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Redução ao valor recuperável de ativos

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UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO / CAMPUS CODÓ
DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA CONTABILIDADE II
CURSO: BACHARELADO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS
ACADÊMICOS: 
CAMILE VITÓRIA RODRIGUES LIMA 
EDERSON DASSLER GONÇALVES DE SOUSA
 LUIZ HENRIQUE DOS SANTOS NASCIMENTO
 PAULIANE DE SOUSA FREITAS 
RAYSE DANIELE PEREIRA DE OLIVEIRA
REDUÇÃO AO VALOR RECUPERÁVEL DE ATIVOS – VALE S.A.
BACABAL – MA
2022
REDUÇÃO AO VALOR RECUPERÁVEL DE ATIVOS – VALE S.A.
1. CONCEITO, OBJETIVO E APLICAÇÃO
Decorrente do processo de convergência das normas internacionais de contabilidade foi aprovação do pronunciamento Técnico 01 (CPC 01 R1), que trata da redução ao valor recuperável de ativo, mais comumente conhecido como teste de Impairment ou teste de recuperabilidade. 
O teste de recuperabilidade visa demonstrar qual o valor real líquido de realização de um ativo, ou seja, qual o seu valor recuperável. Ele foi criado pela reforma na lei das sociedades anônimas, Lei 11.638/2007 que alterou e revogou dispositivos da Lei no 6.404/1976, e da Lei no 6.385/1976, e estende às sociedades de grande porte disposições relativas à elaboração e divulgação de demonstrações financeiras, tornando obrigatório o teste dos bens que compõe o imobilizado e o intangível para as sociedades anônimas e as consideradas de grande porte. Passando o art. 183, § 3º a vigorar com a seguinte redação:
Art. 183. No balanço, os elementos do ativo serão avaliados segundo os seguintes critérios: § 3º A companhia deverá efetuar, periodicamente, análise sobre a recuperação dos valores registrados no imobilizado, no intangível e no diferido, a fim de que sejam: I – registradas as perdas de valor do capital aplicado quando houver decisão de interromper os empreendimentos ou atividades a que se destinavam ou quando comprovado que não poderão produzir resultados suficientes para recuperação desse valor; ou II – revisados e ajustados os critérios utilizados para determinação da vida útil econômica estimada e para cálculo da depreciação, exaustão e amortização.
O CPC 01 R1 tem como finalidade apresentar de forma mais conservadora o valor real dos ativos não circulantes. Podendo essa realização ser auferida por meio de venda ou utilização do bem nas atividades. Seu objetivo é estabelecer procedimentos que a entidade deve aplicar para assegurar que seus ativos estejam registrados contabilmente por valor que não exceda seus valores de recuperação. Esse pronunciamento também especifica quando a entidade deve reverter um ajuste para perdas por desvalorização e estabelece as divulgações requeridas.
 Em regra, o CPC 01 deve ser aplicado na contabilização de todos os ativos ou conjuntos de ativos relevantes relacionados às atividades da empresa. Entretanto, este Pronunciamento não se aplica aos ativos que possuem regras específicas, como: estoques; ativos originários de contratos de construção; ativos fiscais diferidos; ativos que surgem de benefícios de empregados; ativos financeiros; propriedades para investimento mensuradas ao valor justo; ativos biológicos mensurados ao valor justo líquido dos custos de venda; ativos que surgem de contratos de seguros; ativos mantidos para a venda. 
Em relação aos ativos financeiros, esse Pronunciamento é aplicado somente aos investimentos em controladas, coligadas e em empreendimentos controlados em conjunto.
No CPC 01 são utilizados termos com significados específicos, tendo como principais termos: 
Valor recuperável: definido conforme Resolução CFC 1.292/2010 § 18 como sendo o maior valor entre o valor justo líquido de despesas de venda de um ativo ou de unidade geradora de caixa e o seu valor em uso (Hoog, 2012);
Unidade geradora de caixa: É o menor grupo identificável de ativos que gera entradas de caixa, entradas essas que são em grande parte independentes das entradas de caixa de outros ativos ou outros grupos de ativos;
Valor justo: é o preço que seria recebido pela venda de um ativo ou que seria pago pela transferência de um passivo em uma transação não forçada entre participantes do mercado na data de mensuração; 
Valor em uso: Valor presente de fluxos de caixa futuros esperados que devem advir de um ativo ou de unidade geradora de caixa;
Valor contábil: Se refere ao montante pelo qual o ativo está reconhecido no balanço depois da dedução de toda respectiva depreciação, amortização ou exaustão acumulada e ajuste para perdas.
2. IDENTIFICAÇÃO, MENSURAÇÃO E RECONHECIMENTO DE PERDAS 
Na contabilidade há uma regra sobre o ativo que é: nenhum ativo pode ser registrado por um valor superior ao benefício econômico que ele vai gerar no futuro. Desse modo, o CPC 01 R1 diz quando um valor recuperável de ativo imobilizado e intangível deve ser determinado, para verificar se o ativo está registrado de forma superavaliado.
CPC 01 R1 orienta que a entidade identifique o valor contábil do ativo e o seu valor recuperável. O valor recuperável será mensurado através do confronto do seu valor em uso e o valor justo líquido das despesas de venda, utilizando o maior valor entre eles, sendo esse considerado o valor recuperável do ativo. 
Se o ativo estiver registrado com valor contábil que excede o seu valor recuperável pelo uso ou pela venda, ele é caracterizado como sujeito ao reconhecimento de perdas.
