos o pulso 
- Sem pulso? Olhamos para o monitor 
para avaliar o ritmo 
- Continua em Assistolia ou AESP? 
Continuar as compressões com 
ventilação (SEM DROGAS nesse 
ciclo) 
 
5) Terminou o ciclo  Checar o pulso 
- Sem pulso? Olhamos para o monitor 
para avaliar o ritmo. 
- Continua em Assistolia ou AESP? 
Continuar as compressões com 
ventilação. 
- Fazer 1 ampola (1 ml // 1 mg) de 
adrenalina (1 ampola em bolus)  
Lavar o acesso {FLUSH} e elevar o 
membro. 
 
6) Após o ciclo com adrenalina  
Checamos o pulso 
- Sem pulso? Olhamos para o monitor 
para avaliar o ritmo 
- Continua em Assistolia ou AESP? 
Continuar as compressões com 
ventilação (SEM DROGAS nesse 
ciclo) 
 
 A adrenalina deve ser feita no 
intervalo de 3-5 minutos  Por 
isso alternamos os ciclos para a 
administração da adrenalina. 
As drogas são realizadas durante o 
processo de compressões e ventilações. 
 
Fazemos isso até retorno espontâneo 
da circulação ou “alta celestial “. 
 
TVSP/ FV 
 Paciente sem pulso? 
1) Iremos fazer a seguinte ordem (isso 
para todo paciente que entra na 
emergência): 
- M  Monitorar 
- O  Oxigênio 
- V  2 acessos venosos e calibrosos. 
 
2) Iniciar as compressões (30 
compressão : 2 ventilação)  Até 
completar 5 repetições. 
 
3) Checar o pulso 
- Sem pulso? Retomar as compressões 
- Olhar para o monitor 
 
3) TVSP/FV? 
- Retomar as compressões 
 
- Realizar o choque no paciente -
colocar o aparelho para carregar. 
- O choque pode ser bifásico ou 
monofásico 
- Monofásico  iniciar com 360 J 
- Bifásico  iniciar 150 J e demais 
com 200 J. 
- O aparelho carregou - Nós iremos 
executar o choque. Ao realizar o 
choque todos devem se afastar 
(independente da quantidade de 
compressões, OU se o ciclo NÃO 
terminou). 
 
OBS: 
 Monofásico - o choque sai de 
uma pá e vai para o outro (Ele 
somente possui 360 J). 
 Bifásico o choque sai das duas 
pás e caminham em direção da 
pá oposta  Como se fossem 2 
ondas que saem juntas (São 
cargas menores  primeiro 
choque de 150 J e 200 J os 
demais). 
 
4) Terminou o choque?  Continuar 
as compressões. 
- Fazemos 30 compressões para 2 
ventilações durante 5 vezes. 
 
5) Checamos o pulso 
- Sem pulso? Olhamos para o monitor 
 Ritmo chocável (FV/TVSP)? 
- Realiza o choque com 200 J (Se for 
bifásico // 360 J se for monofásico). 
 
6) Realizamos o choque e olhamos 
para o monitor  Ritmo chocável? 
- Retomar as compressões + uso de 
drogas durante as compressões 
(adrenalina). 
- Fazer 1 ampola (1 ml // 1 mg) de 
adrenalina (1 ampola em bolus)  
Lavar o acesso {FLUSH} e elevar o 
membro. 
 
7) Terminamos o ciclo  Checamos o 
pulso  Sem pulso? Olhamos para o 
monitor  Ritmo chocável? 
- Realiza o choque com 200 J (Se for 
bifásico // 360 J se for monofásico). 
- Retomar as compressões ate 
completar 1 ciclo 
 
 
8) Checar pulso  Sem pulso? 
Olhamos para o monitor  Ritmo 
chocável? 
- Retomar as compressões. 
- Utilizamos Amiodarona (300 mg, 
que são 2 ampolas - fazemos sem 
diluição, fazemos em bolus) + Lavaro 
acesso {FLUSH} e elevar o membro. 
- A Amiodarona é realizada durante 
as compressões e ventilação (fazemos 
5 ciclos). 
 
9) Terminamos o ciclo  Checamos o 
pulso  Sem pulso? Olhamos para o 
monitor  Ritmo chocável? 
- Realiza o choque com 200 J (Se for 
bifásico // 360 J se for monofásico). 
- Retomamos as compressões + 
Fazemos adrenalina. 
- Fazer 1 ampola (1 ml // 1 mg) de 
adrenalina (1 ampola em bolus)  
Lavar o acesso {FLUSH} e elevar o 
membro. 
 
10) Terminamos o ciclo  Checamos 
o pulso  Sem pulso? Olhamos para 
o monitor  Ritmo chocável? 
- Realiza o choque com 200 J (Se for 
bifásico // 360 J se for monofásico). 
- Retomamos as compressões + 
fazemos Amiodarona. 
- Fazemos Amiodarona (150 mg, que 
são 1 ampolas - fazemos sem diluição, 
fazemos em bolus) + Lavar o acesso 
{FLUSH} e elevar o membro. 
- A Amiodarona é realizada durante 
as compressões e ventilação (fazemos 
5 ciclos). 
 
 
11) Terminamos o ciclo  Checamos 
o pulso  Sem pulso? Olhamos para 
o monitor  Ritmo chocável? 
- Realiza o choque com 200 J (Se for 
bifásico // 360 J se for monofásico). 
- Retomamos as compressões + 
Fazemos adrenalina. 
- Fazer 1 ampola (1 ml // 1 mg) de 
adrenalina (1 ampola em bolus)  
Lavar o acesso {FLUSH} e elevar o 
membro. 
 
12) Terminamos o ciclo  Checamos 
o pulso  Sem pulso? Olhamos para 
o monitor  Ritmo chocável? 
- Realiza o choque com 200 J (Se for 
bifásico // 360 J se for monofásico). 
 
- Retomamos as compressões e 
ventilação. 
- NÃO realizamos NENHUMA 
DROGA. 
 
13) Terminamos o ciclo  Checamos 
o pulso  Sem pulso? Olhamos para 
o monitor  Ritmo chocável? 
- Realiza o choque com 200 J (Se for 
bifásico // 360 J se for monofásico). 
- Retomamos as compressões + 
Fazemos adrenalina. 
- Fazer 1 ampola (1 ml // 1 mg) de 
adrenalina (1 ampola em bolus)  
Lavar o acesso {FLUSH} e elevar o 
membro. 
 
14) Terminamos o ciclo  Checamos 
o pulso  Sem pulso? Olhamos para 
o monitor  Ritmo chocável? 
- Realiza o choque com 200 J (Se for 
bifásico // 360 J se for monofásico). 
- Retomamos as compressões e 
ventilação. 
- NÃO realizamos NENHUMA 
DROGA. 
 
15) Terminamos o ciclo  Checamos 
o pulso  Sem pulso? Olhamos para 
o monitor  Ritmo chocável? 
- Realiza o choque com 200 J (Se for 
bifásico // 360 J se for monofásico). 
- Retomamos as compressões + 
Fazemos adrenalina. 
- Fazer 1 ampola (1 ml // 1 mg) de 
adrenalina (1 ampola em bolus)  
Lavar o acesso {FLUSH} e elevar o 
membro. 
 
OBS: A Amiodarona somente 
realizamos 2 vezes. 
 
OBS 2: Não há limite para aplicação 
da adrenalina. 
 
OBS 3: Se o paciente mudar seu 
quadro clinico (saiu da fibrilação 
ventricular e foi para a assistolia)  
Iremos mudar a conduta de FV para 
Assistolia.

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