Ainda que nenhuma perda seja reconhecida para o ativo imobilizado ou intangível, mas se houver desvalorização que influencie na revisão e ajuste sobre a vida útil remanescente, o método de depreciação, amortização e exaustão ou valor residual para o ativo de acordo com os Pronunciamentos Técnicos aplicáveis ao ativo deverá ser realizado o teste de recuperabilidade.
Considerando as seguintes indicações e fontes externas de informação:
1. Indicação observável de que o valor do ativo diminuiu significativamente durante o período; mais do que seria de se esperar como resultado da passagem do tempo ou do seu uso normal
2. Percepção de que no ambiente tecnológico, de mercado, econômico ou legal ocasionaram efeito adverso sobre os ativos que a empresa utiliza nesse mercado.
3. Quando aumentar a taxa de jurou outras taxas de mercado de retorno sobre investimentos de forma que diminua significativamente o valor recuperável do ativo.
4. Quando o valor contábil do patrimônio líquido for maior que o valor de suas ações no mercado.
Considerando as seguintes indicações e fontes internas de informação:
1. Quando um ativo sofre dano físico ou quando perceber que está ficando obsoleto;
2. Quando há planos de descontinuidade da operação que aquele ativo pertence, na inatividade ou ociosidade, planos para baixa do ativo antes do esperado;
3. Evidencia através de relatório interno que o desempenho econômico de um ativo está sendo ou será pior do que o esperado anteriormente. (Ex.: Prejuízo operacional gerado pelo ativo, necessidade de caixa subsequentes para operar ou manter o ativo);
3. PERIODICIDADE 
 	A entidade deve avaliar ao fim de cada período de reporte, se há alguma indicação de que um ativo possa ter sofrido desvalorização. Se houver alguma indicação, a entidade deve estimar o valor recuperável do ativo. 
 Independentemente de existir, ou não, qualquer indicação de redução ao valor recuperável, a entidade deve: 
· Testar, no mínimo anualmente, a redução ao valor recuperável de um ativo intangível com vida útil indefinida ou de um ativo intangível ainda não disponível para uso, comparando o seu valor contábil com seu valor recuperável. Esse teste de redução ao valor recuperável pode ser executado a qualquer momento no período de um ano, desde que seja executado, todo ano, no mesmo período. Ativos intangíveis diferentes podem ter o valor recuperável testado em períodos diferentes. Entretanto, se tais ativos intangíveis foram inicialmente reconhecidos durante o ano corrente, devem ter a redução ao valor recuperável testada antes do fim do ano corrente; e 
· Testar, anualmente, o ágio pago por expectativa de rentabilidade futura (goodwill) em combinação de negócios.
 Então no final do exercício, que o CPC chama de período de reporte, a empresavai olhar para os seus imobilizados e intangíveis, e vai ver se existe indícios de desvalorização, se tiver indicio de desvalorização, ela faz o teste de recuperabilidade, se não tiver, o teste está dispensado. Porém existe 3 ativos que devem ser testados anualmente, independentemente de ter indicio ou não, que são: Ágio pago por expectativa de rentabilidade futura (goodwill); Intangível com vida útil indefinida; Intangível não definido para uso.
 	 Então esses três ativos devem ser testados anualmente, o ativo intangível é amortizável só que quando o intangível não tem uma vida útil definida, a empresa usa de forma indefinida, então ele não amortiza, quando a entidade tem um intangível que ainda não está disponível para uso, ela não deprecia esse ativo. O ativo intangível é amortizado apenas quando é disponível para uso.
 Então quando um intangível e um imobilizado for usado normalmente, mesmo que você reconheça a perda por recuperabilidade, como ele está sendo depreciado/amortizado, o valor dele vai diminuindo com o passar do tempo, contudo no caso desses três ativos, se a empresa não fizer o teste, eles vão ficar lá pra sempre registrados com o valor de aquisição, por isso que o CPC fala, que ágio, intangível com vida útil indefinida e intangível não disponível para uso, tem que fazer o teste de recuperabilidade anualmente.
 Lembrando que o teste de recuperabilidade é diferente de perda, o teste é quando a empresa vai testar se seu ativo está ou não super avaliado, e a perda ocorre quando a empresa fez o teste e viu que seu ativo está super avaliado, então a perda é posterior ao teste.
4. CASO ILUSTRATIVO – VALE S.A.
A Vale S.A. é uma das maiores empresas mineradora do mundo, de capital aberto, com sede no Rio de Janeiro – Brasil, e presente em 37 países. No final de 2012, a Vale encerrou seu último trimestre com um prejuízo de US$ 2,6 bilhões após diversas baixas contábeis que se somaram US$ 5,6 bilhões, acarretando em um resultado trimestral negativo histórico, e parte dessa perda referiu-se ao reconhecimento de Impairment (deterioração) de alguns dos ativos da empresa. O teste de Impairment refere-se a uma avaliação para verificar se os ativos da empresa estão desvalorizados, ou seja, se o seu valor contábil excede seu valor recuperável. Como já visto, sempre que o valor recuperável for inferior ao valor contabilizado, o resultado do teste deve ser contabilizado (registrando a baixa contábil dessa diferença). Caso o valor recuperável seria maior que o valor contábil, o ativo deve permanecer com o valor original registrado.
Alguns recortes das demonstrações contábeis e relatórios de produção emitidos pela Vale em fevereiro de 2013, referente a essas perdas por impairment (quarto trimestre de 2012).
Tabela 1. Resultado do Impairment de Ativos – VALE S.A.
	Impairment de Ativos – VALE S.A.
	
	R$ Milhões
	Ativos
	8.211
	Onça Puma
	5.770
	Ativos de Carvão da Austrália
	2.139
	Ativos de óleo e gás
	196
	Vermelho
	106
	Investimentos
	4.002
	Hydroparticipação de 22%
	2.026
	CSA
	1.804
	VSE
	172
	Total
	12.213
Lucro Líquido
Em 2012 o lucro líquido da empresa foi de R$ 22,182 bilhões, 43,4% abaixo dos valores de 2011 (R$ 39,169 bilhões). No quarto trimestre de 2012, o lucro líquido básico foi de R$$ 4,102 bilhões, resultado menor que o terceiro trimestre (R$ 4,613 bilhões). Além das perdas por impairment apresentadas na tabela 1, outras perdas também impactaram diretamente no resultado como as perdas na venda de ativos, marcação a mercado das debêntures participativas, câmbio e perdas monetárias, etc. Considerando itens não caixa e não recorrentes, o lucro líquido de R$ 4,102 bilhões no quarto trimestre, se torna uma perda de R$ 5,628 bilhões, devido ao impairment de ativos (R$ 8,211 bilhões), impairment de investimentos (R$ 4,002 bilhões) e outras perdas (R$ 4,341 bilhões). 
Redução ao Valor Recuperável de Ativos (Impairment)
No exercício de 2012 foram identificadas evidências de perda de valor recuperável em alguns investimentos em coligadas e controladas em conjunto e ativo imobilizados das unidades reportáveis de níquel, alumínio, carvão e outros produtos. Segue abaixo, os ajustes de Impairment:
Tabela 2. Resultado dos Investimentos e Imobilizado
	31 de Dezembro de 2012
	Produto
	Unidade Reportadora
	Valor Contábil Líquido
	Valor Recuperável
	Ajuste de Impairment
	Investimento
	Alumínio
	Norsk Hydro ASA
	3.212
	2.237
	975
	Siderurgia
	Thyssenkrupp CSA
	936
	353
	583
	Energia
	Vale Soluções de Energia
	100
	17
	83
	
	
	4.248
	2.607
	1.641
	Imobilizado
	Níquel
	Onça Puma
	3.779
	930
	2.849
	Carvão
	Austrália
	1.619
	590
	1.029
	Outros
	
	185
	40
	145
	
	
	5.583
	1.560
	4.023
	Total
	9.831
	4.167
	5.664
Existem inúmeros fatores que podem afetar nos resultados da empresa, principalmente quando fazemos o teste de impairment pra identificar possível ajustes a serem feitos nos resultados. A volatilidade nos preços do alumínio, além de incertezas macroeconômicas contribuíram para uma redução do valor de mercado da participação de 22% na Hydro (Produtora de Alumínio); As mudanças nos investimentos realizados na companhia de energia alterou o fluxo de caixas esperados; Problemas nos fornos de Onça Puma nas operações de Ferro-Níquel paralisaram suas operações por longos períodos; Crescimento nos custos, redução do preço de mercado foram algumas das evidências identificadas no segmento de carvão; Além de outras alterações relacionadas a expectativa dos fluxos de caixa de outras operações da companhia (Óleo, gás e outros).
De acordo com os dados apresentado, os ajustes de impairment implicam em perdas significativas nos resultados dos relatórios contábeis de uma empresa, identificando se o valor registrado no ativo é maior ou não que o seu potencial gerador de benefícios financeiros para a empresa, nos casos em que o seu valor contábil é maior, exige-se a necessidade de reduzir (redução ao valor recuperável de ativos).
REFERÊNCIAS
CPC-01: Redução do Valor Recuperável de Ativos. BLB Brasil Blog. Disponível em: <https://www.blbbrasil.com.br/blog/cpc-01-reducao-do-valor-recuperavel-de-ativos/>. Acesso em: 28 dez. 2022.
CONTABILIDADE FACILITADA. CPCs Resumidos: CPC 01 e 04 | Teste de Recuperabilidade e Intangível. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=7OFxm-q7Y2w>. Acesso em: 28 dez. 2022.
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UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO / CAMPUS CODÓ
 
DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA CONTABILIDADE II
 
CURSO: BACHARELADO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS
 
ACADÊMICOS: 
 
CAMILE VITÓRIA RODRIGUES LIMA 
 
EDERSON 
DASSLER GONÇALVES DE SOUSA
 
 
LUIZ HENRIQUE DOS SANTOS NASCIMENTO
 
 
PAULIANE DE SOUSA FREITAS 
 
RAYSE DANIELE PEREIRA DE OLIVEIRA
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
REDUÇÃO AO VALOR RECUPERÁVEL DE ATIVOS 
–
 
VALE S.A.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
BACABAL 
–
 
MA
 
2022
 
 
UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO / CAMPUS CODÓ 
DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA CONTABILIDADE II 
CURSO: BACHARELADO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS 
ACADÊMICOS: 
CAMILE VITÓRIA RODRIGUES LIMA 
EDERSON DASSLER GONÇALVES DE SOUSA 
 LUIZ HENRIQUE DOS SANTOS NASCIMENTO 
 PAULIANE DE SOUSA FREITAS 
RAYSE DANIELE PEREIRA DE OLIVEIRA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
REDUÇÃO AO VALOR RECUPERÁVEL DE ATIVOS – VALE S.A. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
BACABAL – MA 
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